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ADV - 210 INVENTIO AG

Treinamento

K 612016 / 00

ADV-210

Objetivo Apresentar os conceitos de um elevador microprocessado da tecnologia Otis,


abordando o princípio de funcionamento, programação e diagnóstico de falhas.
Conceitos de manutenção preventiva e corretiva, dando assim condições para
execução de trabalhos dentro dos padrões e procedimentos da Elevadores Atlas
Schindler.

Departamento: Recursos Humanos & Qualidade


Nome Juarez Nascimento
Data Dezembro / 2005

Modificações:
KA No.
KA Data:
Restrições Este manual constitui propriedade da INVENTIO AG e pode ser utilizado apenas pela Atlas Schindler ou
pessoas expressamente autorizadas por esta com o propósito de atender aos interesses do Grupo Schindler. O
formato e as informações deste manual constituem nossa propriedade intelectual. Na ausência de autorização
por escrito não deve ser copiado em qualquer meio, nem utilizado para fabricação ou comunicação a terceiros.
Eventuais pedidos de autorização para utilização devem ser endereçados ao Centro de Treinamento e
Desenvolvimento da Elevadores Atlas Schindler.
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Conteúdo 1 O QUE É O COMANDO ADV – 210? ................. ................. ................. .... 4


1-1 APLICAÇÕES ................. ................. ................. ................. ............. 4
1-2 AGRUPAMENTO ................. .................. .................. .................. ..... 4
2 SIMBOLOGIA............. ................. ................. ................. ................. .......... 5

3 PAINEL DE COMANDO ADV – 210 ................ ................. ................. ....... 9


4 DESCRIÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES........................... ..... 10
4-1 PLACA LCB1 (PLACA LIMITE DE CARRO).................................. 10
4-1-1 FONTE DE ALIMENTAÇÃO E FUSÍVEIS.......................... 11
4-1-2 LED's DE MONITORAÇÃO.................... ................ ............ 11
4-1-3 MEMÓRIAS E CHAVE DE PROTEÇ ÃO ............................ 12
4-1-4 DESCRIÇÃO DOS SINAIS DOS CONECTORES.............. 12
4-2 PLACA RSEB.......................... ................. .................. ................. .. 15
4-2-1 DENOMINAÇÃO DOS CONECTORES ............................. 15
4-2-2 DESCRIÇÃO DOS PINOS DE INTERLIGAÇÃO................ 16
4-2-3 LED DE MONITORAÇÃO ................ ................. ................. 16
4-2-4 PROGRAMAÇÃO DOS DIP SWITCHES ................ ........... 16
4-3 PLACA RIB ................................ ................. ................. ................. 17
4-3-1 DENOMINAÇÃO DOS CONECTORES ............................. 17
4-4 DISJUNTORES TRIPOLARES – F1C e F3C .................. .............. 18
4-4-1 DISJUNTOR MONOFÁSICO – F4C........................ ........... 18
4-5 RELÊ DE FALTA E INVERSÃO DE FASE (RELÊ J)..................... 19
4-6 CHAVES ................ ................. ................ ................. ................. .... 19
4-7 PLUGS................... ................. .................. ................. ................. .. 20
4-8 IDENTIFICAÇÃO DOS PINOS............................. ................. ........ 20
4-9 CONTATORES ................................ ................. ................. ........... 21
4-9-1 IDENTIFICAÇÃO DAS BOBINAS E CONTATOS .............. 21
4-9-2 BLOCO DE CONTATOS AUXILIAR ES:........................... .. 22
4-9-3 FUNÇÃO DOS RELÊS/CONTATORES.................... ......... 23
4-10 TRANSFORMADORES TRF3 E TRF4............. ................... .......... 23
4-11 RESISTÊNCIAS: ................ ................. ................. ................. ........ 24
4-11-1 RESISTÊNCIAS DE PARTIDA ................. ................. ........ 25
4-11-2 RESISTÊNCIA DE FREIO ................................ ................. 25
4-11-3 RESISTÊNCIAS DO OPERADOR DE PORTAS (6970A) .. 25
5 COMPONENTES DO PAINEL .................. ................. ................. ........... 26
6 COMPONENTES EXTERNOS AO PAINEL ................. .................. ........ 27
7 APARELHO SELETOR .............................. ................. ................ ........... 29
7-1 POSICIONAMENTO DAS PLACAS .................. ................. ........... 30
8 POSICIONAMENTO DOS LIMITES .................. .................. ................. .. 31
8-1 TABELA COMPARATIVA DOS LIMITES ............................... ....... 32
8-2 TABELA DE POSICIONAMENTO DOS LIMITES.......................... 32
9 TABELA COM A RELAÇÃO DAS ENTRADAS E SAÍDAS (I/O’s)........... 33
9-1 ENDEREÇAMENTO DA PLACA RSEB ................................ ........ 37
10 PLACA RS - 5 .................. ................. ................. ................. ................. .. 41
11 PLACA RS – 11........................... ................. ................. ................. ........ 41

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12 DIAGRAMA FUNCIONAL.................... ................. ................. ................. 42


13 UNIDADE REMOTA DE MONITORAÇÃO (URM) ................. ................. 43
13-1 DENOMINAÇÃO DAS TECLAS ................ ................. ................. .. 44
13-2 FLUXOGRAMA DE MENUS ................................ ................. ........ 46
13-3 CONECTANDO A URM ................ ................. ................. .............. 47
13-3-1 OPERAÇÃO DO ELEVADOR. .............................. ............. 47
13-3-2 MONITORAÇÃO DO ESTADO DAS ENTRADAS.............. 49
13-3-3 MONITORAÇÃO DOS ELEVADORES AGRUPADOS....... 50
13-3-4 MONITORAÇÃO DOS ENDEREÇOS DAS I/O’S ............... 51
13-3-5 MONITORAÇÃO DE FALHAS ................. .................. ........ 53
13-3-6 TESTE DAS MEMÓRIAS DA PLACA LCB ................ ........ 54
13-3-7 VERIFICAÇÃO DA VERSÃO DO SOFTWARE.................. 56
13-3-8 PROGR. DOS PARÂMETROS ESPECíFICOS DA OBRA. 57
13-3-9 PROGR. DO INDICADOR DE POSIÇÃO (IPD). ................ 58
13-3-10 PROGR. DE ATENDIMENTO DAS CHAMADAS. .......... 59
13-3-11 PROGR. DOS ENDEREÇOS DAS I/O ................. ........... 61
14 TABELAS ................ ................ ................. ................. ................ ............. 63
14-1 MODOS DE OPERAÇÃO.............. ................. ................. .............. 63
14-2 ESTADO DO ELEVADOR DURANTE A VIAGEM....................... .. 63
14-3 ENTRADAS DISPONÍVEIS ................ .................. ................. ........ 64
14-4 CÓDIGOS DE FALHAS............................. ................. ................. .. 65
14-5 LISTA
14-6 ESTADODEDA PORTA .................
PARÂMETROS (Software:.................
GOI616G44)................. .................
................. 65
..... 66
14-7 LISTA DE CÓDIGOS DO IPD ................ ................. ................. ..... 69
15 MÓDULO DE SEGURANÇA ................................ ................. ................. 70

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1 O QUE É O COMANDO ADV – 210?


É um comando eletrônico microprocessado, destinado a elevadores acionados por motores de
corrente alternada de uma (1V) ou duas (2V) velocidades, através da simples aplicação da tensão
trifásica da rede ao motor de tração. Também pode ser utilizado com inversor de frequência (FV) e
acionamento hidráulico. O projeto e fabricação deste comando é da Elevadores Otis.

1-1 APLICAÇÕES
Este comando é normalmente aplicado em edifícios residenciais e comerciais de até 32 paradas,
dependendo da estratégia de atendimento das chamadas (KA ou KS) ou da presença de um 2 º

operador de porta.
Paradas = 32
Velocidade = 0,4; 0,5; 0,75; 1,0; 1,35 m/seg.
Capacidade = 6 e 8 passageiros
Máquinas = 11VTR, 13VTR, 16 BT e 19 BT.
Operador de porta = 9550T, 9550CC, 6970A e MRDS
Porta de pavimento = Eixo vertical e abertura central e lateral.
Grupo = Até 4 elevadores.

1-2 AGRUPAMENTO
Quantidade de elevadores Placa Linhas de botoeira
SOM
02 sem 02
02 com 01
04 com 02

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2 SIMBOLOGIA

Símbolo Significado
Chave geral
SK

Disjuntor

Transformador trifásico
TRF

Retificador

RF

Diodo

Contato de porta de cabina


GS

Contato de porta de pavimento


ADS

Contato de trinco
DS

Contato normalmente fechado


(botão)

Contato normalmente aberto


(botão)

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Interruptor manual

TES

Ligação de fios

Alarme

Resistor com cursor ajustável


(Resistência)

Contato normalmente aberto

Contato normalmente fechado

Resistor

Fusível

Lâmpada Incandescente

Lâmpada Néon
LED

Contato normalmente fechado de


chave mecânica

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Contato normalmente aberto de


chave mecânica. No caso de REED
(LV) está aberto somente no
nivelamento, por ação da barreira
de ferro, entre o imã e o REED
Bobina (com 2 terminais)

Botão de chamada
BT 2

SCR (tiristor)
Retificador controlado de silício

Transistor (PNP)

Transistor (NPN)

Linha interna no painel de comando

Linha externa ao painel de comando

Linha opcional

Resistor variável (resistência)

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Contato reversível

Bobina de relê com diodo em


paralelo (lado do traço indica o
catodo do diodo)

Bobina de relê normal.

Bobina de relê de tempo (conta


tempo para ligar)

Bobina de relê de tempo (conta


tempo para desligar)

Sinal de entrada ou saída da LCB


L1
ENTRADA SAÍDA

Sensor NF
(+)

(-)

Sensor NA
(+)

(-)

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3 PAINEL DE COMANDO ADV – 210


Na parte superior do painel de comando, encontramos dois transformadores que fornecem
alimentação para diversas partes do circuito, logo abaixo, encontram-se os disjuntores (F1C e F3C) e
o relê de falta e inversão de fase.
Na parte
pelo inferior dodopainel,
acionamento motortemos os contatores
de tração (UD,de
e do operador DOX, NDG,
portas. 1A,abaixo,
Logo 2A, G, U, D, e uma
temos T) responsáveis
borneira de
potência e os plugs para sinais de cabina, poço e casa de máquinas.
Na tampa do painel, encontram-se as placas eletrônicas: LCB1, RSEB e RIB.

Transformadores Relê de
Disjuntores falta de fase Borneira Placa RSEB
Retificador do
freio (RF1)

PAINEL DE COMANDO ADV-210

Placa RIB Placa LCB1


Contatores
Plugs

Painel de comando ADV-210

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4 DESCRIÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES


Neste capítulo será abordado com maiores detalhes a função dos componentes do painel de
comando.

4-1 PLACA LCB1 (PLACA LIMITE DE CARRO)


É responsável pelo controle e processamento de todas as informações do sistema, através das
lógicas contidas no sistema operacional (memória EPROM), administradas pelo microprocessador
8088, portanto é a Unidade Central de Processamento (UCP).
Os dados de configuração da obra referente a: modo de operação durante a viagem, quantidade de
paradas, posicionamento dos pavimentos e outros são introduzidos no sistema através de um
módulo programador, denominado de Unidade Remota de Monitoração (URM). Estas informações
ficam armazenadas na memória (EEPROM). Esta memória, além de manter os dados gravados,
mesmo sem alimentação, também, permite a gravação de novos dados de configuração, sempre que
necessário, sem que haja a necessidade de retirá-la da placa do circuito impresso.
Utiliza comunicação serial com a placa RSEB e com outra placa LCB, caso os elevadores estejam
agrupados.

LED

Memória

Chave de
Fonte de proteção
alimentação de
gravação

Comunicação
Entrada ara URM serial

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4-1-1 FONTE DE ALIMENTAÇÃO E FUSÍVEIS


Através deste circuito, são obtidos as seguintes tensões:

Entrada Saída Funçaõ


24Vac 30Vcc Alimentar as placas RSEB, RIB, sensores,etc
10Vac 5Vcc Alimentar os circuitos integrados

Fusível Valor Circuitode proteção


F1 1A Protege a linha de segurança 110Vca
F3 4A Protege a fonte de 5Vcc
F2 4A Protege a fonte de30Vcc

4-1-2 LED's DE MONITORAÇÃO

Na placa LCB1 encontraremos apenas 2 LED´s, um que monitora o circuito de alimentação e outro
que monitora o circuito de comunicação.

LED DESCRIÇÃO
VLC Quando aceso, indica que a placa LCB está energizada.
RSL Quando piscando, indica que a comunicação serial está "OK!"

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4-1-3 MEMÓRIAS E CHAVE DE PROTEÇÃO

EPROM: Contém o programa da sequência operacional do elevador.


EEPROM: Contém os dados de configuração da obra
Chave de proteção de gravação:
Posição
Posição ON:
OFF:Permite a gravação
Não permite de dados
a gravação na memória
de dados EEPROM.
na memória EEPROM.

EPROM EEPROM ou
E2PROM

Chave de proteção
de gravação

Cuidado!
Jamais desligar a chave geral com a chave S1 aberta (posicionada à esquerda),
porque poderá apagar os dados da memória EEPROM.

4-1-4 DESCRIÇÃO DOS SINAIS DOS CONECTORES


Conector P1 (Fonte de alimentação)

PINO SINAL DESCRIÇÃO


1 TCI 2 (2K8) CHAVE DE INSPEÇÃO SOBRE A CABINA.
2 TCI 3 (2K6) CHAVE DE INSPEÇÃO SOBRE A CABINA.
3 ---------------- ----------------------------------------------------------
4 GND TERRA
56 GND
24VAC TERRA
SAÍDA 24V AC DO TRAFO TRF3
7 OS IV REFERÊNCIA 0V da saída de 24Vac
8 OS I REFERÊNCIA 0V da saída de 10Vca
9 10VAC SAÍDA 10V AC DO TRAFO TRF3
10 HL1 TERRA
11 HL1 TERRA
12 --------------- ----------------------------------------------------------
13 110VAC ENTRADA 110V AC
14 110VAC SAÍDA 110V AC

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Conector P2 (Linha Serial)

PINO SINAL DESCRIÇÃO


1 GND TERRA
2 GND TERRA
3 --------- ------------------------------------------------------------------------
4 30Vcc PARA ALIMENTAÇÃO DAS PLACAS RSEB
5 30Vcc PARA ALIMENTAÇÃO DOS SENSORES NA CABINA
6 --------- ------------------------------------------------------------------------
7 DL2 COMUNICAÇÃO SERIAL PARA A PLACA RSEB
8 DL2 COMUNICAÇÃO SERIAL PARA A PLACA RSEB
9 DL1 COMUNICAÇÃO SERIAL PARA A PLACA RSEB
10 DL1 COMUNICAÇÃO SERIAL PARA A PLACA RSEB

Conector P3 (Entrada 110VAC)

PINO SINAL DESCRIÇÃO


1 -------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2 -------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
3 -------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
4 DW RECEBE O SINAL DE ADS (PP – PORTA DE EIXO VERTICAL)
5 -------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6 RUN INDICA ELEVADOR EM MOVIMENTO
7 -------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
8 UIB SINAL DE SUBIDA EM MODO DE INSPEÇÃO OU SINAL DE SEGURANÇA QUANDO EM
MODO AUTOMÁTICO.
9 -------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
10 ES SINAL DE EMERGÊNCIA "OK!" (TODO O CIRCUITO DE SEGURANÇA FECHADO)
11 -------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
12 INS RECEBE SINAL DA CHAVE TCI, INDICANDO CARRO EM AUTOMÁTICO.
13 -------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
14 DFC (2P1) RECEBE O SINAL DAS PORTAS DE CABINA E PAVIMENTO (GS, ADS E DS)
15 -------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
16 DIB SINAL DE DESCIDA EM MODO DE INSPEÇÃO OU SINAL DE SEGURANÇA QUANDO
EM MODO AUTOMÁTICO.

Conector P4 (Entrada 30VCC)

PINO SINAL DESCRIÇÃO


1 1LS (1LS1) DESACELERAÇÃO NA DESCIDA (LIMITE)
2 1P (4K4) DESACELERAÇÃO NA SUBIDA E NA DESCIDA (SENSORES)
34 2LS (1LS4)
DZ (4K1) DESACELERAÇÃO
PARADA E ZONA DE NAPORTA
SUBIDA (LIMITE)
(SENSOR)
5 --------------- -------------------------------------------------------------------------------------
6 --------------- -------------------------------------------------------------------------------------

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Conector P5 (URM)

PINO SINAL DESCRIÇÃO


1 VCC ALIMENTAÇÃO
2 VCC ALIMENTAÇÃO
3 S1T=B TRANSMISSÃO DE DADOS
45 S1R=A
GND RECEPÇÃO DE DADOS
TERRA
6 Vcc ALIMENTAÇÃO
7 S1T=A TRANSMISSÃO DE DADOS
8 S1R=B RECEPÇÃO DE DADOS
9 GND TERRA

Conector P6 (Duplex)

PINO SINAL DESCRIÇÃO


1 S2RXB RECEPÇÃO DE DADOS
2 S2RXA RECEPÇÃO DE DADOS
3 S2TXB TRANSMISSÃO DE DADOS
4 S2TXA TRANSMISSÃO DE DADOS

Conector P7 (Uma e duas Velocidades)

PINO
1 SINAL
U DESCRIÇÃO
ACIONAR CONTATOR DE SUBIDA (S)
2 D ACIONAR CONTATOR DE DESCIDA (D)
3 T ACIONAR CONTATOR DE ALTA VELOCIDADE (A)
4 G ACIONAR CONTATOR DE BAIXA VELOCIDADE (B)
5 1A ACIONAR CONTATOR PARA CURTOCIRCUITAR A
RESISTÊNCIA DE ALTA VELOCIDADE (RA1)
6 2A ACIONAR CONTATOR PARA CURTOCIRCUITAR A
RESISTENCIA DE BAIXA VELOCIDADE (RB1)
7 ---------------------------------------------------------------------------------------
8 ---------------------------------------------------------------------------------------
9 DO ACIONAR CONTATOR PARA ABRIR PORTA (PA)
10 DC ACIONAR CONTATOR PARA FECHAR PORTA (PF)
11 RDO ACIONAR CONTATOR PARA ABRIR PORTA ( 2 operador) º

12 RDC ACIONAR CONTATOR PARA FECHAR PORTA ( 2 operador) º

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4-2 PLACA RSEB


Placa de extensão para estação remota. Esta é uma placa de entrada e saída de sinais, tais como:
chamadas de cabina e pavimento, chave OEI (FIS), chave de serviço independente (ISS), limite de
porta aberta (DOL), limite de porta fechada (DCL), etc...
Pode haver até 7 RSEB, dependendo da quantidade entradas e saídas necessárias.
Conector da
Pinos de Comunicação serial
interligação c/ a Conectores de entrada
c/ a placa LCB
placa RIB

LED GL1 Dip switches de Conectores de saída


programação

4-2-1 DENOMINAÇÃO DOS CONECTORES

P1 P2 P3 P4 P5

PLACA RSEB

P6 P7 P8 P9

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4-2-2 DESCRIÇÃO DOS PINOS DE INTERLIGAÇÃO


PINOS SINAL
E09 CLOCK
E10 DADOS
E11
E12 RETORNO
E13
30VCC
E14
E15
E16 RTN (TERRA)
E17

4-2-3 LED DE MONITORAÇÃO


A placa RSEB possui apenas um LED, o qual monitora a comunicação com a placa LCB1.
LED DESCRIÇÃO
GL1 Quando piscando, indica que a comunicação serial esta OK.

4-2-4 PROGRAMAÇÃO DOS DIP SWITCHES


Através dos dip switches, podemos programar o endereçamento das placas RSEB. Nas placas
antigas no lugar do dip switches, usa-se os fechos J4 a J6, porém a maneira de programar é a
mesma, conforme tabela abaixo.

CLOSE=0
OPEN=1

Tabela de programação
Placa J6 J5 J4 BIT N de entradas N de saídas
º º

RSEB1 0 0 1 8 a 15 32 32
RSEB2 0 1 0 16 a 23 64 64
RSEB3 0 1 1 24 a 31 96 96
RSEB4 1 0 0 32 a 39 128 128
RSEB5 1 0 1 40 a 47 160 160
RSEB6 1 1 0 48 a 55 192 192
RSEB7 1 1 1 56 a 63 224 224

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4-3 PLACA RIB


Esta placa é responsável pela alimentação dos segmentos do IPD da cabina e do pavimento. Possui
24 mini relês, que são acionados de acordo com o sinal proveniente da placa LCB1, acendendo o
segmento correspondente.
Alimentação Comunicação serial
30 VCC c/ a placa RSEB Conectores de sinais para o IPD

Conectores de saída de sinais em geral

4-3-1 DENOMINAÇÃO DOS CONECTORES

P1 P2 P3 P4 P5

PLACA RIB

P6 P7 P8 P9

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4-4 DISJUNTORES TRIPOLARES – F1C e F3C


Estes disjuntores protegem o circuito do operador de portas (4 A) e do painel de comando (1 A)
respectivamente. Desarmam caso ocorra sobrecarga nestes circuitos.

4-4-1 DISJUNTOR MONOFÁSICO – F4C


Este disjuntor (4 A) é utilizado com operador de portas de corrente contínua, protegendo o campo do
motor. Desarma em caso de sobrecarga no circuito que alimenta o campo.

DE OLHO NA MANUTENÇÃO
Durante a manutenção preventiva, não se esqueça de conferir a fiação e
reapertar os bornes.

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4-5 RELÊ DE FALTA E INVERSÃO DE FASE (RELÊ J)


É um relê que monitora a entrada das fases. Desarma quando houver falta ou inversão das fases de
entrada. Possui um LED de monitoração, que quando aceso indica que as 3 fases estão chegando
na sequência correta.

LED

4-6 CHAVES
No painel de comando, há duas chaves, uma para desabilitar chamadas externas (CHCS) e outra
para registrar chamadas de cabina nos extremos (CCTL / CCBL).
CHCS Quando ligada desabilita as chamadas externas, mantendo a porta de cabina aberta. Nesta
condição acende o LED vermelho.
CCTL Quando acionada, registra uma chamada de cabina para o extremo superior. Nesta condição
acende o LED verde.
CCBL Quando acionada, registra uma chamada de cabina para o extremo inferior. Nesta condição
acende o LED amarelo.

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4-7 PLUGS
Este tipo de plug é utilizado no painel de comando e na cabina do ADV-210, destes plugs saem
todas as ligações para a cabina, caixa/passadiço e demais componentes.

PLUGS

4-8 IDENTIFICAÇÃO DOS PINOS


A identificação dos pinos é feita da esquerda para a direita em ordem crescente.

1 2 3 4
5 6 7 8

Identifica ão dos inos

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4-9 CONTATORES
Nos painéis de comando ADV, são utilizados contatores da SIEMENS, este tipo de contator
apresenta grandes vantagens técnicas e operacionais, tais como: facilidade na manutenção, admite
acoplamento de contatos auxiliares, etc...

DE OLHO NA MANUTENÇÃO
Durante a manutenção preventiva, não se esqueça de conferir a fiação,
reapertando os bornes e fixação dos contatos.

4-9-1 IDENTIFICAÇÃO DAS BOBINAS E CONTATOS


BOBINAS
Os terminais da bobina são identificados por A1 e A2.

A1 A2

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CONTATOS:
1) Os contatos principais são na maioria dos casos, normalmente abertos.
2) Os contatos auxiliares podem ser identificados de duas maneiras:
a) NC: Normalmente fechado.
NO: Normalmente aberto.
b) 21
Numeração com finais 1 e 2
22 são sempre NF

13
Numeração com finais 3 e 4
14 são sempre NA.

Fique atento!
Todos os dados estão gravados no próprio corpo do contator.

4-9-2 BLOCO DE CONTATOS AUXILIARES:


Normalmente neste tipo de comando não é usado bloco de contatos auxiliares, porém, caso
necessite de um número maior de contatos, é possível acoplar um bloco de contatos na barra de
engate do contator.

IDENTIFICAÇÃO DOS CONTATOS:


Utiliza o mesmo critério de numeração dos contatos auxiliares do contator, sendo:

51 61 71 81
NF NF NF NF
52 62 72 82

53 63 73 83
NA NA NA NA
54 64 74 84

Pode-se obter blocos de contatos auxiliares com diversas combinações de contatos NA e NF.
É possível encontrar blocos com 2 e 4 contatos.

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4-9-3 FUNÇÃO DOS RELÊS/CONTATORES


SIGLA FUNÇÃO
U Liga motor para subir
D Liga motor para descer
UD
XUD Contatordeauxiliar
Auxiliar de subida e descida
UD (relê)
T Liga enrolamento de alta velocidade
G Liga enrolamento de baixa velocidade
2A Curtocircuita as resistências de enrolamento de baixa velocidade
1A Curtocircuita as resistências de partida do enrolamento de alta velocidade
D1R Quando ligada permite a abertura da porta de cabina e quando desligada permite o fechamento
D2R Quando ligada permite a abertura da porta de cabina e quando desligada permite o fechamento
DR Conta tempo para entrar o descanso na armadura do motor de porta, após fechar a porta
DOX Auxiliar para abrir a porta de cabina
NDG Forçador de porta
HUDL Relê indicador de direção de subida (relê)
HDDL Relê indicador de direção de descida (relê)

4-10 TRANSFORMADORES TRF3 E TRF4


No comando ADV-210 normalmente há 02 transformadores, denominados TRF3 e TRF4. O
transformador TRF3 é responsável pela alimentação dos diversos circuitos do comando, tais como:
segurança, freio, placa LCB1 e operador de portas (DOMR). O transformador TRF4 é usado
exclusivamente para alimentar o operador de portas tipo 6970 A e 9550T

TRF4 TRF3

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ELEMENTO
TRAFO ENROLAMENTO TERMINAL TENSÃO (AC) DE FUNÇÃO
PROTEÇÃO
220V/380V/440V
PRIMÁRIO OP 220/380/440 CHAVE GERAL

24V 24 FUSÍVEL F2 Alimentar


placa LCBa
OS I
(30Vcc)
130V DISJUNTOR Alimentar o
OSII 130 retificador do
F3C freio.
TRF3 Alimentar o
SECUNDÁRIO 110V 110 FUSÍVEL F1 circuito de
145V segurança.
OS III Alimentar o
145 FUSÍVEL F4C retificador do
operador DOMR
Alimentar a
10V placa LCB
OS IV 10 FUSÍVEL F3
(5Vcc)
T1
PRIMÁRIO T2 220/380/440 CHAVE GERAL
T3

TRF4 SECUNDÁRIO
100V
100V 100 DISJUNTOR Alimentar
circuito doo
F1C operador de
100V portas e relê J.

4-11 RESISTÊNCIAS:
Praticamente, todas as resistências deste comando, estão instaladas dentro de uma caixa específica
para este fim, exceto, as resistências do operador de portas.

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4-11-1 RESISTÊNCIAS DE PARTIDA


Ligadas em série, com cada enrolamento do motor de alta velocidade, temos um conjunto de
resistências denominadas: MO1, MO2 e MO3.

Ligadas em denominadas:
resistências série, com cada enrolamento
MO4, MO5 e MO6.do motor de baixa velocidade, temos um conjunto de

Resistência do
freio

Resistências
do motor

Caixa de resistências Resistências MO

4-11-2 RESISTÊNCIA DE FREIO


Ligada em série com a bobina do freio temos a resistência B1.

4-11-3 RESISTÊNCIAS DO OPERADOR DE PORTAS (6970A)


Instaladas dentro do painel que controla o funcionamento do operador de portas, encontramos as
resistências DM e DM1 que estão ligadas na armadura do motor e a resistência DMF que está ligada
em série com o campo do motor.

Resistências do operador de portas

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5 COMPONENTES DO PAINEL
COMPONENTES NOMENCLATURA CONTATOS NA CONTATOS NF
LOCALIZAÇ O
ATLAS SCHINDLER (ÁREA) 1 3 5 11 13 23 33 43 53 1 11 21 31 41 51 61 71 81 91
OTIS 2 4 6 12 14 24 34 44 54 2 12 22 32 42 52 62 72 82 92
CONTATORA DE DIREÇÃO DE DESCIDA D D SR-D / URU1 4 1 1 2 4 4 4
RELE PARA FECHAMENTO DA PORTA DC PF ST-S / URTF 2 5 5 5 2 2
RELE PARA ABERTURA DA PORTA DO PA ST-0 / URTA 2 1 5 5 5 2
RELE AUXILIAR DE ABERTURA DE PORTA DOX* PA1 ------- 2 2
DIODO DO FREIO BD1 D1 ------- 2
RELE DE1 SEGURANÇA
° C1* ------ ------- 3 4 2 4
RELE DE2 SEGURANÇA
° C2* ------ ------- 3 4 2 4
RELE3DE SEGURANÇA
° C3* ------ ------- 4 4 3 4 4 2 4 4
CHAVE DE CHAMADA NO EXTREMO CCBL INF. DFMD 7/13
INFERIOR
CHAVE DE CHAMADA NO EXTREMO CCTL SUP. DFMU 7/13
SUPERIOR
CHAVE PARA DESABILITAR CHAMADAS CHCS PI0/PI1 DKFM 7/13
EXTERNAS
CONTATORA PARA CURTO-CIRCUITAR AS 1A RA1 ----- 4 1 1 1
RESISTÊNCIAS DE ALTA VELOCIDADE
CONTATORA PARA CURTO-CIRCUITAR AS 2A RB1 ----- 4 1 1 1 3
RESISTÊNCIAS DE BAIXA VELOCIDADE
CONTATORA DE BAIXA VELOCIDADE G B SFA / URK 4 1 1 2 3 4 4
CONTATORA DE ALTA VELOCIDADE T A SH1 / URJ 4 1 1 2 4 6

RELE NUDGING NDG* FR NDG 7/13


CONTATORA DE DIREÇÃO DE SUBIDA U S SR-U / URU2 4 1 1 2 4 4 12 4 6
RELE PARA INDICAÇÃO DE CARRO EM UD 32 URUN 4 4 3 4 4 4 3 4 4 4 4 2
VIAGEM
TRANSFORMADOR DO OPERADOR DE TRF4* TRANSFORMADOR ----- 5
PORTAS
TRANSFORMADOR DA FONTE DE TRF3 TRANSFORMADOR UTS 1
ALIMENTAÇ O
Obs: Os componentes que aparecem com (*) são itens opcionais.

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6 COMPONENTES EXTERNOS AO PAINEL

NOMENCLATURA
NOME DO COMPONENTE ÁREA ATLAS SCHINDLER
OTIS
BOBINA DO FREIO 2 B BRC MGB
ALARME 17 AB AL SOA
CONTATO
BOTÃO DEDE TRINCO NA CABINA
EMERGÊNCIA 32 DS
ES CT
BEM 1KV
JHC/DH
CONTATO DE PORTA DE CABINA 3 GS PC KTC
MOTOR DO OPERADOR DE PORTAS (CA) 5 DM MPC MT
MOTOR DO ELEVADOR 1 MO motor MH
CHAVE GERAL 1 SK Chave geral JH
BOTÕES DE CHAMADA CABINA 10 CA_ SÉRIE 301, 302.... DC
BOTÕES DE CHAMADA DE PAVIMENTO DE DESCIDA 11 DH_ SÉRIE 201, 202.... DE-D
BOTÕES DE CHAMADA DE PAVIMENTO DE SUBIDA 11 UH_ SÉRIE 101, 102.... DE-U
CHAVE DO DISPOSITIVO DE FITA NO POÇO 2 BTS LFP ----
LIMITE DE PORTA ABERTA 6 e 10 DOL LPA KET-O
LIMITE DE PORTA FECHADA 2,6 e 10 DCL LPF KET-S
CHAVE DE INSPEÇÃO NO TOPO DA CABINA 2e4 TCI: 1, 2 e 3 AUT/MAN 1JU/JREC
CONTATO DO FREIO DE SEGURANÇA 2 SOS GW KF/KJ
CONTATO DA PORTA DE EMERGÊNCIA 2 EEC PEM KNA/KN
BOTÃO DE EMERGENCIA NA BOTOEIRA DE INSPEÇÃO 2 TES BEM JHC/DH
CONTATO DE PORTA DE PAVIMENTO 3 ADS PP KTS
CHAVE DE EMERGÊNCIA DE POÇO 2 PES PAP JE1 / JHSG
INDICADOR DE POSIÇÃO ELETRÔNICO 1 CPIS IPD ADIC/ADIE
CONTATO DO LIMITADOR DE VELOCIDADE 2 OS RG KBV
BOTÃO DE INSPEÇÃO COMUM 4 TCIB SEG DJU/DREC
BOTÃO DE INSPEÇÃO NA DESCIDA 4 TDIB DESCE DJU1/DREC-D
BOTÃO DE INSPEÇÃO NA SUBIDA 4 TUIB SOBE DJU2/DREC-U
LIMITE DE DESACELERAÇÃO NA DESCIDA 12 1LS LD3 JS1
LIMITE DE DESACELERAÇÃO NA SUBIDA 12 2LS LS3 JS2
LIMITE DE SEGURANÇA NA DESCIDA 4 3LS LRD ------
LIMITE DE SEGURANÇA NA SUBIDA 4 4LS LRS ------

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LIMITE DE PARADA NA DESCIDA 4 5LS LD1


LIMITE DE PARADA NA SUBIDA 4 6LS LS1
LIMITE DE CURSO DE DESCIDA 2 7LS LCD JSN1 / KNE
LIMITE DE CURSO DE SUBIDA 2 8LS LCS JSN2 / KNE
BOTÃO DE ALARME 17 ALB AL DA
VENTILADOR DO MOTOR DA MÁQUINA 3 BLR VM MVE
LÂMPADA DA CABINA 17 CL LUZ NA CABINA LC
LUZ DE EMERGÊNCIA NA CABINA 17 ECL LUZ DE EMERGÊNCIA LNC
CONTATO DA 2ª FOLHA DE PORTA 3 CSP ------ ------
BOTÃO DE FECHAR PORTA 10 DCB PF DT_S
BOTÃO DE ABRIR PORTA 10 DOB PO DT_O
SENSOR DE DESCIDA 12 IPD ID2 -----
SENSOR DE SUBIDA 12 IPU IS2 -----
SENSOR DE ZONA DE PORTA 12 LV1 ID1 e IS1 KUET
CONTATO DE REABERTURA DE PORTA 10 SGS RMCOP KSKB
CONTATO DE PORTA FECHADA 10 SGL ------ -----
TERMISTOR DO MOTOR DE TRAÇÃO 2 THB TPM KTHMH
TERMOSTATO DO MOTOR DE TRAÇÃO 3 THM TVM THMVE

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7 APARELHO SELETOR
O comando ADV – 210, possui uma fita seletora que é fixada nos extremos da caixa. Ao longo desta
fita são fixadas placas sensibilizadoras que irão fazer o avanço do seletor, corte de alta e a parada
do elevador. Sobre a cabina temos um carrinho, onde são fixados três sensores, denominados de
IPD, IPU
Sendo e LV1.
que:
 IPD Avanço do seletor e corte de alta velocidade na descida.
 IPU Avanço do seletor e corte de alta velocidade na subida.
 LV1 Realiza a parada do elevador e indica zona de porta.
Normalmente são instalados sensores indutivos de formato cilíndrico, mas também podem ser
utilizados sensores ópticos tipo ferradura ou cilíndricos.

Sensor indutivo cilíndrico Sensor óptico

Placas sensibilizadoras

Suporte dos sensores

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7-1 POSICIONAMENTO DAS PLACAS


10mm 10mm

SKA

SKA

SKA

SKA

Linha de Linha de Linha de


IPU LVI IPD

Velocidade Distância (SKA) da placa de corte de


Nominal m/s alta velocidade(mm)
2V – 0,4 380
2V – 0,5 510
2V – 0,75 1000
2V – 1,0 1500
2V – 1,35 2100

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8 POSICIONAMENTO DOS LIMITES

8LS LIMITE DE CURSO NA SUBIDA (LCS)

6LS LIMITE DE PARADA NA SUBIDA (LS1)

4LS LIMITE DE SEGURANÇA NA SUBIDA (LRS)

2LS LIMITE DE DESACELERAÇÃO NA SUBIDA (LS3)

RAMPA FIXA NA
CABINA

1LS LIMITE DE DESACELERAÇÃO NA DESCIDA (LD3)

3LS LIMITE DE SEGURANÇA NA DESCIDA (LRD)

5LS LIMITE DE PARADA NA DESCIDA (LD1)

7LS LIMITE DE CURSO NA DESCIDA (LCD)

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8-1 TABELA COMPARATIVA DOS LIMITES

DESCRIÇÃO OTIS ATLAS SCHINDLER

LIMITE DE DESACELERAÇÃO NA DESCIDA 1LS LD3 JS1

LIMITE DE DESACELERAÇÃO NA SUBIDA 2LS LS3 JS2

LIMITE DE SEGURANÇA NA DESCIDA 3LS LRD -----------------

LIMITE DE SEGURANÇA NA SUBIDA 4LS LRS -----------------

LIMITE DE PARADA NA DESCIDA 5LS LD1 JS3

LIMITE DE PARADA NA SUBIDA 6LS LS1 JS4

LIMITE DE CURSO NA DESCIDA 7LS LCD JSN1/KNE

LIMITE DE CURSO NA SUBIDA 8LS LCS JSN2/KNE

8-2 TABELA DE POSICIONAMENTO DOS LIMITES


Veloc.
Limite 0,4 m/s 0,5 m/s 0,75 m/s 1 m/s 1,35 m/s
8LS
7LS - 0,15 - 0,15 - 0,15 - 0,15 - 0,15
6LS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
5LS
4LS 0,36 0,43 0,51 1,11 1,31
3LS
2LS 0,33 0,46 0,95 1,45 2,05
1LS

Fique atento!
Todas as medidas estão em metros.

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9 TABELA COM A RELAÇÃO DAS ENTRADAS E


SAÍDAS (I/O’s)
I/O SIGLA DESCRIÇÃO
0000 DOL Limite de abertura da porta
0001
0002 DOB
EDP Botão de proteção
Barra de abrir portaeletrônica (BPE)
0003 DCB Botão de fechar porta #
0004 ISS Chave de seviço independente
0005 LWO Excesso de carga (110%)
0006 LWX Cancelamento de chamada falsa
0007 LNS Carro lotado (80%)
0008 UIS Renivelamento (não utilizado) @
0009 DIS Renivelamento (não utilizado) @
0010 CTLS Carro para o andar principal
0011 PKS Chave de estacionamento
0012 CHCS Chave para inibir chamadas
0013 CCTL Chamada para o extremo superior
0014 CCBL Chamada para o extremo inferior
0015 DDOS Operação de porta (não utilizado) @
0016 FSSI 1º fase de serviço de bombeiro
0017 NU Operação em DAFFE
0018 NUSD Operação de resgate em DAFFE
0019
0020 NUG
HUDL Operação normal
Seta direcional em DAFFE
subida
0021 HDDL Seta direcional descida
0022 OLS Sinal de sobrecarga #
0023 BUZ Alarme de porta na botoeira da cabina
0024 FSL Luz para serviço de bombeiro (não utilizado) #
0025 HEL Luz de emergência hospitalar no pavimento #
0026 LR Relê de luz e ventilador (não utilizado) #
0027 NDG Chave nudging
0028 SOM Duplex com 1 linha de botoeira (não utilizado) #
0029 STH Sinal de parada de andar (não utilizado) #
0030 STC Sinal de parada de carro (não utilizado) #
0031 DMD Demanda (não utilizado) #
0032 CB/TTL 1

a • a Botão de chamada de cabina


0063 CB/TTL 32
0064 UHB/TTL 1

a • a Botão de chamada de pavimento de subida.


0095 UHB/TTL 32
0096 DHB/TTL 1

a • a Botão de chamada de pavimento de descida.


0127 UHB/TTL 32

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I/O SIGLA DESCRIÇÃO


0128 UHL/TTL 1

a • a Seta de pavimento de subida


0159 UHL/TTL 32
0160 DHL/TTL 1

a • a Seta de pavimento de descida


0191 DHL/TTL 32
0192 EHC/TTL 1

a • a Chamada de emergência hospitalar.


0223 EHC/TTL 32
0224 FPD 1

a • a Porta corta fogo.


0255 FPD 32
0256 CPC 1

a • a Indicador de posição na cabina (multiluzes).


0287 CPC 32
0288 RCB/TTL 1

a • a Botão de chamada de cabina (2 º operador)


0319 RCB/TTL 32
0320 RUHB/TTL 1

a • a Botão de chamada de pavimento de subida (2 º


• operador)
0351 RUHB/TTL 32
0352 RDHB/TTL 1

a • a Botão de chamada de pavimento de descida (2º


operador)

0383
0384 RDHB/TTL
RUHL 321

a • a Seta de pavimento de subida


0415 RUHL 32

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Nº I/O SIGLA DESCRIÇÃO


0416 RDHL 1

a • a Seta de pavimento de descida (2º operador)


0447 RDHL 32
0448 REHC/TTL 1

a • a Chamada de emergência hospitalar (2º


• operador)
0479 REHC/TTL 32
0480 RES_A 1

a • a Segurança por leitor de cartão na cabina


0511 RES_A 32
0512 RES_B 1

a • a Segurança por leitor de cartão de pavimento


0543 RES_B 32
0544 RDOL Limite de abertura de porta (2º operador)
0545 RDOB Botão de abrir porta (2 operador)
0546 REDP º
Barra de proteção eletronica (2º operador)
0547 RDCB Botão de fechar porta (2º operador)
0548 ATK Chave de ascensorista
0549 HUDL Seta de direção de subida no pavimento
0550 HDDL Seta de direção de descida no pavimento
0551 GCB Controle geral de botão
0552 DDP Sinal de controle de movimento do carro
0553 PKL Luz de estacionamento
0554 DCP Retira o elevador do grupo em caso de falha
0555 DTP Proteção por tempo de porta
0556 EPR Sinal de resgate em DAFFE
0557 OOS1B Luz de carro em serviço
0558 OOS1M Luz de carro fora de serviço
0559 OOS2B Luz de carro em operação normal
0560 OOS2M Luz de carro fora de operação normal
0561 ROLS Luz de sobrecarga (2º operador)
0562 RHEL Luz de emergência hospitalar (2º operador)
0563 RFSL Luz de serviço de bombeiro (2 º operador)
0564 RCUDL Luz de direção de subida na cabina (2º
operador)
0565 RCDDL Luz de direção descida na cabina (2º operador)
0566 RHUDL Luz de direção de subida no pavimento 2º
operador
0567 RHDDL Luz de direção de descida no pavimento 2º
operador
0568 RIOTS Chave de operação de terremoto
0569 SR1 Gama 160 s velocidade 1

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Nº I/O SIGLA DESCRIÇÃO


0570 SR2 Gama 160 s velocidade 2
0571 SR3 Gama 160 s velocidade 3
0572 RSTH Sinal de parada no pavimento
0573 RSTC Sinal de parada na cabina (2º operador)
0574 MDD Detector de movimento de passageiro
0575 RMDD operador)de movimento de passageiro (2º
Detector
0576 UP Memória de direção da cabina - subida
0577 DN Memória de direção da cabina – descida
0578 CDLU Seta de subida na cabina
0579 CDLD Seta de descida na cabina
0580 CDGU Gongo de subida
0581 CDGD Gongo de descida
0582 RCDLU Seta de subida de cabina (2º operador)
0583 RCDLD Seta de descida de cabina (2º operador)
0584 RCDGU Gongo de subida (2º operador)
0585 RCDGD Gongo de descida (2º operador)
0586 ASL Serviço de andar alternativo
0587 FLT Contato de falha de drive
0588 MTC Contato de temperatura no motor
0589 OVH Contato de superaquecimento no drive
0590 ATTU Botão de subida para ascensorista
0591 ATTD Botão de descida para ascensorista
0592 FDLU Luz de demanda de subida
0593 FDLD Luz de demanda de descida
0594 NSB Botão não pare (NP)
0595 NSL Luz de viagem direta
0596 INLC Luz de serviço independente na cabina
0597 INLH Luz de serviço independente no pavimento
0598 CHCSC Luz de chamada de pavimento desabilitada (na
cabina)
0599 CHCSH Luz de chamada de pavimento desabilitada (no
pavimento)
0600 PFL Luz falta de energia
0601 EPW Sinal de espera para resgate em DAFFE
0602 INS Luz de carro em inspeção
0603 FSR Relê de serviço de bombeiro
0604 EHS Serviço de emergência hospitalar
0605 SGS Sinal de reabertura de porta
0606 RSGS Sinal de reabertura de porta (2 º operador)
0607 LRD Fotocélula
0608 RLRD Fotocélula (2º operador)
0609 XEPR Sinal que o elevador não está em condições
(com defeito) para viagem de resgate
0610 CCOC Corte de chamada de cabina (na cabina)
0611 CCOH Corte de chamada de cabina (no pavimento)
0612 HCCO Corte de chamada de pavimento
0613 GCCO Corte de chamada de grupo nos pavimentos
selecionados
0614 CTLC Sinal para envio da cabina para um pavimento
pré programado

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Nº I/O SIGLA DESCRIÇÃO


0615 CTLH Sinal para despachar o carro para um pavimento
pré programado
0616 IL Aviso de elevador em uso
0617 CRLV Renivelamento cancelado

Importante!
Os parâmetros que estão assinalados com @ e # deverão ser programados da
seguinte maneira:
@ End 01 – BIT = 0
# End 00 – BIT = 0

9-1 ENDEREÇAMENTO DA PLACA RSEB


Na placa RSEB temos a entrada e saída dos sinais dos botões das chamadas e das chaves de
uso geral. Sendo que a programação destas entradas é feita através da botoeira URM e gravada
na memória EEPROM na placa LCB
ENTRADAS

Endereço 8 9 10 11 12 13 14 15 8 9 10 11 12 13 14 15 8 9 10 11 12 13 14 15 8 9 10 11 12 13 14 15
1 1 1 1
12345678 12345678 12345678 12345678
P2 BIT 4 P3 BIT 3 P4 BIT 2 P5 BIT 1

RSEB (1)

P6 BIT 4 P7 BIT 3 P8 BIT 2 P9 BIT 1


87654321 87654321 87654321 87654321
1 1 1 1
15 14 13 12 11 10 9 8 15 14 13 12 11 10 9 8 15 14 13 12 11 10 9 8 15 14 13 12 11 10 9 8
Endereço

SAÍDAS

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RSEB
PLACA Nº ENDEREÇOS
1 8 9 10 11 12 13 14 15
2 16 17 18 19 20 21 22 23
3 24 25 26 27 28 29 30 31

54 32
40 33
41 34
42 35
43 36
44 37
45 38
46 39
47
6 48 49 50 51 52 53 54 55
7 56 57 58 59 60 61 62 63

EXEMPLO DE ENDEREÇAMENTO DA PLACA RSEB1


P2 P3
ENDEREÇO 8 9 10 11 12 13 14 15 8 9 10 11 12 13 14 15
PINO 1 2 3 4 5 6 7 8 1 2 3 4 5 6 7 8
BIT 4 3
ENTRADAS P4 P5
ENDEREÇO 8 9 10 11 12 13 14 15 8 9 10 11 12 13 14 15
PINO 1 2 3 4 5 6 7 8 1 2 3 4 5 6 7 8
BIT 2 1

P6 P7
ENDEREÇO 15 14 13 12 11 10 9 8 15 14 13 12 11 10 9 8
PINO 8 7 6 5 4 3 2 1 8 7 6 5 4 3 2 1
BIT 4 3
SAÍDAS P8 P9
ENDEREÇO 15 14 13 12 11 10 9 8 15 14 13 12 11 10 9 8
PINO 8 7 6 5 4 3 2 1 8 7 6 5 4 3 2 1
BIT 2 1

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EXEMPLO DE ENDEREÇAMENTO DA PLACA RSEB2

P2 P3
ENDEREÇO 16 17 18 19 20 21 22 23 16 17 18 19 20 21 22 23
PINO 1 2 3 4 5 6 7 8 1 2 3 4 5 6 7 8
BIT 4 3
ENTRADAS
P4 P5
ENDEREÇO 16 17 18 19 20 21 22 23 16 17 18 19 20 21 22 23
PINO 1 2 3 4 5 6 7 8 1 2 3 4 5 6 7 8
BIT 2 1

P6 P7
ENDEREÇO 23 22 21 20 19 18 17 16 23 22 21 20 19 18 17 16
PINO 8 7 6 5 4 3 2 1 8 7 6 5 4 3 2 1
BIT 4 3
SAÍDAS
ENDEREÇO 23 22 21 20 19 18 17 16 23 22 21 20 19 18 17 16
PINO
BIT 8 7 6 5 24 3 2 1 8 7 6 5 14 3 2 1

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EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO DA PLACA RSEB


Programar o endereço da placa RSEB 1
da seguinte maneira:
J4 = 1 (open)
J5 = 0
J6 = 0

A O O
D Ç Ç
E G E E G A E
A T
O M U R I M U D
Í R IT
I O L R E B IO O L A E B
P T P
N N D N S D
E N N
E E

32 E1 8 32 S1 8
33 E2 9 33 S2 9
34 E3 10 34 S3 10
35 E4 11 35 S4 11
12 1 12 1
CB P5 TIL – CB P9
36 E5 36 S5
37 E6 13 37 S6 13
38 E7 14 38 S7 14
39 E8 15 39 S8 15
40 CB E9 8 40 TIL – CB S9 8
41 E10 9 41 S10 9
64 UHB E11 10 64 TIL – UMB S11 10
65 E12 11 65 S12 11
P4 2 P8 2
98 E13 12 98 S13 12
99 DHB E14 13 99 TTL – DHB S14 13
100 E15 14 100 S15 14
101 E16 15 101 S16 15
102 E17 8 102 S17 8
103 DHB E18 9 103 TTL – DUB S18 9
104 E19 10 104 S19 10
105 P3 E20 11 3 105 P7 S20 11 3
0 DOL E21 12 20 HUDL S21 12
4 ISS E22 13 21 HDDL S22 13
6 INS E23 14 S23 14
7 ANS E24 15 S24 15
10 CTL E25 8 S25 8
12 CHCS E26 9 S26 9
13 CCTL E27 10 S27 10
14 CCBL E28 11 S28 11
16 EFX P2 E29 12 4 23 BUZ P6 S29 12 5
01 DOB E30 13 27 NDG S30 13
02 EDP E31 14 S31 14
E32 15 S32 18

Nota!
A I/O que não for utilizada, deve-se configurar para BIT = 0 e endereço = 0 .

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10 PLACA RS - 5
Placa de entrada e saída de sinais, tais com: chamadas de cabina, chamadas de pavimento, chave
de seviço de bombeiro (FIS), chave de serviço independente (ISS), limite de porta aberta (DOL),
limite de porta fechada (DCL), etc. Esta placa substitui a placa RSEB nos elevadores mais novos.
Normalmente
de pavimento eteremos algumas
outras atrás placas RS
da botoeira de –cabina,
5 localizadas
para as no painel dedecomando
chamadas cabina epara as se
chaves chamadas
houver.
Também poderemos encontrar na botoeira de pavimento, quando houver indicador de posição.
Geralmente utilizada com a placa LCB II.

11 PLACA RS – 11
Placa de entrada e saída de sinais, usada exclusivamente para chamadas de pavimento, quando não
for aplicada a placa RSEB. Geralmente utilizada com a placa LCB II.

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12 DIAGRAMA FUNCIONAL

Entrada de sinais:
Entrada de sinais:
BPE, chaves na segurança, porta,
sensores,
cabina ou nos inspeção,etc
pavimentos, etc

Saída para
acionar relês
e contatores

CHAMADAS
DE CABINA E PLACA RSEB PLACA LCB1
PAVIMENTO

Saídas para
lâmpadas
indicadores, PLACA RIB
alarme,etc

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K 612016 / 00

13 UNIDADE REMOTA DE MONITORAÇÃO (URM)


Proporciona a comunicação do técnico com o sistema, através de uma Unidade de Monitoração
Remota, denominada URM.
Toda a programação da placa LCB, operação e monitoração de falhas é feito por meio da URM.

DISPLAY DE
DUAS LINHAS

TECLAS DE
OPERAÇÃO

URM

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K 612016 / 00

13-1 DENOMINAÇÃO DAS TECLAS


TECLA DENOMINAÇÃO
Permite selecionar o Submenu
MODULE OCSS = 1 P/2 velocidade ou
MCSS = 2 P/ frequência variável (FV)
FUNCION Permite selecionar ou retornar aos menus: STATUS, TEST e SETUP.

SET Permite retornar ao menu anterior

AZUL Permite selecionar a 2º função das teclas

Pemite avançar para o próximo parâmetro.


GO ON
GO BACK Permite retornar para o parâmetro anterior

Permite apagar dados.


CLEAR
ENTER
Permite entrar com dados.

0 Inserir o valor "0" (zero)


OFF
Desligar determinada saída.

1 Inserir o valor "1".


ON
Ligar determinada saída.

Inserir o valor "2".


2
UP
Permite incrementar o valor para determinados parâmetros.

3 Inserir o valor "3".


DOWN
Permite decrementar o valor para determinados parâmetros.

4 Inserir o valor "4".


DISP IN
Não utilizado

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K 612016 / 00

Inserir o valor "5".


5
SEL OUT Não utilizado

6 Inserir o valor "6".

7 Inserir o valor "7".


DISP STATE Não utilizado

Inserir o valor "8".


8
ENT CALL
Não utilizado

Inserir o valor "9".


9
TEST
Não utilizado

Tecla normal

Tecla com 2º função (escala de cinza, indica 2º função, porém na prática é na cor
azul.

LEGENDA

Tecla normal

Tecla com 2º função (escala de cinza, indica 2º função, porém na prática é na


cor azul.

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13-2 FLUXOGRAMA DE MENUS

SERVICE TOOL
OK MECS MODE

MODULE


OCSS = 1 MCSS = 2

MONITOR = 1 TEST = 2 SETUP = 3

STS-C = 1 STS-I = 2 GROUP = 3

Estado e Estado das Situação dos


operação entradas carros no
do carro grupo


RSL – IO = 1 LOG = 2 SELFTST = 3 PART = 4

Mostrar os Monitoração Testa Mostra


endereços das de falhas memórias da versão do
I/Os, podendo LCB software
alterar as (PR,EE,RA e gravado na
saídas RS) PROM

INSTALL = 1 POS = 2 ALLOWED = 3 I/O = 4

Programação Programação Programação Programação


dos do IPD do controle dos
parâmetros (seleção de endereços
da obra. chamadas) e o das I/O’s
pavimento de
estacionamento

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13-3 CONECTANDO A URM


Ao conectar o cabo da URM no conector da placa LCB1, a URM faz um auto-teste, sendo que todos
os segmentos do display devem acender por um pequeno tempo. Neste teste é verificado se a URM
está funcionando e se os displays estão acendendo.

Nota !
Neste auto-teste não é verificado a comunicação entre a URM e a placa LCB1.

Após a conclusão do auto-teste, aparecerá a seguinte mensagem no display;

Display da URM

13-3-1 OPERAÇÃO DO ELEVADOR.

FLUXOGRAMA DE MENUS
SERVICE TOOL
OK MECS MODE

MODULE

OCSS = 1

MONITOR = 1

STS-C = 1

Estado e
operação
do carro

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K 612016 / 00

Depois de selecionar o submenu STS-C = 1, aparecerá a seguinte mensagem no display:


1 2 3 4 5 6
U 12 NOR NST ] [ ][

C 16 2 1 N 1_C
7 8 9 10 11 12

1. Sentido de viagem (U)


U – Sentido de subida
D – Sentido de descida
2. Posição do elevador (12)
3. Modo de operação (NOR) (consultar capítulo 14-1)
4. Estado de viagem (NST)(consultar capítulo 14-2)
5. Estado da porta (] [)(consultar capítulo 14-5)
6. Estado da porta para 2º operador (] [) (consultar capítulo 14-5)
7. Chamadas (C).
C – Cabina
U – Pavimento subida
D – Pavimento descida
E – Emergência (hospital)
Pressionar a tecla GO ON para selecionar a chamada.
8. Pavimento selecionado para chamada (16)
Colocar o nº do andar desejado e pressionar a tecla
AZUL + ENTER

9. Número de chamadas registradas para subir (2).


10. Número de chamadas registradas para descer (1).
11. Condições de carga do elevador (N).
F – Carro lotado
A – Carga mínima (ANS)
P – Carga de pico
O
N –– Normal
Sobre carga
12. Estado do Grupo (1_C).
1 – C – Simplex
2 – C – Duplex

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13-3-2 MONITORAÇÃO DO ESTADO DAS ENTRADAS


FLUXOGRAMA DE MENUS

SERVICE TOOL
OK MECS MODE

MODULE

OCSS = 1

MONITOR = 1

STS-I = 2 1. Sentido de viagem (U):


U – Sentido de subida
Estado D – Sentido de descida
das
entradas 2. Posição do elevado (12)r
3. Modo de operação (NOR) (consultar capítulo 14-1)
4. Estado de viagem (NST)(consultar capítulo 14-2)
Depois de selecionar o submenu ST-I = 2, 5. Estado da porta (] [)(consultar capítulo 14-5)
aparecerá a seguinte mensagem: 6. Estado da porta para 2º operador (] [) (consultar
1 2 3 4 5 6 capítulo 14-5)
U 12 NOR NST ] [ ][

DFC d/s sl run

Mostra automaticamente as 4
primeiras entradas

Pressionar a tecla GO ON para avançar para as 4 entradas seguintes, ou GO BACK para


retornar às 4 entradas anteriores (consultar capítulo 14.3) para verificar a tabela com o significado
das siglas de cada entrada.
Importante!
As entradas quando estão ativadas são exibidas em letras maiúsculas (DFC) e
quando estão desativadas em letras minúsculas (d/s, sl e run).

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K 612016 / 00

13-3-3 MONITORAÇÃO DOS ELEVADORES AGRUPADOS


FLUXOGRAMA DE MENUS

SERVICE TOOL
OK MECS MODE
MODULE

OCSS = 1

MONITOR
1. Sentido de viagem (U):
U – Sentido de subida
D – Sentido de descida
GROUP = 3 2. Posição do elevador (12).
Situação 3. Modo de operação (NOR) (consultar capítulo
dos carros 14-1)
no grupo
4. Estado de viagem (NST) (consultar capítulo
Depois de selecionar o submenu GROUP = 3, 14-2)
aparecerá a seguinte mensagem no display: 5. Estado da porta (] [) (consultar capítulo 14-5)
1 2 3 4 5 6 6. Estado da porta (] [) - 2º operador (consultar
U 12 NOR NST ] [ ][ capítulo 14-5)
7. Sentido de viagem:
*** *** *** **** U – Sentido de subida
D – Sentido de descida
7 8 9 10 11 12
8. Posição do elevador
9. Modo de operação (consultar capítulo 14-1)
10. Estado de viagem (consultar capítulo 14-2)
11. Estado da porta (consultar capítulo 14-5)
12. Estado da porta - 2 º operador (consultar
capítulo 14-5)

Nota !
A mensagem que está na 1º linha do display (1 a 6), refere-se ao elevador em
que a URM está conectada e a 2º linha do display (7 a 12) , refere-se ao outro
elevador.

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K 612016 / 00

13-3-4 MONITORAÇÃO DOS ENDEREÇOS DAS I/O’S


FLUXOGRAMA DE MENUS

SERVICE TOOL
OK MECS MODE
MODULE

OCSS = 1

TEST = 2

RSL – IO = 1

Mostrar os
endereços
das I/O’s,
podendo
alterar as
saídas

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K 612016 / 00

Depois de selecionar o submenu RSL-IO = 1, aparecerá a seguinte mensagem no display:


1
ADR = 00

1. Endereço de I/O (00)


.. Primeiramente digitar o endereço I/O a ser verificado, em seguida, pressionar as teclas
AZUL + ENTER . Caso pressione as teclas AZUL + ENTER
o
antes de digitar o endereço de I/O, automaticamente é selecionada o 1 endereço de I/O do
sistema.
Em seguida, aparecerão os outros displays (2, 3 e 4).
1 2
ADR = 04 BIT = 1

IN: off OUT: off


3 4

Neste caso foi digitado o endereço (04).


Pressionar a tecla GO ON para avançar para o próximo endereço ou GO BACK

para retornar ao endereço anterior, para verificar a lista de parâmetros (consultar capítulo 14-6).
2. Indica o Nº do bit (1).
.. Pressione a tecla UP para avançar para o próximo Bit ou a tecla DOWN
para retornar ao Bit anterior.
3. Estado da entrada (off).
4. Estado da saída (off).
Pressione a tecla AZUL + ON para alterar uma saída de off para on.
ou AZUL + OFF para alterar uma saída de on para off.

ADR = 04 BIT = 1

IN: off OUT: on

Neste exemplo a saída foi alterada para On.

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13-3-5 MONITORAÇÃO DE FALHAS


FLUXOGRAMA DE MENUS
SERVICE TOOL
OK MECS MODE

MODULE

OCSS = 1

TEST = 2

LOG = 2

Monitoração
de falhas

Depois de selecionar o submenu LOG = 2, aparecerá a seguinte mensagem no display:


1 2
R = 25 T = 10

0200 3 55
3 4 5

1. Nº de viagens realizadas (25)


2. Tempo transcorrido desde o último reset (10 min.).
3. Código da falha (0200) para verificar a lista de falhas (consultar capítulo 14-4).
4. Nº de falhas ocorridas (3).
5. Tempo transcorrido desde a ocorrência da última falha (55 min.).

Nota !
Quando é dado um reset no sistema, ou seja, a chave geral é desligada, todas as
falhas ocorridas serão perdidas (apagadas).

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K 612016 / 00

13-3-6 TESTE DAS MEMÓRIAS DA PLACA LCB


Teste das memórias da placa LCB:

PR = EPROM EE = EEPROM RA = RAM


E também das estaçoes remotas = RS

FLUXOGRAMA DE MENUS

SERVICE TOOL
OK MECS MODE

MODULE

OCSS = 1

TEST = 2

SELFTST = 3

Testa
memórias da
LCB
(PR,EE,RA e
RS)

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Depois de selecionar o submenu SELFTST = 3, aparecerá a seguinte mensagem no display:

1 2 3
PR = ? EE = ? RA = ?

RS = ?

1. Mostra o resultado do teste da memória PR (PROM).


2. Mostra o resultado do teste da memória EE (EEPROM).
3. Mostra o resultado do teste da memória RA (RAM).
"?" = está rodando o teste.
"+" = teste positivo.
"-" = teste negativo
4. Mostra o resultado do teste RS (estação remota)
"+" = teste positivo.
"xx"= Nº da RS com defeito.
Pressionar a tecla GO ON para avançar a próxima RS com defeito ou GO BACK
para retornar a RS anterior.
5. Disponibilidade da RS com defeito.
A = disponível.
a = indisponível.
6. Cominicação da RS com o defeito.
R = respondendo.
r = não respondendo.
7. Contador de erros.

Nota !
Quando é feito o 1º selftst, o display irá mostrar um sinal EE = (-). Porém, deve-
se fazer um 2o selftst, quando, então, o display indicará EE = (+), sinalizando que
o teste foi concluído com sucesso, conforme mostra a figura abaixo.

1 2 3
PR = + EE = + RA = +

RS = +

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13-3-7 VERIFICAÇÃO DA VERSÃO DO SOFTWARE


FLUXOGRAMA DE MENUS
SERVICE TOOL
OK MECS MODE
MODULE

OCSS = 1

TEST = 2

PART = 4

Mostra a
versão do
software
gravado na
PROM

Depois de selecionar o submenu PART = 4, aparecerá a seguinte mensagem no display:

1 PR = GOI616G44

2 30-MAR-94 11:55

1. Na primeira linha do display mostra o software que está gravado na memória EPROM

(GOI616G44).
- Pressionar a tecla GO ON para verificar a obra em que o mesmo está instalado ou
a tecla GO BACK para retornar a mensagem anterior.
2. Na segunda linha exibe a data e a hora que o software foi instalado (30-MAR-94 11:55).

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K 612016 / 00

13-3-8 PROGR. DOS PARÂMETROS ESPECíFICOS DA OBRA


FLUXOGRAMA DE MENUS
SERVICE TOOL
OK MECS MODE

MODULE

OCSS = 1

SETUP = 3

INSTALL = 1

Programação
dos
parâmetros
da obra.

Depois de selecionar o submenu INSTALL = 1, aparecerá a seguinte mensagem no display:

SETUP OLD NEW

MIN-C = 030 000

1 2 3

1. Denominação do parâmetro (MIN-C).


- Pressionar a tecla GO ON para avançar ao próximo parâmetro ou a
tecla GO BACK para retornar ao parâmetro anterior (consultar capítulo 14-6) para verificar
a lista de parâmetros.
2. Mostra o valor atual do parâmetro (030).
3. Mostra o novo valor selecionado (000).
- Pressionar a tecla AZUL + ENTER para gravar o novo valor
programado.

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K 612016 / 00

13-3-9 PROGR. DO INDICADOR DE POSIÇÃO (IPD).


FLUXOGRAMA DE MENUS
SERVICE TOOL
OK MECS MODE

MODULE

OCSS = 1

SETUP = 3

POS = 2

Programaçã
o do IPD

Depois de selecionar o submenu POS = 2, aparecerá a seguinte mensagem no display:

SETUP OLD NEW

POS L 00 = 030 000

1 2 3 4

1. Mostra o digito da unidade ou dezena (L).


L = Dígito da unidade
R =Dígito da dezena
2. Nº do pavimento (00)
- Pressione a tecla GO ON para avançar para o próximo dígito ou para o pavimento
- e digite a tecla GO BACK para retornar ao pavimento anterior ou para o dígito anterior.
3. Mostra o valor que está programado para a unidade (L) ou para a dezena ( R ), neste caso (030) .
4. Mostra o novo valor selecionado (000).
- Pressionar a tecla AZUL + ENTER para gravar o novo valor
programado (consultar capítulo 14-7) para verificar a tabela do IPD.

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K 612016 / 00

13-3-10 PROGR. DE ATENDIMENTO DAS CHAMADAS.

FLUXOGRAMA DE MENUS

SERVICE TOOL
OK MECS MODE

MODULE

OCSS = 1

SETUP = 3

ALLOWED = 3

Programação
do controle
(seleção de
chamadas) e o
pavimento de
estacionamento

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K 612016 / 00

Depois de selecionar o submenu ALLOWED = 3, aparecerá a seguinte mensagem no display:

at CUDE CUDE P S

00 1100 0000 1 0

1 2 3 4 5

1. Número do pavimento (00).


- Pressionar a tecla GO ON para avançar para o próximo pavimento ou GO BACK
para retornar ao pavimento anterior.
2. Habilitação de chamadas (1100).
1 – Habilita
0 – Desabilita
- Pressionar a tecla "1" ou "0" e em seguida as teclas AZUL + ENTER
C – Chamada de cabina
U – Chamada de pavimento de subida
D – Chamada de pavimento de descida
E – Chamada de emergência (hospital)
3. Habilitação de chamadas para a 2ª botoeira (0000).
1 – Habilita
0 – Desabilita
- Pressionar a tecla "1" ou "0" e em seguida as teclas AZUL + ENTER
C – Chamada de cabina
U – Chamada de pavimento de subida
D – Chamada de pavimento de descida
E – Chamada de emergência (hospital)
4. Zona de estacionamento para Duplex (1).
0 – Sem zoneamento
1 – Com zoneamento

Nota !
O elevador irá para o estacionamento caso ele esteja distante 2 ou mais
pavimentos da próxima zona.

5. Determina o nível de velocidade para viagem curta, podendo ser de 1, 2 ou 3 .


AZUL
Para programar as chamadas dos outros elevadores do grupo, pressionar as teclas
+ UP para o próximo elevador ou AZUL + DOWN para o
elevador anterior, em seguida, repetir os itens 1, 2 e 3.

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K 612016 / 00

13-3-11 PROGR. DOS ENDEREÇOS DAS I/O


FLUXOGRAMA DE MENUS
SERVICE TOOL
OK MECS MODE

MODULE

OCSS = 1

SETUP = 3

I/O = 4

Programaçã
o dos
endereços
das I/O’s

Depois de selecionar o submenu I/O = 4,


aparecerá a seguinte mensagem no display:

IO ADR P ADR P

>0000

1 2

1. Mostra que foi iniciada a programação (>)


2. Mostra o número da I/O (0000)

- Pressionar a tecla AZUL + ENTER para visualizar o endereço da I/O


- Pressionar a tecla GO ON para avançar para a próxima I/O ou GO BACK para
retornar à I/O anterior.

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K 612016 / 00

Os digitos de 3 a 7, aparecem somente depois de iniciar a programação, pressionando as


teclas AZUL + ENTER

IO ADR P ADR P
>0000= 15 1>

1 2 3 4 5 6 7

3. Endereço atual da I/O (15)


- É mostrado automaticamente.
4. Mostra qual o BIT da I/O (1).
- É mostrado automaticamente.
5. Indica que deve-se digitar um novo BIT (>).
6. Mostra o novo endereço selecionado.
7. Mostra o novo BIT selecionado.
- Pressionar as teclas AZUL + ENTER para gravar os novos dados
(endereços e Bits).

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K 612016 / 00

14 TABELAS
A seguir, teremos várias tabelas demonstrando os modos de operação, estado do elevador durante a
viagem, entradas disponíveis, códigos de falhas, estado da porta, lista de parâmetros (Software:
GOI616G44) e lista de códigos da IPD

14-1 MODOS DE OPERAÇÃO


SIGLA DESCRIÇÃO
ANS Cancelamento de chamadas
ARD Retorno automático para o pavimento preferencial
ATT Serviço de ascensorista
CHC Bloqueio de chamadas de pavimento
COR Viagem de reinicialização
CTL Viagem para um pavimento pré determinado (chave)
DCP Retira o carro do grupo, caso demore para partir (Duplex)
DTC Desliga o motor de porta, caso demore para acionar o limite de fechamento (DCL)
DTO Desliga o motor de porta, caso demore para acionar o limite de abertura (DOL)
EFO Operação de emergência de incêndio (fase 2)
EFS Operação de emergência de incêndio (fase 1)
EHS Serviço hospitalar de emergência
EPC Dispositivo automático para funcionamento com força de emergência (reinicialização)
EPR Dispositivo automático para funcionamento com força de emergência (viagem para o
térreo)
EPW Dispositivo automático para funcionamento com força de emergência (viagem normal)
IDL Elevador sem seletor
ISC Serviço independente
NAV Carro indisponível
LNS Carro lotado 80%
NOR Funcionamento normal
PRK Carro no estacionamento

14-2 ESTADO DO ELEVADOR DURANTE A VIAGEM


SIGLA DESCRIÇÃO
DDP Proteção do motor de tração (NAST)
NRD Elevador não está pronto para funcionar
INS Modo de inspeção
NST Parada normal
FR Alta velocidade
SR Baixa velocidade
EST Elevador em DAFFE (parado)
EFR Elevador em DAFFE (alta velocidade)
ESR Elevador em DAFFE (baixa velocidade)
CSR Reinicialização – baixa velocidade
SFR Reinicialização – alta velocidade

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14-3 ENTRADAS DISPONÍVEIS


SIGLA DESCRIÇÃO
1LS Limite de corte de alta velocidade na descida
2LS Limite de corte de alta velocidade na subida
ASL
ATD Pavimento
Botão de estacionamento
de descida (ascensorista)opcional
ATU Botão de subida (ascensorista)
CCB Chave de chamada para extremo inferior
CCT Chave de chamada para extremo superior
CHC Chave de cancelamento de chamadas externas
COC Chave de cancelamento de chamadas internas (no carro)
COH Chave de cancelamento de chamadas internas ( no pavimento)
CTL Chave de chamadas para pavimento pré determinado
DCB Botão de fechamento de porta (PF)
DDO Desabilita porta de cabina
DFC Indica porta de cabina e pavimento fechada
DIB Botão de descida (inspeção)
DIS Renivelamento na descida
DOB Botão de abertura de porta (PO)
DOL Limite de porta aberta (LPA)
DS Contato de porta de pavimento (PP)
DZ Zona de porta
EDP
EFK Barra de
Chave deproteção
operaçãoeletrônica (BPE)
de incêndio (OEI-1)
ESB Botão de emergência (BEM)
FLT Sinal de falha no sistema
GCO Cancelamento de chamada externa no grupo (não utilizado)
HCO Cancelamento de chamada externa no pavimento (não utilizado)
INS Chave de inspeção
IP Sinal dos sensores de subida (IPU) e descida(IPD)
ISS Chave de serviço independente
LNS Microinterruptor de carro lotado
LRD Fotocélula
LWO Microinterruptor de sobrecarga (não utilizado)
LWX Microinterruptor de carga mínima
MDD Movimento em frente a BPE – (não utilizado)
MTC Termistor do motor de tração
NSB Botão não pare (NP)
NU Forçador de porta
NUD Forçador de porta – resgate
NUG
OVH Forçador de porta –do
Sobreaquecimento normal
motor de tração
PKS Chave de estacionamento
R2 Velocidade zero (não utilizado)
SGS Microinterruptor de reabertura de porta (KSKB)
SL Sensor de viagem curta (não utilizado)
UIB Botão de subida (inspeção)
UIS Renivelamento na subida (não utilizado)

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Nota !
Todas as entradas que aparecerem com o simbolo "^", significa que pertencem ao
2º operador.

14-4 CÓDIGOS DE FALHAS


CÓDIGO SIGLA DESCRIÇÃO
0100 OCSS Reset por software
0200 MCSS Posicionamento nos limites
0201 MCSS Viagem de reinicialização
0202 MCSS Circuito de segurança aberto durante a viagem
0203 MCSS Circuito de segurança aberto na parada
0204 MCSS Modo de inspeção
0300 DCSS Proteção de porta aberta
0301 DCSS Proteção de porta fechada
0500 SSS Erro de paridade das estações remotas
0501 SSS Erro de sincronismo das estações remotas
0600 DUPLEX Erro checksum
0601 DUPLEX Erro temporização
0602
0603 DUPLEX
DUPLEX Erro
Erro flaming
transmissão
0700 REM buffer

14-5 ESTADO DA PORTA


SÍMBOLO SIGNIFICADO
[ ] Porta aberta
] [ Porta fechada
< > Porta abrindo
> < Porta fechando

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14-6 LISTA DE PARÂMETROS (Software: GOI616G44)


Nº PARAMETRO FUNÇÃO VLR FAIXA DE AJUSTE
0 MIN – C MIN. TEMPO DE PORTA ABERTA POR CHAMADA DE CABINA 30* 0 a 25,5 s
01 MAX – C MAX. TEMPO DE PORTA ABERTA POR CHAMADA DE CABINA 50* 0 a 25,5 s
02 MIN – H MIN. TEMPO DE PORTA ABERTA POR CHAMADA DE PAVIMENTO 50* 0 a 25,5 s
03
04 MAX
CPR – H
T MAX. TEMPO DEDEPORTA
PREFERÊNCIA ABERTA
DIREÇÃO POR CHAMADA DE PAVIMENTO
DO ELEVADOR 70* 0 a 25,5 s
200*
05 TOP PAVIMENTO SUPERIOR 0 a 31
06 LOBBY PAVIMENTO TÉRREO 0 a 31
07 BOTTOM PAVIMENTO INFERIOR 0 a 31 **
08 ARD PAVIMENTO DE ESTACIONAMENTO 0 a 31 ARD
255 = XARD
0. DCL SELETIVO NA
DESCIDA.(BD))
1. ECL SELETIVO NA
SUBIDA E NA
09 OPERAT ESTRATÉGIA DE ATENDIMENTO 0 DESCIDA (BB).
2. SAPB.
3. FCL APAGA AMBAS
CHAMADAS NA
CHEGADA DO
CARRO.

(*)Valor digitado, dividido por 10.


(**)Caso um dos elevadores do grupo tiver menor número de paradas que o outro, o pavimento
inferior deste elevador deverá ter o número da 1ª parada, que não será mais zero e sim o número da
parada correspondente com o outro elevador.
Nº PARAMETRO FUNÇÃO VLR FAIXA DE AJUSTE
0. 1 VELOCIDADE
1. 2 VELOCIDADES
2. G – S/D
3. G – L CURTA
4. G – L CURTA ADO E
10 DRIVE TIPO DE ACIONAMENTO RLV
5. 2 VELOCIDADES ADO
E RLV
6. G – S/D ADO E RLV
10. HIDRÁULICO ADO E
RLV
11 1AT TEMPO DE 1 A (ALTA) 15 * 0 a 25,5 S
12 2 AT TEMPO DE 2 A (BAIXA) 15 * 0 a 25,5 S
NAST EM ALTA 0 a 25,5 S
- O ELEVADOR NÃO CHEGA AO PRÓXIMO PAVIMENTO
13 DDP – T - O MOTOR NÃO SE MOVIMENTA APÓS TER ENTRADO A 17
MANOBRA
NAST EM BAIXA 0 a 25,5 S
- O ELEVADOR NÃO CHEGA AO PRÓXIMO PAVIMENTO
14 3P - O MOTOR NÃO SE MOVIMENTA APÓS TER ENTRADO A 17

15 RLE-T TEMPO DEMANÓBRA


RENIVELAMENTO 60 * 0 a 15,0 S
TIPO DE PORTA 0. FLH
0. PORTA MANUAL 1. 955T E ACG
16 DOOR 1. 9550T E PORTA DE EIXO VERTICAL 60 * 2. 9550T E TLD
2. 9550T E PORTA AUTOMÁTICA 3. OVL/MRDS
3. OVL/MRDS 4. OVL MRDS E ACG
4. OVL/MRDS E PORTA DE EIXO VERTICAL
17 EPO PAVIMENTO DE ESTACIONAMENTO EM OPERAÇÃO DAFFE 0 a 31 EPO A/C
255 = XEPO
0. EFO
18 EFS SELEÇÃO DO SERVIÇO DE BOMBEIRO 02 1. EFS1 (AUTOMÁTICO)
2. EFS2 (MANUAL C/
ISS)

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Nº PARAMETRO FUNÇÃO VLR FAIXA DE AJUSTE


19 EN-ESB BOTÃO DE EMERGÊNCIA 0 0 = XESB
1 = ESB
TEMPO DE ESB COM ACIONAMENTO LSFV, DEVERÁ SER 0 a 25,5 s
20 LSFV PROGRAMADO, EVITANDO ASSIM MAU FUNCIONAMENTO EM ESB SE 0*
O ACIONAMENTO FOR LSFV
0. 7/16 SEG. SERIAL
1. MULTILUZES VIA RIB
21 PI TIPO DE INDICADOR DE POSIÇÃO 0 2. COM
7 SEGOFFSET
VIA RIB
3. 10 SEG BRASIL
4. MULTILUZES VIA RIB
SEM OFFSET
22 EFO – P PAVIMENTO DE ESTACIONAMENTO (OEI) 0 a 31
23 LOB – T TEMPO DE PREFERÊNCIA NO PAVIMENTO PRINCIPAL TÉRREO NA 28 0 a 255 s
CONDIÇÃO DE CHAMADA PASSADA G2C (DUPLEX)
24 EN – FPD HABILITA PORTA CORTA FOGO (NÃO UTILIZADO) 0 0 = XFPD
1 = FPD
25 LRD-NT TEMPO ADICIONAL DE PORTA, QUANDO A FOTOCÉLULA ESTIVER 0* 0 a 25,5 s
OBSTRUÍDA.
25 cm/s = 15 MPM
40 cm/s = 24 MPM
26 SPEED VELOCIDADE NOMINAL. INSERIR A VELOCIDADE EM cm/seg 63 cm/s = 37,8 MPM
100 cm/s = 60 MPM
160 cm/s = 96 MPM
250 cm/s = 150 MPM
27 CTL – P PAVIMENTO DE ESTACIONAMENTO POR CHAVE NO PAVIMENTO 0 a 31
255 = XCTL
DISTÂNCIA PARA O PAVIMENTO DE ESTACIONAMENTO DENTRO DA 0. XPRL DST
28 PRK DST ZONA (DUPLEX) 2. ATÉ 11 PARADAS
3. > 11 PARADAS
29 DCP – T TEMPO PARA TIRAR O ELEVADOR DE SERVIÇO EM CASO DE FALHA
(DUPLEX) 50 0 a 255 s
30 PKS – P PAVIMENTO DE ESTACIONAMENTO (SIMPLEX COM CHAVE) 0 a 31
255 = XPKS – P
31 ASL – P SENSOR DE FUMAÇA (NÃO UTILIZADO) 255 0 a 31 ASL
255 = XPKS – ASL
32 EPO – DC APÓS REINICIALIZAR COM PORTAS FECHADAS NO PAVIMENTO DE 255 0 ou 255 = XEPO DC
ESTACIONAMENTO (DAFFE) 1 a 254 s TEMPO DC
33 EN – PMO REDUZ TEMPO DE PORTA ABERTA QUANDO A BPE É INTERROMPIDA, 1 0 = XPMO
ANTES DE ESGOTAR O TEMPO DE PORTA 1 = PMO
34 EN – SFR HABILITAÇÃO FLICKER (SINAL PULSATIVO) 0 0 = XSFR
1 = SFR
35 EN – NDG HABILITA FORÇADOR (OPERADOR MRDS OU 6970) 0 = XNDG S/FORÇADOR
1 = NDG C/ FORÇADOR
UNIDADE
SERVIÇO DE PROPRIEDADE EXPRESSO X0 – ISC AUTOMÁTICO
X1 – RETORNA NORMAL
UNIDADE: OPERAÇÃO EMS/EPS, REALIZADA COM O ELEVADOR NO X2 – CHCS AUTOMÁTICO
36 EN – EPS PAVIMENTO, CHAMADO PELA CHAVE EHS/PS 255
0X – RETORNO IMEDIATO
DEZENA: OPERAÇÃO REALIZADA ANTES DO ELEVADOR IR PARA O 1X – PRÓXIMO PAVIMENTO
PAVIMENTO 2X – ATENDE CHAMADA DE
CABINA
0 = XGCB
37 GCBTYP CONTROLE GERAL DOS BOTÕES (NÃO UTILIZADO) 0 21 == GCB_2
GCB_1
38 RIOT – P ENVIA O ELEVADOR PARA OUTRO PAVIMENTO EM CASO DE 255 0 a 31 RIOT
VANDALISMO (NÃO UTILIZADO) 255 = XRIOT
39 LR – T TEMPO PARA DESLIGAR O VENTILADOR E LUZ DA CABINA 120 0 a 255 s
40 EN – SR HABILITAÇÃO DE VIAGEM CURTA (NÃO UTILIZADO) 0 0 = XSR
1 = SR
0 = SHL/G NO MESMO PINO
1 = SHL/G NO 1:2 / 3:4
41 HL – SET HABILITAÇÃO DA SETA DE PAVIMENTO OU GONGO ELETRÔNICO 255 2 = SHL/G NO 3:4 / 1:2
255 = XHL – SET
APÓS REINICIALIZAÇÃO PERMANECE COM PORTAS FECHADAS NO 255 = XDC
42 EFO – DC 255 1 a 254s TEMPO DE
PAVIMENTO DE ESTACIONAMENTO (NÃO UTILIZADO) PORTA

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Nº PARAMETRO FUNÇÃO VLR FAIXA DE AJUSTE


43 EN – TST HABILITAÇÃO DE TESTES (USO DA ENGENHARIA) 0 0 = XST
1 = TST
44 DOOR – T TEMPO DE REVERSÃO DE PORTA (9550T) 0 0s 1s
(P/ OPERADORES MRDS OU 6970A) 80*
45 EN – DDO HABILITAÇÃO DA PORTA OPOSTA 0 0 = XDDO
1 = DDO
PRIORIDADE DE ESTACIONAMENTO NO ANDAR PRINCIPAL 0 = FORA IDL
46 L – PARK 0.
1. ELEVADOR LIVRE
SOMENTE SE PARTE IMEDIATAMENTE
ELEVADOR PARA O TÉRREO
DA ZONA TERRA DEIXAR TÉRREO 1 1 = EM MOVIMENTO
47 CR – DIR DIREÇÃO PARA VIAGEM DE REINICIALIZAÇÃO 0 0 = PARA BAIXO
1 = PARA CIMA
48 EN – PDO HABILITAÇÃO DAS PORTAS NO ESTACIONAMENTO 0 0 = XPDO (FECHADA)
1 = PDO (ABERTA)
49 TPOS 1 TESTE DE ENGENHARIA-TIPO 1 255 0 a 31 TPOS 1
255 = XTPOS 1
50 TPOS 2 TESTE DE ENGENHARIA-TIPO 2 255 0 a 31 TPOS 2
255 = XTPOS 2
51 TDELAY TEMPO DE TESTE DE ENGENHARIA 255 255 = XDELAY
OBS:>> TEMPO DE ESTACIONAMENTO EM CADA PARADA 1 a 254 s – TDELAY
52 EN – HLC HABILITAÇÃO DAS LANTERNAS DE PAVIMENTO POR CHAMADAS DE 0 0 = XHLC
CABINA 1 = HLC
53 NDG – T TEMPO DO FORÇADOR PARA FECHAR PORTA 20 0 a 255 s
54 DTC – T TEMPO DE FECHAMENTO DE PORTA 20 0 a 254 s DTC - T
255 = XDTC - T
55 DTO – T TEMPO DE ABERTURA DE PORTA 20 0 a 254 s DTO - T
255 = XDTO - T
56 ARD – T TEMPO DE PARTIDA PARA RETORNO 3* 0 a 2550 s
57 EN – CHL HABILITA MÓDULO FRANCES – "CAR HERE LIGHT" 0 0 = CPC CONSTANTE
OBS: CPC – CONTATO DE POSIÇÃO DO ELEVADOR 1 = CPC CARRO PARADO
TIPOS DE OPERADORES DE PORTA DO ELEVADOR (1º OPERADOR/2º 0 = MESMO TIPO
58 MIXDOR OPERADOR) 0 1 = TIPOS DIFERENTES
TIPO DE PORTA (2º OPERADOR) 0 = FLH
0. PORTA MANUAL 1 = 9550T E ACG
59 RDOOR 1. 9550T E PORTA DE EIXO VERTICAL 255 2 = 9550T E TLD
2. 9550T E PORTA AUTOMÁTICA 3 = OVL/MRDS
3. OVL/MRDS 4 = OVL/MRDS E ACG
4. OVL/MRDS E DE EIXO VERTICAL 255 = XRDOOR
60 RDOR – T TEMPO DE REVERSÃO DE PORTA OPOSTA (9550T) 0
(P/ OPERADORES TIPO MRDS OU 6970A) 80 **
61 EN – CK CORTA O TEMPO DE PORTA QUANDO HOUVER CHAMADA DE CABINA 0 0 = XCK
1 = CK
62 EHS – T TEMPO DE ATIVAÇÃO DO SHE APÓS O ELEVADOR CHEGAR AO 30 0 a 255 S
PAVIMENTO
63 EN – MPD USADO EM OBRAS ESPECIAIS 0 --------------------------------------
-
0 = NÚMERO ILIMITADO
64 DOC DEFINIÇÃO DO NÚMERO DE REABERTURAS DE PORTAS 3 1 a 4 – NUMERO DE
REABERTURA
65 DZ – DLY TEMPO DE ATRASO NA PARADA 0 ** 0 a 1 s **
66 DHB – T TEMPO DE REATIVAÇÃO DO BOTÃO DHB/UHB 120 * 0 a 255 s
67 RL – UIS TEMPO DE RENIVELAMENTO NA DIREÇÃO DE SUBIDA 0* 0 a 1,5 s
68 RL – DIS TEMPO DE RENIVELAMENTO NA DIREÇÃO DE DESCIDA 0* 0 a 1,5 s
HABILITAÇÃO DE PARADA COM LV (LVU E LVD) 0 = XLV - STP
69 LV – STP PARADA COM DZ – 0 0 1 = LV - STP
PARADO COM LV – 1
70 LVU – D ATRASO PARA PARADA PELO LV NA DIREÇÃO DE SUBIDA (DEVE SER 0 ** 0a1s
ZERO PARA ESTE SOFTWARE)
71 LVD – D ATRASO PARA PARADA PELO LV NA DIREÇÃO DE DESCIDA (DEVE 0 ** 0a1s
SER ZERO PARA ESTE SOFTWARE)
72 RL – CNT NUMERO DE TENTATIVAS DE RENIVELAMENTO 3 0 a 255 s
73 DW – T TEMPO DE RUIDO NA INTERFACE DE DW 0* 0 a 2 s RUIDO DW
74 DS – ADO DESABILITA PRÉ-ABERTURA DE PORTA 255 0 = HABILITADO
255 = DESABILITADO
0 = DESABILITADO
75 SE – CK1 HABILITAÇÃO DE CHACK 1 DA ENTRADA SE 0 1 = HABILITADO

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Nº PARAMETRO FUNÇÃO VLR FAIXA DE AJUSTE


76 SE – CK2 HABILITAÇÃO DE CHACK 2 DA ENTRADA SE 0 0 = DESABILITADO
1 = HABILITADO
0 = CHAVE PRINCIPAL
DESLIGA SE DZ É
77 HYDRO HABILITAÇÃO DE PARADA HYDRO 0 ACIONADO
1 = CHAVE PRINCIPAL
DESLIGA SE DZ, UIS e DIS
SÃO ACIONADOS

Nota !
* Valor digitado dividido por 10
** Valor digitado multiplicado por 0,004.

14-7 LISTA DE CÓDIGOS DO IPD


INDICAÇÃO NO IPD CÓDIGO NA URM
0 0
1 1
2 2
3 3
4 4
5 5
6 6
7 7 K1 K1
8 8
9 9 K8 K8
K6 K2 K6 K2
APAGADO 10 K9 K10 K9 K10
A 11
D 12 K5 K11 K3 K5 K11 K3
C 13
---- 14 K4 K4
E 15
F 16
DEZENA (L) UNIDADE (R)
G 17
H 18
I 19 Quando estiver programando o indicador de posição, na
J 20 URM irá aparecer as letras L (dezena) e R (unidade).
F 21 Utilizando a tabela acima, inserir o código
L 22 correspondente ao dígito desejado.
M 23 Exem los:
|'| 24
O 25 PAVIMENTO L (DEZENA) R (UNIDADE)
P 26 -2 27 2
+ 28 5 10 5
S 29 CO 13 22
T 30
U 31
- 37

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15 MÓDULO DE SEGURANÇA

• Antes de sacar ou recolocar os fusíveis, esteja certo de que a chave geral esteja
desligada e que a entrada de energia esteja no lado oposto dos fusíveis .


Aplique o procedimento I.A. 020 - Bloqueio Elétrico.

• Durante a limpeza ou substituição de componentes no painel, mantenha a chave


geral desligada.

• Utilize óculos de segurança ao desligar ou ligar a chave geral.

• Ao testar o circuito elétrico, utilize o multímetro. Não use em hipótese alguma fios
ou lâmpadas para testar o circuito elétrico.

• Não ligue manualmente contatoras e chaves de potência e nem relês que você não
conheça a sua função.

• Não movimente o elevador com o circuito de segurança curto – circuitado.


• Durante os trabalhos na parte inferior do painel, tenha cuidado com a tampa do painel
aberta, pois ao ficar em pé poderá bater contra a tampa.

• Certifique-se que o equipamento esteja aterrado.

• Providencie iluminação adequada durante os trabalhos.

• Nunca utilize jumper nos fusíveis.

• Pele molhada ou muito suada aumenta a probabilidade de choque elétrico. Não se


aproxime das partes elétricas energizadas nestas condições.

• Utilize a ferramenta adequada para cada tipo de trabalho.

• Desligue a chave geral durante a limpeza, manutenção ou substituição de peças do motor


e/ou máquina de tração.

• Encoste as mãos em algum ponto aterrado para permitir a descarga eletrostática


do corpo antes de manusear as placas eletrônicas ou memórias, já que estas car-
gas poderiam danificar os componentes eletrônicos.

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Fique atento
Não esqueçam de preencher a avaliação de retenção

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Recursos Humanos e Qualidade
Desenvolvimento de Recursos Humanos K 612016 / 00
valiação de Treinamento Técnico
Curso Data
Instrutor Regional

Nossos treinamentos são feitos pensando emvocê.


A Avaliação de Treinamento é uma ferramenta, através da qual você pode participar do desenvolvimento dos nossos cursos, fazendo críticas e
propondo melhorias, por issoSUA OPINIÃO é muito importante.
Colabore! Participe! Conte-nos o que você achou do Treinamento!

Superou minhas Atendeu minhas Não atendeu minhas

1) De um modo geral o treinamento expectativas expectativas expectativas

2) Eu terei boas lembranças deste curso.


SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

3) O instrutor passou as informações com clareza. SIM NÃO

4) O instrutor teve uma atitude agradável e manteve uma boa postura com o grupo. SIM NÃO
Atingir todo o Superar o conteúdo Atingir parte do
5) O instrutor conseguiu: conteúdo proposto proposto conteúdo proposto

6)Oinstrutormostrou-semotivadoedispostoatirardúvidas. SIM NÃO


7) O tempo de duração do curso foi suficiente para a apresentação do conteúdo e o esclarecimento de todas as dúvidas.
SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

8) A carga horária do treinamento foi bem distribuída entre a parte teórica e as


atividades práticas; ou seja, houve oportunidades suficientes para exercícios SIM NÃO
práticos.
9) A qualidade dos materiais didáticos é: Boa Regular Ruim
Apostilas
Esquemas
Transparências
Filmes
10) As apostilas tem um formato interessante que facilita o aprendizado?
SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

Clara, objetiva e fácil Não muito objetiva Difícil de entender


11) A linguagem utilizadanas apostilas é: de entender

Funcionaram Estavam com Não estavam


coretamente pequenos defeitos ou funcionando
12) Durante as atividades práticas, os simuladores: falta de peças

Será totalmente Será parcialmente Será pouco aplicável


aplicável aplicável
13) No seu dia-a-dia oconteúdo deste treinamento:

14) Você recomendaria este treinamento aoseu colega?


SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

15) Comentários e sugestões:

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