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aponta  em  relatório  atuação  em  projetos  destinados  a  promover  melhoria  da
produtividade da economia

Transição
Documento integra balanço de ações do MF; secretaria destaca cadastro positivo, TLP, duplicada eletrônica e distrato

publicado: 28/12/2018 13h13 última modificação: 28/12/2018 13h20

(http://fazenda.gov.br/../../../../balanco­e­perspectivas)
A  incapacidade  de  estimular  um  processo  sustentável  de  crescimento  da  produtividade  das  empresas  brasileiras  é  um  dos  maiores
entraves  ao  desenvolvimento  do  país.  Essa  é  uma  das  conclusões  da  Secretaria  de  Promoção  da  Produtividade  a  Advocacia  da
Concorrência (Seprac) no capítulo “Políticas Microeonômicas para Incremento da Produtividade” em relatório produzido com o objetivo
de contribuir para a formulação de políticas que fomentem o aumento da produtividade e o fortalecimento da concorrência.
O  documento  destaca  a  atuação  da  secretaria  na  defesa  de  projetos  destinados  a  promover  melhoria  nas  condições  que  influenciam,
determinam e regulamentam a atuação das empresas brasileiras, as chamadas reformas microeconômicas. Essa atuação, diz o relatório,
se  deu  de  diversas  maneiras:  formulação  de  propostas,    elaboração  e  divulgação  de  estudos,  acompanhamento  e  assessoria  a
processos legislativos, entre outros.
Quatro  projetos  se  destacaram  nesse  processo:  o  cadastro  positivo,  a  criação  da  TLP,  os  projetos  que  regulamentam  a  duplicada
eletrônica e o distrato.
No caso do cadastro positivo, a Seprac atuou diretamente na defesa do projeto de lei destinado a promover alterações que permitam a
popularização do compartilhamento de informações de adimplência.  Até novembro de 2018, o projeto havia sido aprovado no Senado e
na Câmara dos Deputados, restando, ainda, analisar os destaques apresentados na Câmara.
A Seprac também atuou diretamente pela aprovação da Lei nº 13.483/2017 que cria a Taxa de Longo Prazo (TLP) e estipula mudanças
na  remuneração  paga  pelo  BNDES  na  obtenção  de  recursos  junto  ao  Fundo  de  Participação  PIS­Pasep,  ao  Fundo  de  Amparo  ao
Trabalhador e ao Fundo a Marinha Mercante.
A TLP, que está vinculada a juros de mercado, substituirá, em um prazo de cinco anos, a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP),  que é
estabelecida de forma discricionária, como taxa a ser paga pelo BNDES como remuneração na obtenção de recursos.
No caso da duplicata eletrônica, que está em fase de sanção presidencial, a secretaria atuou na promoção do Projeto de Lei nº  9.327/17,
que visa modernizar e dar mais segurança no uso da duplicata, ao torná­la um título  emitido em meio eletrônico, em substituição  aos
títulos físicos. Entre os benefícios estão: evitar a ocorrência de fraude, que pode acontecer por meio de emissão de “duplicatas frias”; a 
desburocratização; a segurança e transparência nas negociações;  e eliminar prática que impede que pequenos fornecedores utilizem as
duplicatas para obtenção de crédito a menor custo no sistema financeiro. A proposta aprovada pelo Congresso esta estabelece que são
nulas as cláusulas contratuais que impeçam a emissão ou circulação de duplicatas.
Também  fase  de  sanção  presidencial,  o  projeto  de  lei  que  regula  o  distrato  nos  empreendimentos  de  incorporação  imobiliária  e
parcelamento do solo urbano tem como objetivo a redução de litígios nos contratos de compra e venda de imóveis e, simultaneamente, a
diminuição do volume de distratos.
O relatório ressalta que o Ministério da Fazenda escolheu colocar a produtividade no centro da agenda de política econômica porque a
estagnação do crescimento da renda per capita ao longo das últimas duas décadas decorreu da estagnação da produtividade.
Confira a íntegra:
  (http://fazenda.gov.br/centrais­de­conteudos/publicacoes/analises­e­
estudos/arquivos/2018/produtividade­e­concorrencia.pdf)
Reportar  erro  (http://fazenda.gov.br/noticias/2018/dezembro/seprac­aponta­em­relatorio­atuacao­em­projetos­destinados­a­promover­
melhoria­da­produtividade­da­economia/relatar­erros)