Você está na página 1de 26

UNIP INTERATIVA

Projeto Integrado Multidisciplinar


Cursos Superiores de Tecnologia

SISTEMA ACADÊMICO DE MATRÍCULAS


-SISCAD-

Polo Guaratinguetá - SP
2018
UNIP INTERATIVA
Projeto Integrado Multidisciplinar
Cursos Superiores de Tecnologia

SISTEMA ACADÊMICO DE MATRÍCULAS


-SISCAD-

Projeto Integrado Multidisciplinar para obtenção


do título do Curso Superior de Tecnologia em
Análise e Desenvolvimento de Sistemas
apresentado à Universidade Paulista – UNIP
como pré-requisito para aprovação no 4º
semestre.

Orientador: Prof. MSc. André Luiz Ribeiro

..
RA: ..
Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Semestre: 4º semestre

Polo Guaratinguetá - SP
2018
RESUMO

Este projeto tem por objetivo a construção de um sistema de controle de


matrículas de cursos livres, de acordo com as especificações técnicas de condução
do projeto.

Com as disciplinas de Projeto de Sistemas Orientado a Objetos,


Programação Orientada a Objetos II, Gestão da Qualidade e Empreendedorismo
como base acadêmica de estruturação deste projeto, seguindo as premissas de
elaboração de todas as funcionalidades.

A construção desse sistema tem por definição o controle de matrículas dos


cursos livres, sendo utilizado por seus atendentes e alunos matriculados acessando
através de terminais nas dependências das unidades escolares, possibilitando
executar diversas tarefas dentro do sistema. Durante a estruturação do sistema
todos os pré-requisitos serão explorados para um bom desenvolvimento do produto
e sua conclusão, de modo a satisfazer os colaboradores e alunos da unidade de
ensino.

Palavras-chave: Projeto de Sistemas Orientado a Objetos, Programação Orientada


a Objetos II, Gestão da Qualidade e Empreendedorismo, estruturação do sistema.
ABSTRACT

This project aims to build a system of control of free course


enrollments, according to the technical specifications of conducting the project.

With the disciplines of Object Oriented Systems Design, Object


Oriented Programming II, Quality Management and Entrepreneurship as the
academic basis of structuring this project, following the premises of elaboration
of all functionalities.

The construction of this system has by definition the control of


enrollment of free courses, being used by its attendants and students enrolled
accessing through terminals in the dependencies of the school units, allowing
to perform several tasks within the system. During the structuring of the system
all the prerequisites will be explored for a good development of the product and
its conclusion, in order to satisfy the collaborators and students of the unit of
education.

Keywords: Object Oriented Systems Design, Object Oriented Programming II,


Quality Management and Entrepreneurship, system structuring.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO............................................................................ ............... 6
2. ESTRUTURAÇÃO....................................................................... ............... 7
2.1 Objetivo................................................................................ ............... 7
3. ORGANIZAÇÃO........................................................................................ 7
4. DESENVOLVIMENTO................................................................. ............... 8
4.1 Camada Model...................................................................... ............... 9
4.2 Camada View........................................................................ .............. 10
4.3 Camada Controller................................................................ ............... 10
5. METODOLOGIA........................................................................................ 10
5.1 Modelagem do sistema............................................................. ........... 10
6. ESTRUTURAÇÃO DO PROJETO............................................................... 11
6.1 Diagrama Entidade-Relacionamento (DER).......................................... 11
6.2 Diagrama de Classes de Implementação – Curso................................. 12
6.3 Diagrama de Classes de Implementação – Aluno................................. 13
6.4 Diagrama de Classes de Implementação – Matricula de Aluno............. 14
6.5 Diagrama de Classes de Implementação – Relatório de Matricula........ 14
6.6 Diagrama de Classes de Implementação – Consulta dos Cursos.......... 15
6.7 Diagrama de Classes de Implementação – Consulta de Matrículas....... 15
7. DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIAS................................................................ 16
7.1 Diagrama de Sequência de Implementação – Curso............................. 16
7.2 Diagrama de Sequência de Implementação – Aluno............................. 17
7.3 Diagrama de Sequência de Implementação – Matrícula do Aluno......... 17
7.4 Diagrama de Sequência de Implementação - Relatório de Matricula..... 18
7.5 Diagrama de Sequência de Implementação - Consulta dos Cursos....... 18
7.6 Diagrama de Sequência de Implementação - Consulta de Matrícula..... 19
8. DIAGRAMAS DE ATIVIDADES.................................................................. 19
9. DIAGRAMAS DE DISTRIBUIÇÃO – IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA............. 20
10. APRESENTAÇÃO DOD SISTEMA................................................... .......... 21
10.1 Tela de acesso ao sistema...................................................... ........... 21
10.2 Tela de acesso ao sistema – Atendente e Alunos............................... 22
10.3 Tela de acesso ao sistema – Corpo Docente, Cursos e Livros............ 23
10.4 Tela de acesso ao sistema – Perfil do Aluno.............................. 24
11. CONCLUSÃO............................................................................................ 25
12. REFERÊNCIAS......................................................................................... 26
6

1. INTRODUÇÃO

O projeto tem como finalidade o desenvolvimento de um sistema controle de


matrículas dos cursos livres, com as disciplinas de Projeto de Sistemas Orientado a
Objetos, Programação Orientada a Objetos II, Gestão da Qualidade e
Empreendedorismo como base acadêmica de estruturação deste projeto.

Sabemos que o processo de desenvolvimento passa por diversas etapas


como planejamento e prazo, fase de análise, codificação, testes, implementação,
testes finais para implantação, documentação, para atender seus clientes de forma
adequada.

Para o atendimento adequado, a empresa contratada recebe orientações do


arquiteto com os requisitos necessários para o desenvolvimento do sistema, criando
o sistema de controle de matrículas de cursos livres.
7

2. ESTRUTURAÇÃO

2.1 Objetivo

O principal objetivo é o desenvolvimento de um sistema de controle de


matrículas de cursos livres deverá atuar nas unidades de ensino, através de
terminais por meio de login e senha de cada aluno.

Após apresentação dos requisitos do sistema a equipe de desenvolvedores


iniciará estabelecendo os parâmetros de integração com seus funcionários e a
segurança dos dados cadastrados dos alunos, a organização e integridade dos
acessos.

3. ORGANIZAÇÃO

Para atender as especificações, o atende poderá realizar as seguintes ações:

 Manter Cursos: o atendente cadastra os cursos que abrangem duas


áreas diferentes: informática e artes. Todos os tipos de cursos
possuem código, nome, data de início, data de término, horário,
número de vagas e valor. Para os cursos de informática, há também o
número do laboratório e o registro dos softwares que serão utilizados e,
para o curso de artes, a descrição do material e nome dos livros que
serão utilizados.

 Manter Alunos: o atendente cadastra os alunos, informando: nome,


endereço, telefone, e-mail, RG, CPF, login e senha do aluno.

 Cadastrar Matrícula: o atendente cadastra a matrícula do aluno em um


ou mais cursos. É gerado um código de matrícula, a data da matrícula,
o valor da matrícula, o status de pagamento e o status da matrícula.
Após o cadastro da matrícula, os dados da matrícula (código matrícula)
são enviados para o Sistema Financeiro.

 Gerar relatórios de matrículas: o atendente emite relatórios em tela da


quantidade de matrículas por curso em um determinado período.

O aluno poderá realizar as seguintes ações:

 No momento da reserva do veículo, não deverá ser reservado para


outro cliente, apenas quando o sistema conste a entrega para nova
reserva.

 Consultar Cursos: o aluno consulta informações dos cursos


disponíveis.
8

 Consultar Matrículas: o aluno consulta matrículas de cursos que já


realizou ou está realizando.

Com a organização dos critérios de acessibilidade aos atendentes, regras


foram elaboradas para os alunos:

1. Caso o aluno já tenha realizado outros cursos, terá desconto


progressivo. Um desconto de 5%; dois cursos, descontos de 10%; mais
de dois cursos, descontos de 15%.
2. Toda parte de cobrança do curso é controlada pelo Sistema Financeiro,
o qual apenas recebe as informações do cadastro de matrícula.
3. Um aluno matriculado pode realizar vários cursos.
4. Devem ser exibidas mensagens de advertência para todas ações
mal sucedidas.

4. DESENVOLVIMENTO

Para iniciar a codificação, gerenciamento, implementação e execução do


sistema em caráter de desenvolvimento, será utilizado à arquitetura MVC.

A arquitetura MVC (Model, View, Controller), é o padrão de arquitetura de


software que separa suas aplicações em três camadas de codificação, especificando
a informação da apresentação, como por exemplo, a notificação de mudanças de
estado da aplicação – dados (Model), o envio de eventos dos usuários ao
controlador – interface (View) e o mapeamento das ações dos usuários na aplicação
– gerenciamento (Controller).

A abordagem em camadas da apoio ao desenvolvimento incremental do


sistema, da qual cada camada desenvolvida pode ser disponibilizada aos usuários,
podendo ser mutável e portável (quando a interface for alterada, outra pode ser
substituída por uma equivalente).
9

MVC é uma ótima arquitetura para desenvolvimento de software, além de


diversas vantagens:

 Reaproveitamento de código e regras;


 Facilidade de manutenção;
 Integração de equipes e/ou divisão de tarefas;
 Camada de persistência independente;
 Facilidade na implantação de camadas de segurança;
 Facilidade na atualização da interface da aplicação.

4.1 Camada Model

A Camada Model ou modelo contem a estruturação dos dados na parte


específica do sistema para sua leitura, manipulação e validação desses dados
seguindo as regras de negócio, traduzindo as informações relevantes a serem
exibidas pela camada View.

Esse modelo também notifica as camadas View e Controller quando ocorrem


mudanças em seu estado, na leitura e escrita de dados do sistema deixando os
dados prontos para a camada Controller encaminhe para a camada View.
10

4.2 Camada View

A Camada View ou apresentação é responsável pelas informações


modeladas produzindo interfaces de apresentação de acordo com a necessidade de
seus usuários.

Esse modelo proporciona a entrada de dados e sua visualização das


respostas, tendo de garantir sua apresentação do modelo. Essa camada de
apresentação não contém a codificação relacionada à lógica das regras de negócio,
onde seus dados foram obtidos, mas é de extrema importância a apresentação de
forma específica para a interação do usuário.

4.3 Camada Controller

A Camada Controller ou camada controladora trabalha de intermediário entre


as camadas Model e View, coordenando o envio de requisições entre as camadas
do sistema, isto é, a camada Controller interpreta as solicitações feitas pelos
usuários e se comunica com a camada View atualizando o solicitante, mapeando e
controlando todas as ações.

Tal camada também responde a evento de modelos de sua aplicação,


podendo alterar a camada Model, não havendo a necessidade da regra de negócio
junto com a camada View.

5. METODOLGIA

5.1 Modelagem do sistema

Podemos definir de maneira exemplificada, que o processo de


modelagem do sistema tem a preocupação de seguir a metodologia iniciando o
planejamento de confecção do sistema, informações específicas, todo o
projeto codificado, verificação de cada ferramenta dentro do sistema, testes e
validações, suas versões de acordo com sua evolução e suporte.

Durante seu desenvolvimento do sistema, são verificadas todas as


tarefas e sua automatização com o foco na facilidade e na qualidade do
produto. A todo o momento a metodologia é revista pela equipe de
programadores, buscando sempre o foco nas necessidades do cliente e
aproveitando ao máximo a produtividade.

Para que o sistema seja desenvolvido/implantado pela empresa


contratada, estaremos utilizando a tecnologia UML (Unified Modeling
Language – linguagem de modelagem unificada), linguagem-padrão para
descrever/documentar o projeto do sistema, visualizar, especificar, construir e
documentar artefatos dos fluxos de funcionamento.
11

Composta por muitos elementos, a UML fornece a tecnologia necessária


para dar suporte à prática e a modelagem de software orientada a objetos,
mesmo não oferecendo uma metodologia de processo de modo a orientar as
equipes de desenvolvimento na aplicação da tecnologia. Tais elementos
representam diferentes partes de um sistema, utilizados para elaborar
diagramas de uma parte específica do sistema, como por exemplo, diagramas
de classe ou de objeto, diagrama de casos de uso, diagrama de atividades,
diagrama de classe de implementação, diagrama de sequência de
implementação, diagrama de distribuição, todos com a finalidade de uso
durante o ciclo no desenvolvimento do sistema.

6. ESTRUTURAÇÃO DO PROJETO

A arquitetura MVC é o modelo de divisão de camadas que será utilizado


para a elaboração das camadas do sistema (atividades, implementações e
implantações) do projeto do sistema (designer), possibilitando a existência de
várias interfaces que podem ser modificadas sem alteração nas regras de
negócio, que proporciona mais flexibilidade e oportunidade no reuso das
classes estruturadas.

6.1 Diagrama Entidade-Relacionamento (DER)

Diagrama Entidade-Relacionamento (DER) é responsável pelas


entidades relacionadas, de modo a atender os desenvolvedores, no
levantamento de requisitos de cada fase do projeto desenvolvido e o
relacionamento de cada dado do sistema.
12

Figura 1 - Diagrama Entidade-Relacionamento (DER)

6.2 Diagrama de Classe de Implementação - Curso

Este diagrama fornece informações para visualização das classes


compostas no sistema com seus atributos o relacionamento das classes.

Todos os diagramas deverão ter como base a arquitetura MVC para que
seja estruturada suas classes, suas camadas, podendo visualizar as conexões
entre a camada de negócio e a camada visual do sistema estruturada, a
interação do usuário com os dados inseridos no sistema.
13

Figura 2 - Diagrama de Classes de Implementação - Manter Curso

6.3 Diagrama de Classe de Implementação – Aluno

Figura 3 - Diagrama de Classe de Implementação – Manter Aluno


14

6.4 Diagrama de Classe de Implementação – Matrícula de Aluno

Figura 4 - Diagrama de Classe de Implementação - Matrícula de Aluno

6.5 Diagrama de Classe de Implementação – Relatório de Matrícula

Figura 5 - Diagrama de Classe de Matrícula - Relatório de Matrícula


15

6.6 Diagrama de Classe de Implementação – Consulta dos Cursos

Figura 6 - Diagrama de Classes de Implementação - Consulta dos Cursos

6.7 Diagrama de Classe de Implementação – Consulta de Matrículas

Figura 7 - Diagrama de Classe de Implementação - Consulta de Matrícula


16

7. DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIA

Em um sistema ocorrem diversas operações que envolvem a utilização


de todos os dados, representando a ordem de interação entre todo o conteúdo
do sistema através dos Diagramas de Sequência.

Sua utilização é necessária para a elaboração dos casos de uso, classes


e implementações do sistema entre vários objetos, onde mensagens são
trocadas no decorrer de cada operação nos caso de uso. Essas informações
são semelhantes, mudando apenas sua forma de demonstração, suas
instâncias e diagramas.

7.1 Diagrama de Sequência de Implementação – Curso

Figura 8 - Diagramas de Sequência de Implementação – Curso


17

7.2 Diagrama de Sequência de Implementação – Aluno

Figura 9 - Diagramas de Sequência de Implementação – Aluno

7.3 Diagrama de Sequência de Implementação – Matrícula do Aluno

Figura 10 - Diagramas de Sequência de Implementação – Matrícula do Aluno


18

7.4 Diagrama de Sequência de Implementação – Relatório de Matrícula

Figura 11 - Diagramas de Sequência de Implementação – Relatório de Matrícula

7.5 Diagrama de Sequência de Implementação – Consulta dos


Cursos

Figura 12 - Diagramas de Sequência de Implementação – Consulta dos Cursos


19

7.6 Diagrama de Sequência de Implementação – Consulta de


Matrículas

Figura 13 - Diagramas de Sequência de Implementação – Consulta de Matrículas

8. DIAGRAMAS DE ATIVIDADES

Com o objetivo de especificar as funcionalidades de um software, o Diagrama


de Atividades monitora o comportamento do sistema pela modelagem dos dados.

O Diagrama de Atividades tem uma semelhança com um fluxograma,


apresentando uma sequencia de atividades que o sistema executará durante sua
utilização, as operações entre os objetos, os resultados de uma determinada ação,
construir e coletar dados para consulta.

Na estruturação do sistema, é criado um diagrama de atividade com método


privado de modo a calcular os descontos nos cursos conforme a quantidade de
cursos matriculados (método privado: “calcularValorCurso”).

Para que o aluno receba os descontos, seguiremos as seguintes


especificações dos valores de cada desconto:

 Caso o aluno tenha realizado outros cursos, o desconto será


progressivo de 5%;
 Caso tenha cursado dois cursos seu desconto será de 10%;
 Caso tenha cursado mais de dois cursos seu desconto será de 15%.
20

Figura 14 - Diagrama de Atividades - Cálculo de desconto do curso

9. DIAGRAMAS DE DISTRIBUIÇÃO – IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA

Com estruturação do sistema de controle de matrículas, o próximo passo


é iniciar a implantação do sistema nos terminais de acesso para os atendentes
e alunos. Será utilizado este diagrama de distribuição para modelar a
arquitetura física para demonstrar o relacionamento entre os componentes
(software e hardware), a organização física dos nós do sistema.

Cada nó representa um dispositivo de hardware dentro de um sistema,


como por exemplo, servidores de armazenamento e processamento de dados
que trabalham em ambientes de execução de um sistema. Sua comunicação e
relacionamento são modeladas pelas conexões do sistema, que representam
uma coleção de componentes e como são distribuídos em um ou vários nós de
hardware.
21

Figura 15 – Diagramas de Distribuição – Implantação do Sistema

10. APRESENTAÇÃO DO SISTEMA

Com toda a estruturação de casos para função do sistema, implantação na


unidade de ensino, temos como próximo passo iniciar a acessibilidade do sistema
com os usuários “atendente” e “aluno” nos respectivos terminais, para observar seu
funcionamento e as informações disponíveis de cada acesso.

Cada usuário receberá uma senha padrão no ato da matrícula e


posteriormente deverá efetuar sua alteração por motivos de segurança, confirmando
e autenticando seus dados pessoais.

10.1 Tela de acesso ao sistema

Primeira tela de acesso ao sistema de controle de matrículas disponível em


cada terminal.
22

Figura 16 - Tela de acesso nos terminais

10.2 Tela de acesso ao sistema – Atendentes e Alunos

Figura 17 - Tela de acesso ao sistema – Atendentes e Alunos


23

10.3 Tela de acesso ao sistema – Corpo Docente, Cursos e Biblioteca

Figura 18 - Corpo Docente

Figura 19 - Cadastro dos Cursos

Figura 20 - Cadastro de Livros


24

10.4 Tela de acesso ao sistema – Perfil do Aluno

Figura 21 - Tela de acesso ao sistema – Perfil do Aluno


25

11. CONCLUSÃO

A proposta do projeto é a execução da teoria a prática de desenvolvimento e


programação do sistema de controle de matrículas, sua importância desde o
processo de criação a implantação, testes e usabilidade de acesso aos dados.

Transcorrido do trabalho de criação do sistema, foi possível chegar ao


objetivo, cumprindo todo o prazo seguindo os conceitos metodológicos
proporcionando a prática e assimilação, para satisfazer os usuários do meio
acadêmico.

Com o sistema estruturado, é de suma importância o envolvimento da equipe


de desenvolvedores seguindo todas as orientações para elaboração de todo o
conteúdo, seguindo todos os requisitos necessários para atender o corpo
acadêmico, apresentando um produto final de qualidade para futuras
implementações.
26

12. REFERÊNCIAS:

CIÊNCIA MODERNA, Engenharia de Software: Análise e Projeto de Sistema, 2008.

MARTINS, J. C. C. Técnicas para gerenciamento de projetos de software. Rio de


Janeiro: Brasport, 2007.

MENAMIN, Sthephen M.; PALMER, John F. Análise Essencial de Sistemas. [S.l.]:


Editora Makron Books, 1994.

FILHO, W. Engenharia de Software: fundamentos, métodos e padrões. LTC –


Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2005.