Você está na página 1de 47

ET

ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA


EC
RU
BE
NS

APOSTILA DE TORNEAMENTO CNC


DE

(TCNC I)
FA
RI
A
E
SO
U

Bibliografia:
ZA

Básico de Torneamento – DIDATECH


Lista de Exercícios Prof. Celso Miguel de Barros e Prof. Helio Canavesi Filho

JANEIRO ‐ 2018 
1 – SISTEMA DE COORDENADAS
ET
EC

+Y 80

70

60

50
RU

40
A
30
B
20
BE

10
-80 -70 -60 -50 -40 -30 -20 -10 10 20 30 40 50 60 70 80

-X -10 +X
NS

-20 D

C -30

-40

-50
DE

-60

-70

-80
-Y
FA
RI
A
E

Ponto Abcissa ( X ) Ordenada ( Y )


A +40 +30
B -30 +20
SO

C -20 -30
D +40 -20
UZ
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 1
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
2 - SISTEMA DE COORDENADAS
Na elaboração do programa de usinagem para a máquina CNC o programador utiliza, para o
direcionamento dos movimentos do carro ou da mesa, um sistema de coordenadas definido
ET
segundo a norma DIN-66217

• Regra da Mão Direita


Para um sistema tridimensional, são utilizados três eixos perpendiculares (90°) entre si, que
EC

podem ser designados através dos dedos da mão direita.


Polegar : indica o sentido positivo do eixo imaginário, representado pela letra X.
Indicador : aponta o sentido positivo do eixo Y.
Médio : nos mostra o sentido positivo do eixo Z.
RU
BE
NS
DE

Os eixos que acabamos de ver são chamados de EIXOS PRINCIPAIS.


Nas máquinas ferramentas, o sistema de coordenadas determinado pela regra da mão
direita, pode variar de posição em função do tipo de máquina, mas sempre seguirá a regra
FA

apresentada, onde os dedos apontam o sentido positivo dos eixos imaginários; e o eixo "Z"
será coincidente ou paralelo ao eixo árvore principal.
Para o comando de avanço e penetração nos tornos, bastam apenas dois eixos imaginários.
RI

Estes são designados pelas letras X e Z, onde o eixo X relaciona-se com o diâmetro da
peça e o eixo Z, coincidente com o eixo árvore, relaciona-se com as dimensões
longitudinais da peça (comprimentos). Veja a figura abaixo para esclarecimento do que foi
A

exposto acima.
E
SO
UZ
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 2
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
3- PONTOS ZERO E PONTOS DE REFERÊNCIA

Numa máquina-ferramenta CNC, existem uma série de pontos referenciais. Os pontos


referenciais da máquina são determinados pelo fabricante quando da sua fabricação, os
ET

quais auxiliarão na operação e programação da mesma.

O comando dos movimentos das ferramentas na usinagem de uma peça são realizados com
EC

o auxilio do sistema de coordenadas. A posição exata destes movimentos dentro do campo


de trabalho das máquinas- ferramenta e determinada através dos pontos referenciais e do
sistema de medição.

A figura abaixo demonstra estes pontos referenciais, os quais serão esclarecidos nos tópicos
RU

posteriores.
BE
NS

M W R

E=N
DE
FA
RI

PONTO ZERO MÁQUINA M


A

Este ponto é usado para definir a origem do sistema de coordenadas da máquina. A


partir deste ponto, são determinados todos os outros sistemas e pontos de referência da
máquina.
E

Como o ponto zero da máquina é determinado pelo fabricante, estes, geralmente


SO

determinam, para o torno, o centro da superfície de encosto do eixo árvore (atrás da placa).

Assim sendo, o eixo árvore é representado pelo eixo Z o qual determinará os comprimentos
no sentido longitudinal e, a superfície de encosto, pelo eixo X o qual determinará as
UZ

dimensões no sentido transversal, como por exemplo os diâmetros das peças.

O campo de trabalho encontra-se no lado do sentido positivo dos eixos. Assim sendo, a
ferramenta se afasta da peça quando executa o percurso no sentido positivo dos eixos.
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 3
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
TORNO AUTOMÁTICO TORNO UNIVERSAL
ET

X+
EC
RU

Z+ Z+
BE

M M
NS
DE

X+

PONTO DE REFERÊNCIA DA MÁQUINA R


FA

Este ponto tem como função fazer a AFERIÇÃO e o CONTROLE do SISTEMA DE


MEDIÇÃO dos movimentos dos CARROS e das FERRAMENTAS.
RI

Através de um carro e uma chave-limite, a posição do ponto de referencia e pré-determinada


em cada eixo de movimento, pelo fabricante.
A
E

Came no Carro
Chave-limite
no ponto de
SO

referência
UZ

Ao ligar a máquina, sempre deslocamos o carro até este local, antes de iniciar a usinagem.
Este procedimento define ao comando a posição do carro em relação ao zero da máquina,
quando o carro aciona um sensor que envia um impulso ao comando determinando sua
localização.
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 4
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
R
ET
X de
Referência
EC

M
RU

Z de Referência
BE

R
Ponto de
NS

Referência
Valor de X
no painel
DE

M
FA

Valor de Z
RI

no painel
A

Com isto, a posição das coordenadas do ponto de referência em relação ao ponto zero da
máquina possuem sempre o mesmo valor conhecido.
E

Geralmente os fabricantes determinam o ponto de referência da máquina em um campo


fora de trabalho.
SO

Para que isso aconteça e necessário sempre que ligar o comando da máquina, fazer com
que os eixos se posicionem sobre o ponto de referência. Normalmente, a maioria dos
comandos CNC, estão preparados para transmitir uma mensagem para o operador do tipo:
UZ

"Referência R da Máquina" ou "Sobrepassar o ponto de referência" após o acionamento do


comando.
A movimentação dos eixos até o ponto de referência, na maioria das máquinas, é feita
automaticamente.
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 5
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
Em algumas máquinas, é necessário o posicionamento prévio dos eixos em local pré-
determinado pelo fabricante, antes dos deslocamentos dos mesmos para o ponto de
referência.
ET

Este posicionamento é feito em modo manual, pressionado-se as teclas referentes aos eixos
da máquina.
EC

Ao desligar o comando ou, na eventual falta de energia elétrica, o comando perde a


referência, isto é, perde o valor da coordenada da posição dos eixos comandados.
Portanto, deve-se referenciar novamente a máquina.
RU

PONTO DE REFERÊNCIA DA FERRAMENTA E=N


O ponto de referência da ferramenta é determinado pelo fabricante da máquina o qual,
geralmente encontra-se na face de encosto da ferramenta no dispositivo (revólver
ferramenta), ou seja, o ponto de ajustagem da ferramenta E coincide com o ponto de
BE

assento da ferramenta N.
NS

E N
DE

Q
FA

MEDIDAS DAS FERRAMENTAS


RI

Para que a usinagem seja precisa é necessário que o comando conheça as medidas de
cada ferramenta utilizada as quais se baseiam no ponto de referência das mesmas.
A

No torneamento é necessário indicar as medidas do comprimento (L), a dimensão


transversal (Q), o raio da pastilha e a sua posição de corte(quadrante de trabalho).
E

R
SO

E N
UZ

No caso de brocas, devemos o indicar o comprimento (L) e o raio da broca (R)


A

A sequência a ser seguida para memorizar os dados das ferramentas variam de acordo com
a máquina e o comando numérico CNC.

BÁSICO DE TORNEAMENTO 6
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
Algumas máquinas possuem biblioteca de dados de ferramenta, onde se armazena as
medidas das ferramentas, quando a máquina não possuir esta página as medidas das
ferramentas são introduzidas dentro do programa de usinagem da peça.
ET

PONTO ZERO DA PEÇA W


EC

O ponto zero da peça é determinado pelo programador quando da execução do


programa, e define o sistema de coordenadas da peça em relação ao ponto zero da
máquina.
RU

Sua determinação pode ser feita em qualquer ponto da peça porem, recomenda-se colocá-
lo em um ponto que facilite transformar as medidas do desenho em valores de coordenadas
para programação.
BE

Para peças torneadas, geralmente o ponto zero é determinado na linha de centro do eixo
árvore nas faces direita ou esquerda da peca acabada, que deverá ter seus valores das
coordenadas memorizados no comando CNC quando da preparação da máquina.
NS

X+
X+
DE

Ponto Zero Ponto Zero


da peça da peça
FA

M M
Z+ Z-
RI
A
E
SO

É possível, na preparação da máquina, obter-se o zero da peça usando-se uma das


ferramentas ou um padrão de encosto, ambos montados no revólver.
UZ
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 7
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
SISTEMA DE COORDENADAS ABSOLUTAS

Neste sistema, a origem é estabelecida em função da peça a ser executada, ou seja,


podemos estabelecê-la em qualquer ponto do espaço para facilidade de programação.
ET

Como vimos, a origem do sistema foi fixada como sendo os pontos X0, Z0. O ponto X0 é
definido pela linha de centro do eixo-árvore. O ponto Z0 é definido por qualquer linha
EC

perpendicular à linha de centro do eixo-árvore.

Durante a programação, normalmente a origem (X0, Z0) é pré-estabelecida no fundo da


peça (encosto das castanhas) ou na face da peça, conforme ilustração abaixo:
RU
BE
NS
DE
FA
RI

Coordenadas Absolutas Coordenadas Absolutas


Pontos X Z Pontos X Z
A

P1 0 60 P1 0 0
E

P2 20 60 P2 20 0
P3 20 40 P3 20 -20
SO

P4 40 40 P4 40 -20
P5 40 20 P5 40 -40
P6 60 20 P6 60 -40
UZ

P7 60 0 P7 60 -60
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 8
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
SISTEMA DE COORDENADAS INCREMENTAIS:
A origem deste sistema é estabelecida para cada movimento da ferramenta.
ET
Após qualquer deslocamento haverá uma nova origem, ou seja, para qualquer ponto
atingido pela ferramenta, a origem das coordenadas passará a ser o ponto alcançado.

Todas as medidas são feitas através da distância a ser deslocada.


EC

Se a ferramenta desloca-se de um ponto A até B (dois pontos quaisquer), as coordenadas a


serem programadas serão as distâncias entre os dois pontos, medidas (projetadas) em X e
Z.
RU
BE
NS
DE
FA
RI

Coordenadas Incrementais Coordenadas Incrementais


Pontos X Z Pontos X Z
A

P1 0 60 P1 0 0
P2 10 0 P2 10 0
E

P3 0 -20 P3 0 -20
P4 10 0 P4 10 0
SO

P5 0 -20 P5 0 -20
P6 10 0 P6 10 0
P7 0 -20 P7 0 -20
UZ
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 9
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
EXERCÍCIOS DE COORDENADAS ABSOLUTAS
ET
EC
RU
BE
NS
DE
FA

Coordenadas Absolutas
RI

Pontos X Z
P1
A

P2
P3
E

P4
P5
SO

P6
P7
P8
UZ

P9
P10
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 10
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
EXERCÍCIOS DE COORDENADAS INCREMENTAIS
ET
EC
RU
BE
NS
DE
FA
RI

Coordenadas Incrementais
Pontos X Z
A

P1
P2
E

P3
SO

P4
P5
P6
UZ

P7
P8
P9
A

P10

BÁSICO DE TORNEAMENTO 11
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
4- SISTEMA DE COORDENADAS NO TORNEAMENTO E
PROGRAMAÇÃO VERBAL
No torneamento, também são usados 2 eixos apenas, sendo eles:
ET
O EIXO "X" REFERENTE AO DIÂMETRO;
O EIXO "Z" REFERENTE AO COMPRIMENTO.
X+
EC

P14
RU

P0

P13 P12
R2 Ø70
P11 P10 P1

P9 P6 P5
BE

P8 P7
P4
Ø60 Ø50 Ø30 Ø26 Ø30 Ø26
P3
Z+
NS

P2

-137 -117 -65 -43 -2 30

-150 -127 -67 -45 0


DE

P P0 P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 P13 P14


X 70 35 0 0 20 30 30 26 26 30 50 50 60 60 65
Z 30 0 0 3 3 -2 -43 -45 -65 -67 -117 -127 -137 -150 -148
FA

DE/PARA Nº TRAJETÓRIA TIPO DE AVANÇO E PTO. FINAL OBS.


RI

P0 a P1 N1 Linear Avanço rápido até X35; Z0


P1 a P2 N2 Linear Avanço usinagem até X0; Z0
P2 a P3 N3 Linear Avanço usinagem até X0; Z3
A

P3 a P4 N4 Linear Avanço rápido até X20; Z3


P4 a P5 N5 Linear Avanço usinagem até X30; Z-2
E

P5 a P6 N6 Linear Avanço usinagem até X30; Z-43


P6 a P7 N7 Linear Avanço usinagem até X26; Z-45
SO

P7 a P8 N8 Linear Avanço usinagem até X26; Z-65


P8 a P9 N9 Arco horário Avanço usinagem até X30; Z-67 raio 2mm
P9 a P10 N10 Linear Avanço usinagem até X50; Z-117
P10 a P11 N11 Linear Avanço usinagem até X50; Z-127
UZ

P11 a P12 N12 Linear Avanço usinagem até X60; Z-137


P12 a P13 N13 Linear Avanço usinagem até X60; Z-150
P13 a P14 N14 Linear Avanço usinagem até X65; Z-148
A

P14 a P0 N15 Linear Avanço rápido até X70; Z30 pto. troca

BÁSICO DE TORNEAMENTO 12
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
EXERCÍCIO 1: Fazer a programação verbal conforme desenho abaixo:
ET

R10
EC

∅50 ∅20 ∅30


RU

25
BE

30
40
70
NS

PT
P7 Pontos X Z
DE

P5 PT
P6
P1
P2
P3 P3
P4 P1 P4
FA

P2 P5
P6
P7
RI
A

DE/PARA N° Trajetória Tipo de Ponto Final Observação


Avanço
E

PT à P1 X Z
P1 à P2 X Z
SO

P2 à P3 X Z
P3 à P4 X Z
P4 à P5 X Z
UZ

P5 à P6 X Z
P6 à P7 X Z
P7 à P8 X Z
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 13
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
EXERCÍCIO 2: Fazer a programação verbal
1x45° R3
ET

R5
EC

∅22
∅20 ∅10 ∅12 ∅10 ∅18
RU

1x45o
6
9
BE

6 10 16
44
PT
NS

P12

P11 P10 P7 P6
P5
DE

P3
P9 P8
P4
P2 P1
FA

PONTOS PT P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12


X 40
Z 20
RI

DE/PARA N° Trajetória Tipo de Ponto Final Observação


Avanço
A

PT à P1 X Z
P1 à P2 X Z
P2 à P3 X Z
E

P3 à P4 X Z
P4 à P5 X Z
SO

P5 à P6 X Z
P6 à P7 X Z
P7 à P8 X Z
UZ

P8 à P9 X Z
P9 à P10 X Z
P10 à P11 X Z
A

P11 à P12 X Z
P12 à PT X Z

BÁSICO DE TORNEAMENTO 14
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
PROGRAMAÇÃO DE TORNO
Na programação de máquinas CNC, são utilizadas várias linguagens de programação, nós
iremos estudar a mais comum, ou seja, a que equipa a maioria dos computadores de
ET
máquinas CNC que é a linguagem de Programação ISO.
A linguagem de programação ISO é formada por vários CÓDIGOS este são também
conhecidos como FUNÇÕES DE PROGRAMAÇÃO, são elas:
EC

Função Número de Sequência (N)

Ex.:
N01 N05 N10
RU

N02 Ou N10 Ou N20


N03 N15 N30
FUNÇÃO PREPRATÓRIA ou CONDIÇÃO DE TRAJETÓRIA (G)
BE

"G" (de 00 a 99)


FUNÇÕES “G” ATIVAS
NS

FUNÇÕES “G” MODAIS


FUNÇÃO DE POSICIONAMENTO (X e Z)
Para valores em "mm", admite-se ate 3 casas decimais.
DE

Ex.: 20.465 mm
Para valores em "pol" ate 5 casas decimais.
Ex.: 0.25000"
FA

DADOS TECNOLÓGICOS
• F = Avanço de Usinagem . Normalmente no torno usado em mm/rotação
RI

• S = Rotações por minuto ou Velocidade de corte Constatnte.


Exemplo: G97 S800 = 800 RPM G96 S300 = 300m/min
A

• T = Chamada da Ferramenta no Revólver T01


E

• M = Função Miscelânia ou Auxiliar.

Como as funções G as funções M vão de (00 à 99). Estas funções servem normalmente
SO

para auxiliar na parte operacional, a seguir daremos alguns exemplos:

M03 Liga o eixo árvore no sentido horário


M04 Liga o eixo árvore no sentido anti-horário
UZ

M05 Desliga o eixo árvore


M08 Liga a bomba para refrigerante durante a Usinagem
M09 Desliga a Bomba de refrigerante
A

M30 Fim de Programa com retorno à 1a sentença do programa

BÁSICO DE TORNEAMENTO 15
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
DE FABRICANTE PARA FABRICANTE,
ET
EXISTEM DIFERENÇAS QUANTO A FUNÇÃO
REPRESENTADA PELOS CÓDIGOS
EC

" G " , OU MESMO AS FUNÇÕES " M " .


A norma DIN 66025 estabelece as palavras usadas na programação de CNC, mas alguns
fabricantes de comandos não seguem estas normas e usam instruções semelhantes ou
teclado com símbolos próprios.
RU

NESTE CURSO NÓS USAREMOS AS FUNÇÕES CORRESPONDENTES AO SOFTWARE


ESPECIFICO DA MÁQUINA PARA EXPLICAR ESTAS FUNÇÕES.
BE

SEQUÊNCIA NECESSÁRIA PARA


NS

PROGRAMAÇÃO MANUSCRITA
• ESTUDO DO DESENHO DA PEÇA:
DE

FINAL E BRUTA
FA

• PROCESSO A UTILIZAR
RI

• FERRAMENTAL VOLTADO AO CNC


A

• CONHECIMENTO DOS PARÂMETROS FÍSICOS


E

DA MÁQUINA E SISTEMA DE PROGRAMAÇÃO


DO COMANDO
SO

• ESCREVER O PROGRAMA SEQUENCIALMENTE


UZ
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 16
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
Sistema de identificação das Pastilhas de Usinagem
ET
EC
RU
BE
NS
DE
FA
RI
A
E
SO
UZ
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 17
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
Sistema de identificação de Porta Ferramentas
ET
EC
RU
BE
NS
DE
FA
RI
A
E
SO
UZ
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 18
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
PARÂMETROS DE CORTE
A velocidade de corte está relacionada diretamente com o diâmetro da peça e a rotação do eixo árvore,
ET

conforme fórmula abaixo.

π ∗D∗N
VC =
EC

1000
onde:

VC = Velocidade de Corte (m/min)


RU

π = 3,14 (constante)

D = Diâmetro (mm)
BE

N = Rotação do eixo árvore (RPM)


NS

Dica
Como o diâmetro da peça é dado em milímetros e a velocidade de corte é dada em
metros por minuto, é necessário transformar a unidade de medida dada em metros
para milímetros utilizando o fator 1.000.
DE

Cálculo de RPM em função da Velocidade de Corte


FA

Para o cálculo da RPM em função da velocidade de corte, utiliza-se a fórmula:


RI

VC *1000
N=
π ∗D
A
E

TABELA DE VELOCIDADE DE CORTE EM FUNÇÃO DO MATERIAL


SO

MATERIAL VELOCIDADE DE CORTE (mm/min)


AÇO RÁPIDO HSS METAL DURO (P10)
Aço ABNT 1045 33 122
UZ

Aço ABNT 4135 20 103


Ferro fundido ABNT FF 25 20 79
Ligas Cu-Sn (Bronzes) 30 250
Alumínio 30 200
Ligas Al-Si 20 150
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 19
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
TABELA DE AVANÇOS

Raio de ponta (mm)


ET
Acab.
Superf.
Valor Ra
0,2 0,4 0,8 1,2 1,6 2,4
(µm) Avanço, f (mm/rotação)
EC

0,6 0,05 0,07 0,10 0,12 0,14 0,17


1,6 0,08 0,12 0,16 0,20 0,23 0,29
3,2 0,12 0,16 0,23 0,29 0,33 0,40
6,3
RU

0,23 0,33 0,40 0,47 0,57


8,0 0,40 0,49 0,57 0,69
BE

PROFUNDIDADE DE CORTE (p)


É a profundidade ou largura de penetração da ferramenta em relação à peça, medida
NS

perpendicularmente ao plano de trabalho.


A profundidade de corte máxima, depende dos seguintes fatores:

• Potência da máquina;
DE

• Estabilidade;
• Material da peça;
• Formato e tamanho da pastilha;
• Raio de ponta;
• Quebra-cavacos;
FA

• Classe e ângulo de posição.


RI
A
E
SO

Comece com o tamanho da pastilha para obter uma indicação inicial e prossiga
com as recomendações para o quebra-cavacos escolhido. A profundidade de corte máxima
será o resultado dessas duas informações. A profundidade de corte mínima nunca deverá
UZ

ser menor que o tamanho do raio de ponta.


A utilização de grandes profundidades de corte aumenta a quantidade de metal
removido por unidade de tempo mas, em compensação, provoca significativos acréscimos
na potência de corte e no desgaste das ferramentas.
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 20
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
Área de corte para ferramenta de 90 graus
Para evitarmos alguns inconvenientes durante a usinagem tais como sobrecarga do motor e
ET

conseqüente parada do eixo-árvore durante a operação, é necessário calcular a potência a ser consumida,
conforme fórmula abaixo:
EC

NC = Ks * f * ap * Vc
_ ___________________
4500 * η
RU

onde:

Nc = Potência de corte (CV)


Ks = Pressão específica de corte (N / mm²)
BE

ap = Profundidade de corte (mm)


f = Avanço (mm / rot)
Vc = Velocidade de corte (m / min)
NS

η
 = Rendimento (%)
Galaxy = 0,9
Cosmos 10G / 10U / 20U / 30U = 0,9
ECN-40 = 0,75
CONCEPT Turn 55 = 0,7
DE
FA
RI
A

A tabela abaixo mostra algumas informações para o cálculo da Potência de Corte


(Nc).
E

f - Avanço (mm/rotação)
SO

Dureza
Material
(HB)
0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,8
Ks - Pressão específica de corte (Kg/mm²)
SAE-1020 90-130 295 240 218 195 163 155
SAE-1045 125-180 315 260 230 210 202 170
UZ

SAE-8620 125-225 320 260 235 210 197 170


FOFO NODULAR 200-300 270 220 298 175 165 145
FOFO CINZENTO 150-165 155 135 123 110 100 90
A

BÁSICO DE TORNEAMENTO 21
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 01
Nome gabarito Nº Classe
Dado o desenho abaixo, determine as coordenadas absolutas / incrementais dadas na
ET
planilha:
EC
RU
BE
N S
DE

Movimento Coordenadas Absolutas Coordenadas Incrementais


FA

Partida Meta Eixo Eixo Eixo Eixo


De Para X Z X Z
R

A B
IA

B C
C D
D E
E

E F
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 02
Nome gabarito Nº Classe
Dado o desenho abaixo, determine as coordenadas absolutas / incrementais dadas na
ET
planilha:
EC
RU
BE
N S
DE

Movimento Coordenadas Absolutas Coordenadas Incrementais


FA

Partida Meta Eixo Eixo Eixo Eixo


De Para X Z X Z
R

A B
B C
IA

C D
D E
E

E F
F G
SO

G H
H I
U

I J
J K
ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 03
Nome gabarito Nº Classe
Dado o desenho abaixo, determine as coordenadas absolutas / incrementais dadas na
ET
planilha:
EC
RU
BE
N S
DE

Movimento Coordenadas Absolutas Movimento Coordenadas Incrementais


Posição X Z Posição X Z
FA

A A
B B
C C
R

D D
E E
IA

F F
G G
H H
E

I I
J J
SO

K K
L L
M M
U

N N
O O
ZA

P P
Q Q

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 04
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo usando somente G00 e G01:
ET
Dados:
Desbaste (T1)
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm
-Velocidade de Corte=200m/min
EC

-Avanco=100µm/volta
-Profundidade Max. Corte=1mm
RU
BE

LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES


N S
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 05
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo usando ciclo de desbaste G74:
ET
Dados:
Desbaste (T1)
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm
-Velocidade de Corte=200m/min
EC

-Avanco=100µm/volta
-Profundidade Max. Corte=1mm
RU
BE

LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES


N S
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 06
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
Dados:
Desbaste (T1)
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm
-Velocidade de Corte=220m/min
EC

-Avanco=180µm/volta
-Profundidade Max. Corte=1mm
RU
BE

LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES


N S
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 07
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


-Rotação Máxima da peça =2500 rpm -Velocidade de Corte: 280 m/min
N

-Velocidade de Corte=200m/min -Avanço:100 µm/volta


-Avanco=160µm/volta -Sobremetal=0,25mm
S

-Profundidade Max. Corte=1mm


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 08
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


N

-Rotação Máxima da peça =2000 rpm -Velocidade de Corte: 250 m/min


-Velocidade de Corte=220m/min -Avanço:100 µm/volta
-Avanco=180µm/volta -Sobremetal=0,25mm (raio)
S

-Profundidade Max. Corte=1mm -Sobremetal=0,20mm (face)


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 09
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


-Rotação Máxima da peça =1900 rpm -Velocidade de Corte: 250 m/min
N

-Velocidade de Corte=220m/min -Avanço:100 µm/volta


-Avanco=190µm/volta -Sobremetal=0,30mm
S

-Profundidade Max. Corte=1mm


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 10
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


-Rotação Máxima da peça =2200 rpm -Velocidade de Corte: 240 m/min
N

-Velocidade de Corte=175m/min -Avanço:120 µm/volta


-Avanco=180µm/volta -Sobremetal=0,25mm
S

-Profundidade Max. Corte=1mm


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 11
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


N

-Rotação Máxima da peça =2500 rpm -Velocidade de Corte: 250 m/min


-Velocidade de Corte=200m/min -Avanço:100 µm/volta
-Avanco=180µm/volta -Sobremetal=0,20mm
S

-Profundidade Max. Corte=1mm


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 12
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


N

-Rotação Máxima da peça =2000 rpm -Velocidade de Corte: 220 m/min


-Velocidade de Corte=190m/min -Avanço:100 µm/volta
-Avanco=130µm/volta -Sobremetal=0,40mm (no Diâmetro)
S

-Profundidade Max. Corte=1mm -Sobremetal=0,15mm (na face)


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 13
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


-Rotação Máxima da peça =2500 rpm -Velocidade de Corte: 250 m/min
N

-Velocidade de Corte=200m/min -Avanço:100 µm/volta


-Avanco=180 µm/volta -Sobremetal=0,20mm
S

-Profundidade Max. Corte=1mm


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 14
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


-Rotação Máxima da peça =2500 rpm -Velocidade de Corte: 250 m/min
N

-Velocidade de Corte=200m/min -Avanço:100 µm/volta


-Avanco=150 µm/volta -Sobremetal=0,20mm
S

-Profundidade Max. Corte=1mm


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 15
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


-Rotação Máxima da peça =2200 rpm -Velocidade de Corte: 200 m/min
N

-Velocidade de Corte=180m/min -Avanço:100 µm/volta


-Avanco=130 µm/volta -Sobremetal=0,25mm (raio)
S

-Profundidade Max. Corte=1mm -Sobremetal=0,20mm (face)


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 16
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2) Bedame (T3)


N

-Rotação Máxima da peça =2800 rpm -Velocidade de Corte: 300 m/min -Velocidade de Corte: 160
-Velocidade de Corte=240m/min -Avanço:150 µm/volta m/min
-Avanco=200 µm/volta -Sobremetal=0,25mm (no diâmetro) -Avanço:80 µm/volta
S

-Profundidade Max. Corte=1mm -Sobremetal=0,30mm (face) -Largura do bedame: 4mm


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 17
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2) Bedame (T3)


-Rotação Máxima da peça =2500 rpm -Velocidade de Corte: 250 m/min -Velocidade de Corte: 120 m/min
N

-Velocidade de Corte=180m/min -Avanço:100 µm/volta -Avanço:80 µm/volta


-Avanco=150 µm/volta -Sobremetal=0,25mm -Largura do bedame: 3mm
S

-Profundidade Max. Corte=1mm


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 18
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2) Bedame (T3)


N

-Rotação Máxima da peça =2500 rpm -Velocidade de Corte: 250 m/min -Velocidade de Corte: 120 m/min
-Velocidade de Corte=180m/min -Avanço:100 µm/volta -Avanço:80 µm/volta
S

-Avanco=150 µm/volta -Sobremetal=0,25mm -Largura do bedame: 3mm


-Profundidade Max. Corte=1mm
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 19
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU

Desbaste (T1) Acabamento (T2) Bedame (T3)


BE

-Rotação Máxima da peça =2500 rpm -Velocidade de Corte: 250 m/min -Velocidade de Corte: 100 m/min
-Velocidade de Corte=200m/min -Avanço:100 µm/volta -Avanço:150 µm/volta
-Avanco=150 µm/volta -Sobremetal=0,20mm -Largura do bedame: 3mm
-Profundidade Max. Corte=1mm
N

LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES


S
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 20
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2) Bedame (T3)


N

-Rotação Máxima da peça =2000 rpm -Velocidade de Corte: 300 m/min -Velocidade de Corte: 150 m/min
-Velocidade de Corte=250m/min -Avanço:120 µm/volta -Avanço:80 µm/volta
S

-Avanco=200 µm/volta -Sobremetal=0,50mm (diâmetro) -Largura do bedame: 2mm


-Profundidade Max. Corte=1mm -Sobremetal=0,20mm (face)
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 21
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2) Bedame (T3)


N

-Rotação Máxima da peça =2000 rpm -Velocidade de Corte: 300 m/min -Velocidade de Corte: 150 m/min
-Velocidade de Corte=250m/min -Avanço:120 µm/volta -Avanço:80 µm/volta
-Avanco=200 µm/volta -Sobremetal=0,50mm (diâmetro) -Largura do bedame: 2mm
S

-Profundidade Max. Corte=1mm -Sobremetal=0,20mm (face)


LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 22
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE

Desbaste (T1) Acabamento (T2) Bedame (T3)


N

-Rotação Máxima da peça =2200 rpm -Velocidade de Corte: 200 m/min -Velocidade de Corte: 160 m/min
-Velocidade de Corte=260m/min -Avanço:120 µm/volta -Avanço:100 µm/volta
S

-Avanco=180 µm/volta -Sobremetal=0,30mm (diâmetro) -Largura do bedame: 3mm


-Profundidade Max. Corte=1mm -Sobremetal=0,30mm (face)
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES
DE
FA
R IA
E
SO
U ZA

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC
EXERCICIO - 22
Nome gabarito Nº Classe
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo:
ET
EC
RU
BE
NS

Desbaste (T1) Acabamento (T2)


-Rotação Máxima da peça =2200 rpm -Velocidade de Corte: 220 m/min
-Velocidade de Corte=180m/min -Avanço:100 µm/volta
-Avanco=150 µm/volta -Sobremetal=0,20mm (diâmetro)
-Profundidade Max. Corte=1mm -Sobremetal=0,10mm (face)
DE

Resolução dos arcos


𝑎2 = 𝑅2 − 102
𝑎 = �602 − 102
𝑎 = √3600 − 100
FA

𝑎 = 59,16
𝑏 = 𝑅 − 𝑎 ⇒ 𝑏 = 60 − 59,16
𝑏 = 0,84
RI
A

𝑥 2 = 𝑅 2 − 92
𝑥 = �502 − 92
E

𝑥 = √2500 − 81
𝑥 = 49,18
SO
UZ
A

Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho


ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
TORNO CNC 1

Nome: gabarito Nº
Com a informação do Programa preencha os dados faltantes do e faça o desenho da
ET
peça na outra folha:
Dados:
Rotação Máxima da peça =2500 rpm
EC

Desbaste: Acabamento:
Ferramenta T1 Ferramenta T02
Velocidade de Corte: 200 m/min Velocidade de Corte: 250 m/min
Avanço:150 µm/rot Avanço: 80 µm/rot
Profundidade máx = 1 mm Sobre-metal para acabamento: 0,5mm (tanto
RU

para face como para os raios)

LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES


G01 X28 Z-42
BE

N00 G90 G95 N240


N10 G92 S2500 N250 G01 Z-63
N20 G96 S200 N260 G01 X32
N

N30 T1 M06 N270 G00 X80 Z5


N40 G00 X32 Z1 M04 N280 M30
S

N50 G74 X29 Z-62,5 I1 F150 N290


N60 G00 X29 N300
DE

N70 G74 X23 Z-40,5 I1 F150 N310


N80 G00 X23 N320
N90 G74 X19 Z-32,5 I1 F150 N330
N100 G00 X19 N340
FA

N110 G74 X13 Z-21,5 I1 F150 N350


N120 G00 X80 Z5 N360
R

N130 T2 M06 N370


N140 G96 S250 N380
IA

N150 G00 X12 Z1 N390


N160 G01 Z0 F80 N400
N170 G01 Z-22 N410
E

N180 G01 X16 N420


N190 G01 X18 Z-23 N430
SO

N200 G01 Z-33 N440


N210 G01 X22 N450
N220 G01 Z-41 N460
U

N230 G01 X26 N470


ZA
ET
E C
Nome:

RU
B EN
S
DE
FA
RI
A
E
Obs. utilizar a medida do quadriculado com 1x1mm

SO
UZ
A