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ORIENTAÇÕES E EXEMPLOS PARA ELABORAÇÃO E


CORREÇÃO DE CITAÇÕES E REFERÊNCIAS

1 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE IMPORTÂNCIA DAS CITAÇÕES

A minha primeira recomendação é que imprima essas orientações e as guarde em uma


pasta, como fonte de consulta para construção do seu TCC (projeto de pesquisa + artigo
científico). Além de servir para essa finalidade, também, servirá como fonte de consulta para
futuros trabalhos acadêmicos.
Mais de 90% dos trabalhos que não são aprovados na primeira correção, são devido a
plágios e erros de normas de citações e referências. Uma leitura atenta a essas orientações,
bem como, procurar para cada citação e referência que for fazer em seu trabalho uma
orientação e um exemplo aqui apresentados, além de você rever assuntos já estudos sobre as
normas de citações e referências, irá adiantar a aprovação do seu TCC.
A finalidade de uma citação em um trabalho científico é a de fundamentar, reforçar a
opinião do pesquisador, dar credibilidade epistemológica ao que está sendo escrito.
A ciência se faz por acumulação de conhecimentos, portanto, quando você inicia uma
pesquisa científica, muito já se fez e se escreveu sobre o seu objeto de pesquisa (apresentado
no problema de pesquisa e conhecido por tema), por isso, uma leitura prévia do que já foi
pesquisado sobre o seu objeto de pesquisa é muito importante. A isso se dá o nome de
“revisão da bibliografia” (que é completamente diferente de uma pesquisa do tipo
bibliográfica).
Tudo que afirmamos ou negamos em relação ao objeto de pesquisa precisa de uma
citação. Todas as análises precisam de uma citação para fundamentar e dar crédito científico a
essas análises. Uma coisa é um pesquisador sozinho fazer uma afirmação, outra coisa é essa
afirmação ser corroborada por um referencial teórico com a chancela da Academia.
Entende-se por Academia, o conjunto de instituições e pessoas que promovem e
fomentam a pesquisa científica no mundo. Fazem parte da Academia, as Universidades,
Faculdades, Centros de Pesquisa, Congressos Científicos, entidades de classe como, por
exemplo, os Conselhos Regionais de categorias profissionais regulamentadas como a OAB,
CRA, CRC, entidades de fomento a pesquisa como, por exemplo, o CNPQ, CAPS, todos os
tipos de publicações de editoras (todas as editoras possuem um Conselho Editorial que
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funciona como chancela da Academia), periódicos científicos (revistas e boletins) e


pesquisadores ligados a algumas dessas entidades.
Sites independentes na internet, como blogs e portais criados para divulgação de
trabalhos que não passaram pelo crivo da Academia devem ser evitados o seu uso em
trabalhos científicos e, se for usado, usar com cautela e nunca como fonte principal para a
fundamentação ou sustentação de afirmações ou análises.
Deve-se evitar ao máximo copiar citações da internet no trabalho (para o projeto de
pesquisa não será permitido, para o cap. 5, copiar citações de qualquer lugar – as citações
devem ser elaboradas a partir das leituras do aluno nas três obras que apresenta como sendo as
principais para o seu referencial teórico). Uma citação é uma construção intelectual, portanto,
uma propriedade intelectual protegida pelos direitos autorais (Lei dos Direitos Autorais – Lei
nº 9.610/98). A garantia do respeito ao direito autoral do autor que está tendo a sua citação
copiada em outro trabalho é o uso do apud (cito por). Portanto, toda citação copiada, deve ser
feita com uso do apud (ver exemplos abaixo).
O autor de um trabalho científico, precisa ler várias obras e a partir dessas leituras
elaborar uma citação que está justamente feita para aquela situação proposta. Pegar uma
citação na interne e enxertar no seu trabalho é como termos uma caixa cheia de óculos e você
vai testando um a um até que algum desses óculos sirva, porém, esse óculo escolhido pode
não estar exatamente com o grau que você precisa, e com isso, não rá enxergar tão bem como
se tivesse usando óculos feitos exatamente para você.
Com a citação copiada da internet é a mesma coisa. Você está tentando usar uma
citação já pronta para outra situação no seu trabalho.
As citações sempre devem ser feitas a partir de leitura das obras literárias, de
preferencia, uma leitura completa dessa obra.
A citação é o oxigênio de um trabalho científico, é ele que da vida e credibilidade a
esse trabalho. Saber escolher bem as fontes de pesquisa, fazer uma boa revisão da bibliografia
(o nome correto dessa etapa é revisão da bibliografia e não pesquisa bibliográfica). Fazer um
bom fichamento, tudo ajuda para o êxito do relatório final da pesquisa (que no nosso caso será
feito na forma de um artigo científico).
Para que realmente consiga fazer uma ótima fundamentação teórica e uma ótima
análise dos dados coletados, precisará fundamentar o seu trabalho em autores que tenha os
livros em mãos. Com citações copiadas da internet, o seu trabalho será pobre em sustentação
epistemológica (científica) com isso, não será bem avaliado.
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Toda citação, seja ela, de leis, normas ou de autor, precisa ser comentada na integra, ou
seja, se citou, por exemplo, 4 incisos de uma lei, precisa comentar um a um cada inciso, então,
só se deve citar o que irá comentar – evite ao máximo fazer citações muitos longas de leis e
normas – cite exatamente o que está tratando e faça comentários e contextualize esses
comentários com o problema de pesquisa e com o objetivo geral – não se faz uma citação
direta uma após a outra – entre uma citação e outro, temos que ter comentários,
contextualização dessa citação.
Outra recomendação importante, é que nunca devemos fazer citação indireta
(paráfrase) de leis ou normas – sempre fazer citação direta desses documentos.
Outro elemento fundamental da fundamentação teórica são as legislação e normas que
regram o seu objeto de pesquisa. Para uma pesquisa tendo como área de concentração a
Educação, que é o nosso caso, algumas legislações e normas são essenciais, como a
Constituição Federal de 1988 (CF), a LDB, os PCNs, o Projeto Político-Pedagógico – PPP e o
Regimento Escolar – RE, da escola pesquisada.
Para os cursos que tem como linha de pesquisa as politicas públicas, essas politicas
públicas em nível federal e municipal (se possível estadual) também são imprescindíveis.
Quando do envio da informação sobre a linha de pesquisa escolhida pelo aluno,
enviamos orientações especificas para essa linha de pesquisa, em especial a sua bibliográfica
básica no tocante a legislação e normas. É só seguir essas orientações e acrescentar os autores
escolhidos.
Para uma boa fundamentação, no projeto de pesquisa solicitamos de quatro a cinco
autores, sendo que, para o artigo deve ser acrescentado pelo menos mais três autores (autores
de livros que o aluno leu). Com isso, tenho certeza que fará uma ótima pesquisa e um ótimo
relatório de pesquisa (artigo científico) e será otimamente avaliado.

1.2 TIPOS DE CITAÇÕES


Iremos tratar nessas orientações das seguintes normas:
 NBR 6027 – sumário
 NBR 6028_Resumo
 NBR 10520_Citações
 NBR_6022_artigo_cientifico
 NBR_6023 – REFERÊNCIAS
 NBR_14724_Trabalhos Acadêmicos
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 NBR-6024-2003-Numeracao-Progressiva

Segundo a norma NBR10520, em um trabalho científico, temos dois tipos de citação –


temos a citação direta e a citação indireta.
A citação direta é toda citação onde copiamos exatamente o texto citado. A citação
indireta (do tipo paráfrase) é aquela onde fazemos a citação com as nossas palavras, porém,
mantendo o sentido original dado pelo autor citado.
A citação direta pode ser breve ou longa. Uma citação direta breve é aquela que
tem até três linhas, e a citação direta longa é aquela com mais de três linhas.
Toda citação direta precisa de três elementos. O primeiro elemento é a fonte, que
pode ser um autor, uma entidade ou um ente federativo. O segundo elemento é o ano da
publicação e o terceiro elemento é o nº da página citada ou, o Art. da lei ou nº da norma citada
(não se coloca nº de página em documentos que estão subdivididos em artigos).
Sempre se deve fazer cada citação completa, ou seja, não se usa expressões como
“autor” no lugar da citação. Cada citação direta deve ter os três elementos essenciais:
sobrenome do autor ou nome da fonte, ano e nº da página citada (no caso de leis e
documentos subdivididos em Art. o nº do Art. citado).
Também, além de não se substituir a citação completa da fonte pela expressão “autor”,
não se escreve “autor” antes do sobrenome do autor (isso é redundância).
A citação de leis e normas, sempre deve ser feita a partir da fonte primária, ou seja,
da própria lei ou norma (nunca usar um autor ou outra fonte para citar uma lei ou norma) e
sempre pesquise uma lei ou norma na sua versão mais atualizada.
Para isso, recomendo sempre realizar a pesquisa de uma legislação ou norma federal, o
site do Palácio do Planalto, que tem toda legislação (e normas) federal (desde o Império) até
os dias de hoje, tudo atualizado. Para isso, basta digita o nº da lei ou nome da lei ou do
documento (apenas federal) no buscador Google que quase sempre o site do Palácio do
Planalto é o primeiro a ser exibido pelo buscador.
Por exemplo, você digita no site de busca: LDB planalto e irá aparecer a seguinte tela:
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Você clica na primeira linha e irá abrir a LDB atualizada no site do Palácio do Planalto
– isso serve para qualquer busca e leis e normas federais.
Para busca de leis e normas dos governos estaduais e municipais, temos que,
normalmente entrar no site do governo pesquisado ou, após o número ou do nome da lei ou
documento acrescentar o nome do governo que promulgou a lei ou emitiu o documento
pesquisado.
Quanto a citação da fonte de leis e normas, a administração pública é dividida em
administração direta e administração indireta (nas três esferas: federal, estadual e municipal).
A administração direta, no caso federal é composta, em síntese, pela Presidência da
República, pelos Ministérios e pelo Ministério Público Federal. No caso dos estados, pelo
Gabinete do Governar, Secretarias Estaduais e Ministério Público Estadual. No caso dos
municípios, pelo Gabinete do Prefeito e pelas Secretarias Municipais.
A administração pública indireta é composta por empresas públicas, autarquias e
fundações (nos seus três níveis de Poder).
Isso é importante saber para podermos fazer corretamente a citação da fonte. Se estiver
citando uma lei ou norma da administração pública direta, então, a fonte é o nome desse ente
federativo, por exemplo, se o ente é federal é BRASIL, se é estadual, é o nome do estado e se
for municipal é o nome do município.
Se estiver fazendo uma citação de um órgão da administração indireta, então, a fonte é
nome desse órgão.
Se está fazendo uma citação de uma norma ou documento de um órgão da
administração indireta, então, a fonte é o nome desse órgão, por exemplo, se está citando o
IBGE, que é uma Autarquia federal, ou seja, pertence a administração federal indireta, então,
a fonte é IBGE e não BRASIL.
Se estiver citando uma lei ou norma estadual, então a fonte é o nome do estado que
promulgou essa lei ou editou essas normas, por exemplo, se está citando uma lei editada pelo
governo do estado de São Paulo, então a fonte é: SÃO PAULO, o mesmo ocorre com uma lei
ou norma promulgada ou editada pelo governo municipal.
A maioria dos alunos tem nas citações e referências de leis e normas, as suas maiores
dúvidas, apesar, de como já expliquei, basta abrir os arquivos que enviamos e encontrara
exemplos de quase todas as citações e referências que irá utilizar no seu TCC.
Sugiro que imprima esse material e consulte sempre que tiver dúvidas – recomendo
que antes de enviar o seu trabalho para correção, compare uma a uma as citações e referências
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com esse material – havendo dúvidas que não consegue tirar com todo o material enviado, por
favor, nos faça saber enviando-as na forma de arquivo anexo – obrigado.

2 ORIENTAÇÕES E NORMAS PARA CITAÇÕES E REFERÊNCIAS

Segundo as normas da ABNT para citações e referências, temos várias formas de


formatação tanto para citações como para referências.
O que a normas determina é que, uma vez escolhida a formatação para as citações e
para as referências, essa formatação deve ser a mesma em todo o trabalho.
Por exemplo, a norma diz que, pode-se colocar o autor dentro ou fora dos parênteses.
Se escolher colocar dentro dos parênteses, significa que, todas as citações, o autor deverá estar
citado dentro dos parênteses.
No nosso caso, escolhermos a formatação onde o autor é citado fora dos parênteses,
portanto, essa deve ser a formatação para citações em seu trabalho (ver arquivo enviado com
um exemplo de um projeto de pesquisa e, posteriormente, após a aprovação do projeto de
pesquisa, o arquivo com um exemplo de um artigo científico – irá notar que, todas as citações
e referências tem a mesma formatação.
Essa padronização de autor citado fora dos parênteses se deve a formatação exigida
pela Revista Científica da FAEL.
O mesmo ocorre com as referências. A ABNT prevê três tipos de destaque para o título
(subtítulo não é destacado). Negrito, itálico ou sublinhado. Uma vez escolhido um tipo de
destaque, esse deve ser usado em toda a referência.
A FAEL escolheu negritado. Portanto, todos os títulos de obras literária (ou nº de leis e
normas) deve ser negritado (ver exemplos enviados).
Quando um autor envia um trabalho para uma Banca (Revista Cientifica, Congressos
ou outros eventos científicos), deve ter o cuidado de seguir essas normas, ou seja, de
padronizar a formatação das citações e referências.
Normalmente, cada Banca tem as suas normas para formatação dos trabalhos
apresentados. Algumas seguem as normas da ABNT, outras mesclam as suas normas com as
da ABNT e outras tem as suas próprias normas (é um absurdo, porém, verdade). O pior é que
100% das Bancas, dizem seguir rigorosamente as normas da ABNT – vai entender.....
Vamos agora tratar das normas de citações e referências mais comuns em um trabalho
científico em uma pós-graduação lato sensu (“sentido amplo”) – mestrado e doutorado são
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pós-graduação stricto senso – ou seja, “sentido restrito”, (onde o objeto de pesquisa é


delimitado ao máximo) em educação.
Em um trabalho científico na área de educação, seja qual for o objeto de pesquisa
(alguns chama de tema) temos citações que não podem faltar. Nesse caso seriam a CF de 1988
(em especial o CAPÍTULO III Da Educação, da Cultura e do Desporto) e a Nova LDB.
Para a Educação Básica, conforme o objeto de pesquisa exigir, devemos fazer citações
dos PCNs, Referencial Curricular, Projeto Político-Pedagógico – PPP e o Regimento Escolar
da escola pesquisada. No caso da educação inclusiva, de leis e normas para a educação
especial.
No caso da pesquisa da educação superior, além da CF 1988 e da Nova LDB, temos as
leis e normas que regem a educação superior no Brasil. Focar as leis e normas na modalidade
de educação pesquisada, ou seja, presencial ou EaD.
Iremos agora tratar de exemplos de citações e referências de leis, normas, documentos
e autores.
Esses exemplos servem para praticamente 100% do que irão precisar pesquisar. As
citações que por ventura precisar e não estejam exemplificadas nesse documento, recomendo
que consulte o Manual do TCC (mantendo a normas de padronização das citações e
referências) ou me envie uma mensagem com a dúvida.
Daremos exemplos de citações diretas breves e longas, de citações indiretas e de
referências de autores, leis, normas e documentos.
Vou mostrar apenas um exemplo de citação e de referência para cada tipo de citação,
ou seja, o exemplo de citação de uma lei, serve para todas as leis, um exemplo de citação de
uma norma, serve para todas as normas.
Recordando:
Citação direta é toda citação onde copiamos exatamente o texto citado. É dividida em
citação direta breve (até três linhas), onde é feita no mesmo parágrafo do texto, entre aspas.
Já a citação direta longa (com mais de três linhas) é feita em parágrafo distinto, sem aspas,
com recuo de 4 cm e fonte tamanho 10.
Citação indireta (tipo paráfrase) é quando lemos o texto e escrevemos a citação com
as nossas palavras, mantendo o sentido original dado pelo autor da obra lida.
Teremos como exemplos de citações e referências:
 Autor
 Lei
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 Norma
 Documento

2.1 CITAÇÃO DIRETA BREVE (até três linhas)


2.1.1 Autor
2.1.1.1 de livros
Citação:
Portanto, para Saviani (2009, p. 101): “Com efeito, eu só posso afirmar que a
educação é um ato político (contém uma dimensão política) na medida em que eu capto
determinada prática como sendo primordialmente educativa e secundariamente política. ”

Referências desta citação:


SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia. 41.ed. revista. Campinas, SP: Autores
Associados, 2009.

2.1.1.2 com uso de [...] (serve para qualquer fonte de citação direta, ou seja, para leis, normas
e documentos)

Vamos supor que você deseje fazer uma citação direta breve desse parágrafo de um
livro, porém, deseja citar apenas partes desse parágrafo:

Todo o planejamento educacional, para qualquer sociedade, tem que responder ás


marcas e aos valores dessa sociedade. Só assim é que pode funcionar o processo educativo,
ora como força estabilizadora, ora como fator de mudança. Às vezes, preservando
determinadas formas de cultura. Outras, interferindo no processo histórico,
instrumentalmente. De qualquer modo, para ser autêntico, é necessário ao processo
educativo que se ponha em relação de organicidade com a contextura da sociedade a que se
aplica.

Citação:
Freire (2002, p.10) afirma que: “Todo o planejamento educacional, para qualquer
sociedade, tem que responder ás marcas e aos valores dessa sociedade. [...] De qualquer
modo, para ser autêntico [...].”
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As reticencias foram usadas para indicar que foram retiradas partes antes e depois da
citação e também, foram, suprimidas partes entre o início e o término da citação.

Referências desta citação:


FREIRE, Paulo. Educação e atualidade brasileira. 2. ed. São Paulo: Cortez e
Instituto Paulo Freire, 2001.

2.1.1.3 de periódicos
Citação:
O jogo a muito tempo é reconhecido como uma forma lúdica eficiente de ensinar e de
aprender e para o desenvolvimento social da criança. Corroborando com essa afirmação
Bibiani (s/d, s/p.) afiram que: “Ao jogar - um comportamento que atravessa séculos -, a
criança descobre que ganhar e perder faz parte da vida e desenvolve estratégias para enfrentar
várias situações e os adversários.”

Obs. Esse artigo foi pesquisado na internet, e não constava data de publicação (colocar s/d) e
nem nº de página (colocar s/p). Havendo essas informações, é só substituir.

Referências desta citação:


BIBIANO, Bianca. Com os jogos, as crianças aprendem que ganhar e perder faz parte da vida.
Revista Nova Escola, s/d. Disponível em: <http://revistaescola.abril.com.br/educacao-
infantil/4-a-6-anos/jogos-criancas-aprendem-ganhar-perder-faz-parte-vida-613001.shtml> .
Acessado em: 6 nov. 2014.

Veja que, no caso de periódico, só se destaca o nome do periódico.

2.1.1.4 de artigos científicos

São várias as concepções sobre a melhor forma de alfabetização de crianças. Existem


muitas místicas acerca do “professor alfabetizador como um ser dotado de dom”. Sobre isso,
Khouri afirma que: “As explicações tradicionais sobre a questão, e ainda assumidas por
muitos professores, são discutidas sob enfoque desmistificador.” (1988, s/p).

Referências desta citação:


Khouri, Yvone Alvarenga Gonçalves. Como alfabetizar? Artigo. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-
98931988000200013&lng=pt&nrm=iso >. Acessado em: 01 mar. 2018.
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2.1.2 Leis, Portarias, Resoluções e Documentos


2.1.2.1 leis federais
Citação:
A Constituição de 1988 da grande importância e educação escolar, em especial, a
obrigatoriedade da oferta da educação pública para o ingresso das crianças cada vez mais
cedo na escola. “I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete)
anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram
acesso na idade própria. (BRASIL, 1988, Art. 208).

Referências desta citação:


BRASIL (Constituição de 1988). Constituição da República Federativa Do Brasil.
Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm >. Acessado
em: 1 mar. 2018.

Citação:
A gestão democrática do ensino é uma exigência da nova LDB: Os sistemas de ensino
definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo
com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios. (BRASIL, 1996, Art. 14).

Referências desta citação:


BRASIL. LDB, Lei 9.396, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>.
Acessado em: 1 mar. 2018.

No caso de leis, normas e documentos, os parênteses devem estar posicionados ao


final da citação, seja direta breve ou direta longa.

2.1.2.2 leis estaduais


Citação:
Segundo a LC 444 “III - Carreira do Magistério: conjunto de cargos de provimento
efetivo do Quadro do Magistério, caracterizados pelo exercício de atividades do Magistério,
no ensino de 1º e 2º graus e na pré-escola;” (SÃO PAULO, 1985, Art 3º).
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Referências desta citação:


SÃO PAULO (estado). Lei Complementar Nº 444, de 27 de dezembro de 1985. Dispõe
sobre o Estatuto do Magistério Paulista e dá providências correlatas. Disponível em:
<http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei.complementar/1985/lei.compleme
ntar-444-27.12.1985.html> . Acessado em: 01 mar. 2018.

2.1.2.3 leis municipais

A Lei Nº 8989 determina que: “Aos cargos públicos corresponderão referências


numéricas ou símbolos de identificação, seguidas de letras em ordem alfabética, indicadoras
de graus.” (SÃO PAULO, 1979, Art. 9º).

Referências desta citação:


SÃO PAULO (município). Lei Nº 8989, de 29 de outubro de 1979. Dispõe sobre o Estatuto
Dos Funcionários Públicos Do Município De São Paulo, e dá providências correlatas.
Disponível em: < https://leismunicipais.com.br/estatuto-do-servidor-funcionario-publico-sao-
paulo-sp> . Acessado em: 15 maio 2017.

Veja que, aqui temos coincidência de nomes de quem promulgou as duas leis SÃO
PAULO, sendo o primeiro, uma lei estadual e a segunda citação uma lei municipal. Para
distinguir, nas referências, após o nome do ente que promulgou a lei (apenas no caso de
estados e municípios), deve constar entre parênteses para citações de leis ou documentos
estaduais (estado) e para o caso de leis ou documentos municipais (município).

2.1.2.4 Portaria Federal

Existe uma preocupação constante em assegurar ao aluno com necessidades especiais,


todo o tipo de acompanhamento especializado em todas as etapas do processo ensino-
aprendizagem e também no processo de avaliação. No caso especifico para alunos surdos,
temos a Portaria Nº 3.284 (BRASIL, Art. 2º, § 1º inciso III): “a) de propiciar, sempre que
necessário, intérprete de língua de sinais/língua portuguesa, especialmente quando da
realização e revisão de provas, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou
quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno.”

Para citações diretas breves de portarias estaduais e municipais, seguir o mesmo


modelo, só trocando o ente federativo dentro dos parênteses por estado ou município.
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Referências desta citação:


BRASIL. PORTARIA Nº 3.284, de 7 de novembro de 2003. Dispõe sobre requisitos de
acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização
e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições. Disponível em: <
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/portaria3284.pdf >. Acessado em: 01 mar. 2018.

2.1.2.5 Resolução Federal

A educação especial é bem regrada com leis, normas, portarias e resoluções. A


Resolução Nº 2 determina que: “Parágrafo único. Os sistemas de ensino devem constituir e
fazer funcionar um setor responsável pela educação especial, dotado de recursos humanos,
materiais e financeiros que viabilizem e dêem sustentação ao processo de construção da
educação inclusiva.” (BRASIL, 2001, Art. 3º)

Referências desta citação:


BRASIL. RESOLUÇÃO Nº 2, de 11 de setembro de 2001. Institui Diretrizes Nacionais para
a Educação Especial na Educação Básica. Disponível em:<
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/resolucao2.pdf >. Acessado em: 01 mar.2018.

Para citações diretas breves de resoluções estaduais e municipais, seguir o mesmo


modelo, só trocando o ente federativo dentro dos parênteses por estado ou município.

2.1.2.6 Documento Federal

O MEC está sempre publicando trabalhos de pesquisa realizados por Grupos de


Trabalhos. “Por muito tempo perdurou o entendimento de que a educação especial,
organizada de forma paralela à educação comum, seria a forma mais apropriada para o
atendimento de alunos que apresentavam deficiência ou que não se adequassem à estrutura
rígida dos sistemas de ensino.” (BRASIL, s/d, s/p)

Referências desta citação:


BRASIL. MEC/SEESP Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da
Educação Inclusiva. Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria
Ministerial nº 555, de 5 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria nº 948, de 09 de outubro
de 2007. <Disponível em:
http://peei.mec.gov.br/arquivos/politica_nacional_educacao_especial.pdf >. Acessado em: 01
mar. 2018.
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Veja que, destacamos apenas o nome do documento. Para citações diretas breves de
documentos estaduais e municipais, seguir o mesmo modelo, só trocando o ente federativo
dentro dos parênteses por estado ou município.

2.1.2.7 Normas Federais


a) PCNs

Cada professor enxerga o seu aluno na educação infantil de uma forma diferente.
Muitos, os veem até como parte de sua família. Os PCNs se preocuparam em buscar uma
definição para o aluno da educação infantil: “Muitas vezes vista apenas como um ser que
ainda não é adulto, ou é um adulto em miniatura, a criança é um ser humano único, completo
e, ao mesmo tempo, em crescimento e em desenvolvimento.” (BRASIL, 2006, p. 14).

Referências desta citação:


BRASIL. MEC. Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil, vol 1,
2006. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Educinf/eduinfparqualvol1.pdf>. Acessado em: 01
mar. 2018.

b) REFERENCIAL CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

Os conteúdos e procedimentos se referem ao saber fazer. Os PCNs trazem uma


definição para a aprendizagem de procedimentos: “A aprendizagem de procedimentos está
diretamente relacionada à possibilidade de a criança construir instrumentos e estabelecer
caminhos que lhes possibilitem a realização de suas ações.” (BRASIL, 1998, p. 51).

Referências desta citação:


BRASIL. MEC. Referencial curricular nacional para a educação infantil - introdução, vol.
1, 1998. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf>.
Acessado em: 01 mar. 2018.

c) DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO


BÁSICA

Segundo as Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica: “A


pedagogia da exclusão tem origens remotas, condizentes com o modo como estão sendo
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construídas as condições de existência da humanidade em determinados momentos


históricos.” (BRASIL, 2001, p. 19).

Referências desta citação:


BRASIL. MEC. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica,
2001. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/diretrizes.pdf>. Acessado
em: 01 mar. 2018.

d) REFERENCIAIS DE QUALIDADE PARA EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA

Muito se tem dito que a educação ofertada na modalidade EaD torna desnecessário a
figura do professor. O Referenciais De Qualidade Para Educação Superior A Distância faz a
seguinte observação: “Em primeiro lugar, é enganoso considerar que programas a distância
minimizam o trabalho e a mediação do professor. Muito pelo contrário, nos cursos superiores
a distância, os professores vêem suas funções se expandirem, o que requer que sejam
altamente qualificados.” (BRASIL, 2007, p. 20).

Referências desta citação:


BRASIL. MEC. Referenciais de Qualidade Para Educação Superior a Distância, 2007.
Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/legislacao/refead1.pdf>.
Acessado em: 01 mar. 2018.

e) PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO

De acordo com o Projeto político-pedagógico da escola pesquisada: “O trabalho de


recuperação surge de acordo com as necessidades diagnosticadas nas crianças e a partir daí
oferece-se a recuperação de forma contínua e paralela. A proposta é fazer com que todos os
alunos desenvolvam suas potencialidades e habilidades ao longo de todo o processo de
ensino-aprendizagem.” (EMEF, 2012, p. 20).

Referências desta citação:


EMEF Profª Nilva de L. R. Oliveira. Projeto político-pedagógico - PPP. Santa Gertrudes-SP,
2012.

d) REGIMENTO ESCOLAR

Cada vez mais, os Conselhos de Classe vêm assumindo papeis que antes eram
exclusivos dos professores, em decisões monocráticas e muitas vezes injustas. O Regimento
Escolar prevê como uma das atribuições do Conselho de Classe: “IV. deliberar sobre
15

aprovação ou reprovação dos estudantes, por indicação e justificativa do professor, após os


estudos de recuperação final;”(COLÉGIO, 2013, Art. 144).

Referências desta citação:


COLÉGIO Presbiteriano Mackenzie. Regimento Escolar. Brasília-DF, 2013. Disponível em:
<http://colegio.mackenzie.br/uploads/BibliotecaTable/246707ca68c65f5d9116701438cc301a/
40/13874567451433161790.pdf>. Acessado em: 01 mar. 2018.

Observe que, na citação escrevemos apenas colégio e nas referências, colocamos apenas esse
primeiro nome em maiúsculo. Sempre que a fonte tiver mais de um nome nas referências,
escrevemos apenas o primeiro nome em maiúsculo (colocamos esse primeiro nome na
citação) e o restante do nome em maiúsculo e minúsculo como no exemplo acima.

Com isso, encerramos a apresentação de exemplos das citações mais comuns de


citações diretas breve. Agora iremos ver os mesmos exemplos, porém, para citações diretas
longas (com mais de três linhas). Não iremos mostrar exemplos de referências porque as
referências para citações diretas breve e longa não muda.

2.2 CITAÇÃO DIRETA LONGA (com mais de três linhas)


2.2.1 Autor
2.2.1.1 de livros
Citação:
Reforçando o nosso entendimento sobre a importância do Projeto Político–
Pedagógico em ser um instrumento poderoso para a gestão democrática da escola pública,
para a formação da consciência coletiva, para a mudança de hábitos tanto dos alunos, seus
familiares e da comunidade em geral, e na imersão do homem na vida pública de sua
comunidade, citamos novamente Freire (2002, p. 96) que afirma quê:
Dar dois espaços simples entre linhas antes da citação
O que importa é que a escola de nossa atualidade eduque seu aluno e suas
famílias no sentido da responsabilidade social e política, de que somos tão
carecentes ainda. Responsabilidade que só se ganha vivendo. Que só se obtém
inserindo em projetos onde seja ela experimentada.
Dar dois espaços simples entre linhas depois da citação

Veja que, o autor é citado no parágrafo anterior a citação. Os parênteses estão logo após o
autor e ao final do parágrafo, dois pontos. A citação tem recuo de 4 cm, fonte tamanho 10 e
sem aspas. Caso se inicie com letra minúscula, ou seja, com omissões de partes do texto
citado, deve colocar primeiro [...], o mesmo ocorrer com o final da citação, caso seja
suprimido alguma parte antes do ponto final. Deve dar dois espaços simples entre o parágrafo
e a citação e após a citação, mais dois espaços simples. Orientamos que, toda citação precisa
ser comentada, contextualizas e deve ocorrer após a apresentação dos argumentos, por isso,
16

não se inicia ou se termina um cap. ou tópico com citação. Quanto ao uso de citações diretas
longas, recomendo que as use o mínimo possível e a mais curta possível, especialmente leis,
que deve ser citato apenas o que irá comentar (recomendo sempre que de preferência a
citações diretas breve para leis, normas e documentos). De sempre preferência para citações
diretas breves. Na verdade, um bom texto científico tem uma quantidade mínima e citações
diretas, sendo preferencialmente usado a citação indireta (paráfrase), por relacionar melhor a
ideia do autor citado com as ideias do pesquisador.

3.2.4 Citações diretas de artigos científicos publicados na internet

A muito tempo se discuti a questão da adaptação da criança ao ambiente escolar. A


criança que vai para a escola aos 6 ou 7 anos pela primeira vez, sente um choque enorme em
sua rotina, deixando o seu lar ou outro local onde viveu seus primeiros anos de vida e passa a
estar por algumas horas ou mesmo o dia todo em outro local com pessoas e rotinas diferentes.
Isso com certeza causa algum transtorno a criança. Freitas (2014, s/p) trata dessa questão ao
afirmar que:

Por isso, a discussão acerca da adaptação da criança à escola não era o mesmo em
relação às discussões do início do século XX ou da década de 1920, pródiga em
reformas educacionais. O tema foi reapropriado e isso proporcionou àqueles
intelectuais apostar num objeto de pesquisa permeado pelo interesse em decifrar o
modus operandi da escola, vislumbrando-a por dentro, como encarecia Antonio
Candido desde 1956.

Referência para essa citação:


FREITAS, Marcos Cezar de. Desempenho e adaptação da criança pobre à escola: o padrão
de pesquisa do CRPE-SP. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ep/v40n3/07.pdf >.
Acessado em: 02 mar. 2018.

IMPORTANTE: note que, muitas vezes, material disponibilizado na internet não tem número
de página. No lugar do nº da página, colocar s/p (sem página).

2.2.1.2 de periódicos
Citação:
O professor da educação de jovens e adultos precisa entender que, o seu alunado tem
uma idade defasada em relação ao conteúdo que está aprendendo. Não se deve ensinar um
jovem de 17 anos um conteúdo de 5º ano da mesma forma. Precisa trazer esse conteúdo para o
entorno desse jovem.
17

Ainda na temática dos preços, é interessante pedir para a turma pesquisar valores,
quantidades e qualidade, ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor para
pedir informações sobre algum produto, e dessa maneira trabalhar a oralidade e a
criticidade. O código de defesa do consumidor era também leitura obrigatória em
sala de aula. (ESCOLA, 2018, s/p).

2.2.1.3 de artigos científicos

Sobre o fracasso escola, Khouri afirma que:


Em decorrência, são apontadas as verdadeiras causas do fracasso escolar, tanto as
extra-escolares como as intra-escolares, chamando atenção para o compromisso dos
educadores, no sentido de, a curto prazo, procurarem formas efetivas de modificar
este quadro sombrio no nível dos fatores intra-escolares, isto é, nos objetivos,
estrutura e funcionamento da escola, sem esquecer, porém, os fatores extra-escolares
na determinação desta realidade. (1988, s/p.)

2.2.2 Leis, Portarias, Resoluções e Documentos


2.2.2.1 leis federais
Citação:
O Plano Nacional de Educação é uma exigência constitucional e é regulamentado pela
Nova Constituição que preconiza que:

Art. 214. A lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o
objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e
definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a
manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e
modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes
esferas federativas que conduzam [...]. (BRASIL, 1988).

Citação:
2.2.2.2 leis estaduais
Citação:
A escolha de postos de direção, coordenação e assessoramento em escola públicas
quase sempre é uma questão controversa. Visando normatizar essas escolhas, a Lei
Complementar Nº 444 determina que:

Art. 21 - A designação do Professor Coordenador, com validade por um ano, será


precedida de escolha entre os docentes da unidade escolar, pelos seus pares, à época
do planejamento escolar, recaindo a preferência dentre ocupantes de cargo de
docente e suas funções serão exercidas sem prejuízo da docência. (SÃO PAULO,
1985).
18

2.2.2.3 leis municipais

Uma das maiores preocupações dos gestores das escolas públicas é a questão dos
afastamentos dos professores por motivo de doença sua ou de familiares. Isso provoca na
maioria dos casos, um rearranjo da força de trabalho da escola, dificultando o cumprimento
do que foi planejado. Veja o que determina a Lei nº 8.989:

Art. 141 - O funcionário licenciado nos termos dos incisos I, II, VI e VII do artigo
138 é obrigado a reassumir o exercício do cargo, se for considerado apto em
inspeção médica realizada "ex officio" ou se não subsistir a doença em pessoa de sua
família. (SÃO PAULO, 1979).

2.2.2.4 Portaria Federal

As IES tiveram um curto espaço de tempo para adequação as normas da PORTARIA


Nº 3.284:

Art. 3º A Secretaria de Educação Superior, com suporte técnico da Secretaria de


Educação Especial tomará, no prazo de noventa dias contados da vigência das
normas aqui estabelecidas, as medidas necessárias à incorporação dos requisitos
definidos na forma desta Portaria aos instrumentos de avaliação das condições de
oferta de cursos superiores. (BRASIL, 2003)

2.2.2.5 Resolução Federal

O próprio Conselho Nacional de Justiça - CNJ em sua Resolução nº 86 que trata do


controle interno nos tribunais determina a relevância e a importância do controle interno em
verificar a eficiência e a eficácia da gestão dos recursos públicos:

III - verificar a observância e comprovação da legalidade dos atos de gestão e avaliar


os resultados, especialmente quanto à eficiência e à eficácia das ações
administrativas, relativas à gestão orçamentária, financeira, patrimonial e de pessoal,
nos seus vários órgãos. (BRASIL, 2009, Art. 1º §1º).

2.2.2.6 Documento Federal

Segundo a cartilha: orientações e ações para educação das relações étnico-raciais:


19

A história relatada no desenho animado Kiriku e a Feiticeira é um conto rico em


fantasias, aventuras e lições de vida. O filme permite a discussão, não só da cultura
africana, como a de valores como a amizade, o respeito, a persistência, os conflitos
entre as pessoas de uma mesma comunidade, a inveja, a dor etc.” (BRASIL, 2006, p.
173).

2.2.2.7 Normas Federais


a) PCNs

Segundo os PCNs da Educação Infantil:

Para aprender a ler e a escrever, a criança precisa construir um conhecimento de


natureza conceitual: precisa compreender não só o que a escrita representa, mas
também de que forma ela representa graficamente a linguagem. Isso significa que a
alfabetização não é o desenvolvimento de capacidades relacionadas à percepção,
memorização e treino de um conjunto de habilidades sensório-motoras. É, antes, um
processo no qual as crianças precisam resolver problemas de natureza lógica até
chegarem a compreender de que forma a escrita alfabética em português representa a
linguagem, e assim poderem escrever e ler por si mesmas. (BRASIL, 1998, p. 122).

b) Referencial Curricular Para A Educação Infantil

Segundo o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil:

A criança como todo ser humano, é um sujeito social e histórico e faz parte de uma
organização familiar que está inserida em uma sociedade, com uma determinada
cultura, em um determinado momento histórico. É profundamente marcada pelo
meio social em que se desenvolve, mas também o marca. (BRASIL, 1998, p. 21).

c) Diretrizes Nacionais Para A Educação Especial Na Educação Básica


As Diretrizes Nacionais Para A Educação Especial Na Educação Básica foram
instituídas pela RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 2 que define o que vem a ser educação especial
escolar:

Art. 3º Por educação especial, modalidade da educação escolar, entende-se um


processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e
serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar,
complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais
comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das
potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais,
em todas as etapas e modalidades da educação básica. (BRASIL, 2001).
20

d) Referenciais De Qualidade Para Educação Superior A Distância

Referenciais De Qualidade Para Educação Superior A Distância tem uma enorme


preocupação em definir exatamente o que deve constar de um projeto pedagógico de curso
(PPC) que, é o principal documento pedagógico de um curso superior:

Enfim, o projeto pedagógico do curso deve especificar claramente a configuração do


material didático que será utilizado. Em particular, deve especificar a equipe
multidisciplinar responsável por esta tarefa: os professores responsáveis por cada
conteúdo de cada disciplina, bem como os demais profissionais nas áreas de
educação e técnica (por exemplo, webdesigners, desenhistas gráficos, equipe de
revisores, equipe de vídeo, etc). Deve especificar, também, a parcela deste material
que estará produzida e pré-testada pela equipe multidisciplinar institucional antes do
início do curso. (BRASIL, 2007, p. 16)

2.2.2.8 documentos diversos


a) Projeto Político-Pedagógico

Por isso o projeto político-pedagógico da Escola Municipal de Educação Infantil


Cantinho do Amor, visa:

Proporcionar às crianças uma educação que objetive o desenvolvimento integral, nos


aspectos cognitivos, físicos, psicomotores, e sócio afetivos de forma a complementar
a ação da família, valorizando na criança a responsabilidade, solidariedade,
autonomia, diversidade cultural e a visão crítica, fornecendo-lhes também pré-
requisitos necessários à continuidade do processo educativo (EMEI, 2014 p. 07).

b) Regimento Escolar

Atualmente espera-se que os gestores promovam uma gestão participativa. Vindo a


corroborar com o princípio de gestão participativa e qualidade de ensino temos o Regimento
Comum das Escolas Municipais que rege a escola pesquisada, quando o mesmo determina
que:

Para a melhor consecução de sua finalidade, a gestão democrática nas escolas, far-
se-á mediante a observação dos seguintes princípios:
I-Participação dos profissionais da escola na elaboração da proposta pedagógica;
II-Participação dos diferentes segmentos da comunidade escolar e entidades de
apoio, direção, professores, pais, alunos e demais servidores nos processos
consultivos e decisórios, através do Conselho de Escola e Associação de Pais e
Mestres; [...] (E.M., 2008, p. 3)
21

e) Declaração de Salamanca

Segundo a Declaração de Salamanca:

6. A tendência em política social durante as duas últimas décadas tem sido a de


promover integração e participação e de combater a exclusão. Inclusão e
participação são essenciais à dignidade humana e ao desfrutamento e exercício dos
direitos humanos. Dentro do campo da educação, isto se reflete no desenvolvimento
de estratégias que procuram promover a genuína equalização de oportunidades.
(BRASIL, 1994).

Referência desta citação:

BRASIL. MEC. Declaração de Salamanca, 1994. Disponível em:


<http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pd> . Acessado em: 2-02 mar. 2018.

2.3 CITAÇÃO INDIRETA

2.3.1 CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES

Apesar das normas da ABNT permitirem citações indiretas de leis, normas e


documentos, para esse artigo não será permitido fazer citações indiretas de leis, normas e
documentos.
Tanto a lei, como a norma como um documento, não são de particular interpretação.
Deve haver uma interpretação única para esses tipos de fontes, portanto, quando o autor de
um trabalho científico, faz uma citação indireta dessas fontes, está tirando do leitor de seu
trabalho o conhecimento original do que diz essas fontes, levando esse leitor a entender essas
fontes a partir da perspectiva do autor da citação, o que não é correto aos olhos da ciência.
O autor de um trabalho científico, deve apresentar a lei, a norma e o documento como
foram concebidos e, ai sim, a partir dessa apresentação fazer as suas análises. Dessa forma, o
leitor poderá confrontar o que a lei, a norma e o documento dizem com o que o autor está
querendo dizer.
Portanto, por favor, não fazer citação indireta de leis, normas e documentos no seu
TCC – obrigado.
22

2.3.2 EXPLICAÇÕES SOBRE CITAÇÃO INDIRETA

Uma citação indireta (paráfrase) é toda aquela que, o autor da citação lê uma obra
literária ou outra fonte e, com suas palavras reescreve o que foi lido com suas palavras,
porém, mantendo o sentido original dado pelo autor.
A citação do tipo paráfrase é a mais indicada para um trabalho científico – se você ler
dissertações de mestrado e teses de doutorado irá perceber que são mínimas as citações
diretas, se concentrando mais em citações de leis, normas e documentos e frases de
pensamentos que caracterizam cada autor citado. O que prevalece são as citações do tipo
paráfrase – enquanto que em uma citação direta você constrói uma ideia, faz uma citação e
depois comenta essa citação, contextualiza essa citação com o seu objeto de pesquisa, na
citação do tipo paráfrase isso tudo é feito ao mesmo tempo. Enquanto constrói a citação, já
mescla essa citação com os seus comentários.
O cerne de uma citação do tipo paráfrase e conseguir construir com suas palavras uma
citação mantendo a ideia original do autor.
Um erro muito comum cometido pelos meus alunos é copiar em seu trabalho citações
do tipo paráfrase – isso não deve ocorrer – não deve copiar citações do tipo paráfrase em seu
trabalho.
O motivo é muito simples. Um autor leu uma obra inteira e a partir de suas leituras
associadas ao seu objeto de pesquisa, constrói uma citação direcionada ao seu objeto de
pesquisa. Você tem o seu objeto de pesquisa próprio e, ficará muito difícil de encontrar uma
citação indireta que se ajuste perfeitamente ao seu objeto de pesquisa, causando, caso faça
essa cópia de citação, uma situação de uma pessoa que calça 42 e recebe de presente um
sapato nº 40 (ou 44). Não se encaixa perfeitamente, portanto, se gostou da citação indireta, lei
o autor citado e, a partir de suas leituras, construa a sua citação indireta direcionada ao seu
objeto de pesquisa. RESUMINDO. Não copie em seu trabalho citações do tipo indireta –
obrigado.
Os elementos de uma citação do tipo paráfrase são: autor (ou fonte) e ano de
publicação. Não se coloca nº de página citada em citações indiretas (lembre-se que também
não devemos fazer citação indireta de leis e normas).
A ABNT permite vários tipos de formatação para uma citação do tipo indireta
(paráfrase). O autor pode estar dentro ou fora dos parênteses. Pode estar antes ou depois da
citação. Pode ou não conter o nº da página citada. O que não pode haver é aspas. Como essas
23

mesmas normas determinam que, uma vez escolhida a formatação, essa deve ser usada em
todo o trabalho, a revista científica da FAEL escolheu colocar o autor fora dos parênteses,
antes da citação e sem o nº da página citada.

Exemplo:

Citação indireta do tipo paráfrase - Texto original do autor que será citado:
Não devemos pressupor, no entanto, que a autonomia desejada por nós seja a que isole
a escola da sociedade, que a mantenha como uma célula social que pensa e age sem um
sentido de unidade. A liberdade conquistada pela autonomia deverá ser no sentido de permitir
que ela dirija o seu destino através das decisões tomadas de forma participativa e democrática,
porém fundamentada nas legislações a que a escola está subordinada.
Vamos supor que você leu esse parágrafo e deseja fazer uma citação do tipo paráfrase
em seu trabalho. A primeira coisa a ser feita e entende a ideia central dada pelo autor do texto,
que nesse caso, o autor trata da questão da autonomia responsável que a escola pública deve
ter em relação as suas decisões autônomas.
Vejamos como ficaria uma citação do tipo paráfrase (citação indireta):

Segundo Dias (2003), a escola deve exercer a sua autonomia de forma democrática, ou
seja, a liberdade que é dada a escola na forma de autonomia para que possa tomar as suas
próprias decisões deve ser feita de forma democrática, com participação de todos os atores da
escola, em especial o Conselho Escolar. Essa autonomia deve ser exercida de forma
responsável e deve servir para atender de forma mais rápida e precisa os anseios da
comunidade escolar.

Essa citação permite que seja mesclada tanto a leitura feita do texto citado, como a
contextualização e as considerações que o autor a pesquisa precisa realizar na fundamentação
de seu trabalho.

REFERÊNCIAS:
DIAS, Gilmar. A Dimensão política do projeto político-pedagógico: rumo à autonomia
política e pedagógica da escola pública. In: MACHADO, Evelcy Monteiro; CORTELAZZO,
Iolanda Bueno de Camargo. (Orgs.). Pedagogia em debate: desafios contemporâneos.
Curitiba-PR: Editora UTP, 2003. Disponível em:
24

<http://www.boaaula.com.br/iolanda/pedagogiaemdebate/2003/pdartigos.html> . Acessado
em: 02 mar. 2018.
Aproveitamos, com esse exemplo, para explicar o uso do In: nas referências.
Temos aqui o uso do In: (“em” em latim) nas referências – usamos o In: para indicar o
local de onde foi retirado o texto que deu origem a citação. Para essa situação apresentada, o
autor citado tem uma parte (nesse caso, um cap.) dentro de outra obra. Os casos mais comuns
para se usar In: em uma referência, são quando pesquisamos em obras organizadas (como no
exemplo acima).
Outra situação para o uso do In: nas referências, é quando citamos artigos publicados
nos anais de Congressos e outros eventos científicos e em artigos publicados em periódicos
(jornais e revistas).
O autor citado Dias, escreveu um cap. do livro organizado pelos autores: MACHADO,
Evelcy Monteiro; CORTELAZZO, Iolanda Bueno de Camargo. Esses autores organizaram
(Orgs.) trabalhos de outros autores na forma de um único livro. Veja que o destaque em
negrito é dado apenas ao título da obra principal e não ao nome do cap. onde consta o texto
citado.

2.3.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO (apud)

É muito comum o aluno desejar copiar uma citação de uma obra literária ou uma
citação que se encontra em um trabalho na internet. Para manter os diretos autorais que o
autor da citação tem sobre a sua obra (sim, uma citação é uma obra literária protegida pela Lei
dos Direitos Autorais – Lei nº 9.610/98) é que as normas da ABNT preveem o uso do apud
(citado por).
É uma citação de uma obra literária por ser uma criação intelectual que se originou na
leitura e interpretação do texto lido e citado, é uma construção intelectual, e como tal, precisa
ser preservada e protegida pela lei.
Quando copiamos uma citação (de qualquer tipo) e não damos o crédito a quem fez a
citação, estamos cometendo um erro de normas e um desrespeitoso com o autor citado.
Para preservar os direitos autorais sobre uma citação, a norma NBR 10520 determina
que seja usado o apud (citado por, conforme, segundo) para indicar quando uma citação direta
é copiada.
25

Exemplo:
Essa pesquisa será do tipo estudo de caso por melhor se adequar a nossa proposta
(criar o seu texto). Segundo Gil (1995, p. 78 apud GIROTO, 2015, p. 8): “O estudo de caso é
caracterizado pelo estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos, de maneira a
permitir conhecimento amplo e detalhado do mesmo [...]”

Perceba que a citação é completa para as duas obras. As duas contém autor, ano e página
citada.

Referência desta citação:


GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1995. In:
GIROTO, Juliana. O psicopedagogo institucional: novas atitudes para enfrentar as
dificuldades de aprendizagem. Projeto de pesquisa, FAEL, 2015.

Sempre que usar o apud em uma citação, deverá usar o In: nas referências

2.4 ORIENTAÇÕES GERAIS SOBRE COMO ELABORAR REFERÊNCIAS

Primeiramente, o nome correto é REFERÊNCIAS e não REFERÊNCIAS


BIBLIOGRÁFICAS. Essa mudança ocorreu com a norma NBR-6023 em 2002 – veja o
nome dessa norma:

Como já foi explicado, a norma que trata das referências e a NBR-6023, conjugada
com a norma NBR 10520-Citações.
As referências devem ser escritas em ordem alfabética (de A a Z). devem ter
espaçamento simples entre linhas – deve ter apenas um espaço simples entre uma referência e
outra – deve ser alinhado apenas pela margem esquerda (devido aos endereços eletrônicos).
26

Apenas a primeira palavra do título deve iniciar com maiúsculo –as demais palavras
devem ser escritas todas em minúsculo, exceto nomes próprios. Apenas o título é destacado
(no nosso caso, o destaque deve ser o negrito).
Não se identifica primeira edição. A identificação deve ser a partir da segunda
educação. A abreviatura correta é 2.ed ou 3.ed. e assim por diante.
A ordem então para escrita de uma referência é:
Sobrenome do autor (ou dos autores). Título e subtítulo (se houver) da obra. Edição (a
partir da segunda edição), cidade (apenas cidades não capitais é que são seguidas da sigla do
estado, após o nome da cidade), dois pontos, editora (sem a palavra editora a não ser que o
nome da editora tenha a palavra editora – o caso mais comum são as editoras das
universidades) e ano de publicação. O número de páginas da obra é opcional – optamos por
não colocar.
Vale a pena todos conhecerem essas normas. A NBR-6023 prevê várias regras para
elaboração de referências em um trabalho científico, porém, podemos destacar as mais
comuns para elaboração das referências em trabalhos acadêmicos de uma pós-graduação lato
sensu. Vejamos.

2.4.1 Quando o Autor ou Fonte se Repetem na Mesma Referência

É muito comum termos mais de uma citação de leis, normas e documentos do governo
federal ou de algum ente federativo

Exemplo:

BRASIL. LDB, Lei 9.396, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da


educação nacional. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>.
Acessado em: 1 mar. 2018.

______. MEC. Referenciais De Qualidade Para Educação Superior A Distância, 2007.


Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/legislacao/refead1.pdf>.
Acessado em: 01 mar. 2018.

Nesse caso, tanto o autor, como o nome da fonte, só aparece em uma referência, nas
demais, é substituído por seis tracinhos seguido de ponto final.

Temos também o caso de o autor aparece como autor da obra consultada e também como
autor de uma parte dessa obra por ele organizada, ou seja, o seu nome aparece duas vezes nas
referências. Nesse caso, a sua segunda aparição deve ser substituída por seis tracinhos e um
ponto final.
27

Exemplo:

SANTOS, F. R. dos (Org.). A colonização da terra do Tucujús. In: ______.História do


Amapá – 1º grau. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994.

2.4.2 quanto o autor ou fonte possuem mais de uma publicação no mesmo ano e essas
publicações são citadas

Exemplo:
DEMO, Pedro. Algumas razões por que não se aprende na escola brasileira. Governo do
MS. Secretaria de Estado de Educação. 2017a.

______. Educação emancipatória precisa de educação científica. Governo do MS,


Secretaria de Estado de Educação. 2017b.

Nas citações deve também colocar a letra correspondente a obra citada junto ao ano da
publicação.

2.4.3 quanto temos mais de três autores para a mesma obra

Uso do et al. Que é abreviatura de et alii (e outros) – sempre usar itálico para
expressões estrangeiras.

Nessa obra citada, temos quatro autores: SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo;
GOMES, José Mário Matsumara; FERNANDES, Luciane Alves
Temos a opção de escrever apenas os três primeiros seguidos de et al. ou escrever
apenas o primeiro autor seguido da expressão et al. – veja:

Segundo Santos et al. (2003, p. 61): “[...] verifica-se que, embora a contabilidade,
mesmo que de forma não sistemática, já exista há mais de 10.000 anos, ainda não existe
unanimidade sobe a sua natureza.”

Referência desta citação:


SANTOS, José Luiz dos et al. Introdução à contabilidade. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
28

3 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE COLETA DE


DADOS

IMPORTANTE:
Os instrumentos de coleta de dados só devem ser elaborados após a aprovação do projeto de
pesquisa. Isso se deve pelo fato de que, esses instrumentos servem para encontrar as respostas
para as questões levantadas com o projeto de pesquisa, que é o planejamento de uma pesquisa
que ainda será realizada, portanto, seria pouco produtivo elaborar os instrumentos de coleta de
dados e depois ter que alterar, caso o projeto de pesquisa necessite de correções, por isso, por
favor, atender a essa orientação. Também, esses instrumentos não devem ser enviados para
correção e nem anexados ao artigo científicos, e sim, guardados para uma posterior solicitação
para o caso de sua análise se fizer necessária durante o processo de correção do relatório de
pesquisa (artigo científico) ou se for exigido pela Banca Examinadora.
Iniciando essa orientação, podemos afirmar que, o questionário, a entrevista e a
observação in loco, são três formas diferentes de se coletar as mesmas informações. A sua
pesquisa, necessariamente deverá conter esses três instrumentos de coleta de dados. Caso
algum desses instrumentos você não consiga aplicar a algum dos participantes de sua
pesquisar, explicar os motivos no cap. 5. Obrigado.
Inicie a elaboração dos instrumentos de coleta de dados, escolhendo um instrumento
e um participante da pesquisa que você acredite que irá lhe dar mais informações acerca do
seu problema de pesquisa e construa os outros dois instrumentos a partir das perguntas desse
instrumento escolhido por você (ver exemplos no cap. 4.
Cada instrumento deverá ter apenas cinco questões a serem respondidas (ou
observadas). Essas questões devem ser fundamentadas dos quatro primeiros objetivos
específicos.
Lembro que não é necessário enviar esses instrumentos de coleta de dados para
correção e nem devem ser anexados ao artigo científico
A minha experiência tem mostrado que é muito demorado e complicado entender o
que o aluno deseja com as perguntas de seus instrumentos. A experiência tem demonstrado
que, na maioria dos casos, quanto mais eu explico e corrijo os instrumentos, mais o aluno se
desvia do que realmente deseja pesquisa, o desestimulando e transformando a pesquisa em
29

algo não agradável, o que não deveria ocorrer. A pesquisa deve ser algo agradável ao
pesquisador.
A experiência tem demonstrado que essas orientações são suficientes para que o
aluno realize uma ótima pesquisa de campo. A alguns anos estou adotando esse método de
não verificar os instrumentos de coleta de dados dos alunos antes da realização da pesquisa de
campo e essa forma tem demonstrado ser mais produtiva.
Fazendo os três instrumentos com cinco questões cada um (seguindo essas
orientações e os exemplos abaixo) e aplicando os três instrumentos a todos os participantes da
pesquisa (no caso disso não ocorrer, deve estar explicado os motivos), o que resta é apenas
possíveis correções na análise dos dados coletados, nada mais (quanto a etapa de coleta de
dados).
Veja esse exemplo: Escolha um instrumento de coleta de dados que você acredita
poderia lhe dar mais respostas para o seu problema de pesquisa, por exemplo, o questionário e
escolha também, um participante da pesquisa que você acredite que melhor lhe dará as
respostas ao seu problema de pesquisa, por exemplo, o Coordenador Pedagógico da escola
pesquisada. Elabore um questionário piloto (seguindo essas orientações e o exemplo abaixo
de um questionário), aplique ao Coordenador Pedagógico. Análise as respostas e veja se tem
potencial para responder ao problema de pesquisa e a consecução do objetivo geral constantes
do seu projeto de pesquisa aprovado por mim – caso seja necessário, faça correções nesse
instrumento (a minha experiência diz que sempre será necessários pequenos ajustes ou
mesmo, refazer todo o instrumento). Agora, deve elaborar os outros dois instrumentos de
coleta de dados (entrevista e observação in loco) de tal forma, que possam confirmar as
respostas dadas no questionário.
O ponto focal para a elaboração das cinco questões são os objetivos específicos
aprovados no projeto de pesquisa. O ideal é que a mesma questão proposta, por exemplo, no
questionário, seja replicada na entrevista e na observação in loco – deve evitar ao máximo,
criar perguntas e observações muito diferentes em cada instrumento de coleta dados. Por
exemplo, a questão número 1 do questionário, deve também ser a mesma questão 1 da
entrevista e da observação in loco (pode fazer pequenos ajustes conforme o instrumento
utilizado).
Tem baixo valor científico, uma questão só ser comprovada por uma única fonte, por
isso, a questão levantada, deve ser comprovada pelos três instrumentos de coleta de dados
utilizados em sua pesquisa.
30

Após a aplicação dos três instrumentos de coleta de dados, a próxima etapa é a


tabulação dos dados.
Deve pegar pergunta por pergunta, resposta por resposta de cada um dos três
instrumentos e agrupar. Comesse pelo instrumento e pelo participante da pesquisa que
escolheu como sendo o que mais lhe daria respostas ao seu problema de pesquisa (nesse caso
do exemplo que estamos trabalhando, seria o questionário e o coordenador pedagógico).
Comesse pelo instrumento e pelo participante da pesquisa escolhido como sendo que
poderia lhe dar mais respostas ao seu problema de pesquisa. Inicie a tabulação pela primeira
resposta dada por ele no questionário e veja como essa questão também foi respondida na
entrevista e como foi observada (através do instrumento observação in loco). Faça uma
análise e fundamente com citações (sempre deve usar o máximo de autores, leis, normas e
documentos para analisar cada resposta tabulada dos instrumentos de coleta de dados). Faça
isso questão por questão. Depois faça isso com os demais participantes da pesquisa.
Não deve redigir o cap. cinco do relatório de pesquisa (artigo científico) dessa forma,
ou seja, pergunta por pergunta, participante da pesquisa por participante da pesquisa. Deve
criar uma narrativa, uma história indo e vindo com as perguntas e respostas tabuladas. Fazer a
análise de cada grupo de respostas tabuladas, fundamentando essas respostas com citações do
referencial teórico pesquisado (cap. 1 e 2). Deve fundamentar cada grupo de respostas e de
observações realizadas, com autores, leis, normas e documentos. Quanto mais citações fizer
de diferentes fontes, mais clara e precisa ficarão essas análises.
A finalidade de suas análises e fundamentações é encontrar a solução para o
problema de pesquisa e a consecução do objetivo geral.
Deve também, criar uma narrativa comparando as respostas tabuladas de cada
participante da pesquisa. Deve comparar as respostas dadas, por exemplo, pelo prof. regente
pesquisado da questão um com as respostas dadas pelo coordenador pedagógico da mesma
questão. Também, pode fazer uma análise cruzada, por exemplo, analisando as respostas
dadas pelo prof. pesquisado com as respostas dadas pelo coordenador pedagógico a questão
cinco.
Não deve nunca escrever as perguntas e respostas. Sempre deve criar uma
narrativa com a pergunta e as respostas tabuladas.
Para os exemplos abaixo dos instrumentos de coleta de dados, vamos apresentar o
seguinte problema de pesquisa e objetivo geral:
Se o seu problema de pesquisa é, por exemplo:
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Como o psicopedagogo pode colaborar com os profs. dos anos iniciais do ensino
fundamental da escola pesquisada na detecção de alunos que apresentem dificuldades de
aprendizado relacionadas a algum distúrbio ou transtorno?

E o seu objetivo geral é:

Buscar a melhor forma de interação entre os profs. regentes dos anos iniciais do
ensino fundamental e especialistas de outras áreas que possam colaborar na solução de
problemas que esses prof. encontram em suas salas de aulas.

Se perguntarmos, por exemplo: qual a sua idade; qual o seu tempo de magistério;
você gosta dessa escola; você gosta de ser professor; você tem pós-graduação; você é formado
em que; onde se formou. Veja tudo isso é importante saber, porém, nenhuma dessas respostas
irá ajudar você a responde ao problema de pesquisa acima – essas respostas podem ser
conseguidas com uma simples conversa – leve sempre para o campo de pesquisa, papel e
caneta para as anotações sobre a sua pesquisa, recomendo que tenha um caderno exclusivo
para anotações no campo de pesquisa.
Lembro que o seu relatório de pesquisa (artigo científico) é de análise do tipo
qualitativa, ou seja, sem apresentação quantitativa dos dados levantados, como uso de
tabelas, gráficos e de percentuais ( % ).
As respostas devem ser agrupadas (tabuladas) para serem analisadas e
correlacionadas as demais respostas – toda a análise tem como objetivo entender como os
dados coletados permitem encaminhar a solução do problema de pesquisa e a consecução do
objetivo geral da pesquisa – na análise não se deve dizer o instrumento e nem copiar as
perguntas e observações – veja um exemplo:
Se estivermos analisando as respostas da questão 1 da entrevista: O que você
classifica como dificuldade de aprendizagem:
No cap. destinado a análise dos dados coletados, não devemos separar os
instrumentos em tópicos no relatório de pesquisa – também não devemos citar o instrumentos
das respostas coletadas - deve ser um texto na forma de narrativa - Em sua analise, você deve
proceder dessa forma: Foi perguntado ao professor regente pesquisado, como ele determina
que um aluno tenha dificuldades de aprendizagem além do que ele considera dificuldades
normais pela idade do aluno ou pelo grau de dificuldade do conteúdo ou pelo aluno não ter
32

tido uma boa base em séries anteriores (essas informações que não constam da pergunta,
devem ser apresentadas oralmente ao entrevistado).
O prof. regente pesquisado respondeu que quando o aluno após vários exercícios de
reforço e um acompanhamento individual, ainda não consegue entender o mínimo necessário
desse conteúdo, o classifica com dificuldades de aprendizagem, provenientes, provavelmente
de um distúrbio de relacionados a aprendizagem. Isso é confirmado por..... - fazer citação de
autor que confirma ou nega essa prática – citar também a legislação (ou legislações) e norma
(ou normas) mais pertinente a essa análise como a CF, LDB, PCNs, referencial curricular e
sempre buscar como o PPP da escola pesquisada trata esse assunto analisado por você – essa
análise deve contextualizar o seu problema e objetivo da pesquisa e se relacionar com os
demais dados coletados - veja, essa análise deve ser feita de forma narrativa, onde você irá
contar uma história sobre as observações e análises feitas – deve subdividir (tópicos) o cap.
destinado a análise dos dados coletas o menos possível - todo o referencial teórico pesquisado
por você (ou praticamente todo) e apresentado tanto no cap. 1 e 2 do artigo, servem
basicamente para apresentar e fundamentar o seu objeto de pesquisa (cap. 1 e 2) e
fundamentar as suas análises feitas.
Para todos os instrumentos, a quantidade de linhas, tipo e tamanho da fonte e
formatação ficam a seu critério. Lembro que isso é apenas um exemplo para que entenda
como relacionar a coleta de dados entre os vários instrumentos.
Os três instrumentos de coleta de dados não devem ser enviados para correção e nem
anexados no artigo. Todos os instrumentos de coleta de dados respondidos, devem ser
guardados para uma possível solicitação durante o processo de correção do artigo e/ou para a
Banca Examinadora.
Resumindo: elabore os três instrumentos de coleta de dados (questionário, entrevista
e observação in loco) a partir dos cinco objetivos específicos constantes no projeto de
pesquisa aprovado por mim. Elabore os três instrumentos de coleta de dados a partir dessas
orientações e dos exemplos abaixo. Recomendo que faça um teste com um dos instrumentos
antes de realizar a sua pesquisa completa de campo. Faça a tabulação agrupando as respostas
dadas em cada instrumento, questão por questão. Faça a análise a as fundamente com citações
do referencial teórico. Construa uma narrativa com as respostas tabuladas, analisadas e
fundamentadas.
Fazendo isso, tenha certeza que irá realizar uma ótima pesquisa de campo e um
ótimo relatório de pesquisa (artigo científico), além de lhe qualificar para o Mestrado.
Parabéns por ter chegado até aqui. Agora, só falta o relatório de pesquisa.
33

4 EXEMPLOS DOS TRÊS INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS

Os exemplos abaixo são para o prof. Regente – para cada participante da pesquisa
deverá elaborar os três instrumentos, ou seja, se fazem parte de sua pesquisa o Diretor, o
Coordenador pedagógico, o prof. Regente, aluno e pais, deverá elaborar para cada um desses
participantes os três instrumentos de coleta de dados (questionário, entrevista e observação in
loco).
Pode ocorrer que um ou dois instrumentos de coleta de dados não possa ser aplicado a
um ou mais participantes da pesquisa. Isso deve ser justificado na apresentação e análise dos
dados coletados.
Conforme explicações já dadas, o questionário, a entrevista e a observação in loco, são
três formas diferentes de se conseguir a mesma informação. Uma pessoa reage de uma forma
quando está com um questionário para responder, de outra forma quando é entrevistada e de
outra forma quando é observada sobre o que respondeu no questionário e nas respostas que
deu na entrevista, por isso, quanto mais meios o pesquisador tiver para obter os dados para
análise e posterior propostas para a solução do problema de pesquisa, mais precisa serão essas
conclusões.
Lembre-se que está se preparando para seguir os seus estudos no mestrado e
doutorado. A pesquisa exploratória é praticamente um consenso como forma de realização da
dissertação de mestrado e tese do doutorado.
Conforme já explicado, a pesquisa do tipo bibliográfica apenas faz uma releitura do
que já está posto, ao passo que a pesquisa exploratória, além de permitir que o pesquisador
confronte a sua teoria com a prática, passa a gerar novos conhecimentos, pois, com a pesquisa
de campo, se obtém informações que ainda não foram apresentadas a academia que, ao serem
apresentadas, permitirá aos demais pesquisadores, confrontar esses dados coletados e
analisados com o que já foi pesquisado, permitindo assim, avanço nas prováveis soluções para
os problemas e soluções apresentados por várias outras pesquisadores.
Então, recomendo que faça a melhor pesquisa possível, coletando os dados com o
máximo de instrumentos que conseguir aplicar e tabulando, analisando e fundamentando-os
conforme orientações já passadas – boa pesquisa.
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QUESTIONÁRIO
NOME E FUNÇÃO DO PARTICIPANTE: _________________________________
DATA DA APLICAÇÃO: ____/___/2018
HORÁRIO: Início___h___ Término: ___h___
Deve dizer ao pesquisado, do que se trata essa pesquisa e o que você espera com as suas
respostas (duas ou três linhas)

PERGUNTAS

1) Quantos alunos seus você acredita que apresentem dificuldades de aprendizagem


relacionadas a algum transtorno: _____ alunos

2) Quantos desses alunos com dificuldades de aprendizagem já foram diagnosticado com


algum transtorno: ______e quantos estão em tratamento: _____

3) Para os seus alunos com dificuldade de aprendizagem que ainda não foram avaliados por
um especialista, o que leva você a acreditar que essas dificuldades estejam relacionadas a
algum transtorno:
( ) tenho experiência com esse(s) tipo(s) de transtorno(s)
( ) tive em outras turmas alunas com esses comportamentos e foram diagnosticas com algum
tipo de transtorno
( ) percebo que as dificuldades de aprendizagem não estão relacionadas a minha didática.

4) Você sente necessidade de um apoio em sala de aula de um profissional especializado para


lhe ajudar com esses alunos com dificuldade de aprendizagem:
( ) Sim ( ) Não
Caso afirmativo, qual ou quais desses profissionais você solicitaria:
( ) Psicopedagogo
( ) Psicólogo
( ) fonoaudiólogo
( ) outro:________________________________________

5) Você acredita que os seus alunos com dificuldade de aprendizagem precisem de um


acompanhamento extra sala de aula (contra turno):
( ) Sim ( ) Não

Obrigado(a) pela sua participação


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ENTREVISTA
NOME E FUNÇÃO DO PARTICIPANTE: _________________________________
DATA DA APLICAÇÃO: ____/___/2018
HORÁRIO: Início___h___ Término: ___h___
Deve dizer ao pesquisado, do que se trata essa pesquisa e o que você espera com as suas
respostas (duas ou três linhas)

PERGUNTAS

1) O que o você classifica como dificuldade de aprendizagem:


___________________________________________________________________
__________________________________________________________________
2) Os alunos diagnosticados com algum transtorno e que estão em tratamento especializado
tem demonstrado melhora no seu aprendizado:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________
3) Em sua opinião, para os alunos que ainda não foram diagnosticados com algum transtorno,
quais desses transtornos específicos do desenvolvimento das habilidades escolares (CID -
F81) você acredita que eles tenham:
( ) F81.0 - Transtorno específico da leitura
Por que:___________________________________________________________
( ) F81.1 - Transtorno específico do soletrar
Por que:___________________________________________________________
( ) F81.2. - Transtorno específico de habilidades aritméticas
Por que:___________________________________________________________
( ) F81.3 - Transtorno misto das habilidades escolares
Por que:___________________________________________________________
( ) F81.8 - Outros transtornos do desenvolvimento das habilidades escolares
Por que:___________________________________________________________
( ) F81.9 - Transtornos do desenvolvimento das habilidades escolares, não especificado
Por que:___________________________________________________________
4) Caso você sinta necessidade de um especialista em sala de aula, qual seria, na sua opinião,
a melhor forma de interação com o especialista em suas aulas:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________
5) Caso você acredite que seus alunos com dificuldade de aprendizagem precisem de um
apoio em contra turno como você acha que isso deveria ocorrer:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________
Agradeça a participação do entrevistado
Para maiores informações sobre os códigos CID, ver artigo no endereço:
http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=339 - não precisa colocar essa informação no instrumento
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OBSERVAÇÃO IN LOCO
NOME E FUNÇÃO DO OBSERVADO: __________________________________
Listar o que deseja observar:
1) Observar como o prof. regente classifica os alunos como sendo com dificuldades de
aprendizagem:
2) Quantos na sua opinião (aluno pesquisador), desses alunos que o prof. Regente classificam
com dificuldades de aprendizagem relacionados a alguma deficiência realmente apresentam a
alguma deficiência:
3) Verificar como o prof. regente classifica os alunos com dificuldades de aprendizagem
relacionados a alguma deficiência:
4) verificar se o prof. regente demonstra interesse e vontade de ter um especialista lhe
auxiliando com os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem:
5) verificar se a escola possui contra turno e, caso contrário, se existe interesse da escola em
criar esse contra turno para auxiliar os alunos com dificuldade de aprendizagem.

OBSERVAÇÕES

1ª OBSERVAÇÃO EM: ____/___/2018


HORÁRIO: Início___h___ Término: ___h___
1)_________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
____________________________________________________
2)_________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
____________________________________________________
3)_________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
____________________________________________________
4)_________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
____________________________________________________
5)_________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
____________________________________________________

Você poderá fazer apenas uma observação in loco ou mais de uma. Poderá fazer uma
observação com essas questões e outras com questões diferentes – o importante é coletar o
máximo de informações precisas sobre o seu objeto de pesquisa – boa pesquisa.