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SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO

POSTES DE CONCRETO COM CAIXA INCORPORADA PARA ENTRADA DE


ES.DT.PDN.01.10.005 01
UNIDADE CONSUMIDORA

APROVADO POR VIGÊNCIA

INÍCIO FIM
MARCELO POLTRONIERI – ENGENHARIA-ES
14/10/2015 CONDICIONADO
TÍTULO CÓDIGO VERSÃO

ES.DT.PDN.01.10.005 01
POSTES DE CONCRETO COM CAIXA INCORPORADA PARA VIGÊNCIA
ENTRADA DE UNIDADE CONSUMIDORA INÍCIO FIM
ESPECIFICAÇÃO
TÉCNICA 14/10/2015 CONDICIONADO

SUMÁRIO

1. OBJETIVO ..............................................................................................................................................................3
2. HISTÓRICO DAS REVISÕES ....................................................................................................................................3
3. APLICAÇÃO ...........................................................................................................................................................3
4. REFERÊNCIAS EXTERNAS .......................................................................................................................................3
5. DEFINIÇÕES ..........................................................................................................................................................3
6. DESCRIÇÃO E RESPONSABILIDADES ......................................................................................................................3
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6.1. REQUISITOS GERAIS ......................................................................................................................................3
6.1.1. Identificação .............................................................................................................................................3
6.1.2. Acabamento ..............................................................................................................................................4
6.1.3. Manuseio, armazenamento e transporte ..................................................................................................4
6.1.4. Furos .........................................................................................................................................................4
6.1.5. Comprimento de engastamento ...............................................................................................................4
6.1.6. Carga nominal ...........................................................................................................................................4
6.1.7. Dimensionamento das seções do poste ....................................................................................................4
6.2. REQUISITOS ESPECÍFICOS ..............................................................................................................................4
6.2.1. Fabricação .................................................................................................................................................4
6.2.2. Elasticidade ...............................................................................................................................................4
6.2.3. Carga de ruptura (Cr) .................................................................................................................................5
6.2.4. Armadura ..................................................................................................................................................5
6.2.5. Cura...........................................................................................................................................................5
6.2.6. Liberação para manuseio e transporte ......................................................................................................6
6.3. INSPEÇÃO E ENSAIOS ....................................................................................................................................7
6.3.1. Inspeção geral ...........................................................................................................................................7
6.3.2. Condições de inspeção ..............................................................................................................................7
6.4. HOMOLOGAÇÃO ...........................................................................................................................................7
7. REGISTROS DA QUALIDADE ..................................................................................................................................8
8. ANEXOS ................................................................................................................................................................8

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1. OBJETIVO
Esta especificação estabelece e fixa requisitos mínimos exigíveis para fabricação e aceitação de postes de concreto
armado com caixa incorporada, a serem utilizados em padrões de entrada na área de concessão da EDP ESCELSA.

2. HISTÓRICO DAS REVISÕES


Versão Início da Vigência Responsáveis Seções atingidas / Descrição

01 14/10/2015 Elaboração: Heber Costa Beber, Rafael Emissão inicial.


Furtado Seeberger Este documento substitui os padrões PT.RD.17.038 e
Aprovação: Marcelo Poltronieri PT.RD.17.039.
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3. APLICAÇÃO
Aplica-se a EDP ESCELSA.

4. REFERÊNCIAS EXTERNAS
Para a aplicação deste documento deverá ser consultada as seguintes normas e resolução em suas últimas
revisões:
● NBR 8451-1 - Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de
energia elétrica - Parte 1: Requisitos;
● NBR 8451-3 - Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de
energia elétrica - Parte 3: Ensaios mecânicos, cobrimento da armadura e inspeção geral;
● NBR 8451-4 - Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de
energia elétrica - Parte 4: Determinação da absorção de água;
● NBR 8451-5 - Postes de concreto armado e protendido para redes de distribuição e de transmissão de
energia elétrica - Parte 5: Postes de concreto para entrada de serviço até 1 kV.

5. DEFINIÇÕES
Para os efeitos desta Especificação são adotadas as definições constantes nas NBR 8451-1 e NBR 8451-5.

6. DESCRIÇÃO E RESPONSABILIDADES

6.1. REQUISITOS GERAIS


6.1.1. Identificação
Os postes devem apresentar a identificação gravada diretamente no concreto, de forma legível e indelével.
A identificação feita diretamente no concreto deve atender aos seguintes requisitos:
– Traço demarcatório do engastamento a uma distância de 1.200 mm da base;
– Traço de referência a uma distância de 2.900 ± 50 mm da base;
– O início da identificação deverá ser a 3.000 ± 50 mm da base.
A identificação deve conter ainda:
– Comprimento nominal em metros [m];
– Carga nominal em decanewtons [daN];
– Nome ou marca comercial do fabricante;
– Data (dia, mês e ano) de fabricação: dd/mm/AA;
– Número de série sequencial por tipo de poste, reiniciando a cada ano;

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– Sinal demarcatório indicando a posição do centro de gravidade. O sinal demarcatório deve ser
composto de dois traços de no mínimo 30 mm de comprimento cada, marcados das bordas do
poste para o centro ou composto de um “X” inscrito em um círculo com 40 mm de diâmetro;
– A identificação deverá ser feita na parte lisa do poste.
6.1.2. Acabamento
Os postes devem apresentar superfícies externas suficientemente lisas, sem apresentar ninhos de
concretagem, armadura aparente, fendas ou fraturas, não sendo permitida pintura nem cobertura
superficial com o objetivo de cobrir ninhos de concretagem ou fissuras.
6.1.3. Manuseio, armazenamento e transporte
O manuseio, o armazenamento e o transporte devem seguir as recomendações da ABNT NBR 8451-1:2011,
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anexo B.
6.1.4. Furos
Os furos devem ser cilíndricos ou ligeiramente tronco-cônicos, permitindo-se o arremate na saída dos furos
para garantir a obtenção de uma superfície tal que não dificulte a instalação. Devem atender ainda as
seguintes exigências:
a) Devem ser previstos oito furos em cada face, afastados 100 mm entre si. A posição dos furos deve
variar a partir da extremidade superior (topo), iniciando a 50 mm em uma das faces e a 100 mm na
face adjacente;
b) Os furos devem ser totalmente desobstruídos;
6.1.5. Comprimento de engastamento
Adota-se 1,20 metro de comprimento de engastamento.
6.1.6. Carga nominal
Os postes devem ter carga nominal Cn = 100 daN.
6.1.7. Dimensionamento das seções do poste
Todo poste deve ser dimensionado de modo a atender ao diagrama de momentos fletores nominais, em
cada direção considerada visando atender aos esforços excepcionais de instalação de componentes da
estrutura no topo do poste.

6.2. REQUISITOS ESPECÍFICOS


6.2.1. Fabricação
Na fabricação dos postes, os componentes devem ser verificados seguindo as seguintes Normas:
a) Cimento – conforme as ABNT NBR 5732, ABNT NBR 5733, ABNT NBR 5735, ABNT NBR 5736, ABNT
NBR 5737, ABNT NBR 11578 ou ABNT NBR 12989;
b) Agregado – conforme a ABNT NBR 7211;
c) Água – destinada ao amassamento do concreto e isenta de teores prejudiciais de substâncias
estranhas, conforme a ABNT NBR 15900-1;
d) Barras, fios e cordoalhas de aço utilizados para as armaduras – conforme as ABNT NBR 7480, ABNT
NBR 7481, ABNT NBR 7482 ou ABNT NBR 7483;
e) Concreto – dosagem e controle tecnológico do concreto conforme a ABNT NBR 12655. A resistência
característica do concreto (fck) deve atender no mínimo à classe de agressividade ambiental III da
Tabela 2 da ABNT NBR 12655:2006.
Todo o processo produtivo deve ser controlado a fim de garantir a qualidade final do produto.
6.2.2. Elasticidade
6.2.2.a. Flecha
Os postes submetidos a um esforço de tração igual à carga nominal, não podem apresentar flechas
superiores a:

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– 3,5% do comprimento nominal, quando a tração for aplicada na direção de maior inércia do poste
(face B);
– 5,0% do comprimento nominal, quando a tração for aplicada na direção de menor inércia do poste
(face A).
A flecha residual, medida depois que se anula a aplicação de um esforço correspondente à carga de
limite elástico (140 daN) no plano de aplicação da carga nominal dos esforços reais, não pode ser
superior a:
– 0,35% do comprimento nominal, quando a tração for aplicada na direção de maior inércia do poste
(face B);
– 0,5% do comprimento nominal, quando a tração for aplicada na direção de menor inércia do poste
(face A).
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6.2.2.b. Fissura
a) Ensaio de elasticidade
Todos os postes submetidos à carga nominal não podem apresentar fissuras superiores a 0,2 mm,
com medição através de fissurômetro de lâminas.
As fissuras que aparecem durante a aplicação do esforço correspondente a 140 daN, após a
retirada deste esforço, devem fechar-se ou tornar-se capilares.
b) Ensaio de momento fletor (MA) e de carga vertical nominal
As fissuras que aparecem durante a aplicação das cargas definidas para os ensaios de momento
fletor MA e de carga vertical nominal não podem ser superiores a 0,2 mm, medidas através de
fissurômetro de lâminas. Após a retirada deste esforço, devem fechar-se ou tornar-se capilares.
6.2.3. Carga de ruptura (Cr)
A carga de ruptura não poderá ser inferior a duas vezes a carga nominal no lado de maior inércia. Na
direção de menor inércia, a resistência deverá ser igual a 50% da indicada para a direção de maior inércia.
6.2.4. Armadura
6.2.4.a. Cobrimento
Qualquer parte das armaduras longitudinal e transversal deve ter cobrimento de concreto com
espessura mínima de 15 mm, com exceção dos furos, que não podem ter armadura exposta.
As extremidades da armadura longitudinal devem estar localizadas a 20 mm da base e do topo do poste,
admitindo-se uma tolerância de + 10 mm e – 5 mm.
6.2.4.b. Afastamento, espaçamento e emendas
Os estribos devem ser distribuídos ao longo de todo o poste, necessariamente até as extremidades da
armadura longitudinal.
Recomenda-se espaçamento máximo entre os estribos de 300 mm.
As emendas das barras longitudinais devem atender às exigências da ABNT NBR 6118.
As armaduras longitudinais e transversais (estribos) devem ser dimensionadas para carga nominal,
cargas de manuseio e montagem.
6.2.5. Cura
Após a pega do cimento, o concreto continua a ganhar resistência desde que não falte água necessária para
a continuidade das reações de hidratação. Por esse motivo, nos serviços de execução de estruturas em
concreto, a cura é uma das etapas mais importantes, pela influência que exerce não só no desenvolvimento
da resistência como também na durabilidade do concreto.
Cura é o processo usado para manter um adequado teor de umidade a uma temperatura favorável no
interior do concreto, durante a hidratação dos materiais aglomerantes, de modo a propiciar o adequado
desenvolvimento de suas propriedades.

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A cura deve ser iniciada imediatamente após a concretagem do poste, podendo ser realizada com o auxílio
de coberturas (lonas plásticas, exceto as de cor preta) colocadas sobre as formas ou outros processos
equivalentes, até o momento da desforma, quando deve ser iniciada a cura definitiva conforme orientações
descritas nos itens 6.2.5.a e 6.2.5.b
6.2.5.a. Cura com água
Recomenda-se a cura com água por ser o processo mais indicado para aplicação, por sua facilidade de
execução e grande eficiência, além de favorecer a dissipação superficial da temperatura, que se
desenvolve na massa do concreto devido à hidratação do cimento.
O estabelecimento do período de duração da cura está intimamente ligado ao tipo de cimento utilizado
na fabricação do concreto, devendo ter duração mínima de 3 dias.
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6.2.5.b. Cura térmica
A cura térmica pode ser iniciada antes da desforma.
Recomenda-se a cura térmica nas situações em que o endurecimento do concreto pode ser acelerado
por meio de tratamento térmico adequado e devidamente controlado, não se dispensando as medidas
de proteção contra a secagem de acordo com 6.2.5.
O tratamento térmico deve ser cuidadosamente controlado, levando-se em conta as seguintes fases:
□ Tempo de espera entre o fim da concretagem e o início da aplicação do calor;
□ Velocidade máxima da elevação da temperatura;
□ Temperatura máxima;
□ Tempo de aplicação do calor;
□ Esfriamento.
As condições de cada uma destas fases devem ser criteriosamente estabelecidas através de ensaios
experimentais, que devem levar em conta os tipos de aglomerantes agregados e aditivos utilizados, o
fator água/cimento, assim como as resistências mecânicas que devem ser atingidas pelo concreto por
ocasião da aplicação da protensão, da desmoldagem, do manuseio e transporte, da montagem e do uso
final.
Na cura a vapor sob pressão atmosférica devem ser tomados cuidados especiais para que os postes de
concreto sejam aquecidos uniformemente.
A cura térmica deve ser efetuada em ambiente vedado por material isolante (lonas, lençóis plásticos ou
outro material adequado) de maneira a garantir a saturação de vapor e impedir, excessiva perda de
calor e umidade. A vedação deve impedir, também, a formação de correntes de ar frio do exterior.
As saídas dos pontos de alimentação de vapor devem ser posicionadas de forma a evitar da descarga
direta sobre a superfície do concreto e das fôrmas ou sobre os corpos de prova.
As temperaturas da câmara de vapor e do poste de concreto devem ser convenientemente controladas.
Ao se utilizar a cura a vapor deve-se estabelecer a curva de temperatura em função do tempo mais
conveniente para o processo de produção.
6.2.5.c. Cura química
Processo de cobrimento com produto químico, aplicado após a desforma da peça, capaz de formar
película plástica (barreira física) que impede a saída da água do interior da massa de concreto.
6.2.6. Liberação para manuseio e transporte
O prazo entre as datas de fabricação e de recebimento deve ser de 28 dias. É permitida a liberação prévia
do elemento estrutural, desde que a resistência característica à compressão do concreto (fck) atenda ao
requisito previsto em projeto, respeitando o tempo mínimo de 7 dias.
Os postes devem ser içados em pontos adequados definidos em projeto pelo fabricante, por intermédio de
máquinas, equipamentos e acessórios apropriados, de maneira a não provocar fissuras, exceto as capilares,
evitando-se choques e movimentos abruptos. As máquinas para o Içamento, balancins, cabos de aço,
ganchos e outros dispositivos devem se compatíveis com o peso do próprio poste e os seus esforços
solicitantes.

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Recomenda-se que o tempo para retirada do poste recém-fabricado do leito da fôrma seja condicionado à
comprovação da resistência à compressão na data requerida para atender às condições de projeto.

6.3. INSPEÇÃO E ENSAIOS


6.3.1. Inspeção geral
Deve-se fazer uma inspeção geral para comprovar a conformidade dos postes produzidos com os elementos
característicos, verificando:
a) Acabamento;
b) Dimensões;
c) Retilineidade;
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d) Furação (posição, diâmetro e desobstrução);
e) Conformidade entre o protótipo e o projeto encaminhado;
f) Identificação.
6.3.2. Condições de inspeção
O fabricante deve dispor de pessoal e aparelhagem necessária para a realização das inspeções de
homologação.

6.4. HOMOLOGAÇÃO
O fabricante, para aprovação dos postes, deve submeter os seguintes documentos para aprovação do órgão
competente da ESCELSA:
▪ Certidão de Registro e Quitação de Pessoa Física do Técnico profissional responsável pela empresa (com
comprovação de recolhimento junto ao Conselho regional pertinente);
▪ Certidão de Registro e Quitação de Pessoa Jurídica obtida junto ao Conselho Regional Pertinente;
▪ Projeto do protótipo proposto (assinado pelo responsável técnico) devendo o mesmo conter as
seguintes informações:
□ Ferragens: Quantidade, bitolas, espaçamento e dimensões dos ferros transversais e
longitudinais; detalhes dos estribos e tipo de aço utilizado;
□ Indicar a NBR's pertinentes;
□ Valores de carga nominal e de ruptura em daN;
□ Mostrar seções em cortes da parte inferior, no meio e na parte superior do poste. Cotar as
dimensões;
□ Diâmetro e localização dos furos. Obs.: Os furos no topo do poste são de 20mm;
□ Informar FCK do concreto utilizado - mínimo 20 Mpa;
□ O desenho deve mostrar (localização no poste) a identificação do fabricante, comprimento,
resistência nominal do poste e a data fabricação;
□ Mostrar as cotas das cavas para instalação do medidor e disjuntor.
O protótipo deve ser inspecionado acompanhado de memorial descritivo contendo informações técnicas do
produto, conforme abaixo:
▪ Material com o qual o poste foi fabricado;
▪ Especificação dos acessórios componentes do poste;
Para a homologação de fabricação e comercialização após a aprovação do protótipo, deverão ser
encaminhados ao setor de Engenharia da EDP ESCELSA os documentos originais abaixo relacionados:
▪ Termo de responsabilidade conforme anexo B, assinado e com firma reconhecida em cartório.
A ESCELSA, em qualquer tempo, poderá exercer fiscalização dos postes comercializados em sua área de
concessão, para verificação da conformidade com o protótipo aprovado. Eventuais custos para realização de
ensaios de verificação de conformidade são de responsabilidade do fabricante.

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7. REGISTROS DA QUALIDADE
Não aplicável.

8. ANEXOS
A. DESENHOS
001. Poste Pré-fabricado para um Consumidor Monofásico ou Polifásico
002. Poste Pré-fabricado para 2 Consumidores Monofásicos
003. Poste Pré-fabricado para 1 Consumidor Monofásico 5000W e 1 Consumidor Bifásico 9000W
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ANEXO A – DESENHOS

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A CORTE B-B
100
CORTE A-A
50

1
100

4 4

ENTRADA
AÉREA
SAÍDA AÉREA
(CARGA)
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2
C C

4 CORTE C-C

DETALHE B

4
3
TUBULAÇÃO DE
SAÍDA AÉREA
TUBULAÇÃO DE
MEDIÇÃO ENTRADA APARENTE
7000

CAIXA EM
POLICARBONATO VER DETALHES
COM VISOR 1
3
TRANSPARENTE

PROTEÇÃO CAVA PARA


CAIXA EM ALOJAMENTO DA
POLICARBONATO CAIXA DE MEDIÇÃO
COM VISOR (MEDIDOR)
TRANSPARENTE
1700

SAÍDA CAVA PARA


SUBTERRÂNEA ALOJAMENTO DA
CAIXA DE PROTEÇÃO
(DISJUNTOR)
1200

140

SAÍDA SUBTERRÂNEA
SAÍDA ATERRAMENTO
350 200 DETALHE A
A

Páginas
001. Poste Pré-fabricado para um Consumidor Monofásico ou Polifásico
01 / 02

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Características do Poste
Carga Nominal 100 daN
Carga Permissível 140 daN
Carga de Ruptura 200 daN
Comprimento [mm] Engastamento [mm] Peso [kg] Topo do Poste [mm]
7000 1200 450 100 x 100
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Notas:
1. As dimensões das caixas e tampas devem ser adequadas às dimensões das cavas do poste;
2. As caixas de abrigo da medição e proteção deverão ser fundidas às cavas do poste;
3. A caixa de abrigo da medição deverá ser de fabricante homologado pela EDP ESCELSA e fabricada em
policarbonato com visor transparente;
4. A caixa de abrigo da medição deverá ser conectada ao aterramento no ponto definido pelo fabricante da mesma.
5. A caixa de abrigo do disjuntor deverá ser de fabricante homologado pela EDP ESCELSA e fabricada em
policarbonato com visor transparente;
6. As cotas estão em milímetros.

Item Especificação dos Componentes


1 Caixa em policarbonato com tampa transparente de fabricante homologado pela EDP ESCELSA
2 Curva de entrada de 135° ou cabeçote
3 Eletroduto conforme tabela abaixo
4 Mangueira de PVC de ¾”

Quadro de Carga / Proteção / Eletrodutos


Carga Disjuntores Condutores Condutores
Categoria de
Instalada Entrada Aterramento Entrada Aterramento Eletroduto
Consumidor 127/220 V 220/380 V
[kW] 127/220 V 127/220 V 220/380 V 220/380 V
Monofásico até 5,0 50 A 50 A 10 mm² 10 mm² 10 mm² 10 mm² PVC 32 mm
Monofásico 5,1 a 9,0 63 A 50 A 16 mm² 10 mm² 10 mm² 10 mm² PVC 32 mm
Bifásico até 9,0 40 A 32 A 16 mm² 10 mm² 10 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Bifásico 9,1 a 15,0 63 A 40 A 16 mm² 10 mm² 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Trifásico até 15,0 40 A 32 A 16 mm² 10 mm² 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Trifásico 15,1 a 26,0 63 A 40 A 16 mm² 10 mm² 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Trifásico 26,1 a 34,0 80 A 50 A 25 mm² 10 mm² 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm

Páginas
001. Poste Pré-fabricado para um Consumidor Monofásico ou Polifásico
02 / 02

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VISTA DE FRENTE
A

100 CORTE A-A


50
100

ENTRADA
AÉREA
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SAÍDA AÉREA
(CARGA)
2

PROTEÇÃO GERAL VER DETALHES


1
CAIXA EM POLICARBONATO
7000

COM VISOR TRANSPARENTE


E DISPOSITIVO DE LACRE

MEDIÇÃO
1 PROTEÇÕES INDIVIDUAIS
CAIXA EM 1
POLICARBONATO CAIXA EM POLICARBONATO
COM VISOR COM VISOR TRANSPARENTE
TRANSPARENTE

VER NOTA 12
SAÍDAS
SUBTERRÂNEAS SAÍDAS SUBTERRÂNEAS
E ATERRAMENTOS
1200

140

350 200
A

Páginas
002. Poste Pré-fabricado para 2 Consumidores Monofásicos
01 / 04

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DETALHES DAS INTERLIGAÇÕES

TUBULAÇÃO DE
SAÍDA AÉREA
TUBULAÇÃO DE
ENTRADA APARENTE

3
3
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CAVA PARA
ALOJAMENTO DA
CAIXA DE PROTEÇÃO
GERAL

1
CAVAS PARA
CORTE B-B ALOJAMENTO DAS
CAIXAS DE MEDIÇÃO
(MEDIDOR)
4
4

1
CORTE C-C CAVA PARA
ALOJAMENTO DA
CAIXA DE MEDIÇÃO
(MEDIDOR)
4

CORTE D-D
CAVA PARA
ALOJAMENTO DA
CAIXA DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL OU CAIXA
DE PASSAGEM

SAÍDA SUBTERRÂNEA
SAÍDA ATERRAMENTO

Páginas
002. Poste Pré-fabricado para 2 Consumidores Monofásicos
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TÍTULO CÓDIGO VERSÃO

ES.DT.PDN.01.10.005 01
POSTES DE CONCRETO COM CAIXA INCORPORADA PARA VIGÊNCIA
ENTRADA DE UNIDADE CONSUMIDORA INÍCIO FIM
ESPECIFICAÇÃO
TÉCNICA 14/10/2015 CONDICIONADO

Características do Poste
Carga Nominal 100 daN
Carga Permissível 140 daN
Carga de Ruptura 200 daN
Comprimento [mm] Engastamento [mm] Peso [kg] Topo do Poste [mm]
7000 1200 450 100 x 100
Este documento constitui uma cópia não controlada gerada em 27/07/2017

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Notas:
1. As dimensões das caixas e tampas devem ser adequadas às dimensões das cavas do poste;
2. As caixas de abrigo da medição e proteção deverão ser fundidas às cavas do poste;
3. A caixa de abrigo da medição deverá ser de fabricante homologado pela EDP ESCELSA e fabricada em
policarbonato com visor transparente;
4. A caixa de abrigo da medição deverá ser conectada ao aterramento no ponto definido pelo fabricante da mesma.
5. A caixa de abrigo do disjuntor deverá ser de fabricante homologado pela EDP ESCELSA e fabricada em
policarbonato com visor transparente;
6. Os aterramentos deverão ser independentes e individuais para cada caixa;
7. Os condutores de entrada deverão ser individuais, contendo 2 condutores fase e dois condutores neutro;
8. Os condutores de saída deverão ser individuais;
9. Os postes deverão ser ensaiados conforme NBR-8451;
10. Os postes devem ter identificação conforme item 6.1.1 desta especificação;
11. As cotas estão em milímetros;
12. Caso a caixa de abrigo dos medidores seja com disjuntor incorporado, a caixa de abrigo dos disjuntores de saída
deverá ser utilizada como caixa de passagem.

Item Especificação dos Componentes


1 Caixa em policarbonato com tampa transparente de fabricante homologado pela EDP ESCELSA
2 Curva de entrada de 135° ou cabeçote
3 Eletroduto conforme tabela abaixo
4 Mangueira de PVC de ¾”

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TÍTULO CÓDIGO VERSÃO

ES.DT.PDN.01.10.005 01
POSTES DE CONCRETO COM CAIXA INCORPORADA PARA VIGÊNCIA
ENTRADA DE UNIDADE CONSUMIDORA INÍCIO FIM
ESPECIFICAÇÃO
TÉCNICA 14/10/2015 CONDICIONADO

Quadro de Carga / Proteção / Eletrodutos / Entrada 127/220 V


Disjuntor Geral Disjunto Condutores Cobre PVC
Categoria de Carga Instalada Bipolar Individual 70°
Eletroduto
Consumidor [W] Entrada Aterramento
127/220 V 127/220 V
127/220 V 127/220 V
1 x até 5000 1 x 50 A
2 x Monofásicos
+ 63 A + 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Individuais
1 x até 5000 1 x 50 A
1 x até 5000 1 x 50 A
2 x Monofásicos
+ 80 A + 25 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Individuais
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1 x até 9000 1 x 63 A
1 x até 9000 1 x 63 A
2 x Monofásicos
+ 80 A + 25 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Individuais
1 x até 9000 1 x 63 A

Quadro de Carga / Proteção / Eletrodutos / Entrada 220/380 V


Disjuntor Geral Disjunto Condutores Cobre PVC
Categoria de Carga Instalada Bipolar Individual 70°
Eletroduto
Consumidor [W] Entrada Aterramento
220/380 V 220/380 V
220/380 V 220/380 V
1 x até 5000 1 x 50 A
2 x Monofásicos
+ 63 A + 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Individuais
1 x até 5000 1 x 50 A
1 x até 5000 1 x 50 A
2 x Monofásicos
+ 63 A + 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Individuais
1 x até 9000 1 x 50 A
1 x até 9000 1 x 50 A
2 x Monofásicos
+ 63 A + 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm
Individuais
1 x até 9000 1 x 50 A

Notas:
1. Compreende como sendo entrada o ponto de conexão do ramal de ligação aéreo até o disjuntor de proteção
individual de cada conjunto de medição.

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ENTRADA DE UNIDADE CONSUMIDORA INÍCIO FIM
ESPECIFICAÇÃO
TÉCNICA 14/10/2015 CONDICIONADO

VISTA DE FRENTE
A

100 CORTE A-A


50
100

ENTRADA
AÉREA
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SAÍDA AÉREA
(CARGA)
2

PROTEÇÃO GERAL VER DETALHES


1
CAIXA EM POLICARBONATO
7000

COM VISOR TRANSPARENTE


E DISPOSITIVO DE LACRE

MEDIÇÃO
1 PROTEÇÕES INDIVIDUAIS
CAIXA EM 1
POLICARBONATO CAIXA EM POLICARBONATO
COM VISOR COM VISOR TRANSPARENTE
TRANSPARENTE

VER NOTA 12
SAÍDAS
SUBTERRÂNEAS SAÍDAS SUBTERRÂNEAS
E ATERRAMENTOS
1200

140

350 200
A

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ENTRADA DE UNIDADE CONSUMIDORA INÍCIO FIM
ESPECIFICAÇÃO
TÉCNICA 14/10/2015 CONDICIONADO

DETALHES DAS INTERLIGAÇÕES

TUBULAÇÃO DE
SAÍDA AÉREA
TUBULAÇÃO DE
ENTRADA APARENTE

3
3
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CAVA PARA
ALOJAMENTO DA
CAIXA DE PROTEÇÃO
GERAL

1
CAVAS PARA
CORTE B-B ALOJAMENTO DAS
CAIXAS DE MEDIÇÃO
(MEDIDOR)
4
4

1
CORTE C-C CAVA PARA
ALOJAMENTO DA
CAIXA DE MEDIÇÃO
(MEDIDOR)
4

CORTE D-D
CAVA PARA
ALOJAMENTO DA
CAIXA DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL OU CAIXA
DE PASSAGEM

SAÍDA SUBTERRÂNEA
SAÍDA ATERRAMENTO

Páginas
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POSTES DE CONCRETO COM CAIXA INCORPORADA PARA VIGÊNCIA
ENTRADA DE UNIDADE CONSUMIDORA INÍCIO FIM
ESPECIFICAÇÃO
TÉCNICA 14/10/2015 CONDICIONADO

Características do Poste
Carga Nominal 100 daN
Carga Permissível 140 daN
Carga de Ruptura 200 daN
Comprimento [mm] Engastamento [mm] Peso [kg] Topo do Poste [mm]
7000 1200 450 100 x 100
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Notas:
1. As dimensões das caixas e tampas devem ser adequadas às dimensões das cavas do poste;
2. As caixas de abrigo da medição e proteção deverão ser fundidas às cavas do poste;
3. A caixa de abrigo da medição deverá ser de fabricante homologado pela EDP ESCELSA e fabricada em
policarbonato com visor transparente;
4. A caixa de abrigo da medição deverá ser conectada ao aterramento no ponto definido pelo fabricante da mesma.
5. A caixa de abrigo do disjuntor deverá ser de fabricante homologado pela EDP ESCELSA e fabricada em
policarbonato com visor transparente;
6. Os aterramentos deverão ser independentes e individuais para cada caixa;
7. Os condutores de entrada deverão ser individuais, contendo 3 condutores fase (Uma fase para monofásico e Duas
fases para bifásico) e dois condutores neutros;
8. Os condutores de saída deverão ser individuais;
9. Os postes deverão ser ensaiados conforme NBR-8451;
10. Os postes devem ter identificação conforme item 6.1.1 desta especificação;
11. As cotas estão em milímetros;
12. Caso a caixa de abrigo dos medidores seja com disjuntor incorporado, a caixa de abrigo dos disjuntores de saída
deverá ser utilizada como caixa de passagem.

Item Especificação dos Componentes


1 Caixa em policarbonato com tampa transparente de fabricante homologado pela EDP ESCELSA
2 Curva de entrada de 135° ou cabeçote
3 Eletroduto conforme tabela abaixo
4 Mangueira de PVC de 1”

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ENTRADA DE UNIDADE CONSUMIDORA INÍCIO FIM
ESPECIFICAÇÃO
TÉCNICA 14/10/2015 CONDICIONADO

Quadro de Carga / Proteção / Eletrodutos / Entrada 127/220 V


Disjuntor Geral Disjunto Condutores Cobre PVC
Categoria de Carga Instalada Bipolar Individual 70°
Eletroduto
Consumidor [W] Entrada Aterramento
127/220 V 127/220 V
127/220 V 127/220 V
1 x Monofásico 1 x até 5000 1 x 50 A
+ + 63 A + 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm
1 x Bifásico 1 x até 9000 1 x 40 A
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Quadro de Carga / Proteção / Eletrodutos / Entrada 220/380 V
Disjuntor Geral Disjunto Condutores Cobre PVC
Categoria de Carga Instalada Bipolar Individual 70°
Eletroduto
Consumidor [W] Entrada Aterramento
220/380 V 220/380 V
220/380 V 220/380 V
1 x Monofásico 1 x até 5000 1 x 40 A
+ + 50 A + 16 mm² 10 mm² PVC 40 mm
1 x Bifásico 1 x até 9000 1 x 40 A

Notas:
1. Compreende como sendo entrada o ponto de conexão do ramal de ligação aéreo até o disjuntor de proteção
individual de cada conjunto de medição.

Páginas
003. Poste Pré-fabricado para 1 Consumidor Monofásico 5000W e 1 Consumidor Bifásico 9000W
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ANEXO B – TERMO DE RESPONSABILIDADE

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TERMO DE RESPONSABILIDADE

A Empresa............................................... situada............................................................
CEP: .................. , inscrita no CNPJ sob o nº......................................., designada fornecedora, declara, por
seus representantes legais abaixo assinados, ter conhecimento na íntegra, de todas as determinações legais
vigentes na especificação técnica da EDP ESCELSA relativos a postes padrão entrada de energia elétrica,
comprometendo-se a cumpri-los fielmente, inclusive quanto a necessidade de homologação prévia de
protótipos para fabricação e comercialização destes produtos, utilizados em entradas de serviço na área de
concessão da Espírito Santo Centrais Elétricas – EDP ESCELSA.
Ao mesmo tempo, a Fornecedora declara assumir, integral e exclusivamente, a responsabilidade civil pela
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colocação do produto no mercado em condições adequadas, independentemente de culpa pelos danos
causados pelos produtos postos em circulação, ressalvados casos previstos em lei, sem prejuízo da eventual
responsabilidade fiscal e criminal, além do ressarcimento de eventuais prejuízos decorrentes de lucros
cessantes, perdas e danos de qualquer espécie, causados à EDP ESCELSA, a seus consumidores e a
terceiros, bem como todas e quaisquer despesas necessárias para visita de inspeção/avaliação empresarial
e regularização dos produtos.
Por este termo de Responsabilidade, a Empresa Fornecedora fica, ainda, ciente e concorda de forma
irrevogável e irretratável, que na hipótese de se comprovar, por qualquer meio e a qualquer tempo, a
colocação do produto no mercado, em desacordo com a Especificação Técnica e padrões acima
mencionados, parte integrante deste documento, estará a Concessionária autorizada, mediante simples
aviso, a promover a exclusão do Fabricante do Cadastro de Fornecedores e simultaneamente cancelar sua
autorização para comercializar o produto na área de concessão da Concessionária, sem prejuízo das
responsabilidades acima descritas assumidas junto à EDP ESCELSA, ficando ainda o Fornecedor obrigado a
recolher no mercado todo o material colocado que esteja em desacordo com os padrões técnicos.
O Foro da Comarca da cidade de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, é o único competente para
apreciar e dirimir dúvidas e controvérsias porventura decorrente da interpretação e execução deste
contrato.

________________________________ ____________________________________
Fornecedora - Sócio 1 Fornecedora - Sócio 2
Nome: Nome :
CPF: CPF:

____________________________, ___ de __________________ de __________

Reconhecimento de firma em cartório dos sócios e/ou dos representantes legais.


Anexo a este termo, deverá ser encaminhada cópia autenticada do contrato social atualizado.

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