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A HISTÓRIA DAS POLÍTICAS SOCIAIS NO

BRASIL E SEUS GRANDES


ACONTECIMENTOS
INTRODUÇÃO

Este trabalho tem por objetivo fazer o resgate dos pontos mais importantes e
expressivos da historia das políticas sociais brasileira como o estado lidava com essas
políticas no inicio do século, XX como os trabalhadores se organizaram,como
ocorreu as primeiras iniciativas que deram inicio da intervenção do estado nas
questões sociais, o impacto que os ideais neoliberal causou na política e na
população brasileira e mais as perspectiva ético-teórico-metodológica na intenção
de ruptura e o projeto ético-político do serviço social como ocorreu o movimento de
reconceituação e qual era o contexto sóciopolítico no Brasil na década de 80 e como
se deu a consolidação do projeto ético-político.

Resgate dos pontos mais expressivos da historia das políticas sociais


Brasileiras.

No inicio do século XX o governo utilizava a política social como


meio de mediação, estratégia para acalmar a população, para tentar amenizar os
conflitos gerados. A política social era usada para manter a ordem social governo
utilizava essas políticas como uma medida governamental,fazendo com isso a
população crer que o governo se preocupava com as camadas mais pobres da
sociedade. Essas medidas consistia em;direito a saúde, a implantação de assistência
social, consultas medicas,atendimento psicossocial ,reabilitação, a
educação,lazer,trabalho, políticas sociais que nada mais eram que o direito,mas que
era tratada como se fosse apenas mérito do governo em ajudar os menos favorecidos.
E nesse contexto capitalista a população ficava feliz com medidas menos repressivas
e mais humanas.
A trajetória da política social teve dois pontos marcantes; O
primeiro e a ditadura Getulio Vargas e o populismo nacionalista e começa ai o
período de controle da política. O segundo momento ocorre em 1964 no golpe militar
ate à conclusão da constituição federal de 1988, nesses períodos a política social do
Brasil cria e se recria conservando sua essência de caráter emergencial, para que com
isso o governo conseguia manter o controle sobre a sociedade. Manter-se as margens
das reivindicações, necessidades e pressões da sociedade.
O golpe militar afetou bruscamente os movimentos políticos e
socioculturais, destruiu as conquistas anteriores que vieram por meio de tantas lutas
sociais no país, a era Vargas foi considerada bons tempos para os direitos sociais,
nesse período teve a implantação das legislações trabalhistas e sindicais.
A constituição de 1934 trouxe a criação do salário mínimo, ocorreu
também a consolidação das leis do trabalho, dando ao povo um pouco de dignidade
até o momento tão desconsiderado.
De 1945 em diante os direitos políticos ganharam força e
reconhecimento nas organizações popular, nos sindicatos. Nos anos que seguiu veio
a declaração universal dos direitos humanos, os direitos sociais, políticos e civis que
foram se consolidando no decorrer da história.
Em 1964 veio o golpe militar e com ele a repressão, anulando todos
os direitos seja ele individual coletivo e político. Todos os ditadores que passaram
pelo poder no Brasil buscavam constantemente silenciar a classe trabalhadora, o
Brasil passavam por uma época de total desprezo pela liberdade, tivemos nossos
direitos usurpados pelos militares.
No final dos anos 70 a população se deparava com a necessidade de
participação nas políticas sociais que seriam reflexos dos movimentos sociais e da
realidade brasileira naquele momento. Já na década de 80 os brasileiros começam a
perceber que tem direito a ter direitos, isso passa a fazer parte do dia a dia das lutas
e mobilizações sociais. Nessa época que direitos como, educação e seguridade social,
saúde assistência e previdência foi um marco significativo para os avanços em
direção aos direitos de cidadania.
Em 1988 o ano que marcou no campo dos direitos sociais, pois foi
nesse ano que se criou a nova constituição federal, promulgada pela assembléia
constituinte, que tem leis abrangendo diversos segmentos e veio também revelando
seu caráter democrático e colocou fim aos governos militares.
E é até hoje considerada uma das maiores conquistas do povo. Esta
disposta na Constituição Federal de 88 em seu art. 3º; Constituem objetivos
fundamentais da Republica Federativa do Brasil:
l – constituir uma sociedade livre, justa e solidária.
ll – garantir o desenvolvimento nacional
lll – erradicar a pobreza e marginalização e reduzir as desigualdades
sociais e regionais.
lV – promover o bem de todos sem preconceitos de origem,
raça,sexo, cor, idade e quaisquer forma de descriminação (Brasil 1988)
Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o
trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à
maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta
Constituição.
Dessas palavras pode-se imaginar o tamanho das conquistas e da
importância da Constituição para o povo Brasileiro. Esse poderia ser o inicio de um
novo tempo pois o estado poderia ampliar sua ação contemplando as esferas da
sociedade.
No entanto na década de 90 teve inicio a um processo de desmonte
das bases que serviram de pilares para a constituição dos direitos constitucionais, o
que ocorreu na época é que a gestão publica vinha deteriorando o financiamento e a
intervenção social provocou o que foi chamado de desmonte da nação de 1990 com
o neoliberalismo, a crise econômica as políticas sociais com altas taxas de juros a
inflação atingindo de cheio a constituição de 88 e assim frustrando o sistema de
proteção social.
O neoliberalismo tem suas bases relacionadas a estratégia para
suprimir o gasto social, bem como o mercado, privatização das empresas publicas e
a mercatilização dos serviços públicos, ensino pago, fim da aposentadoria por tempo
de serviço, participação das ONG’s na execução da política social. Assim o estado se
livra de todas as responsabilidades e que deixo o mercado se auto regular com total
liberdade sendo assim muito difícil de ocorrer daí a crise no Brasil.
Em 1990 o então presidente eleito Fernando Collor, no segundo dia
como presidente anuncia uma ampla reforma econômica, financeira e administrativa
o chamado: Plano Brasil mais conhecido como plano Collor. O principal objetivo
desse plano era combater a inflação, enxugar a maquina administrativa do estado e
eliminar o déficit administrativo para que o país conseguisse retornar o crescimento
nacional. Esse plano que todos conhecemos não deu certo, no começo houve uma
grande aceitação, mas com o passar do tempo começou a aparecer o lado negativo do
plano Collor com o achatamento dos salários, o desemprego a paralisação de varias
atividades econômicas, com o congelamento o salário e os preços começaram a subir
e junto com eles veio a inflação. O governo lança o Plano Collor ll a população não
recebeu bem e mais uma vez o plano fracassaria.
No final de 90 as varias denuncias de corrupção contra Collor levou
o povo a se revoltar e sair nas ruas vestidos de preto com a cara pintada, exigindo
ética na política, moralização e pedindo o impeachment de Collor, o poder legislativo
também e o senado garante o impeachment. Mesmo com o fim do governo Collor e a
entrada de Itamar Franco não se conseguia controlar a inflação que chegava a níveis
insuportáveis, surge então um novo plano elabora pelo então ministro da fazenda
Fernando Henrique Cardoso chamado de Plano Real que não tinha por objetivos
soluções imediatas mas a curto e médio prazo. O Plano real garantiu a presidência
para Fernando Henrique Cardoso em 1994.
O novo governo acelerou a implantação do neoliberalismo no Brasil,
as crises cambiais seguidas em 95, 97, e 98 deu a oportunidade para que se acelerasse
as privatizações para a radical políticas de cortes de gastos públicos e
desregulamentação do mercado de trabalho. O governo promovia a importação e
com isso o grande perdedor era as indústrias Brasileiras. E a política neoliberal segue
com as privatizações das empresas publicas onde grandes empresas foram vendidas
ou simplesmente unidas a empresas estrangeiras. A população reage a privatizações
com criticas ao governo como “O Brasil esta a venda”. A política neoliberal de redução
de gastos públicos traz para o Brasil as más condições de saúde, educação e moradia.
O Governo FHC cria “O Estado Mínimo” onde passa a
responsabilidade do governo federal para os estados e municípios, assim consegue a
descentralização dos encargos, essa era a cobertura política para os cortes de gastos
a nível federal.
Com a política neoliberal o Brasil passa por caminhos não
esperados, o aumento do desemprego e consequentemente das questões sociais, as
necessidades básicas da população torna-se responsabilidade do estado com políticas
cada vez mais assistencialistas o que reforçava cada vez mais o aumento da miséria e
da desigualdade social. A política de juros altos e de contenção do crescimento
econômico fez com que o desemprego chegasse a números desconhecidos na história
do país, outra conseqüência da política neoliberal foi a desregulamentação do
mercado de trabalho e estímulos para os empregadores contratar sem carteira
assinada. A ideologia neoliberal como política de estado a eliminação aos direitos
sociais, não só isso mas também a restrição a organização e a luta sindical. O
neoliberalismo faz apologia ao livre mercado e inclusive ao mercado de trabalho e
que a remuneração dos trabalhadores deve depender das condições do mercado.
O neoliberalismo não tem nada a ver com a legislação trabalhista,
justamente pelo contrario ele prega que os trabalhadores devem estar a mercê do
que acontece no mercado. Ou seja o ideário neoliberal é a política de corte de gastos
públicos, cria as más condições de moradia, saúde e educação. Cria-se o estado
mínimo descentraliza as responsabilidades e encargos sociais do executivo federal
para o executivo do estado e municípios, mas matem centralizado o poder de decidir
sobre a política econômica social. Com isso os problemas são jogados nas mãos dos
estados e municípios que não vão dar conta das necessidades básicas da população
e com isso veio a aumentar as desigualdades sócias no Brasil.

“A retratação do estado em suas responsabilidades e ações no campo social manifesta-


se na compreensão das verbas orçamentárias e no deterioramento da prestação de serviços sociais
públicos. Vem impulsionando uma transferência, para a sociedade civil,de parcelas das iniciativas
para o atendimento das seqüelas da questão social,o que gera significativamente alterações no
mercado profissional de trabalho. Por um lado, constata-se uma tendência à refilantropização
social, em que grandes corporações econômicas passam a se preocupar e a intervir na questão
social dentro de uma perspectiva de “filantropia empresarial”. (IAMAMOTO,2000,P.42-43.)

A perspectiva ético-teórico-metodológica na intenção de ruptura e o


projeto ético-político do serviço social.
Após o primeiro código de ética profissional, de 1947 ocorre uma
reformulação no então código de 1965, que sofre algumas mudanças,mas ainda trás
fortes influências religiosas e do modelo econômico hegemônico, tudo isso esta
vinculado a um momento histórico de 1960 em que o serviço social entra em uma
crise ideológica política e de atuação, que deu inicio a um forte movimento de
questionamentos e críticas aos modelos de atuações internacionais, do qual o serviço
social brasileiro sofria influência principalmente em relação a burocratização e a
ligação com a classe dominante,nesse momento surgem três tendências de
modernização no serviço social. A primeira que foi chamada de matriz conservadora,
que considerava valida atuação existente na época, já a segunda propunha uma
modernização conservadora onde ainda se matéria ideais conservadores, a terceira
já tinha sua base em direção a ruptura com o conservadorismo, esse movimento
crítico do serviço social foi chamado reconceituação,que trazia questionamentos
sobre a pratica da categoria e a sociedade, e fazia fortes criticas ao trabalho
tradicional.
Com o golpe militar de 64 mudou os rumos históricos do serviço
social, ruíram as iniciativas de rompimento com o conservadorismo, o maximo que
se conseguiu foi uma modernização na qual ainda predominava o conservadorismo.
O código apesar de esta pautado na defesa da família e na harmonia entre as classes
e ordem justa e solidária ainda se mantinha sob as bases neotomista. Em 1975 o
código de ética foi discutido e formulado pelos profissionais de serviço social em
plena ditadura militar, nesse período o Brasil enfrentava graves crises, a inflação
chegava a 34,5 %, a divida externa só crescia e os salários estavam baixos, nessa época
também houve manifestações históricas na defesa dos direitos humanos e pela
liberdade de expressão. Apesar de essa ser uma época muito difícil e a população se
encontrar manipulada pelo regime militar, com muitos presos políticos torturas e
mortes, mas nessa mesma época os movimentos sociais passaram a fazer frente ao
regime militar. Porém o código de1975 mantinha relações com tecnicismo,
funcionalismo e neotomismo, nesse código mostram-se muito forte a ditadura, que
da direito de intervir na vida da sociedade e nas atividades profissionais.
E m 1986 com o fim do milagre econômico, a ditadura militar entra
em crise, os movimentos sociais da classe trabalhadora, sindicatos e ate mesmo da
igreja católica ganham força e espaço na luta pela democratização, foi nesse contesto
de lutas sociais que o serviço social trazer a tona novamente o movimento de ruptura
com o conservadorismo. O código de 86 foi considerado um marco na ruptura com o
conservadorismo burguês, com os conceitos de moral religiosa e a neutralidade, esse
código foi um divisor de águas na ética profissional porque marca o rompimento
com conservadorismo e direciona o compromisso ético-político do serviço social
com a classe trabalhadora,
A revisão do código de ética profissional do assistente social
terminou em 1993 com a conclusão do código em que os assistentes sociais
ampliaram suas conquistas e reafirmaram o direcionamento político. Os onze
princípios básicos do código de 1993: liberdade individual; defesa intransigente dos
direitos humanos; ampliação da cidadania; democracia; equidade e justiça social;
eliminação de qualquer forma de preconceito; garantia de pluralismo; opção por um
projeto profissional voltado para uma nova ordem profissional; articulação com
outras categorias; qualidade de serviços prestados; e livre de descriminação.
Após os anos 90 a pratica dos assistentes sociais vem sendo
discutida através da instrumentalidade. E através da instrumentalidade que o serviço
social se consolida e se materializa o que permite a união das dimensões técnica,
política, pedagógica e intelectual das intervenções dos profissionais. Uma visão
integrada das ações sociais possibilita que sejam ações técnicas e politicamente
comprometidas.
O projeto ético-político do serviço social ganha força em 1970,com
a crise da ditadura militar,e através da reorganização política dos movimentos
sociais dos sindicatos, trabalhadores, associações e também os movimentos
estudantis.Nos anos 80 torna-se evidente o crescimento de produção teórica e
analise critica isso era resultados de novas pesquisas em serviço social e de cursos
de pós graduação.E com isso cresce a produção de conhecimento e despontava ai o
rompimento com o conservadorismo .Ainda nos anos 80 o serviço social cria uma
nova identidade profissional,que foi construída na pratica em meio as lutas de classe
e do enfrentamento das questões sociais, escolha de valores e o posicionamento
contrario a visão tradicional que ate então se tinha.O comprometimento com a classe
trabalhadora elegendo esse valor ,como valor ético-político principal da profissão , a
ética tem seu amadurecimento na década de 90, através de conhecimentos éticos e
dos debates críticos por vertentes marxista.Foi nesse momento histórico das
décadas de 80 e 90 que o projeto ético-político vem se estabelecer e incorporar novas
questões e necessidades emergentes da época tendo um caráter aberto.
A liberdade como valor ético central, concebida em um contexto
histórico tinha um compromisso com a emancipação e autonomia do individuo, esse
principio e um compromisso profissional de uma nova ordem societária onde não se
existiria exploração e dominação de classe, outro desses valores era a defesa dos
direitos humanos,que tinha como base a equidade e justiça, que visava garantir o
acesso universal aos serviços e políticas sociais,a ampliação da cidadania baseados
nos direitos civis, sociais e políticos. No projeto o valor profissional se direciona a um
compromisso com a competência na formação acadêmica, ou seja, formar
profissionais que sejam capazes de ter capacidade crítica de analise da realidade
social para que fosse possível acabar com a visão errada que se tinha do projeto ético-
político profissional. Outro valor do projeto e compromisso com o atendimento a
população aos serviços prestados.
As constantes mudanças que a consolidação do neoliberalismo no
fim do século XX inicio do século XXl fica claro a contradição existente entre o
projeto societário neoliberal e o projeto societário do serviço social ,a realidade
brasileira da época atinge a classe trabalhador, o que afeta em cheio o serviço social a
questão agora era como enfrentar a política daquele momento, sem perder as
conquistas anteriores. Apesar de o modelo neoliberal ser contra o projeto ético-
político, a categoria consegue se fortalecer na luta pelos movimentos de
democratização popular.
“No Brasil, tornam-se visíveis e sensíveis os resultados do projeto societário inspirado no
neoliberalismo – privatização do estado, desnacionalização da economia, desemprego,
desproteção social, concentração exponenciada da riqueza etc.,nesta mesma medida fica claro que
o projeto ético-político do serviço social tem futuro. E tem futuro porque aponta precisamente ao
combate (ético,teórico,ideológico,político e prático-social) ao neoliberalismo,de modo a preservar
e atualizar os valores que, enquanto projeto profissional,o informam e o tornam solidário ao
projeto de sociedade que interessa à massa da população”.(Paulo Neto 1999,p.19)
O serviço social vem se renovando, ampliou a dimensão ética e os
debates sobre a liberdade que o valor ético central,bem como a defesa intransigente
dos direitos humanos entre outros assuntos, juntamente com outros profissionais e
trabalhadores.

CONCLUSÃO

O estado não se importava com as necessidades básicas da


população, não se criava políticas sociais,quando se criava as poucas políticas sociais
era só pra conter a população e ter o controle e conseguir manter a ordem no país . O
que era de direito da população era tratado como se fosse benefícios concedidos a
população pelo governo,o descaso era total baixos salários ,mas condições de
moradia, de trabalho, de ensino,saúde.
Na era Vargas foram conquistados alguns direitos sociais
importantes, mas com o golpe militar de 1964, todos os direitos foram caçados tanto
políticos,civis. Não se tinha direito algum,atrocidades foram cometidas a todo
momento foram caçados, presos, torturados e mortos sem motivos ,explicação para
isso não existe já que os militares fizeram tudo isso sem um motivo real, pessoas
inocentes pagaram com a vida por crimes que supostamente teriam cometido que
nunca tiveram a chance de provar o contrario já que os militares só aceitavam
confissões de culpa,e de qualquer jeito seria condenado morte.
O serviço social esteve presente em todos esses momentos da
realidade brasileira,com o golpe militar o serviço social teve grandes perdas porque
a ditadura afetou diretamente a iniciativa de rompimento com o conservadorismo
entre outras perdas estão as conquistas das classes trabalhadoras.
Nos anos 70 o Brasil se encontrava em meio a uma grave crise
inflação alta, desemprego ,baixos salários divida externa.Em meio a esse contexto o
serviço social se fortalece nas lutas sociais junto com sindicatos,trabalhadores.Com
o fim da ditadura em 1986 o código de ética profissional do assistente social rompe
com o conservadorismo e se torna um marco na historia do serviço social mas foi só
em 1993 que o código de ética profissional do assistente social que rege ainda hoje
foi criado com seu direcionamento voltado para o compromisso ético-político do
serviço social.
Nos anos 90 o governo neoliberal não consegue conter a crise que o
Brasil enfrenta e só faz piorar por causa das privatizações do governo neoliberal
desemprego como jamais se tinha visto,inflação castigaria o país e a população por
vários anos ate o país conseguir se recuperar.