Concurso Público

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ – RJ CONCURSO PÚBLICO EDITAL No 01/2009

MUNICÍPIO DE BARRA DO PIRAÍ – RJ PREFEITURA MUNICIPAL CONCURSO PÚBLICO o EDITAL N 01/2009

A Comissão de Concurso Público e Processo Seletivo Público da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí, Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições, conferidas pelo o disposto nas Portarias n 399, de 09 de outubro de o 2008; e n 416, de 23 de outubro de 2008, resolve tornar públicas as instruções especiais destinadas à realização do Concurso Público para o preenchimento dos cargos públicos existentes na Prefeitura Municipal de Barra do Piraí, conforme o Edital a seguir: 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1. O Concurso Público será regido por este Edital e executado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM. 1.2. Os cargos objeto do Concurso Público, os requisitos necessários para habilitação, os valores dos respectivos vencimentos, o número de vagas e a jornada de trabalho são os constantes do Anexo I deste Edital. 1.2.1. A Prefeitura Municipal de Barra do Piraí - RJ reserva-se o direito de admitir o número total ou parcial dos candidatos aprovados em relação às vagas quantificadas no Anexo I deste Edital, em razão do interesse e da necessidade da Administração, respeitada a ordem de classificação. 1.3. A descrição sumária dos cargos, a definição de conteúdos programáticos e as demais informações próprias de cada cargo constarão de instruções específicas, expressas nos Anexos I, II e III do presente Edital. 1.4. No ato da inscrição o candidato deverá registrar, no espaço destinado na ficha de inscrição, a denominação do cargo ao qual se candidatará. 1.5. As candidatas grávidas deverão declarar, no ato da inscrição, sua condição para disponibilização de sala especial no dia de aplicação das provas. 1.6. A Prefeitura Municipal de Barra do Piraí disponibilizará, gratuitamente, no Quiosque do Saber situado à Praça Nilo Peçanha – Centro – Barra do Piraí / RJ, computadores para os candidatos que desejarem efetuar sua inscrição pela internet. 1.7. Para efeito do que dispõe o inciso VIII do art. 37 da Constituição Federal, bem como a Lei Orgânica do Município de Barra do Piraí, de 05 de abril de 1990, serão reservados aos candidatos com deficiência 10% (dez por cento) do número de vagas de cada cargo. 1.8. O disposto no item 1.7 não terá incidência nos casos em que a aplicação do percentual de 10% (dez por cento) implique, na prática, majoração indevida do percentual mínimo fixado. 1.9. Os candidatos aprovados no Concurso Público poderão ser designados para as vagas existentes em qualquer unidade de serviço, de acordo com as necessidades da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí. 2. REQUISITOS BÁSICOS PARA INVESTIDURA NO CARGO 2.1. Ter nacionalidade brasileira ou equivalente; 2.2. Estar em pleno gozo dos direitos políticos; 2.3. Estar quites com as obrigações militares e eleitorais; 2.4. Ter nível de escolaridade e capacitação técnica exigida para o exercício do cargo; 2.5. Ter idade mínima de 18 (dezoito) anos completos até a data da posse;

2.6. Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo; 2.7. Apresentar, quando se tratar de profissão regulamentada, no ato da posse, o competente registro de inscrição no respectivo órgão fiscalizador; 2.8. Apresentar declaração de não possuir acúmulo de cargo ou emprego público, exceto aqueles previstos legalmente; 2.9. Para os cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino: 2.9.1. O candidato deverá ter estatura mínima de 1,65m (feminino) e 1,68m (masculino), sendo que a aferição se dará por ocasião da aplicação da Prova de Aptidão Física; 2.9.2. Apresentar, no ato da posse, folha de antecedentes da Polícia Federal e dos Estados onde tenha residido nos últimos 5 (cinco) anos; 2.9.3. Apresentar, no ato da posse, declaração firmada de não haver sofrido, no exercício profissional ou da função pública, penalidade por prática de atos desabonadores. 3. VAGAS DESTINADAS AOS CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA 3.1. É considerada pessoa com deficiência a que se o enquadra nas categorias descritas no art. 4 do Decreto o Federal n 3.298, de 20 de dezembro de 1999. o 3.2. Ao candidato abrangido pelo Decreto Federal n 3.298/99, é assegurado o direito de inscrever-se na condição de deficiente, desde que declare essa condição no ato da inscrição e a deficiência de que é portador não seja incompatível com as atribuições do cargo ao qual concorre. 3.3. O candidato com deficiência deverá declarar tal condição em local apropriado, na ficha de inscrição. 3.4. Conforme disposto pelo art. 39 do Decreto Federal o n 3.298/99, o candidato deverá apresentar no ato de inscrição laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível da deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença – CID, bem como a provável causa da deficiência. 3.5. O candidato que tenha declarado sua deficiência será encaminhado, antes da realização das provas, em data a ser amplamente divulgada, a uma junta oficial para avaliação da compatibilidade da deficiência com o cargo a que concorre, sendo lícito à Prefeitura Municipal de Barra do Piraí programar a realização de quaisquer outros procedimentos prévios, se a junta de especialistas assim o requerer, para a elaboração de seu laudo. 3.6. A junta oficial será composta conforme disposto no o Decreto Federal n 3.298/99. 3.7. Compete à junta oficial, além da emissão do laudo, declarar, conforme a deficiência do candidato, se este deve ou não usufruir do benefício previsto no item 1.7, concorrendo à totalidade das vagas. 3.8. A avaliação em questão será realizada sem ônus para o candidato, garantido recurso em caso de decisão denegatória, na forma estabelecida no item 7 deste Edital. 3.9. Os portadores de deficiência somente poderão disputar cargos cujas atividades sejam compatíveis com a deficiência de que são portadores. 3.10. Caso a deficiência do candidato seja avaliada pela junta oficial como incompatível com o cargo para o qual se inscreveu, o candidato poderá inscrever-se para outro cargo compatível com sua deficiência. Caso não haja essa possibilidade, o candidato receberá de volta o valor pago a título de inscrição. 3.11. A não observância do disposto nos itens anteriores acarretará a perda do direito ao pleito das vagas reservadas aos candidatos em tais condições. 3.12. Os portadores de deficiência participarão do Concurso em igualdade de condições com os demais candidatos.

3.13. O candidato portador de deficiência que necessitar de tratamento diferenciado no dia do Concurso deverá especificá-lo na ficha de inscrição, indicando as condições de que necessita para a realização da prova, como, por exemplo, prova em braile ou ampliada. 3.14. A não solicitação de recursos especiais, tempestivamente, conforme disposto no item 3.13, implica a sua não concessão no dia da realização das provas. 3.15. A realização das provas por esses candidatos, em condições especiais, ficará condicionada à possibilidade de fazê-las de forma que não importe quebra de sigilo ou não enseje seu favorecimento. 3.16. O candidato que, no ato de inscrição, se declarar portador de deficiência, se aprovado no Concurso, além de figurar na lista geral de classificação, terá seu nome publicado em relação à parte, observada a respectiva ordem de classificação. 4. INSCRIÇÃO NO CONCURSO 4.1. As inscrições serão realizadas no período de 30/09/2009 a 14/10/2009, pela Internet, através do site (www.ibam-concursos.org.br) ou presencialmente no local definido neste Edital. 4.1.1. Os valores das inscrições são os dispostos na tabela abaixo: CARGO/ESCOLARIDADE Cargos de Nível Superior R$ 72,00 – setenta e dois reais Cargos de Nível Médio R$ 62,00 – sessenta e dois reais Cargos de Nível Fundamental e Alfabetizado R$ 27,00 – vinte e sete reais

4.2.6. O candidato inscrito pela Internet responsabilizarse-á pela informação dos dados cadastrados no ato de inscrição, sob as penas de lei. 4.2.7. O candidato inscrito pela Internet receberá seu cartão de confirmação via postal e também poderá retirá-lo no endereço eletrônico (www.ibamconcursos.org.br) através da opção Área do Candidato. 4.2.8. O descumprimento de qualquer das instruções para inscrição via Internet implicará cancelamento da inscrição. 4.2.9. As inscrições pela Internet devem ser feitas com antecedência, evitando o possível congestionamento de comunicação do site (www.ibam-concursos.org.br) nos últimos dias de inscrição. 4.2.10. O Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM e a Prefeitura Municipal de Barra do Piraí não se responsabilizam por qualquer problema na inscrição via Internet motivada por falhas de comunicação, falta de energia elétrica, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a conexão ou a transferência de dados. 4.2.11. Informações complementares sobre inscrição via Internet estarão disponíveis no endereço eletrônico (www.ibam-concursos.org.br). 4.2.12. Para os candidatos que optarem pela inscrição presencial: Local: Quiosque do Saber. Endereço: Praça Nilo Peçanha - Centro - Barra do Piraí/ RJ. Horário: de 9h às 17h, de segunda à sexta-feira. 4.2.13. Os pedidos de inscrição obedecerão aos seguintes procedimentos: a) Recolher, através de depósito bancário, nas agências do Banco do Brasil, Banco Bradesco e Banco Itaú a quantia especificada no item 4.1.1. - Banco do Brasil S/A - agência: 2234-9 - Conta IBAM o Concursos n 5677-4 - Banco Bradesco S/A - agência: 3369-3 - Conta IBAM o Concursos n 20-5 o - Banco Itaú S/A - agência: 0311 - Conta IBAM n 77393-1 b) Dirigir-se ao posto de atendimento definido no item 4.2.12, portando o comprovante de depósito bancário. c) Efetuar o preenchimento, sem emendas ou rasuras e de forma legível, da ficha de inscrição, na qual o candidato se compromete a apresentar, em época própria, os documentos comprobatórios dos requisitos previstos no item 2 deste Edital. d) Apresentar documento de identidade sempre oficial, original e com fotografia, que será devolvido ao candidato após as devidas anotações na ficha correspondente. Serão considerados documentos de identidade: Cédula Oficial de Identidade (RG); Carteira expedida por Órgão ou Conselho de Classe (CREA, CRA etc.); Carteira de Trabalho e Previdência Social; Certificado de Reservista; Carteira de Motorista com foto e Passaporte. 4.2.14. Cumpridas as exigências do subitem 4.2.13, o candidato receberá o seu cartão de confirmação de inscrição através de envio postal. 4.2.15. O candidato, no ato do recebimento do cartão de confirmação de inscrição, se responsabilizará pela conferência de todos os dados, verificando sua exatidão e solicitando correção, se for o caso, não cabendo aos organizadores qualquer responsabilidade. 4.2.16. O candidato que não receber o cartão de confirmação de inscrição até 05 (cinco) dias úteis anteriores à data da prova deverá verificar através do site do IBAM (www.ibam-concursos.org.br) na Área Documentação do Concurso, ou pelos telefones (0XX21) 2536-9813, 2536-9815 e 2536-9817, as informações sobre a data da prova, horário e local de realização da mesma.

4.2. Procedimentos para inscrição 4.2.1 Para os candidatos que optarem pela inscrição via Internet: O candidato deverá acessar o site (www.ibamconcursos.org.br) onde terá acesso ao presente Edital e seus Anexos, à ficha de inscrição e procedimentos necessários à efetivação da inscrição, que estará disponível no período entre 0 (zero) hora do dia 30/09/2009 e 20:00 horas do dia 14/10/2009. 4.2.2. As inscrições efetuadas via Internet somente serão aceitas após o banco confirmar o efetivo pagamento do valor da inscrição. O candidato poderá verificar a aceitação de sua inscrição no endereço eletrônico (www.ibam-concursos.org.br) através da opção Área do Candidato. 4.2.3. O pagamento da inscrição através do Boleto Bancário deverá ser feito em espécie, não sendo aceito pagamento em cheque ou agendamento bancário. 4.2.4. O pagamento deverá ser efetivado, impreterivelmente, até o último dia previsto para o encerramento das inscrições, até o horário definido no item 4.2.1., caso contrário não será considerado. 4.2.5. Os candidatos com deficiência inscritos pela Internet deverão enviar, via postal, os documentos mencionados nos itens 3.4 e 3.13 deste Edital, durante o período de inscrição, para o seguinte endereço: Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM Núcleo de Concursos Largo do IBAM, nº 01 sala 206 – Humaitá Rio de Janeiro – RJ CEP.: 22271- 070

4.2.17. Independentemente do recebimento ou não da comunicação pessoal, o candidato tem o dever de acompanhar a divulgação das informações sobre a realização da prova. 4.2.18. Os candidatos impossibilitados de preencher a ficha de inscrição serão auxiliados por pessoa devidamente designada para esse fim, que lerá todos os dados constantes da referida ficha, antes de o candidato formalizar seu pedido de inscrição. 4.2.19. Será admitida a inscrição por intermédio de procurador, desde que seja apresentado instrumento público ou particular, que lhe confira os poderes específicos necessários, acompanhado de cópia autenticada do documento de identidade do candidato. 4.2.20. No caso de instrumento particular, não há necessidade de reconhecimento de firma. 4.2.21. O candidato inscrito por procuração assume total responsabilidade pelas informações prestadas por seu procurador, arcando com as conseqüências de erros no preenchimento do formulário de inscrição e na efetivação da inscrição. 4.2.22. Não haverá inscrição condicional ou extemporânea nem inscrição por correspondência. 4.2.23. O candidato será responsável por qualquer erro ou omissão no preenchimento da ficha de inscrição, não sendo permitido pedido de retificação após o encerramento do prazo das inscrições, exceto na situação prevista no item 4.2.15. 4.2.24. O valor pago a título de inscrição não será devolvido em qualquer hipótese, exceto na situação prevista no item 3.10. 5. PROCESSO SELETIVO 5.1. Provas Escritas 5.1.1. As provas escritas objetivas serão eliminatórias e se constituirão de questões objetivas de múltipla escolha, conforme descrito no Anexo II deste Edital. 5.1.2. Cada prova escrita objetiva valerá 100 (cem) pontos. 5.1.3. Nas provas escritas objetivas eliminatórias, serão considerados habilitados os candidatos que obtiverem nota igual ou superior ao limite mínimo estabelecido no Anexo II deste Edital. 5.1.4. O conteúdo das questões variará de acordo com o grau de escolaridade exigido para o preenchimento do cargo ao qual o candidato concorrer. 5.1.5. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada destas provas. 5.2. Provas Práticas 5.2.1. Serão aplicadas provas práticas, com caráter eliminatório e classificatório, aos candidatos aos cargos de Motorista Categoria D e Operador de Máquinas Pesadas. 5.2.2. Serão convocados para as provas práticas os candidatos que tenham sido aprovados nas provas objetivas e classificados até 05 (cinco) vezes o número de vagas para cada cargo. 5.2.3. Serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem no mínimo 60 (sessenta) pontos nas provas práticas. 5.2.4. As provas práticas estão previstas para o dia 13/12/2009, às 08:00h, no Parque de Exposições Agropecuárias situado na Rua Coronel Nóbrega nº 72 – Bairro Química – Barra do Piraí / RJ. 5.2.5. Os candidatos deverão comparecer no local e data indicados no item 5.2.4 com antecedência de, no mínimo, meia hora em relação ao horário marcado para a prova. 5.2.6. Os candidatos deverão portar o documento original de identidade e o original da carteira de habilitação específica, dentro do prazo de validade. 5.2.7. Nenhum candidato fará as provas práticas sem os originas dos documentos exigidos.

5.2.8. A seqüência de realização das provas práticas obedecerá a ordem decrescente de classificação, obtida pelos candidatos nas respectivas provas objetivas. 5.2.9. A critério da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí, os candidatos aos cargos de Motorista Categoria D e Operador de Máquinas Pesadas que tenham sido aprovados nas provas escritas objetivas e classificados após o critério definido no item 5.2.2 poderão ser convocados no prazo de validade deste concurso para as provas práticas, obedecida a ordem rigorosa de classificação. 5.2.10. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada destas provas. 5.3. Prova de Aptidão Física 5.3.1. Será aplicada prova de aptidão física, com caráter eliminatório e classificatório, aos candidatos aos cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino. 5.3.2. Serão convocados para a prova de aptidão física os candidatos que tenham sido aprovados nas provas objetivas e classificados até 05 (cinco) vezes o número de vagas para cada cargo. 5.3.3. Serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem no mínimo 12 (doze) pontos na prova de aptidão física. 5.3.4. A prova de aptidão física está prevista para o dia 13/12/2009, às 08:00h, no Parque de Exposições Agropecuárias situado na Rua Coronel Nóbrega nº 72 – Bairro Química – Barra do Piraí / RJ. 5.3.5. A prova de aptidão física constitui-se na realização de um conjunto de testes, compostos de exercícios físicos que avaliam parâmetros de força, coordenação, equilíbrio dinâmico, flexibilidade, potência muscular, capacidade aeróbica, anaeróbica e velocidade, permitindo classificar o estado físico no momento da execução dos testes, devendo o candidato cumprir com habilidade o que lhe é proposto, obtendo os índices previstos nas respectivas tabelas para o masculino e para o feminino. 5.3.6. Os candidatos deverão comparecer no local e data indicados no item 5.3.4 com antecedência de, no mínimo, meia hora em relação ao horário marcado para a prova. 5.3.7. Os candidatos deverão portar o documento original de identidade e atestado médico de, no máximo, 10 (dez) dias de antecedência à data da prova de aptidão física e que certifique estar APTO PARA ESFORÇO FÍSICO, mais especificamente, realizar testes de corrida, flexão de braços e abdominal. 5.3.8. Nenhum candidato fará a prova de aptidão física sem os originais dos documentos exigidos. 5.3.9. Caberá ao candidato conhecer e executar todos os testes relacionados neste edital, não sendo aceitas quaisquer alegações de desconhecimento dos aspectos exigidos. 5.3.10. Em caso de mau tempo ou qualquer outro imprevisto que impossibilite a realização da prova, caberá à Comissão de Concurso Público e Processo Seletivo Público da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí marcar nova data e horário, cientificando os candidatos. 5.3.11. A seqüência de realização da prova de aptidão física obedecerá a ordem decrescente de classificação, obtida pelos candidatos nas respectivas provas objetivas. 5.3.12. A critério da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí, os candidatos aos cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino que tenham sido aprovados nas provas escritas objetivas e classificados após o critério definido no item 5.3.2 poderão ser convocados no prazo de validade deste concurso para a prova de aptidão física, obedecida a ordem rigorosa de classificação. 5.3.13. Em nenhuma hipótese haverá segunda chamada desta prova.

5.3.14. A prova de aptidão física para os cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino consistirá dos seguintes testes: a) Teste de Corrida de 50 (cinqüenta) metros

Flexão de Braços - Mulheres Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 30 ou + 28 ou + 26 ou + 24 ou + 22 ou + 20 ou + 16 Pts 27-29 25-27 23-25 21-23 19-21 17-19 12 Pts 24-26 22-24 20-22 18-20 16-18 14-16 08 Pts 21-23 19-21 17-19 15-17 13-15 11 a 13 04 Pts 20 ou 18 ou 16 ou 14 ou 12 ou 10 ou -

este é um teste máximo, ou seja, deve ser realizado na máxima velocidade e passar a faixa de chegada também na máxima velocidade;

a posição de saída deverá ser em afastamento ântero-posterior das pernas e com o pé da frente o mais próximo possível da faixa. A voz de comando será pelas palavras "Atenção!, Já!", sendo acionado o cronômetro no momento que for pronunciado "Já!" e parado no momento em que o avaliado cruzar a faixa de chegada. Caso ocorra qualquer problema no teste e tenha que ser repetido, haverá um intervalo mínimo de 5 (cinco) minutos. Será permitida apenas uma tentativa, e o resultado do teste será o tempo de percurso dos 50 (cinqüenta) metros com precisão de centésimo de segundo. Corrida de 50 (cinqüenta) metros - Homens Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 6"30 6"60 6"90 7"20 7"50 7"80 16 Pts 6"60 6"90 7"20 7"50 7"80 8"10 12 Pts 6"90 7"20 7"50 7"80 8"10 8"40 08 Pts 7"20 7"50 7"80 8"10 8"40 8"70 04 Pts 7"50 7"80 8"10 8"40 8"70 9"00

c) Abdominal (ambos os sexos): Posição inicial: o candidato posicionar-se-á à frente do examinador. Ao comando de “em posição”, o candidato tomará a posição deitado em decúbito dorsal, pernas unidas e flexionadas e mãos apoiadas atrás da cabeça. Execução: ao comando de iniciar, o candidato flexionará o tronco, tirando-o do contato com o solo e aproximando os cotovelos dos joelhos. O candidato terá o tempo máximo de 1 minuto para executar as repetições. Os comandos para iniciar e terminar o teste serão dados verbalmente. Abdominal - Homens Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 50 ou + 48 ou + 46 ou + 44 ou + 42 ou + 40 ou + 16 Pts 47-49 45-47 43-45 41-43 39-41 37-39 12 Pts 44-46 42-44 40-42 38-40 36-38 34-36 08 Pts 41-43 39-41 37-39 35-37 33-35 31-33 04 Pts 40 ou 38 ou 36 ou 34 ou 32 ou 30 ou -

Corrida de 50 (cinqüenta) metros - Mulheres Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 7"60 7"90 8"20 8"50 8"80 9"10 16 Pts 7"90 8"20 8"50 8"80 9"10 9"40 12 Pts 8"20 8"50 8"80 9"10 9"40 9"70 08 Pts 8"50 8"80 9"10 9"40 9"70 10"00 04 Pts 8"80 9"10 9"40 9"70 10"00 10"30

Abdominal - Mulheres Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 40 ou + 38 ou + 36 ou + 34 ou + 32 ou + 30 ou + 16 Pts 37-39 35-37 33-35 31-33 29-31 27-29 12 Pts 34-36 32-34 30-32 28-30 26-28 24-26 08 Pts 31-33 29-31 27-29 25-27 23-25 21-23 04 Pts 30 ou 28 ou 26 ou 24 ou 22 ou 20 ou -

b) Teste de Flexão de Braços

Flexão e extensão dos cotovelos em apoio de frente no solo

Posição inicial / Feminino: decúbito ventral perpendicularmente ao solo com os joelhos e mãos apoiados ao solo, mãos na largura dos ombros e cotovelos estendidos. Posição inicial / Masculino: decúbito ventral perpendicularmente ao solo com os joelhos estendidos e mãos apoiadas ao solo, mãos na largura dos ombros e cotovelos estendidos. Execução: flexão dos cotovelos até tocar o peito no solo, retornando à posição inicial. Flexão de Braços - Homens Idade 18-22 23-27 28-32 33-37 38-42 > 42 20 Pts 40 ou + 38 ou + 36 ou + 34 ou + 32 ou + 30 ou + 16 Pts 37-39 35-37 33-35 31-33 29-31 27-29 12 Pts 34-36 32-34 30-32 28-30 26-28 24-26 08 Pts 31-33 29-31 27-29 25-27 23-25 21-23 04 Pts 30 ou 28 ou 26 ou 24 ou 22 ou 20 ou -

5.3.15. A Prefeitura de Barra do Piraí convocará, através de Edital, os candidatos aprovados nas provas objetivas e de aptidão física para os cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino para realização de Avaliação Psicológica, de caráter eliminatório, que consistirá na execução de um conjunto de testes, visando identificar os candidatos que apresentam características adequadas à função. 5.3.16. O candidato será considerado INDICADO ou NÃO INDICADO. 5.3.17. Nenhum candidato NÃO INDICADO será submetido a novo teste. 5.3.18. Não caberá recurso da Avaliação Psicológica. 5.4. Realização das Provas Objetivas 5.4.1. As provas objetivas serão realizadas, para todos os cargos, no dia 22 de novembro de 2009, com o fechamento dos portões às 14:00 horas para início das mesmas, sendo de 3 (três) horas o período de duração. 5.4.2. O local da realização das provas, além de ser divulgado no site do IBAM (www.ibamconcursos.org.br), constará do cartão de confirmação de inscrição a ser enviado pelo correio – via postal – ou via Internet, conforme o caso, e no Mural Oficial de Atos da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí.

As provas serão realizadas na cidade de Barra do Piraí e caso necessário em Municípios vizinhos. notebook.5. desde que com a finalidade de preservar o bom andamento do certame.7. b) para os cargos de nível superior: Curso de especialização com o mínimo de 360 (trezentas e sessenta) horas/aula. desde que guarde relação direta com as atribuições do cargo para o qual o candidato prestará prova. agenda eletrônica. mediante registro da ocorrência em ata própria.5.4.3. os títulos deverão ser enviados para análise. recomenda-se que os candidatos compareçam aos locais de prova com antecedência de uma hora do horário previsto para o fechamento dos portões. 5. Aos candidatos serão assegurados recursos em todas as etapas do Concurso. deverá obrigatoriamente manter desligado qualquer aparelho eletrônico que esteja sob sua posse. Rio de Janeiro. para o Instituto Brasileiro de Administração Municipal – o IBAM.4. 5.5. Nos locais de prova poderá haver rastreamento eletrônico. poderá interpor recurso.4. furto ou roubo de todos eles.1.5. 5. RECURSOS E REVISÕES 7. desde que: a) seja dirigido ao Presidente da Comissão Especial de Concurso Público e Processo Seletivo Público da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí e entregue pessoalmente para registro no protocolo geral da Prefeitura Municipal. exclusivamente no período de inscrição. e de 2 (duas) canetas esferográficas de tinta azul ou preta. ao ingressar no local de realização da prova. walkman. que serão adicionados ao total de pontos obtidos pelos candidatos nas demais provas. Não haverá desclassificação do candidato pela não apresentação de títulos. calculadora. nos locais especificados pela organização do concurso. CRA. b) Para os candidatos aos cargos de Motorista Categoria D e Operador de Máquinas Pesadas: O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas. 5.4. Certificado de Reservista. no dia de realização da prova.4. entre outros. receptor/transmissor.4.2.13 do presente Edital.3.3.11. conforme já mencionado na letra “d” do item 4.1. Serão atribuídos pontos aos títulos. as normas previstas no item 5 e seus desdobramentos. nos horários de 9:00h às . sendo adicionada a esse total a nota obtida na prova de aptidão física.4. Os 3 (três) últimos candidatos a terminar as provas só poderão deixar o local juntos.4. nº 69 . incluindo os sinais de alarme. através de Sedex ou AR.1.4. mediante requerimento individual. A Comissão Especial de Concurso Público e Processo Seletivo Público poderá.9. 5. o cargo para o qual esta concorrendo e a descrição dos títulos contidos no envelope.5.5.5. 7. 5. 30 (trinta) dias. mediante apresentação de cópia autenticada em cartório de certificado de conclusão e/ou histórico escolar: 01 (um) ponto. O candidato. Títulos 5. Serão considerados documentos de identidade: Cédula Oficial de Identidade (RG). 5. 5.1 não poderá ingressar no local de prova. sendo adicionada a esse total a nota obtida na prova prática.: 22271-070. do documento original de identidade.8. sempre oficial e com foto. Carteira de Motorista com foto e Passaporte.10.6. no máximo. Para evitar atrasos. desde que guarde relação direta com o cargo para o qual o candidato prestará prova. podendo levar o caderno de prova. 7. relógio digital com receptor. Apresentação dos títulos: 5. telefone celular.7. expedido há. O candidato que se sentir prejudicado em qualquer das etapas do Concurso. justificadamente. Os títulos deverão ser apresentados em envelope fechado. alterar. antes da realização do presente Concurso. automaticamente. O candidato deverá comparecer aos locais de provas munido do cartão de confirmação de inscrição. etc. 5. mediante apresentação de cópia autenticada em cartório do certificado de conclusão e título de Doutor: 02 (dois) pontos. Núcleo de Concursos. mediante apresentação de cópia autenticada em cartório de certificado de conclusão e/ou histórico escolar: 01 (um) ponto.5.2.Humaitá. Certificado de conclusão de curso de graduação na área de formação profissional. Mestrado: reconhecido pelo MEC – Ministério da Educação.Barra do Piraí.4.2. A contagem de pontos obedecerá aos critérios a seguir: a) Para os candidatos aos cargos de Nível Superior e Professor II: O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas.). n 1 . Os candidatos só poderão sair do local de realização do certame após 1 (uma) hora do início da prova.5. excluído do Concurso Público. c) Para os candidatos aos cargos de Guarda Municipal Feminino e Masculino: O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas.1.4. sendo adicionada a esse total a nota obtida com títulos. Carteira expedida por Órgão ou Conselho de Classe (CREA.2. d) Para os demais cargos: O total geral de pontos do candidato será obtido pela soma dos pontos a ele atribuídos em cada uma das provas objetivas. situado na Travessa Assumpção.1. Carteira de Trabalho e Previdência Social. Cep. contendo na sua parte externa o número da inscrição.1. Doutorado: reconhecido pelo MEC – Ministério da Educação.4. 5. 5. palm-top. mediante apresentação de cópia autenticada em cartório de certificado de conclusão e/ou histórico escolar: 02 (dois) pontos. gravador. ficando. o nome do candidato. Para fins de cumprimento dos prazos legais para homologação.4. O uso de quaisquer funcionalidades de aparelhos. 5. CONTAGEM DE PONTOS 6.10. por motivo de perda. 5.4. deverá ser apresentado documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial.12. incorrerá na exclusão do candidato do certame. A contagem dos pontos referida no item anterior obedecerá aos critérios a seguir: Será considerado um título por categoria a saber: a) para o cargo de Professor II: Cursos de aperfeiçoamento que guardem ligação direta com as atribuições do cargo ao qual o candidato está concorrendo com mínimo de 120 (cento e vinte) horas/aula. O candidato que chegar após o horário estabelecido no subitem 5. situado no Largo IBAM. tais como bip. com recolhimento da prova e posterior retirada do candidato do local de prova. 5.Centro . mediante apresentação de cópia autenticada em cartório do certificado de conclusão e título de Mestre: 02 (dois) pontos.3. Caso o candidato não possa apresentar nenhum dos documentos de identidade relacionados no subitem 5. 6. 5. desde que não seja requisito exigido para provimento e guarde relação direta com as atribuições do cargo para o qual o candidato prestará prova.

8.4.1. somente a pontuação destes últimos. em ordem decrescente dos pontos. 9. 9. A homologação do Concurso será feita por ato do Prefeito de Barra do Piraí. sucessivamente. o o 2 ) maior n de pontos na prova de Legislação. o o 1 ) maior n de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais.5.1. 8. A inscrição do candidato implicará conhecimento do presente Edital.9. em duas listas. O Concurso terá validade de 02 (dois) anos.7. o o 2 ) maior n de pontos na prova de Português. b) portar-se de maneira inadequada nos locais de realização das provas. sem prejuízo do indiciamento cabível. Os candidatos aprovados e classificados no Concurso. Será indeferido. por ato do Prefeito de Barra do Piraí. de 28 de abril de 1997 e atualizações. fundamentação clara e ampla dos motivos e. Não poderão inscrever-se pessoas que possuam qualquer vínculo com o IBAM. tais como se acham estabelecidas. 7.rj.8 do presente Edital. o o 2 ) maior n de pontos na prova de Matemática.br) e da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí (www. pelo menos. Será dada publicidade às decisões dos recursos. Legislação do SUS e Aspectos Legais da Política Educacional). liminarmente. Apurada a classificação. 9. em comunicação com outro candidato. em qualquer documento.br) e da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí (www. Será também excluído do certame o candidato que: a) faltar a qualquer uma das fases do processo seletivo.2. 01 (um) candidato com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos.gov. 7.org. número da inscrição.3. f) desatender ao disposto no subitem 5. Legislação do SUS e Aspectos Legais da Política Educacional).2.8. 8. via postal. bem como o compromisso tácito de aceitar as condições do Concurso.12:00h e de 14:00h às 17:00h. no caso de recursos contra questões ou gabaritos. bem como seus ascendentes. inclusive os deficientes.br). a pontuação correspondente será atribuída a todos os candidatos. Considerar-se-á aprovado o candidato que. no prazo máximo de 02 (dois) dias úteis.3. Os candidatos que não atenderem aos requisitos exigidos neste Edital serão automaticamente eliminados do processo seletivo em qualquer de suas fases. o 5 ) maior idade. Em caso de igualdade de pontos na classificação.2. o o 1 ) maior n de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais. 9.5.gov. 9. 7. o o 1 ) maior n de pontos na prova de Matemática.1. cargo ao qual se candidatou. o o 3 ) maior n de pontos na prova de Português.5. Se do exame de recursos resultar anulação de questão ou item de questão. Quando a igualdade de pontos na classificação envolver. podendo ser prorrogado. d) for apanhado em flagrante tentativa de burla.1. o o 3 ) maior n de pontos na prova de Português. a primeira. a contar da data da publicação de sua homologação. uma vez. 8. sendo excluídos do Concurso os candidatos que não apresentarem aptidão física e/ou mental para o exercício do cargo para o qual se inscreveram. RESULTADO FINAL E CLASSIFICAÇÃO 8. o 5 ) maior idade.6. c) seja apresentado datilografado ou digitado. o o 1 ) maior n de pontos na prova de Conhecimentos Técnico-profissionais. A classificação dos candidatos aprovados será feita em ordem decrescente dos pontos obtidos. declaração falsa ou inexata. nos sites do IBAM (www. instituição organizadora deste Concurso.2.3. de modo a prejudicar o andamento normal do Concurso.6. 9.8. cabendo-lhes a responsabilidade de manter atualizado seu endereço para fins de convocação. O presente Concurso objetiva o preenchimento de cargos. c) for surpreendido. o requerimento que não estiver fundamentado ou for apresentado fora do prazo estabelecido na letra “a” do item 7. a pontuação de todos os candidatos aprovados. durante a realização das provas. O referido recurso deverá ser devidamente firmado pelo candidato em todas as folhas.2.br) e no Mural Oficial de Atos da Prefeitura de Barra do Piraí. de acordo com a área de atuação (Legislação Municipal. esta será publicada como resultado final do Concurso. independentemente de terem recorrido. inclusive a dos candidatos com deficiência.4. serão adotados. fraude ou falsificação na realização da prova. o o 2 ) maior n de pontos na prova de Legislação.4. Os gabaritos serão divulgados no 1º dia útil após a aplicação das provas. Os candidatos aprovados passarão a constituir um cadastro de reserva pelo período de validade do Concurso. b) constem obrigatoriamente do recurso: nome completo do candidato. 7. 8.7.pmbp.1 a 2. 8. após o qual serão aplicados os critérios estabelecidos no item 8. contados após o ato que motivou a reclamação.ibamconcursos.org. devendo ser uma folha para cada questão recorrida. DISPOSIÇÕES GERAIS 9. no caso de recursos contra questões.ibamconcursos. 9. publicação ou outra. 9.pmbp. a questão não será anulada.rj. por igual período. sob pena de serem considerados desistentes. o o 4 ) maior n de pontos na prova de Noções de Informática. o o 3 ) maior n de pontos na prova de Português. No caso de o gabarito da prova ser fornecido incorretamente por falha de digitação. Os exames médicos são eliminatórios. procedendo-se à sua correção e publicação. Internet ou outro meio que não seja o especificado neste Edital. o 3 ) maior idade. 7. d) para o cargo de Auxiliar de Atendimento. 9. serão convocados para o exame médico realizado por junta médica oficial e para a comprovação dos requisitos exigidos nos itens 2.2. 9.10. descendentes ou colaterais. e a segunda. satisfizer todas as condições lá estabelecidas. c) para os cargos de Nível Fundamental Completo.4. sob a égide do Regime Estatutário. 9. a bibliografia pesquisada. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar pelos sites do IBAM (www. mediante a apresentação das listagens finais dos resultados do certame. de acordo com a área de atuação (Legislação Municipal. procuração. submetido ao processo seletivo descrito no item 5 do presente Edital. na forma da o Lei Municipal n 326. os seguintes critérios para o desempate dos candidatos: a) para os cargos de Nível Superior. conforme modelo constante do Anexo IV deste Edital. Não serão aceitos recursos interpostos por telegrama. através da imprensa oficial e de telegrama. o o 4 ) maior n de pontos na prova de Noções de Informática. o desempate farse-á considerando como primeiro critério o mais idoso. contendo. e) prestar. g) deixar de apresentar qualquer documento comprobatório dos requisitos exigidos neste Edital. b) para os cargos de Nível Médio. o 4 ) maior idade. ou qualquer outro meio de divulgação definido pela Comissão Especial de .

São partes integrantes deste Edital os Anexos I.Concurso Público e Processo Seletivo Público. 9. WELLINGTON MARTINS MARCONDES PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CONCURSO PÚBLICO E PROCESSO SELETIVO PÚBLICO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . O presente Edital estará disponibilizado no Mural Oficial de Atos da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí.RJ .13. 9. 9. 9. O candidato deverá manter atualizado seu endereço junto ao IBAM.pmbp.br) e da Prefeitura Municipal de Barra do Piraí (www. III e IV que o acompanham. O fornecimento de vale transporte ao servidor público municipal de Barra do Piraí é restrito aos residentes dentro do perímetro do Município. a publicação de todos os atos e editais relativos ao Concurso. 24 de setembro de 2009.14. sendo de inteira responsabilidade do candidato os prejuízos decorrentes da não-atualização desta informação. em toda sua extensão territorial.15. 9.br) e na imprensa oficial do Município.12. competente também para julgar. após a homologação do Concurso. Barra do Piraí. inclusive alterações que porventura ocorram durante sua realização. bem como nos sites do IBAM (www. e à Prefeitura Municipal de Barra do Piraí. em decisão irrecorrível. quaisquer que sejam os recursos interpostos pelos candidatos.rj. II.org. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Especial de Concurso Público e Processo Seletivo Público.gov.ibamconcursos. enquanto estiver participando do Concurso.11.

Curso de Nível Superior em Biblioteconomia e registro no respectivo Conselho de Classe.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .348.73 002 ANALISTA EM GESTÃO DE RH 01 - 40h 1.348.348. Diploma de Tecnólogo em Recursos Humanos. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR ANALISTA IMOBILIÁRIA EM GESTÃO Curso Superior seqüencial de formação específica em Gestão Imobiliária.73 006 AUDITOR INTERNO 01 - 40h 1.348.348. 01 - 40h 1. Curso de Nível Superior em Direito e/ou Ciências Contábeis e registro no respectivo Conselho de Classe. em relação ao total de cada cargo.73 003 ANALISTA EM GESTÃO PÚBLICA 12 01 40h 1.73 007 BIBLIOTECÁRIO 01 - 40h 1. INFORMAÇÃO ASSISTENTE SOCIAL Curso de Nível Superior em Serviço Social e registro no respectivo Conselho de Classe.73 004 ANALISTA EM TECNOLOGIA DA Graduação Tecnológica em Redes e Computadores.348.73 005 01 - 40h 1.348. 001 01 - 40h 1. reservadas aos deficientes.73 . Curso Superior seqüencial de formação específica em Gestão Pública.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.

DENTISTA Clínico Curso de Nível Superior em Odontologia e registro no respectivo Conselho de Classe. 008 BIÓLOGO 01 - 40h 1.Traumato Especialização em Bucomaxilofacial Bucomaxilofacial e registro no respectivo Conselho de Classe.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas. acrescido de CIRURGIÃO DENTISTA .PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .73 .73 013 ENGENHEIRO AGRÔNOMO 01 - 40h 1.348. reservadas aos deficientes.73 010 Curso de Nível Superior em Odontologia. Curso de Nível Superior em Enfermagem e registro no respectivo Conselho de Classe.73 011 02 - 40h 1.348. em relação ao total de cada cargo.348.348.73 012 ENFERMEIRO 01 - 40h 1. CONTADOR Curso de Nível Superior em Ciências Contábeis e registro no respectivo Conselho de Classe.73 009 CIRURGIÃO Geral 02 - 24h 1. Curso de Nível Superior em Engenharia Agrônoma e registro no respectivo Conselho de Classe. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR Curso de Nível Superior em Biologia e registro no respectivo Conselho de Classe.348. 01 - 24h 1.348.

acrescido de Especialização em Trânsito e registro no respectivo Conselho de Classe. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR Curso de Nível Superior em Engenharia Ambiental e registro no respectivo Conselho de Classe.73 017 FISCAL DE TRIBUTOS 01 - 40h 1. 014 ENGENHEIRO AMBIENTAL 01 - 40h 1. reservadas aos deficientes. Curso de Nível Superior em Farmácia e registro no respectivo Conselho de Classe.348. Ciências Contábeis.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO . Curso de Nível Superior em Administração.73 .348.73 018 FISIOTERAPEUTA 01 - 30h 1.348.73 015 ENGENHEIRO DE TRÂNSITO 016 FARMACÊUTICO 01 - 40h 1. Direito e/ou Economia e registro no respectivo Conselho de Classe.73 019 FONOAUDIÓLOGO 01 - 24h 1. em relação ao total de cada cargo. Curso de Nível Superior em Fisioterapia e registro no respectivo Conselho de Classe.348.348. Curso de Nível Superior em Engenharia. Curso de Nível Superior em Fonoaudiologia e registro no respectivo Conselho de Classe.348.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.73 01 40h 1.

348. Curso de Nível Superior em Medicina e Título de Especialista em Psiquiatra e registro no respectivo Conselho de Classe.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO . JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR Curso de Nível Superior em Medicina e registro no respectivo Conselho de Classe.73 025 PSICÓLOGO 04 - 24h 1.73 023 MÉDICO VETERINÁRIO 01 - 20h 1. Curso de Nível Superior em Nutrição e registro no respectivo Conselho de Classe Curso de Nível Superior em Psicologia e registro no respectivo Conselho de Classe 020 MÉDICO CLÍNICO GERAL 02 - 20h 1.348.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.73 .73 022 MÉDICO RADIOLOGISTA 01 - 20h 1.348. Curso de Nível Superior em Medicina Veterinária e registro no respectivo Conselho de Classe.73 024 NUTRICIONISTA 01 - 40h 1.348.348.348. em relação ao total de cada cargo.73 021 MÉDICO PSIQUIATRA 03 - 20h 1. reservadas aos deficientes. Curso de Nível Superior em Medicina e Título de Especialista em Radiologia e registro no respectivo Conselho de Classe.

em relação ao total de cada cargo. no mínimo.348. Curso de Turismo. Nível Superior em 026 PSICOPEDAGOGO 03 - 16h 596.73 029 TERAPEUTA OCUPACIONAL 01 - 30h 1. Curso de Nível Superior em Química e registro no respectivo Conselho de Classe. ministrado por instituição superior reconhecida pelo MEC e registro no respectivo conselho de classe. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL SUPERIOR Curso de Nível Superior em Pedagogia. Curso de Nível Superior. reservadas aos deficientes. acrescido de Especialização em Saúde Pública e registro no respectivo Conselho de Classe. 360 horas/aula.73 .348.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .348.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.73 028 SANITARISTA 01 - 40h 1.73 030 TURISMÓLOGO 01 - 40h 1. Curso de Nível Superior em Terapia Ocupacional e registro no respectivo Conselho de Classe.70 027 QUÍMICO 01 - 40h 1.348. acrescido de Curso de Especialização em Psicopedagogia de.

Ensino Superior PROFESSOR I – MATEMÁTICA Plena na área de no MEC. reservadas aos deficientes.70 036 01 - 16h 596.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas. Ensino Superior PROFESSOR I – MÚSICA Plena na área de no MEC. Ensino Superior PROFESSOR I – EDUCAÇÃO Plena na área de FÍSICA no MEC. Ensino Superior PROFESSOR I – INGLÊS Plena na área de no MEC.70 038 01 - 16h 596. Ensino Superior PROFESSOR I – HISTÓRIA Plena na área de no MEC.70 039 03 - 16h 596. Ensino Superior PROFESSOR I – EDUCAÇÃO Plena na área de ARTÍSTICA no MEC. Ensino Superior PROFESSOR I – PORTUGUÊS Plena na área de no MEC.70 035 03 - 16h 596.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO . em relação ao total de cada cargo.70 033 03 - 16h 596. Ensino Superior PROFESSOR I – GEOGRAFIA Plena na área de no MEC.70 032 03 - 16h 596.70 037 03 - 16h 596. PROFESSOR I – CIÊNCIAS com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro com Licenciatura atuação e registro 01 16h 596. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ MAGISTÉRIO 031 Ensino Superior Plena na área de no MEC.70 .70 034 03 - 16h 596.

Ensino Superior em Pedagogia com Especialização em Orientação Educacional.90 492. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ MAGISTÉRIO Formação Docente de Nível Médio. Ensino Superior em Pedagogia com Especialização em Orientação Pedagógica. acrescido de. Ensino Médio completo. Ensino Médio completo. 040 50 05 22. reservadas aos deficientes.70 042 22 02 16h 596. em relação ao total de cada cargo.70 NÍVEL MÉDIO 043 044 045 AGENTE ADMINISTRATIVO ASSISTENTE DE CRECHE FISCAL DE MEIO AMBIENTE Ensino Médio completo. no ORIENTADOR PEDAGÓGICO mínimo 02 (dois) anos de experiência em atividade docente e registro no MEC.90 492. PROFESSOR II – EDUCAÇÃO para o exercício nos anos iniciais do INFANTIL E 1º SEGMENTO DO ensino fundamental e pré-escolar e ENSINO FUNDAMENTAL registro no MEC.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas. 10 40 01 01 04 40h 40h 40h 492. no ORIENTADOR EDUCACIONAL mínimo 02 (dois) anos de experiência em atividade docente e registro no MEC.98 041 20 02 16h 596. acrescido de.90 .5h 544.

90 492. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL MÉDIO 046 047 048 049 FISCAL DE POSTURAS GUARDA MUNICIPAL FEMININO GUARDA MUNICIPAL MASCULINO SECRETARIO DE ESCOLA Ensino Médio completo. 27 02 40h 537.85 . acrescido de Curso de Secretário Escolar.85 054 TÉCNICO EM ENFERMAGEM 06 - 40h 537.90 492. Curso Técnico de Nível Médio em Contabilidade e registro no respectivo Conselho de Classe. 05 02 08 05 40h 40h 40h 40h 492. Ensino Médio completo.85 052 TÉCNICO EM AGRIMENSURA 01 - 40h 537. em relação ao total de cada cargo.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO . Ensino Médio completo. reservadas aos deficientes.90 NÍVEL MÉDIO E ESPECIALIZADO 050 ASSISTENTE GESTÃO TÉCNICO DE Curso Técnico de Nível Médio em Administração de no mínimo 800 horas. Curso Técnico de Nível Médio em Agrimensura e registro no respectivo Conselho de Classe.85 053 TÉCNICO EM CONTABILIDADE 04 - 40h 537.85 051 TÉCNICO AGRÍCOLA 01 40h 537.90 492. Curso Técnico de Nível Médio em Agropecuária e registro no respectivo Conselho de Classe. Ensino Médio completo. Curso Técnico de Nível Médio em Enfermagem e registro no respectivo Conselho de Classe.

EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas. Ensino Fundamental completo.90 059 AUXILIAR DENTÁRIO DE Ensino Fundamental completo. 10 01 40h 537. Curso Técnico de Nível Médio em Laboratório de Análises Clínicas e registro no respectivo Conselho de Classe. Ensino Fundamental completo. acrescido de curso para qualificação CONSULTÓRIO profissional de Auxiliar de Consultório Dentário.85 NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO 058 AUXILIAR DE ATENDIMENTO Ensino Fundamental completo. Curso Técnico de Nível Médio em Radiologia e registro no respectivo Conselho de Classe.90 060 061 062 063 AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS CALCETEIRO COVEIRO ELETRICISTA 10 02 01 01 01 - 40h 40h 40h 40h 492. Ensino Fundamental completo. com carga horária mínima de 600 horas e máxima de 800 horas.85 056 TÉCNICO EM LABORATÓRIO 01 - 40h 537. 05 - 40h 492.90 492.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO . Ensino Fundamental completo. em relação ao total de cada cargo. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL MÉDIO E ESPECIALIZADO 055 TÉCNICO EM INFORMÁTICA Curso Técnico de Nível Médio em Informática.85 057 TÉCNICO EM RADIOLOGIA 01 - 40h 537. reservadas aos deficientes.90 492. 04 40h 492.90 492.90 .

90 492.90 492.90 492. Ensino Fundamental completo. 05 01 10 05 01 40h 40h 40h 40h 492. Ensino Fundamental completo.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAI CONCURSO PÚBLICO .90 492. reservadas aos deficientes. JORNADA DE TRABALHO (HORAS SEMANAIS) VENCIMENTO BASE R$ NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO 064 065 066 067 GUARDIÃO DO RIO MECÂNICO DE AUTOS MERENDEIRO MOTORISTA CATEGORIA D OPERADOR PESADAS PEDREIRO PINTOR DE PAREDE SERVENTE DE OBRAS VIGIA DE Ensino Fundamental completo. Ensino Fundamental completo.90 03 - . Ensino Fundamental Completo. Ensino Fundamental completo. Ensino Fundamental Completo.90 492.90 492.EDITAL No 01/2009 ANEXO I CÓDIGO CARGOS REQUISITOS (ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO) TOTAL DE VAGAS Vagas. acrescido de Carteira de Habilitação Profissional Categoria D. Ensino Fundamental completo. em relação ao total de cada cargo.90 068 069 070 071 072 01 08 01 30 01 - 40h 40h 40h 40h 40h 492. Ensino Fundamental completo. MÁQUINAS acrescido de habilitação para a condução de máquinas pesadas.90 492.

bem como orientar a organização de processo de tomadas de contas. Planejar e gerenciar os sistemas de gestão de pessoas. para permitir a administração dos recursos patrimoniais e financeiros. Dar suporte técnico aos processos que se referem à qualificação dos recursos humanos. coordenar e realizar exames. cargos e salários. de rotina e especiais. estabelecendo princípios. registro e perícias contábeis. livros. para incrementar os conhecimentos científicos e descobrir suas aplicações Biólogo em campos como saúde. planos. dirigir e executar serviços de seleção. Gerenciar os programas referentes a INSS. registros. das doenças. Informação Analisar criticamente sobre segurança de informação através de normas e procedimentos. programar. benefícios. reduzir e eliminar riscos. Pesquisar todas as formas de vida. gerenciar e executar os trabalhos de análise. Fazer Analista em Gestão Imobiliária balanços e relatórios para atender os órgãos de fiscalização. coordenar. identificando. planos e projetos de políticas públicas. treinamento e desenvolvimento. aos sistemas de informações. LOA e outros instrumentos de planejamento adotados. garantindo integridade. FGTS. desempenho e disponibilidade dos serviços na Internet. além da atuação em análises clínicas. decidir entre alternativas e dimensionar riscos. organizar. financeira. supervisionar e avaliar estudos e pesquisas. agricultura. gestão de competências. tais como recrutamento e seleção. Executar e coordenar os trabalhos relativos a diagnóstico. Planejar. selecionar estratégias adequadas de ação visando atender interesses interpessoais e institucionais. ordenar atividades e programas. Realizar diagnósticos e tratamentos. Executar e gerenciar programas. Utilizar e propor modelos inovadores de gestão. classificação. patrimonial. programas e projetos de assistência social à população do Município e aos servidores municipais. mapas e publicações pertencentes ao acervo bibliográfico municipal. avaliação de desempenho. obedecendo às determinações de controle externo. Previdência do servidor e outros correlatos. Organizar. Utilizar o sistema de planejamento como instrumento balizador para a gestão eficaz de Analista em Tecnologia da recursos e projetos de TI. normas e procedimentos. supervisionar e executar os serviços de enfermagem na rede municipal de saúde bem como participar da elaboração e execução de programas de saúde pública. aos tributos. patrimônio. Compor. prognóstico e tratamento de afecções de tecidos moles e duros da boca e região maxilofacial. Fiscalizar a aplicação de legislação de direitos autorais e outras relacionadas com área. gerenciar a rede municipal de comunicação e serviços de Internet com forte enfoque em segurança. bem como para a garantia dos direitos sociais. tributária e fiscal visando resguardar. Enfermeiro . radiográficos. perícias e auditagens. Inventariar o acervo imobiliário do Município para atender a legislação patrimonial. Planejar. materiais. analisando e contribuindo para a solução de problemas de Assistente Social natureza social. quando necessário. legislações e procedimentos. a equipe de vigilância sanitária e ambiental. efetuando estudos e experiências com espécimes biológicos. Auditor Interno Realizar trabalhos de auditoria interna nas áreas contábil. para manter ou recuperar a saúde bucal. utilizando processos Cirurgião Dentista – Clínico Geral laboratoriais. civis e políticos da população. rotinas de pessoal. Planejar. gestão de carreiras e sistema Analista em Gestão de RH de informação de recursos humanos. Contador Planejar. meio ambiente. orçamentária. às Analista em Gestão Pública finanças e a contabilidade. lesões e anomalias congênitas ou adquiridas do aparelho mastigatório e Bucomaxilofacial anexos e estruturas craniofaciais associadas. citológicos e instrumentos adequados. LDO. irregularidades no cumprimento das normas. implantar. Participar do estabelecimento e do controle das metas de comprometimento do governo municipal expressas no PPA. fazendo a indicação para a continuidade da assistência prestada. cirúrgico e coadjuvante. avaliar. Projetar. Realizar cuidados diretos de enfermagem nas urgências e emergências clínicas. Avaliar bens imóveis. Tomar decisões e dominar as tecnologias e os métodos para a permanente compreensão e aplicação de uma gestão eficiente na área de Tecnologia de Informação. guarda e conservação de documentos. executar programas de incentivo a leitura. Bibliotecário Elaborar. Cirurgião Dentista – Traumato traumatismos. executar.ANEXO I (continuação) DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS CARGO DESCRIÇÃO SINTÉTICA Nível Superior Planejar e gerenciar o patrimônio imobiliário do município. aos serviços.

zelar pelo patrimônio florestal. sob sua supervisão direta. Realizar e interpretar exames radiológicos/ radiográficos. quando necessário. aprimoramento e desenvolvimento de atividades de criação de animais. rodovias e outras vias de trânsito. para possibilitar um maior rendimento e qualidade dos produtos agrícolas produzidos no Município. estudando a natureza e características dos fenômenos de tráfego. Avaliar os equipamentos de radiologia/ radiografia instalados. Coordenar.sistema informatizado de monitoramento e avaliação dos recursos destinados ao Financiamento da Assistência Farmacêutica na Atenção Básica. Elaborar. Utilização de métodos e técnicas fisioterápicas. Executar serviços de coordenação e gerência da farmácia municipal. planejar. para assegurar a sanidade dos animais. ar. Participar de atividades educativas de promoção e prevenção de saúde mental e saúde pública. Aplicar conhecimentos no campo da psicologia para o planejamento e execução de atividades nas áreas clínica. elaborar. orientar e executar ou fazer executar. estaduais e federais. Planejar e gerenciar projetos de organização e controle da circulação por ruas. dispensação de medicamentos e correlatos de acordo com as normas de assistência e atenção farmacêutica. o planejamento e a disposição das ruas. Realizar intervenção psicopedagógica. Estudar a estrutura das substâncias. executar e avaliar programas de saúde mental. adolescente. Elaborar e gerenciar projetos. para restauração da capacidade de comunicação dos pacientes. para reabilitação física do individuo na UBS. fiscalizar e elaborar estudos sobre áreas no que tange a ameaças ambientais. pressão e outros fatores. Implantar e gerenciar os protocolos clínicos municipais. sonoro). baseando-se em estudos. quando necessário. adulto e idoso em unidade ambulatório. apoio psicopedagógico aos trabalhos realizados na rede municipal de ensino. sanitária e ambiental. ensaios e experiências efetuadas em todos os campos de química. planejando. Prestar assistência médica as munícipes na rede municipal de saúde. . emitir laudos de exames radiológicos/ radiográficos. visando à solução dos problemas no processo de aprendizagem. dirigir e controlar os programas e serviços de nutrição nas diversas unidades da Prefeitura. assessoria psicopedagógica objetivando a identificação. Exercer a fiscalização pertinente à aplicação e cumprimento das disposições legais e de competência Municipal. Aplicar recursos de medicina terapêutica e preventiva. pesquisas.ANEXO I (continuação) DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS CARGO DESCRIÇÃO SINTÉTICA Nível Superior Engenheiro Agrônomo Engenheiro Ambiental Engenheiro de Trânsito Farmacêutico Fiscal de Tributos Fisioterapeuta Fonoaudiólogo Médico Clínico Geral Médico Psiquiatra Médico Radiologista Médico Veterinário Nutricionista Psicólogo Psicopedagogo Químico Sanitarista Elaborar e gerenciar projetos referentes a cultivos agrícolas e pastos. Pesquisar. empregando princípios. programas e subprogramas de saúde pública. Gerenciar e avaliar dados sobre o meio ambiente. a compreensão e a análise dos problemas no processo de aprendizagem. integrando suas atividades às da vigilância epidemiológica. Coordenar. em especial no CAPS e/ou Unidade Similar. Efetuar atendimento integral à saúde mental. Administrar o SIFAB . Compor. programar. exercendo fiscalização e empregando outros métodos. orientando e controlando técnicas de utilização de terras. Utilizar métodos de análise. Planejar e executar programas de vigilância sanitária e ambiental. a planejar e executar programas de defesa sanitária. executar e avaliar planos. planejar e executar programas na defesa do meio ambiente. estradas e terrenos adjacentes. Prestar assistência médica psiquiátrica à criança. Executar diagnósticos e intervenção psicopedagógica nos alunos da rede. supervisionar e executar demais atividades qualificadas na área de radiologia. atos no campo da vigilância epidemiológica. PSF e atendimento domiciliar. orientação aos técnicos de RX. Elaborar e gerenciar projetos. realizando estudos. para permitir um perfeito fluxo de veículos e garantir o máximo de segurança para motoristas e pedestres. luz. executar. para possibilitar o controle de qualidade do meio ambiente (água. educacional e do trabalho. proteção. Prestar assistência fonoaudiológica à população nas diversas unidades municipais de saúde. saúde individual e coletiva. métodos e técnicas conhecidas para determinar a composição. bem como elaborar. a produção racional e econômica de alimentos. a equipe de vigilância sanitária e ambiental. propriedades e interações das substâncias e suas reações diante de transformações de temperatura. interpretação de imagens. solo. com o intuito de controlar e evitar os riscos de agravos à saúde.

Desenvolver atividades técnicas de análises clínicas e laboratório. Oferecer suporte técnico ao usuário de microcomputadores. Acompanhar. realizando exames através da manipulação de aparelhos de laboratório e por outros meios. Assistente Técnico de Gestão Técnico Agrícola Técnico em Agrimensura Técnico em Contabilidade Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Laboratório Técnico em Radiologia . e registrando o movimento de exames para fins estatísticos e de controle. Nível Médio Agente Administrativo Assistente de Creche Fiscal de Meio Ambiente Fiscal de Posturas Guarda Municipal Feminino Masculino Secretário de Escola Executar tarefas de apoio administrativo aos trabalhos e projetos das unidades organizacionais do Poder Executivo. Realizar trabalhos em câmara clara classificando películas radiográficas quanto à identificação e qualidade de imagem. Efetuar tarefas de caráter técnico-administrativo relativas à programação. Orientar o pessoal auxiliar quanto às tarefas simples de enfermagem e atendimento ao público. de qualidade e legais. treinar. Operar a câmara escura para revelação de filmes. Executar trabalhos de fiscalização no campo de saneamento e melhoria do meio ambiente. e Executar. Desempenhar procedimentos de cunho administrativo nos estabelecimentos de ensino. a organização do trânsito e segurança de edifícios e logradouros públicos municipais. Pesquisar e analisar informações destinadas a subsidiar o processo operacional e administrativo. avaliar e supervisionar os docentes. Executar atividades docentes na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. Efetuar tarefas de caráter técnico-administrativo relativas à área contábil. executar as de maior complexidade. orientar. sob supervisão. controlando filmes gastos e eventuais perdas. operacionais. Magistério Professor I Professor II Orientador Educacional Orientador Pedagógico Executar atividades docentes nos anos finais do ensino fundamental. Executar. bem como à execução de trabalhos relativos à implementação das grades curriculares e à coordenação de disciplinas. promovendo atividades recreativas e zelando pela higiene. Formular e a executar planos e programas para o desenvolvimento do turismo local. Coordenar. Nível Médio e Especializado Efetuar tarefas de caráter técnico-administrativo relativas ao planejamento. execução e controle de atividades nas áreas de cultivos experimentais e definitivos de plantas diversas.ANEXO I (continuação) DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS CARGO DESCRIÇÃO SINTÉTICA Nível Superior Terapeuta Ocupacional Turismólogo Preparar e executar programas terapêuticos ocupacionais. Realizar exames radiológicos sob a supervisão do Médico Radiologista. encaminhar os exames realizados para o médico radiologista para fins de elaboração de laudo. auxiliando Médicos e Enfermeiros em suas atividades específicas. orientar e supervisionar as atividades nos laboratórios de informática. Planejar trabalhos em geomática e analisar informações e documentos cartográficos. regulamentos e normas concernentes às posturas municipais. Executar levantamentos geodésicos e topohidrográficos. bem como auxiliar na execução de programas de incentivo ao setor agropecuário promovido pela Prefeitura. a elaboração do Orçamento operacional e controlar a sua execução conforme as diretrizes estabelecidas. Subsidiar o Planejamento Estratégico. segurança e saúde das crianças. Acompanhar. na área de orientação pedagógica. Realizar as atividades pertinentes ao universo educacional. Realizar atividades de suporte pedagógico na área de orientação educacional. atividades auxiliares e de apoio à educação. nas creches municipais. orçamentária e patrimonial da Prefeitura. além de executar atividades nas áreas administrativas. sob orientação da equipe técnica da SMED. sob orientação. Realizar análise e controle de indicadores de desempenho operacional. Realizar atividades de suporte pedagógico. Sugerir melhorias nos aspectos estratégicos. bem como à execução de trabalhos relativos à implementação das grades curriculares e à coordenação de disciplinas. Prestar atendimento ao público em geral. Orientar e fiscalizar o cumprimento das leis. Atender pacientes da rede municipal de saúde. carregamento de chassis e reposição de material para as atividades diárias. supervisionar e executar a contabilização financeira.

Entregar documentos. Conduzir paciente para exames e consultas diversos. máquinas pesadas e demais equipamentos eletromecânicos. Auxiliar o Cirurgião Dentista no atendimento a pacientes em consultórios odontológicos da rede municipal que possuam o serviço de odontologia. tarefas braçais simples. carga e descarga de veículos. Executar trabalhos de montagem. equipamentos e ferramentas. Exercer a vigilância de edifícios e logradouros públicos municipais. concreto e revestimentos em geral. Dirigir veículos automotores de transporte de cargas leves e pesadas e de ambulâncias e manter a sua conservação em perfeitas condições de aparência e funcionamento. utilizando pedras ou elementos de concreto prémoldados. roubos e outras anormalidades. pedra. para evitar invasões. que não exijam conhecimentos ou habilidades especiais. de arrumação e de zeladoria nos prédios públicos do Município. vigilância. realizar transporte de paciente em maca ou cadeira de rodas nas unidades de saúde. Checar equipamentos. transporte de materiais de construção. Executar serviços de limpeza predial. processos e outros entre órgãos internos e externos. Realizar serviços de pavimentação. substituição de peças ou partes de veículos leves e pesados. Executar serviços de sepultamento. tais como varrição de ruas. parques e jardins. Auxiliar de Atendimento Auxiliar de Consultório Dentário Auxiliar de Serviços Gerais Calceteiro Coveiro Eletricista Guardião do Rio Mecânico de Autos Merendeiro Motorista Categoria D Operador de Máquinas Pesadas Pedreiro Pintor de Parede Servente de Obras Vigia . sob supervisão. Preparar e distribuir refeições para atender aos programas alimentares conduzidos pela rede municipal de ensino. Realizar outras atividades correlatas à função de cuidados com os usuários das residências terapêuticas. limpeza de ralos. Executar. manutenção e acompanhamento dos usuários de residências terapêuticas. caixas de passagem e bocas-de-lobo. manutenção. Efetuar guarda. cascalho e similares. Realizar serviços de limpeza e higienização dos equipamentos e ambientes das cozinhas e refeitórios escolares.ANEXO I (continuação) DESCRIÇÃO SINTÉTICA DOS CARGOS CARGO DESCRIÇÃO SINTÉTICA Nível Fundamental Completo Realizar serviços de apoio à equipe de enfermagem. Apoiar e executar transporte de móveis. Realizar a regulagem. mexer ou carregar terra. equipamentos e ferramentas. areia. conserto. Realizar atividades de organização. reparo e manutenção preventiva e corretiva de sistemas elétricos. Realizar trabalhos de alvenaria. limpeza e fiscalização de cemitérios. escavar. sob a supervisão da equipe de saúde. Realizar a limpeza dos logradouros públicos. Operar máquinas montadas sobre rodas ou esteiras e providas de implementos auxiliares que servem para nivelar. móveis. Executar trabalhos de preparação e pintura de superfícies diversas. Executar tarefas relativas à manutenção preventiva e corretiva da frota municipal. capina e roçada de terrenos. limpeza e proteção das margens e leitos dos rios que cortam o Município.

Analista em Gestão de RH. Auditor Interno. Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Legislação Municipal Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 Cargos Assistente Social. Engenheiro de Trânsito. Terapeuta Ocupacional. Enfermeiro. Cirurgião Dentista – Clínico Geral. Médico Psiquiatra. Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Legislação do SUS Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 . Médico Radiologista. Químico. Médico Clínico Geral. Médico Veterinário.RJ CONCURSO PÚBLICO . Turismólogo.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .EDITAL No 01/2009 ANEXO II . Contador. Psicólogo. Engenheiro Agrônomo. Cirurgião Dentista – Traumato Bucomaxilofacial. Engenheiro Ambiental. Analista em Tecnologia da Informação. Analista em Gestão Pública. Sanitarista. Fiscal de Tributos. Fonoaudiólogo. Biólogo. Fisioterapeuta.QUADRO DEMONSTRATIVO DAS PROVAS Nível Superior Cargos Analista em Gestão Imobiliária. Nutricionista. Farmacêutico. Bibliotecário.

Técnico em Contabilidade. Professor I – Música. Professor I – Educação Física. Guarda Municipal Feminino e Masculino. Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Aspectos Legais da Política Educacional Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 Nível Médio e Especializado Cargos Agente Administrativo. Fiscal de Meio Ambiente. Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Legislação Municipal Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 . Professor I – Geografia. Técnico em Agrimensura. Orientador Pedagógico. Orientador Educacional. Professor I – História.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Assistente Técnico de Gestão. Professor I – Inglês. Professor I – Matemática. Técnico em Informática. Professor I – Português. Professor II – Educação Infantil e 1º Segmento do Ensino Fundamental. Secretário de Escola. Técnico Agrícola. Assistente de Creche.QUADRO DEMONSTRATIVO DAS PROVAS Magistério Cargos Professor I – Ciências. Professor I – Educação Artística.RJ CONCURSO PÚBLICO .EDITAL No 01/2009 ANEXO II . Psicopedagogo. Fiscal de Posturas.

QUADRO DEMONSTRATIVO DAS PROVAS Nível Médio e Especializado Cargos Disciplina Conhecimentos Técnico-profissionais Técnico em Enfermagem.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Cargo Auxiliar de Atendimento. Calceteiro. em Legislação do SUS Noções de Informática Português Número de Questões 10 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 60 60 60 Nível Fundamental Completo Cargos Disciplina Número de Questões 10 10 10 Valor de cada Questão 10 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 60 50 50 Auxiliar de Consultório Dentário. Auxiliar de Conhecimentos Técnico-profissionais Serviços Gerais. Merendeiro. Matemática Português Disciplina Número de Questões 10 10 Valor de cada Questão 10 10 Mínimo de Pontos Exigido em cada Disciplina 50 50 . Pedreiro. Coveiro. Técnico Laboratório.EDITAL No 01/2009 ANEXO II . Mecânico de Matemática Autos.RJ CONCURSO PÚBLICO . Operador de Máquinas Pesadas. Português Pintor de Parede. Eletricista. Guardião do Rio. Vigia. Motorista Categoria D. Técnico em Radiologia. Servente de Obras.

1997. BRASIL.saude. atualizada. atualizada. impressão etc.).gov. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Morfologia: reconhecimento. em defesa do SUS e de gestão. Participação e Controle Social. Rio de Janeiro: IBAM. separar arquivos em pastas etc. competência e limitações. processos de formação de palavras. Médico Psiquiatra. Direito municipal brasileiro. CUNHA. Fonoaudiólogo. 5. como utilização de fórmulas nas planilhas. PINTO. concordância nominal e verbal. O conceito de interesse local. Disponível em: http://www. José Carlos de. O texto em construção. Cirurgião Dentista . MORAES. mecanismos de coesão textual. Engenheiro de Trânsito. 4. Regulação. Diretrizes para a Gestão do SUS: Descentralização. GARCIA. São Paulo: Malheiros Ed. Windows XP: Noções de trabalho no ambiente Windows. São Paulo: Atlas. 3. Manual do Prefeito. conhecimento das suas funções básicas. Programação Pactuada e Integrada. Rio de Janeiro: Metáfora Ed.saude. CARNEIRO. Auditor Interno. Celso & CINTRA. Psicólogo. Químico e Turismólogo. processos de coordenação e subordinação. como criação e edição de apresentações. WEISSKOPF. Diretrizes do Pacto pela Saúde em 2006 – Consolidação do Sistema Único de Saúde.br/portal/arquivos/pdf/sus_ 3edicao_completo. Diretrizes Operacionais. São Paulo: Publifolha. Carlos. Analista em Gestão de RH. 7. 2008. conhecimento das suas funções básicas. São Paulo: Makron Books. Analista em Tecnologia da Informação. . modificação da fonte. Sanitarista e Terapeuta Ocupacional. Francisco Platão & FIORIN. uso do Windows Explorer e conhecimento de funções do tipo transferir arquivos para disquete. Estilística: o papel das figuras de linguagem na construção do sentido dos textos. São Paulo: Ática. 1999. Participação e Controle Social. Semântica: sentido e emprego dos vocábulos. (coord. SAVIOLI. José Luiz. Excel 2000 (Prático e Fácil). Bibliotecário. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Pactos pela vida. Nutricionista. 4. _______________. RIBEIRO. 3. Enfermeiro. Financiamento. 2004. São Paulo: Makron Books. 3. Cirurgião Dentista . atualizada. Direito constitucional.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . descritivo e argumentativo).org. Contador. Disponível em: http://www. utilização de tabelas. Engenheiro Agrônomo. Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do SUS. Conteúdo. Sistema Único de Saúde – SUS: Princípios. Comunicação e prosa moderna. Gene. Microsoft Word 2000. Farmacêutico. MEIRELLES. 2000. Pontuação. Rio de Janeiro: FGV. Hely Lopes. emprego e sentido das classes gramaticais em textos. padrões gerais de colocação pronominal no português. Regulação. 2000. MS-Word 2000: uso do MS-Word para criação e edição de documentos. Marcos Flávio R.br/doc_diversos/livro_opas. O Poder Legislativo e sua competência. Os servidores públicos: normas constitucionais e legais. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. Othon Moacir. de 22 de fevereiro de 2006. Planejamento. Gramática aplicada da língua portuguesa. emprego de tempos e modos dos verbos em português. Reforma Sanitária. São Paulo: Moderna. 2. 1. Legislação do SUS para os cargos de Assistente Social. pdf.RJ CONCURSO PÚBLICO . O Poder Executivo. A responsabilidade do Poder Executivo. fatores de coerência textual. transitividade e regência de nomes e verbos. 1. 5. O Município e a Federação. Brasília. como formatação de parágrafos. organização interna. Biólogo. Alexandre de. Constituição Federal de 1988. São Paulo: Digerati Books.Clinico Geral. Regionalização. Agostinho Dias. Engenheiro Ambiental. 2006. MS-Excel 2000: uso do MS-Excel para criação e edição de planilhas. mecanismos de flexão dos nomes e dos verbos. Manoel P. 2. GONÇALVES.br/susdeaz ou disponível em: http://portal. Microsoft Windows XP Professional – Guia de Bolso do Administrador. Nova gramática do português contemporâneo. A organização do Município. Analista em Gestão Pública. Fisioterapeuta. A Câmara Municipal. Legislação Municipal para os cargos de Analista em Gestão Imobiliária. São Paulo: Bookman. 1993. As proibições e incompatibilidades aplicáveis aos Vereadores. Planejamento e Programação. etc. Lei Orgânica do Município. STANEK.Traumato Bucomaxilofacial. Médico Radiologista. Noções de Informática para todos os cargos de Nível Superior 1. narrativo. MSPowerPoint 2003: Conhecimento da instalação e uso das funções básicas do MS-PowerPoint. Fiscal de Tributos. diretrizes e regulamentação. Treinamento Prático em Power Point. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. 2. campos semânticos. Sandra Rita B. 2. Avaliação e Auditoria. Médico Veterinário. O SUS de A a Z. Controle. O processo legislativo. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS MINK.conasems. William R. Ministério da Saúde. 1985. 2006.gov. 1999. Lei Complementar nº 326 de 28 de abril de 1997 (Regime jurídico dos servidores do Município). cópia de slides. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AZEREDO. A Lei Orgânica Municipal.EDITAL No 01/2009 ANEXO III NÍVEL SUPERIOR CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS COM NÚCLEO COMUM Português para todos os cargos de Nível Superior 1. trabalho com várias planilhas em um arquivo etc.. 6. 4. Elementos de construção do texto e seu sentido: gênero do texto (literário e não-literário. Para entender o texto: leitura e redação. Lindley. publicado na Portaria/GM nº 399. M. de 5 de abril de 1990. armazenar arquivos no computador. Sintaxe: termos da oração. Médico Clínico Geral.S.pdf ______. Ortografia.

Noções gerais de elementos de projeto e de construção. Jiron. “O que é filosofia da educação”. 247 páginas. informações dos imóveis – boletim cadastral. 1998. Atração e Seleção de talentos: Etapas.gov. Código Tributário Municipal: IPTU – fato gerador. Professor I . Educação e sociedade.História. Escola nova. RAMOS. 1980. 1. Rio de Janeiro: IBAM. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BAHIA. Indivíduo. Gestão do desempenho: Modelos.. Vistorias. 12ª ed. Paulo. controle da construção. 2002. 10. 3. Manual de topografia para prefeituras. 2001.257. (organizado por) ERBA. 2002. 8. emissão de alvará. Orientador Educacional. São Paulo: Moderna. Manual do Fiscal de Obras: (organizado pelo) Instituto Brasileiro de Administração Municipal. all. Parâmetros Curriculares Nacionais. MATUI.785/99. definições. Lourenzo. 12ª ed. SAVIANE. 12. 9. Postura política. processos e estrutura de dados. São Paulo: Cortez. (disponível em http://downloads. 2.Educação Física. 4.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .pdf). Código Civil – Lei 10. Desenvolvimento de pessoas na era do conhecimento: Processos e programas de aprendizagem organizacional. 3. Didática: Elemento articulador entre pedagogia e prática docente.. Construtismo – teoria construtiva sóciohistórica aplicada do ensino. base de cálculo. Noções gerais de desenho topográfico e levantamentos expeditos: plantas e convenções topográficas e cartográficas. Professor I . ANALISTA EM GESTÃO DE RH 1. trabalho e organizações: Clima e cultura Organizacional. LUCKESI. Brasília: Caixa Econômica Federal e Rio de Janeiro: IBAM. Papel dos gestores.Português. 6. Rio de Janeiro. Hely L.406/02. Legislação Federal: Constituição Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional o – Lei n 9394/96. Olegário.caixa. Dermeval. Gestão do conhecimento e de competências: Principais conceitos.Inglês. 8. princípios. 34ª ed. MEIRELLES. 3. Legislação Municipal: Código Tributário Municipal Lei 379 e Plano Diretor Municipal. 2.Música. Métodos e técnicas. Sujeito da práxis pedagógica: Educador e educando. Romay: Cartilha de Cadastro Técnico Multifinalitário (O que é preciso saber sobre). São Paulo: Editora Nacional. OLIVEIRA. Filosofia da educação. base de cálculo.htm Aspectos Legais da Política Educacional para os cargos de Professor I . Trabalho e estresse. Aprendizagem e evolução em grupo. aprovação de projeto. Tendências pedagógicas na prática escolar. contribuintes. condições gerais. o papel do Município. Avaliação de cargos. Professor I . 3ª ed. Dinâmica dos grupos e os processos grupais: Trabalho em equipe. Professor I Educação Artística. 91 páginas. 7. condomínio e posse. 4. 1996. Direito Urbanístico: parcelamento. Professor I . Campinas: Editora Autores Associados. Filosofia da educação. 2. alíquotas.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Os manuais e textos poderão ser encontrados no site da biblioteca virtual do Ministério da Saúde através do endereço eletrônico htpp://dtr2001. Escola como instância mediadora da pedagogia. A lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394/96. Gestão da Remuneração: Análise e descrição de cargos. 11.br/_arquivos/desenvol vimento_urbano/gestao/INSTRUMENTO_POLITI CO_FISCAL_URBANO. Professor I . 2ª ed. 1994. 5. Modelo para Elaboração de Códigos de Obras e Edificações. Direito Civil: Bens imóveis. Escola e democracia. Afonso. Limitações. São Paulo: Editora Moderna. Maria Lúcia Arruda. 8. Elucidações conceituais e procedimentos metodológicos. Fatores motivacionais.Matemática. irregularidades da construção. Cipriano. 2005. Orientador Pedagógico e Psicopedagogo. emissão de habite-se.Ciências. Fabrício & LIMA Jr. direito de propriedade. 183 páginas. 2002. Perícias e Avaliação: Objetivos. Parâmetros Curriculares Nacionais. Cipriano. Cadastro Técnico Multifinalitário: conceitos.br/bvs/pub_assunto/ate ncao_bas.PDF). fato gerador. CHIRALDELLI. São Paulo: Malheiros editores.Geografia. 7. Rio de Janeiro: DP e A Editora. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ARANHA. Avaliação da aprendizagem escolar. Sérgio R. Estatuto da Cidade – Lei 10. Brasília. 180 páginas. BRASIL. Autonomia e competência do Município. NÍVEL SUPERIOR CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS ANALISTA EM GESTÃO IMOBILIÁRIA 1.caixa. 6. contribuintes. 2007. Professor I .saude. Lei Federal de Parcelamento – Lei 9. GARCIA. 1996. ______. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico.gov. Direito de construir. 6. 4. 7. uso e ocupação do solo. Professor I . Rio de Janeiro: IBAM/PROCEL. 5. História da educação e da pedagogia. Processo Motivacional: Principais teorias.br/_arquivos/desenvol vimento_urbano/gestao/CARTILHA_DE_CADAS TRO_TECNICO_MULTIFINALITARIO_2007. Professor II . 1997. ITBI – . Estatuto da Cidade. Filosofia do cotidiano escolar. São Paulo: Cortez. Pedro.Educação Infantil e 1º Segmento do Ensino Fundamental. Cadastro Técnico Multifinalitário como Instrumento de Política Urbana. Direito de Construir: Fundamento. Organizações de aprendizagem. domínio. (disponível em http://downloads. alíquotas. 292 páginas.gov. ______. 1983.NBR 5676: Avaliação de Imóveis Urbanos. 1973. LUZURIAGA. 5. Fontes. Filosofia e educação.RJ CONCURSO PÚBLICO . et. Métodos de avaliação.

Regina Lúcia. coordenação: Adriane Monteiro Cavalieri Barbosa. métodos de autenticação. qualidade. Brasília. São Paulo. Rio de Janeiro: Axcel Books. debate contemporâneo. Ari et alli. Idalberto. Antony F. A Bíblia da Intranet. o profissional contemporâneo. Maria Ester. São Paulo: Atlas. Planejamento e orçamento: visão sistêmica da Administração. 3. Lei de Diretrizes Orçamentárias: Manual de Elaboração. 1997. Vera Lúcia de. 2001. Vírus. restrições e articulação entre os instrumentos. Dinâmica de Grupo – Teorias e Sistemas. Ivan Barbosa & BOTTINO. IASI. conceitos e políticas de segurança da informação. Rodolfo C. 6.). Marcos Flávio R. Rio de Janeiro: Qualitymark. Características. Gestão de Desempenho. Coleção Biblioteca Básica de Serviço Social. Edital. Rio de Janeiro: Editora FGV. política de prevenção de vírus. Volume 4. Izaias.EDITAL No 01/2009 ANEXO III SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CHIAVENATO. ASSISTENTE SOCIAL 1. Lynn M. 2000. Administração de Rede: conhecimento de sistemas operacionais de rede (Windows 2000 e Linux). 2ª Ed. NORTHCUTT. Al. São Paulo: Cortez. STATO FILHO. 2. naquilo que for pertinente aos Municípios. Plano Plurianual: Manual de Elaboração. Florianópolis: Visual Books. 4. Legislação social: direitos sociais na atual conjuntura brasileira. espaços sócio-ocupacionais. Habilitação. FEINSTEIN. Aplicação Prática de Gestão de Pessoas por Competências. investigação. prazos. Vainer. MPOG/BNDES * Observar toda a legislação aplicável aos temas. 2ª edição. 2.4ª edição. 1997. 2002. condicionantes. André. Rio de Janeiro: Campus. STARLIN. Idalberto. Estado e Políticas Sociais: Concepções teóricas e desenvolvimento histórico no Brasil. Comentários à lei das licitações e contratações da administração pública.. MOSCOVICI. Manual prático das licitações. A Quinta Disciplina. Fernando. Rio de Janeiro: Revan. (Org. Habilidades e Competências do Gestor Público: divisão do trabalho. Microsoft Windows 2000 Server – Curso Completo. Gerenciamento de Projetos: visão integradora. R. Ética: fundamentos sóciohistóricos. protocolos de comunicação.M. SERVATI. Política Social: fundamentos e história. Marco Tullio. ANALISTA EM GESTÃO PÚBLICA 1. 2000. MPOG/BNDES. Gestão Pública por Resultados: quando o Estado se compromete. Irene B. 2005. . especialização. Jessé Torres. Fernando C. RIGOLIN.RJ CONCURSO PÚBLICO . PEREIRA JÚNIOR. 3. 5. (coord. P. 4. 2007. MATTOS. ética profissional. serviços de gerenciamento. São Paulo: Saraiva. Maria Lúcia S. 6. 2007. criptografia etc. Ari et alli. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA): elementos. integração voz-dados (VoIP) etc. Gorki e ALCANTARA. Manual do Prefeito. Lenny et al. Desenvolvimento Interpessoal. Rio de Janeiro: Alta Books. ZIMPECK. LEME. Sylvie. Rio de Janeiro: Editora FGV. ALVEZ. Fundação Getúlio Vargas. SARDINHA. 6ª Ed. FREITAS. São Paulo: Cortez. Maria Ester de. desafios éticos e políticos. Rio de Janeiro: Makron Books.. Recursos Humanos. Administração de Salários. Beverly Glen. 2001. Editora Campus. 3. Vainer. Ken. Dispensa e inexigibilidade. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: IBAM. SENGE. Estado. 2005. custos. Desenvolvendo Competências Consistentes.DF. noções sobre normas de cabeamento etc. Coleção Biblioteca Básica de Serviço Social. DEJOURS. – Rio de Janeiro – Qualitymark. São Paulo: Atlas. regulamentação e demandas à profissão. A questão do Imaginário e a fronteira entre a cultura organizacional e a psicanálise. Recursos administrativos. Como se tornar um profissional em gerenciamento de projetos. Vida Psíquica e Organização. 2002. BREMMER. Best Seller. ENAP. A questão social no contexto da globalização e da reestruturação produtiva. TCP/IP – Internet: protocolos e tecnologias.). Princípios. prestação de serviços. Stephen. In: MOTTA. Classificação. São Paulo: Atlas. Fases da licitação. Adjudicação. MINICUCCI. intervenção. Rio de Janeiro. Sylvia Constant. Prestes. Gestão de Pessoas. e BOSCHETTI. E. gerenciamento por resultados e políticas públicas. Serviço Social e Realidade Brasileira: Trajetória histórica. Rio de Janeiro: Alta Books. 2002. Desenvolvendo Segurança em Redes. cidadania e direitos. TROSA.. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARROCO. 5. Licitação: Conceito. Vainer. Rio de Janeiro: Renovar. as funções gerenciais. GREEN. Volume 2. Agostinho. Paul C. 7ª Ed. Rio de Janeiro: José Olympio. Supervisão: Paul Campbell Dinsmore. Ari et alli. 1990 SOUZA. Rio de Janeiro: Qualitymark. ANALISTA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1. topologia de rede. 1987. Anulação e revogação. Plano Plurianual (PPA). A banalização da injustiça social. Segurança de Dados: procedimentos de backup. ZELTGER. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CHIAVENATO. Concepção de Seguridade Social: Ênfase na gestão e execução da política de assistência social. Modalidades. Rogério. I. sistematização e avaliação. FREITAS. Planejamento e trabalho profissional: Objetivos. Pop-up & Spyware. MPOG/BNDES. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALBUQUERQUE. incerteza e risco. 2005 152 p – (Gestão de Pessoas) VERGARA. Contratos Administrativos: Conceito. Internet e Intranet: noções dos serviços disponíveis. 1998. BEHRING. Christophe. GONÇALVES. Introdução Geral da Administração. Fela. Lei Orçamentária Anual: Manual de Elaboração. 7.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . 2008. Domínio Linux – do básico a servidores. 2.. Faça de Tudo para Combater Spam.

Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. 07/12/1993). sua integração social. 2006. e dá outras providências.853. 3. PEREIRA.) Serviço Social e Saúde: formação e trabalho profissional. 2008. de 21 de agosto de 2006. de 15/07/2005. São Paulo: Cortez. 2006.CORDE -. 2004. 2. Contabilidade Pública: Subsistemas da contabilidade pública: objetivo e classificação. BRASIL. de 7 de junho de 1993. Serviço Social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. (Lei n. Organização do Estado. IAMAMOTO. São Paulo: Cortez. __________ Lei nº 11. sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência . de 26/12/2006 e publicada no DOU de 26/12/2006. Brasília: CFESS. __________ Lei nº 10. no exercício profissional do assistente social. voltadas para a gestão fiscal – Lei Complementar 101/2000. São Paulo: Cortez.340. Estabelece normas vedando condutas discriminatórias ou preconceituosas. Bens públicos: conceito e classificação dos bens públicos. 2004. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. __________ MDS/CNAS Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único da Assistência Social (NOB-RH/SUAS). (Lei n. 2004. P.) Política Social no Capitalismo: tendências contemporâneas. Finalidade do Estado. SPOSATI. . Cargo.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Ana Elizabete (Org. de 03 de junho de 2006.) O mito da assistência social – ensaios sobre Estado.741. Potyara A. MOTA. de 15/10/2004 e publicada no DOU de 28/10/2004. A competência do Município. autárquicas. 1998. Política e Sociedade. Agentes públicos. de controle e de fiscalização. Brasília: MDS. 2005. 2008. (várias edições) __________ Estatuto da Criança e do Adolescente. elementos e poderes.) Política Social. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Subsistemas orçamentário. __________ Lei no 7. Família e Juventude. __________ MDS/CNAS Norma Operacional Básica (NOB) / Sistema Único da Assistência Social (SUAS). “Como conjugar especificidade e intersetorialidade na concepção e implementação da política de assistência social”. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher. 1993. Noções de Contrato administrativo: conceito. Serviços e obras públicas: conceito e formas de execução. São Paulo / Brasília: Cortez / CFESS. Gestão Fiscal: normas de finanças públicas. emprego e função. SALES. Brasília: CFESS. CFESS Código de Ética Profissional do Assistente Social. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências. __________ Lei Orgânica da Assistência Social. de 29 de setembro de 2008. Aldaíza “Especificidade e intersetorialidade da política de assistência social”. 226 da Constituição Federal. 1996. Aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social sob a forma de Resolução nº 130. financeiro. BOSCHETTI. disciplina a atuação do Ministério Público.RJ CONCURSO PÚBLICO . OMS. 2004. altera o Código de Processo Penal. I. Alienação dos bens públicos. 2009. Entidades estatais. de 07 de agosto de 2006. In: Revista Serviço Social e Sociedade (77). _________ Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Assistência Social. Trabalho e Questão Social. Mione Apolinário et alli (Orgs. _________ Serviço Social em Tempo de Capital Fetiche: Capital financeiro. Ana Elizabete et alli (Orgs. institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos ou difusos dessas pessoas. Município: conceituação do Município brasileiro. et alli (Orgs. Entidades políticas e administrativas. Dilséa Adeodata et al. 13/07/1990) __________ Lei nº 8. Construindo as bases para a implantação do Sistema Única de Assistência Social. finalidade e modalidades de licitação. AUDITOR INTERNO 1. Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência. São Paulo: Cortez. define crimes. _________ Resolução nº 533. nos termos do § 8o do art. e dá outras providências. Regulamentação a Supervisão Direta de Estágio no Serviço Social. 2007. In: Revista Serviço Social e Sociedade (77). _________ Resolução nº 493.098. regulamentando princípio inscrito no Código de Ética Profissional. Constituição da República Federativa do Brasil. __________ MDS/CNAS Política Nacional de Assistência Social (PNAS).EDITAL No 01/2009 ANEXO III BONETTI. 2003. Aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social sob a forma de Resolução nº 145. Servidores públicos: conceito. Serviço Social e Ética: convite a uma nova práxis. MOTA. Licitação: conceito. 1988. Marilda V. Brasília: CFESS. 2006. Aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social sob a forma de Resolução nº 269. São Paulo: Cortez. 8069. Série Trabalho e Projeto Profissional nas Políticas Sociais (1). e dá outras providências. Direito Administrativo: Estado: conceito.662. __________ Lei nº 10. fundacionais e paraestatais. São Paulo: Cortez. 2008. Uma questão de direitos. Brasília: CFESS. Ministério da Saúde. 8742. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. _______ Resolução n° 489. ABEPSS. São Paulo: Cortez. de 19 de dezembro de 2000. Brasília: MDS. OPAS. tipos e cláusulas essenciais. São Paulo: Cortez. Dispõe sobre as condições éticas e técnicas do exercício profissional do assistente social. Brasília: MDS. o Código Penal e a Lei de Execução Penal. de 24 de outubro de 1989. Câmara Municipal: funções legislativa. por orientação e expressão sexual por pessoas do mesmo sexo. de 1º de outubro de 2003. da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir.

visando ao controle e fiscalização dos atos administrativos que especifica”. DI PIETRO. DF: Briquet de Lemos/Livros. Controles Interno e Externo: conceitos. Maria G. rev. Preparado sob a direção do Joint Steering Committee for Revision of AACR. Entidades Fiscalizadoras: funções. aspectos fundamentais. 8. Normas sobre documentação. W. Auditoria Interna segundo o IIA (Institute of Internal Auditors). Lei Federal n˚8. W. 10. São Paulo. correlação entre as informações obtidas e observação das atividades. Testes de Auditoria. Serviço de Referência. Classificação: estrutura e sistemas. Eventos e transações subseqüentes. entrevista. Materialidade. 1989-2007. natureza jurídica e eficácia das decisões. International Organization of Supreme Audit Institutions. DF: IBICT. Achados e Evidências de Auditoria. de 5 de agosto de 2009 Secretaria do Tesouro Nacional. ANDRADE. corr. São Paulo: Atlas. segregação de funções. Riscos de Auditoria e Carta de Responsabilidade da Administração. C. São Paulo: Atlas. 16 e 17 da Lei no 4. Determinação de escopo. BIBLIOTECÁRIO 1. do Distrito Federal e dos Municípios”. ed. observação. instrumentos de controle. de1º de agosto de 1990. Tipos de auditoria: auditoria de conformidade. risco e relevância. sob a jurisdição do Tribunal de Contas. e ampl. C. 10. dos Estados. Helio. Planejamento de Auditoria. revisão analítica. Indexação. análise de contas contábeis. 2. com as alterações efetuadas pela DELIBERAÇÃO Nº 251. patrimonial e demonstração das variações patrimoniais. M. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. ________. de. circularização. Papéis de trabalho. 70 a 74 da Constituição Federal). 4. 5. “Estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras. e MACHADO. Peças e conteúdo do processo de contas. de 21 de junho de 1993. R. financeiro. alienações e locações no âmbito dos Poderes da União. sob a jurisdição do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e documentação. Constituição Federal de 1988.”. Direito administrativo. supervisão. LANCASTER. 11. Governança no setor público: papel e importância. Atividades preliminares. ed. BARBALHO. MENOU. DF: Briquet de Lemos/Livros. de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). Fraude e Erro. A. conferência de cálculos. 2. PETER. Normas para o exercício profissional da auditoria. 2. conciliações. Código de Ética e Normas de Auditoria da INTOSAI. LEI COMPLEMENTAR Nº 63. Atlas. Lei Complementar no 101. de 16 de dezembro de 2008. C. V. 4. Execução da auditoria: técnicas e procedimentos.RJ CONCURSO PÚBLICO . B. D. 3. ed. 6. M. 13. definição de responsabilidade e autoridade. Organização e Administração de Bibliotecas. S. auditoria de demonstrações contábeis. 2.EDITAL No 01/2009 ANEXO III patrimonial e de compensação. Relatório resumido da execução orçamentária e relatório de gestão fiscal: regulamentação e composição segundo a Lei Complementar 101/2000 e a Portaria nº 462. Contabilidade pública: teoria e prática. 2001. São Paulo: Atlas. Análise e interpretação dos resultados orçamentário. 1995. V. patrimonial e financeiro. Indexação e resumos: teoria e prática. serviços (inclusive de publicidade). sistemas de controle da Administração Pública Brasileira (art. e aum. GROGAN. ed. 1994. Representação descritiva do documento: catalogação.666. ver. 2005. Normalização: Normas Brasileiras de Documentação (ABNT). atividades de detecção de fraudes.de 18 de dezembro de 2007. controle. BERAQUET. 2001. Domingos Poubel. Lei Orgânica Municipal. auditoria de sistemas contábeis e financeiros informatizados. princípios. S.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Código de Catalogação Anglo-Americano. Tradução para a língua portuguesa sob a responsabilidade da FEBAB. inspeção física. 6. Aquisição de materiais de informação. Brasília. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Maria Sylvia Zanella. DF: Briquet de Lemos/Livros. “estabelece normas a serem observadas pelos órgãos entidades municipais da Administração Pública Direta e Indireta de qualquer dos Poderes. Lino Martins da. Normas a serem observadas pelos órgãos entidades municipais da Administração Pública Direta e Indireta de qualquer dos Poderes. Auditoria e Controle Interno na Administração Pública. Exame e avaliação do Controle Interno. 2002. 1996. ed.320/64. . Auditoria Governamental segundo o INTOSAI (International Organization of Supreme Audit Institutions). São Paulo: FEBAB. KOHAMA. bibliográfico. Planejamento estratégico para unidades de informação. balanços orçamentário. Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. Marcus V. GUINCHAT. Rio de Janeiro. Procedimentos em processos de tomadas de contas e de prestações de contas da administração pública. Importância da amostragem estatística em auditoria. Demonstrações contábeis de entidades governamentais: quadros demonstrativos constantes dos anexos 1. SILVA. Brasília. São Paulo: Atlas. D. _______. compras. F. Brasília. 7. “Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências”. 8. VERGUEIRO. Brasília. auditoria operacional e avaliação de programas de governo (auditoria de resultados). ed. Auditoria: Auditoria Interna e Externa. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. _______. CASTRO. “Dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro e dá outras providências. DELIBERAÇÃO Nº 245. A prática do serviço de referência. BRASIL. DF: Briquet de Lemos/Livros. 2004. São Paulo: Polis: Associação Paulista de Bibliotecários. Manual de Auditoria Governamental. Programas de Auditoria. exame documental. Brasília. M. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA. Plano de Auditoria baseado em riscos. 9. Comunicação de resultados: relatórios de auditoria e pareceres. ISBN e ISSN.

2. David Pereira. 1ª ed. EDUCS 1ª edição. Técnicas em citologia e cultura de tecidos. Brad W. C. Promoção de Saúde Oral: Conceitos de saúde e estratégias nos níveis coletivo e individual.EDITAL No 01/2009 ANEXO III 1994. São Paulo: Ed Santos. 2000. 8ª ed São Paulo: Artes Médicas. 4ª ed. 2001. Patologia bucal. J. Arthur. Jan. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Princípios da Hematologia Clínica. Terapêutica medicamentosa: Analgésicos. 6. 2000. 11. Maria Alice. Helio P. vasos e nervos. 17. 2005. ODUM. Embriologia Médica. Reciclagem e sua História . Genética. HARPER. LOPES. Microscopia. antibióticos e ansiolíticos. 7. Imunologia. SP: 6ª edição. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANDRADE. GUIMARÃES. 9. Eugene P. 1985. MOTTA. Ed. 2004. Embriologia Médica/Langman. 2001. anatomia aplicada à .PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . RODWELL e MAYES. 3. NEVES. LINDHE. VERGUEIRO. Ed. 2005. Ed. 2002. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. PINTO. Outros Estudos em Zoologia . Adolph. Stanley F. Fio Cruz 1ª edição. et al. Tradução Edson Jorge Lima Moreira. QUINN. Interciência 2ª edição. 1976. Odontologia Integrada – Atualização Multidisciplinar para o clínico e o Especialista. GARCIA. A. Saúde Bucal Coletiva. Guanabara 3ª edição. 2000. Biologia e Técnica. Christine L. Endodontia. 4. 13. Comunicação e Regulação Geral do Organismo. Antonio Salazar e cols. 2002. Fisiologia Vegetal. Carneiro Junqueira. Traumatismo dental. Cabeçalhos para entidades coletivas. Preparação de lâminas. Niterói: Intertexto. Biossegurança e controle de infecção no consultório dentário. T. Biologia Celular e Molecular. Brasília. 8. Caminhos da polpa. KALIKS. vascularização e drenagem venosa da cabeça e pescoço. Guanabara Koogan 9ª edição. soluções e complicações. 2. Dentistica: Princípios gerais do preparo cavitário: técnica operatória e restauradora. 15. PRADO. R. ANDREASEN. 8. 2003. Ed. Auro del. et al. Bioquímica Clínica. Ed. Nacional. M. 4ª ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.. DE ROBERTIS. Terapêutica medicamentosa em Odontologia. Guanabara Koogan 6ª edição. W. SOTORER. 2003. Rio de Janeiro: Mosby. 10. Citogenética. Ed. Fundação Calouste Benkian. Anatomia: Ossos do crânio. CIRURGIÃO DENTISTA – Traumato Bucomaxilofacial 1. 2ª ed . Rio de Janeiro: Medsi. Manual de anestesia local. 7. Introdução à teoria de classificação. Harry. CIRURGIÃO DENTISTA – Clínico Geral 1. Higiene e Saúde Pública e Ecologia. Odontologia Restauradora Fundamentos e Possibilidades. Atheneu 2ª edição. GRIPP. Atheneu(São Paulo S. D. Rio de Janeiro: Interciência./ et al. M. Proteínas e Enzimas 14. H. 2007. Anatomia da Cabeça e Pescoço: Osteologia. Jan. KANAAN. 5. nervos cranianos. Lixo.W. GUYTON. anti-inflamatórios. Materiais odontológicos restauradores: indicações e técnicas de uso. Manual de Condutas . São Paulo: Santos. MARELL/JONH/KROTOSKI. SICHER. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 2. Fundamentos da Ecologia. Ed. Ed.RJ CONCURSO PÚBLICO . MENDES. 11. Radiologia: Técnicas. José F. 16. indicações e complicações. ed. Biossegurança e controle de infecção cruzada em consultórios. 1983. ET alli. BURNS. Patologia Oral e Maxilafacial. Victor G. M. 3. E. 2008. Richard C. Atheneu 4ª edição. Bioquímica básica e Biomoléculas. 2003. S. PETERSON. Meios de cultura. 18. A. 6. 2000. 1995. Rio de Janeiro: Ed Medsi. 1991. T. 1999 MALAMED.A) 2ª edição. 2005 MINISTÉRIO DA SAÚDE. 1982.Princípios e Interpretações. FONSECA. NEVILLE. músculos da cabeça e pescoço. Larry J. 9. CARNEIRO. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BORGES. 2000. Lisboa 6ª edição. 2000. Queiroz. Parasitologia Humana. Ed. 3ª ed. OSÓRIO e ROBINSON. Anatomia oral. Ed. O. Terra Salim. Sidney. Rafael. Ed. rev. 12. 10. R. COHEN.Vol 3. Controle de infecções e a prática odontológica em tempos de AIDS. LUTZ. Cárie Dentária: Etiologia. Bases da Biologia Celular e Molecular. 2006. Semiologia das lesões de mucosa bucal e exames complementares. Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea. Ed. 7ª ed . DF: Briquet de Lemos/Livros. Tratamento das urgências e emergências em odontologia.Guia Para as Prefeituras Brasileiras. ed. 2001. Ed. Bioquímica Clínica Para o Laboratório . Rio de Janeiro: Interciência. Tratado de periodontia clínica e implantologia oral. 12. Ed. 3 v. THOMPSON. miologia. 2007. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Ed. 5. et al. métodos de prevenção e controle. Parasitologia Dinâmica. Coleta e conservação de amostras. Corantes. Ed. Anestesia Local: Técnicas. Atheneu 1ª edição.S. São Paulo: Editora Artes Médicas Ltda. BARATIERI. 2006. São Paulo: Ed Santos. Luiz N. Manual de Traumatismo dental. J. Maria Regina. THOMPSON. 1988. Manole 1ª edição. Valter T. Guanabara Koogan. 13. Ed. 2. Manual de Química Fisiológica. Genética Médica. PIEDADE. Genética Humana. Organização e administração de bibliotecas. SADLE. Atheneu.W. 2001. Citologia. Metabolismo e regulação da Utilização de Energia. Parasitologia Médica. Zoologia Geral. Guanabara. 4. Artmed 2ª edição. 1ª ed. Anatomia e histoFisiologia Humana. 2003. GIGLIO. Jayro Jr. Brasília-DF. Stephen. São Paulo: T. LANGMAN. de A. JUNIOR. 5ª ed. BIÓLOGO 1. Wanice Miriam. 2001. Fisiologia Humana.1983.

3. Patologia oral e maxilofacial. . conforme a Lei no 4. farmacologia dos vasoconstrictores. restos a pagar. Lei de Diretrizes Orçamentárias: conceito. PETERSON. Classificação institucional. Relatório resumido da execução orçamentária e relatório de gestão fiscal: regulamentação e composição segundo a Lei Complementar 101/2000 e a Portaria nº 462. cistos e tumores odontogênicos e não-odontogênicos. de 4 de maio de 2001. C. Regime contábil: classificação. Elaboração da proposta orçamentária: conteúdo. C. Controle Governamental: Conceito de controle. financeiro.. F.. J. F. Dívida Pública: conceito e classificação. E.. J. financeiro.320/64 e a Lei Complementar 101/2000. G. neoplasias malignas. Cirurgia das fraturas faciais. Cirurgia Bucal. SICHER. Despesa Pública: conceito. Receita extra-orçamentária: definição. 2000. Despesa extra-orçamentária: definição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. empenho. patrimonial e de compensação. FAZIO. B. G. Regime de caixa e de competência. vetos e rejeição à proposta orçamentária. A função da contabilidade na Administração Pública. serviços da dívida a pagar e débitos de tesouraria. Dívida Fundada: operações de crédito: definição. Aprovação da Lei de Orçamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. YAGIELA. biotransformação e eliminação dos medicamentos. DAMM. 7. 875p. Aspectos político. Execução orçamentária da receita: programação financeira. B. 1994. 6. A classificação da receita de acordo com Portaria Interministerial STN/SOF nº 163. exodontia. 8ed.. casos de despesa extra-orçamentária e contabilização. 11. Classificação da despesa. 2001.. Planejamento Governamental: Conceito de planejamento. licitação. Subsistemas da contabilidade pública: objetivo e classificação. Analgésicos. A. Conceitos.320/64. casos de receita extraorçamentária e contabilização. 1999. 497p. manifestações orais de doenças sistêmicas. Anatomia Oral. Cirurgia: Pré e pós operatório. Fiscalização dos atos da Administração pelo Poder Legislativo. infecções bacterianas. ansiolíticos. CONTADOR 1. Adiantamentos: conceito e contabilização. de 5 de agosto de 2009 Secretaria do Tesouro Nacional. Lei Orgânica Municipal. 10. Contemporary Oral and Maxilofacial surgery. E. inscrição e cobrança. diagnóstico e tratamento das fraturas faciais. Constituição Federal de 1988. forma e competência. M. Subsistemas orçamentário. Contabilidade Pública: conceito. D. Plano Plurianual: conceito. Tipos e formas de controle. dentes inclusos. 360p. 4ed. Base legal do planejamento governamental.. Dívida Ativa: conceito. Receita Pública: conceito.320/64. Contabilização. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. TUCKER. NEVILLE. alterações pulpares e periapicais. 1995. Metas Fiscais e Riscos Fiscais. HUPP. 279p. Controle da execução da despesa orçamentária: contabilização dos estágios de realização da despesa orçamentária.. regulamentação e contabilização. patrimonial e demonstração das variações patrimoniais.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . S. NEIDLE. SONIS. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. hemorragia e hemostasia. M. EPKER. DOWN. diagnóstico e tratamento das infecções odontogênicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Exercício financeiro: definição. antiinflamatórios. 4. Exercício financeiro das entidades governamentais. E. P. planos que compõem o sistema orçamentário brasileiro atual. Conteúdo do Orçamento-programa: quadros que o integram e acompanham. traumatismo dento-alveolar. patologia das glândulas salivares. Princípios orçamentários. apuração. Farmacologia: Administração. Mosby. III. ALLEN. R. traumatismo de tecidos moles. PAJAROLA. 717p. Porto Alegre: Artmed. cirurgia ortognática. articulação temporomandibular. Formas de gestão dos recursos financeiros. Aplicação dos princípios fundamentais de contabilidade na área pública. Atribuições dos Tribunais de Contas. F. votação e aprovação: encaminhamento da proposta ao Poder Legislativo. Sistema Orçamentário Brasileiro. H. jurídico. Farmacologia e Terapêutica para dentistas. anatomia aplicada à anestesia local.. 2 ed. C. cirurgia pré-protética. FANG. complicações bucossinusais. Reconhecimento das receitas e despesas públicas.. A classificação da despesa conforme a Lei no 4. 4 ed. N. Classificação econômica. J. Dentofacial Deformities – Integrated orthodontic and surgical correction – Volume II. Classificações Orçamentárias. 2000. Medicina Oral. 8. complicações locais e sistêmicas. BRASIL. L. 2. a Portaria no 42/99 e a Portaria no 163/2001. lançamento. L. 2 ed. P. Patologia: Alterações de desenvolvimento da região maxilofacial. externo e integrado. BOUQUOT. objetivo e conteúdo. Orçamento Anual: conceito de Orçamento Público. virais e micóticas. Gestão por fundos especiais regulamentados: conceito. regulamentação e contabilização.RJ CONCURSO PÚBLICO . Ater Médicas. Classificação funcional-programática. econômico e financeiro do Orçamento. A.. S. 16 e 17 da Lei no 4. Dívida Flutuante: consignações. Controle da execução da receita orçamentária: contabilização dos estágios de realização da receita orçamentária. antibióticos. Emendas. patrimonial e financeiro. 376p. SAILER. Execução orçamentária da despesa: programação financeira. balanços orçamentário. STELLA. Demonstrações contábeis de entidades governamentais: quadros demonstrativos constantes dos anexos 1. L. classificação. ELLIS.EDITAL No 01/2009 ANEXO III propagação das infecções odontogênicas. DUBRUL. liquidação e pagamento. 705p. Processo Orçamentário. Definições e contabilizações. 5. D. Plano de Governo: conceito. Anestesiologia: Técnicas anestésicas de maxila e mandíbula. 1183p. FISH. 9. 4ed. 1998. MALAMED. W. 388p. Mosby: 2003. R. J. Classificação da receita por categorias econômicas: as fontes de receita do Estado. retenções. NATVIG.. Gestão por caixa único: definição. 2.. 1991. classificação. desordens hematológicas e ósseas. farmacologia dos anestésicos locais. hiperplasias e neoplasias benignas. arrecadação e recolhimento.. Princípio de unidade de tesouraria. Análise e interpretação dos resultados orçamentário. J. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS DINGMAN. absorção. Controle interno. São Paulo: Santos. objetivo e conteúdo. Manual de Anestesia Local. T. O. cirurgia da articulação têmporomandibular. Discussão.

A. Rio de Janeiro: IBAM. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada . distúrbios clínicos e cirúrgicos. N. cuidados de enfermagem ao recém-nascido. a DAKER. esterilização e acondicionamento de materiais hospitalares. Viçosa. do adulto. Imprensa Universitária. Heraldo da Costa. epidemiologia. Portaria Conjunta STN/SOF nº 3. 8. Ministério da Saúde. Portaria Interministerial nº 325. registro de enfermagem. programas especiais de saúde voltados à assistência da criança. Secretaria de Atenção à Saúde. reviso técnica Sônia Regina de Souza. 3. de 4 de maio de 2001. SILVA. 3. Departamento de Atenção Básica. ética de enfermagem e legislação do exercício profissional. Secretaria do Tesouro Nacional e Secretaria de Orçamento Federal. Estados. _______. Brasília: Ministério da Saúde. ed. ______ Ministério da Saúde. Orçamento e Gestão. 2005. 2. Secretaria de Atenção à Saúde. de 14 de outubro de 2008. Secretaria de Vigilância em Saúde. e dá outras providências”.”. que dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. 8. José Teixeira. a BRADY. Secretaria de Atenção à Saúde. Mecanização.. Secretaria de Vigilância em Saúde. 14. Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento. _______. Ministério da Fazenda. 1998.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .RJ CONCURSO PÚBLICO . 2000/2001. Manual de Irrigação. 5 ed. 10. CAMARGO. 2008. de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). S. São Paulo: Atlas. intervenções de enfermagem no preparo. 2008. “Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. Livraria Freitas Bastos S. Departamento de Atenção Básica. Orçamento público. Irrigação e Drenagem.. “Aprova os Manuais de Receita Nacional e de Despesa Nacional e dá outras providências. Aproveitamento de microcentrais hidrelétricas no meio rural. 6 ed. Secretaria de Atenção à Saúde. Natureza e propriedades dos Solos. 2. Tecnologia dos Produtos Agropecuários. do adolescente. Distrito Federal e Municípios.320/64 comentada. Fundamentos de Enfermagem: Conhecimentos técnico-científicos para execução de procedimentos de enfermagem. Tecnologia de Produtos Agropecuários. Saúde Pública: Política nacional de saúde. Armazenamento e Processamento de Produtos Agrícolas. Rio de . MACHADO Jr. atenção primária em saúde. Aplicações de Biodigestores no meio rural. Distrito Federal e Municípios. 7. KOHAMA. Orçamento e Gestão. e dá outras providências”. organização e armazenamento de recursos materiais. James. v.7. consulta de enfermagem. 2006. indicadores de saúde. R. – Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento.. – Brasília: Ministério da Saúde. ______. Departamento de Atenção Básica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde / Ministério da Saúde. ed. do idoso.manual técnico. São Paulo: Atlas. Brasília: Ministério da Saúde. Portaria nº 42 de 14 de abril de 1999. 4. A. de 27 de agosto de 2001. Departamento de Vigilância Epidemiológica. ______. 1995. Contabilidade pública: teoria e prática. _______. atividades de educação em saúde. liderança e supervisão. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. sistema de vigilância epidemiológica. Irrigação e Drenagem.. – 7. dimensionamento e desenvolvimento de recursos humanos. Portaria Interministerial nº 163. rev. Estados. Lei Complementar no 101. 2003. provisão. REIS. Rio de Janeiro: Ed. Departamento de Vigilância Epidemiológica. auditoria e avaliação de desempenho em enfermagem. 30 ed. em situações de urgência e emergência. Área Técnica de Saúde da Mulher. _______. 3 ed. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. ______. “Altera os Anexos I. Administração dos serviços de enfermagem: Previsão. São Paulo: Ed. Ministério da Saúde. do trabalhador e da família. da mulher. 2006. Ministério da Saúde. 6.EDITAL No 01/2009 ANEXO III _______. atual. Secretaria de Vigilância em Saúde. Enfermagem MaternoInfantil. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS a BERNARDO. _______. rev.. Helio. Vigilância dos eventos adversos pós-vacinação: cartilha para trabalhadores de sala de vacinação / Ministério da Saúde. ed. saneamento e programa nacional de imunização. Solo. de 4 de maio de 2001. à criança e ao adolescente no ciclo de desenvolvimento normal e aos portadores de patologias específicas. Portaria nº 462. Princípios de Conservação de Alimentos. Ministério da Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. “Aprova a 2ª edição do Manual de Demonstrativos Fiscais”. 5. de 5 de agosto de 2009. Secretaria de Vigilância em Saúde. São Paulo: Atlas. Lino Martins da. Secretaria de Atenção à Saúde. 4. ed. Cuidados de enfermagem à mulher durante o ciclo gravídico-puerperal e às portadoras de patologias específicas da gravidez e ginecológicas. Departamento de Vigilância Epidemiológica.1.C. ações de enfermagem na realização de curativos. 1979. “Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências”. ENGENHEIRO AGRÔNOMO 1. Portaria nº 180 de 21 de maio de 2001. Diabetes Mellitus / Ministério da Saúde. GIACOMONI. Secretaria do Tesouro Nacional. II e III da Portaria Interministerial no 163. Nobel. metodologia da assistência de enfermagem. Enfermagem Médico-cirúrgica / (equipe Lippincott Williams & Wilkins): tradução Ivan Lourenço Gomes . _______. Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília: Ministério da Saúde. 1. A lei 4. prevenção e controle de infecção hospitalar. história natural das doenças e níveis de prevenção. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. Enfermagem MédicoCirúrgica: Ações de enfermagem às pessoas com distúrbios psiquiátricos. ENFERMEIRO 1.

adutoras por gravidade. estações de tratamento de esgotos.1. Práticas de controle da erosão. José Cláudio.5. 2. Programa Zoneamento EcológicoEconômico: concepção geral. Editora da Associação . Princípio de Tecnologia de Alimentos. filtração biológica. Recomendações Básicas para a Aplicação de Boas Práticas Agropecuárias e de Fabricação na Agricultura Familiar. Lei Federal n. Resoluções CONAMA n. 9. 2006. importância. 2. 2. SILVEIRA. Reservatórios de distribuição de água.. José M. 4. A. proteção da saúde das populações e preservação ambiental.11. Pelotas. MORAES. Decreto Federal n. M. Coleta seletiva e reciclagem. características físicas. Limpeza pública. carga orgânica. medidas de controle. 2. Rio de Janeiro. licenciamento ambiental para atividades agrícolas. critérios gerais de dimensionamento. 303/2002 e 369/2006. 6. Legislação federal sobre contratações públicas. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. bacias hidrográficas. Doenças de veiculação hídrica.7. Tratamento de água. 351p.A .A. SILVA. 2. 3ª edição. n. lodos ativados. 1988. TULER. Protocolo de Kioto. Manejo e Adubação. Crimes Ambientais Lei n. químicas e biológicas do lixo. Política Nacional Recursos Hídricos – Lei n. dimensionamento. Manual de Hidráulica. J.. 2. hidrograma. ENGENHEIRO AMBIENTAL 1. químicas e biológicas dos esgotos sanitários.771/1965. Abastecimento e Armazenamento de Grãos. Máquinas para Colheita e Processamento de Grãos. CHERNICHARO. 2. Rio de Janeiro: Ed. Impactos ambientais/Poluição e conservação dos recursos naturais.L. Livraria Freitas Bastos S. químicas e biológicas da água. 1982. 1999. 2000.L. padrões de potabilidade. do solo e do ar como componentes dos ecossistemas na natureza. DACACH. Características físicas. Constantino Arruda. Propriedades Químicas. 3. transporte e destinação final adequado. Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais – um guia para ações municipais e regionais.S. IBAM. Código Florestal . Fotointerpretação: noções básicas. Saneamento Básico. revegetação. Bem-Hur Luttembarck. Emissão de gases provenientes da decomposição da matéria orgânica. águas subterrâneas. 1988. Antônio Paulo Mendes [et al. arborizações urbana e rural. ed. 3. águas superficiais.u a JORGE. 7. Resíduos Sólidos. lagoas de estabilização. Viçosa: MG. D.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . 1995. modos de transmissão. da educação e do monitoramento ambientais na gestão do saneamento. a GAVA.1.2. A importância do saneamento no controle da poluição. Agrotóxicos: noções básicas. Belo Horizonte. FARRET. principais processos de tratamento. 3. 2. – Brasília. classificação. Topografia – Altimetria. 1986. coleta. Editora UFV. 1988. São Paulo: CETESB. FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. Conceituação de macro e micro drenagem.T. 1973. Acondicionamento. Ed. Recuperação de matas ciliares. 3. 4. 9. PUZZI. 2. 289/2001. Parcelamento do Solo Urbano – Lei n. Juiz de Fora: MG. culturas. EMBRAPA . Aproveitamento de Pequenas Fontes de Energia Elétrica.M. ed. José Aníbal. Manual de Saneamento. valas de filtração.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 7ª ed. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AZEVEDO NETTO.6. TOECHER. São Paulo: Ed.1. redução da concentração bacteriana. G. A.SOLO. Controle da qualidade da água para consumo humano. 1987.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. C. 2 ed.938/1981. Fénelon et al. 4. 1ª ed. 1999. tratamento e destinação final dos efluentes agropecuários. Licenciamento Ambiental: noções básicas. Política Nacional de Recursos Hídricos.. Critérios de dimensionamento para sistemas de drenagem pluvial. ed. 3ª... Métodos alternativos ao uso de agrotóxicos.433/1997. 2. Santa Maria: Editora da UFSM. valas de infiltração. São Paulo: Ed. filtros anaeróbios. 4.Lei n.605/1998.RJ CONCURSO PÚBLICO . fossas sépticas. ecologia aplicada à agronomia. Redes de distribuição de água. Adução de água. A importância da vigilância sanitária. dimensionamento econômico. Campinas. J. Brasília: DF. F.B. 1988. 1977. Pré-Processamento de Produtos Agrícolas.1. sumidouros. REIS A. parques e jardins.F e MACHADO. Aptidão e uso agrícola dos solos. modos de transmissão e medidas de controle. COMASTRI.3. Brasília: DF. Características físicas. Paisagismo. 4. UFPeL.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Janeiro: Ed. partes constituintes dos sistemas de abastecimento de água.766/1979. 6. Instituto Maria.802/1989. Físicas e Biológicas do solo. Reatores anaeróbios.2.3. n. UFMG. Eduardo Pacheco & PESSOA. regime dos cursos da água. 1. Carlos Augusto de Lemos. Rio de Janeiro. Classificação dos solos do Estado do Rio de Janeiro. Correção da acidez do solo.. 243p EMBRAPA Florestas . Meio Ambiente – Preservação Ambiental e Controle da Poluição: Importância da água. 1999. Conservação do solo e da água. 237/1997.2. 4. adutoras por recalque. Esgotamento Sanitário: Soluções individuais para destinação e tratamento dos esgotos sanitários.4. Nobel. Estadual e Municipal. BATALHA.]. IPT/CEMPRE LIXO MUNICIPAL: Manual de Gerenciamento Integrado. 1995. n. Globo. A. 2. reatores anaeróbios. Autodepuração de cursos da água. As poluições de origem pontual e difusa. demanda bioquímica de oxigênio. 2.074/2002. GALVÃO. NASCIMENTO NETO. Saneamento Básico.8. princípios. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Classificação e conservação dos solos. Nelson Gandur. São Paulo: Edgard Blucher. Tratamento de Esgotos Domésticos. Constituição Federal. 2.12. ed. JORDÃO. Recursos Hídricos: Ciclo hidrológico. 245p. Política Nacional do Meio Ambiente .1/1986. Nutrição vegetal e recomendações de nutrientes.10. São Paulo. 200 p.V. 1997. 302/2002 e n. adubos e corretivos. Atuações da Engenharia Sanitária vinculadas ao controle de enchentes urbanas. Livraria Nobel. 2. 2001. da fauna e flora nativas. Aterro Sanitário. Legislação: Legislação Ambiental Federal.9. Prevenção e controle da poluição na agricultura. Doenças de origem fecal. 1ª. 2 ed. estação de tratamento de água. Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. Os Cuidados com o Trator. Abastecimento de Água: Consumo de água. 1984. Redes coletoras de esgotos.Lei n.. Tratamento de esgotos.

controle de estoque de medicamentos. 10ª ou 11ª edição.C. Medidas para moderação do Tráfego (Traffic Calming). 549p. FERRAZ. suspensões. interação fármaco-receptor. 1995. antidepressivos. Aprova a Política Nacional de Assistência Farmacêutica. POPOVICH. exercício profissional. DENATRAN / FGV.br ENGENHEIRO DE TRÂNSITO 1.J. Universidade de Brasília. emulsões.gov. 2002.abes-dn. GOMES. GOODMAN e GILMAN. SP: Editora Rima. Porto Alegre: Globo. VALENTE. princípios de farmacoepidemiologia e farmacovigilância. Procedimentos para Tratamento de Locais Críticos de acidentes de Trânsito. anti-inflamatórios nãoesteroidais. CFF. A. Manejo ecológico do solo – A agricultura em regiões tropicais.org. Eduardo Alcântara de.ibama. formas farmacêuticas oftálmicas. 1999. Osvaldo Ferreira. antidiabéticos. Pólos Geradores de Tráfego: características.br www.br www.jornaldomeioambiente. N. boas práticas na manipulação de medicamentos e boas práticas em farmácias e drogarias. C. Análise de Capacidade e nível serviço de vias e interseções. Transporte Público Urbano. 2006.Legislação de Trânsito Anotada (Edição Especial. REIS. Editora Nobel. Medidores Eletrônicos de Velocidade. pomadas. São Carlos. antibióticos. 10. Viçosa:MG. 2000. Características de sistemas cicloviários. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANSEL.Uma abordagem em Farmácia Hospitalar. armazenamento e estocagem. Regulamenta o Código de Ética da Profissão Farmacêutica.G.M.gov.br www.ibam. injetáveis. Rio de Janeiro: OPAS/OMS. 2001. NEVES. 2000. G. CEFTRU. 1999. antihiperlipidêmicos. o transporte e o Trânsito. Ciências Farmacêuticas . anticoagulantes. Resolução nº 417. Conservação de Nascentes . 8. supositórios. Ana. formas farmacêuticas auriculares.pmbp. 2006. A cidade. www. cremes. . Características de estacionamentos. medicamentos controlados. de 06 de Maio de 2004. Fenaseg. géis. dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos e dá outras providências. 2005.V.br www. 1979.br www. Brasília. Resolução RDC nº 338. Eurico Trindade. impactos na circulação e medidas mitigadoras. Farmacotécnica: Formas Farmacêuticas & Sistemas de Liberação de Fármacos.aesbe.gov. agonistas e antagonistas colinérgicos. Análise de Capacidade de Interseções em Nível. pontos de parada. distribuição. Uma visão da Engenharia para Implantação. 559p.gov. I..br/ccivil_03/LEIS/ www. Manual de Planejamento Cicloviário. BRANDÃO.Programa PARE.gov. São Paulo: SP. Introdução à Engenharia de Tráfego. formas farmacêuticas nasais. comprimidos revestidos. Código de Trânsito Brasileiro (Brasília. CTB . antiagregantes plaquetários..planalto. Farmacotécnica: soluções. 3. 2001.com.br www. agonistas e antagonistas adrenérgicos.rj. Lei 9787 de 10 de fevereiro de 1999 estabelece o medicamento genérico.M. Manual de Estudos de Tráfego – DNIT.br www. GOMES. 9.RJ CONCURSO PÚBLICO . xaropes. CET SP Boletim Técnico 16.).resol.org. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS VASCONCELLOS. programação. 2001. A.. 6. 2. assistência farmacêutica no SUS. CET SP Boletim Técnico 21.Hidrologia e Manejo de Bacias Hidrográficas de Cabeceiras. 5. comprimidos. vertical e semafórica.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES).V.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . CNS. MT.rj. Manual de Procedimento para o Tratamento de Pólos Geradores de Tráfego. MARTINS. vias de administração. 7. São Paulo: Atheneu. Manual de Medidas Moderadoras de Tráfego: Traffic Caming.mma. BHTRANS. Legislação Sanitária e Profissional pertinente a Farmácia: código de ética. Boletim Técnico 31.br www. Sinalização de trânsito: horizontal. CET SP. aquisição. 2003. 4. diuréticos. 2001. política nacional de medicamentos. 3. ansiolíticos. dispensação ambulatorial e atenção farmacêutica. L.br www.ana. Perkons. ALLEN. PRIMAVESI. 9ª ou 10ª edição. Modos de Transporte Urbano. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. M. KATZUNG. 6ª ed. Brasília. 6ª ed. Sebastião Venâncio. E. Perkons 2005) CEFTRU. óvulos e aerossóis. Farmacologia Básica e Clínica. Editora Aprenda Fácil. Lúcia Maria. 4. Editora Premier. H. Curso de Hidráulica. JR. Viçosa: MG. Segurança de Tráfego: Identificação e tratamento de locais críticos de acidentes e controle eletrônico de velocidade.org. MARIN NELLY (Org. Ministério dos Transportes. Métodos para cálculo da capacidade da capacidade de Interseções sinalizadas. Marco Antônio. julho de 2008). 210p. cápsulas. política nacional de assistência farmacêutica. Assistência Farmacêutica: seleção e padronização de medicamentos e correlatos. Farmacologia: absorção. pós.gov. 143p. P & TORRE. grânulos. Universidade de Brasília.Um Estudo Sobre os Problemas de Estacionamento de Veículos. Recuperação de Matas Ciliares.ambiente. pastas. Pesquisa e Levantamento de Tráfego em vias e interseções. 2. Características das Vias e do Fluxo de Tráfego. medicamentos genéricos. FARMACÊUTICO 1.com. Editora Aprenda Fácil. estações e pontos de carga e descarga em áreas urbanas. biotransformação e excreção. 2005. Publicação IPR723.Pesquisas e Levantamento de Tráfego.M. Assistência Farmacêutica para Gerentes Municipais. de 29 de setembro de 2004. Antihipertensivos.

treino de marcha. São Paulo: Ed.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Portaria 3. I. 7 ed. ortopedia e reumatologia. Técnicas. Resolução RDC nº 328.RJ CONCURSO PÚBLICO .V. Elaboração de programa de tratamento em fisioterapia. Anatomia e fisiologia dos sistemas musculoesquelético.172. 7. 3.ed. BARBON. Maria R. Curso de direito tributário. J. José Rubens. Maria L. Diaz. 3 ed.: Recomeçando outra vez: reabilitação precoce após lesão cerebral . fisioterapia em pré e pós-operatório. 2 ed. Davies. 2001. Crimes tributários. MACHADO. Métodos de avaliação fisioterapêutica: avaliação da amplitude articular. Portaria nº 344 de 12 de maio de 1998 Aprova o Regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. O Sistema Tributário Brasileiro. Darcy: Reabilitação Neurológica. Direito tributário brasileiro (atualizado por Misabel Abreu Machado Derzi). acidente vascular encefálico. 8. contra-indicações e efeitos fisiológicos em mecanoterapia. John. lesão medular. RT. Scot. 2008. de 19 de abril de 2000 Aprova o Regulamento Técnico sobre Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos em Farmácias. FISCAL DE TRIBUTOS 1. 4. Ruy Barbosa. 1996. 6. 5ª ed. Imunidades tributárias. José Geraldo da Silva: Fisioterapia Geriátrica. Tributos e suas espécies.: Nelson Gomes de Oliveira). PETIT. adaptação de órteses. 2. 4 ed. Yoshiaki. O Fisioterapeuta e a equipe de reabilitação. A. Administração tributária municipal.: Solange Siepierski).: Cinesiologia clínica de Brunnstrom (trad. Patricia M. Rio de Janeiro: BP. STORPIRTS. massoterapia. 6. R. Aliomar. LEHMKUHL. Noções gerais. Características dos tributos municipais. Vigência e aplicação da legislação tributária. São Paulo: Manole. 1997. Normas gerais. 1995. MORGADO. 289p. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BALEEIRO. Régis Fernandes de. Farmacologia. 2001. 6. BARRA DO PIRAÍ. RANG e DALE.sistema tributário. atualizada. politraumatismos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 5. síndrome de Down. Lançamento. Lei nº 5. Lopez. Interpretação e integração da legislação tributária. Crédito tributário. São Paulo: Manole. doenças reumáticas. paralisia cerebral. A.: Manual Fotrográfico de Testes Ortopédicos e Neurológicos (trad. Fiscalização. Obrigação tributária. ALPM. Fundação Calouste Gulberkian. 2005. Fato gerador. rev. São Paulo: Manole. Joseph J. Métodos de interpretações. PRESTO. hidroterapia. amp. dívida ativa e penalidades tributárias. e desvios da coluna vertebral. L. YOCHIY. ALVES. Belo Horizonte: Del Rey. Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. 7. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS KOTTKE E LEHMAN: Tratado de Medicina Física e Reabilitação de Krusen. Garantias e privilégios. avaliações e tratamento das doenças cardiopulmonares e neurológicas nos doentes internados na UTI. de 25/10/66 (Código Tributário Nacional) e legislação complementar. Bruno. fisioterapia respiratória. Suspensão. 4 ed. RT. 2003. taxas e contribuições. Infração puramente fiscal. ICHIHARA. MORELLI. 4 ed. Luciana Damázio: Fisioterapia Respiratória: Uma Nova Visão. LOW. Características. da. São Paulo: Manole. de Sande: Fisioterapia em traumatologia. exercícios corretivos posturais. _______. IRWIN. 1 ed. Métodos de avaliação da função respiratória. Resolução RDC nº 33. Manual de direito financeiro e de direito tributário. Rio de Janeiro: Forense. 3 ed. GABRIEL. Administração tributária. 1999. 2004. São Paulo: Manole. Normas gerais de Direito Tributário. PRISTA. Rio de Janeiro: REVINTER. Robert: Fundamentos de Terapia Respiratória de Egan. lesões traumatortopédicas. O Código Tributário Nacional. 5ª ou 6ª edição. Serra. A. J. São Paulo: Atlas. 3. Código Tributário Municipal. Don. RIBEIRO.. Constituição da República de 1988. Laura K. extinção e exclusão do crédito tributário. Volumes 1 e 2. PORTA.. eletroterapia e cinesioterapia.: Nelson Gomes de Oliveira). doenças do aparelho respiratório e cardiovasculares. SOLOMON. Regulamenta a Política Nacional de Medicamentos. REBELATTO.C. Do IPTU. atualizada. Processo tributário administrativo. CIPRIANO. Comentários à Constituição de 1988 . OLIVEIRA. indicações. Solidariedade e capacidade tributária.N. Lei nº 379 de 28 de novembro de 1997 (Código Tributário Municipal). de 22 de Julho de 1999. Jan Stephen: Fisioterapia Cardiopulmonar (trad. 3 ed. S. Sandra A. São Paulo: Atheneu. 2. Taxas de polícia. São Paulo: Manole. Diagnósticos clínicos das seguintes patologias: poliomielite. Domicílio tributário. Louis: Ortopedia e Fraturas em Medicina e Reabilitação.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . SMITH. Rio de Janeiro: Renovar. Rio de Janeiro: Forense. TECKLIN. 5 ed. Luiz Emygdio F. Os princípios jurídicos da tributação na Constituição de 1988. Ilícito tributário. paralisia braquial obstétrica. da força muscular e da postura. APLEY. ROSA JR. 5. Craig . doenças neuromusculares. sujeito ativo e sujeito passivo. COELHO. Vol. luxação congênita do quadril. MORI. São Paulo: Ed. nervoso e vascular. PRESTO. II e III. Eletroterapia Explicada: Princípios e Práticas. UMPHRED. O´SULLIVAN. São Paulo: Manole. Renúncia fiscal. São Paulo: Manole. BRASIL. Sacha Calmon Navarro. Responsabilidade tributária. 4. Tecnologia Farmacêutica. Tratamento fisioterapêutico das patologias do item 2. Dispõe sobre requisitos exigidos para a dispensação de produtos de interesse à saúde em farmácias e drogarias. crioterapia. FISIOTERAPEUTA 1. Thomas: Fisioterapia – Avaliação e Tratamento. SCHMITZ. NOGUEIRA. Impostos. CARRIL. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Manole. Graham. diabetes. Hugo de Brito. SCANLAN. termoterapia. Susan. 916 de 30 de Outubro de 1998.WILKINS.

2003. 8.7 São Paulo nov. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil. 22. HEBERT. AIDS. Transtornos mentais orgânicos. ZORZI. DPOC. M. MEDEIROS.L. 3. Doença do Refluxo.br/dstaids/pdf/abor dagemsindromica. FREUD.J.Q.org. 15. 8 ed. 1993. 23.35 (6): 574-601. Medicina Psiquiátrica de emergência. transtornos da motricidade oral. 7. J. 2. Pneumol. Respirador oral – uma visão multidisciplinar.: Nelson Gomes de Oliveira). Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes. 2005. v. Meningites. Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10: Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticas. 17. B. Hemorragia Digestiva. 5. Física das Radiações. S. Psicofarmacologia clínica e outras terapias biológicas. 2005. audição. Davies. IV Diretrizes Brasileiras para o Manejo da Asma. Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de substância psicoativa. ORTIZ. Aquisição da linguagem infantil. Cirrose. 2006. Neoplasias do Pulmão. MUNDIAL. 4.11. Anemias. Disponível em http://publicacoes. 2007. Fonética e fonologia do português. 5. Virginia A. SILVA. linguagem oral e escrita. G.C. São Paulo: Contexto.30 suppl. Reabilitação psicossocial. 18. L. inclusive os sintomáticos. Transtornos da personalidade e do comportamento do adulto. Fundamentos em fonoaudiologia – aspectos clínicos da motricidade oral.Z. Porto Alegre: Artes Médicas. 14. 10.C. 2009.prefitura. A. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS FERRAZ. 25. 6. 19. Porto Alegre: Artmed. M. Infecção Urinária. Transtornos do humor [afetivos]. transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes. 2003. Distúrbios de leitura e escrita. Doenças da Tireóide. Asma. Anna. M. LESZCS. A. Insuficiência Cardíaca Congestiva. São Paulo: Manole. Ultrassonografia. Respiração oral. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: EIZIRIK. Abdome e Trato Gastrointestinal. 20. GOLDFELD. M. Porto Alegre: Artmed. teóricos e de desenvolvimento. transtornos da motricidade oral. Análise lingüística da gagueira. SANTOS. 8. 1999..Psicoterapia de Orientação Analítica. T.diabetes. Retardo mental. 3. 9. Doenças Sexualmente Transmissíveis. São Paulo: Manole.cardiol. Diretrizes Brasileiras para Tuberculose. Cardiopatia Isquêmica. Sadock. Rio de Janeiro: Revinter. M.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . 1997. aspectos clínicos. 2005. 2006. MÉDICO RADIOLOGISTA 1.Ciências do Comportamento e Psiquiatria Clínica. NAVAS.32 supl. Reabilitação dos distúrbios da voz. Fundamentos em fonoaudiologia – Tratando os distúrbios da voz. 6. K. Parasitoses. 2005. M. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Abordagem Sindrômica em DST: Resolutividade e multiplicação. 4. 2. Inter-relação entre fonoaudiologia e odontologia. São Paulo: Manole. Pneumol.br/consenso/2006/VDire triz-HA. 7. São Paulo: Manole. Diagnóstico e Classificações em psiquiatria. 9. ed.pdf II Consenso Brasileiro de Tuberculose.: Nelson Gomes de Oliveira). I. 24. 12. 3. J. SCHESTATSKY & COLS. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. fluência. Radioproteção e Dosimetria. Hiperlipemias. uma visão sistêmica e multidisciplinar. MARCHESAN. PEREIRA. Pneumol. 5. Psicoterapia de Grupo: Teoria e Prática. M. J. Distúrbios e alterações da linguagem oral e escrita. Tratos Urinários e .: Passo a seguir: um manual para tratamento da hemiplegia no adulto (trad. Cérebro e Medula Espinhal. 2002. 2005. 2009. PINHO. MÉDICO CLÍNICO GERAL 1. Princípios Físicos dos Equipamentos da: Radiologia Convencional. 2008. 9. Sizínio: Ortopedia e Traumatologia: princípios e práticas. Insuficiência Renal. R.EDITAL No 01/2009 ANEXO III traumática ou outra lesão cerebral severa (trad. Transtornos neuróticos. 2009. AGUIAR. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 6. voz. Tuberculose. audição. 3 ed. FONOAUDIÓLOGO 1. Acidente Vascular Cerebral.Bras. fala. Tratamento e Acompanhamento do Diabetes Mellitus. 10. P. Porto Alegre: Artmed. audição. 12. Molyn. 2006 Diretrizes Brasileiras para Pneumonia Adquirida na Comunidade em Adultos Imunocompetentes. 16. 1998. SADOCK. M.gov. Hepatites. 3. 2.P. 6. T.br/educacao/docs/Diretri zes_SBD_2008_MAR_12. 7. 5. Fundamentos em fonoaudiologia – Linguagem. Disponível em: http://www10. J. Avaliação e classificação dos distúrbios da voz. São Paulo: AM3 Artes.Bras. ORGANIZAÇÃO. Sistema Músculo – Esquelético. 2ª ed.M. O Ego e os Mecanismos de Defesa. 2004.pdf V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. IRVIN D. 13.Kaplan & Sadock Compêndio de Psiquiatria .pdf Harrison Medicina Interna . Porto Alegre: Artmed. 2006. Yalon.RJ CONCURSO PÚBLICO . fala. Tomografia Computadorizada. Motricidade orofacial – inter-relação entre fonoaudiologia e odontologia. transtornos relacionados com o "stress" e transtornos somatoformes. fluência. 11. 2003. 7. 21. Síndromes comportamentais associadas a disfunções fisiológicas e fatores físico. Psicoterapias.17ª ed. Patricia M. Disponível em: http://www. Esquizofrenia. 13.sp.ed. vol. fala. Doença Péptica. 4. MEDEIROS. São Paulo: Lovise. fluência e deglutição. Bras. linguagem oral e escrita. Diabetes Melittus. 2. Neoplasias do Tubo Digestivo. Distúrbios neurológicos adquiridos – fala e deglutição. 1997. v.C. Benjamin J. São Paulo: Lovise. Porto Alegre : Artmed. Estudo Fonético e Fonológico do Português. Pneumonias. 4. 2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Ressonância Magnética. Hipertensão Arterial. DA SAÚDE.1 São Paulo June 2004. MÉDICO PSIQUIATRA 1. 2ª ed.

para rotulagem e propaganda e para isenção da obrigatoriedade de registro de produtos destinados à alimentação de animais de companhia. Editora Guanabara Koogan S. prevenção das zoonoses.M. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PAUL & JUHL. O. Zaragoza. BORIS. de 15 de fevereiro de 2002. Diagnósticos laboratoriais das principais doenças animais. ACHA N. ________________ nº 15. 2004. LANDGRAF. Tortora. RJ: Guanabara Koogan.agricultura. MACEDO. _______. resoluções e portarias. de 8 de janeiro de 2004. 259p. Rio de Janeiro.. Controle FísicoQuímico e Microbiológico: Higiene e Saúde Pública Veterinária: inspeção e fiscalização dos estabelecimentos industriais e comerciais. Instrução Normativa Ministerial nº 2. Comerciantes e Consumidores. Rio de Janeiro: MEDSI.. 6.. KENEDY P.A. boas práticas de fabricação . 1996. 445p. epidemiologia e investigação epidemiológica. Dois volumes. _______. S.B. Eduff. Aprova o Regulamento Técnico sobre as Condições Higiênico-Sanitárias e de boas práticas de fabricação para estabelecimentos fabricantes de produtos destinados à Alimentação Animal e o Roteiro de Inspeção.F. Doenças de notificação obrigatória. 8ª ed.. Conceitos fundamentais.F. SUTTON. Anatomia dos Animais domésticos. CORREA. C. Jr. de 7 de junho de 2006. Microbiologia. 2. SZYFRES. de 26 de maio de 2009. Estabelece critérios e procedimentos para o registro de produtos.M.. B.A. Centro Panamericano de Febre Aftosa www.. de 26 de fevereiro de 1999. SP.. Vol. 1993. Patologia e Clínica MédicoVeterinária: dos animais domésticos de interesse comercial. medidas de controle. Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa . Dois volumes. 2003. David. Ministério da Agricultura. BOOTH. Instrução Normativa SDA Nº 06. Churchill Livingstone. GUENTHER & RIEDEL. Pathology of domestic animals. Instrução Normativa DAS nº 018. CORREA. N.H. Defesa Sanitária Animal: prevenção.br. & MCDONALD. E. Tomografia Computadorizada e Ressonancia Magnética do Corpo Humano. de 23 de fevereiro de 2007.A.br . procedimento padrão de higiene operacional . Enfermidades infecciosas dos mamíferos domésticos. PEDRO. de 10 de janeiro de 2001.C. Controle Sanitário dos Alimentos: Um Guia para Inspetores de Alimentos. BRASIL. decretos. FRANCO. ________________ nº 08. de 1º de março de 2002.J. Ciência. _______. Conhecimento de técnicas de colheita de material para diagnóstico.C. Livraria Atheneu 1996. LANZIERI. Regulamenta o registro dos estabelecimentos e dos produtos destinados à alimentação animal. de 25 de março de 2004. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANDRADE. GETTY. 1993.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Genital Masculino e Feminino. FIOCRUZ. B.2. Higiene e Tecnologia da Carne. C. HAAGA. Editora Guanabara Koogan S. de 24 de agosto de 2004.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Secretaria de Defesa Agropecuária. Epidemiologia. Loyola..RJ CONCURSO PÚBLICO . Fisiologia. e legislações pertinente. Ministério da Agricultura. Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros e outras Encefalopatias. São Paulo: Editora Varella. Textbook of Radiology and Imagine. 1980. Leis.V. ROBERTS.J. LESLIE E. Tórax: Campos Pleuropulmonares. 8ª edição.panaftosa. Guanabara Koogan. ________________ SDA Nº 59. 376p. GERARD J. Boca e Mandíbula.D. I.N. Interpretação Radiológica. 5. Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa. Tercera edición. Microbiologia dos Alimentos. Pecuária e Abastecimento. I e II. M. Legislação Federal de Defesa Sanitária. 5ª edição.M.. PARDI. San Diego: Academic Press. .1..org. Niterói. das principais doenças que afetam o comércio e a saúde humana e animal. NICOLAS H. Mediastino. 2005. 1987. 1995 e 1996. 2001. Acribia. SOUZA. W. Anatomia. Princípios das técnicas. 2004. Pecuária e Abastecimento. HOBBS. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. ________________ nº 4. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. ________________ SDA Nº 30. São Paulo Livraria Varela Ltda. 3. Conhecimento das técnicas oficiais de diagnósticos das doenças. Face. 8 ed. C. Ministério da Agricultura.. clínico e laboratorial.. Código Sanitário para os Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal www. São Paulo: Edgart Blucher. _________________________ nº 5. 2.G.gov.. 8.M. Secretaria de Defesa Agropecuária. Secretaria de Defesa Agropecuária. J. 227p.A. Higienização na Indústria de Alimentos. FORATINI. PALMER N. Pecuária e Abastecimento. 2004. 182p.P.PPOH e análise de perigos e pontos críticos de controle .oie.int . MÉDICO VETERINÁRIO 1. controle e diagnóstico. SANTOS.S. eds. R. ________________ nº 30. ETTINGER. Editora Guanabara Koogan. 2. Epidemiologia geral. 4.P. Secretaria de Defesa Agropecuária. 1998. Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) Brasília. Instrução Normativa nº 06. Tratado de medicina interna veterinária. 2 vols. Doenças de animais transmissíveis ao homem e de interesse sanitário: zoonoses. de 05 de agosto de 2009.PNEFA www. 9. M. D. Ed. São Paulo. RJ. de produção de alimentos e de companhia. Toxinfeções e Controle Higiênico Sanitário de Alimentos. PARDI. Zoonosis y enfermedades transmisibles comunes al hombre y a los animales. J. 7. 181p. CÔRTES. JUBB K.APPCC. 2ª ed.. Inspeção Industrial e Sanitária de produtos de Origem Animal: programas de autocontrole.BPF. 2006. Ednburgh. 4ª ed. 1992. Farmacologia e Terapêutica em Veterinária.

Psicologia social e dinâmica dos grupos: Processos grupais. Dalmiro e Colaboradores. Robert. absorção e prevenção de deficiências. Aprovado pelo Decreto n.F. recursos humanos e funcionamento. Sylvia C. A A. DEJOURS. Fundação Getúlio Vargas: 4ª ed. S. 2. 2002. HOLDER. São Paulo: Martins Fontes. avaliação e intervenção nos problemas de aprendizagem. Manole.RJ CONCURSO PÚBLICO . São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. FREITAS. Nutrição nos Diversos Ciclos da Vida: gravidez lactação. L. L. Ed Guanabara Koogan. 2008. 5. Rio de Janeiro: José Olympio. APPCC na Qualidade e Segurança Microbiológica de Alimentos. São Paulo: EPU. VARELLA. 1969. 2. 2.R. Nutrição Clínica do Adulto.EDITAL No 01/2009 ANEXO III PEREIRA. 8. Absorção. alterado pelos Decretos nº 1255 de 25/06/62. Gestão com pessoas e subjetividade. Administração Aplicada As Unidades de Alimentação e Nutrição: aspectos físicos. E. Interioridade e organizações. Alex. Patologia Veterinária especial de Thomson. 1997. 9. Rio de Janeiro: Rubio. ed. ENRIQUEZ. A Banalização da Injustiça Social.377p. Clara Regina. Água. MEDSI. D . 3. 7. Christopher. SMITH. Desenvolvimento Interpessoal. carboidratos e lipídeos. FADIMAN. 10ª ed. FIORI. Manual de controle higiênico sanitário em alimentos. Portaria SDA N° 168. Liderança e Poder. Perguntas e Respostas em Nutrição Clínica. Recursos Humanos. DALGALARRONGO. J. Personalidade. São Paulo: Atheneu. Psicologia aplicada ao trabalho e às organizações: Clima e cultura organizacional. da. Idalberto. ET AL. agosto de 2005. A. Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).G. Nutrição no Envelhecer. Maria Ester de. Vocabulário da Psicanálise. L.E. Prestes. Editora Varella. Os desajustes emocionais: Psicopatologia.C. 1986. Rio de Janeiro: Atheneu. 1997. Paulo. Rio de Janeiro: Imago. analise. diabetes mellitus. In: DAVEL. JR. Bases da Nutrição Clínica. químicas. Portaria Ministerial nº 516. M. MINICUCCI. In: MOTTA. FRAGER. 1991. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CUPPARI. Vitaminas e Minerais: Propriedades físicas. 6. ORNELLAS. 2003. STUMP. 381p. cardíacos e pulmonares e nos distúrbios alimentares. SOBOTKA.Z. Manole. 2002. Edição 2002. 29/03/52. K. Administração Aplicada às Unidades de Alimentação e Nutrição. 1993.L. Epidemiologia e saúde. Gordon W. estresse metabólico. ROUQUAYROL. 4. 2001. renais. 7ª ed. Vida Psíquica e Organização. Brasília. São Paulo: Atlas. James. TEIXEIRA. (Org. 2004. Atheneu. SANDLER. de 27 de setembro de 2005. 2. Universidade de São Paulo: Herder. 1987. Gestão de pessoas. São Paulo: ATLAS. químicos e biológicos que modificam os alimentos.R. Ações preventivas na minimização de fatores que interferem no processo de aprendizagem. 1980. 30. 1236 de 02/09/94. sistema biliar. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar. Cláudia. Soares A E.& MELLO. Dinâmica de Grupo – Teorias e Sistemas. Ed. Técnica Dietética: Seleção e Preparo de Alimentos. 2005. Psicologia do desenvolvimento: Princípios gerais. Alteração e controle de qualidade dos alimentos. Elaboração de projetos que atuem na . RAPPAPORT. Epidemiologia Teoria e Prática. Maria Ester. fígado. 2001. 1991. Código de Ética Profissional do Psicólogo . SILVA. Eletrólitos e Equilíbrio Ácido-Base: função distribuição e regulação. 2001. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALLPORT. As teorias psicológicas aplicadas ao fenômeno ensino-aprendizagem dando suporte aos processos de identificação. B. Christophe. Terapia Clínica Nutricional nos distúrbios do aparelho digestório. MOSCOVICI.). Transporte e Excreção de Nutrientes: proteínas. trabalho e estresse.Conselho Federal de Psicologia. fase adulta e terceira idade. M. A idade escolar e a adolescência. 1987. São Paulo. Diagnóstico médico veterinário. MAHAN. Técnica Dietética: fatores físicos. São Paulo: Roca. A Questão do Imaginário e a Fronteira entre a Cultura Organizacional e a Psicanálise.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Avaliação da personalidade. Joseph. Causas e sintomas. Davis. Tecnologia dos Alimentos: Higiene. 2000.691.G. Agostinho. 2005. MAGNONI. 1986.P. FREITAS. Digestão. de 09 de dezembro de 1997. Eduardo. 2000. O psicodrama: aplicações de técnica psicodramática. Rio de Janeiro. Nutrição e Dietoterapia.A. 4. NUTRICIONISTA 1. Teorias da personalidade. (Orgs. 1995. DARE.1994. O exercício profissional. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. PSICÓLOGO 1. BUSTOS. 2000. Rio de Janeiro: Editora FGV. Psicoterapia e aconselhamento. O desenvolvimento da personalidade: Teorias. Etapas do desenvolvimento cognitivo.M. 4ª ed. L. Psicodiagnóstico: Técnicas e métodos. PSICOPEDAGOGO 1. 7ª ed. 1981-1982 – Volume 4. FRANK. PONTALIS. São Paulo: Atlas. O Paciente e o Analista – Fundamentos do Processo Psicanalítico. Livraria Varella.. colheita de material. LAPLANCHE. 2ª ed. Fela. 2ª ed. S. São Paulo: Harbra. Resolução 007/2003 . 3. Alimentos. WILLIAM W CARLSON. Métodos e técnicas. Terapia Nutricional Enteral e Parenteral. infância. VERGARA.H. 3. Fernando C. 1812 de 08/02/96 e 2244 de 04/06/97.Conselho Federal de Psicologia. Wagner Rocha. Treinamento e evolução em grupo. adolescência. TRABULSI.. 6. Porto Alegre: Artes Médicas. Indivíduo. São Paulo: Atheneu. Eugéne. SANTOS. 5.. 3ª ed. Tratado de Medicina Interna de Grandes Animais.). M. Microbiologia. São Paulo: Rocca. CUKIER. CHIAVENATO. 7.

com os profissionais do ensino. contratações. 1. dimensionamento. chafarizes. do solo e do ar como componentes dos ecossistemas na natureza. Vol.7. Funções bioquímicas: glicídios.W. C. execução indireta. 4. lavanderias e banheiros públicos. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. D. S. Petrópolis.A. PAIN. dimensionamento. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. J.8. PORTO. Belo Horizonte: Editora UFMG. espectroscopia de absorção atômica.3. 4. proteínas e ácidos nucléicos. Química e reações Químicas. principais processos de tratamento. Thomson. classificação. Atenção à diversidade na educação de jovens. PA.W.EDITAL No 01/2009 ANEXO III formação continuada do professor. I. 2. V. funções oxigenadas.1.1. redes ramificadas e malhadas. TREICHEL. VON SPERLING. 4.. valas de infiltração. substituição e eliminação.4. Química orgânica. 2. São Paulo: Bookman. modos de transmissão. 2. águas superficiais. 2. SANITARISTA 1. 3. 3. São Paulo: Bookman Artmed. 9. Petrópolis. 2 e 3.RJ CONCURSO PÚBLICO . lipídios. hidrograma. Funções da química inorgânica: classificação. WAK. importância. características físicas. Artmed. 2. Emissão de gases provenientes da decomposição da matéria orgânica. 2006. Fundamentos de Físico-Química. consórcios intermunicipais. SKOOG. Jr. 2003 SCOZ Psicopedagogia e realidade escolar. D. legislação federal sobre contratações públicas. filtros anaeróbios. Reservatórios de distribuição de água. Ligações químicas. Como prevenir as dificuldades na expressão escrita. P.2. Política Estadual de Recursos Hídricos. 1 e 2. autarquias municipais. estação de tratamento de água convencional. 4. Protocolo de Kioto.6. L. As poluições de origem pontual e difusa. 5. sumidouros. tratamento e distribuição de água e tratamento e descarte de efluentes. da educação e do monitoramento ambientais na gestão do saneamento. nomenclatura e reações.1. CASTELLAN. Vol. 3. 2. Funções da química orgânica: hidrocarbonetos. Recursos Hídricos: Ciclo hidrológico. empresas públicas. PA. potenciometria e métodos cromatográficos. Artmed.2. Princípios de Análise Instrumental. P.5.G. adutoras por gravidade em condutos livres e forçados. Características físicas. Meio Ambiente – Preservação Ambiental e Controle da Poluição: A importância da água. 5. 1. aplicação do método de Hardy-Cross. L. 1 e 2 Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. OCAÑA. A psicopedagogia no Brasil. T. et al.1. 1 e 2. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ATKINS. RJ. lodos ativados. Vozes. J. São Paulo. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. legislação federal sobre concessões de serviços públicos. 5. 2008. Cinética química. F. bombas e estações elevatórias. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. lagoas de estabilização. et al. 2009. 4. legislação ambiental federal. J. concessões. PA. & JIMENEZ. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2. Doenças de veiculação hídrica. torneiras. padrões de potabilidade. Cálculo estequiométrico. químicas e biológicas da água. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 5. Vol.A. Equilíbrio químico. químicas e biológicas dos esgotos sanitários. Saneamento Ambiental – Arranjo Institucional e Legislação: Arranjos institucionais na prestação dos serviços de saneamento: administração direta. 8. RUSSEL. companhias de economia mista estaduais. Vol. G. 1. G. Artmed. Química Geral. órgãos acessórios. FRYHLE. modos de transmissão e medidas de controle. Vol. SOLOMONS. Físico-Química. Z. Tratamento de água. neuropsicologia e aprendizagem. medidas de controle. águas subterrâneas. reatores anaeróbios.3.1. 2007. STRYER. Critérios de dimensionamento para sistemas de drenagem pluvial. estações de tratamento de esgotos. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BOSSA. Redes coletoras de esgotos. PA. Recursos para atendimento e ou encaminhamento de crianças e adolescentes com problemas sócio educativos.2. Sistemas de Esgotamento Sanitário: Soluções individuais para destinação e tratamento dos esgotos sanitários. Orientação educacional e intervenção psicopedagógica. .. privadas higiênicas. 1 a 7. Atuações da Engenharia Sanitária vinculadas ao controle de enchentes urbanas. M. processos de tratamento. Soluções. Classificação periódica dos elementos. Análise e tratamento de águas e efluentes: princípios de análise de água e efluentes. Modelos de prestação de serviços em saneamento: execução direta. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Química Analítica: titrimetria. 7. A importância da vigilância sanitária. 2. conselhos municipais. 2001. Sistemas de abastecimento de água não convencionais. 4.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . 6. Psicopedagogia institucional. Cognição. valos de oxidação. Termoquímica.B. 4. 1985. PA. Química Ambiental. valas de filtração. SOLÉ. partes constituintes. KOTZ.E.S. Tratamento de esgotos. A. BRADY. proteção da saúde das populações e preservação ambiental. 2009. Vol. 2. 5. 3.W. dimensionamento econômico. Estrutura atômica. N. Artmed. Fundamentos de Química Analítica.2. SKOOG. Doenças de origem fecal. O. A importância do saneamento no controle da poluição. BAIRD. Redes de distribuição de água. estadual e municipal. São Paulo: McGraw-Hill. os pais e a comunidade. QUÍMICO 1. FONSECA. Reações orgânicas: adição. 4. M. fossas sépticas. 10. Química Geral. partes constituintes dos sistemas de abastecimento de água. dimensionamento. funções nitrogenadas e derivados halogenados. bacias hidrográficas. Artmed. HUMISTON. Adução de água. regime dos cursos da água. 2. Conceituação de macro e micro drenagem. Dinâmicas que interajam de forma dialógica com o sistema de saúde e dentro da escola. Bioquímica.C.4. espectroscopia no ultravioleta-visível. adutoras por recalque. critérios gerais de dimensionamento. MATA. C. Política Nacional de Recursos Hídricos. 1 e 2.2.5. Sistemas de Abastecimento de Água: Consumo de água.

demanda bioquímica de oxigênio. 5.ibam.gov. Eventos e turismo. CONSTITUIÇÃO FEDERAL. CETESB. DACACH. Limpeza pública. 4. Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos.org.br/ccivil_03/LEIS/ www. Marchesini. 1989. Terapia Ocupacional nas Disfunções Físicas. Saneamento Básico. 8. 1982. 1979.ana. Rio de Janeiro: Revinter.RJ CONCURSO PÚBLICO .E. Terapia Ocupacional. Hemiplegia no Adulto: Avaliação e Tratamento. Atividades de vida diária e instrumental.br TERAPEUTA OCUPACIONAL 1. Curso de Hidráulica. 2003. Manual de Ergonomia Adaptando o Trabalho ao Homem. 2.com. Ciência Psicológica Mente.org. Campinas. FIOCRUZ. Terapia Ocupacional. Tipos de preensão. 2006. 1977. Berta. CHERNICHARO. Belo Horizonte. São Paulo: Papirus. 5. Britta. São Paulo. MONTEIRO. LANNCMAN.br www. a FRANCISCO. São Paulo: Atheneu. Aterro Sanitário.gov. IBAM. JORDÃO. 6.br www. Gestão dos Resíduos Sólidos: Características físicas. SARACENO. GAZZANIGA Michael S. 3ª ed. Campinas. André e Anne. Terapia ocupacional em neurologia. 2001. Saúde ocupacional. Terapia Ocupacional aplicada à Reabilitação Psicossocial. HOLLE. VIEIRA. 2ª ed. 9.rj. Terapia Ocupacional na Paralisia Cerebral e nos Retardos Mentais. 6. Trabalho e Terapia Ocupacional. 1ª ed. Ortrud. Terapia Ocupacional e Síndrome da Fadiga Crônica. 6. Desenvolvimento Motor da Criança Normal e Retardada. Jorge Augusto Ortiz.gov. Bases fisiológicas e Adaptações do trabalho ao homem. coleta. Gerontologia. 5. 1979. 6. órteses e adaptações. www.br www. Políticas de atenção à saúde e reabilitação de pessoas portadoras de deficiências e à saúde mental. terapia ocupacional em reumatologia. 1997. Saúde. redução da concentração bacteriana. Rio de Janeiro. Acondicionamento. 7. Terapia Ocupacional aplicada às condições Neuromusculoesqueléticas. K. 2005/Reimpressão 2006. FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. São Paulo: Manole.EDITAL No 01/2009 ANEXO III filtração biológica. 1987. KROEMER./HEATHERTON Todd F. Selma.ibama. Bem-Hur Luttembarck. GRIEVE. 1984. Desenvolvimento Normal da Criança.org. Rio de Janeiro: Colina Editora.br www. terapia ocupacional em neuropediatria. O Adulto diante da Criança. 1978. 2005. Nelson Gandur. Terapia Ocupacional para Disfunções Físicas. Manual de Hidráulica. Eduardo Pacheco & PESSOA. 6. Carlos Augusto de Lemos.1.Teoria e Prática. Turismo e políticas públicas.mma.pmbp. transporte e destinação final adequado. São Paulo: Santos Editora. Eliane Brandão. São Paulo: Hucitec.2. TOGNONI. 1986. 8. 7. Porto Alegre: Globo. 6ª ed. EGGERS.br www. Princípios Básicos de Tratamento: Métodos e técnicas de avaliação. 7.gov. 2 ed. 3ª ed. NETTO. Planejamento e organização do turismo. Ética no turismo.H. Manual de Saúde Mental.assemae. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AZEVEDO NETTO. Rio de Janeiro: Editora da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). Gestão integrada de resíduos sólidos municipais e impacto ambiental. Tratamento de Esgotos Domésticos.4. Diane L. Porto Alegre: Artmed Editora. 6. 7ª ed.br www. São Paulo: Bookman.1. SP: Papirus. Exclusão/inserção social de pessoas portadoras de deficiência e pessoas com transtorno mental. TROMBLY. Avaliação em Terapia Ocupacional. Santos Editora Ltda. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 1996. 1984. 3. ASIOLE. 8.3. Fundamentos da Terapia Ocupacional. Objetivos terapêuticos. 1988. Terapia Ocupacional na Saúde do Trabalhador: Princípios ergonômicos.br www. Constantino Arruda.br.1. Controle da qualidade da água para consumo humano. Berenice Rosa. São Paulo: Edgard Blucher.planalto. 1995. Rio de Janeiro. 3. 1997. José M. carga orgânica. COX. Análise e seleção de atividades.3. Fabrizio. 1995.abes-dn. Benedetto. Sistema de Turismo: componentes e administração. Eurico Trindade. FINGER. June. IPT/CEMPRE LIXO MUNICIPAL: Manual de Gerenciamento Integrado. Terapia Ocupacional aplicada à Geriatria/Gerontologia. Elisabete M. 5ª ed. Terapia Ocupacional . Próteses. LAPIERRE. Lílian Vieira. Terapia Ocupacional no Tratamento da Hemiplegia do Adulto. São Paulo: Manole. 4. 2005. Turismo. Habilidades motoras gerais.gov. Terapia Ocupacional aplicada à Psiquiatria e Saúde Mental: Habilitação/reabilitação.gov. terapia ocupacional em traumato-ortopedia. Turismo e cultura. Autodepuração de cursos da água. UFMG. .rj.br www. 1ª ed. Coleta seletiva e reciclagem. químicas e biológicas do lixo. Manual de Gerontologia. 6. NEVES. PÁDUA. São Paulo: Sarvier. Teófilo Carlos do Nascimento (coord.resol. São Paulo: Manole. 5. MAGALHÃES.ambiente. Neuropsicologia em Terapia Ocupacional Exame da Percepção e Cognição. BATALHA.1. 1999. – Brasília. desenvolvimento local e sustentabilidade.aesbe.br www. 1994.org. 2004.E/GRANDJEAN. São Paulo. Manual de Saneamento. 2001. Catherine A. TURISMÓLOGO 1. Gianni. 2ª Impressão Revisada. Cérebro e Comportamento.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .. 2. São Paulo: Editora Roca. 2001.snis.).gov. Reatores anaeróbios. Programa de tratamento. www. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BOBATH. Matheus Papaléo. São Paulo: Santos Editora.

Ética e qualidade do turismo no Brasil. Sídio. 4.De Olho no Mundo do Trabalho . Ed. Parasitologia Dinâmica . 4ª Edição. 2001. Zoologia Geral . MAGISTÉRIO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS BIBLIOGRÁFICAS PARA AS MAGISTÉRIO PROFESSOR I – CIÊNCIAS 1. Planejamento do turismo – política e desenvolvimento do turismo no Brasil. Termologia e Calorimetria. Positivo. 2001. Eduard do Canto. Maria F. et alli . Único 4ª Edição. Trad. Rio de Janeiro: 1995.Volume Único.4ª Edição. Política e planejamento de turismo no Brasil. Único/Ens. Biologia . COSTA. PROFESSOR I – EDUCAÇÃO FÍSICA 1. handebol e atletismo). 2.Médio. Origem da Vida e Evolução. Ed. BIO . Embriologia Médica.1ª Edição. Turismo. Daniel. LOPES. Cíntia Möller. Sandra Netz.1º Edição. 2003. _____. J. 2006. Os elementos da visualidade e suas relações compositivas. Fernando. Análise estrutural do turismo. São LANGMAN. Embriologia Humana. Química geral .Ed. Metodologia e didática do ensino de educação física: organização do conhecimento e abordagem metodológica. Ed. Sérgio. São Paulo: Atlas. Selo-EGK . desenvolvimento psicomotor nas crianças em idade escolar. MATIAS. 1985. BENI. Fisiologia – Aires. Wilson Roberto. jogos espontâneos e dirigidos. COELHO. Fundamentos da Ecologia.Storer. Histofisiologia Humana.Carlos. 2008. educação para o lazer.Ed. De Bases da Biologia Celular e Molecular. Ciências e Educação Ambiental Coleção do 7º ao 9º ano. . Guanabara. Artmed . BARROS. SILVA JR. Isabel. GEWANDSZNAJDER.1. diferenças psicofísicas entre idades. Ática. Estática. _________. 4. 2007. A Arte na Educação Escolar: Procedimentos pedagógicos (conteúdos. ODUM.Coleção do 6º ao 9º ano.SP/Nacional – 2001. Explicando a Arte Brasileira. princípios científicos do treinamento. Moderna. Anatomia e Fisiologia Humana. 2008. Ed. E SUGESTÕES PROVAS DE . Solo e o Meio Ambiente. Fundamentos da Química . Alice. Fisiologia Animal e Vegetal. SASSON. influências no rendimento escolar. Ática. Clerton (org. GARCEZ. 17. organização de competições e aprendizagem dos principais desportos aplicados na escola (futsal. 1990. Ediouro. Ecologia e Meio Ambiente. Sônia. BENI. São Paulo: Cortez. Guia de desenvolvimento do turismo sustentável. 12ª ed. Brasília: MEC/SEF. PAULINO. De. Ática.3ª Edição. voleibol. São Paulo: Aleph. Daniel.9º ano. Sezar.Citologia: 4. Ar. 16.3ª Edição. Lucília e Oliveira. 2006. 3. Tudo é Ciências-Coleção do 6º ao 9º ano. 2007. Metodologia do ensino da arte. Ática.Eugene P. ROBERTIS. Moderna. Fundamentos da Ecologia. 13. (Série Turismo). Atheneu . Bases da Biologia Celular e Molecular 3º Edição. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO. principais características e artistas representantes. 2000.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Marketing turístico. Ed. Saraiva. 4. São Paulo: Atlas. cultura e identidade. 2003. História da Arte. Biologia. Ed. Ed. basquetebol. 12. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). 11. Cesar da. Graça. LINHARES. treinamento da criança e do adolescente. São Paulo: SENAC. Mário Carlos.2º Edição. 5. 9. Reinaldo. 3. Recreação: jogos tradicionais. Mário Carlos. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BUENO.Vol. MARTINS. De. ROBERTIS JR. Biologia-Vol. Desporto: regras. 2003. São Paulo: Roca. Ed. Porto Alegre: Bookman. 2003. Reprodução dos seres Vivos. Wilson Roberto. NEVES. Jô. 2007. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS FERRAZ. Novo Ensino Médio-BiologiaVol. Moderna. Atheneu. Ricardo Motta Pinto. Marketing e comercialização de produtos turísticos. Mónica.RJ CONCURSO PÚBLICO . São Paulo: Roca.). Histologia Animal e Vegetal. Ciências e Interação . Único . Zoologia Geral. Higiene e Saúde Pública. FELTRE. PROENÇA. Único. 5.).M. CRUZ. Ed. São Paulo: Manole. David Pereira.Vol. Organização de eventos – procedimentos e técnicas. Miguel Cabrera. 2. Planejamento e gestão em turismo. Ed. Único . 3. Saraiva. Guamabara Koogan. Psicomotricidade: conceitos básicos. Marlene. Cinemática. 2. BEZERRA. Ed. Trabalho e Potência. Ricardo. JACOB. Rezende. Ed. Ciências Naturais-Aprendendo c/o Cotidiano . Rio de Janeiro. 10. Trad.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Ricardo. 8. Lisboa.6ª Edição . Scipione. Ed. Ática. 2003. 15. Maria Heloísa e FUZARI.6º edição. 1997. PAULINO. 7. Eletricidade e Magnetismo. _______. Jan. CABO NADAL. Óptica. Ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Ciências: Física e Química . Treinamento desportivo: crescimento na criança e no adolescente. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AIRES. DIAS.Vol. LEITE. PROFESSOR I – EDUCAÇÃO ARTÍSTICA 1. novas perspectivas para a educação física. Psicomotricidade – Teoria e Prática. Água. 14. MILLIO BALANZÁ. Selo-EGK5ª Edição. 2006. 2003. Ed. 2003.Coleção do 6º ao 9º ano. Ed. Arte / Secretaria de Educação Fundamental. Deise Maria Fernandes (org. Ed. métodos e avaliação). Os Parâmetros Curriculares Nacionais e o ensino de Arte. 1993. Química Geral. MACHADO. A história da Arte Brasileira e Universal: Manifestações artísticas de diferentes épocas. 6. 4ª ed. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO. 2003. jogos pré-desportivos.

A caracterização dos grandes conjuntos regionais do Brasil. 1. J. DE MEUR. 1986. Condição Pós-Moderna. Brincar: crescer e aprender – o resgate do jogo. Materialismo Histórico e a Escola dos Annales: características gerais.As conseqüências humanas. 9. Teoria da História. Políticas ambientais e estratégias para o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Ibrasa. 10. São Paulo: Manole. G.. GUERRA. _______________. 1998.). Rio de Janeiro: Contraponto. 1998. Relações . São Paulo: Cortez. Correntes historiográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Criatividade nas aulas de educação física. Os grandes conjuntos socioeconômicos do mundo atual: Os blocos de poder.G. São Paulo: Manole. de L. Campinas: Papirus. Concepções abertas no ensino de educação física.O. 1991. 1995. As relações sociais. 2001. Geografia – pequena história crítica. O espaço da produção industrial: O processo de industrialização. DANTAS. 1987. Representação cartográfica: Escalas. Educação física e desportos.J. da Cultura e do Trabalho. A estrutura fundiária. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. 1984. As questões regionais e os grandes conflitos políticos e econômicos da atualidade. 2. J.) Metodologia do ensino de educação física. Os conceitos de território. história oral e história do cotidiano. os conflitos no campo.C.S. a modernização e os problemas do setor agrário no Brasil. transporte e serviços na escala mundial e na escala nacional: Caracterização e particularidades. 1987. São Paulo: Companhia das Letras.4. Rio de Janeiro/São Paulo: Record. TEIXEIRA. E. PIMENTA.1. Rio de Janeiro: Record.RJ CONCURSO PÚBLICO . 1992. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. P. L. 1989. (coords. Democracia e Terrorismo. 5. A. Globalização.E. indica-se a seguinte bibliografia: BAUMAN. 1998. SADER. FONSECA. 1. _______________. São Paulo: Moderna. Rio de Janeiro: Tecnoprint. 1996. organização e administração em função da cultura e da sociologia. Problemas urbanos no mundo e no Brasil.M. S. e “mente”. FRIEDMANN. Milton & outros. São Paulo: Moderna. TUBINO. A relação entre Cartografia e poder. 3ª edição. A opção Brasileira. 3ª edição.H. futsal. A. A globalização: O processo de globalização. Niterói: Eduff.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Paulo. J.P. 1992.M. 6.1. Futsal – Metodologia de Ensino. 7.) Globalização e Fragmentação no mundo contemporâneo.N. Conceitos e Temas. História das Relações Sociais.1.V. VIANA. Metodologia científica do treinamento desportivo.Z. Rio de Janeiro: Zahar. Educação para o Lazer. Era dos Extremos. C. a política neoliberal e seus efeitos. 1983. 1990. CAMARGO. Emir. 2. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. da H. Prática da Preparação Física. Histórico do processo de industrialização no Brasil e a estrutura industrial. O aproveitamento econômico dos recursos naturais. Território. E. Concentração e dispersão da atividade industrial no mundo e no Brasil. HILDEBRANT. Antonio Carlos Robert. Rogério (org. H. Porto Alegre: Sagra. O setor agrário e o comércio internacional. Territórios: ensaios sobre o ordenamento territorial.G. 2008/2009. MEDINA. Cesar & outros. A população mundial e brasileira: crescimento. 1999. STAES. Psicomotricidade – educação e reeducação. MORAES. a natureza e a terra. 1997. seu objeto de estudo e os conceitos fundamentais: História do pensamento geográfico. PROFESSOR I – HISTÓRIA 1. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1986. O espaço urbano: Caracterização e diferenciação do espaço urbano e do processo de urbanização no mundo e no Brasil. M. 1985. LIBÂNEO. paisagem e lugar. . Rio de Janeiro: Guanabara. Scipione. 1983. Projeções e Convenções. Didática de Educação Física: Formação de Objetivos. Positivismo ou História Tradicional. 1999. O espaço da natureza e a questão ambiental: Os elementos do quadro natural e suas inter-relações.3. A. O papel dos setores de comércio. Geografia. 2. 3. Iná Elias de & outros (org. O Brasil e a economia global. BENJAMIM. A organização do espaço agrário no mundo e no Brasil: Caracterização geral. A água enquanto um recurso renovável limitado. O espaço geográfico como produto histórico e social. JÚNIOR. Handebol. Manual do treinamento esportivo. História das mentalidades. L. G. basquetebol. 1995. & Silveira. 1997.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Rio de Janeiro: Sprint. Problemas ambientais. TAFFAREL. Esporte e atividade física – bases.1. São Paulo: Hucitec. SANTOS. Parâmetros curriculares nacionais: Educação Física. 1984. M. Milton. LAGINE. A educação física cuida do corpo. Saraiva e Moderna. 2000.2. Que Brasil é este? São Paulo: Atual. 3ª edição. Recreação e lazer. Maria Laura. São Paulo: Loyola. São Paulo: Saraiva. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Além dos livros didáticos das Editoras Ática. 8. Niterói: PPGEO/UFF. David. MATTA. Nações e nacionalismo desde 1780. 3ª edição. 5ª edição. 1992. 2. handebol e voleibol. 1998. Eric. H. 2002. H. Rio de Janeiro: Shape. Caxias do Sul: EDUCS. 1995. HOBSBAWM. O Brasil – território e sociedade no início do século XXI. Regras Oficiais de Atletismo.2. Brasília: MEC/SEF. Zygmunt. R. Moderna. KASLER. Escola de Voleibol.1.1. São Paulo: Cortez. 1.. 1. estrutura e migrações. . 2ª edição. Milton. WEINECK. A importância dos mapas. 1998. HARVEY. . A Geografia. HAESBAERT. SANTOS. São Paulo: Companhia das Letras. SANTOS. CASTRO. Globalização . A relação entre população e renda. 2007. Rio de Janeiro: Guavira. Por uma nova globalização. os modelos produtivos e as revoluções tecnocientíficas. Lovise. de F.1. PROFESSOR I – GEOGRAFIA 1.

2. escravidão. nacionalismo na Europa dos séculos XIX e XX.1 No Brasil – os “homens bons” no período colonial. Relações de trabalho em diferentes momentos da História brasileira: a) Escravização. b) Descolonização das nações africanas. suas lutas sociais e por melhores condições de trabalho através do tempo. a atual política externa norte-americana e a luta contra o terrorismo. Iluminismo e Revolução Francesa.2. a economia. a cultura e a natureza em diferentes momentos da História brasileira: a) Exploração econômica de recursos naturais pelos colonizadores europeus: agricultura comercial. queda do Muro de Berlim. Revolução Mexicana.1. governos autoritários – o Estado Novo e o regime militar pós-64. b) Sociedade e trabalho através do tempo: grandes proprietários. Movimento da Consciência Negra etc. conflitos no Oriente Médio. povos. o fundamentalismo islâmico. paisagens rurais e urbanas. b) Confrontos entre europeus e populações indígenas no território brasileiro. ditaduras na América Latina. d) Lutas e organizações camponesas e operárias. processo de sedentarização. socialismo e golpe militar no Chile. lutas pelo fim da escravidão. As relações de trabalho. b) Usos da terra. o trabalho de mulheres e crianças na agricultura. resistências e o processo de emancipação dos escravos africanos e seus descendentes. as lutas políticas na implantação da República. guerras e revoluções: a) Administração política colonial. 4.1. lutas.2. 3. neonazismo. 2. d) natureza e cidade. experiência liberal democrática de 1945-1964. expansão imperialista dos Estados europeus. lutas pela reforma agrária. as representações e o imaginário sobre o mar. b) Conquista e resistência na América sob a ótica local: a questão do outro. Relações entre a sociedade. administradores coloniais.1. d) Resistência chinesa ao imperialismo. Guerra do Vietnã. exploração econômica de recursos naturais pelos colonizadores europeus. Revolução Industrial. povos. guerras e revoluções. o coronelismo e o voto na República Velha. República romana. ligas e sindicatos.1.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . criação de animais e produção e extração de riquezas naturais. constituição dos Estados Nacionais independentes. c) organizações de trabalhadores.1. lutas operárias. esfacelamento dos Estados socialistas. lutas. 3. Relações entre a sociedade.3. guerras e revoluções na Europa. Revolução Cubana.1. Processos de constituição dos Estados Nacionais da América. movimentos populares e estudantis. c) Culturas tradicionais do mundo árabe. c) O conhecimento. organizações internacionais latino-americanas pela integração política e econômica do continente. o trabalhador negro no mercado de trabalho livre. as desigualdades . 4. lutas. Relações entre a sociedade. clérigos. a cultura e a natureza na História de povos do mundo em diferentes tempos: a) Povos coletores e caçadores. o conceito de cidadania hoje no Brasil e a percepção da condição de cidadão pela população brasileira.3.1.4. na África e no Oriente: a) Cidades-estados gregas.2. a marcha para o Oeste.2. mercadores e banqueiros na Europa. confronto. Processos de constituição dos Estados Nacionais. b) Servos. Primeira e Segunda Guerras Mundiais. apartheid e África do Sul. a economia. Japão hoje. confrontos. revolução agrícola neolítica na África e no Oriente. a intervenção norte-americana no Afeganistão e no Iraque. a cultura e a natureza na História da África e suas relações: a) Relações históricas e sociais nas sociedades tradicionais africanas e as interfaces entre o continente e os movimentos de expansão européia ao longo do tempo. 3.3. o terrorismo.1. culturas e nações africanas hoje. sindicatos.2. rurais e urbanas.EDITAL No 01/2009 ANEXO III entre a sociedade. lutas. confrontos. 2. Aliança para o Progresso e ALCA). Revolução Comunista. ligas.2. artesãos e corporações de ofício na Europa. natureza transformada na implantação de serviços e equipamentos urbanos. 3. processo de constituição do Estado Nacional norte-americano. expansão chinesa atual. conflitos no mundo árabe atual: confrontos entre palestinos e israelenses. Revolução Cultural. da nação e do Estado brasileiro. a economia.2. b) Colônias inglesas na América. lutas. trabalho e resistência indígena na sociedade colonial. revolução iraniana. imigração e migrações interna e externa em busca de trabalho. locais de povoamento. Processo de constituição do território. lutas pela independência política. o Estado Brasileiro e o populismo. Japão depois da Segunda Guerra Mundial. consolidação do Estado Nacional Moderno. ocupação de territórios e alteração das paisagens naturais na Europa medieval. 2. especialmente a colonização do Brasil e da América. política externa norte-americana para a América Latina (Doutrina Monroe. os processos de globalização. os religiosos e as missões. lutas sociais. organizações patronais e partidos políticos. processo político de independência do Brasil. organização dos Estados socialistas e comunistas. lutas feministas. as Constituições e as mudanças nos direitos e deveres dos cidadãos. expansão marítima e comercial européia. b) As organizações de trabalhadores. o fundamentalismo islâmico. 2. camponeses. Relações de trabalho em diferentes momentos da História de povos do mundo: a) Escravidão antiga na Europa – Grécia e Roma. Pan-americanismo. agregados e trabalhadores livres. guerras e revoluções: a) Administração das colônias espanholas. expansão muçulmana. valores culturais atribuídos às diferentes categorias de trabalhadores e ao trabalho através do tempo. interferências na natureza na implantação de infra-estruturas. o confronto entre o Paquistão e a Índia. nobreza. imperialismo no Oriente Médio. e) Imperialismo japonês. 2.RJ CONCURSO PÚBLICO . o Estado Brasileiro pós-regime militar. História das Representações e das Relações de Poder.1. 2. Relações de trabalho em diferentes momentos da História dos povos americanos: a) Os europeus e o trabalho indígena na América colonial. as ditaduras e a supressão de direitos políticos e civis (Estado Novo e governo militar após 1964). militarismo na América Latina. Nações. trabalho das mulheres e das crianças na indústria inglesa. a cultura e a natureza na História dos povos americanos: a) Natureza e povos da América na visão dos europeus. Guerra da Coréia. revoltas sociais coloniais. clero. o Populismo na América Latina. Guerra Fria. a economia. intervencionismo norte-americano na América Latina. Cidadania e Cultura. exploração e comercialização das riquezas naturais. guerras provinciais. navegadores e comerciantes coloniais. o poder oligárquico. lutas dos povos indígenas pela preservação de seus territórios. nas atividades domésticas etc. 3. o Estado Monárquico. descentralização política na Idade Média. Revolução de 1930. na indústria e nos serviços urbanos. diferentes formas de posse e prosperidade da terra. revoltas e resistências de escravos. guerras entre as nações africanas. b) Crescimento populacional. c) trabalho operário e trabalhadores dos serviços urbanos na Europa.

Lucília. os ideais iluministas e as práticas de cidadania durante a Revolução Francesa. 1. o nazismo e o facismo na Europa.3. . SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AQUINO. W. (OBS: as edições pela Editora Ao livro técnico são igualmente recomendadas) AZEVEDO.155-68. África e Brasil africano.5. BROWN. 1.2. J. 1. Oxford: Oxford University Press. London: Longman. FAUSTO. História Moderna através de textos.7. R. ordem e valor absoluto. 2. voz ativa e voz passiva). ______________________________. Col. B. RICHARDS.2. Rio de Janeiro: Record. das etnias e das minorias culturais. Compreensão e interpretação textual: 1. C. expressões definidas). J. desenhos. 1929-1989.6. D. Educação e Sociedade.2. Primeiros Passos. Função definida por várias sentenças. Cambridge: Cambridge University Press. 4.4. H. 2001. Cláudia & DELGADO. Números naturais inteiros. SOUZA. verbos frasais e preposicionais). coordenação e subordinação (conjunções e conectivos). Logarítmos e função logarítmica: definição. composta e inversa. 2000. LARSEN-FREEMAN. jornais.2. 2008. Englewood Cliffs. São Paulo: Ática. operações. o sintagma adverbial (advérbios e adjuntos adverbiais). LITTLEWOOD. metodologias comunicativas (competência comunicativa). História Concisa do Brasil. estratégias de coerência e coesão textuais (anáfora e catáfora).4. COLLINS. 2006.compreender/interpretar idéias/informações em textos de vários gêneros. 3. Campinas: Contexto. Task Reading. 2. A. Números complexos: formas algébricas e trigonométricas. apreender o sentido global de um texto. Textos e Documentos 3.1. Jaques. 2006. 3. SCRIVENER. 2002. 2007. MARQUES. Célia M. propriedades.. & ROGERS.3. crescente. São Paulo: Disal.4. História Contemporânea através de textos. e as aspirações de direitos pela população brasileira hoje. DAVIES et al. English Grammar. Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. formação de palavras (sufixação e prefixação). Approaches and Methods in Language Teaching. Communicative Language Teaching. decrescente. São Paulo: Companhia das Letras. identificar recursos lingüísticos que promovem a coesão e a coerência das idéias em um texto: elementos de co-referência (palavras que se referem a uma mesma realidade lingüística. gráficos e tabelas. Adriana et. AZAR. a social-democracia. Vavy Pacheco. da Editora Paz e Terra. o socialismo. W. 3. 2000. Learning Teaching. Diferentes metodologias para o ensino de língua inglesa. Col. 3. 1. How to Teach English. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Artigos retirados de revistas. Função do 1º grau. Inês A. Campinas: Contexto. Vanda L. Cambridge: Cambridge University Press. 1. 2. Metodologia do ensino da língua inglesa: 3. representação e operações. Textos e Documentos 5. Sistemas.3. as práticas de cidadania a partir da independência dos Estados Unidos. São Paulo: EDUSP. Onda negra medo branco – O negro no imaginário das elites do século XIX. 2005. determinativos). experiências históricas autoritárias na América Latina. BERUTTI. D. 1. SOUZA. Gráficos. O que é história. pronomes. D. sistemas de tempo. a fome e as desigualdades social e econômica no mundo.1. Eric J. aspecto perfectivo e modalidade. IN VISCARDI. p. Polinômios: relações entre coeficientes e raízes. garantindo a manutenção e a progressão das idéias em um texto: sinônimos. 1993. o sintagma preposicional (preposições simples e complexas. metodologias humanísticas. ímpar. 2001.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .3. A Escola dos Annales. Domínio e contra-domínio. o comunismo. Gráficos. FARIA.1. Col. Cambridge: Cambridge University Press. HOBSBAWN. 2005.RJ CONCURSO PÚBLICO . TEIXEIRA.1. Sobre a História. Gráficos. Os direitos das mulheres. 1. identificar o tema principal de um texto. Gráficos. 2001. antecipar o tema de um texto. Aspectos da morfossintaxe: 2. Função par. 1998. do 2º grau e modular. concordância verbal. locuções adjetivas.EDITAL No 01/2009 ANEXO III econômicas e sociais. London: Macmillan. PROFESSOR I – INGLÊS PROFESSOR I – MATEMÁTICA 1. 1. racionais e reais: propriedades. formular hipóteses sobre a função de um texto a partir de elementos pré-lingüísticos e de recursos gráficos. 1.2 No mundo – a cidadania em Atenas e em Roma. (OBS: a edição anterior.al. Equações e Inequações: Resolução. 1997. R. ilustração. informações apresentadas em quadros. 2008. Aritmética e Álgebra. pronomes. São Paulo: UNESP. DENIZE & OSCAR. 1.6. aspecto e modo. 2. dos jovens. NJ: Prentice Hall Regents. localizar informações pontuais e explícitas em textos. o sintagma verbal (classes de verbos. metodologias précomunicativas. J. imagens. S. o anarquismo. marcadores do discurso. 2ª ed. BURKE.5. Função Exponencial: equações e inequações exponenciais. as declarações dos Direitos Universais do Homem e os contextos de suas elaborações. com temática variada. Noções de Lógica. História das sociedades – das sociedades modernas às sociedades atuais. 2001. das crianças.7. New York: Pearson Education. o sintagma nominal (classes de substantivos. História Oral e Educação: tecendo vínculos e possibilidades pedagógicas. HARMER. Conjuntos: Operações. Peter.Marinho de.8. a partir do título. fotografias. é igualmente recomendada) BORGES. Techniques and Principles in Language Teaching.4. 2000. Fundamentals of English Grammar. inferir o sentido de palavras/expressões com base no contexto lingüístico e no conhecimento prévio sobre o tema de um texto. Funções: Operações. de Castro & PRAXEDES. Juiz de Fora: Editora UFJF. 2. subtítulo. 2. a pobreza. 1. F. São Paulo: Annablume. Principles of Language Learning and Teaching. 1990. periódicos especializados e sites da Internet. 2005. Marina de Mello e. Boris. 2. teorema fundamental da álgebra. propriedades operatórias e equações logarítmicas. 1. London: Collins COBUILD. São Paulo: Brasiliense. adjetivos. História Oral – Teoria.

motor e perceptivo). 5. Identidades Trigonométricas. São Paulo: Contexto. Principais manifestações artísticas. Matemática. relações. Relação Ensino – Aprendizagem. Morfologia: reconhecimento. afetivo. Agostinho Dias. inscrição e circunscrição.RJ CONCURSO PÚBLICO . Estratégias de leitura: sentenças e textos (pressuposições explícitas e implícitas). Reta: Equação geral e reduzida. Gramática aplicada da língua portuguesa. estrutura e organização interna. 3. Volume único.5. narrativo.1. Desenvolvimento da criança (cognitivo. a PAIVA. Rio de Janeiro: FGV. Volume único. 2 Ed. DOLCE. Música.8.1. Manoel Jairo. Uma Breve História da Música. Planejamento. a FACCHINI. Ermelinda. PAZ. 1985. São Paulo: Atual. transitividade e regência de nomes e verbos. 3. Movimentos musicais significativos. emprego e sentido das classes gramaticais em textos. cones e esferas: conceitos. 1990. Manoel P. Teoria de Aprendizagem. 3. O Livro de Ouro da MPB. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALBIN.1. 1. mecanismos de flexão dos nomes e dos verbos.2. 2000. Ortografia: padrões gerais e reforma ortográfica. distância entre dois pontos. Posições Relativas: paralelas. combinações e permutações simples. 3. Parâmetros Curriculares Nacionais. áreas lateral e total e volumes. 1. 2. SAVIOLI. IEZZI. São Paulo: Scipione. Funções Circulares. concordância nominal e verbal. Quadro e . identidade. Avaliação. 1. cilindros. 2003. São Paulo: Ática. Para entender o texto: leitura e redação. Matemática. processos de coordenação e subordinação. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS AZEREDO. Jorge Zahar. 2. 3. Trigonometria. 8. Análise Combinatória: Contagem. Semelhança. semelhança. 2001. 9. Hino Nacional Brasileiro: características rítmico-melódicas. 2008. A. 1.6. Roy. Manoel. relações métricas. 1986. São Paulo: Publifolha. RIBEIRO.EDITAL No 01/2009 ANEXO III 1. São Paulo: Saraiva. padrões gerais de colocação pronominal no português. PROFESSOR II – EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E 1º 1. Inscrição e circunscrição. Othon Moacir. Matemática Financeira: Juros simples e compostos. PÉRIGO. campos semânticos. Circunferência: equação geral e reduzida. Rio de Janeiro. 5. Formas de intertextualidade. Arcos e Ângulos: medida. processos de formação de palavras. Antonio S. Forma e Estrutura na Música. Ingedore & TRAVAGLIA. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Luiz Carlos. 2003. Osvaldo. 1993. Elementos de construção do texto e seu sentido: gênero do texto (literário e não-literário. diagonal. Editora MusiMed. Figuras: caracterização e propriedades.2. DEGENSZAJN. coeficiente angular e parâmetro linear. Discussão. A Música na Educação Escolar: 1.6. Regra de Cramer. David a Mauro. Gélson.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Matemática para Ensino Médio. Determinantes de Matrizes 2x2 e 3x3. papel das figuras de linguagem na construção do sentido dos textos. 3. 2007. Volume único. _____________. Distância de um ponto a uma reta. No triângulo retângulo. PROFESSOR I – MÚSICA 1. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. transposta e inversa. Ponto. 2000. mecanismos de coesão textual. Ingedore. 3. Pedagogia Musical Brasileira no Século XX: metodologias e tendências. São Paulo: Contexto. perpendiculares. A inter-ação pela linguagem.4. 2. 1 Ed. Brasília. 4. GARCIA. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BEZERRA. Propriedades. São Paulo: Moderna. KOCH. 1986.5. A coerência textual.2. concorrentes. alinhamento de três pontos e área do triângulo. Sistemas Lineares: Resolução em duas ou três variáveis. 1999. 7.7. características das tendências e compositores representantes. Matemática. Celso & CINTRA. Ponto: Ponto médio de um segmento. 1997. CARNEIRO. 2003. Progressões Aritméticas e Geométricas. Comunicação e Cultura: 3. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. Circunferência Trigonométrica. poesia e contexto histórico. Relações Métricas. equação da reta que passa por um Ponto.10. 2. emprego de tempos e modos dos verbos em português. relações entre marcas lingüísticas e níveis de significação textual. Hinário Pedagógico: Irmãos Vitalle. BENNETT. Procedimentos pedagógicos em Música: conteúdos. 6. Operações. José Carlos de. CUNHA. Universal: da época medieval à atualidade. Ediouro. Walter. 3. Matrizes: Quadrada. 7. São Paulo: Moderna.1996. A Linguagem Musical na atualidade. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs): Arte / Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC/SEF. Semântica: sentido e emprego dos vocábulos. FRATANTONIO.. Os Parâmetros Curriculares Nacionais e o Ensino de Música. 3. relações discursivas ou pragmáticas. Arranjos. Popular Brasileira. 8. pirâmides. José Luiz.3. Pontuação: normas gerais de emprego de sinais de pontuação e funções expressivas em textos de fontes diversificadas. 1997 PROFESSOR I – PORTUGUÊS 1. 2. oposta.1.4.2. descritivo e argumentativo). 2. 3. Roberto. 4. fatores de coerência textual. Permutação com repetição. Francisco Platão & FIORIN.3. A Música na História: 2. Nova gramática do português contemporâneo. 1. intersecção. 6. Geometria. Jorge Zahar. Espacial. Lindley.3. 2. O texto em construção. 2. Estilística: reconhecimento das diversas figuras de linguagem em um contexto. Manifestações artístico-musicais populares. Rio de Janeiro: Metáfora Ed. Comunicação em prosa moderna. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. 1. 2. Sintaxe: termos da oração.1.9. Cálculo Fatorial. Relações Trigonométricas.2. reta e plano: posições relativas. 4 Ed. KOCH. Plana. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394/96. relações lógico-semânticas. Probabilidade. 2. 2. elementos mórficos. Prismas. Ricardo Cravo. métodos e avaliação. Analítica. Teorema de Talles. Volume único. Elementos básicos da Música (estrutura e forma). congruência e determinações.

1998. 327 pág. SMOLKA. São Paulo: Moderna. Pioneira Educação. Comportamento na escola. HAIDT. Sonia. Barbel. Ed. Momentos de intervenção: a Orientação Educacional na Infância e adolescência. 1971. Rio de Janeiro: Zahar. 1975. Pontos e Contrapontos do pensar ao agir em avaliação. RJ: See. 1986. A Orientação Educacional em uma perspectiva histórica: concepções de funcionamento e formas de intervenção. Democratização da Escola Pública. KRAMER. ___________. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Eny Marisa. Jean. Nilbo Ribeiro. Escola e Democracia. O papel da Orientação Educacional: princípios. NOGUEIRA. Construir as competências desde a escola. ___________. Porto Alegre: Ed. Linguagem e Escola: Uma perspectiva Social. Alves. 2001. 10ª ed. Loyola. Zippin. Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia evolutiva. 24ª ed. Regina Célia Cazaux. São Paulo: Érica. 2002. São Paulo: Ed. Jiron. Petrópolis: Vozes. São Paulo: Ed. 14. LUCKESI. RUMMEL. Possibilidades da ação educativa. São Paulo: Livraria Ed. José (org). 7. ____. Ática. 3. NICOLAU. Difel. FERREIRO. 9ª ed. Autonomia da escola: Princípios e Propostas. GANDIM. Zippin. SILVA. 2000. HOFFMANN. A criança em idade pré-escolar. 199 pág. RIZZO. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. César. SAVIANI. MEC. Francis J. São Paulo: Cortez. GRINSPUN. Philippe. Planejamento de Ensino e Avaliação. MATUI. Rio de Janeiro: Record. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BECKER. GADOTTI. 1998. Educação e Construção do conhecimento. Perspectivas da Orientação Educacional. Rio de Janeiro: Betrand Brasil. e ROMÃO. projetos de intervenção e técnicas de trabalho. SP: Papirus. A Autonomia da Escola Pública. São Paulo: Livraria Ed. Orientação educacional no projeto escolar: o acompanhamento do processo de aprendizagem. A prática da orientação educacional: planejamentos. 1999. Artmed. Construtivismo: Teoria Construtivista Sócio. José Carlos. Vol. 135 pág. Porto Alegre: Mediação. PIAGET. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. ___________________________. 110 pág. Ilma Passos Alencastro. e GARCIA . 3ª edição. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS GIACAGLIA. São Paulo: Ed. COLL. Emília. LIBÂNEO. TURRA. PIAGET. 2001. 2000. Multieducação. Orientação educacional na prática: princípios. Magda. Teresa Maria Machado. História aplicada ao ensino. Loyola. 407 pág. ZABALA. Organização. S. 2001. Supervisão e Orientação Educacional: perspectivas de integração na escola. 1994. Marieta Lúcia Machado. 2003. SP: Cortez. 1999. Ed. SP: Ed. Ática. Regina Leite. Moacir. Cortez. Prontidão para alfabetização.RJ CONCURSO PÚBLICO .da F. São Paulo: Ed. ORIENTADOR EDUCACIONAL 1. Gilda. Antoni. 15. Ática. Danilo. SP: Ed. Cortez. Caderno de Atividades. 2001. VEIGA. Prática pedagógica e o processo de construção do conhecimento: Interdisciplinalidade e projetos. 1995 ORIENTADOR PEDAGÓGICO . 10. Planejamento como prática Educativa. A Psicologia da Criança. PERRENOUD. Regina (Org. 4. Pedagogia dos Projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. 2002. 6. Rosa. Projeto Político Pedagógico da escola: uma construção possível. Jussara Maria Lerch.A. 1994. Ed. 1989. Ed. A Orientação Educacional: conflito de paradigmas e alternativas para a escola. 1997. RJ. Jean.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . 1996. Loyola. Evasão e o fracasso escolar. O Raciocínio da Criança. Porto alegre: Artmed. MAIA. A prática educativa: como ensinar. Lei nº 9394. Cipriano Carlos. 2001. Cortez. Ermani F. Lia Renata Angelini. REGO. 1996. 1994. Avaliação: mito e desafio: uma perspectiva construtiva. 11. GRINSPUN.). BORGES. de 1996. Trad. Artmed. Trad.EDITAL No 01/2009 ANEXO III atribuição de pessoal. 1997. 7ª ed. A Formação do Símbolo. Creche. 5. Uma Orientação educacional nova para uma nova escola. e INHEDER. Mirian P. São Paulo: Ed. Orientação educacional trabalho na escola. César. Reflexões sobre alfabetização. Novas tendências e Competências. COLL. SOARES. Jair Militão da. Loyola. 1971.I. Brasília. 9. 1989. 12. Ática. SP: Papirus. Ana Luíza B. Parâmetros Curriculares Nacionais para Educação Infantil. Godoy. Fernando. Porto Alegre: Mediação. Ed. A Educação PréEscolar: Fundamentos e Didática. Séries Iniciais do Ensino Básico. 1986. 2006. Teresa Cristina. Núcleo Curricular Básico. Montagem e Funcionamento. funções e objetivos. Com a pré-escola nas mãos. 2001. 400 pág. 2000. 13. A Formação do Símbolo na criança. SP: Cortez. 308 pág. Dermeval. Uma Orientação Educacional nova para uma nova escola. A Criança na Fase Inicial da Escrita. 2. 8. Rio de Janeiro. Sagra. 2000. Cortez. Parâmetros Curriculares Nacionais para o primeiro e segundo ciclo do ensino fundamental. técnicas e instrumentos. São Paulo: Autores Associados. Curso de didática geral. São Paulo: Ática. 1996. Bruno Charles Magno. 320 pág. Loyola. Avaliação da aprendizagem Escolar. 1998. São Paulo: Ed.1992. 1975. A questão dos conteúdos e organização curricular. A Função do Orientador Educacional. Projeto Político-Pedagógico. Mirian P. Democratização da Escola Pública. GARCIA.

O processo legislativo. termos da oração.RJ CONCURSO PÚBLICO . da narração e da argumentação. trabalho com várias planilhas em um arquivo etc. emprego de tempos e modos dos verbos em português. Regina L. separar arquivos em pastas etc. VASCONCELLOS. Rio de Janeiro: IBAM. William R. CUNHA. Francisco. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALVES. Rio de Janeiro: Metáfora Ed. SP: Papirus. José Carlos. Técnico em Contabilidade e Técnico em Informática. Petrópolis. 2000. Naura Syria F. SP: Libertad. Secretário de Escola. Para entender o texto: leitura e redação. acompanhamento e avaliação. transitividade verbal.). Guarda Municipal Feminino e Masculino. competência e limitações. Direito constitucional. Naura. 3. 2. Supervisão e Orientação de atividades pertinentes à dinâmica da realidade educacional na instituição do Ensino Básico. 2004 RANGEL. 2. As proibições e incompatibilidades aplicáveis aos Vereadores. oração e período. Francisco Platão & FIORIN. campos semânticos. 1997. 5. modificação da fonte. RIBEIRO. Conteúdo. Correa (org. A Lei Orgânica Municipal. WEISSKOPF. Manual do Prefeito. construção e sentido dos períodos compostos – as orações coordenadas e subordinadas. Windows XP: Noções de trabalho no ambiente Windows. O fazer e o pensar dos supervisores e dos orientadores educacionais. 1996.Alternativa. Fiscal de Posturas. características da descrição. Gene. SP: Loyola. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Direito municipal brasileiro. O conceito de interesse local. atualizada. utilização de tabelas. 2. José Luiz. Alexandre de. São Paulo: Ática. 3. Legislação Municipal para os cargos de Agente Administrativo. Do projeto político pedagógico ao cotidiano da escola. 1997. São Paulo: Malheiros Ed. como utilização de fórmulas nas planilhas. NICOLA. regência nominal e verbal. atualizada. Microsoft Word 2000. _____. 1993. Celso. SP: Cortez. BRASIL. SILVA. Ortografia. 1997. Gramática. (coord. Hely Lopes. Marcos Flávio R. A organização do trabalho pedagógico na escola. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CARNEIRO. 1998. 5. Semântica: sentido e emprego dos vocábulos nos textos. 3. Técnico em Agrimensura. Gramática aplicada da língua portuguesa. conhecimento das suas funções básicas. FARACO. São Paulo: Makron Books. Celestino Alves da (Orgs. RJ: Vozes. . R. São Paulo: Atlas. Informática para todos os cargos de Nível Médio 1. A Câmara Municipal. Syria F. Nove Olhares sobre a Supervisão.. 2002. 7. conhecimento das suas funções básicas. emprego e sentido das classes gramaticais nos textos. 3. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS MINK. Gramática contemporânea da língua portuguesa. Celso & CINTRA. atualizada. Mary e SILVA JR. Estilística: o papel das figuras de linguagem na construção do sentido dos textos. A responsabilidade do Poder Executivo. 4.) Supervisão Educacional – uma reflexão crítica. impressão etc. A organização do Município. Técnico Agrícola. Teresinha Azeredo. NÍVEL MÉDIO E ESPECIALIZADO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS COM NÚCLEO COMUM Português para todos os cargos de Nível Médio 1. Assistente de Creche. 2000. uso do Windows Explorer e conhecimento de funções do tipo transferir arquivos para disquete. sinonímia e antonímia. GONÇALVES. São Paulo: Bookman. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. 1997.). 6. Carlos. MORAES. _______________. Constituição Federal de 1988. Correa (org. Manoel P. São Paulo: Scipione. Carlos Alberto & MOURA. flexão dos nomes e verbos. processos de formação de palavras. MS-Excel 2000: uso do MS-Excel para criação e edição de planilhas. Nilda e GARCIA. Lindley. padrões gerais de colocação pronominal em português. 4.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . A quebra de paradigmas na orientação pedagógica e as mudanças decorrentes no perfil do orientador. 1998. O Poder Executivo. Os servidores públicos: normas constitucionais e legais. Instrumentos da ação orientação pedagógica: elaboração. Ed. como formatação de parágrafos. STANEK. Morfologia: reconhecimento. Excel 2000 (Prático e Fácil).EDITAL No 01/2009 ANEXO III 1. Ética e Competência. O Poder Legislativo e sua competência. Lei Orgânica do Município. de 5 de abril de 1990. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. Habilidades e competências nas dimensões humanas e técnica da nova orientação pedagógica. José de & INFANTE. Goiânia. Sintaxe: frase. Pontuação. armazenar arquivos no computador. São Paulo: Ática. Vozes. 1.. RIOS. Nova gramática do português contemporâneo. 4. MEIRELLES. 1999. Agostinho Dias. LIBÂNEO. Assistente Técnico de Gestão. 2004. O Município e a Federação. Ulisses. MS-Word 2000: uso do MS-Word para criação e edição de documentos. Acompanhamento. 2. O texto em construção. 1997. Microsoft Windows XP Professional – Guia de Bolso do Administrador.) Supervisão Educacional para uma escola de qualidade (da formação à ação). Lei Complementar nº 326 de 28 de abril de 1997 (Regime jurídico dos servidores do Município). 1985. 5. São Paulo: Moderna. São Paulo: Makron Books. O texto: organização interna e sentido. Fiscal de Meio Ambiente. concordância nominal e verbal. Coordenação do trabalho pedagógico. SAVIOLI.

86 a 90). arquivamento. reativação.org.Vamos fazer uma creche? Projeto Casulo. autuação. 24 . 3.conasems. Educação infantil. Prefeitura e Câmara Municipal. “Primeiro. 2ª ed. Autonomia e competências. Relações Câmara/ Prefeitura.br/bvs/pub_assunto/atencao_b as. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9. O SUS de A a Z. Rio de Janeiro: SEE. Teoria de aprendizagem.br na Área do Candidato. Núcleo curricular básico. 4. 1.br ou através do site http://www. Pactos pela vida. Avaliação e Auditoria.gov. iniciativa de leis e de atos municipais. Marilena Leite. licenças e substituição. Os manuais e textos poderão ser encontrados no site da biblioteca virtual do Ministério da Saúde através do endereço eletrônico htpp://dtr2001. Classificação de documentos e correspondência Terminologia arquivística. Atividades de rotina. Módulo 2. 407 páginas. Materiais pedagógicos.13ª Ed. Disponível em: http://www. Auxiliar de creche. Rio de Janeiro: Editora Senac. 2006. São Paulo: Editora Ática.tce. 2. MEC. 335 páginas.org. KRAMER. 11. 1989. 1988. 4 e 5).br/susdeaz ou disponível em: http://portal. Conselho Estadual da Condição Feminina. Rio de Janeiro.br/portal/arquivos/pdf/sus_ 3edicao_completo. 91 páginas. 60 a 68) e IV (arts. Admissão e desligamento da criança na creche. despacho. II.saude. 2. a criança” .ibam-concursos. Sistema Único de Saúde – SUS: Princípios. 1998. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Brasília. Receitas Municipais. Séries iniciais do ensino básico. classificação. Reforma Sanitária.saude.S. Maria Beatriz Gomes de Almeida. Brasília. Arquivo: Teoria e Prática. 3 volumes. BRASIL. Atualizada em 2000. LBA.exe/sy s/start. Planejamento. Conceito. 1992. II. Seção I (Capítulos I.br/doc_diversos/livro_opas. 1995. Disponível em http://www. 4. Desenvolvimento local. São Paulo: Ed. Titulo I. Controle da Administração. Elinor. 7 ed.orientações básicas para atendimento em creche. Disponível em http://www. encerramento. diretrizes e regulamentação.br/publique/cgi/cgilua. Programação Pactuada e Integrada. Contas Municipais. 2ª ed. São Paulo: Editora Ática. 3.org. Brasília.gov. A creche saudável.pdf. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. 9. Ministério da Saúde. M. Proposta curricular para as creches e pré-escolas comunitárias. 2005.htm a 36. NICOLAU. patrimonial e de serviços. Sessões. Biologia educacional. Organização e gerenciamento. Município: Poderes. A educação préescolar – fundamentos e didática. paginação. 10. Diretrizes do Pacto pela Saúde em 2006 – Consolidação do Sistema Único de Saúde. organização. Planejamento participativo. 8.htm Texto “Conceitos Básicos sobre Processos”.pdf ______. Gestão de Documentos: procedimentos.org. 7 volumes. Creche urgente. Maria Ângela. Lei de Diretrizes e Bases da Educação o Nacional – Lei n 9394/96. Referencial curricular nacional para a educação infantil. ASSISTENTE DE CRECHE 1. HAIDT. Multieducação. ASBRAC. Atribuições de pessoal e relações humanas dentro da creche. Controle. 110 páginas. de 22 de fevereiro de 2006. 132 páginas. Responsabilidade sanitária das instâncias gestoras do SUS. Rotinas de saúde da creche. Prefeito: funções.ibam-concursos. CECIP. 1987. 2006.394/96. 13. Gestão tributária. 304 páginas. III (arts 8º a 16. publicado na Portaria/GM nº 399.rj. Regulação. Programa alimentar. Diretrizes Operacionais. Regionalização. desentranhamento. Ambiente escolar. GOLDSCHMIED. PAES. Contratações Públicas: modalidades e características. 1997. Porto Alegre: Artmed. IBAM. III e IV (Capítulos 1 e 3). 2009. São NÍVEL MÉDIO E ESPECIALIZADO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS AGENTE ADMINISTRATIVO 1. 7. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. 48 a 50. Parâmetros Curriculares Nacionais. ______. Sônia. Manual do Prefeito. 1997. Marieta Lúcia Machado. Planejamento.gov. Diretrizes para a Gestão do SUS: Descentralização. DOS SANTOS. 5. 10ª ed. competências privativas. Com a pré-escola nas mãos. juntada. Regulação. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ARGÜESO. 14ª ed.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . LBA. movimentação. 152 páginas. Câmara Municipal: funções. em defesa do SUS e de gestão. Técnico em Laboratório e Técnico em Radiologia. Rio de Janeiro. Parâmetros Curriculares Nacionais. composição.gov. Planejamento e Programação. 2. 1996. Rio de Janeiro. 1ª ed. 199 páginas. Educação de 0 a 3 anos: o atendimento em creche. políticas e instrumentos. Atividades pedagógicas. Disponível em: http://www. Disponível em http://www. 6. 328 páginas. Documentação e Arquivo: Órgãos de documentação. rotinas e etapas. Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.RJ CONCURSO PÚBLICO . Curso de didática geral. Processos: conceitos sobre tramitação. Caderno de Atividades. Agrupamento de crianças na creche.ibam. Comissões. competências privativas.br na Área do Candidato. Financiamento. 5. 12. RJ. Participação e Controle Social. Ática. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Lei Orgânica do Município. finalidade e tipos de arquivos. Participação e Controle Social.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Legislação do SUS para os cargos de Técnico de Enfermagem. 82 páginas. 3 volumes. Regina Célia Cazaux. 1992.saude. 2001.

14.ibam-concursos. órgãos e competências. de 5 de abril de 1990. 2009. Autonomia e competências. princípios. competências privativas.gov. Contas Municipais. de 12 de fevereiro de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) Manual do Prefeito. portaria e resoluções. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. rotinas e etapas. competências privativas. decreto. 1984. 48 a 50. Conceito. 2002. reativação. Disponível em http://www. Lei Orgânica do Município.gov.rj. Requisitos para a descentralização no Estado do RJ. Sessões. Lei nº 5. 4 e 5). composição.RJ CONCURSO PÚBLICO .rj. Município e Meio ambiente: Competências constitucionais.. ______________. atualizada. instrução normativa. Godoy. Marilena Leite. ______________. Disponível em http://www. Lei nº 9605. RJ. Contratações Públicas: modalidades e características. encerramento. finalidade e tipos de arquivos. Classificação de documentos e correspondência Terminologia arquivística. norma técnica. Sistema Nacional de Meio Ambiente: Composição. II. 1986. 3.13ª Ed.br/port/conama/estr.Dispõe sobre a criação do Instituto Estadual do Ambiente -INEA RJ Decretos nº 40793. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. Conceitos básicos sobre termos da legislação ambiental: código. de 5 de abril de 1990. 13. .br na Área do Candidato. Jean. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. III e IV (Capítulos 1 e 3). 2009. Atuação do Município.org.A – 1975. 1971. Gestão ambiental local. Lei Municipal nº 326. 1989. 2. Desenvolvimento local. despacho. PAES. Tipos de atividades. Barbel.gov. Licenciamento ambiental.4. iniciativa de leis e de atos municipais. lei. extensão.exe/sy s/start. Jean.) no Estado do RJ.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Paulo: Ática.inea.gov. Seção I (Capítulos I. Autonomia e competência do Município. Controle da Administração.br/sitio/index. paginação.mma. DIFEL. 10.asp FISCAL DE POSTURAS 1. O raciocínio na criança. atualizada. Planejamento.br/ Licenciamento ambiental e descentralização no Estado do RJ Disponível em http://www. RJ. _______. São Paulo: Cortez. ASSISTENTE TÉCNICO DE GESTÃO 1. Relações Câmara/ Prefeitura. políticas e instrumentos. 60 a 68) e IV (arts.gov. Capítulos I e II. unidades desconcentradas. Arquivo: Teoria e Prática. classificação. A psicologia da criança. 7.br/conama/estr1. atualizada.br/publique/cgi/cgilua. Município e Desenvolvimento sustentável. 24 a 36. 15. manifestações. 16.br ou através do site http://www. Documentação e Arquivo: Órgãos de documentação. TURRA. 4. Gilda.br/publique/cgi/cgilua. As posturas municipais. Disponível em http://www. Prefeito: funções. desentranhamento. de 21 de dezembro de 1995 (Código Administrativo).org. Capítulo IV. Município: Poderes. Lei Municipal nº 273. licenças e substituição.gov. INEA: criação. Gestão de Documentos: procedimentos. 9ª ed. 2005. 8. 308 páginas. Comissões.980.ibam.mma. BRASIL. 5. Constituição Federal de 1988. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. autuação.org. Legislação ambiental Lei de crimes ambientais. Órgãos ambientais do Estado do RJ. 3. 3. atualizada.Disponível em http://www. formas de atuação. O regime jurídico do Fiscal de Posturas. Poder de polícia do Município: conceito.cfm e http://www. de 15 de outubro de 2007 e alterações posteriores Disciplina o procedimento de descentralização da fiscalização e do licenciamento ambiental (.rj. Câmara Municipal: funções. Jean e INHLEDER. III (arts 8º a 16. 12. 157 páginas. Disponível em http://www.101. A formação do símbolo. Creche atividades desenvolvidas com a criança. Gestão tributária. Titulo I. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Lei Orgânica do Município.ibam. Manual do Prefeito. II. 5.br/fma/licenciamentoapresentacao.index&tipo=0 Informações sobre INEA. de 28 de abril de 1997 (Regime jurídico dos servidores do Município). 2. características.mma. IBAM. Políticas sociais do Município de Barra do Piraí segundo sua Lei Orgânica. 1971. decisões. Instrumentos e iniciativas. Organização e gerenciamento. 9. Prefeitura e Câmara Municipal. arquivamento. IBAM. FISCAL DE MEIO AMBIENTE 1. Poder de polícia: Conceito. de 04 de outubro de 2007 . 400 páginas. 6. atualizada. Ana Luíza B. A criança na fase inicial da escrita. competências.org.htm Informações sobre SISNAMA/CONAMA Disponível em http://www. movimentação. ). montagem e funcionamento. Rio de Janeiro: Record.php?ido=legisl acao. SMOLKA. Disponível em http://www. 6.tce. 4. Receitas Municipais.br/fma/licenciamento-conveniomunicipios. 135 páginas.gov. organização. Processos: conceitos sobre tramitação.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . atualizada.rj. Planejamento de ensino e avaliação. Constituição Federal de 1988.ibam-concursos.. 2. Seção II. juntada. SAMPAIO CARNEIRO. RIZZO. Sagra – S. Atos administrativos relacionados ao poder de polícia. Seção I. Novos marcos jurídicos da gestão ambiental.asp e http://www.htm Texto “Conceitos Básicos sobre Processos”. 11. 2000.inea. 86 a 90). Lei Orgânica do Município. O exercício da fiscalização: modalidades. 5.13ª Ed. 320 páginas. Virgínia Régia.br na Área do Candidato.inea.cfm Termos sobre legislação ambiental . Rio de Janeiro. sanções aplicáveis. BRASIL. PIAGET. patrimonial e de serviços.exe/sy s/start. Creche – organização. _______. de cinco de julho de 2007 e nº 40. EBM.

Reinaldo Mathias. Rio de Janeiro: Copyrigt. Rio de Janeiro: IBAM. Rio de Janeiro. de 01. Rio de Janeiro.Estatuto do Idoso. V. Avicultura. Funções do prefeito. Lei nº 10741. 3. PEIXOTO. normas gerais de atuação. LANA. Campinas SP – Livraria e Editora Rural Ltda. Lei nº 8069. V. MARCANTONIO. a CAMPOS. 1995. 8.ibam. V. como também dos documentos que compõem o arquivo escolar. Q. Mecanização.Estatuto da criança e do adolescente. P. S. sanção. Disponível em http://www. 1999. PEIXOTO.10. SILVEIRA. – Abastecimento e Armazenamento de Grãos. Confinamento de Bovinos Leiteiros. A Pecuária em a Novos Moldes. vantagens. FILHO. G. 2. Ed. Administração na Secretaria da Escola. L. A.1. P. meios de atuação. IBAM. Piracicaba SP. Viçosa.A – Máquinas Agrícolas. 1979. 5 ed. Direitos e deveres. Viçosa MG.gov. 9. 1986. limites. estrutura organizacional. 1.htm Texto sobre Conceitos Básicos em Segurança Pública. defesa social. A. à luz do Regimento da Guarda e do Estatuto dos Servidores de Barra do Piraí. Viçosa. Instituto Maria. N. 2 edição. Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves. Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. Direito municipal brasileiro. T.07. T.13ª Ed. PUZZI. São Paulo: Ed. FILHO. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. T. 2005. Ed.M. Suinocultura Intensiva. Atlas.M – Os Cuidados com o Trator.br/publique/cgi/cgilua. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. José do Prado. Seção I (Capítulos I. 2000. J. 4.EDITAL No 01/2009 ANEXO III GONÇALVES. Grandes culturas. São Paulo: Ed. ALVAREZ. SP. R. 2009. 1987. 1986. Livro dos CITEs. Hortaliças. A.htm#EZTPageTop Texto sobre Órgãos de Segurança. Identificação hierárquica. C. 3ª edição. editora FEALQ.exe/sy s/start. J.). 5. C. Administração Escolar. Teresópolis. organização do espaço da secretaria. R – Manual de Olericultura: Cultura e Comercialização de Hortaliças. Carlos Alberto. Rio de Janeiro: CECAP. defesa civil. Ministério da Agricultura e do . M. Juiz de Fora. PASSOS. de seu Regimento Interno e dá outras providências”. 2. G. principais setores de atuação.2.htm SECRETARIO DE ESCOLA 1. Livraria Freitas Bastos S. A. 5 aproximação.S – Pré-Processamento de Produtos Agrícolas. SILVA. MOURA. – Manual de Irrigação. Disponível em http://www. MARTINS. V. 7.br/data/Pages/MJ1BFF9F1BIT EMIDE16A5BBC4A904C0188A7643B4A1DD68C PTBRIE.RJ CONCURSO PÚBLICO . GARCIA. Avicultura. Armazenamento e Processamento de Produtos Agrícolas. Irrigação e Drenagem.br/data/Pages/MJ1BFF9F1BIT EMID1762E6A7BCE54EAD82348F8B773BD93B PTBRIE. subordinação. A. de 28 de abril de 1997 .“Altera o Regime Jurídico Único e o Plano de Carreira dos Servidores Públicos Municipais do Poder Executivo de Barra do Piraí e dá outras providências correlatas”. J. Porto Alegre – RS. Sinais de Trânsito. Trânsito: Sistema Nacional Órgãos e competências. competências e funções do Município.1.2003 . Conceitos básicos sobre segurança pública e privada. M. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. GUARDA MUNICIPAL FEMININO E MASCULINO 1. V. 1995. Hely Lopes. conhecimento de normas e regulamentos pertinentes ao sistema educacional e trabalhista.. Lei Municipal nº 777 de 14 de novembro de 2003 “Dispõe sobre a instituição da Guarda Municipal. RODRIGUEZ. 1973. serviços e finalidades. Atlas. Câmara Brasileira do Livro. FERREIRA. C. FIGUEIRA. MEIRELLES. 2003. D. Correspondência Comercial e Oficial. Manual do Prefeito. Secretariado de escola: definição das atribuições do Secretário Escolar. Piracicaba – SP. Normas Gerais de Circulação e Conduta. Suinocultura. visando um trabalho produtivo que busque a funcionalidade. Manuela M. (coord. Direitos fundamentais da Criança e do Adolescente e do Idoso: Prevenção e Proteção. R. Principais a Culturas. Campinas SP.gov. Manual de modelos de cartas Comerciais. a eficiência e redução da burocracia. R. órgãos. Ética. 1999. Imprensa Universitária. G. Globo. Guarda Municipal de Barra do Piraí: Requisitos para ingresso. FARIA. – Recomendações para Uso de Corretivos e a Fertilizantes em Minas Gerais. 1998. 2003. a BERNARDO. infrações e penalidades. Poder de polícia municipal. Pecuária. 6 ed. V. de 13. 2 edição. Campinas. Autonomia. Brasil. Manual do Prefeito. adicionais e licenças. 1993. 6. Conceitos e definições constantes do Anexo I do CTB. São Paulo. Manual do Secretário de Escolas. I. 2 e 4). 4. Marcos Flávio R. bem como..mj. 1997. GUIMARÃES. Disponível em: http://www. P. a BRADY. conceito. Campinas SP. Agronômica Ceres. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BALASTREIRE. G. A. S. Ed. Solo.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . competências dos dirigentes e dos guardas municipais. Pedestres e condutores de Veículos não motorizados. 1982. Infrações Administrativas e Crimes. 2 edição. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Código de Transito Brasileiro e seu Anexo I.mj. MG. 1.C – Natureza e propriedades dos Solos. G. TÉCNICO AGRÍCOLA 1. S. SESTI. Ed..1990 . SILVEIRA. FERREIRA. Cidadão. JOSÉ. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Centro Educacional de Niterói. 1995. Curso de Secretário de Escola.org. Principais Culturas. L. finalidade. C. S. São Paulo: Malheiros Ed. Patrimônio e Bens públicos. F. 3. Suely Miguens. RJ.2. C. A.WENTZ. Lei Municipal nº 326. Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. 1973. LABUTO. São Paulo: Ed. RIBEIRO. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.H.

3. controle dos bens. cálculo. _______. Fundamentos e Aplicações. cirúrgicos e psiquiátricos. espécies de orçamento. inventário. escrituração e consolidação das contas. João Francisco Galera. _______. Enfermagem médico-cirúrgica. da Lei das Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual. _______. KOHAMA. Posicionamento por Satélite. cuidados de enfermagem no tratamento de feridas e realização de curativos. Fotogrametria e Fotointerpretação. sistemas de contas. BORGES. 3.RJ CONCURSO PÚBLICO . Orçamento-programa: fundamentos e técnicas. do adulto. 2. 2. conceitos de dívida pública e restos a pagar. voltadas para a gestão fiscal – Lei Complementar 101/2000. “Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências”. “Aprova os Manuais de Receita Nacional e de Despesa Nacional e dá outras providências. Divisão. 30 ed. 2. _______. receitas e despesas orçamentárias e extra-orçamentárias. que dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. Topografia. Jack. do adolescente. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARRA DO PIRAÍ. evolução conceitual do orçamento público. FILHO. Secretaria do Tesouro Nacional e Secretaria de Orçamento Federal. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. Lei Orgânica Municipal. prazos e vigências da Lei do Plano Plurianual. ed. contas de compensação. 2000/2001. TÉCNICO EM CONTABILIDADE 1. REIS. BRASIL. exame físico e registro em enfermagem com terminologia científica orientado para os problemas dos clientes. São Paulo: Atlas. atenção primária e educação para a saúde. Topografia Aplicada – Medição. Portaria nº 42 de 14 de abril de 1999. Conhecimento Técnico científico das Técnicas básicas de enfermagem: sinais vitais. Ministério da Fazenda. Legislação e ética para o desenvolvimento do exercício profissional em enfermagem. Ed. ações de vigilância epidemiológica. princípios legais e éticos do exercício profissional. Contabilidade Pública: conceito. dívida ativa. Ed. Topografia Aplicada à Engenharia Civil. São Paulo: Atlas. Portaria nº 180 de 21 de maio de 2001. receitas e despesas efetivas e não efetivas. MONICO. Lei Complementar no 101. campo de aplicação. da mulher. passivos. UNESP. Fundamentos de enfermagem. Posicionamento Pelo GNSS – Descrição. A lei 4. GIACOMONI. 4. Portaria Interministerial nº 325. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANDRADE. estágios.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Abastecimento. Distrito Federal e Municípios.. cuidados de enfermagem na atenção ao indivíduo portador de doença crônicodegenerativa. Contabilidade pública: teoria e prática. ed. _______. de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). e dá outras providências”. II e III da Portaria Interministerial no 163. Orçamento e Gestão. Gestão Fiscal: normas de finanças públicas. Portaria Interministerial nº 163. Alberto de Campos. 4. procedimentos de enfermagem relacionados ao processamento de materiais hospitalares. _______. peso e altura. Portaria Conjunta STN/SOF nº 3. Estados. preparo e administração de medicamentos. Análise e interpretação dos resultados orçamentário. Estados. registro contábil dos principais fatos típicos da administração pública. Lino Martins da. Demonstrações Contábeis de acordo com a Lei 4320/64: estrutura. Fotogrametria 2ª Ed. classificação da despesa e da receita pública. e dá outras providências”. Topografia: Planimetria.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento. TÉCNICO EM AGRIMENSURA 1. votação e aprovação da lei do orçamento. Secretaria do Tesouro Nacional. de 27 de agosto de 2001. Distrito Federal e Municípios. objeto e objetivos. Orçamento Público: conceitos e princípios. 3. transferências voluntárias. 5. José Bitencourt De. Editoração eletrônica por José Bitencourt de Andrade. Cuidados de enfermagem à mulher durante o ciclo gravídico-puerperal e às portadoras de patologias . classificação. do trabalhador e da família. Rio de Janeiro: IBAM. “Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. tipos de orçamento. 1998. de 4 de maio de 2001. LCT. Altimetria. atual. TÉCNICO EM ENFERMAGEM 1. Glauco Pontes. Cuidados de enfermagem ao indivíduo portador de distúrbios clínicos. 10. Serviço de Produção Informação – SPI. 14. superveniências e insubsistências. Orçamento público. Helio. Ministério da Fazenda e Ministério do de Planejamento. _______. Saúde pública. JR. doenças infecciosas. Elaboração da proposta orçamentária: conteúdos. discussão. do idoso. Demarcação. de 5 de agosto de 2009. características dos ativos. efeitos advesros e de conservação de vacinas. execução da receita e despesa orçamentária. José Aníbal. coleta de material para exame e oxigenoterapia. Programa Nacional de Imunização e profilaxia antitetânica para o indivíduo adulto e mulher durante o ciclo gravídico-puerperal. cuidados de enfermagem em situações de urgência e emergência. Heraldo da Costa. MACHADO Jr. variações patrimoniais. da UFV. José Teixeira. SILVA. Estradas. Joel Gripp. programas especiais de saúde voltados à assistência da criança. Enfermagem maternoinfantil. “Aprova a 2ª edição do Manual de Demonstrativos Fiscais”.320/64 comentada. São Paulo: Atlas. Estradas De Rodagem – Projeto Geométrico. patrimonial e financeiro. Editoração Eletrônica por Glauco Pontes Filho MC CORMAC. Constituição Federal de 1988. rev.”. Orçamento e Gestão. ed. 8. COMASTRI. James. preparo do cliente para realização de exames. de 14 de outubro de 2008. de 4 de maio de 2001. Ed. Despesa e Receita Orçamentária: conceito. Brasília. doenças sexualmente transmissíveis. cuidados de enfermagem relacionados a prevenção e tratamento das infecções hospitalares. “Altera os Anexos I. Portaria nº 462.

Agentes patogênicos das principais doenças bacterianas. Parasitologia. anti-spyware etc. BRASIL. Editora Atheneu. WALLACH. HIRATA. ligação com impressoras etc.E. BRASIL. 6ª edição. Membro Inferior: Posicionamentos. 2006. Anemias: diagnóstico laboratorial. Características morfológicas e funcionais das séries hematológicas. Laboratório de Análises Clínicas: procedimentos analíticos. Jorge. 2005. Secretaria de Vigilância em Saúde. Faça de Tudo para Combater Spam. equipamentos . Capacitação de pessoal em sala de vacinação – manual do treinando. Caracterização morfológica de protozoários e helmintos. Hardware PC: Guia de Referência. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. Ministério da Saúde. Desinfecção e processos de esterelização. William R. Anatomia Radiológica.manual técnicoBrasília: Ministério da Saúde. [ s. ANVISA – RDC 306 – PGRSS – 07/12/2004. Manual de Biossegurança. TCP/IP – Internet: protocolos e tecnologias. anticoagulantes. 7. Domínio Linux – do básico a servidores. KAWAMOTO. coleta e colheita de material. 7. Diagnóstico de helmintíases. 4. 2008.A. 7. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALBUQUERQUE. Qualidade da Imagem Radiográfica. 2002. Provas Bioquímicas de identificação microbiana. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde. NEVES. STATO FILHO.EDITAL No 01/2009 ANEXO III específicas da gravidez.Técnicas de Laboratório. instrumentos. I e II. Membro Superior: Posicionamentos. rev. Barreiras primárias e equipamentos protetores. José Rodrigues. Departamento de Atenção Básica. Hematologia.1. rev. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada . – Brasília : Ministério da Saúde. Estudo das provas do coagulograma. FEINSTEIN. protocolos de comunicação.Diabetes Mellitus / Ministério da Saúde. 2003. Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. 2002. Descoberta dos Raios X. Interpretação de normas de controle de qualidade. 6. 13/04/2005. 2006. Rio de Janeiro: Alta Books. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. e ampl. Ministério da Saúde. MANCINI FILHO. Urina: Componentes normais e anormais da urina. Crânio e . Florianópolis: Visual Books.Almir. 2. Bons conhecimentos do Windows Explorer e de suas principais funções como.4.V. 3ª ed. Redes locais: Conhecimento básico do sistema operacional Linux. Formação da Imagem Radiográfica. Departamento de Atenção Básica. Dinâmica das doenças infecciosas e parasitárias.2. identificar os principais tipos de arquivos através da sua extensão. Mario H. Rio de Janeiro: Alta Books. Ed. ed. ed. BRASIL. 2008. Fundação Nacional de Saúde. Rio de Janeiro: Editora Medsi. 3. 2001. Rio de Janeiro: Axcel Books. São Paulo: Bookman. gerenciar impressões etc. Vírus. P. André. Coluna Vertebral: Posicionamentos. 2005. Secretaria de Atenção à Saúde. 4. ao recém-nascido normal. – Brasília :Ministério da Saúde. Emilia Emi. l. Anatomia Radiológica. Julia Ikeda. Secretaria de Atenção à Saúde. São Paulo: Editora Atheneu. 1997. MOURA.. Um guia prático. 7. FORTES. A.ed. Vols. por exemplo. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Fatores de coagulação. Roberto de Almeida.Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde / Ministério da Saúde. Manole. Leucoses: Caracterização morfofisiopatológica e Bioquímica. Densidade e sedimentoscopia. Secretaria de Atenção à Saúde. Dosagem enzimáticas. 2007. TÉCNICO EM LABORATÓRIO 1. 2006. ed. conservação dos equipamentos. Normas e condutas de emergência nos acidentes de laboratório. 2. Barbara. 2. transferir arquivos de disquete ou CD-ROM. Anti-vírus: Conhecimento de softwares antivírus. 6. Protozooscopia e ovohelmintoscopia. 5. Departamento de Atenção Básica. 7. Parasitologia dinâmica. 1999. BAIN. Tratamento do lixo do laboratório. ed. Equipamentos Radiológicos. Windows: Utilização do Sistema Operacional Windows XP Professional em estações. 8. Proteção Radiológica. São Paulo: EPU. 1ª. STANEK. 2. Departamento de Vigilância Epidemiológica. 4. Fundamentos em Hematologia. 5. 2.. Pop-up & Spyware. – Brasília : Ministério da Saúde. – 7. Células sanguíneas. 2005. Editora Artmed. Microsoft Windows XP Professional – Guia de Bolso do Administrador. A formação do sangue. Secretaria de Atenção à Saúde. ]: Artmed. 7. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ANVISA – RDC 302 – Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos. Ken. 5ª ed. Microbiologia: Preparo de meios de cultura para isolamento de microorganismos. WRITH. David Pereira. Incidências. Jacques. 2004. TÉCNICO EM INFORMÁTICA 1. Interpretação de exames laboratoriais. HOFFBRAND.Petit. Prevenção dos acidentes de laboratório. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Saúde. TÉCNICO EM RADIOLOGIA 1. Departamento de Atenção Básica. Secretaria de Vigilância em Saúde. Hardware: Conhecimento do funcionamento de microcomputadores. BRASIL. Moss & J. 2005. cinéticas e colorimétricas.RJ CONCURSO PÚBLICO .3. Fatores Radiológicos e tipos de posicionamentos.H. Fundamentos de enfermagem. Secretaria de Atenção à Saúde. cabeamento etc. Brasília: 2001. 3. Anatomia Radiológica. 4. COURA. Ministério da Saúde. 3. Métodos Bioquímicos. Infecções bacterianas e virais com expressão no sangue. Formação dos Raios X. Biossegurança: Práticas de biossegurança. Fernando.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . à criança e ao adolescente. efetuar cópia de segurança. Área Técnica de Saúde da Mulher. Ministério da Saúde. topologia de rede.

11. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CUNHA. Equações e sistemas de equações do 1º grau. formação de feminino e plural dos nomes (mecanismos gerais). 2. subtração. quadriláteros. capacidade . Múltiplos e Divisores: Mínimo Múltiplo Comum. Construção dos períodos compostos: emprego e sentido das orações coordenadas e subordinadas. volume. Regras de divisibilidade por 2. formação de feminino e plural dos nomes (mecanismos gerais). São Paulo: Scipione. Anatomia Radiológica. Múltiplos e sub-múltiplos. São Paulo: FTD. 8. 2007. Múltiplos e Divisores: Mínimo Múltiplo Comum. emprego de tempos e modos dos verbos em português. Relações métricas no triângulo . NICOLA. 3 e 5. Geometria Plana: Ângulos. Regras de divisibilidade por 2. Celso. Técnicas Radiográficas. 13. Nova gramática do português contemporâneo. 8. 7. 1997. CINTRA. tempo e massa. 2. circunferência e círculo. Classes gramaticais. Rio de Janeiro: Rúbio. Gramática contemporânea da língua portuguesa. conjugação verbal (padrões regulares). 1996. Linguagem figurada.F. retângulo. Matemática para todos Fundamental Completo os cargos de Nível 1. Regina Azenha. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BIASOLI. Sistema de Numeração: Classes. Francisco. Estudos de língua portuguesa. São Paulo: Scipione. 6. José de. 7. 2007.RJ CONCURSO PÚBLICO . capacidade . Ulisses. Números Naturais: Operações.5. Divisibilidade por 10. Números ordinais. 8. multiplicação e divisão. Concordância nominal e verbal. BOISSON. 3. Matemática – Pode Contar Comigo – Novo. Estela e outros (LUIZ MÁRCIO IMENES. Classes gramaticais. JAKUBOVIC. Redução ao Menor Denominador Comum. 7. 5. Máximo Divisor Comum. Ortografia. Douglas. 3. MARÍLIA CENTURIÓN). Divisibilidade por 10. processos de formação de palavras. Operações para uso no dia-a-dia. 2007. 6. A. Gramática.10. 7. 6. Números Naturais: Operações. 2006. multiplicação e divisão. 1990. Acréscimos e descontos percentuais. 6. 3. Números Fracionários: Frações equivalentes. 2. Carlos Alberto.6. 9. Nova gramática do português contemporâneo. emprego de tempos e modos dos verbos em português. 10. Regência nominal e verbal. Luciana e outras. CINTRA. São Paulo: Moderna. 2. PASSOS. 2009 1. São Paulo: Ática. Decomposição em fatores primos. superfície.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Face: Posicionamentos. Celso. 4. 5. INFANTE. 1997. Operações. tempo e massa. Carlos Alberto. Redução ao Menor Denominador Comum.1. Compreensão de textos. Decomposição em fatores primos. 9. Perímetros e áreas: triângulos. Múltiplos e sub-múltiplos.1. Fatoração e Produtos Notáveis. Geometria Plana: Ângulos. Gramática. José Roberto. quadriláteros. Divisores. Operações de soma. Operações para uso no dia-a-dia. Anatomia Radiológica. Equações e sistemas de equações do 1º grau. Gramática. Técnica Radiográfica Médica – Básica e Avançada. processos de formação de palavras. 4. MOURA. 1000. 10. Simplificação de frações. Ulisses. Rio de Janeiro: Atheneu. José e outros (MARCELO LELLIS. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS CUNHA. 7. 7. Francisco. Pontuação. INFANTE. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1985. Números ordinais. superfície. 5. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 3. Matemática – Alegria de Saber. São Paulo: Scipione. Números pares e ímpares.10. São Paulo: Scipione. Douglas. Conjuntos. Operações de soma. 11. 1985. Sistema Monetário Brasileiro. Anatomia Radiológica. 2008. São Paulo: Ática. MILANI. Matemática para todos. Pontuação. 3 e 5. 4.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Sentido e emprego dos vocábulos nos textos. Abdome: Posicionamentos. 100. 13. Sentido e emprego dos vocábulos nos textos. Sistema de Medidas: Unidades de comprimento. Ortografia. NICOLA. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BONJORNO. Lindley. Regência nominal e verbal. Matemática na Medida Certa. Porcentagem: Operações para uso no dia-a-dia. Divisores. 4. Sistema de Medidas: Unidades de comprimento. 12. Lindley. Sistema Monetário Brasileiro. FARACO. conjugação verbal (padrões regulares). Números Decimais: Representação e leitura. 8. Compreensão de textos. Equações do 2º grau. Acréscimos e descontos percentuais. Números Decimais: Representação e leitura. Matemática . 100. FARACO. L. José de. 1000. 4V. BONJORNO. Concordância nominal e verbal. Sistema de Numeração: Classes. Operações. Números pares e ímpares. Perímetros e áreas: triângulos. 5. Fatoração e Produtos Notáveis. Gramática contemporânea da língua portuguesa. Números Fracionários: Frações equivalentes. NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS COM NÚCLEO COMUM Português para todos Fundamental Completo os cargos de Nível NÍVEL FUNDAMENTAL COMPLETO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS OBJETIVAS AUXILIAR DE ATENDIMENTO Português . Simplificação de frações. TUFANO. Termos da oração e construção do sentido. 9. Linguagem figurada. Porcentagem: Operações para uso no dia-a-dia. 1996. Tórax: Posicionamentos. Jr. MOURA. MARCELO LELLIS). TUFANO. Equações do 2º grau. Termos da oração e construção do sentido. 12. Máximo Divisor Comum. Conjuntos. 9. volume. Construção dos períodos compostos: emprego e sentido das orações coordenadas e subordinadas.M. Estudos de língua portuguesa. São Paulo: Scipione. subtração.

Instrumentais: Conhecimento. Ferramentas básicas e ferramentas elétricas. 1.gov. balanceamento de circuitos). Matemática – Pode Contar Comigo – Novo. CALCETEIRO 1. ferramental básico. eletrocalhas. Belo Horizonte: CRO.2. canteiros.1. Edgar Blucher. B. Prevenção contra incêndio e pânico. 3.1995. Materiais Elétricos. O. Prática das pequenas construções. Equipamentos de segurança. Higienização: Orientação e acompanhamento dos pacientes. 1997. Utilização.EDITAL No 01/2009 ANEXO III circunferência e círculo. 6. São Paulo: Scipione. Equipamento de proteção individual. M. Biossegurança e Controle da Infecção Cruzada em Consultórios Odontológicos. Manutenção Predial. HAZELWOOD e MCLEAN. Copa e Cozinha: Preparo de pequenas refeições. MILANI. Editora Livraria Varela. Separação de lixo. aparelhos e máquinas. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Borges. Orientações Básicas do Corpo de Bombeiros da Municipalidade. seleção e manuseio. São Paulo: Pancast Editora . SANTOS. GUIMARÃES Jr. Ergonomia 3 . Condutores em geral.MG. Luciana e outras. COVEIRO 1. 1. 4. e reciclagem de produtos e materiais. cuidados e controle de mantimentos. 4V. equipamentos e utensílios. Orientações Básicas do Corpo de Bombeiros da Municipalidade. J. Higiene pessoal e do ambiente. Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas. Recife: Editora Comunigraf Ltda. AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS 1. Materiais Dentários . guarda e controle de materiais. 4. Manutenção Externa: ruas. Auxiliar De Consultório Dentário. Matemática para todos. Limpeza geral. 1. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos e Manuais de Ferramentas Manuais e Elétricas. do pescoço e dental. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes e incêndios. 7. 4. Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas. 1999. São Paulo: Scipione. Catálogos e Manuais de Materiais e Equipamentos de Segurança. reatores e .rio. TENÓRIO SOBRINHO.Auxiliares Em Odontologia . 1. São Paulo: 1999.gov. Higiene pessoal e do ambiente. Separação de lixo Disponível em: http://www. 3. S. ELETRICISTA 1. da. J.br/comlurb/ .RJ CONCURSO PÚBLICO . 2. Noções básicas. BONJORNO. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos e Manuais de Ferramentas Manuais e Elétricas. 2001. praças.1ª ed.mg.APD. W. utilização. Anatomia: da cabeça. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BARROS. Estela e outros (LUIZ MÁRCIO IMENES.ACD . MARCELO LELLIS). Matemática – Alegria de Saber. Ed. Saúde da Boca: Perguntas & Respostas. São Paulo: Scipione. LUCAS.br . Catálogos e Manuais de Materiais e Equipamentos de Segurança. Manutenção Externa: Ruas. 2. José e outros (MARCELO LELLIS. aterramento. PASSOS. processamento e efeitos malefícios dos Raios X.5. Prática do dia a dia.3. A. . Catálogos e Manuais de fabricantes de equipamentos de segurança.Manual para ACD E THD. equipamentos e produtos utilizados. Noções básicas. 2. 5. Catálogos e Manuais de Materiais Básicos de Limpeza e Higiene. Equipamentos de proteção individual e coletiva. G. Quadros (disjuntores. 3.4. 2008. ferramental básico. Manual de Higiene. Materiais de construção. 2009 AUXILIAR DE CONSULTÓRIO DENTÁRIO 1. D. São Paulo: FTD. separação de lixo. 2000. São Paulo: Livraria Santos Editora . praças. Biossegurança: Ambientes Hospitalares E Odontológicos. coleta seletiva. Catálogos e Manuais de Materiais Básicos de Limpeza e Higiene. 2. seleção e instrumentação junto ao CD. Limpeza: Limpeza geral e de equipamentos.Dicas de Segurança. F. Limpeza guarda.bombeiros. 1. canteiros. Prevenção contra incêndio e pânico. COSTA. dos e COIMBRA. Outros assuntos – Prática do dia a dia. cuidados. Isolamento. Esterilização: Técnicas. Vol 1. jardins. A. materiais. Tubulações: Eletrodutos metálicos e de PVC. Relações métricas no triângulo retângulo. São Paulo: Livraria Santos Editora .1ª ed. JAKUBOVIC. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes e incêndios.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . L. Prática do dia a dia. fios e cabos. coleta seletiva e reciclagem de produtos e materiais. Regina Azenha. Equipamentos de segurança. MARÍLIA CENTURIÓN). Equipamentos de proteção individual e coletiva. Materiais Dentários: conhecimento. Catálogos e Manuais de fabricantes de materiais de construção. C. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Rubio Ltda. 1987. 2ª reimpressão. 2007. Prevenção e Combate a Incêndios – Disponível em: http://www. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BONJORNO.2005.rj. Biossegurança: Proteção da equipe e do paciente. Substituição de lâmpadas.THD -TPD . N. Manutenção Predial. José Roberto.Coleta Seletiva. 2007. Noções básicas. Matemática na Medida Certa. 3. Radiologia: Indicações. jardins. Noções básicas. Catálogos e Manuais de fabricantes de ferramentas manuais e elétricas. 3. materiais e indicações. 5.

Instalações elétricas prediais. direção e elétrico de veículos pesados. última edição. limpeza e conservação de implementos. Hemus. São Paulo: Atlas. 2.1. desacoplamento. Equipamentos de proteção individual (EPI). Última edição CHOLLET. Motor e seus acessórios. Manual do Automóvel.DIEAD. lubrificação e cuidados operacionais. Última edição. s. 5. regulagens. Manual de higiene para manipuladores de alimentos. Equipamentos de Segurança. suspensão. 14ª ed. São Paulo: Editora Automotiva Ltda. M. direção. Unidade de Estudo. H.prymian. SENAI. Manutenção. MOTORISTA CATEGORIA D 1. Equipamentos de proteção individual e coletiva. 2.2. Manutenção. Hélio. ciclo Otto. métodos e técnicas de condução segura e direção defensiva de veículos pesados visando a prevenção de acidentes de trânsito. PAZ. Manutenção Externa. 3. São Paulo: Edgar Blucher. 2. torquímetro. São Paulo. Veículos e seus Acessórios. 2.RJ.. Conhecimentos sobre conceitos. H. alimentação e arrefecimento. Equipamentos de Segurança. F.1. 4. ciclo Diesel e dos sistemas de transmissão. Última edição. 2.br/downloads GUARDIÃO DO RIO 1. amperímetro e multímetro automotivo. última edição. Noções gerais sobre higienização: Pessoal.1.3. Conhecimento de higienização e características próprias dos alimentos. Catálogos de ferramentas para trabalhar com eletricidade.EDITAL No 01/2009 ANEXO III fotocélulas. 2. Motor e seus Acessórios. ciclo Otto (gasolina e álcool ).s. especímetro. Hemus.4. A. M. São Paulo. Manual de alinhamento de direção e balanceamento de rodas. Legislação brasileira de trânsito.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . de 23/09/1977) . 4. LTC 1995. Prevenção contra incêndio e pânico: Noções básicas. micrômetro. ferramental básico. Manual do instalador eletricista. Amaury. Catálogos e Manuais de Materiais e Equipamentos de Segurança. Conhecimentos básicos sobre composição nutricional dos alimentos. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Segurança e Medicina do Trabalho. Ferramentas manuais. diagnóstico e correção de pequenos defeitos em motores de combustão interna. Veículos e seus Acessórios. implementos e máquinas afins). ORNELLAS. Conhecimento sobre pré-preparo e preparo de alimentos. Ferramentas elétricas. 4. equipamentos. 3. Arias. manômetro. 2. Manutenção de Automóveis. reboques. 2000. F. Hemus. Noções gerais sobre administração de cozinhas e refeitórios: Armazenamento. Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas. vacuômetro voltímetro. s. seus órgãos periféricos e sistemas de lubrificação.. GEP. C. Conhecimentos técnicos sobre lubrificantes utilizados em automóveis e utilitários leves. tais como: paquímetro. manutenção preventiva. relógio comparador.2. São Paulo. Amaury. Operação de máquinas pesadas dotadas de rodas ou esteiras (pás-mecânicas.. manutenção básica e verificações de rotina. valas. motoniveladoras. H. . tratores pesados. Técnicas para utilização de instrumentos de medição. 2. Manutenção Predial. Última edição. diagnóstico e correção de defeitos nos sistemas de veículos leves: transmissão. http://www.1. CHOLLET. Seleção e preparo de alimentos. MECÂNICO DE AUTOS 1. 3. Conhecimentos sobre condução econômica de veículos pesados. HAZENLWOOD & MC LEAN.503. 1. MARTIGNONI. Alfonso. canais. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA. Manutenção de Automóveis. Artur Liese Lotte H.. utensílios e área física de cozinhas e refeitórios de maneira geral. 2. controle de estoque e distribuição de refeições e alimentos. última edição. Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9. Prática das pequenas construções.1. 1982. Última edição CHOLLET.d. Manual de Higiene para Manipuladores de Alimentos. Manual do Automóvel. goniômetro. Última edição. Orientações Básicas do Corpo de Bombeiros da Municipalidade. Ferramentas. 4. Manutenção Predial Elétrica. Direção Defensiva. Catálogos e Manuais de Materiais Básicos de Limpeza e Higiene. Ford Caminhões – Manual Dirigindo com Economia – Série treinamento a Frotistas. CHOLLET. Conhecimentos sobre legislação de trânsito e direção defensiva.d. ajustes. 1987. diagnóstico e correção de defeitos em motores de automóveis e utilitários leves. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA.. 2. 3. 1. Precauções e regras de segurança. ignição. Rio de Janeiro: Imprensa da Cidade Do S/D. MERENDEIRO 1. CREDER. São Paulo.2. 3.com. 4. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos e Manuais de Ferramentas Manuais. Noções básicas. H.RJ CONCURSO PÚBLICO .d. Conhecimentos sobre funcionamento. 1ª ed. PAZ. 2. acoplamento. Técnica dietética. freios e elétrico. Aparelho de medição de corrente. Aparelho de medição de voltagem. leitura dos instrumentos do painel. V. freios (hidráulicos e pneumáticos). s. Hemus. Noções básicas de reciclagem: Rios. Arias. 3.d. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS BORGES. suspensão. OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS 1. Editora Globo. Catálogos dos fabricantes de materiais elétricos. 2.

C.I – Equipamento de Proteção Individual.br/portal1/municipio/dados_politic os.vivasp. Catálogos de Materiais. Procedimentos. Ferramentas e Equipamentos.htm?sid=13&infoid=242 Curso de Capacitação Profissional e Técnicas Operacionais para Vigilantes Autônomos – Ação Comunitária Chácara de Santo Antônio/Viva São Paulo. 8º. Equipamento de proteção: E. Catálogos e Manuais de Materiais Básicos de Limpeza e Higiene. Incêndios: Classificação e causas. Combate a princípios de incêndio. população.h tm?infoid=241&sid=13 Texto “Conceitos Básicos em Segurança Pública” Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de Segurança Pública. 63.gov. 3. 62. pistolas. 3.com.gov. Noções de carga e descarga: Materiais.htm#EZTPageTop SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Caterpillar – Manuais de Operação e Manutenção. Ypiranga. RJ. A. IBAM. PEDREIRO 1. bicos. 3. Equipamentos de proteção individual e coletiva.C3. 9º. Disponível em: http://www. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos de Fabricantes de Tintas: Suvinil. ferramental básico. substituição e licenças do Prefeito. distritos.asp?iIdMun=100133008 e http://pt. Coral.br/publique/cgi/cgilua. 4. 2. 5.P. posse. 14. 33. Ferramentas básicas e ferramentas elétricas. Prática das pequenas construções. 2. Composição e funções da Câmara Municipal. equipamentos.br Informações sobre o Município.SP Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9. 2. Ed: Edgar Blucher. Órgãos de Segurança. móveis e ferramentas.org/wiki/Barra_do_Pira%C3%A D#Dados_Geogr. limites. Tipos de solventes. vol 1. Catálogos e Manuais de fabricantes de equipamentos de segurança. 2. Manutenção Predial. Gastão Moraes da. Disponível em: http://www. divisão territorial do Município. Orientações Básicas do Corpo de Bombeiros da Municipalidade. Técnicas de vigilância preventiva. Ferramental: Ferramental básico. III (arts. Condições necessárias à eleição ao mandato de Prefeito. 4.org. produtos. Os Cuidados com o Trator ( Volume I ) . Combustão: classificação. disponíveis em: http://www. SILVEIRA. Compressores. Conceitos básicos: sobre .exe/sys/start. Catálogos e Manuais de Materiais e Equipamentos de Segurança. Disponível no site http://www. PINTOR DE PAREDE 1. Equipamentos de segurança.ibam. Equipamento de proteção individual. Tipos de massas. Informações gerais sobre o Município de Barra do Piraí: história. Funções. principais atividades econômicas. Vigilância. VIGIA 1. praças.org.EDITAL No 01/2009 ANEXO III Poderes Municipais. Noções básicas. Cuidados e precauções com ferramentas manuais e elétricas.Titulo I.Aprenda Fácil Editora . 1987.rj. Equipamentos de Proteção Coletiva.ibam. Materiais de construção.wikipedia. Policiamento convencional e comunitário. II.RJ CONCURSO PÚBLICO . Orientações sobre segurança do trabalho e prevenção de acidentes. 3. 68) “O Prefeito como Chefe do Executivo Municipal” IBAM.PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ . Manutenção Externa: Ruas. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Catálogos e Manuais de Ferramentas Manuais e Elétricas. SP. uso de andaimes e plataformas cuidados. pontos notáveis.pmbp. Relações humanas e cidadania. jardins. Primeiros socorros. Disponível em http://www. Prevenção contra incêndio e pânico. canteiros. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS “A Câmara Municipal”. localização. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS Borges. Noções básicas. Defesa Social.br/publique/cgi/cgilua. etc.mj. Vigilância: Funções básicas. SERVENTE DE OBRAS 1. 5. Catálogos e Manuais de fabricantes de ferramentas manuais e elétricas. Noções de direito. símbolos.exe/sy s/start. Segurança: Conceitos sobre Segurança Pública e Privada. RJ. Defesa Civil. Materiais: Tipos de tinta. 60.br/data/Pages/MJ1BFF9F1BITEMIDE 16A5BBC4A904C0188A7643B4A1DD68CPTBRI E.503. 66. Catálogos e Manuais de fabricantes de materiais de construção.A1ficos Lei Orgânica do Município . de 23/09/1977). 13.

CONTRA TÍTULOS 4 .PROVA PRÁTICA E DE APTIDÃO FÍSICA 5 .PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO PIRAÍ .CONTRA GABARITO 2 .OUTROS No DE INSCRIÇÃO: N DA QUESTÃO: FUNDAMENTAÇÃO: o CARGO: DATA DA PROVA: _____________________ Assinatura do Candidato Barra do Piraí. .CONTRA PONTUAÇÃO PROVA OBJETIVA 3 . de de 2009.RJ ANEXO IV FORMULÁRIO PARA INTERPOSIÇÃO DE RECURSO CONCURSO PÚBLICO NOME DO CANDIDATO: TIPO DE RECURSO: 1 .

ibam-org.IBAM Tel.org. (21) 2537-1262 Web: www.br • E-mail: concurso@ibam. (21) 2536-9797 • Fax.INSTITUTO BRASILEIRO DE ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL .br .

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