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gramat1ca

, .

da língua
espanl1ola

RIIME • flada�e aaclenal de •alerial escolar


© 1 969
Direitos autorais exclusivos d a
FEN;\ME - Ministério da Educa<;áo e Cultura
Rio de Janeiro - GB
República Federativa do Brasil

Esta edi�ao da Gramática da Língua Espanhola foi publicada pela


FENAME - Funda�ao Nacional de Material Escolar, sendo Presidente
da República o Excelentíssimo Senhor Marechal Arthur da Costa e Silva,
e Ministro de Estado da Educa�ao e Cultura o Deputado Tarso Dutra.
GRAMÁTICA
,

DA LINGUA
ESPANHOLA
. , -

ANTOLOGIA E EXERCICIOS

MARIA DO CÉU CARVALHO


AGOSTINHO DIAS CARNEIRO

FE N A M E FUNDACAO NACIONAL DE MATERIAL ESCOLAR


-

MINISTÉRIO DA EDUCA<;AO E CULTURA


MARIA DO CÉU CARVALHO

Licenciada em. Letras Neolatinas


Curso de Doutorado pela Universidade de Madri
Prof•� do Estado da Guanabara e do Colégio Pedro 11

AGOSTINHO DIAS CARNEIRO

Licenciado em Letras Neolatinas


Curso de Doutorado pela Universidade de Madri
Prof. da Faculdade de Filosofía da Sociedade Universitária
Gama Filho
Prof. da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
PREFÁCIO

No século XVI, era a Espanha o maior impeno do mundo, onde o sol


nao se punha. Exercia no tempo de Felipe 11 poderosa influencia na Europa
e governava parte da América do Norte, quase a América do Sul inteira e
toda a América Central. Ampliava-se o seu raio de a9ao, através de Portugal
e das possessóes portuguesas, na Asia e na África.
No período de 1556 a 1665,.conhecido como "El Siglo de Oro" da cultura
espanhola, apresentou a Espanha urna constela9ao de genios como Cervantes,
Gongora, Velásquez, Murillo e tantos outros vultos de grande valor, que alcan-
9aram proje9iio mundial, nos mais variados setores da cultura. Assim, a Iíngua
espanhola irradiou-se por todo o planeta, permanecendo ainda hoje como urna
das línguas mais faladas.
Naquela constela9ao de genios, salienta-se Miguel de Cervantes Saavedra,
tido, agora, como um dos maiores escritores de todos os ternpos, mas que já
foi mtJito discutido e atacado.
Triste destino tem os grandes homens: é o de serem incompreendidos na
sua época e no futuro. Assim aconteceu, por exemplo, com César, nao somente
no seu tempo, mas ainda nos dias atuais, quando certos autores o· consideram
pod�roso genio de estadista, e outros como mero ambicioso vulgar, animado
dos instintos mais perversos. De igual maneira é tratado um Alexandre, o
Grande, um Marco Aurélio e um Napoleao. Niio apenas os notáveis homens
de a9ao sofrem tais críticas. Escritores eminentes estao submetidos ao mesmo
tratamento, como se dá com Cervantes, o genial intérprete da alma espanhola,
no tocante a sua humaníssima novela "EL INGENIOSO HIDALGO DON
QUIJOTE DE LA MANCHA". Tem-na, diversos comentadores dessa obra-pri­
ma, como sátira contra os livros de cavalaria, sátira que, no pensar deles,
bastante alegre e chistosa, se estende aos ideais medieválicos de honra, corte­
sía, amor e respeito a mulher, os quais, em pleno Renascimento sensual e
pagao, perdiam sentido. Nao viram esses superficiais eruditos que aqueta magis­
tral obra encerrava li9ao de profunda humanidade, fato esse percebido por
espíritos lúcidos e brilhantes, niio só espanhóis como Valera, Menéndez y Pe­
layo, Unamuno, Maeztu, Ortega y Gasset, Castro e Madariaga, mas também
estrangeiros como Schelling, Heine, Turgenev e Flaubert.
"DON QUIJOTE" é, realmente, obra-prima da literatura mundial; as
suas magníficas páginas, admiravelmente escritas por hábil manejador da pena,
alegram e comovem, fazem, ao mesmo tempo, rir e chorar, e a sua leitura
demorada e atenta nos obriga a pensar profundamente, o que se traduz em
ricos ensinamentos psicológicos, porque o sedutor novelista foi um grande
conhecedor da alma humana, que a descreveu como ninguém, nos seus aspectos
mais variados. Don Quixote e Sancho Pan9a exprimem a variegada gama
dos sentimentos do homem na vida prática. Cervantes, desse modo, com a
sua imortal novela, deu ao genero humano a mais bela e empolgante li9ao
de idealismo.

5
Assim, o herói cervantino, alto, magro e- alucinado, montado no seu es­
quelético cavalo Rocinante, acompanhado, nas suas inauditas aventuras, pelo
fiel escudeiro Sancho Pan<;a, baixote, rechonchudo e muito sensato, prinCipal­
mente nas suas faJas, onde intercala, de contínuo, provérbios populares nem
sempre a propósito, cada vez adquire mais vitalidade, sentido e significa<;ao;
éle é urna figura extraordinária que, aos poucos, come<;a a ser compreendida.
Don Quixote é, ao mesmo tempo, poético, romantico e sonhador; nobre, apaixo­
nado e altruísta. É poético e nobre, porque tem como programa da sua vida a
prática do bem e da justi<;a, desejando proteger os débeis contra os fortes, amparar
os infelizes e desgra<;ados, consolar os tristes e abatidos, e orientar e aconselhar a
todos, o que faz nos seus discursos pomposos e eloq üentes, onde, no meio de mui­
to chiste e humorismo, extravasa o autor, pela boca de tao singular criatura,
um manancial inesgotável de sabedoria; é romantico e apaixonado, porque
todos os seus atos, fa<;anhas e aventuras sao inspirados pela inefável Dulcinéia
del Toboso, dama de infinita beleza, de quem está loucamente enamorado no
mais belo e delicado culto da mulher; é sonhador e altruísta, porque, de fé
inabalável, permanece firme nos seus propósitos, desejoso sempre de beneficiar o
próximo, sinceramente cr.ente na possibilidade de um mundo melhor.
Nesta interpreta<;ao verdadeira, que penetra bem nas inten<;óes do grande
escritor, Don Quixote vive agora, desperta do seu profundo sono, para pros­
seguir no seu caminho, como infatigável cavaleiro andante, ansioso de nome,
fama e glória, porque tem consciencia da sua altíssima missao. E, em
nosso mundo materializado, onde os sentimentos nao tém lugar, onde o co­
ra<;ao humano fica opresso, virá dentro da sua exótica armadura, com a
lan<;a em riste, bem firme no seu Rocinante, enfrentar novas Jutas, sempre em
busca de novas aventuras, desejando convencer a humanidade da nobreza dos
seus propósitos, da ardente fé que lhe anima a alma, para pregar com entu­
siasmo e devo<;ao o primado da afetividade, delicadeza dos modos, o culto
da mulher, o bom gosto por tudo o que é belo, o amor a verdade e o culto
da justi<;a.
Nao tenhamos dúvidas. Outra vez Don Quixote será incompreendido, hos­
tilizado e atacado; apanhará, novamente, valehtes surras, será apredrejado e
ridicularizado. Mas é preciso que o Cavaleiro da Triste Figura nao desanime
e prossiga na sua obra. Os idealistas de todos os tempos percebem a alta sig­
nifica<;ao desses fatos, que Cervantes, de forma tao engenhosa, imortalizou.
Don Quixote, agora, é um símbolo imortal dos ideais da cultura. E,
por isso, a obra do insigne escritor, no presente, adquire atualidade e vida.
Nao pensarao assim, claro está, os filisteus da cultura, que deJa, apenas se
utilizam com fins egoísticos, degenerando-lhe as finalidades altruísticas e hu­
manitárias, porque filisteu da cultura é todo aquéle que perverte a nobreza
da arte, da ciencia e da filosofía, explorando . essas disciplinas miseravelmente
em uso contrário aos seus obfetivos. Mas os homens realmente cultos, que
dedicam a sua vida ao cultivo do bem, do belo, do justo e do verdadeiro acei­
tarao o sentido daquele tocante simbolismo.
Eis a grande li<;ao de Cervantes, que, agora, come<;a a ser compreendida.
Dentro daquele ponto de vista, a famosa e empolgante novela ganha nova
expressao, assim como os notáveis diálogos de Don Quixote e Sancho Pan<;a
e os acontecimentos inesquecíveis da vida aventurosa dos dois grandes heróis.
Don Quixote, com o seu forte idealismo, fé inquebrantável, firmeza de propó­
sitos e desejo de restabelecer a justi<;a no mundo, é a figura simpática e digna
de admira<;ao que comove todas as almas bem formadas da nossa época. Tais
almas também aspiram a vitória dos valores culturais, para o bem e a felicidade

6
do genero humano. Mas, para alcanc;ar tal objetivo, mister se faz a !uta, e
no caso, a !uta pelo espírito, que é urna !uta com finalidade vital bem definida,
porque, realmente, cumpre por o espírito em contato com a vida, para espiri­
tualizá-la, atualizar os valores da época e intervir ativamente no curso dos
acontecimentos.
Assim, a Juta pelo espírito é urna !uta real, que cada vez mais se torna
imperiosa, exigindo que os sábios saiam do fundo dos seus Iaboratórios, os
artistas dos seus "ateliers" e gabinetes, . os santos da sua solidao, e venham
todos para o plano da atividade defender os seus altos ideais, porque a ci­
vilizac;ao se encontra diante dos maiores perigos . ..
Nesse sentido, a verdade contemporanea é bastante expressiva. O mundo
esteve em chamas, apresentando os mais terríveis espetáculos dantescos, com
as suas cidades bombardeadas. Tudo foi impiedosamente sacrificado pela guer­
ra: crianc;as, mulheres e velhos; instituic;oes de ciencia, arte e filosofia; uni­
versidades e centros de cultura. As bombas de·stroc;aram tudo. Nada escapou.
Os instintos primitivos mais ferozes se desenvolvem no crime e na mor­
tandade. A sociedade ve-se dominada pela intriga, crueldade e egoísmo exage­
rado. Há um rebaixamento do nível mental. Em toda parte, explode o ódio
e a maldade.
Eis o palco em que terao de atuar os defensores da cultura contra a onda
da barbaria dominante, a moda de Don Quixote, o qua!, com o seu animo
intrépido, nunca recuava diante das dificuldades, se bem que, por vezes, con­
fundisse urna pousada com um castelo, os moinhos de vento com enormes
gigantes. .. Em todos os seus atos e atitudes, porém, sempre era fiel aos nobres
princípios da cavalaria andante ...
A civillzac;ao, hoje,. exige os fanáticos da cultura, que se sacrifiquem em
benefício do futuro. Pobre da humanidade se faltarem os Dons Quixotes da
cultura, o quixotismo cultural, isto é, o quixotismo espiritual e cristao! . ..
Jamais poderá ser olvidada a bela lic;ao de idealismo de Cervantes. :l!ste,
como disse Unamuno, "tirou Don Quixote da alma do seu povo e da alma
da humanidade inteira e, no seu imortal livro, devolveu-o ao seu povo e a toda a
humanidade".
De acordo com essa mensagem, a Fundac;ao Nacional de Material Escolar
compreende perfeitamente a grandeza da Espanha e está certa de que ela ainda
terá alta missao nos destinos da humanidade, se permanecer fiel a sua essencia
eterna, isto é, ao seu quixotismo cristao. Por isso quer divulgar a língua
espanhola no Brasil, para permitir ao nosso estudante o estudo das obras dos
grandes mestres daquele povo.
Dentro desse objetivo, a FENAME, preenchendo urna !acuna no ensino
do Espanhol no 2° Ciclo, apresenta, em larga tiragem, a P edic;ao da GRAMÁ­
TICA DA LfNGUA ESPANHOLA, de autoria dos ilustres professores Maria
do Céu Carvalho e Agostinho Dias Carneiro, ambos Licenciados em Letras
Neolatinas e com especiais cursos de pós-graduac;ao realizados em Madri.

Río de Janeiro, julho de 1969.


HUMBERTO GRANDE
Diretor Executivo da
Funda�áo Nacional de Material Escolar

7
Ao Departamento Cultural da Embaixada da Espanha manifestamos nossos melhores
agradecimentos pela colabora�ao que prestou através do material ilustrativo que nos
foi cedido tao gentilmente.

Os Autores

8
APRESENTA(.;A.O

Esta obra é ao mesmo tempo urna antologia,


urna gramática e um Jivro de exercícios, pois foi essa
a divisiio por nós adotada em todas as li9óes, como
a que melhor conduziria o aluno a um aprendizado
rápido e consideravelmente amplo da língua espa­
nhola.
Os textos apresentados foram cuidadosamente
escolhidos entre os melhores autores do idioma es­
panhol, !'evando-se em considera9iio nao só sua qua­
lidade estética como também seu aproveitamento
didático.
A gramática, na medida do possível, apresenta­
-se completa e atualizada segundo as Novas Normas
da Real Academia Espanhola. Compete ao professor
fazer a sele9iio necessária da matéria a ser minis­
trada, assim como sua ordem de apresenta9iio dentro
do ano letivo.
Com o intuito de dar maior dinamica ao apren­
dizado, acrescentamos numerosos exercícios em cada
li9iio cuja resolu9iio se encontra no fim do livro.
A inclusiio de excertos de autores brasileiros tem o
objetivo de levar ao aluno maior motiva9iio para
a assimila9iio do espanhol.
Completam a obra alguns apendices de enorme
utilidade e um dicionário de palavras existentes nos
textos do livro.
Acreditamos com isso, estar proporcionando ao
estudante os meios necessários e suficientes para um
estudo completo da língua espanhola, dentro dos
moldes tra9ados pela Funda9iio Nacional de Mate­
rial Escolar.
Teremos muito prazer em receber sugestóes
de nossos colegas.
Os Autores

9
,

INDJCE GEHAL

LECCióN 1�- LA LENGUA ESPAÑOLA


Español . . . . . . . . . . . . . :. . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
El alfabeto . . . . . . . . .
. . . . ._ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ·.. . . . . . 24
Vocales y consonantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . 24
Diptongo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . 25
Triptongo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 26
Pronunciación de las consonantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
Observación ( división silábica) . . . . . . . . . . . . . ... . . .. . . . . . . . 29
Signos de puntuación . . . .. . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . ; . . . . . . 29
Seseo y yeísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. .. . . . . . . . 30

LECCióN 2�- LA GEOGRAFIA DE ESPAÑA


· La Geografía de Espaha (Manuel de Terán ) . . . . . . . . . . . . . . 36
Acentuación ortográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
Heterotónicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . 39
Lecturas - Paisaje (José Ortega y Gasset ) . . . . . . . . . . . . . . . 40
Baladilla de los Tres Ríos ( Federico García Larca) 40
Ejercicios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . .. . .. . . . 42

·LECCióN 3•• - LA HISTORIA DE ESPAÑA


Historia Rica - "España para Usted" . . . . . . . . . . . . .. . . .... . 44
Artículos determinantes y indeterminantes . . . . . . . . . . . . . .... . 45
Reglas para el uso del artículo determinante . . . . . . . . . . . :. . . . 45
Nombres de personas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .... . 45
Nombres geográficos . . . . . . . . . . ·. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46
Nombres propios de barcos, de edificios o de locales . . . .... . 47
El artículo neutro LO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
El artículo El ( delante de palabras femeninas ) ·. . . . . . . . . . . . . . . 47
Contraccione-s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
Lecturas - Las Lanzas de Velázquez (Manuel Machado) . . . . . ., 48
Nuestra Historia ( Menéndez Pela yo) . . . . . . ..... 49
Los Conquistadores ( Manuel Machado) . . . . .... . 52
Ejercicios 52

. LECCióN 4•• - EL PUE B LO ESPAÑOL


El Español de Hoy (Manuel Calvo Hernando) . . . . . . . . . . . . . 57
Número de los sustantivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. 58
11
Formación del plural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
Primer Tipo - Nombres terminados en vocal no acentuada . 58
Segundo Tipo - Nombres terminados en vocal acentuada . . . . . . 58
Tercer Tipo - Nombres terminados en consonantes . . . . . . . . 58
Cuarto Tipo - Palabras compuestas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59
Quinto Tipo - Sustantivos que no tienen plural . . . . . . . . . . . . 59
Sexto Tipo - Sustantivos que no tienen singular . . . . . . . . . . . . 60
Séptimo Tipo - Plural de formación irregular . . . . . . . . . . . . . . 60
Lecturas - El Alma Española (Antonio G. Onieva) . . . . . . . . 61
El Hombre de la Llanura ( Rómulo Gallegos) . . . . . . 62
Por Tierras de España ( Antonio Machado) . . . . . . 62
Ejercicios 64

LECCióN s� - LAS FIESTAS


Panorámica ( Walter Mangold y José Tejedor) . . . . . . . . . . . . 66
Género de los sustantivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67
Formación del femenino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67
Primer Tipo - Comunes de dos géneros . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67
Segundo Tipo - Epicenos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67
Tercer Tipo - Sustantivos cuya forma e s sacada de la forma
masculina . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . .. . . . . . . . . . .68
. . . . . . . . _. .

Cuarto Tipo - Sustantivos cuya forma es completamente distinta


de la masculina . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . ... . . . . . 68
. . . . . . .

Quinto Tipo - Sustantivos cuya signüicación cambia con la


mudanza de género . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . 69 .

Sexto Tipo - Sustantivos usados ya como masculinos ya como


femininos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69
Séptimo Tipo - Los heterogenéricos . . . . . . . . . . . ... . �o
. . . . .

Observaciones . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . .... . . ....
. . . 70
. . .

Lecturas - Danza ( García Lorca) . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . 72


Maya ( Lope de Vega) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . 72
Las Ferias de Sevilla (José María Salaverria) . . . . . . 74
Ejercicios 75

LECCióN 6•- LAS FIESTAS RELIGIOSAS


Navidad (Juan Ramón Jiménez) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78
Género de los adjetivos calüicativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. 80
Primer Tipo - Una sola forma para el masculino y el femenino 80
Segundo Tipo - Formas distintas para el masculino y femenino 80
Número de los adjetivos calificativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. 80
Grados de significación del adjetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80
Casos especiales de grado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82
Lecturas - Semana Santa - "España para Usted" . . . . . . . . 82
12
Procesión (Garcia Lorca ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83
Saeta ( García Lorca) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83
Ejercicios 84

LECCióN 7 � - EL ARTE ESPAÑOL


-
On Poco de Arte - "España para Usted" . . . . . . . . . . . . . . . . . 86
Aumentativos .- . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87
Diminutivos . .
. .
. . . . . . . . . . . · . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87
Diminutivos familiares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88
Despectivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
Lecturas - Naturaleza Muerta ( Rubén Darío) . . . . . . . . . .. . 89
El Caballero de la Mano al Pecho ( Manuel
Machado )· . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90
La Infanta Margarita ( M. Machado) . . . . . . . . . . 92
Ejercicios 93

LECCióN 8'' - LAS DIVERSIONES


Las Diversiones (Manuel C: Hernando) . . . . . . . . . . ... . . . . . . 98
Numerales cardinales . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . 99
Ordinales . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 1 00
Partitivos . . . . . :. . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 1 00
Múltiplos ... .
. . ,.. . . . .. ... . ... ... .
. . . . . . . . . . ... . . . . . . 101
Colectivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . 101
Distributivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . .. . . . . . . . 101'
Lecturas - Dice la Guitarra ( M. Machado) . . . . . .. . . . . . . . 1 02
Cantares (M. Machado) . . ... . . . . . . ... . . . . . . 1 02
Ejercicios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 1 03

LECCióN 9 ' - LA CORRII> \ DF. TOROS


-
La Corrida - "España para Usted" . . . . . . . . . . . . . . . . ..... . 1 06
Los demostrativos . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ...
. . 1 07
Los posesivos . . . .. . .
. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 08
Observaciones . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 08
Lecturas - Pase de la Muerte ( Gerardo Diego) . . . . . . . . . . . . 1 09
Agonía del Toro (Rafael Morales ) . . . . . . ...... 1 09
La Cogida y la Muerte ( I ) . . . . . . . . . . . . . . ...... 1 10
Sangre Derramada (II) . . . . . . . . . . . . . . . . . .... . 111
Cuerpo Presente ( III) ( García Lorca) . . . . . . . . . . 1 14
Ejercicios 115

LECCióN 10•- L A CIUDAD


Panorámica (W. Mangold y J. Tejedor) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120
Pronombres relativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121
Interrogativos ..... . ... . .. .... .. . . .. ..
. . . . . . . . . . . . . . . . 1 22
Adjetivos y pronombres ;ndefinidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 22
13
Lecturas - Enseña Cómo Todas las Cosas Avisam de la Muerte
.(Francisco de Quevedo) , . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . 1 22
Madrid Viejo (M. Machado) . . . . . . . . . . . . . . . .. . 1 23
Toledo ( Manuel B. Cossío ) . . . . . . . . . . . . . .. .. . 1 24
Ejercicio� .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .... . . 1 25

LECCióN 11� - LAS PROFESIONES


El Trabajo ( Manuel C. Hernando ) . . ·
.
· . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 29
Pronombres personales sujetos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 30
Formas de tratamiento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . 1 31
Abreviaturas de tratamientos .". . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 32
Pronombres personales complementos . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 133
Formas acentuadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . 1 33
Formas inacentuadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . 1 33
Reglas para el uso del pronombre complemento . . . . . . . . . . . . . . 1 34
Próclisis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . 1 34
Énclisis .. . . . . .. .. . . . .. . ... . .. . . . ... . . . .. .. .. .
. . . . . . . 1 34
Concurrencia de dos pronombres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 35
Lecturas - El Sentido de la Profesión (Gabriela Mistral) .. . . . . 1 35
Aguafuerte ( Rubén Da río) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 36
Pastorales (Juan R. Jiménez) . . . . . . . . . . . .. . . . . 1 37
Ejercicios 1 38

LECCióN 12� ..:___ LA ECONOMIA ESPAÑOLA


La Economía Española ( W. Mangold y J. Tejedor) . . . . ...... 1 40
Apócope . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 141
Lecturas - Piedras Preciosas ( Lope de Vega) . . . . . . .. ... . . . 1 44
La Perla y el Diamante ( Santiago Pérez ) .. ..... . 1 44
Productos de España (Péres Galdós ) . . .. ..... . 1 45
Ejercicios 1 46

LECCióN 13'1 - EL CAMPO


El Campo (J. Ortega y Gasset) . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 1 50
Las conjugaciones . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . .. . . . . . . 151
Modos y tiempos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . .. . . . . . . 151
Observaciones . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . .. . . . . . . 151
Voces verbales . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . .. . . . . . . 1 52
Verbos auxiliares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . :. . . . . . . 1 52
Lecturas - Vida Retirada ( Fray Luis de León) . . . . . .. . . . . . . 1 55
El Pueblo (Juan R. Jiménez) . . .. . . . .. . . . . . . . 156
E n el Campo (Ciro Alegría) . . . . . . . . . .. . . . . . . . 1 57
Ejercicios 1 58

14
LECCióN 14'' - LA CASA
La Posada de la Goya ( Pío Baroj a ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162
Las conjugaciones regulares . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 163
Formación de los tiempos derivados . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 167
Lecturas - La Vivienda (Elena Villamana ) .. . . . . . . . . . . . . . . 169
María (Jorge Isaacs ) . . . . . . . . .... . . . . . . . . . . . . 169
Casita ( Azorín ) . . . � . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 1 70
Ejercicios 171

· LECCióN 15� - LOS ANIMALES


Gallo (Azorín ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . 176
Observaciones sobre la irregularidad de los verbos . . . . . . . .. . 177
Verbos de irregularidad común . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . 177
Verbos irregulares ( 1 � - 4� clases ) . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . 177
Primera clase (confesar, entender y discernir ) . . . . . . . . .. .. . 177
Segunda clase (contar y mover) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . 178
Tercera clase (nacer, crecer, conocer y lucir) . . . . . . . . . . . .. . 179
Cuarta clase (conducir) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . 180
Lecturas - Poesía ( Lope de Vega ) . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . 181
Filosofía ( Rubén Darío ) . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . 184
Ejercicios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184

LECCióN 16'' ....:...- LOS V EGETALES Y LAS FRUTAS


La Agricultura (Emilio de Figueiroa ) . . . . . . . .... ... . . . . . . 189
Verbos irregulares ( 5�- 8� clases ) . . . . . . . . . .... ... . . . . . . 190
Quinta clase (tañer y mullir) . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . 190
Sexta clase ( servir y pedir) . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 191
Séptima clase (reír y ceñir) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . :. . .. 192
Octava clase ( sentir) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . ... . .. .. . 194
Lecturas - Las Encinas (Antonio Machado) ..... ... . . . .. . 195
Frutas ( Lope de Vega) . . . . . . ........ . .. . .. 196
Ejercicios 197

LECCióN 17'' - LA COMIDA


Gastmnomía (Manuel C. Hernando ) 200
Verbos irregulares ( 9� - 12� clases ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201
Novena clase '(jugar y inquirir) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201
Décima clase (huir) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201
Undécima clase ( dormir y morir ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202
Duodécima clase ( valer y salir) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203
15
Lectura - Boda y Acompañamiento del Campo (F. Quevedo) 206
Ejercicios . .. . . . . .. .. . . .. .. . . .. . . . .. ... . . . ... . .. . ..
. 208

LECCióN 18� - LOS VINOS


Los Vinos - "Los Españoles Día a Día" . . . . ... . . . . . . . . . . . 212
Verbos de irregularidad propia . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . 214
Lecturas - Una Cena (Baltasar de Alcázar) .. . . . . . . . . . . . 222
Los Vinos (Elena Vill!tmana ) . . ... . . . . . . . . . . . 224
Ejercicios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225

LECCióN 19� - EL CUE�PO HUMANO


El Físico de Don Juan (Gregario Marañón ) . . . . . . . . . .... . 230
Conjugación de los verbos en lAR . . . . . . . . . . . . . . . . . .... . 23 1
Conjugación de los verbos en UAR . . . . . . . . . . . . . . . . : . . . . . 232
Verbos defectivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . 232
Lecturas - A Una Nariz (Quevedo ) . . .. . . . . . . . . . . . .... . 233
Facundo (Domingo F. Sarmiento) . . . . . . . .... . 233
El Cuerpo Humano . . . . . . . . . . . : . . . . . . . . . . . . 235
Ejercicios 237

LECCióN 20• - LOS VESTIDOS


Escaparate (Azorín ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . 242
Principales adverbios . . . . . . . . . . . . . . . . . : . . . . . . . . . . . . . . . . 243
De tienipo . . . . . . . . . . . . . . . . .- . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243
De lugar ..... .. ............. ................. ... .. . 243
De modo . . . . . . . . . . : . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244
De cantidad . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244
De afirmación 244
De negación ................................. . ..... . 244
Adverbios pronominales . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244
Algunos modos adverbiales . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..... . 244
Lecturas - Felipe IV (M. Machado) . . . . . . . . . . . . . . ..... . 246
Conversación (Julio M. Almoyna) . . . . . . ..... . 247
Ejercicios 248

LECCióN 21•- LOS COLORES


Acuarela (Rubén Darío) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .... . 250
Preposiciones . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . ... . 25 1
Preposición A com complemento directo . . . . . . . . . . .. . . .... . 252
Frases prepositivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . : . . . . 258
Lecturas - Paisaje ( García Lorca) . . . . . . . . . . . . .. . . .... . 259
La Casa de Aizgorri ( Pío Baraja ) . . . : . . . . . . . . 259
La Amapola (Juan R. Jiménez) . . . . . .. . ..... . 260
Ejercicios 261
16
LECCióN 22� - EL TIEMPO
Las Horas (Ricardo Palma) 264
Conjunciones . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . .. . 265
Interjecciones . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . 266
Lecturas - Poesía (Juan R. Jiménez) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267
Los Lunes me Llamaba Nicanor ( Gastón Baquero) 267
El Otoño (Juan R. Jiménez) . . . . . . . . . .. . .. .. . 268
El Abril, las Aguas Mil (A. Machado) . . ·. . . .. . . . 270
Ejercicios 27 1

LECCióN 23� - LA ESCUELA


La Escuela de Casasana (Camilo José Cela) . . . . . . . . . . . . . . . . 275
Formación de palabras compuestas y derivadas . . . . . . . . . . . . . . 276
Prefijos latinos y griegos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . 276
Sufijos - sustantivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . 278
Sufijos - adjetivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . 279
Sufijos - verbos : . . .. . . .. .. . .. . . .. . . . ... . . . . .
. . . . . . . . . 280
Lecturas - La Infancia de Silvestre Paradox ( Pío Baroja) . . . . . 28 1
La Oración de la Maestra ( Gabriela Mistral ) . .. . . . 282
Ejercicios . . .. . . .. . . . . .. .. . . .. . . . . .. . . . . ... . . . .
. . . . . . 283

LECCióN 24'' - LA FAM ILIA


Palomas Blancas y Garzas Morenas (Rubén Darío) .... ..... . 286
Régimen . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . 287
Infinitivo complemento de verbo de movimiento . . .... ..... . 287
Repetición de la Preposición . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 287
Dónde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287
Lecturas - La Muerte de la Niña ( Pío Baroj a ) . . .... ..... . 288
Conversación (Elena Villamana) . . . . .... ..... . 289
Ejercicios 289

LECCióN 25� - LOS TRANSPORTES


Los Transportes de la Capital (W. Mangold y J. Tejedor) . .. . . . 294
Concordancia entre sustantivo y adjetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294
Concordancia del verbo con· el sujeto . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . 295
Lecturas - En, Tren (A. Machado ) . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . 296
Pasaporte y Aduana (España para Usted) . . . . . . 298
Ejercicios . . .. . . .. . . . . .. .. .. .. .. . . .. . . . . .. .. ..
. . . . . . . 298

LECCióN - LA LITERATURA ESPAÑOLA


26''
Los Hijos de la Fantasía y su Naturaleza ( Ramiro Maeztu) . . . . . . 300
Reglas de ortografía . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. 301
17
Lecturas - Don Quijote (Miguel de Cervantes y Saave-
dra) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . . .. .. . 303
El Cid (José María G. Córdoba) . . . . . . . . . . . .. . . .. . . .. .. . 304
La Celestina (Fernando de Roj as ) . . . . . . . . . . .. .. .. . .. . .. . 305
Ejercicio 306

APíNDJCES
Primero - Palabras que en portugués tienen acento tó-
·
nica distinto del español . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308
Segundo - Palabras que tienen género distinto del por-
tugués . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311
Tercero - Los participios pasivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 314
Cuarto - Palabras de distintas grafías . . . . . . . . . . . . . . . . . . 318
Quinto - Verbos irregulares y defectivos . . . . . . . . . . . . . . . . 327
Sexto - Textos seleccionados de autores brasileños . . . . . . . . 3 35

O Sertanejo - Euclides da Cunha . . . . . . . . . . . . 337


Baleia - Graciliano Ramos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338
O Café - Joaquim M . d e Macedo . . . . . . . . . . . . 339
O Despertar do Corti<;o - Aluisio de Azevedo . . 340
Iracema - José de Alencar . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 1
O Natal de Outrora-'- Coelho Neto . . . . . . . . . . . . 342
O Jardim - Cecília Meireles . . . . . . . . . . . . . . . . 342
Horas Mortas - Antonio M. Alberto de Oliveira . . 342
As Baianas - .Manuel Antonio de Almeida . . . . 343
Olhos de Ressaca - Machado de Assis . . . . . . . . 344
O Ateneu - Raul Pompéia . . . . . . . . . . . . . . . . . 346
O Patriotismo - Rui Barbosa . . . . . . . . . . . . . . . . 347
Os Transportes no Río Amazonas ( adapta<;ao) -
José V. C. Pereira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 349
O Livro e a América Castro Alves . . . . . . . . .

350

RESOLUCióN DE LOS EJERCICIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352

DICCIONA RIO 364


18
ABREVIATURAS EMPLEADAS EN ESTE LIBRO

adj. - adjetivo loe. - locuc;áo


adv. - adverbio m. - masculino
amb. - ambiguo m. adv. - modo adverbial
ant. - anticuado Mar. - Marinha
Arg. - Argentina Méx. - México
Bot. - Botánica Mil. - Militar
comp. - compuesto part. - participio
perf. - perfecto
conj. - conjunción
pl. - plural
D. - Defectivo
pluscuamp. - pluscuamperfecto
dice. - diccionario
poet. - poético
dim. - diminutivo port. - portugués
ed . - edición pot. - potencial
esp. - español pr. - pronombre
f. - femenino prep. - preposición
fam. - familiar pres. - presente
fig. - figurado pret. - pretérito
fr. - francés reflex. - reflexivo
fut. - futuro reg. - regular
ger. - gerundio relat. - relativo
gram. - gramática s. - sustantivo
imp. - imperfecto subj. - subjuntivo
imperat. - imperativo sing. - singular
indef. - indefinido t. - tiempo
indic. - indicativo Taur. - Tauromaquia
inf. - infinitivo u.m. - usado más
interj. - interjección v. - verbo
interrog. - interrogativo v.i. - verbo irregular
I.P. - Irregularidad Propia v.t. - verbo transitivo
irreg. - irregular Zool.·- Zoología

19
LA 'LENGUA ESPA ÑOLA

1 . El Alfabeto

2 . Vocales y Consonantes. Pronunciación

3 . Signos de Puntuación

4 . Ejercicios

LECCION
}.a
ESPAÑOL

AMADO ALONSO
y
PEDRO HENRIQUEZ UREÑA

''Gramática de la Lengua Castellana"

Nuestro idioma se llama español y castellano. Hasta el descubrimiento


de América ( 1492 ) , nuestra lengua se llamó casi siempre castellana, rara
vez española, porque hasta entonces fué solamente la lengua de Castilla,
uno de los reinos cristianos peninsulares. En tiempo de los Reyes Católicos,
España logra su unidad nacional bajo la dirección de Castilla. El idioma
de Castilla pasa a ser el de España, no sólo porque toda España lo usa
siQo porque toda España contribuye ahora a su evolución y perfección.
_En el siglo siguiente, nuestro idioma llega a su mayor esplendor, y eso
es obra de los escritores de todas las regiones peninsulares y de los primeros
grandes escritores de América. Sin embargo, nuestro idioma ha conservado
también su antiguo nombre de castellano, que en América se usa más
que el de español.
El español se habla en España y sus posesiones de África, en la
Argentina, el Uruguay, el Paraguay, Chile, Bolivia, el Perú, Ecuador, Co­
lombia y Venezuela (América del Sur ) , Panamá, Costa Rica, Nicaragua,
Onduras, El Salvador y Guatemala (América Central ) , México, Cuba,
Santo Domingo, la isla de Puerto Rico e, em Asia, parte de las Islas Fi­
lipinas.
23
1 . EL ALFABETO

Los sonidos españoles están representados por las letras siguientes :


A - a J - jota R - ere (erre)
B - be K - ka RR - erre
e - ce L - ·-·ele S - ese
CH - che LL - elle T - te
D - de M - eme u - u
E - e N - ene V - uve
F - efe Ñ - eñe X - equis
G - ge o - o y - i griega
H - hache p - pe z - zeta, zeda
I - i QU - cu

OBSERVA CióN: Los nombres de las letras en español son femeninos.


Portugués Español
o "a" la "a"
o "efe" la "efe''
o "agá" la "hache"
o "u'' la "u"

2 . VOCALES Y CONSONANTES. PRONUNCIACióN

A) VOCA LES

Las vocales españolas pueden ser divididas en :


vocales cerradas - /i/, /u/
vocales medias - /e/, /o/
abiertas - /a/
Las vocales E y O son siempre cerradas como en las palabras portuguesas
"BOLO" y "VOCE".
Dentro, todavía, de la clasificación fisiológica de las vocales españolas,
podemos clasificarlas en :
vocales anteriores - /i/, /e/
vocales posteriores - /o/, /u/
vocales centrales - /a/
24
)'
anterior central posterior

Esquema figurado de las vocales españolas.

DIPTONGOS

La unión de dos vocales en una sílaba, presentando una de ellas mayor


abertura, constituye un DIPTONGO.
Los d iptongos españoles pueden ser :

Crecientes: son ocho en español. Llamamos d iptongos crecientes a


los que presentan la vocal que forma el núcleo silábico en posición secundaria.
lA hacia , rabia, sucia
lE d iente, pierde, tiempo
10 odio, radio, labio
IU ciudad, triunfo, diurético
UA guarda, agua, cuatro
UE cuerda, muerte, suelo
UI ruido, ruina, muy
UO arduo, asiduo, antiguo

Decrecientes: son seis en castellano. Llamamos diptongos decrecien­


tes a los que presentan el núcleo silábico en posición primaria.
Al aire, baile, Cairo
El peine, seis, veinte

25
01 - boina, voy, doy
AU - causa, Augusto, aula
EU - Europa, feudo, Ceuta
OU - bou, !o unió, !o usó

1 RIPT0"-<·0�

La unión de dos vocales cerradas y una abi erta en una misma sílaba
recibe el nombre de TRIPTONGO.
Los triptongos. españoles son cuatro :
IAI - despreciáis, limpiáis
UAI - apaciguáis, atestiguáis
IEI - sentenciéis, envidiéis
UEI - buey, acentuéis

OBSER VA CION: La "Y" puede ser considerada vocal o consonante.


Es consonante al inicio de palabra o en sílaba medial; en los
demás casos suena como vocal.
consonante : yeso, suya
vocal : ley, Juan y Enrique

B) CONSONANTES

CUADRO GENERAL DE LA CLASIFICACióN DE LAS CONSONANTES

1
¡
j
l ABIODENlALES F

INTERDENTALES

DENTALES
1

T I D
z.
¡Ante
e
t.: 1 ¡ 1
1
1 1
ls
1
ALVEOLARES L R. RR

PALATAI.ES

VEI.ARES ("CAnte A •
l cH ¡Y LL
¡:
• U¡
QU, K
--

26
PRONU NCI ACióN DE LAS CONSO NANTES

- Se confunden en la pronunciación del español. Para


B y V escribirlas correctamente hay que acudir a las re·
glas de ortografía:
B - bueno, bomba, bello
V - suave, vaso, vino

- La consonante e delante de /e/ o /i/ y la conso­


C y Z nante Z tienen el mismo sonido interdental ( 1) :
e - César, ciento, cifra
Z - zarzuela, lazo, azul

- La consonante e delante de /a/, /o/ y /u/ y la


CyQ consonante Q tienen sonido semejante al portu­
gués :
e - casa, color, cuaderno
Q - querido, líquido, queja

La pronunciación de esta letra doble corresponde


CH al sonido "tche" :
eH - China, chocolate, choza

La D y la T se articulan en los incisivos superio­


D y T res. La b final es siempre muda:
D - dedo, día, dado
Madrid, ciudad, vanidad
T - techo, tía, tarea

- Tiene sonido idéntico al portugués :


F F - café, fonética, Fernández

- La G delante de /e/, /i/ y la J suenan como


G y J fricativa fuerte:
G - original, ingenio, gitano
J - Jesús, jarra, júbilo

27
La G con /a/, /o/ y /u/, GUE y GUI suenan
G y GU como en portugués :
G - goma, goloso, gato
GU - guerra, guía, guitarra

OBSER VACióN: Si la /u/ de los grupos GUE y GUI


lleva diéresis, es pronunciada :
Gü - agüero, vergüenza, lingüística

La H es siempre muda :
H H - hombre, hijo, hambre

La K tiene muy poco uso. Es empleada en nom­


K bres extranjeras y en palabras derivadas del griego :
K - kilómetro, kilo, Kaiser

OBSERVA CióN: En algunas palabras puede emplearse


la Q en lugar de la K :
Q - quilómetro, quilo

La L suena como en portugués, cuando viene al


L y LL principio de sílaba; cuando viene al final de sílaba
no tiene sonido de /u/ como en portugués, pero
debe mantener su valor lateral ( 2 ) :
L - luna, lado, lejos
mal, sal, cal
La LL tiene el mismo sonido de "LH" en por­
tugués :
LL - calle, silla, llanto

La M y la N en español tienen el mismo sonido


M y N portugués :
M - madre, monte, Málaga
N - delante, nada, nudo
OBSER VACióN: No se emplea la M al final de pala­
bra, salvo casos excepcionales.

- Suena como el grupo "NH" en portugués :


� Ñ - España, sueño, caña

28
Suena como en portugués :
p P - padre, pecho, palo

La R en medio de palabra es suave; la R inicial


R y RR y la RR tienen sonido fuerte :
R - cariño, arena, canario
R, RR - rico, rojo, guerra

El sonido de la S es siempre correspondiente al


S "SS" portugués :
S - casa, sopa, ingleses
OBSER VACióN: No hay en español la doble SS.

Tiene sonido idéntico al grupo CS :


X X - examen, exacto, sexo

Suena como consonante al inicio de palabra o en


y sílaba medial. En los demás casos suena como
vocal :
Y (consonante ) - yerno, yo, afluyó
Y ( vocal ) - ley, soy, voy
OBSER VA CION: La división silábica en español es semejante a la portuguesa,
pero las letras LL, RR son indivisibles:
perro - pe-rro
calle - ca-lle
Castilia - Cas-ti-lla

3 . S IGNOS DE PUNTUACióN

Los signos de puntuación en español son los mismos empleados en


nuestro idioma, salvo los signos de admiración ( ¡) y interrogación ( ¿) que
vienen también antes de la oración o frase que introducen.

¿ Cómo está?
¿ Pero, quién es usted?
¡ Qué día hermoso!

29
En las frases u oraciones que son admirativas e interrogativas al mismo
tiempo, habrán de ponerse los dos signos, uno al principio y otro al final:

¡Qué pasó, Dios mío?


¿ Qué pasó, Dios mío!

( 1 ) - pág. 27

SESEO es el cambio de la pronunciación de la Z en general y de la C


delante de /e/ o /i! para S (correspondiente a la SS del portugués) que
ocurre en casi toda América y en algunas regiones de España, como An­
dalucía, Cataluña y Valencia :
______/
cocer ( suena cosser )
zarzuela ( suena sarsuela )

El 11 Congreso de Academias de la Lengua Española recomendó, en


1 95 6, que en la próxima edición de la Gramática de la Real Academia el
SESEO sea legitimado.

(2 ) - pág. 28

El hábito de pronunciar la LL igual que Y recibe el nombre de


YE1SMO.

pollo ( suena poyo)


Sevilla ( suena Sebíya)

Existe hoy yeísmo en toda Andalucía, en Extremadura y otras partes


de España y en algunas de Hispanoamérica, muy especialmente en las zonas
del Río de la Plata y del Caribe.
En Sudamérica ocurre la pronunciación de la LL igual que la J por­
tuguesa, lo que también ocurre con la Y. Tenemos aquí otra modalidad
de yeísmo :

calle ( suena "caje'; )


silla ( suena "sija" )

Los gramáticos condenan como vicioso el yeísmo, "pero puede pronos­


ticarse fácilmente que el yeísmo acabará por imponerse en todo el mundo
hispánico".
30
4. EJERCICIOS

Ejercicio 1 - Pronunciación de las vocales.


Arco - mano - bota - arma - atrás --, bola - eje - peso - libre
Eva - queso - padre - hijo - firma - así - prima - vestí - oso
- poco - plato - otro - coro - toro - útil - Cuba - tú - uno -
··
luna - tribu - hilo.

Ejercicio 2 - Pronunciación de las consonantes.


Bambú - bota - bola - balón - imbécil - Cuba - celos - cimiento
- curar - color - dar - deuda - día - dolor - dudas - fácil -
fe - fin - fuerza - alfombra - ganar - gemir - gimnástica - gobierno
- goma - hombre - hoy - ahora - Alhambra - hondo - jaque
- ajedrez - ajos - joven - jirones - lado - leche - mal - calma -
alto - María - mecer - mío - monte - mundo - nada - negar -
nido - notar - también - parar - pecar - repicar - poder - puchero
- querer - quiero - quiosco - líquido - quiere - rato - caro -
amarillo - ropa - casar - chorros - cerros - arrodillar - hierro -
ahorrar - casa - rosa - pasar - asunto - sombra - taquilla - techo
- tía - tocar - tú - valle - vez - vida - votar - cave - examen
- exacto - exactitud - sexo - sintaxis - yeso - ya - yo - yerno -
afluyó - zarzuela - plaza - caza - comenzó - quizá - coche
archipiélago - mucho - chica - cuchara - calle - silla - llegar -
llanto - llorar.

Ejercicio 3..:..._ Subrayar los diptongos y los triptongos de las palabras abajo :

Aire - treinta - cautivo - peine - hoy - doy - boina - Europa -


averigüéis - deudo - caro - Cairo - buey - baile - veinte - rociáis
- audición - ley - baila - fasto - fasto - alguien - aula - causa.

31
LA GEOGRA FÍA DE ESPAÑA

1 . Acentuación Ortográfica

2 . Heterotónicos

3 . Lecturas

4 . Ejercicios

. LECCION
2 .a
LA GEOGRAFíA DE ESPAÑA

MANUEL DE TERÁN
"Realidad Geográfica"

Este viejo país, lleno de sol, sobre cuyo suelo se han sedimentando
tantas civilizaciones, posee tal variedad de aspectos que no es nada fácil
hallarle una definición precisa. España es una y múltiple a la vez y nadie
podría abarcar de una ojeada su compleja fisonomía. Se ha dicho de �
que es un continente en miniatura y todo parece confirmar l a imagen, tanto
los contrastes de su suelo - ásperos montes y dilatadas llanuras, bosques
y estepas,· costas abruptas y suaves playas - como los de sus hombres,
de razas distintas, lenguas y costumbres diversas. Todo este mundo, en­
trañable, variado y colorista, es España.
La Península Ibérica - España y Portugal - presenta la forma de
un pentágono, cuyos lados son de fuerte contextura por lo rocoso del litoral.
España cuenta también con una parte insular - Canarias y Baleares -
y otra africana - plazas de soberanía de Ceuta y Mellila - más las pro­
vincias de Ifni, Sabara, Fernando Poo y Río Muni. Posee una superficie
de unos 500.000 km2 y es el tercer país europeo respecto a extensión y el
séptimo en cuanto a su demografía, ya que cuenta con una población de
30.000.000 de habitantes.
España es uno de los países más montañosos de Europa. El rasgo
distintivo de su relieve lo constituye la extensa meseta central - con más
de 200.000 km2 y una altitud media de 700 m - que comprende a las dos
Castillas, León y Extremadura. Las costas son también montañosas en
general y dan al país, desde el mar la apariencia de un gigantesco castillo
roquero de aspecto inaccesible, pero que sorprende con playas amplias de
36
bellas características, que han dado lugar a la formación de lugares turís­
ticos de excepción, como la Costa del Sol o la Costa Brava en el Mediterráneo
o las bellas y pequeñas calas de Mallorca o las grandes playas del Norte.
El clima de España es tan variado como su naturaleza. Por su latitud
debería ser templado y suave, pero lo acusado del relieve y la influencia de
determinadas corrientes marítimas motivan la diversidad de sus climas.
Por su sitúaCiQn, en uno de los extremos del continente europeo y su
proximidad al continente africano, España posee un indudable valor estra­
tégico, por lo que ha sido lugar propicio como asiento de grandes culturas.
Desde un milenio antes de Cristo hasta el siglo VIII, la Península Ibérica
suscita la codicia de una serie de pueblos invasores que la ponen en contacto
con las grandes civilizaciones.

Manuel de Terán. Geógrafo español contemporáneo.

1 . ACENTUACióN ORTOGRÁFICA

De acuerdo con las nuevas leyes de acentuación de la Real Academia,


en español :

1 <?) Llevan acento en la sílaba tónica:


Las palabras agudas terminadas en letra vocal, N o S :
amé - mató - ladrón - papás
Las palabras llanas que no terminen en letra _vocal, N o S :
mártir - áspid - lápiz - mármol
Las palabras esdrújulas y sobresdrújulas :
bárbaro - pétalo - apóstoles - díganselo
No basta, sin embargo, conocer estas reglas. Hay casos particulares:
a) Las palabras agudas terminadas en N o S precedida de otra consonante
se exceptúan de la regla. general, que exigiría acento :
Canals - Milans - Isern
37
En cambio, las palabras llanas de igual terminación ( consonante + N o
S ) llevan acento, contrariando también l a regla general correspondiente :
fórceps - bíceps
b) Las palabras monosílabas n o llevan acento ortográfico, ya que en ellas
no es preciso señalar en cuál de las sílabas es mayor la intensidad de la
articulación. De acuerdo con esto, se escriben sin acento : PAN, VAS,
DOY, FE, PIE, así como las formas verbales FUE, FUI, DIO y VIO.
·
e) En una serie de palabras - principalmente monosílabas - se utiliza
el acento con el fín de diferenciarlas de otras de igual grafía que, o son
átonas, o tienen distinto significado o función gramatical :
Mt ( pronombre personal) MI ( pronombre posesivo)
Tú (pronombre personal ) TU (pronombre posesivo)
ÉL ( pronombre personal) EL (artículo determinante )
st ( pronombre personal re­ SI ( co�j unción )
flexivo o adverbio de afir­
mación)
SÉ (pres. de indic. de SABER - SE (pron. personal reflex. )
o imperat. de SER)
TÉ (sustantivo) TE (pronombre personal )
DÉ ( pres. subj. de DAR) DE ( preposición)
MÁS ( adverbio de cantidad) MAS ( conjunción)
AúN ( adverbio de tiempo) AUN ( adverbio de cantidad) = in­
= todavía cluso
QUÉ l QUE l
QUIÉN
CUÁL
CUÁNTO
f
[ ( interrogativos o
exclamativos)
QUIEN
CUAL
CUANTO
[
r ( pron. relativos )

1
J

DONDE DONDE
CUÁNDO l (adverbios inter­
rogativos )
CUANDO
( adverbios relati­
vos)
COMO J COMO J
d) La conjunción disyuntiva O se escribe con acento en el caso de que vaya
entre cifras, para evitar la confusión con el cero :
3 ó 4 - 37 ó 5 8
e ) Cuando e n la sílaba que debe llevar e l acento hay u n diptongo, el
acento se escribe sobre la vocal abierta. Si el diptongo está formado
por dos cerradas, se escribe sobre la segunda :
llegáis - hubiéramos - péinate - casuística
38
f ) Si las vocales juntas no forman diptongo y el acento fonético recae
sobre la vocal cerrada, sobre ella se escribe el acento aunque no se
cumplan las condiciones exigidas por las reglas generales :
poderío - tenía - píe ( verbo piar ) - oíd - período
Se exceptúan los grupos UI :
jesuita - constituido
g) En las palabras compuestas, el primer elemento no lleva acento orto- .
gráfico :
decimoséptimo - asimismo - rioplatense
Se exceptúan los adverbios terminados en -MENTE, que conservan, si
lo había, el acento del adjetivo que los forma :
fácilmente - íntimamente
Si la palabra compuesta se e�cribe con un guión intermedio, cada uno
de los componentes lleva el acento que como simple le corresponda :
soviético-japones - teórico-práctico
En cuanto a los verbos con pronombre enclítico conservan en todo caso
el acento gráfico de su forma pura :
déspegóse - miróme
h) Para las palabras extranjeras rige la siguiente regla: Los términos
latinos se acentúan con arreglo a las normas prescritas para las palabras
españolas :
tránseat - ítem - accésit - memorándum
Los nombres propios extranjeros se escriben sin ponerles ningún acento
que no tengan en el idioma original :
Newton - Valéry - Müller
i ) La palabra SóLO debe llevar acento únicamente cuando, siendo adverbio
( solamente ) , hay posibilidad de anfibología:
Estoy solo por las tardes.
Podría significar "Estoy sin compañía" o "Estoy únicamente" para
que se entienda en este último sentido, es necessário escribir SóLO.
j ) Los demostrativos ESTE, ESE, AQUEL con sus femeninos y plurales,
se escriben normalmente con acento cuando tienen función sustantiva
( pronombres demostrativos ) ; pero puede prescindiese del acento en los
casos en que no baja riesgo de anfibología.

2. HETEROTóN ICOS
Hay muchas palabras españolas que presentan acento tónico distinto
del portugués :
Academia - demócrata
OBSER VACióN: Consultar apéndice l .

39
3 . LECTURAS

PAISAJE

El tren avanza entre chopos por la vega. León es la ciudad de los


chopos, del árbol fiel a toda la meseta, árbol leonés y castellano. Donde­
quiera se encuentran sus fustes gentiles, acompañando un rato la carretera
solitaria agrupándose en torno a um manantial que las palomas frecuentan.
Altos, esbeltos, sacudidos de hoja, algunos como altísimas banderas
enrolladas. Es el galgo de los árboles. ¿Chopo, galgo?
Según cuentan, fue Pascal tan precoz, que antes de saber leer había
reinventado en sus juegos los principios de la geometría. Desconocedor de
los nombres tradicionalmente dados a los elementos del espacio, llamaba
él, a lo que nosotros círculo, un redondel, y a la recta, barra.
Pues bien; cabe una geometría sentimental para uso de leoneses y
castellanos, una geometría de la meseta. En ella la vertical es el chopo y la
horizontal el galgo.
- ¿Y la oblicua?
En la cima tajada de un otero, destacándose en el horizonte, es la
oblicua nuestro eterno arador inclinándose sobre l a gleba .
- ¿Y la curva?
Con gesto de dignidad ofendida:
- ¡Caballero, en Castilla no hay curvas !
ORTEGA y GASSE T

José Ortega y Gasset ( Madrid, 1883 Madrid, 1955) . Uno de los mayores
-

pensadores contemporáneos. Autor de obras históricas, políticas, estéticas, Crítica


Literaria y Sociológica.
Obras Principales: LA REBELióN DE LAS MASAS, QUÉ ES FILOSOFíA?,
MEDITACIONES DE� QUIJOTE, ESPA:fílA INVERTEBR ADA, EL TEMA DE
NUESTRO TIEMPO.

SALADILLA DE LOS TRES RIOS

El río Guadalquivir
va entre naranjos y olivos.
Los dos ríos de Granada
bajan de la nieve al trigo.
Ay, amor
que se fúe y no vino!
40
El río Guadalquivir
tiene las barbas granates.
Los dos ríos de Granada,
uno llanto y otro sangre.
Ay, amor
que se fue por el aire!

Para los barcos de vela


Sevilla tiene un camino;
por el agua de Granada
solo reman los suspiros.
Ay, amor
que se fue y no vino.

Guadalquivir, alta torre


y viento en los naranj ales.
Dauro y Genil, torrecillas
muertas sobre los estanques.
Ay, amor
que se fue por el aire!

Quién dirá que el agua lleva


un fuego fatuo de gritos!
Ay, amor
que se fue y no vino!

Lleva azahar, lleva olivas.


Andalucía, a tus mares.
Ay, amor
que se fue por el aire!

FEDERICO GARCÍA LORCA


"Poema del Cante J ondo"

Federico García Lorca (Granada, 1 899 - Granada, 1 93 6 ) . Poeta y teatrólogo de


gran sensibilidad muerto en la guerra civil.
Obras Principales: a) Poesía: LIBRO DE POEMAS ( 1 92 1 ) , ROMANCERO
G ITANO ( 1 928 ) , CANCIONES, POEMA DEL CANTE JONDO; b) Teatro : BODAS
DE SANGRE, YERMA, LA CASA DE BERNARDA ALBA, DOÑA ROSITA, LA
SOLTERA.

41
4. EJERCICIOS

Ejercicio 4 - Acentúe convenientemente las palabras abajo (las sílabas tónicas


están en bastardilla) :
alguien - media - temia - agua - joven - casa - torax - papeles -
amo - Juan - Ramon - Asustin - maquina - Maria - ciudad - pajaros
- mama - cafe - /apiz - facil - arbol.

Ejercicio 5 Justificar el acento de las palabras abaj o :


-

mármol - veintidós - ónix - oración - Málaga - alférez - amé.


Ejercicio 6 - Acentúe o no, según convenga, las palabras en bastardilla :
1 . Tu puedes vencer.
2 . El trabaja en el Banco del Brasil.
3 No le de importancia.
.

4 . El te está frío.
5 . Es un chico pobre mas dichoso.
6 . Tienes mas dinero que el.
7 . Ignoro si es verdad.
8 . ¿Quien llegó?
9 . Son 3 o 4 los que vendrán.
1 0 . Solo tu estabas enfermo.
1 1 . Mi libro es este; aquel es tuyo.
1 2 . Ya se lo que quieres.
1 3 María dijo que si.
.

Ejercicio 7 Justificar el acento de las palabras de la lección :


-

país - definición - múltiple - podría - áspero - soberanía - más


- demografía - también.

Ejercicio 8 - Subrayar las sílabas tónicas de las palabras abajo :


cerebro - anemia - policía - síntoma - telefono - democracia - atmos­
fera - nostalgia � liturgia - oxigeno - elogio - Academia - diocesis
- alguien.

42
LA HISTORIA DE ESPAÑA

1 . Artículos Determinantes e Indeterminantes

2. Reglas para el Uso del Artículo Determinante

3. Contracciones

4. Lecturas

5 . Ejercicios
IDSTORIA RICA

Ministerio de Información y
Turismo - "España para Usted"

La pobreza de la tierra española no ha impedido la riqueza de su


historia. Su primer tesoro es el de la unión de los pueblos, razas e idiomas
muy dügentes para formar una sola patria que todos sus hijos aman.
Los españoles hemos sido visitados, y, por supuesto, influidos y marca­
dos, en estancias más o menos prolongadas por fenicios, griegos, cartagi­
neses, romanos, visigodos y musulmanes, como pueblos de más relieve. A
los árabes les gustó tanto España, que prolongaron su visita durante ocho
siglos.
La conquista de Granada por los Reyes Católicos en 1492 expulsó
definitivamente a los musulmanes de España y consolidó la unidad nacional,
constituída por primera vez como Estado moderno bajo estos monarcas.
Esta es la época en que Cristóbal Colón, en nombre y con recursos
de España descubre América.
España inicia la colonización y cristianización del Nuevo Mundo y,
con los Habsburgos, pasa a ser el núcleo del Imperio Universal de Carlos l .
Felipe II continúa la obra de su padre y asienta la capitalidad del reino
en Madrid.
España, en su edad de oro, ha circunnavegado por primera vez la
redondez de la tierra, ha enviado misioneros a la India y al Japón, ha
sentado las bases del futuro derecho internacional ; ha civilizado pueblos
inmensos, ha conquistado Filipinas y luchado en Lepanto y ha escrito el
"Quijote".
Por pasión temperamental y también por motivos justos, los españoles
están orgullosos de su historia, cuyas huellas se encuentran no sólo en las
ciudades monumentales, sino en los millones de personas que hablan el
castellano y que proceden de nuestra estirpe. Es una historia llena de vigor
y de alegría, impulsada por una tremenda fuerza creadora contra la que
44
se estrellan los restos de una "leyenda negra" que e n tiempos preocupó
mucho a los españoles y que hoy apenas si les causa um poco de risa. Esta
historia está viva en la España de hoy, que se siente un trozo irreparable
de Europa, y que está muy vinculada a la familia árabe; pero que sobre
todo es hermana de los pueblos hispánicos de América y Filipinas.

2 . REGLAS PARA EL USO DEL ARTiCULO DETERMINANTE

1. NOMBRES DE PERSONA S

1 ) Generalmente no llevan artículo los nombres propios en sin­


gular:
Juan y María llegaron ayer.
2 ) En algunas partes se usan los nombres propios en singular
con artículo, sobre todo en lenguaje vulgar:
La María, yo la conozco muy bien.
El Pablo es mi amigo.
3 ) Con los n ombres propios en plural se usa el artículo:
Abundan los Juanes y los Pablos en España.
4 ) Anteponemos los artículos a los apellidos de algunos famo­
sos poetas y artistas italianos antiguos y a los apellidos de
los autores cuando queremos referirnos a sus obras :
Te he comprado el Homero que te había prometido.
5 ) En lenguaje judicial se emplea el artículo delante de los apelli­
de . y de los nombres de pila :
El Juán Pérez dijo . . .
45
11 . NOMBRES GEOGRÁFICOS
1 ) Los nombres de continentes no llevan artículo con excepción
de Asia y África que se pueden usar con él :
Vamos a Europa.
Un viaje al África.
2 ) Los nombres de países, regiones, islas, ciudades tampouco lo
llevan :
España y Portugal.
Canarias y Baleares.
3 ) Cuando la denominación, en los casos arriba, es plural o es
compuesta, se emplea el artículo :
. . . comprende a las dos Castillas.
Los Estados Unidos y los Países Bajos.
4 ) Muchos nombres de países . llevan artículo :
América: la Argentina Asi a : e l Beluchistán
el Brasil la Chin3: (o China)
el Ecuador el Afganistán (o Afganistán )
los Estados Unidos el Japón
el Paraguay la India
el Perú el Turquestán
el Salvador la Siberia
el Uruguay y muchos otros.
África : el Cameroon
el Congo
el Egipto (o Egipto )
la Libia
la Somalia
5 ) Los nombres de regiones abajo llevan artículo :
la Mancha el Chaco
la Pampa la Toscana (o Toscana)
la Patagonia la Provenza
y muchos otros.

6 ) Los nombres de ríos, mares y montañas, lagos llevan el ar­


tículo :
el Aconcagua, el Pacífico, el Nilo, el Duero
Pero algunos de ellos no llevan el artículo :
Sierra Nevada, Guadarrama, Moncayo etc.
7 ) Los nombres de ríos seguidos a un nombre de pueblo no llevan
artículo :
Miranda de Ebro, Belmonte del Tajo etc.
46
8 ) Algunas pocas ciudades se nombran con el artículo:
la Habana, la Haya, el Cairo, el Rosario

III . NOMBRES PROPIOS DE BARCOS, NOMBRES DE EDIFICIOS


O LOCA LES

( aunque se omiten a veces ) también llevan el artículo :


el Asturias, el Cabo San Roque, la Sarmiento,
el Cervantes ( teatro ) , la París ( confitería) etc:

IV . EL A R TICULO NEUTRO LO

Se emplea el artículo neutro Lo en español delante de un


adjetivo con terminación masculina para convertirlo en un
sustantivo abstracto :
lo grande = la grandeza
lo bello = la belleza
El artículo LO puede expresar todavía:

1 ) matiz de/imitativo - designando parte de u n todo:


Lo alto del edificio = la parte alta del edificio.

2 ) matiz colectivo - conjunto de cosas unidas por la misma


cualidad :
Lo moderno es lo mejor =:= las cosas modernas.

3 ) matiz intensivo - determina una cualidad:


Lo tonto de tu conducta = la intensidad de la tontería
de tu conducta.

V . EL ARTICULO EL DELA NTE DE PA LA BRA S .FEMENINA S

Delante de los nombres femeninos que empiecen por A o HA


acentuadas, se usa el artículo EL en lugar de LA :
El agua del río.
El águila del monte.
El hada del bosque.
Se exceptúan los nombres de las letras A ( la a) y H ( la hache ) ,
los nombres propios de mujer ( la Ángela, l a Agueda ) , l a ciudad
de la Haya y delante de la palabra HAZ en el sentido de "faz,
cara".
Si se interpone alguna palabra, la forma del artículo será LA :
La buena alma.
La misma agua.

47
3 . CONTRACCIONES

En español hay sólo dos contracciones :


AL (A + EL)
Voy al teatro.
DEL ( DE + EL)
Vengo del teatro.

4 . LECTURAS

LAS LANZAS DE V ELÁZQUEZ

Es la guerra - hutno y sangra - la que hizo


campo de pelear esta campaña,
la que abrió este sendero, la que baña
de rojo el holandés cielo plomizo.

Sobre este campo blando e invernizo


- ya no paisaje, fondo de la hazaña -
la gloria flota militar de España,
al viento de la suerte, tornadizo.

Arde en el fondo Breda . . . Su alegría


oculta el vencedor. Y el pecho fuerte
del vencido devora su amargura.

Humana flor de eterna lozanía,


por encima del odio y de la Muerte
la sonrisa de Spínola fulgura.

MANUEL MACHADO

Manuel Machado (Sevilla, 1 874 - Madrid, 1 947 ) . Periodista y poeta modernista.


Obras Principales : a) Poesia: ALMA ( 1 900 ) , CAPRICHOS ( 1 905 ) , LA FIESTA
NACIONAL ( 1 906 ) , MUSEO, CANTARES ( 1 907 ) ; b ) Prosa : ESTAMPAS SEVIL­
LANAS; e) Teatro : Seis obras en colaboración con su hermano Antonio Machado.

48
-
NUESTRA HISTORIA

Dios nos concedió la victoria y premió el esfuerzo perseverante dándonos


el destino más alto entre todos los destinos de la historia humana: el de
completar el planeta_ Un ramal de nuestra raza forzó el Cabo de las Tor­
mentas, interrumpiendo el sueño secular de Adamastor, y reveló los misterios
del sagrado Ganges trayendo por despojos las arenas de Ceylán y las perlas
que adornaban la cuna del Sol y el tálamo de la Aurora. Y el otro ramal
fue a prender en tierra intacta aún de caricias humanas, donde los ríos eran
como mares y los montes veneros de plata.
Dichosa edad aquella, de prestigios y maravillas, edad de juventud y
de robusta vida! España era, o se creía, el pueblo de Dios, y cada español
cual otro Josué, sentía en sí fe bastante para derrocar los muros al son
de las trompetas, o para tajar al sol en su carrera. Nada parecía im­
posible : la fe era la que movía de su lugar las montañas. Por eso les
estaba guardado e l hacer sonar la palabra de Cristo en las más bár­
baras gentilidades; el hundir en el golfo de Corinto las naves del tirano
de Grecia, y salvar, por ministerio del joven de Austria, la Europa Occidan­
tal del segundo y postrer amago del islamismo; el romper las huestes lute­
ranas en las marismas bátavas, son la espada en la boca y el agua en la
cintura y el entregar a la Iglesia romana cien pueblos por cada uno que
le arrebataba la herejía.
España evangelizadora de la mitad del orbe ; España martillo de here­
jes, luz de Trento, espada ·de Roma, cuna de San I gnacio . . . Esa es nuestra
grandeza y nuestra unidad : no tenemos otra. El día en que acabe de per­
derse, España volverá al cantonalismo de los Arévacos, o de los reyes de
Taifas.

MENÉNDEZ PELAYO

Marcelino Menéndez Pelayo (Santander, 1 856 - Santander, 1 9 1 2 ) . Es la "síntesis


de toda la cultura española del XIX y maestro incomparable de la crítica y historia
nacionales". Su obra compreende filosofía, historia, teoría estética, traducciones, "crítica
literaria" etc.
Obras Principales : HISTORIA DE LAS IDEAS ESTÉTICAS EN ESPAÑA,
ORIGENES DE LA NOVELA.

49
LOS CON Qll i STA DORES

Como creyeron solos lo increíble,


sucedió : que los límites del sueño
traspasaron, y el mar y el imposible . .
Y es todo elogio a su valor pequeño.

Y el poema es su nombre. Todavía


decir Cortés, Pizarra o Alvarado,
contiene más grandeza y más poesía
de cuanta en este mundo se ha rimado.

Capitanes de ensueño y de quimera,


rompiendo para siempre el horizonte,
persiguieron al sol en su carrera . . .

Y el mar, alzado hasta los cielos, monte


es, entre ambas Españas,
solo digno cantor de sus hazañas.

�ANUEL �ACHADO
52
EJERCICIOS

Ejercicio 9 - Coloque el artículo determinante en los ejemplos :


( . . . ) alma - ( . . . ) libros - ( . . . ) casa - ( . . . ) montaña - ( . . . )
ancho valle - ( . . . ) agua - ( . . . ) muchacha - ( . . . ) a - ( . . . ) má-
quina - ( . . . ) África del Sur - ( . . . ) ríos - ( . . . ) haya - ( . . . )
hombres - ( . . . ) hacha - ( . . . ) números - ( . . . ) vallj!s - ( . . . )
climas - ( . . . ) aguas - ( . . . ) Ángela - ( . . . ) hache - ( . . . ) Álvarez
- ( . . . ) aritmética - ( . . . ) alta montaña - ( . . . ) trigales.
Ejercicio JO - Escriba el artículo determinante con los nombres que lo necesiten :
1 . Pablo conoce muchas ciudades : ( . . . ) Madrid, ( . . . ) Roma, ( . . . ) Paris,
( . . . ) Coruña, ( . . . ) Rio de Janeiro y ( . . . ) Vigo.
2 . María y Antonio conocen muchos países : ( . . . ) Brasil, ( . . . ) Francia,
( . . . ) Italia, ( . . . ) Estados U nidos, ( . . . ) Perú, ( . . . ) Puerto Rico, ( . . )
España, ( . . . ) Cuba y ( . . . ) Uruguay.
3 . ( . . . ) Libia y ( . . . ) Congo son países africanos.
Ejercicio 1 1 - Ponga las contracciones AL' o DEL en las frases que siguen :
l. Vengo ( . . . ) teatro de la ciudad.
2. Voy ( . . . ) cine.
3. Esta tarde iré ( . . . ) Escorial.
4. Este país es inferior ( . . . ) mío.
5. Los habitantes ( . . . ) campo son muy buenos.
Ejercicio 12 - Coloque el artículo indeterminante en los ejemplos :
( . . . ) días - ' . . . ) archipiélago - ( . . . ) pueblo - ( . . . ) valles -
( . . . ) casa - ( . . . ) jota - ( . . . ) b - ( . . . ) montañas - ( . . . ) ríos
( . . . ) ría - .. ( . . . ) poblados - ( . . . ) población - ( . . . ) hache
-· ( . . . ) producción.
Ejercicio 13 - Ponga los artículos determinantes, indeterminantes o las con-
tracciones AL y DEL en los ejemplos : .
"Yo veo simbolizado en ( . . . ) curso de ( . . . ) dos ríos colosales, nacidos
( . . . ) corazón de nuestra América y que se reparten, en ( . . . ) extensión
( . . . ) continente, ( . . . ) tributo de ( . . . ) aguas, ( . . . ) destino histórico de
esas dos mitades de ( . . . ) raza ibérica, que comparten también entre sí
( . . . ) historia y ( . . . ) porvenir ( . . . ) Nuevo Mundo: ( . . . ) lusoamericanos
y ( . . . ) hispanomericanos, ( . . . ) portugueses de A111é rica y ( . . . ) españoles
de América; . . "

JOSÉ ENRIQUE RODó

Ejercicio 14 - Precise el matiz del artículo neutro LO en los ejemplos:


No sabes lo tarde que vino María.
No sabe ella lo difícil que están las cosas.
Lo bello de esta ciudad istá en las montañas.
No ine gusta lo dulce.
No sabes lo cansado que estoy yo.
53
EL P UEBLO ESPAÑOL

1 . Número de los Sustantivos

2. Formación del Plural

3. Lecturas

4 . Ejercicios
EL ESPAÑOL DE HOY

MANUEL CALVO HERNANDO


"Los Españoles Día a Día''

El español está siempre situado entre dos extremos, y muchas veces va


de uno a otro en muy poco tiempo. Así, parecerá orgulloso y poco después
le verán manso y humilde; mostrará un enorme desinterés por el dinero,
pero amará los placeres y comodidades que se obtienen precisamente por
dinero; será arbitrario aunque trate de ser justo, pero también impondrá
la justicia aunque se perjudique. Criticará a su país y a los españoles, pero
se ofenderá si usted lo critica.Y sobre todo rendirá un culto nacional a la
amistad. Y en España, por un amigo se h'ace todo, lo bueno y lo malo, lo
justo y lo injusto. Tal vez sea un rasgo de nuestra ascendencia árabe.
A este respecto quisiera transcribir unas frases muy expresivas publi­
cadas en un número extraordinario del semanario madrileño "Signo" (12
marzo 1 946 ) : "Es el español mezcolanza desconcertante de timidez y de
audacia, porque puede sonrojarse de hacer la cruz en la mesa del hotel y
recorrer, luego, orando y descalzo, las calles de la ciudad en Procesión de
Penitencia; se atreve a cualquier irrazonable locura, "digan lo que digan",
y renuncia a cualquier razonable minucia "por el que dirán" ; tan pronto
está dispuesto a defender a punta de navaja que la ermita de su pueblo es
más bonita del mundo, como a pensar con rubor que el único defecto del
cielo azul de su patria es que no está fabricado en el extranjero".
En cualquier caso, para entender algo a España y a los españoles hay
que tener en cuenta que somos uno de los pueblos más mezclados de la
tierra. Dicen que hemos heredado de los griegos la percepción exquisita de
la belleza; de los romanos, la arrogancia, en ocasiones desmedida; de los
godos, el espíritu caballeresco y el amor al hogar, y de los árabes, l a imagina­
ción, la fantasía y la paciencia.

Manuel Calvo Hernando. Escritor y periodista contemporáneo español.

57

T I POS R EG I ONA LES


Puerto Lápice ( C iudad Rea l l .

1 . NúMERO D E LOS SUSTANTIVOS

Número es el accidente gramatical de los sustantivos y de los adjetivos


para significar uno o ·. más ejemplares de la misma especie.

2 . FORMACióN DEL PLURAL

1 . Primer tipo : A los noJIIbres terminados en vocal no acentuada


en el singular se añade una S.
la casa - las casas
el perro - los perros
la mesa - las mesas
el cuaderno - los cuadernos
OBSERVACióN: Las palabras terminadas en Y no siguen esta regla.

11. Segundo tipo: A los nombres terminados en. vocal acentuada se


añade ES.
el rubí - los rubíes
el j abalí - los j abalíes
Se exceptúan : papá - papás
mamá - mamás
y todos los nombres terminados en E :
café - cafés

111 . Tercer tipo : A los nombres terminados en consonante se añade ES.


el general - 1os generales
el profesor - los profesores
la ciudad - las ciudades
el árbol - los árboles
Se exceptúan :

a ) los apellidos terminados en Z y que son palabras


graves :
los López

b) las palabras de más de una sílaba, graves o es­


drújulas terminadas en - S :
l a dosis - las dosis
la análisis - las análisis

58
e ) las palabras terminadas en - Z cambian- la
Z en C antes de añadir - E S :
la luz - las luces
el pez - los peces

IV . Cuarto tipo : Las palabras compuestas.

1) Las palabras compuestas de verbo y sustantivo plural


hacen el plural como el singular :
el paraguas - los paraguas
el cortaplumas - los cortaplumas

2 ) Las palabras compuestas de adjetivo y sustantivo cambian el


segundo elemento :
el padrenuestro - los padrenuestros
el montepío - los montepíos

3 ) Los demás compuestos añaden solamente el signo del plurai al


segundo elemento : .
la bocacalle - las bocacalles
el sotabanco - los sotabancos
el vaivén - los vaivenes
el correveidile - los correveidiles

4 ) Añaden el plural al primer elemento :


el hijodalgo - los hijosdalgo
cualquiera - cualesquiera
quienquiera - quienesquiera

5 ) Varían los dos elementos :


el ricohombre - los ricoshombres
el gen.tilhombre - los gentileshombres

V . Quinto tipo: Sustantivos que no tienen plural.

1 ) Algunos nombres de ciencias, artes o profesiones :


la abogacía
la medicina
OBSER VA CióN: Tales palabras pueden aparecer en el plural pero
cambian de significación.
2 ) Los nombres abstracto s :
la curiosidad
la ira

3 ) Los nombres propios geográficos :


Francia
España

59
4 ) Los nombres propios de persona admiten plural pero dejan
de ser sustantivos propios y pasan a ser sustantivos comunes :
los Antonios abundan en Granada.

5 ) Los apellidos también pueden ir al plural con excepción de


los terminados en - Z:
los Pidales
Jos Monteros
los Alvarez

V I . Sexto tipo : Sustantivos que no tienen singular.

1 ) Algunos nombres de cordilleras y archipiélagos :


los Alpes
las Canarias
las Baleares

2 ) Algunos nombres comunes :


las afueras las expensas
las albricias las gafas
los alrededores ínfulas ( tener ínfulas )
las cosquillas Jos lares
los anales Jos manes
las andaderas modales (tener buenos modales )
las crecederas nupcias ( celebrar nupcias )
las tragaderas las preces
las andas las veras
los andurriales Jos víveres
las angarillas los celos
las arras añicos ( hacer añicos )
las calendas Jos bienes
las carnestolendas los esponsales
Jos creces las exequias
Jos enseres

VII . Séptimo tipo : Tienen plural de formación irregular además de


unos pocos su"stantivos comuns, algunos anglicismos, galicismos y
latinismos.
el lord - Jos lores
el milord - los milores
el carácter - los caracteres
el régimen - Jos regímenes
el espécimen - los especímenes
el frac - Jos fraques
el coñac - los coñaques

60
el barman - los bármanes
el bloque - los bloques
el bulevar - los bulevares
el chófer - los chóferes
el déficit - los déficits

3 . LECTURAS

EL ALMA ESPAÑOLA

Los sentimientos más arraigados en el alma española, son : la religio·


sidad, el patriotismo, la caballerosidad y el idealismo romántico y soñador.
Todos ellos encarnan en el espíritu más hondamente español de todos los
tiempos : el Don Quijote de la Mancha. Quitad esos cuatro sentimientos
y Don Quijote se volatiliza sin residuo; quitádselos a España, y España
desaparece sin huella.
Aquí han florecido poco las ciencias abstractas por falta de asideros
sentimentales. Por el contrario, hemos tenido buenos historiadores, literatos,
artistas y filósofos, en cuanto la Filosofía ha tenido entronque cordial : la
mística. Y es que por medio de la razón, se podrá llegar a l a razón, pero
la vida no es lógica, sino constante peripecia y la vida no se ejercita con
la razón fría, sino viviéndola. Un griego medio de la época de Péricles,
sin aeroplanos, radio, ni acorazados, era más cu.lto y dichoso que un hombre
medio de hoy. Los españoles llegamos a las verdades vitales con el senti­
miento y no por la razón. Puede suprimirse de la Ciencia todo lo que los
sabios españoles han creado a través de los siglos, y tal vez l a evolución
de aquélla no sufra resquebrajaduras. Suprímase todo lo que España ha
incorporado a la obra de la civilización y la mitad del mundo v olvería al
caos.

ANTONIO G. ÜNIEVA
"La Nueva Escuela Española"

Antonio G. Onieva. Autor de libros didácticos españoles.

61
/· , :0'�-.t,��·;��,,
:· ' EL HOMBRE; DE LA LLANURA
"' •. · ··:tl-�·��.:··.:;,- J.
·.·/. � ·4'

Y vio que el hombre de la llanura era, ante la vida, indómito y sufridor,


indolente e infaticable ; en la lucha, impulsivo y astuto; ante el superior,
indisciplinado y leal; con el amigo, receloso y abnegado; con la mujer,
voluptuoso y áspero; consigo mismo, sensual y sobrio. En sus conversa­
ciones, malicioso y ingenuo, incrédulo y supersticioso; en todo caso alegre
y melancólico, positivista y fantaseador. Humilde a pie y soberbio a caballo.
Todo a la vez y sin estorbarse, como están los defectos y las virtudes en
las almas nuevas.
Algo de esto lo dejaban traslucir las copies donde el cantador llanero
vierte la alegría jactanciosa del andaluz, el fatalismo sonriente del negro
sumiso y la rebeldía del indio, todos los rasgos peculiares de las almas que
han contribuido a formar la suya.

RÓMULO GALLEGOS
"Doña Bárbara"

Rómulo Gallegos ( Venezuela, 1 884 - Venezuela, 1 9 69 ) . Fue Presidente de su país.


Romancista hispanoamericano de valor universal.
Obras Principales : DO:FfA BÁRBARA, CANTACLARO, POBRE NEGRO.

POR TIERRAS DE ESPAl'iA

El hombre de estos campos que incendia los pinares


y su despojo aguarda como botín de guerra,
antaña hubo raído los negros encinares,
talados los robustos robledos de la sierra.

Hoy ve sus pobres hijos huyendo de sus lares;


la tempestad llevarse los limos de la tierra
por los sagrados ríos hacia los anchos mares;
y en páramos malditos trabaja, sufre y yerra.

Es hijo de una estirpe de rudos caminantes,


pastores que conducen sus hordas de m arinos
a Extremadura fértil, rebaños trashumantes
que mancha el polvo y dora el sol de los caminos.

62
Pequeño, ágil, sufrido, los ojos de hombre astuto.
hundidos, recelosos, movibles ; y trazadas
cual arco de ballesta, en el semblante enjuto
de pómulos salientes, las cejas muy pobladas.

Abunda el hombre malo del campo y de la aldea,


capaz de insanos vicios y crímenes bestiales,
que bajo el pardo sayo esconde um alma fea,
esclava de los siete pecados capitales.

Los ojos siempre turbios de envidia o de tristeza,


guarda su presa y llora la que el vecino alcanza;
ni pára su infortunio ni goza su riqueza;
le hieren y acongojan fortuna y malandanza.

El numen de estos campos es sanguinario y fiero;


al declinar la tarde, sobre el remoto alcor,
veréis agigantarse la forma de un arquero,
la forma de un inmenso centauro flechador.

Veréis llanuras bélicas y páramos de asceta


-no fue por estos campos el bíblico jardín-;
son tierras para el águila, un troze de planeta
por donde cruza errante la sombra de Caín.

ANTONIO MACHADO
"Campos de Castilla"

Antonio Machado (Sevilla, 1 875 - Francia, 1 93 9 ) . Hermano de Manuel Machado,


poeta de mayor sensibilidad que aquél. Pertenece a la Generación del 98 :
Obras Principales : a ) Poesía : SOLEDADES ( 1903 ) , CAMPOS DE CASTILLA
( 19 1 2 ) , NUEVAS CANCIONES ( 1925 ) ; b ) Prosa: ABEL MARTIN Y JUAN DE
MAIRENA; e) Teatro: JULIANILLO VALCARCEL, JUAN DE MA"fi¡'ARA, LAS
ADELFAS (obras hechas en colaboración com Manuel Machad o ) .

63
4. EJERCICIOS

Ejercicio 15 - Forme el plural de los siguientes sustantivos :


libro - gitano - barraca - pie - pestaña - nariz - papá - cumbre -
abanico - sofá - dulce - pueblo.
Ejercicio 1 6 - Ponga en el plural los ejemplos siguientes:
luz - capaz - cruz - lunes - régimen - reloj -- mirador - bilis
- lápiz - carácter - profusión - mediodía - alfiler - pez - cóctel -
frac - bocacalle - hijodalgo - gentilhombre - milord - mes - chófer
- baladí - guaraní - nacion - rubí - calidad - rey - a - ay -
árbol - tonaiidad - mujer - jersey - canapé - alelí - álbum - gol
- vaivén - quienquiera - lord - análisis - déficit.
Ejercicio 1 7 - Indique, subrayando, las palabras que no tienen singular:
anales - regímenes - bulevares - cosquillas - déficits - alrededores
- afueras - andaderas - fagas - expensas - albricias - casas -
casales - arras - calendas.
Ejercicio 18 - Ponga en el plural las frases siguientes:
El agua del río.
El teatro del pueblo.
La risa del hombre.
El color del agua.
Voy al cine.
La alta torre.

ESTUDIAR LOS VERBOS REGULARES DE LA


PRIMERA CONJUGACióN (TIEMPOS SIMPLES) .

64
LAS FIESTA S

1 . Género de los Sustantivos

2. Formación del Femenino

3 . Lecturas

4 . Ejercicios
PA NORÁ MICA

TEJEDOR y �ANGOLD
"Lengua y Vida Españolas"

Varias como sus paisajes y sus costumbres, son también las fiestas de
España; recuerdo unas veces de viejas tradiciones y otras alusión al pasado,
canto a la natureza, feria o mercado bullicioso.
La diversión nacional son los toros, fiesta de sol ; garbo y majeza a
la hora del "paseíllo" o desfile de los diestros y sus "cuadrillas" ; gracia y
bravura en las sucessivas "suertes" : tapa, banderillas, quites, varas, muleta.
Alegría y bullicio desbordado; algún paréntesis de dramático silencio. Todo
fundido y aunado en una abigarrada y brillante estampa. Como canto a la
primavera destacan las fiestas conocidas por "mayos" en Galicia o por
"mayas" en otros lugares; como evocación de la Reconquista medieval,
las luchas de moros y cristianos, repetidas cada año en pueblos levantinos ;
como reminiscencia de alguna lejana superstición, los fuegos de la noche
de San Juan . . . Sevilla tiene una hermosa feria. Pamplona, los Sanfermi­
nes . . . pero las fiestas más características y emotivas, las más arraigadas
y suntuosas de España, son las religiosas. Entre ellas figuran romerías a
ermitas o santuarios locales, con alegres cánticos y bailes ; las espectaculares
"fallas" valencianas, en la fiesta de San José, ligeros pero artísticos e inten­
cionados monumentos que los hombres queman en homenaje al Santo ; la
representación del Misterio de Elche, primitiva obra litúrgica de renombre
universal, y, sobre todo y principalmente, las solemnes procesiones : la
del Corpus toledano, con exhibición de la gran custodia de Arfe ; la del
Rosario, de Zaragoza, en el día del Pilar; la de las reliquias de Santiago
de Compostela, recuerdo de famosas peregrinaciones ; la de la Buena Muerte,
en Barcelona, fúnebre cortejo de hachones, ataúdes y calaveras ; las gran­
diosas de la Semana Santa de Málaga, Sevilla y Valladolid, con los "pasos"
de Gregorio Fernández, Salzillo, Mena y Montañés; la renombrada romeríá
andaluza del Rocío, pintoresca estampa de color compuesta por once comi-

66
tivas que, en carretas engalanadas y rodeadas de caballistas, se reúnen
en las marismas del Guadalquivir para rendir el homenaje anual a la Virgen
de aquel santuario. En todas y en cada una de ellas puede encontrar el
viajero o el curioso en inagotable caudal de impresiones.

Walter Mangold y José Tejedor. Autores de libros didácticos españoles.

l . GÉNERO DE LOS SUSTANTIVOS

Como dice Amado Alonso "El género es una clasificación puramente


gramatical de los sustantivos en dos grupos, masculinos y femeninos, según
la terminación del adjetivo acompañante".
Los adjetivos no tienen propiamente género, son clasificadores. Por
su terminación es que determinamos el género de los sustantivos que los
acompañan.

2 . FORMACióN DEL FEMENINO

I . Primer tipo: Comunes de dos géneros.


, Los sustantivos de nombres de personas con una única forma para
ambos géneros se denominan COMUNES DE DOS.
el joven la joven
el mártir la mártir
el testigo la testigo
el comunista la comunista
el socialista la socialista
y muchos más terminados en !STA.

II . Segundo tipo: Epicenos


Denominanse sustantivos epicenos los nombres de animales que
tienen una sola forma para ambos géneros. Para indicarse el sexo
se agrega MACHO o HEMBRA.
el cuervo
el avestruz
la tortuga
1 la liebre
el sapo
la pulga
la rana el piojo

67
el pez la ballena
la cucaracha el gavilán
el murciélago el escorpión
el tiburón el buitre
En tales smtantivos no hay propiamente referencia al sexo del ani­
mal pero preferimos mantener la misma denominación de EPICE­
NOS empleada por la Real Academia.

111. Tercer tipo: Sustantivos femeninos cuya forma es sacada de la forma


masculina.
1 ) cambiando la vocal ' final por A :
el tío - la tía
el esposo -
la esposa
el oso - la osa
el elefante - la elefanta
el pariente -
la parienta

2 ) añadiendo una A cuando la forma masculina termina en con-


sonante :
el profesor la profesora
el ratón la ratona
el aprendiz la aprendiza
el embajador la embajadora

3 ) agregando la terminación INA, ESA, ISA :


el gallo - la gallina
el rey - la reina
el alcalde - la alcaldesa
el barón - la baronesa
el poeta. - la poetisa
el sacerdote - la sacerdotisa

4) cambiando las terminaciones DOR y TOR por TRIZ:


el emperador - la emperatriz
el institutor - la institutriz
el cantor - la cantatriz
el actor - la actriz

IV. Cuarto tipo: Sustantivos femeninos cuya forma es completamente


distinta de la forma masculina.
el caballero - la dama
el caballo la yegua
el cabrón la cabra
el carnero la oveja

68.
el dux la dogaresa
el hombre la mujer
el macho la hembra
el marido la mujer
el padrastro - la madrastra
el padre - la madre
el padrino - la madrina
el papá - la mamá
el toro - la vaca
el yerno la nuera
el zángano - la abeja

V. Quinto tipo : Sustantivos cuya significación cambia con la mudanza


de género.
el atalaya (el vigía ) la atalaya ( puesto de vi-
gilancia )
el canal (brazo de mar) la canal ( la canaleta; la
resmuerta y abierta)
el clave ( instrumento
musical ) la clave ( de un enigma)
el cólera (enfermedad ) la cólera ( ira)
el cometa (astro ) la cometa (juguete )
el corte ( de cortar) la corte (real, virreina!
etc. )
el delta ( del río) la delta ( letra griega)
el doblez ( pliegue) la doblez (falsía)
el frente (militar o de un la frente ( de la cara )
edificio)
el Génesis (Biblia ) la génesis ( origen)
el moral ( árbol ) la moral ( ética)
el orden ( serie, dispo­ la orden ( religiosa, sacra­
sición) mento )

el parte ( aviso) la parte ( porción )


el pendiente ( aro de la la pendiente (barranca,
oreja ) cuesta)

e l pez ( animal) la pez ( resina)


el tema ( asunto) la tema ( terquedad )
VI. Sexto tipo: Sustantivos usados ya como masculinos ya como
femeninos.
el/la mar el/la azúcar
el/la dote el/la puente
69
el/la lente el/la herpe
el/la tilde el/la estambre
el/la tizne el/la mimbre
el/la hojaldre el/la arte
el/la margen el/la pringue
el/la linde

VII . Séptimo tipo : Los heterogenéricos ( 1 ) .


e l aguardiente la baraja
el aluvión la brea
el árbol la coz
el caudal la leche
etc. etc.

OBSER VA CIONES: a) Los nombres terminados en UMBRE son femeninos en


español :
la muchedumbre
la legumbre
b) Los nombres terminados e n AJE son masculinos :
el aprendizaje
el follaje
e) Los sustantivos que designan nombres de árboles fructíferos
son masculinos:
el naranjo
el cerezo
d) Los nombres de las letras del alfabeto son femeninos:
la A
la B etc.
e) Los nombres de los días d e l a semana son masculinos:
el lunes
el martes etc.

(' ) Consultar Apéndice Segundo.

70

FERIA DE A B R I L - Sevill
3 . LECTURAS

DANZA

En la noche del huerto,


seis gitanas,
vestidas de blanco
bailan.

En la noche del huerto,


coronadas,
con rosas de papel
y bisnagas.

En la noche del huerto,


sus dientes de nácar,
escriben la sombra quemada.

Y en la noche del huerto,


sus sombras se alargan,
y llegan hasta el cielo
moradas.

GARCIA LORCA
"Poema del Cante Jondo"

MAYA

En las mañanicas
del mes de mayo
cantan los ruiseñores,
retumba el campo.
En las mañanicas,
como son frescas,
72
cubren. ruiseñores
las alamedas.
Ríense las fuentes
tirando perlas
a las florecillas
que están más cerca.
Vístense las plantas
de varias sedas
que sacar colores
poco les cuesta.
Los campos alegran
tapetes varios,
cantan los ruiseñores,
retumba el campo.

li

Sale mayo hermoso


con los frescos vientos
que le ha dado marzo
de céfiros bellos.
Las lluvias de abril
flores le truje ron :
púsose guirnaldas
en rojos cabellos.
Los que eran amantes
amaron de nuevo
y los que no amaban
a buscarlo fueron.
Y luego que vieron
mañanas de mayo,
cantan los ruiseñores,
retumba el campo.

LOPE DE VEGA

José Félix de Vega y Carpio ( Madrid, 1 562 - Madrid, 1 63 5 ) . Es Novelista y


poeta, autor de más de 1 . 500 comedias. Es el creador del teatro nacional español.
Obras Principales: a) Novelas: LA ARCADIA, LA DOROTEA; b) Poesía: SO­
LILOQUIOS, RIMAS HUMANAS Y DIVINAS; e) Teatro : PERIBÁÑEZ, LA ES­
TRELLA DE SEVILLA, FUENTEOVÉJUNA.

73
LAS FERIAS DE SEVILLA .

Quien aspire a poseer una impresión completa de Sevilla no puede


omitir las sensaciones de su famosa feria. Son cuatro días de bullicio, de
" algazara" y de luminosidad que abarcan todos los aspectos de ese placer de
vivir, de esa voluntad festival tan propia de todos los pueblos, pero espe­
cialmente de los pueblos meridionales, y más especialmente aún de Se­
villa . . . Cada día de la feria podría descomponerse en tres partes, con aire
y matiz diferente. Uno es el momento de la mañana, reservado al desfile
de jinetes rumbosos que desean mostrar su gallardía y lujo de casta de
sus caballos ; el otro momento es el de la tarde, cuando los miles de los
automóviles y "carretelas", con mujeres vistosamente envueltas en "manto­
nes de Manila", vuelven de los toros y recorren lentamente las grandes ave­
nidas; y por la noche, cuando la feria se llena de luminarias, y los faroli­
llos de colores forman guirnaldas que se entrecruzan en nutridos pabellones
por encima de las explanadas, y la muchedumbre se hacill a en los andeles,
y brotan de las casetas el castañeteo y las palmadas que acompañan los
pasos del baile. Hora nocturna . . . Las "cañas" de "manzanill.a" circulan
por dentro de las "casetas" . . . Se bailan "sevillanas" . . . A veces son cuatro
o seis parejas de muchachas las que se ponen a trenzar sus armoniosas y
simples combinaciones de baile componiendo el cuadro más gracioso y rítmico
al compás unánime de las palmadas y asistidas por el repiqueteo de las
castañuelas.
Sin embargo, el momento de la mañana en la feria tiene un atractivo
particular . . . : la exhibición, venta y compra de ganados. La auténtica feria,
en suma. En la explanada, y "a espaldas de'1 las filas de casetas particula­
res, se aglomeran todas las especies de productos animales que han hecho
célebre, desde hace muchos siglos, a esa privilegiada tierra de Andalucía,
patria de hermosos y arrogantes caballos.

]OSÉ MARÍA SALAVERRÍA

José María Salaverría ( 1 873


- 1 940 ) . Ensayista moderno.
Obras Principales: VIEJA ESPA'FJA, LAS SOMBRAS DE LOYOLA.

74
4. EJERCICIOS

Ejercicio 1 9 - Forme el femenino de los siguientes ejemplos:


niño - esposo - huésped - tío - león - pastor - ciervo - doctO!
- bueno - hijo - gato - bailarín - montañes - perro.
Ejercicio 20 - Dar el femenino de las palabras siguientes :
héroe - abad - barón - conde - sacerdote - profeta - poeta -
cantor - emperador - rey - gallo - institutor - duque.
Ejercicio 21 - Forme el femenino de las palabras abajo :
hombre - padre - marido - papá - yerno - padrino - caballero
- padrastro - caballo - toro - dux - cabrón - zángano - carnero.
Ejercicio 22 - Ponga en el femenino las frases siguientes :
1 . En la hacienda de mí tío hay muchos animales : caballos, toros, bueyes,
cameros y perros.
2 . Mi padrino es alto pero mi padre es bajo.
3 . Este hombre es hermano de mi yerno.
4 . El tío de mi hijo es muy bondadoso.
5 . El suegro de mi hijo es profesor.
Ejercicio 23 - Ponga en el femenino o en el masculino las palabras siguientes:
el avestruz - el gusano - la rana - el buho - la hormiga - la culebra
- la víbora la hiena - el buitre - el escarabajo - la cucaracha
- el pez.
Ejercicio 24 - Haga el femenino de las palabras :
el joven - el testigo - el mártir - el paciente - el espía - el artista -
el dentista - el pacifista - el socialista - el cónyuge.
Ejercicio 25 - Ponga en lugar de los puntos suspensivos el artículo determinante
(o la contracción ) que convenga :
1 . Juán usa ( . . . ) lentes para escribir.
2 . No dijeron cual sería ( . . . ) dote de la novia.
3 . El profesor cambió ( . . . ) orden de los ejercicios.
4 . ( . . . ) orden de los Agustinos es muy severa.
5 . La niña avergonzada bajó ( . . . ) frente y lloró.
6 . El general examinó ( . . . ) frentes de lucha.
7 . ( . . . ) claves musicales son tres.
8 . Lo importante del enigma es ( . . . ) clave.
9 . La muchacha no sabe planchar ( . . . ) dobleces de la falda.
1 0 . La característica principal de su carácter es ( . . . ) doblez.
1 1 . Era sensible la influencia ( . . . ) arte antiguo en la vieja ciudad.
1 2 . ( . . . ) artes liberales conquistan los estudiantes.
13 . ( . . . ) arte románico es bellísimo.
Ejercicio 26 - Ponga el artículo delante de los ejemplos siguientes:
( . . . ) manzano - ( . . . ) peral - ( . . . ) martes - ( . . . ) cerezo - ( . . . )
coraje - ( . . . ) sábado - ( . . . ) jueves - ( . . . ) follaje - ( . . . ) naranjo
- ( . . . ) costumbre - ( . . . ) - homenaje - ( . . . ) lumbre - ( . . . )
mensaje - ( . . . ) miércoles - ( . . . ) hache - ( . . . ) a.

75
Ejercicio 27 - Subrayar las palabras que presentan diferencia de género con
relación al portugués:
miel - cuaderno - lápiz - nariz - chica -- estante - campo - puente
- estreno - dolor - mapa - archipiélago - color - baraja - libro
- desorden - vaso - leche - sal - espejo - escalera - cútis -
ojo - diente - árbol - coraje - falsedad - desánimo - guante - luz
- florín - hollín - paisaje - pueblo - ciudad - pétalo - tuli­
pán � clavel - plumaje - ruiseñor - vals - baile - danza -
alarma - grito - general - crema - protesta - clamor - radio - tiza
- hoja - ventana - aire - sangre.

ESTUDAR LOS TIEMPOS SIMPLES DE LOS VERBOS


REGULARES DE LA SEGUNDA CONJUGACióN.

76
w·.

LAS FIESTAS RELIGIOSA S

1 . Género de los Adjetivos Calificativos

2. Número de los Adjetivos

3 . Grados de Significación

4. Lecturas

5 . Ejercicios

LECCION
6.a
NAVIDAD

JUAN RAMÓN JIMÉNEZ


"Platero y Yo"

La candela en el campo ! . . . Es tarde de Nochebuena, y un sol opaco


y débil clarea apenas en el cielo rudo, sin nubes, todo gris en vez de todo
azul, com un indefinible amarillor en el horizonte de Poniente . . . De pronto,
salta un estridente crujido de ramas verdes que empiezan a arder ; luego,
el humo apretado, blanco como armiño, y la llama, al fin, que limpia el
humo y puebla el aire de puras lenguas momentáneas, que parecem llamerlo.
-
¡ Oh la llama en el viento! Espíritus rosados, amarillos, malvas, azules,
se pierden no sé dónde, taladrando un secreto cielo bajo; y dejan un
olor de ascua en el frío ! ¡ Campo tibio ahora, de diciembre ! ¡ Invierno con
cariño! ¡Nochebuena de los felices!
Las jaras vecinas se derriten. El paisaje, a través del aire caliente,
tiembla y se purifica como si fuese de cristal errante. Y los niños del casero,
que no tienen Nacimiento, se vienen alrededor de la candela, pobres y tristes,
a calentarse las manos arrecidas, y echan en las brasas bellotas y castañas,
que revientan, en un tiro.
Y se alegran luego, y saltan sobre el fuego que ya la noche va en­
rojeciendo, y cantan :
" . . . Camina, María
camina, José . . . "

Yo les traigo a Platero, y se lo doy, para que jueguen con él.

Juan Ramón Jiménez ( Andalucía, 1 8 8 1 - Puüto Rico, 1 95 8 ) . Autor de gran im­


portancia en la historia del Modernismo español. H a merecido el Premio Nobel en
1 956. Poeta y periodista.
Obras Principales : a ) Poesía: RIMAS, ARIAS TRISTES, NINFEAS, MELAN­
COLíA; b) Prosa : PLATERO Y YO, DIARIO DE UN POETA RECIÉN CASADO.

78

LA MACARENA - Semana Santo en Sevilla


1 . G�NERO DE LOS ADJETIVOS CALIFICATIVOS

1 . Primer tipo :Tienen un:a sola forma para el masculino y el


femenino.
- mayor y menor
- mejor y peor
- inferior y superior
- interior y exterior
- los terminados en A, E, 1, L, N, R, S y Z :
agrícola, alegre, marroquí, débil, fácil; ruin, secular,
.
cortés, feliz.

11 . Segundo tipo : Tienen formas distintas para el masculino y ·

femenino.
- los terminados en O, AN, ON y OR:
alto - alta
holgazán - holgazana
juguetón - juguetona
sucesor - sucesora
- los que significan nacionalidad o país y terminan en
consonante :
español - española
portugués - portuguesa
alemán - alemana

2 . NúMERO DE LOS ADJETIVOS CALIFICATIVOS

Los adjetivos calificativos siguen las mismas reglas para la forma­


ción del plural del sustantivo.
bueno - buenos
capaz - capaces

3 . GRADOS DE SIGNIFICACióN DEL ADJETIVO

1 . Comparativo

1 9 ) Comparativo de inferioridad. Se forma con los calificativos


e n grado positivo entre los adverbios :
MENOS . . . QUE
80
El perro es MENOS veloz QUE el caballo.
Mi coche es MENOS nuevo QUE el tuyo.
2<? ) Comparativo de igualdad. Se forma con los calificativos en
grado positivo entre los adverbios :
TAN . . . COMO
El caballo es TAN veloz COMO el perro.
Mi coche es TAN nuevo COMO el tuyo.
3<?) Comparativo de superioridad. Se forma con los calificativos
en grado positivo entre los adverbios:
MAS . . . QUE
El cabállo es MAS veloz QUE el perro.
Mi cpche es MAS nuevo QUE el tuyo.

11 . Superlativo

1 <? ) Superlativo analítico. Se forma anteponiendo al positivo un


adverbio : MUY, SUMAMENTE etc.
Antonio es MUY aplicado.
María es SUMAMENTE inteligente.
2<? ) Superlativo sintético. Se forma con sufijos.
a) Sufijo ISIMO
Antonio es aplicadlSIMO.
Ella es riqulSIMA.
b) sufijo E:RRIMO
acre - acérrimo
áspero - aspérrimo ( o asperísimo)
célebre - celebérrimo
íntegro - integérrimo
libre - libérrimo
mísero - misérrimo
pobre - paupérrimo (o pobrísimo)
pulcro - pulquérrimo
e) Algunos adjetivos mantienen el radical latino :
amable - amabilísimo
bueno - bonísimo
fiel - fidelísimo
fuerte - fortísimo
noble - nobílimo
notable - notabilísimo
tierno - ternísimo
81
I I I . Casos especiales de grado

bueno

malo

¡ra nd,

pequeño
atto
b aJ Inferior

4 . LECTURAS

SEMANA SANTA

Gran contraste en esta tierra de contrastes, el de las fiestas a que nos


referíamos antes con otras, de distinto signo, que duran una semana en
casi todas las ciudades y pueblos de España: las fiestas penitenciales de
la Semana Santa.
Si aspira usted a entender cabalmente lo español, venga algún año
por Semana Santa. A Sevilla o a Valladolid, a Málaga o a Cuenca, a
Murcia o a Zamora. La imaginería religiosa más portentosa del mundo
escoltada por el silencio, los rezos, los cirios, las cornetas y los tambores,
la fe, el dolor, la esperanza. Cristos macerados y Dolorosas patéticas,
"pasos" en recia madera viva que relatan la Pasión y Muerte de Nuestro
Señor Jesucristo, la severa teoría de encapuchados cofrades, la saeta anda­
luza, paralizando el ánimo, y los pies descalzos, escalofriando el silencio
de las recias ciudades castellanas.
Semana Mayor de España. Emoción desnuda y contagiosa . . .

"España para Usted"

82
PROCESiúN

Por la calleja vienen


extraños unicornios.
¿De qué campo,
de qué bosque mitológico?
Más cerca,
ya parecen astrónomos.
Fantásticos Merlines
y el Ecce Horno,
Durandarte encantado,
Orlando Furioso.

SAETA

Cristo moreno
pasa
de lirio de Judea
a clavel de España.

¡Miradlo por dónde viene!

De España.
Cielo limpio y oscuro,
tierra tostada,
y cauces donde corre
muy lenta el agua.
Cristo moreno,
con las guedejas quemadas,
los pómulos salientes
y las pupilas blancas.

¡Miradlo por dónde va!

FEDERICO GARCÍA LoRCA


"Poema del Cante Jondo"

83
5. EJERCICIOS

Ejercicio 28 - Escriba el femenino de los adjetivos entre paréntesis:


l. Conchita era una mujer (respondón ) y ( regordete ) .
2. L a alumna que ganó el premio tenía una gracia (espantoso) .
3. Juana era muy .( amable ) .
4. La chica ( francés ) no conoce l a lengua (español) .
5. Tiene un alma (ruin) , ese chico.
6. María es (inteligente) pero es sumamente ( perezoso ) .
7. María y Juana son (capaz) de hacerlo.
8. Creo que ellas son ( feliz ) .

Ejercicio 2 9 - Escriba e l plural de los adjetivos entre paréntesis:


l. El pueblo limpio y claro ostentaba sus casas ( azul ) , (roja) y ( verde) .
2. Las (buena) acciones son privilegio de las almas ( ruin ) .
3. Al final del día tenía unas ganas ( atroz) de acostarme.
4. Son chicas muy ( aplicada) .
5. Aquellos chicos son ( infeliz) .

Ejercicio 30 - Escriba los comparativos de inferioridad, igualdad y superioridad


de los adjetivos de las frases siguientes:
l. El leopardo es ( . . . ) fuerte ( . . . ) el león.
El leopardo es ( . . . ) fuerte ( . . . ) el león.
El leopardo es ( . . . ) fuerte ( . . . ) el león.
2 . El dinero es ( . . . ) importante ( . . . ) salud.
El dinero es ( . . . ) importante ( . . . ) salud.
El dinero es ( . . . ) importante ( . . . ) salud.
3 . El gato parece ( . . . ) inteligente ( . ) el perro.
. ·.

El gato parece ( . . . ) inteligente ( . . . ) el perro.


El gato parece ( . . . ) inteligente ( . . . ) el perro.
4 . Mi primo es ( . . . ) alto ( . . . ) yo.
Mi primo es ( . . . ) alto ( . . . ) yo.
Mi primo es ( . . . ) alto ( . . . ) yo.
5 . La vaca es ( . . . ) útil ( . . . ) el caballo.
La vaca es ( . . . ) útil ( . . . ) el caballo.
La vaca es ( . . . ) útil ( . . . ) el caballo.

Ejercicio 31 - Dar los superlativos absolutos sintéticos de los adjetivos siguientes:


triste - largo - grande - fácil - nuevo - fiel - famoso - célebre
- frío - ardiente - sabio - pobre - rico - sagrado - amable
listo - fuerte - cierto - blanco - pequeño - alta - acre.

ESTUDIAR LOS TIEMPOS SIMPLES DE LOS VER­


BOS REGULJ\RES DE LA TERCERA CONJUGACióN.
---

84
EL A R TE ESPAÑOL

l . Aumentativos

2. Diminutivos

3. Despectivos

4 . Lecturas

5. Ejercicios

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· . LECCION
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UN · poco DE ARTE

"España para Usted"

De Altamira a Picasso - dos extremos que en cierto sentido se


tocan el arte español es una de las aventuras de más relieve y calado en
____,,

la historia espiritual de la humanidad.


Grecia y Roma influyeron en el arte hispano, y aún hay vestigios de
su colonización en nuestro suelo.
En el arte español, sin duda no libre de influencias francesas, italianas,
flamencas, alemanas, tiene, sin embargo, un sello nacional con épocas de es­
plendor gótico, isabelino, plateresco, barroco, churrigueresco. Realismo,
fuerza expresiva, fervor, apasionamiento, son constantes del caliente y sincero
arte español.
El arte musulmán del Califato de Córdoba influye en la España
cristiana originando el estilo mudéjar. Menos en el Norte, que, libre de la
proximidad musulmana, levanta bellos edificios románicos.
Se construyen catedrales góticas; Berruguete, Hernández, Montañés, .entre
los siglos XVI y XVII, han tallado la más prodigiosa imaginería cristiana.
En Toledo, el Greco ha pintado una obra gigante, enfebrecida y genial. El
realismo español ha alcanzado su cénit con Ribera, Zurbarán, Murillo y
el maestro de los maestros, Velázquez.
En el XVIII, Goya revoluciona la pintura española y universal. Con
él puede decirse, si hacemos abstracción de la prehistoria, que nace el Arte
Moderno.
Fortuny, Sorolla, Zuloaga y Solana continúan la gloriosa tradición pictó­
rica española. Picasso recoge la antorcha, aún bravamente encendida, y
Juan Gris, Miró y Dalí alcanzan también contemporáneamente, nombradía
universal. Junto a estos hitos es justo consignar e l arquitecto Gaudí.
Ahora mismo, las últimas corrientes pictóricas están brillantísimamente
representadas en España por un grupo de abstractos conocidos en todo el
mundo.
España, gran potencia pictórica, posee la más fabulosa muestra de
la pintura universal en la primera pinacoteca del mundo : el Museo · del
Prado, en Madrid.
86
l . AUMENTATIVOS

Son cuatro las terminaciones que añadimos a los sustantivos, adjetivos


y a algunos gerundios y adverbios para la formación del aumentativo:
- ON : hombre - hombrón
AZO: gata - gataza
- ACHO : pico - picacho
- OTE : animal - animalote
OBSER VACióN: Muchas palabras terminadas en - ON no son aumentativos :
corazón, ratón, melón.

2 . DIMINUTIVOS

Hay muchos sufijos para la formación del diminutivo en español.


1 . ECECITO, ECECILLO, ECECICO, ECEZUELO
Los monosílabos acabados en vocal :
pie - piececito, piecezuelo

II . ECITO, ECILLO, ECICO, EZUELO, A CHUELO, ICHUELO


1 9 ) Los monosílabos acabados en consonante ( incluso la Y ) :
flor - florecita
voz - vozecita
29) Los bisílabos cuya primera sílaba tiene uno de los diptongos
El, lE, UE :
reina - reinecita
hierro - hierrecillo
hueso - huesecico
39) Los bisílabos cuya última sílaba tiene uno de los diptongos
lA, 10, UA :
bestia - bestiecita
genio - geniecillo
lengua - lenguecica
Se exceptúan las palabras - rubia, pascua y agua :
rubia - rubita
pascua - pascuita
agua - aguita
49) Muchas palabras de dos sílabas terminadas en 1 0 :
frío - friecito, friecillo
87
S<?) Todas las palabras bisilábicas terminadas en E :
pobre - pobrecillo, pobrecito
nave - navecilla, navecita
6<? ) Las palabras prado, llano y mano tienen los diminutivos
siguientes:
prado - pradecillo, pradito y pradillo
llano - llanecillo, llanito
mano - manecilla, manezuela y manita

III . CITO, CILLO, CICO, ZUELO


1 Q) Las palabras agudas de dos o más sílabas terminadas en N
o R:
galán - galancillo
mujer - mujercita
2<? ) Las palabras graves acabadas en N:
Carmen - Carmencita
imagen - imagencilla

IV o ITO, ILLO, ICO, VELO

Las demás palabras sin forma especificada hasta aquí :


jaula - jaulilla
pájaro - pajarito

V o DIMIN UTIVOS FA MILIA RES

Se usan contracciones especiales en algunos nombres propios:


Francisco - Francisquito, Frasquito, Paco, Paquito,
Pancho, Curro y Quicoo
José - Pepe, Pepito, Joselitoo
Dolores - Dolorcitas, Lola, Lolita
Concepción - Concha, Conchita
Gertrudis - Tula
Carmen - Carmencita, Carmencilla, Carmelita
Pilar - Pilarcita, Pilarcilla, Pilarica

OBSER VACióN: Hay en español aumentativos de aumentativos, aumentativos


de diminutivos, diminutivos de aumentativos y diminutivos de
diminutivos:
picarón - picaronazo
roseta-0 rosetón
salón - saloncillo
chiquito - chiquitito

88
3 . DESPECTIVOS

Para. dar idea de desprecio, repugnancia, aversión, asco e menosprecio,


empleamos las terminaciones siguientes :

ACO : libro ..:__ libraco


ASTRO : cama - camasrro
ORRO : venta - ventorro
UZA : gente - gentuza
UCHO : caldo - calducho
y otras más.

OBSER VACióN: Los afectivos españoles tienen la misma forma de los dimi­
nutivos :
madre - madrecita, madrecilla
abuela - abuelita

4 . LECTURAS

NATURALEZA MUERTA

He visto ayer por una ventana un tiesto lleno de lilas v-'de rosas
pálidas, sobre un trípode. Por fondo tenía uno de esos cortinajfs amarillos y
opulentos, que hacen pensar en los mantos de los príncipes orientales. Las
lilas recién cortadas resaltaban con su lindo color apacible, junto a los
pétalos esponjados de las rosas de té.
Junto al tiesto, en una copa de la ornada con ibis de oro, incrustados,
incitaban a la gula manzanas frescas, medio coloradas, con la pelusilla de
la fruta nueva y la sabrosa carne hinchada que toca el deseo; pero doradas
y apetitosas, que daban indicios de ser todas jugo y como esperando el
cuchillo de plata que debía rebanar la pulpa almibarada; y un ramillete de
uvas negras, hasta con el polvillo ceniciento de los racimos acabados de
arrancar de la viña.
Acerquéme, vilo de cerca todo. Las lilas · y las rosas eran de cera; las
manzanas y las peras de mármol pintado, y las uvas, de cristal.

RUBÉN DARÍO

Félix Rubén García Daría ( Nicaragua, 1 867 - Managua, 1 9 1 6 ) , fntroductor


del Modernismo en España.
Obras Principales : AZUL, PROSAS PROFANAS, POEMAS EN PROSA, CANTO
A LA ARGENTINA.

89
• . • ·:·. ·:-.·o; C· • .,.,. •. ' ·'--�
EL CABALLEI{O D E L\ �IANO AL PECI IO.: \;;
�••f;..

Este desconocido es un cristiano


de serio porte y negra vestidura,
donde brilla no más la empuñadura
de su admirable estoque toledano.

Severa faz de palidez de lirio


surge de la golilla escarolada,
por la luz interior, iluminada,
,
de un macilento y religioso cirio.

Aunque sólo de Dios temores sabe


porque el vitando hervor no le apasione
del mundano placer perecedero,

en un gesto piadoso, y noble, y grave,


la mano abierta sobre el pecho pone,
como una disciplina, el caballero.

MANUEL MACHADO

90

EL CABALLERO DE LA MANO AL PECHO - El Grec1


Muse u del Prado ( Madrid )
0 LA INFANTA MARGARITA

(Velázquez)

Como una flor clorótica el semblante,


que hábil pincel tiñó d e leche y fresa,
emerge del pomposo guardainfante,
entre sus galas cortesanas presa.

La mano - ámbar de ensueño - entre los tules


de la falda desmáyase, y sostiene
el pañuelo riquísimo que viene
de los ojos atónitos y azules.

Italia, Flandres, Portugal . . . Poniente


sol de la gloria, el último destello
en sus mejillas infantiles posa . . .

Y corona no más su augusta frente


la dorada ceniza del cabello,
que apenas prende el leve lazo rosa.

MANUEL MACHADO

92
5. EJERCICIOS

Ejercicio 32 - Ponga en el aumentativo las palabras siguientes :


muchacho - gigante - animal - cuchara - grande - mujer amigo
- casa - mano - sala - escoba.

Ejercicio 33 - Escriba Jos diminutivos correspondientes en Jos ejemplos abajo:


1. El niño come ( despacio ) .
2. Aquella familia vive allí ( arriba) con sus hijos.
3. Ese colegio está muy (cerca) de esta calle.
4. Se despertó hoy · (temprano) para estudiar.
5. Estuvo (Concepción) aqui esta mañana.

Ejercicio 34 - Dar Jos diminutivos de los ejemplos siguientes:


ventana - guapo - mano - Carmen - pájaro - salón - pobre - pan -
altar - abuelo - camino - llave - sala - calor - cansado - pie
- árbol - Dolores - mujer - prado - nube - altar - cerca -
reina - pañuelo - escoba - .corazón - piedra - coche - conejo
- ladrón - lengua - cuchara - caliente - canción - pue�ta -
flor madre - gato - imagen - chico - señor - cielo - José.

Ejercicio 35 - Dar las formas afectivas de Jos nombres:


Dolores - . Francisco - José - Carmen - Manuel - Concepción -
Gertrudis - Pilar.

Ejercicio 36 - Dar un aumentativo y un diminutivo de cada palabra abajo:


mujer - libro - corazón _:-:- casa - zapato - árbol mano.
- árbol - Dolores - mujer - prado - nube - altar - cerca -
reina - pañuelo - escoba - corazón - piedra - coche - conejo
- ladrón - lengua - cuchara - caliente - canción - puerta -
flor - madre - gato - imagen - chico --'-- señor - cielo José.

ESTUDIAR LOS TIEMPOS SIMPLES DE LOS


VERBOS AUXILIARES SER, HABER y ESTAR.

93
(

LA S DIVERSIONES

l . Numerales Cardinales

2. Numerales Ordinales

3. Numerales Partitivos

4 . Numerales Múltiplos

5. Numerales Colectivos

6. Numerales Distributivos

7. Lecturas

8 . Ejercicios

LECCIO N
8 .a
LAS DIV ERSI ONES

MANUEL CALVO HERNANDO


"Los Españoles Día a Día"

He aquí una imagen de los españoles según .sus costumbres y prefe­


rencias. Ahora, yo quisiera completarla aquí con algunos otros rasgos, espe­
cialmente en lo que se refiere a diversiones. Los españoles de los pueblos
se divierten con el baile, el juego de pelota, el juego de bolos y el fútbol.
Este último es la gran droga nacional. La gente conoce a los jugadores de
cada equipo como si fueran de su propia familia, y por un buen jugador
se están pagando hasta quince millones de pesetas. En España hay 2.268
clubs de fútbol . Uno de ellos, el Real Madrid, es el único club que ha
obtenido durante cinco años seguidos la Copa de Europa. En las peluquerías,
en los bares, en la taberna y en las oficinas, los viernes y los sábados se
destinan a hacer pronósticos sobre el partido del domingo, y los lunes y
los martes, a comentar y glosar la jornada dominical. Algunos humoristas
dicen, por ello, que sólo nos quedan dos días a la semana para trabaj ar: el
miércoles y el jueves. Lo malo es cuando hay partido a mitad de semana . . .
En España hay enorme afición al teatro. En ciudades y pueblos se
representan continuamente dramas y comedias. Cualquier lugar, por pe­
queño que sea, dispone de un local y de una compañia de aficionados.
Muerto BENAVENTE, nuestro premio Nobel, los autores contemporáneos
más importantes son : ANTONIO BUERO VALLEJO, M IGUEL MIHURA,
ALFONSO PASO, JOAQUíN CALVO SOTELO, EDGAR NEVILLE,
VfCTOR RUIZ I RIARTE, JOSÉ LóPEZ RUBIO y ALFONSO SASTRE.
Un síntoma de interés actual por el teatro en España lo constituye el hecho
de que sólo en Madrid están abiertos permanentemente una veintena de
teatros de comedia.
Dentro del teatro existe un género muy popular en España y muy del
gusto del público. Se trata de la zarzuela. Una zarzue la es un intermedio
entre la comedia musical y la opereta. Madrid se ha distinguido siempre
por haber dado ambiente e inspiración a las joyas más excelsas de este
género.
98
l . NUMERALES CARDINALES

Los numerales puedeh ser : cardinales, ordinales, partitivos, múltiplos,


_
_
colectivos y distributivos.
Los numerales cardinales indican un número determinado.
1 un ( o ) 26 veintiséis
2 dos 27 veintisiete
3 tres 28 veintiocho
4 cuatro 29 veintinueve
5 cinco 3o treinta
6 seis 31 treinta y uno
7 siete 32 treinta y dos etc.
8 ocho 40 cuarenta
9 nueve 50 - cincuenta
10 diez 60 sesenta
11 once 70 - setenta
12 doce 80 ochenta
13 trece 90 noventa
14 catorce 1 00 cien
1 5 - quince 200 doscientos
16 dieciséis 300 trescientos
1 7 - diecisiete 400 cuatrocientos
18 dieciocho 500 quinientos
19 diecinueve 600 seiscientos
20 veinte 700 setecientos
21 veintiuno 800 ochocientos
22 veintidós 900 novecientos
23 veintitrés 1 .000 mil
24 veinticuatro 1 .000.000 un millón
25 - veinticinco 1 .000.000.000 un billón

OBSER VA CIONES:

a ) Delante de nombre o de otro adjetivo en masculino pierden la última


letra el numeral UNO y sus compuestos:
Un día
Veintiún días
Cincuenta y un días
b) El numeral CIENTO se emplea generalmente sin la última sílaba :
Cien amigos
Cien periódicos

99
e) Admitem femenino el numeral UNO y las centenas :
Una amiga
Doscientas páginas
Trescientos días
Quinientas semanas
d) Sólo se emplea la conjunción Y entre la decena y la unidad desde que
una u otra no sean cero:
435 - cuatrocientos treinta y cinco
1 .049 - mil cuarenta y nueve
1 .002 - mil dos

2 . NUMERALES ORDINALES

1 9 . primer (o) 309 . trigésimo


29 . segundo 409 . cuadragésimo
30 . tercer ( o )
509 . quincuagésimo
49 . cuarto 609 . sexagésimo
59 . quinto 709 . septuagésimo
69 . sexto 80° . octogésimo
70 .
séptimo o sétimo 909 . nonagésimo
89 . octavo 1 009 . centésimo
99 . noveno o nono 1019 . centésimo primero
1 09 . d écimo 2009 . ducentésimo
1 1 '! . undécimo o décimo primero 3009 . tricentésimo
1 29 . duodécimo o décimo segundo 5009 . quingentésimo
209 . vigésimo 1 0009 . milésimo
21 o . vigésimo primero

OBSER VA ClONES:

a ) Muchas veces empleamos los cardinales en lugar de los ordinales, pero


en este caso debemos colocar el cardinal después de Jos sustantivos:
La clase veintitrés
El grupo treinta y dos
b) Con los nombres de reyes y papas debemos emplear los qrdinales hasta
el noveno y en adelante los cardinales :
Felipe III ( tercero ) Alfonso X ( diez ) , el sabio
Gregorio VII (séptimo) Benedicto XV (quince)

3 . NUMERALES PARTITIVOS

Los partitivos indican división :


medio, la mitad

100
un tercio
un décimo ·
un vigésimo
un centésimo
y todos los terminados en -AVO:
onceavo, doceavo, tr�inta y tresavo

4 . NUMERALES M úLTIPLOS

Los múltiplos significan multiplicación :


2 - doble
3 - triple
4 - cuádruple (o cuádruplo)
5 - quíntuplo
6 séxtuplo
7 séptuplo
10 décuplo
1 00 céntuplo

5 . NUMERALES COLECTIVOS

Son grupos numéricamente determinados como unidad :


decena ( 1 0 ) , docena ( 1 2 ) , quincena ( 1 5 ) , veintena ( 20 ) , cua­
rentena (40 ) , cincuentena ( 50 ) , un ciento o una centena ( 1 00 ) ,
un millar ( 1 .000 ) , un millón ( 1 .000.000 ) .

6. NUMERALES DISTRIBUTIVOS: SENDOS

SENDOS significa uno o una para cada cual de dos o más personas :
Los alumnos compraron sendos libros (Cada alumno compró su
libro ) .

OBSER VA CióN: UNO, CIENTO, PRIMERO, TERCERO y POSTRERO pierden


la vocal final cuando vienen delante de un sustantivo:
un amigo
cien alumnos
primer día
tercer puesto
postrer lágrima
La apócope de TERCERO es facultativa.

101
7 . LECTURAS

DICE LA GUITARRA

Hablo, sollozo, deliro . . .


Sé de la risa y el llanto.
Con las bocas rojas, canto.
Con los ojos negros, miro.
Con los amantes suspiro
y río con los guasones.
Son mis notas goterones
de agua fresca en el rosal . .
.

Y tengo toda la sal


de España en mis lagrimones.
MANUEL MACHADO

CA NTARES

Vino, sentimiento, guitarra y poesía


hacen los cantares de la patria mía.
Cantares . . .
Quien dice cantares dice Andalucía.

A la sombra fresca de la vieja parra,


un mozo moreno rasguea la guitarra . . .
Cantares . . .
Algo que acaricia y algo que desgarra.

La prima que canta y el bordón que llora . . .

Y el tiempo callado se va hora tras hora.


Cantares . . .
Son dejos fatales de la raza mora.

No importa la vida, que ya está perdida,


y, después de todo, ¿ qué es eso, la vida? . . .
Cantares . . .
Cantando la pena, la pena se olvida.
102
Madre, pena, suerte, pena, madre, muerte,
ojos negros, negros, y negra la suerte . . .
Cantares . . .
En ellos el alma del alma se vierte.

Cantares. Cantares de la patria mía,


quien dice cantares dice Andalucía.
Cantares . . .
No tiene más notas la guitarra mía.

MANUEL MACHADO

8. EJERCICIOS

Ejercicio 37 - Escriba por extenso los numerales :


864 - 1 .9 10 - 922 - 32.50 1 - 29 -- 1 .4 1 8 - 1 .969 - 3 16 - 2.4 1 1

Ejercicio 3 8 - Escriba por extenso los numerales:


l . El Papa actual se llama Pablo (VI ) .
2. El rey Alfonso ( X ) fue llamado el Sabio.
3. Hoy es ( 1 ) de mes de mayo.
4. Los capítulos ( IV ) y (VI ) del Quijote son muy interesantes.
5. Hemos perdido el tomo ( 8 • ) de aquella colección.
6. Tengo ( 1 ) amigo que mucho me estima.
7. Esa operación ha sido la ( 1 " ) del mundo.
8. Eran ( 100 ) los invitados del Gobierno.
9. Leamos la ( 3 � ) parte de este texto.
1O . Ése fue su ( 1 • ) deseo.

Ejercicio 39 - Escriba los múltiplos correspondientes a dos, tres, cuatro y cinco


en la frase :
Ha sido un parto ( . . . ) .

Ejercicio 40 - Dar el partitivo correspondiente de los números entre paréntesis :


Esa es la ( 3 , 4, 5, 1 0, 1 2 ) parte de su hacienda.

Ejercicio 41 - Emplear convenientemente AMBOS y SENDOS en las frases :


1 . Salieron las dos hermanas de la iglesia con ( . . . ) maridos.
2 . Desde el palco podemos ver como ( . . . ) partidos juegan bien.
3 . Los alumnos salieron con ( . . . ) libros.

103
LA CORRIDA DE TOROS

1 . Demostrativos

2 . Posesivos

3. Lecturas

4 . Ejercicios

LECCION
9 .a
LA CORRIDA

'"España para Usted"

La corrida empieza a la hora justa que anuncian los programas. Siempre


por la tarde. Con medio coso bullente de sol y la otra mitad pintado por
la sombra. Suelen lidiarse seis toros, dos por cada matador, que antes
fueron sorteados entre los diestros. La lidia de cada bicho deberá durar
veinte minutos. La corrida comienza con el paseo de las cuadrillas. Pre­
cididos por los alguacilillos, con trajes del .tiempo de Felipe IV, avanzan
al son de la música - un pasodoble torero - los tres espadas seguidos
de los peones y los picadores. Cierran el cortejo las mulillas, que arrastrarán
al toro después de muerto.
A ojos de un esteta pudoroso, ésta será la más bella parte de la
fiesta, por su majestad y colorido. Pero la verdadera emoción comienza
cuando el primer clarinazo anuncia la salida del primer toro.
.,
Será recibido bien por el espada, bien por alguno de sus peones .
Según embista brioso o se muestre apático al capote, el público calificará
en seguida al animal .de bravo o manso. El matador recibirá la cornúpeta
y le dará unos pases de gran belleza y espectacularidad : las "verónicas".
Todo esto es el prólogo de la lidia propiamente tal, que se divide en
tres suertes: la de varas, la de banderillas y la suprema, que es la de
matar.
Los picadores aguantarán impávidos la inevitable bronca del "respe­
table" ( así llaman los cronistas de toros al público ) , que siempre creerá
que castigan en demasía con sus varas o puyas al animal. Es ésta una
suerte antipática, pero necesaria. Sin l a merma de poder que los picadores
infringen al toro, éste resultaría ilidiable.
Siguen las banderilias : tres pares de coloristas palos que se prenden
al animal. Las colocan los peones o el matador, y es ésta quizá la parte
más alegre y vivaz de la fiesta.
Una vez picado y banderillado el toro, suena el clarín cambiando
el tercio - la suerte -. Ha llegado el momento del verdadero duelo
entre el hombre, ya completamente solo en el redondel, y la fiera. Brin-
106
dará el diestro a un personaje famoso, a una mujer o al público. Y con
la muleta, trapo más rojo y más pequeño que el capote del prin­
cipio, comenzará la "faena". La iniciará seguramente con "naturales",
citando con la izquierda, los pies juntos y la figura estatuaria. Seguirá con
pases de distintas facturas, que arrancarán, según la fortuna y el arte del
maestro, "olés" o protestas del público, y música o silencio de la banda.
Y cuando el toro esté colocado, con la cabeza baja, quieto, con los omoplatos
marcando el sitio exacto por el que debe penetrar el estoque, el torero
·
ejecutará el acto de mayor valentía y emoción. Entrará a matar. Puede
bastar esta estocada. Puede necesitar el complemento de un descabello.
Si el animal precisa más castigo aún para caer vencido en la arena, el
matador habrá fracasado, aunque su faena anterior con el astado haya
sido brilhante. Habrá tenido lo que los aficionados llaman "mala tarde".
Si acierta al matar, el presidente, a petición del público, que agitará sus
pañuelos para esto, le concederá trofeos : una oreja, dos y hasta el rabo.
Con estos despojos dará la vuelta al ruedo el triunfador entre ovaciones
de la multitud, que arrojará a su paso sombreros, flores, cigarros puros,
botas de vino y hasta zapatos de mujer. El toro muerto será aplaudido o
abucheado en el arrastre, según que su bravura se haya hecho patente
o no.
Y así hasta seis toros. Siempre el mismo orden inmutable en las
suertes. Siempre variable e imprevisible el resultado en su ejecución. Si
el torero triunfó rotundamente en sus dos enemigos, será sacado a hombros
de los aficionados más jóvenes y vehementes "por la puerta grande" de
la plaza y llevado así, en olor de admiración, hasta el hotel en que se
hospede.

l . LOS DEMOSTRATIVOS

PLURAL

estas

esas

aquellas

107
OBSER VA ClONES:

a ) Las formas masculinas y femeninas se acentúan cuando se usan solas:


Mi periódico es éste y aqqél es tuyo.
Non son éstos los que te he pedido.
b) Antes del pronombre relativo QUE no se pone el acento:
A quel que he comprado, no sirve para nada.
Este que está aquí, es mío.

e) Las formas neutras no llevan acento :


Eso no me interesa.
Esto ya se pasó antes.
A quello no volverá más.

2 . LOS POSESIVOS

PLU RAL

p. sing. mío mía


2� p. sing. tuyo tuya tuyos

�.
3� p. sing. suyo suya suyos suyas
�� p. pi. nuestro nuestra nuestros•, nuestras

1
2'�- p. pi. vuestro vuestra vuestros VJ.les.tras
31; p. pi. suyo i suya suyos ¡ suyas

OBSER VA CIONES:

a) Cuando los posesivos vienen delante de nombre o de otro adjetivo se


apocopan :
la casa mía - mi casa
el dinero mío - mi dinero
las vacas mías - mis vacas
los alumnos míos - mis alumnos
mi buena casa
mi buen amigo
mis buenas casas
mis buenos amigos
también se apocopan :
tuyo, a, os, as -'-- tu, tus
suyo, a, os, as - su, sus
nuestro, a, os, as y vuestro, a, os, as no se apocopan.
b) No se emplea el artículo con posesivos delante del sustantivo :
Mi libro está sobre el tuyo.

e ) Los posesivos ocurren muchas veces en forma sustantivada, con el ar­


tículo neutro o con el artículo masculino plural :
Lo míó no está aquí.
¿ Los tuyos, cómo están?
108
3. LECTURAS

PASE DE LA MUERTE

Es el pase de la muerte
y la estatua de perfil.
Todo - la muerte o la suerte -
pende de un hilo sutil.
Porque el honor de una roca
ata los pies y provoca
a clavarse, eje absoluto.
Y la muleta resbala
su rojo enigma de ala
sobre la sierra de luto.

GERARDO DIEGO

Gerardo Diego ( Santander - 1896 ) . Poeta modernista.


Obras Principales : IMAGEN, SORIA, MANUAL DE ESPUMAS.

AGONIA DEL TORO

Una mano de niebla temerosa


llega a tu corazón, doliente, fría
y aprieta lentamente, como haría
el aire más sereno con la rosa.

Su dulce sombra mansa y silenciosa


sube a · tus ojos su melancolía,
apagando tu dura valentía
en la pálida arena rumorosa.
109
La dura pesadumbre de la espada
no permite siquiera tu mqgido :
poderosa y tenaz está clavada.

Tu ves de cerca a quien te ha herido


y tiendes tu mirada sosegada
sin comprender, ¡ oh toro! cómo ha sido.

RAFAEL MORALES

Rafael Morales (Talavera de la Reina - 1 9 1 9 ) . Poeta moderno.


Obras Principales : POEMAS DEL TORO, EL CORAZóN Y LA TIERRA.

LA COGIDA Y LA MUERTE

A las cinco de la tarde.


Eran las cinco en punto de la tarde.
Un niño trajo la blanca sábana
A las cinco de la tarde.
Una espuerta de cal ya prevenida
a las cinco de la tarde.
Lo demás era muerte y solo muerte
a las cinco de la tarde.

El viento se llevó los algodones


a las cinco d e la tarde.
Y el óxido sembró cristal y níquel
a las cinco de la tarde.
Y a luchan la paloma y el leopardo
a las cinco de la tarde.
Y un muslo con asta desolada
a las cinco de la tarde.
Comenzaron los sones del bordón
a las cinco de la tarde.
Las campanas de arsénico y el humo
a las cinco de la tarde.
En las esquinas grupos de silencio
a las cinco de la tarde.
1 10
Y el toro solo corazón arriba!
a las cinco de la tarde.
Cuando el sudor de nieve fue llegando
a las cinco de la tarde,
cuando la plaza se cubrió de yodo
a las cinco de la tarde,
la muerte puso huevos en la herida
a las cinco de la tarde.
A las cinco de la tarde.
A las cinco en punto de la tarde.

Un ataúd con ruedas es la cama


a las cinco de la tarde.
Huesos y flautas suenan en su oído
a las cinco de la tarde.
El toro ya mugía por su frente
a las cinco de la tarde.
El cuarto se irizaba de agonía
a las cinco de la tarde.
A lo lejos ya viene la gangrena
a las cinco de la tarde.
Trompa de lirio por las verdes ingles
a las cinco de la tarde.
Las heridas quemaban como soles
a las cinco de la tarde,
y el gentío rompía las ventanas
a las cinco de la tarde.
A las cinco de la tarde.
Ay qué terribles cinco de la tarde!
Eran las cinco en todos los relojes!
Eran las cinco en sombra de la tarde!

II

·· ..:· .

;
SANGRE DERRAMADA
. . '
:_.�
.

¡ Que no quiero verla!

Dile a la luna que venga,


que no quiero ver la sangre
de Ignacio sobre la arena.
111
¡ Que no quiero verla!

La luna de par en par.


Caballo de nubes quletas,
y la plaza gris del sueño
con sauces en las barreras.
¡ Que no quiero verla!
Que mi recuerdo se quema.
¡ Avisad a los j azmines
con su blancura pequeña!
¡ Que no quiero verla!
La vaca del viejo mundo
pasaba su triste lengua
sobre un hocico de sangres
derramadas en la arena,
y los toros de Guisando,
casi muerte y casi piedra
mugieron como dos siglos
hartos de pisar la tierra.
No.
¡ Que no quiero verla!

Por las gradas sube Ignacio


con toda su muerte a cuestas.
Buscaba el amanecer,
y el amanecer no era.
Busca su perfil seguro,
y el sueño lo desorienta.
Buscaba su hermoso cuerpo
y encontró su sangre abierta.
¡ No me digáis que la vea!
No quiero sentir el chorro
cada vez con menos fuerza;
ese chorro que ilumina
los tendidos y se vuelca
sobre la pana y el cuero
de muchedumbre sedienta.
¡ Quién me grita que me asome!
¡ No me d igáis que la vea !

No se cerraron sus ojos


cuando vio los cuernos cerca,
112
pero las madres terribles .
levantaron la cabeza.
Y a través de las ganaderías,
hubo un aire de voces secretas
que gritaban a toros celestes,
mayorales de pálida niebla.
No hubo príncipe en Sevilla
que comparársele pueda,
ni espada como su espada,
ni corazón tan de veras.
Como un río de leones
su maravillosa fuerza,
y como un torso de mármol
su dibujada prudencia.
Aire de Roma andaluza
le doraba la cabeza
donde su risa era un nardo
de sal y de inteligencia.
Qué gran torero en la plaza!
Qué gran serrano en la sierra!
Qué blando con las espigas!
Qué duro con las espuelas!
Qué tierno con el rocío!
Qué deslumbrante en la feria!
¡ Qué tremendo con las últimas
banderillas de tiniebla!
Pero ya duerme sin fin .
Y los musgos y la hierba
abren con dedos seguros
la flor de su calavera.
Y su sangre ya viene cantando :
cantando por marismas y praderas,
resbalando por cuernos ateridos,
vacilando sin alma por la niebla, .
tropezando con miles de pezuñas
como una larga; oscura, triste lengua,
para formar un charco de agonía
junto al Guadalq uivir de las estrellas.
Oh blanco muro de España!
Oh negro toro de pena!
Oh sangre dura de Ignacio! .
¡ Oh ruiseñor de sus venas! ·

No.
113
¡ Que no quiero verla!
Que no hay cáliz que la contenga.
Que no hay golondrinas que se la beban,
no hay escarcha de luz que la enfríe,
no hay canto ni diluvio de azucenas,
no hay cristal que la cubra de plata.
No.
¡ Y o no quiero verla! !

III

CUERPO PRESENTE

La piedra es una frente donde los sueños gimen


sin tener agua curva ni cipreses helados.
La piedra es una espalda para llevar al tiempo
con árboles de lágrimas y cintas y planetas.

Yo he visto lluvias grises correr hacia las olas


levantando sus 'tiernos brazos acribillados,
para no ser cazadas por la tierra tendida
que desata sus miembros sin empapar la sangre.

Porque la piedra coge simientes y nubládos,


esqueletos de alondras y lobos de penumbra ;
Pero n o da sonidos, ni cristales, ni fuego,
sino plazas y plazas y otras plazas sin muros.

Ya está sobre la piedra Ignacio el bien nacido.


Ya se acabó; ¿ qué pasa? Contemplad su figura :
la muerte le ha cubierto de pálidos azufres
y le ha puesto cabeza de oscuro minotauro.

Ya se acabó. La lluvia penetra por su boca.


El aire como loco deja su pecho hundido,
y el Amor, empapado con lágrimas de nieve,
se calienta en la cumbre de las ganaderías.

¿ Qué dicen? Un silencio con hedores reposa.


Estamos con cuerpo presente que se esfuma,
con una forma clara que turvo ruiseñores
y la vemos llenarse de agujeros sin fondo.
114
¿ Quién arruga el sudário? ¡ No es verdad lo que dicen!
Aquí no canta nadie, ni llora en el rincón,
ni pica las espuelas, ni espanta la serpiente :
aquí no quiero más que los ojos redondos
para ver ese cuerpo sin posible descanso.

Yo quiero ver aquí los hombres de voz dura.


Los que doman caballos y dominan los ríos :
los hombres que les suena el esqueleto y cantan
con una boca llena de sol y pedernales.

Aquí quiero yo verlos. Delante de la piedra.


Dehmte de este cuerpo con las riendas quebradas.
Yo quiero que me enseñen dónde está la salida
para este capitán atado por la muerte.

Yo quiero que me enseñen un llanto como un río


que tenga dulces nieblas y profundas orillas,
para Hevar eí cuerpo de fgnácío y que se pierda
sin escuchar el doble resuello de los toros.

Que se pierda en la plaza redonda de la luna


que finge cuando niña doliente res inmóvil ;
que se pierda en la noche sin canto de los peces
y en la maleza blanca del humo congelado.

No quiero que le tapen la cara con pañuelos


para que se acostumbre con la muerte que lleva.
Vete, Ignacio: No sientas el caliente bramido.
Duerme, vela, reposa: ¡ También se muere el mar!

FEDERICO GARCÍA LORCA

4. EJERCICIOS

Ejercicio 42 - Escriba los pronombres demostrativos correspondientes a los


adverbios : aquí, ahí, allí:
aquí: s.m. ( . . . ) me pone triste.
s.f. ( . . . ) me da inspiración.
n. ( . : . ) ya lo esperaba.
pl.m. ( . . . ) acaban de llegar.
pl.f. ( . . . ) no nos escriben hace mucho.

115
ahí: s.m. ( . . . ) me viene muy bien.
s.f. ( . . . ) me enoja.
n. ( . . . ) ocurre frecuentemente.
pl.m. ( . . . ) son los empresarios.
pl.f. ( . . . ) caminan despacio.
allí:. s.m. ( . . . ) tiene algo parecido a mí.
s.f. ( . . . ) es la que te llamó al teléfono.
n. ( . . . ) fue Numancia.
pl.m. ( . . . ) no me podían hablar más.
pl.f. ( . . . ) no comprarán nada.

Ejercicio 43 - Coloque los demostrativos que convengan :


1 . ( . . . ) que me contaste, ya lo sabía yo.
2 . Mira las estampillas : ( . . . ) son de Japón, ( . . . ) son de Marruecos.
3 . El árbol y el pájaro son dos amigos del hombre; ( . . . ) nos da frutos
y su somb1a y ( . . . ) mata los insectos.
4 . Aquel retrato que ves allí es de mi madre, ( . . . ) que está cerca de tí
es de mi padre y ( . . . ) que te presento es de mi hermano.
5 . Las verdades que a nosotros no nos gusta oír, son ( . . . ) de que más
necesitamos.

Ejercicio 44 - Después de estudiar el Modo Indicativo del verbo SER pasar


al español :
1 . Meus · irmaos eram altos.
2 . Sua casa é melhor que a minha.
3 . �ste livro é mais caro que o meu.
4 . lsto nao é certo.
5 . O espanhol é difícil.
6 . Nossos tios sao inteligentes.
7 . AqueJas alunas foram aplicl!das.
8 . As montanhas espanholas nao sao altas.
9 . Aquilo é interessante.
1 O . Tu as filhas sao minhas alunas.

Ejercicio 45 - Escriba los posesivos correspondientes a las persona·s gramaticales


indicadas :
l . o�. p. sg. ) madre cuida de (3� p. sg. ) nietos.
2 . ( 2�. p. sg. ) ocupaciones son más importantes que las o�. p. sg. ) .
3 . (2�. p . pi. ) decisiones perjudican ( 1 � . p . pi. ) proyectos.
4 . Saludos cariñosos de los o�. p. sg. ) para los ( 3�. p. sg. ) .

Ejercicio 46 - Sustituir los puntos suspensivos por e l artículo y posesivo en


función sustantiva :
l . ¿ ( . . . ) ( 2�. p. sg. ) cómo están?
2 . ( . . . ) ( 1 �. p. sg. ) no se ve en tus recuerdos.
3 . Compramos entradas también para ( . . . ) (3�. p. sg. ) .

Ejercicio 47 - Sustituir e l demostrativo por l a forma correspondiente de pro-


nombre personal neutro :
1 . ( Eso) podrá ser verdad, pero no Jo creo.
2 . ( Aquello) ocurrió anoche.
3 . ( Esto) no nos conviene.
4 . Mi raba todo (eso ) con angustia.

116
LA CIUDA D

1 . Pronombres Relativos

2. Pronombres Interrogativos

3 . Adjetivos y Pronombres Indefinidos

4. Lecturas

5. Ejercicios

.. · ·
;

LECC ION
I O.a
1
PANORÁMICA

WAL TER MANGOLD y JosÉ TEJEDOR


"Lengua y Vida Españolas"

Madrid es la capital de España desde el día 7 de mayo de 1 56 1 por


decisión de Felipe II. Aunque en el ánimo del monarca influyeran para
la elección causas tan naturales como el sano clima del lugar o las excelencias
de sus aguas, es indudable que fue la principal la razón política, lo que
vale tanto decir . su casi exacta posición en el centro geográfico de la Penín­
sula.
Madrid era entonces sólo una pequeña villa. Sus historiadores nos
informan de cómo el lugar estuvo ya habitado desde los tiempos más re­
motos. En itinerarios romanos aparece también citado. Durante la Recon­
quista, época de lucha entre moros y cristianos, figura con el nombre
árabe de Magerit, del que procede el actual de Madrid. La villa era en­
tonces, igual que otros lugares fronterizos entre la España cristiana y la
musulmana, un "castillo famoso" inmediato . al modesto Manzanares, al que
Quevedo había de llamar "aprendiz de río'.' En el año 1 500 no tenía más
de diez o doce mil habitantes.
La situación cambia a partir de su elección como capital. Los nobles
acuden a establecerse en el lugar, levantan en él sus casas o palac ios, atraen
también a muchas otras gentes españolas para instalar aquí sus talleres de
joyería o de bordados - el padre de Lope de Vega fue uno de ellos -, y
Madrid se puebla y se ensancha.
Pero no se urbaniza. Sigue siendo, aunque muy grande, una aldea.
Después, sobrevienen dos momentos decisivos en su historia : con Car­
los III y con Isabel II. Con Carlos 111, en el siglo XVIII, Madrid comienza
a ser una gran capital. Se atiende a la ljmpieza y pavimentación de sus calles,
se instala el alumbrado público y se dota a la ciudad de construcciones como
120
la puerta de Alcalá, el Ministerio de Hacienda, el Observatorio Astronómico,
el Jardín Botánico y el Museo de Ciencias Naturales, hoy Museo del Prado.
Los madrileños llaman al monarca "el mejor alcalde de Madrid". En el
siglo X IX, I sabel I I y su ministro Bravo Murillo solucionan el problema del
abastecimiento de agua a la capital, lo que ha permitido su desarrollo pos­
terior.
Madrid crece ahora sin cesar y cada día mejora su urbanización y su
tono de vida. Hoy tiene más de dos millones de habitantes, y el llamado
Gran Madrid incorpora a la capital todos los municipios y poblaciones
hasta un radio de 1 5 kilómetros a partir de su centro. Ha llegado a ser una
de las más grandes y hermosas ciudades europeas. Pero con su propia
personalidad, con sus atractivos inconfundibles, así en calles, plazas, aveni­
das y parques, como en ambiente, costumbres y habitantes. Por si esto
fuera poco, su cielo es limpio y azul. Todo ello justifica la popular y divul­
gada expresión : " ¡ De Madrid, al cielo ! "

1 . PRONOMBRES RELATIVOS

Los pronombres relativos en español son : QUIEN, QUE, CUYO,


CUANTO y EL CUAL.
Q UIEN se usa refiriéndose a personas y si el antecedente está �n el
plural, el pronombre será Q UIENES:
La mujer con quien estuve, es mi amiga.
Los hombres con quienes hablé son altos.
QUE es invariable refiriéndose a personas o cosas :
Los alumnos que están en la clase, son los mejores.
El libro que compré, es interesante.
CUYO varía en género y número, funcionando siempre como adjetivo
antepuesto al nombre:
El ár�ol cuyo fruto comimos, es altísimo.
La madre cuyas hijas estuvieron aquí, es inteligentísima.
CUA NTO se usa en correlación con tanto o todo y expresa cantidad.
Es átono y puede funcionar como adjetivo o sustantivo :
Su tío me decía todo cuanto quería.
Temía tanto cuanto yo, pero no lo mostraba.
CUA L varía en número. Sólo se emplea hoy precedido c!e los artículos
determinantes :
Los libros en los cuales estudiamos, pertenecen al Colegio.
El hombre con el cual estuve, es mi primo.
121
2 PRONOM BRES I NTERROG ATIVOS

Son los mismos relativos en forma de pregunta :


¿Quién eres tú?
¿Qué es .eso?
¿Cuánto vale este libro?
¿Cuál es su nombre?
¿Cuyo es este libro? ( arcaico de quién? )
=

OBSER VA CIONES:
a ) El pronombre CUÁNTO se apocopa en CUÁN cuando le sigue inme­
diatamente un adjetivo (salvo mayor, menor, peor o mejor) o un adverbio
( salvo más o menos) :
¿Cuán grande es esta clase?
¿Cuán alto es tu hermano?
b) Los pronombres interrogativos se distinguen de los relativos porque llevan
acento.

3 . ADJ ETI VOS Y PRONOM BRES I N DEFI NI DOS

Los adjetivos indefinidos más usuales son :


ALGUNO, NINGUNO, OTRO, TODO, MUCHO, POCO, MIS­
MO, AJENO, HARTO, TANTO ( varian en género y número ) ;
BASTANTE, CUAL, TAL, CUALQUIERA (varian en número) ;
CADA, DEMAS, MAS y MENOS ( son invariables ) .
Los pronombres indefinidos pri ñcipales son :
UNO, ALGUIEN, ALGUNO, CUALQUIERA (pi. : CUALES­
QUIERA ) , QUIENQUIERA (pi. : QUIENESQUIERA ) , NADIE,
NINGUNO, ALGO, POCO, MUCHO, DEMASIADO, HARTO,
TODO y NADA.

4 . LE<.-"TURAS

I•:NSE�A Cüi\10 TODAS LAS COSAS


:\VISA['J [)(� LA MUERTE

Miré los muros de la patria mía,


si un tiempo fuertes, ya desmoronados,
de la carrera de la edad cansados,
por quien caduca ya su valentía.
122
Salíme al campo, vi que el sol bebía
los arroyos del hielo desatados;
y del monte quejosos los ganados,
que con sombras hurtó su luz al día.

Entre en mi casa : vi que amancillada


de anciana habitación era despojos;
m i báculo más corvo, y menos fuerte.

Vencida de la edad sentí mi espada,


y no hallé cosa en que poner los ojos
que no fuese recuerdo de la muerte.

FRANCISCO DE QUEVEDO

Francisco de Quevedo y Villegas (Madrid, 1580 - Villanueva de los Infantes,


1645 ) . La figura máxima del Concepticismo español.
Obras Principales : a) Prosa: HISTORIA DE LA VIDA DEL BUSCóN, EL
SUEJ'IO DE LAS CALAVERAS, LA HORA DE TODOS Y LA FORTUNA CON
SESO; b) Poesía: EL PARN ASO ESPAÑOL, VARIAS.

i\IADRID \' I E.JO

Una plaza tranquila. Sol . . . Más de mediodía.


La blanca tapia de un convento . . . Una
fachada de palacio antigo . . . Lerma . . . Osuna . . .
La seriedad del sitio corrige la alegría

de la luz. Vana hierba entre las piedras crece.


Rejas - las viejas lanzas de los antepasados -
guardan los ventanales y balcones volados
del caserón antiguo., que tranquilo envejece.

Llegan las horas y las horas . . . Suena


una campana. Sale una mujer de luto.
Un mendigo la calle de un lado a otro pasa.

Es ciego. Su cayado en las losas resuena.


Un viejo de Ribera, avellanado, enjuto . . .
"Sea la paz de Dios en esta santa casa."

MANUEL MACHADO

1l3
TOLEI>O

Toledo es la ciudad que ofrece aún al conjunto más acabado de todo


lo que han sido la tierra y la civilización españolas, el resumen más intenso,
brillante y sugestivo de la historia patria. Toledo espresa de un modo
perfecto la compenetración de los dos elementos capitales de la cultura
nacional, el cristiano y el árabe; la nota más típica que ofrece también Es­
paña en la esfera del arte. Ninguna otra ciudad posee la inagotable serie de
monumentos de casi todas las edades que hacen de ella un museo. Difícil
es encontrar ciudad más pintoresca que Toledo, · donde a una excepcional
situación topográfica - áspera y elevada roca de Granito, apretadamente
ceñida por el profundo cauce del Tajo, que foram en Toledo una de las
hoces más soberbias del relieve de la Península - se junta el espectáculo
de cien civilizaciones apiñadas, cuyos restos conviven formando numerosas
iglesias y conventos, viviendas góticas, mudéjares y platerescas, empinados
y estrechos callejones moriscos, cuadro real, casi vivo y casi intacto, en
suma, de un pueblo donde cada piedra es una voz que habla al espífitu.
Para el conocimiento del arte nacional, Toledo ofrece rasgos bien origi­
nales. Su Catedral, obra de la clase aristocrática, es el ejemplar más nota­
damente español de la arquitectura gótica. Contrastando con ella por su
simplicidad y modestia, es preciso considerar en Toledo una serie de iglesias,
monasterios, torres, puertas, casas particulares de los ,siglos XII a XVII
que representan, en oposición a la Catedral, el verdadero estilo popular,
tomado de los antiguos constructores árabes y continuado por los mudéjares,
de los que ha recibido el nombre : estilo mudéjar . . .
Toledo necesitaba un pintor de genio y de maestría que penetrara su
carácter, que se identificase con su historia, que tradujera con sinceridad
el melancólico estado de los espíritus de aquella época y hasta el frío color
local, y cuyas obras rivalisasen en hermosura con tanta joya artística allí
acumulada. Este fue el Greco. Toledo guarda con profusión sus más admira- .
bles obras.

MANUEL B. Cossío
"El Greco''

Manuel B. Cossío. Periodista y crítico literario del inicio del siglo.

124
5. F.. J E RC I C IOS

Ejercicio 48 -Coloque el pronombre relativo correspondiente en los ejemplos


_
siguientes:
1. Hay algo ( . . . ) no percibo en todo eso.
2. Díme con ( . . . ) andas y te diré ( . . . ) eres.
3. La casa ( . . . ) jardín es tan grande, no es mía.
4. Tengo un problema ( . . . ) no sé cómo resolverlo.
5. La Facultad ( . . . ) profesores enseñan es muy buena.
6. Le gustaba tanto ( . . . ) yo.
7. He conocido a tu padre, ( . . . ) no me saludó.

Ejercicio 49 - Escriba el interrogativo correspondiente :


l. ¿ ( . . . ) eres?
2. ¿( . . . ) es aquello?
3. Y de vinos, ¿( . . . ) prefiere Ud?
4. ¿ ( . . . ) murieron?
5. ¿( . . . ) vale el par de medias?

Ejercicio 50 - Subraye Jos pronombres indefenidos que aparecen el?- las frases
siguientes :
1. Pienso que eso lo sabe cualquiera o, al menos, algunos de ellos.
2. Quienquiera · que lo sepa, que lo diga.
3. Volvimos de la conferencia hartos de tanta fonética.
4. Oímos unos pasos en la noche : alguien · venía . . .
5. Nadie me llamó al teléfono.
6. Cuando unos ríen, otros lloran.
7. Me avisaste del peligro, pero era demasiado tarde.
8. Comía poco y bebía mucho.

Ejercicio 51 - Coloque los adjetivos indefinidos que convengan en las frases


abajo :
l. Vino ( . . . ) veces al colegio pero como ( . . . ) le recebía, se fue a ( . . . ) .
2. Le aseguro que ( . . . ) otro sabe.
3. Tiene ( . . . ) tantas casas iguales a estas.
4. No podíamos ver el desfile : había ( . . . ) gente en la calle.
5. ¿Tiene Ud ( . . . ) vino?
6. Ya lo sé que tiene ( . . . ) dinero; pero no me ilusiona.

125
LA S PROFESIONES

1 . Pronombres Personales Sujetos

2. Formas de Tratamiento

3 . Pronombres Personales Complementos

4. Reglas Para el Uso del Pronome Complemento

5. Lecturas

6. Ejercicios

LECCION
1 1 .3
EL TRABAJO

MANUEL CALVO HERNANDO


"Los Españoles Día a Día"

Al llegar al tema del trabajo hemos de confesar que el español no es


trabajador por naturaleza. No disfrutamos con el trabajo. Respetamos todas
las opiniones apenas sobre este punto y admiramos, por ejemplo, a los
alemanes, que se entusiasman con su trabajo, y esta admiración se trueca
en desprecio cuando nos miramos a nosotros mismos. ¿Por qué nos gusta
más pasearnos por el parque que meternos en una oficina? ¿Por qué lo
pasamos mejor en el fútbol o en los toros que asistiendo a la universidad?
No vamos a tratar aquí de responder a estas preguntas, porque ello equival­
dría a plantearnos el problema filosófico del hombre español, cosa que
está muy lejos de nuestra intención. Pero, en todo caso, quiero que quede
claro este hecho de que a los españoles nos desagrada el trabajo y somos
partidarios de lo que aquí se llama en frase muy gráfica, "el santo ocio".
No nos entusiasma el trabajo. Pero, sin embargo, trabajamos muchas
más horas que cualquier otro pueblo del mundo, porque un español que
se estime, sobre todo los habitantes de las ciudades, necesita trabajar mucho
para poder vivir. Por otra parte, la creciente industrialización del país ha
creado unas nuevas condiciones de vida, y la mayor parte de los españoles
ha entrado en esta cadena del mucho trabajo y del mucho consumo, con
disminución del sosiego y de la conversación, pero con aumento del n ivel ma­
terial y acercamiento a los niveles de vida europeos. Tenemos, en cuanto a las
profesiones, un exceso de médicos y de abogados; nos faltan, en cambio,
técnicos medios. El campo se va despoblando, como ocurre en otros países,
porque las gentes prefieren viver en las ciudades. Nuestros campesinos
trabajan ya con tractores, pero aún subsisten los "segadores", es decir, los
129
grupos de hombres que van de unas regiones a otras, en la época de la
recolección,. y se contratan para segar los cereales con hoz, como en otros
tiempos. Es esta una profesión llamada a desaparecer.
Otra profesión curiosa que queda en algunas ciudades españolas, y
concretamente e n Madrid, es la de "sereno", que es una mezcla de vigilante
nocturno y d e perro guardián de las casas de vecinos y de las tiendas.
Tenemos también a los profesionales de fútbol y de Jos toros. Los de
fútbol son millares, y cuando consiguen entrar en un club de primera división
puede decirse que han conseguido el doctorado en la profesión. Los futbolis­
tas españoles tienen enormes automóviles y los clubs los cuidan como si
fueran c aballos de una cuadra de carreras. Sus fotografías se publican
constantemente en Jos periódicos, y si se ponen enfermos pueden llegar a
producir un problema nacional. Hay e n Madrid un diario dedicado exclusi­
vamente a la información deportiva.
En la fiesta de los toros hay muchas profesiones. Están naturalmente,
los toreros, que con un poco de suerte terminan siendo millonarios, y poniendo
un buen negocio, más tranquilo que el situarse delante de un toro. Después
de los toreros están los ganaderos, es decir, los criadores de toros bravos,
que en la mayor parte de las corridas resulta que no son bravos y se ha
cometido, por tanto, una estafa con el público.
Después están los tor·eros que constituyen la cuadrilla del matador,
los picadores, los empresarios, los .representantes, los monosabios, y toda
una serie de personas que viven de la fiesta taurina, aunque en muchos
casos no está claro cómo viven.

1 . PRONOMBRES PERSONALES SUJETOS

Las formas de los pronombres sujetos son las siguientes :


YO

USTED, ÉL, ELLA, ELLO
NOS, NOSOTROS, NOSOTRAS
VOS, VOSOTROS, VOSOTRAS
USTEDES, ELLOS, ELLAS
a ) Usted y Ustedes son formas de tratamiento respectuoso.
Tienen significado de segunda persona pero son de tercera en la
forma. Se abrevia Ud., Uds.
b ) El pronombre Ustedes es e mpleado en América en lugar de vosotros,
vosotras.
130
e) El pronombre ello reemplaza un concepto ya manifestado o sobren­
tendido y puede ser traducido por "isto, isso, aquilo" :
Ello podrá ser verdad, pero no lo creo.

d ) El pronombre nos es anticuado. Hoy se usa con sentido de singular,


aunque con concordancia plural, en boca de jerarcas de la Iglesia,
en ocasiones solemnes :
Nos os bendecimos.

e ) El pronombre vos antiguamente era empleado para el singular y


para el plural pero el verbo concierta con esta palabra siempre en
plural :
Vos llegasteis.

El pronombre vos era empleado (y lo es todavía ) , dentro del habla


familiar, en gran parte de América, reemplazando el pronombre tú. Este
vicio gramatical recibe el nombre de voseo.
El voseo se da en gran parte de América : la Argentina, el Uruguay
y menos profusamente el Paraguay, Chile, Bolivia, el Perú ( parte ) , el
Ecuador, Colombia (excepto la costa del Norte) , Venezuela (parte ) , Pana­
má ( parte ) , Costa Rica, Nicaragua, el Salvador, Honduras, Guatemala,
Méjico (Estado de Chiapas ) y una pequeña parte de Cuba.

2 . FORMAS DE TRATAMIENTO

USTED (V., Vd. o Ud. ) , USTEDES (VV., Vds. o Uds. ) - trata­


miento corriente entre personas de poca relación o confianza y el
de respeto.

DON, DOÑA son fórmulas de tratamiento que se anteponen al nombre


de pila y no al apellido :
Don Pablo está aquí.
Don José Jiménez estuvo aquí ayer.
Doña María está enferma.

SEÑOR, SEÑORA son empleados delante del apellido :


Señor González es inteligente.
Señora Jiménez escribió una novela.

SEÑORITO, SEÑORITA son fórmulas de tratamiento empleadas de-


lante del nombre de pila o del apellido :
Señorita Carmen vino a la escuela.
Señorita Juana ·estudia mucho.
Señorito Juan Carlos de Arzúa.
131
ABREVIATURAS DE TRATAMIENTOS ----..,

Se refieren a la segunda persona pero se construyen como si fuera


tercera :

a 1 . p . de usted - a los pies de usted


.

e . p . b . - cuyos pies beso


Card . - Cardenal
D . - Don
De Usted afmo. s.s. - De usted afectísimo seguro servidor
Excm a . - Excelentísima
Fr . - Fray
Irmo . - I lustrísimo
Mons . - Monseñor
N':! S':! - Nuestra Señora
N . S . J . C . - Nuestro Señor Jesucristo
q . e . s . m . - que estrecha su mano
S . A . ..,...-- Su Alteza
S . D . M . - Su Divina Majestad
S . M . - Su Majestad
S . M . C . - Su Majestad Católica
S . M . I . - Su Majestad Imperial
Sr . - Señor
Sra . - Señora
s.s. - seguro servidor
S . S . - Su Santidad
SS . AA . RR . - Sus Altezas Reales
s . s . s . q . e . s . m . - su seguro servidor que estrecha su mano.
V . M . - Vuestra Majestad
V . P . - Vuestra Paternidad
V . S . - Vuestra Señoría

132
3. PRONOMBRES PERSONALES COMPLEMENTOS

Los pronombres complementos tienen formas acentuadas y formas no


acentuadas :

l. FORMA S A CENTUADAS (empleadas siempre con preposición ) :


Mí, CONMIGO
Tí, CONTIGO
ÉL, ELLA, ELLO, USTED, Sí, CONSIGO
NOSOTROS, NOSOTRAS
VOSOTROS, VOSOTRAS
ELLOS, ELLAS, USTEDES, Sí, CONSIGO
Las formas del complemento de compañía en el singular son :
CONMIGO y CONTIGO; se han perdido las formas del plural
CONNUSCO y CONVUSCO.
Hoy se dice : CON NOSOTROS y CON VOSOTROS.

11 . FORMA S INACENTUA DA S ( usadas sin preposición ) :


ME
TE
LO, LA, LE, SE
NOS
os
LOS, LAS, LES, SE

1 ) Las formas ME, TE, NOS y OS son empleadas como comple­


mento directo o indirecto :
Ella me vio ayer. ( complemento directo)
Ella me dio el libro. ( complemento indirecto)

2 ) Las formas LO, LA, LOS, LAS son complemento d irecto :


Ella lo compró. ( el libro)
Él la dio a Emilia. (la muñeca)
Nosotros los conocemos. ( los libros )
Él las compró. ( las muñecas ) .

3 ) Las formas LE y LES son complementos indirectos :


Los alumnos le dieron un regalo. ( al profesor)
Ella les compró cuadernos. ( para los sobrinos )

4 ) Encontramos muchas veces el pronombre LA como comple­


mento indirecto femenino ( LAíSMO ) , en lugar de LE y sobre
todo popular de Castilla. El laísmo es condenado por la Real
Academia.
Se encontró con ,ella y la dijo toda la verdad: (a ella)
133
S ) También encontramos el pronombre LE empleado como com­
plemento directo de persona (LE1SMO ) , en lugar de LO. La
Academia tolera el leísmo.
Yo le vi ayer. (su hermano)
Yo lo vi. ( el periódico)

6) Las formas inacentuadas del pronombre complemento son tam-


bién empleadas en función reflexiva :
Yo me afeito
Tú te afeitas
:f:l se afeita
Nosotros nos afeitamos
Vosotros vos afeitáis
Ellos se afeitan

4. REGLAS PARA EL USO DEL PRONOMBRE COMPLEMENTO

Hay dos tipos de colocación de pronombres en español : antes del


verbo (próclisis ) o después · del verbo ( énclisis ) .

1 . PROCLISIS
1 9 ) Con los tiempos simples del modo subjuntivo :
Deseo que me digas la verdad.
29) Después de adverbios :
Ella mucho te quería.
39) Después de una negación :
No te quiero más.
49 ) No en carácter obligatorio, podemos anteponer el pronombre
en el indicativo y potencial, principalmente si el verbo no
empieza la oración:
El regalo te hizo feliz.
El trabajo nos enoblece.
Te diré algo sobre eso mañana.

I I . ÉNCLISIS ( los pronombres van siempre unidos al verbo)


1 9 ) Con imperativo :
Dámelo ahora mismo.
29 ) Con gerundio:
Temiéndole.
39) Con infinitivo :
Amarlo, temer/o, comprarle.
49 ) Cuando el verbo está en la segunda persona del plural de
imperativo con el pronombre OS enclítico, la forma verbal
pierde la D final antes de juntarse al pronombre :
134
Amaos los unos a los otros. (Amad + os)
Temeos. (Temed + os )
La D final del imperativo sólo se mantiene con el verbo IR:
¡ Idos de aquí!
59) Cuando el pronombre NOS va enclítico de un verbo en pri­
mera persona de plural, éste pierde la S de su desinencia :
Marchámonos. (Marchamos + nos )
¡Vámonos de aquí! ( Vamos + nos )
III . CONCURRENCIA DE DOS PRONOMBRES
1 9 ) Cuando ocurren dos formas inacentuadas, el pronombre com­
plemento indirecto precede al complemento directo :
Me lo dijo hoy.
Te lo compraré mañana.
29 ) Cuando los pronombres LE y LES van delante de las formas
LO, LA, LOS y LAS, son sustituidos por SE :
Ya se lo dije.
No se los dio más.

5. LECTURAS

EL SENTIDO DE LA PROFESióN

. . . La ocupac10n humana especializada, el menester profesional, la


función intelectual o manual que hace vivir, han crecido enormemente como
indicadoras del rango del individuo.
Y ·es que tal vez la única cosa importante en el mundo sea, bien
mirada, el cumplimiento perfecto de nuestro menester. Me parece muy
probable que la sola exigencia que debamos hacernos a nosotros mismos
y la sola que deban los demás hacer pesar sobre nosotros, sea ésta del
desempeño cumplido y leal de nuestra profesión.
Iría yo bastante más lejos todavía para asegurar a estos mozos de
estación florida, que el oficio es cosa superiorísima al amor y aun al más
sólido bloque de amor. Suelo mirar la profesión sin ajadura, sin ningún
estropeo de la costumbre, más bellamente bruñida mientras más vieja, a la
que embellece cada hijo nuevo, en tanto que el cuadro de la pasión amorosa
suelo verlo tan estropeado del uso, tan ensuciado por las pecas cotidianas
del hábito, que entristece mirarle el de metal innoble que el tiempo rebaja
de precio y envilece.
135
Tiene muchos visos de verdad una afirmación, anónima en mi memoria,
y que yo leí hace años. Aseguraba ella que todo el desorden del mundo
viene de los oficios y de las profesiones mal o mediocremente servidos.
Me dejó la frase rotunda, perpleja en un comienzo y después dudando,
como se duda siempre de los juicios simplistas.

GABRIELA MISTRAL
"Páginas en Prosa"

Pseudónimo de Lucila Godoy Alcayaga (Chile, 1 8 8 9 -E.U.A. , 1 957 ) . Poetisa,


profesora y diplomata. Premio Nobel de Literatura en 1 94 5 . Consulesa de su país
en Brasil.
Obras Principales : DESOLACióN, TERNURA, TALA.

AGUAFUERTE

De una casa cerca salía un ruido metálico y acompasado.


En un recinto estrecho, entre paredes llenas de hollín, negras, muy
negras, trabajaban unos hombres en la forj a. Uno movía el fuelle que
resoplaba, haciendo crepitar el carbón, lanzando torbellinos de chispas y
llamas como lenguas pálidas, áureas, azulejas, resplandecientes. Al brillo
del fuego en que se enrojecían largas barras de hierro, se miraban los
rostros de los obreros con un reflejo trémulo. Tres yunques ensamblados
en toscos armazones resistían al batir de los machos que aplastaban el
metal candente, haciendo saltar una lluvia enrojecida. Los forj adores ves­
tían camisas de lana de cuellos abiertos y largos delantales de cuero. Alcan­
zábaseles a ver el pescuezo gordo y el principio del pecho velludo, y s alían
de las mangas holgadas los brazos gigantescos, donde, como en los de
Amico, parecían los músculos redondas piedras de las que se deslavan y
pulen en los torrentes. En aquella negrura de caverna, al resplandor de
las llamaradas, tenían tallas de cíclopes. A un lado, una ventanilla dejaba
pasar apenas un haz de rayos de sol. A la entrada de la forj a, como un
marco oscuro, una muchacha blanca comía uvas. Y sobre aquel fondo de
hollín y de carbón, sus hombros delicados y tersos, que estaban desnudos,
hacían resaltar su bello color de lis, con un casi imperceptible tono dorado.

RUBÉN DARÍO
"Azul''

136
PASTORALES

Ya están ahí las carretas . . .


- Lo han dicho el pinar y el viento,
lo ha dicho . la luna de oro,
lo han dicho el humo y el eco . . .
Son las carretas que pasan
estas tardes, al sol puesto,
las carretas que se llevan
del monte Jos troncos muertos.
¡ Cómo lloran las carretas,
camino de Pueblo Nuevo!
Los bueyes vienen soñando,
a la luz de los luceros,
en es establo caliente
que sabe a madre y a heno.
Y detrás de las carretas,
caminan los carreteros,
con la aijada sobre el hombro
y los ojos en el cielo.
¡ Cómo lloran las carretas,
camino de Pueblo Nuevo!
En la paz del campo van
dejando los troncos muertos
un olor fresco y honrado
a corazón descubierto.
Y cae el ángelus desde
la torre del pueblo viejo,
sobre Jos campos talados,
que huelen a cementerio.
¡ Cómo lloran las carretas,
camino de Pueblo Nuevo!

JUAN RAMÓN JIMÉNEZ


"Pastorales"

137
6. EJERCICIOS

Ejercicio 52 - Sustituya las palabras en bastardilla por los pronombres corres-


pondientes :
1. Di un lápiz a José.
2. Escribí una carta para Mercedes.
3. Hizo los ejercicios.
4. Póngase el sombrero.
5. Cambiamos los zapatos en la calle.
6. Me han hecho los trajes en Madrid.
7. Observé la muchacha.

Ejercicio 53 - Indicar los VICIOs gramaticales (VOSEO, LEISMO y LAISMO)


de las seguientes oraciones :
1. A vos t e escribo.
2. Llamé a Pepe y le saludé.
3. Le vi a Guillermo ayer en el teatro.
4. Encontró con María y la dijo todo lo que quería.

Ejercicio 54 - Justifique la. colocación de los pronombres complementos en las


frases abajo :
1. Levántate.
2. Estaba diciéndole que no quería más comprar el coche.
3. ¡ Dámelo ahora mismo!
4. Has que enseñar/e a amar/o.
5. Yo lo compré.

Ejercicio 55 - Escriba la forma correspondiente del pronombre de respeto :


1 . No hemos tenido noticias de ( . . . ) .
2 . ( . . . ) dirán lo que prefieren.
3 . Sí, a ( . . . ) les he pedido que no me apareciesen más.

Ejercicio 56 - Indique, en cada ejemplo, si el empleo del pronombre en bastar­


dilla es correcto o incorrecto y por qué :
1. Busco un libro de Matemática hace mucho pero no me acuerdo donde
le vi.
2. Este anillo le compramos en París especialmente para mi madre.
3. Les pidieron a Andrés y a Juan que no faltasen a la boda.
4. Estoy contento de verles felices, a Bruno y Fabíola.
5. Esta muñeca, yo la di a María.

138
LA ECONOMíA ESPA ÑOLA

l . Apócope

2. Lecturas

3 . Ejercicios

. LECCION ,
1 2.3
LA ECONOMfA ESPAÑOLA

MANGOLD y TEJEDOR
"Lengua y Vida Españolas"

Hay cuatro productos del campo español - el aceite, las naranjas, el


arroz y los plátanos - que gozan de universal renombre. El aceite, en
cuya producción destaca Andalucía y más concretamente la provincia de
J aén, constituye una de las bases de la política española de exportación.
Algo análogo cabe decir de las naranjas. El arroz - cultivado en el delta del
Ebro, e n las marismas del Guadalquivir, e n las riberas del Júcar y en
la Albufera - suele considerarse el mejor del mundo. Los plátanos, por
fin, se dan con profusión en Canarias, sobre todo en el valle de la Orotava,
al pie del volcán Teide.
La fama española en el mundo antiguo estaba vinculada sobre todo a
su riqueza minera. Actualmente la minería constituye un factor no funda­
mental, pero en absoluto despreciable, de la vida económica española. Los
tres minerales todavía más asociados al nombre español son seguramente
el hierro, el cobre y e l mercurio. El hierro alcanza su principal producción
en Viscaya - el 40 por cien - y, en cantidad menor, es obtenido en
Santander, Granada y Teruel. El cobre, del que hasta el siglo pasado fue
España la primera productora del mundo, se continúa extrayendo en las
famosas minas de Riotinto. En cuanto al mercurio las minas de Almadén,
explotadas desde hace unos tres milenios, son todavía las de m ayor produc­
ción mundial.
La ganadería española, tras haber sufrido una época de decaimiento,
atraviesa ahora una etapa próspera, gracias a la mejora de los pastos y a
la cuidadosa selección de especies. En ella son de subrayar los carneros
merinos, los caballos andaluces, y Jos toros de lidia. La caza está digna­
mente representada por la ''cabra hispánica", así como por Jos ciervos,
osos, jabalíes etc. La pesca, tanto marítima como fluvial constituye, s�n
contar con su valor económico, una gran posibilidad deportiva.
140
l . APóCOPE

UNO - UN PRIMERO - PRIMER


ALGUNO - ALGúN BUENO - BUEN
NINGUNO - NINGúN MALO - MAL

Se apocopan cuando se anteponen a un sustantivo masculino y singular :


Un día volveré a mi tierra.
A lgún alumno se lo ha llevado.
Ningún libro está sobre la mesa.
El primer día del año será domingo.
Es un mal alumno.
Tendremos un buen maestro.
GRANDE - GRAN
Se apocopa o no delante de sustantivos masculinos o femeninos en
singular :
Madrid es una gran ciudad.
Barcelona es una grande ciudad industrial.
SANTO - SAN
Santo se apocopa e n San, excepto delante de los nombres Tomás,
Tomé, Toribio y Domingo :
Santo Tomás e sc ribió muchos libros.
San Pedro era pescador.
CIENTO - CIEN
Se apocopa delante de sustantivos masculinos o femeninos :
Cien días estuve yo en Europa.
Lucharon cien veces.
TERCERO - TERCER
POSTRERO - POSTRER
Como masculinos o femeninos se apocopan delante de sustantivos. Pue­
den ocurrir sin apócope :
Martes es el tercer día de la semana.
Marzo es el tercero mes del año.
CUALQUIERA - CUALQUIER
CUALESQUIERA - CUALESQUIER
Es optativa la apócope delante de un sustantivo masculino o femenino :
Cualquier día.
Cualesquier mozos.
141
2 . LECTURAS

PIEDRAS PRECIOSAS

Esmeraldas son tus ojos


y topacios tu cabeza,
donde el oro que se cría
nace adonde tú te peinas;
plata bruñida es tu cuerpo,
o el cristal que el viento hiela;
de la piedra girasol
tu vista hurtó la belleza.
Amatistes y záfiros
ser esmeraldas quisieran
para tener con tus ojos
sobre el calor competencia.
El coral, verde e n el agua,
muere porque tú le veas,
que hará en el agua tu boca
lo que hace el sol en la tierra;
que como él engendra el oro,
color puede engenderar ella,
y dar en su nácar mismo
blancura y lustre a las perlas.
Esmeraldas y topacios,
oro, cristal, plata, piedras,
girasoles, amatistes,
záfiros, coral y perlas,
donde asiste, señora, tu belleza,
tú tienes el valor, y ellos son piedras.

LOPE DE VEGA
"Poesías Líricas''

LA PERLA Y EL DIAMANTE

Dijo la perla al diamante :


- Valgo mucho más que tú
de negro carbón naciste
y yo de la mar azul.
144
Y le respondió el diamante :
- Tu mérito es muy común:
siempre fuiste y serás blanca;
yo fui negro y vierto luz.

Santigo Pérez (Colombia, 1 830 - Colombia, 1 900). Político ilustre y escritor


precoz del romanticismo más desenfrenado.
Obras Principales : JACOBO MOLAY, EL CASTILLO DE BERKELEY.

1
PRODUCTOS DE ESPAÑA

Desde Andalucía, productora de vinos fuertes, hasta Galicia, productora


de carne a la inglesa, nuestra Península posee todos los órdenes de sustan­
cias alimenticias; su fauna y flora son compendio de la flora y fauna euro­
peas. Valladolid y Tierra de Campos nos envían sus harinas, reputadas por
las primeras del mundo, y sus vinos blancos ligeros de la Nava y Rueda
y La Seca; Zamora, sus incomparables garbanzos, Salamanca, sus reses, bien
cebadas y sus harinas ; Avila nos manda cerezas y bueyes ; la Sagra, sus
vinos y cereales; la Mancha, patatas, queso, azafrán y el Valdepeñas hidalgo;
la Vera de Plasencia frutas muy buenas; la Alcarria mieles y perdices;
la Sierra de Gredos y Guadarrama, mucha · caza y enorme cantidad de
castaña, nuez y piñón; la Rioja y Zaragoza vinos, pimientos, frutas regaladas
y en pasmosa abundancia; Soria, sus mantequillas; Santander, sus pescados y
sus mantecas.
Luego vienen las regiones privilegiadas, las que crían especialidades.
Valencia nos manda arroz sin igual, montes de naranjas, frutas tempranas,
judías, chufas; Murcia, los productos de huerta : legumbres, fresa, zanaho­
rias, remolacha; Málaga las pasas de universal fama, las patatas, los vinos
no menos célebres y los boquerones; Sevilla, ríos de aceite, las aceitunas a
que va unido su nombre ; Extremadura, sus embutidos ; Granada, su j amón
de Trévelez, Almería, sus uvas; Jaén y Córdoba, aceite, rezes, caza menor
y mayor; Tarragona sus aguardientes, avellanas y almendras. Mallorca, sus
quesos, naranjas y limones . . .
PÉREZ GALDÓS

Benito Pérez Galdós (Las Palmas, 1 843 - Madrid, 1 920 ) . Restaurador de la


tradición novelística española. Novelista; periodista y dramaturgo.
Obras Principales : a) Novelas : EPISODIOS NACIONALES, DOÑA PERFECTA,
LA FAMILIA DE LEóN ROCH; b) Teatro : LA LOCA DE LA CASA, EL ABUELO,
ZARAGOZA.
145
3. EJERCICIOS

Ejercicio 57 - Apocope o no la palabra que va entre paréntesis :


l. Me dieron (uno) libro muy interesante.
2. Me presentaron a (uno) chico que dice que te conoce.
3. La chica no iba a la fiesta porque no tenía (ninguno) amigo.
4. (Algunos) muchachos fueron aprobados.
5. Su (primero) pensamiento fue escribirle una carta.
6. Mi casa es la (tercera ) de la izquierda.
7. Hoy es el (postrero) día del año.
8. El niño debe escribir con (buena) letra.
9. Un puesto (bueno) sólo se consigue con mucho esfuerzo.
10 . Fue en la escuela un (malo) compañero y todavía tiene (mala) con-
ducta.
11. No llores, ¡ María! (cualquier) día él volverá a tu casa.
12. Abra el libro en (cualquiera) página.
13. Una noche (cualquiera) iré al teatro.
14. ( Cualesquieras) de las chicas pueden venir a esta ciudad.
15. Tiene una (grande) simpatía por ella.
16. Las ( grandes) ciudades presentan graves problemas.
17 . Dedica (uno) (grande) entusiasmo a sus alumnos.
18. (Santo) Isidro es el patrón de Madrid.
19. (Santo) Domingo es la capital de la República Dominicana.
20 . (Santo) Juan de la Cruz es un (grande) poeta.
21 . (Santo) Jorge es el patrón de Inglaterra.
22 . ( Mío ) amigo Carlos vino a (Santo) Pablo. Estuvo (ciento) días en
aquella ciudad.

146
EL CAMPO

1 . Las Conjugaciones

2. Modos y Tiempos

3. Voces Verbales

4. Personas y Números

5. Verbos Auxiliares. Conjugación

6. Lecturas

7 . Ejercicios

LECCION
1 3 .a
EL CAMPO

JosÉ ORTEGA Y GASSET


"El Otro Paisaje"

Un estrecho valle de blando suelo, verde y húmedo; collinas redondas


apretadas unas contra otras, que lo cierran a los cuatro vientos; aquí, allá,
caseríos con los muros color sangre de toro y la galería pintada de añil;
al lado el hórreo menudo templo, tosco, arcaico de una religión muy vieja,
donde lo fuera todo el Dios que asegura las cosechas. Unas vacas rubias.
Castaños, castaños cubriendo con su pompa densa todas las laderas. Robles,
sauces, laureles, pinedas, pomares, hayedos, un boscaje sin fin, en que
se abren senderos recatados, donde al fondo camina una moza, que desde
el fondo vuelve dulcemente el rostro para mirarlos. Sobre las altas mieses,
unas guadañas que avanzan y siegan la luz en reflejos. Y como si el breve
valle fuera una copa, se vierte en él la bruma suave, azulada, plomiza, que
ocupa todo el ámbito. Porque en este paisaje el vacío no existe ; de un
extremo a otro, todo forma una unidad compacta y tangible. Sobre la sólida
tierra está la vegetación magnífica; sobre ésta, la niebla, y ya en la niebla
tiemblan prendidas las estrellas lacrimosas. Todo está a la mano, todo está
cerca de todo, en fraterna proximidad y como en paz; junto a la pupila
de la vaca se abre el lucero de la tarde. ¡ Oh admirable unidad del valle,
pequeño mundo completo y unánime, que se reconcentra para escuchar una
carreta lejana, los ejes de cuyas ruedas cantam por los caminos! . . . Y
el valle entero se estremece.
Ese angosto recinto unánime es Asturias. Si salimos de él habremos de
entrar en otro parejo. Cada uno de estos valles es toda Asturias, y Asturias
es la suma de todos estos valles.
150
1 . LAS CONJUGACIONES

Hay tres conjugaciones en español :


cant-AR
tem-ER
part-IR

2 . MODOS Y TIEMPOS

a) Formas simples
Modo Infinitivo : Infinito presente
Gerundio
Participio
Modo Indicativo: Presente
Pretérito imperfecto
Pretérito indefinido
Futuro imperfecto
Modo Potencial : Potencial simple o imperfecto
Modo Subjuntivo : Presente
Pretérito imperfecto
Futuro imperfecto
Modo Imperativo : Presente

b) Formas Compuestas
Modo infinitivo : Infinitivo
Gerundio
Modo Indicativo: Pretérito perfecto
Pretérito pluscuamperfecto
Pretérito anterior
Futuro perfecto
Modo Potencial : Potencial compuesto o perfecto
Modo Subjuntivo : Pretérito perfecto
Pretérito pluscuamperfecto
Futuro perfecto

OBSER VA ClONES: a) La conjugación española no tiene "Infinitivo pessoal " .


b) El verbo auxiliar HABER corresponde al verbo "TER" y en
algunos casos al verbo "HAVER".
e) El pretérito indefinido español corresponde al pretérito per­
fecto portugués.

151
d ) El futuro imperfecto corresponde al futuro del presente de la
lengua portuguesa.
e ) El potencial corresponde al futuro del pretérito de la lengua
portuguesa.
f) El pretérito perfecto de las formas compuestas corresponde
al pretérito perfecto compuesto portugués.

3 . VOCES VERBALES

activa
pasiva - se forma con el verbo SER y el participio del verbo
principal.

4 . PERSONAS Y NúMEROS

Lo mismo que en portugués.

5 . VERBOS AUXILIARES

Son considerados auxiliares todos Jos verbos que se combinan con el


infinitivo, con el participio o con el gerundio, pero Jos verdaderos auxiliares
son: HABER, SER y ESTAR.
HABER es el verbo auxiliar de Jos tiempos compuestos.
SER sirve para la formación de la voz pasiva.
ESTAR es seguido por el participio o gerundio de ciertos verbos.

CONJUGACióN DE LOS VERBOS AUXILIARES

I NFINITIVO

Infinitivo
Ser Estar Haber

Gerundio
Siendo Estando Habiendo

Participio
Sido Estado Habido
152
INDICATIVO

Presente
Soy Estoy He
Eres Estás Has
Es Está Ha (o hay) ·

Somos Estamos Hemos (o habemos )


Sois Estáis Habéis
Son Están Han
Imperfecto
Era Estaba Había
Eras Estabas Habías
Era Estaba Había
Éramos Estábamos Habíamos
Erais Estabais Habíais
Eran Estaban Habían
Pretérito Indefinido
Fui Estuve Hube
Fuiste Estuviste ·Hubiste
Fue Estuvo Hubo
Fuimos Estuvimos Hubimos
Fuistes Estuvisteis Hubisteis
Fueron Estuvieron Hubieron
Futuro Impetfecto
Seré Estaré Habré
Serás Estarás Habrás
Será Estará Habrá
Seremos Estaremos Habremos
Seréis Estaréis Habréis
Serán Estarán Habrán

POTENCIAL

Potencial Simple
Sería Estaría Habría
Serías Estarías Habrías
Sería Estaría Habría
Seríamos Estaríamos Habríamos
Seríais Estaríais Habríais
Serían Estarían Habrían
153
SUBJUNTIVO

Presente
Sea Esté Haya
Seas Estés Hayas
Sea Esté Haya
Seamos Estemos Hayamos
Seáis Estéis Hayáis
Sean Estén Hayan

Pretérito 1mperfecto ( 1 � forma )


Fuera Estuviera Hubiera
Fueras Estuvieras Hubieras
Fuera Estuviera Hubiera
Fuéramos Estuviéramos Hubiéramos
Fuerais Estuvierais Hubierais
Fueran Estuvieran Hubieran

Pretérito Imperfecto (2� forma )


Fuese Estuviese Hubiese
Fueses Estuvieses Hubieses
Fuese Estuviese Hubiese
Fuésemos Estuviésemos Hubiésemos
Fueseis Estuvieseis Hubieseis
Fuesen Estuviesen Hubiesen

IMPERATIVO

Sé Está He
Sea Esté Haya
Seamos Estemos Hayamos
Sed Estad Habed
Sean Estén Hayan
154
6 . LECTURAS

n VIDA RETIRADA

¡ Qué descansada vida


la del que huye el mundanal ruido,
y sigue la escondida
senda por donde han ido
los pocos sabios que en el mundo han sido!

Que no le enturbia el pecho


de los soberbios grandes el estado,
ni del dorado techo
se admira fabricado
del sabio moro, en jaspes sustentado.

No cura si la fama
canta con voz su nombre pregonera,
ni cura si encarama
la lengua lisonjera
lo que condena la verdad sincera.

¿Qué presta a mi contento,


si soy del vano dedo señalado,
si en busca de este viento
ando desalentado
con ansias vivas y mortal cuidado?

¡ Oh campo, ¡oh morte, ¡ oh río!


¡ Oh secreto deleitoso!
Roto casi el navio
a vuestro almo reposo
huyo de aqueste mar tempestuoso.

Un no rompido sueño,
un día puro, libre quiero;
no quiero ver el ceño
vanamente severo
de quien la sangre ensalza o el dinero.

155
Despiértenme las aves
con su cantar suave no aprendido,
no los cuidados graves·
de que es siempre seguido
quien al ajeno arbitrio está atenido.

Vivir quiero conmigo,


gozar quiero del bien que debo al cielo,
a solas, sin testigo,
libre de amor, de celo,
de odio, de esperanzas, de recelo.

FRAy LUIS DE LEÓN

Fray Luis de León (Cuenca, 1527 - Madrigal, 1 59 1 ) . Representa la más feliz


unión del espíritu renascentista con el cristiano.
Obras Principales : a) Prosa: EL CANTAR DE LOS CANTARES, LA PERFECTA
CASADA, LOS NOMBRES DE CRISTO; b ) Poesía : POESlAS; e) Traducciones.

EL PUEBLO

El amor se va
por los campos ; llega
a las puertas de
las pobres aldeas.
Y mujeres solas,
de miradas plenas,
lo sienten venir,
lo paran, lo besan.
"- ¿De dónde eres tú?"
. . . Los ocasos dejan
errando, entre luces
vagas, su belleza,
y por el oscuro
árbol de la puerta,
los ojos ¡ qué grandes !
l o ven e n la estrella.
156
Por la noche, llenos,
los cuerpos se sueñan;
y en el corazón,
que sin fe ni ciencia,
toda carne brota
- ¡ flores de la tierra! -,
un nido, que huele
bien en la miseria,
a aquel niño hombre,
delicado espera.
Luego, el hombre viene.
La mujer se deja . . .
El barro peor
da la primavera.

JUAN RAMÓN JIMÉNEZ

EN EL CAMPO

En los campos amarilleaba la yerba dejando caer sus semillas o se


mecían dulces ababoles rosados. Los arbustos y árboles de raíces hondas
mantenían su lozano verdor y ostentaban el júbilo de las moras.
Las tunas, que crecían junto o sobre las cercas de piedra, a la salida
y la entrada de la calle real, comenzaban a colorear. Las jugosas paletas
verdes se ornaban de frutos que parecían rubíes y topacios.
Los magueyes de pencas azules, vecinos de las tunas o diseminados
por los campos, elevaban hacia el cielo su recta y deshojada vara como
una estilización del silencio. En la punta, su gris desnudez estallaba en un
penacho de flores blancas o cuajaba en frutos lustrosos. Raros eran los que
se veían así, que no fructifican sino a los diez años, antes de morir, pero
hasta el largo palo de corazón de yesca rendía su hermoso tributo a la
vida.
Los matorrales de úñico, que anticipaban desde hacía tiempo su ofren­
da, estaban ahora llenos de madurez. En la quebrada que bajaba por un
costado del cerro Rumi formaban una especie de mantos violados. Daban
moras que tenían la forma de pequeñas ánforas y redomas, de un grato
dulzor levemente ácido.
157
Las muchachas y los muchachos de Rumi, llevando de la mano a
los más pequeños, iban a la quebrada y todos regresaban con los labios
lilas. Gustaban de las moras tanto como las torcaces.
Grandes bandadas de estas palomas azules salían desde la hondura
cálida de los ríos tropicales, donde se alimentan de pepita de coca, a las
zonas tampladas en tiempo de moras de úñico. Así llegaban a Rumi espe­
cialmente a la quebrada. Después de atiborrarse durante las mañanas, se
posaban, según su costumbre, en los árboles más altos y se ponían a cantar.
En las copas de los paucos formaban grandes coros. Una elevaba una
suerte de llamada, larga y melancólica, de varias inflexiones, y las demás
respondían de modo unánime, con un dulce sollozo. Pero la suavidad de
la clara melodía no amenguaba su vigor y tanto la llamada como el coro
se podían escuchar desde muy lejos.
Era un canto profundo y alto, amoroso y persistente, que llenaba
el alma de un peculiar sentimiento de placidez no exenta de melancolía.

CIRO ALEGRÍA
"El Mundo es Ancho y Ajeno"

Ciro Alegría (Perú, 1 909 - Perú, 1 967). Novelista que domina perfectamente la
vida en las remotas comunidades indígenas andinas. Sus temas son . vivos, de profunda
significación social, étnica y humana.
Obra principal : EL MUNDO ES ANCHO Y AJENO.

7 . EJERCICIOS

Ejercicio 58 - Sustituya los puntos suspensivos por las formas del Presente In.
dicativo del verbo HABER :
1. Yo ( . . . ) subido al monte.
2. Él ( . . . ) comprado una radio.
3. Tú ( . . . ) quedado fuera de la clase.
4. N osotros ( . . . ) salido a pasear.
5. Ell os ( . . . ) descubierto una mina.
6. Ayer ( . . . ) llovido mucho.
7. Vosotros ( . . . ) atendido al llamado.
8. Ella ( . . . ) terminado el curso en la Facultad.
9. Ellos ( . . . ) estudiado Español.
10. Usted ( . . . ) sido uno de mis mejores alumnos.

158
Ejercicio 59 Ponga en el plural las frases siguientes :
-

1. Has leído muy bien.


2. El profesor había . oído el discurso.
3. Este señor ha salido muy temprano.
4. El agua ha cubierto toda la ciudad.
5. Aquel alumno ha estudiado toda la lección.
6. Me lo ha dicho ella.
7. He visto un avión.
8. Si él hubiera estudiado, habría contestado a mis preguntas.
9. Tú habrás descubierto toda la verdad.
1O . Esperamos que ella haya llegado bien.
Ejerc,icio 60 -Complete las frases siguientes con el verbo HABER en los tiem­
pos que van entre paréntesis :
l. Para asistir a la clase ( . . . ) ( forma impersonal del Pres. Ind . ) que
tener el libro.
2. ( . . . ) ( Pret. lndef. ) una gran recepción anoche en la Embajada.
3. ( . . . ) (Imp. Indic. ) cuatro alumnos fuera de la clase.
4. ¿( . . . ) (Fu t. Imp. lndic . ) entendido ella?
5. ( . . . ) ( Potencial ) que salir inmediatamente.
6. (0 0 ) (Pres. Subj. ) lo que (
. 0 0) (Pres. Subj . ) , no cambiaré de idea.
.

7. Quién ( . . . ) (Imp. Sub. ) ese derecho.


8. Me compraré un piso cuando ( . . . ) (Fut. Imp. Subj . ) el dinero necesario.
9. ( . . . ) ( Gerundio) necesidad, lo llamarás.
10 . Nosotros ( . . . ) (Imp. lndic.) salido por la mañana.
Ejercicio 61 - Complete con las formas convenientes del verbo SER en los
tiempos que van entre paréntesis :
1. ( . . . ) (In dic. Pres.
- 1 � p. sing. ) un incansable estudioso.
·

2. No ( . . . ) (Pres. lndic. ) con gritos que se educa.


3. ( . . . ) ( Pres. Indic . ) las cuatro de la mañana.
4. ( . . . ) ( Pres. lndic. ) orgullosa, ya me lo confesaste.
5. Vosotros ( . . . ) ( Imp. lndic . ) las personas indicadas.
6. ( . . . ) (Pret. lndef. 2•> p. sing. ) amigo en la adversidad.
-

7. No ( . . . ) (Fut. Imp. Indic. ) pedidas informaciones.


8. ( . . . ) (Potencial) llamados los desumanos.
9. ( . . . ) (Imperativo ) bueno con tus hermanos.
10. ( . . . ) (Pret. Indef. ) reconocidos y agradecidos.
11. Quizá no ( . . . ) (Pres. Subj . ) urgente el asunto.
12. Si ella ( . . . ) ( Imp. Subj . ) más aplicada, la aprobaría.
13 . Cuando ( . . . ) ( Fu t. Imp. Subj . ) posible, saldremos.
14 . ( . . . ) (Gerundio) como dices, no quiero.
15. Vosotros ( . . . ) ( Pret. Indef. ) mis amigos.
Ejercicio 62 ....,- Use el verbo SER o ESTAR en las frases abajo :
1. La niñez ( . . . ) ingenua. ( Pres. In dic. )
2. El fuego ( . . . ) encendido. ( Pres. Indic . )
_

3. Ese traje ( . . . ) pasado de· moda. ( Imp. Indic. )


4. La vejez · ( . . ) triste. ( Futuro Imp. lndic. )
5. E l agua dulce del río ( . . . ) helada. ( Pres. Indic . )

159
Ejercicio 63 - Ponga en español las formas verbales que van entre paréntesis:
l. ( Estivemos) aquí anoche.
2. María (estava) enferma.
3. Mañana no (estarás) en mi casa.
4. Espero que ( estejam ) bien.
5. Creía que ( estivesses) en tu cuarto.
6. ( Esteja ) siempre en su puesto.
7. Si Juan ( estivesse ) en Europa . . .
8. No sé lo que (estou) haciendo.
9. Juan y María (estiveram ) en la Facultad.
10 . Usted ya (esteve) aquí antes.
Ejercicio 64 - Escriba la frase "Ser bienvenidos, extranjeros", en la segunda
persona de plural de los tiempos siguientes:
1 . Pret. Indefinido.
2 . Imperativo
3 . Futuro lmperf. Indicativo.
Ejercicio 65 - Ponga en español las frases siguientes :
1. Somos alunos da Professora Maria.
2. AqueJes seráo nossos ·livros.
3. Amanhá estaremos com ela.
4. Já estivemos neste colégio ontem.
5. Meus irmáos e minha máe foram amigos dele.
6. Nao sou táo alto como o senhor.
7. Teus primos estavam, na Faculdade hoje de manhá.
8. Nunca serás mais inteligente do que eu.
9. Depois de amanhá haverás de sair desta casa.
10 . Ninguém é menos importante do que el a.

160
LA CA SA

1 . Las Conjugaciones Regulares

2 . Formación de los Tiempos Derivados

3 . Lecturas

4 . Ejercicios

LECCION
1 4. a
LA POSADA DE LA GOYA

Pío BAROJA
"El Mayorazgo de Labraz"

Al final de la calle que comienza en la Puerta Nueva y termina en


la Plaza Mayor, calle de Jesús, y también Cuesta del Patriarca, haciendo
esquina, encontrábase la posada de la Goya.
Era un antiguo caserón, de piedra hasta el piso principal, y de adobe
de éste para arriba. Por la parte de la plaza daba a los porches, y era donde
estaba la tienda que servía de taberna, de almacén de vino y de comestibles
y de bazar de quincallería.
A la calle de Jesús tenía la casa una entrada grande para carros, en
forma de arco, y cubriendo a éste un soportal ancho y sostenido por
columnas de ladrillo con basas de piedra.
El comedor de la posada y la tienda tenían honores de casino; por
las tardes y por las noches tomaban allí café, o por lo menos una cosa
que se llamaba así y que, aunque no era muy buena, era barata, las
personas principales que vivían en la parte baja del pueblo.

La cocina era grande y alta de techo ; junto al fogón tenía una plata­
forma de madera con mesas y bancos, donde solían comer los arrieros y
los aldeanos en días de feria. Una fogata ardía en el hogar.

Se entraba en la casa del Mayorazgo por ancho zaguán, que termi­


naba en un patio grande bastante sombrío y triste. Tenía el patio, a los
lados, una galería sostenida por unas columnas de piedra berroqueña, lo
cual le daba aspecto de claustro ; el suelo, empedrado con losas y piedre­
cillas que formaban dibujos, y en medio, un pozo con un brocal de piedra
labrado.
Una escalera monumental, que comenzaba frente a la puerta de en­
trada, conducía a las salas del primer piso, las cuales daban vuelta alrededor
162
del patio. Eran casi todos salones espaciosos, oscuros, medio desmantelados.
El techo era, en unos sitios, de grandes vigas, que se reunían en el centro,
formando trabazón de bello dibujo.
Eran diez o doce las salas en cada piso que se utilizaban en mejores
tiempos ; unas en invierno y otras en verano. Hallábanse más arriba la
biblioteca, desvanes y guardillas ; el último piso hacía ya mucho tiempo que
no se abría.

Pío Baroja y Nessi ( San Sebastián, 1 872 - Madrid, 1 956 ) . El novelista más
representativo del 98.
Obras Principales : LA CASA DE AIZGORRI, EL M AYORAZGO D E LABRAZ.

l . LAS CONJUGACIONES REGULARES: AMAR, TEMER y PARTIR

Son verbos regulares aquéllos cuyo radical no cambia y cuyas desi­


nencias varían de acuerdo con formas fijas que son las de la mayoría de
los verbos.

I N F I N I T I V O

Infinitivo Simple
Am-ar Tem-er Part-ir

Infinitivo Compuesto
Haber amado Haber temido Haber partido

Gerundio Simple
Am-ando Tem-iendo Part-iendo

Gerundio Compuesto
Habiendo amado Habiendo temido Habiendo partido

Participio
Am-ado Tem-ido Part-ido
163
I N D I C A T I V o !
Presente
Am-o Tem-o Part-o
Am-as Tem-es Part-es
Am-a Tem-e Part-e
Am-amos Tem-emos Part-imos
Am-áis Tem-éis Part-ís
Am-an Tem-en Part-en

Pretérito Imperfecto
Am-aba Tem-ía Part-ía
Am-abas Tem-ías Part-ías
Am-aba Tem-ía Part-ía
Am-ábamos Tem-íamos Part-íamos
Am-abais Tem-íais Part-íais
Am-aban Tem-ían Part-ían

Pretérito Perfecto Pretérito Pluscuamperfectp


He
Has
Ha
Hemos
¡amado
temido
Había
Habías
Había
Habíamos
) amado
temido
partido partido
Habeis Habíais
Han Habían

Pretérito Indefinido
Am-é Tem-í Part-í
Am-aste Tem:iste Part-iste
Am-ó 'tem-ió Part-ió
Am-amos Tem-imos Part-imos
Am-asteis Tem-isteis Part-isteis
Am-aron Tem-ieron Part-ieron

)
Pretérito A nterior Futuro Perfecto
Hube Habré
Hub�te
Hubo
am �d0
Habrás
Habrá
l amado
Habr��os
J
temido temido
Hub"Irnos .
. partido partido
"
HUb ISteiS Habreis
Hubieron Habrán
l64
Futuro Imperfecto
Amar-é Temer-é Partir-é
Amar-ás Temer-ás Partir-ás
Amar-á Temer-á Partir-á
Amar-emos Temer-emos Partir-emos
Amar-éis Temer-éis Partir-éis
Amar-án Temer-án Partir-án

P O T E N C I A L

Potencial Simple o Imperfecto


Amar-ía Temer-ía Partir-ía
Amar-ías Temer-ías Partir-ías
Amar-ía Temer-ía Partir-ía
Amar-íamos Temer-íamos Partir-íamos
Amar-íais Temer-íais Partir-íais
Amar-ían Temer-ían Partir-ían
Potencial Compuesto o Perfecto
Habría
Habrías
amad o

l
,
Habna .
, tem1do
Habnamos
parfd
1 0
Habríais
Habrían

S U B J U N T I V O

Presente
Am-e Tem-a Part-a
Am-es Tem-as Part-as
Am-e Tem-a Part-a
Am-emos Tem-amos Part-amos
Am-éis Tem-áis Part-áis
Am-en Tem-an Part-an
Pretérito Imperfecto ( 1 \1 forma )
Am-ara Tem-iera Part-iera
Am-aras Tem-ieras Part-ieras
Am-ara Tem-iera Part-iera
Am-áramos Tem-iéramos Part-iéramos
Am-arais Tem-ierais Part-ierais
Am-aran · Tem-ieran Part-ieran
165
Pretérito Imperfecto ( 2\1 forma )
Am-ase Tem-iese Part-iese
Am-ases Tem-ieses Part�ieses
Am-ase Tem-iese Part-iese
Am-ásemos Tem-iésemos Part-iésemos
Am-aseis Tem-ieseis Part-ieseis
Am-asen Tem-iesen Part-iesen

Pretérito Perfecto Pretérito Pluscuamperfecto


Haya
Hayas
Haya
1 amado
Hubiera o hubiese
Hubieras o hubieses
.
H ub tera o hub'tese
lamado

J
., temt'do
Hay ��os
temido .,
Hubteramos o hubtesemos
partido . . . part1'do
Hayats H ubterats o h u b'tesets
Hayan Hubieran o hubiesen

Futuro Imperfecto
Am-are Tem-iere Part-iere
Am-ares Tem-ieres Part-ieres
Am-are Tem-iere Part-iere
Am-áremos Tem-iéremos Part-iéremos
Am-areis Tem-iereis Part-iereis
Am-aren Tem-ieren Part-ieren

Futuro Perfecto
Hubiere
Hubieres
Hubiere
Hub�ére� os
l
amado
temido
partido
Hubterets
Hubieren

I M P E R A T I V O

Am-a tú Tem-e tú Part-e tú


Am-e él Tem-a él Part-a él
Am-emos nosotros Tem-amos nosotros Part-amos nosotros
Am-ad vosotros Tem-ed vosotros Part-id vosotros
Am-en ellos Tem-an ellos Part-an ellos
166
2 . FORMACióN DE LOS TIEMPOS DERIVADOS

a) Presente del Infinitivo


1 ) Pretérito Imperfecto
am ( ar ) + aba, abas . . .
tem ( er) + ía, ías . . .
part ( ir ) + ía, ías . . .

2 ) Futuro Imperfecto
ama (r)
+
teme (r) ré, rás . . .
parti (r)
3) Potencial
ama (r)
teme (r) · + ría, rías . . .
parti (r)
4 ) 2lJ persona plural del Imperativo
ama (r)
teme (r) + d
parti ( r )
b ) Presente del Indicativo
1 ) ]lJ persona singular - Presente del Subjuntivo
am ( o) + e, es . . .

tem (o ) + a, as . . .
part (o) + a, as . . .
2 ) 3lJ persona singular - 2lJ persona singular del Imperativo
ama = ama tú
teme = teme tú
parte = parte tú

¡
e ) Pretérito Indefinido del Indicativo (3� persona plural)
1 ) Pretérito Imperfecto del Subjuntivo
ama (ron )
+ ra, ras · · ·

temie (ron)
. se, ses . . .

part1e ( ron )
2 ) Futuro del Subjuntivo
ama (ron)
temie ( ron) + re, res, re . . .
part ( ieron)
d ) Participio
Todos los tiempos compuestos precedidos de auxiliar.
167
3 . LECTURAS

LA VIVIENDA

¿Dónde vive usted?


En la Plaza Mayor número 9, segundo izquierda, tiene usted su
casa.
Muchas gracias.
¿Tiene usted buen piso?
Hermosísimo: amplio y soleado.
¿Tiene ascensor la casa?
Sí señor y lo cuida el portero que siempre está en la portería.
¿Es buen edificio?
Hermosísimo, de construcción moderna : tiene siete pisos y los
áticos; la entrada es suntuosa, con escalera de mármol; los pisos
de mosaico y las habitaciones de recibir de parquet, las puertas de
madera tallada y toda pintada y decorada cuidadosamente.
¿Tiene escalera de servicio?
Sí, y sus montacargas para los tapetes.
Si queda algún piso vacío, avísame que me gustaría vivir allí.
Muy bien, te avisaré. Recuerdos a tu familia.
- Muchas gracias.

ELENA VILLAMANA
"La Lengua Española"

Elena Villamana. Autora de libros didácticos españoles.

MARtA

A las ocho fuimos al comedor, que estaba pintorescamente situado


en la parte oriental de la casa. Desde él se veían las crestas desnudas de
las montañas sobre el fondo estrellado del cielo.
Mi padre ocupó la cabecera de la mesa y me hizo colocar a su derecha;
mi madre se sentó a la izquierda como de costumbre; mis hermanas y los
niños se situaron indistintamente y María quedó frente a mí.
169

CASAS T í P I CAS - La Alberca ( Sa lama nca ) .


Ya en el salón, mi padre, para retirarse, les besó la frente a sus hijas.
Quiso mi padre que yo viera el cuarto que se me había destinado. Mis
hermanas y María, menos tímidas ya, querían observar qué efecto me cau­
saba el esmero con que estaba adornado. El cuarto quedaba en el ex­
tremo del corredor del frente de la casa : su única ventana tenía por la
parte de dentro la altura de una mesa cómoda; en aquel momento, estando
abiertas las hojas y rejas, entraban por ella floridas ramas de rosales a
acabar de engalanar la mesa, en donde un hermoso florero de porcelana azul
contenía trabajosamente en su copa azucenas y lirios, claveles y campanillas
moradas del río. Las cortinas del lecho eran d e gasa blanca atadas a las
columnas con cintas anchas color de rosa; y cerca de la cabecera, con
una fineza materna, estaba la Dolorosa pequeña que me había servido
para mil altares cuando yo era niño.

JORGE ISAACS
H María"

Jorge Isaacs ( 1 837, Colombia


- 1 8 95, Colombia). Novelista romántico de Co­
lombia.
Obras Principales : MARIA, POESlAS.

CASITA

Un suave declive ; detrás, la pinada; delante, el viñedo. Tapiz de hier­


becitas montaraces ; el romero, el tomillo. Cielo azul, siempre azul. La azada
que arranca las matas de tomillo y romero; nivelación del suelo. A lo lejos,
entr¡;: los pámpanos de las vides, la copa redonda de un nogal. Las cuatro
zanjas . rectangulares de los cimientos; el palustre y la plomada. El viento
ledo, suave, trae el rumor de los pinos, semejante al oleaje del mar. Olor
de resina; olor del mantoncito de tomillos y romeros que han sido arrancados.
Las paredes que van subiendo; piedras y yeso; paredes bajas. Una nube
blanca que cruza por el azul; va camino del mar. El zumbido de una
abejita. Tejas curvas en la techumbre; tejas de color amarillento. La puerta ;
la chimenea blanca, cuadrada ; de dos paredes y dos anchas. El zumbar
melodioso de la abeja; la transparencia del aire. La puerta; un tablero de
recio pino. La ventanita a un lado; una sola ventanita; un solo piso; por
detrás, el techo, en pendiente, casi llega al suelo. La cumbre enhiesta del
monte, allá enfrente ; parece de porcelana; brillante, reluciente. La puerta;
los tablones de la puerta; la cerradura. La ventanita está guardada por ba-
170
rrotes delgados, clavados en el yeso verticalmente. La puerta, sencilla; ter­
minada la casita.

AzoRÍN
"Pueblo"

J ose M artínez Ruiz "Azorín" (Monóvar (España), 1 873 - Madrid, 1 967). Escritor
más representativo de la Generación del 98. Escribe novelas, teatro, crítica y ensayos.
Obras PrinCipales : LA CR[TICA LITERARIA EN ESPAÑA, LA RUTA DE
DON QUIJOTE.

4. EJERCICIOS

Ejercicio 66 - Sustituir los puntos suspensivos por las formas pedidas en los
paréntesis :
1 . Quien ( . . . ) ( GUARDAR - Indic. Pres. ) silencio, merece confianza.
2 . Nosotros ( . . . ) (TRABAl AR - Pret. Indef. ) mucho en tu despacho.
3 . Vosotras ( . . . ) ( LI M PIAR - Pret. Indef.) muy bien los cristales de
la ventana.
4 . Pablo siempre .se ( . . . ) (LEY ANTAR - Imp. Indic . ) tarde.
5 . Ellos ( . . . ) (HABLAR - Imp. Indic.) demasiado, mientras ( . . . )
( BAILAR - Imp. lndic. ) .
6 . Y o no te ( . . . ) ( CONTAR - Potencial Simple ) por nada l o ocurrido.
7 . Nos pidieron que ( . . . ) ( REGALAR - Imp. Subj . ) algo de valor para
la boda.
8 . Ojalá ella ( . . . ) ( LLEGAR - Imp. Subj . ) mañana.
9 . No te pido que te ( . . . ) (CALLAR - Subj. Pres. ) ante esa m¡ust1c1a.
1 0 . ( . . . ) ( BROMEAR - Gerundio ) no discuto ese caso.
1 1 . ( . . . ) ( CONTAR - Participio) nadie lo creería.
Ejercicio 67 - Ponga en el plural lo que va en bastardilla:
1 . Estudia más.
2 . Mandé recuerdos afectuosos.
3 . ¿Donde paseaste ayer?
4 . Bailo siempre en el Carnaval.
5 . Cállate, ¡ mujer!
6 . A vísame cuando cenarás en el restaurante chino.
7 . Quizá mañana el alumno acierte.
8 . Siempre llegaba tarde.
Ejercicio 68 - Sustituir los puntos suspensivos por las formas de los verbos
pedidas entre paréntesis:
1 . Si nos ( . . . ) ( PROMETER - Imp. Subj . ) estudiar, nosotros os ( . . . )
(CORRESPONDER - Potencial ) en lo prometido.
2 . Nosotros ( . . . ) ( PRETENDER - Pres. Indic.) salir de este sitio.
3 . ¿Quién ( . . . ) (RESPONDER - Pret. Indef. ) a la carta?

171
4. Verdad, que no ( . . . ) ( ROMPER - Pret. Indef. ) tu noviazgo.
5 . Nosotros ( . . . ) (DEBER - Pret. Indef.) cambiarle el nombre.
6 . Nosotros ( . . . ) (APRENDER - Potencial Simple) mucho más con
otro profesor.
7 . La niña no ( . . . ) (COMER - Imp. lndic . ) porque no le gustaba.
8 . ( . . . ) ( RETROCEDER - Imperativo ) ; no lo conseguirás.
9 . ( . . . ) (APRENDER - Gerundio) todas las lecciones, serás el mejor
alumno de la clase.
1 0 . No creo que él ( . . . ) (ESCONDER - Pres. Subj. ) las noticias.
1 1 . Si ( . . . ) (VENDER - Pret. Imp. Subj. ) vuestra finca, ganaríeis mucho
dinero.
1 2 . Si ( . . . ) ( BEBER - Fut. Imp. Subj . ) tanto, te enfermarás.
1 3 . ( . . . ) ( BARRER - Participio) la sala, parecerá más bonita que ahora.
1 4 . Ustedes ( . . . ) (COMPRENDER - Fut. lmperf. Ind.) mejor, al final.
1 5 . Vino ( . . . ) (CORRER - Gerundio) hasta aquí.
Ejercicio 69 - Pasar al plural lo que va en bastardilla en las frases abajo :
1 . Rompió a llorar.
2 . A prendí, estudiando.
3 . Bebo mucho vino en el almuerzo.
4 . Prometía cambiar de profesión.
5 . Escóndete en el sótano.
6 . ¿Por qué lo temías?
Ejercicio 70 - Sustituir los puntos suspensivos por las formas verbales pedidas
entre paréntesis :
l . Lamento que ellos ( . . . ) ( PROHIBIR - Pres. Subj. ) essa pieza.
2 . Ignoro que ( . . . ) (VIVIR - Pres. Subj . ) todos ellos en esta misma casa.
3 . Yo ( . . . ) (ESCRIBIR - Fut. Imp. Indic. ) lo que usted diga.
4 . No creo que él ( . . . ) ( RESISTIR - Pres. Subj. ) a tus pedidos.
5 . Si usted ( . . . ) (INCURRIR - Imp. Subj . ) en el mismo error, me
enfadaría.
6 . El librero ( . . . ) ( IMPRIMIR - Pret. lndef.) nueva edición del libro.
7 . María ( . . . ) ( PERSISTIR - Imp. lndic . ) en llamarme al teléfono.
8 . ( . . . ) (CUMPLIR - Imperativo) vuestras obligaciones.
9 . -Paco no ( . . . ) ( PERCIBIR - Pret. Indic.) cuanto lo engañaron.
1 0 . Yo ( . . . ) ( PARTIR - Fut. Imp. Indic . ) mañana, cuando lleguen mis
padres.
1 1 . Ellos ( . . . ) (COMBATIR - Pret. Indef.) valerosamente.
1 2 . Don Quijote ( . . . ) (COMBATIR - Pret. Imp. lndic. ) las injusticias.
1 3 . Lamentaría que ellos se ( . . . ) ( REUNIR - Imp. Subj.) sin mi pre-
sencia.
14 . Yo los ( . . . ) ( PERSUADIR - Fut. Imp. lndic.) a dejar el país.
1 5 . "Esa flor ( . . . ) (VIVIR - Fut. lndic. ) poco tiempo, Platero".
1 6 . Ella no ( . . . ) ( RECIBIR - Imp. Indic. ) carta de sus parientes.
1 7 . Y o ( . . . ) ( RECIBIR - Pres. Indic. ) dinero todas las semanas.
Ejercicio 71 - Pasar al singular los verbos en bastardilla :
l . Nosotros no partiremos hoy.
2 . Si vivieseis bien, seríeis elogiado.
3 . Ellas no recibieron ningún aviso.
4 . Siempre vivirán en Europa.
5 . No creo que recibamos el dinero mañana.

172
LOS A NIMA LES

1 . Observaciones Sobre la Irregularidad de los Verbos

2. Clases de Verbos -Irregulares (1• - 4� Clases)

3. Lecturas

4 . Ejercicios

LECCION
l 5 .a
GALLO

AZORÍN
"Pueblo"

Soy gallo; que es lo que ponía debajo de una cosa que quería ser
gallo cierto pintor d e mala mano. Soy gallo, y yo sí que de veras represento
a mi especie. Y no pido perdón por la inmodestia; no hay inmodestia en
decir la verdad. Soy un gallo que pertenezco a labradores pobres ; pero ningún
rico posee un gallo como yo. El gallo es el orgullo de los labradores pobres;
los ricos que tengan cotorras, periquitos y otros avechuchos raros y ridículos;
nada hay más bello que un gallo. Cada gallo en su muladar; el muladar mío
no es maloliente; es de estiércol seco; estiércol seco por fuera y, por dentro,
escarbando un poco, caliente. Estoy en las bardas de mi corral. ¡Ki-ki-ri-kí!
En el muladar no he encontrado ninguna margarita. No tengo noticia de
que, aun cuando hozan mucho en este muladar, se hayan encontrado, los
que hozan, n inguna m argarita. Ciertas obras literarias, para ciertas gentes,
son como m argaritas en el muladar; el muladar no está en el pueblo,· sino
a veces en otras partes. Yo lo digo y lo sostengo. ¡ Ki-ki-ri-kí! Soy el gallito
del pueblo. Soy el amo del dornajo. Nadie me ha dado en la cresta. A mí
no me levanta nadie el galio. ¡Ki-ki-ri-kí! Salto del muladar a las bardas;
estas bardas no tienen vidrios de botellas; aquí todos somos honrados; no
necesitamos ni tiestos de botellas ni cajas metálicas; eso para los ricos.
No soy un gallo tapado; bien a la vista estpy. ¡Ki-ki-ri-kí! Canto bien claro.
Nadie puede decir : "Este galo que no canta, algo tiene en la garganta".
Los que tienen algo en la garganta son ciertos políticos y ciertos oradores de
la burguesía y del pueblo. Sí, señor ; del pueblo también. Yo lo digo :
¡Ki-ki-ri-kí! Me río yo hasta d e las zorras. ¿Zorritas a mí? ¿A mí que lo
veo todo? Lo veo, naturalmente, con ojos de gallo. ¡ Tengo una pupila! Allá
arriba, en una veleta, veo otro gallo ; aquél está más alto que yo; pero
yo valgo más que él. Aquí me tienen ustedes, señores, sobre las bardas
de mi corral para lo que ustedes gusten mandar. Lo dicho : soy el gallito
del pueblo. ¡Ki-ki-ri'-kí!
176
1 . OBSERVACIONES SOBRE LA IRREGULARIDAD
DE LOS VERBOS

Son verbos irregulares los que alteran su radical o su desinencia. Se cla­


sifican en :
A ) Verbos de irregularidad común.
B ) Verbos de irregularidad propia. (Lección 1 8 )
No constituye irregularidad el cambio de letra para mantener el sonido :
QU por C - que yo coloque (colocar)
C por QU - delinco ( delinquir)
Z por C - venzo (vencer)
GU por G - pague (pagar)
J por G - protejo (proteger)
Tampoco es irregularidad la transformación de la 1 de las terminaciones
en Y cuando va entre vocales y es principio de sílaba:
CAER: ca-i-ó = cayó

A) VERBOS DE IRREG ULA RIDA D COMON


La Real Academia divide los verbos de irregularidad común em 1 2
clases. Para mejor estudiarlos e s bastante útil la división de los tiempos en
cuatro grupos, así constituidos :
1 9. Presente del indicativo, del subjuntivo e imperativo;
29. Pretérito imperfecto del indicativo;
39. Pretérito in definido, pretérito imperfecto y futuro imperfecto
del subjuntivo ;
49. Futuro imperfecto del indicativo y potencial.

2 . VERBOS IRREGULARES ( 1 '• - 4� clases)

1 ) PRIMERA CLA SE
Muchos verbos de la primera y d e la segunda conjugación que
tienen una E en la penúltima sílaba, y los verbos CONCERNIR y
DISCERNIR, diptongan la dicha E en lE siempre que es tónica.
Esta irregularidad ocurre en todas las personas de singular y tercera
de plural de los tiempos del primer grupo. ( 1 )

( 1) Consultar Apéndice Quinto.

177
Ejemplos : CONFESAR - ENTENDER - DISCERNIR

Presente del Indicativo


Confieso Entiendo Discierno
Confiesas Entiendes Disciernes
Confiesa Entiende Discierne
Confesamos Entendemos Discernimos
Confesáis Entendéis Discernís
Confiesan Entienden Disciernen

Presente del Subjuntivo


Confiese Entienda Discierna
Confieses Entiendas Disciernas
Confiese Entienda Discierna
Confesemos Entendamos Discernamos
Confeseis Entendáis Discernáis
Confiesen Entiendan Disciernan

Imperativo
Confiesa Entiende Discierne
Confiese Entienda Discierna
Confesemos Entendamos Discernamos
Confesad Entended Discernid
Confiesen Entiendan Disciernan

OBSERVACióN:

El verbo ERRAR cambia en Y la 1 del diptongo lE :


presente del indicativo - yerro, yerras, yerra, erramos . . .

presente del subjuntivo - yerre, yerres, yerre, erremos . . .

imperativo - yerra, yerre, erremos . . .

2 ) SEGUNDA CLASE
Muchos verbos de la primera y segunda conjugación que tienen
una O en la penúltima sílaba, d iptongan ésta en UE en los mismos
casos de la primera clase.
Ejemplo : CONTAR y MOVER

Presente del Indicativo Pres. del Subjuntivo Imperativo


Cuento Cuente
Cuentas Cuentes Cuenta
Cuenta Cuente Cuente
Contamos Conlemos Contemos
Contáis Contéis Contad
Cuentan Cuenten Cuenten
178
Presente del Indicativo Pres. del Subjuntivo Imperativo
M uevo Mueva
Mueves Muevas M ueve
Mueve Mueva Mueva
Movemos Movamos Movamos
Movéis Mováis Moved
Mueven Muevan Muevan

OBSEVA CióN: Los verbos DESOSAR y OLER toman una H antes del dipton­
go UE:
pres.. indic. deshueso, deshuesas, dehuesa, desosamos . . .
huelo, hueles, huele, olemos . . .
pres. subj. deshuese, deshueses, deshuese, desosemos . . .
huela, huelas, huela, olamos . . .
imperativo deshuesa, deshuese, desosemos . . .
huele, huela, olamos . . .

3 ) TERCERA CLA SE

Los verbos terminados en ACER ( salvo HACER y sus compues­


tos, PLACER y YACER ) , ECER (salvo MECER y REMECER ) ,
OCER ( menos COCER, ESCOCER y RECOCER) y UCIR ( salvo
los terminados en DUCIR ) toman una Z antes de la C del radical
cuando ésta viene seguida de O o A .
Esta irregularidad ocurre en la primera persona singular del pre­
sente del indicativo, todo el presente del subjuntivo y en tres personas
del Imperativo.
Ejemplos : NACER, CRECER, CONOCER y LUCIR

Presente del Indicativo


Nazco Crezco Conozco Luzco
Naces . . . Creces . . . Conoces . . . Luces . ·. .

Presente del Subjuntivo


Nazca Crezca Conozca Luzca
Nazcas Crezcas Conozcas Luzcas
Nazca Crezca Conozca Luzca
Nazcamos Crezcamos Conozcamos Luzcamos
Nazcáis Crezcáis Conozcáis Luzcáis
nazcan Crezcan Conozcan Luzcan
179
lmperatzvo
Nace Crece Conoce Luce
Nazca Crezca Conozca Luzca
Nazcamos Crezcamos Conozcamos Luzcamos
Naced Creced Conoced Lucid
Nazcan Crezcan Conozcan Luzcan

4 ) CUA R TA CLA SE

Los verbos terminados en -ducir tienen la misma irregularidad


de la clase anterior en los tiempos del primer grupo ; en los tiempos
del tercer grupo tienen J en vez de la e radical y no tienen la
1 de las desinencias regulares. Además, en la primera y tercera
personas del singular del pretérito indefinido, tienen las desinen­
cias E, O inacentuadas, en lugar de las desinencias regulares 1, lú.
Ejemplo : CONDUCIR

Pres. del Indicativo Pres. del Subjuntivo Imperativo


Conduzco Conduzca
Conduces . . . Conduzcas Conduce tú
Conduzca Conduzca él
Conduzcamos Conduzcamos nos
Conduzcáis Conducid vos
Conduzcan Conduzcan ellos

Pretérito Indefinido Pret. Imp. del Subjuntivo


Conduje Condujera o Condujese
Condujiste Condujeras o Condujeses
Condujo Condujera o Condujese
Condujimos Condujéramos o Condujésemos
Condujisteis Condujerais o Condujeseis
Condujeron Condujeran o Condujesen

Fut. Imp. del Subjuntiv'o


Condujere
Condujeres
Condujere
Condujéremos
Condujereis
Condujeren
180
3. LECTURAS

POl: StAo

Ay, si mereciese un alma


tan grande como contemplas,
que todo este cuerpo ocupa
por no ofrecerla pequeña,
que te dignases de amar
un hombre de prendas,
¿qué te daría, Crisalda,
de regalos y riquezas?
Perdices te ofrecería,
vivas en la misma percha,
con el pico y los pies rojos
que · estampan en el arena;
las calandrias que madrugan,
las mirlas, a quien enseña
naturaleza a cazar
las hormigas con la lengua ;
el gavilán pardo y libre,
la filomena parlera,
que el verano alegre anuncia
a las fuentes destas selvas;
181
el águila bajaría,
cuando es pollo, destas peñas;
la tórtola enamorada, .
que con arrullos se besa;
la grulla, muerta en las viñas,
no de noche, cuando vela,
que no soy el monte Tauro
para pasarme con piedras;
los ánades, de oro y verde
bordadas las plumas nuevas
del cuello, y del azul las alas,
que bien nadan y mal vuelan;
_-/
_
l_os pavos, donde los ojos
de Argos sirvieron de rueda,
y con las cercetas pardas
cuantas el aire sustenta.
Perdices, calandrias, mirl:;ts,
gavilanes, filomenas,
águilas, tórtolas, grullas,
ánades, pavos, cercetas,
para poderte regalar trujera
de nidos, montes, árboles y peñas.

La liebre cobarde viva


cuando olvidada se acuesta,
el conejo bullicioso
que se espanta de las yerbas;
el cabritillo manchado,
el oso con la colmena,
el gamo en la brama herido,
los corzos con las saetas,
las ciervas dentro del agua
cuando su ponzoña llevan;
el j abalí colmilludo,
de quien Venus se lamenta;
el toro que no ha sentido
a qué parte el yugo aprieta,
porque no corte Alejandro
las dos conyundas revueltas;
el tigre, lleno de manchas
que _algún caballo desea,
el espín, lleno de rayos,
imagen de la soberbia ;
182
la cabra montés, que vista
desde Jos pies de una sierra,
parece que de las ramas
como fruto asida cuelga :
liebres, conejos, cabritos,
osos, gamos, corzos, ciervas,
jabalíes, toros, tigres,
espines, cabras montesas
para comer y para ver te diera
destas montañas y de aquellas selvas.
Cuando quisieras pescados,
con redaya, plomo y cerdas,
mares, l agunas y ríos
me dieran sabrosa pesca :
la verde rana que canta,
de que comieras la media,
porque se dice que tienen
gusto de mujeres feas;
el pez de escamas de plata;
el ca_marón, lleno de hebras;
la langosta, que cocida
tiene de coral las piezas;
la trucha, lisa y pintada;
la murena, verde y negra;
la concha, que con la luna
abre y cierra, crece y mengua;
el cangrejo, torpe y feo;
el zafío, como oreja ;
e l delfín, músico y dulce,
astrólogo en las tormentas;
las focas, con quien Teseo
mató a Hipólito por Fedra,
y hasta las ballenas grandes,
que el ámbar precioso engendran.
Ranas, peces, camarones,
langostas, truchas, murenas,
conchas, cangrejos, zafíos,
delfines, focas, ballenas,
y cuanto el mar, el aire, el suelo encierra,
si me quieres ofrezco a tu belleza.

LoPE DE VEGA
"Poesías Líricas"

183
"-

-- �"
FILOSOFíA

Saluda al sol, araña, no seas rencorosa.


Da tus gracias a Dios, oh sapo, pues que eres.
El peludo cangrejo tiene espinas de rosa
y "los moluscos reminiscencias de mujeres.
Saber . ser lo que sois, enigmas siendo formas;
dejo la responsabilidad a las Normas,
que a su vez la enviarán al Todopoderoso . . .
( Toca, grillo, a la luz de la luna; y dance el oso) .
RUBÉN DARÍO
"Cantos de 'Vida y Esperanza"

4. EJERCICIOS

Ejercicio 72 - Copiar las siguientes oraciones, sustituyendo los infinitivos por


·
las formas verbales que correspondan :
l. Yo me ( RECORDAR) de la primera vez que estuve aquí.
2. No ( MANIFESTAR) lo ocurrido.
3. Yo te ( ROGAR ) que no (COLGAR) tu sombrero en esa percha.
4. Tú (TEMBLAR) cuando lo ves.
5. Deseo que (LUCIR) tu estrella.
6. Juan, (CONFESAR) que ( OLER ) bien ese vino.
7. Lo mismo da que uno ( NACER) bajo un signo o bajo otro.
8. La criada ( FREGAR) el suelo todos los días.
9. Pablo ( NEGAR ) que haya conducido el coche ayer.
10. No me ( ABORRECER) con tonterías Pepe.

184
11. Ya ( N EVAR) en Madrid; es invierno.
12. Es posible que ( PERTENECER) estos libros a nuestro padre.
13 . (CONDUCIR) con acierto las negociaciones. (Ellos)
14 . Podría ganar mucho dinero si ( REDUCIR) los gastos.
15. Es terrible que ( ENVEJECER ) el cuerpo.
16. Yo (AGRADECER) tus palabras afectuosas.
17. Yo le ( ROGAR) que me ( ATENDER) .
18. L a sal se (DISOLVER) en e l agua.
19. Tal vez no nos (CONOCER ) .
20 . Cuando uno ( PENSAR ) e n l a vida . . .
21. Las flores marchitas ( ENTRISTECER) la sala.
22 . Eses alumnos ( ERRAR ) los ejercicios.
23 . Los niños ( MERENDAR) a las cuatro de la tarde.

Ejercicio 73 - Ponga en la primera persona de singular del Indicativo Presente


los verbos abajo:
apretar - entender :- confesar - errar - oler - temblar - tropezar
- defender - atender - recordar - desosar - mover - consolar -
volver - demostrar - nacer - lucir - enaltecer - rogar - aborrecer
- reducir - conducir - desfallecer - deducir - aducir.

Ejercicio 74 - Conjugar el verbo de la frase abajo en todas las personas del


Pres. del Subjuntivo :
"No conduzco bien".

Ejercicio 75 - Conjugar en el Pret. Indefinido la frase :


"PRODUCIR cosas bellas".

Ejercicio 76 - Traducir los verbos que están dentro de los paréntesis:


1. Espero que tú ( conhec;:as ) la profesora.
2. Creo que (reduziráo) los gastos de la ¡:: asa.
3. Los zapatos me (apertam) los pies.
4. Quien mucho abarca, poco (aperta) .
5. María me (conduziu) hasta tu casa.
6. El director (reduziu) el número de alumnos.
7. Espero que todos los profesores de este colegio te ( agradec;:am ) por lo
que haces.
8 . ( Pensa) en lo que vas a hacer.
9 . Los españoles ( conduziram ) los extranjeros a Madrid.
1 0 . Espero que no (errem ) .
185
LOS VEGETA LES Y LAS FR UTA S

1 . Verbos Irregulares (5� - s� Clases)

2 . Lecturas

3 . Ejercicios

LECCION
1 6 .3
LA AGRICULTURA

EMILIO DE FIGUEROA
"Desarrollo Económico"

A pesar de lo que se haya dicho de que España debía haberse limitado


exclusivamente a su agricultura - con esto no quiero decir que la agri­
cultura carezca de importancia ni que haya que prescindir de ella en el
desarrollo económico sino al contrario, ya que todos nuestros males están
ahora precisamente en que la agricultura no ha crecido al mismo ritmo que
ha crecido la industria y los servicios; nuestro sector deprimido, nuestro
sector subdesarrollado es la agricultura.
También podrá pensarse que en un año de buenas cosechas en los
cereales, en el trigo, en la aceituna, en la naranja, nuestros ·agricultores
constituyen un magnífico mercado para los productos industriales en nues­
tro país, especialmente para las industrias textiles. Nada de esto ; el fenómeno
no es un fenómeno reversible; es total, irreversible. En los años de buenas
cosechas los agricultores no podían constituir un gran fuente de demanda
para los productos industriales. Por una razón muy sencilla : porque cuando
la inmensa mayoría [ de la población depende de la agricultura, dado que el
consumo de los pro ductos agrícolas es un consumo muy rígido - años de
buenas consechas no aumentan la capacidad del estómago para consumir
más trigo, para consumir más carne, para consumir más leche - y, sobre
todo, si la inmensa mayoría de los habitantes del país son por sí mismos
agricultores, hay una especie de proceso autofágico : se consumen ellos
mismos una parte de lo que producen. Por lo tanto, es un mercado donde
los precios están muy influidos. por la demanda. Un año de gran producción
en la agricultura española se traducía en una caída de precios y, por tanto,
lo que se ganaba con una buena cosecha se perdía con una caída de precios.
Total, que el poder de compra de los agricultores era bajo cuando la cosecha
era mala, y era bajo cuando la cosecha era buena. No había posibilidad
de escaparse de este signo fatalista.
189

R U TAS.
Entonces, ¿qué se podía esperar de la agricultura? La única cosa que
se podía esperar era el cambio de la estructura.

Emilio de Figueroa. Economista español contemporáneo.

l. VERBOS IRREGULARES (continuación)

5) Q UJNTA CLA SE
Los verbos terminados en AÑER, AÑIR, 11ÑIR, UÑIR, ELLER
y ULLIR no tienen la I de las desinencias ió\ ieron, iere, ieras etc,;
iese. ieses etc. ; iere, ieres etc.; ni la del gerundio, iendo.
Ejemplo: TAÑER y MULLIR

Gerundio
Tañendo Mullendo

Pret. Indefinido
Tañí Mullí
Tañiste Mulliste
Tañó Mulló
Tañimos Mullimos
Tañisteis Mullisteis
Tañeron Mulleron

Pret. Imperfecto del Subjuntivo


Tañera, tañese Mullera, mullese
Tañeras, tañeses Mulleras, mulleses
Tañera, tañese Mullera, mullese
Tañéramos, tañésemos Mulléramos, mullésemos
Tañerais, tañeseis Mullerais, mulleseis
Tañeran, tañesen Mulleran, mullesen

Futuro Imperfecto del Subjuntivo


Tañere Mullere
Tañeres Mulleres
Tañere Mullere
Tañéremos Mulléremos
Tañereis Mullereis
Tañeron Mulleren
190
6) SEXTA CLA SE
El verbo SERVIR y todos los terminados e n EBIR, EDIR
(salvo AGREDIR y TRANSGREDIR ) , EGIR, EGUIR, EMIR,
ENCHIR, ENDIR, ESTIR y ETIR mudan en I la E de su penúl­
tima sílaba en dos casos :

a) siempre que es tónica (todo el singular y tercera persona de


plural de los tiempos del primer grupo ) ;
b ) siempre que la desinencia empiece por A o tenga diptongo
(segunda y tercera persona de plural del presente del subjun­
tivo, terceras del pretérito indefinido, todas las del pretérito y
futuro imperfectos del subjuntivo y el gerundio ) .

Ejemplos : SERVIR y PEDIR

Gerundio
Sirviendo Pidiendo

Presente del Indicativo


Sirvo Pido
Sirves Pides
Sirve Pide
Servimos Pedimos
Servís Pedís
Sirven Piden

Presente del Subjuntivo


/ Sirva Pida
Sirvas Pidas
Sirva Pida
Sirvamos Pidamos
Sirváis Pidáis
Sirvan Pidan

Imperativo
Sirve Pide
Sirva Pida
Sirvamos Pidamos
Servid Pedid
Sirvan Pidan
191
Pret. Indefinido
Serví Pedí
Serviste Pediste
Sirvió Pidió
Servimos Pedimos
Servisteis Pedisteis
Servieron Pidieron

Pret. Imperfecto del Subjuntivo


Sirviera, sirviese Pidiera, pidiese
Sirvieras, sirvieses Pidieras, pidieses
Sirviera, sirviese Pidiera, pidiese
Sirviéramos, sirviésemos Pidiéramos, pidiésemos
Sirvierais, sirvieseis Pidierais, pidieseis
Sirvieran, sirviesen Pidieran, pidiesen

Futuro Imperfecto del SubjuntivO


Sirviere Pidiere
Sirvieres Pidieres
Sirviere Pidiere
Sirviéremos· Pidiéremos
Sirviereis Pidiereis
Sirvieren Pidieren

7 ) SÉPTIMA CLA SE
Los verbos terminados en ElR y EÑIR cambian en 1 la E de
la radical, como los verbos de la clase VI y no tienen la 1 de las
desinencias de los tiempos del tercer grupo como los verbos de
la clase V.
Ejemplos : REIR y CEÑIR

Gerundio
Riendo Ciñendo

Presente del Indicativo


Río Ciño
Ríes Ciñes
Ríe Ciñe
Reímos Ceñimos
Reís Ceñís
Ríen Ciñen
192
Presente del Subjuntivo

Ría Ciña
Rías Ciñas
Ría Ciña
Riamos Ciñamos
Riáis ciñáis
Rían Ciñan

Imperativo

Ríe Ciñe
Ría Ciña
Riamos Ciñamos
Reid Ceñid
Rian Ciñan

Pret. Indefinido

Reí Ceñí
Reíste Ceñiste
Rio Ciñó
Reímos Ceñimos
Reísteis Ceñisteis
Rieron Ciñeron

Pret. Imperfecto del Subjuntivo

) Riera o riese Ciñere o ciñese


Rieras o rieses Ciñeras o ciñeses
Riera o riese Ciñer� q ciñese
Riéramos o riésemos CiMraJ11 8� o ciñésemos
Rierais o rieseis qfíerais p, �iñeseis
Rieran o riesen Ciñeran q �ifíesen

Futuro Imperfecto del Subjuntivq

Riere Ciñere
Rieres Ciñeres
Riere Ciñere
Riéremos Ciñéremos
Riereis Ciñereis
Rieren Ciñeren
193
8) OCTA VA CLASE

Los verbos HERVIR y REHERVIR y todos los terminados en


ENTIR, ERIR y E RTIR diptongan en lE la E de la penúltima
sílaba siempre que sea tónica (como los verbos de la clase 1 ) y
la debilitan en J siempre que sea átona y la desinencia empiece
por A o diptongo (como los verbos de clase VI).

Ejemplo : SENTIR

Pres. del Indicativo Pres. del Subjuntivo !.


Imperattvo

Siento Sienta
Sientes Sientas Siente
Siente Sienta Sienta
Sentimos Sintamos Sintamos
Sentís Sintáis Sentid
Sienten Sientan Sientan

Pret. Indefinido Pret. Imperf. del Subjuntivo

Sentí Sintiera o sintiese


Sentiste Sintieras o sintieses
Sintió Sintiera o sintiese
Sentimos Sintiétamos o sintiésemos
Sentisteis Sintierais o sintieseis
Sintieron Sintieran o sintiesen

Futuro Imp. del Subjuntivo

Sintiere
Sintieres
Sintiere
Sintiéremos
Sintiereis
Sintieren
194
2. LECTURAS

LAS El';C I NAS

¿Qué tienes tú, negra encina


• 1
campesu�a,
con tus !r amas sin color
en el campo sin verdor,
con tu tronco ceniciento
sin esbeltez ni altiveza,
con tu vigor sin tormento
y tu humildad, que es firmeza?
En tu copa ancha y redonda
nada brilla,
ni tu verdioscura fronda
ni tu flor verdiamarilla.
Nada es lindo ni arrogante
en tu porte, ni guerrero,
nada fiero
que aderece tu talante.
Brotas derecha y torcida
con esa humildad que cede
sólo a la · ley de la vida,
que es vivir como se puede.

ANTONIO MACHADO

195
°
FRUTAS

¡ A y ! , si m e reciese un a l m a
tan grande c o m o contemplas,
que todo este cuerpo ocupa
por no ofrecerla pequeña,
que te dignases d e a m ar
un hombre de tantas pre n d as,
¿qué te daría, Crisalda,
de regalos y riquezas?

Las guindas rojas, m a duras,


los madroños d e las sierras ) j
\,
donde e l erizo e n sus p u ntas �-
los ensarta como cuentas;
la castaña, armada en balde,
l o s m e mbrillos d e l as vegas,
que a l miedo el color hurtaron
y la for m a a las camuesas;
las uvas verdes y azules,
b l ancas, rojas, tintas, negras,
pendientes de los sarmie n tos
los racimos y hojas secas; /
del a l m e ndro flor y fruto,
que uno sabe y otro alegra,
l a e ndrina, con la flor cana,
y l a olorosa cermeña;
l a s n ueces, secas y verdes�
que por esas m a nos bellas
n o se tiñ an de limpial las,
te dieron sus blancas piernas;
la pera, e l níspero d u ro,
que se madura en la yerba,
l a serba, roja e n el árbol
y parda cuando aprovecha :
guindas, madroños, castañas,
m e m brillos, uvas, a l m e ndras,
e ndrinas, cermeñas, n ueces,
peras, nísperos y serbas
al tie mpo que m adrugan te truj e r a
de incultos m o ntes y labradas h uertas.

LOPE DE VEGA
"Poesías Líricas"

196
3. FJERCICIOS

Ejercicio 77 - Ponga los infinitivos, entre paréntesis, en las formas verbales pe-
didas :
l. El herido ( GEMIR - Pres. Indic. ) muy bajo.
2. Ella me ( CEI'IIR - Pret. Inde f. ) con Jos brazos.
3. El policía Jo ( SEGUIR - Pret. Indef. ) de cerca.
4. Ella me ( PEDIR - Pret. Indef. ) permiso para salir de la clase.
5. ¿Lo (CONCEBIR - Pret. In def. ) usted lo que se pasó?
6. Nosotros lo ( SENTIR - Pres. Indic . ) mucho.
7. El que ( M ENTIR - Pres. Indic. ) , roba.
8. Nadie te ( ADVERTIR - Pret. Indif. ) la significación del poema.
9. Los desconocidos le ( H ERIR - Pret. lndef. ) e n la calle.
10 . En aquella -ocasión, Santo Antonio (CONVERTIR - Pret. lndef. ) a
la multitud.
1 1 . Le habían ( PERVERTIR - Participio ) con sus ideas.
1 2 . Mi clase ( ELEGIR - Pres. lndic. ) su representante todos los meses.
1 3 . No te (TEI'IIR - l¡nperativo ) el pelo.
1 4 . En la casa de nuestros vecinos están ( FREíR - Gerundio) churros.
1 5 . ( REGIR - Imperativo) vuestras acciones de acuerdo con vuestra con-
ciencia.
1 6 . El carpintero ( M EDIR - Pret. Indef. ) toda la sala.
1 7 . No te ( REI'IIR - Imperativo) con el niño.
1 8 . A mí me agfadó el traje que tu hermano (VESTIR Pret. Indef. )
anoche.
1 9 . Ese asunto no (COMPETIR - Pres. Indic. ) a Jos niños.
20 . La madre pedía al niño que le (SON REíR - Imp. Subj . ) constantemente.
2 1 . No ( ARREPENTIRSE - Indic. Pres. ) de lo que hice.
22 . La profesora ( REPETIR - Pret. Indef. ) la lección más una vez.
23 . ¿Qué le parecería a Ud. si yo me ( RE í R - Imp. Subj. ) de ella?
24 . Si Ud. le ( REI'IIR - Imp. Subj . ) en particular lo (CONSEGUIR
Potencial) todo.
Ejercicio 78 - Conjugar la frase en los tiempos señalados :
"HERIR la mano" - Imperativo
Pret. Indefinido
Pres. Indicativo
Ejercicio 79 - Ponga en español las formas verbales portuguesas que están entre
paréntesis:
l . Juan se ( vesti u ) rápidamente.
2 . Yo siempre ( repito ) los ejercicios.
3 . Los niños ( riram ) muchísimo.
4 . María (sente ) la ausencia de Pablo.
5 . Los heridos ( gemem ) en el hospital.
6 . -Yo no ( pe¡;o) nada a nadie.
7 . Espero que él ( consiga) lo que quiere.
8 . Esto no me (serve ) .
9 . María ( frita) churros en la cocina.
1 0 . Estaban ( tocando) las campanas del pueblo.

197
LA COMIDA

1 . Verbos Irregulares (9" - 1 2" clases)

2. Lecturas

3 . Ejercicios

LECCION
'

1 7 .3
·
G ASTRO�OI\UA

MANUEL CALVO HERNANOO


"Los Españoles Día a Día"

Las comidas de los españoles constituyen uno de los capítulos más


singulares de nuestra vida cotidiana. Veamos, ante todo, las horas de comer.
Aunque los comilones lo digan ni todas las horas son apropiadas para
comer. En España, el mediodía es, sin duda ninguna, la hora predilecta,
la de los platos fuertes y sabrosos. La noche impone recato en el
alimento, tal vez por culpa de nuestro refrán: "De grandes cenas están
las sepulturas llenas." Claro que también en las sepulturas hay gente que
cenaban poco. Pero dejemos estas tristes consideraciones y vamos con
nuestro tema.
Las horas españolas de sentarse a la mesa para las dos principales co­
midas, son algo que desconcierta un tanto a los visitantes extranjeros. Dejé­
molo como está, porque parece ser que es muy difícil cambiarlo. Quisiera
ofr-ecer, en cambio, aunque fuera brevemente, un pequeño mapa gastronó­
mico de España, situando como platos típicos, el cocido madrileño, la paella
valenciana, la fabada asturiana, el gazpacho andaluz, el cordero y el cochinillo
de Castilla, el bacalao bilbaíno, el pescadito frito de Andalucía y toda una serie
de golosinas generalmente muy dolcecitas, que no es posible ni siquiera
enumerar, porque son centenares. He aquí las más conocidas : turrones,
anises, peladillas, mazapán, polvorones, yemas de San Leandro, de Santa
Teresa, rosquillas, huesos de santo, buñuelos de viento, tocinos de cielo, pes­
tiños, bartolillos. Una constelación de la dulzura; eso sí, no permite a sus
seguidores conservar esta línea de delgadez que tanto gusta a los pueblos
anglosajones. Con todas estas delicias acaba uno pareciéndose más a Sancho
Panza que a Don Quijote. Pero, están tan ricas . . .
200
l . VERBOS IRREGULARES (continuación)

9 ) NOVENA CLASE
El verbo JUGAR y los verbos terminados en IRIR : tienen UE
en lugar de U e lE en vez de I cuando son tónicas ( los mismos
casos de la primera y segunda clase) :
Ejemplos : JUGAR y INQUIRIR

Presente del Indicativo


Juego Inquiero
Juegas Inquieres
Juega Inquiere
Jugamos Inquiri�os
Jugáis Inquirís
Juegan Inquieren

Presente del Subjuntivo


J uegue Inquiera
Juegues Inquieras
Juegue Inquiera
Juguemos Inquiramos
Juguéis Inquiráis
Jueguen . Inquieran

Imperativo
Juega Inquiere
Juegue Inquiera
Juguemos Inquiramos
Jugad Inquirid
Jueguen Inquieran

1 0) D.tCIMA CLASE
Los verbos terminados en UIR ( menos INMISCUIR ) toman una
Y después de la U radical ante las vocales A, E y O en los tiempos
del primer grupo :
Ejemplo : HUIR
201
Presente del Presente del Imperativo
Indicativo Subjuntivo
Huyo Huya
Huyes Huyas Huye
Huye Huya Huya
Huimos Huyamos Huyamos
Huís Huyáis Huid
_ _Huyen Huyan Huyan

1 1 ) UNDtCIMA CLASE
Los verbos DORMIR y MORIR diptongan la O en UE ( mismos
casos de la octava clase ) y la debilitan en U ( en los mismos casos
de la clase VII ) .
Ejemplos: DORMIR y MORIR

Presente del Indicativo Presente del Subjuntivo


Duermo Muero Duerma Muera
Duermes Mueres Duermas Mueras
Duerme Muere Duerma Muera
Dormimos Morimos Durmamos Muramos
Dormís Morís Durmáis Muráis
Duermen Mueren Duerman Mueran

Imperativo Pret. Indefinido


Dormí Morí
Duerme Muere Dormiste Moriste
Duerma Muera Durmió Murió
Durmamos Muramos Dormimos Morimos
Dormid Morid Dormisteis Moristeis
Duerman Mueran Durmieron Murieron

Pret. Imp. del Subjuntivo


Durmiera o durmiese Muriera o muriese
Durmieras o durmieses Murieras o murieses
Durmiera o durmiese Muriera o muriese
Durmiéramos o durmiésemos Muriéramos o muriésemos
Durmierais o durmieseis Murierais o murieseis
Durmieran o durmiesen Murieran o muriesen
202
Futuro Imperfecto del Subjuntivo
Durmiere Muriere
Durmieres Murieres
Durmiere Muriere
Durmiéremos Muriéremos
Durmiereis Muriereis
Durmieren Murieren
OBSER VA CióN: Los compuestos de DORMIR y MORIR presentan las mismas irre­
gularidades.

1 2) DUODí.CIMA CLASE
Los verbos VALER, SALIR y sus compuestos en los tiempos del
primer grupo toman una G después de la L del radical, ante las
vocales O y A de las desinencias y en la segunda persona de singular
del Imperativo pierden la desinencia. E.
En los tiempos del cuarto grupo tienen D en vez de la I o E del
infinitivo radical.
Ejemplos : VALER y SALIR

Presente del Indicativo Presente del Subjuntivo


Valgo Salgo Valga Salga
Vales Sales Valgas Salgas
Vale Sale Valga Salga
Valemos Salimos Valgamos Salgamos
Valéis Salís Valgáis Salgáis
Valen Salen Valgan Salgan

Imperativo Futuro Imperfecto


del Indicativo
Val o Vale Sal Valdré Saldré
Valga Salga Valdrás Saldrás
Valgamos Salgamos Valdrá Saldrá
Valed Salid Valdremos Saldremos
Valgan Salgan Valdréis Saldréis
Valdrán Saldrán

Potencial Simple
Valdría Saldría
Valdrías Saldrías
Valdría Saldría
Valdríamos Saldríamos
Valdríais Saldríais
Valdrían Saldrían
203
2 . LECTURAS

BOUA Y :\CO :\ I PA Ñ A:\IIENTO UEL CA l\I PO

Don Repollo y doña Berza,


de una sangre y de una casta,
si no caballeros pardos,
verdes fidalgos de España,
casáronse, y a la boda
de personas tan honradas,
que sustentan ellos solos
a la mejor de Viscaya,
de los solares del campo
vino la nobleza y gala,
que no todos los solares
han de ser de la montaña.
Vana y hermosa, a la fiesta
vino doña Calabaza;
que su merced no pudiera
ser hermosa sin ser vana.
La Lechuga, que se viste
sin aseo y con fanfarria,
presumida, sin ser fea,
de frescona y de bizarra.
La Cebolla, a lo viudo,
vino con sus tocas blancas,
y sus entresuelos verdes,
que sin verdura no hay canas.
Para ser dama muy dulce
vino la Lima gallarda,
al principio, que no es bueno
ningún postre de las damas.
La Naranja, a lo ministro,
llegó muy tiesa y cerrada,
con su apariencia muy lisa,
y su condición muy agria.
A lo rico y lo tramposo
en su erizo la castaña,
206
que le han de sacar la hacienda
todos por punta de lanza.
La Granada deshonesta
a lo moza cortesana,
desembozo en la hermosura,
descaramiento en la gracia.
Dona Mostaza menuda,
muy briosa y atusada,
que toda chica persona
es gente de gran mostaza.
A lo alindado la Guinda
muy agria cuando muchacha,
pero ya entrada en edad,
más tratable, dulce y blanda.
La Cereza, a la hermosura
recién venida, muy cara,
pero con el tiempo t odos
se le atreven por barata.
Doña Alcachofa, compuesta
a imitación de las flacas,
basquiñas y más basquiñas,
carne poca y muchas faldas.
Don Melón, que es el retrato
de todos los que se casan :
Dios te la depare buel)a,
que la vista al gusto engaña.
La Berenjena, mostrando
su calavera morada,
porque no llegó en el tiempo
del socorro de las calvas.
Don Cohombro desvaído,
largo de verde esperanza,
muy puesto en ser gentil hombre.
siendo cargado de espaldas.
Don Pepino, muy picado
de amor de doña Ensalada,
gran compadre de doctores,
pensando en unas tercianas.
Don Durazno, a lo invidioso,
mostrando agradable cara,
descubriendo con el trato
malas y duras entrañas.
Persona de muy buen gusto,
20'7
don Limón, de quien espanta
lo sazonado y panzudo,
que no hay discreto con panza.
De blanco, morado y verde,
corta crin y cola larga,
don Rábano, · pareciendo
moro de juego de cañas.
Todo fanfarrones bríos,
todo picantes bravatas,
Llegó el señor don Pimiento,
vestidito de botarga.
Don Nabo, que viento en popa
n avega con tal bonanza,
que viene a mandar el mundo
de gorrón de Salamanca.
Mas baste, por si el, lector
objeciones desenvaina,
que no hay boda sin malicias,
ni desposados sin tachas.

FRANCISCO DE QUEVEDO
"Poesías"

3. EJERCICIOS

Ejercicio 80 -Sustituya los infinitivos por las formas verbales pedidas entre pa-
réntesis :
l . Los niños (JUGAR - Pres. Indic. ) a la comba.
2 . El equipo del Real Madrid (JUGAR - Pres. Indic. ) muy bien.
3 . (ATRIBUIR - Imperativo) usted esos enredos a su imaginación.
4 . Los ladrones (HUIR - Pret. Indef. ) .

208
S. Nosotros ( HUIR - Pres. lndic.) constantemente de las malas cosas.
6. Si usted se ( DORMIR - Pres. lndic. ) , no entenderá la película.
7. El pájaro ( MORIRSE - Pret: Indef.) de frío.
8. Está ( MORIRSE - Gerundio) a ojos vistos.
9. Con esto ( MORIRSE - Pres. lndic. ) todas las ilusiones de tu padre.
10. Me entristece que ( MORIR - Pres. Subj.) tan joven.
11. (SALIR - Pres. lndic. ) ahora pero volveré muy pronto.
12 . Tú y ella (SALIR - Fut. Imp. Ind. ) a pasear.
13 . No me parece que ella (VALER - Pres. Subj. ) tanto.
14. ¡ (SALIR - Imperativo) de aquí, inmediatamente! (tú)
1S. ( VALER - Pres. lndic.) por tus acciones.
16 . Estimo que (SOBRESALIR - Pres. Subj . ) tus opiniones.
17. No (SALIR - Fut. Imp. Indic. ) ustedes de aquí antes de las nueve.
18. ¿Dónde se (ADQUIRIR - Pres. lndic. ) estos libros?
19. Juan me dijo que no (SALIR - Potencial) hoy.
20 . El aviso no (EXCLUIR - Pres. Indic. ) a nadie.
21 . Las hormigas (DESTRUIR - Pret. lndef. ) los rosales.
22 . Todos esperan que nosotros (CONSTRUIR - Pres. Subj.) nuestra casa
durante el próximo verano.
23 . Creo que ella (SALIR - Fut. Imp. Indic. ) mañana.

Ejercicio 81 - Conjugar la frase "VALERSE de alguien" en los tiempos señalados:


a) Imperativo
b ) Pres. Subjuntivo
e) Futuro Imp. Indic.

Ejercicio 82 - Conjugar la frase "No DORMIR en este sitio" en los tiempos


abajo:
a) Pret. Indef.
b) Pres. Indicativo
e) Pres. Subjuntivo
d) Imperativo

Ejercicio 83 - Traduzca las formas verbales portuguesas que están entre parén-
tesis:
l . Ayer, (dormimos) e n t u casa.
2 . ¡ (Puja) rápidamente!
3 . (Saio) todos los .días a las diez de la mañana.
4 . Esto no (valerá) nada.
S . Los niños (brincam) en el campo.
6 . Creo que están ( dormindo) .
7 . ¡ ( Durma) bien!
8 . (Sinto) mucho lo que se pasó.
9 . Todos los alumnos ( adquiriram ) los nuevos libros.
1 0 . María se (divertiu ) muchísimo en las ferias de Sevilla.

209
LOS VINOS

1 . Verbos de Irregularidad Propia

2 . Lecturas

3 . Ejercicios

, .

LECCION
l 8.a
LOS VINOS
MANUEL CALVO HERMANO
"Los Españoles Día a Día"

España es tierra de buenos vinos, y por ello, el triunfo de la "Coca-Cola"


y de la "Pepsi-Cola" es doblemente curioso y casi increíble.
Una clasificación de los vinos españoles habría de basarse en nuestra
geografía vinícola. Así, tenemos la región de los vinos andaluces, como los
de Jerez, la manzanilla de Sanlúcar, los de Montilla-Moriles y los de Málaga;
tenemos también la Mancha, famosa no sólo por haber sido escenario y
patria de Don Quijote, sino por sus deliciosos vinos de Valdepeñas, Alcázar
de san Juan, Tomelloso, etc. Están los vinos de Castilla, los vinos gallegos,
los vinos de Levante, los vinos catalanes (Cataluña ocupa el segundo lugar
en la producción vinícola española) y por fin en famoso vino de Rioja,
que según se afirma "va directamente al paladar".
El vino se bebe en casa, en el hotel, en el restaurante, pero, sobre
todo, se bebe en la taberna. Me permito aconsejar dos libros modernos
de dos escritores castizos y que manejan un excelente castellano. En los dos
se cantan la excelencia de las tabernas y se las describe con toda minucia,
contando la vida pintoresca de tales establecimientos. Uno de estos libros
es "Historia de una Taberna", de ANTONIO D1AZ CAÑABATE; el otro,
"La Vida como es", de JUAN ANTONIO ZUNZUNEGUI. En la literatura
española ha estado siempre presente y recuerden los versos de BALTASAR
de ALCAZAR

Si es o no invención moderna
¡Vive Dios que no lo sé!
Pero delicado fue
la invención de la taberna

Porque allí llego sediento


pido vino de lo nuevo,
mídenlo, dánmelo, bebo,
págolo y voyme contento.
212

J EREZ DE LA FRONTERA - Bodegas "Garvey" ( Códiz)


1 . VERBOS DE IRREGULARIDAD PROPIA

1) ANIJAR
Pret. Indefinido: anduve, anduviste, anduvo, anduvimos, anduvis­
teis, anduvieron.
Pret. Imp. Subjuntivo: anduviera o and].Jviese, anduviera� o anduvie­
ses, anduviera o anduviese, anduviéramos o anduviésemos,
anduvierais o anduvieseis, anduvieran o anduviesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: anduviere, anduvieres, anduviere, anduvié­
remos, anduviereis, anduvieren.
ANDAR y su compuesto desandar.

2) ASIR
Pres. Indicativo: asgo ( las demás personas son regulares) .

Pres. Subjuntivo: asga, asgas, asga, asgamos, asgáis, asgan.

Imperativo: ase, asga, asgamos, asid, asgan.


ASIR y su compuesto desasir.

3) CABER
Pres. Indicativo: quepo (las demás personas son regulares ) .

Pres. Subjuntivo: quepa, quepas, quepa, quepamos, quepáis,


quepan.
Imperativo: cabe, quepa, quepamos, cabed, quepan.

Pret. Indefinido: cupe, cupiste, cupo, cupimos, cupisteis, cupieron.


Pret. Imp. Subjuntivo: cupiera o cupiese, cupieras o cupieses, cupie-
ra o cupiese, cupiéramos o cupiésemos, cupierais o cupieseis,
cupieran o cupiesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: cupiere, cupieres, cupiere, cupiéremos,
cupiereis, cupieren.
Futuro Imp. Indicativo: cabré, cabrás, cabrá, cabremos, cabréis,
cabrán.
Potencial Simple: cabría, cabrías, cabría, cabríamos, cabríais,
cabrían.

4) CAER
Pres. Indicativo: caigo (las demás personas son regulares ) .
214
Pres. Subjuntivo: caiga, caigas, caiga, caigamos, caigáis, caigan.
Imperativo: cae, caiga, caigamos, caed, caigan.

CAER y sus compuestos descaer, recaer.

5) DAR
Pres. Indicativo: doy (las demás personas son regulares ) .
Pret. Indefinido: di, diste, dio, dimos, disteis, dieron.
Pret. Imp. Subjuntivo: diera diese, dieras o dieses, diera o diese,
o

diéramos o diésemos, dierais o dieseis, dieran o diesen.


Futuro Imp. Subjuntivo: diere, dieres, diere, diéremos, diereis,
dieren.

6) DECIR
Pres. Indicativo: digo, dices, dice, decimos, decís, dicen.
Pres. Subjuntivo: diga, digas, diga, digamos digáis, digan.

Imperativo: di, diga, digamos, decid, digan.


Pret. Indefinido: dije, dijiste, dijo, dijimos, dijisteis, dijeron.
Pret. Imp. Subjuntivo: dijera o dijese, dijeras o dijeses, dijera o
dijese, dijéramos o dijésemos, dijerais o dijeseis, dijeran o
dijesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: dijere, dijeres, dijere, dijéremos, dijereis,
dijeren.
Futuro Imp. Indicativo: diré, dirás, d irá, diremos, diréis, dirán.
Potencial Simple: diría, dirías, diría, diríamos, diríais, dirían.

Gerundio: diciendo.

Participio: dicho.
Los compuestos de DECIR : bendecir, m aldecir, predecir etc.
son regulares en los tiempos del tercer grupo y en la se­
gunda persona de singular del imperativo (bendice, mal­
dice, predice etc. ) . Bendecir y Maldecir tienen dos participios.

7) ERGUIR
Pres. Indicativo: irgo . o yergo, irgues o yergues, irgue o yergue,
erguimos, erguís, irguen o yerguen.
215
Pre$. Subjuntivo: irga o yerga, irgas o yergas, irga o yerga, irgamos,
irgáis, irgan o yergan.
Imperativo: irgue o yergue, irga o yerga, irgamos, erguid, irgan o
yergan.
Pret. Indefinido: erguí, erguiste, irguió, erguimos, erguisteis, ir­
guieron.
Pret. Imp. Subjuntivo: irguiera o irguiese, irguieras o irguieses, ir­
guiera o irguiese, irguiéramos o irguiésemos, irguierais o irguie­
seis, irguieran o irguiesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: irguiere, irguieres, irguiere, irguiéremos,
irguiereis, irguieren.
Gerundio: irguiendo.

8) ESTAR
Pres. Indicativo: estoy, estás, está, estamos, estáis, están.
Pres. Subjuntivo: esté, estés, esté, estemos, estéis, estén.

Imperativo: está, esté, estemos, estad, estén.


Pret. Indefinido: estuve, estuviste, estuvo, estuvimos, estuvisteis,
estuvieron.
Pret. Imp. Subjuntivo: estuviera o estuviese, estuvieras o estuvie­
ses, estuviera o estuviese, estuviéramos o estuviésemos, estu­
vierais o estuvieseis, estuvieran o estuviesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: estuviere, estuvieres, estuviere, estuviére­
mos, estuviereis, estuvieren.

9) HACRR
Pres. Indicativo: hago ( las demás personas son regulares ) .
Pres. Subjuntivo: haga, hagas, haga, hagamos, hagáis, hagan.
Imperativo: haz, haga, hagamos, haced, hagan.
Pret. Indefinido: hice, hiciste, hizo, hicimos, hicisteis, hicieron.
Pret. Imp. Subjuntivo: hiciera o hiciese, hicieras o hicieses, hiciera
o hiciese, hiciéramos o hiciésemos, hicierais o hicieseis, hicie­
ran o hiciesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: hiciere, hicieres, hiciere, hiciéremos, hi­
ciereis, hicieren.
216
Futuro Imp. Indicativo: haré, harás, hará, haremos, haréis, harán.
Potencial Simple: haría, harías, haría, haríamos, haríais, harían.

Participio: hecho.
Los derivados contrahacer, deshacer, rehacer etc. siguen el
mismo modelo.

10) IR
Pres. Indicativo: voy, vas, va, vamos, vais, van.
Pres. Subjuntivo: vaya, vayas, vaya, vayamos, vayáis, vayan.

Imperativo,· ve, vaya, vayamos, id, vayan.

Pret. Indefinido: fui, fuiste, fue, fuimos, fuisteis, fueron.


Pret. Imp. Subjuntivo: fuera o fuese, fueras o fueses, fuera o fuese,
fuéramos o fuésemos, fuerais o fueseis, fueran o fuesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: fuere, fueres, fuere, fuéremos, fuereis,
fueren.
Pret. Imp. Indicativo: iba, ibas, iba, íbamos, ibais, iban.

Gerundio: yendo.

1 1 ) OlR
Pres. Indicativo: oigo, oyes, oye, oímos, oís, oyen.

Pres. Subjuntivo: oiga, oigas, oiga, oigamos, oigáis, oigan.


Imperativo: oye, oiga, oigamos, oíd, oigan.
OlR y sus derivados desoír, entreoír, trasoír.

1 2) PLACER
Pres. Indicativo: plazco ( las demás personas son regulares) .

Pres. Subjuntivo: plazca, plazcas, plazca, plazcamos, plazcáis,


plazcan.
Imperativo: place, plazca, plazcamos, placed, plazcan.
Observación : El verbo PLACER puede tener otras formas
en las terceras personas abaj o:
Pres. Subjuntivo: plega, plegue o plazca.

Pret. Indefinido: plugo o plació, pluguieron o placieron.


Pret. Imp. Subjuntivo: pluguiera o placiera, pluguiese o placiese.
217
Futuro Imp. Subjuntivo: pluguiere o placiere.

Observación : Como impersonal son empleadas las formas que to­


man como radical PLEG y PLUG.

1 3) PODER
Pres. Indicativo: puedo, puedes, puede, podemos, podéis, pueden.
Pres. Subjuntivo: pueda, puedas, pueda, podamos, podáis, puedan.
Imperativo: puede, pueda, podamos, poded, puedan.
Pret. Indefinido: pude, pudiste, pudo, pudimos, pudisteis, pudieron.

Pret. Imp. Subjuntivo: pudiera o pudiese, pudieras o pudieses, pu­


diera o pudiese, pudiéramos o pudiésemos, pudierais o pudie­
seis, pudieran o pudiesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: pudiere, pudieres, pudiere, pudiéremos,
pudiereis, pudieren.
Gerundio: pudiendo.

Futuro Imp. Indicativo: podré, podrás, podrá, podremos, podréis,


podrán.
Potencial Simple: podría, podrías, podría, podríamos, podríais, po­
drían.

14) PODRIR o PUDRIR


La Academia Española ha preferido la U en vez de la O en todos los
modos, tiempos y personas, exceptuados el infinitivo (PODRIR o PUDRIR )
y e l participio ( PODRIDO) .

15) PONER
Pres. Indicativo: pongo ( las de más personas son regulares ) .

Pres. Subjuntivo: ponga, pongas, ponga, pongamos, pongáis,


pongan.
Imperativo: pon, ponga, pongamos, poned, pongan.
Pret. Indefinido: puse, pusiste, puso, pusimos, pusisteis, pusieron.

Pret. Imp. Subjuntivo: pusiera o pusiese, pusieras o pusieses, pu-


siera o pusiese, pusiéramos o pusiésemos, pusierais o pusieseis,
pusieran o pusiesen.
218
Futuro Imp. Subjuntivo: pusiere, pusieres, pusiere, pus1eremos, pu­
siereis, pusieren.
Futuro Imp. Indicativo: pondré, pondrás, pondrá, pondremos. pon­
dréis, pondrán.
Potencial Simple: pondría, pondrías, pondría, pondríamos, pondrí­
ais, pondrían.
Participio: puesto.
PONER y sus compuestos anteponer, componer, deponer,
descomponer, exponer, imponer, proponer etc.

1 6) QUERER
Pres. Indicativo: quiero, quieres, quiere, queremos, queréis, quie­
ren .
.Pres. Subjuntivo: quiera, quieras, quiera, queramos, queráis, quie­
ran.
Imperativo: quiere, quiera, queramos, quered, quieran.

Pret. Indefinido: quise, quisiste, quiso, quisimos, quisisteis, qui­


sieron.

Pret. Imp. Subjuntivo: quisiera o quisiese, quisieras o quisieses,


quisiera o quisiese, quisiéramos o quisiésemos, quisierais o
quisieseis, quisieran o quisiesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: quisiere, quisieres, quisiere, quisiéremos,
quisiereis, quisieren.
Futuro Imp. Indicativo: querré, querrás, querrá, querremos, que­
rréis, querrán.

1 7) SABER
Pres. Indicativo: sé (las demás personas son regulares) .

Pres. Subjuntivo: sepa, sepas, sepa, sepamos, sepáis, sepan.

Imperativo: sabe, sepa, sepamos, sabed, sepan.

Pret. Indefinido: supe, supiste, supo, supimos, supisteis, supieron.

Pret. Imp. Subjuntivo: supiera o supiese, supieras o supieses, su-


piera o supiese, supiéramos o supiésemos, supierais o supie­
seis, supieran o supiesen.
219
Futuro Imp. Subjuntivo: supiere, supieres, supiere, supiéremos, su­
piereis, supieren.
Futuro Imp. Indicativo: sabré, sabrás, sabrá, sabremos, sabréis, sa­
brán.
Potencial Simple: sabría, sabrías, sabría, sabríamos, sabríais, sa­
brían.
SABER y su compuesto resaber.

1 8) TENER
Pres. Indicativo: tengo, tienes, tiene, tenemos, tenéis, tienen.

Pres. Subjuntivo: tenga, tengas, tenga, tengamos, tengáis, tengan.

Imperativo: ten, tenga, tengamos, tened, tengan.


Pret. Indefinido: tuve, tuviste, tuvo, tuvimos, tuvisteis, tuvieron.
Pret. Imp. Subjuntivo: tuviera o tuviese, tuvieras o tuvieses, tu-
viera o tuviese, tuviéramos o tuviésemos, tuvierais o tuvieseis,
tuviera� o tuviesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: tuviere, tuvieres, tuviere, tuviéremos, tu­
viereis, tuvieren.
Futuro Imp. Indicativo: tendré, tendrás, tendrá, tendremos, ten­
dréis, tendrán.
Potencial Simple: tendría, tendrías, tendría, tendríamos, tendríais,
tendrían.
TENER y sus compuestos atenerse, contener, detener, entre­
tener etc.

19) TRAER
Pres. Indicativo: traigo ( las de más personas son regulares) .
Pres. Subjuntivo: traiga, traigas, traiga, traigamos, traigáis, traigan.

Imperativo: trae, traiga, traigamos, traed, traigan.


Pret. Indefinido: traje, trajiste, trajo, trajimos, trajisteis, trajeron.
P.ret. Imp. Subjuntivo: trajera o trajese, trajeras o trajeses, trajera o
trajese, trajéramos o trajésemos, trajerais o trajeseis, trajeran
o trajesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: trajere, trajeres, trajere, trajéremos, traje­
reis, trajeren.
TRAER y sus compuestos abstraer, atraer, contraer etc.
220
20) VENIR
Pres. Indicativo: vengo, vienes, viene, venimos, venís, vienen.

Pres. Subjuntivo: venga, vengas, venga, vengamos, vengáis, vengan.

Imperativo: ven, venga, vengamos, venid, vengan.

Pret. Indefinido: vine, viniste, vino, vinimos, vinisteis, vinieron.

Pret. Imp. Subjuntivo: viniera o viniese, vinieras o vinieses, viniera


o viniese, veniéramos o viniésemos, vinierais o vinieseis, vinie­
ran o viniesen.
Futuro Imp. Subjuntivo: viniere, vinieres, viniere, viniéremos, vi­
niereis, vinieren.
Gerundio: viniendo.

Futuro Imp. Indicativo: vendré, vendrás, vendrá, vendremos, ven­


dréis, vendrán.
Potencial Simple: vendría, vendrías, vendría, vendríamos, vendríais,
vendrían.
VENIR y sus compuestos avenir, convenir, intervenir, pre­
venir etc.

2 1 ) VEP
Pres. 1ndicativo: veo ( las demás personas son regulares ) .

Pres. Subjuntivo: vea, veas, vea, veamos, veáis, vean.

Imperativo: ve, vea, veamos, ved, vean.

Pret. Imp. Indicativo: veía, veías, veía, veíamos, veíais, veían.

Participio: visto.
VER y sus compuestos antever, entrever, prever y rever.

22) YACER
Pres. Indicativo: yazco, yazgo o yago (las demás personas son re­
gulares ) .
Pres. Subjuntivo: yazca, yazga o yaga; yazcas, yazgas o yagas; yaz­
ca, yazga o yaga; yazcamos, yazgamos o yagamos; yazcáis,
yazgáis o yagáis ; yazcan, yazgan o yagan.
Imperativo: yace o yaz; yazca, yazga o yaga; yazcamos, yazgamos
o yagamos; yaced; yazcan, yazgan o yagan.
221
2 . LECTURAS

lJ :\ A C E ' :\

E n Jaén, donde resido


vive Don Lope d e Sosa,
y diréte, Inés la cosa
más brava que de él has oído.
Tenía este caballero
un criado portugués . . .
pero cenemos, Inés,
si te parece primero.
La mesa tenemos puesta,
lo que se ha de cenar junto,
las tazas de vino a punto,
falta comenzar la fiesta.
Comience el vinillo nuevo,
y échole la bendición,
yo tengo por devoción
de santiguar lo que bebo.
Franco fue, Inés, este toque;
pero arrójame la bota,
vale un florín cada gota
de aqueste vinillo aloque.
¿De qué taberna se trajo?
Mas ya . . . dela del Castillo;
diez y seis vale el cuartillo;
no tiene vino más bajo.
Por Nuestro Señor que es mina
la taberna de Alcocer;
grande consuelo es tener
la taberna por vecina.
Si es o no invención moderna,
Vive Dios, que no lo sé,
pero delicada fue
la invención de la taberna :
222
Porque allí llego sediento,
pido vino de lo nuevo
mídenlo, dánmelo, bebo,
Esto, Inés, ello se alaba
no es menester alaballo;
sólo una falta de hallo,
que con la priesa se acaba.
La ensalada y salpicón
hizo fin; ¿qué viene ahora?
la morcilla, i gran señora
digna de veneración!
Alegre estoy, vive Dios;
mas oye un punto sutn :
¿no pusiste allí un candil?
¡_cómo me parecen dos?
Pero son preguntas viles ;
ya sé Jo que puede ser
con este negro beber
se acrecientan Jos candiles.
Probemos lo del pichel,
alto licor celestial;
no es el aloquillo tal
ni tiene que ver con ét
¡ Qué suavidad! ¡Qué clareza!
¡Qué rancio gusto y olor!
¡ Qué paladar! ¡ Qué color!
¡Todo con tanta fineza!
Mas el queso sale a plaza,
la moradilla va entrando,
y ambos vienen preguntando
por el pichel y la taza.
Prueba el queso, que es extremo,
el de Pinto no le iguala;
pues la aceituna no es mala
bien puede bogar su remo.
Haz, pues, Inés, lo que sueles,
daca de la bota llena,
seis tragos; hecha es la cena,
levántense los manteles.
223
Ya que, Inés, hemos cenado
tan bien y con tanto gusto,
parece que será justo
volver al cuento pasado.

Pues sabrás, Inés, hermana,


que el portugués cayó enfermo . . .
las once dan, yo me duermo;
quédese para mañana.

BALTASAR DEL ALCÁZAR

Baltasar del Alcázar (Sevilla, 1530 - Sevilla, ) 606 ) . Poeta de gran ternura. Autor
de poesías de humorismo. sano· y regocijado, de sal y de alegría. Mezcla de Anacreonte,
Horacio y Marcial.
Obras Principales : CENA JOCOSA, A CONSTANZA, A UNA DAMA MUY
HERMOSA.

LOS V I �OS

¿Conoce usted muchas clases de vino?


Solamente los más nombrados.
Dígamelos, por favor.
- Vino blanco, clarete, tinto, dulce, seco, generoso, vino de mesa,
vino de postres, vino de pasto, solera, amontillado.
- ¿Sabe usted cómo es el vino de moscatel?
- Es un vino muy dulce que se fabrica especialmente en Málaga.
¿A qué se llama vino amontillado?
- A una clase de vino propio de Montilla. También toma el nombre
de la población : Cariñena, el Jerez, el Valdepeñas, el Priorato, Bur­
deos, Oporto.
- La región de Champagne, de Borgoña, de Rioja, de Falerno, ¿es
famosa por algo?
Por sus vinos : el Champagne especialmente.
- ¿Cuáles son los vinos más afamados de España?
- Los de Rioja y Valdepeñas que se beben en las comidas, y los
de Jerez que se toman principalmente fuera de ellas.
224
¿Sabe usted qué es una bodega?
Una bodega es el sitio donde se elaboran y almacenan los vinos.
¿Ha visto usted alguna?
He visto en Rioja y en Jerez.
¿Cómo son?
Las de Rioj a son subterráneas y las de Jerez están a ras de tierra.

ELENA VILLAMANA
"La Lengua Española"

3. EJERCICIOS

EJERCICIO 84 - Completar con las formas verbales pedidas entre paréntesis :


A NDAR: Yo ( . . . ) ( Pret. Indef. ) buscándote toda la noche.
Si ( . . . ) ( Imp. Subj . ) más aprisa, lo alcanzarías.
Juan y María ( . . . ) ( Pret. Indef.) mucho tiempo por tu calle.
ASIR: Conviene que nos ( . . . ) ( Pres. Subj . ) a un pretexto, para que
no nos culpen.
CABER: (.. . ) ( Pret. Indef. ) todos allí.
No ( . . . ) nosotros ( Pres. lndic.) en esta silla.
¿( . . . ) (Fut. lndic.) los discos en esta caja?
No me ( . . . ) ( Pret. Indef. ) tal suerte.
Yo no ( . . . ) ( Pres. lndic. ) en esta sala.
CAER: Espero que los apuntes no ( . . . ) ( Pres. Subj. ) en el olvido.
Espero que los libros no ( . . . ) ( Pres. Subj . ) .
Cuando Carmencita sale a l a calle, siempre ( . . . ) ( Pres. Indic.)
Yo siempre ( . . . ) ( Pres. Indic.) e n contradicción.
DECIR: Escribimos todo lo que ( . . . ) ( Pret. Indef. ) el profesor.
Me espanta que me ( . . . ) ( Pres. Subj . ) tú todas estas cosas.
( . . . ) ( Pres. Indic. ) todo lo que quiero.
¿No te lo ( . . . ) ( Pret. Indef. ) yo?
Dios te ( . . . ) (BENDECIR - Pres. Sub.).
ERG UIR: Los obreros van ( . . . ) ( Gerundio) el edificio.
No ( . . . ) ( Imperativo) la mano contra tu padre.
ESTA R: ( . . . ) ( Pret. Indef. ) todos los alumnos aquí antes de la clase.
Espero que ella ( . . . ) ( Pres. Subj . ) en su casa.
Yo ( . . . ) ( Pres. lndic . ) muy cansado.
Yo ( . . . ) ( Pret. Indef.) muy ocupado ayer.
Parece como si ( . . . ) ( Imp. Subj. ) muertos.

225
HACER: No apruebo que los chicos ( . . . ) ( Pres. Subj . ) tales cosas.
Yo ( . . . ) ( Pres. Indic . ) mis ejercicios todas las mañanas.
Estoy certo de que todos ( . . . ) (Fut. Indic.) Jo que quieren.
( . . . ) (Imperativo) lo que te digo.
No' le ( . . . ) ( Pres. Subj . ) usted caso.
Hemos ( . . . ) ( Participio) el viaje en mayo.
Yo no ( . . . ) ( Pret. Indef) lo que le dije.
IR: No te ( . . . ) ( Pres. Subj . ) ahora.
Ella no ( . . . ) ( Pret. Indef. ) a París.
Creo que yo ( . . . ) ( Pres. Indic.) a salir de aquí.
¿A dónde ( . . . ) ( Pres. Indic. ) , María?
Si tú ( . . . ) ( Imp. Subj. ) a la ciudad, María ( . . . ) ( Potencial
simple) contigo.
OIR: No ( . . . ) ( Pres. Indic . ) lo que te digo.
Estuve ( . . . ) (Gerundio) la radio toda la noche.
Si te ( . . . ) ( Imp. Subj . ) no me decidiría.
¡ ( . . . ) ( Imperativo) usted!

PLA CER: Le ( . . . ) ( Pret. Indef. ) al rey nombrarle ministro.


( . . . ) ( Imp. Subj . ) a Dios que tuviera éxito.
PONER: ¡ ( . . . ) ( Imperativo) la chaqueta, Juan!
Esperaré a que todos se ( . . . ) ( Pres. Subj . ) de acuerdo.
La niña se ( . . . ) ( Pret. Indef. ) a caminar.
( . . . ) ( Pres. lndic.) mi casa a tu disposición.
Estos libros, ¿dónde los ( . . . ) ( Fut. Imp. Indic.) Juan?
Los alumnos se ( . . . ) ( Pret. Indef.) de pie al entrar el pro­
fesor.
PODRIR: Cuidado para que no se ( . . . ) (Pres. Subj.) los melocotones.
La merluza se ( . . . ) ( Pret. lndef. ) .
Muchos otros lenguados también se ( . . . ) ( Pret. Indef. ) .
PODER: Yo no te ( . . . ) ( Pres. I ndic.) decir nada.
¡ Quién ( . . . ) ( Imp. Subj . ) ir!
( . . . ) ( Potencial) haber quedado peor.
Creo que mañana Conchita ( . . . ) ( Futuro Indic . ) salir del
lecho.
Juan ( . . . ) ( Pret. Indef. ) ir a la escuela.
No espero que los enfermos ( . . . ) ( Pres. Subj . ) salir del hos­
pital.
Q UERER: Yo la ( . . . ) ( Pret. Indef. ) como a nadie.
N o sé qué ( . . . ) (Pres. Indic.) decir eso.
Si él ( . . . ) ( Imp. Subj . ) salir, te lo diría.
Tú ( . . . ) ( Fut. Imp. Indic . ) también lo mismo.
No te puedo decir nada aunque lo ( . . . ) ( Pres. Subj . )
( . . . ) ( Pres. Indic.) que m e digas l a verdad.
SABER: Tu padre ( . . . ) ( Pret. Indef.) algo por ella.
Tal vez no ( . . . ) (Pres. Subj.) que tu mujer está en la ciudad.
¿Hay alguien que ( . . . ) ( Pres. Subj . ) la lección?
Tu familia no ( . . . ) ( Futuro Imp. lndic . ) nada sobre eso.

226
Yo no ( . . . ) ( Pres. Indic . ) lo que pasa.
Temo que no ( . . . ) ( Pres. Subj . ) ellos la verdad.
Me admira que usted no ( . . . ) ( Imp. Subj . ) de nada.
TENER: El director ( . . . ) (Fut. Imp. Indic . ) ahora unos cincuenta años.
¡ Ojalá ( . . . ) ( Imp. Subj . ) más suerte, ahora!
No creo que el texto ( . . . ) ( Pres. Subj . ) muchos adjetivos.
Yo ( . . . ) ( Pret. Indef. ) mucho gusto en conocerla.
Yo no ( . . . ) ( Pres. Indic. ) tus señas todavía.
Él se ( . . . ) ( ABSTENER - Pres. Indic. ) de comentar su
viaje.
Se ( . . . ) ( SOSTENER - Pret. Indef. ) por la cuerda.
( . . . ) ( OBTENER - Fut. Imp. Indic. ) . su perdón.
TRAER: Me pone triste que ( . . . ) ( Pres. Subj . ) usted malas notás.
Yo te ( . . . ) ( Pret. lndef. ) un regalo.
No se ( . . . ) (DISTRAER - Pres. Subj . ) , ¡ niña!
No me ( . . . ) (ABSTRAER - Pres. Indic. ) . de lo que hago.
VENIR: El profesor ha ordenado que ( . . . ) ( Pres. Subj . ) todos a la
escuela.
Yo ( . . . ) todos los días a la Facultad pero ella no ( . . . )
(Pres. Indic . )
No ( . . . ) ( Fut. Indic . ) Juan a l examen.
Me dijo que usted ( . . . ) ( Potencial) a mi casa.
Si él ( . . . ) ( Imp. Subj . ) a la corrida, iríamos después a la
fiesta en la casa de Irene.
Espero q ue ellos se ( . . . ) (PREVENIR - Pres. Subj.) contra
la enfermedad.
VER: Ella ( . . . ) ( Pret. Imp. Indic. ) que todos la querían.
No puede ser que ellos ( . . . ) ( Pres. Subj . ) con esa luz.
Quien le ( . . . ) ( Imp. Subj . ) tan contento, no lo imaginaría
infeliz.
Juan ( . . . ) ( Pret. Indef. ) el desastre.
Yo ( . . . ) ( Pret. Indef. ) que todos estaban en la sala.
YACER: Yo ( . . . ) ( Pres. Indic. ) aquí desde abril.
Espero que ella no ( . . . ) ( Pres. Subj . ) mucho tiempo en el
lecho.
Los soldados muertos ( . . . ) ( Pret. Imp. Indic. ) sobre el campo.

227
EL C UERPO H UMANO

1 . Verbos de Irregularidades Especiales:


lAR y UAR

2 . Verbos Defectivos

3 . Lecturas

4 . Ejercicios

LECCIO N
1 9.3
EL FíSIC O D E DON JUAN

GREGORIO MARAÑÓN
"Don Juan"

E l físico del genuino Don Juan confirma su indecisa varonía. Don


Miguel de Mañara, considerado como uno de los modelos humanos del
Burlador, aparece en su retrato, pintado por Murillo, como una linda don­
cella. Casanova, Don Juan insigne, en el único retrato auténtico que cono­
cemos de él, tiene la perfección y delicadeza de rasgos de una mujer.
Y casi todos los don juanes que hemos conocido estaban lejos de las normas
enérgicas e hirsutas del prototipo del varón.
La morfología que corresponde a los hombres dotados de una capaci­
dad amorosa extraordinaria, es, por lo común, un tanto antiestética : talla
reducida, piernas cortas, rasgos fisonómicos intensamente acusados, piel dura
y muy provista de barba y vello. Nada, por lo tanto, parecido al Don Juan
esbelto, elegante , - de piel fina, cabello ondulado y rostro lampiño o adornado
de leve barba pontiaguda, que vemos pasar por los salones o por los esce­
narios. El cuidado minucioso de su vestido, y a vece� la llamativa exage­
ración de éste, acentúan todavía más esta borrosidad de lo viril en la morfo­
logía donjuanesca.

Gregario Marañón ( Madrid, 1 887 - Madrid, 1 960 ) . Médico y Ensayísta español.


Obras Principales: EL CONDE DUQUE DE OLIVARES, DON JUAN, ENSAYO
BIOLóGICO.

230
1 . VERBOS DE IRREGULARIDADES ESPECIALES

A) VERBOS EN lA R

La única dificultad que ofrecen estos verbos es saber si se conserva


o no el diptongo del infinitivo, en determinadas formas de la conju­
gación.
Generalmente estos verbos mantienen la misma acentuación del
sustantivo correspondiente. Conservan el diptongo si el sustantivo tiene
diptongo (el aprecio - yo aprecio) ; conservan el hiato si los sustantivos
correspondientes tienen hiatos ( frío - yo enfrío ) .

1 9 ) Mantienen el diptongo :
abreviar conciliar irradiar radiar
acariciar copiar lidiar reconciliar
acopiar custodiar limpiar refugiar
agenciar denunciar mediar remediar
agraviar despreciar menospreciar renunciar
aliviar diferenciar negociar repudiar
anunciar elogiar obsequiar reverenciar
apreciar enunciar odiar rumiar
apropiar envidiar penitenciar saciar
asediar espaciar plagiar sentenciar
asfixiar estudiar premiar sitiar
auxiliar expropiar prenunciar sumariar
beneficiar evidenciar presenciar tapiar
calumniar foliar prestigiar terciar
cambiar incendiar principiar testimoniar
columpiar iniciar pronunciar tripudiar
comerciar injuriar providenciar viciar
compendiar insidiar rabiar

29) No mantienen el diptongo:


ataviar biografiar enfriar fotografiar
avaliar chirriar espiar porfiar
averiar desafiar estriar resfriar
autobiografiar desvariar extraviar rociar
autografiar desviar expiar telegrafiar

231
No s iguen la regla general ( tienen hiato aunque el sustantivo termine
en d iptongo ) los verbos abaj o :

ampliar
contrariar
inventariar
gloriarse
variar

B ) VERBOS EN UA R
Cuando los infinitivos terminan en CUAR o GUAR, se conserva el
diptongo : yo promiscuo, yo me santiguo etc.
Si a la terminación UAR precede otra consonante, el acento carga
sobre la U y se forma el hiato : yo acentúo.

1 9 ) Conservan el diptongo :
adecuar averiguar licuar
aguar desaguar menguar
apaciguar en jaguar oblicuar
apropincuarse evacuar promiscuar
atestiguar fraguar santiguar

29 ) No conservan el diptongo :
acentuar conceptuar perpetuar
actuar continuar preceptuar
atenuar graduar puntuar
avaluar insinuar usufr,u ctuar

2 . VERBOS DEFECTIVOS

Son verbos defectivos los que no tienen conjugación completa. Los


verbos defectivos más comunes son :

](} conjugación: Incoar y Loar.

2(} conjugación: Aplacer, Atañer, Raer, Roer y Soler.

](} conjugación: Abolir, Aguerrir, A rrecirse, Aterirse, Despavorir,


Embaír, Empedernir, Garantir, Manir, Balbucir,
Concernir y Usucapir.

232
3 LECTURAS

1
A UNA NARIZ

Érase um hombre a una nariz pegado,


érase una nariz superlativa,
érase una nariz sayón y escriba,
érase un peje espada muy barbado.

Era un reloj de sol mal encarado,


érase una alquitara pensativa,
érase un elefante boca arriba,
era Ovidio Nasón más narizado.

Érase un espolón de una galera,


érase una pirámide de Egito,
las doce tribus de n arices era.

Érase un naricísimo infinito,


muchísimo n ariz, nariz tan fiera,
que en la cara de Arrás fuera delito.

QUEVEDO

FACUNDO

La frenología o la anatomía comparadas han demostrado las relacio­


nes que existen entre las formas exteriores y las disposiciones morales, entre
la fisonomía del hombre y de algunos animales a quienes se asemeja en su
carácter. Facundo, porque así le llamaron largo tiempo los pueblos del inte­
rior; el general don Facundo Quiroga, el excelentísimo brigadier general
don Facundo Quiroga, todo eso vino después, cuando l a sociedad lo recibió

233
en su seno y la victoria lo hubo coronado de laureles; Facundo, pues, era d e
una estatura baja y fornido; sus anchas espaldas sostenían sobre u n cuello
corto y una cabeza bien formada, cubierta de pelo espesísimo, negro y
ensortijado. Su cara, poco ovalada, estaba hundida en medio de un bosque
de pelo, a que correspondí,a una barba igualmente espesa, igualmente cres­
pa y negra, que subía hasta los pómulos, bastante pronunciados, para des­
cubrir una yoluntad firme y tenaz.
Sus ojos negros, llenos de fuego y sombreados por pobladas cejas, cau­
saban una sensación involuntaria de terror en aquellos en quienes alguna vez
llegaban a fijarse, porque Facundo no miraba nunca de frente, y por hábito,
por arte, por deseo de hacerse siempre temible, tenía de ordinario la cabeza
medio inclinada, y miraba por entre las cejas. Por lo demás su fisonomía
era regular, y el pálido moreno de su tez sentaba bien a las sombras espesas
en que quedaba encerrada.

DOMINGO F AUSTINO SARrytiENTO

Domingo Faustino Sarmiento ( Argentina, 1 8 1 1 -Paraguay, 1 888 ) . Presidente


de su patria, educador, escritor autodidacta, periodista; tomó parte como militar en
las luchas civiles contra Rosas.
Obras Principales : RECUERDOS DE PROVINCIA, FACUNDO.

EL CUERPO HUMANO

¿En cuántas partes se divide el cuerpo humano?


En cabeza, tronco y extremidades.
¿Puede usted decir las principales partes de la cabeza?
- Sí, señor: la frente, la cara, los ojos, la nariz y la boca, la barbilla,
las orejas.
Muy bien : de los ojos forman parte las cejas, los párpados, las
pestañas. ¿Cómo pueden ser los ojos?
Azules, negros, verdes, oastaños, grises, grandes, pequeños, redon­
dos, almendrados, oblicuos.
Los ojos forman parte del sentido de la vista.
Y j untamente con los ojos cuatro sentidos, oído, olfato, gusto y
tacto, forman los sentidos corporales que son cinco.
Las orejas forman parte del sentido del oído.
¿Cómo se llama la parte de la oreja donde las mujeres llevan los
pendientes?
Lóbulo.

235
BOHOYO ( A vila.)
Siga usted, por favor.
La nariz puede ser : chata, aguileña, roma, respingada. Al que
tiene mucha nariz se le llama narigudo.
La boca comprende los labios, los dientes, la lengua, el paladar.
¿Cómo pueden ser los dientes?
Incisivos o dientes, caninos o colmillos y molares o muelas.
¿Cuáles son las mej illas?
- :f:stas.
- ¿Dónde crece la barba y el bigote?
- En la barbilla y ·encima del labio superior.
- ¿Dónde está el cráneo?
- En la parte post·erior de la cabeza.
Diga usted qué es tener seño, pestañear, guiñar los ojos, mirar
con el rabillo del ojo, ojear, mirar de reojo, parpadear.
Si usted tiene una enfermedad o no \Ae usted bien, ¿a quién recurrirá?
Al oculista que me examinará la vista.
¿Qué podrá decirle?
Que tengo enfermos los ojos, o que tengo miopía, astigmatismo,
vista cansada.
- Entonces irá usted al Optico y le pondrán gafas, lentes, imperti­
nentes, anteojos.
- Le recomendará gemelos para el teatro o para ver lejos o una lupa.
- Los que tienen los ojos extraviados, ¿cómo se llaman?
Bizcos o que tienen estrabismo.
- Si nota usted alguna alteración en la boca o en el oído, ¿a quién
recurrirá?
- Al dentista y al otorinolaringólogo.
- ¿Qué le pueden haoer en casa del primero?
Sacarme las muelas o los dientes, empastelármelas, ponerme piezas
postizas.
¿Cómo se les llama a los que no oyen bien?
- Sordos.
- ¿Qué es un sordomudo?
- Una persona que no oye ni habla.
- ¿Qué defecto tienen los mudos?
Que no hablan.
- Los verbos que corresponden a los sentidos corporales son : ver,
oir, gustar, oler y tocar.
- ¿En dónde están alojados los sentidos del gusto y del tacto?
- El primero en la lengua y en el paladar y el otro en la piel.
Diga usted a quién le llaman barbudo, bigotudo, barbilampiño.

236
·'

4. EJERCICIOS

Ejercicio 85 - Traduzca las formas verbales portuguesas que van entre p aréntesis:
1. Yo no (copio) todos los ejercicios.
2. Ella no ( pronuncia) bien las palabras terminadas en L.
3. El niño ( acariciou) a su madre.
4. Esto me ( beneficia ) muchísimo.
5. Yo ( denuncio) a mis amigos.
.
6. Yo no ( negocio ) con lad rones.
7. Aquel autor ( plagi a ) a otros autores.
8. En la segunda edición de su libro, Bousoño ( amplia ) sus estudios sobre
Estilística.
9 . Mi madre (providencia) ahora una solución para tus problemas.
1 0 . Pablo no te (odeia ) . Él te ( aprecia) muchísimo.

Ejercicio 86 - Traduzca las formas verbales que van entre paréntesis :


l . Ella se ( benze ) siempre que pasa por el cementerio.
2. Tales cosas ( acentuam) tu participación en el crimen.
3. Tus preocupaciones ( continuam ) hasta el final de tu vida.
4. El profesor de mi hermana (conceitua) su actitud como indigna.
5. Tus ropas ( testumunham) tu presencia en esta casa.
6. María ( enxágua ) las vestimientas de Juan.
7. Tu hermano ( insinua) muchas cosas a tu padre.
8. Tus buenas acciones ( atenuam ) las .malas .

237
LOS VESTIDOS

1 . Principales Adverbios

2 . Algunos Modos Adverbiales

3 . Lecturas

4 . Ejercicios

1 ,

LECCI O N
20 .8
\

ESCAPARATE

AzoRÍN
"Pueblo"

¡ Qué bonito escaparate!


Todo de ropitas de niño.
Como este escaparate no hay en el pueblo.
- Naturalmente.
¡Qué rico todo! ¿Cuánto valdrá esa capa de seda?
Lo menos, doscientas pesetas.
i Qué bien estará un niño con esa capa!
¿Ya estás pensando tú en eso? No te pongas colorada.
- No lo estoy.
- Ahora estás más que antes. Y a vendrá todo.
- Pero no podemos comprar ropitas como éstas.
- Compraremos otras.
- A mí me gustarían éstas. Pero, ison tan caras!
- Figúrate ; lo menos cuarenta o cincuenta duros.
Todo de seda; de franela finísima; guateado para que los niños no
se hagan daño. Mira qué encajes tan bonitos.
¿Verdad que sentarían bien?
¿A quién?
¿Quieres que te lo diga otra vez? .
- Están mirándonos.
- No nos ve nadie; todos pasan sin fijarse en este escaparate.
- Yo trabajaré mucho para tener ropitas como éstas.
Por mucho que trabajes no podremos tenerlas.
¿Crees tú?
242
¡ Qué inocente eres!
¡Y pensar que hay tanta gente rica que puede tener estas cosas
para sus hijos!
Lo mismo da éstas que otras.
Pero con éstas están mejor los niños.
Lo que tú quieras.
Mira las gorras en aquel lado; de color de rosa; azules ; con encajes.
(De pronto, un niño en el escaparate; un niño que agita sus
piernecitas; un niño recién nacido; un niño que guiña los ojos ante
la luz viva y que acaba por contraer los labios en un pucherito.
Y las mejillas que están pegadas al cristal del escaparate que se
encienden con el más vivo carmín) .

1. PRINCIPALES ADVERBIOS

Los adverbios se dividen en:

1) adverbios de tiempo
ahora anoche temprano mientras
antes anteanoche presto · todavía
después mañana pronto aún
hoy luego siempre ya
ayer entonces nunca recién
anteayer tarde jamás cuando
y otros anticuados ya como : antaño, hogaño etc.
OBSER VACióN: Sólo se emplea el adverbio "recién" precediendo a participios:
recién llegado, recién nacido.

2) adverbios de lugar
aquí delante arriba dondequiera
ahí adelante encima dónde (interrog. )
allí detrás ab;1jo adónde ( interrog. )
acá atrás debajo donde ( relativo)
allá dentro junto adonde ( relativo)
cerca adentro alrededor
lejos fuera aquende
enfrente afuera allende
OBSER VACióN: Son adverbios de lugar anticuados : yuso, allende etc.
243
3) adverbios de modo
bien adrede así
mal aposta cómo ( interrog. )
despacio aun cuál ( excl. )
aprisa hasta como y cual ( relat. )
apenas tal
OBSER VACióN: Son anticuadas las formas atal, an, ansí etc.

4) adverbios de cantidad
mucho demasiado casi tan
muy medio sólo cuánto (interrog. y excl.)
poco mitad además cuán
algo bastante excepto qué (excl. )
nada más salvo cuanto (relativos )
harto menos tanto cuan ( relativos)

5) adverbios de afirmación
sí verdaderamente
también seguramente
ciertamente etc.
OBSER VACióN: Se forman los adverbios terminados en M ENTE, añadiéndose
este sufijo a la forma femenina de los adjetivos :
sencillo - sencilla + mente
bueno - buena + mente

6) adverbios de negación
no nada (cantidad)
ni nunca ( tiempo )
tampoco j amás ( tiempo)

7) adverbios pronominales
Por su modo de significar, son de la familia de los pronombres
muchos adverbios de tiempo, de lugar, de modo y de cantidad. Forman
cuatro grupos :
Interrogativos : cuándo, dónde, adónde etc.
Relativos : cuando, adonde, donde, cuanto etc.
Demostrativos : aquí, allí, ahí, acá, allá etc.
Indefinidos : siempre, nunca, jamás etc.

2. ALGUNOS MODOS ADVERBIALES

Modos adverbiales son adverbios constituidos por frases :


244
tal vez en un tris nunca más
en seguida en un pie por poco
en realidad en cuclillas por fin
en rigor con frecuencia para colmo
en efecto ante todo sin más
en derredor sobre todo sin comparación
en medio desde luego punto por punto
en fin no más
en primer lugar nada más

Hay un gran número de ellas formadas con la preposición A :


al fin a la carrera
al fin y a la postre a toda carrera
a veces a pie
al azar a diestra y a siniestra
a propósito a la diabla
a la francesa a la buena de Dios
a la inglesa a la chita callando
a la moda a la vez
a traición al por mayor
a deshora al por menor
al uso a troche y moche
al acaso a la bartola
a patadas a palos
a coces a besos
a pisotones a tontas y a locas
al revés a gatas
a sabiendas a cántaros

a regañadientes a pie juntillas


a hurtadillas a tientas
a oscuras a mano
a mansalva a ojos vistos
a sangre y fuego a toda costa

Hay muchos otros modos adverbiales con la preposición DE :


de hito en hito de veras de prisa
de noche de verdad de buena gana
de día de burlas de vez en cuando
de espaldas de hecho de pronto
de repente de continuo de balde
de súbito de memoria
245
Con la preposición EN, además de las que ya fueron apuntadas, tenemos:
en fila en un tris
en secreto en confianza
en un santiamén en realidad
en efecto en orden

3 . LECTURAS

FELIPE IV

Nadie más cortesano ni pullido


que nuestro rey Felipe, que Dios guarde,
siempre de negro hasta los pies vestido.

Es pálida su tez, . como la tarde.


Cansado el oro de su pelo undoso,
y de sus ojos, el azul, cobarde.

Sobre su augusto pecho generoso


ni joyeles perturban, ni cadenas
en negro terciopelo silencioso.

Y en vez de cetro real, sostiene apenas,


con desmayo galán, un guante de ante
la blanca mano de azuladas venas.

MANUEL MACHADO

246
CONVERSACióN

Mi sombrero tiene el ala hundida y la copa rota.


¿Usted sabe hacer el lazo de la corbata? - No, pero sé abrochar la
chaqueta.
¿Qué tiene él e n el sombrero?
¿Está limpio el traje gris? - Está sucio y tiene descosido el cuello.
¡ Qué buen gabán llevas! - Lo compré ayer, ¿te gusta?
Manolita, cóseme, por favor, los botines.
¿Me hace usted el favor de cepillar las solapas? - Se lo haré y tendré
cuidado de no estropear el clavel que lleva en la solapa.
¿Qué tiene este chaleco? Que está estrecho de sisa.
¿Les daremos con este bastón? - No, que lo podemos romper, porque
es de caña.
Tráigame el paraguas. -- ¿Para qué, si está un día hermoso?
Aniceta, dame las gafas. - Las tiene usted puestas.
¿Te acordaste de plancharme el pantalón? - Me he costado trabajo,
porque tenía rodilleras y mucho barro.

JULIO MARTÍNEZ ALMOYNA


De la Real Academia Gallega

247
4. EJERCICIOS

Ejercicio 87 - Formar un adverbio con cada uno de los adjetivos y sustantivos


siguientes:

heroico - constante - feliz - ciego - crueldad - violento - evidente


- elegante - fervoroso - irónico .:__ silencioso - respeto - doloroso -
franco - débil - lento - cierto - dulce - claro - firme.

Ejercicio 88 - Reemplazar las locuciones formadas de preposición y sustantivo


por adverbios en "mente":

con amistad - con decencia - en silencio - con sinceridad - con efusión


- por instinto - con tristeza - con diligencia.

Ejercicio 89 - Traduzca los modos adverbiales que estan entre paréntesis :

l. Nos vemos ( a miúde ) .


2. Habló sobre t í (propositalmente ) .
3. ( Por acaso) encontró l a llave e n e l caJon.
4. Vendió la casa ( pela maior oferta ) .
5. Dice tonterías ( a torta e a direito ) .
6. Hizo el dibujo ( ao contrário ) .
7. El muchacho caminaba ( as tontas ) .
8. Su casa estuvo ( as escuras) .
9. Llegó ( de repente ) .
10. ( Por sorte ) era u n juez inteligente.
11. María crecía ( a olhos vistos ) .
12 . En Ávila llueve ( a cantaros ) durante el invierno .
13. Sabe la lección ( de cor ) .
14. Te Jo regalé ( de boa vontade ) .
15. L a miraba ( furtivamente ) .
16. ¿ ( Verdadeiramente ) fuiste premiado?
17 . Juró ( de pés juntos ) que no haría tal cosa.
18. El soldado no se aguantaba (e m pé ) .
19. Desapareció ( num abrir e fechar de olhos) .
20 . ( Por u m triz) n o se cayó d e l a ventana.
21 . Carmencita llora ( sem mais nem menos) .
22 . Él juega fútbol ( con freqüencia ) .

248
LOS COLORES

1 . Preposiciones

2 . Frases Prepositivas

3. Lecturas

4 . Ejercicios

LECCION
2 l .a
ACUARELA

RUBÉN DARÍO
"Cuentos"

Primavera. Ya las azucenas floridas y llenas de miel han abierto sus


cálices pálidos bajo el oro del sol. Ya los gorriones tornasolados, esos aman­
tes acariciadores, adulan a las rosas frescas, esas opulentas y purpuradas
emperatrices; ya el jazmín, flor sencilla, tachona los tupidos ramajes como una
blanca estrella sobre un cielo verde. Ya las damas elegantes visten sus trajes
claros, dando al olvido las pieles y los abrigos invernales.
Y mientras el sol se pone, sonrosando las nieves con una claridad suave,
junto a los árboles de la Alameda que lucen sus cumbres resplandecientes,
su esbeltez solemne y sus hijas nuevas, en un polvo de luz, bulle un enjam­
bre humano, en un ruido de música, cuchicheos vagos y palabras fugaces.
He aquí el cuadro. En primer término está la negrura de los coches
que esplende y quiebra los últimos reflejos solares; los caballos orgullosos
con el brillo de sus arneses, con sus cuellos estirados e inmóviles de brutos
heráldicos; los cocheros taciturnos en su quietud de indiferentes, luciendo
sobre las largas libreas los botones metálicos flamantes; y en el fondo de
los carruajes, reclinadas como odaliscas, erguidas como reinas, las mujeres
rubias d e los ojos soñadores, las que tienen cabelleras negras y rostros pálidos,
las rosadas adolescentes que ríen con alegría de pájaro primaveral; bellezas
lánguidas, hermosuras audaces, castos lirios albos y tentaciones ardientes.
En esa portezuela está un rostro apareciendo de modo que semeja el
de un querubín; por aquélla ha salido una mano enguantada que se dijera
de niño, y es de morena tal que llama los corazones; más allá se alcanza
a ver un pie de Cenicienta con su zapatito oscuro y media Iila, y acullá,
gentil con sus gestos de diosa, bella con su color marfil amapolado, su
cuello real y la corona de su cabellera, está la Venus de Milo, no manca,
250
sino con dos brazos, gruesos como los músculos de un querubín de Murillo,
y vestida a la última moda de París.
Más allá está el oleaje de los que van y vienen : parejas de enamorados,
hermanos y hermanas, grupos de caballeritos irreprochables: todo en la
confusión de los rostros, de las miradas, de los colorines, de los vestidos,
de las capotas, resaltanto a veces en el fondo negro y aceitoso de los ele­
gantes sombreros de copa, una cara blanca de mujer, un sombrero de paja
adornado de colorines, de cintas o de plumas, o en inflado globo rojo de
goma que pendiente de un hilo lleva un niño risueño, de medias azules,
zapatos charolados y holgado cuello a la marinera.
En el fondo, los palacios elevan al azul la soberbia de sus fachadas,
en la que los álamos erguidos rayan columnas hojosas entre el abejeo trémulo
desfalleciente de la tarde fugitiva.

1 . PREPOSICIONES

Las preposiciones españolas son : A - ANTE - BAJO - CABE


- CON - CONTRA - DE - DESDE - EN - ENTRE -
HACIA - HASTA - PARA - POR - SEGúN - SIN - SO
- SOBRE - TRAS.

1 ) Preposición A

1 9 ) Expresa movimiento en general :


Voy a Madrid.
El libro cayó al suelo.
29) Finalidad y complemento i ndirecto :
¿A qué vienes?
Di el regalo a Juan.
39) Precede Jos infinitivos que son complementos de verbos de
movimiento:
Voy a viajar mañana.
Viene a trabajar.
49 ) Indica lugar en donde:
Mi casa se encuentra a derecha de lá librería.
5 9 ) Expresa tiempo :
Vendré a las ocho de la noche.
251
69 ) Significa manera:
Juana se fue a la inglesa.
79) Medio o instrumento:
A palos consiguió entrar en la casa.
8<.>) Precio por unidad :
Las casas se venden a cincuenta mil pesetas.
9'') Causa :
A petición del interesado hemos venido examinar la casa.
1 Ü'' ) Tiene valor condicional en algunas frases fijas en que pre­
cede a un infinitivo sin artículo:
A no ser por tu ayuda, nuestro equipo hubiera perdido.
A decir verdad, nunca estuve aquí antes.
1 1 '! ) Limitación a parte = en cuanto a, en el aspecto de.
A bueno y honrado, nadie es mejor que él.

1 2° ) Con complemento directo :


Vi a Pedro.

2 ) Preposición A con complemento directo:


Se usa la preposición A con complemento directo en los casos
siguientes :

1 '! ) Con nombres d e personas, animales o cosas personificadas :


Vi a Pablo en la Puerta del Sol.
Vi a Sultán sobre el tapete.
El labrador llamó a la Muerte.

29) Para evitar ambiguedad :


Todos lo temen como al fuego.

3 9 ) Con nombres comunes de personas o de animales cuando


individualizados por el artículo determinante, un demostra­
tivo o un post:sivo :
Llamaré a mi primo.
Llamé al perro.
Vi a este chico ayer.

4'' ) Con NADIE, ALGUIEN, QUIEN y con uno, otro, todo,


ninguno y cualquiera ( refiriéndose a personas ) :
No quieres a nadie.
¿A quién viste ayer?
Llamé a cualquiera de ellos.
252
Pero, no se usa la preposición con complementos directos
en Jos casos siguientes :

1 9 ) Con nombres comunes de persona cuando son complemen­


tos directos de verbos que generalmente llevan un nombre
de cosa como complemento directo :
El paisaje modela el hombre.

29) Con el complemento directo para distinguirlo de otro com­


plemento que lleva la preposición A :
Prefiero m i libro al tuyo.
3°) Con complemento directo del verbo HABER (impersonal) :
No hay nadie en esta sala.

3 ) Preposición A NTE
1 9 ) situación delante :
Estamos ante el rey.
2Q ) Preferencia ( sentido figurado) :
A nte todo quería estar aquí.

4 ) Preposición BAJO
Significa "debajo de" :
Dormí bajo aquel árbol.

5 ) Preposición CABE
Significa "junto a". Es anticuada y sólo aparece en la lengua
literaria:
"A pesar de tener cabe sí un brasero . . . "

6 ) Preposición CON

1 9 ) Compañía :
Voy con María al cine.

29) Instrumento, medio o modo :


Se defendió con este puñal.
Estudia con amor.

3 9 ) Contenido o adherencia :
Una caja con pescado.

49) Relación :
Pablo habló con él.
253
5�) Concesión :
Con ser tan rico, le han puesto en la cárcel.

7 ) Preposición CONTRA
1 � ) Oposición o contrariedad :
Alemania luchó contra Francia.
2'1 ) Enfrente de:
Tu casa está contra el Sur.

8 ) Preposición DE

1 ' ) Posición y pertenencia :


'

Este libro es de Pablo.


2'' ) Materia:
Mi casa es de madera.
3'' ) Cualidad :
Juan era un hombre de carácter.
4'' ) Cantidad indeterminada:
Le dieron de puñaladas.
5'' ) Parte :
¿Quién de nosotros podrá salir de aquí?
6'' ) Origen o procedencia :
Mi familia vino de Europa.
79) Causa:
Pablo se muere de miedo.
8� ) Modo:
Juan se sentó de frente.
9'1 ) Tiempo :
Salgo de día.
1 Ü'' ) Agente de pasiva :
Mi profesora es querida de todos los alumnos.
1 1 ': ) Aposición :
La batalla de Lepanto fue importantísima.
1 2'' ) Realce de la cualidad :
El inteligente de Pedro:
1 39 ) Condición ( ante un infinitivo) :
.
De retardarnos, hubiéramos perdido el chocolate.
254
1 4'' ) Parte de frases verbales : haber de + infinitivo, tener
de + infinitivo, deber de + infinitivo.
He de salir mañana.
Tenemos de estar aquí a las siete.
Debemos de volver pronto.

9 ) Preposición DESDE

1 '' ) Punto de partida en el tiempo :


Estoy aquí desde marzo.
2'' ) Punto de partida en el espacio :
Desde Madrid sale el tren para Roma.

1 0 ) Preposición EN

1 '' ) Lugar en donde :


Estoy en Madrid.

2'' ) Tiempo:
Estamos en Otoño.

3 " ) Aspecto, limitación, parte :


España es rica en minerales.

4") Término de un movimiento, con ciertos verbos :


Pablo cayó en tierra.

5�) Modo :
En serio le dijo algo.
6" ) Medio o instrumento :
Vera viajó en tren.

7") Precio :
Lo vendió en doscientas pesetas.
8(' ) Causa:
Yo lo conozco en el modo de hablar.

9'> ) Seguido de gerundio (tiempo que marca el inicio inmediato


de una acción ) :
En poniendo los pies en mi casa, me fui a cenar.

1 1 ) Preposición ENTRE
1 9 ) Situación intermediaria:
El lápiz está entre el libro y el cuaderno.
255
29 ) Intervalo de un momento a otro :
Esto se pasó entre 1 880 y 1 890 .
.3 " ) Relación y comparación :
No hay diferencia entre María y Fabíola.
4'' ) Cooperación o participación en un grupo o conjunto:
Entre los egipcios era costumbre embalsamar los muertos.
5 " ) Sentido recíproco ( precede al reflexivo sí con un verbo en
forma reflexiva ) :
Se hablaban entre sí.
6'' ) Entre =dentro de ( arcaísmo) :
Puso el libro entre su capa.

1 2 ) Preposición HA CIA

1 ' ) Dirección (con verbos de movimiento) :


'

Voy hacia mi tierra.


2?) Lugar vagamente determinado (verbos de reposo) :
El Escorial está hacia el Norte.
3 9 ) Tiempo aproximado :
Hacia 1 750 mis antepasados estuvieron en España.

1 3 ) Preposición HA STA

El término (espacio) :
Voy hasta Madrid.

14) Preposición PA RA
1 ? ) Término de movimiento :
Voy para casa.
29) Término de tiempo :
Para el día 1 1 , estará todo preparado.

3 9 ) Destino o fin de acción:


Compró libros para estudiar.
4? ) Contraposición, comparación o relación :
Tienes poco dinero para lo que tengo.

1 5 ) Preposición POR
1 ? ) Lugar aproximado:
Tu casa está por aquí.
256
2 9 ) Tiempo aproximado :
Por aquellos días ella estaba enferma.
3 9 ) Agente de voz pasiva:
El ladrón fue detenido por el policía.

49) Medio :
Tu carta llegó por Correo anoche.

5 9 ) Causa :
Hizo el libro por dinero.

69) Finalidad, objetivo:


Hizo Jos ejercicios por ayudarte.

7'1 ) Sustitución, equivalenc i a :


É l h a hecho l o s ejercicios por mí.

8" ) Modo :
Por lo general, Pablo está siempre en su casa.
99 ) Concesión ( seguida de adjetivo o adverbio cuantitativos y
la conjunción QUE ) :
Por más que gane, no tendrá dinero para viajar.
1 0'1 ) Perspectiva futura, necesidad ( seguida de infinitivo) :
Todos los alumnos habidos y por haber.

1 6 ) Preposición SEGON

Según ( conforme, con arreglo a ) :


Según él, tú estás equivocado.

1 7 ) Preposición SIN

1 ) Privación o carencia:
"

Estoy sin dinero.

2'' ) Negación de un hecho anterior o simultáneo al verbo prin­


cipal (con un infinitivo) :
Estoy S/Íl trabajar.
3'') Excepción :
Trajo veinte pesetas, sin Jos dólares, en el bolsillo.

1 8 ) Preposición SO
Equivale a "bajo" o "debajo de". Sólo se u s a con las pala­
bras capa, color, pena, pretexto ( arcaísmo ) :
Permaneció en el lecho so pena de morir.

257
1 9 ) Preposición SOBRE

1 9 ) Punto de apoyo :
El libro está sobre la mesa.

2'1 ) Superioridad :
El capitán está sobre el teniente.

3 9 ) Posterioridad :
El postre viene sobre la comida.

49) Reiteración·, acumulación :


Tuvo varias enfermedades sobre la muerte de la hija.

5 9 ) Asunto:
Discutían sobre política.

69 ) Inmediación, cercanía, proximidad :


Los invasores están sobre la ciudad.
Pablo tendrá sobre cincuenta años.

20 ) Preposición TRA S

1 ' ' ) Posterioridad e n el espacio (verbos d e reposo) :


Los cuadernos están tras la mesa.

2'1) Posterioridad en el tiempo :


Tras la primavera viene el verano.

3 " ) Añadidura :
Tras ser pobre, tiene mala suerte.

2 . FRASES PREPOSITIVAS

Hay frases que desempeñan el mismo papel de las preposiciones. Son


muchas en español :

a cambio de con respecto a


a través de debajo de
a pesar de delante de
a excepción de detrás de
alrededor de encima de
a lo largo de en medio de
en contra de junto a
enfrente de gracias a
en mitad de más allá de
en cuanto a por entre

258
3 . LECTURAS

PAISAJ E

El campo
de olivos
se abre y se cierra
como un abanico.
Sobre el olivar
hay un cielo hundido
y una lluvia oscura
de luceros fríos.
Tiembla junco y penumbra
a la orilla del río.
Se riza el aire gris.
Los olivos,
están cargados
de gritos.
Una bandada
de pájaros cautivos,
que mueven sus larguísimas
colas en lo sombrío.

GARCÍA LoRCA

ll
LA CASA I>E AI ZG ORRI

Una mañana de primavera húmeda y tibia.


En el vestíbulo de la casa, un cuarto destartalado, irregular y bajo de
techo. Ag1:1eda cos� y Melchora hila. Apenas si cambian entre las dos alguna
que otra palabra en vascuense.
259
Águeda está sentada cerca de l a ventana, se inclina hacia l a costura
y apoya los pies en un taburete pequeño. Esbelta, delgada, algo rígida en
sus ademanes, como es, parece evocación de las imágenes religiosas de la
antigua Bizancio. Su tez pálida, sus párpados caídos, su sonrisa de ensimis­
mamiento, fuerzan a la imaginación a suponer alrededor de su figura una
flordelisada aureola, como la de las vírgenes de lbs medievales retablos.
Viste blusa clara, falda negra, y un delantalillo azul, con peto y tirantes
planchados, que parecen alas de mariposa.
Sin moverse de la silla toma la ropa blanca de un cesto que tiene al
lado, la extiende en el aire para mirarla al trasluz, y; después de alisar
la tela sobre la falda, comienza a coser, y sus dedos, largos y delgados, se
agrupan al clavar la aguj a, y al retirarla y estirar el hilo, queda el dedo
meñique erguido y derecho.
Melchora es un tipo vulgar de las mujeres viejas del país vascongado;
viste de negro, tiene la nariz puntiaguda y la barba prominente. Está sentada
junto a la mesa de piño que hay en el centro del cuarto. Sus dedos, arruga­
dos y secos, hilan de prisa el blanco hilo que se apelotona en la rueca, y
el huso gira en el extremo de la retorcida hebra en vertiginosas vueltas. A
los pies de Águeda está tendido un mastín con el pelo amarillento y erizado.
Entran en el cuarto ramas de lilas, de un morado pálido, frescas y olorosas,
y en el marco de la ventana se destaca el ambiente gris del día húmedo de
primavera, una ermita, a lo lejos, sobre una loma verde, con el verde
brillante de las. praderas umbrías.

Pío BAROJA

0 l.A AM APOLA

¡Amapola! sangre de la tierra;


amapola, herida de sol ;
boca d e l a primavera azul ;
¡ amapola de mi corazón!
Cómo ríes por la viña verde,
por el trigo, por la jara, por
la pradera del arroyo de oro;
¡ amapola de mi corazón!
260
Novia alegre de los l abios granas;
mariposa d e carmín en flor;
amapola, gala d e la vida;
¡ amapola de mi corazón!

JuAN RAMÓN JIMÉNEZ


"Baladas de Primavera"

4. EJERCICIOS

Ejercicio 90 - Utilizar prepos1c1ones en los puntos suspensivos de acuerdo a


lo indicado en los paréntesi s :
l . Hemos venido ( . . . ) (causa) felicitarte.
2 . Voy ( . . . ) (lugar) la Facultad.
3 . Va ( . . . ) (oposición) las leyes del Estado.
4 . La muchacha venía cantando ( . . . ) (lugar) el camino.
5 . Vino sólo ( . . . ) (causa) atender a la invitación.
6 . Siempre va ( . . . ) (compañia ) su perro a pasear.
7 . Me ha llamado ( . . . ) ( causa) darme una explicación.
8 . Te quiero ( . . . ) (causa) tus propios méritos.
9 . El trabajo ya está ( . . . ( inminencia) pasarlo a limpio.
1 0 . Trátalo ( . . . ) ( modo) consideración.
1 1 . Habló ( . . . ) ( modo) severidad.
1 2 . Vimos la procesión ( . . . ) ( lugar) un balcón.
1 3 . Viaja ( . . . ) ( modo) ochenta por hora.
14 . El coche iba ( . . . ) ( lugar) la vieja avenida.
1 5 . El coche, Jo he traído ( . . . ) ( fin) arreglarlo.
16 . Gente ( . . . ) (posesión ) la clase media.
1 7 . Se perdió ( . . . ) (causa) tu culpa.
1 8 . Fue conmigo ( . . . ) ( fin) la estación.
1 9 . Me quedaré aquí ( . . . ) (tiempo) que te vayas.
20 . Para ir ( . . . ) (lugar) Madrid, se puede utilizar el avión.
2 1 . Compareció ( . . . ) ( lugar) el juez.
22 . Encontraron una mina rica ( . . . ) (cantidad) uranio.
23 . Vivo ( . . . ) (privación, carencia) tranquilidad.
24 . Ese chico es ( . . . ) (cualidad) buenas costumbres.
25 . Estoy triste ( . . . ) (tiempo) que te fuiste.
26 . Trabaja ( . . . ) ( fin ) pagar tus deudas.
27 . ( . . . ) ( tiempo) que te fuiste, el niño llora.
28 . Ella está ( . . . ) ( situación, inferioridad) mi tutela.
29 . Mira ( . . . ) (lugar) el Oriente y después vuelve la vista ( . . . ) ( lugar)
el occidente.
3 0 . Estos balcones dan ( . . . ) ( lugar) el río.
Ejercicio 91 - Emplear la preposición A con el complemento directo cuando sea
necesario:

261
1. Don Quijote cavalgaba ( . . . ) Rocinante.
2. Amo ( . . . ) la niña.
3. Amo ( . . . ) Juan.
4. Aquel muchacho no aprecia ( . . . ) nadie.
5. Llamó ( . . . ) un especialista.
6. Llamó ( . . . ) aquel especialista.
7. No quiere ( . . . ) nadie.
8. ( . . . ) nadie pidió consejo.
9. La gloria transforma ( . . . ) los hombres.
10 . María vió ( . . . ) tu padre.
11. Vimos ( . . . ) tu hermana.
12. Miramos ( . . . ) niño.
13 . De los profesores ( . . . ) ninguno ha conocido aún.
14. Hemos encontrado ( . . . ) un pobre tendido en la acera.
15. Explica la lección ( . . . ) sus alumnos.
16. Desde aquí veo ( . . . ) Vera.
17 . Trae ( . . . ) ese plato.
18. Coge ( . . . ) el perro.
19. Busca ( . . . ) la carta que llegó ayer.
20 . Llama ( . . . ) la muchacha para que traiga el té.

Ejercicio 92 - Sustituir los puntos suspensivos por la preposición "A" teniendo


en cuenta la contracción con el artículo EL :
1 . Recibo ( . . . ) invitados.
2 . Sonrío ( . . . ) niño.
3 . Consulté ( . . . ) abogado en ese caso.
4 . El milagro convenció ( . . . ) incrédulos.
5 . Alabamos ( . . . ) Dios por sus misercordias.
6 . Obedezco ( . . . ) indicado.
7 . Pregunto frecuentemente ( . . . ) alumnos.
8 . Socorred ( . . . ) necesitado.
9 . Te invito ( . . . ) té a las cinco.
1 0 . Llamo ( . . . ) médico.

Ejercicio 93 - Indicar en los ejemplos abajo el valor de la preposición A :


1. Acabo mi trabajo a las doce.
2. Lo veré a la noche.
3. Ocurrió al amanecer.
4. De Brasil a Madrid hay mucha distancia.
5. Va a pasear todas las tardes.
6. Me ha costado a cinco cruzeros el quilo.
7. Lo cogieron a la mañana.
8. Se le ve aparecer a cada instante.

262
EL TIEMPO

1 . Conjunciones

2 . Interjecciones

3. Lecturas

4. Ejercicios

LECCION
22.3
LAS HORAS

RICARDO PALMA
"Tradiciones Peruanas"

La lechera indicaba las seis de la mañana.


La tisanera y la chichera de Terranova daban su pregón a las siete
en punto.
El bizoochero y la . vendedora de leche-vinagre, que gritaban "A la
cuajadita!", designaban las ocho ni minuto más ni m inuto menos.
La vendedora de zanguito de ñajú y choncholiés marcaba las nueve,
hora de canónigos.
La tamalera era anuncio de las diez.
A las once pasaban la melonera y la mulata de convento vendiendo
ranfañote, cocada, bocado de rey, chancaquitas de cancha y de maní y
fréjoles colados.
A las doce aparecían el frutero de canasta llena y el proveedor de
empanaditas de picadillo.
La una era indefectiblemente señalada por el vendedor de ante con
ante, la arrocera y el alfajorero.
A las dos de la tarde la picaronera, el humitero y el de la rica causa
de Truj iHo atronaban con sus pregones.
A las tres el melcochero, la turronera y el anticuchero o vendedor de
bisteque en palito clamoreaban con más puntualidad que la Mari-Angola de
la Catedral.
A las cuatro gdtaban la picantera y el de la piñita de nuez.
A las cinco chillaban el jazminero, el de las caramanducas y el ven­
dedor de flores de trapo, que gritaba : "Jardín, jardín! ¿Muchacha, no
hueles?"
A las seis canturreaban el raicero y el galletero.
A las siete de la noche pregonaban el caramelero, la mazamorrera y
la champucera.
A las ocho el heladero y el barquillero.
264
Aun a las nueve de la noche, junto con el toque de cubrefuego, el anime­
ro o sacristán de la parroquia, salía con capa colorada y farolito en mano
pidiendo para las ánimas benditas del purgatorio o para la cera de Nuestro
Amo. Este prójimo era el terror de los niños rebeldes para acostarse.
Después de esa hora, era el sereno del barrio quien reemplazaba a
los relojes abundantes, cantando, entre piteo y piteo : " ¡ Ave María Purísima!"
¡ Las diez han dado!
Y esto se repetía todos los días y todas las estaciones.
¡ Ah, tiempos dichosos! Podía en ellos ostentarse por pura chamberi­
nada un cronómetro ; pero para saber con fijeza la hora en que uno vivía,
ningún reloj más puntual que el pregón de los vendedores.

Ricardo Palma ( Perú, 1 83 3 - Perú, 1 9 1 9 ) . Escritor, periodista exilado en Chile,


director de la "Prensa" de Buenos Aires, de la Biblioteca Nacional de Lima y fundador
de la Academia Peruana de Letras.
Obras Principales: TRADICIONES PERUANAS, ANALES DE LA INQUISI­
CióN EN LIMA, PAPELETAS LEXICOGRAFICAS.

1 . CONJUNCIONES

Conjunciones son partículas que unem entre sí elementos sintácti­


camente equiv.alentes, como dice Amado Alonso.
Ellas pueden ser :

Copulativas

Y, E, NI, QUE.
La conjunción Y es sustituída por la conjunción E, ,cuando la
palabra que la sigue empieza por I o HI y luego una consonante :
Juan y María.
Madre e Hijo.
Madera y hierro.

Disyuntivas

O, U, YA, BIEN, ORA.


Se escribe U en lugar de O, cuando la palabra siguiente empieza
por O, HO :
265
María o Juan.
Uno u otro.
Mujer u hombre.

A dversativas
MAS, PERO, CUANDO, SIN EMBARG O, AUNQUE, SIQUIERA.

Comparativas
ASf, ASí COMO, COMO, COMO QUE.

Causales
PORQUE, PUES, PUES QUE, PUESTO QUE.

Continuativas
PUES, ASí QUE.

Condicionales
SI, COMO, CON TAL QUE, DADO QUE.

Ilativas
CONQUE, LUEGO, PUES.

Fináles
PORQUE, PARA QUE, A FIN DE QUE.

2. I NTERJECCIONES

Algunas interjecciones españolas son :


¡ Ah! ¡ Eh! ¡ Puf!
¡Ay! ¡ Guay! ¡ Quía!
¡ Bah! ¡ Oh! ¡ Sus!
¡ Ca! ¡ Hola! ¡ Tate!
¡ Cáspita! ¡ Huy! ¡ Uf!
¡Ea! ¡ Ojalá! ¡ Zape!

En la conversación familiar se emplean como interjecciones, nom-


bres, verbos, adjetivos, adverbios etc. :
¡ Diablo !
¡Anda !
¡ Bien!
¡ Arriba!
266
3 . LECTURAS

POESíA
1

Hace un frío tan horrible


que hasta el cielo se ha vestido con la ropa más compacta . . .

Cae la nieve en incesante lagrimeo,


como llanto sin consuelo de algún alma dolorida ;
de algún alma que en los aires vaga triste, sin hallar dulce reposo;

de algún alma que no quiere deslizarse de la tierra,


donde viven sus amores más sagrados,
y le envía su recuerdo
en los copos blanquecinos de la nieve.

JUAN RAMÓN JIMÉNEZ

LOS LUNES ME LLAMABA NICA�OR


o o

Yo los lunes me llamaba Nicanor.


Vindicaba el horrible tedio de los domingos
Y desconcertaba por unas horas a las doncellas
Y a los horóscopos.

El martes es un día hermoso para llamarse Adrián.


Con ello se vence el maleficio de la jornada
Y puede entrarse con buen pie en la roja pradera
Del miércoles,
Cuando es tan grato informar a Jos amigos
De que por todo ese día nuestro nombre es Cristóbal.

Yo en otro tiempo escamoteaba la guillotina del tiempo


Mudando de nombre cada día para no ser localizado.
Por la señora aquella,
La que transforma todo nombre en pretérito
Decorado por las lágrimas.
267
Pero al fin he aprendido que jueves Melitón,
Recaredo viernes, sábado Alejandro,
No impedirán jamás llegar al pálido domingo innominado
Cuando ella bautiza y clava certera su venablo
Tras el antifaz de cualquier nombre.

Yo los lunes me llamaba Nicanor.


Y ahora mismo no recuerdo en qué día estamos
Ni cómo me tocaría hoy llamarme en vano.

GASTÓN BAQUERO

Gastón Baquero. Poeta moderno de Cuba, autor de SAUL SOBRE SU ESPADA


( 1 942) o

EL OTOÑO

Ya el sol, Platero, empieza a sentir pereza de salir de sus sábanas,


y los labradores madrugan más que él. Es verdad que está desnudo y
que hace fresco.
¡ Cómo sopla el Norte! Mira, por el suelo, las ramitas caídas ; es el
viento tan agudo, tan derecho, que están todas paralelas, apuntadas al
Sur.
El arado va, como una tosca arma de guerra, a la labor alegre de
la paz, Platero; y en ancha senda húmeda, los árboles amarillos seguros
de verdecer, alumbran, a un lado y otro, vivamente, como suaves hogueras
de oro -claro, nuestro rápido caminar.

JUAN RAMÓN JIMÉNEZ


"Platero y Yo"

268

EL TI EMP<
EN ABRILt> LAS AG UAS i\UL

Son de abril las aguas mil.


Sopla el viento achubascado,
y entre nublado y nublado
hay trozos de cielo añil.
Agua y sol. El iris brilla.
En una nube lejana
zigzaguea
una centella amarilla.
La lluvia da en la ventana
y el cristal repiquetea.
A traves de la neblina
que forma la lluvia fina,
se divisa un prado verde,
y un encinar s� esfumina,
y una sierra gris se pierde.
Los hilos del aguacero
sesgan las nacientes frondas
y agitan las turbinas ondas
en el remanso del Duero.
Lloviendo está en los habares
y en las pardas sementeras;
hay sol en los encinares,
charcos por las carreteras.
Lluvia y sol. Ya se oscurece
el campo, ya se ilumina ;
allí un cerro desaparece
allá surge una colina.
Ya son claros, ya sombríos
los dispersos caseríos,
los lejanos torreones.
Hacia la tierra plomiza
van rodando en pelotones
nubes de guata y ceniza.

ANTONIO MACHADO

270
4. EJERCICIOS

Ejercicio 94 - Completar las frases con locuciones conjuntivas y las conjunciones


que convengan :
1 . Quisiera salir a pasear ( . . . ) no puedo.
2 . No habrá corrida hoy ( . . . ) llueve a cántaro.
3 . Te regalaré lo que me pediste ( . . . ) estudias.
4 . Mi María cocina ( . . . ) Mercedes lava.
5 . Yo ( . . . ) tú iremos al teatro.
6 . Hoy ( . . . ) la mañana se decidirá.
7 . Era de noche ( . . . ) la luna no aparecía.
8 . Es verdad que este libro es bueno, ( . . . ) lo mejor.
9 . No tengo enemistad con Pablo, ( : . . ) con su manera de ser.
lO . Te has portado conmigo, ( . . . ) yo cumpliré lo prometido.

Ejercicio 95 - Subrayar las locuciones conjuntivas en estas frases :


1 . No tienes derecho a eso, a menos que tu jefe lo permita.
2 . No me dijo nada sobre tu mala conducta, antes bien te defendió.
3 . Puesto que estás con miedo, yo iré decirle la verdad.
4 . Te presto el libro con tal que no lo pierdas.
5 . Me lo explicó muy bien sin embargo no lo entendí.
6 . Tengo ya el dinero, sin embargo no encuentro el piso.
7 . Se decidió ya, por consiguiente no hay nada más que decir.
8 . Te acompañaré a tu oficina para que me des las señas.
9 . Me disgustó a pesar de lo que me debe.
l O . Saldré, aún cuando el tiempo esté malísimo.

Ejercicio 96 - Sustituir los puntos suspensivos por las interjecciones que con-
vengan :
1 . ¡( . . . )! que dolor en la cabeza.
2. ¡ ( . . . )! que aí viene el coco!
3 . i( . . . )! que susto me has dado!
4. ¡ ( . . . )! cómo ella es infeliz.
5. ¡( . . . )! no venga usted a arrepentirse.
6. ¡( . . . )! sea Ud. muy bienvenido a esta casa.
7. ¡( . . . )! muchachos.
8 . ¡( . . . )! ni una palabra más.
9. ¡(. . .)! venga aquí, niño.
1O . ¡ ( . . . ) ! cállense todos.

271
LA ESCUELA

l . Formación de Palabras Compuestas

y Derivadas

2 . Lecturas

3 . Ejercicios

LECCION
2 3 .a
LA ESC U E LA I>E CASAS .\ � .\

CAMILo JosÉ CELA


"Viaje a la Alcarria"

La escuela de Casasana es una escuela impresionante, m1sernma, con


los viejos bancos llenos de parches y remiendos, las paredes y el techo
con grandes manchas de humedad, y el suelo de losetas movedizas, mal
pegadas. En la escuela hay - quizá para compensar - una limpieza
grande, un orden perfecto y mucho sol. De la pared cuelgan un crucifijo
y un mapa de España en colores, uno de esos mapas que abajo, en unos
recuadritos, ponen las Islas Canarias, el protectorado de Marruecos y las
colonias de Río de Oro y del Golfo de Guinea; para poner todo esto no
hace falta, en realidad, más que una esquina bien pequeña. En un rincón
está una banderita española.
En la mesa de la profesora hay unos libros, unos cuadernos y dos
vasos de grueso vidrio con unas florecitas silvestres amarillas, rojas y de
color lila. La maestra, que acompaña al viajero en su visita a la escuela,
es una chica jov5?n y mona, con cierto aire de ciudad, que lleva los labios
pintados y viste un traje de cretona muy bonito. Habla de pedagogía y dice
al viajero que los niños de Casasana son buenos y aplicados y muy listos.
Desde afuera, en silencio y con los .ajillos atónitos, un grupo de niños y
niñas mira para dentro de la escuela. La maestra .])ama a un niño y a
una niña.
A ver, para que os vea este señor. ¿Quién descubrió América?
El niño no titubea :
Cristóbal Colón.
La mestra sonríe.
Ahora, tú. ¿Cuál fue la mejor reina de España?
Isabel, la Católica.
¿Por qué?
Porque luchó contra el feudalismo y el Islam, realizó la unidad de
nuestra patria y llevó nuestra religión y nuestra cultura allende de
los mares.
La maestra, complacida, le explica al viajero.
275

;TA PARCIAL - Salamanca.


Es mi mejor alumna.
La chiquita está muy seria, muy poseída de su papel de
número uno. El viajero le da una pastilla de café con leche, la
lleva un poco aparte y le pregunta :
¿Cómo te llamas?
Rosario González, para servir a Dios y a usted.
- Bien. Vamos a ver, Rosario, ¿tú sabes lo que es el feudalismo?
- No, señor.
¿Y el Islam?
La chica está azorada y el viajero suspende el interrogatorio.

Camilo José Cela Trulock. Novelista español contemporáneo. "Es el más expres­
sivo de nuestros escritores, muerto Baroja", dice Díez Echarri.
Obras Principales : LA FAMILIA DE PASCUAL DUARTE, LA COLMENA, LA
CATIRA.

l . FORMACióN DE PALABRAS COMPUESTAS Y DERIVADAS

Las palabras compuestas se forman en español por yuxtaposición o


por adaptación de elementos de dos o más palabras; y también por medio
de prefijos, bastantes preposiciones y algunos adverbios.

A ) PREFIJOS LA TINOS Y GRIEGOS

Negación o privación
A, AN - asimétrico, anormal, analfabeto, anemia
IM, IN, IR, I - imposible, insociable, ilegible, irregulár
DES, DIS, DI - deshacer, destripar, discordancia, difamar
SIN - sinrazón, sinsabor

A /rededor de
ANFI - anfiteatro
CIRCUN, CIRCUM - circumpolar, circuncisión
PERI - pericarpio

Fuera de
EX, ES, E - exponer, escoger, emigrar
EXTRA - extraordinario
276
Dentro de
IM, IN, IR, I - importar, inmigrante, irru mpir, zluminar
EM, EN - encubrir, emborrachar
INTRA - intramuros

Situación intermediaria
INTER, ENTRE - entreacto, internacional

Sobre
EPI, EP - epitafio, epidemia, epénte sis
SUPER, SUPRA - suprasens ible, superintendente

Debajo
INFRA - infrahum ano
SUB, SUS, SU, SOR, SO - subrayar, suspender, suponer, sorpren­
der, soterrar

HIPO - hipótesis
Más allá
META - metáfora
ULTRA - uitrasensible
PRO - procesión

Movimiento hacia atrás


RE, RETRO - rechazar, retroceder

A través de
PER - percorrer
TRANS, TRAS, TRA - transport ar, transtorno, tramont ar

A nterioridad
ANTE, ANTI - anteayer, anticipar
PRE - pre decir

Superioridad o exceso
HIPER - hipertensión
ARCHI, ARCI, ARC, ARZ, ARQUI - archipiélago, arcipreste ,

arcángel, arzobispo, arqu itecto


SUPER, SOBRE - supersónico, sobreh um ano

'Repetición o intensidad
RE - repetir
PER - persistir
277
Separación
AB, ABS - abjurar, abstraer
DES, DIS, DE, DI - descifra·r, distraer, degollar, difundir

Contra
ANTI - antieconómico
CONTRA - contraindicación

En lugar de
CONTRA - contraalmirante
VICE, VIZ, VI - vicepresidente, vizconde, virrey
PRO - procónsul

Unión
SIN, SIM - sindical, simpatía
CON, COM, CO - combinar, consocio, coligarse

Muchos
POLI - po/igamía

Uno
\
MONO - monografía

B ) SUFIJOS - Sustantivos

Resultado o acción en abstracto


AJE - masaje, abordaje
CION - acción, meditación
IDA - saida, partida
ION - pasión, agresión
MIENTO - casamiento, pensamiento
NZA - mudanza, esperanza
SION - conversión, confesión
TION - digestión, congestión

Resultado o acción del verbo con prolongación


ADA - tronada, fanfarronada
ATA - caminata

Lugar
ERO - granero, licorero
ERíA - pastelería, librería
278
Conjunto, cantidad
ADA - muchachada, armada
ADO - arbolado , electorado
AL - aren al, peñ ascal
AR - pinar, olivar
AZAL - lodazal,
fA - burguesía, morería
ERíA - artillería

Cualidades abstractas
AD - bondad, amistad
EZA - alteza, belleza
EZ - rapidez, esbeltez
lA - alegría, simpatía
OR - frescor, candor
UD - solicitud, mangnitud

Cualidades abstractas con cierta duración


ANClA - constancia, infancia
ENCIA - indulgencia, inteligencia
ANZA - tardanza

A gente de la acción
DOR - cazador, pescador
TOR - lector, in stitutor
OR - autor

Profesión, empleo, dignidad, cargo


ADO - condado, arzobispado
ATO - curato
ARIO - notario, funcionario
ERO - zapatero, panadero
1STA - dent ista, artista
ANTE - comediante , n avegante

C) SUFIJOS - adjetivos

Nacimento, origen
ÁN - alemán
ANO - americano, colombiano
EÑO - madrileño, brasileño
279
ENSE - elvense, abulense
:E:S - francés, portugués
OL - español

Posibilidad, capacidad de recibir la acción verbal


BLE - amable, posible
BIL - débil
ERO - l as ti mero, verdadero
IVO - activo, pasivo

Semejanza
ACEO - rosáceo
ADO - bron ceado

A plitud, facilidad para recibir la acción verbal


CUNDO - iracundo, rubicundo
IZO - asustadizo, roj izo

A bundancia "
OSO - mentiroso, glorioso
ENTO - pust ulento, corpulento

Inclinación, tendencia
ERO - j usticiero, agorero
lEGO - mujeriego

Posesión
lENTO - s e d ien to, hambriento
SO - orgulloso
UDO - cabelludo, barbudo

D) SUFIJOS - verbos

Frecuencia de la acción verbal


EAR - ondear, gotear, humear

Repetición
ITAR - facil itar
280
2 . LECTURAS

LA I NFANCIA DE SI L V ESTRE PARADOX

'
Silvestre estudiaba el segundo año de Instituto. Ya había llegado a
ese estado de superioridad que permite faltar a clase tres o cuatro días
seguidos, y aunque estas hazañas suyas eran conocidas bastante frecuente­
témente en su casa, reincidía dando prueba de su carácter y · de su conciencia.
Se reunía a los chicos más granujas del pueblo; sus diversiones favo­
ritas eran apagar faroles, envenenar lagartijas con tabaco para que "tocasen
el ·tambor'', correr por entre los antiguos cañones, que estaban emplazados
en la muralla, en un sitio llamado de Redín, y jugar al palmo, a las chapas
y al marro en la plaza del castillo.
La vida de Paradox era un tanto salvaje, a pesar de reprimendas y
palizas 1 de maestros y parientes.
Con aquella vida al aire libre, siempre corriendo, jugando a la pelota
y subiéndose a los árboles, �e pasaba el tiempo admirablemente : pero las
traducciones de latín no adelantaban. Llegó junio. Silvestre se examinó y
salió mal.
Desde entonces los tíos prohibieron a Silvestre salir de casa, y quedó
sometido a las más estrecha vigilancia. Pero con esto no se arregló la
cuestión. Silvestre no estudió más encerrado que libre. Un amigo, con la
piedad que tienen los amigos para el que está castigado, le prestó "R<Obinsón"
y dos tomos de novelas de Julio Verne y de Maine Reid.
Silvestre, enfrascado con aquellas lecturas, empezó a soñar con histo­
rias y viajes maravillosos. Las novelas las guardaba en el fondo de la
chimenea y durante las horas de estudio las solía estar leyendo, con gran
asombro de sus tíos, que le miraban por el agujero de la llave y creían
que estudiaba. Llegó su cinismo hasta ir a la iglesia con um tomo de
"Robinsón Crusoe", que tenía una pasta parecida � un libro de misa, y
pasarse en compañía de Robinsón y del negro Domingo desde el "introito"
hasta el "lte Missa Est".

Pío BAROJA

281
o o
LA ORACI()N I>E LA 1\ I AESTRA :
(-J

¡ Señor! Tú que enseñaste, perdona que yo enseñe; que lleve el nombre


de maestra, que Tú llevaste por la Tierra.
Dame el amor único de mi escuela; que ni la quemadura de la belleza
sea capaz de robarme mi ternura de todos los instantes.
Maestro, hazme perdurable el fervor y pasajero el desencanto. Arranca
de mí este impuro deseo de justicia que aun me turba, la mezquina insinua­
ción de protesta que sube de mí cuando me hieren. No me duela la incom­
prensión ni me entristezca el olvido de las que enseñé.
Dame el ser más madre que las madres, para poder amar y defender
como ellas lo que no es carne de mis carnes. Dame que alcanze a hacer
de una de mis niñas mi verso perfecto y ha dejarte en ella clavada mi más
penetrante melodía, para cuando mis labios no canten más. Muéstrame
posible tu Evangelio en mi tiempo, para que no renuncie a la batalla de
cada día y de cada hora por él.
Pon en mi escuela democrática el resplandor que se cernía sobre tu
corro de niños descalzos.
Hazme fuerte aun en mi desvalimiento de mujer, y de mujer pobre;
hazme despreciadora de todo poder que no sea puro, de toda presión que
no sea la de tu voluntad ardiente sobre mi vida.
¡ Amigo, acompáñame! ¡ Sosténme! Muchas veces no tendré sino a Tí
a mi lado. Cuando mi doctrina sea más casta y más quemante mi verdad,
me quedaré sin los mundanos; pero Tú me oprimirás entonces contra tu
corazón, el que supo harto de soledad y desamparo. Yo no buscaré sino
en tu mirada la dulzura de las aprobaciones.
Dame sencillez y dame profundidad; líbrame de ser complicada o banal
·

en mi lección cotidiana.
Dame el levantar los ojos de mi pecho con heridas, al entrar cada
mañana a mi escuela. Que no lleve a mi mesa · de trabajo mis .pequeños
afanes materiales, mis mesquinos qolores de cada hora.
Aligérame la mano en el castigo y suavízamela más en la caricia.
Reprende con dolor, para saber que he corregido amando.
Haz que haga de mi espírito mi escuela de ladrillos. Le envuelve la
llamarada de mi entusiasmo su atrio pobre, su sala desnuda. Mi corazón
le sea más columna y mi buena voluntad más oro que las columnas y el
oro de las escuelas ricas.
Y, por fin, recuérdame desde la palidez del lienzo de Velázquez, que
enseña y amar sobre la Tierra es llegar al último día con el lanzazo de
Longinos en el costado ardiente de amor.

GABRIELA MISTRAL

282
3. EJERCICIOS

Ejercicio 97 - Subrayar los prefijos de las palabras abajo :

pericarpio' - difamar - epidemia - extraordinario - sinrazón - suponer


- soterrar - hipótesis - degolar - anticipar - simpatía - combinar -
retroceder - tramontar - arzobispo.

Ejercicio 98 - subrayar los sufijos de las palabras abajo :

equipaje - armada - mudanza - confesión - salida - bondad - grane­


ro � constancia - autor - magnitud - condado - artista - navegante
- alemán - americano.

283
LA FA MILIA

l . Régimen

2. Lecturas

3 . Ejercicios

LECCION
2 4. a .
:r
I•AL O i\ L\ S B LA N CAS Y GARZAS I\10RENA�, �
o

.

RUBÉN DARÍO
"Azul"

Mi prima Inés era rubia como una alemana. Fuimos criados juntos,
desde muy niños, en casa de la buena abuelita, que nos amaba mucho y
nos hacía vernos como hermanos, vigilándonos cuidadosamente, viendo que
no riñésemos. ¡ Adorable la viejecita, con sus trajes a grandes flores, y sus
cabellos crespos y recogidos, como una vieja marquesa de Bouchez!
Inés era un poco mayor que yo. No obstante, yo aprendí a leer antes
que ella; y comprendía - lo recuerdo muy bien - lo que ella recitaba
de memoria, maquinalmente, en una pastorela, donde bailaba y cantaba
delante del niño Jesús, la hermosa María y el Señor San José; todo el gozo
de las sencillas personas mayores de la familia, que reían con risa de miel,
alabando el talento de la actrizuela.
Inés crecía. Yo tambié_n; pero no tanto como ella. Yo debía entrar a
un colegio, en internado terrible y triste, a dedicarme a los áridos estudios
del bachillerato, a comer los platos clásicos de los estudiantes, a no ver el
mundo - ¡ mi mundo de gozo! - y mi casa, mi abuela, mi prima, mi
gato, un excelente romano que se restregaba cariñosamente en mis piernas
y me llenaba los trajes negros de pelos blancos.
Partí.
Allá, en el colegio, mi adolecencia se despertó por completo. Mi voz
tomó rimbres aflautados y roncos; llegué al periodo ridículo del niño que
pasa a joven. Entonces, por un fenómeno especial, en vez de preocuparme
de mi profesor de matemáticas, que no logró nunca a hacer que yo compren­
diese el binomio de Newton, pensé - todavía vaga y misteriosamente - en
mi prima Inés.
Luego tuve relaciones profundas. Supe muchas cosas. Entre ellas que
los besos eran placer exquisito.
Tiempo.
Leí "Pablo y Virginia". Llegó un fin de año escolar y salí de vacaciones,
rápido como una saeta, camino de mi casa. ¡ Libertad !

286
l. Rf:.GIMEN

Son muy pocos los casos de régimen especial en la lengua española.


El más importante de todos, el empleo de la preposición A con el comple­
mento directo, ya fue estudiado dentro del capítulo de las preposiciones.
Se debe señalar todavía :

A ) INFINITIVO COMPLEMENTO DE VERBO DE MO VIMIENTO

La preposición A debe ser empleada ante los infinitivos comple­


mentos de verbos de movimientos :
Voy a trabajar.
Vengo a decirte todo.
Aspiro . a salir de aquí.
Empezaré a estudiar.

B) REPETICION DE LA PREPOSICION

Cuando hay varios complementos, se puede omitir la preposición


'
a partir del segundo elemento :
Saldré mañana para París, Roma, Río de Janeiro . . .

C ) DONDE

a ) A donde se escribe en una sola palabra cuando el antecedente


está expreso :
La escuela adonde estudiamos . . .
El sitio adonde nos han visto . . .
Cuando no hay antecedente expreso, es escrito en dos palabras :
Fuimos a donde nos darían regalos.
Viajamos a donde queríamos.

b) Como adverbio interrogativo de lugar, se escribe adónde :


¿Adónde estás?
¿Adónde vas?

e) En donde tiene el mesino valor de donde.


d ) Para indicar los adjuntos adverbiales el adverbio "donde"
puede ir precedido de preposiciones.
287
2 LECTURAS

LA M UE RTE D E LA l"; I Ñ A

Una tarde, en la hora del crepúsculo, mientras estaban Marina, el


Mayorazgo y Rosarito en la huerta, la niña, con los ojos profundos, infla­
mados por la fiebre, juntó su mejilla con la de Marina y le dijo:
¿Qué hay allá, mamá?
- ¿En dónde, Rosarito?
Allá arriba - murmuró la niña, señalando el horizonte rojizo.
Allá no hay más que nubes - repuso Marina.
¿Y qué son las nubes?
No sé; tú tío sabrá lo que son.
- Yo tampoco sé nada - murmuró el Mayorazgo tristemente.
- ¡ Oh! Yo veo muchas cosas - dijo la niña -; yo quisiera subir
allí y montar a caballo sobre una nube . . . Llévame, mamá allá arriba.
- Ya te llevaré.
El crepúsculo era magnífico; el sol, oculto tras una nube, incendiaba
a su alrededor el cielo . . . La niña, con las mejillas rojas por la fiebre, mos­
traba a Marina, allá, un dragón rojo que corría por el mar azul; aquí, un
gigantesco cisne, islas brilhantes, montes de grana . . .
El Mayorazgo comprendío que la niña estaba delirando. La llevaron
a casa.
Rosarito quería que la acercasen a la ventana, y contempló atenta­
mente el sol que se ponía tras de los cerros lejanos, y las nubes que se
tornaban cenicientas y grises con la aproximación de la noche.
Después, la niña comenzó a balbucear; Marina notó que se iba po­
niendo fría y pálida; · 1a llamó y ella contestó de um modo vago; luego vio
que la niña murmuraba algo muy d ébilmente. Por último, lanzó un suspiro
anheloso, cerró los ojos y quedó muerta.
Por los sollozos de Marina, el Mayorazgo comprendió que había
llegado el fin; se acercó, vacilando, se arrodilló a los pies de Marina, cogió
la mano de Rosarito, la besó, regándola con sus l ágrimas.

Pío BAROJA

288
CONVERSACióN

- ¿Quiénes son los progenitores?


- Nuestros padres, o sea el padre y la madre. En el lenguaje familiar
se les llama papá y mamá.
¿Cómo se llaman los padres de nuestros padre?
Abuelos : Abuelo y abuela. Abuelos paternos y maternos.
¿Usted, que és, respecto a los padres y a los abuelos?
El hijo y el nieto.
¿Cómo se llaman el padre y la madre de los abuelos?
Los bisabuelos : el bisabuelo y la bisabuela.
¿A quiénes se llaman hermanos?
A los hijos de nuestros padres : hermanos y hermanas. Hermanos
mayores y hermanos pequeños.
¿Que son para nosotros los hermanos de nuestros padres?
Tíos, y nosotros respecto a ellos somos los sobrinos.
¿A quiénes llama usted sus primos?
A los hijos de mis tíos.
¿Su futura esposa, que será para sus padres?
La nuera, . y yo para los padres de mi mujer seré el yerno. Los
hermanos y hermanas de mi mujer serán mis cuñados.

ELENA VILLAMANA

3. EJERCICIOS

Ejercicio 99 - Pasar al español :


l. Joao viu Maria no teatro.
2. Saímos por onde entramos.
3. Vamos trabalhar pela manha.
4. Onde estamos?
5. Come¡;arei a estudar depois de amanha.
6. Nao conhe¡;o o colégio onde estudas.
7. Fomos aonde nos indicaram.
8. Conhecemos teu irmao ontem na festa.
9. Venho chamá-la para a festa.
10. Nao sei onde estarao os livros.

289
' LOS TRA NSPORTES

1 . Concordancia

2 . 1.ecturas

3 . Ejercicios

· LECCI ON
2 5. a
" - •.....'-";·-.• ·-!-..
·

\'-''"n><"�'--��,.,.;·.fl;�
•.r·-.�"... ,o,N&;���
· •'i e

LOS,;;�TR,� NSP.ORTES''D
- ;-

�.¿�'\!I!S·
ITA�f�
.., ' "&f,

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wr -"'�
'l
�1!

. ,_._.._J;y. r�'fff{.
;.\ ;l&}f,.;:�

�ANGOLD y TEJEDOR
"Lengua y Vida Españolas"

�adrid tiene varios privilegios ; uno de ellos, su posición. A 650 metros


de altitud y en las imediaciones de la velazqueña sierra de Guadarrama
recibe de ella los vientos que limpian el ambiente de la capital y que acla­
ran y purifican su cielo. Próximos a �adrid, se encuentran una serie de
atractivos lugares : Toledo, Guadalajara, Cuenca, Aranjuez, Alcalá de He­
nares, Ávila, Segovia, La Granja, El Escorial . . . Sus habitantes acuden con
frecuencia a la capital y los madrileños, en justa reciprocidad, suelen hacer
de todos estos sitios objetivo preferido de sus fines de semana, vacaciones
y días de descanso.
Todo ello crea un intenso tráfico de viajeros. Los trenes electrificados
de cercanías trasladan en pocos minutos a la sierra a los madrileños que
desean practicar el esquí o simplemente respirar a sus anchas. Para los pue­
blos circundantes hay también líneas regulares de autobuses, usados a diario
por los campesinos de la provincia de �adrid, e incluso por los de otras
inmediatas.
Por toda la ciudad circulan los medios de transporte urbanos : tranvías,
trolebuses, autobuses, "�etro". Las preferencias por unos u otros van mar­
cadas por las estaciones del año, que, en el seco y sano clima de �adrid,
no dejan de acusarse.

1 . CONCORDANCIA
A) CONCORDA NCIA ENTRE SUSTANTIVO -Y A DJETIVO
1 ) Con un solo sustantivo:
El adjetivo concuerda en género y número con dicho sustantivo :
Hombre bueno - mujer buena
Hombres buenos - mujeres buenas
294
2 ) Con dos o más sustantivos:
1 ) El adjetivo concuerda con el primer sustantivo cuando viene
''

antepuesto :
Bella mujer y niño.
Guapo hombre y mujer.

2 9 ) El adjetivo pospuesto a los &ustantivos irá para el masculino


plural cuando los sustantivos sean masculinos o de géneros
distintos; en ambos casos püede o�urrir la concordancia con
el sustantivo más prój.imo :
Hombre y mujer altos o hombre y mujer alta.
Cuaderno y libro grue�os-· o cuaderno y libro grueso.

3 " ) El adjetivo pospuesto irá para el femenino plural cuando los


sustantivos sean femeninos :
Mujer y niña guapas.
También puede ocurrir la :eoncordancia con el sustantivo más
prójimo :
Mujer y· niña: guapa.

B )" CONCORDA NCIA DEL VERBO CON EL SUJETO


1 ) Con lin solo sujeto
i 9 ) El verbo concuerda con él en número y persona :
L a chica estudió ayer.
Tú llegaste muy temprano.
Vosotros amáis a los niños.

2") Con dos· o más personas el verbo se pone en plural.


Caso haya concurrencia de varias personas, la segunda será
preferida a la tel'cera y la primera a todas :
María y yo amamos el teatro.
Tú y ella amáis el cine.
Pablo y Pedro fueron a España.

2 ) Casos especiales
1 9) Cuando el sujeto es un colectivo singular, el verbo va en
singular:
La gente vino de muy lejos.

2Q) Cuando el colectivo lleva un complemento en plural, suele


ponerse el verbo en plural :
La mayor parte de los alunnos vinieron aquí.
Una gran multitud de pájaros surgieron en el cielo.
295
39) Cuando el sujeto es formado de varios nombres singulares
sinónimos, el verbo va en singular :
Dolor, llanto y sufrimiento dominaba aquella casa.

49 ) Cuando el verbo antecede a varios sujetos singulares ligados


por la conjunción Y, puede ir en plural o concordar con
el más prójimo :
Causaron ( o causó) problemas su voz y su aditud.

59) Cuando hay varios sujetos, singulares o no, y el último de


ellos es una recapitulación de los demás, el verbo concuerda
con éste :
Un sol, una luz, una gran alegría penetró en su vida.

6° ) El verbo SER concuerda con el sujeto o con el predicado :


Ideales y esperanzas son el estímulo para la juventud.
Ideales y esperanzas es el estímulo para la juventud.

7'1 ) Cuando varios sujetos singulares son ligados por la conjun­


ción O, el verbo irá para el singular o para plural :
Juan o Pedro murió.
Juan o Pedro murieron.

go) Cuando la acción verbal sólo pueda ser ejercida por un de


los sujetos, el verbo irá para el singular :
Pedro o Pablo será el presidente.

' 2 . LECTURAS

EN TR E N

Yo, para todo viaje


- siempre sobre la madera
de mi vagón de tercera -,
voy ligero de equipaje.
Si es de noche, porque no
acostumbro a dormir yo,
y de día, por mirar
los arbolitos pasar,
yo nunca duermo en el tren,
y sin embargo, voy bien.
¡ Este placer de alej arse!
Londres, Madrid, Ponferrada,
296
tan lindos . . . para marcharse.
Lo molesto es la llegada.
Luego, el tren, al caminar,
siempre nos hace soñar;
y casi, casi olvidamos
el jamelgo que montamos.
¡ Oh, el pollino
que sabe bien el camino!
¿Dónde estamos?
¿Dónde todos nos bajamos?
¡ Frente a mí va una monjita
tan bonita!
Tiene esa expresión serena
que a la pena
da una esperanza infinita.
Y yo pienso : Tú eres buena;
porque diste tus amores
a Jesús; porque no quieres
ser madre de pecadores.
Mas tú eres
maternal,
bendita entre las mujeres,
madrecita virginal.
Algo en tu rostro es divino
bajo tus cofias de lino.
Tus mejillas
esas rosas amarillas -
fueron rosadas, y, luego,
ardió en tus entrañas fuego;
y hoy, esposa de la Cruz,
ya eres luz, sólo luz . . .
¡ Todas las mujeres bellas
fueran, como tú, doncellas
en un convento a encerrarse! . . .
¡ Y la niña que yo quiero
¡Ay! preferirá casarse
con un mozito barbero !
El tren camina y camina,
y la máquina resuella,
y tose con toz ferina,
¡Vamos en una centella!

ANTONIO MACHADO
297
.:··. �....·."'t-:>�
' _·:'!..� =-<·'�-..:.1•. . >·.�.�� . .
. -. PASAPORTE' Y' ADIJANA
� ""''•:;\::;>-__:�-�-�- - -----� ' . t·.�..! . -�- �:..
.· __ .
o

A España puede usted llegar en avión, en barco, en tren, en auto­


móvil, en "moto", en bicicleta o · andando. Basta con que al llegar a la
frontera o a la aduana enseñe usted su pasaporte y le pongamos un sello.
En algunos casos hace falta un visado que le facilitará el Consulado de
España más próximo al lugar de su residencia. Si desea prolongar su estan.cia
en España más allá de tres meses diríjase, estando próximos a cumplirse,
a la Comisaría más próxima. .
En la aduana, según que el funcionario esté de un humor o de otro,
le preguntarán si tiene algo que declarar o le rogarán amablemente que
abra usted sus maletas. En el segundo caso, échese usted a tremblar si
pretendía pasar cocaína, diamantes, o postales pornográficas. Si, como espe­
ramos, pertenece usted al grupo de las personas honorables, esta apertura
de valijas será un rápido y rutinario formulismo sin mayores consecuencias.

"España para Usted"

3. EJERCICIOS

Ejercicio 100 - Escriba la forma correcta de los adjetivos entre paréntesis:

l . Tengo ( . . . ) alumnos (bueno ) .


2 . Conozco a una ( . . . ) mujer y niño (hermoso ) .
3 . Tengo varios libros ( . . . ) (verde ) .
4 . Compramos ( . . . ) sombreros y guantes (amarillo ) .
5 . Estudié las reglas y los casos ( . . . ) (distinto ) .
Ejercicio 101 - Escriba las formas correctas de los verbos que van entre
paréntesis :
l . Ella y mi madre ( . . . ) muy tarde (LLEGAR - pret. indef. ) .
2 . La multitud ( . . . ) enfurecida (GRITAR - pret. imp. ind. ) .
3 . Una gran cantidad de nombres ( . . . ) al palacio (ACERCARSE
pret. indef. ) .
4 . Juan o Pepe ( . . . ) (MORIR - pret. indef. ) .
5 . Tú y ella ( . . . ) antes de las vacaciones (VOLVER - pret. indef. ) .

298
LA LITERA T URA ESPA ÑOLA

1 . Reglas de Ortografía

2. Lecturas

3 . Ejercicios

LEC CIO N
2 6 .a
LOS HIJOS DE LA FANTASIA Y SU NATURALEZA

RAMIRO MAEZTU

En el Olimpo de la imaginación, Don Quijote, Don Juan y Celestina,


no sólo se destacan como las figuras más firmes que ha engendrado la
fantasía hispánica, sino que no las ha producido más claras y famosas lite­
ratura alguna; porque en diciendo de un hombre que es un Don Quijote o
un Don Juan, ya se sabe lo que es, y cuando a una mujer se la llama
Celestina no hay necesidad de escribirlo com mayúscula, porque no se
trata meramente de un carácter, sino de una profesión, a la que Platón
llamaba "poderosa para hacer a las ciudades amigas y negociar matrimo­
nios convenientes", y de la que Cervantes aseguraba, para los que pongan
su grano de sal a entenderle, "que es oficio de discretos y necesarísimo en
la república bien ordenada".
Si el oficio de Celestina tiene su lugar determinado en las repúblicas,
no ocurre lo mismo con la Celestina, ni con Don Juan, ni con Don Quijote,
ni con ninguna de las grandes sombras que la humana imaginación ha
producido. No sabemos exactamente para lo que han nacido ni lo que
hacen en el mundo del espíritu, ni siquiera si es necesario averiguarlo. Hay
quien pensará que no hacen nada. Nacieron meramente para entretenimiento
nuestro, y si nos d ivirtieron un instante no hay que pedirles nada más.
Pero el caso es que no se contentan con vivir con nosotros un par de horas,
sino que nos acompañan el resto de la vida. Son para nosotros realidades
más profundas que las de muchos seres de carne y hueso. Y aquí hay un
misterio que convendría esclarecer. Las prensas no cesan de publicar no­
velas, ni los teatros de estrenar dramas y comedias. La imaginación hu­
mana crea todos los años miles y más miles de personajes. Por los ojos
de una de esas suscriptoras de librerías circulantes que d iariamente leen
una novela pasan al cabo del año los gestos y los dichos de innumerables
300
fantasmas literarios. Pero casi todos ellos nacen muertos. Desfilan insus·
tanciales por nuestra fantasía y desaparecen dejando en nuestras almas
menos huella que los sueños que forjamos despiertos en nuestros ratos de
ocio. Imposible recordar sus figuras. Imposible, igualmente, olvidar la de
Don Quijote, Don Juan y Celestina. Y es difícil de creer que la razón de
su perennidad sea meramente artística, en el sentido de meramente literaria.

Ramiro de Maeztu y Whitney ( 1 874 1 93 6 ) . Ensayísta de la Generación del


-

Noventa y Ocho.
Obras Principales : DON QUIJOTE, DON JUAN Y LA CELESTINA, LA CRISIS
DEL HUMANISMO.

1 . REGLAS DE ORTOGRAFfA
1 'il) Se escriben con B :
a ) Las formas de los verbos terminados en -BIR :
recibirás, escribiremos, concebías.
b) Todas las formas de los verbos BEBER y DEBER :
bebías, deberían, debemos.
e) Las formas en las que entra este sonido en los verbos CABER,
HABER y SABER :
cabían, habríamos, sabrán.
d) Las terminaciones del pret. imperfecto de indicativo de los ver­
bos de la 1 'il conjugación :
amaba, cantabas, jugábamos.
e ) El pretérito imperfecto de indicativo de verbo I R :
iba, ibas, iba, íbamos, ibais, iban.
f) Las palabras que empiezan por BIBL-, BU-, BUR- y BUS- :
biblioteca, buitre, burla, buscar.
g) Las palabras acabadas en : -BILIDAD, -BUNDO, A :
habilidad, meditabundo, abunda.
Se exceptúa : movilidad.
h ) Las palabras en que este sonido va delante de cualquier con­
sonante :
amable, brazo, Brasil, absolver.

2<il) Se escriben con V :


a) Las palabras que comienzan por la sílaba AD- :
advertencia, adviento.
301
bj Las palabras terminadas en: -AVA, -AVE, -AVO, -EVA, -EVE,
-EVO, -IVA, -IVO :
esclavo, activa, decisivo, octava, grave etc.
Exceptúanse : árabe y sílaba y sus compuestos.
e) Los presentes de indicativo y subjuntivo e imperativo del verbo
IR :
voy, van, vayáis, vamos.
d) El pretérito indefinido de indicativo y el pretérito imperfecto
y futuro imperfecto de subjuntivo de Jos verbos ESTAR, AN­
DAR y TENER :
Estuvo, anduviera, tuviere.
·
e) Las palabras que empiezan por : VICE- y VILLA- :
Vicecónsul, villano.
f) Las palabras terminadas en : -VIRO, -VIRA, -lVORO, -lVORA :
decenviro, Elvira, carnívoro, herbívora.
Se exceptúa: víbora.

3 � ) Se escribe C ( interdental fricativa sorda) :


a ) Las palabras en que este sonido está delante de E o I:
celos, cimiento, vecino, cauce.
b ) Las palabras derivadas de otras que acaban en -Z:
felices - feliz
peces - pez

4�) Se escriben con Z :


a ) Las palabras en que este sonido esté delante de A , O , U :
caza, zumo, zorra.
b ) Las palabras en que este sonido esté al final de sílaba:
pez, pellizco, juez, deduzco.

5 � ) Se escriben con G (velar fricativa sorda) :


a) Las palabras que terminan en: -GEN, -GÉLICO, -GENARIO,
-GÉNEO, -GÉNICO, -GENIO, -GÉNITO, -GESIMAL,
-GÉSIMO, GÉTICO, -GIÉNICO, -GINAL, -GlNEO, -GI-
NOSO, -GIA, -GIO, -GION, -GIONAL, -GIONARIO, -GlOSO,
-GIRICO, -OGíA, -úGICA, -OGICO, -lGENA, -lGENO,
-1GERA, -1GERO :
angélico, oxígeno, congénito, vigésimo.
Excepúanse: espejismo, salvajismo.
b ) Las palabras que comienzan por GEO- :
geómetra, geógrafo.
e) Las formas de los verbos terminados en -GER y -GIR:
cogía, cogerás.
Exceptúanse : tejer y crujir, y algun otro de poco uso.
30'2
6l;l) Se escriben con J :
a ) Las palabras en que este sonido está delante d e A, O y U :
jarra, jota, juicio.
b) Las palabras derivadas de otras que lleven las sílabas JA, JO
y JU :
cajita ( de caj a ) , rojizo ( de roj o ) .
e) Las palabras terminadas e n -JE y -JERfA :
salvaje, salvajería, extranjería..
Se exceptúan : ambages, esfinge, falange, faringe, laringe y alguna
otra de poco uso.

7l;l) Se escriben con H :


a) Las palabras que empiezan por los diptongos -IA, -IE, -UE, -UI
y los prefijos IDR- y IP- :
hierro, hialino, hueco, hidrógeno, hípico.
Se exceptúan : ipecacuana, yeso, yegua, yelmo, yerno, yermo y
alguna otra de poco uso.

2. LECTURAS

DON QUIJOTE

En un lugar de la Mancha, de cuyo nombre no quiero acordarme,


no ha mucho tiempo que vivía un hidalgo de los de lanza en astillero,
adarga antigua, rocín flaco y galgo corredor. Una olla de algo más vaca
que carnero, salpicón las malas noches, duelos y quebrantos los sábados,
lentejas los viernes, algún palomino de añadidura los domingos consumían
las tres partes de su hacienda. El resto de ella concluían sayo de velarte,
calzas de velludo para las fiestas, con sus pantuflos de lo mismo, y los
días de entresemana se honraba con su vellorí de lo más fino. Teía en
su casa una ama que pasaba de los cuarenta, y una sobrina que no llegaba
a los veinte, y un mozo de campo y plaza, que así ensillaba el rocín como
tomaba la podadera. Frisaba la edad de nuestro hifalgo con los cincuenta
años; era de complexión recia, seco de carnes, enjuto de rostro, gran
madrugador y amigo de la caza. Quieren decir que tenía el sobrenombre
de Quijada, o Quesada, que en esto hay alguna diferencia en los autores
303
que de este caso escriben, aunque por conjeturas verosímiles se deja en­
tender que se llamaba Quijana pero esto importa poco a nuestro cuento :
basta que en la narración de él no se salga un punto de la verdad. 1

MIGUEL DE CERVANTES Y SAAVEDRA

Miguel de Cervantes y Saavedra ( Aleada de Henares, 1 547 Madrid, 1 6 1 6 ) .


-

"La cumbre más alta de l a literatura española a l a vez que d e la literatura uni­
versal." Autor del imortal "Don Quijote de la · Mancha".
Obras Principales : a) Poesía: VIAJE DEL PARNASO, COMPOSICIONES
SUELTAS; b) Teatro : EL CERCO DE N UMANCIA, EL TRATO DE ARGEL; e )
Novela: L A GALATEA, DON QUIJOTE, LAS NOVELAS EJEMPLARES.

EL CID

Ante todo el Cid es un caudillo, y un "caudillo genial", que desterrado


y sin recursos económicos llega a alcanzar más gloria que su rey. "El día
que yo llegué para sitiar Yubala no tenía más que cuatro panes y me ha
hecho Dios tal merced que gané a Valencia y soy dueño de ella."
Es invicto siempre frente a fuerzas superiores, lo aseguran contem­
poráneos suyos tan opuestos como el cronista árabe y el obispo Don
Jerónimo. Sale de Burgos con sesenta pendones y en Cuarte alínea ya
3970, su mayor hueste, pero tiene enfrente 1 5 .000 jinetes de Abú-Béker.
No es una fantasía, está en la crónica de un enemigo suyo Ben Alcama:
"Rodrigo - maldígalo Dios - vio sus banderas favorecidas por la victoria
y con escaso número de guerreros aniquiló ejércitos numerosos."
Perfeccionó su táctica adaptándola sucesivamente a la situación y
el enemigo, de tal modo que se aprecian en el tres tipos de batallas : Llantada
y Golpejara frente a los leoneses; Almenara y la del Pinar de Tébar contra
los catalanes ; Cuarte y Bairén con los árabes. Sus campañas abarcaron todas
las modalidades de su tiempo. Y el general Aranda afirmaba que su táctica
revela un precursor de los grandes capitanes.
Como campeón en lid individual, caballeresca, ganó el perenne título
de Campeador. Como Caudillo, se hacía leer las historias hazañosas de
304
los moros y mejoró la táctica enemiga al usarla contra ellos. Solo así pudo
vencer a las tropas de Yúsuf contra las que nada pudieron Alfonso y
Alvar Fáñez.

JosÉ MARÍA G ARATE CóRDOBA

José M aría Garate Córdoba. A u tor de "Gramática Espanhola".

LA C E LESTI NA
1

MELIBEA Pues que así es, gran pena tendrás por la edad que per­
diste. ¿Querrías volver a la primera?

CELESTINA - Loco es, señora, el caminante que, enojado del trabajo


del día, quisiese volver de comienzo la jornada para
tornar otra vez aquel Jugar. Que todas aquellas cosas
cuya posesión no es agradable, más vale poseerlas que
esperarlas. Porque más cerca está el fin de ellas cuanto
más andado del comienzo. No hay cosa más dulce ni
graciosa al muy cansado que el mesón . Así que, aunque
la mocedad sea alegre, el verdadero viejo no la desea.
Porque el que de razón y seso carece, casi otra cosa no
ama sino lo que perdió.

MELIBEA Siquiera por vivir más, es bueno desear lo que digo.

CELESTINA Tan presto, señora, se va el cordero como el carnero.


Ninguno es tan viejo que no pueda vivir un año ni tan
mozo que hoy no pudiese morir. Así, que en esto, poca
ventaja nos l leváis.

MELIBEA - Espantada me tienes con lo que has hablado. I ndicio me


dan tus razones que te haya visto en otro tiempo. Dime,
madre : ¿eres tú, Celestina, la que solía morar a las tene­
rías, cabe el río?
CELESTINA Hasta que Dios quiera.

MELIBEA Vieja te has parado. Bien dicen que los días no se van
en balde. Así goce de mí, no te conociera sino por esa
305
señaleja de l a cara. Figúraseme que eras hermosa. Otra
pareces ; muy mudada estás.

CELESTINA - Señora : ten tú el tiempo que no ande, tendré yo mi forma


que no se mude. ¿No has leído que dicen : vendrá el
día que en el espejo no te conozcas? Pero también yo
encanecí temprano y parezco de doble edad.

MELIBEA - Celestina amiga: yo he holgado mucho en verte y cono-


certe. También hazme dado placer con tus razones. Toma
tu dinero y vete con Dios.

FERNANDO DE ROJAS

Fernando de Rojas ( M adrid, 1 465 ( ? ) - Talavera, 1 54 1 ) . Probable autor de


LA CELESTI NA, obra teatral de mayor i m portancia de ntro de l a l iteratura medieval
española.

3. EJERCICIOS

Ejercicio 102 - Subrayar las palabras de grafía incorreta:

escribía - cavallo - b razo - c l asse - estudi ávamos - plazas - bebía


- palavra - i bas - l e n guaje - gitano - personage - injenio - estran­
jería - esquisito.

306
AP É N DIC E PRIM E RO

Palabras que, en Portugués, tienen acento tónico distinto del Español.


r

ESPAÑOL PORTUGU:f:S ESPAÑOL \ PORTUGU f: S

ábside abside ou ábside bigamia bigamia


'
abulia abulia burocracia burocracia
academia academia burócrata burocrata
acedía acédia cábala cabala
acrobacia acrobacia cábi la cabila ou cabilda
acrobata ou cadí cádi
acróbata
acróbata caquexia caquexia
aeroterapia aeroterapia carámbano carambano
albúmina albumina catalepsia catalepsia
alcohol álcool cefalalgia cefalalgia
áloe, áloes aloés celotipia zelotipia
alopecia alopecia cenestesia cenestesia
alquimia alquimia centígramo centigrama
amalgama amálgama cerebro cérebro
amén dmen ou amém cíclope cíclope
analgesia analgesia cóndor condor
anatema anátema corteza córtice
anécdota anedota crisantemo crisdntemo
antinomia antinomia cuadrumano quadrúmano
antitipo antítipo cuatorviro q uatuórviro
ántrax antraz dactiloscopia dactiloscopia
ariete aríete daguerrotipo daguerreótipo
aristócrata aristocrata decenviro decénviro
árnica arnica demagogia demagogia
asfixia asfixia democracia democracia
astenia astenia demócrata democrata
atmósfera atmosfera demofilia demofilia
atrofia atrofia dermatoterapia dermatoterapia
augur áugure desnivel desnível
aureola auréola diatermia diatermia
autocracia autocracia difteria difteria
barbarie barbaria diócesis diocese

308
ESPAÑOL PORTUGUÉS ESPAÑOL PORTUGUÉS

diplomacia diplomacia geodesia geodesia


disfasia disfasia gramófono gramofone
dislalia dialalia helioterapia helioterapia
dispar díspar hemorragia hemorragia
dispepsia dispepsia héroe herói
dramaturgia dramaturgia heterodoxia heterodoxia
duunviro duúnviro hieroscopia hieroscopia
eclampsia ou hiperclorhidria hipercloridria
eclampsia
eclampse hiperestesia hiperestesia
edén éden hipertrofia hipertrofia
electroimán electroíman hipoclorhidria hipocloridria
electrón eléctron ou hipocondría hipocondría
electriio hipóstilo hipos tilo
electrotecnia electrotecnia homilía homília
electroterapia electroterapia icono ícone
electrotipia electrotipia idiosincrasia idiossincrasia
elogio elogio imbécil imbecil
embolia embolia impar ímpar
embriogenia embriogenia impío ímpio
endemia endemia ion íon
endósmosis endosmose límite limite
epidemia epidemia linotipo linótipo
epilepsia epilepsia liturgia liturgia
estereotipia estereotipia magia magia
esternóh es terno mediocre medíocre
euforia euforia médula o medula medula
euritmia euritmia magalito megálito
exégese exegese mesocracia mesocracia
exégeta exegeta metalurgia metalurgia
exósmosis exosmose mete mpsícosis metempsicose ou
filántropo filan tropo metempsicosis
fisiocracia fisiocracia micrófono microfone
fisioterapia fisioterapia mildeu mí!dio
fototerapia fototerapia miope míope
fototipia fototipia misántropo misantropo
galvanoplastia galvanoplastia mnemotecnia mnemotecnia
galvanoterapia galvanoterapia monogamia monogamia
galvanotipia galvanotipia monolito monólito
gasógeno gasogenio monomaquia monomaquia
gaucho gaúcho monoplegia monoplegia
309
ESPAÑOL PORTUGUÉS ESPAÑOL PORTUGUÉS

naumaquia naumaquia púdico pudico


neón néon quiromancia quiromancia
neuralgia neuralgia radiófono radiofone
neurastenia neurastenia radioscopia radioscopia
nivel nível radioterapia radioterapia
nostalgia nostalgia régimen re gime
océano oceano rept1l réptil
omega omega reverbero revérbero
orión órion ou oriao ricino rícino
orogenia orogenia rúbrica rubrica
ortodoxia ortodoxia salmodia salmodia
ortopedia ortopedia sarampión sarampo
ósmosis osmose siderurgia siderurgia
oxígeno oxigénio síntoma síntoma
pantano pantano taquicardia taquicardia
paráclito paracleto tártago tartago
parálisis paralisia tauromaquia taur01haquia
parasceve parásceve taxidermia taxidermia
parásito parasita teléfono telefone
pelícano pelicano teocracia teocracia
pelicano termoscopia termoscopia
periferia periferia teurgia teurgia
periplo périplo textil téxtil
peritoneo peritonio ou tortícolis torcícolo
peritoneu traína traína
píloro píloro tráquea traquéia
pirotecnia pirotecnia traquicardia traquicardia
plutocracia plutocracia trilito trílito
plutócrata plutocrata triunviro triúnviro
pneumoterapia pneumoterapia tulipán tulipa
policía polícia tuétano tutan o
poligamia poligamia uremia uremia
présbita presbita uteroscopia uteroscopia
presbicia presbicia vértigo vertigem
proclisis próclise xenofobia xenofobia
profilaxia profilaxia xilófono xilofone
proyectil projétil zoogenia zoogenia
próstilo prostilo zoolito zoólito
prototipo protótipo zootecnia zootecnia
310
APÉN DICE SEGU NDO

Palabras que, en español, tienen género distinto del portugués.

A) Son masculinos en español y femeninos en portugués :

el ábside a ábside ou abside


el alcanfor a canfora
el almacenaje a armazenagem
el árbol a árvore
el arquitrabe a arquitrave
el arte, la arte a arte
el áspid a áspide
el bagaje a bagagem
el cabotaje a cabotagem
el camionaje a camionagem
el tartílago a cartilagem
el cartonaje a cartonagem
el carretaje a carretagem
el carruaje a carruagem
el centinela a sentinel a
el chantaje a chantagem
el cólera a cólera ( doen<;a)
el cólico a cólica
el color a cor
el concordato a concordata
el coraje a coragem
el corcho a corti<;a
el correaje a correagem
el corretaje a corretagem
el cutis a cútis
el desgaire a desgaira
el desorden a desordem
el dolor a dor
el epígrafe a epígrafe
el equipaje a equipagem
el equipo a equipe
el espionaje a espionagem
el estante a estante
el estiaje a estiagem
31 1
el follaje a folhagem
el forraje a forragem
el fraude a fraude
el frente a frente
el garaje a garagem
el guante a !uva
el hollín a fuligem
el homenaje a homenagem
el hospedaje a hospedagem
el kilometraje a quilometragem
el lavaje a lavagem
el lenguaje a linguagem
el linaje a linagem
los maitines as matinas
el mareaje a mareagem
el margen, la margen a margem
el masaje a ma�agem
el matalotaje a matalotagem
el menaje a menagem
el mensage a mensagem
el miraje a miragem
el montaje a montagem
el muelle a mola
el neuma, la neuma a neuma (gesto)
el omóplato a omoplata
el orden a ordem
el origen a origem
el paisaje a paisagem
el pantalón a cal�a
el paraje a paragem (lugar)
el párpado a pálpebra
el pasaje a passagem
el patinaje a patinagem
el pelaje a pelagem
el pétalo a pétala
el pillaje a pilhagem
el plumaje a plumagem
el porcentaje a percentagem
el puente a ponte
el pupilaje a pupilagem
el ramaje a ramagem
el retrete a retrete
el reuma, la reuma a reuma
3 12
el rodaje a rodagem
el ropaje a roupagem
el sabotaje a sabotagem
el síncope a síncope
el tatuaje a tatuagem
el testigo, la testigo a testemunha
el tilo a tília
el tiraje a tiragem
el tiroides a tiróide
el tonelaje a tonelagem
el torrente a torrente
el tranvía a tranvía
el tulipán a tulipa
el vals a valsa
el vasallaje a vassalagem
el vendaje a vendagem
el vértigo a vertigem
el viaje a viagem
el voltaje a voltagem

B ) Son femeninos en español y masculinos en portugués :

la alarma o alarme
la amalgama o amálgama
la baraja o baralho
la cárcel o cárcere
la coz o coice
la corteza o córtex
la costumbre o costume
la crema o creme
la cumbre o cume
la chambra o chambre
la chinche o chinche
la d iabetes o diabete, a diabetes
la diadema o diadema
la dínamo o dínamo
la dote, el dote o dote
la epifonema o epifonema
la epítema o epítema
la estambre, el estambre o estame
la hiel o fel
la labor o labor
la leche o leite
313
la legumbre o legume
la lumbre o lume
la mar, el mar o mar
la miel o mel
la moral o moral (estado psicológico)
la nada o nada
la nariz o nariz
la óniz u omce o ónix
la pagoda o pagode
la paradoja o paradoxo
la pelvis o pélvis
la pesadilla o pesadelo
la pez o piche
la portapaz, el portapaz o porta-paz
la protesta o protesto
la radio o rádio
la sal o sal
la sangre o sangue
la señal o sinal
la sílice o sílex ou sílice
la tilde, el tilde o til
la tiza o giz

APÉNDICE TERCERO

PARTICIPIO PASIVO

Son irregulares los participios pasivos que no son terminados en ADO


o IDO, como los siguientes :

Abrir abierto Contraponer contrapuesto


Absolver absuelto Cubrir cubierto
Componer compuesto Decir dicho
Contradecir contradicho Deponer depuesto
Contrahacer contrahecho Descomponer descompuesto
314
Describir descrito Posponer pospuesto
Descubrir descubierto Predecir predicho
Desenvolver desenvuelto Presuponer presupuesto
Deshacer deshecho Prever previsto
Devolver devuelto Proponer propuesto
Disolver disuelto Proscribir proscrito
Disponer dispuesto Rehacer rehecho
Encubrir encubierto Reponer repuesto
Envolver envuelto Resolver resuelto
Escribir escrito Rever revisto
Exponer expuesto Revolver revuelto
Hacer hecho Satisfacer satisfecho
Imponer impuesto Sobreponer sobrepuesto
Inscribir inscrito Subscribir subscrito
Interponer interpuesto Suponer supuesto
Morir muerto Transponer transpuesto
Oponer l opuesto Ver visto
Poner puesto Volver vuelto

Hay algunos verbos que tienen dos participios pasivos, un regular y


otro irregular, como los siguientes :

Absorber absorbido absorto


Abstraer abstraído abstracto
Aceptar aceptado acepto
Afectar afectado afecto
Afligir afligido aflicto
Ahitar ahitado a hito
Atender atendido atento
Bendecir bendecido bendito
Caducar caducado caduco
Calmar calmado calmo
Circuncidar c i rcuncidado circunciso
Cocer cocido cocho
Compeler compelido compulso
Colmar colmado colmo
Completar completado completo
Comprender comprendido comprenso
Comprimir comprimido compreso
Concluir concluído concluso
Concretar concretado concreto

3 15
Confesar confesado confeso
Confundir confundido confuso
Consumir . consumido consunto
Continuar continuado continuo
Contraer contraído contracto
Contundir contundido contuso
Convence r convencido convicto
Convertir convertido converso
Corrigir corregido correcto
Corromper corrompido corrupto
Descalzar descalzado descalzo
Desnudar desnudado desnudo
Despertar despertado despierto
Difundir difundido difuso
Disertar disertado diserto
Dividir dividido diviso
Elegir elegido electo
Enjugar enjugado enjuto
Exceptuar exceptuado excepto
Excluir excluido excluso
Eximir eximido exento
Expeler expelido expulso
Expresar expresado expreso
Expulsar expulsado expulso
Extender extendido extenso
Extinguir extinguido extinto
Faltar faltado falto
Fijar fij ado fijo
Freir freído frito
Hartar hartado harto
Incluir incluido incluso
Incurrir incurrido incurso
Infundir infundido infuso
Ingerir ingerido ingerto
Insertar insertado inserto
Invertir invertido inverso
Juntar juntado junto
Libertar libertado liberto
Limpiar limpiado limpio
Llenar llenado lleno
Madurar madurado maduro
Maldecir maldecido maldito
316
Manifestar manifestado manifiesto
Marchitar marchitado marchito
Molestar molestado molesto
Mondar mondado mondo
Manumitir manumitido manumiso
Nacer nacido nato
Ocultar ocultado oculto
Omitir omitido omiso
Oprimir oprimido opreso
Pasar pasado paso
Pervertir pervertido perverso
Podrir podrido pocho
Poseer poseído poseso
Precisar precisado preciso
Prender prendido preso
Presumir presumidó presunto
Propender propendido propenso
Proveer proveído provisto
Rasar rasado raso
Recluir recluido recluso
Reflejar · reflejado reflexo
Remitir remitido remiso
R izar rizado rizo
Romper ro mpido roto
Salpresar sa\presado salpreso
Salvar salvado salvo
Sanar sanado sano
Secar secado seco
Sepelir (anticuado) sepelido (anticuado) sepulto
Situar situado sito
Saltar soltado suelto
Someter sometido sumiso
Sospechar sospechado sospecho
Sujetar sujetado sujeto
Suprimir suprimido supreso
Suspender suspendido suspenso
Sustituir sustituido sustituto
Tender tendido tenso
Teñir teñido tinto
Torcer torcido tuerto
Truncar truncado trunco

317
.. , - ... . ;
... . - ·

, . APÉNDICE C U ARTO
<...
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.. · .
. .... :· ...:. �: .
.

Palabras más corrientes que la Real Academia Española acepta con


distintas grafías.
Aunque las dos formas sean correctas, la Academia prefiere la acepción
mencionada en primer lugar, por ser la más empleada actualmente.

Abarca albarca anchoa anchova


abotagarse abotargarse anejo anexo
abovedar bovedar anenome anémona o ane-
acepillar cepillar mona
acera hacera anseático hanseático
achicoria chicoria Anticristo Antecristo
aclarar el arar anticuar antiguar
adiestrar adestrar anublar nublar
adormitarse adormilarse anudar añudar
aguj erear agujerar aovar ovar
¡ agur! ¡ abur! apalear palear
ajabeba j abeba o jabega apócope apócopa
alfar alfahar apoteósico apoteótico
alfarjía alfajía aprisa a prisa o apriesa
algecireño aljecireño archivolta arquivolta
alhelí alelí aréola areola
aljebana aljebena armario almario
almocárabe almocarbe armonía harmonía
almogavería almogavaría arpa harpa
áloe aloe arpía harpía
alrededor rededor. arpillera harpillera
altramuz atramuz arrabalero rabalero
alveolo alvéolo arramblar arramplar
ambrosía ambrosía ¡ arre! ¡ harre!
amedrentar amedrantar arrear harrear
amojonar mojonar arremangar remangar
-

amonedar monedar o mone- arriero harriero


dea.r arúspice aurúspice
amoniaco amoníaco arveja alverja
amueblar amoblar asaetear saetear
anaranjado naranjado asalariar salariar

318
asemejarse semejarse bondadoso bondoso
áspid áspide boniato buniato, moniato
atarjea atajea o atajía buhardilla bohardilla,
atenacear atenazar boardilla o
atmósfera atmosfera buardilla
atrancar trancar burujo borujo
aupar upar
aureola auréola
aurífero aurígero e
ázimo ácimo
azor aztor cabriolar cabriolear
cachupín gachupín
calafatear calafetear
B calur.oso caloroso
canciller chanciller
badila badil cantiga · '
cántiga
balandro balandra cantilena . cantinela
bálano balano canuto cañuto
balaustre balaústre capitel chapitel
baldaquín baldaquino cardiaco cardíaco ( ! )
baldonar baldonear casi cuasi
bambolear bambalear cau dimano caudímano
baptisterio bautisterio cebra zebra
barahúnda baraúnda o cedilla zedilla
vorahúnda celtíbero celtibero
barboquejo barbuquejo cenit zenit
bargueño vargueño centellear centellar
barnizar embarnizar centolla centollo
batahola bataola o t abaola cercén cercen
batiborrillo o batiburrillo cerner cernir
baturrillo césped céspede
beréber berebere cíclope cíclope
besuquear besucar cimborrio cimborio
bezoar bezaar o bezar cimbrar cimbrear
bimano bímano cinc zinc
bípedo bípede cingiberáceo zingiberáceo
bisbisar bisbisear circunscrito circunscripto
biselar abiselar cloquear clocar
bisílabo disílabo coadjutor coadyutor
bisnieto biznieto cóccix COXlS
bohío buhío cochitril cuchitril

(1) Y todas las otras terminadas e n JACO pueden i r acentuadas o n o indistintamente.

319
cogulla cugulla decimotercia decimatercia
cohombro cogombro decimotercio decimotercero
compasar acompasar de.crecer descrecer
complejidad complexidad deformar desformar
conclave cónclave de prisa deprisa
confesonario confesionario descalabrar escalabrar
conterráneo coterráneo descolorar decolorar
contornear contornar descrito descripto
contraalmirante contralmirante desflecar desflocar
convergir converger despabilar espabilar
coque cok desplacer displacer
cordezuela cuerdezuela dieci nueve diez y nueve
correveidile correvedile dieciocheno deciocheno
cotidiano cuotidiano dieciocho diez y ocho
croar groar dieciséis diez y seis
cuadriento cuatrienio diecisiete diez y siete
cuadrumano cuadrúmano difamar disfamar
cuáquero cuákero dinamo dínamo
cuarteto cuarteta dintel lintel
cuatrimestre cuadrimestre diócesis diócesi
cúpula cópula disconformidad desconformidad
disección disecación
disminuir diminuir
CH 1 doctrinar adoctrinar
durmiente dormiente
champaña champán 1 duunviro duunvir
chapear chapar
chapurrar chapurrear
charolar acharolar 1 E
¡ chis ! ¡ chist!

1
chistar chitar égida egida
chófer chofer elixir elíxir
enamoricarse enamoriscarse
enclocar encoclar
D 1 endósmosis
engatusar
endosmosis
encatusar
decenviro decenvir engrosar engruesar
decimoctava decimaoctava enhorabuena norabuena
decimocuarta decimacuarta enjaezar jaezar
decimonona decimanona enranciarse arranciarse
decimoquinta decimaquinta en seguida enseguida
decimosexta decimasexta entremeter
\
entrometer
decimotercera decimatercera eructo eruto
320
escalofrío calofrío garrocha garlocha
escombrar desescombrar gibraltareño jibraltareño
escotar descotar gigote jigote
esfumar difumar gladíolo gladiolo, gradíolo
esfuminar difuminar o gradiolo
esfumino difumino Gloria Patri Gloriapatri
esparadrapo espadrapo gnomo nomo ( 1 )
especiería especería golosinear golosinar
estereotipia estereotipa gongo gong
etíope etiope gordiflón gordinflón
excoriar escoriar grafila gráfila
excrecencia escrescencia grandullón grandillón
graznar gaznar
grietarse grietearse
F gritería griterío
groelandés groenlandés
facsímil facsímile guadarnés guarnés
faltriquera faldriquera guantada guantazo
fanega hanega
femineidad feminidad
festonear festonar H
fideicomiso fidecomiso
fisonomía fisionomía harén harem
forcejar forcejear heguemonía hegemonía
fosco hosco hégira héjira
fosforecer fosforescer heliotropo heliotropio
frac fraque hender hendir
fragancia fragrancia hendidura hendedura
fragante fragrante herbajar herbajear
fraile fray hermafrodita hermafrodito
franjar franjear hetera hetaira
furúnculo forúnculo hético héctico o ético
fútbol futbol hetiquez etiquez
hexagonal sexagonal
hidromel hidromiel
G h iedra yedra
hierba yerba
galopar galopear hi�tesis hipótesi
gangrena cangrena hisopear hisopar
gangrenarse cangrenarse hogaño ogaño
garrar garrear hojaldre hojalde

(1) Y todas las otras empezadas por GN que pueden dispensar la G inicial.
32 1
holgorio jolgorio 1 K
húesped húespede
humareda humarada 1 kappa cappa
kiliárea quiliárea
kilo quilo
1 1 kilogramo quilogramo

ibero íbero 1 kilolitro


kilómetro
kirie
quilolitro
quilómetro
quirie
icnografía ignografía
ictericia tiricia
impúbero i mpuber
incontinenti incontinente
1 L

infeliz infelice ( poet. ) langostino langostín


inficionar infeccionar latinar latinear
injerencia ingerencia latrocinio ladrocinio
injeridura ingeridura lauréola laureola
injerir ingerir legaña lagaña
lenteja lanteja
inmoble inmóvil
lentejuela lantejuela
inmutable inmudable
lezna lesna
innocuo inocuo lintel lindel
insignia insinia ( ant. ) lodazal lodazar
insubstancial insustancial longísimo longuísimo
intercolumnio intercolunio lubricación lubrificación
intransmisible intrasmisible lubricar lubrificar
intrincar intricar
investir envestir

1
irreducible irreductible M

macadán macadam
mahonesa mayonesa
J 1 majestuoso majestoso
mama mamá
jaca haca
manganesa manganesia
jaharrar j (lrrar mantención
manutención
jenabe jenable o ajenabe manzanar m anzana!
jengibre ajengibre maravedís maravedises o
jenízaro genízaro maravedíes
jerbo gerbo mare mágnum maremagno
jiennense giennense marginar margenar
jindama gindama martillar martillear
j ineta gineta maullar mayar o maular
322
mausoleo mauseolo ¡ olé! ¡ ole!
medieval medioval óleo olio
medievo medioevo olimpiada olimpíada
medula médula ológrafo hológrafo
mejunge menjunje o men- omóplato omoplato
jurje ondoso undoso
meñique menique ondular undular
metamorfosis metaforsi orgía orgia
meteoro metéoro ósmosis osmosis
mezcolanza mescolanza overo hovero
mildiu mildeu oxear osear
mimbre bimbre ¡ ox ! ¡ oxe !
mínimo mínimum
minorar aminorar
mixto misto p
mnemotecnia nemotecnia ( 1 )
moblaj e mueblaje pabilo pábilo
mogol mongol palangana palancana
monacillo monaguillo palitroque palitoque
mordiscar morquisquear paniaguado paniguado
moscardón moscarrón panoj a panocha
mozárabe muzárabe pantuflo pantufla
muaré moaré o mué papá papa
murmullo murmurio paquebote paquebot
paráclito paracleto
parásito parasito
N paronomasia paranomasia
parvedad parvidad
nacarado anacarado ¡ pche! ¡ pchs!
neocelandés neozelandés pecíolo peciolo
nervosidad nerviosidad pedíatra pediatra
nubloso nuboso pelícano pelicano
nutria nutra pentágrama pentagrama
parendengue pelendegue
perenne pe rene
o perífrasis perífrasi
período periodo
obscuro oscuro pespuntar pespuntear
odómetro hodómetro pezuña pesuña
oeste ueste piriforme periforme
ojaranzo hojaranzo platanar platanal

(1) Y todas las otras que empiecen por MN pueden perder l a M inicial.

323
pléyades pléyadas reembolsar rembolsar
plombagina plumbagina reembolso rembolso
pluviómetro pluvímetro reemplazar remplazar
polígloto-a poligoto-a remangar arremangar
pollastro pollastre rendija rehendija
polvoriento pulverulento reprender reprehender
pomarada pumarada reprensión reprehensión
posdata postdata resplandor resplendor ( ant. )
postmeridiano posmerediano reúma reuma
présbita présbite riguroso rigoroso
presidiario presidario róbalo robalo
prisa priesa rodear arrodear
prócer procero-a o rosalera rosaleda
prócero-a
proscrito proscripto
psiquíatra-o siquíatra-o 1 S
psiquiatra siquiatra ( 1 )
púber púbero sabihondo sabiondo
pudrir podrir salidizo saledizo
puertorriqueño portorriqueño salivaro salivajo
pulverización polvorización salpullir sarpullir
pusilánime pusilánimo saltabanco saltimbanco o
saltimbanqui
salvaguardia salvaguarda
Q 1 salvamento salvamiento
sánscrito sanscrito
saxofón saxófano
quejigal quejigar selvoso silvoso
querubín querube o querub seísmo sismo
quiosco kiosco septena setena
quiromancia quiromancía (2) septenario setenario
quizá quizás septiembre setiembre
séptimo sétimo
serrar aserrar
R 1 serrín aserrín
seudo pseudo
raíl raíl silabear silabar
rasguño rascuño �ilvicultura selvicultura
rastrojo restrojo síncopa síncope

(1) Todas las palabras que empiecen por PS pueden ser escritas sin la P inicial.
(2) Y todas las palabras compuestas acabadas en MANCIA, que indistintamente
pueden ser acentuadas o no en la I .

324
siquier siqueira transbordar trasbordar
sobreexcitar sobrexcitar transcribir trascribir
sobrentender sobreentender o transcripción trascripción
subentender transcripto trascripto
sobresdrújulo sobreesdrújulo transcrito trascrito
sobrexceder sobreexceder transcurrir trascurrir
socaliña sacaliña transcurso trascurso
somnámbulo sonámbulo transferencia trasferencia
sondar sondear transferible trasferible
sonrojar sonrojear transferir trasferir
sonrosar sonrosear transfiguración trasfiguración
sotaventarse sotaventearse transfigurar trasfigurar
subscribir suscribir transfijo trasfijo
subscripción suscripción transfixión trasfixión
subscriptor subscritor, suscri- transformar trasformar
tor o suscriptor transfregar trasfregar
subscrito subscripto, sus- tránsfuga trásfuga
cripto o suscrito tránsfugo trásfugo
substancia sustancia transfundir trasfundir
substanciar sustanciar transfusión trasfusión
substantivo sustantivo transfusor trasfusor
substituir sustituir transgredir trasgredir
substituto sustituto transgresión trasgresión
substracción sustracción translúcido traslúcido
substraer sustraer transmarino trasmarino
subversión suversión transmigración trasmigración
subversivo suversivo transmigrar trasmigrar
subvertir suvertir ( ant. ) transmisible trasmisible
sudeste sureste transmisión trasmisión
sudoeste suroeste transmitir trasmitir
suministrar subministrar transmontano trasmontano
transmontar trasmontar o
tramontar
T transmudación trasmudación
transmudamiento trasmudamiento
taracea ataracea transmudar trasmudar
taracear ataracear transmutar trasmutar
tétanos tétano transmutable trasmutable
tintinar tintinear transmutativo trasmutativo
tortícolis tortícolis transmutatorio trasmutatorio
transalpino trasalpino transparencia trasparencia
transandino trasandino· transparentarse trasparentarse
transatlántico · trasatlántico transparente ti'asparente
325
transpirable traspirable 1 V
transpiración traspiración
transpirar traspirar vagabundo vagamundo
transpirenaico traspirenaico vahear vahar
transponer trasponer vallísoletano valísoletano
transportación trasportación vapular vapulear
transportador trasportador varice várice o variz
transportamiento trasportamiento ventisca ventisco
transportar trasportar ventiscar ventisquear
transporte trasporte verderón verderol o verdón
transposición trasposición verosímil verisímil
transpositivo traspositivo violoncelo violonchelo
transvasar trasvasar vitorear victorear
transverberación trasverberación vivaque vivac
transversal trasversal 1 voltereta volteleta
transverso trasverso
trascendental transcendental
trascendente transcendente
trascender transcender 1 y
traslación translación
traslaticio translaticio yacente yaciente
traslativo translativo yámbíco jámbico
tresdoblar trasdoblar yero hiero
triglifo tríglifo

u z

ubicuidad ubiquidad zafiro zafir


¡ uf! ¡ huf! zahína sahína
untuoso untoso zambullir zabullír
urraca hurraca zar czar
usufrutuar usufructuar zarina czarina
usurear usurar zeda ceda, zeta .o ceta
utopía utopía zeugma ceugma o zeuma

326
APÉNDICE QUINTO

VERBOS IRREGULARES Y DEFECTIVOS


Según la Real Academia Española

Verbos monosilábicos

Clases
Dar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I.P.
Ir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I.P.
Ser l. P.
Ver . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I.P.

Verbos de dos o más sílabas

Terminaciones Clases

ABER . . . . . . { Haber
Caber
l. P .
l. P .

(
Saber, resaber . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l. P .

Hacer, contrahacer, deshacer, rehacer . . . . . . . . . I.P.


Nacer, renacer; Pacer, repacer . . . . . . . . . . . . . . 3?
ACffi Placer, aplacer, complacer, desplacer o displacer D.
Rarefacer ; Satisfacer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l. P.

(
Yacer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I.P.

Caer, decaer, recaer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l. P.


Raer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . D.
AER Traer, abstraer, atraer, contraer, desatraer, detraer,
distraer, extraer, retraer, retrotraer, substraer o
sustraer I.P.

AIR . . . . . . . . Embaír D.
ALER . . . . . . . Valer, equivaler, prevaler . . . . . ..... ... . ..... 12?

.
ALIR . . . . . . . Salir, resalir, sobresalir . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 1 2?
ANDAR . . . . . Andar, desandar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l. P.
ANIR . . . . . . . Manir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ....... . . . . . . . D.
ANTIR Garantir . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . .. . . . . ..... D.
AÑER . . . . . Tañer, atañer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .... 5?
327
Terminaciones Clases
AÑIR . . . . . . . Todos 5�
APIR . . . . . . . Usucapir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ......... D.
ASIR . . . . . . . . Asir, desasir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ......... l. P.

{
EBIR . . . . . . . Concebir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ......... 6�
Quebrar, aliquebrar, perniquebrar, requebrar,
ERBAR . . . .
resquebrar ( los demás son regulares) ........ 1�

ECER Todos, salvo mecer y remecer que son regulares . 3�

ECIR . . . . . . { Arrecir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Decir, antedecir, bendecir, contradecir, desdecir,
entredecir, interdecir, maldecir, predecir . . . . . . .
D.

l. P.

EDER . . . . . . . Heder (los demás son regulares) . . . . . . . . . . . . 1 1:1


EDIR . . . . . . . Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6�
EDRAR . . . . . Empedrar, desempedrar (los demás son regulares ) . 1�

Cegar, estregar ( también son conjugados como


regulares ) , restregar; Fregar, refregar, transfregar;
Negar, abnegar, denegar, derrenegar, desnegar,
EGAR . . . . . .
renegar; Plegar, desplegar, replegar; Regar, sor­
regar; Segar, resegar; Sosegar, desasocegar;
Trasegar (los demás son regulares ) ... . .. · ... . 1�

EGIR . . . . . . . Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6�
EGUIR . . . . . . Seguir, conseguir, perseguir, proseguir, subseguir. 6�

{
EIR ........ Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7�
Helar, deshelar ; Melar, desmelar, enmelar ( los
ELAR . . . . . .
demás son regulares) . . . . . . . . . . . . . ·. . . .
. . . . . 1�

ELLER . . . . . . Empeller . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ........... 5�

{
EMBLAR Temblar, retemblar . . . . . . . . . . . . .......... . 1�
Desmembrar; Sembrar, resembrar, sobresembrar
EMBRAR . . .
(Machihembrar es regular) . . . . . . ........... 1 :¡1

EMIR . . . . . . . Gemir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6�

{
ENCHIR . . . . . Henchir, rehenchir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6:¡1

Arrendar, desarrendar, subarrendar; Encomendar;


ENDAR . . . . . Enmendar; Hacendar; Merendar; Recomendar;
. Remendar (los demás son regulares) . . . . . . . . 1 :¡1
328
Terminaciones Clases

Ascender, ( descender; Condescender; Defender;


Encender; Hender; Tender, atender, coextender,
contender, desatender, desenteder, entender, exten­
ENDER . . . . .
der, sobreentender o sobrentender, subentender o
subtender; Transcender o trascender ( los demás
son regulares ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1�

ENDIR . . . . . . Rendir 6�
ENDRAR Deslendrar ( los demás son regulares) . . . . . . · . . . ·�

ENER . . . . . .
{ Tener, abstener, atenerse, contener, detener,
entretener, mantener, obtener, retener, sostener. l. P.

ENGAR . . . . . Derrengar ('los demás son regulares ) 1�

Venir, avenir, contravenir, convenir, desavenir,

ENIR . { desconvenir o d isconvenir, intervenir, prevenir,


provenir, reconvenir, revenir, sobrevenir o super-
venir, subvenir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . - I.P.

·�

Acrecentar; Alentar, desalentar; Apacentar; Calen­


tar, recalentar; Cimentar; Decentar; Dentar, des­
dentar, endentar; Emparentar; Encentar; Ensan­
grentar; Escarmentar; Mentar; Recentar; Regimen­
ENTAR . . . . . tar; Salpimentar; Sarmentar; Sementar ; Sentar,
asentar, desasentar; Tentar, atentar (en el sentido
de "cometer atentado" es regular ) , desatentar,
retentar; Ventar, aventar, desaventar, desventar,
reavf!ntar, reventar (los demás son regulares ) . ·�

{
ENTIR Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8�
Comenzar; Enlenzar; Jimenzar ( los demás son
ENZAR . . . ..

regulares ) . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ·�

{
E�IR . . . . . . . Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Herbar, desherbar (los demás y los terminados
EBRAR . . . . .
en ERVAR son regulares ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1�
329
Terminaciones Clases
ERDER . . . . . Perder 1�
ERER . . . . . . . Querer, bienquerer, malquerer . . . . . . . . . . . . . . . l. P.

{
ERGUIR . . . . Erguir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . l. P.
Todos (salvo el defectivo aterirse) . . . . . . . . . . 81:1
ERIR . . . . . . .
Aterirse . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D.

ERNAR . . . . . { Apernar, despernar, entrepernar; Gobernar, des­


gobernar; lnfernar; Invernar, desinvernar (los
demás son regulares) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1?

ERNER Cerner 1�

ERNIR . . . . . { Concernir
Discernir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Emperdenir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
D.
p
D.

A ferrar (ha sido empleado ya como irregular ya


como regular ) , desaferrar; A terrar ( en la acepción
de "echar por tierra" es regular) ; Cerrar, encerrar,
ERRAR . . . . desencerrar; Desterrar, enterrar, desenterrar;
Errar; Ferrar, desferrar; Herrar, desherrar, re­
herrar; Serrar, aserrar; Soterrar; Desbecerrar es
regular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1�

ERRIR Aguerrir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D

ERTAR . . . . . { Acertar, desacertar; Concertar, desconcertar; Des­


pertar o dispertar ( los demás son regulares ) . . 1?

ERTER . . . . . Verter, reverter, sobreverterse, trasverter . . . . . . 1�


ERTIR . . . . . . Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8?

ERVIR . . . . . { Hervir, rehervir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Servir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
8�
61;1

{
Confesar; Travesar, atravesar, desatravesar (los
ESAR . . . . . .
demás son regulares ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1?

. .{
A testar ( en la acepción de "atestiguar" es re­
ESTAR . gular) ; Enhestar o inhestar; Manifestar; Estar
(los demás son regulares) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1;1
330
Terminaciones Clases
ESTIR . . . . . . Todos 6?

{
ESTRAR . . . . Adestrar ( los demás son regulares) . . . . . . . . . . 1?
ETAR . . . . . . Apretar, desapretar, respretar (los demás son
regulares ) ............... . . . . . . . . . . . . .. .

{
ETIR Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
EVAR . . . . . .
Nevar, desnevar ( Jos demás y los terminados en
EBAR son regulares ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1:1

EVER { Los compuestos de VER : antever, entrever, prever


y rever. A treverse y los terminados en EBER son
regulares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . J. P.

EZAR . . . . . . { Despezar; Empezar; Tropezar ( Jos demás son


regulares) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. IÑIR . . . . . . . . Todos
IRIR . . . . . . . . Todos
Probar, aprobar, comprobar, desaprobar, impro-
{
OBAR
bar, reprobar ( Jos demás son regulares) . . . . . .

{ Moblar, amoblar, desamoblar; Poblar, despoblar,

{
OBLAR ....
repoblar ( Jos demás son regulares ) . . . . . . . . . . 21:1

Clocar, aclocar, enclocar; Desflocar; Trocar,


OCAR destrocar, trastrocar (Jos demás son regulares ) .
Derrocar conjúgase también como irregular.

OCER . . . . . . { Cocer, escocer, recocer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Conocer, desconocer, preconocer, reconocer

ODAR . . . . . { Rodar, enrodar, sonrodarse ( los demás son


regulares) . . . .. . . . . . . . . .. . . ........ . . . . .

ODER Poder . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I.P:


ODIR . . . . . .. Podrir, repodrir . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . I.P.
OER . . . . . . . . Roer, corroer . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . D.
OGAR . . . . . . Rogar ( los demás son regulares) . . . . . . . . . . . . . 2?
OíR . ... . . . . Oír, desoír, entreoír, trasoír . . . . . . . . . . . . . . . . I.P.

Abuñolar; Amolar; Azolar; Colar, escolar, recolar,


OLAR { trascolar; Consolar, desconsolar; Desmajolar;
Desolar; Dolar; Remolar; Solar, asolar, sobresolar;
Volar, revolar, trasvolar ( los demás son regulares ) . 21:1
331
Terminaciones Clases

OLCAR . . . . {
·
Volcar, revolcar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Remolcar es regular.
2'

OLDAR . . . . { �� :� �:; ��� ����� : �� ���� _<_I�� -�����


l
e la
ol
)
;
.
r
-
s r
. 2'

OLER . . . . . . . Todos 2'


OLGAR . . . . . Todos 2'
OLIR . . . . . . . Abolir D.
OLTAR Soltar ( Escoltar es regular ) . . . . . . . . . . . . . . . . . 2'

{
OLVER Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2'

Acollar, desacollar; Apercollar; Degollar; Des­


OLLAR .... collar; Desollar; Follar, afollar; Hollar, rehollar;
Resollar (los demás son regulares) . . . . . . . . . . . . 2'

ONAR . . . . . . { Sonar asonar, consonar, disonar, malsonar, re­


sonar; Tronar, atronar, retronar ( los demás son
regulares ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2'

Poner, anteponer, componer, contraponer, de­


poner, descomponer, disponer, exponer, imponer,
ONER . . . . . . indisponer, .interponer, oponer, posponer, predis­
poner, resuponer, proponer, recomponer, repo­
ner, sobreponer, suponer, transponer o trasponer,
yuX'taponer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . I.P.

ONGAR Alongar (los demás son regulares ) . . . . . . . . . . . . 2'

ONTAR .... { Contar, descontar, recontar (los demás son re-


gulares ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2'

{
ONTRAR . . • . Encontrar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2'
ONZAR .... Avergonzar, desvergonzarse (los demás son regu-
lares ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2'

OÑAR Soñar, trasoñar ( los demás son regulares ) . . . . 2•

ORAR ..... { A forar (en la acepción de "dar fueros" es regular),


desaforar; Agorar; Encorar; Engorar (los demás
son regulares ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2'
332
Terminaciones

ORCAR
ERCER
Emporcar (los demás son regulares) . . . . . . . . .
Torcer, contorcerse, destorcer, retorcer . . . . . . .
. Clases

.... {
.

. .. . ..
Acordar, desacordar; Concordar; Descordar; Dis­
ORDAR cordar; Encordar, desencordar; Recordar; Trascor­
cordarse ( los demás son regulares) . . . .

{ ... . . .
ORDER Morder, remorder

Despavorir . . . . . . . . . . , . . . . . . . . . .. . .
ORIR . . . . . . · Morir, entremorir, premorir . . . . . . . . . . . . . . . . .

.
Colorir y descolorir son regulares.

ORMIR . .... Dormir, adormir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9�

ORTAR . . . . . Entortar (los demás son regulares )

ORZAR . . . . .{ son regulares) . . . . . . .. . . ..... . ..


Almorzar; Forzar, esforzar, reforzar (los demás
. .. . . . . ..

OSAR . . . . . .{ regulares) . . . . . . . . , . . ........ . . ... . .


Desosar; Engrosar, desengrosar ( los demás son
. . . . .

OSTAR . .... { Acostar; Apostar (en la acepción de "hacer


apuestas" es regular) ; Costar; Denostar; Recos­
tar; Tostar, retostar ( los demás son regulares) . .

.
OSTRAR . . . . Mostrar, demostrar (los demás son regulares ) . .
OVAR Encovar; Renovar (los demás son regulares ) . .
OVER Todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

..... . .. ... .
Balbucir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D.
UCIR ...... i Lucir, deslucir, enlucir, entrelucir, prelucir, relucir,
translucirse o traslucirse . . . .
Todos los terminados en DUCIR . . . . . . . . . . .
. .. . . 3�
4�

333
Terminaciones Clases
UDRIR Pudrir, repudrir o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o I.Po
UGAR 0 0 0 0 0 0 Jugar (Enjugar es regular) o o o o o o o o o o o o o o o o o o 9�
UIR o o o o o o o o Todos, menos inmiscuir o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o 10�
ULLIR o o o o o o Todos o o o o .o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o 5�
UÑIR o o o o o o o Todos 5�

334
,

APE N DICE SE XTO

Textos seleccionados de autores brasileños


Com esta Gramática da Língua Espanhola, a Funda�ao Nacional de
Material Escolar propós-se lan�ar na América Latina um livro brasileiro,
em língua estrangeira - mensagein fraternal de nosso povo aos povos la­
tinos amigos como elemento para maior aproxima�ao entre os nossos países.
Para que essa finalidade seja plenamente alcan�ada, foram selecionados
. textos de autores brasileiros consagrados, que podem servir como divulga­
�ao de nossa literatura e, também, como sugestao para exercícios de versao.
O SERTANEJO

O sertanejo é, antes de tudo, um forte.


Nao tem o raquitismo exaustivo dos mesti�s neurastenicos do litoral.
A sua' aparencia, entretanto, ao primeiro lance de vista, revela o contrá-
rio. Falta-lhe a plástica impecável, . o desempeno, a estrutura corretíssima
das organizac;óes atléticas. É desgracioso, desengonc;ado, torta. Hércules­
-Quasímodo, reflete no aspecto a fealdade típica dos fracos. O andar sem
firmeza, sem aprumo, quase gingante e sinuoso, aparenta a translac;ao de
membros desarticulados.

É o homem permanentemente fatigado.


Reflete a preguic;a invencível, a atonía muscular perene e m tudo ; na
palavra demorada, no gesto contrafeito, no andar desaprumado, na ca­
dencia langorosa das modinhas, na tendencia constante a imobilidade e a
quietude.
Entretanto, tóda esta aparencia de cansac;o ilude.

Basta o aparecimento de qualquer incidente exigindo-lhe o desencadear


das energías adormecidas.
O homem se transfigura. Impertiga-se estadeando novos relevos, novas
linhas na estatura e no gesto; e a cabec;a firma-se-lhe, alta, sobre os ombros
possantes, aclarada pelo olhar desassombrado e forte; e corrigem-se-lhe pres­
tes, numa descarga nervosa instantanea, todos os efeitos do relaxamento
habitual dos órgaos ; . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

f:ste contraste impóem-se a mais leve observac;ao. Revela-se a todo


o momento, em todos os pormenores d a vida sertaneja - caracterizado
sempre pela intercadencia impressionadora entre extremos impulsos e apatías
longas.

EUCLIDES DA CUNHA
"Os Sertóes"

Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha ( Estado do Río, 1 866 Río de Janei­ -

ro, 1 909 ) . Hombre de ciencia y de letras, "uniendo conocimientos geográficos y


sociológicos a un estilo de gran fuerza verbal y definida personalidad''.
Obras Principales : OS SERTOES, CONTRASTES E CONFRONTOS.

337
BA L EI A

. . . E Baleia fugiu precipitada, rodeou o barreiro, entrou no quintal­


zinho da esquerda, passou rente aos craveiros e as panelas de losna, me­
teu-se por um buraco da cerca e ganhou o pátio, correndo em tres pés.
Dirigiu-se ao copiar, mas temeu encontrar Fabiano e afastou-se para o
chiqueiro das cabras. Demorou-se aí um instante, meio desorientada, saiu
depois sem destino, aos pulos.
Defror;¡te do carro de bois faltou-lhe a perna traseira. E, perdendo
muito sangue, andou como gente, em dois pés, arrastando com dificuldade
a parte posterior do corpo. Quis recuar e esconder-se debaixo do carro,
mas teve medo da roda.
Encaminhou-se aos juazeiros. Sob a raiz de um deles havia urna bar­
roca macia e funda. Gostava de espojar-se ali : cobria-se de poeira, evitava
as moscas e os mosquitos, e quando se levantava, tinha fólhas secas e gra­
vetos colados as feridas, era um bicho diferente dos outros.
Caiu antes de alcanc;ar essa cova arredada. Tentou erguer-se, endireitou
a cabec;a e estirou as pernas dianteiras, mas o resto do corpo ficou deitado
de banda. Nesta posic;ao torcida, mexeu-se a custo, ralando as patas, cra­
vando as unhas no chao, agarrando-se nos seixos miúdos. Afinal esmoreceu
e aquietou-se junto as pedras onde os meninos jogavam cobras mortas.
Urna sede horrível queimava-lhe a garganta. Procurou ver as pernas
e nao as distinguiu : um nevoeiro impedia-lhe a visao. Pós-se a latir e dese­
j ou morder Fabiano. Realmente nao latia: uivava baixinho, e os uivos iam
diminuindo, tornavam-se quase imperceptíveis.
Como o sol a encandeasse, conseguiu adiantar-se urnas polegadas e
escondeu-se numa nesga de sombra que ladeava a pedra.

GRACILIANO RAMOS
"Vidas secas"

Graciliano Ramos ( Alagoas, 1 892 - Rio de Janeiro, 1 953 ) . Novelista regionalista


moderno de gran fuerza psicológica.
Obras Principales : VIDAS S�CAS, ANGúSTIA.

338
O C AFI�

No entanto, come�ava a declinar a tarde; urna voz reuniu todas as


senhoras em um só ponto; servía-se o café num belo caramanchao; mas,
como fosse ele pouco espa�oso para conter tao numerosa sociedade, aí só
se abrigaram as senhoras, enquanto os homens se conservavam da parte
de fora. Escravas decentemente vestidas ofereciam chávenas de café fora
do caramanchao; e, apesar disso, D. Carolina se dirigiu com urna para
Fabrício, que praticava com Augusto.
- Eu quero fazer as pazes, Sr. Fabrício; vejo que deve estar muito
agastado comigo, e venho trazer-lhe urna chávena de café temperado pela
minha mao. Fabrício recuou um passo e colocou-se a ilharga de Augusto :
ele desconfiava das ten�óes da menina; sua primeira idéia foi esta: o café
nao tem a�úcar. Entao come�ou entre os dois um duelo de cerimonias,
que durou alguns instantes; finalmente, o homem teve de ceder a mulher.
Fabrício ia receber a chávena, quando esta estremeceu no pires . . .
D. Carolina, temendo que sobre ela se entornasse o café, recuou um
pouco. Fabrício, também; o café derramou-se inopinadamente. Fabrício re­
cuou ainda mais com vivacidade; mas, encontrando a raíz de um chorao,
que sombreava o caramanchao, perdeu o equilíbrio e caiu redondamente
na relva.
Urna gargalhada geral aplaudiu o sucesso.
- Fabrício espichou-se completamente! exclamou Filipe. O pobre
estudante ergueu-se com Iigeireza, mas, na verdade, as terríveis consola�óes
o atormentavam; todas as senhoras tinham saído do caramanchao e riam-se,
por sua vez, desapiedadamente. Fabrício muito daría para se livrar dos
apuros em que se achava, quando de repente soltou também a sua risada
e exclamou:
- Vivam as cal�as de Augusto!
Todos olharam. Com efeito, Fabrício tinha encontrado um companheiro
na desgra�a! Augusto estava de cal�as brancas, e a maior ·por�ao do café
havia caído nelas.
Continuaram as risadas, redobraram os motejos. Duas eram as vítimas.

JOAQUIM M. DE MACEDO
"A Moreninha"

Joaquim Manuel de Macedo ( Estado do Rio, 1 820 - Rio de Janeiro, 1882 ) .


Historiador, poeta, novelista, dramaturgo, periodista político y literato.
Obras Principales: A MORENINHA, O MOCO LOIRO.

339
O DESPERTAR DO CORTI<;O

Eram cinco horas da manhá e o cortic;o acordava, abrindo, nao os


olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas.
Um acordar alegre e farto de quem dormiu de urna assentada sete
horas de chumbo. Como que se sentia ainda na indolencia de neblina as
derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se a
luz loura e tenra da aurora, que nem suspiro de saudade perdido em terra
alheia.
A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o
· . ar e punha-lhe um fartum acre de sabao ordinário. As pedras do chao,
esbranquic;adas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil,
mostravam urna palidez grisalha e triste, feita de acumulac;6es de espumas
secas.
Entretanto, das portas surgiam cabec;as congestionadas de sono; ouviam­
-se aniplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso
por toda a parte; comec;avam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café
aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de j anela para janela as
primeiras palavras, os bons dias; reatavam-se conversas interrompidas a
noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham
choros abafados de crianc;as que ainda nao andam. No confuso rumor
que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem
se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas.
De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede,
a gaiola do papagaio, e os louros, a semelhanc;a dos donos, cumprimenta-

vam-se ruidosamente, espanejando-se a luz do dia.

ALUÍSIO AzEVEDO
"O Corti�o"

Aluísio Tancredo Belo Gon!,:alves Azevedo ( Maranháo, 1 847


- Buenos Aires,
1 9 1 3 ) . Novelista naturalista de gran valor literario.
Obras Principales: O CORTI<;;O, CASA DE PENSAO, O MULATO.

340
JnACEMA

Descamba o sol.
Japi sai do mato e corre para a porta da cabana. Iracema, sentada
com o filho no colo, banha-se nos raios do sol e sente o frio arrepiar-lhe
o corpo.
Vendo o animal, fiel mensageiro do esposo, a esperan�a reanima seu
cora�ao; quer erguer-se para ir ao encontro do seu guerreiro e senhor,
mas os membros débeis se recusam a sua vontade.
Cai desfalecida contra o esteio. Japi lambia-lhe a mao fria e pulava
travesso para fazer sorrir a crian�a, soltando uns doces latidos de prazer.
Por vezes afastava-se para correr até a orla da mata e latir chamando o
senhor; logo tornava a cabana para festejar a mae e o filho. Por esse tempo
pisava Martim os campos amarelos do Tauape; seu irmao Poti, o insepa­
rável, caminhava a seu lado.
Oito luas havia que ele deixara as praias de Jacarecanga. Vencidos
os guaraciabas, na baía dos papagaios, o guerreiro cristao quis partir para
as margens do Mearim, onde habitava o bárbaro aliado dos tupinambás.
Poti e seus guerreiros o acompanhavam. Depois que transpuseram
o bra�o corrente do mar que vem da serra de Tauacinga e banha as várzeas
onde se pesca o piau, viram, enfim, as praias do Mearim e a velha taba
do bárbaro tapuia.
A ra�a de cabelos do sol cada vez ganhava mais a amizade dos tupi­
nambás; crescia o número de guerreiros brancos, que já tinham levantado
na ilha a grande itaoca para despedir o raio.
Quando Martim viu o que desejava, tornou aos campos de Porangaba,
que ele agora trilha. Já ouve o ronco do mar nas praias de Mocoripe; já
lhe bafeja o rosto o sópro vivo das vagas do oceano.
Quanto mais seu passo o aproxima da cabana mais lento se torna e
pesado. Tem medo de chegar; e sente que a sua alma vai sofrer, quando
os olhos tristes e magoados da espósa entrarem nela.
Há muito que a palavra desertou do seu lábio seco, o amigo respeita
este silencio, que ele bem entende. É o silencio do rio quando passa nos
lugares profundos e sombríos.

JosÉ DE ALENCAR
"lracema"

José Martiniano de Alencar (Ceará, 1 829 - Rio de Janeiro, 1877 ) . Novelista


romántico indianista y teatrólogo.
Obras Principales: O GUARANI, IRACEMA, UBIRAJARA.

341
HORAS MORTAS

Breve momento, após comprido dia


De incómodos, de penas, de cansa<;o,
Inda o carpo a sentir quebrado e Iasso,
Posso a ti me entregar, doce Poesia.
Desta janela aberta a luz tardía
Do Iuar em cheio a clarear no espa<;o,
Vejo-te vir, ou<;o-te o leve passo
Na transparencia azul da noite fria.

Chegas. O ósculo teu me vivifica.


Mas é Hío tarde! · Rápido flutuas,
Tornando Iogo a éterea imensidade;
E na mesa a que escrevo, apenas fica
Sóbre o papel - rastros das asas tuas,
Um verso, um pensamento, urna saudade.

ALBERTO DE 0LIVEIRA
"Poesías - 3� Série"

Antonio Mariano Alberto de Oliveira ( Estado do Rio, 1 859 - Niterói, 1 937 ) .


Participa juntamente con Olavo Bilac y Raimundo , Correia del grupo parnasiano
brasileño de mayor valor.
Obras Principales : ALMA EM FLOR, SONETOS E POEMAS.

O NATAL DE OUTRORA

. . . No meu tempo o Natal era celebrado com a prata de casa, boa


prata e bem soante, tao boa, senao melhor do que a das minas do Peru.
Substituíram-na os ouropéis desse velho, exótico, que nos entra pelo verao
como um sorvete, tipo de outra ra<;a, de outro clima, de outra tradi<;ao.
O nos so Natal! . . .
O nosso N atal aparecía logo depois da Concei<;ao, pondo a cidade
em lufa-lufa. Eram ensaios de cantos e dan<;as pastoris, era a ceva de
leit6es, era a engorda de perus e de galinhas, eram as tachadas de compotas,
as fornadas de biscoitos. Nao havia má<;a, ainda a ínais pobre, que nao
·cómprasse urnas varas de cassa para um vestido, rapaz que nao encomen­
dasse urna fatiota.
342
E as consoadas! Quem no-las dera agora com a opípara abundfmcia
de saborosos pratos, desde o gordo sarrabulho, o peru recheado, a cabidela,
o leitao assado, servido inteiro, na travessa de barro, com azeitonas nos
olhos e urna rosa no focinho; o arroz de toucinho, os roj Óes e as indispen­
sáveis rabanadas. E os doces feitos em casa - quindins, cocadas, piramides
de fios d'ovos, alfenins, compoteiras de frutas em calda, e o doce de coco
dourado a gemas e a baba-de-m�a . . . E de vinha<;a, o que havia! . . .

COELHO NETO

Henrique Maximiano Coelho Neto (Maranhiio, 1864 - Río de Janeiro, 1 934) .


Escritor periodista, novelista y dramaturgo.
Obras Principales : SERTÁO, TURBILHÁO, A CONQUISTA.

AS BAIANAS

Todos conhecem o modo por que se vestem as negras na Bahia; é


um dos modos de trajar mais bonitos que ternos visto, nao aconselhamos
porém que ninguém o adote.
Procuremos descreve-lo.
As chamadas Baianas nao usavam de vestido; traziam somente urnas
poucas de saias presas a cintura, e que chegavam pouco abaixo do meio
da pema, todas elas ornadas de magníficas rendas ; da cintura para cima
apenas traziam urna finíssima camisa, cuja gola e mangas eram também orna­
das de ouro ou um colar de corais, os mais pobres de mi<;angas; ornavam a
cabe<;a com urna espécie de turbante a que davam o nome de "trunfas", for­
mado por um grande len<;o branco muito teso e engomado; cal¡;avam urnas
chinelinhas de salto alto, e tao pequenas, que apenas continham os dedos dos
pés, ficando de fora todo o calcanhar; e além de tudo isto envolviam-se gra­
ciosamente em , urna capa de pano preto, deixando de fora os bra<;os orna­
dos de argolas de metal simulando pulseiras.

MANUEL ANTONIO DE ALMEIDA


"Memórias de um Sargento de Milícias"

Manuel Antonio de Almeida ( Rio de Janeiro, 1 830 - Magé, 1 86 1 ) . Médico, perio­


dista y traductor. Autor de una novela realista dentro del Romanticismo brasileño :
"MEMóRIAS DE UM SARGENTO DE MILICIAS".
343
OUIOS DE R ESSACA

Tudo era matéria as curiosidades de Capitu. Caso houve, porém, no


qual nao sei se aprendeu ou ensinou, ou se fez ambas as cousas, como
eu. É o que contarei no outro capítulo. Neste direi somente que, passados
alguns días do ajuste com o agregado, fui ver a minha amiga; eram dez
horas da manha. D. Fortunata, que estava no quintal nem esperou que lhe
perguntasse pela filha.
- Está na sala, penteando o cabelo, disse-me; vá devagarzipho para
lhe pregar um susto.
Fui devagar, mas ou o pé ou o espelho traiu-me. :l;:ste pode ser que
nao fosse; era um espelhinho de pataca ( perdoai a barateza) , compradú a
um mascate italiano, moldura tosca, argolinha de latao, pendente da parede,
entre as duas janelas. Se nao foi ele, foi o pé. Um ou outro, a verdade é
que, apenas entrei na sala, pente, cabelos, toda ela voou pelos ares, e só
lhe ouvi essa pergunta:
- Há alguma cousa?
- Nao há nada, respondí; vim ver voce antes que o Padre Cabra]
chegue para a li¡;:ao. Como passou a noite?
Eu bem. José Dias ainda nao falou?
Parece que náo.
Mas entao quando fala?
Disse-me que hoje ou amanha pretende tocar no assunto; nao vai
logo de pancada, faJará assim por alto e por longe, um toque. Depois,
entrará em matéria. Quer primeiro ver se mamae tem a resolu¡;:ao
feita . . .
Que tem, tem, interrompeu Capitu. E se nao fosse preciso alguém
para vencer já, e de todo, nao se lhe falaria. Eu já nem sei se José Días
·

poderá influir tanto; acho que fará tudo, se sentir que voce realmente
náo quer ser padre, mas poderá alcan¡;:ar? . . . �le é atendido ; se, porém . . .
É um inferno isso! Voce teime com ele, Bentinho.
Teimo; hoje mesmo ele há de falar.
Voce jura?
Juro! Deixe ver · os olhos, Capitu.
344
Tinha-me lembrado a defini�ao que José Dias dera dele, "olhos de
cigana oblíqua e dissimulada". Eu nao sabia o que era oblíqua, mas dissi­
mulada sabia, e queria ver se se podiam chamar assim. Capitu deixou-se
fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira; eu nada
achei extraordinário; a cor e a do�ura eram minhas conhecidas. A demora
da contempla�ao creio que lhe deu outra idéia do meu intento; imaginou
que era um pretexto para mirá-Jos mais �e perto, com os meus olhos
· longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar
crescidos e sombrios, com tal expressao que . . .
Retórica dos namorados, dá-me urna compara�ao exata e poética para
dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Nao me acode imagem capaz
de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram.
Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá idéia daquela fei�ao nova.
Traziam nao sei que fluido misterioso e enérgico, urna for�a que arrastava
para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para
nao ser arrastado, agarrei-me as outras partes vizinhas, as orelh�s. aos bra�os,
aos cabelos espalhados pelos ombros ; mas tao depressa buscava as pupilas,
a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, amea�ando envolver­
-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jógo? Só os
relógios do céu terao marcado esse tempo infinito e breve. A eternidade
tem as suas pendulas; nem por nao acabar nunca deixa de querer saber a
dura�ao das felicidades e dos suplícios. Há de dobrar o gozo aos bem-aven­
turados do céu conhecer a soma dos tormentos que já terao padecido no
. inferno os seus inimigos; assim também a quantidade das delícias que terao
gozado no céu os seus desafetos aumentará as dores aos condenados do
inferno. 1?-ste outro suplício escapou ao divino Dante; mas eu nao estou
aqui para emendar poetas. Estou para contar que, ao cabo de um tempo
nao marcado, agarrei-me definitivamente aos cabelos .de Capitu, mas entao
com as maos, e disse-lhe - para dizer alguma coisa - que era capaz de -
os pentear, se quisesse.
Voce?
Eu mesmo.
Vai embara�ar-me o cabelo todo, isso sim.
Se embara�ar, voce desembara�a depois.
Vamos ver.

MACHADO DE ASSIS
"D. Casmurro"

Joaquim Maria Machado de Assis ( Río de Janeiro, 1839 - Río de Janeiro, 1 908 ) .
Considerado e l mejor autor de lengua portuguesa. Novelista, poeta y teatrólogo.
Obras Principales : DOM CASMURRO, QUINCAS BORBA, CRISÁLIDAS.

345
O internato! Destacada do conchego placentário da dieta caseira, vinha
próximo o momento de se definir a minha individualidade. Amarguei, por
antecipa¡;ao, o adeus as primeiras alegrías; olhei triste os meus brinquedos,
antigos já! os meus queridos pelotóes de chumbo! espécie de museu militar
de todas as fardas, de todas as bartdeiras, escolhida amostra da for¡;a dos.
Estados, em propor¡;6es de microscópio, que eu fazia formar a combate
como urna amea¡;a tenebrosa ao equilíbrio do mundo; que eu fazia guerrear
em desordenado aperto - massa tempestuosa das antipatías geográficas,
encontro definitivo e ebuli¡;áo dos seculares ódios de fronteira e ,de ra¡;a,
que eu pacificava por fim, com urna facilidade de Providencia Divina, inter­
vindo sabiamente resolvendo as pendencias pela concórdia promíscua das
caixas de pau. For¡;a era deixar a ferrugem do abandono o elegante vapor
da linha circular do lago, no jardim, onde talvez nao mais tornasse a per­
turbar com a palpita¡;ao das rodas a sonolencia morosa dos peixinhos rubros,
dourados argentados, pensativos a sombra dos tinhores, na transparencia
adamantina da água . . .
Mas um movimento animou-se, primeiro estímulo sérío da vaidade:
distanciava-se da comunháo da família, como um homem! la por minha
conta empenhar a Juta dos merecimentos; e a confian¡;a nas próprias for¡;as
sobrava. Quando me disseram que estava a escolha fejta da casa de educa­
¡;áo que me devia receber, a notícia veio achar-me em armas para a con­
quista audaciosa do desconhecido.
Um dia, meu pai tomou-me pela máo, minha máe beijou-me a testa,
molhando-me de lágrimas os cabelos, e eu partí.
Duas vezes fora visitar o Ateneu antes de minha instala¡;áo.
ATENEU era o grande colégio da época. Afamado por um sistema
de nutrida reclame, mantido por um diretor que, de tempos a tempos, re­
formava o estabelecimento, pintando-o jeitosamente de novidade, como os
negociantes que liquidam para recome¡;ar com artigos de última remessa;
o A TENEU desde m uito tinha consolidado crédito na preferencia dos país,
sem levar em conta a simpatía da meninada, a cercar de aclama¡;6es o
bombo vistoso dos anúncios.

RAUL POMPÉIA
"O Ateneu''

Raul D'Ávila Pompéia (Estado do Rio, 1 863 - Rio de Janeiro, 1895 ) . Novelista
impresionista y autor de un libro fundamental en l a literatura brasileña : "O ATENEU".
Obras Principales : O ATENEU, CANCóES SEM METRO.

346
O PATRIOTISMO

A pátria é a famíli a amplificada. E a família, divinamente constituída,


tem por ·elementos organicos a honra, a disciplina, a fidelidade, a benque­
ren<;a, o sacrifício. É urna harmonia i nstintiva de vontades, urna desestudada
permuta de abnega<;6es, um tecido vivente de almas entrela<;adas. Multiplicai
a célula, e tendes o organismo. Multiplicai a família, e tereis a pátria. Sem­

pre o mesmo plasma, a mesma substancia nervosa, a mesma circula<;ao


sangüínea. Os homens nao inventaram, antes adulteraram a fraternidade,
de que Cristo lhes dera a fórmula sublime, ensinando-os a se amarem
uns aos outros : Diliges proximum tuum sicut te ipsum.
Dilatai a fraternidade crista, e chegareis das afei<;6es individuais as
solidariedades coletivas, da família a na<;ao, da na<;ao a humanidade. Obje­
tar-me-eis com a guerra? Eu vos respondo com o arbitramento. O porvir é
" assaz vasto, para comportar esta grande esperan<;a. Ainda entre as na<;6es,
independentes, soberanas, o dever dos deveres está em respeitar nas outras
os direitos da nossa. Aplicai-o agora dentro nas raias desta : é o mesmo,
resultado : benqueiramo-nos uns aos outros, como nos queremos a nós
mesmos. Se o casal do nosso vizinho cresce, enrica e pompeia, nao nos
amofine a ventura, de que nao compartimos. Bendigamos, antes, na rapi­
dez de sua medran<;a, no lustre de sua opulencia, o avultar da riqueza
nacional, que se nao pode compor da miséria de todos.

RUI BARBOSA
"Do discurso no Colégio Anchieta, 1 903"

Rui Barbosa ( Babia, 1 849 - Estado do Rio, 1 923 ) . Es considerado literariamente


un clásico de la lengua: Politicamente un intérprete de nuestra mejores tendencias
(Álvaro Lins ) .
Obras Principales: CARTAS D E INGLATERRA, ORACÁO AOS MOCOS.

347
O JARDIM :E: VERDE, encarnado e amarelo.
Nas alamedas de cimento,
movem-se os arabescos do sol
que a folhagem recorta
e o vento abana.
• • • • • • o � • • o • o • o o • • o • • o o • • • o • o • • o • • • • • • • o • o o o o o • o • o • • • o o • • • • • •

Pássaros que jorram das altas árvores


caem t\a relva como pedras frouxas.
As borboletas douradas e as brancas
palpitam com asas de pétala,
entre água e flores.
E as cigarras agarradas aos troncos
ensaiam na sombra suas resinas sonoras.
Essa é a glória do jardim,
com roxos queixumes de rolas,
píos súbitos, gorjeios melancólicos,
· voos de silencio,
música de chuva e de vento,
débil queda de folhas secas
murmúrio de gota de água
na umidade verde dos tanques.

CECÍLIA MEIRELES
"Mar Absoluto"

Cecília Meireles ( Rio de Janeiro, 1 90 1 - Rio de Janeiro, 1 964 ) . Poetisa intimista


del modernismo brasileño.
Obras Principales : VIAGENS, ROMANCEIRO DA INCONFID�NCIA, MAR
ABSOLUTO.

OS TRANSPORTES NO RIO AMAZONAS

A vasta rede fluvial do Amazonas oferece tOdas as possibilidades para


o transporte que se realiza, na regiao por numerosos tipos de embarca<;:óes,
indígenas ou nao, escalonadas desde as primitivas "ubás", de casca de pau
ou de madeira das árvores até os navíos movidos a hélice, de constru<;:iio
inglesa ou holandesa, "gaiolas" ou "vaticanos".
348
As "ubás", de tamanho variável desconfortáveis, sem quilha, sao mo­
vidas por meio de varas ou pás e constituem as canoas típicas dos silvícolas . .
'
A "montada" teve papel histórico importante no desbravamento da
Amazonia. Sua fun<;ao na coloniza<;ao da Amazonia foi análoga a do cavalo
na zona pastoril. Sua missao ainda boje é a de transportar o caboclo qual
eqüino deslizando sobre as águas dos rios.
Da forma e constru<;ao das igarités, destacam-se pela grandeza e pelas
toldas de pano, as embarca<;oes empregadas nas grandes navega<;oes e nas
primeiras explora<;oes dos rios amazónicos, de que resultou provavelmente
a galeota, com sua tolda corrida e a parte da pópa fechada em volta, onde
o "regatao" mora, durante as suas viagens c-omerciais pelo interior.

Possuindo urna tolda pequena para os cinco tripulantes, na popa, des­


tacam-se, no Pará, "gambarras", que podem transportar até 80 bois, no ser­
vi<;o de condu<;ao do gado da ilha de Maraió, � também, as grandes balsas
dos índios Paumaris, denominadas "itapabas", verdadeiras casas flutuantes,
com camarim ou casa de palha ao centro, impulsionadas a zinga ou vara.

Pondo em comunica<;ao as cidades, as vilas, os povoados e os barra­


c6es situados a margem dos rios, o gaiola tem sido um dos fatóres de maior
influencia política, social e económica na vida da Amazonia.

Há, porém, gaiolas de roda na popa e nos flancos, de urna e duas


hélices, de tres a doze pés de calado e de constru<;ao outra que nao a inglesa.
Nos de dois conveses, situam-se no primeiro, os guinchos, escotilhas,
cozinhas, rancho, camarotes de oficiais, casa de máquinas, e no segundo, as
cabinas, o bolinete, a máquina do Jeme, a copa, o bar, a despensa, as ins­
tala<;oes higienicas, a caixa de fuma<;a, as mesas de refei<;ao, sendo de dois
e quatro beliches, a capacidade de cada camarote.
Todos esses tipos de embarca<;6es existem na Amazonia, ainda nos
dias correntes, apesar da revolu<;ao operada nos meios de transporte, a
partir de 1 866, quando foi o Amazonas aberto a navega<;ao internacional, e
nele introduzida a navega<;ao de vapor.

JosÉ VERÍSSIMO DA CosTA PEREIRA


Adaptado de "Gaiolas e Vaticanos"

José Veríssimo da Costa Pereira ( Pará, 1 857 - 1 9 1 6 ) . Escritor y crítico literario


brasileño.
Obra Principal : HISTóRIA DA LITERATURA BRASILEIRA.

349
O L IVRO E A AMÉRICA

Talhado para as grandezas,


Pra crescer, criar, subir,
O Nóvo Mundo nos músculos
Sente a seiva do porvir.
Estatuário de colossos,
Cansado de outros esb�os
Disse um dia Jeová:
"Vai, Colombo, abre a cortina,
Da minha eterna oficina . . .
. Tira a América de lá. "

Filhos do sec'lo das luzes!


Filhos da Grande Na'<iio!
Quando ante Deus vos mostrardes,
Tereis um livro na miio :
o livro - esse audaz guerreiro,
Que conquista o mundo inteiro
Sem nunca ter Warteloo;
Éolo de pensamentos,
Que abrira a gruta dos ventos,
Donde a Igualdade voou!

Por isso na impaciencia


Desta sede de saber,
Como as aves do deserto
As almas buscam beber . . .
Oh! bendito o que semeia
Livros . . . Iivros a miio cheia
E manda o povo pensar!
O livro, caindo na alma,
·
É gérmen, que faz a palma,
É chuva, que faz o mar.

350
Bravo! a quem salva o futuro
Fecundando a multidao!
Num poema amortalhada,
. Nunca morre urna na¡;:ao,
Como Goethe moribundo,
Brada "Luz"! o nóvo-�undo
Num brado de Briareu . . .
Luz! pois, no vale e na serra . . .
Que se a luz rola na terra,
Deus colhe genios no céu! . . .

CASTRO ALVES
"Espumas Flutuantes"

Antonio de Castro Alves (Bahia, 1 847 Bahia, 1 87 1 ). Poeta abolicionista de la


-

tercera gene_ración romántica.


Obras Principale�: ESPUMAS FLUTUANTES, OS ESCRAVOS.

35 1
RESOI.UCi ó :--.' D E LOS EJ ERCIC IOS
o

Ejercicio l.
Ejercicio 2 .
Ejercicio 3 .
l . ai - ei - au
2 . ei - oy - oy
3 . oi - eu - uéi
4 . eu - . . - ai
5. uey ai - ei

6. iai - au - au
7 . ey - ai -
8 . ie - au - au

Ejercicio 4.
tórax - máquina - pájaros - lápiz - Ramón - María - mamá - fácil
- temía - amó - Agustín - café - árbol.
Las demás no llevan acento.

Ejercicio 5.
Palabras agudas terminadas en vocal, N y S : veintidós, oración, amé.
Palabras graves terminadas en consonante (salvo N,S) : mármol, ónix, alférez.
Palabras esdrújulas: Málaga.

352
Ejercicio 6.
l . Tú - 2 . Él - 3 . Dé - 4. El, té - 5 . mas - 6 . más, que, él
7 . si - 8 . Quién - 9 . ó - 1 0 . Sólo, tú - 1 1 . Mi, éste, aquél
1 2 . sé - 1 3 . sí.

Ejercicio 7.
Palabras agudas terminadas en vocal, N, S: definición, también.
Palabras esdrújulas: múltiple, áspero.
Acento diferencial : más ( adverbio ) .
Concurrencia de dos vocales sin formar diptongo con una de las vocales tónica
y débil : podría, soberanía y demografía, país. ·

Ejercicio 8.
cerebro anemia - policía - síntoma - teléfono - democracia -
atmósfera - nostalgia - liturgia - oxígeno - elogio - Academia
- diócesis - alguien.

Ejercicio 9.
EL: alma - ancho valle - agua - África del Sur - haya - hacha.
LA: casa - montaña - muchacha - a - máquina - Ángela - hache ­
aritmética - alta montaña.
LOS : libros - ríos - hombres - números - valles - climas - Álvarez
- trigales.
LAS : aguas.

Ejercicios JO.
l. Pablo conoce muchas ciudades: Madrid, Roma, París, la Coruña, Río
de Janeiro y Vigo.
2 . María y Antonio conocen muchos países: el Brasil, Francia, Italia, los
Estados Unidos, el Perú, Puerto Rico, España, Cuba y el U ruguay.
3 . La Libia y el Congo son países africanos.

Ejercicio 1 J .
del - a l - a l - a l - del.

Ejercicio 1 2 .
UN : archipiélago - pueblo.
UNA : casa - jota - b - ría - población - hache - producción.
UNOS: valles - ríos - poblados - días.
UNAS: montañas.

Ejercicio 1 3 .
el - los - del - la - del - el - las - el - la - la - el - del -
los - los- los � los.

Ejercicio 14.
intensivo : lo tarde - lo difícil - lo cansado.
colectivo : lo dulce.
sustantivo abstracto : lo bello (
= la belleza) .

353
Ejercicio 1 5 .
libros. - gitanos - barracas - pies - pestañas - narices papás
cumbres - abanicos - sofás - dulces - pueblos.

Ejercicio 1 6 .
luces - capaces . - cruces - )une� - regímenes - relojes - miradores
- bilis - lápices - caracteres - profusiones - mediodías - alfileres -
peces � cócteles - fraques - bocacalles - hijosdalgo - gentileshombres
- milores - meses - chóferes - baladíes - guaraníes - naciones -
nibíes - calidades - reyes - aes - ayes - árboles - tonalidades
- mujeres - jerseyes - canapés - alelíes - álbumes - goles
vaivenes - quinesquiera - lores - meses - análisis - déficits.

Ejercicio 1 7.
anales - cosquillas - afueras - andaderas - gafas - expensas - albricias
- arras - calendas.

Ejercicio 18.
Las aguas de los ríos. - Los teatros de los pueblos. - Las risas de los
hombres. ----; Los colores de las aguas. - Vamos al cine. - Las altas torres.

Ejercicio 1 9.
niña - esposa - huéspeda - tía - leona - pastora - cierva - doctora
- buena - hija - gata - bailarina - montañesa - perra.

Ejercicio 20.
heroína - abadesa - baronesa - condesa - sacerdotisa - profetisa -
poetisa - cantora o cantatriz - emperatriz - reina - gallina - institutriz
- duquesa.

Ejercicio 2 1 .
mujer - madre - mujer - mamá - nuera - madrina - dama - ma.
drastra - yegua - vaca - dogaresa - cabra - abeja - oveja.

Ejercicio 22.
En la hacienda de mi tía hay muchos animales : yeguas, vacas, ovejas y
perras. Mi madrina es alta pero mi madre es baja. Esta mujer es hermana
de mi nuera. La tía de mi hija es muy bondadosa. La suegra de mi hija es
profesora.

Ejercicio 23.
Se forman con las palabras MACHO y H EMBRA.

Ejercicio 24.
Cambiando el artículo EL por el artículo LA.

Ejercicio 25.
1 . las - 2 . el y la - 3 . el - 4 . la - 5 . la 6 . los - 7 . los -
-··

8 . la - 9 . los - 10 . la - 1 1. del - 1 2 . las o los - 1 3 . el.


354
Ejercicio 26.
el el - el o Jos - el - el - el - el o Jos - el - el - la -
el - la - el - el o los - la - la.

Ejercicio 27.
miel - nariz - estante - ruente - estreno - dolor - color - baraja -
desorden - leche - sal - árbol - coraje - guante - hollín - paisaje
--;-, pétalo - tulipán - plumaje - vals - crema - protesta ---,- radio -
tiza - sangre.

Ejercicio 28.
1 . respondona, regordeta - 2 . espantosa � 3 . amable - 4 . francesa,
española - 5 . niín - 6 . inteligente, perezosa - 7 . capaces - 8 . felices.

Ejercicio 29.
1 azules, rojas, verdes - 2 . buenas, ruines - 3 . atroces - 4. aplicadas
.

- 5 . infelices.

Ejercicio 30.
Inferioridad : MENOS . . . QUE.
Igualdad : TAN . . . COMO.
Superioridad : MÁS . . . QUE.

Ejercicio 3 1 .
tristísimo - Jarguísimo - grandísimo o max1mo - facílimo - novísimo
- fidelísimo - famosísimo - celebérrimo - friísimo - ardentísimo -
sapientísimo - pobrísimo o paupérrimo - riquísimo - sacratísimo -
amabilísimo - Jistísimo - fortísimo - certísimo - blanquísimo - peque­
ñísimo . o mínimo - altísima o suprema - acérrimo.

Ejercicio 32.
muchachote - gigantón - amigotazo - animalote - cucharón - grandote
- mujerona - amigote - caserón - manaza - salón - escobón.

Ejercicio 33.
1 . despacito - 2 . arribita - 3 . cerquita � 4 . tempranito - 5 . Conchita.

Ejercicio 34.
ventanilla guapito manita - Carmencita - pajarito - saloncito
- pobrecillo - panecito - altarcito - abuelito - caminito - llavecita -
salita - ca\orcito - cansadito - piececito - arbolito - Lolita - mujercita
- pradecillo - nubecita - altarcito - cerquita - reinecita - pañolito
- escobita - corazoncito - piedrecita - cochecito - conejito - ladran-
cito - Jenguecica - cucharita - calentito - cancioncita - puertecita -
florecilla - madrecita - gatito - imagencita - chiquito - señorito - cie­
lito - Pepe.

355
Ejercicio 35.
Loja, Lolita - Paco, Paquito - Pepe, Pepito - Carmencita - Manolito,
Manolo - Concha, Conchita - TuJa - Pili.

Ejercicio 36.
mujerona y mujercita - librazo y librito - corazonazo y corazoncito
caserón y casita - zapatón y zapatito - arbolazo y arbolito - manaza y
manita.

Ejercicio 37.
Ochocientos sesenta y cuatro. - Mil novecientos diez. - Novecientos
veintidós. - Treil)ta y dos mil quinientos uno. - Veintinueve. - Mil cua­
trocientos dieciocho. - Mil novecientos sesenta y nueve. - Trescientos die-
----
ciseis. - Dos mil cuatrocientos once.

Ejercicio 38.
1 . Sexto - 2 . Diez -3 . primero - 4 . Cuatro y seis - 5 . Ocho -
6 . Un - 7 . primera - 8 . Ciento - 9 . tercera - 1 0 . primer.

Ejercicio 39.
Doble - triple - cuádruple o cuádruplo - quíntuplo.

Ejercicio 40.
tercia - la cuarta - la quinta - décima - doceava.

Ejercicio 4 1 .
1 . sendos - 2. ambos - 3 . sendos.

Ejercicio 42.
aquí : éste - ésta - esto - éstos - éstas.
ahí : ése - ésa - eso - ésos - ésas.
allí: aquél - aquélla - aquello - aquéllos - aquéllas.

Ejercicio 43.
1 . Esto 2 . Éstas, ésas - 3 . Aquél, éste - 4 . ése, éste - 5 . aquéllas.

Ejercicio 44.
l . Mis hermanos eran altos. - 2 . Su casa es mejor que la mía. - 3 . Este
libro es más caro que el mío. - 4 . Esto no es cierto. - 5 . El español es
difícil. - 6. Nuestros tíos son inteligentes.- 7. Aquellas alumnas fueron
aplicadas. - 8. Las montañas españolas no son altas. - 9. Aquello es
interesante. - 1 0 . Tus hijas son mis alumnas.

Ejercicio 45.
1 . mi, sus - 2 . tus, mías - 3 . vuestras, nuestros - 4 . míos, suyos.

Ejercicio 46.
l . Los tuyos - 2 . Lo mío - 3 . los suyos.

356
Ejercicio 47.
1 . Ello - 2 . Ello - 3 . Ello - 4 . Ello.

Ejercicio 48.
l . que - 2 . quién, quien - 3 . cuyo - 4 . que - 5 . cuyos - 6 . cuanto -
7 . el cual.

Ejercicio 49.
1 . Quién - 2 . Qué - 3 . Cuál - 4. Quiénes - 5 . Cuánto.

Ejercicio 50.
1 . cualquiera, algunos - 2 . Quienquiera - 3 . hartos - 4 . unos, alguien
- 5 . Nadie - 6 . unos, otros - 7 . demasiado - 8 . poco y mucho.

Ejercicio 5 1 .
1 . algunas, nadie, otro - 2 . Ningún - 3 . otras - 4. mucha - 5 . algún -

6 . mucho.

Ejercicio 52.
l . le - 2 . le - 3 . Jos - 4 . lo - 5 . los - 6 . los - 7 . la.

Ejercicio 53.
l . voseo - 2 . leísmo - 3 . leísmo - 4 . laísmo

Ejercicio 54.
'l . Imperativo 2. Gerundio - 3. Imperativo - 4 . Infinitivos -
5 . Regla general.

Ejercicio 55.
l . usted (es) - 2 . Ustedes - 3 . ustedes.


Ejercicio 56.
1 . incorrecto - lo vi - complemento directo.
2 . incorrecto - lo compramos - complemento directo.
3 . correcto.
4 . incorrecto - verlos - complemento directo.
5 . correcto.

Ejercicio 5 7.
1 . un - 2 . un - 3 . ningún - 4 . alguns - 5 . primer - 6 . tercera
- 7 . postrer - 8 . buena - 9 . bueno 1 O . mal, mala - 1 1 . cualquier
- -

1 2 . cualquier - 1 3 . cualquiera - 14 . caulesquier - 1 5 . gran o grande


- 1 6 . grandes - 17 . un gran o grande - 1 8 . San - 1 9 . Santo -
20 . San - 21 . San, gran o grande - 22 . Mi, San, cien.

Ejercicio 58.
1 . he 2 . ha 3 . has - 4 . hemos o habemos - 5 . han - 6 . ha
- 7 . habeís - 8 . ha - 9 . han 10. ha.
-

357
Ejercicio 59.
1 . Habéis leído muy bien. - 2 . Los profesores habían oído los discursos. -
3 . Estos señores han salido muy temprano. - 4 . Las aguas han cubierto
todas las ciudades. - 5. Aquellos alumnos han estudiado todas las lecciones. -
6 . Nos lo han dicho ellas. 7 . Hemos visto unos aviones. - 8 . Si ellos
-

hubieron estudiado, habrían contestado a nuestras preguntas. - 9. Vosotros


habréis descubierto toda la verdad. - 10. Esperamos que ellas hayan llegado
bien.

Ejercicio 60.
1 . hay - 2 . Hubo - 3 . Había - 4 . Habrá - 5 . Habría - 6 . Haya,
haya - 7 . hubiera o hubiese - 8 . hubiere - 9 . habiendo - 10 . habíamos.

Ejercicio 6 1 .
1 . Soy 2 . e s - 3 . Son - 4 . Eres - 5 . érais - 6 . Fuimos -
-

7 . serán - 8 . Serían - 9 . Sé - 10 . Fueron - 1 1 . sea - 1 2 . fuese


o fuera - 1 3 . fuere - 1 4 . Siendo - 1 5 . fuisteis.

Ejercicio 62.
1 . es - 2 . está - 3 . estaba - 4 . será - 5 . está.

Ejercicio 63.
1 . Estuvimos - 2 . estaba - 3 . estarás - 4 . estén - 5 . estuvieras o
estuvieses - 6 . Esté - 7 . estuviese o estuviera - 8 . estoy - 9 . estuvieron
- 1 0 . estuvo.

Ejercicio 64.
1 . Fuiesteis - 2 . Sed - 3 . Seréis.

Ejercicio 65.
l . Somos alumnos de la profesora Marí a . - 2 . Aquéllos serán nuestros
libros. - 3 . Mañana estaremos con ella. - 4 . Ya estuvimos en este
colegio ayer. - 5 . Mis hermanos y mi madre fueron amigos de él. -
6 . No soy tan alto como usted. - 7. Tus primos estaban en la Facultad
hoy por la mañana. 8 . Nunca serás más inteligente que yo - 9 .
-

Pasado mañana habrás de salir de esta casa. 1 O . N adie es menos im.


� _

portante que ella.

Ejercicio 66.
l . guarda - 2 . Trabajamos - 3 . limpiasteis - 4 . levantaba - 5 .
hablaban, bailaban - 6 . contaría - 7 . regalásemos o regaláramos 8. -

llegara o Ü egase - 9 . calles 10. Bromeando - 1 1 . Contado.


-

Ejercicio 67.
1 . Estudiad - 2 . Mandamos - 3 . paseasteis - 4. Bailamos - 5 . Ca·
liaos - 6. Avisadnos, cenaréis 7 . acierten - 8 . llegaban.
----,

Ejercicio 68.
1 . prometierais o prometieseis, corresponderíamos - 2 . pretendemos -
3 . respondió - 4 . rompiste - 5 . debemos - 6 . aprenderíamos - 7 .
comía - 8 . Retrocede 9 . Aprendiendo - 10. esconda - 1 1 . Vendierais
-

o vendieseis - 1 2 . bebieres - 1 3 . Barrida - 14 . comprenderán - 1 5 .


corriendo.

358
Ejercicio 69.
l . Rompieron - 2 . aprendimos - 3 . bebemos - 4 . prometían - 5.
Escondeos - 6 . temíais.

Ejercicio 70.
l . prohiban - 2 . vivan - 3 . Escribiré - 4 . resista - 5 . incurriera
o incurriese -6 . imprimió - 7 . Persistía - 8 . Cumplid - 9 . percibió
- l O . Partiré - 1 1 . combatieron - 1 2 . combatía - 13 . reunieran o
reuniesen - 14 . Persuadiré - 1 5 . vivirá - 1 6 . recibía - 1 7 . recibo.

Ejercicio 71 .
l . Yo no partiré hoy. - 2 . Si vlVIeses bien, serías elogiado. - 3 . Ella no
recibió ningún aviso. - 4. Siempre vivirá en Europa. - 5 . No creo que
reciba el dinero mañana.

Ejercicio 72.
l . recuerdo - 2 . manifiestes -3 . ruego, cuelgues - 4 . tiemblas - 5.
luzca - 6. confiesa, huele - 7. nazca -8. friega - 9. niega - 10. abo­
rrezcas - l l . nieva - 12. pertenezcan - 1 3 . Conducen - 14. redujera
o redujese - 1 5 . envejezca - 1 6 . Agradezco - 1 7 . ruego, atienda - 1 8 .
disuelve - 1 9 . conoscamos - 20 . piensa - 2 1 . entristecen - 22 . yerran
- 23 . meriendan.

Ejercicio 73.
aprieto - entiendo - confieso - yerro - huelo - tiemblo - tropiezo
- defiendo - atiendo - recuerdo - deshueso - muevo - consuelo -
vuelvo - demuestro - nazco - luzco - enaltezco - ruego - aborrezco
- reduzco - conduzco - desfallezco - deduzco - aduzco.

Ejercicio 74.
conduzca - conduzcas - conduzca - conduzcamos - conduzcáis - con­
duzcan.

Ejercicio 75.
produje produjiste - produjo - produjimos � produjisteis - produ-
jeron.

Ejercicio 76.
l . conozcas - reducirán - 3 . aprietan 4 . aprieta 5 . condujo -

6 . redujo - 7 . agradezcan - 8 . Piensa - 9 . condujeron lO . yerren.

Ejercicio 77.
l . gime - 2 . ciñó - 3 . siguió - 4 . pidió - 5 . concibió - 6 . sentimos -
7. miente - 8. advirtió -9. hirieron - 10. convirtió - 1 1 . pervertido
- 1 2 . elige - 1 3 . tiñas - 14 . friendo - 1 5 . regid - 1 6 . midió -
17. - riñas - 8. vistió - 19. compite - 20. sonriera o sonriese -
2 1 . me arrepiento - 22 . repitió - 23 . riera o riese - 24 . riñera o
riñese, conseguiría.

359
Ejercicio 78.
imperativo: hiere - hiera - hiramos - herid - hieran.
pret. indef: herí - heriste - hirió - herimos - heristeis - hirieron.
pres. indic: hiero - hieres - hiere - herimos - herís - hieren.

Ejercicio 79.
1 . vistió - 2 . repito - 3 . rieron - 4. siente - 5. gimen - 6. pido
- 7 . consiga - 8 . sirve - 9 . fríe - 1 0 . sonando.

Ejercicio 80.
l . juegan --2 . juega - 3 . Atribuya - 4 . huyeron - 5 . huimos -
6 . duerme - 7 . se murió - 8 . muriendo - 9 . se mueren - 1 0 . muera -
1 1 . Salgo - 1 2 . saldrán - · 1 3 . valga - 14 . Sal - 1 5 . Vales - 1 6 .
sobresalgan - 1 7 . saldré - 1 8 . adquieren - 1 9 . saldría - 20 . excluye

- 2 1 . destruyeron - 22 . construyamos - 23 saldré.


Ejercicio 8 1 .
a ) val o vale - valga - valgamos - valed - valgan.
b) valga - valgas - valga - valgamos - valgáis - valgan.
e) valdré - valdrás - valdrá - valdremos - valdréis - valdrán.

Ejercicio 82.
a ) dormí - dormiste - durmió - dormimos - dormisteis - durmieron.
b ) duermo - duermes - duerme - dormimos - dormís - duermen.
e) duerma - duermas - duerma - durmamos - durmáis - duerman.
d ) duerme - duerma - durmamos - dormid - duerman.

Ejercicio 83.
1 . dormimos - 2 . huya - 3 . salgo - 4 . valdrá - 5 . juegan - 6 . dur­
miendo - 7 . duerma - 8 . siento - 9 . adquirieron - 1 0 . divirtió.

Ejercicio 84.
ANDAR : Anduve - anduvieras o anduvieses - anduvieron.
ASI R : asgamos.
CABER : Cupieron - cabemos - Cabrán - cupo - quepo.
CAER: caiga - caigan - cae - me caigo.
DECIR: dijimos - digan - Digo - dije - bendiga.
ERGUI R : irguiendo - irga o yerga.
ESTAR: Estuvieron -_ esté - Estoy - Estuve - estuvieran o estuviesen.
HACER : hagan - hago - harán - Haz - haga - hecho - hice.
I R : vayas - fue - voy - vas - fueras o fueses - iría.
O I R : oyes - oyendo - oyera ou oyese - Oiga.
PLACER : plugo o plació - Pluguiera o Pluguiese, Placiera o Placiese.
PONER : Pon - pongan - puso - Pongo - pondré - pusieron.
PODRIR : pudran - pudrió - pudrieron.
PODER : puedo - pudiera o pudiese - Podría - podrá - pudo - puedan.
QUERER: quise - quiere - quisiera o quisiese - querrás - quiera -
Quiero.
SABER : supo - sepas - sepa - sabrá - sé - sepan - supiera o supiese.
TENER : tendrá - tuviera o tuviese - tenga - Tuve - tengo - abstiene
- sostuvo - obtendré.
360
TRAER : traiga - traje - distraiga - abstraigo.
VENIR: vengan - vengo - viene - vendrá - vendría - viniera o viniese
- prevengan.
VER : veía - vean - viera o viese vio - vi.
YACER: yazco, yago o yasgo - yasca, yaga o yazga - yacían.

Ejercicio 85.
1 . copio - 2 . pronuncia - 3 . acarició - 4 . beneficia - 5 . denuncio
- 6 . negocio - 7 . plagia - 8 . amplía - 9 . providencia - 1 0 . odia,
aprecia.

Ejercicio 86.
1 . santigua - 2 . acentúan -3 . continúan - 4 . conceptúa - 5 . ates­
tiguan - 6 . enjagua - 7 . insinúa - 8 . atenúan.

Ejercicio 87.
heroicamente - constantemente - felizmente - cegamente - cruelmente
- violentamente - evidentemente - elegantemente - fervorosamente -
irónicamente - silenciosamente - respectuosamente - dolorosamente -
francamente - débilmente - lentamente - certamente - dulcemente - cla­
ramente - firmemente.

Ejercicio 88.
amigablemente - decentemente silenciosamente - sinceramente - efu-
sivamente - instintivamente - tristemente - diligentemente.

Ejercicio 89.
1 . con frecuencia - 2 . adrede - 3 . Al acaso - 4 . al por mayor -
5 . a troche y moche - 6 . al revés - 7 . a tontas y a locas 8. a

oscuras - 9 . de súbito - 1 O . a palos - 1 1 . a ojos vistos - 1 2 . a cán­


taros - 1 3 . de memoria - 1 4 . - de buena gana - 1 5 . a hurtadillas -
1 6 . De veras - 1 7 . al pie juntillas - 1 8 . de pie - · 1 9 . en un san­
tiamén - 20 . En un tris -2 1 . sin más ni menos 22 . con frecuencia
-

- 23 . Por suerte.

Ejercicio 90.
1 . por - 2 . a - 3 . contra - 4 . por - 5 . por - 6 . con - 7 . para
- 8 . por - 9 . por - 1 0 . con - 1 1 . con 1 2 . desde
� 13 . a -
-

1 4 . por - 1 5 . para - 1 6 . de - 1 7 . por - 1 8 . hasta - 1 9 . hasta


- 20 . a - 2 1 . ante - 22 . en - 23 . sin - 24 . de 25 . desde -
-

26 . para - 27 . Desde - 28 . bajo - 29 . hacia - 3 0 . hacia.

Ejercicio 91 .
Con la preposición A: 1 , 2, 3, 4, 6, 7, 8, 10, 1 1 , 12, 1 3 , 1 5, 1 6, 17, 1 8 ,
19, 20.

Ejercicio 92
1 . a los - 2 . al - 3 . al - 4 . a los - 5 . a - 6 . a lo - 7 . a los
- 8 . al - 9 . al - 1 0 . at

361
Ejercicio 93.
1 . tiempo - 2 . tiempo - 3 . tiempo - 4 . movimiento - 5 . precede
infinitivos complementos de verbos de movimiento - 6 . precio - 7 . tiem- ·

po - 8 . tiempo.

Ejercicio 94
1 pero - 2 . porque - 3 . si - 4 . mientras - 5 . y - 6 . por - 7 . sin
.
·
embargo - 8 . sino - 9 . sino - 1 0 . pero.

Ejercicio 95.
1 a menos que - 2 . antes bien - 3 . puesto que
. ·_ 4 . con tal que -
5 . sin embargo - 6 . sin einbargo - 7 . por consiguiente - 8 . para que
- 9 . a pesar de - 1 0 . aun cuando.

Ejercicio 96.
l . ¡ Ay! - 2 . ¡ Anda! - 3 . ¡ Uf! - 4 . ¡ oh! - 5 . ¡ Bah! - 6 . ¡ Hola!
- 7 . ¡ Hola! - 8 . ¡ Sus!- 9 . ¡ ea! - 1 0 . ¡ Diablo!

Ejercicio 97.
peri - di - epi - extra - sin - su - so - hipo - de - anti -
sim - com - retro - tra - arzo.

Ejercicio 98.
aje - ada - nza - sion ida - ad - ero - ancia - or - ud -
ado - ista - ante - an ano.

Ejercicio 99.
l . Juan vio a María en el teatro.
2. Salimos por donde entramos.
3 . Vamos a trabajar por la mañana.
4 . ¿Donde estamos?
5 . Empezaré a estudiar pasado mañana.
6 . No conozco el tolégio adonde estudias;
7 . Fuimos a donde nos indicaron.
8 . Conocimos a tu hermano ayer en la fiesta.
9 . Vengo a llamarla para la fiesta.
1 0 . No se dónde estarán los libros.

Ejercicio 100.
1 . buenos - 2 . hermosa - 3 . verdes - 4 . amarillos - 5 . distintos.

Ejercicio 1 0 1 .
1 . llegaron - 2 . gritaba - 3 . se acercó - 4 . murio o murieron - 5.
volvisteis.

Ejercicio 102.
cavallo - classe - estudiávamos - palavra - personage - injenio
estranjería - esquisito.

362
DICCIONARIO
A A darga, s.f. - antigo escudo de
couro ou vime, escudo oval.
A babol, s.m. - amapola. A dobe, s.m. - tijolo cru, adobo, la-
A banico, s.m. - Jeque, ventarola, drilho.
abano. A drede, adv. m. - de propósito.
A beja, s.f. - abelha. A duana, s.f. - alfandega.
A bejeo, s.m. - movimento das asas A dustez, s.f. - qualidade de "adus­
da abelha. to", aspereza.
A dusto, adj. - austero, rígido, me-
A bigarrado, a, adj. - heterogeneo,
lancólico.
matizado.
A feitar, v.t. - barbear.
A brochar, v.t. abotoar, acolche-
A fición, s.f. - afei<;:áo, inclina<;:áo.
tar.
A fuera, adv. l . - fora.
A bucheo, s.m. - assobio.
A fueras, s.f. pl. - arredores, proxi­
A buelo, s.m. - avó. midades, subúrbios.
A cantilar, v.t. - dragar. A grio, adj. - acre, azedo, ácido.
A ceitoso, ( sa) , - oleoso, azeitado, A guijada, s.f. - aguilhada (vara
gorduroso, untuoso. comprida que serve para separar
A cercamiento, s.m. - aproxima<;:áo, a terra presa a lamina do arado ) o

ato de "acercarse". A gujero, s.m. - agulheiro, buraco,


A cercar, v.t. - aproximar-se. furo.
A congojar, v.t. - oprimir, afligir. A horrar, v.t. - economizar.
A corazado, ( da ) , adj. - coura<;:ado, A hijada, s.f. - afilhada.
protegido com coura<;:a; subst. - A jar, v.t. - estragar, det�riorar; fig.
coura<;:ado. - injuriar alguém.
A costar, v.t. - deitar, juntar. A juduras, s.f. - estrago.
A cribillar, v.t. - crivar, furar com A jedrez, s.m. - xadrez (jógo) .
um crivo; fam. - incomodar, mo­ Ajeno, (na ) , adj. - alheio.
lestar. A jetrearse; v.r. - fatigar-se, can-
A chubascarse, v.r. - enevoar-se, sar-se.
enublar-se, carregar-se de nuvens. Ajetreo, s.m. - fadiga, cansa<;:o.
364
A jí, s.m. - pimentao; a pimenteira. A lzado, (da ) , adj. - alc;:ado, levan­
Ajo, s.m. - alho. tado.
A la, s.f. - asa, aba (parte do cha­ A llende, adv. l . - além, acolá, da
péu ) . parte de lá, além disto.
A labar, v.t. - elogiar, gabar, lou­ A mago, s.m. - ameac;:a, sinal ou
var. indício de alguma coisa.
A lbañil, s.m. - pedreiro. A mancillar, v.t. - manchar, ofen­
A lborotador, (ra ) , adj. - alvoroc;:a­ der.
dor, que alvor�a. A mapola, s.f. - papoula geralmen­
A lbricias, s.f. pi. - alvíssaras. te vermelha.
A lcald¡:, ·s .m. - prefeito, alcaide, A mbages, s.m.pl. fig. - ambages,
oficial de justic;:a. circunlóquios, conjunto de pala­
A lcor, s.m. - colina, outeiro. vras afetadas.
A lelí, s.m. - alelí, goivo, planta de A mantillado, (da ) , adj. - tipo de
adorno. vinho ..
A lfajor, S.m. - doce de amendoas Ánade, s.m. - pato, marreco, cisne,
ou nozes. ganso.
A lfiler, s.m. - alfinete. A nales, s.m.pl. - anais.
A lfombra, s.f. - tapete para soa- A ncho, ( a ) , adj. - largo, amplo.
lhos ou escadas. A nchura, s.f. - largura, largueza,
A lforja, s.f. - alforge. amplidao.
A lgarroba, s.f. - alfarrobeira. A nda, s.f. - andor.
A lguacil, s.m. - oficial inferior de A ndaderas, s.f.pl. - andadeiras.
justic;:a. A ndel, u.m.en.pl. - sulco deixado
A lguacilillo, s.m. - cada um dos al­ pelas rodas do carro; trilho.
gazis que precedem ao toureiro A ndurrial, S.m. - lugar ermo, sem
na entrada da "quadrilha". caminho.
A lhaja, s.f. - jóia, adorno. A ngarillas, s.f.pl. - cangalhas.
A liento, s.m. - r�spirac;:ao. A ngosto, (ta ) , adj. - estreito, aper­
A lindado, (da ) , adj. - presumido tado.
(de lindo ) . A nheloso, (sa ) , adj. - anelante,
com respirac;:ao ofegante.
A liso, s.m. - amieiro, árvore betu­
A nillo, s.m. - anel.
minosa.
Ánima, s.f. - alma.
A [magra[, s.m. - terreno onde se
Anoche, adv. t. - ontem a noite,
encontra o "almagrero".
na noite passada.
A lmendra, s.f. - amendoa. A nte, s.f. - bebida alimentícia feí­
A lmibarado, (da), adj. - ac;:ucarado. ta com frutas, vinho, canela, ac;:ú­
A londra, s.f. - calhandra, cotovia. car e outros ingredientes.
A loque, adj . - vinho tinto claro, A nte, prep. - antes de.
clarete. A nticuchero, s.m. - vendedor de
A loquillo -- diminutivo de aloque. fígado de vaca em palito.
A lquitara, s.f. - alambique. A ntifaz, s.m. - máscara.
365
A ntorcha, s.f.� farol, facho, tocha. Asidero, s.m. - ma�anéta, pegadei-
A ñadido, ( da ) , adj. - acrescenta- , ra; fig. - ocasiao, pretexto.
do, agregado. A sir, v.t. - pegar, agarrar.
A ñadidura, s.f. - acréscimo. A somar, v.i. - aparecer.
A ñejo, (ja ) , adj. - antigo. A stillero, s.m. - cabide para lan�as.
A ñicos, s.m.pl. - pequenos peda-' A tenerse, v.r. - ater-se, aderir.
�os ; fam. fig. : Hacerse añicos - A terirse; v.r. - ficar hirto com frio.
fazer-se em fanicos. A tiborrar, v.t. - encher de borra;
Apacibe, adj. - aprazível, tranqüilo, fam. - empanturrar.
Ático, (ca ) , adj. - último andar de
ameno.
um edifício.
Apelotonar, v.t. - formar pelotoes,
A tusar, v.t. - cortar o cabelo a te­
juntar e m fileiras.
soura; fig. � enfeitar-se.
A quende, adv.l. - aquém, desta A ullar, v.i. - uivar.
parte. A un, adv. t. e m. - ainda, também,
A queste, a, o, pron. dem. - éste, até.
esta, isto (usado em poesia) . A ún, adv. - ainda, todavia,
Arcipreste, s.m. - arcebispo, arci­ A unque, conj. adv. - se bem que,
preste. ainda que, posto que.
A rmazón, s.f. - armadura, esque­ A utobús, S.m. - onibus.
leto, arma�ao. A ve/lana, s.m. - avela.
Arnés, s.m. - conjunto de armas; A ve/lanar, v. t. - enrugar-se.
no pl. - adorno de cavalo ou A yer, adv. t. - ontem.
mula, jaézes. A zada, s.f. - enxada.
tf rras, s.f.pl. - penhor. A zahar, s.m. - flor de laranjeira.
A rrecirse, v.r. - entorpecer-se pelo A zorado, ( da) , adj. - sobressalta-
frio. do, assustado, irritado.
A rrecido, a, adj. - entorpecido. A zufre, s.m. - enxüfre.
A rreglar, v.t. - regular, por em or­
dem, arrumar, justar. B
A rriba, adv.l. - para o alto, para Bajar, v.1. descer, baixar, dimi-
a .p arte alta. nuir.
A rriero, s.m. - arrieiro, o que tra- Bajo, (ja) , adj. - baixo.
balha com béstas. Bajo, prep. - sob.
A rrocero, ( ra ) , adj. - arrozeiro. Baladí, adj . - frívolo, fútil, pouco
A rrodillar, v.t. - ajoelhar. importante.
A rrojar, v.t. - arremessar, atirar, Balcón, s.m. - varanda.
lan�ar. Balde, (DE ) , m. adv. - em vao,
Arropía, s.f. - mel, xarope. inutilmente.
A scensor, s.m. - elevador. Ballena, s.f. - baleia.
A scua, s.f. - brasa viva. Baraja, s.f. - baralho.
A sentar, v.t. - assentar, firmar, es­ Barba, s.f. - parte inferior do quei­
tabelecer. xo; papel de barba, papel alma�o.
366
Barbilampiño, ( ña) , adj. im- Botín, s.m. - mota pequena; presa
berbe. de guerra.
Barbilla, s.m. - queixo. Brama, s.f. - brama.
Barda, s.f. - sebe. Brea, s.f. - breu.
Barquillero, (ra ) , s.m. e f. - o que Brocal, s.m. - parapeito da boca
vende "barquillos". de po�o.
Barquillo, s.m. - espécie de pastel Bruñido, (da ) , adj. - polido.
de . massa folhada. Buho, S.m. - mocho, coruja.
Barra, s.f. - alavanca. Buitre, s.m. - abutre.
Bartola (A LA) , m. adv. fam. - Bulevar, s.m. - passeio público ou
sem cuidados, negligentemente. rua larga com árvores.
Bartolillo, s.m. - empada pequena Bullente, (ta ) , adj. - fervente.
de carne ou creme. Bullicioso, ( sa ) , adj. - irrequieto,
Basquiña, s.f. - saia preta com mui­ traquina.
tas pregas na cintura. Bullir, v.i. - ferver.
Batir, v.t. - bater, abater, arruinar, Buñuelo, s.m. - filhós, massa de fa­
derrubar. rinha.
Bayeta, s.f. - baeta, tecido de la.
Bejuco, s.m. - cipó.
Bellota, s.f. - balota, fruto do car- e
valho e do azinheiro.
Berenjena, s.f. - berinjela. Cabalmente, adv. m. - perfeitamen­
Berroqueña, adj. - granitóide. te, cabalmen�e.
Berza, s.f. - couve. Caballista, s.m. - aquele que en­
Bisteque, s.m. - bife. tende de cavalos e monta bem.
Bizcochero, adj. - biscoiteiro. Cabe,. prep. - cerca de; junto a
Biznaga, s.f. - jasmim. ( usado mais em poesía ) .
Bloque, s.m. - bloca de pedra. Cala, s.f. - cala, abertura e m frutos.
Bocacalle, s.f. - embocadura. Calabaza, s.f. - espécie de abóbora.
Calado, s.m. - crivo, entalhe, feí-
Bocadillo, s.m. - sanduíche.
to em madeira ou metal.
Boquerón s.m. - anchova.
Calandrar, v.t. - lustrar com a ca­
Bo_rdón, s.m. - a corda mais grossa
landra.
dos instrumentos.
Calandria, s.f. - máquina de calan­
Borrén, s.m. - estofo da sela. drar; calandra, ave.
Borroso, ( sa ) , ¡tdj. - borroso, con­ Calavera, s.f. - caveira.
fuso. Calenda, s.f. pl. - o primeiro dia
Borrosidad, s.f. - confusíio, falta de de cada mes entre os romanos.
contornos; Caliente, adj. - quente.
Botarga, s.f. - espécie de cal�íio Calle, s.f. - rua.
antigo; vestido ridículo de várias Calleja, s.f. dim. � viela, beco.
cores; "joíio-teimoso" Callejón, s.m.aum. de "calleja"
Botella, s.f. - garrafa. passagem estreita entre paredes.
367
Cambio, S.m. - cambio, tróco. Cenicienta, s.m. fig. - pessoa in­
Camelo, s.m. fam. - galanteio, tro­ justamente postergada, despre­
�a, engano, burla. zada.
Camello, s.m. - camelo. Ceñir, v.t. - Cingir, rodear.
Campanilla, s.f. - sineta pequena; Ceño, s.m. - cenho, semblante se­
Bot. - campainha, flor. vero.
Campana, s.f. - sino. Cepillo, s.m. - escóva.
Campaña, s.f. - campanha, campo Cerca, adv.l. y t. - perto, próximo,
sem montes, campina. junto a.
Camuesa, s.f. - ma�a camoesa. Cercanía, s.f. - proximidade, vizi­
Cana, s.f. - ca, cabelo branco; ca­ nhan�a, arredor.
nadela, medida agrária. Cerceta, s.f. (Zool. ) - cerceta, ave
Canasta, s.f. - cesta. palmípede.
Cancha, s.f. - cancha, campo para Cerda, s.f. - cerda (pelo ) .
jogos; Amér. do Sul - milho Cermeña, s.f. (Bot. ) - saramenho,
torrado. pera moscatel.
Candela, s.f. - candeia. Cerradura, s.f. - fechadura.
Candil, s.m. - candil, candeia. Cerro, S.m. - Iombo, cerro, colina.
Cantonalismo, s.m. - partido dos Cíclope, s.m. (Mit. ) - cíclope, ra�a
cantonalistas, cantonalismo. de gigantes.
Canturrear, v.i. fam. - cantarolar. Ciervo, s.m. (Zool. ) - veado.
Caña, s.f. ( Bot. ) - cana. Cigarro, s.m. - charuto.
Caramanducas, s.m. - seresteiro. Cima, s.f. - cume, cimo.
Carnestolendas, s.f.pl. - carnaval. Cincha, s.f. - cilha.
Carreta, s.f. - carro�a. Cinta, s.f. - faixa, tira larga para
Carretela, s.f. - carro de coberta atar, fita.
desmontável. Clavel, s.m. (Bot. ) - cravo.
Carretera, s.f. - estrada. Clorótico, (ca ) , adj. - clorótico,
Caserío, s.m. - casario, conjunto de anemico.
casas. Coca, s.f. - coca (planta narcóti-
Caseta, s.f. - casa rústica. ca do Peru ) .
Castaño, ( ña ) , adj. - castanho; s.m. Coche, s.m. - carro; porco.
- cas�anheiro. Cochinillo, S.m. - leitao novo.
Cauce, s.m. - Jeito dos ríos. Codicia, s.f. - cobi�a.
Caudal, adj . - caudaloso; fig. Cofia, s.f. - touca.
abundancia de coisas. Coger, v.t. - agarrar, pegar, tomar.
Caudillo, s.m. - caudilho, chefe mi- Cohombro, s.m. - cogombro, pe-
litar. pino.
Ceja, s.f. - sobrancelha. Cojo, (ja ) , adj . - coxo.
Celo, S.m. - zelo; pi. - ciúmes. Cola, s.f. - cauda.
Celoso, ( sa ) , adj. - zeloso, ciu- Colada, s.f. - coada, passada por
mento. filtro.
Ceniciento, (ta ) , adj. - cinzento. Colgar, v.t. - pendurar, suspender.
368
Colmena, s.f. - colmeia. Crujido, s.m. de "crujir" - crepita­
Colmilludo, ( da ) , adj. - colmilho­ �áo, rangido, estalido.
so, animal que tem grandes col­ Cuajar, v.t. - coalhar, coagular; fig.
milhos ( dentes ) . - encher de enfeites.
Colorado, (da ) , adj. - vermelho, Cucaracha, s.f. - barata.
corado, rubro. Cubrefuego, s.m. - a hora do in­
Colorín, S.m. - cor berrante; Zool. censo.
- pintassilgo. Cuchillas, (EN ) , m.adv. - de cóco-
Comedor, ( ra ) , adj. - comiHio; ras.
subst. - sala de jantar. Cuchara, s.f. - colher.
Complacer, v.t. - comprazer, ale- Cuchichear, v.i. - cochichar.
grar-se. Cuchilla, s.f. - cutelo.
Concha, s.f. - concha, ostra. Cuchillo, s.m. - faca.
Conejo, s.m. - coelho. Cuello, s.m. - pesco�o, gola, colari­
Conyundas, s.f.pl. - correia de cou­ nho.
ro em volta do pesco�o do ca­ Cuerdo, (da ) , adj . - cordato, pru­
valo. dente.
Copa, s.f. - ta�a; copa de chapéu. Cuesta, s.f. - encosta, ladeira.
Copla, s.f. - quadra para cantar. Cumbre, s.t - cume das monta­
Copo, s.m. - Copo; floco de neve. nhas.
Cornúpeta, adj. - cornúpeto, ani- Cuna, s.f. - ber�o.
mal que acomete com os cornos. Cursi, adj . fam. - ridículo, afetado,
Corral, s.m. - curral. presumido.
Correveidile, s.m. fam: - mexeri­
queiro, alcoviteiro.
Corro, s.m. - círculo, roda de pes- CH
soas.
Cortaplumas, s.m. - canivete. Chaleco, s.m. - colete.
Corzo, s.m. - veado, cor�o. Chamberí, adj. (Peru ) - pessoa que
Cosecha, s.f. - colheita. veste com luxo.
Coso, s.m. - arena, circo. Champurrar, v.t. fam. - misturar li­
Cosquillas, s.f.pl. - cócegas. cores.
Costado, s.m. - costas, costado; Mil. Chancaquita, s.f. (América) - pas­
- flanco, lado direito ou es­ tilha de a�úcar misturada com no­
querdo de um exército. zes, coco (chancaquita de cancha).
Cotorra, s.f. - periquito. Chanclo, s.m. - galocha.
Coz, s.f. - coice. Chapa, s.f. - chapa; pi. - jogo
Crabrón, s.m. - vespáo. entre duas o u mais pessoas ( com
Crecedero, ( ra ) , adj. - crescido. moedas) .
Creces, s.f.pl. - acréscimos. Chapuzón, s.m. - mergulho de ca­
Creer, v.t. - crer. be�a.
Cresta, s.f. - crista. Charol, s.m. - verniz
369
Chico, (ca ) , adj. - rapaz, menino Desconcertar, v. t. - turbar, des-
pequeno. concertar.
Chichear, v.i. - ciciar. Desenvainar, v.t. - desembainhar.
Chichería, s.f. - casa ou loja onde Desgarrar, v.t. - dilacerar, rasgar.
se vende "chicha" ( bebida) . Deshora, s.f. - inoportuna; "A des-
Chisme, s.m. - intriga, boato; fam. horas" (m. adv.) - fora de horas.
- traste, bugiganga. Deslavar, v.t. - desbotar, deslavar.
Chita, s.f. - osso do tarso; "A la Desmantelado, (da ) , adj. - des­
chita callando" (m. adv. fam. ) - guarnecido, mal cuid_ado.
discretamente. Desmantelar, v.t. - demolir, de-
Choncolíes, s.f. ( Peru) - tripa as­ samparar; abandonar urna casa.
sada. Despacio, adv. m. - devagar.
Chorro, s.m. - jorro, esguicho. Despojar, v.t. - despojar; espoliar.
Chufa, s.f. - jun<;:a ( tubérculo) ; Destartalado, (da ) , adj. - sem
chufa, ca<;:oada, gracejo. ordem.
Churrigueresco, (ca) , adj. - estilo Destello, s.m. - claráo, brilho.
arquitetónico espanhol introduzido Desvalimiento, s.m. - desvalimento,
por Churriguera no século XVIII ; abandono, desamparo.
sobrecarregado de enfeites. Desván, s.m. - desváo, parte mais
alta da casa, imediata ao telhado.
Deuda, s: f. - dívida.
D Diabla, s.f. fam. - diaba; m. adv.
fam. "A la diabla" - Sem esmero.
Daca, - dá cá, dá-me. Dibujar, v.t. - desenhar.
Decenviro, s.m. - decenviro, cada Dicha, s.f. __:__ dita, felicidade, sorte
um dos dez magistrados romanos feliz.
que redigiram a Lei das Doze Tá­ Diestro, (tra ) , adj. - destro, sagaz;
buas. s.m. - toureiro.
Dejo, s.m. - fim, sotaque. Distinto, (ta ) , adj. - difere·nte, di­
Delantal, s.m. - avental. verso.
Deparar, v.t. - proporcionar, conce­
Diversidad, s.f. - variedade.
der, subministrar.
Doblez, s.m. - dobra, prega, fran­
Derrocar, vJ. - derrocar, despe­
zido; fig. - fingimento, hipocri­
nhar; fig. - humilhar, abater,
sia.
aniquilar.
Doliente, adj . - dolorido,_ aflito.
Desarrollar, v.t. - desenrolar, desen­
volver. Dondequiera, adv. l . - onde quer,
Desatar, v.t. - desligar, dissolver, em qualquer parte.
derreter. Dornajo, s.m. - gamela.
Desbordar, v.i. - trasbordar, der­ Duda, s.f. - dúvida.
ramar, desbordar. Duelo, s.m. - dó, pena; pi: "duelos
Descomponer, v.t. - descompor, de­ y quebrantos" - fritada de ovos.
sordenar, · decompor, separar. Durazno, s.m. - pessego.

370
Duro, ( ra ) , adj . - duro, rijo; s.m. : Engendrar, v.t. - gerar, engendrar;
duro ( moeda espanhola de prata, fig. - causar, formar.
de cinco pesetas ) . Enhiesto, ( ta ) , adj. - levantado,
Dux, s.m. - doge. erguido.
Enjalbegar, v.t. - caiar.
Enjampre, s.m. - exame.
E Enjuto, (ta ) , adj. - enxuto, del­
gado, magro.
Echar, v.t. - deitar, lan<;ar, arrojar. Enojar, v.t. - enojar, agastar; en­
Eje, s.m. - eixo. colerizar-se, zangar-se.
Embargo, s. m. indigestao; penho­ Enrojecer, v.t. - encandecer, aver­
ra; conj . : "Sin embargo" - nao melhar.
obstante. Ensalzar, v.t. - elogiar, exaltar.
Emborrachar, v.t. - embebedar. Ensamblar, v.t. - enlalhar, embutir,
Embuchado, ( da ) , adj. - embucha­ juntar.
·
do, farto; s.m. - chouri<;o. Ensanchar, v.t. - alargar.
Embutido, ( da ) , adj. - embutido; Ensartar, v.t. - enfiar por um fio
chouri<;o. ou arame várias coisas.
Empanada, s.f. - empada. Enseñar, v.t. - ensinar, indicar,
Empastelar, v.t. - empastelar; fig. mostrar.
fam. - obturar o dente. Enseres, s.m.pL - móveis.
Empedrado, ( da ) , adj. - empedra- Ensimismamiento, s.m. - ensimes­
do, pavimento cal<;ado. mamento, abstra<;ao, concentra<;ao.
Empezar, v.t. - come<;ar. Ensortijar, v.t. - encrespar, frisar,
Empinar, v.t. - por a pino, erguer. anelar.
Emplazar, v.t. - emprazar, colocar, Ensueño, s.m. - sonho.
situar. Entrañable, adj . - entranhável, ín-
Empuñadura, s.f. - empunhadura, timo.
punho da espada. Entresu'elo, S.m. - sobreloja.
Encaje, s.m. - renda. Entronque, s.m. - entroncamento.
Encaramar, v.t. - encarrapitar; lou­
Envidia, s.f. - inveja.
var, elogiar.
Envilecer, v.t. - aviltar.
Encendido, (da) , adj . .- aceso, afo­
Errante, adj. -'---- errante, nómade.
gueado, ruborizado.
Escabello, s.m. - escabelo.
Encina, s.f. - carvalho, azinheira.
Escalera, s.f. - escada.
Endrino, ( na ) , adj. - preto azula­
do; s.m. - ameixeira. Escalofriado, (da ) , adj. - calafria-
Enfrascarse, v.r. meter-se por do, que sofre de calafrios;
brenhas; fig. absorver-se, Escamotear, v.t. - esconder.
ocupar-se. Escaparate, s.m. - vitrina.
Enfriar, v.t. - esfriar. Escarabajo, s.m. - escaravelho.
Engalanar, v.t. - enfeitar, ornamen­ Escarbar, v.t. - escavar, revolver.
tar. Escarcha, s.f. - escarcha, neve.
371
Escarolado, ( da ) , adj. - franzido, Filomela o Filomena, s.f. - filome­
ondulado. la, rouxinol.
Escenario, s.m. - palco, cenário. Flechador, s.m. - frecheiro.
Escoba, s.f. - vassoura. Flordelisar, v.t. - ornar com flor­
Espalda, s.f. - costas. -de-lis.
Espolón, s.m. - esporao; Mar. - Fogata, s.f. - fogueira.
remate da proa de um navío, so­ Forja, s.f. - forja, oficina de fer-
bre o qua! assenta a figura que reiro.
!he serve de ornamento. Frac, s.m. - fraque, casaco curto.
Esponjado, s.m. - espécie de ca- Fréjol, fríjol o frijón, s.m. - feijao.
ramelo. Frenología, s.f. - Frenología, doutri-
Espuela, s.f. - espora. na que considera a conforma�ao
Estambre, s.m. - estame. do cérebro.
Estanque, s.m. - tanque. Fresa, s.f. - morango.
Estepa, s.f. - estepe, planície incul­ Frescona, adj. - desavergonhada.
ta da Rússia. Fuste, s.m. - baste de madeira, co-
Estocada, s.f. - estocada, golpe com luna.
estoque ; espada de fólha estreita.
Estorbar, v.t. - estorvar, dificultar,
molestar. G
Estropear, v.t. - deformar, aleijar,
estragar. Gabán, s.m. - capote.
Gafa, s.f. - gancho; pl. - óculos.
Gajo, s.m. - galho.
F Galerero, s.m. - carreteiro, dono de
urna galera.
Fabada, s.f. - guisado com feijao Galgo, ( ga ) , adj. - cao galgo.
e carne de porco. Galletero, s.m. - bolacheiro, biscoi­
Factura, s.f. - fatura, execw;ao. teiro.
Faena, s.f. - faina, tarefa, lide. Gamo, s.m. - gamo.
Falda, s.m. - saia.
Gana, s.f. - gana, apetite, desejo;
Falla, s.f. - fogueira que acendem
"De buena gana" (m. adv . ) -
nas ruas, na noite de S. José, em
com prazer.
Valencia.
Ganado, ( da ) , adj. - ganho, ganha­
Fanega, s.f. - fanga, medida de cin­
do; s.m. - gado.
qüenta e cinco litros e meio.
Ganapierde, amb. - ganha-perde,
Fanfarria, s.f. fam. - fanfarronice.
Farolillo, s.m. - planta trepadeira, jógo.
campanulas. Garbanzo, s.m. - grab-de-bico.
Fastos, s.m.pl. - fastos, tábuas cro­ Gatas ( A ) , m. adv. - de gatinhas.
nológicas dos romanos. Gavilán, s.m. - gaviao.
Feria, s.f. - féria, feira. Gavilla, s.f. - gabela, feixe de canas
Fiero, ( ra ) , adj. - duro, agreste. de sarmento; bando, quadrilha.
372
Gazpacho, s.m. - gaspacho, sopa H
de pao com vários temperos (An­
daluzia) . Habar, s.m. - faval.
Gemelo, ( la ) , adj. - gemeo; binó­ Habitación, s.f. - habita<;:ao, apo­
culo; abotoadura. sento.
Gentilhombre, s.m. - fidalgo, ca- Hacia, prep. - em dire<;:ao a, rumo
valheiro. a, para.
Gitano, ( na ) , adj. - cigano. Hacienda, s.f. - fazenda.
Golondrina, s.f. - andorinha. Hacinar, v.t. - amontoar, empilhar.
Goma, s.f. - borracha. Hacha, s.f. - machado.
Gorrión, s.m. - pardal. Hache, s.f. - nome da letra H.
Gorrón, (na) , s.m. - seixo; bi- Hachón, s.m. aum. de "hacha" -
machadao, archote.
cho-da-seda.
Hada, s.f. - fada.
Goterón, s.m. - gota grande.
Hallar, v.t. - achar, encontrar.
Grana, s.f. - cór escarlate.
Harina, s.m. - farinha.
Granado, S.m. - romazeira.
Harto, ( ta ) , adj . - farto.
Granate, s.m. - granate, granada.
Hasta, prep. - até
Granuja, s.f. - uva desbagoada; Hayal, s.m. - faial.
fig. - grupo de vadios; malandro, Haz, s.m. - feixe; s.f. - face, ros-
pícaro. to, cara, frente.
Grulla, s.f. - grou, ave pernalta. Hazaña, s.f. - fa<;:anha.
Guadaña, s.f. - gadanha, foice. Hebra, s.f. - linha, fibra da carne.
Guanaco, (ca ) , s.m. y f. - guanaco. Hecho, (cha ) , adj. - feito; "De
Guante, s.m. - luva. hecho y de derecho" (m. adv. ) -
Guapo, (pa ) , adj. - elegante, cora- cabal, perfeito, real.
joso, garboso. Helado, (da) , adj. - gelado, s.m. -
Guardainfante, s.m. - anquinhas. sorvete.
Guardilla, s.f. - água-furtada. Helecho, s.m. - feto; samambaia.
Guasón, ( na ) , adj. fam. - insípido, Henchir, v.t. - encher, preencher.
ca<;:oador. Heno, s.m. - feno.
Guata, s.f. - algodao em rama; Herejía, s.f. - heresia.
Chile - barriga, pan<;:a. Hermosear, v.t. - aformosear.
¡Guay!, ( palavra árabe ) , interj. - Herpe, amb. - herpes, erup<;:ao
Ai! aguda de vesículas.
Guateado, ( da ) , adj. - forrado. Hielo, s.m. - gelo.
Guedeja, s.f. - cabeleira comprida, Hierba, s.f. - erva.
guedelha. Hierro, s.m. - ferro.
Guinda, s.f. - ginja, variedade de Hijo, (ja ) , s.m. y f. - filho.
cereja. Hilacho, s.m. - fiapo, farrapo.
Gusano, s.m. - verme, bicho-da­ Hilar, v.t. - fiar.
-seda. Hilvanar, v.t. - alinhavar.
373
Hinchado, (da ) , adj. - inchado, Humo, s.m. - fumo.
presumido, enfatuado. Hundir, v.t. - afundar.
Hirsuto, ( ta ) , adj. - hirsuto, eri­ Huraño, (na ) , adj. - insociável,
¡;:ado. intratável.
Hito, ( ta ) , adj. � unido, fixo, Hurtadillas ( A ) , m. adv. - as fur­
firme; "Mirar de hito en hito" - tadelas, as escondidas.
fitar. Hurtar, v.t. - furtar.
Hocico, s.m. - focinho. Huso, s.m. - fuso.
Hoguera, s.f. - fogueira
Hoja, s.f. - folha.
Hojaldre, s.m. - pastel folhado. 1
Hojoso, ( sa ) , adj . - folhoso, · fo-
Ihudo. Ibis, s.f. - íbis, ave pernalta.
Holgado, ( da ) , adj . - folgado. Inagotable, adj. - inesgotável.
Holgazáno, ( na ) , adj. - pregui¡;:o­ Injula, s.f. - ínfula; pi. - presun-
so, ocioso. ¡;:ao, vaidade.
Hollín, s.m. - fuligem. Ingle, s.f. - virilha.
Hondo, (da ) , adj . - fundo, pro­ Innoble, adj . - ignóbil.
fundo . . Invernizo, (za ) , adj. - inverni¡;:o.
Horchata, s.f. - orchata ( bebida fei­ Invitado, (da ) , adj. - convidado.
ta de cevada com amendoas do­ Irrazonable, adj. - irracionável.
ces ) . Isla, s.f. - ilha.
Horda, s.f. - bando indisciplinado,
horda.
Hórreo, s.m. - celeiro. J
Hoy, adv. l. - hoje.
Hoz, s.f. - foice; garganta. Jadeante, adj. - arquejante.
Hozar, v.t. - fossar, focinhar. Jamelgo, s.m. fam. - sendeiro, ca-
Huerto, , s.m. - hórto, peq!Jena valo magro :
horta. Jamón, s.m. - presunto.
Hueso, s.m. - osso. Jaque, s.m. - xeque.
Hueste, s.f. - hoste, tropa. Jm:a, s.f. - esteva, arbusto.
Huevo, s.m. - ovo. Jarabe, s.m. - xarope.
Huir, v.i. - fugir. Jaspe, s.m. - jaspe, quartzo.
Humita, s.f. ( Arg., Chile, Peru) - Jersey, s.m. - casaquinho de malha.
pasta de milho tenro raJado, mis­ Jirón, s.m. - girao, peda¡;:o de al-
turado com alho e outros condi­ guma coisa.
mentos. Judía, s.f. - feijao.
Humitero, ( ra ) , s.m. y f. (Arg., Chi­ Juego, s.m. - jógo.
le, Peru) - vendedor de "hu­ Jueves, s.m. - quinta-feira.
mita". Jugar, v.i. - brincar.
374
Jugoso, ( sa ) , adj . - suculento. LL
Juguetón, ( na ) , adj. - brincalhao.
Juncia, s.f. � jun'Ya, planta medi- Llamar, v.t. :__ chamar.
cinal. Llamarada, s.f. - labareda.
Llanero, ( ra ) , s.m. y f. - habitante
das lhanuras ou planícies.
L Llanto, s.m. - pranto.
Llanura, s.f. - planície.
Lleno, ( na ) , adj. - cheio.
Labrado, (da ) , adj. - lavrado, or-
Llorar, v.i. - chorar.
nado de relevos.
LlUvia, s.f. - chuva.
Ladrillo, s.m. - tijolo, azulejo.
Lampiño, ( ña ) , adj. _:_ imberbe.
Lanzazo, s.m. - lan'Yada, golpe de M
lan'Ya.
Largo, (ga ) , adj . - comprido. Mac�rar, v.t. - macerar, mortificar.
Laurel, s.m. - loureiro. Maci,lento, ( ta ) , adj. - pálido.
Leche-vinagre, s.f. - coalhada. Macho, s.m. - macho; ma'Yo gran-
Lechuga, s.f. - alface. de; bigorna.
· Lechuza, s.f. - coruja. Madroño, s.m. - medronho, fruto;
Ledo, ( da ) , adj. - alegre, risonho. Méx. - lírio.
Lejanía, s.f. - distancia. Maguey, s.m. --� pita, planta amari­
Lejano, ( n a ) , adj. - distante, afas- lídea.
tado. Majeza, s.f. fam. - peraltice ; pre­
Lejos, adv. l. y t. - longe. sun'Yáo no vestir e nos modos.
Lenteja, s.f. - lentilha. Malandanza, s.f. - desgra'Ya, des-
Lidiar, v.i. - lidar, combater; pe­ ventura.
lejar. Maleza, s.L - malícia ; erva nociva.
Lienzo, s.m. - peda'Yo de . . . ; pin- Maloliente, adj. - fedorento.
tura sobre tela. Manco, (ca ) , adj. - que falta um
bra'Yo ou máo; fig. - aleijado.
Limo, s.m. - limo, barro.
Manes, s.m. pi. - manes, deuses
Linde, amb. - limite.
infernais ; sombras ou almas dos
Listo, (.a ) , adj . - rápido, sagaz.
mortos.
Loma, s.f. - lomba, lombada.
Maní, s.m. - amendoim.
Losa, s.f. - laje, lousa. Mansalva ( A ) , m. adv. - sem ris-
Lozanía, s.f. - vi'Yo, lou'Yania, al- co, impunemente.
tivez. Manteca, s.f. - banha.
Lucero, s.m. - luzeiro, estrela. Mantel, s.m. - toalha de mesa.
Lujo, s.m. - luxo. Mantequilla, s.f. - manteiga.
Luna, s.f. - Jua. Manzanilla, s.f. - vinho branco de
Lunes. s.m. - segunda-feira. Andaluzia.
375
Mari-Angola, s.f. ( Peru ) - sino de Mona, s.f. - macaca; fam. - boni­
som especial. ta, delicada, primorosa.
Marisma, s.f. - marisma, terreno a Monosabios. s.m. (2� acepción) -
beira-mar. moc;os da guarda do toureiro.
Marro, s.m. - j ógo da malha; falta, Montacargas, s.m. - elevador para
erro. cargas.
Martes, s.m. - terc;a-feira. Montaraz, adj . - montes.
Mayoral, s.m. - maioral, pastor Mora, s.f. - amora (fruto da amo-
principal que cuida dos rebanhos. reira ) .
Mayorazgo, s.m. - morgadio, mor­ Morado, ( a ) , adj. - roxo.
gado, primogenito. Moradilla, s.f. - morada pequena.
Mazamorra, s.f. - mingau de milho Morcilla, s.f. - chouric;o, morcela.
com ac;úcar ou mel. Mostaza, s.f. - mostarda; fam. -
Mazapán, s.m. - mac;apáo, massa irritac;áo, zanga.
feita de amendoas com ac;úcar e Mozo, ( a ) , adj. - moc;o, servente.
outros ingredientes. Muchedumbre, s.f. - multidáo.
Mecer, v.t. - mexer, embalar, Mudéjar, adj. - mudéj ar (estilo ar-
mover. quitetónico do século XII ao
Mejilla, s.f. - face, mac;á do rosto. XVI).
Melcochero, s.m. - fabricante ou Mugir, v.i. - mugir, bramar.
vendedor de mel. Muladar, s.m. - monturo, ester­
Melocotón, s.m. - pessego. queira.
Membrillo, s.m. - marmeleiro, mar­ Muleta, s.f. - muleta, pau para cha-
rueJo. mar o touro que se deseja matar.
Meñique, adj. fam. - mínimo; dedo Muñeca, s.f. - boneca.
menor da máo. Murciélago, s.m. - morcego.
Merluza, s.f. - pescada, peixe ma­ Murena, s.f. - moréia, peixe angüi-
Jacopterígio. forme (formato de cobra) .
Merma, s.f. - diminuic;áo. Muslo, s.m. - coxa.
Meseta, s.f. - meseta, pequeno Mustio, ( a ) , adj. - murcho.
planalto.
Mesón, s.m. - estalagem, pousada.
Mezcla, s.f. - mistura. N
Mezcolanza, s.f. - miscelfmea.
Mientras, adv. t. - enquanto. Nácar, s.m. - nácar, substancia
Miércoles, s.m. - quarta-feira. branca e brilhante.
Mies, s.f. - planta que se faz o páo; Nadie, indef. - ninguém.
messe. Naranja, s.f. - laranja.
Mirador, ( ra ) , adj. - mirante ; ga­ Nardo, s.m. - nardo, planta liliácea.
leria; varanda envidrac;ada. Navaja, s.f. - navalha.
Mirla, s.f. - melra. Negrilla, s.f. - cogumelo, safio,
Mismo, ( m a ) , adj. - mesmo. congro.
376
Nido, s.m. - ninho. Pana, s.f. - veludo.
Niebla, s.f. - névoa. Pantalón, s.m. - cal<,:as de homem
Niñez, s.f. - infancia. ou de mulher.
Niño, ( a ) , s.m. - menino. Pañuelo, s.m. - len<,:o.
Níspero, s.m. - nespereira (árvore). Parado, ( da ) , adj. - tímido; desem­
Níspola, s.f. - nespera ( fruto ) . pregado.
Nochebuena, s.f. - noite de Natal. Paraguas, s.m. - guarda-chuva.
Nogal, s.m. - nogueira. Páramo, s.m. - páramo, terreno de­
Nombradía, s.f. - fama, nomeada, serto sem cultivo.
reputa<,:áo. Parche, s.m. - emplastro, parche;
Noria, s.f. - nora, aparelho para ti­ emenda.
rar água dos po<,:os ou cisternas. Parejo, (ja ) , adj. - semelhante,
Numen, s.m. - nume, inspira<,:áo. igual.
Parpadear, v.i. - pestanejar.
Parra, s.f. - parreira.
o Parroquiano, (na ) , adj. - paroquia­
no; fregues, cliente.
Obrero, ( ra ) , adj. - operário. Pasto, s.m. - pasto; loe. : "de pasto"
Oficina, s.f. - escritório, reparti<,:áo - de uso diário.
pública. Pavo, s.m. - peru; "subirse a uno
Oído, s.m. - ouvido. el pavo" - ruborizar-se.
Ojear, v.t. - olhar atentamente. Peca, s.f. - sarda.
Ola, s.f. - onda, vaga. Peladilla, s.f. - amendoa confeitada.
Oleaje, s.m. - marulhada. Pelear, v.i. - pelejar, combater,
Oler, v.t. - cheirar. lutar.
Olor, s.m. - cheiro, aroma; fig. Peluquería, s.f. - barbearía, saláo
fama, reputa<,:áo, opiniáo. de cabeleireiro.
Olla, s.f. - panela. Pelusa, s.f. - penugem.
Oso, s.m. - urso. Pellizcar, v.t. - beliscar.
Pendiente, adj. dependurado;
s.m. - brinco, pingente.
p Pendón, s.m. - bandeira.
Peña, s.f. - penhasco.
Pabellón, s.m. - pavilháo, tenda.
Pepita, s.f. - pevide ( semente ) .
Paella, s.f. - prato de arroz com
Percha, s.f. - vara comprida, ca-
carne, peixes, hortali<,:as etc., típico
bide.
de Valencia.
Pala, s.f. - pá. Perdenales, s.m.pL. - pedra de is­
Palco, s.m. - camarote. queiro.
Paliza, s.f. - sova, surra. Pereza, s.f. - pregui<,:a.
Paloma, s.f. - pamba. Periódico, ( ca ) , adj. periódico;
Pámpano, s.m. - sarmento, reben­ s.m. - jornal.
to de videira. Perla, s.f. - pérola.
377
Pero, conj . - mas. Podadera, s.f. - podadeira.
Perro, S.m. - cao, cachorro. Polvo, s.m. - pó, poeira.
Pesadilla, s.f. - pesadelo. Polvorear, v.t. - polvilhar.
Pesadumbre, s.f. - tristeza, pesar. Polvorón, s.m. - doce que se desfaz
Pescado, s.m. - peixe, na generali- em pó ao come-lo.
dade. Pollino, (na ) , s.m. y f. - currico,
Pestiño, s.m. - filhós ad�ado com cavalo reprodutor (2:;1 acep'taO) .
m el. Pollo·, s.m. - frango.
Pez, s.m. - peixe; s .f. - piche, Pomar, s.m. - pomar, especialmen­
breu. te de macieira.
Pezuña, s.f. - úngula, dedos dos ani- Pompa, s.f. - pompa, ostenta'tao ;
mais de pata fendida ou rachada. lequy do pavao.
Picacho, s.m. - pico, cume, cimo. Pómulo, s.m. - pómulo, ma'ta do
Picadilla, s.m. - picadinho. rosto.
Pícaro, ( ra ) , adj. - pícaro, astuto, Ponzoña, s.f. pe'tonha, veneno.
maroto, travesso. Porche, s.m. alpendre, telheiro,
Pichel, s.m. - pichel, vaso para be­ átrio.
ber vinho. Pordiosero, ( ra) , adj. - mendigo.
Pinar, s.m. - pinhal, pinheiral. Postrero, ( ra ) , adj. - último.
Pinariego, (ga ) , adj . - píneo, rela- Pradería, s.f. - pradaria, grande
tivo ao pinheiro. planície.
Pineda, s.f. - pinhal, pinheiral. Pregonero, ( ra ) , adj. - pregoeiro.
Pino, s.m. ---" pinheiro. Pringue, amb. - pingue; banha,
Piña, s.f. - ananás, abacaxi ; fruto sebo; sujeira.
do pinheim. Puchero, s.m. - panela, vaso para
Piñón, s.m. - pinhao, semente do fazer a comida.
pinheiro. - Pueblo, s.m. - povo, povoa'tao; ci­
Piojo, s.m. - piolho. dade pequena.
Pipa, s.f. - cachimbo. Pullido, adj. - polido, brilhante.
Piso, s.m. - pavimento, andar. Puya, s.f. - pua, aguilhao.
Pitar, v.i. - apitar, fumar.
Planchar, v.t. - passar a ferro.
Plantear, v.t. - delinear, tra'tar, es- Q
tabelecer.
Quebrada, s.f. - quebrada, ladeira.
Plátano, s.m. - bananeira.
Quedar, v.i. ,-- ficar, permanecer.
Plateresco, ( ca ) , adj. - .plateresco
Queso, s.m. - queijo.
(estilo espanhol do século XVI ) . ¡Quia!, interj . --' qual!
Platero, s.m. ___:· prateador, ourives. Quienesquiera, pr. indef. - quais-
Plomada, s.f. - prumo. quer.
Plomizo, ( za ) , adj. - plúmbeo, cin­ Quijada, s.f. - queixada.
zento. Quincallería, s.f. - bazar, loja de
Poblar, v.t. - povoar. quinquilharias.
378
Quitar, v.t. - tirar: Renombrado, ( da ) , adj. - célebre,
Quite, s.m. - estorvo, impedimento. famoso.
QuiÚí, adv. d. - qui�á, talvez. Reñir, v.i. - renhir, pelejar, repre­
ender, inimizar-se.
Reojo ( Mirar de ) , fr. - olhar de
R esguelha; olhar dissimuladamente.
Repiquetear, v. t. - repicar ( os si­
Rabadán, s.m. - rabadao, maioral nos, as castanholas) .
de pastores. Repiqueteo, s.m. - repique, repi­
Rábano, s.m. - rabanete. quete.
Racimo, s.m. - cacho de uvas. Res, s.f. - res, cabe�a de gado.
Ráfaga, s.f. - rajada. R espingona, adj. fam. - nariz arre­
Raiceja, s.f. dim: - raizinha. hitado.
Raído, ( da ) ; adj. - gasto.
Resquebradura, s.f. - fenda, racha.
Rancio, ( cia ) , adj. - ran�oso.
R esuello, s.m. - respira�ao difícil
Rango, s.m. - classe, categoría.
ou ruidosa.
Rasgo, s.m. - rasgo, expressao feliz.
Restregar, v.t. - esfregar com for�a.
Rasguear, v.t. - tocar a guitarra em
Retablo, s.m. - painel.
rasgado.
Ribeteado, ( da ) , adj. - debruado.
Rato, s.m. - momento.
Rayar, v.t. .,......- riscar, sublinhar. Ricadueña, s.f. - rica-dona.
Rebanar, v.t. - esfatiar, talhar. Ricphombre, s.m. - grande do
Rebuzno, s.m. - zurro, voz do reino.
burro. R ienda, s.f. - rédea.
Recatado, ( da ) , adj. -:- reservado, Risa, s.f. - riso.
acautelado, esc;ondido. Rizar, v.t. - ondear, encaracolar.
R ecio, (cia ) , adj . - rijo, forte, gros­ Roble, s.m. - carvalho.
so, grave. Robledo, S.m. - mata de carvalho,
Recolección, s.f. - recompila�ao ; carvalheira.
colheita dos frutos. Rocinante, s.m. fig. - Rocinante,
Recorrer, v.t. .,....- percorrer. cavalo de D. Quixote ( originado
R edaya, s.f. - rede para pescar nos de rocirn, cavalo reles ) .
ríos. Rocío, s.m. - orvalho.
Redondel, s.m. fam. - círculo, Rocoso, (sa ) , adj . - rochoso.
arena. Rodillera, s.f. - joelheirá, remendo
Reemplazar, v.t. - substituir. na parte do joelho.
Regalado, ( da ) , adj. - suave, de­ Rojo, . (a) , adj. - vermelho.
licado, prazenteiro. Romero, s.m. - alecrim
Regañadientes (A) , m. adv. - de Roqueda, s.f. - penhascal.
má vo�tade e resmungando. Roqueño, ( ña ) , adj. - rochoso.
R eja, s.f. - grade. Roto, ( a ) , adj. - roto, andrajoso,
Remolacha, s.f. - beterraba. esfarrapado.
379
Rotundamente, adv. m. - terminan­ Sesgar, v.t. - enviesar, torcer.
temente. Seso, s.m. - miolo, juízo, pruden-
Rotundo, ( da ) , adj. - preciso, cia.
completo, rotundo. Siglo, s.m. - século.
Rubia, s.f. - granza, planta vivaz, Silla, s.f. - cadeira.
rubiácea. Sino, conj. - ·senáo.
Rubio, (bia ) , adj. - louro. Sinrazón, s.f. - injusti�a.
R udo, (da ) , adj. - rude, áspero, Sinsabor, s.m. - desgasto, insipidez.
grosseiro. Sisa, s.f. - retalho de fazenda; cava.
Ruedo, s.m. - rodagem; arena das Sitio, s. m . - lugar.
pra�as de touros. Solapa, s.f. - !apela.
Ruiseñor, s.m. - rouxinol. Solear, v.t. - expor ao sol.
Rumboso, (sa ) , adj. - pomposo, Soler, v.i. - costumar.
faustoso, desprendido. Solo, ( la ) , adj. - só, único, sozi-
nho.
Sombrero, s.m. - chapéu.
S Sonar, v.i. - soar, produzir som.
Sonrosar, v.r. - ruborizar-se.
Sábana, s.f. - len�ol. Soportal, s.m. - pórtico.
Sabiendas, ( A ) , m. adv. ciente- Sotabanco, s.m. - andar habitável
mente. por cima da cornija dum edifício.
Sacar, v.t. - tirar, sacar, excluir. Suelo, s.m. - solo.
Saeta, s.f. - seta; copla de semana Sumiso, ( sa ) , adj . - submisso, su­
santa. bordinado.
Salpicón, s.m. - paio, chouri�o, Surtidor, s.m .. - repuxo.
salpidío. ¡Sus!, interj . - sus.! coragem!
Santiamén (En un) fig. fam. - num
instante, num momento.
Sarmiento, s.m. - sarmento, vide. T
Sauce, s.m. - salgueiro, choráo
( planta ) . Tablero, adj. - conjunto de madei­
Sayo, s.m. - saio, antiga veste. ras ; s.m. - tabuleiro, mesa de al­
Sayón, s.m. - verdugo; fam. - ho­ faiate.
mem de aspecto feroz. Tablón, s.m. - tábua grande, pran­
Sazón, s.f. - madureza, ocasiáo cha.
oportuna. Tacha, s.f. - nódoa, mancha; prego
Sazonado, (da ) , adj . - amadure- pequeno.
cido. Tachonar, v.t. - enfeitar com tachas
Segador, s.m. - ceifeiro. ou gal6es.
Sencillez, s.f. - simplicidade. Tahur, ( ra ) , adj. - jogador por ofí­
Senda, s.f. - caminho. cio; trapaceiro.
Sendero, s.m. - caminho, atalho. Tajar, v.i. - talhar, cortar.
Serba, s.f. - sorva ( fruto ) . Tala, s.f. - árvore tintória.
380
Taladrar, v.t. - furar, brocar; fig. Tiniebla, s.f. - treva.
- estrugir. Tirante, adj. - tirantes; s.m. - sus­
Tálamo, s.m. - tálamo, leito con­ pensórios.
juga!. Tirar, v.t. - arremessar, jogar.
Talante, s.m. - desejo, vontade, Tisanera, adj. - tisaneira, a que
gosto. vende ou faz tisana.
Talar, v.t. - destruir, devastar, ta- Tiza, s.f. - giz.
lar. Tomillo, s.m. - tomilho, planta
Talla, s.f. - talha; talhe, estatura. odorífera.
Taller, s.m. - oficina. Tontetad, tontera o tontería, s.f. -
Tamalero, ( ra ) , adj. - pessoa que tonteira; qualidade de tonto; ni­
vende ou faz pamonha. nharia.
Tapado, ( da ) , adj. - tapado; Arg. Tonto, ( ta ) , adj. - idiota, bObo, pa­
- diz-se do cavalo sem manchas. teta.
Tapete, s.m. - tapete pequeno. Torcaz, adj . - torcaz; subst. - va­
Tapia, s.f. - taipa, muro. riedade de pombas.
Taquilla, s.f. - bilheteria. Tornadizo, ( za ) , adj. - tornadi<;o,
¡Tate!, interj. - cautela! , cuidado! que volta.
Techo, s.m. - teto. Tornasolado, ( da ) , adj . - furta-cor.
Tela, s.f. - pano, quadro. Torreón, s.m. aum. - torreao.
Templado, ( da ) . adj . - temperado, Tórtola, s.f. - rola, ave columbifor-
momo. me.
Temprano, adv. t. - cedo. Tortuga, s.f. - tartaruga.
Tender, v.t. - estender. Tozo, ( za ) , adj. - anao, de baixa
Tendido, ( da ) , adj. - estendido; estatura.
s.m. - palanque da pra<;a de tou­ Trabazón, s.f. - jun<;ao, conexao.
ros. Tragaderas, s.f. pl. - faringe ; fam.
Tenería, s .f. - curtume. - boa-fé.
Tenir, v.t. - tingir. Traje, s.m. - traje, vestuário.
Terciopelo, s.m. - veludo. Tramposo, (sa) , adj. - caloteiro,
Terciana, s.f. - ter<;a, febre que se embusteiro.
repete de tres em tres días. Tranvía, s.m. - bonde.
Terso, ( sa ) , adj. - puro, limpo. Trashumar, v.i. - transumar, passar
Testigo, s.m. - testemunha. o gado da planície a serra e vice­
Tiburón, s.m. - tubarao. -versa.
Tienda, s.f. - loja. Trasladar, v.t. - transferir.
Tienta, s.f. - sonda, estilete ; m . Trípode, amb. - banco de tres pés,
adv. : " A tientas" - a s apalpade­ tripé.
las. Trozo, s.m. - peda<;o.
Tieso, (sa) , adj. - rijo. Trucha, s.f. - truta, peixe salmoní­
Tiesto, s.m. -- vaso de barro para deo.
flores. Tuna, s.f. - tuna, figueira-da-índia.
381
Tupido, ( da ) , adj. - espesso, mui­ Viernes, s.m. - sexta-feira.
to denso, apertado. Viga, s.f. - trave, viga.
Turrón, s.m. - doce de nozes, ero­ Vindicar, v.t. - vingar, defender.
cante. Viñedo, s.m. - vinhedo.
Turronero, ( ra ) , adj. - pessoa que Viso, s.m. - outeiro; fig. - aparen-
faz ou vende "turrón". cia das coisas.
Vitando, ( da) , adj. - abominável.
Viuda, s.f. - viúva.
u Volcar, v.t. - entornar, perturbar.
Vuelco, s.m. - tambo, sobressalto.
Umbría, s.f. - sombrío.
Undoso, ( sa ) , adj. - onduloso.
Uñi, s.m. - arbusto. y
Yema, s.f. - gema.
V Yerba, s.f. - erva, relva.
Yerno, s.m. - genro.
Vacación, s.f. - férias. Yerto, (a) , adj. - hirto, rígido.
Vaivén, s.m. - vaivém, balan<;o. Yesca, s.f. - isca.
Vano, (na) , adj. - vao, presun<;oso, Yeso, s.m. - gess9.
vazio. Yugo, s.m. --'-- jugo, canga.
Varonía, s.f. - varonia. Yunque, s.m. - safra, bigorna.
Vega, s.f. - várzea.
Velarte, s.m. - pano preto usado
para roupa de agasalho. z
Veleta, s.f. - cata-vento.
Vello, s.m. - penugem. Zafío, s.m. - safio, congro, espécie
Vellorí, s.m. - tecido de Hi. de cogumelo.
Velloso, (sa) , adj. - felpudo, ca­ Zanahoria, s.f. - cenoura.
beludo. Zanja, s.f. - escava<;ao, vala.
Venablo, s.m. - dardo. Zanguito de ñajú, s.m. - doce
Venero, s.m. - fonte; fig. - ori- ( Peru ) .
gem. ¡Zape!, interj . - sape! (emprega-se
Ventana, s.f. - j anela. para afugentar os gatos ) .
Ventanal, s.m. - janela grande. Zarzuela, s.f. - zarzuela (obra dra­
Veras, s.f. pl. - veras, realidade. mática musical em que se declama
Verónicd, s.f. - .verónica ( planta ) ; e canta) .
verónica ( Taur. ) - um dos pas­ Zorra, s.f. - raposa.
sos de capa. Zueco, s.m. - tam anco.

382
Los números corresponden a las lecciones.

383
A ( prefijo) - 23
A ( preposición)
- 21
con modos adverbiales - 20
con complemento d irecto - 2 1
contracción - 3
A (vocal)
abierta - 1
central
- 1
A BESOS ( modo adverbial) - 20
A CAMBIO DE ( frase prepositiva) - 2 1
A CANTAROS (modo adverbial ) - 20
A COCES ( modo adverbial ) - 20
A DESHORA ( modo adverbial ) - 20
A DIESTRA Y A SINIESTRA (modo adverbial )- 20
A EXCEPCióN DE (frase prepositiva ) - 2 1
A FIN D E QUE (frase prepositiva) - 2 1
A GATAS ( modo adverbial) - 20
A HURTADILLAS ( modo adverbial )
- 20
A LA BARTOLA ( modo adverbial) - 20
A LA BUENA DE DIOS (modo adverbial ) - 20
A LA CARRERA ( modo adverbial) - 20
A LA CHITA CALLANDO ( modo adverbial ) - 20
A LA DIABLA ( modo adverbial ) - 20
A LA FRANCESA (modo adverbial) - 20
A LA INGLESA ( modo adverbial ) - 20
A LA MODA ( modo adverbial)- 20
A LA VEZ ( modo adverbial ) - 20
A LO LARGO DE (frase prepositiva ) - 2 1
385
A MANO ( modo adverbial) - 20
A MANSALVA ( modo adverbial) � 20
A OJOS VISTOS (modo adverbial) - 20
A OSCURAS ( modo adverbial) - 20
A PALOS ( modo adverbial) - 20
A PATADAS (modo adverbial) - 20
A PESAR DE (frase prepositiva) - 2 1
A PIE ( modo adverbial) - 20
A PIE JUNTILLAS ( modo adverbial) - 20
A PISOTONES ( modo adverbial) - 20
A PROPóSITO (modo adverbial) - 20
A REGANADIENTES (modo adverbial) - 20
A SABIENDAS ( modo adverbial) - 20
A SANGRE Y FUEGO (modo adverbial) - 20
A TIENTAS (modo adverbial) - 20
A TODA CARRERA (modo adverbial) - 20
A TODA COSTA ( modo adverbial) - 20
A TONTAS Y A LOCAS (modo adverbial) - 20
A TRAICION ( modo adverbial) - 20
A TRAVf:S DE ( frase prepositiva) - 2 1
A TROCHE Y MOCHE ( modo adverbial) - 2 1
A VECES ( modo adverbial) - 22
AB (prefijo) - 23
ABAJO ( adverbio) - 20
ABREVIATURAS - 2
ABS ( prefijo ) - 23
ACA ( adverbio) � 20
ACENTUACióN
palabras agudas - 2
palabras llanas - 2
palabras esdrújulas y sobresdrújulas- 2
palabras monosílabas - 2
acento diferencial - 2
la conjunción disyuntiva O - 2
sílabas con diptongo - 2
sílabas que no forman diptongo - 2
palabras compuestas - 2
palabras extranjeras - 2
solo ( adverbio) - 2
los demostrativos - 2
los heterotónicos - 2
distinciones entre palabras port. y españolas - apéndice 1
ACE (sufijo) - 23
386
AD ( sufijo ) - 23
ADA ( sufijo) - 23
ADELANTE ( adverbio) - 20
ADEMÁS ( adverbio) - 20
ADENTRO ( adverbio) - 20
ADJETIVO
calificativos (género y número )
- 6
indefinidos - 1 O
posesivos
- 9
demostrativos - 9
grados - 6
concordancia - 25
ADO ( sufijo)- 23
DONDE
adverbio
- 20
empleo - 24
ADREDE ( adverbio ) - 20
ADVERBIOS
división - 20
aumentativos y diminutivos - 7
AFUERA (adverbio) - 20
AH! ( interjección)
- 22
AHí ( adverbio ) - 20
AHORA ( adverbio ) - 20
AJE ( sufijo)
- 23
AJENO ( adj, indef. ) - 1 0
AL (contracción) - 3
AL ( sufijo)
- 23
AL ACASO ( modo adverbial ) - 20
AL AZAR ( modo adverbial ) - 20
AL FIN (modo adverbial) - 20
AL FIN Y A LA POSTRE ( modo adverbial ) - 20
AL POR MAYOR ( modo adverbial ) - 20
AL POR MENOR (modo adverbial ) - 20
AL REVÉS (modo adverbial ) - 20
AL USO ( modo adverbial )- 20
ALFABETO - 1
ALGO
pron. indefinido
- 10
adverbio
- 20
ALGUIEN (pron. indef. ) - 1 0
ALGUNO ( adj. y pron. indefinido) - 1 0
algún ( apócope)
- 12
387
ALTO ( adjetivo) - 6
compar. y superl. irregular - 6
ALLÁ ( adverbio) - 20
ALLENDE ( adverbio) - 20
ALU ( adverbio) - 20
AN
adverbio - 20
sufijo - 23
prefijo - 23
ANClA ( sufijo ) - 23
ANDA! ( interjección) - 22
ANDAR ( verbo irregular) - 1 8
ANFI (prefijo ) - 23
ANO ( sufij o )- 23
ANOCHE ( adverbio) - 20
ANSl ( adverbio) - 20
ANTE
preposición - 2 1
prefijo - 2 3
sufijo - 2 3
ANTE TODO ( modo adverbial) - 20
ANTEANOCHE ( adverbio) - 20
ANTEAYER ( adverbio) - 20
ANTES ( adverbio) - 20
ANTI (prefüo) - 23
ANZA ( sufijo) - 23
APENAS ( adverbio) - 20
APOCOPE
uno, alguno, ninguno, primero, bueno, malo - 1 2
grande - gran - 1 2
santo - san - 1 2
ciento - cien - 1 2
tercero, postrero - tercer, postrer
- 12
cualquiera, cualesquiera - cualquier, cualesquier - 1 2
los posesivos - 9
APOSTA ( adverbio) - 20
APRISA ( adverbio) - 20
AQUEL ( adj . y pron. demostrativo )- 9
AQUENDE ( adverbio) - 20
AQUl (adverbio ) - 20
AR ( sufijo) - 23
ARC, ARZ ( prefijos) - 23
ARCI ( prefij o ) - 23
388
ARCHI ( prefijo) - 23
ARIO (sufijo ) - 23
ARQUl (prefijo) - 23
ARTICULO
determinantes e indeterminantes - 3
con nombres de personas - 3
con nombres geográficos - 3
con nombres propios de barcos, edificios o locales - 3
artículo neutro LO - 3
el artículo EL delante de palabras femeninas - 3
contracciones - 3
ARRIB A
adverbio - 20
interjección - 22
ASl
adverbio - 20
conjunción - 22
ASl COMO ( conjución) - 22
ASl QUE ( conjunción ) - 22
ASIR (verbo irregular) - 18
ATA (sufijo) - 23
ATAL ( adverbio) - 20
ATO (sufijo) - 23
ATRAS ( adverbio) ___: 20
AUMENTATIVOS - 7
AúN ( adverbio de tiempo o modo) - 20
AUNQUE (conjunción) - 22
AUXILIAR (verbos)
ser - 1 3
estar - 1 3
haber - 1 3
AY! (interjección) - 22
AYER ( adverbio) - 20
AZAL (sufijo) - 23

B ( consoantes )
cuadro general de las consonantes - 1
pronunciación 1
-

BAH! ( interjección) 22
-

389
BAJO
adjetivo ( comparat. y superl. irregular) - 6
preposición - 2 1
BASTANTE ( adverbio) - 20
BIEN
adverbio - 20
conjunción - 22
interjección
- 22
BIL ( sufijo ) - 23
BLE ( sufijo) - 23
BUENO ( adjetivo )
apócope - 1 2
comparat. y superlat. irregular - 6

C ( consonante )
cuadro general de las consonantes - 1
pronunciación - 1
CA! ( interjección ) - 22
CABE ( preposición) - 2 1
CABER ( verbo irregular ) - 1 8
CADA (adj. indef. ) - 1 0
CAER (verbo irregular) - 1 8
CARDINALES - 8
CASI ( adverbio ) - 20
CÁSPITA! ( interjección ) - 22
CERCA ( adverbio ) - 20
CIENTO (numeral)
apócope - 1 2
CIERTAMENTE ( adverbio) - 20
CION ( sufijo) - 23
CIRCUM, CIRCUN ( prefijo) - 23
CO ( prefijo) - 23
COLECTIVOS - 8
COM ( prefijo) - 23
COMO
conjunción - 22
adverbio - 20
COMO QUE (conjunción) - 22
COMPARATIVOS - 6
390
COMPLEMENTO
pronombres complementos - 1 1
concurrencia de dos pronombres - 1 1
complemento directo con la preposición A - 2 1
complemento d e verbos d e movimiento - 24
CON
preposición - 2 1
prefijo - 23
CON FRECUENCIA ( modo adverbial) - 20
CON RESPECTO A (frase prepositiva) 21 -

CON TAL QUE (conjunción) - 22


CONCORDANCIA
subst. y adj. - 25
verbo y sujeto - 25
casos especiales - 25
CONJUGACióN - 1 3
CONJUNCIONES - 22
CONMIGO (pron. personal) - 1 1
CONQUE (conjunción ) - 22
CONSIGO ( pron. personal ) - 1 1
CONSONANTES - 1
CONTIGO (pron. personal ) - 1 1
CONTRA
preposición - 2 1
prefijo - 2 3
CONTRACCIONES -3
CUAL
adj. indefinido - 10
pron. relat. e interrog. 1O
-

adverbio - 20
CUALESQUIERA (pron. indef. ) - 1 0
apócope - 1 2
CUALQUIERA
adj . y pron. indefinido - 1 0
apócope - 1 2
CUAN
adverbio - 20
apócope - 20
CUANDO
conjunción - 22
adverbio - 20
391
CUANTO
pron. relat. e interrog. - 1 0
adverbio - 20
CUNDO (sufijo) - 23
CUYO ( pron. relat. e interrog. )
- 10

C H (consonante ) - 1
( pronunciación) - 2

D ( consoante)
cuadro general de las consonantes- 1
pronunciación - 1
DADO QUE ( conjunción) - 22
DAR (verbo irregular) - 1 8
DE ( preposición ) - 2 1
con modos adverbiales - 20
prefijo- 23
DE BALDE (modo adverbial) - 20
DE BUENA GANA ( modo adverbial ) - 20
DE BURLAS (modo adverbial) - 20
DE CONTINUO ( modo adverbial ) - 20
DE DfA ( modo adverbial ) - 20
DE ESPALDAS ( modo adverbial ) - 20
DE HECHO ( modo adverbial) - 20
DE HITO EN HITO ( modo adverbial ) - 20
DE MEMORIA ( modo adverbial ) - 20
DE NOCHE ( modo adverbial ) - 20
DE PRISA ( modo adverbial ) - 20
DE PRONTO ( modo adverbial) - 20
DE REPENTE ( modo adverbial ) - 20
DE SúBITO ( modo adverbial) - 20
DE VERAS ( modo adverbial ) - 20
DE VERDAD ( modo adverbial) - 20
DE VEZ EN CUANDO ( modo adverbial) - 20
DEBAJO ( adverbio) - 20
DECIR ( ve rbo irregular)
- 18
DELANTE ( adverbio) - 20
DEMÁS ( adj . indef. ) - 1 0
392
DEMASIADO
pron. indefinido - 1 O
adverbio - 20
DEMOSTRATIVOS - 9
DENTRO (adverbio) - 20
DES, DIS, DI (prefijo) - 23
DES, DIS, DI, DE ( prefijo) - 23
DESDE (preposición) - 2 1
DESDE LUEGO ( adverbio ) - 20
DESPACIO ( adverbio) - 20
DESPECTIVOS - 7
DESPUÉS ( adverbio ) - 20
DETRAS ( adverbio) - 20
DIABLO! (interjección) - 22
DIMINUTIVOS
monosílabos terminados en vocal - 7
monosílabos terminados en consonante - 7
los bisílabos cuya primera sílaba es El, lE, UE- 7
los bisílabos cuya última sílaba tenga lA, 10, UA - 7
palabras de dos sílabas terminadas en 10 - 7
palabras bisílabas terminadas en E - 7
prado, mano y llano - 7
palabras agudas de más de los sílabas terminadas en N o R - 7
palabras graves terminadas en N - 7
las demás palabras - 7
diminutivos familiares - 7
diminutivos de aumentativos - 7
diminutivos de diminutivos - 7
DIPTONGOS - 1
DISTRIBUTIVOS - 8
DON, DO&A - 1 1
DONDE
adverbio - 20
empleo - 24
DONDEQUIERA (adverbio) - 20
DOR ( sufijo) - 23

E ( vocal) - 1
pronunciación - 1
conjunción copulativa - 22
prefijo - 23
393
EA! ( interjección) - 22
EAR (sufijo ) - 23
EH! (interjección) - 22
EL ( artículo) - 3
pron. personal - 1 1
acentuación - 2
ELLA (pron. personal) - 11
ELLO ( pron. personal ) - 1 1
EM, EN ( prefijo) - 23
EN ( preposición) - 2 1
con modos adverbiales - 20
prefijo- 23
EN CONFIANZA (modo adverbial) - 20
EN CUCLILLAS (modo adverbial) - 20
EN DERREDOR (modo adverbial) - 20
EN DONDE (régimen) - 24
EN EFECfO (modo adverbial) - 20
EN FILA (modo adverbial) - 20
EN FIN ( modo adverbial) - 20
EN MEDIO (modo adverbial) - 20
EN ORDEN (modo adverbial ) - 20
EN PRIMER LUGAR (modo adverbial) -20
EN REALIDAD (modo adverbial) - 20
EN RIGOR (modo adverbial) - 20
EN SECRETO (modo adverbial) - 20
EN SEGUIDA (modo adverbial ) - 20
EN UN PIE (modo adverbial ) - 20
EN UN SANTIAM:BN (modo adverbial) - 20
EN UN TRIS {modo adverbial ) - 20
ENCIA (sufijo) - 23
ENCIMA ( adverbio) - 20
:BNCLISIS - 1 1
ENFRENTE ( adverbio ) - 20
ENSE ( sufijo) - 23
ENTO (sufijo ) - 23
ENTONCES ( adverbio) - 20
ENTRE (prefijo) - 23
preposición - 2 1
E�O (sufijo ) - 23
EPI, EP (prefijo) - 23
EPICENO - 5
ERGUIR (verbo irregular) - 1 8
ERlA (sufijo) - 23
394
ERO (sufijo) - 23
:f:RRIMO ( sufijo) - 6
:f:S ( sufij o ) - 23
ESE ( demostrativo)
objetivo - 9
pronombre - 9
ESTAR ( verbo irregular) 13
ESTE ( demostrativo)
adjetivo - 9
pronombre - 9
EX, ES, E ( prefijo) - 23
EXCEPTO ( adverbio) -20
EXTRA ( prefijo ) - 23
EZ ( sÚfijo) - 23
EZA ( sufijo ) - 23

F (consonante)
pronunciación - 1
FORMACióN de
adverbios
aumentativos
diminutivos
grado
tiempos derivados - 24
FRASES PREPOSITIVAS - 2 1
FUERA ( adverbio ) - 20
FUTURO IMPERFECTO - 1 3
FUTURO PERFECTO - 1 3

G (consonante)
pronunciación - 1
ortografía - 24
GBNERO - 5
sustantivos - 5
adjetivos - 5
distinciones entre portugués y español - Apéndice 11
GERUNDIO - 1 3
395
GRADOS
comparativo - 6
superlativo - 6
casos especiales - 6
GRAFíA
grafías distintas - apéndice IV
reglas de ortografía - 26
GRANDE
apócope - 1 2
grado - 6
GUAY! ( interjección) - 22

H ( consonante )
pronunciación - 1
ortografía - 26
HABER ( verbo auxiliar) - 23
HACER ( verbo irregular) - 1 8
HACIA ( prep. ) - 2 1
HARTO
adj. y pron. indefinido- 10
adverbio - 20
HASTA
preposición - 2 1
adverbio
- 20
HETEROGENÉRICO - 5
apéndice 11
HETEROTúNICOS - apéndice I
HIPER (prefijo) - 23
HIPO ( prefijo) - 23
HOLA! ( interj . ) - 22
HOY ( adverbio ) - 20
HUY! ( interj . )
- 22

I ( vocal)
. pronunciación - 1
lA ( sufijo ) - 23
IDA ( sufijo) - 23
396
lEGO ( sufijo) - 23
lENTO (sufijo) - 23
IM, IN, IR, I (prefijo) - 23
IMPERATIVO - 1 3
INDEFINIDOS - 1 0
INDETERMINANTE - 3
INDICATIVO - 1 3
INFINITO - 1 3
INFRA ( prefijo) - 23
INTER (prefijo) - 23
INTERJECCIONES - 22
INTERROGATIVOS - 1 0
INTRA (prefijo) - 23
IúN (sufijo) - 23
IR (verbo irregular) - 1 8
prefij o - 23
íSIMO (sufijo ) - 6
ISTA (sufijo ) - 23
ITAR (sufijo) - 23
IVO (sufijo) - 23
IZO (sufijo) - 23

J (consonante)
pronunciación - 1
ortografía - 26
JAMAS ( adverbio) - 20
JUNTO ( adverbio) - 20

L (consonante)
pronunciación - 1
LA ( artículo determinante) - 3
pron. personal - 1 1
LAS ( artículo determinante) - 3
pron. personal - 1 1
LE ( pron. personal) - 1 1
LEJOS ( adverbio) - 20
LES (pron. personal ) - 1 1
397
LO ( artículo determinante ) - 3
pron. personal - 1 1
LOS ( artículo determinante ) - 3
pron. personal - 1 1
LUEGO (conjunción) - 22
adverbio- 20

LL (consonante )
pronunciación - 1
separación silábica - 1

M (consonante )
pronunciación - 1
MAL ( adverbio) - 20
forma apocopada de MALO - 1 2
MALO ( adjetivo) - 1 2
MAÑANA ( adverbio) - 20
MAS ( adj. indefinido ) - 1 0
adverbio - 20
conjunción - 22
ME (pron. personal) - 1 1
MEDIO ( adverbio) - 20
MENOS ( adjetivo indef. ) - 1 0
META ( prefijo) - 23
MI ( pron. personal)- 11
posesivo - 9
MIENTO ( sufijo) � 23
MIENTRAS ( adverbio) - 20
MíO ( adj. y pron. posesivo ) - 9
MISMO ( adj. indef. ) - 10
MITAD ( adverbio) - 20
MODOS - 1 3
MODOS ADVERBIALES - 20
MONO ( prefijo )- 23
MUCHO ( adj . y pron. indef. ) - 1 0
adverbio-- 20
MúLTIPLOS (numerales ) - 8

398
N (consonante )
pronunciación- 1
NADA (adverbio) - 20
pron. indefinido - 1O
NADA MAS (modo adverbial ) - 20
NADIE ( pron. indef. ) - 1 0
NI (conjunción ) - 22
adverbio - 20
NINGUNO ( indefinido ) - 1 0
apócope - 1 2
NO (adverbio ) - 20
NO MAS ( modo adverbial ) - 20
NOS ( pron. personal )- 11
NOSOTROS ( pron. personal) - 1 1
NUESTRO ( adj . y pron. posesivo) - 9
NUMERALES
cardinales
- 8
ordinales - 8
partitivos - 8
múltiplos - 8
colectivos - 8
distributivos- 8
NúMERO
sustantivos - 4
adjetivos- 6
verbos - 1 3
NUNCA ( adverbio) - 20
NUNCA MAS (modo adverbial ) - 20
NZA (sufijo) - 23

N" (consonante)
pronunciación - 1

O ( vocal)
pronunciación - 1
cbnjunción - 22
399
OH! ( interjección ) - 22
OIR ( verbo irreg. ) - 1 8
OJALA! ( interj . )
- 22
OL (sufijo) - 23
OR ( sufijo) - 23
ORA ( conj . ) - 22
ORDINALES ( numerales ) - 8
OS ( pron. personal) - 1 1
OSO (sufijo) - 23
OTRO ( adj . indef. ) - 10
ORTOGRAFíA - 26

P ( consonante )
pronunciación 1
..;._

PALABRAS
compuestas y derivadas - 23
PARA (prep. ) - 2 1
PARA COLMO (modo adv. ) - 22
PARA QUE (conj. ) - 22
PARTICIPIO ( tiempo) - 1 3
participio irregular - Apéndice III
doble participio - Apéndice III
PARTITIVOS ( numerales ) - 8
PER ( prefijo)- 23
PERI (prefijo) - 23
PERO ( conj. ) - 22
PERSONALES ( pron. ) - 11
sujeto - 1 1
complemento - 1 1
tratamiento - 11
abreviaturas - 1 1
PERSONAS - 1 3
PLACER (verbo irreg. ) - 1 8
PLURAL
vocal acentuada - 4
vocal no acentuada 4-

consonante - 4
palabras compuestas - 4
sustantivos que no tienen plural - 4
sustantivos que no tienen singular - 4
irregular - 4
400
POCO (adj. y pron. indef. ) - 1 1
adverbio - 20
PODER ( verbo irreg. ) - 1 8
PODRIR o PUDRIR ( verbo irreg. ) - 1 8
POLI ( prefijo) - 23
PONER ( verbo irreg. ) - 1 8
POR ( prep. ) - 2 1
POR FIN '(modo adverbial ) - 20
POR POCO (modo adverbial )
- 20
PORQUE ( coni. ) - 22
.

POSESIVOS
apócope - 9
POSTRERO ( apócope ) - 1 2
POTENCIAL ( tiempo) - 1 2
PRE ( prefijo) - 23
PREFIJOS - 23
PREPOSICIONES
empleo - 2 1
frases prepositivas - 2 1
PRESENTE ( tiempo) - 1 3
PRESTO ( adverbio) - 20
PRET. ANTERIOR ( tiempo) - 1 3
PRET. IMPERFECTO ( tiempo) - 1 3
PRET. INDEFINIDO ( tiempo) - 1 3
PRET. PERFECTO ( tiempo) - 1 3
PRET. PLUSCUAMPERFECTO ( tiempo ) - 13
PRIMERO ( numeral) - 8
apócope - 1 2
PRO ( prefijo) - 23
PRúCLISIS - 1 1
PRONOMBRES
relativos - 1 O
interrogativos - 1 O
indefinidos - 1 O
personales
- 11
demostrativos - 9
posesivos - 9
PUES ( conj . ) - 22
PUES QUE ( conj . ) - 22
PUESTO QUE ( conj . ) - 22
PUF! ( interj . ) - 22
PUNTO 'POR PUNTO ( modo adverbial) - 20
401
QU ( consonante)
pronunciación - 1
QUE ( pron. relat. ) - 1 O
QUÉ ( pron. interrog. ) - 1 0
QUE ( conj . ) - 22
QUIEN ( pron. interrog. ) - 10
QUIEN ( pron. relat.) - 1 0
QUERER ( verbo irreg. ) - 1 8
QUIA! (interj . ) - 22
QUIENQUIERA ( pron. indef. ) - 1 0

R ( consonante )
pronunciación - 1
RECIENTE ( adverbio ) -20
apócope - 20
RÉGIMEN - 24
RELATIVOS - 1 0

RR ( consonante )
pronunciación - 1

S ( consonante )
pronunciación- 1
SABER (verbo irreg. ) - 1 8
SALVO ( adv. ) - 20
SANTO ( apócope ) - 1 2
SE ( pron. compl . ) - 1 1
SEGúN ( prep. ) - 2 1
SEGURAMENTE ( adv. ) - 20
SEÑOR, A - 1 1
SEÑORITO, A - 11
SER ( verbo aux . ) - 1 3
402
SESEO - 1
Sf ( pron. compl. ) - 1 1
SIEMPRE ( adv. ) - 20
SlúN ( �ufijo ) - 23
SIQUIERA ( conjunción ) - 22
SIN COMPARACiúN (modo adv. ) - 20
SIN EMBARGO ( conj . ) - 22
SIN MAS (modo adv. ) - 20
SO (sufijo) - 2 1
pref!jo - 2 1
SOBRE ( prep. ) - 2 1
SOBRE TODO (modo adv. ) - 20
SOLO (adv. ) _:_ 20
SUB, SUS, SU, SO, SOR ( prefijo) - 23
, SUBJUNTIVO ( modo) - 1 3
,
SUFIJOS - 23
SUJETO - 1 1
SUPER, SOBRE ( prefijo) - 23
SUPER, SUPRA ( prefijo) - 23
SUPERLATIVO - 6
SUS! ( interj . ) - 22
SUYO ( posesivo) - 9

T ( consonante)
pronunciación - 1
TAL ( adj. indef. ) - 10
TAL VEZ (modo adv. ) - 20
'
TAMBIÉN ( adv. ) - 20
TAMPOCO (adv. ) - 20
TAN ( adv. ) - 20
TANTO ( adj. indef. ) - 1 0
adverbio - 20
TARDE (adv. ) - 20
TATÉ! ( interj . ) - 22
TE ( pron. pers . ) - 1 1
TEMPRANO ( adv. ) - 20
TENER ( verbo irreg. ) - 1 8
TERCERO ( apócope ) - 1 2
TI ( pron. pets. ) - 1 1
403
TIEMPOS (formas simples ) - 1 2
formas compuestas 12

TióN (sufijo) - 23
TODAVfA ( adv. ) - 20
TODO ( adj . y pron. indef. } - 1 0
TOR ( sufijo) - 23
TRAER ( verbo irreg. ) - 1 8
TRANS, TRAS, TRA ( prefijo ) - 20
TRAS ( prep. ) - 2 1
TRIPTONGOS - 1
Tú ( pron. pers. ) - 1 1
TUYO (posesivo) - 9

U (vocal)
pronunciación =--- 1
conjunción - 22
UDO ( sufijo) - 23
UF! ( interj . ) - 22
ULTRA ( prefijo) - 23
UNO ( apócope ) - 1 2
USTED - 1 1

V ( consonante)
pronunciación - J
VD - 1 1
VENIR ( verbo irreg. ) - 1 8
VER ( verbo irreg. ) - 1 8
VERBO
conjugacione s - 1 3
modos - 1 3
tiempos - 1 3
voces - 1 3
personas - 1 3
número - 1 3
auxiliares - 1 3
regulares - 1 4 ,
formación de los tiempos - 1 4
404
irregulares - 15
irregularidad apariente - 1 5
irregularidad común - 1 5
irregularidad propia - 1 8
irregularidad especial - 1 9
lista de los verbos irregulares - apéndice V
clase verbales - 1 5 , 1 6 y 1 7
defectivos - 1 9
VERDADERAMENTE (adv. ) - 20
VICE, VIZ, VI ( prefijo) - 23
VOCALES - 1
VOSOTROS, VOS ( pron. pers . ) - 1 1
VUESTRO ( posesivo ) - 9

X (consonante )
pronunciacíon - 1

Y ( consonante )
pronunciación - 1
conjunción - 22
YA ( adv. ) - 20
conjunción - 22
YACER (verbo irreg. ) __:___ 1 8
YElSMO - 1
YO ( pron. pres. ) - 9

Z ( consonante)
pronunciación - 1
ortografía - 26
ZAPE ! ( interj . ) - 22

405
Cole�ao Cadernos MEC

Com o objetivo de oferecer a estudantes e professóres um caderno de


exercícios de complementac;ao do Iivro de texto, a FENAME continua publi­
cando as séries que constituem a colec;ao Cadernos MEC.
Experiencia pioneira da Campanha Nacional de Material de Ensino,
órgao que foi substituído no Ministério da Educac;ao e Cultura pela Funda­
c;ao Nacional de Material Escolar, a colec;ao Cadernos MEC é, já agora, urna
iniciativa vitoriosa no ·genero de cadernos de exercícios, representando urna
contribuic;ao efetiva para facilitar a fixac;ao e verificac;ao da aprendizagem.
Utilizando os modernos métodos da pedagogía e trazendo em seus títu­
los o prestigio do nome de autores consagrados, os Cadernos MEC contem
exercícios que requerem a participac;ao ativa do aluno, bem como informa­
c;óes subsidiárias, problemas e curiosidades em geral. Suas diferentes séries,
recomendadas pelos coordenadores de curso, devem abranger todas as
matérias dos cursos de nível médio.

Na linha d a programac;ao editorial d a FENAME encontram-se publi­


cados e no prelo os seguintes Cadernos MEC:

Desenho 1 (Geométrico e Artístico) Geografía 1 ( Iniciac;ao Geográfica)


- H ed. - 1\1 ed.
Desenho 2 ( Plano e Espac;o) Geografía 3 ( Continentes ) - 1 \1 ed.
- 1 \1 ed. Matemática : Álgebra - 2\1 ed.
Estudos Sociais 1 - 1 \1 ed. Aritmética - 2\1 ed.
Física 1 (ática geométrica termologia) Geometría - 2\1 ed.
- 1 \l ed. Portugues 1, 2 e 3 - 2\1 ed.
Física 2 ( mecrulica) - H e d. Química Mineral - 1\1 ed.
História do B rasil 1, 2 e 3 - 3 \1 ed. Química Organica - 1\1 ed.
406
Outros Lan �amentos da FEN AME

Antología Escolar Brasileira - . l l.l edi<;ao


Antología Escolar Portuguesa - l l.l edi<;ao

Atlas Geográfico Escolar -- Sl.l edi<;ao


Atlas Histórico Escolar - Sl.l edi<;ao
Atlas Histórico e Geográfico Brasileiro - 21.l edi<;ao

Caderno de Cartografía através dos Mapas - 41.l edi<;ao


Caderno p/Escriturac;ao Comercial - 21.l edi<;ao.

Dicionário Escolar da Língua Portuguesa - 61.l edi<;ao


Dicionário das Dificuldades da Língua Portuguesa - 31.l edi<;ao
Dicionário Escolar Ingles/Portugues-Portugues/IIÍgles - 61.l edi<;ao
Dicionário Escolar Frances/Portugues-Portugues/Frances - 41.l edi<;ao
Dicionário Escolar Latino Portugues - 41.l edi<;ao

Gramática da Língua Espanhola - l l.l edi<;ao


Gramática da Língua Francesa - 1 � edi<;ao
Gramática d a Língua Inglesa - l l.l edi<;ao

Guia Metodológico para Caderno MEC - Estudos Sociais - l l.l edi<;ao


Guia Metodológico para Atlas Geográfico Escolar - 41.l edi<;ao

Matemática para Colégios Comerciais - l l.l edi<;ao

Pequena Enciclopédia de Moral e Civismo - l l.l edi<;ao

Tábua de Logaritmos _:_ 31.l edi<;ao


407
Capa:

Plínio Lopes Cypriano


diagrama�áo e pagin�áo:

Graphikos-Estúdio Técnico de Planejamento


e Assessoria Gráfica Ltda.

Esta obra foi impressa por


Artes Gráficas Gomes de Souza S. A. para .

FENAME - Fund�áo Nacional de Material Escolar

em 1 969.
m i n isté rio d a educa�oo e cultu ra

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