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CED de Pina Manique Ano Letivo 2016/2017

PORTUGUÊS – MÓDULO 5 2 º Ano EVOC – Turma _______


Ficha de Consolidação – O Tesouro, de Eça de Queirós Data: _____ / _____ / ________
Nome: N.º:
Assinala se as afirmações abaixo transcritas são verdadeiras (V) ou falsas (F), corrigindo as falsas.

1) O Tesouro é um conto de Eça de Queirós.


2) O título apresenta o principal elemento da acção.
3) O tesouro simboliza o Bem e o Mal.
4) Os três irmãos – Rui, Guanes e Rostabal – viviam na mata de Roquelanes.
5) Os paços de Medranhos localizavam-se “no reino das Astúrias”.
6) Os três irmãos encontraram um velho cofre de ferro, na mata de Roquelanes.
7) O velho cofre estava fechado e ninguém sabia o que continha.
8) Os três senhores ficaram corados de felicidade ao encontrá-lo.
9) Os três irmãos tinham um carácter muito semelhante.
10) Rui, gordo e barbudo, era o mais avisado, ambicioso e mais velho dos três irmãos.
11) Guanes era o mais leve, magro, de pele negra e pescoço de grou.
12) Guanes era, sem dúvida, o mais traiçoeiro de todos os irmãos.
13) Rostabal, o mais novo, era ingénuo, desconfiado e vingativo.
14) Rostabal era um homem alto, de cabelo negro, barbudo, de olhos raiados de sangue.
15) Todos os irmãos ambicionavam a totalidade do tesouro.
16) A ambição provocou as sucessivas mortes.
17) Cada personagem e responsável pela morte de um irmão.
18) Todos mataram, levados pela ganância.
19) De acordo com a sua personalidade, cada personagem utiliza um instrumento diferente para matar.
20) Rui é a personagem mais manipuladora de toda a história.
21) Rostabal foi o único que não tomou a iniciativa de matar um irmão.
22) A acção desenrola-se ao longo de dois dias e meio.
23) O desenrolar da acção verifica-se no Inverno e numa segunda-feira.
24) A acção divide-se em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão.
25) As sequências narrativas organizam-se de uma forma alternada.
26) O narrador participa na história, relatando-a na 1ª pessoa.
27) Este conto tem um carácter lúdico e moral.
28) A moralidade deste conto pode resumir-se no provérbio “Quem tudo quer, tudo perde”.