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Centro: Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN).

Unidade: Instituto de Física.


Turma: FÍSICA IV-A Semipresencial TURMA 1 (7491)

Aula 1: Apresentação do Curso e Revisão


Matemática.

Professor: Bruno de Moura Escher


(coordenador)
Sala: A318-4
e-mail: bmescher@if.ufrj.br
2018/2
Aula 1: Apresentação do Curso 2018/2 e
Revisão Matemática.

• Física IV-A 2018/2:

• Site do Curso;

• Livros Textos;

• Critérios de Aprovação, presenças, inscrição no AVA;

• Prova de 2 Chamada e Pedidos de Vista de Prova.

• Equações de Maxwell na forma integral e diferencial;

• Revisão matemática.
Aula 1: Apresentação do Curso 2018/2 e
Revisão Matemática.

• Física IV-A 2018/2:

• Site do Curso;

• Livros Textos;

• Critérios de Aprovação, presenças, inscrição no AVA;

• Prova de 2 Chamada e Pedidos de Vista de Prova.

• Equações de Maxwell na forma integral e diferencial;

• Revisão matemática.
Informações sobre o Curso de Física IV-A
Todas as Informações estão disponíveis no site do curso
http://fisica4.if.ufrj.br
Informações sobre o Curso de Física IV-A
Todas as Informações estão disponíveis no site do curso
http://fisica4.if.ufrj.br
Informações sobre o Curso de Física IV-A

Livros Texto Sugeridos: P.A. Tipler & Mosca, Física para


cientistas e engenheiros (vol2. e vol3.); D. Halliday, R. Resnick &
J. Walker, Fundamentos de Física; H.D. Young & R.A. Freedman,
Física (vol3 e 4); Alonso & Finn, Física: um curso universitário.
Informações sobre o Curso de Física IV-A

Livros Texto Sugeridos: P.A. Tipler & Mosca, Física para


cientistas e engenheiros (vol2. e vol3.); D. Halliday, R. Resnick &
J. Walker, Fundamentos de Física; H.D. Young & R.A. Freedman,
Física (vol3 e 4); Alonso & Finn, Física: um curso universitário.
Informações sobre o Curso de Física IV-A
Prova de Segunda Chamada:

A Prova de Segunda Chamada somente poderá ser feita com


justificativa. Para mais informações, consulte o site
em provas.

Vista de Provas:

A vista de prova (parte discursiva) somente será permitida


aos alunos regularmente inscritos que solicitarem, no prazo
estabelecido pela resolução que trata do tema. Para mais
informações, consulte o site em provas.
Informações sobre o Curso de Física IV-A
Avaliações Extras (optativas):

O estudante é responsável por se inscrever e acompanhar as datas,


prazos e normas das Avaliações Extras no AVA. Os alunos poderão
fazer até QUATRO (4) Avaliações Extras que são opcionais.
As duas notas das primeiras avaliações, E1 e E2, serão acrescidas na
primeira nota, enquanto as das duas últimas avaliações, E3 e E4,
serão somadas com a segunda nota.
Cada Avaliação Extra vale 0,2 pontos. As Avaliações Extras serão
compostas por QUATRO (4) questões objetivas e duração de UMA
(1) hora ou sessenta minutos;
A pontuação de cada Avaliação Extra será dada da seguinte forma:
4 ou 3 acertos = 0,2 pontos;
2 ou 1 acerto = 0,1 ponto e
0 acerto = 0,0 pontos;
Informações sobre o Curso de Física IV-A
Critérios de Aprovação.
Os Alunos inscritos devem se inscrever no sistema AVA. Na semipresencial, a presença em sala de aula não é
obrigatória. O número máximo de faltas permitido é de três atividades. No AVA, o curso é denominado física
4 2018/2. A chave de acesso é: f420182.
Informações sobre o Curso de Física IV-A
Horário das Aulas: Quarta e Sexta, 08h-10h.

Ementa do Curso
• Objetivos Gerais: Habilitar o aluno a identificar os
fenômenos em termos de regularidade, quantificação e
relações necessárias; reconhecer os princípios
fundamentais que generalizam essas relações; resolver
problemas relativamente simples.

• Ementa: Equações de Maxwell. Ondas eletromagnéticas.


Energia e momento linear da luz. Fenômenos de
Interferência. Difração. Polarização. Física Moderna.
Noções de Relatividade Restrita. Efeitos fotoelétrico e
Compton. Átomo de hidrogênio. Difração de Elétrons.
Função de Onda. Eq. de Schroedinger. Princípio de
Incerteza.
Informações sobre o Curso de Física IV-A
Horário das Aulas: Quarta e Sexta, 08h-10h.

Ementa do Curso
• Objetivos Gerais: Habilitar o aluno a identificar os
fenômenos em termos de regularidade, quantificação e
relações necessárias; reconhecer os princípios
fundamentais que generalizam essas relações; resolver
problemas relativamente simples.

• Ementa: Equações de Maxwell. Ondas eletromagnéticas.


Energia e momento linear da luz. Fenômenos de
Interferência. Difração. Polarização. Física Moderna.
Noções de Relatividade Restrita. Efeitos fotoelétrico e
Compton. Átomo de hidrogênio. Difração de Elétrons.
Função de Onda. Eq. de Schroedinger. Princípio de
Incerteza.
Bem-Vindos ao
Curso de Física IV-A
2018/2
• Escolha um Livro Texto e siga a matéria por ele;

• As notas de aula não devem ser usadas como único


material didático. Elas servem apenas como guia em
sala de aula;

• Mantenha-se em dia com a matéria!

• Faça os exercícios sugeridos e outros;

• Dedique-se ao curso!!
Aula 1: Apresentação do Curso 2018/2 e
Revisão Matemática.

• Física IV-A 2018/1:

• Site do Curso;

• Livros Textos;

• Critérios de Aprovação, presenças, inscrição no AVA;

• Prova de 2 Chamada e Pedidos de Vista de Prova.

• Equações de Maxwell na forma integral e diferencial;

• Revisão matemática.
Aula 1: Equações de Maxwell.
As eq. de Maxwell na forma integral são:
I
~ r, t) • ~uN dS = Q(t)
E (t) = E(~
S ✏0
I
B (t) = ~ r, t) • ~uN dS = 0
B(~
S
I Z
~ r, t) • d~l = d ~ r, t) • ~un dS = d B (t)
E(~ B(~
L dt S dt
I Z
~ r, t) • d~l = µ0 I(t) + µ0 ✏0 d ~ r, t) • ~un dS
B(~ E(~
L dt S
As
I integrais são realizadas Zem superfícies e circuitos fechados
( ) ou superfícies abertas ( ) .
Aula 1: Equações de Maxwell.

As Eqs. de Maxwell na forma diferencial são:


~ • E(x,
~ ⇢(x, y, z, t)
r y, z, t) =
✏0
~ • B(x,
r ~ y, z, t) = 0 Densidade de Corrente de
@ ~
B deslocamento.
~ ~
r ⇥ E(x, y, z, t) = (x, y, z, t)
@t ~
~ ⇥ B(x,
~ ~ y, z, t) + ✏0 @ E
r y, z, t) = µ0 [J(x, (x, y, z, t)]
@t
O solução formal dos problemas da eletrodinâmica consiste em
determinar (i) os campos elétricos e magnéticos, a partir da
densidade de carga e da densidade de corrente e (ii) determinar
o movimento das cargas, com a força de Lorentz e a lei da
dinâmica, a partir dos campos elétricos e magnéticos.
Aula 1: Equações de Maxwell.

Os símbolos que aparecem nas equações que vamos trabalhar na


primeira parte do curso são:
~ r, t) ; B(~
E(~ ~ r, t) ; ✏0 ; µ0 ; Q(t) ; I(t)
I Z I
; ;
S S L

~ r, t)
⇢(~r, t) ; J(~

@ ~ ~ ~
; r ; r• ; r⇥
@t
Aula 1: Equações de Maxwell.

Os símbolos que aparecem nas equações que vamos trabalhar na


primeira parte do curso são:
~ r, t) ; B(~
E(~ ~ r, t) ; ✏0 ; µ0 ; Q(t) ; I(t)
I Z I
; ;
S S L

~ r, t)
⇢(~r, t) ; J(~

@ ~ ~ ~
; r ; r• ; r⇥
@t
Quais os significados físicos desses símbolos, o que eles
representam e como operar matematicamente com eles?
Aula 1: Apresentação do Curso 2018/2 e
Revisão Matemática.

• Física IV-A 2018/1:

• Site do Curso;

• Livros Textos;

• Critérios de Aprovação, presenças, inscrição no AVA;

• Prova de 2 Chamada e Pedidos de Vista de Prova.

• Equações de Maxwell na forma integral e diferencial;

• Revisão matemática.
Aula 1: Revisão Matemática.

Vimos que um triângulo invertido com uma seta (o operador


Nabla) aparece no conjunto das Eqs. de Maxwell na forma
diferencial. Vamos revisar algumas propriedades e aplicações
desse operador.
Uma definição operacional do operador Nabla se dá em termos de
coordenadas cartesianas x-y-z (espaço 3D):

~ ⌘ î @ @ @
r + ĵ + k̂
@x @y @z
Aula 1: Revisão Matemática.

Vimos que um triângulo invertido com uma seta (o operador


Nabla) aparece no conjunto das Eqs. de Maxwell na forma
diferencial. Vamos revisar algumas propriedades e aplicações
desse operador.
Uma definição operacional do operador Nabla se dá em termos de
coordenadas cartesianas x-y-z (espaço 3D):

~ ⌘ î @ @ @
r + ĵ + k̂
@x @y @z
Note que, por si só, o operador nabla não possui módulo, direção e
sentido bem definidos. A aplicação dele em funções escalares e
vetores que possui significado!
Aula 1: Revisão Matemática.

Aplicação do operador Nabla em escalares: gradiente.


Considere uma função escalar “f”. Como definir o seguinte
símbolo?
~ (x, y, z, t) = rf
rf ~ (~r, t) =?
Aula 1: Revisão Matemática.

Aplicação do operador Nabla em escalares: gradiente.


Considere uma função escalar “f”. Como definir o seguinte
símbolo?
~ (x, y, z, t) = rf
rf ~ (~r, t) =?

O resultado do operador nabla em um escalar é um vetor, cujas


componentes cartesianas são dadas por:

@f @f @f
~ (~r, t) = î (~r, t) + ĵ (~r, t) + k̂ (~r, t)
rf
@x @y @z
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o gradiente das seguintes funções.

f (x) = c f (x) = x f (x) = x2 f (x) = x3 f (x) = x 2 3


x + x /10
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o gradiente das seguintes funções.

f (x) = c f (x) = x f (x) = x2 f (x) = x3 f (x) = x 2 3


x + x /10

Exemplos (2D): Calcule o gradiente das seguintes funções.


2 2
1
f (x, y) = x + y f (x, y) = 2 f (x, y) = (x y)2
x + y2
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o gradiente das seguintes funções.

f (x) = c f (x) = x f (x) = x2 f (x) = x3 f (x) = x 2 3


x + x /10

Exemplos (2D): Calcule o gradiente das seguintes funções.


2 2
1
f (x, y) = x + y f (x, y) = 2 f (x, y) = (x y)2
x + y2
Exemplos (3D): Calcule o gradiente das seguintes funções.
~r = xî + y ĵ + z ẑ = xx̂ + y ŷ + z ẑ
p
f (~r) = ~r • ~r = x2 + y 2 + z 2 f (~r) = 1/(~r • ~r) f (~r) = 1/( ~r • ~r)
f (~r) = ~r • ~r = f0 cos (kx x + ky y + kz z)
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o gradiente das seguintes funções.

f (x) = c f (x) = x f (x) = x2 f (x) = x3 f (x) = x 2 3


x + x /10

Exemplos (2D): Calcule o gradiente das seguintes funções.


2 2
1
f (x, y) = x + y f (x, y) = 2 f (x, y) = (x y)2
x + y2
Exemplos (3D): Calcule o gradiente das seguintes funções.
~r = xî + y ĵ + z ẑ = xx̂ + y ŷ + z ẑ
p
f (~r) = ~r • ~r = x2 + y 2 + z 2 f (~r) = 1/(~r • ~r) f (~r) = 1/( ~r • ~r)
f (~r) = ~r • ~r = f0 cos (kx x + ky y + kz z)
Faça os gráficos (1D e 2D) das funções e dos gradientes em casa.
Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do gradiente:


Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do gradiente:


A direção do gradiente de uma função escalar fornece a direção
de maior variação da função escalar. De fato, a deriva parcial de
uma função ao longo de uma direção u qualquer vale:

@f f (~r + sû, t) f (~r, t)


(~r, t) = lim
@ û s!0 s
Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do gradiente:


A direção do gradiente de uma função escalar fornece a direção
de maior variação da função escalar. De fato, a deriva parcial de
uma função ao longo de uma direção u qualquer vale:

@f f (~r + sû, t) f (~r, t) ~ (~r, t)


(~r, t) = lim = û • rf
@ û s!0 s
Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do gradiente:


A direção do gradiente de uma função escalar fornece a direção
de maior variação da função escalar. De fato, a deriva parcial de
uma função ao longo de uma direção u qualquer vale:

@f f (~r + sû, t) f (~r, t) ~ (~r, t)


(~r, t) = lim = û • rf
@ û s!0 s
Podemos definir Força conservativa (vetor) através do gradiente
da energia potencial (escalar).
Aula 1: Revisão Matemática.

Aplicação do operador Nabla em vetores: divergente


Considere um campo vetorial “F”. Como definir a aplicação do
nabla, com características vetoriais, em outro vetor?
Aula 1: Revisão Matemática.

Aplicação do operador Nabla em vetores: divergente


Considere um campo vetorial “F”. Como definir a aplicação do
nabla, com características vetoriais, em outro vetor?
Podemos usar as operações vetoriais de produto escalar e
produto vetorial entre dois vetores. Com o produto escalar, temos
o divergente:

~ ~ ~ ~ @Fx @F y @F z
r • F (x, y, z, t) = r • F (~r, t) = (~r, t) + (~r, t) + (~r, t)
@x @y @z
Aula 1: Revisão Matemática.

Aplicação do operador Nabla em vetores: divergente


Considere um campo vetorial “F”. Como definir a aplicação do
nabla, com características vetoriais, em outro vetor?
Podemos usar as operações vetoriais de produto escalar e
produto vetorial entre dois vetores. Com o produto escalar, temos
o divergente:

~ ~ ~ ~ @Fx @F y @F z
r • F (x, y, z, t) = r • F (~r, t) = (~r, t) + (~r, t) + (~r, t)
@x @y @z
Note que o divergente de um campo vetorial é um escalar.
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o divergente dos seguintes campos.


f~(x) = ~c f~(x) = xî f~(x) = xĵ f~(x) = f (x)î
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o divergente dos seguintes campos.


f~(x) = ~c f~(x) = xî f~(x) = xĵ f~(x) = f (x)î
Exemplos (2D): Calcule o divergente dos seguintes campos.

f~(x, y) = xî + y ĵ f~(x, y) = xî y ĵ f~(x, y) = f~0 sen(kx x + ky y)


Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o divergente dos seguintes campos.


f~(x) = ~c f~(x) = xî f~(x) = xĵ f~(x) = f (x)î
Exemplos (2D): Calcule o divergente dos seguintes campos.

f~(x, y) = xî + y ĵ f~(x, y) = xî y ĵ f~(x, y) = f~0 sen(kx x + ky y)


Exemplos (3D): Calcule o divergente dos seguintes campos.
f~(~r) = ~r f~(~r) = (~r • ~r)~r f~(~r) = f~0 ⇥ ~r
f~(~r) = f~0 cos (kx x + ky y + kz z) = f~0 cos (~k • ~r)
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o divergente dos seguintes campos.


f~(x) = ~c f~(x) = xî f~(x) = xĵ f~(x) = f (x)î
Exemplos (2D): Calcule o divergente dos seguintes campos.

f~(x, y) = xî + y ĵ f~(x, y) = xî y ĵ f~(x, y) = f~0 sen(kx x + ky y)


Exemplos (3D): Calcule o divergente dos seguintes campos.
f~(~r) = ~r f~(~r) = (~r • ~r)~r f~(~r) = f~0 ⇥ ~r
f~(~r) = f~0 cos (kx x + ky y + kz z) = f~0 cos (~k • ~r)

Faça os gráficos dos campos vetoriais em casa e compare com a


função do divergente obtida.
Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do divergente:


Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do divergente:


O significado do divergente e do rotacional aparece diretamente
na análise do escoamento de fluidos. Considere um vetor que
representa o fluxo de um fluido. O divergente desse vetor
fornece a taxa com que a densidade desse fluido diminui.
Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do divergente:


O significado do divergente e do rotacional aparece diretamente
na análise do escoamento de fluidos. Considere um vetor que
representa o fluxo de um fluido. O divergente desse vetor
fornece a taxa com que a densidade desse fluido diminui.
O gráfico do campo vetorial, com divergente não nulo e rotacional
nulo, F
~ (~r) = xî + y ĵ é
2

-1

-2
Aula 1: Revisão Matemática.
Aplicação do operador Nabla em vetores: rotacional

Considere uma campo vetorial “F”. Como definir a aplicação do


nabla, com características vetoriais, em outro vetor?
Aula 1: Revisão Matemática.
Aplicação do operador Nabla em vetores: rotacional

Considere uma campo vetorial “F”. Como definir a aplicação do


nabla, com características vetoriais, em outro vetor?
Podemos usar as operações vetoriais de produto escalar e
produto vetorial entre dois vetores. Com o produto vetorial,
temos o rotacional:
2 3
î ĵ k̂
6 @ @ @ 7
~ ⇥ F~ = 6
r 7=
4 @x @y @z 5
Fx (~r, t) Fy (~r, t) Fz (~r, t)
Aula 1: Revisão Matemática.
Aplicação do operador Nabla em vetores: rotacional

Considere uma campo vetorial “F”. Como definir a aplicação do


nabla, com características vetoriais, em outro vetor?
Podemos usar as operações vetoriais de produto escalar e
produto vetorial entre dois vetores. Com o produto vetorial,
temos o rotacional: ✓ ◆
2 3 @Fz @Fy
î ĵ k̂ î
6 @ @y @z
~ ⇥ F~ = 6 @ @ 7 7=
r 4 @x @y @z 5
Fx (~r, t) Fy (~r, t) Fz (~r, t)
Aula 1: Revisão Matemática.
Aplicação do operador Nabla em vetores: rotacional

Considere uma campo vetorial “F”. Como definir a aplicação do


nabla, com características vetoriais, em outro vetor?
Podemos usar as operações vetoriais de produto escalar e
produto vetorial entre dois vetores. Com o produto vetorial,
temos o rotacional: ✓ ◆
2 3 @Fz @Fy
î ĵ k̂ î
6 @ @y @z
~ ⇥ F~ = 6 @ @ 7 7= ✓ ◆
r 4 @x 5 @F x @Fz
@y @z +ĵ
Fx (~r, t) Fy (~r, t) Fz (~r, t) @z @x
Aula 1: Revisão Matemática.
Aplicação do operador Nabla em vetores: rotacional

Considere uma campo vetorial “F”. Como definir a aplicação do


nabla, com características vetoriais, em outro vetor?
Podemos usar as operações vetoriais de produto escalar e
produto vetorial entre dois vetores. Com o produto vetorial,
temos o rotacional: ✓ ◆
2 3 @Fz @Fy
î ĵ k̂ î
6 @ @y @z
~ ⇥ F~ = 6 @ @ 7 7= ✓ ◆
r 4 @x 5 @F x @Fz
@y @z +ĵ
Fx (~r, t) Fy (~r, t) Fz (~r, t) @z @x
✓ ◆
@Fy @Fx
+k̂
@x @y
Aula 1: Revisão Matemática.
Aplicação do operador Nabla em vetores: rotacional

Considere uma campo vetorial “F”. Como definir a aplicação do


nabla, com características vetoriais, em outro vetor?
Podemos usar as operações vetoriais de produto escalar e
produto vetorial entre dois vetores. Com o produto vetorial,
temos o rotacional: ✓ ◆
2 3 @Fz @Fy
î ĵ k̂ î
6 @ 7 @y @z
~ ~ 6 @ @ 7 ✓ ◆
r⇥F =4 5 = @F x @Fz
@x @y @z +ĵ
Fx (~r, t) Fy (~r, t) Fz (~r, t) @z @x
✓ ◆
@Fy @Fx
+k̂
Note que o rotacional de um campo vetorial é @x @y
um vetor.
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o rotacional dos seguintes campos.


f~(x) = ~c f~(x) = xî f~(x) = xĵ f~(x) = f (x)î
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o rotacional dos seguintes campos.


f~(x) = ~c f~(x) = xî f~(x) = xĵ f~(x) = f (x)î
Exemplos (2D): Calcule o rotacional dos seguintes campos.

f~(x, y) = xî + y ĵ f~(x, y) = xî y ĵ f~(x, y) = f~0 sen(kx x + ky y)


Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o rotacional dos seguintes campos.


f~(x) = ~c f~(x) = xî f~(x) = xĵ f~(x) = f (x)î
Exemplos (2D): Calcule o rotacional dos seguintes campos.

f~(x, y) = xî + y ĵ f~(x, y) = xî y ĵ f~(x, y) = f~0 sen(kx x + ky y)


Exemplos (3D): Calcule o rotacional dos seguintes campos.
f~(~r) = ~r f~(~r) = (~r • ~r)~r f~(~r) = f~0 ⇥ ~r
f~(~r) = f~0 cos (kx x + ky y + kz z) = f~0 cos (~k • ~r)
Aula 1: Revisão Matemática.

Exemplos (1D): Calcule o rotacional dos seguintes campos.


f~(x) = ~c f~(x) = xî f~(x) = xĵ f~(x) = f (x)î
Exemplos (2D): Calcule o rotacional dos seguintes campos.

f~(x, y) = xî + y ĵ f~(x, y) = xî y ĵ f~(x, y) = f~0 sen(kx x + ky y)


Exemplos (3D): Calcule o rotacional dos seguintes campos.
f~(~r) = ~r f~(~r) = (~r • ~r)~r f~(~r) = f~0 ⇥ ~r
f~(~r) = f~0 cos (kx x + ky y + kz z) = f~0 cos (~k • ~r)

Faça os gráficos dos campos vetoriais em casa e compare com o o


campo rotacional obtido.
Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do rotacional:


Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do rotacional:


O significado do divergente e do rotacional aparece diretamente
na análise do escoamento de fluidos. Considere um vetor que
representa o fluxo de um fluido. O rotacional desse vetor possui
a direção do eixo de rotação instantâneo do fluido.
Aula 1: Revisão Matemática.

Interpretação física do rotacional:


O significado do divergente e do rotacional aparece diretamente
na análise do escoamento de fluidos. Considere um vetor que
representa o fluxo de um fluido. O rotacional desse vetor possui
a direção do eixo de rotação instantâneo do fluido.
O gráfico do campo vetorial, com divergente nulo e rotacional não
~ (~r) = y î + xĵ é
nulo, F 2

-1

-2

-2 -1 0 1 2
Aula 1: Revisão Matemática.

As Eq. de Maxwell na forma diferencial são:


~ • E(x,
~ ⇢(x, y, z, t)
r y, z, t) =
✏0
~ • B(x,
r ~ y, z, t) = 0
Densidade de Corrente de
@ ~
B deslocamento.
~ ⇥ E(x,
r ~ y, z, t) = (x, y, z, t)
@t ~
~ ⇥ B(x,
~ ~ y, z, t) + ✏0 @ E
r y, z, t) = µ0 [J(x, (x, y, z, t)]
@t

Como você interpreta essas equações, agora que se aprendeu o


significado físico do Divergente e do Rotacional?
Aula 1: Revisão Matemática.
Exercícios: Demonstre as seguintes identidades
~a • (~b ⇥ ~c) = ~b • (~c ⇥ ~a) = ~c • (~a ⇥ ~b)
~a ⇥ (~b ⇥ ~c) = ~b(~a • ~c) ~c(~a • ~b)
~ ⇥ [rf
r ~ (~r)] = ~0 r ~ • [r
~ ⇥ F~ (~r)] = 0
~ • [f (~r)F~ (~r)] = [rf
r ~ (~r)] • F~ (~r) + f (~r)r
~ • F~ (~r)
~ ~ ~ ~ ~ ~
r ⇥ [r ⇥ F (~r)] = r[r • F (~r)] r F (~r) 2~

~ ⇥ [f (~r)F~ (~r)] = [rf


r ~ (~r)] ⇥ F~ (~r) + f (~r)r
~ ⇥ F~ (~r)

Exercício: Calcule todas as primeiras derivadas parciais, em


relação a x, y, z e t, o divergente e o gradiente do campo
⇣ ⌘
F~ (~r, t) = f~0 cos (kx x + ky y + kz z !t) = f~0 cos ~k • ~r !t