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JANEIRO

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terça-feira

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29| Janeiro | 2019

Sespa alerta: quase 100 pessoas morreram de síndrome respiratória aguda grave em 2018
O Pará fechou o ano de 2018 com a notificação de 1.208 casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG), com 97 óbitos. A
informação é da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), que também alerta para os cuidados que a população tem
que ter neste período chuvoso

28/01/2019 16:30h

O Pará fechou o ano de 2018 com a notificação de 1.208 casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG), com 97 óbitos. A informação
é da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), que também alerta para os cuidados que a população tem que ter neste período
chuvoso.
De acordo com a Divisão de Vigilância Epidemiológica da Sespa, as principais vítimas foram crianças de sete meses a dois anos de
idade, com 367 casos notificados; seguida das crianças menores de seis meses de idade, com 297 casos registrados; e idosos com
60 anos ou mais, com 207 casos notificados. Os municípios com mais casos notificados são Altamira (453), Belém (392) e
Parauapebas (81).
Para reduzir os riscos de contrair ou transmitir doenças respiratórias, a população deve lavar e higienizar as mãos antes de consumir
alimentos; após tossir e espirrar, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir nariz e boca e evitar tocar nas mucosas dos olhos,
nariz e boca; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos e garrafas; manter os ambientes bem ventilados;
e evitar ficar perto de pessoas com sinais e sintomas de gripe.
Sinais e sintomas - Os principais sinais e sintomas de síndrome gripal (SG) são febre de início súbito, mesmo que referida (que não foi
verificada com uso termômetro), acompanhada de tosse ou dor de garganta, e pelo menos um dos seguintes sintomas: dor de cabeça,
dor nos músculos ou dor nas articulações, na ausência de outro diagnóstico específico.
Em crianças menores de dois anos de idade também se deve considerar como caso de SG febre de início súbito (mesmo que referida)
e sintomas respiratórios, como tosse, coriza e obstrução nasal. Os sinais e sintomas de agravamento da doença evoluindo para SRAG
são dispneia, desconforto respiratório, saturação de oxigênio menor que 95% em ar ambiente, piora da doença pré-existente e
pressão baixa em relação à habitual do paciente.
Notificação obrigatória - A Sespa ressalta que os hospitais têm obrigação de notificar todos os casos de síndrome respiratória aguda
grave (SRAG) às Secretarias Municipais de Saúde, colher amostra de secreção de nasofaringe do paciente para pesquisa de vírus
respiratório e encaminhar ao Laboratório Central do Estado (Lacen-PA). Também devem iniciar o tratamento com o antiviral nas
primeiras 48 horas preferencialmente. É o que preconiza a Nota Técnica 01/2018 emitida pela Sespa no mês de janeiro de 2018 e
distribuída a todas as Secretarias Municipais de Saúde.
Fatores de risco - Os profissionais de saúde devem ficar atentos com casos de SG em pessoas com condições e fatores de risco para
complicações, como crianças menores de dois anos de idade; idosos com mais de 60 anos de idade; grávidas em qualquer idade
gestacional; puérperas até duas semanas após o parto, incluindo as que tiveram aborto ou perda fetal; pessoas com doenças
crônicas, imunossupressão, indígenas e obesidade mórbida. Nesses casos, inclusive em pacientes sem condições e fatores de risco
para complicação, conforme a gravidade do caso e avaliação do médico, pode ser utilizado o medicamento Oseltamivir. Além disso,
todos os pacientes com síndrome gripal devem ser orientados a retornar ao serviço de saúde em caso de piora do quadro clínico.
Vírus circulantes - No que se refere aos vírus causadores da SRAG, dos 1.208 casos notificados, apenas 539 (44,6%) tiveram
amostras de secreção coletadas para exame laboratorial, das quais 334 (61,9%) tiveram resultado positivo para vírus respiratório.
Destes, 19 foram para H1N1, 34 para H3N2 sazonal, 05 para Influenza A não subtipado, 15 para Influenza B, 8 para Parainfluenza 1, 3
para Parainfluenza 2, 15 para Parainfluenza 3, 213 para vírus sincicial respiratório, 6 para Ademovírus e 16 para Metapneumovírus.
Dos 1.208 de casos notificados, 490 (40.5%) tiveram confirmação por exame laboratorial, 63 (5,2%) por critério clínico-epidemiológico;
574 (47,5%) por critério clínico e 81(6,7%) não têm informação.
Quanto ao uso do antiviral, 668 acientes receberam o Oseltamivir (Tamiflu), sendo que o Ministério da Saúde preconiza o seu uso
preferencialmente nas primeiras 48 horas do início dos sintomas, pois a demora pode levar o paciente a óbito.

Por Roberta Vilanova

http://agenciapara.com.br/Noticia/183764/sespa-alerta-quase-100-pessoas-morreram-de-sindrome-respiratoria-aguda-grave-em-2018
29| Janeiro | 2019

Estudo farmacêutico realizado no HRBA reduz casos de queda de pacientes internados


Um estudo realizado pela equipe multiprofissional da Clínica Oncológica do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA),
em Santarém (PA), reduziu o número de casos de queda dos pacientes internados a partir da avaliação do risco agregado aos
medicamentos adotados durante o tratamento. Baixar Foto Foto: Divulgação PreviousNext
29/01/2019 10:27h

Um estudo realizado pela equipe multiprofissional da Clínica Oncológica do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em
Santarém (PA), reduziu o número de casos de queda dos pacientes internados a partir da avaliação do risco agregado aos
medicamentos adotados durante o tratamento. Os dados sobre o estudo, que começou a ser feito em setembro de 2016, na unidade
gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, foram divulgados durante a 1º Semana da
Farmácia Hospitalar.

“Avaliamos os pacientes envolvidos nesse incidente de segurança, a priori na Clínica Oncológica, e na análise verificamos que todos
tinham em comum a utilização de medicamentos que podem apresentar reações adversas ou potencializam as chances de queda”,
explicou a coordenadora de Farmácia, Sândrea Queiroz, após analisar o levantamento realizado com quase 6 mil pacientes, de ambos
os sexos, internados na Clínica Oncológica do HRBA.

A partir de outubro de 2017, a equipe multiprofissional passou a verificar associações medicamentosas que aumentavam o risco de
queda e a informar os riscos adicionais aos pacientes. O resultado da intervenção no uso destes medicamentos se mostrou eficiente.
De outubro de 2016 a setembro de 2017, foram registradas 10 quedas na Unidade de Internação Oncológica. Após a intervenção, no
período de outubro de 2017 a setembro de 2018, foram registrados seis incidentes.

Estima-se que 50% das quedas geram danos a pacientes (físicos ou/e psíquicos) e contribuem para aumentar o tempo de internação,
custos assistenciais e produzem repercussões na credibilidade do hospital. Com a intervenção da equipe farmacêutica, aliada à
colaboração dos pacientes e acompanhantes, foi possível reduzir o número de quedas e consequentemente, os danos para a saúde
dos usuários.

Hospital

O Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA) atende casos de média e alta complexidades e presta serviço 100% pelo Sistema
Único de Saúde (SUS). No Norte do País, o hospital avança em serviços de saúde, com a implantação de programas de transplantes
renais, cirurgias cardíacas e a consolidação do tratamento oncológico. A unidade atende uma população estimada em mais de 1,1
milhão de pessoas, residentes em 21 municípios do Oeste do Pará.

O HRBA é uma unidade pública e gratuita de saúde, pertencente ao Governo do Pará e administrado, desde 2008, pela entidade
beneficente Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado
de Saúde Pública (Sespa).

No Norte do Brasil, foi o primeiro hospital público a obter o certificado máximo de qualidade, a ONA 3 – Acreditado com Excelência,
concedido mediante o cumprimento das melhores práticas hospitalares e de qualidade assistencial. O HRBA também se tornou o
primeiro hospital público do Brasil a obter o selo “Materiality Disclosures”, emitido pela Global Reporting Initiative (GRI).

Por Joab Ferreira

http://agenciapara.com.br/Noticia/183773/estudo-farmaceutico-realizado-no-hrba-reduz-casos-de-queda-de-pacientes-internados
29| Janeiro | 2019

Hospital Regional oferece curso gratuito de capacitação para enfermeiros

Desde que foi implantado, o Módulo da Capacitação de Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem dos municípios já capacitou
150 profissionais. Baixar Foto Foto: ASCOM HRPL PreviousNext
28/01/2019 13:35h

No próximo dia 30 de janeiro será realizado no Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, o 5º Módulo da
Capacitação de Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem dos municípios. O tema central é “Enfermagem de Excelência: Da visão à
ação”. O curso faz parte do projeto Capacitar para Salvar, do Grupo de Trabalho de Humanização (GTH) do hospital, e tem como
objetivo capacitar enfermeiros e técnicos de enfermagem dos 23 municípios da área de abrangência, na prestação de cuidados, com
qualidade, aos usuários atendidos, referenciados durante todo o fluxo desde o encaminhamento à alta hospitalar.

Desde que foi Implantado, em março de 2016, cerca de 150 profissionais já foram capacitados. O treinamento teórico e prático,
prepara enfermeiros e técnicos de enfermagem, de modo que, ao receberem os pacientes com o perfil do HRPL em seus municípios,
possam também oferecer os cuidados assistenciais especializados.

Há 20 anos trabalhando na área da saúde, em Paragominas, Carlos Barros Araújo (42), que é técnico mas está no 7º semestre da
faculdade de Enfermagem, já participou de três cursos oferecidos pelo hospital e foi um dos primeiros inscritos para o 5º módulo. Para
ele, os resultados têm sido satisfatórios. “A cada curso, nós recebemos informações e vivemos experiências que são de grande
importância para o nosso cotidiano hospitalar e também na vida pessoal. Conhecimento e qualificação são fundamentais para que
possamos oferecer um trabalho de excelência ao outro”, declarou.

“A distância entre os 23 municípios e o HRPL é um tanto quando desafiadora, por isso, nosso objetivo é chegar até eles e contribuir,
compartilhando conhecimento, para que possam melhorar a assistência, desde o transportes dos pacientes, com os cuidados
especializados”, acrescentou o diretor assistencial do HRPL, Clóvis Guse.

Guse ressalta ainda que o HRPL dispõe de recursos físicos, tecnológicos e equipe multiprofissional que participa do processo
formativo, levando informação técnica e instrumentando os profissionais que realizam os atendimentos primários, contribuindo para
que os objetivos sejam alcançados. “Os participantes do curso levam uma bagagem de conhecimento e informações para aplicar no
seu dia-a-dia, no seu município, sendo também um multiplicador dessas informações nas suas respectivas unidades”, conclui.

Premiação – A iniciativa do projeto Capacitar para Salvar rendeu ao Hospital Regional Público do Leste, o prêmio Instituição do Ano,
na categoria Saúde Pública, na II edição do Prêmio Líderes da Saúde Norte e Nordeste. A premiação foi concedida em agosto de
2017, durante a realização da HospitalMED, em Pernambuco, uma das maiores feiras médico-hospitalares do país.

Serviço: O Hospital Regional Público do Leste (HRPL) fica na rua Adelaide Bernardes, s/n, bairro Nova Conquista, em Paragominas.
Mais informações pelos telefones (91) 3739-1046 / 3739-1253 / 3739-1102.

Por Mikaella Moraes

http://agenciapara.com.br/Noticia/183760/hospital-regional-oferece-curso-gratuito-de-capacitacao-para-enfermeiros
29| Janeiro | 2019

Ophir Loyola alerta para a prevenção do câncer de colo de útero e importância do exame preventivo

Celso Fukuda, oncoginecologista do Centro de Alta Complexidade em Oncologia do Hospital Ophir Loyola, referência no
tratamento do câncer, explica que “a prevenção e o diagnóstico precoce são realizados por meio do exame preventivo, o
Papanicolau (exame citopatológico do colo do útero), que deve ser feito pelo menos uma vez ao ano para mulheres com vida
sexualmente ativa, porém, há casos de pacientes que nem sequer fizeram o exame citológico uma vez na vida”. Baixar Foto
Foto: Ascom / Ophir Loyola PreviousNext
28/01/2019 11:41h

O câncer de colo do útero poder ser evitado em 98% dos casos, o potencial de cura da doença é muito grande quando detectado em
estágio inicial. As lesões pré-cancerosas se desenvolvem de forma lenta e são causadas por alguns tipos do HPV- Papilomavírus
Humano de alto risco (chamados de oncogênicos), transmissíveis sexualmente. O tratamento adequado dessas alterações impede a
progressão para esse tipo de câncer, o mais frequente no sexo feminino no Estado do Pará.

Esse problema de saúde pública nacional é mais intenso na região Norte que, segundo o Instituto Nacional do Câncer, destaca-se
pela maior incidência e mortalidade da doença no Brasil. A literatura científica aponta um perfil bem definido como fator de risco
importante para o desenvolvimento da neoplasia, composto por mulheres com multiparidade (muitos filhos), baixo grau de instrução,
renda familiar abaixo de meio salário mínimo e, na sua maioria, só procuram o posto de saúde na fase sintomática, já com a doença
instalada.

Celso Fukuda, oncoginecologista do Centro de Alta Complexidade em Oncologia do Hospital Ophir Loyola, referência no tratamento do
câncer, explica que “a prevenção e o diagnóstico precoce são realizados por meio do exame preventivo, o Papanicolau (exame
citopatológico do colo do útero), que deve ser feito pelo menos uma vez ao ano para mulheres com vida sexualmente ativa, porém, há
casos de pacientes que nem sequer fizeram o exame citológico uma vez na vida”, informa o especialista ao afirmar que no hospital,
cerca de 70% das pacientes acometidas pela doença estão há mais de dez anos sem fazer o exame preventivo e 50% nunca colheu
material para a realização do exame.

Ao contrário do resto do país, no Pará, a exemplo de outros estados do Norte, a incidência do câncer de colo de útero supera o de
mama. Somente em 2018, o Hospital Ophir Loyola recebeu 489 casos novos de câncer de colo do útero. Dados do Registro Hospitalar
de Câncer do HOL dos últimos anos, apontam que apenas 0,43% das mulheres chegam ao hospital com carcinoma restritos à área
inicial; 12,58% no estágio I (tumor restrito a uma parte do corpo, sem comprometimento linfático) enquanto 39,26% já vem com no
estágio II (câncer localmente avançado com comprometimento do sistema linfático ou espalhado por mais de um tecido); 28,20%
apresenta o estágio III (localmente avançado, espalhado por mais de um tecido e causando comprometimento linfático); 3,25% com
metástase à distância (espalhado para outros órgãos ou todo o corpo) e 16,27% não se pode definir o estágio da doença. Vale lembrar
que o exame Papanicolau está disponível nos postos de saúde.

A doença - Silenciosa, ela surge a partir de uma célula que cresce desordenadamente e pode se expandir para outro órgão, evolução
chamada de metástase. Na fase avançada, surgem sintomas como dor, corrimento com odor fétido e sangramento irregular. A fase
ideal de diagnóstico é quando a paciente é assintomática por meio do Papanicolau ou citologia oncótica. “O tratamento ocorre com
cirurgia na fase inicial quando a paciente pode ser curada ou cirurgia conservadora se deseja ter filhos. Em casos mais avançados,
prescreve-se a radioterapia, algumas vezes a quimioterapia”, informou.

Alguns fatores influenciam no desenvolvimento do câncer de colo de útero: imunidade baixa, tabagismo e contato com o HPV,
responsável por mais de 90% dos casos da doença. “O preservativo deve ser usado em todas as relações sexuais e todo indivíduo em
idade favorável deve ser vacinado. É um câncer evitável”, enfatiza o especialista.

Há três tipos de vacinação, a bivalente protege do vírus HPV16 e HPV18, a nonavalente (9 sorotipos) disponível na rede privada e a
tetravalente - adquirida pelo Sistema Único de Saúde em 2014 - protege contra os vírus HPV 6, HPV 11, HPV16 e HPV18, os dois
últimos são mais relacionados com a manifestação do câncer cervical. O Ministério da Saúde recomenda a vacina para meninas de 9
a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, pacientes com HIV de ambos os sexos e pessoas transplantadas na faixa etária de 9 a 26 anos.

Por Leila Cruz

http://agenciapara.com.br/Noticia/183755/ophir-loyola-alerta-para-a-prevencao-do-cancer-de-colo-de-utero-e-importancia-do-exame-
preventivo
29| Janeiro | 2019

Música é usada como terapia para pacientes com câncer

Pra que esse trabalho dê certo, a Unacon mantém parcerias e, a banda Loucos do Caps é uma delas. Eles fazem
apresentação regularmente na unidade e conseguem interagir bem com os usuários, acompanhantes e colaboradores

28/01/2019 11:29h

No mês em que se realiza a campanha do “Janeiro Branco”, a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia Dr. Vítor Moutinho –
Unacon Tucuruí aderiu ao movimento nacional sobre a importância da saúde emocional para se evitar problemas como suicídio e
depressão, essa última muito comum entre os pacientes que tratam o câncer.
Sabrina Almeida Cavalcante do Monte, psicóloga da unidade, por meio de parceria com a banda “Loucos do Caps”, tem inserido a
música como terapia alternativa no combate a depressão entre os usuários que tratam o câncer. “ A gente tem conseguido realizar um
trabalho muito bonito e de grande importância, pois a saúde mental é muito importante no tratamento do paciente oncológico. Isso
melhora os estímulos, pensamentos de força, coragem, determinação e equilíbrio para o paciente. Por isso é importante estar bem
emocionalmente, e temos conseguido bons resultados com a música”, afirma a psicóloga.
Pra que esse trabalho dê certo, a Unacon mantém parcerias e, a banda Loucos do Caps é uma delas. Eles fazem apresentação
regularmente na unidade e conseguem interagir bem com os usuários, acompanhantes e colaboradores. Willian Tocantins, um dos
músicos, fala da importância da música em tratamentos como o câncer. “ A música é muito bem vinda e está sendo muito usada como
terapia para tratar a depressão, por exemplo, pois ela consegue fazer com que o paciente e qualquer pessoa se envolva e se divirta
com a melodia, cante e dance, esquecendo no momento da terapia, o problema pelo qual está passando”, observa.
Os usuários da unidade tem aprovado a experiência e demonstram grande descontração e envolvimento durante as terapias.
A Unacon Tucuruí é uma unidade de saúde do Governo do Estado, administrada pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e
Humano (INDSH), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Serviço: A Unacon Tucuruí funciona em frente ao Hospital Regional, na Vila Permanente. Mais informações pelos fones: (94)
3778.4928/4599.

Por Vera Rojas

http://agenciapara.com.br/Noticia/183756/musica-e-usada-como-terapia-para-pacientes-com-cancer
29| Janeiro | 2019

Presidente e corregedor do Tribunal de Contas do Pará são empossados

Durante a cerimônia, o governador saudou a todos e falou sobre a delicada situação na qual se encontram as contas do
Estado do Pará. Baixar Foto Foto: MARCOS SANTOS PreviousNext
28/01/2019 15:57h

Na manhã desta segunda-feira (28), o Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA) empossou, no auditório Ministro Elmiro
Nogueira, sede do órgão, o novo Corpo Dirigente para o biênio 2019-2021. A sessão começou às 11h e contou com a presença do
governador Helder Barbalho e do vice-governador, Lúcio Vale.

Foram empossados o novo presidente, conselheiro André Dias; o vice-presidente, conselheiro Cipriano Sabino; e o atual corregedor,
conselheiro Odilon Teixeira. O novo dirigente da Corte não participou da cerimônia, pois está se recuperando de um problema de
saúde, em São Paulo. O governador Helder Barbalho, que estará na capital paulista nesta terça-feira (29), disse que, se sua agenda
permitir, visitará o novo presidente, que também já foi seu amigo de parlamento.

Em seguida, o governador saudou a todos e falou sobre a delicada situação na qual se encontram as contas do Estado do Pará. “A
pauta do equilíbrio fiscal chegou à agenda dos brasileiros e, para que não entremos em colapso como a Espanha, Grécia e outros
Estados do Brasil, como o Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, creio ser essencial um estreito relacionamento do poder Executivo e a
Assembleia Legislativa, com o acompanhamento do Ministério Público, para que possamos ter eficiência financeira e fazer as
transformações que a população espera”, disse Helder Barbalho.

A partir de maio deste ano, os empréstimos – fundamentais para o desenvolvimento econômico do Estado, estarão suspensos, porque
o Pará gastou além do orçamento em 2018. “Dialoguei com o Tesouro Nacional e com o Ministro da Economia, Paulo Guedes. Nesta
terça-feira, estarei em São Paulo para uma rodada de negócio com o diretor-geral do Tesouro, para encontrar caminhos que permitam
a preservação da saúde fiscal do Estado. No exercício de 2018, o Pará registrou um déficit fiscal de um bilhão quatrocentos e
cinquenta e três bilhões. Ou seja, gastou mais do que arrecadou. Esperamos ainda que sejam responsabilizados aqueles que deram
causa à essa situação. A sociedade paraense não pode ser prejudicada por isso. Solicito o apoio do TCE para encontrar as devidas
soluções para que o equilíbrio das contas seja essencial para o Estado", finalizou.

Por Catarina Barbosa

http://agenciapara.com.br/Noticia/183763/presidente-e-corregedor-do-tribunal-de-contas-do-para-sao-empossados
29| Janeiro | 2019

Governo do Estado institui Grupo de Trabalho para monitorar barragens de mineradoras no Pará

Para prevenir tragédias ambientais semelhantes as que ocorreram em Mariana, em 2015, e em Brumadinho, na semana
passada, o governador Helder Barbalho instituiu um Grupo de Trabalho (GT) formado por órgãos das diferentes esferas e que
têm interesse na questão. Baixar Foto Foto: MARCO SANTOS PreviousNext
28/01/2019 14:31h

Para prevenir tragédias ambientais semelhantes as que ocorreram em Mariana, em 2015, e em Brumadinho, na semana passada,
ambas no Estado de Minas Gerais, o governador Helder Barbalho instituiu, na manhã desta segunda-feira (28), no Palácio do
Governo, um Grupo de Trabalho (GT) formado por órgãos das diferentes esferas e que têm interesse na questão. O coletivo pretende
analisar as atuais condições das 91 barragens de mineração existentes no Pará e estudar mecanismos para o estabelecimento de um
plano estadual de prevenção a desastres ambientais.

Segundo o secretário de Estado de Meio Ambiente, Mauro Ó de Almeida, o Pará conta, hoje, com 64 barragens de mineração
cadastradas no Plano Nacional de Segurança de Barragens, comandado pela Agência Nacional de Mineração (ANM), órgão da esfera
federal que classifica e fiscaliza esse tipo de empreendimento. Outras 27 não estão cadastradas nesse plano. A ideia do GT
capitaneado pelo Governo do Estado é acompanhar e monitorar não só as barragens inseridas no plano, mas todas, com especial
atenção para as 18 classificadas como de alto risco pela ANM, embora neste momento não haja indicativo de motivo de preocupação
pelo Governo do Estado com relação a essas construções. Uma delas é a barragem de Sossego, em Canaã dos Carajás, sudeste
paraense.

“Não estamos, aqui no Pará, diante de nenhum risco iminente de ruptura. A população pode ficar tranquila. A ideia aqui é justamente
nos anteciparmos a qualquer possibilidade de um evento como os que aconteceram em Minas Gerais. Para isso, precisamos reunir as
informações dos diferentes órgãos estaduais, federais e municipais e buscar mecanismos para um monitoramento eficaz dessas
barragens”, resumiu.

O secretário esclareceu que muitas dessas informações já podem até estar em poder da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e
Sustentabilidade (Semas), mas, como o processo de transição do governo passado para este não ocorreu com a transparência
desejada, ainda é preciso levantar esses dados.

Ele adiantou ainda que, nos próximos cinco dias, os órgãos envolvidos no GT, como os Ministérios Públicos Estadual e Federal; a
Universidade Federal do Pará (UFPA); a Secretaria de Desenvolvimento, Mineração e Energia (Sedeme); a Defesa Civil Estadual,
entre outros, deverão indicar os nomes dos seus representantes no grupo para que o trabalho de campo seja efetivamente iniciado,
com prazo inicial de conclusão para 60 dias, prorrogáveis por mais 60.

“Primeiramente, o grupo vai realizar o levantamento dos relatórios apresentados pelas empresas à ANM e os documentos da própria
Agência para fazermos a avaliação do atual estado dessas barragens. Posteriormente, se necessário, podemos fazer vistorias in loco,
mas a ideia é chamar técnicos de renome, das universidades, para que eles possam também nos esclarecer sobre as melhores
técnicas de construção e manutenção de barragens e sobre como possamos fazer um monitoramento mais eficiente”, frisou.

Mauro Ó de Almeida também pontuou as diferenças entre o Estado de Minas Gerais e o Pará, no que tange à exploração minerária,
ressaltando que os riscos de ocorrerem desastres semelhantes aos de Mariana e Brumadinho, no nosso território, são bem menores.
“É preciso lembrar que a exploração de minério em Minas Gerais é secular, enquanto no Pará não chega nem a 50 anos, logo, aqui,
as nossas barragens são muito mais jovens, além da nossa topografia e relevo serem também bem diferentes das de Minas”,
acrescentou.

O procurador-geral de Justiça do Pará, Gilberto Valente Martins, participou da reunião, representando o Ministério Público Estadual
(MPE), assim como o procurador da República, Ricardo Negrini, como representante do Ministério Público Federal (MPF). Também
estiveram na reunião o titular da Sedeme, Iran Lima; o vice-reitor da Universidade Federal do Pará, Gilmar Silva; o comandante-geral
do Corpo de Bombeiros, coronel Hayman Souza; o coordenador adjunto da Defesa Civil Estadual, coronel Jaime Benjó; o auditor geral
do Estado, Giusepp Mendes, e o procurador geral do Estado, Ricardo Sefer.

Por Elck Oliveira

http://agenciapara.com.br/Noticia/183761/governo-do-estado-institui-grupo-de-trabalho-para-monitorar-barragens-de-mineradoras-no-
para
29| Janeiro | 2019
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Bombeiros do Pará afirmam ter catalogadas 262 barragens no Pará


Entre minerais e hidrográficas, são centenas por todo o Estado

28.01.19 19h40

O Corpo de Bombeiros tem catalogadas 262 barragens no Pará, entre as quais as de rejeitos minerais, as hidrográficas
e, também, aquelas utilizadas para lavoura. A informação foi dada, na manhã desta segunda-feira (28), pelo comandante
da corporação, coronel Hayman Souza. "O Corpo de Bombeiros, junto com a Defesa Civil, faz o monitoramento
constante dessas barragens. Hoje, temos em torno de 262 barragens registradas pelo Corpo de bombeiros. E esses
levantamentos são feitos para saber o nível de líquido que tem nessas barragens, se elas estão sofrendo pressão a
mais. E temos feito esse levantamento com os técnicos da Defesa Civil", afirmou.O comandante acrescentou: "Esse
cadastro que nós temos é do Sistema Nacional de Controle de Barragens. Essas barragens não só de rejeitos minerais.
São barragens hidrográficas, aquelas que são utilizadas para lavouras, para hidrelétricas, para a geração de energia.
Tudo isso a gente tem catalogada". Ao ser perguntado se todas essas barragens são fiscalizadas pelos bombeiros, o
coronel Hayman disse: "Nós fazemos só o monitoramento delas. As de rejeitos, sim, nós fazemos fiscalização dentro do
que é possível". O comandante do Corpo de Bombeiros disse que esses resultados, agora, serão repassados ao grupo
de trabalho instituído, hoje, pelo governador Helder Barbalho. Os integrantes do grupo, então, vão comparar esses dados
para saber se essas barragens estão com o nível de risco baixo, médio e alto, acrescentou.

https://www.oliberal.com/para/bombeiros-do-par%C3%A1-afirmam-ter-catalogadas-262-barragens-no-par%C3%A1-
1.54483
29| Janeiro | 2019

Sespa alerta: quase 100 pessoas morreram de síndrome respiratória aguda grave em 2018
Segunda-Feira, 28/01/2019, 18:46:03 - Atualizado em 28/01/2019, 18:57:53 Ver comentário(s)
Diário Online
EDIÇÃO ELETRÔNICA

Para reduzir os riscos de contrair ou transmitir doenças respiratórias, a população deve lavar e higienizar as mãos antes
de consumir alimentos; após tossir e espirrar, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir nariz e boca e evitar
tocar nas mucosas dos olhos, nariz e boca; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos e
garrafas; manter os ambientes bem ventilados; e evitar ficar perto de pessoas com sinais e sintomas de gripe.

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas de síndrome gripal (SG) são febre de início súbito, mesmo que referida (que não foi
verificada com uso termômetro), acompanhada de tosse ou dor de garganta, e pelo menos um dos seguintes sintomas:
dor de cabeça, dor nos músculos ou dor nas articulações, na ausência de outro diagnóstico específico.

Em crianças menores de dois anos de idade também se deve considerar como caso de SG febre de início súbito
(mesmo que referida) e sintomas respiratórios, como tosse, coriza e obstrução nasal. Os sinais e sintomas de
agravamento da doença evoluindo para SRAG são dispneia, desconforto respiratório, saturação de oxigênio menor que
95% em ar ambiente, piora da doença pré-existente e pressão baixa em relação à habitual do paciente.

Notificação obrigatória

A Sespa ressalta que os hospitais têm obrigação de notificar todos os casos de síndrome respiratória aguda grave
(SRAG) às Secretarias Municipais de Saúde, colher amostra de secreção de nasofaringe do paciente para pesquisa de
vírus respiratório e encaminhar ao Laboratório Central do Estado (Lacen-PA). Também devem iniciar o tratamento com o
antiviral nas primeiras 48 horas preferencialmente. É o que preconiza a Nota Técnica 01/2018 emitida pela Sespa no
mês de janeiro de 2018 e distribuída a todas as Secretarias Municipais de Saúde.

Fatores de risco

Os profissionais de saúde devem ficar atentos com casos de SG em pessoas com condições e fatores de risco para
complicações, como crianças menores de dois anos de idade; idosos com mais de 60 anos de idade; grávidas em
qualquer idade gestacional; puérperas até duas semanas após o parto, incluindo as que tiveram aborto ou perda fetal;
pessoas com doenças crônicas, imunossupressão, indígenas e obesidade mórbida. Nesses casos, inclusive em
pacientes sem condições e fatores de risco para complicação, conforme a gravidade do caso e avaliação do médico,
pode ser utilizado o medicamento Oseltamivir. Além disso, todos os pacientes com síndrome gripal devem ser orientados
a retornar ao serviço de saúde em caso de piora do quadro clínico.

Vírus circulantes

No que se refere aos vírus causadores da SRAG, dos 1.208 casos notificados, apenas 539 (44,6%) tiveram amostras de
secreção coletadas para exame laboratorial, das quais 334 (61,9%) tiveram resultado positivo para vírus respiratório.
Destes, 19 foram para H1N1, 34 para H3N2 sazonal, 05 para Influenza A não subtipado, 15 para Influenza B, 8 para
Parainfluenza 1, 3 para Parainfluenza 2, 15 para Parainfluenza 3, 213 para vírus sincicial respiratório, 6 para Ademovírus
e 16 para Metapneumovírus.

Dos 1.208 de casos notificados, 490 (40.5%) tiveram confirmação por exame laboratorial, 63 (5,2%) por critério clínico-
epidemiológico; 574 (47,5%) por critério clínico e 81(6,7%) não têm informação.

Quanto ao uso do antiviral, 668 acientes receberam o Oseltamivir (Tamiflu), sendo que o Ministério da Saúde preconiza
o seu uso preferencialmente nas primeiras 48 horas do início dos sintomas, pois a demora pode levar o paciente a óbito.

(Com informações da Agência Pará)

http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-572054-sespa-alerta-quase-100-pessoas-morreram-de-sindrome-
respiratoria-aguda-grave-em-2018.html
29| Janeiro | 2019

Invista na prevenção das viroses


Terça-Feira, 29/01/2019, 07:33:37 - Atualizado em 29/01/2019, 08:39:36
Diário Online
EDIÇÃO ELETRÔNICA
Basta chegar o período do ano em que Belém entra em um clima mais chuvoso para que se perceba na população
sintomas como tosse, dor de garganta, coriza e febre. O início de cada ano, na capital paraense, costuma vir
acompanhado pelas chamadas viroses que, na maioria das vezes, possuem sintomas parecidos com os da gripe. Apesar
da relação inevitável com a mudança brusca de temperatura, tais doenças podem ser prevenidas a partir da adoção de
alguns hábitos.
Enfermeira da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), Eula Neves explica que
o período de chuvas mais intensas contribuem para o aparecimento de dois tipos de viroses: as relacionadas ao trato
respiratório e as que estão ligadas ao trato gastrointestinal.
“As viroses gastrointestinais estão muito relacionadas à limpeza inadequada dos alimentos, já que elas são causadas
devido ao contato dos alimentos com água contaminada”, explica.“Nesse período de muitas chuvas, há o acúmulo de
água e, às vezes, devido à falta de infraestrutura, essa condição faz com que os alimentos acabem contaminados. Por
isso é preciso lavar adequadamente frutas e verduras”.
Já no caso das viroses que acometem o trato respiratório, Eula aponta que a mudança brusca de temperatura pode
ressecar as mucosas. “O ar também fica mais poluído e aí facilita a proliferação desses vírus”, complementa. “É um tipo
de virose que atinge principalmente as crianças menores de cinco anos, devido o sistema imunológico delas ainda estar
em formação e, portanto, ainda não oferecer total resistência”.
TEMPERATURA
A fragilidade dos bebês com relação a essas mudanças de temperatura foi percebida pela família do pequeno Bernardo
Leite de Castro. Aos quatro meses de idade, ele começou a apresentar os primeiros sintomas relacionados às viroses.
“Ele começou a espirrar muito, teve tosse, o nariz começou a escorrer e percebemos que o peito dele estava cheio de
secreção”, conta o consultor de vendas e pai de Bernardo, Vicente Castro, 35 anos. “Esse período de mudanças no clima
é complicado para ele”.
Assim que perceberam os sintomas, os pais do bebê procuraram o médico. Com o filho já curado, Vicente e a esposa
Carol Leite, 22, se preocupam, agora, em prevenir uma nova ocorrência da virose. Eula aponta que, para evitar as
viroses, deve-se evitar locais aglomerados e com pouca ventilação e lavar bem as mãos, dando preferência para a água
e sabão. “O álcool em gel deve ser a exceção, o ideal é água e sabão. Já se a pessoa não tem condições de, naquele
momento, lavar as mãos, pode fazer uso do álcool”. Se as medidas preventivas não forem suficientes e o indivíduo,
criança ou adulto, for acometido pelos sintomas das viroses, o ideal é procurar imediatamente um médico.
SERVIÇO
SINTOMAS
Viroses respiratórias
-Febre associada à tosse
-Dor de garganta
-Dor de ouvido
-Coriza
Viroses gastrointestinais
-Febre
-Dores no corpo
-Dor abdominal
-Vômito
-Diarreia
PREVENÇÃO
-Mantenha hábitos saudáveis, com uma alimentação balanceada
-Beba bastante líquidos, como água e sucos
-Evite locais aglomerados. Os vírus se proliferam muito fácil e rapidamente em ambientes fechados e com muita
aglomeração de pessoas
-Opte por ambientes ventilados e com boa circulação do ar
-Mantenha os ambientes sempre limpos. Quando acumulada, a poeira pode prejudicar as vias respiratórias.
-Higienize muito bem os alimentos, sobretudo frutas e verduras. A não higienização dos alimentos pode ser responsável
pelo acometimento das chamadas viroses gastrointestinais.
Fonte: Eula Neves, enfermeira
(Cintia Magno/Diário do Pará)

http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-572136-invista-na-prevencao-das-viroses.html
29| Janeiro | 2019

Pará tem 18 barragens de mineração de alto risco


Terça-Feira, 29/01/2019, 08:13:50 - Atualizado em 29/01/2019, 08:18:59
EDIÇÃO ELETRÔNICA

Pará tem 18 barragens de mineração de alto risco (Foto: Ney Marcondes) Órgãos de diferentes esferas vão indicar
nomes para que o GT comece a sua atuação no estado (Foto: Ney Marcondes)
O governador do Pará, Helder Barbalho, apresentou, ontem (28), um Grupo de Trabalho (GT) que tem como objetivo
fiscalizar as barragens existentes no estado, para prevenir tragédias ambientais semelhantes às que ocorreram em
Mariana, em 2015, e em Brumadinho, na semana passada, ambas em Minas Gerais.

Nos próximos cinco dias, os órgãos envolvidos no GT, como os Ministérios Públicos Estadual e Federal; a Universidade
Federal do Pará (UFPA); a Secretaria de Desenvolvimento, Mineração e Energia (Sedeme); e a Defesa Civil Estadual,
entre outros, deverão indicar os nomes dos seus representantes no grupo para que o trabalho de campo seja
efetivamente iniciado, com prazo inicial de conclusão para 60 dias, prorrogáveis por mais 60.

Segundo o cadastro do Departamento Nacional de Produção Mineral, o estado atualmente possui 64 barragens que
estão inseridas na política nacional de segurança de barragens, que garante que padrões de segurança sejam seguidos.
Outras 27 barragens não estão inseridas no plano, mas a ideia do GT é monitorar todas as barragens, com especial
atenção para as 18 classificadas como de alto risco, ou seja, aquelas em que um possível rompimento pode causar
perdas de vidas humanas, além de impactos sociais, econômicos e ambientais.

O pedido de verificação das barragens foi feito pelo governador à Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade
(Semas). “O intuito é poder construir preventivamente ações que possam fazer com que o estado do Pará, com vocação
forte na atividade de mineração, tenha absoluta tranquilidade e clareza a respeito da função das barragens existentes no
nosso estado”, disse o governador.

“Não estamos, aqui no Pará, diante de nenhum risco iminente de ruptura. A população pode ficar tranquila. A ideia aqui é
justamente nos anteciparmos a qualquer possibilidade de um evento como os que aconteceram em Minas Gerais. Para
isso, precisamos reunir as informações dos diferentes órgãos estaduais, federais e municipais e buscar mecanismos
para um monitoramento eficaz dessas barragens”, diz o titular da Semas, Mauro Ó de Almeida.

Fiscalizar o cumprimento da legislação é necessário

A barragem de Sossego, que pertence à empresa Vale, está localizada em Canaã dos Carajás e é uma das 18
classificadas como de alto risco que será monitorada. “Não há uma barragem que mais preocupa. Porque temos
barragens de grande porte com mais de 40 metros de altura, por exemplo, e temos barragem de pequeno ou médio porte
que têm maior potencial de dano associado.

Isso não quer dizer que exista alguma com mais urgência. A barragem de Sossego é uma delas, as outras nós estamos
fazendo um levantamento para que possa ser dada uma informação mais correta sobre elas”, comentou Mauro Ó de
Almeida, da Semas. A promotora de Justiça e Coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente do
Ministério Público, Myrna Gouveia, explicou como o órgão pretende atuar para evitar que tragédias com as barragens
aconteçam no estado. “O nosso trabalho é fiscalizar o cumprimento da legislação a respeito de segurança de barragens.

Os promotores de justiça que estão nos municípios que têm barragens podem receber informações da população e
repassar para o centro de apoio”, disse. A coordenadora lembrou ainda que a legislação atual exige que as empresas e
empreendedores enviem suas informações constantemente para o órgão fiscalizador, que no caso de barragens é a
Agência Nacional de Mineração.

(Wesley Costa/Diário do Pará)

http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-572146-para-tem-18-barragens-de-mineracao-de-alto-risco.html
29| Janeiro | 2019

Conselho flagra casos de exercício ilegal da profissão


Terça-Feira, 29/01/2019, 08:50:36 - Atualizado em 29/01/2019, 09:03:50
EDIÇÃO ELETRÔNICA

Casos de exercício ilegal da profissão foram flagrados pelo Conselho Regional de Odontologia (CRO-PA) em clínicas e
consultórios odontológicos de Belém, durante fiscalização realizada no período de 8 a 11 de janeiro deste ano. A
operação, nomeada “Profilaxia”, percorreu diversos bairros da capital, entre eles os da Pedreira, Telégrafo, Guamá e
Campina. Seis clínicas chegaram a ser interditadas por não apresentarem atestado sanitário ou pela ausência de
inscrição dos profissionais no conselho.

Chefe da operação de fiscalização do CRO-PA, Leandro França explicou que a operação foi planejada a partir de
denúncias recebidas pelo órgão e também pelo próprio mapeamento realizado por equipes do conselho. Entre as
irregularidades mais encontradas estiveram o exercício ilegal da profissão – em que se flagrou situações de pessoas
exercendo a odontologia sem terem diploma que confirmasse a formação na área – e propagandas irregulares.

“Propagandas da área de saúde precisam ser diferenciadas porque não se pode transformar a odontologia em
mercadoria”, explicou. “O que se viu foi um alto índice de letreiros nas ruas anunciando descontos ou avaliações
gratuitas e isso não é permitido”. No total, foram fiscalizadas cerca de 50 clínicas, sendo que, segundo o chefe da
operação, todas foram notificadas de alguma maneira. Seis foram interditadas e as demais receberam notificações e
seguem em funcionamento dentro prazo estabelecido para que
se regularizem.

RISCO

Leandro França destaca que, nos casos de pessoas que exerciam a profissão sem terem inscrição no conselho de
odontologia, o maior risco causado pela prática ilegal é para a própria saúde da população. “Esses profissionais, como
não são inscritos no conselho, não têm como responder a processos éticos, por exemplo,” apontou o chefe da operação.

“Quem exercia a profissão de forma ilegal vai responder a processos criminais junto à Justiça, já que o conselho vai
promover a notícia do fato ao Ministério Público. E os profissionais que estavam regularmente inscritos no conselho, mas
que estavam trabalhando junto com os profissionais ilegais no mesmo estabelecimento, vão responder tanto
criminalmente, quanto ao processo ético dentro do conselho”, afirma Leandro.

SERVIÇO

- ALERTA
Para que a população identifique se a clínica ou consultório odontológico é regular, Leandro França faz um alerta. “A
clínica sempre deve ter na fachada, logo na entrada, o registo da EPAO (Entidade Prestadora de Assistência
Odontológica). Na fachada deve constar essa sigla, acompanhada pelo número de registro e o nome do responsável
técnico. Com isso se identifica se a clínica é regular”, explicou. “Agora, para verificar se o profissional é regular, o
paciente deve pedir ao dentista que ele informe o número do CRO dele”.

- DENÚNCIAS
Em caso de irregularidades, qualquer pessoa pode fazer uma denúncia ao Conselho Regional de Odontologia do Pará.
As irregularidades podem ser informadas através dos telefones (91) 3205-1608 ou (91) 99392-2622 e ainda pelo e-mail
fiscalização@cropa.org.br.

(Cintia Magno/Diário do Pará)

http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-572151-conselho-flagra-casos-de-exercicio-ilegal-da-profissao.html
29| Janeiro | 2019

Nova diretoria do TCE toma posse


Terça-Feira, 29/01/2019, 09:15:45 - Atualizado em 29/01/2019, 09:15:45
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Diário Online
EDIÇÃO ELETRÔNICA
Nova diretoria do TCE toma posse (Foto: Ricardo Amanajás) Integrantes do TCE, o governador Helder e o vice Lúcio
Vale durante a posse no Tribunal (Foto: Ricardo Amanajás)
Uma gestão dos recursos públicos com maior transparência e eficiência, no sentido de atender mais e melhor os
interesses da população deve ser o norte do novo corpo dirigente do Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA),
empossado em solenidade realizada na manhã de ontem (28), no prédio-sede.

Na presença do governador Helder Barbalho (MDB), do vice-governador, Lúcio Vale (PR), e outras autoridades, tomaram
posse os conselheiros André Dias, como presidente; Cipriano Sabino, como vice, e o corregedor Odilon Teixeira foi
reconduzido ao cargo. Por estar em São Paulo para tratamento de saúde, Dias foi representado por Alexandre Charone
que, no papel de seu procurador, leu o Termo de Posse. O mandato para o biênio 2019-2021 iniciará na próxima sexta,
dia 1º.

A atual presidente da corte, Maria de Lourdes Lima de Oliveira, foi quem conduziu a cerimônia. A Procuradora-Geral de
Contas, Silaine Karine Vendramin, fez o discurso de boas-vindas direcionado aos empossados. “Assistimos as crises
fiscais dos estados, tragédias ambientais que matam vida e esperança e nos fazem refletir sobre o que falhou sobre o
que um sim indevido ou um deixar de agir pode gerar”, declarou, parabenizando a iniciativa do Governo do Estado de
fiscalizar as barragens existentes no Estado.

CELERIDADE

Em seguida, ela destacou a necessidade de celeridade nos processos de análise das contas públicas. “É preciso criar
caminhos para que a responsabilidade fiscal possa ser, de fato, cumprida. Atuar de forma preventiva e conscientizadora,
dando alerta antes que o dano ocorra”, destacou.

O governador desejou aos que assumem os postos que cumpram suas funções da maneira mais exitosa e de forma a
cooperar para que a transparência seja uma premissa. “Espero por um debate altivo e colaborativo com esta corte de
contas, para que tenham legitimidade de colaborar com o Estado e que juntos consigamos apresentar e oferecer
serviços de qualidade”. Helder disse ter tido reuniões junto ao Tesouro Nacional e ao ministro da Economia, Paulo
Guedes, para tratar de uma situação que o preocupa muito.

“Recebi a sinalização de que a qualidade de gastos e a nota do Estado serão rebaixados em maio de B para C e, com
isso, ficaremos proibidos de captar qualquer empréstimo. Isso precisa ser analisado pelo TCE para punir quem deu a
causa”, disse. Hoje ele estará em São Paulo para um encontro com governadores de todo o Brasil para tratar da questão
fiscal com o Ministério da Fazenda.

Sabino destacou que nem a prestação de contas ou relatórios do exercício de 2018 chegaram ao TCE, até porque os
prazos regimentais para esse envio ainda não se esgotaram. “Quando as contas derem entrada, poderemos verificar, e
se houver questão a ser observada e corrigida, não nos furtaremos, é o nosso papel”, antecipou. Teixeira, por sua vez,
afirmou que já há técnicos se debruçando sobre a questão e que a intenção é analisar a situação antes de maio.

(Carol Menezes/Diário do Pará)

http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-572163-nova-diretoria-do-tce-toma-posse.html
29| Janeiro | 2019

Governo do Pará anuncia criação de grupo de trabalho para fiscalização de barragens no estado
Ação foi tomada em medida de urgência após rompimento de barragem em Brumadinho. Plano prevê a
participação de órgãos de monitoramento como Ministério Público do Estado (MPPA) e a Secretaria de Meio
Ambiente e Sustentabilidade (Semas).
Por G1 Pará — Belém
28/01/2019 17h29 Atualizado há 18 horas
Governo anuncia criação de grupo para fiscalizar barragens no Pará

O Governo do Pará anunciou nesta segunda-feira (28) a criação de um grupo de trabalho para a fiscalização de
barragens no estado. Segundo o governo, o plano prevê a participação de diversos órgãos de monitoramento, como o
Ministério Público do Estado (MPPA), o Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade
(Semas).

A criação do grupo foi uma medida de urgência tomada pelo governo após o rompimento da barragem de rejeitos de
minério em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte. Até então, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais já
confirmou 60 mortos, 292 desaparecidos e 192 resgatados.

Membros do corpo de bombeiros procuram por sobreviventes na lama em Brumadinho — Foto: Adriano
Machado/Reuters Membros do corpo de bombeiros procuram por sobreviventes na lama em Brumadinho — Foto:
Adriano Machado/Reuters
Membros do corpo de bombeiros procuram por sobreviventes na lama em Brumadinho — Foto: Adriano
Machado/Reuters

De acordo com o Relatório Nacional de Segurança de Barragens (RNSB) divulgado em 2018 pela Agência Nacional de
Águas, o Pará possui 99 barragens cadastradas. Desses empreendimentos, 85 foram outorgados, ou seja, receberam
aval de órgãos competentes para o funcionamento. Das barragens outorgadas, apenas 11 foram submetidas ao Plano
Nacional de Segurança de Barragens (PNSB) e 74 estão sem informações.

Ainda segundo o relatório, 22 barragens no Pará são classificadas como Dano Potencial Associado (DPA) que leva em
consideração danos humanos, sociais e ambientais causados por possíveis acidentes. Dos empreendimentos
classificados, seis apresentam altos níveis de risco, de acordo com o relatório.

Apesar dos números, o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro Ó de Almeida, o Pará não corre nenhum
risco de acidente ambiental.

“Nós não estamos correndo nenhum risco urgente ou eminente de qualquer acidente aqui no estado do Pará.
Pretendemos nos antecipar aos problemas. Queremos buscar informações, organizando e coordenando vários órgãos e
instituições paraenses para que a gente possa criar um mecanismo de fiscalização”, afirmou o secretário.

Segundo o secretário, o estado ainda não tem um plano de monitoramento das barragens. “Toda empresa precisa de um
plano de ação emergencial. O que nós vamos criar é um plano de monitoramento para prevenir o acidente. Apesar disso,
a ideia é que esse plano de ação emergencial não precise ser usado”.

Em nota, a Vale informou que todas as barragens da empresa são vistoriadas periodicamente, além do que determina a
legislação. De acordo com a empresa, são centenas de vistorias todos os anos. Segundo a nota, são realizados
monitoramentos e inspeções em todas as estruturas que se enquadram na política nacional de segurança de barragens
quinzenalmente.

A empresa informou que criou um grupo de trabalho que apresentará um plano para elevar o padrão de segurança das
barragens da empresa. O objetivo é superar os parâmetros mais rigorosos existentes hoje no Brasil e no mundo.

A companhia disse que lamenta profundamente o acidente e está empenhando todos os esforços no socorro e apoio aos
atingidos.

https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2019/01/28/governo-do-para-anuncia-criacao-de-grupo-de-trabalho-para-
fiscalizacao-de-barragens-no-estado.ghtml
29| Janeiro | 2019

Campanha no combate ao Aedes Aegypti é intensificada pela prefeitura em Belém


Em 2018 foram registrados no total 3.067 casos de chikungunya, 95 de dengue e cinco de zika.
Por G1 PA

28/01/2019 13h11 Atualizado há 22 horas

Prefeitura de Belém realiza campanha de combate ao mosquito da dengue

A Prefeitura de Belém intensificou a campanha no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus
causadores da dengue, febre chikungunya e zika na capital. A campanha iniciou no final de dezembro de 2018, posterior
ao dado nacional de levantamento de indicie rápido. Em 2018 foram registrados 3.067 casos de chikungunya, 95 de
dengue e cinco de zika.

Com a chegada do período chuvoso, aumenta o número de criadouros e as ações de mobilização no combate ganham
força. Agentes estão espalhados pelos bairros da Grande Belém, realizando visitas às residências e terrenos no combate
as doenças. Segundo a prefeitura, o índice de pendência ainda é muito grande. Cerca de 40% dos imóveis se encontram
vazios durante as visitas. A prefeitura explica que esse problema se dá, porque a maioria da população passa o dia fora
de casa.

“Existe um ciclo de rotina e como essa rotina preconiza a visita casa a casa. Na maioria das vezes a gente tem que
intensificar com o bloqueios, que são as ações rápidas para evitar a proliferação dos casos e assim também a
proliferação do mosquito para aparecer novos casos

Para tentar conseguir com que as vistorias sejam realizadas, as visitas dos agentes estão sendo estendidas para os
finais de semana. A prefeitura também orienta que pode ser solicitada por telefone, a visita de um agente através do
disque endemias. O serviço está funcionando no número 3184-6128, de segunda a sexta-feira (dias úteis), de 8h às 18h.

https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2019/01/28/campanha-no-combate-ao-aedes-aegypti-e-intensificada-pela-prefeitura-
na-grande-belem.ghtml
29| Janeiro | 2019

ROMPIMENTO DE BARRAGEM
Médica paraense destaca possíveis doenças infecciosas após tragédia em Brumadinho (MG)
29 JAN 2019 - 04H59
DOUGLAS MAGNO / AFP
Crédito: DOUGLAS MAGNO / AFP

A tragédia ocorrida em Brumadinho (MG), na última sexta-feira, 25, poderá acarretar problemas que vão além de
estruturais. O rompimento da barragem pode desencadear um surto de doenças infecciosas decorrente do desequilíbrio
do ecossistema. A afirmação é da docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará (UFPA) e médica,
Helena Brígido.

Dentre as doenças, a médica destaca febre amarela, dengue, chikungunya, leptospirose, hepatite A, febre tifóide,
parasitoses intestinais, pneumonias e doenças dermatológicas.

Em uma publicação em seu site, a médica salienta que “a lama é contaminada por diversos agentes etiológicos que
podem ocasionar doenças por dejetos humanos e de animais, além de facilitar a presença de vetores/mosquitos. A
transmissão pode ocorrer por contato direto na pele e/ou ingestão com água, alimentos e a própria lama, se aspirada”.

Abaixo, segue a lista preparada pela médica de doenças possíveis de serem desencadeadas no município de
Brumadinho (MG) após o rompimento da barragem 1 do complexo Mina do Feijão:
Hepatite A e E
É uma infecção viral adquirida pela contaminação fecal-oral, isto é, contato de fezes na boca ou pela água e/ou
alimentos preparados por pessoas infectadas que, mesmo sem sintomas, se não houver higiene adequada, transmitem o
vírus.
A maioria das pessoas não tem sintomas. Se tiver, ocorre febre, náuseas e vômitos, dor nos músculos, cansaço, olhos
amarelados (icterícia), urina escura, fezes bem claras.
Diarreia causada por Parasitoses intestinais, vírus e bactérias
A diarreia pode ocorrer com ou sem febre, dor muscular, vômitos, dor abdominal, secura na boca. Pode ser causada por
água e alimentos contaminados por parasitoses (Entameba histolytica, Giardia lamblia, Trichuris trichiura, Ascaris
lumbricoides), bactérias (Escherichia coli, Shigella, Salmonella, Campylobacter pylori, Yersinia enterocolítica etc), vírus
(rotavírus, norovírírus, adenovírus, astrovírus, vírus da hepatite A e E).
Febre Tifóide
É uma doença causada por bactérias (Salmonella, Shigella, E. coli e outras) presentes em águas e alimentos
contaminados.
Os principais sintomas são: febre, dor de cabeça, falta de apetite, aumento do baço, manchas levemente avermelhadas
no corpo, prisão de ventre ou diarreia.
Pode complicar com sepsis, hemorragia intestinal, perfuração intestinal, morte.
O tempo de eliminação da bactéria na urina e fezes varia de uma a três semanas, até três meses. Cerca de 2 a 5% dos
pacientes passam a ser portadores crônicos da febre tifoide e podem transmitir a doença por até um ano.
O tratamento é feito com antibióticos, sintomáticos e medidas de suporte ambulatorial ou na internação (hidratação,
avaliação de possíveis complicações).
Leptospirose
É uma doença causada pela bactéria Leptospira interrogans sendo transmitida pelo contato com a urina de ratos
diretamente ou em águas contaminadas, além da ingestão.
Muitas pessoas não terão sintomas, mas alguns apresentam febre alta, intensa dor de cabeça, dor muscular e nas
articulações, olhos avermelhados, pele esverdeada (icterícia), vômitos, dor abdominal, diarreia.
Pode complicar com hemorragias, pneumonia, quadro neurológico, morte.
O tratamento é feito com hidratação, antibióticos e sintomáticos.
Arboviroses: febre amarela, dengue, zika, mayaro, chikungunya
São doenças febris agudas, com dores musculares e de articulação, transmitidas por insetos Haemagogus e Sabethes
(silvestre) na febre amarela silvestre e pleo mosquito Aedes aegypti, em dengue, zika, mayaro e chikungunya.
Sobre a febre amarela, poderá ocorrer por causa do desmatamento e deslocamento de animais.
São doenças que podem evoluir com complicações sistêmicas, hemorragias, sequelas articulares e óbito.
Pneumonia
Diante de broncospiração de lama e outros líquidos, a população atingida pode ter pneumonias pelos mais diversos
agentes infecciosos e também agressão química no pulmão.
O risco de doenças ocorre em qualquer pessoa exposta, portanto, comunidade local e equipes de resgate, portanto, é
necessário que usem repelentes, botas, luvas, etc, sabendo que, pela situação encontrada, torna-se difícil pensar e fazer
prevenção dessas doenças. Daí a importância do alerta para os sinais e sintomas com procura rápida de atendimento
médico.

https://www.romanews.com.br/cidade/medica-paraense-destaca-possiveis-doencas-infecciosas-apos-tragedia-em/27899/
29| Janeiro | 2019

TCE-PA empossa novo Corpo Dirigente

28 JAN 2019 - 12H10

Cerimônia de posse do novo Corpo Dirigente do TCE


Nesta segunda-feira (28), o Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA) empossou o seu novo Corpo Dirigente para
o biênio 2019-2021. A sessão solene começou no final da manhã, no auditório Ministro Elmiro Nogueira, no edifício-sede
do tribunal.
Tomaram posse o novo presidente da Corte, conselheiro André Dias, o novo vice-presidente, conselheiro Cipriano
Sabino e o atual corregedor, conselheiro Odilon Teixeira, que será reconduzido ao cargo.
Os novos dirigentes do TCE-PA foram escolhidos durante a sessão realizada no dia 11 de dezembro de 2018.
Participaram da sessão solene o governador do Estado, Helder Barbalho, além do Procurador-Geral do Ministério
Público do Pará, Gilberto Valente.

https://www.romanews.com.br/cidade/tce-pa-empossa-novo-corpo-dirigente/27823/
25 | Janeiro | 2019

28/01/2019 ÀS 19:14
Música é usada na Unacon de Tucuruí como terapia para saúde mental dos pacientes
No mês em que se realiza a campanha do “Janeiro Branco”, que trata sobre a saúde mental, uma campanha dedicada a
conscientizar a sociedade, quanto a importância da saúde emocional para se evitar problemas como suicídio e
depressão, essa última muito comum entre os pacientes que tratam o câncer. A Unidade de Alta Complexidade em
Oncologia Dr. Vítor Moutinho – Unacon Tucuruí, aderiu ao movimento nacional com ações realizadas até o final do
período.
Sabrina Almeida Cavalcante do Monte, psicóloga da unidade, por meio de parceria com a banda “Loucos do Caps”, tem
inserido a música como terapia alternativa no combate a depressão entre os usuários que tratam o câncer. “ A gente tem
conseguido realizar um trabalho muito bonito e de grande importância, pois a saúde mental é muito importante no
tratamento do paciente oncológico. Isso melhora os estímulos, pensamentos de força, coragem, determinação e
equilíbrio para o paciente. Por isso é importante estar bem emocionalmente, e temos conseguido bons resultados com a
música”, afirma a psicóloga.
Para que esse trabalho dê certo, a Unacon mantém parcerias e, a banda Loucos do Caps é uma delas. Eles fazem
apresentação regularmente na unidade e conseguem interagir bem com os usuários, acompanhantes e colaboradores.
Willian Tocantins, um dos músicos, fala da importância da música em tratamentos como o câncer. “A música é muito bem
vinda e está sendo muito usada como terapia para tratar a depressão, por exemplo, pois ela consegue fazer com que o
paciente e qualquer pessoa se envolva e se divirta com a melodia, cante e dance, esquecendo no momento da terapia, o
problema pelo qual está passando, no caso aqui da Unacon é a luta contra o câncer”, observa.
Os usuários da unidade tem aprovado a experiência e demonstram grande descontração e envolvimento durante as
terapias.
A Unacon Tucuruí é uma unidade de saúde do Governo do Estado, administrada pelo Instituto Nacional de
Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Serviço: A Unacon Tucuruí funciona em frente ao Hospital Regional, na Vila Permanente. Mais informações pelos fones:
(94) 3778.4928/4599.

Foto: Ascom INDSH

http://www.portalparanews.com.br/noticia/pa/tucurui/saude/musica-e-usada-na-unacon-de-tucurui-como-terapia-para-
saude-mental-dos-pacientes

28/01/2019 ÀS 13:35
Produtos falsos e com indicação terapêutica são apreendidos pela Vigilância
Uma ação de fiscalização da Vigilância Sanitária apreendeu produtos falsos, com indicação terapêutica e sem registro
em Santarém, no oeste do Pará. A operação ocorreu no domingo (27), na Feira do Aeroporto Velho.
A feira, que funciona sempre aos domingos, é um dos maiores centros de compra e venda de frutas, verduras e produtos
da agricultura familiar da cidade.
Os produtos com indicação terapêutica estão sempre na mira da fiscalização. Eles são vendidos na parte de fora do
complexo. A Vigilância alerta que é proibido rotular ou associar algum deles na cura de doenças, como o câncer, por
exemplo.
“O grande problema é que eles colocam isso em uma rotulagem. A partir do momento em que é colocado indicações,
que servem para curar algo, eles precisam ser registrados como medicamentos. Esses produtos ludibriam o
consumidor”, alerta Figueira.
Outro foco da fiscalização foi quanto ao uso de corantes no tucupi. A adição no produto é proibida. Segundo a Vigilância,
a mistura pode causar sérios riscos à saúde dos consumidores. A adulteração já vem sendo combatida em todas as
feiras e mercados da cidade.
“A gente passou, identificou que existe essa questão dessa adição do corante e agente fez o processo orientativo, a
princípio, mas orientando que não se pode adulterar”, explica o farmacêutico da Vigilância, Maurício Figueira.
A venda de carne bovina e de peixes também foi fiscalizada. A regra é manter os gêneros alimentícios em local
adequado, de conservação e refrigeração. Os técnicos flagraram muito peixe exporto em balcões e fora de bandejas, o
que é proibido.
Nas lanchonetes da feira, foram vistoriadas as condições de higiene, licença de funcionamento e principalmente, a
origem dos produtos. Em outro ponto da feira, os técnicos inspecionaram a venda de açaí, que também merece cuidado
redobrado.
Joelson Cunha vende açaí há anos. Ele diz que o produto dele é de qualidade e que agora busca a certificação para dar
mais segurança ao consumidor. “Isso serve para situar as pessoas, colocar as pessoas numa posição de informação”,
conta.

http://www.portalparanews.com.br/noticia/pa/santarem/policia/produtos-falsos-e-com-indicacao-terapeutica-sao-
apreendidos-pela-vigilancia
Blog da Franssinete 29| Janeiro | 2019
Florenzano

Hospital Barros Barreto salvou paciente

Em gentil comunicado, o Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Pará(UFPA)/Empresa Brasileira de Serviços


Hospitalares (Ebserh) - Hospitais Universitários Bettina Ferro de Souza (HUBFS) e João de Barros Barreto (HUJBB),
informa que o senhor Antônio Lima Pinheiro, de Curuçá, mencionado na postagem intitulada "SOS Hospital Barros
Barreto", está internado no HUJBB deste ontem, recebendo o tratamento adequado das áreas de infectologia e
dermatologia da instituição hospitalar.

Informa também que a liberação de leitos no HUBFS e HUJBB se dá por meio de regulação do SUS. Como os hospitais
universitários não são de portas abertas, o paciente precisa receber primeiro o atendimento em uma unidade básica de
saúde, unidade de pronto atendimento ou pronto socorro e, a partir disso, por meio do Departamento de Regulação
(DERE) do município, é encaminhado a uma instituição de média ou alta complexidade, que é o caso dos hospitais do
Complexo.

Agradeço a atenção ao blog e o prestimoso atendimento ao paciente, que estava em situação desesperadora.

http://uruatapera.blogspot.com/2019/01/hospital-barros-barreto-salvou-paciente.html
Blog da Franssinete 29| Janeiro | 2019
Florenzano

Barragens e contaminação no Pará

O governador Helder Barbalho criou um grupo de trabalho envolvendo Ministério Público Estadual, Ministério Público
Federal, Universidade Federal do Pará, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Estadual, Semas, Sedeme, Auditoria Geral e
PGE para avaliar as condições das 64 barragens de mineração localizadas no Pará, cadastradas no Plano Nacional de
Segurança de Barragens, da Agência Nacional de Mineração, e as 27 não cadastradas no Plano, com especial atenção
para as 18 classificadas como de alto risco pela ANM. A medida é oportuna e necessária. Mas deveria incluir também
providências quanto às gravíssimas conclusões da CPI que investigou os danos socioambientais na bacia hidrográfica
do rio Pará, onde pesquisadores da UFPA e do Instituto Evandro Chagas, de renome internacional, identificaram a
presença de metais pesados e doenças incuráveis causadas pelas atividades do complexo portuário e industrial em
Barcarena.
Só a Mineração Rio do Norte, sediada em Porto Trombetas, distrito de Oriximiná, tem 25 barragens e pretende construir
mais 11 novos reservatórios de rejeitos. Detalhe: 23 delas ficam dentro da Floresta Nacional Saracá-Taquera. As outras
duas estão na área do porto da empresa, a 430 metros do Quilombo Boa Vista, além da Reserva Biológica do Rio
Trombetas, um santuário ecológico.
O próprio Plano de Ação de Emergência das Barragens TP1 e TP2, elaborado no ano passado pela MRN, enumera entre
as consequências gerais esperadas em caso de ruptura, perdas humanas no platô Saracá, inundação de matas ciliares,
assoreamento de cursos de água e problemas com o uso da água. Avalia que devido a “grande ocupação no entorno do
lago Sapucuá, que recebe as águas provindas do córrego Saracá”, em caso de rompimento, “ocorrerá o
comprometimento do uso dessas águas até que seja restabelecido o padrão de qualidade definido pelo CONAMA”. E
afirma que “de maneira imediata, espera-se que ocorrerão impactos no fornecimento de água potável e na
disponibilidade do curso d’água para a prática da pesca, sendo esses os aspectos iniciais que a MRN deve se preocupar
junto à comunidade local (MRN/BVP, 2018).
Como as barragens do porto são classificadas de baixo risco e baixo dano potencial associado, a legislação não exige
um plano de emergência. Mas o Relatório de vistoria das barragens do Ibama, de maio de 2017, recomendou à MRN
reclassificá-las quanto ao Dano Potencial Associado, passando para Alto, considerando os potenciais prejuízos
ambientais, sociais e econômicos na hipótese de rompimento; também mandou realizar estudo de ruptura hipotética da
barragem (Dam Break) e elaborar Plano de Ação de Emergência.
Em cumprimento à determinação do Ibama, a mineradora elaborou em 2018 o plano de emergência para as duas
barragens. Contudo, contestou a necessidade de reclassificação. A Comissão Pró-Índio de São Paulo vem há anos
questionando os critérios utilizados pela empresa e alertando para o perigo, inclusive no livro "Antes a Água era pura,
cristalina e sadia".
Por outro lado, há décadas os garimpeiros poluíram a região do rio Tapajós com o uso do mercúrio para separar o
minério das impurezas.
No Sul do Pará, principalmente em Serra Pelada, na região do igarapé Sereno, as empresas usavam cianeto. E a jazida
do igarapé Bahia, já exaurida, ficava na Floresta Nacional de Carajás.
No início da década de 1990, a barragem de rejeitos no rio Gelado, do Projeto Ferro Carajás, transbordou, atingindo
Área de Proteção Ambiental, e destruiu plantações e açaizais nativos.
A extração e transformação de níquel em Ourilândia do Norte e de cobre em Canaã dos Carajás geram rejeitos tóxicos.
O projeto Sossego, em 2016, já atingira um volume de 20 milhões de metros cúbicos de rejeitos tóxicos acumulados na
área. Peixes mortos nos rios Sossego e Parauapebas, como também capivaras sem pelos, são vistos com frequência
por moradores locais.
Da mesma forma, não dá para esquecer o ocorrido em Paragominas, no ano passado, quando represas clandestinas
romperam e cobriram a cidade de lama, causando a morte de duas crianças e prejuízos até hoje não superados. Há
muitas barragens cuja existência jamais foi informada, e é bom lembrar também que nem todas são de mineração.
Na foto de Carlos Penteado, vista aérea da bacia de rejeitos da MRN e a proximidade com a floresta, rio, lagos e
igarapés, em Oriximiná.

http://uruatapera.blogspot.com/2019/01/barragens-e-contaminacao-no-para.html
Blog da Franssinete 29| Janeiro | 2019
Florenzano

SOS Hospital Barros Barreto

Antonio Lima Pinheiro, 53 anos, de Curuçá, sofre de Pênfigo - cujo nome popular é Fogo Selvagem. Trata-se de doença
autoimune que, sem tratamento, evoluiu para feridas em carne viva, que doem e ardem, como se tivessem sido
provocadas por queimaduras. Esse pobre homem está há seis meses em condições subumanas, deitado em folhas de
bananeiras, sem poder sequer fechar os olhos, sofrendo dores atrozes, tudo porque não foi medicado por um
dermatologista. Na situação atual, que é gravíssima, ele precisa ser internado. O hospital de referência para esses casos
é o Barros Barreto, vinculado à Universidade Federal do Pará. Apelo à direção do HUJBB no sentido de que
urgentemente receba o paciente, que aguarda há meses um leito e não pode esperar mais. Assistam ao vídeo para ter
uma ideia do sofrimento desse senhor e a extrema necessidade de ser internado.

http://uruatapera.blogspot.com/2019/01/sos-hospital-barros-barreto.html
29| Janeiro | 2019

Caros (as) Secretários (as) e Assessores (as) de Imprensa,


Destacamos as seguintes matérias publicadas hoje na mídia nacional:

CORREIO BRAZILIENSE
Saúde
Molécula em frutas cítricas pode ser aliada no combate à leishmaniose
< https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/ >
O composto natural foi testado em laboratório, in vitro, em células humanas infectadas pelos parasitas Leishmania
amazonenses

O GLOBO
Saúde
Eliminação da hepatite C exige mais esforços do Brasil e do mundo
<https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/eliminacao-da-hepatite-exige-mais-esforcos-do-brasil-do-mundo-
23409750>
Estudo avalia impacto de diferentes intervenções na meta da OMS de tirar a doença da lista de maiores ameaças à
saúde pública global até 2030

AGÊNCIA BRASIL
Saúde
Circulação de dengue tipo 2 em 19 cidades põe SP em alerta
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2019-01/circulacao-de-dengue-tipo-2-em-19-cidades-poe-sp-em-alerta>

FOLHA DE S. PAULO
Saúde
Ana Estela Haddad: E se não tivéssemos política de combate à Aids?
<https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2019/01/e-se-nao-tivessemos-politica-de-combate-a-aids.shtml>
Não podemos permitir retrocessos nesse campo

Suzana Herculano-Houzel: Mentol faz você pensar que está tudo


bem<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/2019/01/mentol-faz-voce-pensar-que-esta-tudo-
bem.shtml>
Estimulação em nariz entupido pode trazer alívio imediato, ainda que seja impressão pura

Luto afeta não só familiares, mas também a sociedade, que sofre


junto<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudiacollucci/2019/01/luto-afeta-nao-so-familiares-mas-tambem-a-
sociedade-que-sofre-junto.shtml>
Nesses momentos, é comum emprestarmos um pouco da dor do luto coletivo para chorar as nossas próprias

JORNAIS – POLÍTICA

CORREIO BRAZILIENSE
Política
Ricardo Barros: Um governo, apenas com seu partido, não vai a lugar
nenhum<https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/01/29/interna_politica,733757/um-governo-
apenas-com-seu-partido-nao-vai-a-lugar-nenhum.shtml>
Candidato avulso à presidência da Câmara, diz que seu partido deseja fazer parte da base do presidente Jair
Bolsonaro por ter DNA governista

Regras de segurança em barragens voltam a ser discutidas no


Congresso<https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/01/29/interna_politica,733734/regras-de-
seguranca-em-barragens-voltam-a-ser-discutidas-no-congresso.shtml>
Assunto estava esquecido nas gavetas do Legislativo apenas alguns meses após a tragédia de Mariana, em Minas
Gerais, em 2015

'Precisamos de um Senado que custe menos ao contribuinte', diz


Reguffe<https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/01/28/interna_politica,733665/precisamos-de-
um-senado-que-custe-menos-ao-contribuinte-diz-reguffe.shtml>
Senador decidiu se candidatar à Presidência da Casa e promete acabar com benefícios, como salários extras e verba
indenizatória. Economia, segundo ele, pode chegar a R$ 1,3 bilhão
29| Janeiro | 2019

O GLOBO
Brasil
Engenheiros que atestaram segurança da barragem da Vale em Brumadinho são
presos<https://oglobo.globo.com/brasil/engenheiros-que-atestaram-seguranca-da-barragem-da-vale-em-brumadinho-sao-
presos-23410211>
Profissionais prestaram serviço à Vale, na barragem 1 da Mina do Feijão

Governo utilizou 38% do orçamento de 2018 para segurança de barragens<https://oglobo.globo.com/brasil/governo-


utilizou-38-do-orcamento-de-2018-para-seguranca-de-barragens-23409480>
Autorização era gastar R$ 86 milhões, mas apenas R$ 32,7 foram investidos

Sem descanso, equipes de resgate trabalham no limite para encontrar


desaparecidos<https://oglobo.globo.com/brasil/sem-descanso-equipes-de-resgate-trabalham-no-limite-para-encontrar-
desaparecidos-23410050>
Identificação dos corpos também desafia técnicos; material genético de familiares será coletado

Por ser menos seguro, modelo de barragem de Brumadinho já foi banido em outro
país<https://oglobo.globo.com/brasil/por-ser-menos-seguro-modelo-de-barragem-de-brumadinho-ja-foi-banido-em-outro-
pais-23409303>
Proibido no Chile, método prevê que o dique inicial seja ampliado para cima, usando o próprio rejeito de minério de ferro

Editorial
Tragédia força recuo em crítica à fiscalização<https://oglobo.globo.com/opiniao/tragedia-forcarecuo-em-critica-
fiscalizacao-23409372>
Bolsonaro atacou na campanha cuidados com o meio ambiente que fizeram falta em Brumadinho

Saída da crise na Venezuela é via renúncia, transição e eleições<https://oglobo.globo.com/opiniao/saida-da-crise-na-


venezuela-via-renuncia-transicao-eleicoes-23408613>
Alternativas bélicas, como alguns sugerem, sequer deveriam ser cogitadas

Colunas
Bernardo Mello Franco
Bancada da lama blinda as mineradoras no Congresso<https://blogs.oglobo.globo.com/bernardo-mello-
franco/post/bancada-da-lama-blinda-mineradoras-no-congresso.html>

Alvaro Gribel
Trem descarrilado da mineração<https://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/trem-descarrilado-da-mineracao.html>

José Casado
Lama política e corporativa: Deputados e senadores foram eleitos com dinheiro de
mineradoras<https://oglobo.globo.com/opiniao/lama-politica-corporativa-23409782>

Gil Castello Branco


Mariana, Brumadinho e... Quais as medidas adotadas para aprimorar a fiscalização das
barragens?<https://oglobo.globo.com/opiniao/mariana-brumadinho-e-23409773>

Lauro Jardim
Delações esquentam no Paraná<https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/delacoes-esquentam-no-parana.html>

FOLHA DE S. PAULO
Editoriais
Metas econômicas<https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2019/01/metas-economicas.shtml>
Lista de prioridades do governo Bolsonaro para os primeiros cem dias deixa a desejar, sobretudo pela ausência de temas
como reforma da Previdência

Brinquedo favorito<https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2019/01/brinquedo-favorito.shtml>
Em sua obsessão pelo muro, Donald Trump não parece se importar com os transtornos à população

Painel
Acordo com PP e MDB amplia chance de Maia liquidar disputa na Câmara no primeiro
turno<https://painel.blogfolha.uol.com.br/2019/01/29/acordo-com-pp-e-mdb-amplia-chance-de-maia-liquidar-disputa-na-
camara-no-primeiro-turno/>
29| Janeiro | 2019

Política
Ministério Público solapa Bolsonaro, diz candidato 'avulso' na
Câmara<https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/01/ministerio-publico-solapa-bolsonaro-diz-candidato-avulso-na-
camara.shtml>
Ricardo Barros, do PP, diz que questão de Flávio Bolsonaro não precisa ser resolvida hoje

Candidaturas de Bolsonaro na Câmara tiveram crítica a Maia e raros


votos<https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/01/candidaturas-de-bolsonaro-na-camara-tiveram-critica-a-maia-e-
raros-votos.shtml>
Atual presidente concorreu quatro vezes ao cargo; na última deu bronca no filho por meio do WhatsApp

Com aversão à esquerda, estreante na Câmara acumula brigas no


currículo<https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/01/com-aversao-a-esquerda-estreante-na-camara-acumula-brigas-
no-curriculo.shtml>
Deputada eleita pelo PSL, Carla Zambelli já teve embates com Wyllys, Maia e com a família

Colunas
Hélio Schwartsman: Sirenes que não soam<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/01/sirenes-
que-nao-soam.shtml>
Andar de bicicleta sem capacete só mudou após aprendermos mais sobre traumas

Ranier Bragon: Brumadinho desmonta o falatório leviano sobre a farra dos


fiscais<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ranier-bragon/2019/01/brumadinho-desmonta-o-falatorio-leviano-sobre-a-
farra-dos-fiscais.shtml>
Por esse discurso, o vilão não é o malfeitor, mas aquele que flagra o delito

Pablo Ortellado: Tentando conciliar agitação e presidência, Bolsonaro joga com a


ambiguidade<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pablo-ortellado/2019/01/tentando-conciliar-agitacao-e-presidencia-
bolsonaro-joga-com-a-ambiguidade.shtml>
Presidente deu declarações ambíguas no Twitter que foram interpretadas por seguidores como ataques a Jean Wyllys

José Padilha: Sergio Bolsomoro<https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2019/01/sergio-bolsomoro.shtml>


Ministro corre risco se abdicar de convicções éticas

ESTADÃO
Editorial
Quando a impunidade mata<https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,quando-a-impunidade-
mata,70002698343>
Urge que o Estado aja com firmeza para que os culpados realmente paguem pelo que fizeram – dos empresários que
colocaram vidas em perigo até os funcionários públicos, que se omitiram criminosamente

A saúde nas prisões paulistas<https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,a-saude-nas-prisoes-


paulistas,70002698348>
Além de ferir o princípio constitucional de que a prestação do serviço público de saúde deve ser igualitária, a falta de
um departamento médico em várias unidades do sistema prisional acarreta outros problemas

Política
MDB busca candidatura única no Senado<https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,mdb-busca-candidatura-unica-
no-senado,70002698433>
Com dois pré-candidatos, partido quer evitar fissura na disputa pelo comando da Casa

PF mira fraudes no Banco Regional de Brasília<https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/pf-mira-fraudes-no-


banco-regional-de-brasilia/>
Força-tarefa Greenfield, de Brasília, cumpre mandados de prisão nesta terça-feira, 29, no âmbito da Operação Circus
Maximus, deflagrada contra suposta organização criminosa instalada na instituição, que teria cometido crimes contra
sistema financeiro, gestão temerária, corrupção e lavagem de dinheiro

Jair Bolsonaro segue na UTI e recebe familiares e assessores<https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,jair-


bolsonaro-segue-na-uti-e-recebe-familiares-e-assessores,70002698731>
Presidente deve permanecer em repouso até quarta-feira, 30
29| Janeiro | 2019

Colunas
Wilson Tosta: O Zero Um de Bolsonaro no reino da 'pulp fiction'<https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,o-zero-um-
de-bolsonaro-no-reino-da-pulp-fiction,70002698023>
A trama de Flávio Bolsonaro, iniciada após a revelação do caso Coaf pelo 'Estado', toma novos rumos e pode mudar de
patamar com a proximidade incômoda entre o filho do presidente e um ex-PM acusado de ser miliciano

Fernão Mesquita: A hora do safanão<https://opiniao.estadao.com.br/noticias/espaco-aberto,a-hora-do-


safanao,70002698357>
Reforma que conforte a privilegiatura seria uma grossa traição a 58 milhões de eleitores

VALOR ECONÔMICO
Brasil
9 Estados furam teto de gastos, estima conselho<https://www.valor.com.br/brasil/6093553/9-estados-furam-teto-de-
gastos-estima-conselho>

Editorial
Tragédias na mineração poderiam ter sido evitadas<https://www.valor.com.br/opiniao/6093289/tragedias-na-mineracao-
poderiam-ter-sido-evitadas>
GUIA DE PESQUISA

http://www.agenciapara.com.br/
http://www.diarioonline.com.br/
https://www.oliberal.com/
https://www.oliberal.com/amazonia
https://www.romanews.com.br/noticias/
https://g1.globo.com/pa/para/
http://www.portalparanews.com.br/
http://uruatapera.blogspot.com/

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