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CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

1) UNIDADES
3
kN := 10 ⋅ N
6
MPa := 10 ⋅ Pa
kN kN 4 kN
Mpa := 0.1⋅ 1⋅ = 1 × 10
2 2 2
cm cm m

2) DADOS

Concreto :
kN
fck := 35MPa γ c := 25
3
m
fck
fcd := fcd = 25 MPa
1.4
fck
Eci := 5600⋅ ⋅ Mpa Eci = 33130 MPa
MPa

Aço :
aço CA-50 fyk := 500Mpa
fyk
fyd := fyd = 435 MPa
1.15

Es := 210000⋅ Mpa

Cabos :
Nivel de Protensão : Protensão Completa (aos 7 días)
Cabos CP 190 RB com 12 cordoalhas de φ1/2'

fptk := 1900⋅ MPa Ep := 200000⋅ MPa (CEB)

fpyk := 0.9⋅ fptk fpyk = 1710 MPa


2
acordoalha := 98.7⋅ mm
2
acabo := 12⋅ acordoalha acabo = 11.84 cm

Posicionamento da armadura de protensão a 10 cm da base inferior


da seção tranversal no meio do vão

Compriemento de viga:

L := 24m ( simplemente apoiada)

1
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3) SEÇÃO TRANSVERSAL DA VIGA E PROPRIEDADES

bs
bs := 0.80m

hs1 hs1 := 0.20m

ys hs2
hs2 := 0.15m
c.g.
ba := 0.20m
ba
HT ha
ha := 0.65m
yi
bi := 0.55m
hi2
hi1 hi1 := 0.20m
bi
hi2 := 0.20m

Altura Total (HT)

HT := hs1 + hs2 + ha + hi1 + hi2 HT = 1.40 m


Area Total (A)

a1 := bs⋅ hs1 ( )
a2 := 0.5 bs + ba ⋅ hs2

a3 := ba⋅ ha a4 := 0.5⋅ ( ba + bi) ⋅ hi2


2
a5 := bi⋅ hi1 Ac := a1 + a2 + a3 + a4 + a5 Ac = 0.55 m

Centro de Gravedade (c.g.)

(
aa1 := a1⋅ HT − 0.5hs1 ) aa2 := a2⋅ ( HT − hs1 − 0.5⋅ hs2)

aa3 := a3⋅ ( hi1 + hi2 + 0.5⋅ ha) aa4 := a4⋅ ( hi1 + 0.5⋅ hi2) aa5 := a5⋅ ( 0.5⋅ hi1)

cg :=
( aa1 + aa2 + aa3 + aa4 + aa5)
cg = 0.76 m (em relação à face inferior)
Ac

ys := HT − cg ys = 0.64 m

yi := cg yi = 0.76 m

ep := yi − 0.1⋅ m ep = 0.66 m

2
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Momento de Inercia (I) e Módulos de Resistência (Ws e Wi) en relação ao c.g.:

 b ⋅ h 3  hs1 
2
i1 :=  s s1 
+ a1⋅  ys − 
12  2 
i1

( b − b ) ⋅ h 3 ( b − b ) h   hs2 
2 i2
i2 i2
ys
i2 := 
s a s2 + s a s2 ⋅ y − h − 
s s1
36 2  3  c.g.
i3
 b ⋅(h + h + h ) 3 2
i3 :=  a s2 a i2  
+ ba⋅ ( hs2 + ha + hi2) ⋅ 
HT 
− ys
12  2  yi
( b − b ) ⋅ h 3 ( b − b ) h   hi2 
2
i4 :=  +  ⋅ y − h − 
i4 i4
i a i2 i a i2
i i1
 3  i5
36 2

 b ⋅ h 3  hi1 
2
i5 :=  i i1 
+ a5⋅  yi − 
12  2 
4
Ic := i1 + i2 + i3 + i4 + i5 Ic = 0.13 m

Ic Ic
3 3
Ws := Ws = 0.20 m Wi := Wi = 0.17 m
ys yi

Ws
ks := ks = 0.37 m (embaixo do c.g.)
Ac

Wi
ki := ki = 0.31 m (acima do c.g.)
Ac

4) NIVEL DE PROTENSÃO

Nivel de Protensão : Protensão Completa (NIVEL 3)

Da nova NB1 obten-se:

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Estado Limíte de Abertura das Fissuras (ELS-W)


Estado em que as fissuras se apresentam com aberturas iguais aos máximos especificados.

Estado Limíte de Formação de Fissuras (ELS-F)


Estado em que se inicia a formação de fissuras. Admite-se que este estado limíte é atingido
quando a tensão de tração máxima na seção transversal for igual a fct,f.

Onde :

Estado Limíte de Descompressão (ELS-D)


Estado no qual em um ou mais pontos da seção transversal a tensão é nula, não havendo
tração no restante da seção.

5) CARGAS ATUANTES SOBRE A VIGA

Peso Proprio da viga :


2
kN L
g1 := γ c⋅ Ac g1 = 13.75 Mg1 := g1⋅ Mg1 = 990 kN⋅ m
m 8

Otras Cargas Permanentes :


2
kN L
g2 := 9 Mg2 := g2⋅ Mg2 = 648 kN⋅ m
m 8

Cargas Acidentais :
2
kN L
q1 := 10 Mq1 := q1⋅ Mq1 = 720 kN⋅ m
m 8
2
kN L
q2 := 7 Mq2 := q2⋅ Mq2 = 504 kN⋅ m
m 8

6) COMBINAÇOES DE SERVIÇO

São classificadas de acordo com sua permanência na estrutura e deven ser verificadas como
estabelecido a seguir:
Quase-permanentes:
Podem atuar durante grande parte do período de vida da estrutura e sua consideração pode
ser necessária na verificação do Estado Limíte de Deformações Excessivas.

Freqüentes:
Se repeten muitas vezes durante o período de vida da estrutura e sua consideração pode ser
necessária na verificação dos Estados Limítes de Formação de Fissuras, de Abertura de
Fissuras e de Vibrações Excessivas. Podem também ser consideradas para verifições de
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Estados Limítes de Deformações Excessivas decorrentes de vento ou temperatura que podem


comprometer as vedações.

Raras:
Ocorrem algumas vezes durante o período de vida da estrutura e sua consideração pode
ser necessária na verificação do Estado Limíte de Formação de Fissuras.

De acordo com a nova NB1 se obtem: ψ 1 := 0.6 ψ 2 := 0.4

7) RESISTÊNCIA DO CONCRETO

Resistência á compressão:

a ) quando a verificação se faz em data j igual ou superiora 28 días, adota-se:


fck
b ) quando a verificação se faz em data j inferior a 28 días, adota-se:

fckj = β 1⋅ fck

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da expresão anterior se obten:


Protensão a t := 7 días
Cimento ARI s := 0.20
  28 0.5 
 s⋅  1−   
β 1 := e     
t
β 1 = 0.82

fckj := β 1⋅ fck fckj = 28.66 MPa

Resistência á tração:

a ) quando a verificação se faz em data j igual ou superiora 28 días, adota-se:


 2
 
 3
 fck 
fctm := 0.3⋅   ⋅ MPa fctm = 3.21 MPa
 MPa 
fctk := 0.7⋅ fctm fctk = 2.25 MPa

b ) quando a verificação se faz em data j inferior a 28 días, adota-se:


 2
 
 3
 fckj 
fctmj := 0.3⋅   ⋅ MPa fctmj = 2.81 MPa
 MPa 

fctkj := 0.7⋅ fctmj fctkj = 1.97 MPa

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8) TENSÕES ADMISSÍVEIS NO CONCRETO Compressão (+) Tração (-)

Tensões Admissíveis de Compressão no Concreto :

σ c := 0.6⋅ fck ( CEB) σ c = 21.00 MPa

σ cj := 0.7⋅ fckj ( NB1) σ cj = 20.06 MPa

Tensões Admissíveis de Tração no Concreto :

σ t := −1.2⋅ fctk σ t = −2.70 MPa

σ tj := −1.2⋅ fctkj σ tj = −2.36 MPa

9) VALORES LIMÍTES DA FORÇA NA ARMADURA DE PROTENSÃO


DURANTE A OPERAÇÃO DE PROTENSÃO
Por ocasião da aplicação da força Pi, a tensão σpi da armadura de protensão na saída do
aparelho de tração deve respeitar os limites 0,74 fptk e 0,87 fpyk para aços da classe de
relaxação normal, e 0,74 fptk e 0,82 fpyk para aços da classe de relaxação baixa.

(
σ pi := if 0.74⋅ fptk < 0.82⋅ fpyk , 0.74⋅ fptk , 0.82⋅ fpyk ) σ pi = 1402.2 MPa

Picabo := σ pi⋅ acabo Picabo = 1660.77 kN

Valores da Força de Protensão no tempo t=0 e t=infinito:


P0cabo := 0.90⋅ Picabo P0cabo = 1494.69 kN (se estima 10 % de Perdas Instantâneas)

Pαcabo := 0.75⋅ P0cabo Pαcabo = 1121.02 kN (se estima 25 % de Perdas Progressivas)

10) PREDIMENSIONAMENTO DA ARMADURA DE PROTENSÃO


OBSERVAÇÂO: Compressão (+) Tração (-)

1) CASO DE COMBINAÇÃO FREQUENTE: ELS-D σι = 0


Pα Pα ⋅ ep − Mg1 − Mg2 − ψ 1⋅ Mq1 − ψ 2⋅ Mq2
+ = 0
Ac Wi

 Mg1 + Mg2 + ψ 1⋅ Mq1 + ψ 2⋅ Mq2 


 Wi 
Pα :=   Pα = 2343.4 kN
 1 ep 
 + 
Ac Wi
 

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 Pα 
ncaboscf := ceil   ncaboscf = 3.00
Pαcabo
 
Se adota para Combinação Frequente: Picf := Picabo⋅ ncaboscf Picf = 4982.3 kN

P0cf := P0cabo⋅ ncaboscf P0cf = 4484.07 kN


Verificação de tensões: [se asume 1/2 das perdas progressivas ate o final da construção]

  1 ep   1 ep  
 P ⋅
0cf  A +  P 0cf ⋅  −  
  c Wi   Ac Ws  
  e   e 
 −0.125P ⋅  1 + p  −0.125P ⋅  1 − p  
0cf A 0cf A
  c Wi   c Ws  
 
 Mg1 Mg1 
 − 
Wi Ws
 
 Mg2 Mg2 
 − 
 W i W s 
 Mq1 Mq1

cf :=  − 
 Wi Ws 
 
 M q1 M q1 
 −ψ 1⋅ ψ1 
Wi Ws
 
 Mq1 Mq1 
 −ψ 2⋅ ψ2 
 W i W s 
 
Mq2 Mq2
 −ψ 1⋅ ψ1

 Wi Ws 
 
 Mq2 Mq2 
 − ψ ⋅
2 W ψ 2 W 
 i s 
TIPO DE
CARREGAMENTO
i s σ σ
P0  25.87 −6.60 
½ Perdas  −3.23 0.83 
 
Mg1  −5.89 4.91 
Mg2  −3.86 3.21 
 
M q1 cf =  −4.29 3.57  MPa
ψ .M  −2.57 2.14 
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ψ 1.M q1  −2.57 2.14 


 
ψ 2.M q1  −1.71 1.43 
ψ 1.M q2  −1.80 1.50 
 
ψ 2.M q2  −1.20 1.00 

CASOS DE CARREGAMENTO σi σs
Protensão P0 + Mg1
 19.98 −1.69 
Fim da Cons. P0 + Mg1 + M g2 +½ Perdas  12.89 2.34 
Comb. Freq. P0 + Mg1 + Mg2 +ψ 1 .M q1 +ψ 2 .M q2 +Perdas Totales
 
cff =  5.88 6.31  MPa
Comb. Rara P0+ M g1+ Mg2 +M q1 +ψ 1.M q2+Pe rdas Totales  3.57 8.23 
Comb. Q. P. P0+ Mg1+ Mg2 +ψ 2.M q1 +ψ 2.M q2 +Pe rdas Totales
 
 6.74 5.59 

Tensõescf = "Todas satisfacem os Admissíveis"

2) CASO DE COMBINAÇÃO RARA: ELS-F σι = 1.2*fctk


Pα Pα ⋅ ep − Mg1 − Mg2 − Mq1 − ψ 1⋅ Mq2
+ = σt
Ac Wi

 Mg1 + Mg2 + Mq1 + ψ 1⋅ Mq2 


σt + 
 Wi 
Pα :=   Pα = 2343.4 kN
 1 ep 
 + 
 Ac Wi 

 Pα 
ncaboscr := ceil   ncaboscr = 3.00
 Pαcabo 
Se adota para Combinação Rara:
Picr := Picabo⋅ ncaboscr Picr = 4982.3 kN

P0cr := P0cabo⋅ ncaboscr P0cr = 4484.07 kN

Verificação de tensões: [se asume 1/2 das perdas totales ate o final da construção ]

  1 ep  1 ep  
 P0cr⋅  +  P0cr⋅  −  
Ac Wi Ac Ws
     
  e   e  
 −0.125P ⋅  1 + p  −0.125P ⋅  1 − p  
0cr A 0cr A
  c Wi   c Ws  
 
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 
 Mg1 Mg1 

 Wi Ws 
 
 Mg2 Mg2 
 − 
 Wi Ws 
 Mq1 Mq1

cr :=  − 
 Wi Ws 
 
 Mq1 Mq1 
 −ψ 1⋅ ψ1 
Wi Ws
 
 Mq1 Mq1 
 −ψ 2⋅ ψ2 
 Wi Ws 
 
Mq2 Mq2
 −ψ 1⋅ ψ1

 Wi Ws 
 
 Mq2 Mq2 
 −ψ 2⋅ ψ2 
Wi Ws
 

TIPO DE
CARREGAMENTO σi σs
P0  25.87 −6.60 
½ Perdas  −3.23 0.83

 
Mg1  −5.89 4.91 
Mg2  −3.86 3.21 
 
M q1 cr =  −4.29 3.57  MPa
ψ 1.M q1  −2.57 2.14 
 
ψ 2.M q1  −1.71 1.43 
ψ 1.M q2  −1.80 1.50 
 
ψ 2.M q2  −1.20 1.00 

CASOS DE CARREGAMENTO σi σs
Protensão P0 + Mg1  19.98 −1.69 
Fim da Cons. P0 + Mg1 + M g2+½ Perdas  12.89 2.34 
 
Comb. Freq. P0 + Mg1 + Mg2+ψ 1 .M q1+ψ 2.M q2 +Perdas Totales crr =  5.88 6.31  MPa
 
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Comb. Rara P0+ M g1+ Mg2 +M q1 +ψ 1.M q2+Pe rdas Totales  3.57 8.23 
 
Comb. Q. P. P0+ Mg1+ Mg2 +ψ 2.M q1 +ψ 2.M q2 +Pe rdas Totales  6.74 5.59 

Tensõescr = "Todas satisfacem os Admissíveis"

Por tanto adote-se para Pi e P0 o maior dos dois anteriores:

(
Pi := if Picf > Picr , Picf , Picr) Pi = 4982.30 kN (na saída do aparelho de tração)

P0 := if ( P0cf > P0cr , P0cf , P0cr) P0 = 4484.07 kN (igual a 0.90Pi)

Pα := 0.75⋅ P0 Pα = 3363.05 kN

ncabos = 3.00

11) TRAÇADO DOS CABOS

Momentos Fletores Nas Seções da Viga:


2 2
L x L x
Mg1 ( x) := g1⋅ ⋅ x − g1⋅ Mg2 ( x) := g2⋅ ⋅ x − g2⋅
2 2 2 2

2 2
L x L x
Mq1 ( x) := q1⋅ ⋅ x − q1⋅ Mq2 ( x) := q2⋅ ⋅ x − q2⋅
2 2 2 2

Mg1 ( x) = Mg2 ( x) = Mq1 ( x) = Mq2 ( x) =


x =
0.00 m 0.00 kN⋅ m 0.00 kN⋅ m 0.00 kN⋅ m 0.00 kN⋅ m
3.00 433.13 283.50 315.00 220.50
6.00 742.50 486.00 540.00 378.00
9.00 928.13 607.50 675.00 472.50
12.00 990.00 648.00 720.00 504.00
15.00 928.13 607.50 675.00 472.50
18.00 742.50 486.00 540.00 378.00
21.00 433.13 283.50 315.00 220.50
24.00 0.00 0.00 0.00 0.00

Curvas Limítes:

ep1 = tração na borda inferior no tempo infinito


ep2 = tracão na borda superio no ato da protensão

ep1. ( x) := −
( Mg1 (x) + Mg2 (x) + ψ 1⋅ Mq1 (x) + ψ 2⋅ Mq2 (x)) + Wi
Pα Ac

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Mg1 ( x) Ws Ws
ep2. ( x) := − − + σ tj⋅
P0 Ac P0

HT HT
en relação da base ep1 ( x) := ep1. ( x) + ep2 ( x) := ep2. ( x) +
2 2

CURVAS LIMÍTES
1.4
Altura da Viga (m)

ep1 ( x)

cg ( x)
0.7
ep2 ( x)

0
0 12 24
x
Comprimento da Viga (m)

Se usaram cabos com traçado parabolico

Cabo 1: no meio do vão passa a 0.10m da face inferior


f1 2
c1 = 12.00 m f1 = 0.20 m cabo1 ( x) :=  L
⋅  x −  + 0.1⋅ m
c1  2
2

Cabo 2: no meio do vão passa a 0.10m da face inferior


f2 2
c2 = 12.00 m f2 = 0.50 m cabo2 ( x) :=
 L
⋅  x −  + 0.10⋅ m
c2  2
2

Cabo 3: no meio do vão passa a 0.10m da face inferior


f3 2
c3 = 12.00 m f3 = 0.80 m cabo3 ( x) :=  L
⋅  x −  + 0.10⋅ m
2  2
c3

cabo1 ( x) = cabo2 ( x) = cabo3 ( x) =


x =
0.00 m 30.00 cm 60.00 cm 90.00 cm
3.00 21.25 38.13 55.00
6.00 15.00 22.50 30.00
9.00 11.25 13.13 15.00
12.00 10.00 10.00 10.00
15.00 11.25 13.13 15.00
18.00 15.00 22.50 30.00
21.00 21.25 38.13 55.00
24.00 30.00 60.00 90.00

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TRAÇADO DOS CABOS


1.4
1.3
ep1 ( x) 1.2
1.1
cabo 3 ( x) 1
Altura da Viga (m)

0.9
cabo 2 ( x) 0.8
0.7
cabo 1 ( x) 0.6
0.5
ep2 ( x) 0.4
0.3
0.2
0.1
0
0 12 24
x
Comprimento da Viga (m)

Cabo equivalente:
caboeq ( x) :=
( cabo1 (x) + cabo2 (x) + cabo3 (x))
3

TRAÇADO DO CABO EQUIVALENTE


1.4
1.2
ep1 ( x)
Altura da Viga (m)

1
cabo eq ( x) 0.8

ep2 ( x) 0.6
0.4
0.2
0
0 12 24
x
Comprimento da Viga (m)

12) CÁLCULO DAS PERDAS DE PROTENSÃO:

Perda por Atrito:

Coef. de atrito entre fios lisos ou 1


µ := 0.2⋅
cordoalhas e bainha metálica rad

Coef. de perda por metro provocada rad


k := 0.01⋅ µ ⋅
por curvaturas não intencionais do cabo m

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Ángulo de desvio previsto  caboeq ( a) − caboeq ( b) 


α ( x) = atan   ⋅ rad
 b−a 
− ( µ ⋅ Σα ( x) +k⋅ x) 
∆P ( x) = Pi⋅  1 − e
Perda por Atrito

cálculo da perda por atrito:
L
x := 0 .. i := 1⋅ m
2
  caboeq ( x − i) − caboeq ( x)  
α ( x) := if  x = 0.5L , 0⋅ rad , atan  
  i 
  x 
− µ ⋅ α ( j) +k⋅ x 
 ∑

 
∆P ( x) := Pi⋅  1 − e  
j =0

Patrito ( x) := Pi − ∆P ( x)

PERDA POR ATRITO


4.9 .10
6

4.8 .10
6

4.7 .10
6
Patrito ( x)
P (N)

4.6 .10
6

4.5 .10
6

4.4 .10
6

4.3 .10
6
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
x
Metade do Comprimento da Viga (m)

Patrito ( x) =
x = α ( x) = ∆P ( x) =
0.00 m 0.0866 rad 85.54 kN 4896.76 kN
1.00 0.0797 172.60 4809.70
2.00 0.0728 251.58 4730.72
3.00 0.0659 322.83 4659.47
4.00 0.0590 386.65 4595.65
5.00 0.0520 443.31 4538.98
6.00 0.0451 493.07 4489.23
7.00 0.0382 536.11 4446.18
8.00 0.0312 572.63 4409.66
9.00 0.0243 602.78 4379.51
10.00 0.0174 626.68 4355.62
11.00 0.0104 644.43 4337.87
12.00 0.0000 653.10 4329.20

14
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

Perda por Acomodação da Ancoragem:


(cunha cravada con macaco) δ := 4⋅ mm
2
Ap := acabo⋅ ncabos Ap = 35.53 cm

δ 2
Anec := ⋅A ⋅E Anec = 284256 cm
cm p p.

Esta perda é calculada a partir das áreas do diagrama das perdas por atrito:

cm variable para cambio de unidades de


var1 ( x) := Patrito ( x) ⋅ P(x) a cm, para el calculo das áras
kN

cálculo da perda por acomodação da ancoragem: L


x := 0 .. i := 1⋅ m
2

var2 ( x) := 2 2⋅ ( x⋅ m + 1) − 1 ⋅ i⋅


x
( var1 ( x) − var1 ( x + i) ) 

−1
 A ( x) := var2 ( j)
 2 
j = 0⋅ m

var2 ( x) = A ( x) =
x =
2 2
0.00 m 8706 cm 8706 cm
1.00 23694 32400
2.00 35624 68024 Se pode observar que a área
necessária está entre 6m e 7m
3.00 44675 112699
4.00 51000 163700
5.00
6.00
54728
55961
218428
274388 xnec :=
( Anec − A (6⋅ m)) ⋅ m + 6⋅ m
7.00 54782 329170 ( A ( 7⋅ m) − A ( 6⋅ m) )
8.00 51251 380421
9.00 45408 425828
xnec = 6.18 m
10.00 37273 463101
11.00 19934 483035
12.00

  (  ( ))
Pancor ( x) := if x < xnec ,  Patrito ( x) − 2⋅ Patrito ( x) − Patrito xnec  , Patrito ( x)

15
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

PERDA POR ACOMODAÇÃO DA ANCORAGEM


5 .10
6

. 6
Patrito ( x) 4.75 10
P (N)

Pancor ( x) 4.5 .10


6

4.25 .10
6

4 .10
6
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
x
Metade do Comprimento da Viga (m)

Patrito ( x) = Pancor ( x) =
x =
0.00 m 4896.76 kN 4081.70 kN
1.00 4809.70 4168.76
2.00 4730.72 4247.74
3.00 4659.47 4318.99
4.00 4595.65 4382.81
5.00 4538.98 4439.48
6.00 4489.23 4489.23
7.00 4446.18 4446.18
8.00 4409.66 4409.66
9.00 4379.51 4379.51
10.00 4355.62 4355.62
11.00 4337.87 4337.87
12.00 4329.20 4329.20

Perda por encurtamento elástico do concreto:


4 2
yi = 0.76 m Ic = 0.13 m ncabos = 3.00 Ap = 35.53 cm

Ep = 200000 MPa Eci = 33130 MPa


Ep
α p :=
Eci
α p = 6.04 (
ep ( x) := yi − caboeq ( x) )
 2
Mg1 ( x) ⋅ ep ( x)
 1 ep ( x) 
σ cp ( x) := Pancor ( x) ⋅
A + I  σ cg ( x) :=
Ic
 c c 

( ncabos − 1)
(
∆σ p ( x) := α p⋅ σ cp ( x) − σ cg ( x) ⋅ ) 2⋅ ncabos
P0 ( x) := Pancor ( x) − ∆σ p ( x) ⋅ Ap

PERDA POR ENCURTAMENTO ELÁS. DO CONCRETO


16
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

PERDA POR ENCURTAMENTO ELÁS. DO CONCRETO


5 .10
6

Patrito ( x) 4.8 .10


6

Pancor ( x) 4.6 .10


6
P (N)

4.4 .10
6
P 0 ( x)

4.2 .10
6

4 .10
6
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
x
Metade do Comprimento da Viga (m)

ep ( x) = σ cp ( x) = σ cg ( x) = ∆σ p ( x) = P0 ( x) =
x =
0.00 m 0.16 m 8.28 MPa 0.00 MPa 16.65 MPa 4022.53 kN
1.00 0.24 9.51 0.30 18.53 4102.92
2.00 0.32 11.04 0.75 20.72 4174.13
3.00 0.38 12.78 1.29 23.12 4236.85
4.00 0.44 14.63 1.89 25.63 4291.74
5.00 0.49 16.50 2.51 28.15 4339.44
6.00 0.54 18.32 3.12 30.59 4380.54
7.00 0.58 19.62 3.68 32.08 4332.20
8.00 0.61 20.73 4.17 33.32 4291.26
9.00 0.63 21.62 4.57 34.30 4257.65
10.00 0.65 22.26 4.87 34.98 4231.34
11.00 0.66 22.63 5.06 35.35 4212.25
12.00 0.66 22.74 5.12 35.45 4203.25

Perda Progressivas:

Espessura Fictícia da Peça:

Umidade relativa do ambiente: U := 75⋅ %


Perímetro externo da seção transversal
da peça em contato com o ar:
 2 2 
  bs − ba   bi − ba  
uar := 2⋅ hs1 +   + hs2 + ha +   + hi2 + hi1 + bi
2 2
uar = 3.85 m
  2   2  
2
Area da seção tranversal da peça: Ac = 0.55 m
[ − 7.8 +0.1⋅ ( U⋅ 100) ]
γ := 1 + e γ = 1.74
2⋅ Ac
hfic := γ ⋅ hfic = 0.50 m
uar
17
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

ar
Idade Fictícia do Concreto :

Coeficiente que depende da velocidade de


α := 1 (Cimento ARI)
endurecimento do cimento :
Temperatura média diária do ambiente (°C): Ti := 20
Período durante o qual a temperatura média do
∆tef.i := 30
ambiente, Ti, pode ser admitida constante (días):
Ti + 10
t := α ⋅ ⋅ ∆tef.i t = 30 días
30

Da tabela se obtem:
ε cs := −0.02⋅ % φ := 2

Relaxação do aço:

Da tabela se obtem: ψ 60 := 1.3% ψ 70 := 2.5% ψ 80 := 3.5%


2
Ap = 35.53 cm fptk = 1900 MPa

18
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

(
r := 10⋅ ψ 80 − ψ 70 ) r = 0.100

s := 8⋅ ψ 70 − 7⋅ ψ 80 s = −0.045

P0 ( x)  σ P0 ( x) 
σ P0 ( x) := ψ 1000 ( x) := r⋅ +s ψ α ( x) := 2.5⋅ ψ 1000 ( x)
Ap  fptk 
 

P0 ( x) = σ P0 ( x) = ψ 1000 ( x) = ψ α ( x) =
x =
0.00 m 4022.53 kN 1132.09 MPa 1.458 % 3.646 %
1.00 4102.92 1154.71 1.577 3.944
2.00 4174.13 1174.75 1.683 4.207
3.00 4236.85 1192.40 1.776 4.440
4.00 4291.74 1207.85 1.857 4.643
5.00 4339.44 1221.28 1.928 4.819
6.00 4380.54 1232.84 1.989 4.972
7.00 4332.20 1219.24 1.917 4.793
8.00 4291.26 1207.72 1.856 4.641
9.00 4257.65 1198.26 1.807 4.517
10.00 4231.34 1190.85 1.768 4.419
11.00 4212.25 1185.48 1.739 4.348
12.00 4203.25 1182.95 1.726 4.315

Cálculo das Perdas Progressivas

ε cs = −0.02 % φ = 2.00 α p = 6.04 Ep = 200000 MPa

(
χ ( x) := −ln 1 − ψ α ( x) ) χ c := 1 + 0.5⋅ φ χ p ( x) := 1 + χ ( x)

Ap Ac 2
ρ p := η ( x) := 1 + ⋅ ep ( x)
Ac Ic

σ cpo ( x) := P0 ( x) ⋅
 2
 1 ep ( x)  ( Mg1 (x) + Mg2 (x)) ⋅ ep (x)
A + I  σ cg ( x) :=
Ic
 c c 

σ c.pog ( x) := σ cpo ( x) − σ cg ( x)

ε cs⋅ Ep − α p⋅ σ c.pog ( x) ⋅ φ − σ P0 ( x) ⋅ χ ( x)
∆σ p ( x) :=
χ p ( x) + χ c⋅ α p⋅ η ( x) ⋅ ρ p

Pα ( x) := P0 ( x) + ∆σ p ( x) ⋅ Ap

19
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

σ cpo ( x) = σ cg ( x) = σ c.pog ( x) = ∆σ p ( x) = Pα ( x) =
x =
0.00 m 8.16 MPa 0.00 MPa 8.16 MPa -160.58 MPa 3451.97 kN
1.00 9.36 0.50 8.86 -169.98 3498.94
2.00 10.85 1.23 9.62 -178.94 3538.32
3.00 12.54 2.14 10.40 -187.41 3570.94
4.00 14.33 3.13 11.19 -195.32 3597.73
5.00 16.13 4.16 11.97 -202.59 3619.61
6.00 17.88 5.16 12.72 -209.14 3637.43
7.00 19.12 6.09 13.03 -207.69 3594.24
8.00 20.17 6.90 13.27 -206.25 3558.40
9.00 21.02 7.57 13.45 -204.89 3529.64
10.00 21.62 8.06 13.56 -203.65 3507.72
11.00 21.97 8.37 13.60 -202.59 3492.41
12.00 22.08 8.47 13.60 -201.99 3485.52

PERDAS PROGRESSIVAS
5.1 .10
6

P i ( x)

Patrito ( x)
4.5 .10
6

Pancor ( x)
P (N)

P 0 ( x)
3.9 .10
6
Pα ( x)

3.3 .10
6
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
x
Metade do Comprimento da Viga (m)

OBSERVAÇÃO:
Perdas totais previstas no meio do vão: 32.50% de Pi

Perdas totais reais no meio do vão: 30.04% de Pi

13) VERIFICAÇÃO DAS TENSÕES EM CADA SEÇÃOCompressão (+) Tração (-)

 1 ep ( x)   1 ep ( x) 
σiP0 ( x) := P0 ( x) ⋅  +  σsP0 ( x) := P0 ( x) ⋅  − 
Ac Wi Ac Ws
   

20
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

 1 ep ( x)   1 ep ( x) 
σiPα ( x) := Pα ( x) ⋅  +  σsPα ( x) := Pα ( x) ⋅  − 
Ac Wi Ac Ws
   
Mg1 ( x) Mg1 ( x)
σiMg1 ( x) := − σsMg1 ( x) :=
Wi Ws

Mg2 ( x) Mg2 ( x)
σiMg2 ( x) := − σsMg2 ( x) :=
Wi Ws

Mq1 ( x) Mq1 ( x)
σiMq1 ( x) := − σsMq1 ( x) :=
Wi Ws

Mq2 ( x) Mq2 ( x)
σiMq2 ( x) := − σsMq2 ( x) :=
Wi Ws

CASOS DE CARREGAMENTO
Protensão P0 + Mg1
Fim da Cons. P0 + Mg1 + M g2 +½ Perdas
Comb. Freq. P0 + Mg1 + Mg2 +ψ 1 .M q1 +ψ 2 .M q2 +Perdas Totales
Comb. Rara P0+ M g1+ Mg2 +M q1 +ψ 1.M q2+Pe rdas Totales
Comb. Q. P. P0+ Mg1+ Mg2 +ψ 2.M q1 +ψ 2.M q2 +Pe rdas Totales

BORDA INFERIOR

σiprotensão ( x) := σiP0 ( x) + σiMg1 ( x)

(
σifinalcons ( x) := σiP0 ( x) + σiMg1 ( x) + σiMg2 ( x) + 0.5 σiPα ( x) − σiP0 ( x) )
(
σicf ( x) := σiP0 ( x) + σiMg1 ( x) + σiMg2 ( x) + ψ 1 σiMq1 ( x) + ψ 2⋅ σiMq2 ( x) + σiPα ( x) − σiP0 ( x) )
(
σicr ( x) := σiP0 ( x) + σiMg1 ( x) + σiMg2 ( x) + σiMq1 ( x) + ψ 1⋅ σiMq2 ( x) + σiPα ( x) − σiP0 ( x) )
(
σicqp ( x) := σiP0 ( x) + σiMg1 ( x) + σiMg2 ( x) + ψ 2 σiMq1 ( x) + ψ 2⋅ σiMq2 ( x) + σiPα ( x) − σiP0 ( x) )
σiprotensão ( x) = σifinalcons ( x) = σicf ( x) = σicr ( x) = σicqp ( x) =
x =
0.00 m 11.24 MPa 10.44 MPa 9.64 MPa 9.64 MPa 9.64 MPa
3.00 14.77 11.72 8.71 7.70 9.08
6.00 17.59 12.83 8.14 6.40 8.78
9.00 18.25 12.60 7.03 4.86 7.84
12.00 18.36 12.43 6.59 4.28 7.45

21
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

σ c = 21.00 MPa σ cj = 20.06 MPa σ t = −2.70 MPa σ tj = −2.36 MPa

Todas as tensões satisfacem os Admissíveis

BORDA SUPERIOR

σsprotensão ( x) := σsP0 ( x) + σsMg1 ( x)

(
σsfinalcons ( x) := σsP0 ( x) + σsMg1 ( x) + σsMg2 ( x) + 0.5 σsPα ( x) − σsP0 ( x) )
(
σscf ( x) := σsP0 ( x) + σsMg1 ( x) + σsMg2 ( x) + ψ 1 σsMq1 ( x) + ψ 2⋅ σsMq2 ( x) + σsPα ( x) − σsP0 ( x) )
(
σscr ( x) := σsP0 ( x) + σsMg1 ( x) + σsMg2 ( x) + σsMq1 ( x) + ψ 1⋅ σsMq2 ( x) + σsPα ( x) − σsP0 ( x) )
(
σscqp ( x) := σsP0 ( x) + σsMg1 ( x) + σsMg2 ( x) + ψ 2 σsMq1 ( x) + ψ 2⋅ σsMq2 ( x) + σsPα ( x) − σsP0 ( x)

σsprotensão ( x) = σsfinalcons ( x) = σscf ( x) = σscr ( x) = σscqp ( x) =


x =
0.00 m 4.05 MPa 3.76 MPa 3.47 MPa 3.47 MPa 3.47 MPa
3.00 1.82 3.25 4.65 5.49 4.33
6.00 -0.05 2.67 5.34 6.79 4.81
9.00 -1.01 2.48 5.91 7.71 5.24
12.00 -1.28 2.46 6.13 8.05 5.41

σ c = 21.00 MPa σ cj = 20.06 MPa σ t = −2.70 MPa σ tj = −2.36 MPa

Todas as tensões satisfacem os Admissíveis

14) ESTADO LIMÍTE ULTIMO DE FLEXÃO

fck = 35 MPa fcd = 25 MPa σ cd := 0.85⋅ fcd σ cd = 21.25 MPa


2 4 2
Eci = 33130 MPa Ac = 0.55 m Ic = 0.128 m Ap = 35.53 cm
fptk 2
fptk = 1900 MPa fptd := fptd = 1652 MPa acabo = 11.84 cm
1.15
fpyk
fpyk = 1710 MPa fpyd := fpyd = 1487 MPa
1.15
fpyd
Ep = 200000 MPa ε pyd := ε pyd = 0.743 %
Ep

Com as deformações definidas ao longo da seção transversal é possível determinar as tensões


correspondentes através dos gráficos de tensão deformação dos materiais. A deformação total no aço vale:

22
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

ε p = ε sp + ε pi

onde:
εsp = parcela de deformçaõ no aço igual à do C.A.
εsi = pré-alongamento da armadura

Pré - alongamento dos cabos:


σ po 0.9Pα
ε pi = ε po + ε pn ε po = = ε pn = −ε cpn
Ep Ep⋅ Ap

σ cpn  2
Mg1⋅ ep
 1 ep 
ε cpn = σ cpn = 0.9⋅ Pα ⋅ cosα⋅ + − 1.4⋅
Ec A 
 c Ic  Ic

Cálculo para o cabo 1:

  cabo1 ( x − i) − cabo1 ( x)  
α 1 ( x) := if  x = 0.5L , 0⋅ rad , atan   (
ep1 ( x) := yi − cabo1 ( x) )
  i 

−Pα ( x)  2
Mg1 ( x) ⋅ −ep1 ( x)
 1 ep1 ( x) 
σ cpn1 ( x) := 0.9⋅ ⋅ cos ( α 1 ( x) ) ⋅ + − 1.4⋅
ncabos A Ic  Ic
 c 
σ cpn1 ( x) 0.9⋅ Pα ( x)
ε cpn1 ( x) := ε pn1 ( x) := −ε cpn1 ( x) ε po1 ( x) :=
Eci Ep⋅ Ap

ε pi1 ( x) := ε po1 ( x) + ε pn1 ( x)

α 1 ( x) = ep1 ( x) = σ cpn1 ( x) = ε pn1 ( x) = ε po1 ( x) = ε pi1 ( x) =


x =
0.00 m 0.0347 rad 0.46 m -3.62 MPa 0.0109 % 0.4372 % 0.4481 %
3.00 0.0264 0.55 -1.88 0.0057 0.4522 0.4579
6.00 0.0181 0.61 -0.22 0.0006 0.4607 0.4613
9.00 0.0097 0.65 1.17 -0.0035 0.4470 0.4435
12.00 0.0000 0.66 1.68 -0.0051 0.4414 0.4364

Cálculo para o cabo 2:

  cabo2 ( x − i) − cabo2 ( x)  
α 2 ( x) := if  x = 0.5L , 0⋅ rad , atan   (
ep2 ( x) := yi − cabo2 ( x) )
  i 

23
CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

−Pα ( x)  2
Mg1 ( x) ⋅ −ep2 ( x)
 1 ep2 ( x) 
σ cpn2 ( x) := 0.9⋅ ⋅ cos ( α 2 ( x) ) ⋅ + − 1.4⋅
ncabos A Ic  Ic
 c 
σ cpn2 ( x) 0.9⋅ Pα ( x)
ε cpn2 ( x) := ε pn2 ( x) := −ε cpn2 ( x) ε po2 ( x) :=
Eci Ep⋅ Ap

ε pi2 ( x) := ε po2 ( x) + ε pn2 ( x)

α 2 ( x) = ep2 ( x) = σ cpn2 ( x) = ε pn2 ( x) = ε po2 ( x) = ε pi2 ( x) =


x =
0.00 m 0.0866 rad 0.16 m -2.09 MPa 0.0063 % 0.4372 % 0.4435 %
3.00 0.0659 0.38 -1.36 0.0041 0.4522 0.4563
6.00 0.0451 0.54 -0.08 0.0003 0.4607 0.4609
9.00 0.0243 0.63 1.18 -0.0036 0.4470 0.4435
12.00 0.0000 0.66 1.68 -0.0051 0.4414 0.4364

Cálculo para o cabo 3:

  cabo3 ( x − i) − cabo3 ( x)   ep3 ( x) := ( yi − cabo3 ( x) )


α 3 ( x) := if  x = 0.5L , 0⋅ rad , atan  
  i 
−Pα ( x)  2
Mg1 ( x) ⋅ −ep3 ( x)
 1 ep3 ( x) 
σ cpn3 ( x) := 0.9⋅ ⋅ cos ( α 3 ( x) ) ⋅ + − 1.4⋅
ncabos A Ic  Ic
 c 
σ cpn3 ( x) 0.9⋅ Pα ( x)
ε cpn3 ( x) := ε pn3 ( x) := −ε cpn3 ( x) ε po3 ( x) :=
Eci Ep⋅ Ap

ε pi3 ( x) := ε po3 ( x) + ε pn3 ( x)

α 3 ( x) = ep3 ( x) = σ cpn3 ( x) = ε pn3 ( x) = ε po3 ( x) = ε pi3 ( x) =


x =
0.00 m 0.1380 rad -0.14 m -2.01 MPa 0.0061 % 0.4372 % 0.4433 %
3.00 0.1052 0.21 -1.31 0.0039 0.4522 0.4562
6.00 0.0721 0.46 -0.05 0.0001 0.4607 0.4608
9.00 0.0389 0.61 1.18 -0.0036 0.4470 0.4434
12.00 0.0000 0.66 1.68 -0.0051 0.4414 0.4364

Determinaçao do Momento Resistente de Desenho (Mrd): (EXCEL)

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CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

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CONCRETO PROTENDIDO ARIEL MAURICIO TORRICO ROJAS

15) ESTADO LIMÍTE ULTIMO DE CISALHAMENTO

A resistência do elemento estrutural, numa determinada seção transversal deve ser considerada satisfatória,
quando verificadas simultaneamente as seguintes condições:

Vsd < VRd2 Vsd < VRd3 = Vc + Vsw

γ fg := 1.4 γ fq := 1.4 γ p := 0.9

Vg1 ( x) := g1⋅  − x Vg2 ( x) := g2⋅  − x


L L
2  2 

Vq1 ( x) := q1⋅  − x Vq2 ( x) := q2⋅  − x


L L
2  2 
Vg1 ( x) = Vg2 ( x) = Vq1 ( x) = Vq2 ( x) =
x =
0.00 m 165.00 kN 108.00 kN 120.00 kN 84.00 kN
3.00 123.75 81.00 90.00 63.00
6.00 82.50 54.00 60.00 42.00
9.00 41.25 27.00 30.00 21.00
12.00 0.00 0.00 0.00 0.00

Vpα ( x) := Pα ( x) ⋅ sin ( α ( x) )

( ) (
Vsd ( x) := γ fg⋅ Vg1 ( x) + Vg2 ( x) + γ fq⋅ Vq1 ( x) + Vq2 ( x) − γ p⋅ Vpα ( x) )
Pα ( x) = Vpα ( x) = Vsd ( x) =
x = α ( x) =
0.00 m 3451.97 kN 0.0866 rad 298.53 kN 399.13 kN
3.00 3570.94 0.0659 235.07 289.29
6.00 3637.43 0.0451 164.02 186.28
9.00 3529.64 0.0243 85.76 89.76
12.00 3485.52 0.0000 0.00 0.00

Modelo I:
a) verificação da compressão diagonal do concreto

bw := ba bw = 0.20 m d := ( HT − 0.05⋅ m) d = 1.35 m

 fck 
α v :=  1 −  α v = 0.86
 250⋅ MPa 

VRd2 := 0.27⋅ α v⋅ fcd⋅ bw⋅ d VRd2 = 1567.35 kN Vsd < VRd2

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b) cálculo da armadura transversal


fctk
fctk = 2.25 MPa fctd := fctd = 1.60 MPa
1.4

Vc0 := 0.6⋅ fctd⋅ bw⋅ d Vc0 = 260.01 kN

Adota − se
 Wi 
Mo ( x) := 0.9⋅ Pα ( x) ⋅  + ep ( x)
 Ac 
(
Msdmáx ( x) := 1.4⋅ Mg1 ( x) + Mg2 ( x) + Mq1 ( x) + Mq2 ( x) )
Vc ( x) := 2⋅ Vc0 if x = 0

  Mo ( x)  
2⋅ Vc0 if  x > 0 ∧   > 1
  Msdmáx ( x)  
  Mo ( x) 
Vc0⋅  1 +  otherwise
Msdmáx ( x)
  

Vsw ( x) := Vsd ( x) − Vc ( x)

Mo ( x) = Msdmáx ( x) = Vc ( x) = Vsw ( x) =
x =
0.00 m 1458.20 kN⋅ m 0.00 kN⋅ m 520.01 kN -120.89 kN
3.00 2211.49 1752.97 520.01 -230.73
6.00 2764.18 3005.10 499.17 -312.89
9.00 2980.08 3756.37 466.28 -376.52
12.00 3040.86 4006.80 457.33 -457.33

Como todos os valores de Vsw são negativos, só é necessario Amin

fctm = 3.21 MPa fywk := fyk fywk = 500.00 MPa

fctm
ρ sw := 0.2⋅ ρ sw = 0.00128
fywk

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Asw := ρ sw⋅ bw⋅ 100 Asw = 2.57 cm por metro

A armadura de cisalhamento adotada é portanto a armadura mínima.


Portanto pode-se utilizar 1φ de 6,3mm c/ 20

16) CÁLCULO DA FLECHA

4
Eci = 33130.05 Mpa Ic = 0.13 m

L
δ adm := δ adm = 9.60 cm
250
Se asume:

P := Pα ( 0⋅ m) P = 3451.97 kN
f := caboeq ( 0⋅ m) − 0.1⋅ m f = 0.50 m

L = 24.00 m

P⋅ f kN
qeq := 8⋅ qeq = 23.97 (carregamento externo
2 m
L equivalente da protensão)

4
5 qeq⋅ L
δqeq := ⋅ δqeq = 2.44 cm
384 Eci ⋅ Ic

kN
CF w := q1 + q2 + ψ 1⋅ g1 + ψ 2⋅ g2 w = 28.85
m
4
5 w⋅ L
δ cf := ⋅ δ cf = 2.93 cm
384 Eci ⋅ Ic

Flecha inicial

a01 := δ cf − δqeq a01 = 0.50 cm

Flecha final
φ = 2.00

af := ( 1 + φ ) ⋅ a01 af = 1.49 cm

af < δ adm

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