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Universidade de Brasília

Instituto de Ciências Sociais


Departamento de Antropologia
Introdução à Antropologia (135011) – Turma A
Professor: Alberto Fidalgo Castro- fidalguia@gmail.com
1º Semestre de 2018
Terça-feira e Quinta-feira (08:00h às 09:50h)

EMENTA
O curso “Introdução à Antropologia” visa instrumentalizar o(a) aluno(a) quanto: (I) ao
campo de estudos da Antropologia Social; (II) suas origens históricas; (III) conceitos e
princípios fundamentais; (IV) especificidades teóricas e metodológicas, além de um breve
panorama da diversidade de temas que caracteriza a disciplina.

OBJETIVOS
Estudar a evolução humana como processo biocultural, enfatizando a inter-relação entre
os aspectos biológicos e culturais, e a importância deles no processo evolutivo e; compreender
como se definiu o campo empírico da Antropologia Social em seus primórdios e o seu método
peculiar de abordagem dos fenômenos sociais e culturais.

DINÂMICA DE TRABALHO
Ao longo do curso serão: (a) analisados e debatidos textos básicos e (b) realizados
estudos dirigidos, em sala de aula - com base em vídeos etnográficos e /ou ficcionais. Para cada
aula será indicado, pelo menos, um texto-base para discussão, cuja leitura prévia será
obrigatória para todos os alunos. Espera-se que os alunos sejam capazes de refletir e emitir
opiniões a respeito dos textos lidos e não simplesmente reproduzir trechos do material lido em
resposta a perguntas específicas.

AVALIAÇÃO
A avaliação será baseada na média aritmética das notas de: (a) duas provas escritas
individuais em sala de aula (com peso de 30 pontos cada); (b) participação em Seminário –
trabalho em grupo (com peso de 30 pontos); e participação em sala de aula e produção de
fichamentos dos textos programados (com peso de 10 pontos).
Os fichamentos deverão ser entregues no dia da sessão correspondente ao texto (não
serão aceitos em datas subsequentes), e ter no máximo três páginas, devendo explorar as linhas
gerais do argumento do texto. A formatação deve obedecer ao seguinte padrão: fonte Times
New Roman 12pt e espaçamento 1,5 entre linhas. Textos plagiados de colegas, retirados da
internet, ou com transcrição total das/dos autoras/es sem as devidas referências não serão
avaliados e receberão nota 0 (zero).
As provas serão aplicadas ao final da segunda e da quarta unidade, visando aferir a
compreensão de conteúdos discutidos em sala de aula e contidos nos textos lidos.
O(A) aluno(a) deve estar ciente do regime didático vigente na UnB, no que diz respeito
tanto à freqüência quanto à avaliação. Estará reprovado por falta (SR) o(a) aluno(a) que se
ausentar a mais de 25% das aulas. As aulas começarão, impreterivelmente, 10 min. após o
horário indicado, quando, então, correrá o registro de freqüência - e se encerrarão no horário
assinalado acima.
O conteúdo do programa está sujeito a ajustes e alterações no decorrer do semestre em
função do andamento das aulas.

1
Conteúdo Programático

Aula Data Bibliografia Obrigatória


Introdução
1 08/08 Apresentação do professor, da turma e do programa.
2 10/08 Estudo dirigido em sala de aula: Análise de texto, a ser entregue pelo professor em sala de
aula. Serão discutidos aspectos do exótico e do familiar.

Unidade I
Campo de Estudo da Antropologia
3 15/08 DAMATTA, Roberto. “A Antropologia no quadro das ciências” (pp.11-38). In
Relativisando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 2010.
4 17/08 LAPLANTINE, François. “A pré-história da Antropologia: a descoberta das diferenças
pelos viajantes do século XVI e a dupla resposta ideológica dada daquela época até os
dias de hoje” (pp. 37-53). In: Aprender Antropologia. 17ª ed. São Paulo: Editora
Brasiliense, 2007.
5 22/08 WOORTMANN, Klaas. “Os planetas e os continentes: a reinvenção do mundo exterior”
(pp. 27- 67). In: Religião e Ciência no Renascimento. Brasília: Editora UnB, 1997.

Unidade II
A Evolução humana como fenômeno bio-cultural
6 24/08 GEERTZ, C. “A Transição para a Humanidade” (pp. 31-43). In: S. Tax (Ed.) Panorama
da Antropologia. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1966.
7 29/08 FOLEY, Robert. “Por que África?” (pp. 137-168). In: Os Humanos antes da
Humanidade. Uma Perspectiva Evolucionista. São Paulo: Editora UNESP, 1988.
8 31/08 FOLEY, Robert. “A evolução humana é adaptativa?” (pp. 169-188). In: Os Humanos
antes da Humanidade. Uma Perspectiva Evolucionista. São Paulo: Editora UNESP, 1988.
9 05/09 Exibição e discussão do filme: A guerra do fogo.
- 07/09 Feriado
10 12/09 Primeira Prova

Unidade III
Conceitos fundamentais (cultura, etnocentrismo, relativismo)
11 14/09 LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 23ª ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2009.
12 19/09 GEERTZ, Clifford. “O impacto do conceito de cultura sobre o conceito de homem” (pp.
25-39). In: A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
13 21/09 HERSKOVITS, M. J. “O problema do relativismo cultural” (pp. 07-26). In:
WOORTMANN, Ellen F. et alli (Orgs.) Respeito à Diferença: uma introdução à
Antropologia. Brasília: CESPE, UnB, 1989.
14 26/09 TODOROV, Tzvetan – “Etnocentrismo” (pp. 21-31). In: Nós e os Outros: a reflexão
francesa sobre a diversidade humana 1. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1993.
15 28/09 Exibição e discussão do filme: Homo Sapiens 1900.

Unidade IV
Os Métodos da Antropologia Social
16 03/10 MALINOWSKI, Bronislaw. “Objeto, método e objetivo desta pesquisa” (pp. 17-34). In:
Argonautas do Pacífico Ocidental: um relato do empreendimento e da aventura dos
nativos nos arquipélagos da Nova Guiné Melanésia. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
17 05/10 EVANS-PRITCHARD, E. E. “Algumas reminiscências e reflexões sobre o trabalho de
campo” (pp. 243-255). In: Bruxaria, Oráculos e Magia entre os Azande. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2005.
18 10/10 RAMOS, Alcida Rita. 2010. “Da etnografia ao indigenismo: uma trajetória antropológica”
(pp. 43-55). Anuário antropológico 2009/I, junho de 2010. Rio de Janeiro: Edições Tempo
Brasileiro.

2
12/10 Feriado.
19 17/10 DA MATTA, Roberto. “O ofício do etnólogo, ou como ter Anthropological Blues” (pp.
23-35). In: NUNES, Edson de Oliveira (Org.). A Aventura Sociológica: objetividade,
paixão, improviso e método na pesquisa social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.
20 19/10 Exibição e discussão do filme: Narradores de Javé.
21 21/10 VELHO, Gilberto. “Observando o familiar” (pp. 36-46). In: NUNES, Edson de Oliveira
(Org.). A Aventura Sociológica: objetividade, paixão, improviso e método na pesquisa
social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.
24/10 Semana Universitária
26/10 Semana Universitária
22 31/10 Segunda Prova
2/11 Feriado

Unidade V
Variedades Temáticas da Antropologia Social
(Seminários)
23 7/11 Seminários (Conteúdo a combinar com o Professor).
24 9/11 Seminários (Conteúdo a combinar com o Professor).
25 14/11 Seminários (Conteúdo a combinar com o Professor).
26 16/11 Seminários (Conteúdo a combinar com o Professor).
27 21/11 Seminários (Conteúdo a combinar com o Professor).
28 23/11 Seminários (Conteúdo a combinar com o Professor).
29 28/11 Seminários (Conteúdo a combinar com o Professor).
30 30/11 Seminários (Conteúdo a combinar com o Professor).
31 5/12 Entrega das menções finais

Temas e bibliografias dos Seminários

Sociedades Indígenas:

HOWARD, Catherine. “A domesticação das mercadorias: estratégias Waiwai”. In: RAMOS, Alcida e
ALBERT, Bruce (Orgs.). Pacificando o Branco: cosmologias do contato no norte amazônico. São Paulo:
Ed. UNESP/Imprensa Oficial do Estado, 2002. (pp. 25-60).

RAMOS, Alcida Rita. Sociedades Indígenas. São Paulo: Ática, 1988.

RAMOS, Alcida Rita. “A Viagem dos Índios” In: Humanidades, nº 10, Brasília, 1986. (pp. 69-75).

SILVA, Aracy Lopes. “Xavante: casa-aldeia-chão-terra-vida”. In: NOVAIS, S. C. (org.). Habitações


Indígenas. São Paulo: Nobel/Edusp, 1983.

SMILJANIC, Maria Inês. “Exotismo e Ciência: os Yanomami e a construção exoticista da alteridade”. In:
Anuário Antropológico - 2011/I, Julho 2012.

VELTHEN, Lucia Hussak Van. "Arte indígena: referentes sociais e cosmológicos". In: GRUPIONI, Luis
Donisete (Org.) Índios no Brasil. BsB: MED, 1994. (pp.83-92).

Comunidades Tradicionais e Quilombolas:

BASTOS, Priscila da Cunha. “Entre o quilombo e a cidade: trajetória de uma jovem quilombola”. In:
Prêmio territórios quilombolas: 2ª Edição. Brasília: MDA (NEAD Especial; 5). (pp. 21-43).

CARVALHO, Ana Paula Comin de. 2006. “O Quilombo da “Família Silva”: Etnicização e politização de
um conflito territorial na cidade de Porto Alegre/RS” (pp. 37 – 49). In: Prêmio ABA/MDA Territórios
Quilombolas / Associação Brasileira de Antropologia. Organizador – Brasília: MDA, NEAD.

3
CHAGAS, Miriam de Fátima. 2001. “A política do reconhecimento dos remanescentes das comunidades
dos quilombos”. Horizonte antropológico. [online]. V. 7, n.15,

DIAS, Simone Conceição Soares. 2013. “Trajetória dos fundos de pasto na Bahia”. In: Anais eletrônicos
– VI Encontro Nacional de História.

FIGUEIREDO, Luciene Dias. “Empates nos babaçuais: do espaço doméstico ao espaço público – lutas de
quebradeiras de coco babaçu no Maranhão”. In: BUTO, Andrea; LOPES, Adriana; WOORTMANN,
Ellen; MOLINA, Caroline (Orgs.). 2007. Margarida Alves: II coletânea sobre estudos rurais e gênero.
Brasília: MDA.

O’DWYER, Eliane Cantarino. 2002. “Os quilombos do Trombetas e do Erepecuru-Cuminá”. In:


O’DWYER, Eliane Catarino (Org.). Quilombos: identidade étnica e territorialidade. Rio de Janeiro:
Editora FGV.

OLIVEIRA, Osvaldo Martins de. 2002. “Quilombo do Laudêncio, município de São Mateus (ES)”. In:
Quilombos: identidade étnica e territorialidade. Eliane Cantarino O’Dwyer, (Org.). Rio de Janeiro :
Editora FGV, (pp. 141-171).

PLÍNIO DOS SANTOS, Carlos Alexandre B. 2007. “Negros do Tapuio: estudo etnográfico de uma
comunidade quilombola do semi-árido piauiense”. In: Prêmio territórios quilombolas: 2ª Edição. Brasília:
MDA (NEAD Especial; 5).

PLÍNIO DOS SANTOS, Carlos Alexandre B. 2014. “Dezidério Felippe de Oliveira: Os Negros da
Picadinha”. In: PLÍNIO DOS SANTOS, Carlos Alexandre B. Fiéis Descendentes: Redes-irmandades na
pós-abolição entre as comunidades negras rurais sul-mato-grossenses. Brasília: Editora Universidade de
Brasília. (pp. 135-222).

PLÍNIO DOS SANTOS, Carlos Alexandre B. “Eva Maria de Jesus (tia Eva): Memórias de uma
comunidade negra”. Anuário Antropológico. 2011-I, 2012. (pp. 155-181).

Sociedades Complexas:

BENSUSAN, Nurit (Org.). 2007. Os banheiros que vivi ... ou não. Brasília: Esquina da palavra Editora.

CHAZAN, Lilian Krakowski. 2005. “Vestindo o jaleco: reflexões sobre a subjetividade e a posição do
etnógrafo em ambiente médico”. In: Cadernos de Campo, ano 14, n.13. (pp. 15-32).

GUIMARAENS, Dinah & Cavalcanti, Lauro. 2007. Arquitetura de motéis cariocas: Espaço e
organização social. São Paulo, Paz e Terra. (pp. 35-76).

MACHADO, Fernanda Eugenio. 2005. “Agência e aprendizado entre crianças cegas: De como lidar com
o espaço e distribuir-se no mundo”. In: Cavedon, Neusa & Lengler, Jorge (Orgs.) Pós-modernidade e
etnografia nas organizações. Santa Cruz, Edunisc. (pp. 171-191).

PEIRANO, Mariza. 1991. “Etnocentrismo às avessas: o conceito de ‘sociedade complexa’”. In: Uma
antropologia no plural: Três experiências contemporâneas. Brasília, Ed. UnB. (pp. 107-129).

Gênero:

CAMARGO, Cleudia Ribeiro. 2007. A mulher rural, protagonista no desenvolvimento rural sustentável
de Cachoeira do Sul. In: BUTO, Andrea; LOPES, Adriana; WOORTMANN, Ellen; MOLINA, Caroline
(Orgs.). 2007. Margarida Alves: II coletânea sobre estudos rurais e gênero. Brasília: MDA.

FAVRET-SAADA, Jeane. 2005. “Ser afetado”. Caderno de campo, n. 13.

4
FROES, Lívia Tavares Mendes. 2015. “Gestão feminina, luta e resistência em Água Boa II, Minas
Gerais”. In: Coletânea sobre estudos rurais e gênero: Prêmio Margarida Alves 4ª Edição / Karla Hora,
Gustavo Macedo, Marcela Rezende (Orgs.). Brasília: MDA.

MACHADO, Lia Zanotta. 1998. Matar e Morrer no Feminino e no Masculino. Série Antropologia 239.
Brasília: Departamento de Antropologia – UnB.

MCCLINTOCK, Anne. 2003. “Couro Imperial: Raça, travestismo e ou culto da domesticidade”. In:
Cadernos Pagu (20). (pp. 07-85).

NATIVIDADE, Marcelo. 2008. “Diversidade sexual e religião: a controvérsia sobre a cura da


homossexualidade no Brasil”. In: KANT DE LIMA, Roberto (Org.). Antropologia e Direitos Humanos 5.
Brasília; Rio de Janeiro: ABA; Booklink. (pp. 226 – 276).

PLÍNIO DOS SANTOS, Carlos Alexandre B. Maria do Povo: etnografia de uma resistência no
semiárido piauiense. Revista Vivência, n. 43/2014. (pp. 47-65).

_________. 2013. “Tia Eva: trajetória de vida de uma ex-escrava doceira”. Revista Habitus. Inst. Goiano
de Pré-História e Antropologia. PUC de Goiás. Goiânia. V. 11, N 1, (pp. 37-52).

SILVA, Katiane Machado. 2007. Maria Maria: uma lutadora do povo. In: BUTO, Andrea; LOPES,
Adriana; WOORTMANN, Ellen; MOLINA, Caroline (Orgs.). 2007. Margarida Alves: II coletânea sobre
estudos rurais e gênero. Brasília: MDA.

ZAMBRANO, Elizabeth. 2001. “Trocando os documentos: Transexualismo e direitos humanos”. In:


KANT DE LIMA, Roberto (Org.). Antropologia e Direitos Humanos 3. ABA/FORD. Niterói: EdUFF.
(pp. 69 – 131).

Estudos Afro-Brasileiros:

GILROY, Paul. 2001. “Joias trazidas da servidão: música negra e a política da autenticidade”. In: O
Atlântico negro. São Paulo: Ed. 34. (pp. 157-222).

MUNANGA, Kabengele. 1999. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Petrópolis: Vozes.

PLÍNIO DOS SANTOS, Carlos Alexandre B. 2015. Redes e interações: A formação do Movimento
Negro e do Movimento Quilombola no Mato Grosso do Sul. Série Antropologia, Brasília, nº 451.

REIS, Letícia V. de Souza. 1998. “O jogo da capoeira: Uma história contada pelo corpo”. In: Wolfgang
Dopcke (org.), Crises e Reconstruções. Estudos Afro-Brasileiros, Africanos e Asiáticos. Anais do VI
Congresso da Associação Latino Americana de Estudos Afro-Asiáticos do Brasil. Brasília: L. G. E.

SCHWARCZ, Lilia K. Moritz. “Complexo de Zé Carioca: Notas sobre uma identidade mestiça e
malandra”. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, número 29, ano 10, outubro/1995. (pp. 49-63).

Sociedades Camponesas:

ÁLVARO, Mirla Cisne. 2015. “Feminismo e liberdade no campo: a importância do movimento de


mulheres camponesas (MMC) para a formação da consciência feminista”. In: Coletânea sobre estudos
rurais e gênero: Prêmio Margarida Alves 4ª Edição / Karla Hora, Gustavo Macedo, Marcela Rezende
(Orgs.). Brasília: MDA.

QUARESMA, Amanda Paiva. 2015. “Mulheres e quintais florestais: a “ajuda invisível” aos olhos que
garante a reprodução da agricultura familiar camponesa amazônica”. In: Coletânea sobre estudos rurais e
gênero: Prêmio Margarida Alves 4ª Edição / Karla Hora, Gustavo Macedo, Marcela Rezende (Orgs.).
Brasília: MDA.

5
WOORTMAN, Ellen F. “O Sítio Camponês”. In: Anuário Antropológico/81. Brasília: EDUnB, 1983.
(pp.164-203).

WOORTMANN, Ellen. “Fuga a três vozes” In: Anuário Antropológico 91. Edições Tempo Brasileiro.
(pp. 89-137).

Análise de Rituais:

MELLO, Maria Zaira Batista; LARAIA, Roque. “Chá-de-Panela: análise de um rito social” In:
WOORTMANN, Ellen F. et alli (Orgs.) Respeito à Diferença: uma introdução à Antropologia. Brasília:
CESPE, UnB, 1989. (pp. 66-78).

PEIRANO, Mariza. Rituais Ontem e Hoje. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.

Música:

BRAZ DIAS, Juliana. 2012. “Dançando ao som da poesia: gêneros de cultura popular e transformação de
categorias sociais”. In: Travessias Antropológicas: estudos em contextos africanos, org. por Wilson
Trajano Filho. Brasília: ABA Publicações. Pp. 297-314.

SEPÚLVEDA DOS SANTOS, Myrian. 1999. “O batuque negro das Escolas de Samba”. In: Estudos
Afro-Asiáticos, nº. 35, CEAA-UCAM.

Magia e religião

CARNEIRO, Sueli. CURY, Cristiane Abdon. 1993. “O Poder Feminino no Culto aos Orixás”. In:
Cadernos Geledés. Instituto da Mulher Negra Programa de Comunicação. (pp. 19-35).

FERRETTI, Mundicarmo. 2006. “Religião e magia no terecô de Codó (MA)”. In: CAROSO, Carlos;
BACELAR, Jeferson (Orgs.). Faces da tradição afro-brasileira: religiosidade, sincretismo, anti-
sicretismo, reafricanização, práticas terapêuticas, etnobotânica e comida. Rio de Janeiro: Pallas;
Salvador, BA: CEAO. (pp. 37-47).

MELO, Rosa. 2011. “A união do vegetal e o transe mediúnico no Brasil”. Religião e sociedade. Rio de
Janeiro, v. 31, n. 2. (pp. 130-153).

Migrações:

LOBO, Andréa. 2012. “Vidas em Movimento: Sobre mobilidade infantil e a migração em Cabo Verde”.
In: África em Movimento. Juliana Braz Dias e Andréa de Souza Lobo (Orgs.). Brasília: ABA Publicações.
(pp. 65-83).

Futebol:

MARESCA, Sylvain & LOPES, José Sérgio Leite. 1992. “A morte da “alegria do povo”. In: Revista
Brasileira de Ciências Sociais, número 20, ano 7. (pp. 113-134).

SOARES, Luis Eduardo. 1979. “Futebol e Teatro: Notas para uma análise de estratégias simbólicas”. In:
Boletim do Museu Nacional, Antropologia, número 33, julho.

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