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Lista de Química

• Capítulo 6

1) De acordo com a literatura, energia pode ser definida como “a capacidade de


realizar trabalho”. Esse conceito é amplamente difundido, de forma que
diferentes setores fazem uso da etimologia, sem que necessariamente sejam de
importância para o estudo da Química; algumas das variáveis de energia
importantes para o conhecimento da área compreende a energia cinética,
radiante, química, térmica e potencial. À respeito dessas variáveis, é incorreto
afirmar que:

a) ( ) A energia cinética representa a energia produzida por algum objeto, quando


este encontra-se em movimento;
b) ( ) A energia radiante é aquela que provém de qualquer material de natureza
radiativa;
c) ( ) A energia térmica está associada ao movimento aleatório de átomos e
moléculas;
d) ( ) A energia química de uma dada substância é quantificada a partir do tipo e
arranjo de átomos desta substância;
e) ( ) A energia química pode ser considerada uma forma de energia potencial.

2) Quando se fala de energia, é importante ter noção da forma como ocorre sua
variação, que está diretamente interligada à transferência de calor entre corpos
de temperaturas distintas (calor); a termoquímica é a área que se certifica em
compreender os fenômenos relacionados à transferência de calor durante
reações químicas. Na prática, para que possa ser entendido como ocorre a
transferência dessa energia, é importante entender o conceito de sistema e
vizinhança, sendo o sistema “a parte específica do universo que nos interessa”,
ou seja, o espaço de análise quando se observa o comportamento da variação
da energia, e a vizinhança sendo o resto do espaço que engloba o sistema.
Quais os três tipos de sistemas conhecidos e quais suas especificações?
a) ( ) Sistema aberto, que permite troca de calor e massa do sistema com a
vizinhança; sistema semi-aberto, que permite troca parcial de calor e massa do
sistema com a vizinhança; e sistema fechado, que não permite qualquer
transferência entre o sistema e a vizinhança;
b) ( ) Sistema aberto, que permite apenas troca de massa do sistema com a
vizinhança; sistema fechado, que permite apenas troca de calor do sistema com
a vizinhança; e sistema isolado, que não permite qualquer transferência entre o
sistema e a vizinhança;
c) ( ) Sistema aberto, que permite troca de calor e massa do sistema com a
vizinhança, sistema fechado, o qual permite apenas troca de massa do sistema
com a vizinhança; e o sistema isolado, que não permite qualquer transferência
entre o sistema e a vizinhança;
d) ( ) Sistema aberto, o qual permite troca de calor e massa do sistema com a
vizinhança; sistema fechado, o qual permite apenas troca de calor do sistema
com a vizinhança; e o sistema isolado, que não permite qualquer transferência
entre o sistema e a vizinhança;
e) ( ) Sistema aberto, o qual permite troca de calor e massa do sistema com a
vizinhança; sistema fechado, o qual permite troca de calor total e troca de massa
parcial do sistema com a vizinhança; e o sistema isolado, que não permite
qualquer transferência entre o sistema e a vizinhança;

3) A termoquímica é uma ciência complementar à termodinâmica, “que é o


estudo científico da interconversão de calor e outras formas de energia”. Esta
última preocupa-se com as variações de estado de um sistema, definido pela
sua composição, energia, pressão, volume, etc.; essa ciência baseia seus
princípios em leis fundamentais; a Primeira Lei da Termodinâmica estabelece
uma condição para energia: nenhuma quantidade de energia pode ser criada ou
destruída, ela apenas é transformada, ou seja, o Universo já dispõe de toda a
energia, ela apenas é convertida de alguma forma, mas nunca some ou é
gerada. Associando a intersecção da Primeira Lei da Termodinâmica ao estudo
da Termoquímica, em termos de variação de energia:
a) ( ) A variação de energia interna de um sistema é definida pelo produto entre
o calor (q) trocado entre o sistema e a vizinhança, com o trabalho (w) realizado
sobre o (ou pelo) sistema;
b) ( ) Analisando a convenção de sinais para equação da variação de energia
interna (∆U), o trabalho realizado pelo sistema sobre a vizinhança é positivo, e o
trabalho realizado pela vizinhança sobre o sistema é negativo;
c) ( ) A variação de energia interna de um sistema é definida pela soma entre o
calor (q) trocado entre o sistema e a vizinhança, com o trabalho (w) realizado
sobre o (ou pelo) sistema;
d) ( ) Analisando a convenção de sinais para equação da variação de energia
interna (∆U), o calor trocado entre o sistema e a vizinhança é positivo para
reações exotérmicas e negativo para reações endotérmicas;
e) ( ) A variação de energia interna de um sistema é definida pela razão entre o
calor (q) trocado entre o sistema e a vizinhança, com o trabalho (w) realizado
sobre o (ou pelo) sistema;

4) A entalpia (H) é uma função termodinâmica necessária para compreensão do


fenômeno de variação de energia, a qual está associada às funções de estado
do sistema, pressão, volume e energia interna, considerando que a própria
entalpia é uma função de estado (depende apenas dos estados inicial e final).
Para o caso de reações, o calor transferido durante o processo pode ser
equivalente à variação de entalpia, que é representado:

a) ( ) Pela diferença entre a entalpia dos produtos pela entalpia dos reagentes
(∆H = Hprodutos – Hreagentes), sendo esta variação positiva para reações
endotérmicas, e negativa para reações exotérmicas;
b) ( ) Pela diferença entre a entalpia dos reagentes pela entalpia dos produtos(∆H
= Hreagentes – Hprodutos), sendo esta variação positiva para reações
endotérmicas, e negativa para reações exotérmicas;
c) ( ) Pela diferença entre a entalpia dos produtos pela entalpia dos reagentes
(∆H = Hprodutos – Hreagentes), sendo esta variação negativa para reações
endotérmicas, e positiva para reações exotérmicas;
d) ( ) Pela diferença entre a entalpia dos reagentes pela entalpia dos produtos
(∆H = Hreagentes – Hprodutos), sendo esta variação negativa para reações
endotérmicas, e positiva para reações exotérmicas;
e) ( ) Pela soma entre a entalpia dos produtos pela entalpia dos reagentes (∆H =
Hprodutos + Hreagentes), sendo esta variação positiva para reações endotérmicas,
e negativa para reações exotérmicas;

5) O estudo da entalpia para compreensão dos processos de transferência de


energia em reações químicas é imprescindível, até mesmo porque, a entalpia se
relaciona diretamente com muitos processos físicos e físico-químicos, desde que
envolva troca de calor. Baseado nos conhecimento adquiridos a partir da
literatura à respeito da entalpia, é correto afirmar que:

a) ( ) A variação da entalpia é a medida do calor da reação quando ocorre


variação de pressão;
b) ( ) A Lei de Hess diz que a variação de entalpia global de uma reação é igual
ao produto das variações de entalpia das etapas individuais que constituem a
reação global;
c) ( ) O calor de solução é o calor absorvido ou liberado quando a solução é
diluída;
d) ( ) O calor de diluição de um composto iônico em água é a soma da energia
reticular e do calor de hidratação;
e) ( ) A entalpia padrão de uma reação pode ser calculada a partir das entalpias
de formação padrão dos reagentes e produtos.

• Capítulo 9

1) O desenvolvimento da Tabela Periódica e do conceito de configuração


eletrônica forneceu uma base lógica para explicar a formação de moléculas e
compostos. Quando átomos interagem para formar uma ligação química, apenas
camadas mais externas entram em contato, por isso, elétrons de valência são o
foco de interesse no estudo de ligações químicas. Para garantir que o número
de elétrons não seja alterado, usa-se um sistema de pontos desenvolvido por
Gilbert Lewis, o símbolo de Lewis, que “consiste no símbolo de um elemento
rodeado por um ponto para cada elétron de valência no átomo desse elemento”.
À respeito desse sistema, é incorreto afirmar que:

a) ( ) O número de pontos desemparelhados corresponde ao número de ligações


que um átomo do elemento pode formar em um composto;
b) ( ) O Hélio e o Hidrogênio são os únicos elementos cujo o símbolo de Lewis
não corresponde ao número do seu grupo;
c) ( ) Com exceção do Hélio, o número de elétrons de valência que cada átomo
possui coincide com o número do grupo para o elemento correspondente;
d) ( ) Como os metais de transição, os lantanídeos e os actinídeos têm camadas
internas não completamente preenchidas, não é possível escrever símbolos de
Lewis simples para esse caso.
e) ( ) Os elementos pertencentes ao mesmo grupo têm camadas externas com
configurações eletrônicas semelhantes e, portanto, símbolos de Lewis
semelhantes.

2) A literatura propõe que a ligação iônica “é a força eletrostática que mantém os


íons ligados”; esse entendimento é essencial para compreender os fenômenos
de interação entre átomos durante uma reação química. Para prever os
elementos cujos átomos formarão ligações, que parâmetros podem ser
utilizados, e de que forma pode ser avaliada a estabilidade desse composto?

a) ( ) Os parâmetros são a composição química e a afinidade eletrônica; a


estabilidade pode ser avaliada a partir da energia de rede;
b) ( ) Os parâmetros são a energia de ionização e a composição química; a
estabilidade pode ser avaliada a partir da energia de rede;
c) ( ) Os parâmetros são a energia de ionização e a afinidade eletrônica; a
estabilidade pode ser avaliada a partir da energia de rede;
d) ( ) Os parâmetros são a energia de ionização e a afinidade eletrônica; a
estabilidade pode ser avaliada a partir da Lei de Hess;
e) ( ) Os parâmetros são a energia de ionização e a afinidade eletrônica; a
estabilidade não pode ser avaliada;
3) A energia de rede é definida como “a energia necessária para separar
completamente um mol de um composto iônico sólido nos seus íons no estado
gasoso, sendo determinada pela carga dos íons e pela distância entre eles”. Há
uma correlação entre a energia de rede e o ponto de fusão de compostos iônicos,
uma vez que, quanto maior for a energia de rede, mais estável será o sólido e
mais intensamente ligados estarão os íons, de forma que será necessário mais
energia para fundir o sólido. Com base nessa informação, quais dos compostos
iônicos abaixo possui maior energia de rede?

a) ( ) NaCl (ponto de fusão = 801º C);


b) ( ) Kl (ponto de fusão = 680º C);
c) ( ) MgCl2 (ponto de fusão = 714º C);
d) ( ) LiF (ponto de fusão = 845º C);
e) ( ) KBr (ponto de fusão = 735º C);

4) Apenas no século XX, tornou-se compreensível o conceito de moléculas,


quando Gilbert Lewis introduziu a teoria de que elétrons não precisam ser
apenas transferidos, mas que também pode ser compartilhados. Daí, surgiu a
definição para a ligação covalente entre átomos: “ligação na qual dois elétrons
são partilhados por dois átomos”. Os compostos covalentes formados são
caracterizados por possuir propriedades físicas distintas à dos compostos
iônicos. Assinale a alternativa que indica uma sentença verdadeira à respeito
dessa afirmação:

a) ( ) O ponto de ebulição de compostos iônicos tende a ser mais alto do que de


compostos covalentes;
b) ( ) A entalpia molar de fusão (quantidade de energia necessária para fundir
um mol de sólido) é mais baixa para compostos iônicos;
c) ( ) A solubilidade em água de compostos iônicos é muito baixa;
d) ( ) A entalpia molar de vaporização (quantidade de energia necessária para
vaporizar um mol de líquido) é mais alta para compostos covalentes;
e) ( ) O ponto de fusão é mais elevado para compostos covalentes.
5) A polaridade é um fator essencial para definir a possibilidade da formação de
ligações covalentes para formação de compostos. Uma propriedade que ajuda
a distinguir uma ligação covalente apolar de uma ligação covalente polar é a
eletronegatividade, que é “a capacidade de um átomo atrair para si os elétrons
de uma ligação”; assim, elementos de alta eletronegatividade têm uma tendência
maior para atrair elétrons do que elemento de baixa eletronegatividade. Com
base na tabela periódica, de que forma a eletronegatividade aumenta e onde
podem ser encontrados os elementos com maior eletronegatividade?

a) ( ) Ela aumenta de cima para baixo e da esquerda para direita; a região com
maior eletronegatividade encontra-se na direita superior da tabela;
b) ( ) Ela aumenta de baixo para cima e da esquerda para direita; a região com
maior eletronegatividade encontra-se na direita inferior da tabela;
c) ( ) Ela aumenta dos extremos até o centro; a região com maior
eletronegatividade encontra-se na região central da tabela;
d) ( ) Ela aumenta de cima para baixo e da direita para esquerda; a região com
maior eletronegatividade encontra-se na esquerda superior da tabela;
e) ( ) Ela aumenta de baixo para cima e da direita para esquerda; a região com
maior eletronegatividade encontra-se na esquerda inferior da tabela.

• Capítulo 12

1) A literatura sugere que “solução é toda mistura homogênea de duas ou mais


substâncias”; embora abrangente, essa definição pode ser compreendida
quando consideramos que os estados físicos da matéria podem ser combinados
para formar uma única mistura, mesmo que sejam estados distintos. À respeito
de soluções, é incorreto afirmar que:

a) ( ) A combinação entre gás e sólido geralmente forma uma solução gasosa,


como é o caso do paládio dissolvido em gás H2;
b) ( ) A combinação entre líquido e sólido geralmente forma uma solução líquida,
como é o caso de cloreto de sódio dissolvido em água;
c) ( ) A cristalização é um processo que consiste na formação de cristais a partir
de um soluto dissolvido, que se separa da solução;
d) ( ) À uma dada temperatura, a solução que possuir uma máxima quantidade
de soluto em um dado solvente é considerada saturada; a solução insaturada é
aquela que possui menos soluto do que é capaz de dissolver;
e) ( ) A combinação entre gás e líquido geralmente forma uma solução líquida,
como é o caso da água gaseificada.

2) As atrações intermoleculares que mantêm as moléculas próximas umas das


outras nos sólidos e líquidos desempenham um papel fundamental na formação
das soluções. As interações soluto-soluto, solvente-solvente e soluto-solvente
são essenciais para solubilização adequada do soluto no solvente. À nível
molecular, de que forma esse processo de solubilização ocorre?

a) ( ) Ela envolve duas etapas: na primeira etapa, ocorre a separação das


moléculas do soluto (processo endotérmico); na segunda etapa, essas
moléculas se combinam diretamente com o solvente, se dispersando em seu
torno e gerando ligações entre as moléculas do soluto dispersa e do solvente
que está em torno;
b) ( ) Ela envolve três etapas: na primeira etapa, ocorre a separação das
moléculas do solvente (processo endotérmico); na segunda etapa, ocorre a
separação das moléculas do soluto (processo endotérmico); na terceira etapa,
ocorre a mistura dessas moléculas separadas, que depende da energia
envolvida (necessária para vencer as forças intermoleculares que mantém as
moléculas unidas) e a tendência intrínseca para a desordem das moléculas
separadas;
c) ( ) Ela envolve duas etapas: na primeira etapa, ocorre a separação das
moléculas do solvente (processo exotérmico); na segunda etapa, elas colidem
com o soluto e quebram suas ligações, de forma que a solução final é alcançada
quando há ua mistura aleatória de moléculas de soluto e solvente que estarão
dispersas entre si;
d) ( ) Ela envolve três etapas: na primeira etapa, ocorre a separação das
moléculas do solvente (processo exotérmico); na segunda etapa, ocorre a
separação das moléculas do soluto (processo exotérmico); na terceira etapa,
ocorre a mistura dessas moléculas separadas, que depende da energia
envolvida (necessária para vencer as forças intermoleculares que mantém as
moléculas unidas) e a tendência intrínseca para a desordem das moléculas
separadas;

e) ( ) Ela envolve duas etapas: na primeira etapa, ocorre a separação das


moléculas do soluto (processo exotérmico); na segunda etapa, essas moléculas
se combinam diretamente com o solvente, se dispersando em seu torno e
gerando ligações entre as moléculas do soluto dispersa e do solvente que está
em torno;

3) O estudo quantitativo de uma solução implica o conhecimento da sua


concentração, isto é, da quantidade de soluto presente em uma dada quantidade
de solução. As principais unidades de concentração utilizadas são: porcentagem
em massa, fração molar, molaridade e molalidade. À respeito dessas unidades,
é correto afirmar que:

a) ( ) A porcentagem em massa representa a razão entre massa do solvente e a


massa da solução (soluto + solvente);
b) ( ) A fração molar de um determinado componente da solução representa a
razão entre a soma dos mols desse componente e os mols dos outros
componentes, e o número de mols de componente;
c) ( ) Como a molaridade não é uma razão entre grandezas de mesma espécie,
ela é definida por uma unidade padrão, mol/L;
d) ( ) A molaridade pode ser obtida através da razão entre o número de mols do
solvente e a concentração da solução em litros;
e) ( ) a molalidade é uma unidade dependente da temperatura.

4) Considerando que a solubilidade é definida como a quantidade máxima de


soluto que se dissolve em uma determinada quantidade de solvente a uma dada
temperatura, nota-se a influência direta da temperatura nessa propriedade.de
que forma a temperatura pode influenciar na solubilidade da mistura?

a) ( ) Em todos os casos, independentemente da natureza química, a solubilidade


de uma substância diminui com a temperatura;
b) ( ) Na maior parte dos casos, a solubilidade de uma substância diminui com a
temperatura, ainda que haja exceções;
c) ( ) Em todos os casos, independentemente da natureza química, a solubilidade
de uma substância aumenta com a temperatura;
d) ( ) Na maior parte dos casos, a solubilidade de uma substância aumenta com
a temperatura, ainda que haja exceções;
e) ( ) Na maioria dos casos, a temperatura e a solubilidade são inversamente
proporcionais, ainda que haja exceções.

5) Algumas propriedades de uma substância são ditas coligativas, ou seja, elas


apenas variam de acordo com o número de partículas de soluto presente na
solução, independentemente da natureza química. Quais dessas propriedades
abaixo não é uma propriedade coligativa?

a) ( ) Pressão osmótica;
b) ( ) Abaixamento da pressão de vapor;
c) ( ) Diminuição do ponto de congelamento;
d) ( ) Elevação do ponto de ebulição;
e) ( ) Diminuição do ponto de fusão.

• Capítulo 15

1) Considerando que concentrações de H+ e OH- em soluções aquosas são


frequentemente números muito pequenos, o bioquímico dinamarquês Soren
Sorensen propôs uma medida mais prática, o pH, que representa “o logaritmo
da concentração do íon hidrogênio (em mol/L), com sinal negativo”. Uma vez que
o pH é simplesmente um modo e exprimir a concentração hidrogeniônica, as
soluções podem ser distinguidas, à temperatura ambiente, por seus valores de
pH em soluções ácidas, básicas ou neutras. Alguns fluidos comuns do dia-a-dia,
como o suco de limão, o leite e o vinagre, podem ser considerados:

a) ( ) Soluções básicas, pois possuem pH inferior à 7,0;


b) ( ) Soluções neutras, pois possuem pH equivalente à 7,0;
c) ( ) Soluções ácidas, pois possuem pH superior à 7,0;
d) ( ) Soluções básicas, pois possuem pH superior à 7,0;
e) ( ) Soluções ácidas, pois possuem pH inferior à 7,0.

2) A forma como ácidos e bases se ionizam na água definem sua força; em geral,
podem ser identificados bases fracas e fortes, assim como ácidos fracos e fortes.
Ácidos e bases fortes são eletrólitos que se ionizam completamente em água,
ao passo que ácidos e bases fracos se ionizam parcialmente. Com base nessas
informações, assinale a alternativa incorreta à respeito de ácidos e bases e das
propriedades de pares ácido-base conjugados:

a) ( ) A amônia e a água são ácidos fracos;


b) ( ) Se um ácido é forte, sua base conjugada não tem força mensurável;
c) ( ) Hidróxidos de metais alcalinos e de certos metais alcalino-terrosos são
bases fortes;
d) ( ) H3O- é o ácido mais fraco que pode existir em uma solução aquosa;
e) ( ) O íon OH- é a base mais forte em solução aquosa.

3) Uma medida que pode ser utilizada para medir a força de um ácido é a
porcentagem de ionização, que pode ser definida como a razão entre a
concentração de ácido ionizado no equilíbrio e a concentração inicial de ácido
(multiplicado por 100%); isso sugere que essa porcentagem possui uma
dependência da concentração inicial do ácido. Considerando duas soluções de
HF, uma como porcentagem de ionização de 3,8% e outra com porcentagem de
ionização de 11%, pode-se concluir que:

a) ( ) A solução de HF mais diluída possui a porcentagem de ionização de 3,8%,


sendo ela um ácido mais forte comparada à outra solução com menor
porcentagem;
b) ( ) A solução de HF mais diluída possui a porcentagem de ionização de 11%,
sendo ela um ácido mais fraco comparada à outra solução com menor
porcentagem;
c) ( ) A solução de HF mais diluída possui a porcentagem de ionização de 11%,
sendo ela um ácido mais forte comparada à outra solução com menor
porcentagem;
d) ( ) A solução de HF mais diluída possui a porcentagem de ionização de 3,8%,
sendo ela um ácido mais fraco comparada à outra solução com menor
porcentagem;
e) ( ) A solução de HF mais diluída possui a porcentagem de ionização de 11%,
porém, ambas possuem a mesma força nesse caso, pois são soluções de
mesma natureza.

4) A força de um ácido depende de vários fatores, como as propriedades do


solvente, a temperatura e, principalmente, estrutura molecular do ácido, quando
se consideram ácidos em mesmo solvente e sob mesmas condições de
temperatura. em relação à estrutura molecular, de que forma a energia de
ligação e a polaridade influenciam na força do ácido?

a) ( ) Quanto maior for a energia de ligação e mais polarizada for a ligação, mas
forte é o ácido;
b) ( ) Quanto menor for a energia de ligação e mais polarizada for a ligação, mas
forte é o ácido;
c) ( ) Quanto menor for a energia de ligação e menos polarizada for a ligação,
mas forte é o ácido;
d) ( ) Quanto maior for a energia de ligação e menos polarizada for a ligação,
mas forte é o ácido;
e) ( ) Quanto menor for a energia de ligação, mas forte é o ácido, de forma que
a polaridade não influenciará diretamente na força do ácido;

5) Um sal é um composto iônico formado pela reação entre um ácido e uma


base. Os sais são eletrólitos fortes que se dissociam completamente em íons na
água. A hidrólise salina é a reação de um ânion e/ou cátion de um sal com água.
Os sais podem originar soluções ácidas, básicas ou neutras, de que forma isso
pode ocorrer?

a) ( ) Solução ácida se origina quando um sal derivado de um ácido forte e base


fraca se dissolve em água; solução básica se origina quando um sal derivado de
base forte e ácido fraco se dissolve em água; e solução neutra se origina quando
um sal contêm um íon de um metal alcalino ou alcalino-terroso (exceto o Be2+) e
base conjugada de um ácido forte, pois, nesse caso, não ocorre hidrólise, a ponto
de se supor que as soluções sejam neutras;
b) ( ) Solução ácida se origina quando um sal derivado de um ácido forte e base
fraca se dissolve em água; solução básica se origina quando um sal derivado de
base forte e ácido fraco se dissolve em água; e solução neutra se origina quando
um sal contêm um íon de um metal alcalino ou alcalino-terroso (exceto o Be2+) e
base conjugada de um ácido fraco, pois, nesse caso, não ocorre hidrólise, a
ponto de se supor que as soluções sejam neutras;
c) ( ) Solução ácida se origina quando um sal derivado de um ácido fraco e base
forte se dissolve em água; solução básica se origina quando um sal derivado de
base fraca e ácido forte se dissolve em água; e solução neutra não é possível de
ser encontra espontaneamente;
d) ( ) Solução ácida se origina quando um sal derivado de um ácido forte e base
fraca se dissolve em água; solução básica se origina quando um sal derivado de
base forte e ácido fraco se dissolve em água; e solução neutra não é possível de
se encontrada espontaneamente;
e) ( ) Solução ácida se origina quando um sal derivado de um ácido forte e base
fraca se dissolve em água; solução básica se origina quando um sal derivado de
base forte e ácido fraco se dissolve em água; e solução neutra se origina quando
um sal contêm um íon de um metal alcalino ou alcalino-terroso (incluindo o Be2+)
e base conjugada de um ácido forte, pois, nesse caso, não ocorre hidrólise, a
ponto de se supor que as soluções sejam neutras;

• Capítulo 18

1) A eletroquímica pode ser definida como “o ramo da química que trata da


conversão da energia elétrica em energia química, e vice-versa”, que envolve
reações de oxirredução. O dispositivo que produz eletricidade a partir de uma
reação espontânea é a célula galvânica, composto por um par galvânico onde
ocorrerá a oxidação e a redução. Como pode ser definido esse par galvânico?
a) ( ) Cátodo e ânodo; durante a transferência de elétrons na reação, o cátodo
irá sofrer oxidação, ou seja, ganhar elétrons, ao passo que o ânodo irá sofrer
redução, ou seja, perder elétrons;
b) ( ) Cátodo e ânodo; durante a transferência de elétrons na reação, o cátodo
irá sofrer redução, ou seja, perder elétrons, ao passo que o ânodo irá sofrer
oxidação, ou seja, ganhar elétrons;
c) ( ) Cátodo e ânodo; durante a transferência de elétrons na reação, o cátodo
irá sofrer redução, ou seja, ganhar elétrons, ao passo que o ânodo irá sofrer
oxidação, ou seja, perder elétrons;
d) ( ) Cátodo e ânodo; durante a transferência de elétrons na reação, o cátodo
irá sofrer oxidação, ou seja, perder elétrons, ao passo que o ânodo irá sofrer
redução, ou seja, ganhar elétrons;
e) ( ) Cátodo e ânodo; durante a transferência de elétrons na reação, tanto o
cátodo quanto o ânodo poderão oxidar ou reduzir, isso dependerá da
temperatura do sistema, mas ambos vão assumir em algum momento as duas
funções.

2) O potencial padrão de redução Eo pode ser definido como “o potencial


associado à reação de redução que ocorre em um elemento quando todos os
solutos possuem concentração 1 M e todos os gases estão a 1 atm”. De acordo
com a tabela de potenciais padrão para algumas semicélulas conhecidas:

a) ( ) Quando maior for o Eo, maior a probabilidade de uma substância em ser


oxidada;
b) ( ) As reações de semicélula são irreversíveis;
c) ( ) A modificação dos coeficientes estequiométricos de uma reação de
semicélula afeta diretamente o valor do Eo, visto que os potenciais do eletrodo
não são propriedades intensivas;
d) ( ) Sempre que o sentido da reação for invertido, o sinal e o valor de E o sofrerão
mudança;
e) ( ) O valor de Eo pode ser utilizado para prever a espontaneidade da reação;
assim, um valor positivo de Eo significa que a formação de produtos é favorecida
na reação redox quando se atinge o equilíbrio, ao passo que o valor negativo de
Eo significa que, no equilíbrio existirão mais reagentes do que produtos.
3) Uma bateria pode ser definida como “uma célula galvânica, ou uma série de
células galvânicas combinadas, que podem ser usadas como fonte de corrente
elétrica contínua a potencial constante”. Uma de suas principais vantagens para
uso é a sua autonomia, de forma que não necessita de componentes auxiliares,
como pontes salinas. À respeito das baterias, é incorreto afirmar que:

a) ( ) A pilha seca, na verdade, não é totalmente seca, pois contém no seu


interior, uma pasta eletrolítica úmida;
b) ( ) A bateria de mercúrio é caracterizada por não ter variação da composição
do eletrólito durante o funcionamento, visto que a reação global da célula envolve
apenas substâncias sólidas, fornecendo um potencial mais constante do que a
pilha seca, além de uma capacidade consideravelmente mais elevada, e vida
mais longa;
c) ( ) A bateria de chumbo é composta por seis células idênticas ligada em série
umas às outras, podendo fornecer grandes quantidades de corrente em
intervalos de tempo curtos;
d) ( ) Diferentemente da pilha seca e da bateria de mercúrio, a bateria de chumbo
não é recarregável;
e) ( ) Em uma bateria de íon lítio, os átomos de lítio são embebidos na grafite,
que funciona como ânodo, e o cátodo é o CoO2.

4) A corrosão é um fenômeno comumente observado em nosso dia-a-dia, desde


o escurecimento da prata à formação de ferrugem no ferro, este último sendo o
mais familiar. Apesar desse ser mais comumente observado, a corrosão do
alumínio é mais usual devido a maior tendência do alumínio em se oxidar. Apesar
disso, quando observamos no dia-a-dia, desde latinhas à aviões ou portões de
alumínio, o processo de degradação desse metal não parece ser tão mais
destrutivo do que o enferrujamento. De que forma isso pode ser explicado?

a) ( ) Quando o alumínio sofre corrosão, ele inicialmente produz uma camada


superficial de óxido de alumínio insolúvel, que protege o metal de efeitos
corrosivos sob exposição ao meio, ao passo que a ferrugem é porosa, e não atua
como proteção, permitindo que o ferro se degrade mais facilmente;
b) ( ) Em temperatura ambiente, o alumínio não sofre corrosão; o processo de
corrosão é acelerado apenas com o aumento da temperatura;
c) ( ) Em temperatura ambiente, o alumínio não sofre corrosão; o processo de
corrosão é acelerado apenas com a diminuição da temperatura;
d) ( ) A corrosão do alumínio apenas é acelerada em função da umidade do ar
durante chuva ácida, o que não é um evento comum em todos os lugares e todo
o tempo; dependendo da época do ano, o alumínio pode ficar meses sem oxidar;
e) ( ) Essa afirmação é falsa, pois a ferrugem protege o ferro da ação externa,
ao passo que o alumínio, quando corroí, se fragiliza mecanicamente.

5) A eletrólise pode ser definida como “um processo no qual a energia elétrica é
usada para provocar uma reação química não espontânea”. Alguns dos
processos de eletrólise mais comuns são a eletrólise da água, do cloreto de sódio
fundido ou de uma solução sólida de clorreto de sódio. À respeito destas citadas,
e dos aspectos quantitativos da eletrólise, pode-se afirmar que:

a) ( ) A eletrólise de cloreto de sódio fundido é um processo espontâneo;


b) ( ) Em uma célula galvânica, o ânodo é negativo porque fornecer elétrons ao
circuito externo; já em uma célula eletrolítica, o ânodo é positivo, pois os elétrons
são retirados dele pela bateria;
c) ( ) A água consegue se decompor apenas em condições abaixo da atmosférica
(ou seja, em temperatura abaixo de 25º C e pressão de 1 atm);
d) ( ) Apesar de ser um estudo importante, a eletrólise não pode ser aplicada em
processos industriais, pois só ocorre em condições muito acima das condições
atmosféricas padrão;
e) ( ) A eletrólise de cloreto de sódio fundido é um dos processos mais
complicados, uma vez que o mesmo possui diversas espécies que podem ser
oxidadas ou reduzidas.
Gabarito

• Capítulo 6:

1–b
2–d
3–c
4–a
5–e

• Capítulo 9:

1–b
2–c
3–d
4–e
5–a

• Capítulo 12:

1–a
2–b
3–c
4–d
5–e

• Capítulo 15:

1–e
2–d
3–c
4–b
5–a
• Capítulo 18:

1–c
2–e
3–d
4–a
5–b

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