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ESTRUTURAS METÁLICAS EM

PERFIS LAMINADOS E SOLDADOS


Professor: Esp. José AFONSO Gayoso de Sousa Neto
gayosoneto@gmail.com – 62-9.8178-9555
Menor tempo de execução

Maior confiabilidade

Maior limpeza de obra

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Afonso Gayoso Neto
Reciclável
Prof Fabio Domingos Pannoni, Ph.D
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Afonso Gayoso Neto
Maior facilidade de
manuseio e transporte

Maior facilidade de
ampliação:

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Afonso Gayoso Neto
Maior facilidade de
montagem

Facilidade de
desmontagem e
reaproveitamento
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Afonso Gayoso Neto
Facilidade de vencer grandes vãos

Precisão das
dimensões dos
componentes
estruturais
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Maior facilidade de reforço

No exemplo acima, foi obtido um aumento de


21% na resistência da peça com apenas 10% a
mais de peso.

Resistência à corrosão

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Redução da carga nas
fundações

Menores dimensões das


peças
Viga concreto L/10
Viga metálica L/20
Viga mista L/30
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TIPOS DE PERFIS
Perfis Soldados
Os perfis soldados são obtidos através do corte de
chapas de aço planas e da união das partes por
meio de cordões de solda.

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Afonso Gayoso Neto
PERFIS SOLDADOS

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NBR 5884 – Perfil Estrutural de aço soldados por arco elétrico

*Denomina-se PS O perfil soldado que é formado com seção diferente das seções
dessa norma
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Perfis Laminados

Obtidos a partir de tarugos de aço reaquecidos ao


rubro e laminados pelo sistema universal de
laminação.
Não apresentam tensões residuais.

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Perfil eletrosoldado

➢Não há adição de material para solda

➢ União feita com o uso de corrente elétrica

➢Processo muito produtivo, pois a união é rápida

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PERFIS FORMADOS A FRIO

• NBR 6355-2012 – Perfis formados a frio – Padronização


• NBR 14762 – 2010 - Dimensionamento de estruturas de
aço constituídas por perfis formados a frio

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Prensa dobradeira
Perfilação

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PERFIS TUBULARES
• NBR 8800-2008 – Projeto de Estruturas de aço e de
estruturas mistas aço-concreto de edifícios
• NBR 16239 – 2013 - Projeto de estruturas de aço e
de estruturas mistas de aço e concreto de edificações
com perfis tubulares - estabelece os requisitos
básicos que devem ser obedecidos no projeto à
temperatura ambiente de estruturas de aço e mistas,
de aço e concreto, de edificações, com perfis
tubulares e ligações com parafusos ou soldas.

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ELEMENTOS ESTRUTURAIS
Vigas de Alma Cheia
Sujeitos basicamente à flexão.
Formadas por duas mesas e uma alma.
Podem ser constituídas por perfis laminados, soldados ou
conformados a frio.
MESA SUPERIOR

ALMA
MESA
INFERIOR

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Vigas de Alma Cheia –
PRÉ-DIMENSIONAMENTO

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Vigas Alveolares

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Vigas Treliçadas

Compostos de barras tracionadas ou comprimidas,


unidas em nós articulados.

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DETALHES DOS NÓS

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ESFORÇOS NOS NÓS
NÓ “PERFEITO”

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NÓ EXCÊNTRICO

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Vigas Vagonadas

Artigo - Estruturas vagonadas em aço:


concepção, dimensionamento e aplicações –
http://wwwo.metalica.com.br/artigos-
tecnicos/estruturas-vagonadas-em-aco-
concepc-o-dimensionamento-e-aplicac-es

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Vigas Mistas

Viga Concreto – L/10


Viga Aço – L/20
Viga Mista – L/30

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Configurações Estruturais
Estrutura de Pórticos Rígidos

Os sistemas aporticados são os menos econômicos, pois para


que a estrutura tenha estabilidade os vínculos das ligações
devem ser rígidos.

"A própria estrutura deve ser mais pesada para


poder aguentar melhor os esforços."

A resistência as ações
horizontais e garantida pela
rigidez a flexão de vigas e
pilares rigidamente ligados
entre si.
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Afonso Gayoso Neto
A principal vantagem : vãos entre colunas são
deixados livres.

Desvantagens :

➢ ligações mais
elaboradas e mais lentas,

➢colunas bem mais


pesadas, pois devem
resistir à compressão e
também à flexão,
consequentemente mais
cara.

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Mais simples execução
Menor custo

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LIGAÇÃO RÍGIDA

LIGAÇÃO FLEXÍVEL

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Estrutura com contraventamentos

Ao invés de ligações rígidas entre colunas e vigas,


podem ser utilizados contraventamentos em X ou K,
colocados ao longo da altura da edificação.

O uso dos contraventamentos,


trabalhando a tração e
compressão nas diagonais,
aumentam a rigidez da
estrutura.

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Afonso Gayoso Neto
As vantagens são uma
estrutura mais leve e
econômica, ligações
mais simples e grande
rigidez.

A principal desvantagem é a interferência que os


vãos contraventados podem provocar no projeto
arquitetônico em relação às circulações e aos vãos
das janelas.

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Configurações Estruturais

Edificio Capri Belo Horizonte -


contraventamento com forma estética

Centro Cultural Itaú - São Paulo


- contraventamentos em X ou K

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Estrutura com núcleo rígido de concreto

Neste caso, a construção de uma caixa vertical ou


núcleo de concreto armado ao longo de toda a
altura da edificação é utilizada para dar a
estabilidade horizontal da estrutura.

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De acordo com a NBR 8800:2008 item 4.9.1, o
objetivo da analise estrutural e determinar
os efeitos das ações na estrutura, visando efetuar
verificações de estados-limites últimos
e de serviço.

Tipos de analise estrutural

Quanto aos materiais


•Analise global elástica

• Analise global plástica


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Quanto aos deslocamentos, os esforços internos
podem ser determinados por:

•Análise linear (teoria de primeira ordem) com


base na geometria inderfomada da estrutura.

•Análise não-linear, com base na geometria


deformada da estrutura. Essa análise pode ter como
bases teorias geometricamente exatas, teorias
aproximadas ou adaptações a resultados da teoria
de primeira ordem.

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Afonso Gayoso Neto
DESLOCABILIDADE
Uma estrutura será considerada indeslocável quando a
influencia dos efeitos de segunda ordem puder ser
desprezada.

Isto pode ser avaliado pela razão entre o deslocamentos de


segunda ordem (u2) e primeira ordem (u1) .

Temos aqui uma ideia da rigidez da estrutura as ações


horizontais.
NBR 8800:2008 , as estruturas, quanto a deslocabilidade,
podem ser classificadas como:

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Relembrando as Cargas
Permanentes

• Peso Próprio estrutural


• Lajes
• Alvenarias
• Vedações
• Coberturas
• Forros
• Acabamentos
• Paisagismo
A NBR 6120 fornece os
Pesos específicos dos
materiais mais usados:

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Relembrando as Cargas
Acidentais

• Cargas de utilização
conforme NBR 6120
(sobrecarga)

As cargas acidentais são


definidas na norma NBR 6120
conforme o uso da edificação.

Carga mínima cobertura


(telhado) = 25 kfg/m2
NBR 8800 (anexo B)
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AÇÕES
VENTO
VARIÁVEIS
DILATAÇÃO TÉRMICA
SISMO

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FORÇAS DEVIDAS AO VENTO
ORIGEM DO VENTO:

O vento é o movimento das massas de ar decorrente das diferenças de


pressões na atmosfera. Pode-se também definir o vento como um fluxo de ar médio
sobreposto a flutuações de fluxo, estas flutuações denominam-se rajadas ou
turbulências

É INTUITIVO PENSAR QUE O AR SENDO UM FLUÍDO E ESTANDO EM MOVIMENTO


AO ENCONTRAR UM OBSTÁCULO EXERCERÁ UMA AÇÃO SOBRE ESTE OBSTÁCULO.

O VENTO TEM CARÁTER ALEATÓRIO NA SUA INTENSIDADE, DURAÇÃO E DIREÇÃO.


ESCALA DE BEAUFORT
GRAU VELOCIDADE DESCRIÇÃO EFEITOS
MÉDIA(km/h)
0 1 (0,5-1,7m/s) calmaria

3 15(3 - 5) brisa fraca movem-se as folhas da árvores

5 30(7 - 10) brisa viva movem-se ramos maiores

7 50(12 - 15)ventania fraca flexionam-se galhos de árvores

9 70(18 - 21)ventania objetos leves são deslocados,


partem-se arbustos e galhos
grossos, avarias em chaminés

10 80(21 - 25)ventania forte árvores são arrancadas


11 95(25 - 29)ventania destrutiva
12 105(>29) furacão
O VENTO NAS EDIFICAÇÕES
A AÇÃO DO VENTO EM EDIFICAÇÕES DEPENDE DE DOIS ASPECTOS:

AERODINÂMICOS
METEREOLÓGICOS

OS ASPECTOS METEOROLÓGICOS SÃO OS RESPONSÁVEIS POR DEFINIR QUAL A


VELOCIDADE DO VENTO A CONSIDERAR NO PROJETO, ESSA VELOCIDADE SERÁ
AVALIADA A PARTIR DE FATORES TAIS COMO:

LOCAL DA EDIFICAÇÃO
TIPO DE TERRENO
ALTURA DA EDIFICAÇÃO
RUGOSIDADE DO TERRENO
TIPO DE OCUPAÇÃO
PERFIS DE VELOCIDADES MÉDIAS DO VENTO
ESQUEMA PARA CALCULAR TEMPO DE RAJADA
LINHAS DE FLUXO DO VENTO
NBR 6123 - FORÇAS DEVIDAS AO VENTO ...
PESQUISAS FEITAS PELO PROF. JOAQUIM BLESSMANN (UFRGS) LEVARAM A
CRIAÇÃO DA NBR 6123 BASEADA SUBSTANCIALMENTE NA NORMA INGLESA
“CODE OF BASIC DATA FOR THE DESIGN OF BUILDINGS” E NA PUBLICAÇÃO “WIND
LOADING HANDBOOK”.

A NBR 6123 TEM POR OBJETIVO FIXAR AS CONDIÇÕES QUE SE EXIGEM QUANDO
DA CONSIDERAÇÃO DAS FORÇAS DEVIDAS À AÇÃO DO VENTO, VISANDO O
CÁLCULO DE VÁRIAS PARTES QUE COMPÕEM UMA EDIFICAÇÃO.

PARA O ESTUDO DAS FORÇAS DEVIDAS AO VENTO SÃO FUNDAMENTAIS TRÊS


PARÂMETROS:

VELOCIDADE DO VENTO
COEFICIENTE DE PRESSÃO E DE FORMA
PRESSÃO DE OBSTRUÇÃO OU PRESSÃO DINÂMICA
NBR 6123 - PROCEDIMENTO DE CÁLCULO

(1) VELOCIDADE BÁSICA DO VENTO - Vo

(2) VELOCIDADE CARACTERÍSTICA DO VENTO - Vk = S1. S2. S3. Vo

S1 = Fator topográfico
S2 = Fator de Rugosidade do Terreno
S3 = Fator Estatístico

(3) PRESSÃO DE OBSTRUÇÃO - q = 0,613 (Vk)^2

(4) COEFICIENTES DE PRESSÃO E DE FORMA ( Cpe, Cpi)

(5) Força devidas ao vento - F = |Cpe -Cpi| q


NBR 6123 - Velocidade Básica do Vento Vo

Isopletas baseadas nas


seguintes condições:
•velocidade básica para uma
rajada de três segundos;
•período de retorno de 50
anos;
•probabilidade de 63% de
ser excedida pelo menos
uma vez em 50 anos;
•altura de 10m;
•terreno plano, em campo
aberto sem obstruções.
NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S1 - fator topográfico

PARA TERRENO PLANO COM POUCAS ONDULAÇÕES S1 = 1,0

PARA VALES PROTEGIDOS DO VENTO EM TODAS AS DIREÇÕES S1 = 0,9

PARA TALUDES E MORROS A CORREÇÃO É FEITA ATRAVÉS DE FORMULAS


NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S2 - Rugosidade do terreno e dimensões da edificação

S2 DEPENDE DA CATEGORIA E DA CLASSE DA EDIFICAÇÃO;

A CATEGORIA ESTA ASSOCIADA AO TIPO DE TERRENO E AOS OBSTÁCULOS


EXISTENTES NO TERRENO

A CLASSE DA EDIFICAÇÃO ESTA ASSOCIADA AS DIMENSÕES DA EDIFICAÇÃO


NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S2 - Rugosidade do terreno e dimensões da edificação

CATEGORIA II
NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S2 - Rugosidade do terreno e dimensões da edificação

CATEGORIA III
NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S2 - Rugosidade do terreno e dimensões da edificação

CATEGORIA IV
NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S2 - Rugosidade do terreno e dimensões da edificação

CATEGORIA V
NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S2 - Rugosidade do terreno e dimensões da edificação

DIMENSÕES DA EDIFICAÇÃO - CLASSES

CLASSE A - Todas as unidades de vedação, seus elementos de fixação e peças


individuais de estruturas sem vedação. Toda edificação ou parte da edificação na
qual a maior dimensão horizontal ou vertical da superfície frontal não exceda 20
metros.

CLASSE B - toda edificação ou parte da edificação para a qual a maior dimensão


horizontal ou vertical da superfície frontal esteja entre 20 e 50 metros.

CLASSE C - toda edificação ou parte da edificação para a qual a maior dimensão


horizontal ou vertical da superfície frontal exceda 50 metros.
NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S2 - Rugosidade do terreno e dimensões da edificação

O cálculo de S2 pode ser obtido através da seguinte expressão:

S2 = b.Fr ( z / 10) p

Onde:
z - altura acima do terreno
Fr - fator de rajada correspondente a classe B, categoria II
b - parâmetro de correção da classe da edificação
p - parâmetro meteorológico
NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S3 - Fator estatístico

O fator S3 está relacionado com a segurança da edificação, considerando


conceitos probabilísticos e o tipo de ocupação.

Grupo Descrição S3

1 Edificação cuja ruína pode afetar


segurança de pessoas (hospitais, quartéis
de bombeiros, etc.) 1,10
2 Edificações para hotéis e residências,
comércio e indústria com alto fator de
ocupação 1,00
3 Edificações com baixo fator de ocupação
(depósitos, silos, construções rurais) 0,95
4 Vedações (telhas, vidros, etc.) 0,88
5 Edificações temporárias e estruturas
dos grupos 1 a 3 durante a construção 0,83
NBR 6123 - Velocidade Característica Vk
S3 - Fator estatístico

A seguinte expressão de S3 permite a adoção de outros parâmetros estatísticos


(vida útil da edificação, probabilidade de acontecimento da velocidade de rajada
máxima):

−0,157
 ln(1 − Pm ) 
S3 = 0,54 − 
 m
Onde:
Pm - probabilidade considerada
m - período de retorno adotado (vida útil da edificação)
Modelo reduzido do edifício Brascan Century
Staybridge Suites no interior do túnel de vento.
Medidas da velocidade do vento, no nível
térreo, para condições de conforto de
pedestres. Escala do modelo: 1/350
Túnel de Vento de Ensino e Pesquisa do ITA

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Afonso Gayoso Neto
Coeficientes Aerodinâmicos

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Afonso Gayoso Neto
FLECHA E CONTRAFLECHA

δo – é a contraflecha
δ1 – é o deslocamento devido às ações permanentes sem efeitos de longa duração
δ2 – é o deslocamento devido aos efeitos de longa duração da ações permanente
(se houver)
δ3 – é o deslocamento devido às ações variáveis.

Pode-se deduzir o valor da contraflecha da viga até o limite do


valor da flecha proveniente das ações permanentes δ1 (C.3.2
– NBR 8800/08)
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Perfil sem contenção Lateral

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Perfil com contenção Lateral

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Elementos Tracionados:
• Forças agindo para fora do corpo, no sentido de
alongar a barra prismática são chamados de forças de
tração;
• Barra Prismática: Elemento estrutural reto, tendo a mesma
seção transversal ao longo de seu comprimento.

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Elementos Tracionados:
• Ocorrência de elementos tracionados

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Elementos Tracionados:
• Ocorrência de elementos tracionados

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Dimensionamento:
• O dimensionamento de elementos puramente
tracionados é o mais simples;
• Considerando sempre as reduções na seção devido a
presença de furos ou reduções nas seções para
fixação. Considerando a área líquida resistente.

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Dimensionamento:
• Os dois principais estados limites últimos que devem
ser verificados em uma barra tracionada são:
– Ruptura da seção líquida;
– Escoamento da seção bruta.
Adota-se como resistência o menor dos dois valores.
Aplica-se para barras submetidas a força axial de
tração, incluindo barras ligadas por pinos e barras
com extremidades rosqueadas.
Nt , Rd  Nt ,Sd
N t , Rd = Força axial de tração resistente de cálculo

Nt ,Sd = Força axial de tração solicitante de cálculo


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Dimensionamento:
• A força axial de tração resistente de cálculo, a ser
considerada, exceto para barras redondas com
extremidades rosqueadas e barras ligadas com pinos,
é:
ESB – Escoamento da seção bruta
Ag  f y
N t , Rd =
 a1
RSL – Ruptura da seção líquida

Ae  f u
N t , Rd =
 a2
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Afonso Gayoso Neto 163
Dimensionamento:
• Onde:
Ag = Área bruta da seção transversal da barra;

fy = Resistência ao escoamento do aço;

 a1 = 1,1 (coeficiente de ponderação das resistências);

Ae = Área liquida efetiva da seção transversal da barra;

fu = Resistência a ruptura do aço;

 a2 = 1,35 (coeficiente de ponderação das resistências).

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Afonso Gayoso Neto 164
Dimensionamento:
• Área Líquida:
– Em regiões com furos, feitos para ligações ou para qualquer
outra finalidade, a área líquida é a soma da espessura pela
largura líquida de cada elemento.
• No caso de uma serie de furos distribuídos transversalmente ao
eixo da barra, em diagonal a esse eixo ou em ziguezague, a largura
liquida dessa parte da barra deve ser calculada deduzindo-se da
largura bruta a soma das larguras de todos os furos em cadeia
somando-se para cada linha ligando dois furos.

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Afonso Gayoso Neto 165
Dimensionamento:
• Em geral os furos em estruturas metálicas são feitos
pelo método do broqueamento e pelo método de
puncionamento. Para consideração da área bruta, a
norma ABNT NBR8800:2008 considera:
– Em ligações parafusadas, a largura dos furos deve ser
considerada 2,0mm maior que a dimensão máxima desses
furos;
– Alternativamente, caso se possa garantir que os furos
sejam executados com broca, pode-se usar a largura igual à
dimensão máxima.

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Afonso Gayoso Neto 166
Dimensionamento:

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Afonso Gayoso Neto 167
Dimensionamento:
• Assim:
 + 2mm + 1,5mm
d =  + 3,5mm

Ag = b  t
An = b  t − (2  d ) t
Ae = Ct  An 1
g N t,Sd
2
s
An = Ag − nAfuro + 2
4 g
s

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Afonso Gayoso Neto 168
Dimensionamento:
• Coeficiente de redução (Ct):
• O coeficiente de redução da área líquida tem os seguintes
valores:
• Quando a força de tração for transmitida diretamente para cada
um dos elementos da seção transversal da barra, por soldas ou
parafusos.

Ct = 1,00

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Afonso Gayoso Neto 169
Dimensionamento:
• Coeficiente de redução (Ct):
• Quando a força de tração for transmitida somente por
soldas transversais

Ac
Ct=
Ag

Ac = área da seção transversal dos elementos conectados;


Ag = área bruta da seção transversal da barra.

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Afonso Gayoso Neto 170
Dimensionamento:
• Coeficiente de redução (Ct):
– Nas barras com seções transversais abertas, quando a
força de tração for transmitida somente por parafusos ou
somente por soldas longitudinais ou ainda por
combinação de soldas longitudinais e transversais para
alguns, mas não todos, os elementos da seção transversal
(devendo, no entanto, ser usado 0,90 como limite
superior e, podendo ser usado 0,60 para limite inferior).
ec
Ct= 1−
lc
é a excentricidade do plano da ligação ( ou da face do segmento ligado) em
ec = relação ao centro de gravidade da seção toda ou da parte que resiste ao
esforço transferido;

lc =
comprimento da ligação, igual ao comprimento do cordão de solda em ligações
soldadas, e em ligações parafusadas é igual à distância entre o primeiro e o
último parafuso na direção da força.
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Afonso Gayoso Neto 171
Dimensionamento:
• Coeficiente de redução (Ct):
• Plano da ligação e excentricidade da ligação:
ec ec Ts
ec
G de Ts

G G de Ue G de Ud
ec G de Ti
ec

Ue Ud Ti

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Afonso Gayoso Neto 172
Dimensionamento:
• Ct em chapas planas, quando a força de tração for
transmitida somente por soldas longitudinais ao
longo de ambas as bordas:

w
lw  2b ⎯
⎯→ Ct = 1,00

2b  lw  1,5b ⎯
⎯→ Ct = 0,87

1,5b  lw  b ⎯
⎯→ Ct = 0,75
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Afonso Gayoso Neto 173
Dimensionamento:
• Porque considerar o fator de redução Ct:
1 1

Y Y

Z X Z X

Z X

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174
Afonso Gayoso Neto
Dimensionamento:
• Porque considerar o fator de redução Ct:
1
1

Y Y
Z X Z X

Z X

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Afonso Gayoso Neto 175
Dimensionamento:
• Porque considerar o fator de redução Ct:
1
1
1

Y
Y Y
Z X
Z X Z X

Z X
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Afonso Gayoso Neto 176
Exemplos:
1. Calcular a espessura necessária para uma chapa
de 100mm de largura sujeita a uma solicitação de
calculo de 100kN de tração axial em aço MR 250
(fy = 250MPa, fu = 400MPa).

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Afonso Gayoso Neto 177
Exemplos:
1. Resposta: ESB – Escoamento da seção bruta

Nt , Rd  Nt ,sd Ag  f y
N t , Rd =
 a1 = 1,1  a1
Ag = b  t b  t  fy
N t , Sd =
 a1
N t ,Sd   a1
t=
b  fy
100000N 1,1
t= = 4,4mm
100mm  250 N
mm ²
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Afonso Gayoso Neto 178
Exemplos:
2. Verificar se as chapas ilustradas no desenho
abaixo suportam a carga aplicada. (Parafusos 7/8’’,
Espessura chapa = 22mm, fy=250MPa,
fu=400MPa)

100kN

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Afonso Gayoso Neto 179
Exemplos:
2. Resposta:
Ag = 300  22 = 6600mm ²

d = 22 + 3,5 = 25,5mm
An = Ag − 3  (25,5) (22)

An = 6600 − 3  (25,5) (22) = 4917mm²


Ae = Ct  An
e 11
Ct = 1 − c Ct = 1 − = 0,86
lc 80
Ae = 0,86  (4917mm² ) = 4240,9mm²

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Afonso Gayoso Neto 180
Exemplos:
2. Resposta: ESB – Escoamento da seção bruta

Nt , Rd  Nt ,sd Ag  f y
N t , Rd =
 a1 = 1,1  a1
6600mm ²  250 N mm ²
N t , Sd =
1,1

Nt , Sd = 1500kN

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Afonso Gayoso Neto 181
Exemplos:
2. Resposta: RSL – Ruptura da seção líquida
Nt , Rd  Nt ,sd Ae  f u
N t , Rd =
 a 2 = 1,35  a2
4240,9mm ²  400 N mm ²
N t , Rd =
1,35

Nt , Sd = 1256,6kN

Ok!! Resistência maior que Solicitação


Nt , Rd = 1256,6kN  100kN = Nt ,Sd
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Afonso Gayoso Neto 182
Exemplos:
3. Determinar a resistência a tração da cantoneira
L3’’x5/16’’-A36 conectada por parafusos 7/8’’,
conforme os desenhos que seguem.
• Ag = 1148mm²
• Fy = 250MPa
• Fu = 400MPa

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Afonso Gayoso Neto 183
Exemplos:
CASO 3.1:

P=?

P=?

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Afonso Gayoso Neto 184
Exemplos:
3.1 Resposta:
Ag = 1148mm ²
d = 22 + 3,5 = 25,5mm
An = Ag − 1 (25,5) (22)
An = 1148 − (25,5) (7,9) = 946,55mm²
O ítem da norma 5.2.5.c NBR8800:2008,
Ae = Ct  An prescreve que deve ser usado como limite
ec 22,5 superior 0,9, e não se permite o uso de
Ct = 1 − Ct = 1 − = 0,44 ligações que resultem em um valor
inferior a 0,60. Então devemos passar a
lc 40 distância entre furos para no mínimo
60mm.
22,5
Ct = 1 − = 0,625
60
Ae = 0,625  (946,55mm² ) = 591,6mm²
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Afonso Gayoso Neto 185
Exemplos:
3.1 Resposta: ESB – Escoamento da seção bruta

Nt , Rd  Nt ,sd Ag  f y
N t , Rd =
 a1 = 1,1  a1
1148mm ²  250 N mm ²
N t , Sd =
1,1

Nt , Sd = 260,9kN

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Afonso Gayoso Neto 186
Exemplos:
3.1 Resposta: RSL – Ruptura da seção líquida
Nt , Rd  Nt ,sd Ae  f u
N t , Rd =
 a 2 = 1,35  a2
591,6mm ²  400 N mm ²
N t , Rd =
1,35

Nt ,Sd = 175,3kN

Resistência da Cantoneira a Tração é:


Nt , Rd = P = 175,3kN
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Afonso Gayoso Neto 187
Exemplos:
CASO 3.2:

P=?

P=?

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Afonso Gayoso Neto 188
Exemplos:
3.2 Resposta:
Ag = 1148mm ²
d = 22 + 3,5 = 25,5mm
An = Ag − 1 (25,5) (22)

An = 1148 − (25,5) (7,9) = 946,55mm²


Ae = Ct  An
Ct = 1,0 O ítem da norma 5.2.5.a NBR8800:2008, prescreve que se a força
de tração for transmitida diretamente para cada um dos elementos
da seção transversal da barra, por soldas ou parafusos, Ct=1,0.

Ae = An = 946,55mm ²

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Afonso Gayoso Neto 189
Exemplos:
3.2 Resposta: ESB – Escoamento da seção bruta

Nt , Rd  Nt ,sd Ag  f y
N t , Rd =
 a1 = 1,1  a1
1148mm ²  250 N mm ²
N t , Sd =
1,1

Nt , Sd = 260,9kN

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Afonso Gayoso Neto 190
Exemplos:
3.2 Resposta: RSL – Ruptura da seção líquida
Nt , Rd  Nt ,sd Ae  f u
N t , Rd =
 a 2 = 1,35  a2
946,55mm ²  400 N mm ²
N t , Rd =
1,35

Nt , Sd = 280,5kN

Resistência da Cantoneira a Tração é:


Nt , Rd = P = 260,9kN
Perfis Laminados e Soldados- Prof. Esp. José
Afonso Gayoso Neto 191
Exemplos:

Perfis Laminados e Soldados- Prof. Esp. José


Afonso Gayoso Neto 192
Exemplos:
4. Determinar a resistência de cálculo das chapas
ilustradas na figura que segue.
• Chapa 16mm;
• ASTM A572gr50 (fy=345MPa, fu=450MPa);
• Parafusos 7/8’’.

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Afonso Gayoso Neto 193
Exemplos:
4. Resposta:
Ag = 255 12,5 = 3187,5mm ²
ESB – Escoamento da seção bruta

Ag  f y
N t , Rd =
 a1
3187,3mm ²  345 N mm ²
N t , Sd =
1,1
Nt ,Sd = 999,7kN
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Afonso Gayoso Neto 194
Exemplos:
4. Resposta: Linhas de Ruptura
d = 22,4 + 1,5 + 2,0 = 25,9mm
Linha 2-4/1-3 255 − 2  25,9 = 203,2mm
Linha 1-2-4 255 − 3  25,9 + 40² (4  50) = 185,3mm
Linha 1-3-4 255 − 3  25,9 + 40² (4  50) = 185,3mm
Linha 2-3-4 255 − 3  25,9 + 40²(1 (4  50) + 1 (4  75)) = 190,6mm
Linha 1-2-3 255 − 3  25,9 + 40²(1 (4  75) + 1 (4  50)) = 190,6mm
Linha 1-2-3-4 255 − 4  25,9 + 40²(2 (4  50) + 1 (4  75)) = 172,7mm
Então: An = 172,7  (12,5) = 2158,75mm²
ec 8
Ct = 1 − Ct = 1 − = 0,80
lc 40
Ae = Ct  An Ae = 0,80  (2158,75mm² ) = 17275mm² 195
Exemplos:
4. Resposta: RSL – Ruptura da seção líquida
Nt , Rd  Nt ,sd Ae  f u
N t , Rd =
 a 2 = 1,35  a2
1727 mm²  450 N mm²
N t , Rd =
1,35

N t , Sd = 575,67 KN

Resistência da Chapa a Tração é:


N t , Rd = 575,67 kN
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Afonso Gayoso Neto 196
Índice de Esbeltez:
• 5.2.8.1 Recomenda-se que a esbeltez das barras tracionadas,
tomada como a maior relação entre o comprimento
destravado e o raio de giração correspondente (L/r ),
excetuando-se tirantes de barras redondas pré-tensionadas
ou outras barras que tenham sido montadas com pré-tensão,
não supere 300 (ver 5.2.8.3).
• 5.2.8.2 Recomenda-se que perfis ou chapas, separados uns
dos outros por uma distância igual à espessura de chapas
espaçadoras, sejam interligados através dessas chapas
espaçadoras, de modo que o maior índice de esbeltez de
qualquer perfil ou chapa, entre essas ligações, não ultrapasse
300, conforme exemplifica a figura 10 (ver 5.2.8.3).
• 5.2.8.3 No caso das recomendações de 5.2.8.1 ou 5.2.8.2 não
serem adotadas, o responsável técnico pelo projeto
estrutural deverá estabelecer novos limites para garantir que
as barras tracionadas tenham um comportamento adequado
em condições de serviço.
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Afonso Gayoso Neto 197
Índice de Esbeltez:
• 5.2.8.1 Recomenda-se que a esbeltez das barras tracionadas,
tomada como a maior relação entre o comprimento
destravado e o raio de giração correspondente (L/r ),
excetuando-se tirantes de barras redondas pré-tensionadas
ou outras barras que tenham sido montadas com pré-tensão,
não supere 300 (ver 5.2.8.3).
• 5.2.8.2 Recomenda-se que perfis ou chapas, separados uns
dos outros por uma distância igual à espessura de chapas
espaçadoras, sejam interligados através dessas chapas
espaçadoras, de modo que o maior índice de esbeltez de
qualquer perfil ou chapa, entre essas ligações, não ultrapasse
300, conforme exemplifica a figura 10 (ver 5.2.8.3).
• 5.2.8.3 No caso das recomendações de 5.2.8.1 ou 5.2.8.2 não
serem adotadas, o responsável técnico pelo projeto
estrutural deverá estabelecer novos limites para garantir que
as barras tracionadas tenham um comportamento adequado
em condições de serviço.
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Afonso Gayoso Neto 198