Você está na página 1de 54

0^ ^ ,

/^ü--^

INSTITUTO POLITÉCNICODE BRAGANÇA


Escola Superior de Saúde

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica

NORMAS DE ELABORAÇÃOE APRESENTAÇÃO


DE TRABALHOS ACADÉMICOSE CIENTÍFICOS

Cursos de Licenciatura em Análises Clínicas e de Saúde

Pública, em Dietética e Nutrição e em Farmácia

2a Edição

Dezembro, 2014
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

Escola Superior de Saúde

Instituto Politécnico de Bragança

Departamento dasTecnologias de Diagnóstico e Terapêutica

NORMASDE ELABORAÇÃOE APRESENTAÇÃODETRABALHOSACADÉMICOSE CIENTÍFICOS

Cursos de Licenciatura em Análises Clínicas e de Saúde Pública, em Dietética e Nutrição e em

Farmácia

O presente documento é da autoria do Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e


Terapêutica, tendo sido elaborado com o objetivo de fornecer uma orientação na redação dos
trabalhos dos alunos dos Cursos de Licenciatura em Análises Clínicas e de Saúde Pública, em Dietética

e Nutrição e em Farmácia. Este documento foi revisto e aprovado em reunião de departamento no


dia 02 de dezembro de 2014, entrando em vigor no ano letivo 2014/2015.

2a Edição

Dezembro, 2014

Departamento dasTecnologiasde Diagnósticoe Terapêutica- hscola Superior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

l
(C&
Normas de Elaboraçãoe Apresentação de TrabalhosAcadémicose Científicos -2a Edição

ABREVIATURAS

DTDT Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica

ESSa Escola Superior de Saúde

IPB Instituto Politécnico de Bragança

UC Unidade Curricular

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança
Normas de Elaboraçãoe Apresentação de Trabalhos Académicose Científícos -2a Edição

ÍNDICE

l. INTRODUÇÃO.................................................................................................................................. l

2. TIPOLOGIADE TRABALHOS .......................................................................................................... 3

2. 1. Temas de Desenvolvimento................................................................................................... 3

2. 2. Prpjetos................................................................................................................................... 3

2. 3. Relatórios................................................................................................................................ 3

2. 4. ComunicaçõesOrais ............................................................................................................... 3

2. 5. Artigos Científicos................................................................................................................... 3

2. 6. Posters Científicos .................................................................................................................. 4

2. 7. Monografias de Investigação................................................................................................. 4

3. REGRASGERAIS .............................................................................................................................. 5

3. 1. Formato de Entrega................................................................................................................ 5

3. 2. Número de Exemplares a Entregar........................................................................................ 5

3. 3. Encadernação.......................................................................................................................... 5

3. 4. Tipo de Papel.......................................................................................................................... 5

3. 5. Processamento de Texto........................................................................................................ 6

3. 6. Paginação................................................................................................................................ 7

3. 7. Margens.................................................................................................................................. 7

3. 8. Cabeçalhoe Rodapé............................................................................................................... 8

3. 9. Suporte Informático............................................................................................................... 8

4. ESTRUTURA DO TRABALHO............................................................................................................ 9

4. 1. Estrutura Geral........................................................................................................................ 9

4. 1. 1. Capa................................................................................................................................. 9
4. 1.2. Contracapa.................................................................................................................... 10

4. 1.3. Índices........................................................................................................................... 10

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

4. 1.4. Siglas, Abreviaturas e Símbolos ................................................................................... 10


4. 1. 5. Resumo/Aóstrort........................................................................................................ 10
4. 1. 6. Palavras-chave//Ceywords.......................................................................................... 10

4. 1. 7. Introdução..................................................................................................................... 11

4. 1. 8. Desenvolvimento do Texto .......................................................................................... 11

4. 1. 9. Conclusão...................................................................................................................... 11

4. 1. 10. Referências Bibliográficas ............................................................................................ 12

4. 1. 11. Apêndices..................................................................................................................... 12

4. 1. 12. Anexos........................................................................................................................... 12

4. 2. Estruturas Específicas........................................................................................................... 13

4. 2. 1. Temas de Desenvolvimento......................................................................................... 13

4. 2. 2. Prpjetos......................................................................................................................... 13

4. 2. 3. Relatórios...................................................................................................................... 14

4. 2. 4. Monografias de Investigação....................................................................................... 15

4. 2. 5. Comunicações Orais ..................................................................................................... 15

4. 2. 6. Artigos Científicos......................................................................................................... 16

4. 2. 7. Poster Científico.,........................................................................................................ 16

5. CONCLUSÃO.................................................................................................................................19

REFERÊNCIASBIBLIOGRÁFICAS........................................................................................................... 21

APÊNDICES............................................................................................................................................Vil

ANEXO................................................................................................................................................ XXIII

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

VI
Normas de Elaboraçãoe Apresentação de l raüalhosAcadémicose Cientificos - 2a Edição

l. INTRODUÇÃO

O presente documento descreve as normas a serem utilizadas nos trabalhos de caráter académico

e/ou científico, desenvolvidos no âmbito das Unidades Curriculares (UC's) das áreas científicas de
Análises Clínicas e de Saúde Pública, Dietética e Nutrição e Farmácia do Departamento das
Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica (DTDT) da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico

de Bragança (ESSa-IPB).

Pretende-se com este guia a normalização da elaboração e apresentação de trabalhos, na falta de

normas oficiais da ESSa-IPB.

Este documento deve ser utilizado pêlos estudantes dos Cursos de Licenciatura em AnálisesClínicas e
de Saúde Pública, em Dietética e Nutrição e em Farmácia sempre que o docente da UC assim o
indicar. Também pode ser utilizado nos casos em que não há indicação de nenhum formato
específico, mas não dispensa a consulta do docente da UC.

Departamento dasTecnologiasde Diagnósticoe Terapêutica- Escola Superior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

Página l de 22
Normas de Elaboraçãoe Apresentaçãode TrabalhosAcadémicose Científicos - 2a Edição

2. TIPOLOGIA DE TRABALHOS

Os trabalhos académicos são desenvolvidos no âmbito de uma UC, com o objetivo de serem

utilizados como parâmetro de avaliação.

Os trabalhos científicos resultam de uma investigaçãoe são utilizados como forma de divulgaçãodos
resultados à comunidade científica e/ou comunidade em geral.

2. 1. Temas de Desenvolvimento

Entende-se por temas de desenvolvimento os trabalhos que envolvem uma pesquisa aprofundada de
um determinado assunto relacionado com os conteúdos programáticosde uma UC.

2. 2. Projetos
Os projetos são trabalhos que permitem planificar atividades, individuais ou coletivas, para posterior

aplicação prática. Estes devem ter por base as especificaçõese/ou técnicas determinadas, que visem
alcançaros objetivos pré-definidos,tendo em conta os recursos, custos, prazos, resultados, etc.

A nível académico, podem desenvolver-se dois tipos de projetos: de atividades de intervenção


comunitária e de investigação científica.

2. 3. Relatórios

Pretende-se que os relatórios façam uma descrição objetiva de atividades desenvolvidas num

determinado contexto (atividades laboratoriais, atividades comunitárias, estágio, investigação,visitas


de estudo, entre outras), incluindo também as aprendizagens e dificuldades. Os relatórios podem
ainda propor ajustamentos dos objetivos a alcançar e sugestões para melhoria das capacidadese/ou
competências, sob a forma de reflexão crítica.

2. 4. Comunicações Orais
As comunicações orais são uma forma de expor trabalhos académicos, podendo recorrer a suporte

informático ou a outros recursos elucidativos. Estas podem assumir o caráter de defesa, tendo lugar

uma discussâo/arguência.

2. 5. Artigos Científicos
Consideram-se artigos científicos uma forma de divulgação dos trabalhos de investigação, que
podem resultar de dados originais, de uma revisão sistemática ou de uma meta-análise. Estes devem

ser estruturados prevendo uma possível publicação em revistas científicas.

Departamento das Tecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

Página 3 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

2. 6. Posters Científicos
Os posters científicos são também uma forma de divulgaçãodos trabalhos de investigação. Estes, por
sua vez, devem ser estruturados prevendo uma possível exposiçãoem eventos científicos.

2. 7. Monografiasde Investigação
As monografias de investigação devem descrever extensivamente todas as fases inerentes aos

trabalhos de investigação,

Departamento dasTecnologiasde Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

Página 4 de 22
Normas de Elaboraçãoe Apresentação de TrabalhosAcadémicose Científicos - 2a Edição

3. REGRAS GERAIS

Neste capítulo, definem-se as normas gerais de elaboração e apresentação de trabalhos académicos.

3. 1. Formato de Entrega
Todos os trabalhos devem ser entregues em formato impresso e informático, salvo exceções
indicadas pelo docente.

No formato impresso deve ser utilizada a impressão frente e verso. O formato informático deve ser

entregue no final da UC em suporte de CD/DVD/outro. Este suporte deve incluir todos os trabalhos
realizados ao longo da UC, em ficheiros individuais, únicos (ou seja, um trabalho ou documento
completo é equivalente a um ficheiro). Cada trabalho deve ser entregue em dois formatos: em

formato original editável (WORD, EXCEL,SPSS)e em formato não editável (PDF).

Independentemente do formato de entrega, os trabalhos escritos devem respeitar os aspetos


estabelecidos nas presentes Normas, devendo todo o seu conteúdo ser bem legível em qualquer
exemplar produzido, incluindo imagens e digitalizações.

3. 2. Número de Exemplares a Entregar


O número e o suporte dos exemplares a entregar são os definidos pelo docente, júri, comissão de
avaliaçãoou outros, segundo a finalidade de cada trabalho.

No caso de trabalhos realizados no âmbito das UC's Estágio l e II, devem ser entregues dois
exemplares do trabalho nas instituições externas, ao(s) monitor(es)/ orientador (es), e um na ESSa-
IPB, ao tutor. No caso dos trabalhos da componente investigação deve ser entregue um exemplar a
cada orientador.

3. 3. Encadernação
Os trabalhos académicosdevem ser encadernadoscom lombada de argola espiral metálica.

3. 4. Tipo de Papel
Deve ser utilizado papel normalizado em formato A4 (21, 0 cm x 29, 7 cm), de cor branca ou em papel
reciclado, com gramagem igual ou superior a 80 g/m2

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnica de Bragança

Página5 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

3. 5. Processamento de Texto

O texto deve ser formatado em:

Fonte Calibri

. Tamanho 11

. Espaçamento entre linhas de 1,5

. Texto alinhado nas duas margens (justificado)


. Espaço de 60pto antes e ISpto depois dos Títulos.
Espaço de 12pto antes e 6pto depois dos Subtítulos (a partir do nível 2).
. Espaço depois do parágrafo de 6pto.

Em situações particulares, deve ser utilizado um tamanho de letra inferior e espaçamento entre
linhas simples (1, 0), como:

. Cabeçalhoe rodapé;
. Notas de rodapé;

. Legendas, fontes e outras informações relativas a figuras, quadros e outros elementos


ilustrativos;

Os títulos, nos seus diferentes níveis, devem manter a fonte utilizada em tamanho igual ou superior,
apresentando-se destacados do corpo de texto, tal como indicado no Exemplo l:

Exemplo l: Níveis dos títulos.

l. TtsTUi l-0 (;neg;pita, tama^o 14, CTiaitâsËLilas)

1.1. SüfeE^tlto^p^ci, liaEnanho12, iFiieiaismstéssulaçl


1.. 1.. 1. Suli-sabtitulo lïiegnt®, taFnanhõ11, irttCiiaismattisektlas}

Todos os títulos e subtítulos da parte textual e títulos da parte pós textual devem ser apresentados
no índice geral, sendo opcional a apresentaçãode sub-subtítulos (a partir do nível 3).

Cada Título (nível l) deve ser iniciado em folha separada daquela em que se conclui a anterior
(página ímpar seguinte), principalmente no caso de trabalhos como temas de desenvolvimento,
projetos e monografias. Para trabalhos mais curtos e/ou com limitação do número total de páginas,
os Títulos de nível l podem não ser precedidos de quebra de página na parte textual.

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- Escola Superior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

Página 6 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

Todos os títulos da parte textual devem ser numerados com algarismos árabes. Deve-se utilizar
níveis numéricos conforme exemplo l.

No cabeçalho deve-se apresentar o título do trabalho e no rodapé o nome da instituição e a


paginaçao.

3. 6. Paginação
Todas as páginas dos trabalhos escritos, desde a introdução até às referências bibliográficas,
inclusive, devem ser numeradas com algarismos árabes, em formato "X de Y", onde X representa a
numeração da páginaem causa, e Y o total de páginasda parte textual do trabalho (da Introduçãoàs
Referências bibliográficas).

A paginaçao anterior à introdução (pré-textual) e posterior às referências bibliográficas(pós-textual)


deve ser em numeração romana contínua, em formato de "X", isto é, a numeração pós-textual deve
dar continuidade à numeração pré-textual. A capa não é paginada nem tida em conta para a
paginaçâo,pelo que a página "l" corresponde à contracapa.

A capa, contracapa, apêndices e anexos e restantes Títulos de nível l devem aparecer em folha
impar.

3.7. Margens
A configuraçãodas páginasdeve apresentar-se da seguinte forma:

. Superior: 2,5 cm

. Inferior: 2,5 cm

. Esquerda: 3 cm

. Direita: 2 cm

. Cabeçalho: 1, 25 cm

. Rodapé: 1, 25 cm

As folhas com orientação horizontal assumem a seguinte configuração:

. Superior: 3 cm

. Inferior: 2 cm

. Esquerda: 2, 5 cm

. Direita: 2, 5 cm

. Cabeçalho: 1, 25 cm

. Rodapé: 1, 25 cm

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

Página 7 de 22
Normas de Elaboraçãoe Apresentação de Trabalhos Académicose Científicos - 2a Edição

Em apêndice pode-se visualizar uma configuração da página, conforme foi descrito (Apêndice l:

Esquema da Folha).

3. 8. Cabeçalho e Rodapé
No cabeçalho deve-se apresentar o título do trabalho, separando-o do texto por uma linha. No

rodapé deve-se indicar o nome da instituição e a paginação, sendo estas separadas por uma linha.

Em apêndice pode-se visualizar uma configuração da página, conforme foi descrito (Apêndice l:

Esquema da Folha).

3. 9. Suporte Informático
O envelope para CD/DVD, deve ser em material maleável, como por exemplo em papel, devendo ser
afixado com cola ou fita-cola de duas faces na última página do trabalho (Apêndice II: Esquema da(s)

última(s) folha(s)). Imediatamente anterior à página com o envelope, deve-se incluir uma descrição
do conteúdo do suporte informático, mencionado:

. O Tipo de matéria (Se é um CD ou um DVD ou outro);

. Número total de ficheiros;

. Descriçãode cada ficheiro, referindo o software utilizado (por exemplo, Adobe Reader) ou a
extensão do ficheiro (por exemplo, "PDF") e o número total de páginas/ diapositivos / folha
de cálculo do documento;

. A(s) fínalidade(s), por exemplo "Avaliaçãoda Componente Trabalho de Campo".

A etiqueta do CD/DVD/outro poderá ser impressa no próprio CD/DVD/outro, numa etiqueta


autocolante ou manuscrita. Quando manuscrita, deve-se utilizar letra de imprensa claramente legível
e poder-se-á utilizar as seguintes abreviaturas: IPB, ESSa e outras normalizadas, desde que seja
normalizada para a UC e seja aprovada pelo docente (Apêndice III: Esquema da etiqueta do
CD/DVD/outro).

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

Página 8 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos -2a Edição

4. ESTRUTURA DO TRABALHO

4. 1. Estrutura Geral

Ostrabalhos escritos sãoconstituídos por três partes distintas: pré-textual, textual e pós-textual.

A parte pré-textual engloba todos os elementos que antecedem o trabalho propriamente dito, pela
seguinte ordem:

. Capa (elemento obrigatório)

. Contracapa (elemento obrigatório)

. Dedicatórias (elemento facultativo)

. Agradecimentos (elemento facultativo)

. Índice (s) (elemento obrigatório)

. Siglas,Abreviaturas e Símbolos (elemento obrigatóriosempre que existam no texto)


. Resumo / Abstract (elemento facultativo, dependendo da especificidadedo trabalho)
. Palavras-chave/ Keywords (elemento facultativo, dependendo da especificidadedo trabalho)

A parte textual deve ser assim organizada:

. Introdução

Desenvolvimento do texto - esta parte pode dividir-se em diferentes títulos e subtítulos,


dependendo da natureza do trabalho
. Conclusão

A parte pós-textual contém todos os elementos posteriores à parte textual:

. Referências bibliográficas (elemento obrigatório)

. Apêndices(elemento facultativo)
. Anexos (elemento facultativo)

4. 1.1. Capa
A capa deve incluir o símbolo da escola e do curso (Apêndice IV: Símbolos em uso).

Ainda devem estar mencionados: o nome do curso, o ano letivo, o nome da unidade curricular e

componente ou outro elemento pertinente, o(s) nome(s) do(s) docente(s), o título e o subtítulo do
trabalho, o(s) nome(s) do(s) estudante(s) e a data (ApêndiceV: Esquema da Capa).

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- Escola Superior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

Página 9 de 22
Normasde Elaboraçãoe Apresentaçãode TrabalhosAcadémicose Científicos - 2a Edição

4. 1.2. Contracapa
Na contracapa, devem estar mencionados: o nome do instituto, o nome da escola, o nome do curso,
o ano letivo, o nome da unidade curricular e componente ou outro elemento pertinente, o(s)
nome(s) do(s) docente(s), o título e o subtítulo do trabalho, o(s) nome(s) e número(s) do(s)
estudante(s) com respetivas assinaturas e a data (Apêndice VI: Esquema da Contracapa).

4. 1. 3. Índices
O índice deve corresponder exatamente aos títulos e subtítulos do texto, com a indicação da página
inicial (índice automático).

Quando o número de quadros, gráficos e/ou imagens for superior a cinco, devem fazer-se índices
próprios, que deve surgir posteriormente ao índice geral.

Quando o número de apêndicese/ou anexos for superior a um, devem fazer-se índices próprios, que
devem surgir anteriormente ao primeiro apêndicee/ou anexo.

4. 1.4. Siglas, Abreviaturas e Símbolos


Em trabalhos académicose/ou científicos, recomenda-se que haja contenção no uso de abreviaturas,
siglas ou símbolos. Apenas se deve utilizar aqueles cujo significado esteja claramente aceite e
divulgado entre os pares. Quando o número de abreviaturas, siglas ou símbolos for superior a cinco,
deve fazer-se uma lista destes.

4. 1. 5. Resumo / Abstract
O resumo é uma síntese que contém os aspectos mais importantes do trabalho, tendo uma extensão
de 100 a 250 palavras, Regras específicas podem-se aplicar caso o formato do trabalho for Artigo
científico, Poster científico ou Comunicação oral. Esta secção deve incluir:

. Os objetivos do trabalho (numa frase, se possível)

. A metodologia (quando aplicável)

. Apresentaçãodos principais resultados (articulada com os objetivos, exemplo: "O objetivo ...,
foi atingido tendo-se verificado que ... ")

. Principais conclusõese/ou implicaçõesem termos teóricos ou metodológicos.

O abstract é a versão em inglês do resumo, devendo apresentar-se logo a seguir à versão


portuguesa.

4. 1.6. Palavras-chave//Ceyworc^s
Em alguns trabalhos, é necessário incluir abaixo do resumo/abstract uma lista de 3 a 10 palavras-
chaves/keywords para auxiliar a localização do trabalho, quando este é publicado, em bases de

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

Página 10 de 22
Normas de Elaboraçãoe Apresentação de Trabalhos Académicose Científicos - 2a Edição

dados. Sempre que possível, deve-se utilizar os termos incluídos na lista MeSH (Medicai Subject
Headings), disponível em http://www. nlm. nih. gov/mesh/2012/mesh browser/MBrowser. html.

4. 1. 7. Introdução

A Introdução é o princípio do trabalho, pelo que, deve expor a questão ou propósito do trabalho,
defínindo-o e situando-o no âmbito dos estudos quejá foram realizadossobre o assunto e/ou no âmbito
do percurso académicoem que é realizado.

A introdução pode ser estruturada de forma a apresentar uma breve revisão da literatura recente sobre
o tema que suporte a definiçãodo problema em estudo, bem como os objetivos do trabalho, hipóteses
e/ou questão da investigação.

Na introdução, deve-se incluir apenas referências bibliográficas diretamente pertinentes e não se deve

incluir dados ou conclusõesdo trabalho em causa.

Em alguns tipos de trabalhos (os mais curtos), a introdução é a única parte em que há uma revisão da
literatura, no entanto, nos trabalhos mais longos, pode haver um ou mais capítulos, para além da
introdução, dedicados a esta componente do trabalho (revisão bibliográfica, estado da arte,

enquadramento teórico, etc. ).

Alguns trabalhos (os mais longos) podem incluir, na última parte da introdução, uma indicaçãode como
o trabalho está estruturado, referindo as secções/partes/capítulos deste.

4. 1.8. Desenvolvimento do Texto

É o trabalho propriamente dito e pode ser constituído por secções/partes/capítulos, devidamente


ordenados e numerados. O desenvolvimento do texto varia muito consoante a natureza do trabalho,

podendo incluir partes como: Revisão da literatura, Objetivos, Metodologia, Resultados, Discussão dos

resultados, Atividades desenvolvidas. Avaliação das Atividades, entre outros.

4. 1. 9. Conclusão

A Conclusão ou conclusões encerram o trabalho propriamente dito, pelo que, deve expor uma síntese

da reflexão feita ao logo do mesmo. Devem relacionar-se as conclusões com os objetivos do trabalho,

mas evitar afirmações não qualificadas e conclusões que não sejam suportadas pelo trabalho, por

exemplo, evitar fazer afirmações sobre benefícios económicos e custos, a menos que o trabalho tenha

incluído dados e análises económicas apropriadas.

Deve-se enfatizar os aspetos importantes do estudo, mas sem repetir em detalhe os dados de outras

partes, como Introdução ou Resultados.

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

Página 11 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

Podem declarar-se as limitações a que o trabalho foi exposto e explorar as implicações destas para os
resultados do trabalho. Pode-se ainda referir as implicaçõesdos resultados para as pesquisas futuras e
para a prática profissional.

4. 1. 10. Referências Bibliográficas

No final do corpo de texto tem lugar uma lista de todas as Referências Bibliográficas citadas ao longo
do trabalho. Só os documentos com informação relevante, especificamente para o trabalho em
causa, devem ser utilizados como referências bibliográficas.

Em casos que se justifique, pode existir também uma lista de "Bibliografia Consultada". Nesta lista
devem constar obras consultadas que não foram citadas ao longo do texto, mas que de alguma
forma foram importantes para a execução do trabalho.

A referenciaçâo bibliográfica deve seguir, rigorosamente, as regras de Vancouver, o estilo de

referência predominantemente utilizado na área da saúde (l). Sempre que houver necessidade de
esclarecer a forma mais correta de referenciaçâo, aconselha-se a consulta do livro NLM Style Guide

for Authors, Editors, ana Publishers (2), que está disponível na Internet
(http://www.ncbi. nlm. nih.eov/books/NBK7256/), ou o documento em anexo VANCOUVERReference
Style Guide (Anexo).

Aconselha-se também o uso de um software de gestão de referências bibliográficasna redação dos


trabalhos, tal como o EndNote, Mendeley ou, na ausência destes, aquele que está integrado no
Microsoft Office Word Software (sendo que as normas de Vancouver podem ser adicionadasao word
após download), que facilita a redaçâo do trabalho e reduz os erros de referenciaçâo.

4. 1. 11. Apêndices

Inserem-se aqui todos documentos elaborados pelo(s) autor(es) do trabalho. Todos os apêndices
devem ser referenciados ao longo do corpo do texto. A ordenação dos apêndices corresponde à
ordem pela qual são referenciados ao longo do texto, seguindo uma numeração romana.

4. 1. 12. Anexos

Consideram-se Anexos os documentos que não foram redigidos pelo autor, mas que facilitam a
compreensão do trabalho, devendo também ser referidos no corpo de texto. Devem ser
identificados com numeração romana, sendo ordenados conforme a ordem pela qual são
referenciados ao longo do texto.

Departamento dasTecnologiasde Diagnósticoe Terapêutica-Escola Superior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

Página 12 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

4. 2. Estruturas Específicas
As especificidadesde alguns tipos trabalhos podem não estar contempladas no ponto 4. 1. Estrutura
geral, pelo que se abordam as particularidades de alguns trabalhos, que seguirão a estrutura das três
partes: pré-textual, textual e pós-textual.

Apresenta-se a seguir as principais diferenças na parte textual, nomeadamente no tópico


Desenvolvimento do texto.

4, 2. 1. Temas de Desenvolvimento

Os temas de desenvolvimento têm a estrutura básica de um trabalho:

. Introdução

. Desenvolvimento (dividido em secções/partes/capítulos)


. Conclusão

O tópico do desenvolvimento não deve assumir este nome como título do capítulo, mas sim uma
palavra ou pequena frase que reflita o conteúdo deste capítulo do trabalho. Pode ainda estar
dividido em secções/partes/capítulos, consoante a necessidadede organizaçãodo texto.

4. 2. 2. Projetos

Os projetos podem ter estruturas diferentes, consoante a sua especificidade: de atividades


comunitárias e de investigação científica.

Os projetos de atividades de intervenção comunitária devem incluir as seguintes partes textuais

obrigatórias:

Introdução (inclui a Justificaçãofundamentada e Metas da atividade)


. Objetivos

Metodologia (inclui a descrição da População, das Atividades a desenvolver, dos Recursos


necessáriose da Metodologia de avaliaçãodas atividades ou do projeto)

Plano de trabalho (inclui todas as tarefas que deverão ser executadas, bem com a previsão
das datas ou período temporal e o orçamento)

Os projetos de investigação científica devem incluir as seguintes partes:

Introdução(inclui a definiçãofundamentada do Problema e a finalidade)


. Estado da arte (refere-se à revisão da literatura)
. Objetivos

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

Página 13 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

Metodologia (inclui Tipo de estudo, População e amostra, Instrumento de recolha de dados,


Definição e operacionalização das variáveis, Hipóteses e Tratamento estatístico dos dados,
Questões éticas)

. Plano de trabalho (inclui todas as tarefas que deverão ser executadas, bem com a previsão
das datas ou período temporal e o orçamento)

4. 2. 3. Relatórios

Os relatórios podem ter estruturas diferentes, consoante a sua especificidade: de atividades


laboratoriais, de atividades comunitárias, de estágio, de investigação, entre outras. Apresenta-se

exemplos das partes textuais de diferentes tipos de relatórios.

Para asatividades laboratoriais:

. Introdução (incluindo Enquadramentoteórico e/ou Princípios das Técnicas)


. Objetivos

. Material e Métodos

. Resultados (apresentação dos valores/números obtidos)


. Discussão (Reflexão dos resultados, abrangendo tanto a parte prática - os resultados
obtidos, quanto à componente teórica- análisee justificaçãodas açõesrealizadas).
. Conclusão

Para as atividades de intervenção comunitária ou de estágio

. Introdução(inclui descriçãobreve da instituiçao/serviço onde foi realizado o trabalho)

. Enquadramento teórico

. Objectivos

. Atividades desenvolvidas

. Discussão (Reflexão das atividades desenvolvidas, principalmente no que toca à avaliação


das mesmas, incluindo uma análise e justificação das ações realizadas e/ou confronto com o
enquadramento teórico).

. Conclusão

Para os relatórios de investigação

. Introdução

. Enquadramento teórico

. Objectivos

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

Página 14 de 22
Normas de Elaboraçãoe Apresentaçãode Trabalhos Académicose Científicos - 2a Edição

Metodologia (inclui Tipo de estudo, População e amostra, Instrumento de recolha de dados,

Definição e operacionalizaçao das variáveis, Hipóteses e Tratamento estatístico dos dados,

Questões éticas)

. Resultados (ou Resultados preliminares, no caso de relatórios parciais)

. Discussão (Reflexão dos resultados, confrontando com o enquadramento teórico)

Conclusão

A metodologia, resultados e discussão poderão ser organizados por atividades, quando há uma

grande abrangência de atividades, como é o caso de relatórios de estágio ou de grandes intervenções

comunitárias.

4. 2. 4. Monografias de Investigação

Uma monografia deve incluir as seguintes partes textuais obrigatórias:

. Introdução

Revisão da literatura (dividida em secções/partes/capítulos)


. Objetivos

. Metodologia
. Resultados

. Discussão

. Conclusões

. Referências Bibliográficas

4. 2. 5. ComunicaçõesOrais

A comunicação oral é uma forma de apresentação do trabalho em que deve predominar a


informação referida oralmente. Pode haver recurso a um suporte informático, de vídeo ou som para

maior interesse visual. Este suporte deve privilegiar imagens, gráficos, esquemas e figuras, em vez de

texto.

Os estudantes devem considerar que a sua postura e segurança são também alvo de avaliação, pelo

que se desaconselha o uso de apoio escrito e a leitura durante a comunicação oral. Os oradores

devem olhar o público de frente e evitar obstruir a visão da projeçâo do material de apoio, suporte

informático ou outro.

Excepcionalmente, neste modelo de avaliação, as referências bibliográficas devem surgir em cada


diapositivo no formato: (AUTOR, DATA). O último diapositivo deve conter todas as referências

bibliográficaspor ordem alfabética.

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

Página 15 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

No caso da componente Investigação das UC's Estágio l e II, a comunicação oral deve seguir a
estrutura definida pelo encontro científico ao qual se pretende submeter a mesma para eventual
apresentação. Estas indicações de estruturação, as normas de submissão do resumo/abstract e o
resumo/ob5t/-crrtem si devem ser anexos à comunicação entregue para avaliação.

Os autores devem ser mencionados por ordem de importância ou, caso não exista, por ordem
alfabética,com exceçao dos orientadores, que devem ser sempre mencionados no fim.

Os dados para contacto devem ser sempre conforme Exemplo 2.

Exemplo 2: Informaçõespara contacto

Escala Su;pen®rïte Sa:iâde- tf»slift:tft®PgfreècRfëoele Bfagartga


Avenida D. Areifiso V - 5309-í^l Bïagafiça - Portygtfl
T«lefeFi<ti{-3®.â| 17í 311 §®â./ fm- t-SS.í) 273á2!?§aS
e-pnaifc (^ <l;o ®rient'ador-|
Diagtíestie aiid'Ï:hePapeirtie Teishfietegies ClepâNFnent
Sehoal i?f Maalfb - Pelyterhntc tnstitüte ôf Bfâgâfiça
Avewela © fiSemeV-S3@0-121BFagança- Portugal
Phen-tí- {»3S-N273 3 i l S@3/ Fax (+-!S:3;)^ ïá 327915
e-m'a'K: ^â do @r''eníaá6P)

Os artigos científicos devem seguir a estrutura definida pela revista científica à qual se pretende
submeter o mesmo para eventual publicação. As normas aos autores devem ser anexas ao artigo
entregue para avaliação.

Os autores devem ser mencionados por ordem de importância ou, caso não exista, por ordem
alfabética,com exceçâo dos orientadores, que devem ser sempre mencionados no fim.

Os dados para contacto devem ser sempre conforme Exemplo 2.

4. 2. 7. Poster Científico

O poster é uma forma de apresentação do trabalho em que deve predominar a informação gráfica.
Deve haver espaço para a introdução, objetivos, descrição metodológica, resultados e conclusão,
sendo resumida a informaçãotextual e privilegiada a informaçãovisual.

Frequentemente a apresentação do poster é complementada com uma breve comunicação oral. Os


estudantes devem considerar que a sua postura e segurança são também alvo de avaliação, pelo que
se desaconselha o uso de apoio escrito e a leitura durante a comunicação oral. Os oradores devem
olhar o público de frente e evitar obstruir a visão do poster.

Departamento dasTecnologiasde Diagnósticoe Terapêutica- Escola Superiorde Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

Página 16 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

No caso da componente Investigação das UC's Estágio l e II o poste/-deve seguir a estrutura definida
pelo encontro científico ao qual se pretende submeter o mesmo para eventual apresentação. Estas
indicaçõesde formatação, as normas de submissão do resumo/o£isí/-Q'rt e o resumo/obstrort em si
devem ser anexos ao poster (em miniatura - A4 ou A3) entregue para avaliação.

Os autores devem ser mencionados por extenso, preferencialmente em relação a menção "Apelido
N", e por ordem de importância ou, caso não exista, por ordem alfabética, com exceçâo dos
orientadores, que devem ser sempre mencionados no fim.

Os dados para contacto/afiliaçãodevem ser sempre conforme Exemplo 2.

Departamento dasTecnologiasde Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

Página 17 de 22
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Cientificas - 2a Edição

5. CONCLUSÃO

Um conjunto de normas foi apresentado neste documento, no intuito de orientar a elaboração dos
trabalhos académicosdos estudantes afetos aos Cursos de Licenciatura em Análises Clínicas e de Saúde

Pública, em Dietética e Nutrição e em Farmácia, integrados no DTDT da ESSa-IPB. As principais

informações a reter são:

Os tipos de trabalho mais comumente utilizados pêlos estudantes, ao longo dos seus planos

de estudos, são: Temas de desenvolvimento, Projetos, Relatórios, Comunicações orais,

Artigos científicos, Posters científicos e Monografias.

Os trabalhos devem ser entregues em dois formatos: impresso encadernado, bem como em
suporte informático de CD/DVD/outros;

. O texto deve ser processado de forma uniforme entre todos os estudantes, nomeadamente

no que toca ao tipo e tamanho de letra, margens, alinhamento, espaçamento entre linhas,

rodapé, cabeçalho e paginaçao.

A estrutura dos trabalhos está dividida entre as partes pré-textual, textual e pós-textual. Os

diferentes tipos de trabalhos apresentam estruturas variadas, nomeadamente na parte

textual, que devem ser tidas em consideração aquando da redaçao do trabalho.

Estas orientações não dispensam a consulta prévia do docente da UC, pelo que, todos os alunos

devem consultar os seus professores antes de submeterem um trabalho para avaliação.

Departamento dasTecnologias de Diagnóstico e Terapêutica- Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

Página 19 de 22
Normas de Elaboraçãoe Apresentação de TrabalhosAcadémicose Científicos - 2a Edição

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

l. Editors, International Committee of Medicai Journal. Uniform requirements for manuscripts


submitted to biomedical journals. Medicai Education. 1999, Vol. 33, pp. 066-078.

2. Pátrias, K. Cíting medicine:the NLM style guidefor authors, edítors, and publishers. [ed.] DL
Wendling. 2nd ed. Bethesda (MD) : National Libraryof Medicine (US), 2007.

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnica de Bragança

Página21 de 22
Normas de Elaboraçãoe Apresentaçãode Trabalhos Académicose Científicos -2a Edição

APÊNDICES

Apêndice l: Esquema da Folha IX

Apêndice II: Esquema da(s) Ültima(s) Folha(s) XIII

Apêndice II : Esquema da Etiqueta do CD/DVD/Outro XV

Apêndice IV: Símbolos em Uso XVII

ApêndiceV: Esquema da Capa XIX

Apêndice VI: Esquema da Contracapa XXI

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

Vil
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

Apêndicel: Esquema da Folha

Tftüto ao tí-sba^a

<9
J^
<?
Ï?'
<p
^7

/
^
.
/'
^
<?'*'
*^'

En&tjtutção
P-igïnaXdeVauX

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Cientiïïcos - 2a Edição

CDnsu,'T:oáépËiíStfos em eíí<jtíant?5 d>3en^no.supËrior

l. INTRODUÇÃO

Texto da intrcidução texto da intrfïdtfçao teïtada introcit. içao texto da introduçSo texto da introcliiçacï
texío 'áa iittri aduçao fexto da intraduçao texto da ittroduçao texto da introduçan texto da infroáuçao

textü âa introdução texto áa introdução.

Texto áa introdução texto da intrQduçâo texto da introdução.

1, 1. Revisão ria literatura

Texto da re-vhso da iiíerstura textQ úa revuao da iitersttira texto da revisão áa literatura texto da

rev'saorfa iiteratui-a texto áa revisãotia literatura texto rfarevisscáB íiteratura.

Texto da revist o áa li.teratu:ra

1. 1. 1. Hábitos AiimeEttBfes dQ SAáolesce:RtE's

Texta

Departamento dasTecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - bscola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança
Normasde Elaboraçãoe Apresentaçãode TrabalhosAcadémicose Científicos - 2a Edição

ConsíJïno ás pesíarias sn-iesïL-áantes d&ertStne &upsnor

Apêndice i

Texto introáutário do apêndice E texto sntiotjutório do apêttdice i texto sntrociutório ao apêndice i texto mb-odutório do apêndice ! texto SRtroáutório do
apêndice texto iRtrotíutório ao apêïsdice t texFo mtrodutório do apêndice t

. »>.<>.. ,.t. ';

ys;;-.:»'s-

Figure l: iíxstXiixxxiOiXxKKXSüixx Xxxxx

EseoiâSupenordeSaúde-tosíituto PeiSérnieodeBragançs
ms

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança


Normas de Elaboraçãoe Apresentaçãode TrabalhosAcadémicose Científicos - 2a Edição

Apêndice II: Esquema da(s) Ültima(s) Folha(s)

Suporte Informático

seguintes caractensticas:

Tipo de.Ttátena): ("CO/EiVD/Outro)


Nüm&ro de fEchelrof.: jNSto-iaiáefïche.irosS
^ich&iro l: (Relatório /Artigo/ Outro}
Formato: (WORD/PSF/Outrol
. Tamanho: ;(fti° tcitai (Íf. páginas)
o Ficheiro 2:; :(8a:se. de daáos/ Póster/Outro)
formato: ÍSAV/ POWERPOÍNT/Outroi
Tama'nho: { toïaí às págirias)

Finaiirfade: ÍAvaiiacso da UC Estágio! / Conturso / Outro)

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

XIII
Normas de Elaboraçãoe Apresentaçãode TrabalhosAcadémicose Cientificas- 2a Edição

ApêndiceIII:Esquemada Etiquetado CD/DVD/Outro

. EïçtÃASttyeacr-Aâ Swi<S«
ÇWÍÍÍS (;W »l»:-Ços!p3W-l*f,-CSflWS!ÍS!S!S#aefl»!'sA
Átü3ac,ad«!»^SCT

Exemplo esquema de etiqueta de CD/DVD/Outropara o estágio:

Esstíit SvKssï^S^h.
ËftigtoÏ - VsSei.SyJSssmd

Efy^. !-t*feimto

!wSM«sáS'&^ÍPÏ3m
""--.

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de de Bragança

XV
Normas de Elaboraçãoe Apresentaçãode Trabalhos Académicose Científicos - 2a Edição

ApêndiceIV:Símbolos em Uso

Símbolo da Escola Superior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança:

ÏNSTiTUTO rOUTÉCNBÇODEBRAGAr4ÇA
f. -.:
Escola Superior de Saúde
^-

FONTE: http:/, ''portal. ipb. pt/portai/!3aÊe? paReid=235, 113527& dad=portal& schema=PORTAL

Símbolo do Curso da Licenciatura em Análises Clínicas e de Saúde Pública:

^eap^

Símbolo do Curso da Licenciatura em Dietética e Nutrição

Símbolo do Curso da Licenciatura em Farmácia:

Em casos em que se justifique, poder-se-á incluir também logotipos de outras instituições.

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

XVII
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

ApêndiceV: Esquema da Capa

\^ R ENSTiIUTO POUTÉCNIÇODEBRAGANÇA.
' Eseoia Superior de Saúde

CURSO- Anü letivo {ex. : 2014/2015)

UNIDADE CURRiCU. LAR - COMPONENTE - OUTRO ELEMENTO

DOCENTEJS) - ORIE?')TA[)OR(ESi

Título

Subtítulo

Prinwiro e Ultimo nome dojs) auíaríes)

h~, ès. Ano

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

XIX
Normas de Elaboraçãoe Apresentaçãode Trabalhos Académicose Científicos - 2a Edição

Exemplo da capa para o estágio

INSTITUTO POLITlCNïÇO DE BRAGANÇA


Escola Superior de Saúde

Curso de Licenciaturaem Dietética e Nuïriçâo-2:014/2015

Estágiot -Componesite Prática Profissional

Docentes: Ana Maria Pereira. Fátinna Visna, Juliana Almeicfa de Sauza, Vei-s FCITO Lebres

Relatório de Estágio

Estágio I -1° Período

iosé Santos

Outubro, 2014

das Saúde do Instituto Politécnico de

XX
Normas de Elaboraçãoe Apresentaçãode Trabalhos Académicose Científicos - 2a Edição

ApêndiceVI: Esquema da Contracapa

Fïetato-r-G-de £sísgia: Estügic E -


l3 P-aíi'c. 3|o

Some(s)compiet[}sfs) do(sj autorjes), número meeanográ-fico

/ saiistuij dofs} .. K.si-f ^

Mês, Ano

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

XXI
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos -2a Edição

Exemplo da contracapa para o estágio

instituto Politécnico áe Bragança - Est.oía Supefior de Saúde

Curió áe Ucendatijra em DietétÍGa e KiJtriçSo - 20I4/2GIS

Estágio l - Componente Pratica Profl;s!ona!

ReSatórioáe Estágio

Estagia ! - ï° Periocftï

EstágiorecitizadonoCentro Hospttaíüf XXXXXXX,no Sn-ibitodaDietéticaClinicsi. no período deS3tle


XiOiXXXXXde 333S a 33 de XXXXXXXXde SSSS, .mia ei-íefítaçSo cfcXXXXXXXe tiltoiia de XXXXXW.

JoséManue!da Silva Santos, n° 13572

fe: ^SScfn'-;^

Outul>w. :2014

das - Escola de Saúde do Instituto Politécnico de

XXII
Normas de Elaboraçãoe Apresentação de Trabalhos Académicose Científicos - 2a Edição

ANEXO

VANCOUVERReference Style Guide

Departamento dasTecnologiasde Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperiorde Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

XXIII
Normasde Elaboraçãoe Apresentaçãode TrabalhosAcadémicose Científicos -2a Edição

VANCOUVER Reference Style Gulde


N&tes
d ...«' yítí"' Tt A"i3i íbs tpfá li Atsâ tetly íht efïisf Ti-, a; t" tí E. itei? i"
. '»ou referefls-tí 'i&* felistítí afipeât 3t íí<£ 1" a' s?gstïi?nt:-<?pj <?'- n;.. T-t->t ániL; !{< á apit- e»

tbe te^t
. K . s /t?FV tftts,j'yiai <t á»a; yo<i tiw ihç pebi p^. >c: . 'a*w. >p sf}Q .'ïai frr'- >?i<i»T of rte';átis !n th-' ^f?riaHï'a fe ai*. .< eoi'fe>..t

. EWuse of & tïeftwieï', gi<:tt-'r '3*'tïiïs


. Bewskt»-'idl''>yF"'-f.tftles. ^Fe iwt tta't'!'5aJA- r;Í3. -.e. i <?' .^ic-tí>tkn 'n^ffes..
* Aí>f}rç->'iste pjt^e .. <*j»n6éF'ït&p &@'3-U-2 3.
OR^ Ef:st tïd. ï tit tfití drii-sie istle A»'dw-.3''i?. fltd;F't. r^. ti{vb. -'-y. v>:tíi^cjL'iita. <«itftiíe>-. 5)-fé.i!tii.pEÍ-
* . te-ii nctl ft^-a atí d^evtate E. A iiât c. f yEiNswi ítf, im fei Shé tf^&s <> ., va. Í3bi>? upàftE- st etther st ^ ue^f. -J*. ^ p-!&ríiftEL^i^±reï_3Í^l
-
^,
i?ïB iJsf
ERP òfweuia 3. sn toe ïsõifct ar ;c> wyw fera tife' or y>siL3l. teyi'E^t. íte, ^.s»ÉiS.^. ^títe-EiïiSôraïlv >-e<sag"iseË jp&i'&vfa8&?*s for yap-aí Stteí-i. OE?-e-'
S<ït;<fC'aS. . Ïd^^. ft '.. Bi: 'iiV -"->l. V!t ta.- ^"-^ >:">'.s'~;>iFi .-;
. t-Swe íha. -. 6 a1 <thors. fsrst á Siithors si's 'isïfe-á- ti'»eif3tter Stjü 3" et a* atïer Elw tfosá atítes"
. Ifttie;yt:>Nl81fíS-a t~.or5{í"U®i.(Spage .ij»T3e<>Rg ^Ou Tay en-titi-iiâfl8\. ssüe>~t -. rT:ter
Ptaoe supersenpt referencé nuRi&sr a&er coTïtmss ana faïi stops ana feefeï-& eelons ssd ssnat-cotoR S. -
swess lhe s-j&eïsstipt s afsacnt-d 5<*
wiv. v ï f>a>T'é -3t teie o( acíikitiata^t<*>a - titsti ^iwav? bete;? wi síSssa:Bw
* fïtitê refecence pumber is connected to a year or nymBer, pisce a sjaae» bafwe&n tfes nuniber and tha Feteï»»e« number for eianty
Ee^3?ï'p-e. P acfcas TNSii: ]
Btïofes fn-Taxï Exanipie Rie>teE ^te;& Ust;Eit:affi):RJB

Sing!e author The theosy was ítrst prapi ïunáed !i. Ci3fi-ifortA. A gooc!age. Lonijon:MfcheE! Beazley-, 1.387.
in }3{ï3 b^f Comfort' 8-iaE ...
OR
Comfort' c:la;med: tiia4 '.. -;
: - 8 auíhors '... new<iefinitionof(iJsaí>Sity"- 2. Eyladden R, Hogan T. The defirtition oF disabiiity tEt Aystrsife: M:oving towapds.
OR natsonaiconsistency.Ca^lïerra: Austraiiars ïnsfflufe of Heaifhand Weafere: 1987.
Maáden and Hogan have sSated
ïhal'. -. '2
Nunieroüs aeatíemtc 'ibrarians 3. Rodgers P, Smith K, VViiisams D, et ai- lhe way foiviiará for Australiai-i libraries.
More than 6 autbors
Pertb: Wombal: Pfess; 20Q2..
No aathor " ...fbe most-accepiecf 4. Advertss>ng (>i the Wesíem Capg- Cape T&wir. ABC P. Lfble. tiers;' :i88C.
definition.
Muaiple WQfksby same a?jthor L5niveFsityr&sesrch°iBhás 5. Bwsn F. Gorais vi fhe Capricom gi-oup. RociihatRpSon.. Central Queensian-J
inájcated ibat... [!f not Uiwersity; 1^82-
pfeiriousiy cited]
ô. Brawn P. The effeete of anchor on cocais. Rockhampfôn: CentraS QueeFïsland
Unjtíersiíy; 19S8.
Ed:itof The most csrnprehensive woi-K 7. Ksstenbsuin R, editor. Ei^cyclopeáiaof aduit development. Phoenfx: Otyx
v» íhe Siibjecf Presa; 19S3.
DBerent Etiitions TbeSatestpreferredstvle" \ 8-RentoriN. CompendiumofQOQQwriïtng. : 3rded. MiiSon-JohnWiteyS Sons;
-1 -
Updared S .iw-g 2QQSüyOpenJoufisaís PyBBshing
DepartamentodasTecnologiasde Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperiordeSaúdedo Instituto Politécnicode Bragança

XXV
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

2-Q04.
An edition number is piacsd aftsr ths title ofthe work - thts is not
necessary for a first eáitian.
Encydopedta or Didlonafy 'is deíifwtj as . S. Oxford áictiongp»' for sdenlific writere and editofs. Oxford; CSarenttoi-i:; 18S'i.
ParaboEa; p- 89.

[in&tyde the dêfinStton lookeá up - in thEs case -PaFaboia'.


Artiese or chapter in a book As discüsseá by' Biaxter'".. 10. Biaxtsr tá. Social class and heaitft inequaiities. to; CarterC, Peel J. edifors.
Eqüalitiesand jneqüalitEesir, beaith.Loi-idQn:AcademicPress, 1976;p. 369-38Q.
Articte o.r chapter in a book - no ayíno? Aehievmg a life ofiSs own 1. SowFtQthe Y2Kproblern. IR: 8owdD, edito.r Technology todayarid
tomorrow- Ne.w Yofk- Vafi Nostrand Reinhotd, 1997; p.. 27-40.
Coníerence PrQeeedrg (lhe Víf. oís Thi s w as djseusseti aí the 15. Harrden P, Jüffe JX, jQnes WG. editQ:[s. Germ cell tum&uTs V. Proceedinas
conference} conference" ..... oftheSthGerm Celi Tumour Co.nfersnce; 2001 Sep 13-15; Leects, UK. New
Yo:rk;Springer: 2002-
Confef-s^ce Paper Tbis was discussed at the 15- AnáereonJ.G. Curf&stt.ssaíus of diorion vii us biopsy. Paper presentgd at:
confere nce"... AP:SB 1986. PFOceedifigs of ttie 4 Congress ofthe Ausifalian Perinasal Socifety,
. P.tothers ari:d Babies; 1. 386 Sep â-10; Quee.n.s"anct, Aüsíratian. Be. rlin: Springer;
1S88. p. 182-191..
Gonference Post&F/woFkshòp This vos discussed at-the 15. Ghàsmac»J, KapSanRF. The eSectsof occüpatiorfsn preserved EognJlríye
conference' .... funcíicïnifig in áeíTseníJa. PosteFsessioï-i prese.^tetí at Exc.elience in ctinica:i
pracfee, 4tíí Annua! CorifeFeneeoï the Amercian Acad&myofClinicai
Neuropsycholagy; 2008 Jun 15-17;Fhilacfetpia,FA.
image in a Qüok Ttíe po-ster "Bs-iyAystrafiars i 3. Gowie G, Walker D. The art of apD Íe fcrantíing. Hobgrt:Appie? frafTi Oz; 2005.
Appies"'"
pÉtïïtjt»URtá!s iR-Íeaet &iant|:>te Rieïei»fflc:6 L|st ExaBi:pAï
Article As meptioned by 'Wbarffïn'"'-. 17- Whafton H. Hea&h and safety in outáoor sctiviíy centres. J A.dvettíy. re Ea
Outdoor Lead. 1996. 12(4S:8-9.
Aracie-noaythDr ií's a grcwíng pFOQlem :ln ths 18. Anorexia nerwsa. Br Med J- 1S68:2S1j:528-539.
;e'
U. K.'
Newspaperattsde- witb ST witbout '... notresponsibte'. '" 19. ïowers K. Deictor noi at tault; cororter. The Aiisfrslian 200Q Jan 18.3-
aiithar
Newspaperarêsete-;w author '... siotresponsible,'"'" 2Q. Qoctoir elesreá by cofoiier. Sydney EvforFtirig Hsraict 2005 Jan 2:4:12-
Press release Ag stateá by ihe company" 21. Watersmith C. BHP enlëfs new era [press reiesse]. Melboy:m&: B^P Umiteá.
2ü0ü r1.
ÊlectfOtiisjoufnals lït-I®i!Et,EiE«tjPfe R<efei»iii;«.Ust. SxaiïiflJte
FÍ. IÍI texí from an eiecïronsc üatabase The economicpolicy issues 22- Rejd DB. AusítraEasiaii associaiion ot' doctai-s' heaRh advisory. sereices. Med
raised by ihe Ifiterneíare J Ausíraiia [senai ssitine]. 2005 |cited 200$ Evl3r28I;182(5):;255, Avaiïabte from:
discussed in áeíaiE by fïlaáden' Heatth ana EyiedicaiCompiete.
Fyií texí from an eieefronlc <jaSabase The internei hás had a huge 23. Cei! tropism of Saimoneila enteriea. Int J WeáMicrobfol [seriat Gnline]. 1004
:no isnpacton the ÂLtsÍraSian [eited 20QSKiar28|, 294(4}:22S-33. AvaiÏable froni: Heaflh ai-id Medicai
economv ïi ... Compheïe.
-2-
Uoaaietí S /MS 203@ Ssy OpenJouri^ais PUblishing

Departamento das Tecnologias de Diagnóstico e Terapêutica - Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança

XXVI
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

FL.EItsxínewspapeï; newswireQr Pronioted as a 'fFQnaer state"' 24. WA packed wiih ovefseasappeal. The West Australian itserfal online]. 2003
EnagazÍRe iffom an eteclrorsic data&ase Westem Aiistrgita is seen by lciíed 2004 Hov 13] Nov 12; 47. Availabie .fro.Ti: Fáctiva.
- no auíhor overseas tourists as ...
Ff.ifl texi from tibe Bitemet Recreaíional ve. nues of á 25, SopenskyE. ice rink becomes hoí busgiess.Auslin BysinessJourn.al [s&riat
seasona! naíure can síilJ be an (he iníemes]. 2002 íeited 2002 Ocf 16|; 10(4). AïsHab"e from:
profiEaísls" p^/?www. bíZi&Limals-eontí5ysttni 'stones'2õ02^iO/14/smalïo1. html.
Arti&e frmn Curtln E-Resewe ' ... tips on speaking to gro_yps of 26. Bodeker G; K?onenberg F. A pubtic health agendatorfradiíïonsi,
heaKhcaceprofessionats- compBmenfary, aod a Iternativêmedicine. Ai-n. j. Pubiíc Hea'th Iseria!on ifej.
2002 [clteá 2006 V. arïQ] 92(10);1582-81. AvailabSe ft-om: CurêÈnLibraíy antí
ÍRfomaïion Ser»'lce E-Reserve.
ArôttefroïD a CD-RQÍï'; (BPO) Marketing is money we;Ispeiïí. 27. La Rosa S:M. Mgrketlngsiaysthedownsizingdragon- infí matÍQn Ta-EÍay
even m hard times, accardirsg to jsedaion CD-ROftS]1992 (cifed 2002 Oct 163:;9[3):£B-S.AvaijableffOfír. UMi
La Rosa - Busliiess Pertoditais Ondise.
Newspaperatíïcle tom online Narketirtgi 'is money wei1 spení, ®S.Desm-e K, Dispensjng with the chemist The Ausírailan Inswspaper onSine].
daíabase even m hard times, according to 2:005 Juft 14 |cited 2005 J:un 30];íabout 3 sa-eens}. Avaitable ÍTOBr Faciiva.
Dearne^0. http;f'.;globa!. factiva. com:.
Cochranè Reviéw Thisss eiêbaiedb:y tver, 2ë, fyer V, Farqi jh&r C, Jepscsn R. lhe effectiveness of oral çontE-aceptive píS!s
FaFciíiliar andJepson wersus placebo or any ather msdicai tt-eaïmenf for tnenerrhagla. [Cochrarse
Ffiyíew] in:TheCochrane Librsry, issüe4, 1088. Oxfcrd:ÜpdaíeSoftware.
Warld Wfrfe Web ^-TexlSxsmpfe RefêfâffSé. Usf Eiit^ft^Ss
Documení on \WM A gcod exsmpfe oftiow 29. Departsiieíiï of HeglSh. CreuízfeldtJafcofe áisease;Gu!:âancefor heaShears
stuáents can ieam Qntine about workers [homepage on the Inte.met]. c20Q3 [updated 2003 Mar 23; citeiá2Q03
Fefe?enctng at tl-ieir own pace Ncv 9]. AvaElable from http:, 'f'www. doi^. gov. uk.?pdfs,''cjdgyirfa. rtce. páf
can founá at Curtjn Unwersity.
Docünien?on WWW- no articie tide ... ÇurtinUnivei-siiy Lifarary 30. Curën UnfVBrsity of Techr'olçgy|ba'"Repage att tbe ÍnSet-nefj. Perth; CLfrtin
taunehed an improved version Universiíy; c2004 [üprfafed 2004 May 21; cited 2004 Dec IQ] AvaiEaÜief-on-t:
of theii- hotnepage 3;i Êittp^>ïwww. ctárt(n . eáu.aui'
Docümentort WWW - No ayihor Both Leaiy Sésdfagons and 31. Leafyseadragonsandweedyseadfâgoras|hoimepagéon the Irttemeí]. 1:2001
Weedy Seadragonsare lupdated 2001 Ayg 1; ctted 2004 Dec 10]. Araila&ie from:
protedeá species-'' htt[:::/í'wtf;w. wind5peeci.net.3u;--ienny/s<*adragoriS/.
Documen? on WWW - No cfate A !ink between tíiese condtions 32- McCook A. Pre-diabetic condiSon línked to memo.y lass [homepag&an tfte
hás been noted by NcCaok IntemetS. No date [cited 2003 Feb 7]- Avâiiabte from:
l-tttp..>'Awww-níni. nih.gowmed!Jn8pli.iSï'nëws_11531 .html
Imageon theweb The irnage ofíhe:í--'eaehei'S 33, Greaï Barriei- Reef Narirte Park Authoníy limage ORthe internetj. e2002
coresi3a lupdated 2006 Jan 28; çifed 2QOS Fsb 15]- Available from:
f'
Êitïp:,.Ï\ww-gb:mipa. gQV.au,'eafp_siêej 'inío services>J'5Cfen. ce, (bleach!ng,
Government Püblicattons tR*Tsxt Exampte Rsfefesce. .ys{;£xam}?S»
Acts of Pnrifament The Eiws-oivnent^l Protecíion 34. Ens/ironmentai Pro-íeefion Act.of 1985, WA [statuíeon ihe Irïeirnet]- C2802
;S4
/ScfÍSSS'1'1. jcëed2004 Dec 21j. Availabfetom: Stats Lsw Fyblsshet_
Caáffs State-federat relations jn this 35. The State of New South Wales v. T he ComirtanweaSth (1915) 2Q CLR 5.
issue were testsd th coufí as .far

-.3 -
Upaafed S Atig. 20 t9 &ï OlïeHJoiiíTsate Psibiistis"g

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperiorde Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

XXVII
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

baciías1915'
Aijsiralian. BuFeau of Statjstlcs BulEetin ... change ftom the {igu.res 3.6. :Aystra:lían Bureao of Statjstics. Dissbtitêy; agefng and carers; summa?y at
pubsjs&edjn19&9byíbe ABS.S3 Sndings. Canberra:A8S; 1999: ABS publieaíion 443:0.0.
Aystraiisn Bureau a1'Statisfics frQ ffi .... clTarige from the figures :3?. Austraiiari Büreau of Siatisíics. DisabiEity, ageing and carefs; SumffiaQ;' af
ABS website putíished ir» 1999 byïhe ASS:° fjndings [seria! onlinej- .c1999 [Gfted 2004 Ocf 14]. A^S publication4430.Q.
Avgjlaòle from: http:Aívn'/w. abs. gov. au..
Census li-ffomiation ... H ffosïnation fe»m lhe .2001 38. Austraii-an Bureau of Slatisíics. Census of populalíon and housing; 2001
census now ibecomtng dated Census Basic CommuniEy P {. ;es a:ná Snapshots: Posta! Áreas: posíal área
6S50: B01 seiected chatacteristics. First re. easë processing idata table onllne]..
c2Q01 Icitfid 20S2Ho-f 20{. AvaÈlafoEefrom. S,Kp^www.ate.gov.aü.
GovernrT. srit Reports . a new approach to resource 39. Resource Assessiïient Gotíïniissión. Foresf snd Èsmber e-tquiry. Votuffie-1.
assessmení ors the macrG Dfaít report. Cant>e;rra:AusfíaliiaR Govemment Püü-iishingServâcfi;1991-
level.^
AS-so:

39. Childreras Instiíure, UCT. Chilá righfe in focus. Atinual ïeport 20S4QQ05
(document on the intemet}.. Uflwei-sityofCape Town; no date icited 2.009 Feb
21 j. Available froiïi:: xxxx.
Pafent US Faíenl 20020103498' 4.Q. pagedas AC, in-veníor; Anoej Sífrgicfii R&D IRC-, sssigi-iee- Fiexibie
endBsc.opfc grs&ping ano cuïtJRg devtce and posiSonsngtool assembiy. United
Siatespatent 200291 C34&8. 2062 Aug 1.
Qniise Standard from Stanáai-ds Aiisffalia" 41. Standards:Austealta. Size ctofhingschenïe for ínfants' afífi chiIáre>Tsctotbing
- tindaFwear anc! outemear [sísndafd cnline]. c19tí7 }ci1eá 2006 Feb 2:2]: AS
1182-19S7- Avaifa*-?ie from; Standards Austrália OFtia-
Sesmtiáitfv Sousees Jn-TextExampfe R^wanss ys!E.::fi.,iEaBi:RS»
Boofc Higgins ciiscusses Newmasrs 42. Higgins D. Hoïeons- Ths poefKS and theofyof íhe:i("iteïïïiedla. illinois:
research in his work... Sguihe)'n !,{En<sis University Press: 13.84

Réc&rdthe büokthat you actuaSiyused.


Joi:mal arêicle Giements. quoteáChandierin 43. CEe-menfs C. Ttie facts aboutcocaine Sdrugs), Science and Children
hísartiefe... 43 onlifie]- 2007 [ctted 2007 Apr 13]: 44(7}'. 44. AvaíiatiEe frB m-, ProQuest.

Record thêjourna!that y ou actual ly used.


Qther Soaasss lB-'I»xt;ExsmRie RefefeBes . í-©t ëxampie
PetsonaEconttsünication, e-máil, Tl^is was sater CQntimietí Not ineludeá In referenee iist as they cannot i»e traced by fhe reatier.
dtscüsskin hsía (no web archive). (Savieri S ÍS9Õ, peFscinai
eommyi-iicafion, Aprii 24) fhatan
oufbreak occurred in Lc.^dort al
fhis tsme.

UpâaSetí S Aug 20Q3 &y Qpenáòufi-ois PüLIIsi-iing

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

XXVIII
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

Ctímg ünputttíshecS WfOfK ysffig Matthews C, Vars Rensburg A, Scbierhouf G, Coeízee N. The pütsi-itfal of
iwmbered refaisiwes: syndromic manaigemeritto inïproye the care ciFpatients a{ an STD clinic
tn Cape Jo\m. Neáical Res&arch C.Quntíl and DepartmeiiS üf CommtfnSy
Gtve "(:U. npualishecf)" at the end of a Health, Unsversiïy of Cape Town; 1SS7 {UripL lbifsfosd.report).
refereiice if lhe information is not
readify avaiiable.or obvsixis. Thapisa A. Co-opB raSon witb the Urswersity of Botswana. [Personal interview,
10 Narch] Cape Town; 1988 {UnpubHsheá).

F!)ms:aRd video recordJFfss .


-. as. seen m the Loïieraan film, 44- Seorsesfr M, pF Q-'-lucef; Lonergas-! K, dír-ecfoT- You can count Qn me [moïion
You Gan Csiiini o.n Me^-
. pidure]. Unlted Siates.-PararooutiSFicÈyres;2000.
Television gnd ratí:io programiTies . .. ihen Aï. iA cbief. In a tefevisiGn 45. The meáical professton in the 1990s [tslevisffin broarfcasï}. Ttie
inten/iew. ' MaeNeii/Lfihref news hour. New Yoi-St, WssE-ftRgíofl D-C. : Pubiie BítíadcasEin<3
Sen-ice, 1393 Oct 11..
Podcasí ... .in The WafCisof â Botíëiífy - 48. lhe wings of a buSteFfiy -
chilrfren, Seenagersarid anxiety [pQ dcaston the
Chfkiffn, Tesnagers and intemetj- Sydney: ABC Radio: Natíonal; c2005 gupáateïi 2605 Sep 10. c;ited 2flQ5
Anx'ety'lí Sep 1@]. Avaílable frc«n5:http^Àwvw.abc.net. au/podcasf/defaulE.htm^mincf.
CD-ROM ... an Amierson's Eiectmntc Afias 47. :A:ndersonSC, Poutsen KB. AndersQn'selectronsc stlas üf l^aemsto:ogy [CD-
of Haem&taíQgy!7 RPM]. PhiJaáesphia:LippincpttWlifiamsarsd Wilkins; 20S2.
E-Eisail discü&sioii iist - web as-chive ... as distussetí hy. Liítle'' 48. Lfttle L- Two new poEicybrieís. ECPOLICY[discyssion list on ttie inteniet].
2052 Apr 16 |eited 2002 Nov 13]. AvaÍÍabieftom:
hÍtp:?'/www. askenc-o;rg;'Vifíua:5_Lis{se!'v_Ai-chives/ECP
OLiCV720Q2íApi _2002/Msg0003. ÍTtiïii
Governmeni publscation Examples Austi-aja.. Commonwealth Depaifment of yeterans" A.ffaírs anei Deferice.
Austra;ian:Gy'fWarvefeFans"health study 20QS. Canoerra- Comn-sonw&aith of
Austrajiii;: 2Q03.
Australisn Bursaii of Stattstics. DisabÉlity, ageina. ana carers: summan? &f
flnctjngs. Cafiberra- ABS; 1899- ABS publicatian 4439, Q.
Asso<:;3tiofí_'organisation as authw Examptes Nameof organisafion.Titie of book. Plaee &fpublication: Pubtishsr: year.
Page(s}.

Diabetes Prevenïon ProgFam Research Groiip. Hypertension, insu"iü,ana


proinsuEin ;in partidpanfewtth impaïred giucose tolerance.. Hypertensiori.
23D2;4J3{5i. 679-&6.
Foreign, ''Translated works Examptes EiiingsenA£, Wilhetosfin f- [DiseaseanxietyamOHg ffiedtcaistadentsana iaw
.stLidefts.]. TfdssfcrNcr Lsefiefofefí. 2002Mar 2C;122:@}:785-7.Norwegian.
Scieníific:.' Tecftnical re.port Examptes Lugg DJ. Physsoiogíca. Eaáaptatfonandh&a^h otan expéáJÉiOtin Antercüca; wiêh
commenton behaviourai adapíafion. Canberra. A.G. P.S.; 'tQ77. Aus?ra!ian
Govemment DepaFtmentof Science,Af. tafctiï: DfV!sísr>. ANAREssi.entifjc
feporis- SeriesB[4), Medicsisciefïce No. Q126,
Unpíjtíisheddig. sertatíonAtlésis Exampte Borlcowsfct MM. Iiifant sleep aad fscding; a íelepliosïe swvey ofHiSipame

-. 5-
Upderteef S Aug 2009: !)./ OpeTi. toiimais Pti&lishsng

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

XXIX
Normas de Elaboração e Apresentação de Trabalhos Académicos e Científicos - 2a Edição

Aüiericsuis[uapüblislicádissertatioaj. MountPleasanf(MI)' CeKtraï


Michisan Uuivei-sity; 2002.
k-í Press Exampis TíanD, Assskt H, Stalil E. Bergi3lsoQJ,. Krettïna3i M. S:t£uatiii-e of
balaaeing selection iii Atabiáopsis. Pí'oc Nat3 Acad Sei U S A. íiï pi ei'
2002.

Abbtevfations:
These are Gommoïtty used abbreviations:
c. = circa (about, apprüXtiTiafeSy)
ch. = Chapter
ed. ediiion
et ai. = and others
fig;figs = figüfSfs)
Kl; ilts = iHystrator(s)
p. pa.geCs)
para; paras
pt: pts part(s)
rev = rev;sed
stáppi = Süpplement

Othef Souress of Isf&rcnafion


Note: Thïs !t5tüfexampSesis tn TO way exbausêive.0'r-iyibe 'nost often-used types ofreferentes are tisttíd :here.Refefto the foltowingpob. ieatiORSfor more
infoïmation on eitlng rëferences:
lntemation:3i Commitíee of MedicaiJoumai Editors (fCMJEj- Uniform Requffemersís for Maniiscripts Sub.mitíed iio BiomesicalJoumate:Wníisxg íinS ediíingfor
femsdscEtl piibiication [documCTt on the intemetj. ICMJE;2003lítptfated 2004 Oct cited 2005 Apr 14}. AvaiEabiefroni: http:,'fwww.iüT]je..org/..
Ívsrson G, FEanagin A, ForftaiïarQsa PB, 6ÊassRM, Gïifman P, tantz JC. et sá. Amsrrcan lïledicai AssGCiation nnanuai ofstyie- a guii-fe for authoFS anaeditora.:
8th ea. Pi-.iïadelphia: LsppincoBWiliia;Fns & Wiikins; 1898.

Acfçnowleïígemsnts
Uiijvet-sitv of Qa&ensiandanJ Libr.a:r?, 'How to' gLiide
Nalionat Ltbrary sf f»J'edïdrt&
Monasli üniversaÉy Librar'
Curtin Ui-iivef-sifyofTechnoiogy

Gther resourMS:
htS3:,AïsWJtlm. nih.a>3V!>tísA'un!fQi'i^re&tí!i2iae!TÍs, hJ3Í
h8E!^v»ya!jii;', fïao3Sh. e1u. s-'^t!te!ris^?dfec;va?!GQuver. b<!iii
l'iiL>:Wwïa]ifc.FtNirctoeb.èdü.aü^!KBdta^EiiVs.teo*erhMSWO!f 2SiA?iáe'%2iï.'^1ï%280ucu;'i8nte
!ïtl5:üw>WJ' ^QÍ^JÏií^áiS&^^^£*E^£^JW, aw., Sti9M2eââ^Bri^28<^
WSKtíiB. 'ap/. cuiSfi. eâu .au

- 6'-.
Uptíaied 8 Aug 23Q3'ïiy OpenJouf^aEsPâbiistiiRg

Departamento dasTecnologias de Diagnósticoe Terapêutica- EscolaSuperior de Saúdedo Instituto Politécnicode Bragança

XXX