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4ª ETAPA – PESQUISA E ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DA

APRENDIZAGEM
Érica de Jesus Santos1
Joana Grazielle Silva de Souza
Matheus Luiz Santana Santos
Rayane Santos Gama
Welinton Santos Dantas

 4.1 Seleção das questões e conteúdos (Registro para apreciação)

Os professores ao planejarem sua aula, na sua maioria, enfocam como objetivo a


transmissão de conteúdo sem analisar o objetivo de cada assunto na aprendizagem do aluno, a
avaliação dessa maneira, tem o caráter decorativo, e classificatório, em que os alunos
memorizam os assuntos para receberem uma nota e ser classificado como bom ou ruim. Dessa
maneira, a prova deixa de possuir um caráter reflexivo sobre a prática docente, como também
sobre a aprendizagem dos educandos.
Com relação a essa problemática, foram escolhidas questões relacionadas ao Ensino
Médio de escolas particular e pública, e comparadas com questões do Enem (Exame Nacional
do Ensino Médio), pertencentes ao colegiado de Química. Primeiro, foi feita a pesquisa dos
assuntos a serem destacados e das questões que serão contempladas, assim, foram definidos os
conteúdos de Reações Químicas e Química Orgânica, esses são cobrados frequentemente nas
questões do Enem. A seguir, serão apresentadas as perguntas que serão apreciadas e discutidas:

1. Questões do Ensino Médio

1.0 (Balanceamento de reações químicas)

1
Graduandos de Licenciatura em Química do II, III e IV Período pelo Centro Universitário AGES – 2018.2.
Atividade apresentada como um dos pré-requisitos para a obtenção da nota parcial da disciplina Avaliação e
Currículo pela orientadora Josefa Risomar Oliveira Santa Rosa.
(Química orgânica) 3.0 7.0 (Química orgânica)

A fórmula estrutural abaixo pertence à substância vanilina, que é responsável pelo aroma e
sabor característicos da baunilha:

Analisando a estrutura da vanilina, quais são duas das substâncias oxigenadas presentes em sua
estrutura?
a) álcool e éter
b) álcool e fenol
c)fenol e éter

5.0 (Química orgânica)

9.0 (Reações Químicas)


2. Questões do Enem

4.0 (Química orgânica)


2.0 (Reações Químicas)

10.0 (Reações Químicas)

6.0 (Química orgânica)


8.0 (Química Orgânica)

 4.2 Socialização do resultado através da produção de texto (relatório, analise e apreciação


pessoal).

A avaliação é uma ferramenta essencial para o professor e com isso entra em questão os
exames como métodos avaliativos de nota e com a concepção se o professor conseguiu alcançar
seus objetivos para a turma. Sendo assim é sempre bom o professor construir uma ponte entre
o conhecimento e o aluno, isso só se torna possível com o vínculo entre o professor e sua turma.
Para que assim o professor entenda o melhor jeito de passar o assunto para suas classes.
Melo e Bastos (2012) revela que a avaliação tem um sentido amplo e deve ser feita de
derivadas formas, com instrumentos variados, sendo o mais comum, em nossa cultura, a prova
escrita. Portanto, em lugar de exaltarmos os malefícios da prova em favor de uma avaliação
sem elas, procurando seguir o princípio de que se tivermos que elaborá-las, que sejam bem-
feitas, atingindo seu real objetivo e sua relação com o meio social do aluno.
Nessa perspectiva, as questões aqui analisadas seguem como tópicos principais a
verificação das perguntas em seu grau de complexidade, o contexto com a realidade do aluno,
se o enunciado da questão é contextualizado ou uma simples pergunta, o nível de
reconhecimento da questão e o julgamento que poder ser realizado em determinadas questões.
As questões 1.0 e 2.0 abordadas trabalham os assuntos de reações químicas, uma voltada
a teoria de balanceamento, e a outra para o cotidiano do aluno, abordando a realidade em que o
mundo se encontra, ou seja, uma vem sem nenhum contexto para elaboração da pergunta e a
outra vem com um contexto com base no que ocorre na sociedade.
A primeira questão (1.0) é abrangida de formar direta sem nenhum contexto de
embasamento para ela, e isso acaba sendo ruim, pois o aluno quando ver que o assunto não tem
relação com o seu meio social, não encontra necessidade de aprender sobre o conteúdo
apresentado na questão. O professor tem que perceber que o contexto da atual sociedade mudou,
e os assuntos não possui associação com seu meio social, eles negligenciam e só decoraram
para obter nota na prova.
Portanto, na segunda questão (2.0) construída para o Enem tem um contexto que mostra
o que ocorre na natureza e como são estudados tais fatos, buscando seus efeitos, tendo isso em
vista, pode-se afirmar que a questão está bem elaborada, por ter uma relação com as
transformações da natureza, fazendo com que os discentes que respondam a questão entendam
o quanto aquele fenômeno é importante, ou seja, aquela reação química é significativa para a
natureza.
Segundo Gasparin (2005), no trabalho pedagógico proposto pela pedagogia histórico-
crítica, a avaliação da aprendizagem do conteúdo deve ser uma expressão prática de que o aluno
se apropriou de um conhecimento que se tornou um novo instrumento de compreensão da
realidade e de transformação social. Deste modo, o autor revela que a responsabilidade do
professor aumentou, assim como a do aluno. Ambos são coautores do processo ensino-
aprendizagem.
Dessa forma, os professores devem sempre buscar evoluir sua forma de ensinar,
trazendo parte do meio social em que ele vive para sala, buscando debater os assuntos com os
alunos e tudo mais, pois segundo Cordeiro (2013) a relação pedagógica transforma as crianças
em alunos mediante a estrutura do diálogo ou da conversa entre estes e o professor. Os tipos de
perguntas que são feitas, os modos como elas são formulados, a observação de que respostas
são aceitas, tolerados ou rejeitadas pelo professor e do retorno que é dado a cada uma delas,
tudo isso vai fazendo, aos poucos, com que as crianças aprendam a ser alunos.
Sendo assim, qual a importância da avaliação diante dessa forma de ensino? Luckesi
(2011) revela que a avaliação, no caso, seria um mecanismo subsidiário pelo qual o professor
iria detectando os níveis de aprendizagem atingidos pelos alunos e trabalhando para que atinjam
a qualidade ideal mínima necessária. Só passaria para um conteúdo novo, quando os alunos
tivessem atingido esse patamar mínimo. Avaliação diferente de exames, as provas sempre estão
focadas no ensino médio para a preparação do Enem e com isso os professores acaba
atropelando muitos assuntos, e fazendo provas objetivas para suas provas, as questões
abordadas nas imagens acima tem o parentesco onde as duas trabalham funções orgânica no
meio social do aluno, ou seja, situações e coisas que o aluno já viu e sentiu alguma vez.
Portanto, nessa perspectiva as questões 3.0 e 4.0 foram analisadas, com as mesmas
finalidades as duas questões anteriores. As questões relatadas nesse trabalho são comparações
de questões do Ensino Médio e do Enem com base no assunto de química orgânica e reações
químicas, sendo assim, é fácil perceber que as questões 3.0 e 4.0 apresentam um contexto para
depois a pergunta ser trabalhada, ter uma situação anterior que traz a realidade dos compostos
orgânicos existentes na natureza é de extrema importância, pois o aluno percebe qual a função
daquele determinado composto, pela química orgânica são feitas várias coisas como remédios,
gasolina, etanol, gás de cozinha entre outras coisas.
Dessa forma a primeira questão (3.0), que é a do ensino médio, vem mostrar a molécula
da vanilina usada em sorvetes e doces para dar aroma e sabor, e com isso dizer quais os
compostos orgânicos são encontrados nele, sendo assim, a primeira questão foi bem elaborada,
pois primeiro vem o contexto embasando com o meio social do aluno para depois a pergunta
final.
Já na segunda pergunta (4.0) , que é a do Enem fala sobre os sentidos das abelhas, ou
seja, como ela se comporta, a trilha que ela faz para voltar até as colmeias ou até o de alarme
para avisar do perigo constante, sendo assim, essa questão também está elaborada de um jeito
coerente, mas diferente da primeira essa questão vem abranger mais o cotidiano dos alunos para
enfim chegar a pergunta, ou seja, o seu contexto está mais fundamentado.
Outro ponto importante da sobre a avaliação, é que normalmente é feita através de
provas, porém, ela deve ser usada para contribuir com a aprendizagem, deve ter o propósito de
identificar as fraquezas dos alunos nos assuntos para que assim possam ser corrigidas, Soares
(2004) fala sobre o quão é importante que o professor assuma uma postura no ato de ensinar,
sabendo a necessidade de especificar uma intenção do fazer pedagógico, com clareza do ato
pedagógico poderá colocar a avaliação a serviço da aprendizagem.
Na escola a avaliação acontece contextualizado com um certo período de ensino, e como
Hadji (2001) afirma, a avaliação quando em um contexto de ensino, ou seja, após um certo
período de aulas tem como objetivo legítimo contribuir para o resultado do ensino, isto é, para
a construção dos saberes e competências pelos alunos.

Os sistemas avaliativos convencionais acomodaram-se aos ritmos periódicos de


avaliação em consequência da racionalidade programática e previsível própria dos
sistemas de controle. As avaliações periódicas pressupõem a realidade humana como
realidade previsível e programável em toda sua extensão. Por isso perdem o contato e
o acesso às imprevisibilidades que, quase sempre, são o que melhor caracterizam os
sujeitos, os grupos, as instituições. O princípio da avaliação contínua não separa um
tempo ‘avaliável’ de outro ‘não avaliável’. (CASALI, 2007, p.19-20)
A avaliação não deve ser realizada em uma só prova como se fosse um exame, mas sim
como uma avaliação continua, os alunos no devem ser avaliados em um só dia em uma prova
que visa algumas competências especificas e respostas especificas, o conhecimento que cada
um obteve é diferente a interpretação também é diferente e isso deve ser levado em
consideração.
Há algumas provas classificatórias que não são feitas pelos professores de cada colégio,
mas sim por pessoas do estado ou representantes do MEC, um belo exemplo é o ENEM que é
uma avaliação externa e acaba fazendo cm que os professores se preocupem em mudar seu
planejamento par preparar os alunos para uma avalição que não se sabe ao certo os assuntos.
Segundo as considerações de Azevedo (2007 p.8)

Daí as práticas de avaliações externas, com sistemas de avaliação em que os sujeitos


que atuam no cotidiano das instituições transformam-se em objetos passivos, sendo
os processos de trabalho ignorados, as especificidades dos conteúdos desconhecidas.
O que dá validade ao trabalho é o produto final, aferido, quase sempre, em limites
quantitativos, concentrados, nos resultados, avaliados de fora para dentro.

As questões 5.0 e 6.0 são similares pois trazem contextualizado com algo que é
conhecido dos alunos as duas são de múltipla escolha e trata da química orgânica, também é
possível afirmar que os conhecimentos para responde-las são similares, entretanto, umas delas
(no caso a do Enem) tem caráter classificatório pois requer maior pontuação possível. A outra
por ser de ensino médio, provavelmente é uma avaliação tradicionalista, mas com possibilidade
de usá-la para identificar as fragilidades dos alunos mostrando caminhos para ajudar a suprir
essas fragilidades.
Diante das imagens apresentadas 7.0 e 8.0, observa-se que temos duas provas que
trabalham o mesmo conteúdo, a qual estão relacionada com o método de avaliação do aluno,
ou seja, as provas são utilizadas hoje como uma forma de avaliar seus alunos e verificar o quanto
aprenderam durante o período, porém segundo Luckesi (2011) o ato de avaliar é um
procedimento que foi idealizado par que o estudante sejam incluídos ou excluídos, e para ele
visando a política pedagógica, é um hábito autoritário e antidemocrático por conta que está
vinculado ao professor ou a gestão escolar e não diretamente na aprendizagem do aluno.
As provas expostas abordam conteúdos iguais que são conhecidos pela química
orgânica, porém as duas avaliações tem finalidades diferentes, pois a prova do ensino médio é
dada como um teste para os alunos, ou seja, é apenas uma avalição em que o docente tem uma
visão da aprendizagem do aluno naquele período, já a prova do Enem é utilizada para uma
avalição geral, que possibilita vantagens ao ingressar na faculdade.
Observando ambas provas é visível que está sendo apontado o mesmo conteúdo, mas
com um quesito fundamental na aprendizagem, que é a abordagem do nosso cotidiano incluindo
no assunto, pois segundo Comennius (2001), é necessário ensinar tudo a todos, pois diante dessa
didática os alunos, até mesmo os dispersos começam a olhar de outra forma, e por fim entender
o assunto de uma forma diferente. É fundamental o professor trazer o cotidiano do aluno para
dentro da sala de aula, e principalmente incluir dentro de suas avaliações, é visível o interesse
do aluno diante desse método, e a química é uma disciplina que está relacionada com tudo, pois
ela é tudo aquilo que ocupa lugar no espaço, e uma bom professor deve abusar dessa estratégia.
Por fim, analisando as provas, foi considerado que ambas tem um fundamento na qual
vem a influenciar na aprendizagem do aluno por apresentarem conteúdos que estão relacionados
com o nosso dia a dia, embora não seja uma forma correta de visualizar a aprendizagem de um
aluno, pois na visão de Luckesi (2011) as provas são formas de examinar, e todo docente deve
avaliar. Diante disso o professor deve sempre tentar buscar novos meios de ensinar buscando
visar o conhecimento e a atenção do aluno, na qual ele venha a refletir durante as provas, por
conta da realidade que se encontra na questão.
A avaliação é uma ferramenta que auxilia o professor a verificar os resultados dos
educandos, mas, além disso, promove uma relação entre professor-aluno para que o docente
esteja atento às necessidades do seu aprendente e poder mediar no processo de ensino e
aprendizagem para que esse chegue ao sucesso. Em contrapartida, o que se observa nas
instituições de ensino e na prática dos professores é um julgamento de valor nas avaliações, ou
seja, uma classificação do aluno em bom ou ruim.
Dessa maneira, as questões das provas dos alunos têm a finalidade de exclusão dele
perante os colegas, para ser fixado como excelente aluno, ou como quem não tem interesse
algum pelos estudos. Sobre esse viés, Moretto (2010) destaca que existem diferentes
complexidades de atividades mentais para se alcançar determinados objetivos, assim, as provas
elaboradas pelos professores devem atender a essa diversidade de níveis que podem ser
alcançados, desde as mais simples até as complexas, para que assim, o aluno desenvolva
competências e habilidades que são necessárias para sua formação.
Diante disso, foram observadas diferentes questões para analisar o grau de
complexidade de cada uma, e como elas são contextualizadas ou não com a realidade do
discente. Em primeiro lugar, é preciso entender que a avaliação deve ser um momento de
aprendizagem, e não de medo ou ameaça, principalmente, não deve ser uma oportunidade de
vingança por parte do professor, ou de exclusão de determinados alunos. Dessa maneira,
Hoffmann (1997) traz que o sentido real da avaliação é uma incessante busca de compreensão
das dificuldades dos alunos, e uma dinamização de novas oportunidades de conhecimento.
Para que isso aconteça, é preciso que os professores promovam uma avaliação em que
os erros, as dúvidas, são importantes e significativos na ação educativa, pois eles permitem que
o professor desenvolva estratégias de ensino para conseguir chegar nesse aluno, e conseguir
sanar tal dificuldade. Além disso, permite o docente observar como o aluno se posiciona diante
do processo de aprendizagem, para existir uma ação-reflexão, um acompanhamento diário do
professor.
As duas questões apresentadas 9.0 e 10.0 retratam o conteúdo de reações químicas, mas
especificamente, a reação de esterificação. Ambas mostram um contexto anterior, para depois
elaborar a pergunta, dessa maneira, se encaixam dentro de um grau mais complexo, que também
possibilita fazer relações com o cotidiano.
Na primeira questão 9.0, o professor ao elaborá-la relacionou com pontos rotineiros do
dia a dia do aluno, como o aroma e o sabor do vinho. Posteriormente, ao trazer os compostos
que colabora para sua produção, ele retoma os reagentes que são utilizados na reação de
esterificação, que são o ácido carboxílico e o álcool, mas, além disso, ele aponta outros itens,
como o açucares e os aldeídos, para fazer o aluno refletir sobre o processo de produção do
vinho, como também qual a reação ali envolvida.
Desse modo, a questão possui um nível complexo, para que o aluno desenvolva além da
competência de interpretação e análise da pergunta, a habilidade de identificar pontos que são
essenciais para compreensão do conteúdo e a resolução da questão. No nível de
reconhecimento, é aquela intenção da pergunta fazer relação com o método de decorar os
assuntos e no momento da avaliação apenas assinalar a resposta, isso não condiz com a pergunta
apresentada. O julgamento de valor, é um dos objetos mais complexos ao se analisar a questão,
nela se observa o discurso do aluno, seu ponto de vista e seu poder de argumentação de maneira
subjetiva, mas com uma finalidade específica, nessa foi analisado o assunto objetivamente.
A segunda pergunta foi retirada do Enem, para avaliar e comparar sua complexidade
com relação a uma prova de Ensino Médio. Ela evidencia um contexto mais particular, ou seja,
traz a própolis algo também do cotidiano, mais já apresenta suas utilizações, como também
forma molecular da estrutura e logo em seguida a imagem da molécula. Entretanto, a pergunta
ficou simples, algo direto e objetivo. O grau de complexidade está no mesmo nível da questão
do Ensino Médio, pois como o colégio é particular, prepara os alunos diretamente para fazer o
Enem e os vestibulares, assim, é possível observar o mesmo grau, e a mesma competência a ser
atingida.
Portanto, ao se analisar essas duas questões, é possível observar o mesmo nível de
complexidade, que desafia o discente a interpretar, analisar e identificar diferentes habilidades
que possui. Além do mais, possibilita uma reflexão do professor sobre os resultados recebidos,
dificuldades para serem resolvidas e definir novos objetivos de aprendizagem, como também,
avaliar o seu aluno de diversas formas, seja com avalições formativas, diagnósticas, ou com
outras ferramentas metodológicas.
Levando em consideração os aspectos apresentados, a avaliação tem esse viés
classificatório desde sua construção histórica, como também, pela permanência dela com os
professores, que acreditam esse ser o único meio de ter controle sobre os alunos. Dessa forma,
é necessário que isso se transforme, mude, pois o novo contexto atual, que exige um aluno
crítico, reflexivo e consciente sobre o cenário educacional, exige também que os meios
avaliativos acompanhem tal mudança, que conduza a uma transformação social não com sua
conservação.

Referências
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Paulo, v. n., mês, 2007.

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GASPARIN, João Luiz. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. 3.ed. Campinas,
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LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem escolar: estudos e preposições. 22ª


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