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Informações técnicas

Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX


Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Estrutura e funcionamento das uniões roscadas com anéis

As uniões roscadas com anéis HANSA-FLEX são utilizadas há muitos anos com sucesso.
Estes componentes de técnica de ligações hidráulicas, normalizados conforme DIN EN ISO 8434-1 e
DIN 2353, vedam tubos hidráulicos e uniões roscadas de maneira simples e segura devido à sua forma
geométrica.
Durante a montagem, que pode ser efetuada a partir de conectores de uniões roscadas e de dispositivos
especiais, para mover o anel e suas arestas na direção axial, deve-se apertar a porca de capa.
Este prolongamento defemido com precisão nos encaixes para a montagem, faz com que as arestas de
corte penetrem na superfície do tubo hidráulico.
Uma aresta de bloqueio própria impede que a montagem sobressaia. O material bruto aplicado antes
dos cantos é endurecido a frio.
As superfícies exteriores do anel transmitem a força eficaz uniformemente a toda a junta cônica da união
roscada; a superfície emterior foi construída de tal forma que o anel funcione como um componente
amortecedor entre a porca de capa e o conector da união roscada.
Esta função amortecedora dimemui as vibrações e aumenta a segurança da união roscada caso surjam
cargas de flexão alternada e colisões.
Se as emstruções de montagem forem respeitadas, pode-se efetuar as repetições da montagem de
forma segura.
Os novos anéis com vedação de elastômero trabalham segeo o mesmo premcípio de funcionamento, mas
dispõem aemda de uma junta de elastômero adicional garantemdo uma segurança operacional ainda
maior.
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Estrutura e funcionamento das uniões roscadas de rebordo

As uniões roscadas de rebordo HANSA-FLEX são fabricadas a alta pressão e são utilizadas frequentemente
em processos onde são expostas a fortes vibrações.
Estas uniões podem ser montadas nos conectores de união roscada padrão mas, antes de preparar a
montagem, deve-se encaixar um cone de rebordo de 37° normalizado no fim do tubo.
A união roscada completa é composta pelo conector, anel intermediário com anel em O de vedação, anel
de pressão e porca de capa.
A vedação da união roscada ocorre através do anel em O do anel intermediário enquanto que, conforme
os padrões, a vedação do tubo ocorre através das superfícies de metal do cone de rebordo e do anel
intermediário.

Estrutura e funcionamento das uniões roscadas cônicas soldadas

As uniões roscadas HANSA-FLEX oferecem mais uma possiblidade de ligação de tubos hidráulicos e
conectores de uniões normalizadas.
O cone de vedação com um anel em O montado foi fabricado de modo a encaixar exatamente no
conector da união roscada.
Antes de soldar, deve-se retirar o anel em O e possíveis bolhas de soldadura que se formem na ranhura
do anel em O ou no orifício da guarnição.
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Informações gerais

As uniões roscadas de tubos descritas no nosso catálogo são fabricadas conforme as normas DIN 2353 e
DIN EN ISO 8434-ff. e são destemadas à utilização na técnica de ligações hidráulicas.
O programa de uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX contém uma variedade de tipos de uniões roscadas
que vai além da norma. Estas formas especiais, como p. ex., uniões roscadas de tubos com medidas
de diferença estão adaptadas às medidas de ligação da norma correspondente, de modo a garantir
um substituição a qualquer momento.
As uniões roscadas foram fabricadas para as pressões de serviço indicadas nas normas e, às vezes,
ultrapassam as exigências contidas nas mesmas.
Para garantir o funcionamento seguro de nossas uniões roscadas, é imprescemdível respeitar as
emstruções de montagem fornecidas.

Materiais

As uniões roscadas de anel HANSA-FLEX são fabricadas à base de material estirado a frio ou moldado e
correspondem às condições técnicas de entrega para uniões roscadas de tubos conforme a norma DIN 3859.
Componente Material n° do material
Uniões roscadas macho retas 9 SMnPb 28 K conforme DIN 1651, resistente a fendas 1.0718
Uniões roscadas macho C15, C22, St37-2 conforme DIN 17210, 1.0401, 1.0402,
angulares, em forma de T e L DIN 17200 ou DIN 17100 1.0037
uniões de ligação e de redução 9 SMnPb 28 K conforme DIN 1651, resistente a fendas 1.0718
União roscada de anteparo 9 SMnPb 28 K conforme DIN 1651, resistente a fendas 1.0718
União roscada ajustável C15, C22, St37-2 conforme DIN 17210, 1.0401, 1.0402,
DIN 17200 ou DIN 17100 1.0037
Luva de encaixe 9 SMnPb 28 K conforme DIN 1651, resistente a fendas 1.0718
Porcas de capa 9 SMnPb 28 K conforme DIN 1651, resistente a fendas 1.0718
Anéis De acordo com o fabricante –
Uniões com flange 9 SMnPb 28 K conforme DIN 1651, resistente a fendas 1.0718
Parafusos ocos 9 SMnPb 28 K conforme DIN 1651, resistente a fendas 1.0718
Roscas para soldar e C15, C22, St37-2 conforme DIN 17210, 1.0401, 1.0402,
luvas soldadas DIN 17200 ou DIN 17100 1.0037

As uniões de aço HANSA-FLEX são fabricadas com aço emoxidável X6 CrNiMoTi 17 12 2 com o n° de
material 1.4571. Este material também é conhecido com a designação V4A e é utilizado como material
padrão na emdústria química.
As uniões de latão HANSA-FLEX são fabricadas a partir de CuZn 35 Ni2 conforme DIN 17660/17672 com
o n° de material 2.0540.
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Proteção da superfície

As superfícies de aço das uniões, porcas de capa e anel de são anticorrosivas graças à galvanização e ao
revestimento de cromo amarelo conforme DIN ISO 4042, modelo A3C ou A3L.
Os conectores para soldar HANSA-FLEX dispõem de uma superfície fosfatada e lubrificada.

Normalização

As uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX são componentes normalizados de técnicas de ligações


hidráulicas conforme DIN 2353 e DIN EN ISO 8434 partes 1 até 4. Ao fazer o pedido, são utilizadas
frequentemente as designações das normas. A lista a seguir emdica algumas destas designações:

HANSA-FLEX Designação conforme DIN 2353 Edição 06/91 Nova Designação


Designação ou DIN 2353 Edição 12/98 conforme DIN EN ISO 8434
VM NW...HL DIN 2353-CL...B-St ISO 8434-1-SDSC-L x M...type B-St
VM NW...HS DIN 2353-CS...B-St ISO 8434-1-SDSC-S x M...type B-St
VR NW...HL DIN 2353-DL...B-St ISO 8434-1-SDSC-L x G...type B-St
VR NW...HS DIN 2353-DS...B-St ISO 8434-1-SDSC-S x G...type B-St
VM NW...HL ED DIN 2353-CL...E-St ISO 8434-1-SDSC-L x M...type E-St
VM NW...HS ED DIN 2353-CS...E-St ISO 8434-1-SDSC-S x M...type E-St
VR NW...HL ED DIN 2353-DL...E-St ISO 8434-1-SDSC-L x G...type E-St
VR NW...HS ED DIN 2353-DS...E-St ISO 8434-1-SDSC-S x G...type E-St
V NW...HL DIN 2353-EL...St ISO 8434-1-SC-L...St
V NW...HS DIN 2353-ES...St ISO 8434-1-SC-S...St
WM NW...HL DIN 2353-HL...B-St não normalizados conforme ISO 8434-1
WM NW...HS DIN 2353-HS...B-St não normalizados conforme ISO 8434-1
WR NW...HL DIN 2353-JL...B-St não normalizados conforme ISO 8434-1
WR NW...HS DIN 2353-JS...B-St não normalizados conforme ISO 8434-1
W NW...HL DIN 2353-KL...B-St ISO 8434-1-EC-L...St
W NW...HS DIN 2353-KS...B-St ISO 8434-1-EC-S...St
TM NW...HL DIN 2353-OL...B-St não normalizados conforme ISO 8434-1
TM NW...HS DIN 2353-OS...B-St não normalizados conforme ISO 8434-1
TR NW...HL DIN 2353-PL...B-St não normalizados conforme ISO 8434-1
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

HANSA-FLEX Designação conforme DIN 2353 Edição 06/91 Nova Designação


Designação ou DIN 2353 Edição 12/98 conforme DIN EN ISO 8434
T NW...HL DIN 2353-QL...B-St ISO 8434-1-TC-L...St
T NW...HS DIN 2353-QS...B-St ISO 8434-1-TC-S...St
SA NW...HS DIN 2353-XL...-St ISO 8434-1-WDSC-L...St
SA NW...HL DIN 2353-XS...-St ISO 8434-1-WDSC-S...St
SV NW...HS DIN 2353-RL...-St ISO 8434-1-BHC-L...St
SV NW...HL DIN 2353-RS...-St ISO 8434-1-BHC-S...St
SW NW...HS DIN 2353-UL...-St ISO 8434-1-BHEC-L...St
SW NW...HL DIN 2353-US...-St ISO 8434-1-BHEC-S...St
SE NW...HS DIN 2353-YL...-St ISO 8434-1-WDBC-L...St
SE NW...HL DIN 2353-YS...-St ISO 8434-1-WDBC-S...St
UEM NW...L Porca de capa DIN 3870-AL... ISO 8434-1-N-L...-St
UEM NW...S Porca de capa DIN 3870-AS... ISO 8434-1-N-S...-St
SRD... Anel DIN3861-BL...-St ISO 8434-1-CR-L...St
SRD... Anel DIN3861-BS...-St ISO 8434-1-CR-S...St

As normas em vigor a seguir contemuam a ser utilizadas na sua forma atual:

a) para os lados das ligações dos tubos: DIN 3861 e DIN EN ISO 8434-1
b) para tubos de aço de precisão sem soldadura: DIN 2391-1 e -2
c) para uniões roscadas de rebordo: ISO 8434-2
d) para uniões roscadas cônicas soldadas: ISO 8434-4
e) para orifícios e espigões aparafusados
cil. métricos: DIN 3852-1 e -11 e DIN ISO 6149-1 até -3
f) für zöllige zyl. Eemschraubzapfen e löcher: DIN 3852-2 e -11 ou ISO 1179
g) para orifícios e espigões aparafusados
cônicos com rosca NPT: ANSI/ASME B1.20.1-1983
h) fpara espigões e orifícios aparafusados conforme ISO/DIS 11926-1/SAE J514 com rosca
cilíndricos com rosca UN/UNF 2A/2B conforme ANSI B1.1/ISO725
i) rosca fema métrica: DIN 13, T5-T7
j) rosca por polegada: ISO 228-1

As condições técnicas de entrega das uniões roscadas de anel são emdicadas na norma DIN 3859.
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Temperaturaas de serviço de 24°- uniões roscadas de anel

Os materiais das uniões roscadas de anel HANSA-FLEX são emdicados para suportar Temperaturaas entre
–40° e +200° Celsius. Mas ao utilizar uniões com juntas de elastômero adicionais, deve-se considerar a
resistência à Temperaturaa do material de vedação.

São válidas:
uniões roscadas de aço: – 40° até + 200° Celsius
uniões roscadas de aço com juntas de NBR: – 35° até + 100° Celsius
uniões roscadas de aço com juntas de FPM: – 25° até + 200° Celsius
uniões roscadas de aço inoxidável: – 60° até + 400° Celsius

astômero padrão para juntas: borracha de nitrilo butadieno NBR.


No caso de Temperaturaas elevadas é utilizada a borracha fluorada FPM (Viton).
Mas se as uniões de aço forem utilizadas a altas Temperaturaas de serviço, é imprescemdível considerar
as quedas de pressão a seguir:

Temperatura Queda de pressão


– 60° até +20° Celsius –
+ 50° Celsius 4%
+ 100° Celsius 11 %
+ 200° Celsius 20 %
+ 300° Celsius 29 %
+ 400° Celsius 33 %
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Pressão de serviço de 24°- uniões roscadas de anel

O programa de uniões roscadas HANSA-FLEX está dividido em três séries de produção de acordo com
o nível de pressão e a área de utilização:

LL: série muito leve


L: série leve
S: série pesada

No caso de uniões roscadas são indicadas frequentemente a pressão nomemal PN ou a pressão de serviço
PB. A pressão nomemal PN é apenas uma identificação ou designação de um componente ou de uma
instalação. A designação PN é utilizada internacionalmente.
A pressão de trabalho ou de serviço PB corresponde à pressão máxima admissível, emclusive o pico
da pressão, da emstalação hidráulica.
Com a indicação da pressão nomemal PN das uniões roscadas de anel HANSA-FLEX,o fator de segurança é
4 maior, no caso de uniões com indicação da PB este fator é 2,5 maior – se não houver outras emdicações.
O fator de segurança das uniões roscadas de rebordo conforme ISO 8434-2 também é 4 maior.
Mas isto só é garantido no caso de uma montagem correta da união, bem como uma colocação
correta do sistema de tubulação.
As uniões roscadas de anel HANSA-FLEX ultrapassam os valores de pressão exigidos na norma DIN EN ISO
8434-1.

Pressčo de trabalho

Pressčo de trabalho HANSA-FLEX (bar) Pressčo de trabalho segundo ISO (bar)


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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Ligação do tubo das uniões roscadas de anel

A ligação para os tubos das uniões roscadas de anéis HANSA-FLEX é fabricada conforme DIN 3861,
orifício W ou DIN EN ISO 8434-1 e pode ser encaixada também em guarnições métricas de mangueiras
hidráulicas:

Série Ø PN M L1 L2 D1 D2
LL 4 100 M 8x1 4 8 4 5
LL 5 100 M 10x1 5,5 8 5 6,5
LL 6 100 M 10x1 5,5 8 6 7,5
LL 8 100 M 12x1 5,5 9 8 9,5

L 6 315 M 12x1,5 7 10 6 8,1


L 8 315 M 14x1,5 7 10 8 10,1
L 10 315 M 16x1,5 7 11 10 12,3
L 12 315 M 18x1,5 7 11 12 14,3
L 15 315 M 22x1,5 7 12 15 17,3
L 18 315 M 26x1,5 7,5 12 18 20,3
L 22 160 M 30x2 7,5 14 22 24,3
L 28 160 M 35x2 7,5 14 28 30,3
L 35 160 M 45x2 10,5 16 35,3 38
L 42 160 M 52x2 11 16 42,3 45
Informações formações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Série Ø PN M L1 L2 D1 D2
S 6 630 M 14x1,5 7 12 6 8,1
S 8 630 M 16x1,5 7 12 8 10,1
S 10 630 M 18x1,5 7,5 12 10 12,3
S 12 630 M 20x1,5 7,5 12 12 14,3
S 14 630 M 22x1,5 8 14 14 16,3
S 16 400 M 24x1,5 8,5 14 16 18,3
S 20 400 M 30x2 10,5 16 20 22,9
S 25 400 M 36x2 12 18 25 27,9
S 30 400 M 42x2 13,5 20 30 33
S 38 315 M 52x2 16 22 38,3 41
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Orifícios e espigões aparafusados

As uniões roscadas de anel HANSA-FLEX podem ser fornecidas com uma variedade de roscas normalizadas,
o que possibilita uma utilização ampla.

a) orifícios e espigões métricos conforme DIN 3852 parte 1, forma B, bem como DIN 3852 parte 11 forma
E com os respectivos orifícios aparafusados forma X
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Série Ø M1/M2 M3 D1 D2 T1 T2 T3
LL 4 M 8x1 M 8x1 12 – 1 8 13,5
LL 6 M 10x1 M 10x1 14 13,9 1 8 13,5
LL 8 M 10x1 M 10x1 14 13,9 1 8 13,5

L 6 M 10x1 M 10x1 14 13,9 1 8 13,5


L 8 M 12x1,5 M 12x1,5 17 16,9 1,5 12 18,5
L 10 M 14x1,5 M 14x1,5 19 18,9 1,5 14 18,5
L 12 M 16x1,5 M 16x1,5 21 21,9 1,5 12 18,5
L 15 M 18x1,5 M 18x1,5 23 23,9 2 12 18,5
L 18 M 22x1,5 M 22x1,5 27 26,9 2,5 14 20,5
L 22 M 26x1,5 M 26x1,5 31 31,9 2,5 16 22,5
L 28 M 33x2 M 33x2 39 39,9 2,5 18 26
L 35 M 42x2 M 42x2 49 49,9 2,5 20 28
L 42 M 48x2 M 48x2 55 54,9 2,5 22 30

S 6 M 12x1,5 M 12x1,5 17 16,9 1,5 12 18,5


S 8 M 14x1,5 M 14x1,5 19 18,9 1,5 12 18,5
S 10 M 16x1,5 M 16x1,5 21 21,9 1,5 12 18,5
S 12 M 18x1,5 M 18x1,5 23 23,9 2 12 18,5
S 14 M 20x1,5 M 20x1,5 25 25,9 2 14 20,5
S 16 M 22x1,5 M 22x1,5 27 26,9 2,5 14 20,5
S 20 M 27x2 M 27x2 32 31,9 2,5 16 24
S 25 M 33x2 M 33x2 39 39,9 2,5 18 26
S 30 M 42x2 M 42x2 49 49,9 2,5 20 28
S 38 M 48x2 M 48x2 55 54,9 2,5 22 30
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

b) orifícios e espigões por polegada conforme DIN 3852 parte 2, forma B, bem como DIN 3852 parte 11
forma E com os respectivos orifícios aparafusados forma X
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Série Ø G1/G2 G3 D1 D2 T1 T2 T3
LL 4 G 1/8“A G 1/8“ 14 13,9 1 8 13
LL 6 G 1/8“A G 1/8“ 14 13,9 1 8 13
LL 8 G 1/8“A G 1/8“ 14 13,9 1 8 13

L 6 G 1/8“A G 1/8“ 14 13,9 1 8 13


L 8 G 1/4“A G 1/4“ 18 18,9 1,5 12 18,5
L 10 G 1/4“A G 1/4“ 18 18,9 1,5 12 18,5
L 12 G 3/8“A G 3/8“ 22 21,9 2 12 18,5
L 15 G 1/2“A G 1/2“ 26 26,9 2,5 14 22
L 18 G 1/2“A G 1/2“ 26 26,9 2,5 14 22
L 22 G 3/4“A G 3/4“ 32 31,9 2,5 16 24
L 28 G 1“A G 1“ 39 39,9 2,5 18 27
L 35 G 1“1/4A G 1“1/4 49 49,9 2,5 20 29
L 42 G 1“1/2A G 1“1/2 55 54,9 2,5 22 31

S 6 G 1/4“A G 1/4“ 18 18,9 1,5 12 18,5


S 8 G 1/4“A G 1/4“ 18 18,9 1,5 12 18,5
S 10 G 3/8“A G 3/8“ 22 21,9 2 12 18,5
S 12 G 3/8“A G 3/8“ 22 21,9 2 12 18,5
S 14 G 1/2“A G 1/2“ 26 26,9 2,5 14 22
S 16 G 1/2“A G 1/2“ 26 26,9 2,5 14 22
S 20 G 3/4“A G 3/4“ 32 31,9 2,5 16 24
S 25 G 1“A G 1“ 39 39,9 2,5 18 27
S 30 G 1“1/4A G 1“1/4 49 49,9 2,5 20 29
S 38 G 1“1/2A G 1“1/2 55 54,9 2,5 22 31
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

c) Espigões e orifícios aparafusados de uniões roscadas de tubos com conexões para roscas norte-
americanas cilíndricas conforme ISO 11926-2/3

Série Ø G1/G2 D2 D3 D4 T1 T2 T3 T4 α Anel em O


L 6, 8, 10 7/16“-20 UNF 16 12,4 21 1,6 2,4 11,5 14 12° 8,92 x 1,83
L 8 1/2“-20 UNF 17 14 23 1,6 2,4 11,5 14 12° 10,52 x 1,83
L 6, 10, 12 9/16“-18 UNF 17,6 15,6 25 1,6 2,5 12,7 15,5 12° 11,89 x 1,98
L 12, 15, 18 3/4“-16 UNF 22,3 20,6 30 2,4 2,5 14,3 17,5 15° 16,36 x 2,2
L 12, 18, 22 7/8“-14 UNF 25,5 23,9 34 2,4 2,5 16,7 20 15° 19,18 x 2,46
L 22, 28 1“1/16-12 UN 31,9 29,2 41 2,4 3,3 19 23 15° 23,47 x 2,95
L 22, 28, 35 1“5/16-12 UN 38,2 35,5 49 3,2 3,3 19 23 15° 29,74 x 2,95
L 35, 42 1“5/8-12 UN 48 43,5 58 3,2 3,3 19 23 15° 37,47 x 3
L 42 1“7/8-12 UN 55 49,8 65 3,2 3,3 19 23 15° 43,69 x 3
S 6, 8 7/16“-20 UNF 16 12,4 21 1,6 2,4 11,5 14 15° 8,92 x 1,83
S 6 1/2“-20 UNF 17 14 23 1,6 2,4 11,5 14 15° 10,52 x 1,83
S 10, 12 9/16“-18 UNF 17,6 15,6 25 1,6 2,5 12,7 15,5 15° 11,89 x 1,98
S 12, 14 3/4“-16 UNF 22,3 20,6 30 2,4 2,5 14,3 17,5 15° 16,36 x 2,2
S 16, 20 3/4“-16 UNF 22,3 20,6 30 2,4 2,5 14,3 17,5 15° 16,36 x 2,2
S 16, 20 7/8“-14 UNF 25,5 23,9 34 2,4 2,5 16,7 20 15° 19,18 x 2,46
S 20, 25 1“1/16-12 UN 31,9 29,2 41 2,4 3,3 19 23 15° 23,47 x 2,95
S 25, 30 1“5/16-12 UN 38,2 35,5 49 3,2 3,3 19 23 15° 29,74 x 2,95
S 30, 38 1“5/8-12 UN 48 43,5 58 3,2 3,3 19 23 15° 37,47 x 3
S 38 1“7/8-12 UN 55 49,8 65 3,2 3,3 19 23 15° 43,69 x 3
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

d) Espigões e orifícios aparafusados para uniões roscadas de tubos com rosca NPT conforme ANSI/ASME
B1.20.1-1983

Série Ø G1/G2 T1 T2
L 6 1/8“-27 NPT 6,9 11,6
L 8 1/4“-18 NPT 10 16,4
L 10 1/4“-18 NPT 10 16,4
L 12 3/8“-18 NPT 10,3 17,4
L 15 1/2“-14 NPT 13,6 22,6
L 18 1/2“-14 NPT 13,6 22,6
L 22 3/4“-14 NPT 14,1 23,1
L 28 1“-11,5 NPT 16,8 27,8
L 35 1“1/4-11,5 NPT 17,3 28,3
L 42 1“1/2-11,5 NPT 17,3 28,3
S 6 1/4“-18 NPT 10 16,4
S 8 1/4“-18 NPT 10 16,4
S 10 3/8“-18 NPT 10,3 17,4
S 12 3/8“-18 NPT 10,3 17,4
S 14 1/2“-14 NPT 13,6 22,6
S 16 1/2“-14 NPT 13,6 22,6
S 20 3/4“-14 NPT 14,1 23,1
S 25 1“-11,5 NPT 16,8 27,8
S 30 1“1/4-11,5 NPT 17,3 28,3
S 38 1“1/2-11,5 NPT 17,3 28,3
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Bemários de aperto dos espigões aparafusados

Os bemários de aperto emdicados a seguir (valores de orientação) são válidos para: uniões roscadas de
aço com espigões forma B ou forma E conforme DIN 3852, parafusos de fecho bem como uniões roscadas
basculáveis, todos com superfície galvanizada e cromada a amarelo e aemda com uma contrapeça
fabricada do mesmo material.
Para emformações sobre os bemários de aperto das uniões roscadas de aço ou uniões com roscas
UN/UNF, favor contatar-nos.
Para atemgir uma vedação ótima, as roscas cônicas devem ser revestidas com um agente de vedação,
p. ex., teflon.

Bemários de aperto Bemários de aperto


Bemários de aperto dos parafusos das uniões roscadas
Roscas em Nm de fecho em Nm basculáveis em Nm
G 1/8“ 25 12 25
G 1/4“ 40 18 40
G 3/8“ 90 40 80
G 1/2“ 120 75 120
G 3/4“ 210 110 180
G 1“ 370 190 300
G 1“1/4 500 240 300
G 1“1/2 600 300 600

M 10x1 25 12 25
M 12x1,5 30 18 30
M 14x1,5 50 20 50
M 16x1,5 70 35 60
M 18x1,5 90 50 70
M 20x1,5 120 60 110
M 22x1,5 130 70 130
M 26x1,5 180 85 140
M 27x2 220 100 150
M 33x2 330 150 280
M 42x2 500 260 280
M 48x2 650 350 500
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Seleção de tubos de aço de precisão sem soldadura

Os tubos hidráulicos HANSA-FLEX são tubos de aço de precisão sem soldadura conforme DIN 2391,
rendimento C no modelo estirado a frio sem soldadura.
Para todas os níveis de pressão, utiliza-se material aço 37.4 conforme DIN 1630. Pode-se obter tubos
galvanizados, fosfatados ou lubrificados.

Este material apresenta os seguemtes valores no estado NBK normalizado:

Resistência à tração Rm Licome de escoamento ReH Alongamento A5


Aço em N/mm2 em N/mm2 mem. em %
Aço 37.4 conforme DIN 1630
235 para espressura
n° de material 1.0255, moldado 350…480 25
da parede de 16mm
em estado calmo (RR)

Cada tubo é verificado de fábrica quanto a erros de material através de um teste por indução de correntes
parasitas e fornecido no estado NBK normalizado e recozido sem oxidação.
Desta forma, os tubos são recozidos após a modificação a frio acima do ponto de transformação
superior sob gás de proteção.
Todos os tubos são marcados ao longo do comprimento total de 6m de acordo com as normas. Esta
identificação serve como um certificado de uma verificação de estanqueidade isenta de falhas e substitui
o certificado de fábrica EN 10204 (anterior DIN 50049).
Se desejar, pode-se fornecer também o certificado de inspeção da empresa 3.1B conforme EN 10204.
Estes certificados dizem respeito diretamente a carga e não podem ser enviados posteriormente. Por isso
é necessário solicitar os certificados de inspeção da empresa 3.1B ao fazer o pedido.

O programa HANSA-FLEX dispõe também de tubos de aço inoxidáveis com os números de material
1.4571 e 1.4541 e com as identificações de material a seguir:

Resistência à tração Rm Licome de escoamento ReH Alongamento A5


Aço em N/mm2 em N/mm2 mem. em %
X6 CrNiMoTi 17 12 2,
abreviatura V4A 500…730 210 35
com n° de material 1.4571
X6 CrNiMoTi 18 10,
abreviatura V2A 500…730 200 40
com n° de material 1.4541
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Dimensão dos tubos hidráulicos

A seleção das dimensões corretas dos tubos são essenciais para a segurança e e a rentabilidade de uma
instalação hidráulica. Por isso é importante selecionar os materiais, bem como determinar corretamente
a espessura das paredes do tubo e o diâmetro interno.
Espessuras das paredes do tubo demasiado pequenas representam perigo. A determinação correta do
diâmetro interno do tubo influência consideravelmente a rentabilidade da instalação hidráulica.
Diâmetros internos do tubo demasiado pequenos provocam um aumento da velocidade de fluxo nos tubos
de pressão e consequentemente atrito elevado de líquidos, devido a turbulência do óleo.
Isto leva a uma perda de pressão elevada e a um aquecimento inadequado. Temperaturas de serviço
elevadas aceleram o desgaste de componentes do sistema, como p. ex., juntas e tubos flexíveis.
Por outro lado, a seleção de tubagens muito grandes significa um aumento desnecessário dos custos.
Por isso, a seguir, poderá encontrar algumas indicações em relação à dimensão das tubagens em
sistemas hidráulicos.

Determinação da espessura da parede de tubos retos

A determinação da espessura da parede de tubos retos está definida na norma DIN 2413 parte 1.
Para o cálculo da curva do tubo é válida a norma DIN 2413 parte 2. Como este processo é muito
complexo, ele não é mencionado aqui.
As equações e tabelas indicadas aqui servem apenas como orientação e recomendamos verificar, mais
uma vez, as espessuras da parede com o auxílio dos processos para os cálculos descritos. A pressão
calculada representa o valor máximo de (excesso de) pressão operacional admissível, com a qual os
equipamentos, instalações e componentes devem funcionar. Este valor é superior ou igual ao da pressão
nominal de uma instalação.
A pressão nominal é apenas uma indicação para a classificação ou designação de uma instalação hidráulica.
A norma DIN 2413 diferencia entre três áreas de aplicação:
a) Caso I: principalmente esforço estático com temperatura máx. de 120° C
b) Caso II: principalmente esforço estático com temperaturas superiores a 120° C
c) Caso III: esforço pulsante com temperatura máx. de 120° C
Aqui será descrito apenas o caso III por ser o caso mais comum empregado em sistemas hidráulicos.
A pressão calculada de um tubo hidráulico com esforço pulsante deve ser determinada com o auxílio
da equação a seguir:
20 x K x s x c
P = ____________
S x (da + s x c)

P = pressão calculada em bar


K = valor da resistência no caso de esforço pulsante: K = 226 N/mm2
s = espessura da parede do tubo necessária em mm
c = fator de correção
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

S = coeficiente de segurança, S = 1,5 para esforço estático e pulsante


da = diâmetro externo do tubo em mm

A espessura da parede do tubo necessária é constituída por:


s = sv + c1 + c2
sv = espessura da parede calculada em mm
c1 = aumento para considerar a diferença inferior da espessura da parede admissível
c2 = aumento para considerar o aparecimento de corrosão ou desgaste

A determinação da espessura da parede calculada ocorre conforme a norma DIN 2413 parte 1:

da x P
sv = _________
2σzul x υn

σzul = esforço admissível no caso de carga pulsante


υn = valor da soldadura longitudinal e da hélice do tubo.Aqui: un = 1, porque só são utilizados tubos
de aço de precisão sem soldadura.
Se a diferença inferior da espessura necessária for indicada com c‘1 em %, a espessura da parede
necessária é:

100
s = (sv + c2) ________
100 – c1

Como neste caso, os aumentos relacionados com a corrosão não são considerados para a determinação da
espessura da parede do tubo necessária, estas equações são mais simples.
Pode-se calcular com os fatores de correção c a seguir:

Fator de correção c 0,8 0,85 0,9


Ø Externo no tubo 4e5 6e8 >8

Exemplo:
São indicados tubos de aço de precisão sem soldadura conforme DIN 2391 com dimensão 18 x 3
mm, material: aço 37.4 conforme DIN 1630, fornecido no estado normalizado recozido sem oxidação
(abreviatura NBK)
Valor procurado: pressão calculada P em bar.

Solução:
utilizar: K = 226 N/mm2, s = 3mm, c = 0,9, da = 18mm, S = 1,5

20 x K x s x c 20 x 226 N/mm2 x 3 mm x 0,9


P = ____________ _________________________
S x (da + s x c) = 1,5 x (18 mm + 3 mm x 0,9) = 393 bar
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

A tabela de tubos a seguir indica uma seleção de dimensões de tubos bem como as respectivas pressões
calculadas e as tolerâncias determinadas conforme a norma DIN 2391 parte 1. Informamos mais uma
vez, que este cálculo não contém aumentos relacionados com desgaste e corrosão. As informações sobre
os valores de ruptura são valores medidos:

Pressão calculada
em bar conforme DIN 2413,
área de aplicação III, Pressão
Dimensão Ø Ø Espressura esforço pulsante entre de ruptura
do tubo Externo da Interno di da parede s – 40° e 120° C em bar
Tubo 6x1 6 4 1 374 1680
Tubo 6x1,5 6 3 1,5 528 3050
Tubo 6x2 6 2 2 665 –
Tubo 6x2,25 6 1,5 2,25 728 –
Tubo 8x1 8 6 1 289 1190
Tubo 8x1,5 8 5 1,5 414 1860
Tubo 8x2 8 4 2 528 3020
Tubo 8x2,5 8 3 2,5 632 –
Tubo 10x1 10 8 1 249 870
Tubo 10x1,5 10 7 1,5 358 1380
Tubo 10x2 10 6 2 460 2100
Tubo 10x2,5 10 5 2,5 553 3180
Tubo 10x3 10 4 3 641 –
Tubo 12x1 12 10 1 210 760
Tubo 12x1,5 12 9 1,5 305 1150
Tubo 12x2 12 8 2 393 1580
Tubo 12x2,5 12 7 2,5 476 2600
Tubo 12x3 12 6 3 553 3200
Tubo 12x3,5 12 5 3,5 627 –
Tubo 14x1,5 14 11 1,5 265 940
Tubo 14x2 14 10 2 343 1340
Tubo 14x2,5 14 9 2,5 417 1760
Tubo 14x3 14 8 3 487 2400
Tubo 14x3,5 14 7 3,5 553 3220
Tubo 15x1 15 13 1 171 590
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX
Pressão calculada
em bar conforme DIN 2413,
área de aplicação III, Pressão
Dimensão Ø Ø Espressura esforço pulsante entre de ruptura
do tubo Externo da Interno di da parede s – 40° e 120° C em bar

Tubo 15x1,5 15 12 1,5 249 980


Tubo 15x2 15 11 2 323 1250
Tubo 15x3 15 9 3 460 2120
Tubo 16x1,5 16 13 1,5 234 820
Tubo 16x2 16 12 2 305 1170
Tubo 16x2,5 16 11 2,5 372 1470
Tubo 16x3 16 10 3 435 1920
Tubo 18x1,5 18 15 1,5 210 780
Tubo 18x2 18 14 2 274 1040
Tubo 18x2,5 18 13 2,5 335 1320
Tubo 18x3 18 12 3 393 1830
Tubo 20x1,5 20 17 1,5 191 570
Tubo 20x2 20 16 2 249 920
Tubo 20x2,5 20 15 2,5 305 1220
Tubo 20x3 20 14 3 358 1450
Tubo 20x3,5 20 13 3,5 410 1720
Tubo 20x4 20 12 4 460 2080
Tubo 22x1,5 22 19 1,5 174 590
Tubo 22x2 22 18 2 228 850
Tubo 22x2,5 22 17 2,5 280 1040
Tubo 22x3 22 16 3 329 1230
Tubo 25x2 25 21 2 202 670
Tubo 25x2,5 25 20 2,5 249 920
Tubo 25x3 25 19 3 294 1050
Tubo 25x4 25 17 4 379 1520
Tubo 25x4,5 25 16 4,5 420 1780
Tubo 28x1,5 28 25 1,5 139 450
Tubo 28x2 28 24 2 182 620
Tubo 28x3 28 22 3 265 920
Tubo 30x2 30 26 2 171 620
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX
Pressão calculada
em bar conforme DIN 2413,
área de aplicação III, Pressão
Dimensão Ø Ø Espressura esforço pulsante entre de ruptura
do tubo Externo da Interno di da parede s – 40° e 120° C em bar

Tubo 30x2,5 30 25 2,5 210 770


Tubo 30x3 30 24 3 249 920
Tubo 30x4 30 22 4 323 1250
Tubo 30x5 30 20 5 393 1580
Tubo 35x2 35 31 2 147 470
Tubo 35x2,5 35 30 2,5 182 620
Tubo 35x3 35 29 3 216 720
Tubo 35x4 35 27 4 281 960
Tubo 38x2,5 38 33 2,5 168 550
Tubo 38x3 38 32 3 200 660
Tubo 38x4 38 30 4 261 970
Tubo 38x5 38 28 5 319 1350
Tubo 38x6 38 26 6 375 –
Tubo 38x7 38 24 7 429 –
Tubo 42x2 42 38 2 124 390
Tubo 42x3 42 36 3 182 580
Tubo 42x4 42 34 4 238 850
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Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Seleção do diâmetro interno do tubo adequado

Aqui serão apresentadas várias possibilidades para selecionar o diâmetro interno ótimo do tubo:
O caudal de óleo é determinado pela velocidade do fluxo do óleo e pelo diâmetro interno do tubo.
Com diâmetros pequenos, a velocidade do fluxo aumenta e consequentemente o atrito interno ou o
atrito do óleo nas paredes do tubo. No caso de fluxo muito intenso, há perda de potência elevada
devido à formação de calor

São válidas:
Caudal = velocidade do fluxo do óleo x área da seção transversal (Q = v x A)

Recomendamos os valores de referência a seguir para as velocidades do fluxo em sistemas hidráulicos:

Tipo da tubagem área de pressão velocidade do fluxo


Tubagem de aspiração 1,0 m/s
de retorno e de pressão 3,0 m/s
Tubagem de pressão 0 – 25 bar 3,0 m/s
25 – 50 bar 4,0 m/s
50 – 100 bar 4,5 m/s
100 – 150 bar 5,0 m/s
150 – 210 bar 5,5 m/s
210 – 315 bar 6,0 m/s

O caudal Q e o diâmetro interno d podem ser calculados com as fórmulas a seguir:

v x d2 x π x 1,5
______________
Q= 100

Significado das letras:


Q = caudal em l/min
v = velocidade do fluxo de óleo em m/s
d = diâmetro interno do tubo em mm

pode-se a partir daí determinar o diâmetro interno:


100 x Q
_________
d=
1,5 x v x π
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Exemplo:
É fornecido um sistema hidráulico com uma pressão nominal de 150 bar e uma potência da bomba de 220
l/min. O valor procurado é o do diâmetro interno ótimo para um tubo hidráulico apropriado.
Para saber a velocidade do fluxo de óleo, consultar a tabela:

v = 5,0 m/s

A fórmula é:


100 x 220 l/mem
_______________
d= = 30,5 mm
1,5 x 5m/s x π

ou seja, é selecionado um diâmetro interno do tubo de 30 mm

Alguns valores

Diâmetro interno do tubo em mm


Caudal Q Tubagem de pressão Tubagem de retorno Tubagem de aspiração
em l/min com v = 5 m/s com v =3 m/s com v = 1 m/s
10 6,5 8,4 14,6
20 9,2 11,9 20,6
30 11,3 14,6 25,3
40 13,0 16,8 29,2
50 14,6 18,8 32,6
70 17,2 22,3 38,6
90 19,6 25,3 43,7
100 20,6 26,6 46,1
150 25,3 32,6 56,5
180 27,7 35,7 61,8
200 29,2 37,6 65,2
260 33,2 42,9 74,3
300 35,7 46,1 79,8
400 41,2 53,2 92,2
500 46,1 59,5 103,1
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Os diâmetros internos do tubo também podem ser determinados com o auxílio do nomograma a seguir:
Exemplo:

É fornecida uma instalação com uma pressão nominal PN = 35 bar e um caudal de Q = 80 l/min.
É procurado o valor apropriado do diâmetro interno da tubagem.

Solução:
Marcar o valor de Q no nomograma, selecionar na tabela „Valores de referência das velocidades do fluxo“
o valor 4,0 m/s e introduzir este valor na coluna v do nomograma. Em seguida, unir com uma linha reta
os valores da coluna direita com os da coluna esquerda.
O ponto de interseção das linhas retas com a coluna central indica o valor do diâmetro interno do tubo,
aqui:d = aprox. 20 mm
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Determinação da perda de pressão nas tubagens

As perdas de pressão que podem aparecer em sistemas de tubagens hidráulicos podem ser obtidas através
de medições ou de cálculos.
O cálculo para a determinação exata destas perdas é bastante complexo, por isso será indicado a
seguir algumas equações simples para a determinação aproximada das perdas de pressão em tubagens
e uniões roscadas retas.
As perdas de pressão e a resistência de passagem num sistema de tubagens dependem do diâmetro interno
do tubo, da velocidade do fluxo e das características (densidade e viscosidade) do óleo hidráulico.
As perdas de pressão são causadas pelo atrito de líquidos, ou seja, pelo atrito do óleo com as paredes
do tubo e pelo atrito interno do fluido.
A partir de uma determinada velocidade, o fluxo do óleo passa de um fluxo laminar para um fluxo
turbulento.Fluxos turbulentos levam à formação de calor elevada no sistema e consequentemente a
perdas de pressão e de potência.
O comportamento do fluxo é marcado também pelo chamado número de Reynolds Re.

Se o número de Reynolds Re ultrapassar um determinado valor, o fluxo laminar do óleo passa a


ser um fluxo turbulento.
Em tubagens aparece com mais freqüência fluxo laminar. Em válvulas, acoplamentos em válvulas
esféricas, fluxo turbulento.
Pode-se determinar aproximadamente as perdas de pressão nas tubagens retas com as equações a
seguir:
l x ρ x v2 x 10
∆p = λx ____________ em bar
dx2

∆p = perda de pressão em tubagem reta (fluxo laminar ou turbulento)


λ = coeficiente de atrito no tubo
ρ = densidade do óleo hidráulico em kg/dm3, ρ = 0,89 kg/dm3 = 890 kg/m3
l = comprimento da tubagem em metros m
v = velocidade do fluxo do óleo na tubagem em m/s
d = diâmetro interno da tubagem em mm
ν = viscosidade cinemática em cSt ou mm2/s
Q = fluxo de líquidos na tubagem em l/min
Coeficiente do atrito em tubos com fluxo laminar, Re <2320
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

λlam = 64/Re

Coeficiente do atrito em tubos com fluxo turbulento, Re <2320


0,316
λturb. = ______
4 —
√ Re

Número de Reynolds:
vxd
Re = _____ x 103
ν

Velocidade do fluxo:
Q
v = __________ x 102
π
6 x d2 x —
4

Exemplo:

É fornecido uma tubagem reta com l = 1 m e um diâmetro interno d = 25 mm.


O caudal Q é 150 l/min e a velocidade do fluxo do óleo 5 m/s.
É utilizado o óleo hidráulico padrão HLP 46 com uma viscosidade cinemática de
n = 46 mm2/s = 46 cSt e uma densidade de 0,89 kg/dm3
É procurada a perda de pressão ao longo do comprimento total de 1 m.

Solução:

1. Determinação do número de Reynolds Re:

vxd 5 m/s x 25 mm
Re = _____ 3 _____________ x 103 = 2713
ν x 10 = 46 mm2/s

Neste caso, o número de Reynolds Re é superior a 2320, por isso há um fluxo turbulento.

2. Determinação do coeficiente do atrito em tubos com fluxo turbulento

0,316 = ______
0,316 = 0,0437
λturb. = ______
4 — 4 ——
√ Re √ 2713
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

3. Cálculo da perda de pressão ao longo do comprimento total

l x ρ x v2 x 10 1 m x 0,89 kg/dm3 x (5m/s)2 x 10


∆p = λx ____________ = 0,0437 ____________________________ = 0,194 bar
dx2 2 x 25 mm

Lembre-se de que estas equações só são válidas para seções de tubagens retas. Mas um sistema de
tubagens é composto por seções e uniões roscadas retas e dobradas, bem como por outros produtos
da técnica de ligações hidráulicas.
Por isso, as perdas de pressão de cada elemento devem ser medidas ou calculadas separadamente e, ao
final, somadas o que resultará o valor da perda total.
No caso de uma determinação aproximada das perdas de pressão de cada componente, calcula-se que
haja um coeficiente de resistência ao ξ
A perda de pressão de um componente pode ser determinada com a equação a seguir:
1
∆p = ξx ρ x _ v2
2
∆p = perda de pressão do componente em bar
ξ = coeficiente de resistência ao ar (sem dimensões)
ρ = densidade do óleo hidráulico em kg/dm3, r = 0,89 kg/dm3 = 890 kg/m3
v = velocidade do fluxo do óleo na tubagem em m/s

Lembre-se de que há ainda vários fatores que podem influenciar as perdas de pressão dos componentes e
que estes cálculos possibilitam apenas uma determinação aproximada.
Por isso, em casos importantes efetuar as tentativas no banco de ensaio.

Uniões roscadas macho e de ligação retas

Nestes tipos de uniões há normalmente, ou seja, com seções transversais não reduzidas, pouca perda
de pressão e o valor do coeficiente de resistência ao ar x é geralmente indicado entre 0,01 até
no máximo 0,06.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Uniões roscadas retas com seções transversais reduzidas

Ao determinar as perdas de pressão das uniões roscadas desta série, deve-se considerar o lado de
entrada do óleo na união.

Perdas de pressão de uniões nas quais o óleo passa de uma seção transversal menor para uma seção
maior, são calculadas com o auxílio da equação a seguir:

[ ]
A1
ξ = __ –1
A2

ξ = coeficiente de resistência ao ar (sem dimensões)


A1 = área da seção transversal na entrada do fluxo da união roscada
A2 = área da seção transversal na saída do fluxo da união roscada

Mas se o óleo passa de uma seção maior para uma seção menor, pode-se calcular com os valores
a seguir:

A1/A2 0,75 0,55 0,40 0,20


ξ 0,15 0,25 0,35 0,40

Uniões roscadas angulares

Ao calcular as perdas de pressão em uniões roscadas angulares, pode-se calcular, no caso de uniões
roscadas macho e de ligação, com um coeficiente de resistência ao ar x =1.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Curvas do tubo

O coeficiente de resistência ao ar de curvas do tubo é determinado através da relação entre o raio


de flexão e o diâmetro interno do tubo.

Relação raio de flexão - diâmetro interno coeficiente de resistência ao ar ξ


2 0,25
4 0,15
>6 0,12
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Uniões roscadas em T

Nestas uniões roscadas deve-se distinguir se os fluxos do óleo ocorrem ao mesmo tempo ou
separadamente. O coeficiente de resistência ao ar é determinado pelo tipo de divisão do óleo.

a) dois fluxos de óleo unem-se na união roscada em T:

Divisão do fluxo de óleo Q Coeficiente de resistência ao ar ξa Coeficiente de resistência ao ar ξb


na relação Qb/Qa na ligação do tubo na ligação do tubo
0,6 0,40 0,47
0,8 0,50 0,73
1,0 0,60 0,92
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

b) um fluxo de óleo é separado na união roscada em T:

Divisão do fluxo de óleo Q Coeficiente de resistência ao ar ξa Coeficiente de resistência ao ar ξb


na relação Qb/Qa na ramificação do tubo na ramificação do tubo
0,6 0,07 0,95
0,8 0,20 1,10
1,0 0,35 1,30

Exemplo do cálculo

Deve-se determinar a perda de pressão numa união roscada macho reta HANSA-FLEX do tipo
VM NW16 HL com um fluxo fornecido de Q = 100 l/min = 0,1 m3/min = 0,00166m 3/s.
O diâmetro interno d é 14 mm = 0,014 m, a densidade do óleo hidráulico ρ = 890 kg/m3.
Coeficiente de resistência ao ar ξ = 0,06.

Perda de pressão:
1
∆p = ξ x ρ x _ v2
2

Determinação da velocidade do fluxo v:

A d2 x π 0,014 m2 x π
v = _ = ______ = _______________ = 6,62 m/s
Q 4xQ 4 x 0,00166 m3/s

Determinação da perda de pressão

1 2 1
∆p = ξ x ρ x — 3
2 v = 0,06 x 890 kg/m x —
2
2 (6,62 m/s) = 0,0117 bar
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Instruções de montagem
Uma montagem correta é essencial para garantir o funcionamento seguro e sem falhas das uniões roscadas
de anel e de rebordo. Se se respeitar estas instruções, pode-se efetuar as repetições da montagem sem
problemas.

Montagem das uniões roscadas de anel

Há três maneiras diferentes de efetuar a montagem das uniões roscadas de anel:


a) montagem num conector de pré-montagem temperado,
b) Montagem em conector da união roscada, não se aplica na utilização de tubos de aço inoxidável
c) montagem em conectores de uniões roscadas pré-montados de fábrica.

Em todos estes casos, recomendamos a utilização de conectores pré-montados temperados. Estes são
fabricados de aço para ferramentas e, devido à sua resistência elevada, conduzem melhor as forças que
surgem durante a montagem até à união roscada e garantem uma montagem com mais segurança.

Preparação para a montagem

– Serrar o tubos em ângulo reto. A utilização de um corta-tubos pode levar ao corte da extremidade do
tubo e prejudicar a firmeza do anel. Desvio angular admissível: 0,5°.
– Rebarbar levemente (interna e externamente) a extremidade do tubo. É admissível um chanfro
de 0,2 x 45°.
– Limpar bem a extremidade do tubo (aparas etc.)

Para uma montagem segura, utilizar tubos flexíveis (cobre, alumínio, ou tubos de aço com paredes
finas) com uma luva de reforço.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Nas curvas do tubo, a extremidade reta do tubo até o início do raio de flexão deve ser, no mínimo, o dobro
da altura da porca de capa. A extremidade reta do tubo na área com o dobro da altura, não deve apresentar
nenhum desvio da redondez e retidão, que ultrapasse as medidas de tolerância de tubos conforme DIN
2391.

Montagem num conector de pré-montagem temperado

– Lubrificar a rosca e o cone do conector de pré-montagem, bem como a rosca da porca de capa.
– Colocar a porca de capa e o anel no tubo.
– Aparafusar manualmente a porca de capa até o limite perceptível.
– Empurrar bem o tubo contra o limite do conector de pré-montagem. Caso contrário,
o tubo não encaixa.
– Apertar a porca de capa rodando-a uma vez inteiramente. O tubo não pode rodar.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Verificar a pré-montagem

– Soltar a porca de capa e verificar se há um rebordo espessa à frente do corte dianteiro.


– O anel pode rodar mas não deve mover-se axialmente.

– Colocar o tubo pré-montado no conector da união. Apertar a porca de capa aprox. 1/2 rotação após
atingir o ponto onde há um aumento nítido da força. Ao mesmo tempo, segurar bem o conector!
– Importante:Voltar a verificar o rebordo espesso à frente do anel!

Montagem em conectores de uniões roscadas

– Lubrificar a rosca e o cone do conector de pré-montagem, bem como a rosca da porca de capa.
Colocar a porca de capa e o anel no tubo e ter em atenção a posição correta do anel, caso
contrário a montagem será incorreta.
– Parafusar manualmente a porca de capa até o limite, ao mesmo tempo empurrar bem o tubo contra o
limite do conector da união, caso contrário o tubo não encaixa.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

– Apertar a porta de capa, rodando-a aprox. 1 1/2 rotação com uma chave. Ao mesmo tempo, segurar bem
os conectores da união com uma chave.
– Desmontar a união e verificar se há um rebordo espesso à frente do primeiro corte (dianteiro).
– O anel pode rodar mas não deve mover-se axialmente.

Montagem em conectores de uniões roscadas pré-montados de fábrica

– Nestas uniões roscadas, o anel já foi pré-montado.Como alternativa, recomendamos utilizar uniões
roscadas com junta cônica HANSA-FLEX (p.ex. Tipo AOH).
– Lubrificar com óleo a rosca da porca de capa, o anel e a rosca do conector da união roscada.
– Aparafusar bem a porca de capa até o limite perceptível.
– Apertar a porca de capa aprox. 1/2 rotação após atingir o ponto do aumento nítido da força e, ao
mesmo tempo, segurar bem o conector da união roscada com uma chave.
– Neste caso, verificar também o rebordo espesso à frente da aresta de corte.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Montagem das uniões roscadas de rebordo

Existem basicamente duas formas de estabelecer uniões roscadas de rebordo:


a) uniões roscadas de tubos com ligação de anel de 24° com orifício W (DIN 2353 e DIN 3861),
b) uniões roscadas de rebordo conforme SAE J 514 e ISO 8434-2.

Determinação do comprimento do corte do tubo

Para determinar o comprimento do tubo, adaptar o tubo entre as áreas dianteiras do conector a ser
ligado.O comprimento necessário do tubo sem rebordo é resultado da medida X de cada extremidade do
tubo. Se não se respeitar isto, a tubagem será demasiado comprida e, durante a montagem, surgirão
cargas desnecessárias.
Devido às indicações de medidas nas respectivas tabelas, é possível determinar o comprimento da
tubagem apenas através do cálculo com a medida T. T corresponde à diferença do comprimento do tubo
entre as uniões roscadas de rebordo e de anel.

AD = diâmetro externo do tubo em mm


S = espessura da parede do tubo em mm
T = diferença do comprimento do tubo em relação à união roscada de anel normal conforme a
norma DIN EN ISO 8434-1
X = medida de saída

AD x S T X AD x S T X AD x S T X
6x1 8 1 16x,15 8,5 0 28x2 9 1,5
6x1,5 9 2 16x2 9,5 1 28x2,5 10 2,5
16x2,5 10 1,5 28x3 10,5 3
8x1 8 1 18x1,5 7,5 0 30x3 14,5 1
8x1,5 9 2 18x2 8,5 1 30x4 16,5 3
8x2 9,5 2,5 18x2,5 9 1,5 30x5 18 4,5
10x1 8 1 20x2 11,5 1 35x2 12 1,5
10x1,5 9 2 20x2,5 12,5 2 35x2,5 12,5 2
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

AD x S T X AD x S T X AD x S T X
10x2 10 3 20x3 13,5 3 35x3 13,5 3
12x1 8 1 20x3,5 14,5 4 35x4 15 4,5
12x1,5 9 2 22x1,5 8,5 1 38x2,5 16 0
12x2 10 3 22x2 9,5 2 38x3 16,5 0,5
14x1,5 8,5 0,5 22x2,5 10,5 3 38x4 18 2
14x2 9 1 22x3 11 3,5 38x5 20 4
14x2,5 10 2 25x2 13 1 42x2 12,5 1,5
14x3 11 3 25x2,5 13,5 1,5 42x3 14 3
15x1,5 8 1 25x3 14,5 2,5 42x4 15,5 4,5
15x2 9 2 25x4 16 4
15x2,5 10 3 30x2 13 0,5
16x3 11 2,5 30x2,5 14 0,5

Montagem de tubos com rebordo e uniões roscadas com conexão de anel

– Serrar o tubo em ângulo reto mas não utilizar corta-tubos.


– Rebarbar a extremidade do tubo (interna e externa) levemente sem „afiá-la“. Caso contrário a
superfície da junta será inadmissível.
– Limpar cuidadosamente a extremidade interna do tubo (aparas), para impedir a danificação da
superfície da junta ao fazer o rebordo.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

– Colocar a porca de capa e o anel de pressão no tubo. Ter em atenção a posição correta.
– Retificar o tubo com uma máquina ou ferramenta de retificação.O diâmetro do rebordo DB deve estar
dentro da tolerância indicada na tabela abaixo.
O cone de retificação deve encontrar-se em ângulo reto em relação ao eixo do tubo e central
em relação ao anel de pressão. O cone interno deve estar limpo e sem ranhuras para garantir
uma vedação perfeita.
– Montar a união roscada conforme a figura e apertar bem a porca de capa manualmente.
– Para finalizar a montagem, apertar a porca de capa com uma chave aprx. 1/4 até 1/2 rotação após
atingir o ponto do aumento nítido de força.
– Após soltar, voltar a montar sem aumentar a força.

Tubo AD 6 8 10 12 14 15 16 18 20 22 25 28 30 35 38 42
DBmin 9,1 11,3 13,1 15,3 18,6 19,1 20,6 23,2 25,6 26,5 31,1 32,7 37 41,8 46 48,8
DBmax 10 12 14 16,2 19,6 20,2 22 24,2 27,8 27,8 33 33,8 38,9 42,7 47,2 49,8
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Montagem de uniões roscadas de rebordo conforme SAE J 514 e ISO 8434-2

Uniões roscadas de rebordo deste tipo são compostas por um anel de pressão, porca de capa e
conector de uniões roscadas:

Prender o tubo com rebordo entre o anel de pressão e o conector da união roscada e segurá-lo.
Serrar as extremidades dos tubos como descrito e retificar conforme as indicações.
Ao montar, apertar manualmente a porca de capa e, em seguida, rodá-la 1/4 até 1/2 rotação. Voltar
a montar sem aumentar a força.

Montagem de cones de soldadura HANSA-FLEX

– Serrar o tubo em ângulo reto, retificar e chanfrar com costura de solda em V conforme DIN 2559.
– Colocar a porca de capa no cone para soldar.
– Soldar o cone para soldar e o tubo. Lembre-se de que não deve penetrar solda no interior do tubo.O
cone, a ranhura e o cone do conector devem estar sempre limpos.
– Só introduzir o anel em O na ranhura após concluir a solda.O anel não pode rodar.
– Lubrificar com óleo (não utilizar graxa) o cone para soldar e as roscas internas e externas.
– Pparafusar manualmente a porca de capa e apertar aprox. 1/4 rotação.
– Importante:Montar e instalar a tubagem sem tensão.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Tabelas de conversão da pressão

Tabela de conversão da pressão

Unidade Pa = 1 N/m2 MPa bar at = kp/cm2 atm


1 Pa = 1 N/m2 1 0,000001 0,00001
1 MPa 1000000 1 10 10,19716 9,86923
1 bar 100000 0,1 1 1,01972 0,98692
1 at = 1 kp/cm2 98066,5 0,09806 0,98066 1 0,96784
1 atm 101325 0,10133 1,01325 1,03323 1

Pressão significa o quociente de força F por área A: p = F/A


A força F é medida em Newton e a área A em m2. Por isto, a unidade da pressão N/m2, é
chamada Pascal (Pa).

Na área técnica, utiliza-se unidades de pressão ainda maiores: Megapascal (MPa), Hektopascal (hPa) ou
Bar (bar). No caso de pressões menores, utiliza-se Milibar (mbar).

Importante: as unidades de pressão antigas at, atm, Torr e mmWS não são mais admissíveis!

Exemplo:
É fornecida uma pressão de 3,67 MPa,Quanto é este valor em bar?
(1) Na primeira coluna („Unidade“) ir até 1 MPa.
(2) Na linha „bar“ ir para a direita até ao valor „10“.
(3) Como o valor procurado é de 3,67 MPa, multiplicar o valor 10 por 3,67.
(4) Resultado: 3,67 MPa = 3,67 x 10 = 36,7 bar.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Tabela de conversão bar – psi

Em países de língua inglesa, a unidade de pressão utilizada é pound per square inch (psi).
O fator de conversão de bar em psi é 14,504 (arrendondado), ou seja, 1 bar = 14,504 psi.
O fator de conversão de psi em bar é 0,069 (arrendondado), ou seja, 1 bar = 0,069 psi.

bar psi bar psi


1,0 14,50 40,0 580,16
2,0 29,01 50,0 725,20
3,0 43,51 69,0 1000,00
4,0 58,02 100,0 1450,40
5,0 72,52 200,0 2900,80
6,9 100,00 207,0 3000,00
10,0 145,04 300,0 4351,20
20,0 290,08 400,0 5801,60
30,0 435,12 414,0 6000,00
34,5 500,00 500,0 7252,00

Exemplo:
(1) Valor fornecido: 22,6 bar
Valor procurado: Valor em psi
Solução: Fator de conversão bar – psi = 14,504
22,6 x 14,504 = 327,79 psi
(2) Valor fornecido: 80 psi
Valor procurado: Valor em bar
Solução: Fator de conversão psi – bar = 0,069
80 x 0,069 = 5,52 bar

Símbolos:
mWS = metros por coluna de água
mmHg = milímetro por coluna de mercúrio; também indicada em mmQS
(Hg = hidrargírio)
atm = atmosfera física
at = atmosfera técnica

Para mais informações sobre o cálculo da pressão consultar a norma DIN 1314.
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Tabelas de roscas
Tabela de roscas finas métricas:

do Ø do tubo
NW DIN DIN frz. frz.
Tamanho da mangueira em Ø Ø DIN 7631 Série L Série S mm 24°
Rosca métrica DN Polegada Size Externo Interno 60º 24º 24º 24º
M 12-1 12,00 11,00 6
M 12-1,5 5 1/8 2 12,00 10,50 4 6
M 14-1,5 5+6 1/8+1/4 2+4 14,00 12,50 6 8 6 8
M 16-1,5 6 1/4 4 16,00 14,50 8
M 16-1,5 8 5/16 5 16,00 14,50 8 10 10
M 18-1,5 6 1/4 4 18,00 16,50 10
M 18-1,5 10 3/8 6 18,00 16,50 10 12 12
M 20-1,5 8 5/16 5 20,00 18,50 12 14 13,25
M 22-1,5 10 3/8 6 22,00 20,50 14
M 22-1,5 12 1/2 8 22,00 20,50 12 15 15
M 24-1,5 12 1/2 8 24,00 22,50 16 16 16,75
M 26-1,5 16 5/8 10 26,00 24,50 16 18
M 27-1,5 16 5/8 10 27,00 25,50 18
M 30-1,5 20 3/4 12 30,00 28,50 20 22 21,25
M 30-2 16 5/8 10 30,00 27,90 20
M 30-2 20 3/4 12 30,00 27,90 22
M 33-1,5 20 3/4 12 33,00 31,50 25
M 36-1,5 25 1 16 36,00 34,50 28 26,75
M 36-2 20 3/4 12 36,00 33,90 25
M 36-2 25 1 16 36,00 33,90 28
M 38-1,5 25 1 16 38,00 36,50 25
M 39-1,5 25 1 16 39,00 37,50 30
M 42-1,5 25 1 16 42,00 40,50 32
M 42-2 25 1 16 42,00 39,90 30
M 45-1,5 32 1 1/4 20 45,00 43,00 32 35
M 45-2 32 1 1/4 20 45,00 42,90 35
M 48-1,5 32 1 1/4 20 48,00 46,50 38
M 52-1,5 40 1 1/2 24 52,00 50,50 40
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX
do Ø do tubo
NW DIN DIN frz. frz.
Tamanho da mangueira em Ø Ø DIN 7631 Série L Série S mm 24°
Rosca métrica DN Polegada Size Externo Interno 60º 24º 24º 24º

M 52-2 32 1 1/4 20 52,00 49,90 38


M 52-2 40 1 1/2 24 52,00 49,90 42
M 54-2 40 1 1/2 24 54,00 51,90 45
M 58-2 40 1 1/2 24 58,00 55,90 48,25
M 65-2 50 2 32 65,00 62,90 50
M 78-2 60 78,00 75,90 60
M 90-2 70 90,00 87,90 70
M 100-2 80 100,00 97,90 80
M 110-2 90 110,00 107,90 90
M 120-2 100 4 64 120,00 117,90 100

Tabela de roscas BSP

Tamanho da mangueira em
Roscas BSP filetes/polegada DN polegada Size Ø externo Ø interno
G 1/8“ 28 5 1/8 2 9,73 8,60
G 1/4“ 19 6 1/4 4 13,16 11,50
G 3/8“ 19 10 3/8 6 16,66 14,90
G 1/2“ 14 12 1/2 8 20,96 18,60
G 5/8“ 14 16 5/8 10 22,91 20,60
G 3/4“ 14 20 3/4 12 26,44 24,10
G 1“ 11 25 1 16 33,25 30,30
G 1“1/4 11 32 1 1/4 20 41,91 38,90
G 1“1/2 11 40 1 1/2 24 47,80 44,90
G 2“ 11 50 2 32 59,62 56,70
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Tabela de roscas finas NPT:

Tamanho da mangueira em
Roscas NPT DN polegada Size Ø externo Ø interno
1/8“-27 5 1/8 2 9,70 8,60
1/4“-18 6 1/4 4 13,10 11,30
3/8“-18 10 3/8 6 16,30 15,10
1/2“-14 12 1/2 8 20,20 18,60
3/4“-14 20 3/4 12 25,50 24,10
1“-11,5 25 1 16 32,20 30,20
1“1/4-11,5 32 1 1/4 20 41,00 38,90
1“1/2-11,5 40 1 1/2 24 47,00 44,90
2“-11,5 50 2 32 58,90 56,70
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Tabela Roscas UN

Tamanho da mangueira em
Roscas UN DN polegada Size Ø externo Ø interno Observação
5/16-24 UN 5 1/8 2 7,94 7,15 JIC
3/8-24 UNF 5 3/16 3 9,52 8,60 JIC
7/16-20 UNF 6 1/4 4 11,07 10,00 JIC + SAE
1/2-20 UNF 8 5/16 5 12,70 11,60 JIC + SAE
9/16-18 UNF 10 3/8 6+4 14,25 13,00 JIC + ORS
5/8-18 UNF 10 3/8 6 15,85 14,70 SAE
11/16-16 UN 10 3/8 6 17,40 15,40 ORS
3/4-16 UNF 12 1/2 8 19,00 17,60 JIC + SAE
13/16-16 UN 12 1/2 8 20,50 18,60 ORS
7/8-14 UNF 16 5/8 10 22,17 20,50 JIC + SAE
1 -14 UNS 16 5/8 10 25,30 23,10 ORS
1 1/16-12 UN 20 3/4 12 26,95 25,00 JIC
1 1/16-14 UNS 20 3/4 12 26,95 25,30 SAE
1 3/16-12 UN 20 3/4 14 + 12 30,10 27,50 JIC + ORS
1 5/16-12 UN 25 1 16 33,30 31,30 JIC
1 5/16-14 UNS 25 1 16 33,30 31,60 PTT
1 7/16-12 25 1 16 36,40 33,80 ORS
1 5/8-12 UN 32 1 1/4 20 41,22 39,20 JIC
1 5/8-14 UNS 32 1 1/4 20 41,22 39,50 PTT
1 11/16-12 UN 32 1 1/4 20 42,80 40,20 ORS
1 7/8-12 UN 40 1 1/2 24 47,57 45,60 JIC
1 7/8-14 UNS 40 1 1/2 24 47,57 45,90 PTT
2-14 UN 40 1 1/2 24 50,70 48,10 ORS
2 1/2-12 UN 50 2 32 63,45 61,50 JIC + PTT
3-12 UN 60 2 1/2 40 76,20 74,30 JIC
3 1/2-12 UN 80 3 48 88,90 87,00 JIC
Informações técnicas
Uniões roscadas de tubos HANSA-FLEX

Tabela Roscas UN

Tamanho da mangueira em
Roscas UN DN polegada e Size Ø externo Ø interno Observação
5/16-24 UN 5 1/8 2 7,94 7,15 JIC
3/8-24 UNF 5 3/16 3 9,52 8,60 JIC
7/16-20 UNF 6 1/4 4 11,07 10,00 JIC + SAE
1/2-20 UNF 8 5/16 5 12,70 11,60 JIC + SAE
9/16-18 UNF 10 3/8 6+4 14,25 13,00 JIC + ORS
5/8-18 UNF 10 3/8 6 15,85 14,70 SAE
11/16-16 UN 10 3/8 6 17,40 15,40 ORS
3/4-16 UNF 12 1/2 8 19,00 17,60 JIC + SAE
13/16-16 UN 12 1/2 8 20,50 18,60 ORS
7/8-14 UNF 16 5/8 10 22,17 20,50 JIC + SAE
1 -14 UNS 16 5/8 10 25,30 23,10 ORS
1 1/16-12 UN 20 3/4 12 26,95 25,00 JIC
1 1/16-14 UNS 20 3/4 12 26,95 25,30 SAE
1 3/16-12 UN 20 3/4 14 + 12 30,10 27,50 JIC + ORS
1 5/16-12 UN 25 1 16 33,30 31,30 JIC
1 5/16-14 UNS 25 1 16 33,30 31,60 PTT
1 7/16-12 25 1 16 36,40 33,80 ORS
1 5/8-12 UN 32 1 1/4 20 41,22 39,20 JIC
1 5/8-14 UNS 32 1 1/4 20 41,22 39,50 PTT
1 11/16-12 UN 32 1 1/4 20 42,80 40,20 ORS
1 7/8-12 UN 40 1 1/2 24 47,57 45,60 JIC
1 7/8-14 UNS 40 1 1/2 24 47,57 45,90 PTT
2-14 UN 40 1 1/2 24 50,70 48,10 ORS
2 1/2-12 UN 50 2 32 63,45 61,50 JIC + PTT
3-12 UN 60 2 1/2 40 76,20 74,30 JIC
3 1/2-12 UN 80 3 48 88,90 87,00 JIC