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FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DE REVISÃO

TRANSMITTAL LETTER

1. DESCRIÇÃO

Esta folha encaminha a Revisão 07 dos Volumes I e II do M.S. – 820C/549 - MANUAL DE


SERVIÇOS EMB – 820C “NAVAJO”.

NOTA: Esta revisão constitui uma reedição parcial do Manual.

2. MOTIVO DA REVISÃO

 Corrigidos itens de diagramação na Seção III do Manual.


 Acrescentadas chamadas de Boletins de Serviço na Seção III do manual.

3. INSTRUÇÕES PARA ARQUIVO

a) Substitua as seguintes páginas do Manual:

Rosto Vol I, Rosto Vol. II, A, C e D Vol. I, A Vol. II, 3-26, 3-29, 3-39, 3-45, 3-49, 3-52.

4. SEQÜÊNCIA DE REVISÕES

Edição original : Outubro 1984


Rev. 01 Agosto 1986
Rev. 02 Novembro 1989
Rev. 03 Julho 1990
Rev. 04 Janeiro 1993
Rev. 05 Outubro 1993
Rev. 06 24/05/10
Rev. 07 27/10/10

Criptografia: Fred Mesquita


FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DE REVISÃO
TRANSMITTAL LETTER

1. DESCRIÇÃO

Esta folha encaminha a Revisão 06 dos Volumes I e II do M.S. – 820C/549 - MANUAL DE


SERVIÇOS EMB – 820C “NAVAJO”.

NOTA: Esta revisão constitui uma reedição parcial do Manual.

2. MOTIVO DA REVISÃO

 Acrescentados itens de manutenção para o Sistema de Vácuo.


 Acrescentados procedimento de verificação da válvula distribuidora de combustível e
guias das válvulas de exaustão.
 Revisar identificação de Boletins de Serviço e Boletins de Informação na Seção 3 do
manual.

3. INSTRUÇÕES PARA ARQUIVO

a) Substitua as seguintes páginas do Manual:

Rosto Vol I, Rosto Vol. II, A, C e D Vol. I, A, E do Vol. II, 3-25, 3-26,3-28, 3-29, 3-34, 3-35,
3-36, 3-38, 3-39, 3-40, 3-45, 3-47, 3-48, 3-50, 3-51, 3-52, 10-i, 10-2, 10-12.
b) Adicione as seguintes páginas no manual:

2-95 a 2-102, 10-2a, 10-2b, 10-12a a 10-12d.

4. SEQÜÊNCIA DE REVISÕES

Edição original : Outubro 1984


Rev. 01 Agosto 1986
Rev. 02 Novembro 1989
Rev. 03 Julho 1990
Rev. 04 Janeiro 1993
Rev. 05 Outubro 1993
Rev. 06 24/05/10

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
MS – 820C/549

OUTUBRO 1984

REV. 07 – 27/10/10

EMB–820C
NAVAJO

VOLUME I

Criptografia: Fred Mesquita


MANUAL DE SERVIÇOS ~EMBRAER
&fJ1ilfffNg)&JjJJ[ffJ
MS-820Cj549
nAVAJO

PREFACIO

Este Manual de Serviços foi elaborado para


servir de guia na execução de serviços e
manutenção dos aviões, EMB-820C ooNAVAJO"
(PIPER PA-31-350 NAVAJO CHIEFTAIN) , fabrica-

I
dos pela Indústria Aeronáutica NEIVA S.A.,
Botucatu, estado de são Paulo, Brasil.

I Foi traduzido pela NEIVA da microficha nQ


761488, de 15 de outubro de 1982, emitida
pela PIPER AIRCRAFT CORPORATION, contendo
as adaptações necessárias para refletir o
I avião fabricado pela NEIVA.

As informações apresentadas neste manual


acham-se divididas em quatorze seções. Ca-
da seção descreve um sistema diferente do
avião e serão mantidas atualizadas por meio
de revisões.

I
Direitos Autorais Reservados.
Proibida a reprodução total ou parcial des-
te Manual.

-?l&W. INDúSTRIA AERONAuTICA NEIVA S.A.


AV. ALCIDES CAGLIARI, 2281 - CAIXA POSTAL 10 - TELEFONE (0149) 21-2133
TELEX (0142) 736 SOAN BR - FAX (0149) 22-2599 / 22-2855
CEP 18608-900 - BOTUCATU - SÃO PAULO - BRASIL

OUTUBRO 1984
REV. 4 - JANEIRO 1993
Criptografia: Fred Mesquita
Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
LISTA DE PÁGINAS EM VIGOR

LISTA DE PÁGINAS EM VIGOR


VOLUME I

SEÇÃO PÁGINA DATA SEÇÃO PÁGINA DATA


PÁGINA DE 27/10/10 SUMÁRIO ix Out/84
ROSTO x Out/84

PREFÁCIO Out/84 ÍNDICE DE xi Ago/86


ILUSTRAÇÕES xii Out/84
LISTA DE PÁGINAS xiii Ago/86
EM VIGOR A 27/10/10 xiv Out/84
B Jul/1990 xv Out/84
C 27/10/10 xvi Out/84
D 27/10/10 ÍNDICE DE xvii Out/84
E Ago/86 TABELAS xviii Out/84
F Jul/1990
G Ago/86
H Ago/86 1 – INTRODUÇÃO 1-i Out/84
I Ago/86 1-ii Out/84
J Nov/89 1-1 Out/84
L Nov/89 1-2 Out/84
M Out/84 1-3 Out/84
1-4 Out/84
ATUALIZAÇÃO DO
MANUAL i Out/84 2 – MANUSEIO E
ii Out/84 SERVIÇOS 2-i Out/84
iii Out/84 2-ii Ago/86
iv Out/84 2-iii 24/05/10
2-iv 24/05/10
REGISTRO DE v Out/84 2-1 Ago/86
REVISÕES vi Out/84 2-2 Out/84
2-3 Out/84

REGISTROS DE
REVISÕES vii Out/84
TEMPORÁRIAS viii Out/84

Edição Original: Out/84 Revisão: 07 de 27/10/10 Pág A


Criptografia: Fred Mesquita
Lista de páginas em Vigor <EEMBRAER
~fJ7!íJ{ff}.~
nAVAJO

SEÇÃO pAGINA DATA SEÇÃO pAGINA DATA

2-MANUSEIO E 2-4 OUTUBRO/84 2-MANUSEIO E 2-36 OUTUBRO/84


SERVIÇOS .SERVIÇOS 2-37 OUTUBRO/84
2-5 OUTUBRO/84
. (Cont.) (Cont. ) 2-38 OUTUBRO/84
2-6 OUTUBRO/84
2-7 OUTUBRO/84 2-39 OUTUBRO/84
2-8 OUTUBRO/84 2-40 NOV /1989
2-9 AGOSTO/86 2-41 NOV/1989
2-10 AGOSTO/86 2-42 AGOSTO/86
2-11 . AGOSTO/86 2-43 AGOSTO/86
2-12 OUTUBRO/84 2-44 AGOSTO/86
2-13 OUTUBRO/84 2-45 NOV/1989
2-14 OUTUBRO/84 2-46 OUTUBRO/84
2-15 OUTUBRO/84 2-47 OUTUBRO/84
2-16 OUTUBRO/84 2-48 OUTUBRO/84
2-17 OUTUBRO/84 2-49 OUTUBRO/84
2-18 OUTUBRO/84 2-50 OUTUBRO/84
2-19 OUTUBRO/84 2-51 OUTUBRO/84
2-20 OUTUBRO/84 2-52 OUTUBRO/84
2-21 OUTUBRO/84 2-53 OUTUBRO/84
2-22 OUTUBRO/84 2-54 AGOSTO/86
2-23 OUTUBRO/84 2-55 JUL/1990
2-24 OUTUBRO/84 2-56 NOV/1989
2-25 OUTUBRO/84 2-57 NOV/1989
2-26 OUTUBRO/84 2-58 AGOSTO/86
2-27 OUTUBRO/84 2-59 NOV/1989
2-28 OUTUBRO/84 2-60 AGOSTO/86
2-29 OUTUBRO/84 2-61 OUTUBRO/84
2-30 OUTUBRO/84 2-62 AGOSTO/86
2-31 OUTUBRO/84 2-63 AGOSTO/86
2-32 OUTUBRO/84 2-64 AGOSTO/86
2-33 OUTUBRO/84 2-65 NOV/1989
2-34 OUTUBRO/84 2-66 OUTUBRO/84
2-35 OUTUBRO/84 2-67 OUTUBRO/84

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 3 - JULHO 1990
Criptografia: Fred Mesquita
B
Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
LISTA DE PÁGINAS EM VIGOR

LISTA DE PÁGINAS EM VIGOR

SEÇÃO PÁGINA DATA SEÇÃO PÁGINA DATA


2 – MANUSEIO E 2-68 Ago/86 2 – MANUSEIO E 3-i Nov/89
SERVIÇOS (cont) 2-69 Out/84 SERVIÇOS (cont) 3-ii Out/84
2-70 Out/84 3-1 Out/84
2-71 Out/84 3-2 Out/84
2-72 Out/84 3-3 Nov/89
2-73 Out/84 3-4 Nov/89
2-74 Ago/86 3-5 Ago/86
2-74a Ago/86 3-6 Nov/89
2-74b Ago/86 3-7 Out/84
2-75 Out/84 3-8 Out/84
2-76 Out/84 3-9 Out/84
2-77 Out/84 3-10 Out/84
2-78 Out/84 3-11 Out/84
2-79 Out/84 3-12 Out/84
2-80 Out/84 3-13 Out/84
2-81 Out/84 3-14 Out/84
2-82 Out/84 3-15 Out/84
2-83 Out/84 3-16 Out/84
2-84 Out/84 3-17 Ago/86
2-85 Out/84 3-18 Out/84
2-86 Out/84 3-19 Out/84
2-87 Nov/89 3-20 Out/84
2-88 Out/84 3-21 Out/84
2-89 Out/84 3-22 Ago/86
2-90 Out/84 3-23 Nov/89
2-91 Out/84 3-24 Nov/89
2-92 Out/84 3-25 24/05/10
2-93 Out/84 3-26 27/10/10
2-94 Out/84 3-27 Jul/90
2-95 24/05/10 3-28 24/05/10
2-96 24/05/10 3-29 27/10/10
2-97 24/05/10 3-30 Ago/86
2-98 24/05/10 3-31 Nov/89
2-99 24/05/10 3-32 Nov/89
2-100 24/05/10 3-33 Nov/89
2-101 24/05/10 3-34 24/05/10
2-102 24/05/10 3-35 24/05/10
3-36 24/05/10

Edição Original: Out/84 Revisão: 07 de 27/10/10 Pág C


Criptografia: Fred Mesquita
Manual de Serviços
MS-820C/549 EMB-820C

LISTA DE PÁGINAS EM VIGOR

LISTA DE PÁGINAS EM VIGOR

SEÇÃO PÁGINA DATA SEÇÃO PÁGINA DATA


3 – INSPEÇÃO 3-37 Jan/92 4 – ESTRUTURAS 4-13 Out/84
(cont) 3-38 24/05/10 (cont) 4-14 Out/84
3-39 27/10/10 4-15 Out/84
3-40 24/05/10 4-16 Out/84
3-41 Ago/86 4-17 Ago/86
3-42 Ago/86 4-18 Ago/86
3-43 Nov/89 4-19 Ago/86
3-44 Nov/89 4-20 Ago/86
3-45 27/10/10 4-21 Ago/86
3-46 Ago/86 4-22 Out/84
3-47 24/05/10 4-23 Out/84
3-48 24/05/10 4-24 Out/84
3-49 27/10/10 4-25 Out/84
3-50 24/05/10 4-26 Out/84
3-51 24/05/10 4-27 Out/84
3-52 27/10/10 4-28 Out/84
4-29 Out/84
4-30 Out/84
4 – ESTRUTURAS 4-31 Out/84
4-i Out/84 4-32 Out/84
4-ii Out/84 4-33 Ago/86
4-iii Ago/86 4-34 Ago/86
4-iv Ago/86 4-35 Out/84
4-v Ago/86 4-36 Out/84
4-vi Out/84 4-37 Out/84
4-1 Out/84 4-38 Out/84
4-2 Out/84 4-39 Out/84
4-3 Out/84 4-40 Out/84
4-4 Out/84 4-41 Out/84
4-5 Out/84 4-42 Ago/86
4-6 Out/84 4-42a Ago/86
4-7 Out/84 4-42b Ago/86
4-8 Out/84 4-43 Out/84
4-9 Out/84 4-44 Out/84
4-10 Ago/86 4-45 Out/84
4-11 Ago/86
4-12 Ago/86

Pág. D Revisão: 07 de 27/10/10 Edição Original: Out/84


Criptografia: Fred Mesquita
-(EMBRAER Lista de Páginas em Vigor
[EflfiJfffHffJINm©
nAVAJO

SEÇÃO pAGINA DATA SEÇÃO pAGINA DATA

4-ESTRUTURAS 4-46 OUTUBRO/84 4-ESTRUTURAS 4-78 OUTUBRO/84


(Cont. ) 4-47 OUTUBRO/84 (Cont. ) 4-79 OUTUBRO/84
4-48 OUTUBRO/84 4-80 OUTUBRO/84
4-49 OUTUBRO/84 4-81 OUTUBRO/84
4-50 OUTUBRO/84 4-82 OUTUBRO/84
4-51 OUTUBRO/84 4-83 OUTUBRO/84
4-52 OUTUBRO/84 4-84 OUTUBRO/84
4-53 OUTUBRO/84 4-85 OUTUBRO/84
4-86 OUTUBRO/84
4-54 OUTUBRO/84
4-87 OUTUBRO/84
4-55 AGOSTO/86
4-88 OUTUBRO/84
4-56 OUTUBRO/84
4-89 OUTUBRO/84
4-57 OUTUBRO/84
4-90 OUTUBRO/84
4-58 OUTUBRO/84 ·4-91 OUTUBRO/84
4-59 OUTUBRO/84 4-92 OUTUBRO/84
4-60 OUTUBRO/84 4-93 OUTUBRO/84
4-61 OUTUBRO/84 4-94 OUTUBRO/84
4-62 AGOSTO/86
4-63 OUTUBRO/84 5-COMANDOS 5-i OUTUBRO/84
DE vOO 5-11 AGOSTO/86
4-64 OUTUBRO/84
4-65 5-11i OUTUBRO/84
OUTUBRO/84
5-iv OUTUBRO/84
4-66 OUTUBRO/84
5-v AGOSTO/86
4-67 OUTUBRO/84 5-vi OUTUBRO/84
4-68 OUTUBRO/84 5-1 OUTUBRO/84
4-69 OUTUBRO/84 5-2 AGOSTO/86
4-70 OUTUBRO/84 5-3 AGOSTO/86
4-71 OUTUBRO/84 5-4 OUTUBRO/84
4-72 OUTUBRO/84 5-5 OUTUBRO/84
4-73 OUTUBRO/84 5-6 OUTUBRO/84
4-74 OUTUBRO/84 5-7 OUTUBRO/84
4-75 OUTUBRO/84 5-8 OUTUBRO/84
4-76 OUTUBRO/84 5-9 OUTUBRO/84
4-77 OUTUBRO/84 5-10 OUTUBRO/84

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
E
Lista de páginas em Vigor -(EMBRAER
[g!fiiT}[ffHHlfNQJ@
nAVAJD
SEÇÃO pAGINA DATA SEÇÃO pAGINA DATA

5-COMANDOS 5-11 OUTUBRO/84 5-COMANDOS 5-44 OUTUBRO/84


DE vOO DE vOO 5-45 OUTUBRO/84
5-12 OUTUBRO/84
(Cont. ) (Cont. )
5-13 OUTUBRO/84 5-46 OUTUBRO/84
5-14 OUTUBRO/84 5-47 OUTUBRO/84
5..,15 OUTUBRO/84 5-48 OUTUBRO/84
5-16 JUL/1990 5-49 OUTUBRO/84
5-17 OUTUBRO/84 5-50 OUTUBRO/84
5-18 JUL/1990 5-51 OUTUBRO/84
5-19 JUL/1990 5-52 OUTUBRO/84
5-20 . JUL/1990 5-53 AGOSTO/86
5-21 JUL/1990 5-54 OUTUBRO/84
5-22 JUL/1990 5-55 OUTUBRO/84
5-23 AGOSTO/86 5-56 OUTUBRO/84
5-24 AGOSTO/86 5-57 OUTUBRO/84
5-25 OUTUBRO/84 5-58 OUTUBRO/84
5-26 AGOSTO/86 5-59 OUTUBRO/84
5-27 OUTUBRO/84 5-60 OUTUBRO/84
5-28 OUTUBRO/84 5-61 OUTUBRO/84
5-29 OUTUBRO/84 5-62 OUTUBRO/84
5-30 OUTUBRO/84 5-63 OUTUBRO/84
5-31 OUTUBRO/84 5-64 OUTUBRO/84
5-32 OUTUBRO/84 5-65 OUTUBRO/84
5-33 OUTUBRO/84 5-66 OUTUBRO/84
5-34 OUTUBRO/84
5-67 OUTUBRO/84
5-35 OUTUBRO/84
5-68 OUTUBRO/84
5-36 OUTUBRO/84
5-37 AGOSTO/86 5-69 OUTUBRO/84
5-38 AGOSTO/86 5-70 OUTUBRO/84 .
5-38a AGOSTO/86 5-71 OUTUBRO/84
5-38b AGOSTO/86 5-72 OUTUBRO/84
5-39 OUTUBRO/84
5-73 OUTUBRO/84
5-40 AGOSTO/86
5-41 AGOSTO/86 5-74 OUTUBRO/84
5-42 AGOSTO/86 5-75 OUTUBRO/84
5-43 AGOSTO/86 5-76 OUTUBRO/84
OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita Rev. 3 - JULHO 1990
f
.(EMBRAER Lista de páginas em Vigor
~!11fDrm'&1fBl{QJ{fg
nAVRJCJ
SEÇÃO PÂGINA DATA SEÇÃO PÂGINA DATA

5-COMANDOS 5-77 OUTUBRO/84 5-COMANDOS 5-110 ELIMINADA


DE vOo DE vOo 5-111
5-78 OUTUBRO/84 ELIMINADA
(Cont.) (Cont. )
5-79 AGOSTO/86 5-112 ELIMINADA
5-80 OUTUBRO/84 5-113 ELIMINADA
5-81 OUTUBRO/84 5-114 ELIMINADA
5-82 OUTUBRO/84 5-115 ELIMINADA
5-83 OUTUBRO/84 5-116 ELIMINADA
5-84 OUTUBRO/84 5-117 ELIMINADA
5-85 OUTUBRO/84 5-118 ELIMINADA
5-86 OUTUBRO/84 5-119 ELIMINADA
5-87 OUTUBRO/84 5-120 ELIMINADA
5-88 AGOSTO/86 5-121 ELIMINADA
5-89 AGOSTO/86 5-122 ELIMINADA
5-90 OUTUBRO/84 5-123 OUTUBRO/84
5-91 AGOSTO/86 5-124 :JUTUBRO/84
5-92 AGOSTO/86 5-125 AGOSTO/86
5-93 OUTUBRO/84 5-126 AGOSTO/86
5-94 AGOSTO/86 5-127 AGOSTO/86
5-95 OUTUBRO/84 5-128 AGOSTO/86
5-96 OUTUBRO/84 5-129 AGOSTO/86
5-97 AGOSTO/86 5-130 OUTUBRO/84
5-98 AGOSTO/86 5-131 OUTUBROj84
5-99 AGOSTO/86 5-132 OUTUBRO/84
5-100 OUTUBRO/84 5-133 OUTUBROj84
5-101 ELIMINADA 5-134 OUTUBRO/84
5-102 ELIMINADA 5-135 AGOSTO/86
5-103 AGOSTO/86 5-136 AGOSTO/86
5-104 AGOSTO/86 5-137 AGOSTO/86
5-105 AGOSTO/86 5-138 OUTUBROj84
5-106 AGOSTO/86 5-139 OUTUBROj84
5-107 AGOSTO/86 5-140 OUTUBRO/84
5-108 AGOSTO/86 5-141 OUTUBROj84

5-109 ELIMINADA 5-142 OUTUBRO/84
OUTUBRO 1984
Rev.. 1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
G
~EMBRAER
Lista de Páginas em Vigor ~.fffJ@lI[}&
nAVRJO
SEÇÃO pAGINA DATA SEÇÃO pAGINA DATA
,

5-COMANDOS 5-143 OUTUBRO/84 6-SISTEMA 6-10 OUTUBRO/84


DE vOo 5-144 OUTUBRO/84 HIDRAuLICO
6-11 AGOSTO/86
(Cont. ) 5-145 OUTUBRO/84 (Cont. ) OUTUBRO/84
6-12
5-146 OUTUBRO/84
6~13 OUTUBROj84
5-147 OUTUBRO/84
6-14 OUTUBRO/84
5-148 OUTUBRO/84
6-15 OUTUBRO/84
5-149 OUTUBRO/84
6-16 OUTUBRO/84
5-150 OUTUBRO/84
6-17 OUTUBRO/84
5-151 OUTUBRO/84
6-18 OUTUBRO/84
5-152 OUTUBRO/84
6-19 OUTUBRO/84
5-153 OUTUBRO/84
6-20 OUTUBRO/84
5-154 OUTUBRO/84
6-21 AGOSTO/86
5-155 OUTUBRO/84
6-22 OUTUBRO/84
5-156 OUTUBRO/84
6-23 OUTUBRO/84
5-157 OUTUBRO/84
5-158 OUTUBRO/84 6-24 OUTUBRO/84
6-25 OUTUBRO/84
6-SISTEMA 6-i OUTUBRO/84
HIDRAuLICO 6-26 OUTUBRO/84
6-ii OUTUBRO/84
6-27 AGOSTO/86
6-iii OUTUBRO/84
6-28 OUTUBRO/84
6-iv OUTUBRO/84
6-29 OUTUBRO/84
6-v OUTUBRO/84
6-30 OUTUBRO/84
6-vi OUTUBRO/84
6-31 OUTUBRO/84
6-vii OU.TUBRO/84
6-32 OUTUBRO/84
6-viii OUTUBRO/84
6-33 OUTUBRO/84
6-1 OUTUBRO/84
6-34 OUTUBRO/84
6-2 AGOSTO/86
6-35 OUTUBRO/84
6-3 OUTUBRO/84
6-36 OUTUBRO/84
6-4 AGOSTO/86
6-37 OUTUBRO/84
6-5 AGOSTO/86
6-38 OUTUBRO/84
6-6 OUTUBRO/84
6-39 OUTUBRO/84
6-7 OUTUBRO/84
6-40 OUTUBRO/84
6-8 OUTUBRO/84
6-41 OUTUBRO/84
6-9 OUTUBRO/84
6-42 OUTUBRO/84
OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
H
~EMBRAER
&[!ü'ü[ffJ.@[gJJJJ(Jg Lista de Páginas em Vigor
nAVAJO
SEÇÃO pAGINA DATA SEÇÃO pAGINA DATA

6-SISTEMA
HIORAuLICO
6-43
6-44
OUTUBRO/84
OUTUBRO/84
6-SISTEMA
HIDRAuLICO
6-76
6-77
AGOSTO/86
OUTUBRO/84
I
(Cont. ) (Cont.)
6-45 OUTUBRO/84 6-78 OUTUBRO/84
6-46 OUTUBRO/84 6-79 OUTUBRO/84
6-47 OUTUBRO/84 6-80 OUTUBRO/84
6-48 AGOSTO/86 6-81 AGOSTO/86 I
6-49 OUTUBRO/84 6-82 OUTUBRO/84
6-50 OUTUBRO/84 6-83 OUTUBRO/84
6-51 OUTUBRO/84 6-84 OUTUBRO/84
6-52 OUTUBRO/84 6-85 OUTUBRO/84
6-53 OUTUBRO/84 6-86 OUTUBRO/84
6-54 OUTUBRO/84 6-87 OUTUBRO/84
6-55 OUTUBRO/84 6-88 OUTUBRO/84
6-56 OUTUBRO/84 6-89 OUTUBRO/84
6-57 AGOSTO/86 6-90 OUTUBRO/84 I
6-58 OUTUBRO/84 6-91 OUTUBRO/84
6-59
6-60
AGOSTO/86
OUTUBRO/84
6-92
6-93
OUTUBRO/84 I
OUTUBRO/84

I
6-61 AGOSTO/86 6-94 OUTUBRO/84
6-62 AGOSTO/86 6-95 AGOSTO/86
6-63 AGOSTO/86 6-96 AGOSTO/86
6-64 OUTUBRO/84 6-97 OUTUBRO/84
6"'65 OUTUBRO/84 6-98 OUTUBRO/84
6-66
6-67
AGOSTO/86
OUTUBRO/84
6-99
6-100
OUTUBRO/84
OUTUBRO/84
I
6-68 AGOSTO/86 6-101 OUTUBRO/84
6-69 AGOSTO/86 6-102 OUTUBRO/84
6-70 OUTUBRO/84 6-103 AGOSTO/86
6-71 AGOSTO/86 6-104 AGOSTO/86
6-72 AGOSTO/86 6-105 OUTUBRO/84
6-73 OUTUBRO/84 6-106 OUTUBRO/84
6-74
6-75
AGOSTO/86
OUTUBRO/84
6-107
6-108
OUTUBRO/84
OUTUBRO/84
I
OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
MS-820C/549
I
Lista de Páginas em Vigor ~ÉMBRAER
~.®lJJj{]J]@<
nAVRJO
SEÇÃO pAGINA DATA SEÇÃO pAGINA DATA

6-SISTEMA 6-109 OUTUBRO/84 7-SISTEMA 7-1 OUTUBRO/84


HIDRÂULICO DO TREM OUTUBRO/84
6-110 OUTUBRO/84 DE POUSO 7-2
(Cont. ) E FREIOS 7-3 AGOSTO/86
6-111 OUTUBRO/84
6-112 OUTUBRO/84 (Cont. ) . 7-4 AGOSTO/86
6-113 OUTUBRO/84 7-5 OUTUBRO/84
6-114 OUTUBRO/84 7-6 OUTUBRO/84
6-115 OUTUBRO/84 7-7 OUTUBRO/84
6-116 NOV/1989 7-8 OUTUBRO/84
6-117 OUTUBRO/84 7-9 OUTUBRO/84
6-118 OUTUBRO/84 7-10 AGOSTO/86
6-119 OUTUBRO/84 7-11 AGOSTO/86
6-120 AGOSTO/86 7-12 AGOSTO/86
6-121 OUTUBRO/84 7-13 OUTUBRO/84
6-122 OUTUBRO/84 7-14 AGOSTO/86
6-123 OUTUBRO/84 7-15 .AGOSTO/86
6-124 OUTUBRO/84 7-16 AGOSTO/86
6-125 OUTUBRO/84 7-17 AGOSTO/86
6-126 OUTUBRO/84 7-18 OUTUBRO/84
6-127 OUTUBRO/84 7-19 AGOSTO/86
6-128 OUTUBRO/84 7-20 AGOSTO/86
6-129 OUTUBRO/84 7-21 AGOSTO/86
6-130 OUTUBRO/84 7-22 OUTUBRO/84
6-131 OUTUBRO/84 7-23 AGOSTO/86
6-132 OUTUBRO/84 7-24 OUTUBRO/84
6-133 OUTUBRO/84 7-25 OUTUBRO/84
6-134 OUTUBRO/84 7-26 OUTUBRO/84
6-135 AGOSTO/86 7-27 OUTUBRO/84
6-136 OUTUBRO/84 7-28 OUTUBRO/84
7-29 OUTUBRO/84
7-SISTEMA 7-i OUTUBRO/84
DO TREM 7-30 AGOSTO/86
DE POUSO 7-11 OUTUBRO/84
7-31 OUTUBRO/84
E FREIOS 7-i11 OUTUBRO/84
7-32 OUTUBRO/84
7-iv OUTUBRO/B4
7-33 OUTUBRO/84
OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 2 - NOVEMBRO 1989
Criptografia: Fred Mesquita
J
-(EMBRAER
!Effi!iJrm·~@ Lista de páginas em Vigor
nA\lAJO
SEÇÃO pAGINA . DATA SEÇÃO pAGINA DATA

7-SISTEMA 7-34 OUTUBRO/84 7-SISTeMA 7-67 NOV/1989


DO TREM DO TREM
7-35 OUTUBRO/84 7-68 OUTUBRO/84
DE POUSO DE POUSO
E FREIOS 7-36 OUTUBRO/84 E FREIOS 7-69 NOV/1989
(Cont. ) 7-37 OUTUBRO/84 (Cont. ) 7-70 OUTUBRO/84
7-38 AGOSTO/86 7-71 NOV/1989
7-39 AGOSTO/86 7-72 NOV/1989
7-40 AGOSTO/86 7-73 NOV/1989
7-41 AGOSTO/86 7-74 OUTUBRO/84
7-42 OUTUBRO/84 7-75 OUTUBRO/84
7-43 AGOSTO/86 7-76 OUTUBRO/84
7-44 AGOSTO/86 7-77 OUTUBRO/84
7-45 AGOSTO/86 7-78 OUTUBRO/84
7-46 OUTUBRO/84 7-79 OUTUBRO/84
7-47 AGOSTO/86 7-80 OUTUBRO/84
7-48 AGOSTO/86 7-81 OUTUBRO/84
7-49 AGOSTO/86 7-82 OUTUBRO/84
7-50 AGOSTO/86 7-83 OUTUBRO/84
7-51 AGOSTO/86 7-84 OUTUBRO/84
7-52 AGOSTO/86 7-85 OUTUBRO/84
7-53 AGOSTO/86 7-86 OUTUBRO/84
7-54 AGOSTO/86 7-87 OUTUBRO/84
7-55 OUTUBRO/84 7-88 OUTUBRO/84
7-56 OUTUBRO/84 7-89 OUTUBRO/84
7-57 OUTUBRO/84 7-90 OUTUBRO/84
7-58 OUTUBRO/84 7-91 OUTUBRO/84
7-59 OUTUBRO/84 7-92 OUTUBRO/84
7-60 OUTUBRO/84 7-93 OUTUBRO/84
7-61 OUTUBRO/84 7-94 OUTUBRO/84
7-62 OUTUBRO/84 7-95 OUTUBRO/84
7-63 OUTUBRO/84 7-96 OUTUBRO/84
7-64 OUTUBRO/84 7-97 OUTUBRO/84
7-65 OUTUBRO/84 7-98 OUTUBRO/84
7-66 OUTUBRO/84 7-99 OUTUBRO/84.
OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
L
~EMBRAER
Lista de páginas em Vigor .~!fif[J[ffNJ)fi1fPlJI8
nAVAJD

SEÇÃO pAGINA DATA SEÇÃO pAGINA DATA

7-SISTEMA 7-100 OUTUBRO/84


DO TREM OUTUBRO/84
7-101
DE POUSO
E FREIOS 7-102 OUTUBRO/84
(Cont. ) 7-103 OUTUBRO/84
7-104 OUTUBRO/84
7-105 OUTUBRO/84
7-106 OUTUBRO/84
7-107 OUTUBRO/84
7-108 OUTUBRO/84

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
M
~EMBRAER AtUalização do Manual
ê[J1Jí][BNB)@l(JJ]!J8
nAVAJCJ

ATUALIZAÇÃO DO MANUAL

1. GERAL

As informações constantes deste Manual de Serviços serao mantidas


·atualizadas por meio de revisões distribuídas aos proprietários
dos aviões.
O material de revisão consistirá de toda a informação necessária
para atualizar o texto do presente Manual e/ou acrescentar in-
formações relativas a equipamento posteriormente adicionado ao
avião.

As revisões serao de dois tipos:

- revisão temporária
- revisão definitiva ou, simplesmente, revisão.

2. REVISÃO TEMPORARIA

A revisão temporária caracteriza-se pela sua rapidez e é utili-


zada quando é necessário antecipar informações aos operadores.
As revisões temporárias serão impressas em papel de cor diferente
da usada para o Manual e serão arranjadas de modo que seu texto
fique sempre de frente para a página, cujo teor modificam ou
complementam. As revisões temporárias serão sempre distribuídas
corno adição de páginas ao Manual e serão incorporadas na primeira
revisão definitiva, após a sua publicação.
As revisões temporárias serão relacionadas na página "Registro
de Revisões Temporárias", constante deste Manual.

3. REVISÕES

As revisões incluem, de maneira definitiva, as alterações no ~~­


nual.

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


Página-i
Atualização do Manual ~EMBRAER
fEf1íf[)[ffJ-[ff)@lJJ]@
nAVAJO

Sempre que for emitida uma revisão, esta incorporará todas as re-
visões temporárias anteriores.
AS revisões são distribuídas como .adição ou substituição de pá-
ginas e trazem, ao pé da página, a data da emissão da revisão.
As revisões ser·ão relacionadas na página "Registro de Revisões",
constante deste Manual.

4. INCLUSÃO DAS REVISÕES

- REVISÕES TEMPORARIAS

a. Ao receber uma Revisão Temporária, leia inicialmente as ins-


truções que acompanham a revisão e, em seguida, faça as de-
vidas anotações na página "Registro de Revisões Temporárias".
b. Inclua, a seguir, as páginas da revisão na sequência numé-
rica do Manual.

NOTA ; • <_. ~ •

As páginas de Revisão Temporária terão o nú-


mero de página seguido sempre de uma letra;
por exemplo 2-6A, 2-6B, etc. Insira a pági-
na logo após a página do Manual que possui
a mesma parte numérica; por exemplo, as pá-
ginas 2-6A.e 2-6B devem ser inseridas ime-
diatamente após a página 2-6.

- REVISÕES

a. Ao receber uma Revisão, leia inicialmente as instruções que


a acompanham, observando quais as Revisões Temporárias que
estão incluídas nesta Revisão; elimine estas Revisões Tem-
porárias do Manual e destrua-as.
b. Faça as devidas anotações na página "Registro de Revisões",
do Manual.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página i i
~EMBRAER Atualização do Manual
&!!ifD&NiJ~W
nAVAJO

c. Insira a Revisão no Manual, de acordo com as seguintes ins-


truções:
(1) As páginas de Revisão substituem páginas com o mesmo nú-
mero. Retire do Manual as páginas substituídas, destrua-
as e inclua as páginas revisadas.
(2) Insira todas as páginas adicionadas dentro de cada se-
ção, na sequência numérica correta.
(3) As páginas, cujos números são seguidos de uma letra,
deverão ser inseridas imediatamente após a página com a
mesma parte numérica.

5. IDENTIFICAÇÃO DO MATERIAL REVISADO

Os textos ou ilustrações modificados sao indicados por um traço


preta vertical na margem externa da página, ao lado do material
revisado, adicionado ou eliminado .. Um traça ao lado do número da
página indica que o texto ou a ilustração não foram alterados,
mas que o material foi deslocado para uma página diferente ou que
uma página totalmente nova foi adicionada. Os traços pretos in~
dicarão somente revisões com alterações, adições ou eliminaçãod6
texto ou das ilustrações existentes. Alterações gramaticais ou de
localização da matéria numa mesma página não serão identificadas
por símbolos.

OUTUBRO 1984
Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
Página-iii
pAGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página-iv

Criptografia: Fred Mesquita


<EEMBRAER Registro de Revisões
[J1[ffj)WNiJ@lU)@
nAVAJO

REGISTRO DE REVISOES

REV DATADA POR REV DATA DATADA POR


DATA
N° INSERÇAo N° INSERÇAo
-

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


Página v
pAGINA .DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

OUTUBRO 1984
MS-820C/54.9 Criptografia: Fred Mesquita

página vi
-(EMBRAER Registro de Revisões TemporáriªEl
fErmJ@o@@@@ .
nAVAJD

- REGISTRO DE REVISÕES TEMPORARIAS

REV TEMPORÁRIA NO DA DATA DA


N° PÁGINA DATA POR POR
REMOÇÃO

OUTUBRO 1984

MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página vii
PÂGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página viii
~EMBRAER
fErmJfffNEJ@(QJ(Jg
nAVAJO

SUMÃRIO

VOLUMEI

SEÇÃO TIIULO

INTRODUÇÃO

II MANUSEIO E SERViÇOS

III INSPEÇÃO

IV ESTRUTURAS

V COMANDOS DE VOO

VI SISTEMA HIDRAULlCO

VII SISTEMAS DO TREM DE POUSO E FREIOS

VOLUME II
VIII GRUPO MOTOPROPULSOR

IX SISTEMA DE COMBUSTfvEL

X INSTRUMENTOS

XI SISTEMA ELnRICO

XII ELETRONICA

XIII SISTEMA DE AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO

XIV EQUIPAMENTOS AUXI LlARES E ACESSO RIOS

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página ix
PÂGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página x Criptografia: Fred Mesquita
-«EMBRAER índice de Ilustrações
fEfffO@·{gJ@(J[jW]
nAVAJO

íNDICE DE ILUSTRAÇÕES

FIGURA PÁGINA

2-1 Três Vistas do EMB-820C •..••••..•....•............• 2-2


2-2 Linhas de Referência das Estações ••.•••...•..••.•.. 2-6
2-3 Fórmula para Uso do Torquímetro .••...••••.•••••.••• 2-18
2-4 Janelas e Painêis de Acesso ...•.........••••....••• 2-19
2-5 Disposição dos Macacos ....•....•..•.•••••...•••••.. 2-25
2-6 Pesagem ..•..•................•••••..••.••....•••••• 2-25
2-7 Nivelamento Longitudinal e Lateral •.•.....••••.••.. 2-26
2-8 Indicador e Limites de Curvas ..............•......• 2-31
2-9 Pon tos de Serviços ..••...•...........•••••..•••.••• 2-32
2-10 Distensão da Perna de Força do Trem de Pouso ...•... 2-40
2-11
2-12
Balanceador de Pneus •.•.••......•••..••.....•••....
Gráfico de Lubrificação do Trem de Pouso Principal.
2-40
• 2-58 I
2-13 Gráfico de Lubrificação do Trem de Pouso do Nariz .. 2-60
2-14 Gráfico de Lubrificação do Sistema de Comando ..••.• 2-62
2-15 Gráfico de Lubrificação (Sistema de Comando - Conto ) 2-64
2-16 Gráfico de Lubrificação do Grupo Moto-Propulsor ,
Hélice e Flape de Refrigeração ...•.•••...........•. 2-66
2-17 Gráfico de Lubrificação (Portas e Poltronas) ...... . 2-67
2-18 Suporte de Macaco Fabricado pelaEMBRAER P/N 18338-00 2-84
2-19 Plataforma de Apoio da Cauda ..........••..•....••.. 2-85
2-20 Remoção do Rebite de Trava Tipo Cherry •••••••••.... 2-91
2-21 Identificação das Linhas de Fluido da Aeronave •••.• 2-92

3-1
3-2
Inspeção da Transmissão dos Flapes .•••...........•.
Inspeção de 100 Horas do Cabo Atuador do Flape .....
3-3
3-7
I
3-2a Inspeção de 500 Horas do Cabo Atuador da Transmissão
do Flape ..•.......•....•....................•.••.•. 3-11
3-3 Redução do Atrito no Sistema de Flape •............. 3-17
3-4 Motor do Flape .••.......••............•••.......... 3-19
3-5 Inspeção da Corrente e da Roda Dentada do Aileron .• 3-20
OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página xi
índice de Ilustrações ..(EMBRAER
fErmJmNffJ@IJf)W
nAVAJO

íNDICE DE ILUSTRAÇÕES (Cont.)

FIGURA PÁGINA

4-1 Instalação do Farol de Aterragem . . . . . . . . . . . . . . . . . • . 4-6


4-2 Instalação do Flape e do Aileron . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-10
4-3 Métodos para Prender Cabos de Comando . . . . . . . . . . . . . . 4-13
4-4 Suporte para a Fuselagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-15
4-5 Instalação da Asa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-17
4-6 Instalação da Empenagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-24
4-7 Instalação do Pára-Brisa Padrão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-34
4-8 Limpador do pára-Bris·a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-40
4-9 Instalação da Janela Lateral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-41
4-10 Instalação da Porta da Cabine . . . . . . . . . . . ; . . . . . . . . . . 4-45
4-11 Conjunto da Trava do Bagageiro da Nacele . . . . . . . . . . . 4-51
4-12 Conjunto da Trava da Porta de Carga . . . . . . . . . . . . . . . . 4-55
4-13 Balanceamento do Aileron . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . . . 4-64
4-14 Balanceamento do Profundor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-64
4-15 Medida do Atrito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-65
4-16 Balanceamento do Leme de Direção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-69
4-17 Localização da Massa de Balanceamento do Leme de
Direção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-69
4-18 Material e Espessura do Revestimento . . . . . . . . . . . . . . . 4-72
4-19 Janelas e Painéis de Acesso Tipicos . . . . . . . . . . . . . . . . 4-74
4-20 Superficies com Arranhões, Abrasões e Sujeira ..... . 4-85
4-21 Arranhões Profundos, Mossas Leves e Pequenos Furos. 4-85
4-22 Mistura do Composto de Reforço ã Base de Epoxi ... ;. 4-86
4-23 Método de Reparo com Solda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-86
4-24 Reparo de·Rachadura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-87
4-25 Reparos Di versos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-88
4-26 Reparos de Trincas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-89
4-27 Reparos de Danos Causados por Impacto . . . . . . . . . . . . . . 4-89

5-1 Instalação da Coluna de Comando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-8

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página xii
-«EMBRAER índice de Ilustrações
{g!!iJ[)@o@@l(JJJ@
nAVAJO
íNDICE DE ILUSTRAÇÕES (Cont.)

FIGURA PÁGINA

5-2 Método Correto para Instalação dos Terminais com


Rótula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-17
5-3 Comandos do Aileron e do Compensador do Aileron ... . 5-20
5-4 Instalação da Ferramenta de Regulagem do Aileron ..• 5-26
5-5 Instalação da Ferramenta de Regulagem do Guinhol .•. 5-26
5-6 Comando do Profundor e do Compensador do Profundor. 5-37
5-7 Instalação da Ferramenta de Regulagem do Profundor. 5-43
5-8 Batentes do Curso do Profundor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-43
5-9 Esquema de Frenagem dos Batentes das Superficies de
Comando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-44
5-10 Métodos para Bloquear Cabos de Comando . . . . . . . . . . . . . 5-48
5-11 Posicionamento do Cabo no Servo do Compensador do
Profundor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-54
5-12 Instalação dos Pedais do Leme . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-56
5-13 Comando do Leme de Direção e do Compensador ....... . 5-62
5-14 Travamento dos Pedais do Leme na Posição Neutra ... . 5-66
5-15 Instalação da Ferramenta de Regulagem do Leme ..... . 5-66
5-16 Conjunto do Atuador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-75
5-17 Pedestal de Comandos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-76
5-18 Comando do Flape . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-82
5-19 Esquema do Circuito do Flape (Sistema Dukes) .....•. 5-84
5-20 Verificação da Regulagem do Flape . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-90
5-21 Esquema do Circuito do Flape (Sistema Calco); ..... . 5-93
5-22 Vista Explodida do Conjunto do Motor . . . . . . . . . . . . . . . 5-94
5-23 Comando do Flape (Sistema Calco) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-100
5-24 El iminada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-102
5-25 El iminada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-106
5-26 Eliminada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-107
5-27 Eliminada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-107
5-28 Eliminada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-116
OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página xiii
índice de Ilustrações ~EMBRAER
!E!1IfV@j.@j@(fJJ@
nAVAJO

íNDICE DE ILUSTRAÇOES (Cont.)

FIGURA PÂGINA

5-29 Ajustagens e Regulagens do Flape ..................•. 5-129


5-30 Uso da Ferramenta de Regulagem do Flape . . . . . . . . . . . . . 5-129
5-31 Esquema Elétrico do Amplificador Calco (P,lN 8482) ... 5-130
5-32 Ferramenta Fabricada para a Regulagem do Guinhol .... 5-155
5-33 Ferramenta Fabricada para a Regulagem do Aileron e do
Profundor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-156
5-34 Ferramenta Fabricada para a Regulagem do Leme de Di-
reçao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-157

6-1 Esquema do Sistema Elétrico da·· Unidade de Energia


Hidráulica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-4
6-2 Diagrama Esquemático do Sistema Hidráulico ......... . 6-5
6-3 Instalação da Unidade de Energia Hidráulica ........ . 6-21
6-4 Identificação das Unidades de Energia Hidráulica ... . 6-23
6-5 Localização dos Componentes da Unidade de Energia
Hidráulica (OZONE) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-26
6-6 Unidade de Energia Hidráulica (OZONE) . . . . . . . . . . . . . . . 6-27
6-7 Distribuidor da Unidade de EnergiaHidráulica (OZONE) 6-36
6-8 Mecanismo de Soltura da Alavanca da Unidade de Ener-
gia Hidráulica (OZONE) . . . . . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . . . . . . . 6-47
6-9 Frenagem do Braço de Comando (OZONE) ...........•.... 6-48
6-10 Ajustagem do Mecanismo de Soltura da Alavanca(OZONE) 6-50
6-11 Ajustagem da Soltura da Alavanca (OZONE) .........•.. 6-50
6-12 Localização dos Componentes da Unidade de Energia Hi-
dráulica (WIEBEL TOOL) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-58
6-13 Unidade de Energia Hidráulica (WIEBEL TOOL) ........ . 6-61
6-14 Conjunto Distribuidor da Unidade de Energia Hidráu-
lica (WIEBEL TOOL) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-67
6-15 Mecanismo de Destravamento da Alavanca da Unidade de
Energia Hidráulica (WIEBEL TOOL) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-69

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página xiv
~EMBRAER índice de Ilustrações
~f!ifil&N~{fg
nAVAJCJ

íNDICE DE ILUSTRAÇÕES (cent.)

FIGURA pAGINA

6-16 Frenagem do Braço de Comando (WIEBEL TOOL) ........ . 6-77


6-17 Carretel da Seletora (WIEBEL TOOL) ......•.......... 6-78
6-18 Ajustagem da Soltura da Alavanca (WIEBEL TOOL) ..... 6-83
6-19 Mecanismo da Alavanca da Seletora do Trem de Pouso 6-90
6-20 Borriba Man ua 1 ( OZONE) .......... '.' . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-99
6-21 Borriba Manual (WIEBEL TOOL) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-102
6-22 Instalação do Sistema Hidráulico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-106
6-23 Cilindro Atuador do Trem (OZONE) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-107
6-24 Cilindro Atuador do Trem (WIEBEL TOOL) ...........•. 6-111
6-25 Cilindro Atuador da Porta do Trem (OZONE) . . . . . . . . . . 6-115
6-26 Cilindro Atuador da Porta do Trem (WIEBEL TOOL) ... . 6-117
6-27 Filtro Hidráulico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-121
6-28 Bomba Hidráulica .......................•••......... 6-126
6-29 Diagrama Esquemático da Cablagem de Teste da Unidade
de Energia Hidráulica ....•....................•.... 6-131

7-1 cenjunto da Perna de Força do Trem de Nariz .......• 7-6


7-2 Conjunto do Comando Direcional da Roda de Nariz
(Aviões EMB-8201l5 e seguintes) .............•...... 7-10
7-3 Instalação do Trem de Pouso de Nariz . . . . . . . . . . . . . . . 7-19
7-4 Fixação dos Pedais do Leme na posição Neutra ..•.... 7-29
7-5 Pedais do Leme em Ângulo Neutro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-29
7-6 Alinhamento do Trem de Nariz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-30
7-7 Método Correto para Instalação dos Terminais com Ró-
tula............................................... 7-34
7-8 Conjunto da perna de Força do Trem PrincipaL .... . 7-35
7-9 Instalação do Trem de Pouso Principal (esquerdo) .. . 7-48
7-10 Cilindro Atuador • . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-51
7-11 Alinhamento do Trem de Pouso Principal . . . . . . . . . . . . . 7-54

OUTUBRO 1984
Criptografia: Fred Mesquita
MS-820C/549
Página xv
índice de Ilustrações -EEMBRAER
&f1I//J&Hm@[Q][Jj]
nAVAJD

íNDICE DE ILUSTRAÇÕES (Cont.)

FIGURA PÁGINA

7-12 Diagrama do Circuito do Trem de Pouso ....•.......•. 7-59


7-l3 Ajustagem do Interruptor da Luz do Trem de Pouso
Principal ~Embaixo ................................. . 7-64
7-14 Instalação dos Interruptores de Alarme do Trem .... . 7-64
7-15 Conjunto da Roda de Nariz ...............•.......... 7-67
7-16 Conjunto da Roda do Trem de Pouso Principal
(Cleveland) .••...................................•. 7-67
7-17 Instalação do Freio (típico) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-70
7-18 Espessura Mínima do Disco do Freio ................ . 7-74
7-19 Conjunto do Freio da Roda (Cleveland 30-68A e B) ... . 7-76
7-20 Conjunto do Freio da Roda (Cleveland 30-95 e 30-95a) 7-77
7-21 Conjunto do Freio da Roda (Cleveland 30-123) ....... . 7-78
7-22 Remoção e Instalação dos Parafusos de Ancoragem ... . 7-80
7-23 Conjunto do Cilindro Mestre do Freio ............... . 7-81
7-24 Conjunto da Válvula do Freio de Estacionamento .... . 7-85
7-25 Sangria do Freio (típica) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-86
7-26 Ferramenta Confeccionada para Alinhamento da Roda
de Nariz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-97
7-27 Ferramenta para Verificação do Curso do Guinhol do
Trem de Nariz .............•...........••.........•. 7-98
7-28 Ferramenta para Verificação da Ligação do Braço La-
teral do Trem de Pouso Principal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-99
7-29 Ferramenta Confeccionada para Verificação da Ajus-
tagem da Convergência do Trem Principal ........... . 7-100
7-30 Limites de Desgaste do Trem de Nariz .....•......... 7-101
7-31 Limites de Desgaste do Trem de Pouso Principal ..... 7-105

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~EMBRAER !ndice de Tabelas
fEf1i!DmNffl~@
nAVAJD
tNDICE DE TABELAS

TABELA pAGINA

lI-I Características e Dimensões Principais . . . . . . . . . . 2-3


lI-lI Torques Recomendados para Porcas . . . . . . . . . . . . . . . . 2-12
lI-lII Valores de Torques Recomendados para Tubos Flan-
geadas ............................................................................. . 2-14
lI-IV Oleos Recomendados para Lubrificação do Motor .. . 2-45
II-V Lubr i f ican tes de Rosca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . . . . . 2-51
lI-VI Lista de Materiais de Consumo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-68
lI-VII Pressões Indicadas de Oxigênio para Temperaturas
Ambientes Dadas . . . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-82
lI-VIII Tabela de Conversões Decimais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-83
lI-IX Tamanho de Brocas - Equivalentes Decimais / milí-
metros .................................................................................. . 2-86
II-X Tabela de Conversão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-88
lI-XI Distância Máxima entre os Suportes dos Tubos de
Fluido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-94

lII-I Inspeções Periódicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-23

IV-I Massas de Balanceamento . . . . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . . . 4-70


IV-Ir Lista de Materiais (Reparo em Termoplástico) .... 4-90

V-I Regulagem da Tensão dos cabos de acordo acom


Temperatura Ambiente . . . . . . . . . · . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-3
V-Ir Deflexões das Superfícies de Comando e Tensões
dos Cabos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . 5-4
V-IIr Pesquisa de Panes (Superfícies de C0mando) ..... . 5-138

VI-I Características Principais da Unidade de Energia


Hidráulica (OZONE) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . . . . 6-9
VI-Ir Características Principais da Unidade de Energia
Hidráulica (WIEBEL TOOL) • . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-10

OUTUBRO 1984
Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
Página xvii
lndice de Tabelas ~EMBRAER
[g[ff[}[%N%M!JJfJB
nAVRJO

lNDICE DE TABELAS (Cont.)

TABELA pAGINA

VI-III Inspeção e Reparo da Bomba Hidrãulica ............ 6-127


VI-IV pesquisa de Panes (Sistema Hidriulico) ..•...•.... 6-133

VII-I Pesquisa de Panes (Sistema do Trem de Pouso) .•.•. 7-91

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Página xviii
seção I
Introdução

SEçAo I

INTRODUçAO

Parágrafo Página

1-1. GERAL ................................................................... lo .................. .. 1-1


1-2. FINALIDADE DO MANUAL ••.••••.•••••••••••••••••••••• 1-1
1-3. DESCRIÇAo ................................................................................ .. 1-1
1-4 FUSELAGEM ................................................................................ .. 1-2
1-5 ASA ............................................................................................ .. 1-2
1-6. EMPENAGEM ••••••••••••••••••.•••••••••.•••••••••••• 1-2
1-7. COMANDOS DE vOO ••••••••••••••••••••••••••••••••••• 1-2
1-8. SISTEM.A HIDRAuLICO .............................................................. .. 1-2
1-9. TREM DE POUSO ........................................................................ .. 1-3
1-10. MOTORES E HE:LICES ••••••••••••••••••••••••••••••••• 1-3
1-11 . SISTEMA DE COMBUSTíVEL •••••.•••••••••••••••••••••• 1-3
1-12. INSTRUMENTOS ••••••••••.••••.•••••••••.•••••••••••• 1-4
1-13. EQUIPAMENTO ELETRONICO •••••••••••••••••••••••••••• 1-4
1-14. SISTEMA DE AQUECIMENTO E VENTILAÇAo ••••••••••••••• 1-4

OUTUBRO 1984
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MS-820C/549
Pá ina: 1-i
PÂGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

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Página l-ii
~EMBRAER Seção I
g!1lf[}[ffNm@I1J)W
Introdução
nAVAJO
SEÇÃO I

INTRODUÇÃO

1-1. GERAL

Este Manual contém instruções de manutenção e serviços para o mode-


lo EMB-820 C "NAVAJO" projetado pela Piper Aircraft Co., Lock-Haven
Pennsylvania, e fabricado pela EMBRAER ~ Empresa Brasileira de Aero-
náutica S/A - são José dos Campos, como avião versátil no campo de
transporte pessoal e executivo.

1-2. FINALIDADE DO MANUAL

As seções II e III abrangem a parte relativa a serviços neste Ma-


nual, enquanto que as seções IV a XIV contêm as instruções de }fanu-
tenção. As instruções de serviços, compreendem o manuseio no solo,
serviços e inspeções. As instruções de manutenção para cada sistema,
compreendem a pesquisa de panes, a remoção e a instalação de compo-
nentes, bem como a manutenção corretiva e ensaios; cada sistema im-
portante é coberto por uma seção em separado. Os serviços descritos
neste Manual, devem ser executados somente por pessoal qualificado.
A descrição do avião apresentada nesta seção, limita-se as informa-
ções de caráter geral. A seção II apresenta as características e as
dimensões principais, enquanto que os sistemas de maiorimportãncia,
são descritos na seção a eles reservada neste Manual. Para uma des-
crição mais detalhada do avião, consulte o Manual de Operação apro-
vado pelo CTA.

1-3. DESCRIÇÃO

O EMB-820 C "NAVAJO" e um avião versátil, bimotor, monoplano de asa


baixa e de construção inteiramente metálica. Os parágrafos seguin-
tes apresentam descrições dos principais sistemas e componentes.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 1-1
seção I ~EMBRAER
fE!JI!lJ[~Nm@@@
Introdução
nAVAJO

1-4. FUSELAGEM

A fuselagem é uma estrutura semimonocoque composta de três unidades


básicas a saber: seção de nariz, seção da cabine e seção do cone de
cauda.

1-5. ASA

A asa. é do tipo de escoamento. laminar, de revestimento trabalhante,


inteiramente metálica e cantilever, consistindo de dois painéis de
asas, fixados juntos, por meio de parafusos, ao centro da fuselagem.
As pontas das asas são removíveis. Os ailerons sao comandados por
cabos e hastes e balanceados estaticamente. Os flapes são operados
eletricamente.

1-6. EMPENAGEM

A empenagem se compoe de estabilizador vertical (deriva) , leme de di-


reção e compensador, estabilizador horizontal, profundoresecompen-
sador. As superfícies de comando são controladas por meio de cabos
e balanceadas estaticamente .

. 1- 7. COMANDOS DE VÔO

Os comandos de vôo são do tipo convencional, compondo-se de dois vo-


lantes de comando para operar os ailerons e os profundores,e pedais
para operar o leme de direção. Os compensadores para cada um dos co-
mandos, são operados por volantes ou botôes localizados no pedestal
de comandos.

1-8. SISTEMA HIDRÁULICO

Dois sistemas hidráulicos separados sao incorporados ao avião.Osis-


tema principal possui uma Unidade de Energia Hidráulica (power Pack) a
qual opera o trem de pouso e os cilindros atuadores das portas internas
do trem de pouso principal. O outro sistema opera os freios do avião.
OUTUBRO 1984
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Página 1-2 Criptografia: Fred Mesquita
-.(EMBRAER Seção I
fE!Jif[}!%N~@WJIJB
Introdução
nAVAJO

1-9. TREM DE POUSO

O trem de pouso e triciclo, operado hidraulicamente, totalmente re-


trátil, possuindo portas que o cobrem totalmente quando recolhidos.
Os trens de pouso possuem amortecedores do tipo óleo-pneumático.

1-10. MOTORES E HÉLICES

O avião está equipado com dois motores Avco-Lycoming, turboalimen-


tados, com 6 cilindros opostos horizontalmente, transmissão direta,
cárter molhado e injeção de combustivel. O motor esquerdo gira para
a direita (sentido horário) , enquanto o motor direito gira para a
esquerda (sentido anti-horário). As hélices são Hartzell, tripás,em-
bandeiráveis e de velocidade constante, controladas por um governa-
dor montado em cada motor.

1-11. SISTEMA DE COMBUSTíVEL

O sistema de combustivel consiste em tanques de combustivel princi-


pais, tanques de combustivel de nacele, bombas de combustivel acio-
nadas pelo motor, bombas auxiliares de combustivel, bombas de com-
bustivel de emergéncia, bombas elétricas de transferéncia(aeronaves
N/S 820073 e seguintes), válvulas de controle, filtro de combustivel ,
indicadores de pressão, fluxo e quantidade de combustivel, drenos de
combustivel e suspiros dos tanques tipo NACA ã prova de gelo.
O combustivel é armazenado em quatro tanques principais, dois em cada
asa, e em dois tanques de nacele, um em cada nacele do motor. Os tanques
principais são consti tuidos de células flexiveis, instaladas duas em ca-
da asa e denominadas de tanque interno e tanque externo.
Os tanques externos tém uma capacidade de 151 litros (40 US Gal.) cada um
e os tanques internos possuem uma capacidade de 21 2 litros (56 US Gal. ) ca-
da um, dando um total de 727 litros (192USGalo),dosquais689 litros
(182 US Gal. ) utilizáveis. Os tanques de nacele têm uma capacidade de
102 litros (27 US Galo) cada um, dando um total de 204 litros (54 US Galo) .

OUTUBRO 1984
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Criptografia: Fred Mesquita
Página 1-3
seção I -(EMBRAER
~rmJ&Hg)@[Q]@
Introdução
nAVAJO

1-12. INSTRU/1ENTOS

As provisões para a instalação de instrumentos, incluem painéis pa-


ra instrumentos do motor e instrumentos de vôo, assim como espaço
para um segundo conjunto opcional de instrumentos para o co-piloto.
O painel é montado sobre amortecedores para minimizar a vibração nos
instrumentos.

1-13. EQUIPAMENTO ELETR6NICO

As provisões para o equipamento eletrônico incluem .várias combina-


ções de instalaçôes de rádio, piloto automático e radar.

1-14. SISTEMA DE AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO

O ar aquecido para a cabine e para o desembaciamento, e obtido por


meio de. um aquecedor JANITROL de 50.000 BTU instalado na seção de na-
riz. O ar fresco para o interior da cabine é obtido de duas fontes;
uma através de uma entrada na seção de nariz e a outra por uma en-
trada localizada no lado externo da parte dianteira inferior da fu-
selagem.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 1-4 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBFlAEFI Seção 11
~fJi![J~.[ff}@(JJ]©
Manuseio e Serviços
nAVAJD

SEÇÃO I I

MANUSEIO E SERVIÇOS

Parágrafo Página

2-1. INTRODUÇÃO .•••.••.....•..•••• : ••••.••.•••••••••. 2-1


2-2. DIMENSÕES ••••.........•.•...•..••........•••..•• 2-1
2-3. PLACA DO NÚMERO DE StRIE .•......••...••••.. ..... 2-1
2-4. DADOS DE PESO E BALANCEAMENTO ............••.•••. 2-1
2-5. LINHAS DE REFERENCIA DAS ESTAÇÕES .........•..•.. 2-9
2-6. PAINtIS DE ACESSO E JANELAS DE INSPEÇÃO ..•...•.. 2-9
2-7. FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE TESTES •.•.••••.... 2-14
2-8. REQUISITOS DE TORQUE .•.••••...........•.••...... 2-14
2-9. CHAVE DE TORQUE (TORQulMETRO) . . . . . . . . .-.-.-...•.... 2-17
2-10. MANUSEIO· NO SOLO . . . . . . . . . . . . . . • • . . . . . . . . . . . • . . . . 2-23
2-11 • Introdução ao Manuseio no Solo .....••• 2-23
2-12. Suspensão por Macacos •.........••..•.• 2-23
2-13. Pesagem ••...............•••.......••.. 2-24
2-14. Nivelamento ..•....•.....•..........•.. 2-24
2-15. Amarração ........••.....•..•••.•...•.. 2-27
2-16. . Estacionamento .•......•••••....•••.... 2-27
2-17. Reboque •••.•••....•.•.•••••....•••.... 2-28
2-18. Táxi •••••.....••......•.•..••...••.•.. 2-29

2-19. TOMADA DA FONTE EXTERNA ....••...•..•.•..••...••• 2-30


2-20. Operação da Tomada da Fonte Externa ... 2-30

2-21 . SERVIÇOS ...•••..•............•.......••...•..•.. 2-30


2-22. Generalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . • . • . . . . 2-30

2-23. SISTEMA DE COMBUSTívEL .......•......•••.••.•...• 2-30


2-24. Serviços no Sistema de Combustivel ••.. 2-33
2-25. Abastecimento dos Tanques de Combustivel 2-33

OUTUBRO 1984

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-i
seção 11 -EEMBRAER
fEffifD~NXJ!JJ]{Q]©
Manuseio e Serviços
nAVAJO

Parágrafo Página

2-26. Drenagem da Umidade do Sistema de Com-


bustível................................ 2-33
2-27. Drenagem do Sistema de Combustível ...... 2-34

2-28. TREM DE POUSO..................................... 2-34


2-29. Serviços no Trem de Pousó............. . . 2- 34

2-30. PERNAS DE FORÇA ..•...............................• 2-34


2-31. Serviços nas Pernas de Força ........... . 2-34
2-32. Adição de Fluído nas pe"rnas de Força ... . 2-35
2-33. Abastecimento das Pernas de Força ...... . 2-36
2-34. Enchimento das Pernas de Força ......... . 2-37

2-35. PNEUS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 - 38
2-36. Serviços nos Pneus .•.......•............ 2-38
2-37. Balanceamento dos Pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-38
2-38. Construção do Balanceador de Pneus ...... 2-39

I 2-38a. Aplicação de Protetivo para Borracha nos


Pneus................................... 2-41

2-39. SISTEMA DE FREIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-42


2-40. Serviços no Sistema de Freios .......... . 2-42
2-41. Abastecimento do Reservatório dos Cilin-
dros de Freio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-42
2-42. Drenagem do Sistema de Freios .......... . 2-43

2-43. SISTEMA HIDRÁULICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-43


2-44. Serviços no Sistema Hidráulico ......... . 2-43
2-45. Abastecimento do Reservatório do Sistema
Hidráulico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-43

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Pãgina 2-ii Criptografia: Fred Mesquita
Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO II – MANUSEIO E SERVIÇOS
NAVAJO ÍNDICE

Parágrafo Página

2-46. HÉLICES 2-44


2-47. Serviços na Hélice 2-44

2-48 SISTEMA ELÉTRICO 2-44


2-49. Serviços no Sistema Elétrico 2-44

2-50. SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO (MOTOR) 2-45


2-51. Serviços no Sistema de Lubrificação 2-45
2-52. Abastecimento de Óleo no Cárter 2-46
2-53. Drenagem de Óleo do Cárter 2-46
2.54. Troca do Filtro de Óleo (Fluxo Total) 2-46
2.55. Recomendações Para Troca de Óleo 2-47
2.56. Filtros de Óleo (Sucção) 2-48

2-57. LUBRIFICAÇÃO (CÉLULA) 2-48


2.58. Procedimentos de Lubrificação 2-48
2.59. Aplicação de Graxa 2-49
2-60.Aplicação de Óleo 2-49
2-61. Lubrificação das Roscas 2-50
2-62. Lubrificação de Gaxetas e Vedações 2-51
2-63. Gráficos de Lubrificação 2-52
2-64. LIMPEZA 2-52
2-65. Limpeza do Compartimento do Motor 2-52
2-66. Limpeza do Trem de Pouso 2-74a
2-67. Limpeza das Superfícies Externas 2-74a
2-68. Limpeza dos Pára-Brisas e Janelas 2-75
2-69. Limpeza do Revestimento do Teto, Painéis
Laterais e Poltronas 2-76
2-70. Limpeza das Superfícies de Madeira 2-76
2-71. Limpeza de Carpetes 2-76
2-72. Limpeza do Toalete 2-77
2-73. Cuidados com o Acabamento do Avião 2-77

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10 Pág. 2-iii

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C
MS-820C/549
Seção II – MANUSEIO E SERVIÇOS NAVAJO
ÍNDICE

Parágrafo Página

2-74. SISTEMA DE OXIGÊNIO 2-78


2-75. Serviços no Sistema de Oxigênio 2-78
2-76. Cuidados Quanto à Segurança do Sistema de Oxigênio 2-78
2-77. Abastecimento do Cilindro de Oxigênio 2-79

2-78. SISTEMA DE AR CONDICIONADO 2-81

2-79. MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE VÁCUO 2-95


2-80. Precauções Quanto a Lavagem do Motor 2-95
2-81. Mangueiras 2-96
2-82. Após a Limpeza do Motor 2-96
2-83. Procedimentos de Inspeção e Manutenção 2-96
2-84. Verificação do Sistema 20-101

Pág. 2-iv Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10


Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção rI
g!Jlf[}&Nff}@[Q}@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

SEÇÃO r I

MANUSEIO E SERVIÇOS

2-1. INTRODUÇÃO

Esta seção contém os procedimentos rotineiros para manuseio e servi-


ços, encontrados com maior frequéncia. Consultas frequentes a esta
seção, auxiliarão os interessados, na obtenção de informações rela-
tivas a localização dos diversos componentes, bem como procedimentos
de manuseio, serviços e lubrificação de rqtina.
Sempre que qualquer sistema ou componente, exigir 0utros serviços
além dos procedimentos de rotina aqui descritos, consulte a seçao
correspondente ao componente ou sistema referido.

2-2. DIMENSOES

As principais dimensões do avião, estão apresentadas na figura 2-1


e estão relacionadas na Tabela 11-1.

2-3. PLACAS DOS NúMEROS DE SERIE

A placa do número de série da aeronave está localizada no lado es-


querdo da fuselagem, embaixo do estabilizador horizontal. Aplaca do
número de série do motor .está localizada no lado direito do cárter
de óleo.

2-4. DADOS DE PESO E BALANCEAMENTO

Os dados de pesos vazio, estático e bruto, assim como o centro de


gravidade do avião, poderão ser encontrados na Ficha de Pesagem de
Aviões referente a cada avião, para os diversos cálculos de peso e
balanceamento.

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-1
seção II ~EMBRAER
fEffifD!XJ-!XJ@@{QJ
Manuseio e Serviços
nAVAJO

LINHA CENTRAL DA LONGARINA


PRINCIPAL
10,55
(34,631

Ol,251
051
ll.G7}

LINHA ESTÁTiCA DO SOLO

0,38
(1,25)

ÁREA DA ASA: 21,27 m 2 (229 pél)


RAIO DE VI RAGEM (DO CENTRO DE ROTAÇAO li
PONTA DA ASA): 15,12 m (49,6 pés)
RAIO DE VIRAGEM REBOCADO (AViÕES DE NO DE
SÉRIE B20116 E SEGUINTES): 12,62 m (41,4 pés)
o

DIMENSÕES EM m (pés)

2.03
16.651
DIEDRO
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1[7- //~~\

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12.39
.
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! 5°

(40,67)

Figura 2-1. Três Vistas do EMB-820C


.
OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-2
~EMBRAER Seção 11
~flIf[}[ffHffJ@!]JJW
Manuseio e Serviços
nAVAJO
TABELA 11-1. CARACTERISTICAS E DIMENSÕES PRINCIPAIS

MODELO EMB-820C

MOTOR

Fabricante Avco Lycoming


Modelo TID-54D-J2BD e L TlO-54D-J2BD
Potência Nominal, RPM, Altitude 350 HP, a 2575 RPM, 4000 m (13000 pés)
Desempenho de Cruzeiro (75% Nominal) 260 HP, a 2400 RPM, 6100 m (20000 pés)
Cruzeiro Econômico (60% Nominal) 210 HP, a 2200 RPM
Consumo de Combustível Veja o Manual de Operação
Oleo, Número SAE Veja os Gráficos de Lubrificação
Capacidade do Carter de Oleo 11,4 litros (12qts)
Turboalimentador, Air Research TH08A6Q
Combustível, Octanagem Mínima 100 - Verde ou 100 LL - Azul
Injetores de Combustível, Bendix RSA-10ED1

Magnetos Bendix,
MotocEsque.rdo D6LN-2230
Motor Direito D6RN-2230
Calagem dos Magnetos 20" APMS

Abertura dos Platinados dos Magnetos


Principal
Esquerdo 0,406 ± 0,051 mm (0,016 ± 0,002 pol.)
Direito 0,406 ± 0,102 mm (0,016 ± 0,004 pol.)
Retardo 0,406 ± 0,102 mm (0,016 ± 0,004 pol.)
Ângulo de Retardo 11°

Velas de Ignição (blindadas)


AC HSR -87L1
Champion RHB-36W
Folga dos Eletrodos das Velas Consulte a última edição do Lycoming Ser-
vice Instruction 1042
Ordem de Fogo 1-4-5-2-3-6

Motor de Partida, Prestolite


24 Volts MHB-4001
Alternador, Presto li te, 24 volts, 70Amp ALU 8403 ou ALU 8421
Regulador de Voltagem, Lamar B-00286-1
Relé de Sobrevoltagem, Lamar B-00266-1
Bomba de Combust ível, Lear Siegler RG 908D-J4A ou J7 A

OUTUBRO 1984

MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
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seção II -«EMBRAER
.fErrrtD@NEl~fQ}@
Manuseio e Serviços nAVAJO

TABELA 11-1. CARACTERISTlCAS E DIMENSÕES PRINCIPAIS (Cont.)


CURSO DAS SUPERFrCIES DE COMANDO: Consulte a Seção V, Tabela V-I
TENSÕES DOS CABOS: Consulte a Seção V, Tabela V-I

HÉLICES

Número de Hélices 2
Fabricante das Hélices Hartzell
Modelos das Pás:
1. Esquerda FC8468-6R
2. Direita FJC8468-6R
Número de Pás 3
Modelos dos Cubos:
(Aeronaves N/S 820001 a 820063 e 820068 a 820072)
1. Esquerdo HC-E3YR-2A; HC-E3YR-2AF
HC-E3YR-2AT; HC-E3YR-2ATF
2. Direito HC-E3Y R-2AL;HC-E3Y R-2ALF
HC-E3Y R2AL T;HC-E3Y R-2AL TF

(Aeronaves N/S 820064 a 820067 e 820073 e seguintes)


1. Esquerdo HC-E3Y R-2A TF
2. Direito HC-E3Y R-2ALTF

Diâmetro das Hélices


1. Máximo 2,03 m (80 pol)
2. Mínimo 1,98 m (78 pol)
Tipo das Hélices Rotação Constante, Acionadas Hidraulica-
mente e Embandeiráveis.

CAPACIDADE DOS TANQUES DE COMBUSTlVEL

Combustível Total 931 litros (246 US Gal)


Combustível Utilizável 893 litros (236 US Gal)
Octanagem (Gasolina Tipo Aviação ASTM-D-910-79)
1. fndice Mínimo 100 - Verde ou 100 LL - Azul
2. Combust íveis Altemativos Consulte a I nstrução de Serviço da
Lycoming N.o 1070, Atualizada.

OUTUBRO 1984
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~EMBRAER seção 11
[EfmJ[ENm!J!dW@
Manuseio e Serviços
nAVAJO
TABELA 11-1. CARACTERfsTICAS E DIMENSÕES PRINCIPAIS (Cont-!

TREM DE POUSO

Tipo Retrátil por Ação Hidráulica


Tipo do Amortecedor Óleo-Pneumático
Fluido Requerido (Amortecedores e Freio) MI L-H-5606
Extensão do Amortecedor (Carga Estática) 8,3 cm (3,25 pol)
Curso da Roda de Nariz 20" ± 1° Direita
20° ± 1° Esquerda
Convergência das Rodas Principais 0,5 0
Raio da Curva Mínimo (Roda de Nariz) 7,70 m (25 pés, 3 pol)
Raio da Curva Mínimo (Ponta da Asa) 13,42 m (44 pés)
Roda de Nariz Cleveland 40-76 B ou 40-140
Roda Principal Cleveland 40-102, 40-130 ou 40-141
Tipo de Freio Cleveland 30-68A, 30-68B- 30-95
Pneu de Nariz 6,00 x 6"
Pneu Principal 6,50 x 10"
Pressão do Pneu de Nariz 42 PSI
Pressão do Pneu Principal 66 PSI

OUTUBRO 1984

MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-5
seção 11 ~EMBRAER
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Manuseio e serv.~ços
nAVAJO

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Figura 2-2. Linhas de Referência das Estações (Folha 1 de 3)

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 2-6 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção 11
fE[fffiJ[ffHffJ@[Q]f18
Manuseio e'Serviços
ÇlAVAJO

145.50

lO!<G ..... 'N .. PRlNCIP",l DA.os ..

Figura 2-2. Linhas de Referência das Estações (Folha 2 de 3)


OUTUBRO 1984

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Criptografia: Fred Mesquita página 2-7
seçao 11 ~EMBRAER
fErmJ@o@@}{Qj@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

Figura 2-2. Linhas de Referência das Estações (Folha 3 de 3)

OUTUBRO 19-84
MS-820C/549
Página 2-8 Criptografia: Fred Mesquita
-<E:EMBRAER Seção 11
gfJi!VW·W@IJJ)1J3
Manuseio e Serviços
nRVRJO

2-5. LINHAS DE REFERENCIA DAS ESTAÇÕES

A fim de facilitar a localização dos diversos componentes do avião,


que exigem manutenção e serviços, foi empregado neste Manual, com
freqüência, um mêtodo que utiliza designações das estações da fuse-
lagem (STA) , da asa (WS) , de seções longitudinais-verticais (BL) e
seções longitudinais-horizontais (WL) (Ver a figura 2-2). As esta-
ções da fuselagem, das seçoes longitudinais-verticais e das seções
longi tudinais-horizontais, são referências, medidas em polegadas ,
nas direções vertical ou horizontal, a partir de uma linha de refe-
rência dada, as quais indicam a localização de membros estruturais
do avião. A estação O da fuselagem está localizada a 18 pol. depois
do nariz. A estação O (BL) da asa, estabilizador horizontal e pro-
,[fundor ê a linha de centro da aeronave; a estação O (WL) do esta-
bilizador vertical e leme está localizada a 15,82 pol. acima do p i s o )
da cabine, com a aeronave nivelada. A linha de referência está 10-
I
calizada na longarina principal, estação da fuselagem 137. (STA). I

2-6. PAIN~IS DE ACESSO E JANELAS DE INSPEÇÃO

Os painêis de acesso e janelas de inspeção do avião, sao apresenta-


dos na figura 2-4. Na ilustração acha-se identificado o componente
a ser revisado ou inspecionado atravês de cada abertura. Todas as
janelas ou painéis de acesso, são fixados por elementos de fixação
ou parafusos metálicos. Para remover os painéis do piso, remova os
assentos necessários, o carpete, e então aparecerão os parafusos de
fixação. Remova com cuidado, o painel a fim de não danificá-lo. Para
ter acesso à seção traseira da fuselagem, remova o painel estofado
do compartimento de bagagem traseiro, retirando os parafusos de fixa-
çao.

Antes de entrar na seção traseira da fusela-


gem, certifique-se de que o avião está apoia-
do no suporte de cauda.

OUTUBRO 1984
Rev.1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
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Seção 11 . ~EMEU:=lAER
[E!Jtf[J[ff]-[ff]@IJJ)[Q]
Manuseio e Serviços
nAVAJO
TABELA 11-11. TORQUES RECOMENDADOS PARA PORCAS

TORQUES: A importância da aplicaçâo correta do torque nunca chegarâ


a ser enfatizada em demasia. O aperto insuficiente pode acarretar o
desgaste desnecessârio das porcas e dos parafusos, assim como, das pe-
ças que estiverem fixando. Sempre que pressões insuficientes forem
aplicadas, cargas desiguais serâo transmitidas através do conjunto,
o que poderá provocar desgaste excessivo ou· falha prematura em de-
corrência de fadiga. O aperto excessivo pode ser igualmente danoso,
pois pode provocar a falha de um parafuso ou porca por terem sido
submetidas a esforço excessivo nas áreas filetadas. Háalgunsproce-
dimentos muito simples, porém de extrema importância que devem ser
obedecidos para ficar garantida uma aplicação correta do torque.

1. Calibre a chave de torque periodicamente para garantir precisão,


repetindo a verificação constantemente.

2. A menos que haja recomendação contrária, aperte todas as porcas


ou parafusos com o torque recomendado na tabela. Se a porca (ou
parafuso) estiver relacionada na tabela, mas não o seu par (para-
fuso ou porca), aplique o torque mínimo para a porca (ou parafu-
so) instalada.
NOTA

Se a operação normal exige movimento entre


quaisquer elementos unidos, aperte a porca
(ou o parafuso) sem observar o torque da ta-
bela, a fim de assegurar a operação correta
da junção.

3. Certifique-se de que as roscas do parafuso e da porca estão lim-


pas e secas, a menos que especificado em contrário pelo fabrican-
te. Se for necessário lubrificação das roscas e não houver torque
especificado, reduza o torque recomendado (acrescidodotorque de
resistência ao atrito) em 50%

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-10
-«EMBRAER Seção II
~[JiJi)mN~@(JJJ@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

4. Para outros tamanhos de parafusos determine o torque de resistên-


cia ao atrito apertando a porca até próximo do ponto de contato.
Conecte um torquímetro à porca e determine o torque necessário
para girar a porca sobre o parafuso (antes da porca fazer contato
com a superfície de apoio). Adicione esse torque de resisténcia I
ao atrito com o torque especificado para se obter o torque final.

NOTA

Quando o parafuso for fixo e o torque na por-


ca, use o torque mínimo.
Quando a porca for fixa, e o torque' no parafu-
so, use o torque máximo.

5. Quando instalar a porca castelo inicie o alinhamento com o orifí-


cio do contrapino no torque mínimo recomendado mais o torque de
atrito; não exceda o torque máximo. Se o orifício no corpo do pa-
rafuso e o castelo da porca não se alinharem, substitua a arrue-
la e tente novamente. Não exceda o torque máximo recomendado, mais
o torque de resistência corno determinado acima. Quando usar por-
cas castelo em juntas móveis não aperte corno descrito acima. A-
perte a porca apenas para remover a folga na junção e então ins-
tale o contrapino.

6. Após o aperto final, pinte com vermelho e nao deixe sofrer rea-
pertos.

NOTA

Parafusos e porcas de calibre 8 a 7/16 incluem


o valor de torque de resistência ao atrito.

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-11
seção 11 ~EMBRAER
.fE[ffJ[]@·@j@jIQ]@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

TABELA 11-11. TORQUES RECOMENDADOS PARA PORCAS

muE DE RJSCAS GROSSAS

PARAFUSOS DE AÇO TIPO


TRAÇÃO
AN3aAN20
AN 42 a AN 49
AN73aAN81
l>N 173 a l>N 186
MS 20033 a MS 20046
MS 20073
~\S 20074
l>N 509 NK9 .

MS 24694
l>N 525 NK525
MS 27039

PORCAS DE AÇD
TipJ Tração TiFC Cisal..)-:a.":'e'1to

AN 310 AN 320
AN 315 AN364
AN 363 NAS 1022
AN 365 MS 17826
NAS 1021 MS 20364
MS 17825
MS 21045
MS 20365
MS 20500
NAS 679

Tamanho de Limites de Limites de


p.Jrca- torque torque
parafuso lb.[X>l 1b.[X>1

Mín. Máx Mín Máx.

8 -32 12 15 7 9
10 -24 20 25 12 15
1/4-20 40 50 25 30
5/16-18 80 90 48 55
3/8-16 160 185 95 110
7/16-14 235 255 140 155
1/2-13 400 480 240 290
9/16-12 500 700 300 420
5/6-11 700 900 420 540
3/4-10 1,150 1,600 700 950
7/8- 9 . 2.200 3.000 1,300 1,800
1 -8 3,700 5.000 2.200 3.000
1·118-8 5.500 6,500 3,300 4,000
1·1/4-8 6,500 8,000 4,000 5,000

OUTUBRO 19134
MS-820C/549
Página 2-12 Criptografia: Fred Mesquita
-<4EEMBRAER Seção 11
. fErmJ!ffHffJ@1(Q}1lB
Manuseio e Serviços
nAVAJO

TABELA 11-11. TORQUES RECOMENDADOS PARA PORCAS (Cont. )

SOOE DE roscAS FINAS


- ---
PARAFUSOS DE AÇO TIPO PARAFUSOS DE AÇO TIPO
PARAFUSOS DE AlllMlNIo
TRAÇÃO TRAÇÃO ...
AN 3aAN20 115 20004 a 115· 20024 AN 3ID a AN 20ID
AN 42 a AN 49 NI\S 144 a NI\S 158 AN 17 300 a AN 186ID
AN 73aAN81 NI\S 333 a NI\S 340 AN50900
AN 173 a AN 186 NI\S 583 a NI\S 590 AN 5250
MS 20033 a MS 20046 NI\S 624 a NI\S 644 MS 270390
MS 20073 NI\S 1303 a NI\S 1320 115 2469400
MS 20074 NI\S 172
AN 509 NK9 NI\S 174
MS 24694 NI\S 517 TifO
Cisalhatrento
AN 525 NK525
MS 27039 NAS 464

PORCAS DE Aço PORCAS DE AÇO PORCAS DE AIUl!NIo


Tip:l Traçào TiFO Cisalharrento Tiro Tr,Jção Tip::l Cisalhamento Tip:> Tracão TifO Cisalharrento

AN 310 AN 320 AN 310 AN 320 AN 3650 AN3200


AN 315 AN 364 AN 315 AN 364 AN 3100 AN 3640
AN 363 NAS 1022 AN 363 NAS 1022 NAS 10210 NAS 10220
AN 365 MS 17826 AN 365 MS 17826
NAS 1021 MS 20364 MS 17825 MS 20364
MS 17825 MS 20365
MS 21045 MS 21045
MS 20365 NAS 1021
MS 20500 NAS 679
NAS 679 NAS 1291

Tamanho de Limites de Limites de Limites de Limites de Limites de Limites de


pJrca- torque torque torque torque torque torque
pêlrafuso lb.p:>l 1b.p:>1 lb.·p:>1 lb.p:>l 1b.po1 lbcp:>1

Mín. Máx Mín. Máx. Mín. Máx_ Mín. Máx. Mín. Máx M~n. Máx.

NOTA: Parafusos e porcas de calibre 10 a 7/16 incluem Torque de Resistência


8 -36 12 15 7 9 5 10 3 6
lO -32 20 25 12 15 25 30 15 20 10 15 5 lO
1/4-28 50 70 30 40 :lO 100 50 60 30 45 15 30
5/16-24 100 140 60 85 120 145 70 90 40 65 25 40
3/8-24 160 190 95 110 200 250 120 150 75 110 45 70
7/16-20 450 500 270 300 510 630 300 400 180 280 110 170
1/:;"-20 480._ 690 290 410 710 950 450 550 280 410 160 260
9/16-18 800 1,000 480 600 1.1/)(1 1,300 650 800 380 580 230 360
5/8-- 1 8 1,100 1.300 660 780 1,250 1,550 750 950 550 670 270 420
3/4-16 2,300 2,500 1.300 1,500 2.650 3,200 1,600 1,900 950 1,250 560 880
7/8-14 2,500 3,000 1,500 1,800 3.550 4,350 2,100 2,690 1,250 ',900 750 1,200
1 ·14 3,700 4,500 2,200 3.300 4,5UO 5.500 2.700 3.300 1.600 2.400 950 1.500
'·1f8-12 5,000 7,000 3,000 4,200 6.000 7.300 3,600 4,400 2,100 3.200 1.250 2,000
1·1/4-12 9.000 11.000 5,400 6,600 11.000 13.400 6,600 8,000 3.900 5.600 2.300 3,650

OUTUBRO 1984

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Criptografia: Fred Mesquita
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seção II :~EMÉlRAER
. . &!fífi)[ffNJf}@@{QJ .
Manuseio e Serviços
nAVAJO

TABELA II-III. VALORES DE TORQUES RECOMENDADOS PARA TUBOS FLANGEADOS

TORQUES - lb.pol.

DIÂMETRO LIGA DE ALUMíNIO TUBO DE AÇO TERMINAL DE MANGUEI-


INTERNO TUBO FLANGEADO, FLANGEADO E RA OU CONJUNTO DE
EM POL. 10061 OU 10078 10061 MANGUEIRA

MíNIMO MÂXIMO MíNIMO MÂXIMO MíNIMO MÂXIMO

1/8 - - - - - - - - - - -- -. - - - - -
3/16 - - - - - - 90 100 70 100
1/4 40 65 135 150 70 120
5/16 60 80 180 200 85 180
3/8 75 125 270 300 100 250
1/2 150 250 450 500 210 420
5/8 200 350 650 700 300 480
3/4 300 500 900 1000 500 850
1 500 700 1200 1400 700 1150
1-1/4 600 900 - - - - - - - - - - - -
1-1/2 600 900 - - - - - - - - - - - -
1-3/4 - - - - - - - - - - - - - - - - - -
2 - - - - - - - - - - - - - - - - - -

2-7. FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE TESTES

Graças à simplicidade e fácil acesso aos componentes, poucas ferra-


. mentas especiais, além das ferramentas normais de oficina, seTão ·ne-
cessárias. As ferramentas necessárias poderão ser fabricadasmedian-
te as dimensões dadas no final da seção pertinente a um componente
específico ou estarão relacionadas no final do Catálogo de Peças do
EMB-820 C "NAVAJO" .

2-8. REQUISITOS DE TORQUE

Os valores dos torques dados na Tabela lI-lI, sao baseados em fios


de rosca cadmiados e livres de óleo; são recomendados para todos os
procedimentos de instalação na célula, quando o torque é requerido,
a menos que haja recomendações contrárias em outras seções, onde ou-
tros valores sejam requeridos. Os valores de torques dos motores são
encontrados na última revisão do Lycoming Service Bulletin n9 268 e

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-14
~EMBRAER Seção 11
g{fifi]@·@@Wl©
Manuseio e Serviços
nAVAJO

os valores de torques da hélice sao encontrados na Seção VIII deste


Manual.
A Tabela 11-111 apresenta a listagem dos valores de torques para tubos
flangeados.

NOTA

Quando conexoes flangeadas estão sendo insta-


ladas, certifique-sé de que as roscas externas
estão lubrificadas apropriadamente. Aplique o
torque de acordo com a Tabela 11-111 •

Não aplique torque exc·essivo nas conexoes.

a. A menos que diversamente especificado, o torque a ser aplicado é


o especificado na Tabela de apertos para porcas. Se o aperto da
porca (ou parafuso) conjugados não for encontrado use o aperto
mínimo para porcas (ou parafusos).

NOTA

Se a operação normal requerer movimento entre


os componentes, aperte a porca (ou parafuso)
somente o necessário, para permitir a operação
do conjunto.

b. Certifique-se de que os parafusos estejam limpos e secos amenos


que outro'1t\odo seja especificado. Se a rosca tiver que ser lubri-
ficada e o torque não é especificado, reduza o torque recomendado
para 50% (incluindo o torque de resistência ao atrito).

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-15
Seção I I ~EMBRAER
fErm;rm·w@@{]g
Manuseio e Serviços
nAVAJO

c. Para roscas tamanho 10 a 7/16, adicione o torque de resistência


ao atrito para todas as fixações autofrenadas, como especificado
na Tabela de torque de resistência ao atrito. Para fixações nao
autofrenadas, o torque de resistência ao atrito deverá ser O.

d. Para os parafusos de outros tamanhos, determine o torque de re-


sistência ao atrito, girando a porca no parafuso, usando uma cha-
ve para torque. O valor do torque obtido no indicador da chave,
será o torque de resistência ao atrito (a porca deverá girar li-
vremente, sem fazer contato com a superfície da peça). Adicione
este torque de resistência ao atrito ao torque obtido na Tabela,
para se obter o torque final.
NOTA

Quando o parafuso for fixo e o torque for na


porca use o torque mínimo. Quando a porca for
fixa e o torque for no parafuso use o torque
máximo.

e. Quando instalar porca castelo inicie o alinhamento com o orifí-


cio do contrapino no torque mínimo recomendado (mais o torque de
resistência ao atrito), náo exceda o torque máximo (mais o tor-
que ao atrito). Se o orifício no corpo do parafuso e o castelo da
porca não se alinharem, substitua a arruela e tente novamente.
Quando usar porca castelo em juntas móveis, não procedacomodes-
crito acima; aperte a porca o suficiente para eliminar as folgas e
instale então o contrapino.

f. A menos que especificado em contrário, aplique o torque em todas


as peças dos motores Lycoming, conforme a última revisão da pu-
blicação específica.

g. Após o torque final ser aplicado, deverá ser feita uma marca com
tinta vermelha no elemento de fixação, o qual não deverá ser mais
apertado ou alterado.

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fE!!lfTJ{lINffl@[Q)W]
Manuseio e Serviços
nRVRJO

2-9. CHAVE DE TORQUE (TORQUíMETRO)

o torquímetro deve ser verificado diariamente, calibrado com aj.uda


de pesos e seus braços de alavanca medidos para assegurar a sua per-
feição. Comparar um torquímetro com outro não é medida recomendável
nem suficiente. Algumas chaves são tão sensíveis quedesregulamsim-
plesmente pela maneira como são usadas durante a utilização. Toda
instrução fornecida pelo fabricante terá que ser seguida à risca.
Quando for necessário usar uma extensáo ou um adaptador em conjunto
com o torquímetro, uma simples equaçáo matemática deve ser usada pa-
ra se obter a leitura correta. Abaixo está a fórmula a ser usada
tendo como referência a Figura 2-3.

T = Torque desejado
A = Comprimento básico medido do centro do encaixe ao centro do
punho, estampado na chave ou especificado para o modelo da
chave.
B = Comprimento da extensáo adaptada medida do centro do parafu-
so ao centro do encaixe.
C = Leitura necessária na escala para se obter o torque necessa-
rio (T).
A x T
Fórmula: C =
A + B

EXEMPLO

Qual a leitura (C) no indicador de um torquí-


metro, cujo comprimento básico (A) é de 1 pé ,
para se aplicar um torque (T) de 30 lb. pé em
um parafuso, usando-se um adaptador de 3 pol.
(0,,25 pé) de comprimento?

Solução: Aplicando-se a fórmula, teremos:


1 x 30 30
C = ou C = = 24 lb. pé
1 + 0,25 1 ,25

OUTUBRO 1984

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seção 11 ~EMBRAER
[€[fff[]fffHX}@[Q}@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

Observação: A medida de 3 pol., é somada ao comprimento básico (A)


do torquímetro. Geralmente, deve-se evitar qualquer
montagem complexa, ou adaptadores e extensões de junção
flexível.

Fõrmula: c =
A x T
A + B

c
_---l- -{::l\
, "
_-~--< l'

~~~-B----~4-__-----------A-------------4~

Figura 2-3. Fõrmula para Uso do Torquímetro

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Página 2-18 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBFlAEFI Seção 11
gfJ7f[J{g].®@@@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

" "

1. Dreno e Suspiros da Bateria 117 . Cabos de Comando - Roldanase


2. Tubulações de Fixação do Pi tot Esticadores - Tubulações -
3. Comando de Ar da Cabine rios e Cabos de Comando do
4. Tubulações de Entrada de Ar Motor
do Aquecedor 18. Bomba Hidráulica Manual
5. Guinhol de Comando Direcional 19. Cabos de Comando e Roldanas
do Nariz 20. Sistema de Alarme do Compen-
6. Tubulações Hidráulicas sador (se instalado)
7. Roldanas e Cabos de Comando 21. Unidades do Piloto Automáti-
do Compensador - Tubulações co: Servos de Comando do Ai-
e Válvula Seletora de Com- leron - do Profundor e do
bustivel Compensador do Profundor -
8. Cabos dos Compensadores e Rol- Divisor de Tensão e Amplifi-
danas - Controles do Motor - cador dos Giroscópicos - Ca-
Tubulações - Fios e Gabos de bos de Comando e Motor do Fla-
Comando do Motor pe
9. Servo do Aileron(se instalado) 22. Servo de Comando do Profun-
10. Roldanas e Cabos do Compensador dor (se instalado)
11. Motor do Flape - Cabo de Balan- 23. Mecanismo da Janela de Exaus-
ceamento do Aileron tão da Cabine
12. Cabos dos Compensadores e Co- 24. Roldanas e Cabos de Comando
mando dos Compensadores. Fixações
13. Placa de Cobertura do Bagageiro das Poltronas
14. Fixações do Receptáculo de Fon- 25. Sensor de Compensação de Ar-
te Externa fagem (se instalado)
15. Cancelado 26. Ventilador para a Ventila-
16. Cabos de Comando - Roldanas e ção no Solo
Esticadores

Figura 2-4. Janelas e Painéis de Acesso (Folha 1 de 4)

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seção 11 ~EMBRAER
[ErmJW·W@(Q)@
Manuseio e Serviços
nAVAJD
g-IO

" J 1

" 15

11

18 15

19

r--- -,

1 - Detector de fluxo magnético '15 - Ponta da asa


2 - Bocal de abastecimento de combus- 16 - Reservatório de freon
tível 17 - Trocador de calor
3 - Unidade sensora de combustível 18 - Roldanas dos cabos do aileron
4 - Célula do tanque de combustível 19 - Guinhol do aileron
5 TOmada de pressão para o sistema do 20 - Válvula Unidirecional (combustível)
filtro de ar 21 - Esticador do cabo do aileron
6 - Motor 22 - Cabos do compensador do aileron e
7 - Filtro de ar no interior da nacele protetores-transmissão de comando
8 - Bocal de abastecimento de óleo do do flape
trotor 23 - Fixação do trem de pousá principal
9 - Hélice 24 - ArrDrtecedor do trem principal
10 - Proteção da hélice 25 - Porta do alojamento do trem princi-
11 - Linhas, cabos e fiação pal
12 - Saída de ar da nacele 26 - Drenos de combustível
13 - Janela regulável para o flape de 27 - Braço lateral do trem principal
refrigeração 28 - Atuador do compensador do aileron
14 - Saída de ar direito
29 - Braço atuador do compensador
Figura 2-4. Janelas e Painéis de Acesso (Folha 2 de 4)

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Página 2-20 Criptografia: Fred Mesquita
Seção 11

Manuseio e,Serviços
,

CJODOOD

1 - Ponta do leme de direção 8 - Tubo de torque do leme de di-


2 - Ponta do estabilizador verti- reçao
cal 9 - Comando auxiliar do profundor
3 - Atuador do compensador do le- 10 Guinhol do profundor
me de direção 11 - Bateria - Unidade de Energia
4 - Entrada de ar - ELT Hidráulica (power pack)
5 - Tubo de torque dos pedais do 12 - Reguladores de Voltagem - Fu-
leme de direção síveis - Equipamentos eletrô-
6 - Aquecedor janitrol - Regulador nicos
de pressão - Unidade de Ener- 13 - Tomada para a bateria exter-
gia Hidráulica (power packl na
7 - Braço de c.ontrole do profundor 14 - Trem de pouso de nariz

Figura 2-4. Janelas e Painéis de l'.cesso (Folha 3 de 4 l

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seção TI -(EMBRAER
fE!1liTJrffHffJ@W@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

" "

15 - Linhas hidráulicas e fiação 21 - Fixação da longarina princi-


elétrica paI
16 - Conexões elétricas 22 - Fixação da falsa longarina
17 - Fiação elétrica traseira
1'8 - Bomba de combustível - Filtro 23 - Saída de ar da cabine
de combustível - Válvula se- 24 - Acesso para a união da lon-
letora - Válvula de alimen- garina
tação cruzada - Válvula de 25 - Reservatório de óleo do freio
corte de emergéncia 26 - Acesso aos servos
19 - Copo do filtro de combustível 27 - Acesso aos guinhóis, polias
20 - União da falsa longarina dian- e cabos
teira das semi-asas 28 - Disjuntores

Figura 2-4. Janelas e Painéis de Acesso (Folha 4 de 4)

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Página 2-22 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção 11
fEfffl}[ffi·[ffi@@(Jj]
Manuseio e Serviços
nAVAJO

NOTA

Em aviões equipados com sistema de bússola


remota, a j anela de acesso (1) deve ter para-
fusos de latão. Parafusos de aço causam lei-
turas erradas da bússola.

2-10. MANUSEIO NO SOLO

2-11. INTRODUÇÃO AO MANUSEIO NO SOLO

O texto referente ao manuseio no solo, contém todas informações


essênciais que regem o manuseio do avião. Inclui a suspensão sobre
macacos, pesagem, nivelamento, amarração, estacionamento, reboque e
táxi. O manuseio do avião na forma descrita nos parágrafos subsequen-
tes, evitará que o mesmo, assim como os seus equipamentos, sofram
danos.

2-12. SUSPENSÃO POR MACACOS

O avião é provido de pontos de suspensao em cada longarina princi-


pal, na região externa às naceles dos motores. Existe ainda um pon-
to de suspensão usando-se o patim de cauda (Veja Figura 2-5). Para
suspender o avião com macacos, proceda como abaixo:

a. Coloque os macacos sob os pontos de suspensao na longarina dian-


teira da asa.

b. Fixe o suporte no patim de cauda. Sobre o suporte, coloque cerca


de 227 kg de lastro para manter a cauda embaixo.

Certifique-se de colocar lastro suficiente,


caso contrário o avião penderá para a frente,
caindo sobre a seção do nariz.

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Criptografia: Fred Mesquita Página 2-23
seção 11 ~EMBRAER
fE[Jff[]&J-@@}[Q}{Q]
Manuseio e Serviços
nAVAJO

c. Levante o avião com os macacos, até que as três rodas estejam


suspensas.

2-13. PESAGEM

A pesagem do avião pode ser realizada conforme os procedimentos


abaixo (veja a figura 2-6):

a. Coloque uma balança e uma rampa na frente de cada uma das três
rodas.

b. Calçeas rodas das balanças para que estas nao se desloquem e re-
boque o avião para cima das balanças (Ver Reboque, parágrafo
2-1 7) .

c. Remova a rampa para que nao interfira com as balanças.

d. Se a pesagem do avião._.objetivar -cálculos de peso e balanceamento,


nivele o avião de acordo com as instruções dadas no parágrafo
2-14.

2-14. NIVELAMENTO

O avião possui meios para os nivelamentos longitudinal e lateral.


Pode ser nivelado enquanto estiver sobre macacos, quando as rodas
estiverem sobre as balanças, durante o procedimento de pesagem, ou
com as rodas no solo. Para fins de pesagem ou de verificações de di-
mensoes, o avião pode ser nivelado de acordo cornos seguintes proce-
dimentos:

a. Para nivelar o avião longitudinalmente, retire parcialmente os


dois parafusos de nivelamento localizados no lado direito da fu~

selagem, na seção do nariz nas estações 57.00 e 35.00 (VejaaFi-


gura 2-7). Coloque um nível de bolha sobre as cabeças desses pa-
rafusos e esvazie o pneu da roda do nariz ou ajuste os macacos
até que a bolha do nível fique centrada.

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Página 2-24 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER seção 11
&[JIJ[)fEN~]@[JJJ(Q]
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nAVAJO

NOTA

Assegure que haja lastro suficiente no suporte


de cauda para contrabalancear o peso da aero-
na-ve ~

Figura 2-5. Disposição dos Macacos

NOTA

Calçe as rodas para assegurar que o avião nao


se desloque das balanças.

Figura 2-6. Pesagem

OUTUBRO 1984

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seção 11 ~EMBRAER
fE!1I1iJ@]-&J!fd{fJ)@
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nAVAJO

b. Para nivelar o avião lateralmente, coloque um nível de bolha trans-


versalmente nos dois trilhos das poltronas centrais da cabine.
(Veja a Figura 2-7) e esvazie o pneu do lado alto do avião ou
ajuste os macacos até que a bolha do nível fique centrada.

TRILHOS DAS
POLTRONAS

f),.
1'-'1'---\~.===~71)~--~~~1
LATERAL

Figura 2-7. Nivelamento Longitudinal e Lateral

OUTUBRO 1984
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Página 2-26 Criptografia: Fred Mesquita
-«EMBRAER Seção 11
[f}f!i![j@o@@(Q]@
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nAVAJO

2-15. AMARRAÇÃO

O avião é amarrado para garantir a sua imobilização no solo, prote-


ção e segurança sob as diversas condições atmosféricas. Os procedi-
mentos abaixo dão as instruções para amarração adequada do avião:

a. Estacione o avião contra o vento, se possível, e feche os flapes


de refrigeração do motor.

b. Coloque calços nas rodas.

c. Coloque a trava dos comandos internos e/ou a trava das superfí-


cies de comando.

d. Prenda os cordões de amarraçao nas argolas das asaseno patim de


cauda, em ãngulos de aproximadamente 45 graus em relação ao solo.
Se utilizar cordas de material não sintético, deixe-as suficien-
temente frouxas para evitar que o avião sofra danos, caso as cor-
das se contraiam devido à umidade.

I: ADV~~~~NCI~:]
Não use nós corrediços.

NOTA

Como precauçao adicional contra ventos fortes,


use cordas de amarração nos garfos dos trens
de pouso e trave o leme de direção.

e. Instale a capa do tubo de pitot (se disponível).

2-16. ESTACIONAMENTO

Quando estacionar o avião, certifique-se de que ele esteja suficien-


temente protegido contra condições atmosféricas adversas e de que
não apresenta perigo para outras aeronaves. Quando estacionar o
avião por qualquer período de tempo ou durante a noi te, recomenda-se
OUTUBRO 1984

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-27
seção 11 -«EMBRAER
fErmJ&J·I%J@]@@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

que este seja amarrado de acordo com o Parágrafo 2-15.

a. Estacione o avião contra o vento, se possivel.

b. Aplique o freio de estacionamento pressionando a parte superior


dos pedais do leme, ao mesmo tempo, puxando o punho do freio.
Para soltar o freio de estacionamento, pressione os pedais e em-
purre o punho do freio de estacionamento.

Recomenda-se cuidado se os freios forem apli-


cados para estacionamento quando estiverem su-
peraquecidos ou em tempo frio ,quando a umidade
acumulada poderá congelar.

c. Instale a trava dos comandos internos.

2-17. REBOQUE

O avião pode ser movido, usando-se o garfo de reboque da roda de na-


riz, que fica alojado na parede traseira do bagageiro do nariz, ou
equipamento motorizado, que nao danifique ou submeta o conjunto di-
.recional do trem de nariz a esforço excessivo. Para rebocar o avião
sobre uma superficie pavimentada e nivelada, serão necessários apro-
ximadamente 45 kg de empuxo para iniciar a rolagem, e aproximadamen-
te 27 kg para mantê-la.

Ao rebocar o avião, não vire a roda de nariz


em ambas as direções além de seu arco de 20 0
a partir do' centro, o que acarretará danos.
ao trem de nariz ou ao mecanismo direcional.
Um letreiro está instalado na perna do trem
de nariz para indicar os limites de viragem
(consulte a Figura 2-8).

OUTUBRO 1984
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Pãqina 2-28 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção 11
~ffiiT}[ffNff}@(JJJ@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

Não reboque o avião com as travas dos comandos


instaladas.

Caso sejam necessários cabos de reboque, as cordas devem ser presas


em ambas as pernas do trem principal, abaixo das fixações dos tiran-
tes laterais. Certifique-se de que as portas dos flapes de refrige-
ração estejam fechadas. Os cabos devem ter comprimento suficiente
para que fiquem a uma distãncia mínima de 5,Om do nariz e/ou da
cauda, devendo uma pessoa qualificada ocupar a poltrona do piloto
para manter o controle por meio dos freios.

2-18. TÁXI

Antes de tentar taxiar o avião, o pessoal de terra deve ser instruí-


do por um piloto qualificado ou outra pessoa responsável, quanto aos
procedimentos de partida e parada do motor e quaisquer outras ope-
rações de sistemas que possam ser necessárias. Após ter-se certifi-
cado de que as áreas de táxi e de rajadas da hélice estão livres,
aplique a poténcia para iniciar o táxi e execute as seguintes veri-
ficações:

a. Taxie alguns metros para a frente e aplique os freios para deter-


minar sua eficiência.

b. Taxie comas hélices ajustadas em passo mínimo, regime de alta ro-


tação.

c. Ao taxiar, faça pequenas curvas para verificar a eficiência do


mecanismo direcional.

d. Observe se há espaço livre para as asas, quando taxiar próximo a


edifícios ou outros objetos fixos. Se possível, deixe um guia
observando do lado de fora do avião.

OUTUBRO 1984

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Seção I r ·..(õEMBRAER
Manuseio e Serviços !Iimmrm·[ff)@lQ}(Jf]
nAVAJO

e. Quando taxiár em terreno irregular, evite buracos e sulcos.

f. Não opere o motor em alta rotação quando estiver aquecendo ou


taxiando sobre terreno onde haja pedras soltas, pedregulhos ou
qualquer material solto que possa causar danos ãs pás das héli-
ces.

2-19. TOMADA DA FONTE EXTERNA

2-20. OPERAÇÃO DA TOMADA DA FONTE EXTERNA

A tomada da fonte externa está localizada no lado inferior da seçao


do nariz, abaixo da extremidade dianteira da porta do bagageiro.
Para evitar qualquer dano ao sistema elétrico, siga as instruções na
porta de acesso da tomada da fonte externa.

NOTA

Para partidas com energia externa, em que se


esteja utilizando uma bateria de 24 volts e,
estando quase descarregada a bateria do avião,
devem ser obedecidas as instruções contidas
na Seção XI.

2-21. SERVIÇOS

2-22. GENERALIDADES

Os serviços de manutenção do avião incluem o reabastecimento de com-


bustível, óleo, fluido hidráulico, pressão dos pneus, requisitos de
lubrificação e outros ítens requeridos para a manutenção completa do
avião.

2-23. SISTEMA DE COMBUSTíVEL

OUTUBRO 19134
MS-820C/549
Página 2-30 Criptografia: Fred Mesquita
-(EMBRAER Seção II
[Ef1I![J{gNm@lJJJ@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

~-

DISTÂNCIA ENTRE EIXOS


3,25 m (128.0 pol.)

CURSO DA RODA DO NARIZ


2-00 ESQUERDA
E
200 DIREITA

Figura 2-8. Indicador e Limites de Curva

OUTUBRO 1984

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-31
seçao II ..(EMBRAER
fE!mJfBj-[BJ@[Q)W
Manuseio e Serviços
nAVAJO

2
4
6
3
5
• 10
7
9

I 28 30
33
34
35
25 29

1. BOCAL DE ABAST. DO TANQUE EXT. DE COMB. DI R. 19. VÁLVULA DE ENCHIMENTO DA HÉLICE DIREITA
2. BOCAL DE ABAST. DO TANQUE INT. DE COMB. DIR. 20. BATERIA
3. FILTRO DE AR DO MOTOR DI REITO 21. AQUECEOOR
4. BOCAL DE ABAST. DE ÓLEO DO MOTOR DI REI TO 22. TOMADA DA FONTE EXTE RNA
5. FILTRO HIDRÁULICO DIREITO 23. CONEXÕES DE ABAST. DA UNIDADE DE ENERGIA
6. DRENO DE COMB. EXTERNO DIREITO HIDRÁULICA
7. FILTRO DA ENTRADA DA BOMBA DE COMBUSTfVEL 24. RESERVATÓRIO DO SISTEMA DE FREIQ
8. DRENO DE COMBUSTIVEL INTERNO DIREITO 25. PNEU 00 TREM DE NARIZ
9. FILTRO DA LINHA DE PRESSÃO DE COMBUSTfvEL 26. CANCELADO
10. FILTRO DE COMBUSTfvEL DI REITO 27. BUJÃO DE ABAST. DO AMORTECEOOR DE NARIZ
11. FILTRO DE COMBUSTIVEL ESQUERDO 28. RESERVATÓRIO HIDRÁULICO
12. DRENO DA ALIMENTAÇÃO CRUZADA 29. INDICADOR DE PRESSÃO DE OXIGÊNIO
13. DRENO DE COMBUSTfvEL INTERNO ESQUEROO 30. VÁLVULA DE ENCHIMENTO DA HÉLICE ESQUERDA
14. BUJÃO DE ABAST. DO AMORTECEDOR, ESO. E DI R. 31. FILTRO DE AR DO MOTOR ESQUERDO
15. FILTRO DA LINHA DE PRESSÃO DE COMBUSTIVEL 32. BOCAL DE ABAST. DE ÓLEO DO MOTOR ESQUERDO
16. DRENO DE COMBUSTfvEL EXTERNO ESQUERDO 33. FILTRO HIDRÁULICO ESQUERDO
17. BOCAL DE ABAST. DO TANQUE INT. DE COMB. ESo. 34. FILTRO DA ENTRADA DA BOMBA DE COMBUSTfvEL
18. BOCAL DE ABAST. DO TANQUE EXT. DE COMB. ESQ. 35. PNEU 00 TREM, ESo. E ClR.

Figura 2-9. Pontos de Serviços

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pá crina 2-32 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção 11
&!J7!Drm·@)@[Q}~
Manuseio e Serviços
nAVAJO

2-24. SERVIÇOS NO SISTEMA DE COMBUSTíVEL

A intervalos de 50 horas ou 90 dias, o que ocorrer primeiro, limpe


a tela e o copo em cada unidade de filtro de combustivel localizada
entre a corda da asa e a fuselagem. Retire e limpe os filtros de
acordo com as instruções prescritas na Seção IX. Informações e ser-
viços adicionais poderão ser encontradas na Seção IX. Os intervalos
de inspeção para os diversos componentes do sistema de combustivel,
podem ser encontrados na Seção 111.

2-25. ABASTECIMENTO DOS TANQUES DE COMBUSTíVEL

Os tanques de combustivel de cada asa são abastecidos atravésdebo-


cais localizados na inclinação dianteira das asas, no lado externo
das naceles do motor.

2-26. DRENAGEM DA UMIDADE DO SISTEMA DE COMBUSTíVEL

Para facilitar a drenagem da umidade e particulas estranhas nas cu-


bas dos filtros de combustivel, tubulações e tanques de combustivel,
sao incorporados drenas no fundo de cada copo dos filtros, nas li-
nhas do sistema de alimentação cruzada e na extremidade interna de
cada tanque de combustivel.

a. Para drenar cada um dos copos dos filtros, abra a janela de aces-
so localizada no painel entre o intradorso da asa e a fuselagem.
Empurre para cima os braços da válvula-dreno por alguns segundos
com a válvula seletora em um tanque, depois mude a válvula sele-
tora para o outro tanque e repita o processo. Deixe queo combus-
tive I flua o suficiente para limpar a tubulação e o copo do fil-
tro. O mesmo procedimento deve ser aplicado nos tanques do lado
oposto.

b. Para drenar a linha de alimentação cruzada, abra a válvula de


alimentação cruzada e empurre para cima os braços da válvula-dreno
por alguns segundos. A válvula-dreno está localizada no painel

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Seção 11
Manuseio e Serviços

esquerdo da porta de acesso ao copo do filtro.

c. Para drenar os tanques de combustivel, empurre para cima os bra-


ços de cada dreno dos tanques e deixe fluir por alguns segundos.

2-27. DRENAGEM DO SISTEMA DE COMBUSTíVEL

A maior parte do combustivel pode ser drenado do sistema abrindo-se


a válvula na extremidade interna de cada tanque de combustivelo Em-
purre para cima os braços da válvula-dreno e gire no sentido anti-
horário para manter o dreno na posição aberta.
O combustivel restante no sistema pode ser drenado através do copo
de cada filtro. Qualquer tanque individual ou compartimento pode ser
drenado fechando-se as válvulas seletoras e de alimentar.ão cruzada
e, em seguida, drenando-se o componente desejado.

2-28. TREM DE POUSO

2-29. SERVIÇOS NO TREM DE POUSO

As pernas de força do trem de pouso sao as normalmente usadas do


tipo óleo-pneumático. O tubo-pistão tem um curso total de 216 mm
(8,50 polo) e 83 mm (3,25 polo) de exposição de tubo sob carga está-
tica normal (carga estática normal é o peso vazio do avião mais com-
bustivel total e óleo). Todas as fixações de maior importância e man-
cais atuadores estão equipados com graxeiras para lubrificação.
Consulte o Gráfico de Lubrificação.

2-30. PERNAS DE FORÇA

2-31. SERVIÇOS NAS PERNAS DE FORÇA

Cada perna do trem de pouso incorpora amortecedores tipo óleo-pneu-


mático para absorver o choque resultante do impacto das rodas na
pista durante a aterragem. Para uma açao correta dos amortecedores
do trem principal e do nariz, a parte exposta do tubo-pistão deve

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-34
seçao 11
Manuseio e Serviços

medir 83 mm (3,25 pol.) com o avião pousado sobre uma superfície ni-
velada, sob carga estática normal (Veja a Figura 2-10).

NOTA

Carga estática normal é o peso vazio do avião


mais combustível total e óleo.

Se a parte exposta da perna estiver com medida abaixo da determina-


da, verifique se é necessário acrescentar ar ou óleo, balançando o
avião. Se o avião voltar à posição normal dentro de um ciclo depois
de removida a força do balanço, a perna de força requer enchimento
de ar (Consulte o parágrafo 2-34). Se o avião continuar a oscilar
depois de removido o efeito do balanço, a perna de força deve ser
reabastecida com óleo (Consulte o parágrafo 2-33).
Para procedimentos de reparos da perna de força, consulte a Seção
VII deste Manual.

Não solte o ar removendo o núcleo da válvula


da perna ou o bujão de enchimento. Pressione
o pino do núcleo da válvula até que a pres-
são da perna tenha diminuído.

NOTA

A manutenção e ajustagem das pernas de força


podem ser efetuadas de acordo com os letreiros
existentes nas mesmas.

2-32. ADIÇÃO DE FLUIDO NAS PERNAS DE FORÇA

Para acrescentar fluido a uma perna de força parcialmente cheia ,pro-


ceda como segue:

a. Suspenda o avião por meio dos macacos (Consulte o paráqrafo 2-12).

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Seção II -(EMBRAER
fErmJ@J·@J@W)W
Manuseio e Serviços
nAVAJO

b. Coloque uma bandeja coletora sob o trem para aparar os resíduos.

c. Sol te o ar na perna de força pressionando o pino do núcleo da


válvula de enchimento.

d. Remova a válvula de enchimento (bujão de abastecimento). Deixe o


núcleo da válvula permanecer na válvula.

e. Estenda o amortecedor até duas polegadas da posição totalmente


comprimida.

f. Na posição estendida de duas polegadas, abasteça o amortecedor com


o fluido especificado, através da abertura de abastecimento.

g. Comprima vagarosamente o amortecedor até aposi\,.sio totalmente com-


primida, permitindo que o fluido transborde.

h. Com a perna de força na posição comprimida, reinstale a válvula


de enchimento e frene.

i. Encha as pernas de força com ar até a extensão necessária, de acor-


do com as instruções do parágrafo 2-34.

2-33. ABASTECIMENTO DAS PERNAS DE FORÇA

Para abastecer uma perna de força que tenha sido completamente esva-
ziada devido a reparos, vazamento, etc., proceda como se segue:

a. Suspenda o avião por meio de macacos (Consulte o parágrafo 2-12).

b. Coloque uma bandeja coletora sob o trem para aparar os resíduos.

c. Remova o núcleo da válvula de enchimento.

d. Fixe um tubo de plástico transparente à haste da válvula e colo-


que a outra extremidade do tubo num recipiente contendo o fluido
hidráulico especificado.

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Manuseio e Serviços
nAVAJCI

NOTA

É necessário que a conexao entre o tubo de


plástico e a haste da válvula seja herméti-
ca. Sem tal conexão, uma pequena quantidade
de ar seria sugada para dentro da perna de
força durante cada sequência, resultando nu-
ma quantidade excessiva de bolhas de ar e
numa operação de abastecimento prolongada.

e. Estenda a perna de força, puxando a roda para baixo. O fluido se-


rá succionado para dentro da perna de força. Comprima e estenda
a perna de força até que esteja cheia de fluido e que as bolhas
de ar não apareçam mais no tubo de plástico.

f. Comprima a perna de força até 1/4 de polegada da compressao to-


tal, permitindo que o excesso de fluido transborde.

g. Com a perna de força na posição totalmente comprimida, reinstale


o núcleo da válvula.

h. Retire os macacos do avião.

i. Encha as pernas de força de acordo com as instruções fornecidas


no parágrafo 2-34.

2-34. ENCHIMENTO DAS PERNAS DE FORÇA

Após certificar-se de que a perna de força tem fluido suficiente,


como descrito no parágrafo 2-32, fixe ã válvula de ar uma fonte de
ar comprimido e encha a perna de força. A perna deve ser distendida
até que fiquem expostos 83 mm (3,25 pol.) de pistão, com carga está-
tica normal {carga estática normal é o peso vazio do avião mais com-
bustivel completo e óleo) sobre os trens. Antes de colocar a tampa
da válvula, verifique se há vazamento de õleo.

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fEfmJ@'@@mJ©
Manuseio e Serviços nAVAJO

2-35. PNEUS

2-36. SERVIÇOS NOS PNEUS

Os pneus devem ser mantidos com a pressao especificada na Tabela


11-1. Quando verificar a pressão dos pneus, examine-os quanto a des-
gaste, cortes, bolhas e deslizamento nos cubos das rodas.

2-37. BALANCEAMENTO DOS PNEUS

O balanceamento é item crítico para a vida dos pneus da aeronave.


Se um pneu novo for balanceado quando da instalação, ele usualmente
permanecerá balanceado por todo seu tempo de vida, sem nenhuma vi-
bração nem ponto achatado.
Um balanceador de baixo custo pode ser fabricado para balancear qua-
se todos os pneus para aeronaves leves (Consulte o parágrafo 2-38
para pormenores de fabricação do balanceador).
Faça o balanceamento dos pneus como indicado nos ítens seguintes:

a. Monte o pneu e a cãmara (se usada) no cubo da roda, mas não ins-
tale os parafusos de fixação. Instale os rolamentos na roda e
usando as buchas (7), os espaçadores (6) e porcas (5), instale o
conjunto roda/pneu no tubo (8). Aperte as porcas (5) com os dedos
para que as duas metades do cubo da roda se encostem uma na ou-
tra. Certifique-se de que os orifícios dos parafusos estejam ali-
nhados. Coloque o eixo (4) através do tubo (8) e a roda no cen-
tro do balanceador. Assegure-se que o eixo esteja somente sobre
0
os bordos chanfrados do balanceador e a 90 dos lados do mesmo.

b. Solte o pneu; se ele estiver fora de balanceamento, girará e seu


ponto mais pesado ficará na parte inferior. Fixe com fita adesi-
va, um pedaço de remendo para pneu de 14 g em sentido transver-
sal, na parte superior do pneu. Gire o pneu 45 0 e solte-o.
Se ele voltar para a mesma posição anterior, adicione um peso de
28,3 g. Gire o pneu e solte-o novamente. Continue com este pro-
cedimento até que o pneu esteja balanceado.

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fE[J[jJ)[ffNEJ@(fJJ@
Manuseio e Serviços
nAVAJO
c. Quando o balanceamento for obtido, faça urna marca com gizna par-
te lateral do pneu, logo abaixo do pedaço de remendo.
Faça urna marca para cada 14 g de peso adicionado.
Marque a posição da haste da vãlvula no pneu, e na metade oposta
do cubo da roda. Assegure-se de montá-los na mesma posição. Re-
tire a roda do balanceador e limpe a parte interna do pneu com
toluol. Aplique uma camada de cimento para colagem na tira de re-
mendo para pneus e na parte central interna do pneu, que está
alinhada com marcas de giz. Quando o cimento estiver seco,insta-
le as tiras de remendo para pneus, assegurando-se de que elas es"':
tão sobre a linha de centro do pneu e alinhadas com as marcas de
giz, na parte lateral. Faça compressao sobre os remendos para
remover o ar retido.

d. Quando montar o pneu, coloque talco no seu interior. Monte o pneu


no cubo, do lado da válvula, na mesma posição em que ele estava
durante o balanceamento.
Instale a outra metade do cubo, alinhando as marcas de giz. Ins-
tale os parafusos e aplique o torque e~pecificado. Coloque ar no
pneu e verifique novamente o balanceamento. A roda não deverá es-
tar fora de balanceamento mais do que 14 g .

2-38. CONSTRUÇÃO DO BALANCEADOR DE PNEUS (Veja a Figura 2-11).

As instruções seguintes auxiliam na construção do balanceador:

a. Chanfre as bordas superiores das chapas laterais (3) deixando


1,586mm (1/16 pol.) plana na extremidade da borda interna. Rebi-
te os perfis "T" (2) aos lados das chapas laterais (3) usandore-
bi tes AN-47 0-AD5, com espaços de 50,8 mm (2 pol.). Use rebites
AN-426-ADS·, com espaços de 50,8 mrn (2 pol.) de centro à centro pa-
ra fixar os dois perfis "T" na base (1). Se não houver perfil em
"T" disponivel, use uma cantoneira reforçada. As chapas laterais
(3) devem estar na vertical.

b. O eixo (4) deve deslizar através do tubo (8). As porcas (5) devem

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seção 11 ~EMBRAER
(EfJif[J[W.[W@(Q)!J3
Manuseio e serviços
nAVAJO

ser feitas broqueando-se a rosca existente nas porcas AN-365-624,


com uma broca -R- e abrindo rosca com um macho 1/8-27.

c. Os espaçadores (6) são feitos de um tubo de aluminio de 12,7 mm


(1/2 polo). Os dois comprimentos dos espaçadores são adaptados pa-
ra balancear a maioria das rodas de avião.

d. As buchas (7) devem ser feitas de material fenólico ou aluminio


de 25,4 mm (1 polo) de largura usando-se ·uma serra copo de 38,1 mm
(1 1/2 polo) para cortar a bucha menor e uma serra·cópo de 44,4 mm
(1 3/4 polo) para cortar a maior. Inserindo-se um parafuso de
6,35 mm (1/4 pol.) de comprimento através do furo de guia da bu-
cha e prendendo-a com arruela e porca, uma lima e uma máquina de
furar, devem ser usadas para fazer o acabamento externo na bucha. A
parte virada para baixo deverá apenas deslizar dentro da pista do
mancal. Alargue ó furo guia para deslizar sobre a rosca do tubo (81 .

I
e. O tubo (8) deve ser feito de um pedaço de cano d' água de 3,175 mm
(1/8 pol.) de diâmetro nominal e deve ser rosqueado com tarracha
1/8 - 27. Abra a rosca com extensão de 76,2 mm (3 pol.) a partir
de cada extremidade do tubo.

9,375

JL 3

1
83mm
2 •
• •

~ ~ l
j • • •

5 ~ ~~rB-7_6
,5_ 4
"

Figura 2-10. Distenção das Pernas de


Força do Trem de Pouso IFigura 2-11. Balanceador de Pneus
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~EMBRAER seção II
!E!Jíf[)[ffHffJ@(Jf){ff]
Manuseio e serviços
.nAVAJD
LISTA DE MATERIAL USADO PARA FAZER O BALANCEADO R

QTO.
1 - 1 Base 12xl1 pai 0,190001 2024T3 Chapa de Liga de Alu-
m{nio

2 - 2 Te 2,5x2xl1 pol 0,190 pol 2024T4 Liga Alum. Extrudado

2 Chapa 14 x 11 .pal 0,125 pol 2420T3 Chapa de Liga de Alu-


3 -
Lateral m(nio

I
4- Eixo 0,125 x 10,25 pai 4130 Aço normalizado

5 - 2 Pon:a AN365-624
6 - 2 Espaçador 0,50 x 2,25 pol 5052-0 Tubo de Aluminio
2 Espaçador 0,50 x 1,25 pai 5052-0 Tubo de Alumfnio

7 - Bucha 1,480 x 1,625 x 1,00 pai Fen6lico ou Alum(nio


2
2 Bucha 2,240 x 1,37 x 1,00 pai Fen6lico ou Alumrnio

8- 1
2
Tubo
Rolamento
l/a po1. (Diâmetro Nominal) x 9,3 paI. Cal!o d I água
AproveIte 2 rolamentos das rodas de cada tamanho, rejeitados em inspeções anteriores.
I

2-38a. APLICAÇÃO DE PROTETIVO PARA BORRACHA NOS PNEUS

Para prevenir rachaduras nas paredes laterais dos pneus, devido a


deterioração da borracha, efeito resultante do ataque por ozônio e
intempéries, permite-se a aplicação de "Age Master n9 1" protetivo
para borrachas, da seguinte forma:

a. Limpe todas as superfícies do pneu, eliminando especialmente óleo


e graxa.

b. Aplique primeiramente, usando pincel, uma forte demão de proteti-


vo, numa proporção aproximada de 130 cc, para cobrir uma área de
900 cm 2 • Cubra as superfícies completa e uniformemente. Repetin-
do a aplicaçáo, aguarde de 5 a 10 minutos para secagem.

c. Aplique a segunda demão conforme descrição anterior (b). Aguarde


de 20 a 30 minutos para secagem antes de manusear.

d. Remova os corpos estranhos do conjunto da roda com solvente pro-


prio para limpeza.

e. A reaplicação é permitida, se as condiçôes assim o determinarem.

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Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
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Manuseio e Serviços
nAVAJO

2-39. SISTEMA DE FREIOS

2-40. SERVIÇOS NO SISTEMA DE FREIOS

O sistema de freios incorpora um reservatório de fluido hidráulico


através do qual é feito o seu reabastecimento. O fluido e extraído
do reservatório pelos cilindros-mestres de freio para manter o volu-
me de fluido necessário a uma máxima eficiéncia de freagem. Uma in-
sensibilidade do pedal do freio é normalmente indicação de que o re-
servatório de fluido do freio está com falta de fluido ou de que há
ar no sistema.
Instruções para o abastecimento do reservatório sao fornecidas no
parágrafo 2-41. Quando for necessário reparar qualquer componente do
sistema de freios, ou fazer sangria do sistema, siga as instruções
contidas na Seção VII.

2-41. ABASTECIMENTO DO RESERVAT6RIO DOS CILINDROS DE FREIO

O reservatório dos cilindros de freio deve ser abastecido ao nível mar-


cado na vareta, com o fluido especificado na Tabela 11-1. O reserva-
tório está localizado na Seção do Nariz, acima da unidade de ener-
gia hidráulica, apresentada na figura 2-9. Seu nível deve ser veri-
ficado a cada inspeção de 50 horas e reabastecido como necessário.
Nenhum ajuste dos freios é necessário, embora eles devam ser verifi-
cados periodicamente, de acordo com as instruções dadas na SeçãoVII.
O reservatório deve ser vedado como abaixo:

1. Obtenha acesso ao reservatório dos cilindros de freio, abrindo a


porta do bagageiro de nariz, retirando o garfo de reboque e o
I painel blinda,do de acesso ao compartimento eletrônico.

2. Limpe a superfície ao redor do reservatório e o revestimento adja-


cente com um solvente adequado a fim de remover qualquer material
estranho.

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Manuseio e Serviços
nAVAJO

3. Aplique um filete de selante (3M EC-750 ou equivalente) ao redor


do reservatório. Atenção especial deve ser tomada ao vedar -a ex-
tremidade dianteira do reservatório, no ponto de fixação da do-
bradiça.

4. Instale os ítens removidos e faça o lançamento apropriado no li-


vro de bordo.

2-42. DRENAGÊM DO SISTEMA DE FREIO

Para drenar o sistema de freio, ligue uma mangueira à conexão de san-


gria na parte inferior do conjunto de freio e coloque a outra extre-
midade da mangueira num recipiente apropriado. Abra a válvula de
sangria e, vagarosamente, bombeie o pedal do freio desejado até que
o fluido pare de escorrer. Para limpar o sistema de freio, lave com
álcool desnaturado.

2-43. SISTEMA HIDRÁULICO

2-44. SERVIÇOS NO SISTEMA HIDRÁULICO

O nível de fluido no reservatório hidráulico deve ser verificado a


cada inspeção de 50 horas. O acesso ao reservatório é feito através
do painel de acesso do lado direito da seção de nariz. Se o nível de
fluido estiver baixo, deve ser abastecido com fluido hidráulico
MIL-H-5606, filtrado.

2-45. ABASTECIMENTO DO RESERVATORIO DO SISTEMA HIDRÁULICO

O avião está equipado com uma conexão especial de válvula para ser-
viço de dren~gem e abastecimento, para facilitar o serviço no siste-
ma hidráulico e na unidade de energia hidráulica. Está localizado
atrás do painel de acesso no lado direito da Seção de nariz, na es-
tação 46.0. Uma fonte de pressão ou unidade de teste hidráulico po-
de ser conectada a esta válvula de serviço, de acordo com os seguin-
tes procedimentos:
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Rev. 1 - AGOSTO 1986
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Criptografia: Fred Mesquita
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Manuseio e Serviços
nAVAJO

a. Remova o painel de acesso e a tampa protetora da conexao de suc-


ção, abastecimento e drenagem.

b. Conecte a tubulação de alimentação de fluido hidráulico, da fon-


te de alimentação até a conexão, levante a alavanca para abrir a
válvula e proceda ao abastecimento do reservatório.

c. Para abastecer o reservatório por gravidade, apoie o recipiente


de alimentação de fluido hidráulico, mais alto que o nível de
fluido no reservatório da unidade de energia hidráulica.

d. Quando o abastecimento estiver completo, certifique-se de fechar


a válvula de sucção, abastecimento e drenagem, colocando a ala-
vanca na posição embaixo antes de desconectar a linha de supri-
mento da conexao da válvula de serviço.

e. Reinstale a tampa protetora na conexao e instale o painel de aces-


so.

2-46. H~LICES

2-47. SERVIÇOS NA HÉLICE

As pás devem ser verificadas periodicamente quanto a danos. As pe-


quenas mossas no bordo de ataque das pás devem ser eliminadas e to-
das as bordas arredondadas. A inspeção diária deve incluir o exame
das pas e da carenagem do cubo da hélice quanto a danos visíveis e
vazamento de graxa. Para moiores informações sobre serviços na hé-
lice, consulte a Seção VIII.

2-48. SISTEMA ELÉTRICO

2-49. SERVIÇOS NO SISTEMA ELÉTRICO

O sistema elétrico requer pouca manutenção além das verificações visual


e operacional dos vários componentes. Para informações mais detalhadas
sobre serviços e reparos dos vários componentes, consulte a Seção XI.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
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nAVAJCJ
2-50. SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO (MOTOR)

2-51. SERVIÇOS NO SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO

O nível de óleo do motor deve ser verificado antes de cada voo e a


troca do óleo deve ser feita a cada 50 horas de operação do motor.
Durante a troca de óleo, ° (s) filtro (s) de óleo deve (m) ser remo-
vido (s) e limpo (s) e ° cartucho do filtro de óleo deve ser substi-
tuído. Os intervalos entre as trocas de óleo podem ser aumentados
até 100%, desde que ° filtro seja substituído a cada 50 horas de ope-
ração. O fabricante do motor não recomenda ° óleo a ser utilizado
por sua marca comercial. Use óleo de qualidade aviação e de viscosida-
de apropriada. Para informações sobre óleos recomendados, consulte a
úl tima revisão do BI-EMB-BOO-79-001 - Revisão 01 (Lycoming Service
Instruction n9 1014 e Lycoming Service Bulletin n9 31B).

Nenhum aditivo comercial deve ser acrescenta-


do ao lubrificante básico, a menos que seja
recomendado pelo fabricante do motor.

TABELA lI-IV. 6LEOS RECOMENDADOS PARA LUBRIFICAÇÃO DO MOTOR

viscosidade do 61eo Lubrificante do Motor em Fun·ção da Temperatura

6LEO MINERAL
TEMPERATURA 6LEO ADITIVADO
ESP. MIL-L-6082

Qualquer Temperatura --------- SAE15W50 ou SAE20W50


Acima de 27°C (80°F) SAE60 SAE60
Acima de 16°C (60°F) SAE50 SAE40 ou SAE50
De -1°C a 32 ó C (30°F a 90°F) SAE40 SAE40
De -18°C a 21°C (OOF a 70°F) SAE30 SAE30, SAE40 ou
SAE20W40
De -18°C a 32°C (OOF a 90°F) SAE20W50 SAE20W50 ou SAE15W50
Abaixo de -12°C (lOOF) SAE20 SAE30 ou SAE20W30

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Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 MS-B20Cj549
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nAVAJO

2-52. ABASTECIMENTO DE 6LEO NO CÃRTER

O cárter de óleo deve ser abastecido normalmente, até a marca de 11,4


litros (12 us Quarts) na vareta de óleo do motor. A especificação
do óleo pode ser encontrada na Tabela lI-IV, no Gráfico de Lubrifi-
caça0, ou na tampa de acesso do bujão de abastecimento de óleo do mo-
tor. Para abastecer o motor com óleo, abra a tampa na parte superior
do capô, puxe a alça e o bujão de abastecimento de óleo.

NOTA

As varetas de óleo estão marcadas para os mo-


tores direito e esquerdo. Use o lado correto
da vareta ao verificar o nível de óleo.

2-53. DRENAGEM DE 6LEO DO CÃRTER

Para drenar o óleo do cárter, providencie um recipiente apropriado


com uma capacidade mínima de 11,4 li tros (12 US Quarts) . Remova a capo-
ta do motor e abra a válvula-dreno localizada embaixo do motor, em-
purrando os braços do dreno para cima e girando no sentido anti-ho-
rário. Isto manterá o dreno na posição aberta. Recomenda-se que o
motor esteja aquecido até a temperatura de operação para assegurar
. drenagem completa do óleo usado.

2-54. TROCA DO FILTRO DE 6LEO (FLUXO TOTAL)

a. O elemento do filtro de óleo deve ser substituído a cada 50 horas


de operação do motor; isso é feito, removendo-se o arame de fre-
no da cabeça do parafuso na extremidade do alojamento do filtro,
soltando-se o .parafuso e retirando-se o conjunto do adaptador.

b. Antes de rejeitar o elemento do filtro, remova a capa externa de


papel perfurado e usando uma faca afiada, corte através das do-
bras do elemento em ambas as extremidades, perto dos debruns de
metal. Depois, cuidadosamente desdobre o elemento e examine o

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 2-46 Criptografia: Fred Mesquita
-<EEMBRAER Seção II
[Effif[}[ff}.@]@j[Qj@
Manuseio e Serviços
nAVAJCI

o material retido no filtro, quanto à evidência de danos internos


no motor, como fragmentos ou particúlas dos rolamentos. Em moto-
res novos ou recentemente revisados, podem ser encontradas peque-
nas particulas de aparas de metal; isto geralmente não tem conse-
quência e não deve ser confundido com particulas produzidas por
impacto, abrasão ou pressão. Qualquer evidência de danos inter-
nos no motor encontrada no filtro de óleo, justifica um exame
mais acurado para determinar a causa.

NOTA

Consulte a Seção VIII deste Manual para maio-


res informaçóes sobre instalação do novo ele-
mento do filtro de óleo.

c. Depois que o elemento tiver sido substi-tu-ido-r aperte o parafuso


de fixação com 20 a 25 libras/pé de torque. Frene a válvula de
derivação termostática ao bujão de dreno do alojamento do filtro
de óleo e o bujão de dreno ao parafuso de fixação do alojamento
do filtro.

2-55. RECOMENDAÇOES PARA TROCA DE 6LEO

Consulte a última revisão do BI-EMB-800-79-001 - Revisão 01


(Lycoming Service Instruction n'? 1014 e Lycoming Service Bulletin n'?
318) .

a. Os únicos lubrificantes que sao recomendados para os motores se-


rie TIO-540 são óleos de multi-viscosidade com aditivos disper-
santes que, essencialmente, estáo de acordo comas especificaçóes
MIL-L-22851.

b. Sempre que o óleo for trocado, retire e verifique o filtro de


sucçao de óleo quanto a partículas de metal. Limpe e reinstale de
acordo com o parágrafo 2-56. Quem utilizar análise Spectométrica de
õleo deve ler o Lycoming Service Letter n'? l7l sobre este assunto.

OUTUBRO 1984

MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-47
seção 11 ~EMBRAER
fE!1I!TJ~Hm@l1J]{Q]
Manuseio e Serviços nAVAJO,

2-56. FILTROS DE ÓLEO (sucçAo)

O filtro de sucção de óleo estã localizado horizontalmente, na ex-


tremidade traseira do fundo do cãrter do motor. Para removê-lo, cor-
te o arame de freno e retire o bujão de cabeça sextavada. O filtro
deve ser limpo a cada troca de óleo para retirar qualquer acúmulo de
borra e examinado quanto à presença de limalha ou fragmentos de me-
tal. Se partículas de metal forem encontradas no filtro, o motor de-
ve ser examinado quanto a danos internos. Após a limpeza e inspeção,
coloque o filtro dentro do rebaixo no bujão de cabeça sextavada,pa-
ra eliminar possíveis danos ao filtro. Coloque o filtro no alojamen-
to e quando certificar-se de que está assentado corretamente, aper-
te e frene o bujão com arame de freno MS-20995-C41.

2-57. LUBRIFICAÇÃO (CÉLULA)

2-58. PROCEDIMENTOS DE LUBRIFICAÇÃO

Os procedimentos corretos de lubrificação sao de grande valor para


prolongar a vida útil do avião, reduzir a freqüência de reparos ex-
tensos e dispendiosos. A aplicação periódica dos lubrificantes reco-
mendados às respectivas superfícies móveis, como está detalhado nos
parágrafos seguintes, acompanhada da observáncia de limpeza,assegu-
rarao a máxima eficiência e máximo de vida útil de todas as peças
móveis. As instruções de lubrificação referentes àslocalizações,in-
tervalos de tempo e tipos de lubrificantes usados podem ser encon-
Itradas nas figuras de 2-12 a 2-17. Para assegurar os melhores resul-
!tados possíveis na aplicação de lubrificantes, devem ser observadas
as seguintes precauções:

a. Use os lubrificantes recomendados. Caso nao esteja disponível o


óleo lubrificante de uso geral que foi especificado, serve corno
substituto satisfatório o óleo limpo de motor.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 2-48 Criptografia: Fred Mesquita
-<éEMBRAER seção 11
~[JifiJfENff)@][Q](Jg
Manuseio e Serviços
nAVAJO ,

b. Verifique os componentes a serem lubrificados quanto a evidência


de desgaste excessivo e subsEitua-os, quando necessário.

c. Remova todo o excesso de lubrificantes dos componentes, a fim de


prevenir o acúmulo de sujeira e areia em quantidades abrasivas
capazes de causar desgaste excessivo ou dano às superfícies mo-
veis.

2~59. APLICAÇÃO DE GRAXA

Ao lubrificar rolamentos e superfícies de mancais usando bomba de


graxc.,deve-se tomar o cuidado de verificar, antes de lubrificar a
graxeira, se a bomba contém graxa nova, limpa e da qualidade espe-
cificada para essa aplicação.

a. Onde não houver um reservatório em volta de umrolamento, aplique


o lubrificante moderadamente e tire-qualquer excesso.

b. Retire, dos cubos das rodas, os rolamentos e limpe inteiramente


com um solvente adequado. Ao reaplicar a graxa, certifique-se de
que o lubrificante penetra no espaço entre os roletes do anel re-
tentor. Não aplique graxa dentro do cubo da roda.

c. Tenha o mãximo cuidado ao engraxar o cubo da hélice Hartzell pa-


ra evitar a expulsão das gaxetas das braçadeiras. Retire uma das
graxeiras ao aplicar graxa à outra.

2-60. APLICAÇÃO DE ÓLEO

Sempre que nao houver instruções de lubrificaçào específicas para


mecanismos que requeiram lubrificação, observe as seguintes precau-
çoes:

a. Aplique óleo moderadamente, nunca mais do que o suficiente para


cobrir as superfícies móveis.

b. Considerando que os cabos de comando são suficientemente cobertos


pelo fabricante, é desnecessária a proteção adicional contra

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita páqina 2-49
seção 11 ..(EMBRAER
rEfJifD@-!.m@]@@
Manuseio e Serviços
nAVAJO
corrosao.
-
c. Comprima os feltros dos seguidores do carne do magneto a cada pe-
ríodo de inspeção regular. Se os dedos ficarem úmidos de óleo ,
não acrescente mais. Se o feltro estiver seco, umedeça-ocomóleo
fino.

Cuidado para não acrescentar óleo demais, pois


o excesso seria expelido durante a operação e
causaria corrosão e queima dos pontos de con-
tato dos platinados.

2-61. LUBRIFICAÇÃO DAS ROSCAS

Todas as conexões nas tubulações externas, incluindo seus pontos de


fixação no motor e outros componentes, devem ser lubrificados com
lubrificante apropriado, como está especificado na Tabela lI-V.
Os seguintes ítens devem ser observados quando da aplicação de lu-
brificantes às roscas:

a. Limpe completamente as roscas antes de aplicar o lubrificante.

b. Use moderadamente o lubrificante de rosca selecionado.

c. Aplique o lubrificante de rosca somente às roscas-macho.

d. Lubrifique as três primeiras roscas em conexões retas.

e. Não lubrifique as duas primeiras roscas em conexões cônicas.

Aplique o lubrificante somente nas três roscas seguintes.

f. Certifique-se de que o lubrificante não penetre nas conexôes ou


áreas flangeadas.

g. Quaisquer conexões relacionadas com o motor devem ser lubrifica-


das com o tipo de fluido que passa através das tubulações.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Página 2-50 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção 11
~!1ifDrm·@@}[JJJ(J2
Manuseio e Servicos
nAVAJD
TABELA lI-V. LUBRIFICANTES DE ROSCA

TIPO DE TUBULAÇAO TIPO DE LUBRIFICANTE

Freios MIL-H-5606

Degelador (Ar) TT-A-580 (JAN~A-669), Composto de Anti-


Engripamento (à base de chumbo
branco)

Freon TT-A-580 ou MIL-T-5544, Composto de An-


ti-Engripamento

Combustível MIL-T-5544, Anti-Engripamento, Vaselina


Grafitada

Oleo MIL-G-6032, Graxa Lubrificante (Resis-


tente a gasolina e ao óleo)

Oxigênio Fita Veda-Rosca de Teflon Permacel 412

Sistema Anemométrico TT-A-580 (JAN-A-669), Composto de Anti-


Engripamento (à base de chum-
bo branco)

NOTA

Lubrifique as conexões do motor somente com o


fluido contido nas tubulações específicas.

2-62. LUBRIFICAÇAO DE GAXETAS E VEDAÇOES

Gaxetas e anéis de vedação que requeiram lubrificação devem ser lu-


brificados com o mesmo tipo de fluido que elas estão vedando.

OUTUBRO 1984

MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-51
Seção 11 ~EMBRAER
fEfJIf[}[EN~@[QjrIB
Manuseio e Serviços nAVAJO

2-63. GRÁFICOS DE LUBRIFICAÇÃO

Os Gráficos de Lubrificação consistem em ilustrações individuais pa-


ra os vários sistemas do avião, e cada componente a ser lubrificado
está indicado por um numero de referência do componente, tipo de
lubrificação e frequência de lubrificação, em horas. Instruções es-
peciais estão relacionadas no inicio do Gráfico de Lubrificação e
mencionadas no gráfico especifico.

2-64. LIMPEZA

2-65. LIMPEZA DO COMPARTIMENTO DO MOTOR

Antes de limpar o compartimento do motor, coloque uma capa de plás-


tico ou material similar ao redor do filtro da entrada da bomba de
pressao de ar e uma fita adesiva nos suspiros dos magnetos para im-
,pedir a entrada de solvente nessas unidades.

a. Coloque um recipiente sob o motor para aparar residuos.

b. Com a capota do motor removida, borrife ou pincele o motor com


solvente ou uma mistura de solvente e desengraxante, conforme de-
sejado. Onde houver depósitos mais espessos de graxa e sujeira ,
poderá ser necessário escovar as áreas que foram borr ifadas, para
limpá-las.

Não borrife solvente no alternador, motor de


partida, entrada de ar e entradas aI terna-
tivas de ar.

c. Deixe o solvente permanecer no motor por cinco a dez minutos e em


seguida enxágüe com mais solvente e deixe secar.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Página 2-52 Criptografia: Fred Mesquita
-«:EMBRAER Seção 11
fEfJIíTj&N~@{]JJ1J2
Manuseio e Serviços
nAVAJO·

Não opere o motor até que o excesso de solven-


te tenha se evaporado ou tenha sido removido
por outros meios.

d. Retire as capas protetoras dos filtros e dos magnetos.

e. Lubrifique os comandos, superfícies de rolamento, etc., de acor-


do com o Gráfico de Lubrificação.

ESPAÇO DEIXADO EM BRANCO INTENCIONAUmNTE

OUTUBRO 1984

MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita Página 2-53
Seção 11 ~EMBRAER
fEfJf1D&)·&)@[Qj@ .
Manuseio e serviços nAVAJO
TIPOS DE LUBRIFICANTES
-
ESPECIFICAÇÃO LUBRIFICANTE

MIL- L-7870 Óleo lubrificante, uso geral, baixa


temperatura

MIL-L-6082 Oleo lubrificante, motor a pistão


como especificado:
- SAE 50 para temperaturas ambientes
acima de 16°C (60°F)
- SAE 40 para temperaturas ambientes
entre _1°C e 32°C (30°F e 90°F)
- SAE 30 para temperaturas ambientes
entre _17°C e 21°C (OoF e 70°F)
- SAE 20 para temperaturas ambientes
abaixo de _12°C (10°F)

MIL-H-5606 Fluido hidráulico, a base de petróleo

MIL-G-23827 Graxa de avião para instrumentos,en-


grenagens e parafusos dos atuadores

MIL-G-3545 Graxa de avião, para alta temperatu-


ra. Lubrificante Aerosol, uso geral,
DUPONT N9 6611

MIL-G-81322 Graxa de avião, larga faixa de tem-


peratura

GRAXA MOBIL 77 ou Graxa para rolamentos


MOBILUX EP2

. MIL-G-4343 Lubif icante de anéis de vedação, sis-


tema de combustivel - Dow Corning DC-55

I MIL-C-16173D Composto Retardante de Corrosão

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-54
~EMBRAER seção -n
~fJ1D@.(ffj@(Jf}{Q]
Manuseio e Serviços
nAVAJCJ

INSTRUÇÕES ESPECIAIS

L Filtro de ar:- Para limpar o filtro, aplique ar comprimido do la-


do da gaxeta, ou lave com água quente e detergente suave e en-
xugue. Não use óleo.

2. Rolamentos e buchas:- Limpe-os externamente com um solvente de


secagem rápida, antes de lubrificã-los novamente.

3. Parte exposta da rosca (sem-fim) dos atuadores: limpe comsolven-


te de secagem rápida e lubrifique com uma fina camada de graxa
MIL-G-23827. Rolamentos das rodas: limpe os rolamentos e lubrifi- I
que-os com graxa Aeroshell Grease 22. Lubrifique, também, os ro-
lamentos se as rodas estiverem expostas a grande quantidade de
agua.

4. Pernas de força, reservatório da unidade hidráulica e reservató-


rio do freio:- Abasteça de acordo com as instruções na unidade
ou no recipiente, ou consulte o Manual de Serviços, Seção lI.
Não use fluido hidráulico com óleo de mamona ou a base de éster.

5. Hélice:- Remova uma das duas graxeiras de cada pa. Aplique gra-
xa através da graxeira até que a graxa nova apareça no orifício
da graxeira removida.

6. Pontos de lubrificação:- Antes de lubrificar, remova a graxave-


lha, óleo, sujeira, etc., de todos os pontos de lubrificação.

7. Oleo lubrificante:- Os intervalos entre as trocas de óleo podem


ser aumentados até 100% em motores equipados com filtros de óleo
,
de fluxo total (tipo cartucho), desde que o filtro seja substi-
tuido a cada 50 horas de operação

OUTUBRO 1984
Rev. 3 - JULHO 1990 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-55
Seção 11 ..(EMBRAER
fEfJi!V@NXJ@[Qj[Q] .
Manuseio e Serviços nAVAJO

8. Afrouxe o guarda-pó do conjunto da haste de travamento: do trem


e aplique graxa no tubo. O tubo deve deslizar livremente em to~
da a extensão da fenda.
Consulte a última revisão do BI-EMB-800-32-001 (Piper Service
Letter n9 755).

9. Tampa do bocal de abastecimento de combustível:- Aplique lubri-


ficante abaixo da alça e ao redor do eixo.

10. Aplique composto Retardante de Corrosão (PIPER P IN 1975 O8 ou


197509) sobre as espirais das molas, na condição distendida pa-
ra assegurar sua completa cobertura (consulte a lista de mate-
riais de consumo).

I
11. Retire o parafuso de articulação do gancho da trava (AN5-46) pa-
ra inspeção e lubrificação a cada 200 horas de operação (Alert
I riQ 114).

NOTAS

1. Poltronas dos pilotos e dos passageiros:- Lubrifique os roletes


dos trilhos e pinos-batente como necessário.

2. Cabos dos comandos e compensadores: - Limpe em intervalos regula-


res mas não lubrifique.

3. Para o uso de óleo detergente:- Consulte a última revisão do


BI-EMB-800-79-001 (Lycoming Service Instruction n9 1014).

1. Não use fluido hidráulico com óleo de mamo-


na ou a base de éster.
2. Não lubrifique em demasia os comandos da ca-
bine dos pilotos.
3. Não aplique lubrificante as peças de borra-
cha.

OUTUBRO 193 4
~lS-820C/549 Rev. 2 - NOVEMBRO 1989
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-56
~EMBRAER Seção II
!E!JifD[ffJ-[%J@fJ[}{Q]
Manuseio e Servicos'
nAVAJQ

COMPONENTE LUBRIFICANTE FREQÜE:NCIA

1. Porta externa do trem, articulações e


hastes de comando direito e esquerdo MIL-L-7870 100 hrs.

2. Bujão de abastecimento da perna de for-


ça do trem direito e esquerdo (Veja
Instrução Especial 4 e Advertência 1) MIL-H-5606 Como neces-
sário

3. Gancho da trava do trem EMBAIXO, has-


te de comando, terminais dos cabos,
guinhol esquerdo e direito (veja ins-
trução especial ll) MIL-L-7870 100 hrs.

4. Rolamentos das rodas direita e es- Aeroshell


querda Grease 22 100 hrs.

5. Tesoura do trem direito e esquerdo MIL-G-23827 100 hrs.

6. Bucha do braço lateral do trem e bucha


do alojamento direito e esquerdo MIL-L-7870 100 hrs.

7. Gancho da trava do trem EM CIMA, has-


te de comando, terminais dos cabos e
terminais dos cilindros direito e es-
querdo MIL-L-7870 100 hrs.

8. Porta interna do trem, articulações


e terminais dos cilindros direito
e esquerdo MIL-L-7870 100 hrs.

9. Reservatório do freio e da unida-


de de energia hidráulica (Veja
Instrução Especial 4 e Advertên- MIL-H-5606 Como neces-
cia 1 ) sário

OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-57
seção 11 ~EM8RAER
fE[Jjf[J[%Ng}@[Q)@ .
Manuseio e Serviços
nAVAJO
COI1PONENTE LUBRIFICANTE FREQU~NCIA

10. Conjunto da haste de trava EM CIMA


do trem e conjunto da haste de trava
EMBAIXO (veja instrução especial 8 e
Notas 2 e 3) MIL-G-81322 - 100 hrs.

1 1 . Bucha da trava EM.CIMA MIL-L-7870 100 hrs.

I VEJA NOTAS 2 E 3

I VEJA NOTAS 2 E 3· 8 9

VEJA NOTA 1 --tJ~~;L

4
11-...,,\.1

NOTAS

1. Limpe a parte exposta do amortecedor com te-


cido limpo e fluido hidráulico MIL-H-5606.

2. Limpe e lubrifique sempre que o trem de pou-


so e a roda tenham sido lavados.

3. Haste da trava EM CIMA usada nas aeronaves


N/S 820001 a 820132, inclusive.
Conjunto de cabos· usado nas aeronaves mo-
dificadas, conforme o BS-EMB-800-32-020.

Figura 2-12. Gráfico de Lubrificação do Trem de Pouso Principal


OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1 986
Página 2-58 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção 11
g!flf[}[ffNffJ@(Q}@
Manuseio e Serviços
rnAVAJO

COMPONENTE LUBRIFICANTE FREQÜENCIA


L Bujão de abastecimento da perna de
força do trem de nariz (Veja Instru-
çao Especial 4 e Advertência 1 ) MIL-H-5606 Como neces-
sário

2. Roletes do braço de comando direcio--


nal e terminais da haste do guinhol
de recolhimento MIL-L-7870 100 hrs.

3. Atuador da porta do trem de nariz,


terminal da haste de retração e ter-
minal do cilindro MIL-L-7870 100 hrs.

4. Gancho e haste da trava EM CIMA


(Veja Notas 2 e 3) MIL-L-7870 50 hrs.

5. Articulações da porta MIL-L-7870 100 hrs.

6. Conjunto do braço de arrasto e do


braço intermediário MIL-G-23827 100 hrs.

7 . Rolamentos da roda
Especial 3 e Nota 2 )
(Veja Instrução Aeroshell
Grease 22 100 hrs. I
8. Semi tesouras superior e inferior MIL-G-23827 100 hrs.

9. Parafuso de conexão das semite-


souras superior e inferior e amor-
tecedor de vibrações laterais MIL-L-7870 100 hrs.

10. Buchas do alojamento do trem MIL-G-23827 100 hrs.

1 1 . Conjunto da haste da trava do trem


de nariz EM CIMA (Veja Instrução
Especial 8 e Notas 2 e 3) MIL-G-3545 50 hrs.

OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
página 2-59
Seção 11 ~EMBRAER
, !E!1i1D!JJHfflíE1[JJ)[JJl
Manuseio e Serviços
nAVAJO
.

COMPONENTE LUBRIFICANTE FREQÜf':NCIA

11 a. Carne direcional do trem de nariz e Na instala-


seguidor do carne MIL-G-23827 çao

12. Bucha da trava EM CIMA MIL-L-787 100 hrs.

REFERE-SE À FIGURA 7-2

I VEJA NOTAS 2 E 3

11

11a.

VEJA NOTA 2

NOTAS
12
1. Limpe a parte exposta do amortecedor com te-
cido limpo e fluido hidráulico MIL-H-5606.

2. Limpe e lubrifique sempre que o trem de pou-


so e a roda tiverem sido lavados.

3. Haste da trava EM CIMA usada nas aeronaves


N/S 820001 a 820132, inclusive.
Conj unto de cabos usado nas aeronaves mo-
dificadas, conforme o BS-EMB-800-32-020.

Figura 2-13. Gráfico de Lubrificação do Trem de Pouso de Nariz

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
Página·2-60
-(EMBRAER Seção 11
fEmm@}@@[Q][JB
Manuseio e Serviços
nRVAJO

COMPONENTE LUBRIFICANTE FREQüENCIA

L Atuador do aileron (Veja Instrução


Especial 3) MIL-G-23827 500 hrs.

2. Articulações do compensador do aile-


ron e terminais das hastes de coman-
do MIL-L-7870 100 hrs.

3. Atuador do leme (Veja Instrução Es-


pecial 3 ) MIL-G-23827 500 hrs.

4. Articulações do leme, do compensador


do leme e terminais das hastes de co-
mando MIL-L-7870 100 hrs.

5. Articulações do profundor, do compen-


sador do profundor e terminais das
hastes de comando MIL-L-7870 100 hrs.

6 . Articulações do aileron direi to e es-


querdo MIL-L-7870 100 hrs.

7. Parafuso pivot da transmissão do fla-


pe e braço do sensor MIL-L-7870 100 hrs.

8. Parafuso e transmissão do flape di-


reito e esquerdo (Veja Instrução Es- ,
pecial 3) 500 hrs.

9. Guia do flape direito e esquerdo Lubrificante


Aerosol de
uso geral (Du
Pont n'? 6611 ) 50 hrs.

1 O. Roletes da guia do flape direito e


esquerdo MIL-L-7870 100 hrs.

OUTUBRO 1984

MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-61
seção 11 ~EMBRAER
fErmJ@·@@][Qj@
Manuseio e Serviços .
nAVAJD

COMPONENTE LUBRIFICANTE FREQÜl':NCIA


11. Terminais dos cabos do guinhol do ai-
leron, mancal axial e terminais das
hastes de comando direito e esquerdo MIL-L-7870 100 hrs.

12. Atuadores dos compensadores MIL-G-23827 500 hrs.

3
I
1 2

I 12 ..... ~-

CROQUI D

CROQUI A CROQUI B CROQUI C

Figura 2-14. Gráfico de Lubrificação do Sistema de Comando

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Pãgina 2-62 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção 11
!E[J)f[J@'[m@][QJ[Q]
Manuseio e Serviços
nAVAJO

COMPONENTE LUBRIFICANTE FREQüENCIA

L Manche, rolamentos do tubo de torção,


buchas da roda dentada e rolamentos
de roletes MIL-L-7870 500 hrs.

2. Correntes do manche vertical e hori-


zontal MIL-L-7870 500 hrs

3. Manche, roletes, conexao e junta fle-


xivel MIL-L-7870 100 hrs.

4. Pedais do leme, bloco e mancais do tu-'-


bo de torção, terminais dos cabos de
comando e terminais dos cilindros dos
freios MIL-L-7870 100 hrs

5. Guinhol do profundor, parafusos pivot


e terminais dos cabos MIL-L-7870 100 hrs.

6. Terminais dos cabos da alavanca angu-


lar do leme MIL-L-7870 100 hrs.

7. Atuador do profundor (Veja Instrução


Especial 3) MIL-G-23827 500 hrs.

8. Terminais das hastes de comando do com-


pensador do profundor MIL-L-7870 100 hrs.

9. Haste de comando do profundor MIL-L-7870 100 hrs.

I
10. Mola de balanceamento do profundor
(veja instrução especial n9 10) MIL-C-16173D 100 hrs.

OUTUBRO 1984
Rev.1 - AGOSTO 1986
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-63
seção 11 ~EMBRAER
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Manuseio e Serviços
nAVAJD

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Figura 2-15. Gráfico de Lubrificação (Sistema de Comando - Cont.)

OUTUBRO 1<t84
HS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-64
~EMBRAER Seção 11
[g!JT![}[ffHff}@!JJj{ffj
Manuseio e Serviços
nAVAJO

COMPONENTE LUBRIFICANTE FREQüf;NCIA


1 . Graxeiras e cubo das hélices direi-
ta e esquerda (Veja Instrução Espe-
cial 5) MIL~G-23827 100 hrs.

2. Terminais dos cabos do governador,de


mistura e de potência direito e es,..
querdo MIL-L-7870 100 hrs.

3. Filtro de ar direito e esquerdo (Ve-


ja Instrução Especial 1 ) 50 hrs.

4. Mecanismo do ar aI ternati vo direito e


esquerdo MIL-L-7870 100 hrs.

5. Cartucho do filtro de óleo direito e


esquerdo (Veja Instrução Especial 7) 50 hrs.

6. Cárter de óleo do motor direi to e es-

I
querdo (Veja Instrução Especial 7 e Veja a tabela
Nota 3) II-IV 50 hrs.

7. Painel de combustivel e manetes (Ve-


ja Advertência 2) MIL-L-7870 500 hrs.

8. Parafuso e transmissão do flape de


refrigeração direito e esquerdo (Ve-
ja Instrução Especial 3) 500 hrs.

9. Rolamentos do guinhol do f1ape de re-


frigeração direito e esquerdo MIL-L-7870 100 hrs.

1 O. Terminais das hastes de comando do


flape de refrigeração direito e es-
querdo MIL-L-7870 100 hrs.

11. Articulação do f1ape de refrigeração MIL-L-7870 100 hrs.

OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-65
seção 11 ~EMeRAER
!E!!if[}[ffNffl@{Q](Jf]
Manuseio e Serviços
nAVAJO

COMPONENTE LUBRIFICANTE FREQÜE:NCIA


12. Tampa do bocal de abastecimento de
combustivel (Veja Instrução Especial
9) MIL-G-23827 500 hrs.

CROQUI A

CROQUI B

12

CROQUI C

Figura 2-16. Gráfico de Lubrificação do Grupo Motopropulsor, Héli-


ce e Flape de Refrigeração

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 2-66 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER seção II
!E[J[f[)[ffHffJ!fJ1{Q}!1B
Manuseio e Serviços
nAVAJO

COMPONENTE LUBRIFICANTE FREQÜENCIA


1. Trava da porta da cabine,articulações
e mecanismo do degrau MIL-L-7870 100 hrs.

2. Articulações e travas da porta do ba-


gageiro dianteiro e da seção de nariz MIL-L-7870 100 hrs.

3. Articulações e trava do bagageiro da


nacele MIL-L-7870 100 hrs.

4. Trilhos das poltronas (todos) (Veja


Nota 1 ) MIL-L-7870 100 hrs.

5. Porta de carga MIL-L-7870 100 hrs.

Figura 2-17. Grãfico de Lubrificação (Portas e Poltronas)

OUTUBRO 1984

MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-67
seção II
~EMBRAER
Manuseio e Serviços fE[ff[j[ff}·W@[Qj[JJ]
nAVAJO
TABELA lI-VI. LISTA DE MATERIAIS DE CONSUMO

MARCA DE
MATERIAL ESPECIFICAÇAO FABRICAÇAO FABRICANTE

I Graxa para al-


ta temperatura
MIL-G-3545C
substituída
Hight Temp Texaco, Inc. 2000
Grease Marfax \'1estchester Ave
por All Purpose White Plains N.Y.10650
I MIL-G-81322
QPL-3545-15
Marfak MP2

Shellaine Shell Oil Co. One Shell


Grease HT Plaza. Houston,T.X.77002
Alvania EP
Grease 2
Aeroshell
Grease 5

Grease 77 Mobil Oil Corporation


Mobilux EP2 150, East 42nd.NewYork,
New York 10017
Royco 45A Royal Lubrificants, Co.
River Road, EastHanover,
New Jersey 07936
L-1231 Sinclair Refining Co.
600 Fifth Avenue
New York, 10020
Fluido Hidráu- MIL-H-5606 Aircraft Texaco, Inc
lico QPL-5606-12 Hidraulic 200 Westchester Ave
Oil AA White Plains, N.Y.10650
RPM Aviation Standard Oil of Califor-
Oil n9 2 Code nia, 225 Bush St., San
PED 2585 Francisco, CA - 94104
PED 3337

Aeroshell Shell Oil Co.


Fluid 4 One Shell Plaza
SL-7694 Houston,T.X. 77002
Aero HF Mobil Oil Corporation
150 E-42 St
New York, N.Y. 10017

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Página 2-68 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER seção II
fE[J[f[J[ffNg)@[JJ]@
nAVAJO Manuseio e Serviços

TABELA lI-VI. LISTA DE MATERIAIS DE CONSUMO (Cont.)

MARCA DE
MATERIAL ESPECIFICAÇÃO FABRICANTE
FABRICAÇÃO
Fluido Hidráu- MIL-H-5606 Royco 756, Royal Lubricants, Co.,
lico (cont. ) QPL-5606-12 756A, 756B Inc., River Road, East
(cont. ) Hanover, New Jersey
07936
Graxa Lubrifi- MIL-G-7711 Regal AFB 2 Texaco Inc.
cante QPL-7711-15 Regal Starfak 2000 Westchester Ave.
premium 2 Whi te Plains, New York
10650

PED 3040 Standard Oil of Cali-


fornia 225, Bush St.
San Francisco, Cali-
fornia - 94104

Aeroshell Shell Oil Co.


Grease 6 One Shell Plaza
Houston, TX - 77002

Royco 11 Royal Lubricants Co.,


Inc. River Road, East
Hanover, New Jersey
07936

61eo lubrifi- MIL-L-7870 1692 Low Texaco, Inc.


cante para QPL-7870-9 Temp Oil 2000 Westchester Ave.
aplicação ge- White Plains, N. York
ral, baixa 10650
temperatura

Aviation Standard Oil of Cali-


Instrument fornia 225, Bush St.
Oil San Francisco, Cali-
fornia - 94104

Royco 363 Royal Lubricants Co.,


River Road, East
Hanover, New Jersey
07936

Sinclair Sinclair Refining Co.


Aircraft 600 Fifth Avenue
Orbite Lub New York - N.York
10020
Caltex Low Cal tex Oil products Co.
Temp Oil New York - N. York

OUTUBRO 1984

MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-69
seção 11
-<'EMBRAER
Manuseio e serviços !E!JiilJ{ENffJ@[JJ]@
nAVAJO
TABELA lI-VI. LISTA DE MATERIAIS DE CONSUMO (Cont. )

MATERIAL MARCA DE
ESPECIFI CAÇÂO FABRICA~ÂO FABRICANTE
Graxa para MIL-G-23827 LowTemp Texaco, Inc.
aviões, ins- QPL-23827-10 Grease EP 2000 Westchester Ave.
trumentos , White Plains - N.Y.
engrenagens 10650
e parafusos
atuadores 5114 EP Standard Oil of California
Grease 225 Bush St. - San Francisco
AV 55 California - 94104
Aeroshell Shell Oil Co.
Grease 7 One Shell Plaza
Braycote Houston - TX - 77002
627 S
Mobll Grease Mobil Oil Corporation
27 150 E, 42nd Street
New York, N.Y. - 10017
Royco 27A Royal Lubricants Co.
River Road
East Hanover-New Jersey
07105
Castrolease Castrol Oils Inc.
A1 Newark, N.J.
Supermill American Oil Co.
Grease n9 239 Wilson Ave.
A72832 Newark - N.J. 07105
BP Aero BP Trading Limited
Grease 31B Moore Lane, Britanic House
London E.C.2 - England

Graxa para MIL-81322 Aeroshell Shell Oil Co.


aviões uti- QPL-81322-3 Grease 22 One Shell Plaza
lizada numa Houston, TX - 77002
grande fai-
xa de tempe- Mobil Grease Mobil Oil Corporation
ratura 28 150 E, 42nd St.
New York, N.Y. - 10017
Royco 22 Royal Lubricants Co.
River Road, East Hanover,
New Jersey - 07936

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 2-70 Criptografia: Fred Mesquita
-o(EMBRAER Secr ão I I
fEfJl![J!BNff)@j!JJ][Jg
nAVAJCJ Manuseio e Serviços

TABELA lI-VI. LISTA DE MATERIAIS DE CONSUMO (Cont.)

MARCA DE
MATERIAL ESPECIFICAÇÃO FABRICAÇÃO FABRICANTE
Graxa para MIL-G-3278 Unitemp EP Texaco, Inc.
aviões e ins- QPL-3278-24 2000 Westchester Ave.
trumentos que White Plains, N.York
operam em al- 10650
ta e baixa tem-
peratura

I RPM AVM Standard Oil of Califor-


Grease 5 nia, 225 Bush St.
Supermil San Francisco, Califor-
Grease n9 nia - 94104
8723

Aeroshell Shell Oil Co.


Grease 7A One Shell Plaza
Houston, TX - 77002
Mobil Grease Mobil Oil Corporation
22 150 E, 42nd Sreet
New York - N.Y.
10017
Royco 78 Royal Lubricants Co.,
River Road
East Hanover, New Jersey
07936
L-1212 Sinclair Refining Co.
600 Fifth Ave.
New York, N.Y. - 10020
1916 Unitemp California Texas Oil Co.
Grease 380 Madson Ave.
New York, N.Y - 10017

Graxa lubrifi- MIL-G-21164 Aeroshell Shell Oil Co.


cante de Bis- QPL-21164-15 Grease 17 One Shell Plaza
sulfeto de
Molibdênio Houston, TX - 77002
Royco 64 C Royal Lubricants Co.
River Road, East Hanover
New Jersey - 07936
Catrolease Castrol Oil Inc., 254-
MSA (C) 266, Doremus Avenue
Newark, New Jersey
07105
OUTUBRO 1984

MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-71
Seção 11 ~EMBRAER
Manuseio e Serviços fEfJifiJfffNffJ@rm@
nAVAJCJ
TABELA lI-VI. LISTA DE MATERIAIS DE CONSUMO (Cont. )
MATERIAL MARCA DE
ESPECIFICAÇÃO FABRICACÃO FABRICANTE
Graxa para ro- MIL-G-18709 Regai ASB-2 Texaco, Inc.
lamentos de es·- QPL-18709-55 Formula TG- 2000 Westchester Ave.
fera e cilín- 10293 White Plains, N.Y.
dricos 10650

Andok B Exxon Company, U.S.A.


Êox 2180, Rm.491
Houston - TX
77001

Code 1-20481 Shell Oil Co.


Darina Grease One Shell Plaza
1-XSG-6213 Houston, TX
77002
Code 71-501
Darina Grease
2XSG-6152
Code 71-502
Alvania Grease'
2XSG-6151
Code 71-012 ,
Cyprina Greasel
3 XSG-6 280
Code 71-003

Graxa lubrifi- MIL-G-6032 Royco 32 Royal Enginnering Co.


cante para plu- QPL-6032-10 Whippany
gues e válvulas New Jersey
resistente a ga-
solina e óleo

Castrolease Castrol Oils, Inc.


Newark - New Jersey
Parker Fuel Parker Seal Co.
Lube 44 17325 Euclid Ave.
Cleveland, OH
4411 2
BP Aero BP Trading Limited
Grease 32 Moore Lane Britanic
House,London EC 2
England

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 2-72 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção 11
!E[fíf[}[ffHg}@(Q}[QJ
Manuseio e Seryiços
nAVAJO ,

TABELA lI-VI. LISTA DE MATERIAIS DE CONSUMO (Cont. )


MARCA DE
MATERIAL ESPECIFICAÇÃO FABRICACÃO FABRICANTE

Composto grafi- MIL-T-5544 Royco 44 Royal Lubricants Co.


tado a base de TT-S-1732 River Road, East
petróleo anti- (TT-A-580) Hanover - New Jersey
engripante 07936

Composto de Si- MIL-S-8660 DC-4, DC-6 Dow Corning Co.


licone (MIL-C-21 567) Compond Dept. A0021 - PO Box 1767
QPL-8660-7 Midland, Michigan
48640

G-624 General Eletric Co.


Silicone Products Div.
Section TR 75
Waterford, N.Y.
12188

Y-2900 Union Carbide


270 Park Ave.
New York, N.Y.
10017
Lubrificante a MIL-L-60326 MS-122
seco, tendo 607S
como agente o
fluorocarbono

Graxa a prova Aero Lu- Fiske Brothers Refining


d'água para briplate Company 129
alta e baixa Loockwood st.
temperatura Newark, New Jersey
07105
Repelente Chuva Repcon Unelko Corporation
FSCM 50159 727 E, 110th Street
Chicago, Ilinois
606208
Lubrificante e Mouse Milk Worlwide Filter
agente descar- PO l30x 1758
bonizante para 1677 Abram Court
turboalimenta- San Leandro
dor CA 94577

OUTUBRO 1984

MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-73
Seção 11 ~EMBRAER
fE[J[f[J@J-[ffJ@[JJ]@
Manuseio e Serviços
nAVAJCJ

TABELA lI-VI. LISTA DE MATERIAIS DE CONSUMO (Cont.)

MARCA DE FABRICANTE
MATERIAL ESPECIFICAÇÃO FABRICAÇÃO

Composto Retar- MIL-C-16173D LPS-3 Holt Lloyd Corp.4647


dante de corro- PIPER P/N Hugh Howell Rd. Tucker,
são 197508 Georgia 330084
404-934-7800

PIPER P/N Protecto Chemi-Cap


FLEX Chemical Pakaging Corpo
197509 ,
1100 - N.W. 70th Street
.

Ft. Landerdale,Fla 33309


305-665-9059

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-74
~EMBRAER Seção II
fIifJIJV@NffJ@!JJJ@
Manuseio e Serviços
nRVAJO
2-66. LIMPEZA DO TREM DE POUSO

Antes de limpar o trem ae pouso, coloque urna capa de plástico ou de


material similar sobre o conjunto da roda e freio.

a. Coloque um recipiente sob o trem para aparar os residuos.

b. Borrife ou pincele a área do trem com solvente ou urna mistura de


solvente e desengraxante, conforme desejar. Onde houver depósitos
mais espessos de graxa ou sujeira, poderá ser necessário escovar
as áreas que foram borrifadas, para limpá-las.

NOTA

Se desejado, as portas internas do trem podem


ser abaixadas, atuando-se a alavanca da bomba
manual de emergência, com o interruptor geral
desligado.

c. Deixe que o solvente permaneça no trem por cinco a dez minutos,


em seguida enxágue com mais solvente e deixe secar.

d. Retire a capa da roda e o recipiente.

e. Lubrifique o trem conforme o Gráfico de Lubrificação.

2-67. LIMPEZA DAS SUPERFÍCIES EXTERNAS

O avião deve ser lavado com sabão neutro e agua. Sabõesoudetergen-


tes abrasivos,'cáusticos ou alcalinos usados nas superficies pinta-
das ou plásticas podem causar arranhões ou corrosão nas superficies
metálicas. Cubra as áreas onde a solução de limpeza possa causar da-
no. Para lavar o avião, pode ser usado o seguinte procedimento:

a. Retire a sujeira solta com jato de água.

b. Aplique a solução de limpeza com um pano, esponja ou escova de


cerdas macias.

c. Para remover óleo ou graxa, use um pano umedecido em nafta.

Rev. 1 - AGOSTO 1986


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página 2-7 4a I
PÁGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

Rev. 1 - AGOSTO 1986


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Criptografia: Fred Mesquita
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~EMBRAER Seção II
~[J[f[J[ffNffJ@(Q}@
Manuseio e Serviços
nAVAJO
d. Onde houver manchas de gases de escapamento, deixe a solução per-
manecer pOr mais tempo na superfície. Um composto de limpeza po-
de ser usado na blindagem de aço inoxidável do escapamento.

e. Qualquer cera de automóvel de boa qualidade pode ser usada para


conservar as superfícies pintadas. Para evitar arranhões durante
a limpeza ou polimento, devem ser usados panos macios ou camurça.
Uma camada mais espessa de cera nos bordos de ataque reduzirá os
problemas de abrasão nessas áreas.

2-68. LIMPEZA DOS PÂRA-BRISAS E JANELAS

a. Retire a sujeira, lama e outras marcas das superfícies com agua


limpa.

b. Lave com sabão neutro e água ou uma solução de 50/50 de isopropanol


e água (não use compostos de limpeza de plásticos em pára-brisas
de vidro). Não use materiais abrasivos, ácidos ou bases fortes,
metanol ou metiloetilcetona. Use um pano macio ou uma esponja com
um movimento de vaivém. Não esfregue a superfície com força.

Não use gasolina, álcool, benzina, tetraclo-


reto de carbono, "thinner" ou limpa-vidros em
aerosol.

c. Enxágue completamente.

d. Após a limpeza, as superfícies plásticas podem ser polidas apli-


cando-se uma fina camada de cera para polimento. Esfregue leve-
mente com um pano macio. Use movimentos circulares. Não aplique
cera nos pára-brisas de vidro com camadas de superfície para pro-
teção anti-estática.

e. Um arranhão profundo ou escoriação no plástico pode ser removido,


usando-se polidor de joalheiro.

OUTUBRO 1984

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-75
seção 11 ~EMBRAER
&rti!D@.®@}[JJ}@
Manuseio e Serviços
nAVAJO
f. A fim de melhorar a visibilidade através do pára-brisa e janelas,
em vôos ·sob condiçôes chuvosas, deve-se aplicar aos mesmos, um
repelente de chuva, tal como "Repcon". As superfícies do para-
brisa e janelas tratadas com "Repcon" tornam-se tão lisas que a
agua, sob forma de gotas, rapidamente se escoa das superfícies.
Aplique esse produto de conformidade com as instruções do fabri-
cante (Consulte a Tabela lI-VI - Lista de Materiais de Consumo,
quanto às especificações e endereço do fabricante).

2-69. LIMPEZA DO REVESTIMENTO DO TETO, PAINÉIS LATERAIS E POLTRONAS

a. Limpe o revestimento do teto com uma estopa de boa qualidade e


shampoo para estofamento. Evite ensopar ou esfregar com força.

Os solventes de limpeza exigem ventilação


adequada.

b. Limpe os painéis laterais e poltronas com uma escova de cerdas


rígidas e aspirador, onde for necessário.

c. A limpeza de material de couro deve ser feita com sabão especial


para amaciar o couro, ou sabão neutro e agua.

2-70. LIMPEZA DE SUPERFíCIES DE MADEIRA

As superfícies de madeira podem ser limpas com qualquer líquido de


limpeza de uso doméstico ou composto de limpeza em spray e polidor
fabricado para esse fim.

2-71. LIMPEZA DE CARPETES

Use uma vassourinha ou aspirador para remover a suj eira. Para manchas,

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-76
~EMBRAER seção 11
!E!Jí!V[ffNff}@1JJJ1JB
Manuseio e Serviços
nAVAJCJ

use o fluido de limpeza a seco, nao inflamável.

2-72. LIMPEZA DO TOALETE

a. Para se desfazer do saco sanitário, puxe do balde a extremidade


superior do saco e amarre com um arame. Retire-o do avião com o
balde tampado e desfaça-se dele de acordo com as instalações do
lugar. Não tente jogar o saco em out,ro vaso sanitário.

b. Para limpar e desodorizar o toalete do avião, misture uma solução


de composto de limpeza, tipo desinfetante. Usando uma escova de
cerdas macias, estopa e a solução, lave o balde e o assento.
O toalete pode ser removido para limpeza, desconectando-se os
dois prendedores na extremidade dianteira interna da t:nidade. Des-
lize-o para trás e suspenda-o do chão.

c. Quando algum odor desagradável permanecer, use uma solução mais


forte e lave novamente.

d. Enxágue com água limpa.

e. Para instalar um novo saco sanitário, coloque-o sobre a borda do


balde e empurre-o até o fundo.

2-73. CUIDADOS COM O ACABAMENTO DO AVIA0

O acabamento interno e externo do avião assegura o máximo de vida


útil. Ambos os lados de todas as peças são tratados pelo processo
alodine e borrifados com primer cromato de zinco.
As superficies externas são cobertas com laca acrilica degrandedu-
rabilidade.
Ao lavar o avião, é aconselhável usar sabão neutro e solução de água.
A sujeira solta deve ser lavada com água limpa. Sabões ou detergen-
tes abrasivos, cáusticos ou alcalinos podem causar corrosão ou ar-
ranhão na pintura.
Use nafta e um pano macio para remover óleo e graxa resistentes a
limpeza. Qualquer cera de automóvel de boa qualidade pode ser usada
para conservar as superf icies pintadas. Um pano limpo e macio ou

OUTUBRO 1984

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-77
Seção. 11 ~EMBRAER
fEf1ii7){gNE@[JJ}12l
Manuseio. e Serviço.s
nAVAJO
camurça deve ser usado. para evitar arranhões ao. limpar o.u po.lir.
Aplique uma camada mais espessa de cera no.s bo.rdo.s de ataque das
asas, superfícies da empenagem, na seçao. do. co.ne do. nariz e nas ca-
renagens do.s cubo.s das hélices, para reduzir o.s pro.blemas de abra-
são. nestas áreas.
Ao. pintar no.vamente o. avião., nao. use fo.lha de alumínio. co.mo. máscara
para pintura a revõlver em pára-brisas revestido.s de Airco.n Nesa.
A película de Nesa e usada no. lado. externo. para pro.teção.co.ntra ele-
tricidade estática e é basicamente óxido. de estanho.. A maio.ria do.s
po.lido.res de metal, quer alcalino.s o.u ácido.s, po.de reagir co.m a fo.-
lha de alumínio. o.u liberar hidro.gênio. que po.de entrarem co.ntato. co.m
o. óxido. de estanho.. Quando. o. hidro.gênio. e o. óxido. de estanho. se co.m-
binam, a película de óxido. de estanho. é reduzida a estanho. puro. e,
quando. remo.vida, deixará uma mancha escura permanente.
Se fo.rem utilizado.s po.lido.res de metal, assegure pro.teção. adequada
ao. pára-~brisa, utilizando. papel e papelão. antes de pintar.

2-74. SISTEMA DE OXIG~NIO

2-75. SERVIÇOS NO SISTEMA DE OXIGENIO

O o.xigênio. para o. sistema é fo.rnecido. po.r um cilindro. fixo. lo.cali-


zado. no. lado. superio.r direito. da fuselagem traseira co.m 1850 psi de
pressão., tendo. uma capacidade de 48 pés cúbico.s. As instruções de
serviço. e manutenção. para o. sistema de o.xigênio. po.dem ser enco.ntra-
das na Seção. XIV.

2-76. CUIDADOS QUANTO A SEGURANÇA DO SISTEMA DE OXIGENIO

Deve ser to.mado. o. máximo. de cuidado. no. serviço., manuseio. e inspeção.


do. sistema de o.xigênio.. Observe as seguintes precauções:

a. Mantenha o. regulado.r de o.xigênio., cilindro., indicado.r, válvula,


co.nexões, máscaras e to.do.s o.s o.utro.s co.mpo.nentes do. sistema de
o.xigênio. livres de óleo, graxa, gasolina e to.das as outras subs-
tãncias altamente co.mbustíveis.

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-78
~EMBRAER Seção I I
fEffif[J[ff]·[ff]@(Qj@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

b. Não permita a entrada de material estranho nas tubulações de oxi-


gênio.

Mantenha todos os componentes do sistema


de oxigênio isentos de óleo, graxa, combus-
tível e de todo material de fácil combus-
tão.

c. Nunca tente reparar o regulador ou o cilindro de oxigênio. Qual-


quer serviço ou teste deverá ser executado por uma oficina es-
pecializada.

d. Coloque avisos de "NÃO FUME" em toda a área de trabalho e man-


tenha limpas as mãos e as ferramentas. Tome cuidado para nao
provocar faíscas com as ferramentas durante o trabalho.

e. Nunca deixe equipamento elétrico em contato com o cilindro .de


oxigénio.

f. Use somente Fita Veda-Rosca de Teflon (Permacel 412) no sistema


de oxigênio. Aplique somente nos três primeiros fiosde rosca das
conexões macho para evitar que as roscas agarrem.

2-77. ABASTECIMENTO DO CILINDRO DE OXIGENIO

A válvula de enchimento do sistema de oxigênio fica localizada no


lado direito do cone de cauda.

a. Para abastecer o cilindro de oxigênio, abra a porta de acesso,


remova a tampa da válvula de enchimento, e prenda a mangueira de
enchimento da unidade de recarga de oxigênio à válvula de enchi-
mento. Certifique-se de que todas as conexoes estão livres de
óleo, graxa, sujeira, etc.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-79
Seção II -«EMBRAER
!ErmJ{g)·{g)~[Q]@
Manuseio e Serviços
nAVAJCJ

NOTA

Se a pressão do cilindro de oxigênio do avião


estiver abaixo de 50 psi, o sistema deve ser
descontaminado como está descri to na Seção
XIV.

b. Para obter pressao correta de enchimento para o sistemadeoxigê-


nio a temperaturas ambientes variadas, está incluída uma tabela
para sua conveniência. As pressões dadas não são exatas, mas su-
ficientemente precisas para finalidades práticas de pressões de
operação de cilindros entre 1800 e 2400 psi. Após o enchimento
permita que o cilindro resfrie a uma temperatura estabilizada an-
tes de confrontar os valores dados na Tabela lI-VII.

c. Ao usar uma unidade de recarga consistindo de um cilindro de abas-


tecimento, abra vagarosamente a válvula de abastecimento e deixe
o oxigênio transferir-se.

d. Ao usar uma unidade de recarga consistindo de dois ou mai s cilin-


dros de abastecimento (sistema de armazenamento em série), reco-
menda-se que seja seguido o seguinte procedimento:

1. Antes de abrir quaisquer válvulas, verifique apressão restan-


te no cilindro de oxigénio do avião. Se estiver ainda parcial-
mente carregado, anote a pressão indicada no indicador do ci-
lindro. Depois abra e feche cada válvula no sistema de arma-
zenamento em série e determine qual cilindro tema pressão me-
nor. Quando encontrado, se este cilindro tiver uma pressão in-
ferior ao cilindro de oxigênio no avião, não tente usá-lo para
enchimento; use o cilindro de armazenamento que tem uma pres~

são superior à do cilindro do avião mas inferior à dos outros.

2. Abra a válvula somente de um cilindro de armazenamento com a


pressao menor. Quando a pressão indicada no indicador de oxi-
gênio do avião e no indicador de carga ti ver se equalizado,
feche a válvula do cilindro de armazenamento; depois passe para

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!Ef!i1l}wNg}@[[[}©
Manuseio e Serviços
nAVAJO
o cilindro de armazenamento com a pressao superior seguinte e
repita o procedimento.

3. Se, depois de usado o último cilindro de armazenamento, o sis-


tema de oxigênio do avião ainda não estiver completamente car-
regado, um cilindro de armazenamento cheio deve ser colocado
no lugar de um cilindro com a pressão mais baixa e usado da
mesma maneira.

4. Uma boa quantidade de oxigênio permanecerã nos cilindros gran-


des usados no sistema de sêrie após o enchimento de apenas um
dos cilindros, mas tal oxigênio restante estará a uma pressão
um pouco menor que 1850 psi, a qual é insuficiente para rea-
bastecer um outro cilindro de avião, embora irá reabastecer
vários cilindros pequenos.

5. Mesmo num sistema em sêrie de três ou quatro cilindros, nao e


económico começar a recarga com oxigênio a uma pressão infe-
rior a 300 psi num conjunto de cilindros. Portanto, use cilin-
dros de 300 pés cúbicos atê, aproximadamente, 300 psi; depois
devolva para recarga. Em sistemas de dois cilindros, use até
aproximadamente 100 psi; depois devolva para recarga.

e. Quando o indicador de pressão na unidade de recarga ou no avião


alcançar 1800 a 1850 psi, feche a válvula reguladora ce pressao
na unidade de recarga. Desconecte a mangueira de enchimento, da
válvula de enchimento, recoloque a tampa protetora na válvula de
enchimento e feche a tampa de acesso. Verifique a pressão do ci-
lindro de acordo com a Tabela lI-VII, apos a estabilização da
temperatura do cilindro.

2-78. SISTEMA DE AR CONDICIONADO

O serviço no sistema de ar condicionado consiste na verificação pe-


riódica do nivel de refrigerante Freon, operando-se o sistemae obser-
vando-se a janela do visor de nivel na extremidade superior do re-
ceptor-desidratador. Isto é feito, obtendo-se acesso ao visor de

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fElJJ!DmJ·@@{QJ@
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nAVAJCJ
nível do receptor-desidratador localizado no alojamento da roda
direita. A porta interna do trem deve ser aberta para alcançar a uni-
dade. Consulte a Seção VI deste Manual quanto a detalhes sobre a
abertura das portas do trem de pouso. Verifique quanto a indícios de
espuma ou bolhas no visor. Se estas condições forem observadas, con-
sulte a Seção XIV para maiores instruções sobre ar condicionado.
Se ° sistema tiver que ser recarregado, é aconselhável verificar °
õleo no compressor nessa ocasião, antes da recarga do sistema, subs-,
tituir ° receptor-desidratador e todos os anéis de vedação nas co-
nexões que forem abertas.

TABELA lI-VII. PRESSOES INDICADAS DE OXIGlO:NIO PARA TEI1PERATURAS


AMBIENTES DADAS

Temperatura Pressão Indicada de Oxigênio (psi)

43,3 0 C ( 110°F) 1980


37,8 0 C (100°F) 1935
32,2 0 C (90°F) 1890
26,7 0 C (80°F) 1845
21 ,1°C (700F) 1800
15,5ºC (60°F) 1755
10,OoC (50°F) 1710
4,4 0 C (40°F) 1665

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n,AVAJO Manuseio e Serviços

TABELA lI-VIII. TABELA DE CONVERSOES DECIMAIS

DECIMAIS DECIMAIS
FRAÇÕES DE POLEGADA DE MIL;'~ETROS FRAÇOES DE POLEGADA DE MIL/METROS
POLEGADiJS POLEGADAS

0,015625 0,3969 0,515625 13,0969


0,03125 0,7937 0,53125 13,4937
0,046875 1,1906 0,546875 13,8906
0,0625 1,5875 0,5625 14,2875
0,078125 1,9844 0,578125 14,6844
0,09375 2,3812 0,59375 15,0812
0,109375 2,7781 0,609375 15,4781
0,125 3,1750 í 0,625 15,8750
8
0,140625 3,5719 0,640625 16,2719
0,15625 3,9687 0,65625 16,6687
0,171875 4,3656 0,671875 17,0656
0,1875 4,7625 0,6875 17,4625
0,203125 5,1594 0,703125 17,8594
0,21875 5,5562 0,71875 18,2562
0,234375 5,9531 0,734375 18,6531
0,250 6,3500 0,750 19,0500
0,265625 6,7469 0,765625 19,4469
0,28125 7,143'7 0,78125 19,8437
0,296875 7,5406 0,796875 20,2406
0,3125 7,9375 0,8125 20,6375
0,328125 8,3344 0,828125 21,0344
0,34375 8,7312 0,84375 21,4312
0,359375 9,1281 0,859375 21,8281
0,375 9,5250 7
8 0,875 22,2250
0,390625 9,9219 .0,890625 22,6219
0,40625 10,3187 0,90625 23,0187
0,421875 10,7156 0,921875 23,4156
0,4375 11,1125 0,9375 23,8125
0,453125 11,5094 0,953125 24,2094
15
32 0,46875 11,9062 0,96875 24,6062
0,484375 12,3031 0,984375 25,0.031
G)-- 0,,500 12,7000 1,000 25,40.01

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seção II ~EMBRAER
fgflíiTlfHNffl!Fd@)@
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nAVAJO

CONSTRUçAo TODA SOLDADA MEDIDAS EM MILíMETROS

50,8. 152,4. 6,1 .228,6 50,8 • 152,4 x 5,1 • 809,6


PERFIL "U" EM AÇO PERFIL "U· EM AÇO
QUANT.l

228,6

ACRESCENTAR
RODA. SE DESEJADO

li 12,7 .321,9
,8'i BB,9 • 321,9
VERG.AÇO
'>-
<
OUANT.4
TUBOPADRÂO
AÇO PRETO I
QUANT.1 368,3
50.8
330,2

101,6 -

41,3 x 101.& x 4,6 x 762.0


PERFIL "U· EM AÇO 41,3 x 101,6 x 4.6 x 330.2
QUANT. I 330.2 PE RFI L "u" EM AÇO
QUANT.2

Figura 2-18. Suporte de Macaco Fabricado pela EMBRAER P/N 18338-00

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
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--EEMBRAER seção Ir
~fJif1JmNffC1(Q}fIfj
nAVAJO Manuseio e Serviços

i-.c-ti R 19,1IT(PICOI
SOLDA

5Oi3~.~ FORTE PRENDEDOR

~ 5O,8...j I
, 83.6}
.TJ-~*'
~-101.8~ 112.7 ",
CANTONEIRA . 25,4 , . EXTREMIDADE
50.1 • 50.1 • 3.2 • 101.8 ~ARREDONDADA
~.e FURO
QUANT.2
- 127.0 ------1 "R 12,7
I ~119,4
CORRENTE TIPO
/ CORREDiÇA PINO
/ 203,2L

127,0

PLACA 8,5
iI
TU80 ,8'31,Bx 1480,5
QUANT.4

PLACA 1,8
QUANT.I

RODAS
loPCIONAL)

50.8 • 50,8 • 4,7 • 509,8 45·


QUANT. 4 ITIPICO)

CONsTRUçAo TODA SOLDADA DETALHE DA


EXTREMIDADE
DA CANTONEIRA

Figura 2-19. Plataforma de Apoio da Cauda


OUTUBRO 1984

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seção 11 ~EMBRAER
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TABELA lI-IX. TAMANHO DE BROCAS - EQUIVALENTES DECIMAIS/MILÍMETROS

Calibre de Brocas de 1/2 paI. até n.o BO com equivalente em decimais/milímetro.

C"'lIBRE EQU!V. ~aulv. CAUSRr EOUIV EOUIV. C"'LIBFlE EOUIY. fauN. CALIBIU EOUIV. EQUIV
OECIIo!AL Io!ILlM~TRO DECIMAL ~llIMETRO Df.CIMAL MllIMETAO DECIMAL MILIMETRO

1/2 0500 127000 G 0261 66294 5/32 01562 39687 51 0067 1 7018
31/64 04843 123031 F 0257 65278 23 0154 39116 52 00635 1 6129
16/32 04687 11 9062 E 1 /4 0250 63500 24 0152 38808 1/16 00825 15875
29/64 04531 11 5094 o o 24G 62484 25 01495 37973 53 00695 1 5113
7/16 04375 11 1125 C 0242 61488 26 0147 37338 54 0055 1397

27/64 04218 107156 8 0238 60452 27 0144 36576 55 0052 13208


Z 0413 104902 15/64 02343 59531 9/64 01406 35719 3/64 00468 1 1906
13/32 04062 103187 A 0234 59436 28 01405 35687 56 00465 1 1811
Y 0404 102616 1 0228 57912 29 0136 34544 57 0043 1 0922
X 0397 100838 2 0221 56134 30 01285 32639 58 0042 10688

25/64 03906 99212 7/32 02187 55562 1/B 0125 31750 59 0041 10414
W 0386 98044 3 0213 54102 31 0120 3048 60 0040 1 016
V 0377 95758 4 0209 53086 32 0116 29464 61 0039 09906
3/8 0375 95250 5 02055 52197 33 0113 28702 62 0038 09652
U 0368 93472 6 0204 51816 34 D 111 28194 63 0037 09398

23/64 03593 91262 13/64 02031 51594 35 0110 2794 64 0036 09144
T 0358 91281 7 0201 51054 7164 01093 27781 55 0035 0899
S 0346 87884 8 0199 50546 36 01065 27051 66 0033 08382
11/32 03437 87300 9 0196 49784 37 0104 26416 1/32 00312 07937
R 0339 86106 1(, 01935 49149 38 o 10i 5 25781 67 0032 08128

Q 0332 84328 11 0191 48514 39 00995 25273 68 0031 07874


21/64 03281 83337 12 0189 48006 40 0098 24892 69 0029 07366
P 0323 82042 3/16 01875 47625 41 0096 24384 70 0028 07112
o 0316 80264 13 0185 4699 3/32 00937 23812 71 0026 06604
5/16 03125 79375 14 0182 46228 42 00935 23749 72 0025 0635
N 0302 76708 15 0180 4572 43 0089 22606 73 0024 06096
19/64 02968 75387 16 0177 44958 44 0086 21844 74 00229 058166
M 0295 74930 17 0173 43942 45 0082 20828 75 0021 05334
L 0290 73660 11/64 01718 43656 46 0081 20574 76 0020 0508
9/32 02812 71425 18 01695 43053 47 00785 19939 77 0018 04572

K 0281 7 1374 19 0166 42164 5/64 00781 19844 1164 00156 03969
J 0277 70358 20 0161 40894 48 0076 19304 78 0016 04064
I 0272 69088 21 0159 40386 49 0073 18542 79 00145 03683
H 0266 67564 22 0157 39878 50 0070 1 778 80 00135 03429
17/64 02656 67462

CALIBRE DE BROCAS

Brocas podem ser obtidas regularmente até o diâmetro de 101,4 mm (4 pol.) com
aumentos de 0,3969 mm (1/64 pol.). As brocas do sistema métrico variam de
2,0 a 76.0 mm com aumentos de 0,5 mm.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 2-86 Criptografia: Fred Mesquita
·~EMBRAER seção II
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Manuseio e Serviços
nAVAJCJ \

TABELA lI-X. TABELA DE CONVERSOES

1. Estas Tabelas contém várias conversões as quais podem ser usadas


para converter valores de capacidade, comprimento, temperatura e
vários pesos e medidas, do sistema inglés para o sistema métrico
ou vice-versa.

I
2. O sistema inglês, usado somente pela Inglaterra e Estados Unidos
até o presente, está sendo gradativamente substituidopelosiste-
ma métrico.

3. Procedimentos para converter polegadas em milimetros.

A. Exemplo: Converter 1,5 polegadas em milimetros.

(1) Veja quanto corresponde 1 polegada em milimetro na coluna


vertical;

(2) Corra nessa coluna na horizontal até encontrar 0,5 pole-


gada;

(3) Leia o correspondente em milimetros (1,5 polegadas é igual


a 38,10 milimetros).

4. Procedimentos para converter graus de temperatura (Fahrenheit) em


Celsius (oC) (Centigrados).

A. Leia ° número desejado na coluna do meio, se for em graus Cel-


sius (oC) , leia o equivalente na coluna direita.
Caso os graus sejam em Fahrenheit (OF) leia o equivalente na
coluna da esquerda.

(1) 70 0 F ; 21,1 0 C

(2) 30 0 C; 86,00F

OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 MS-8ioCj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-87
seção rI ..(EMBRAER
{gfmJ[ENffl@[Q]@
Manuseio e Serviços
nAVAJQ

TABELA lI-X. TABELA DE CONVERSÃO

TABELA PRÁTICA PARA FAZER CONVERSÕES DE:


GRAUS CENTfGRADOS EM FAHRENHEIT E VICE VERSA

C FC F C FC F
-62.2 -80 -112.0 71.00 160 320.0
-56.7 -70 -94.0 76.67 170 338.0
-51.1 -60 -76.0 82.22 180 356.0
-45.6 -50 -58.0 87.78 190 374.0
-40.0 -40 -40.0 93033 200 392.0
-34.0 -30 -22.0 98.89 210 410.0
-31.7 -25 -13.0 104.44 220 428.0
-38.9 -20 -4.0 110.00 230 446.0
-36.1 -15 5.0 115.56 240 464.0
-2303 -10 14.0 121.11 250 482.0
-20.6 -5 23.0 126.67 260 500.0
-17.8 O 32.0 132.22 270 518.0
-15.0 5 41.0 137.78 280 536.0
-12.22 10 50.0 143.33 290 554.0
-9.44 15 59.0 148.89 300 572.0
-6.67 20 68.0 154.44 310 590.0
-3.89 25 77 .0 160.00 320 608.0
-1.11 30 86.0 165.56 330 626.0
1.67 35 95.0 171.11 340 644.0
4.44 40 104.0 176.67 350 662.0
7.22 45 113.0 182.22 360 680.0
10.00 50 122.0 187.78 370 698.0
12.78 55 131.0 193.33 380 716.0
15.56 60 140.0 198.89 390 734.0
18.33 65 149.0 204.44 400 752.0
21.11 70 158.0 210.00 410 770.0
23.89 75 167.0 215.56 420 788.0
26.67 80 176.0 221.11 430 806.0
32.22 90 194.0 226.67 440 824.0
3-7.78 100 212.0 232.22 450 842.0
43033 110 230.0 237.78 460 860.0
38.89 120 248.0 243033 470 878.0
54.44 130 266.0 248.89 480 896.0
60.00 140 284.0 254.44 490 914.0
65.56 150 302.0 260.00 500 932.0

EXEMPW: Para =nverter 20°C a Fahrenheit, ache 20 na coluna


central onde está rrarcado (F C); então leia 68, OOF na coluna
(F) a direita. Para converter 20°F para Centigrados; ache 20
o
na =luna central e leia -6,6 C na =luna (C) a esquerda.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Página 2-88 Criptografia: Fred Mesquita
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fEmm[ffi·[ffi~iIf)©
nAVAJD Manuseio e Serviços
\

TABELA lI-X. TABELA DE CONVERSÃO (Cont. )


MULTIPLIQUE POR PARA OBTER MULTIPLIQUE POR PARA OBTER
0,3937 1'01. 0,000948 BTU
CENTlMETooS 0,03281 pés. JOULES 0,7376 Pés-LB
0,001 Litros 2,205 LB
CENT!NETroS 0,06102 1'01 3 KlLOGRAMAS 35,27 OZ
CÚBICOS 0,000264' Galo U.S. 1000 Granas
28,320 OU' 1000 OU'
1'01 3 61,03 1'01 3
PE'S CÚBICOS . 1,728 Op3532 Pés 3
7,481 Gal U.S. LITROS
28,32 Litros 0,2642 ("..3.1. U.S.
0,22 eXilo IMP
16,39 OU' 1,057 Quarts
POLEGADAS 0,01639 Litros
CÚBICAS OP04329 Galo 39,37 Fol
0,01732 QJartos METROS 3,281 pés
1000 MM
1000.000 OU'
l-!ETROS 35,314 Pés 3 KILOGRAMA 7,233 pés-LB
CÚBICOS 61,023 Fo1 3 METRO 9,807 Joules
264,17 Galo 0,0625 LB-1WDP
1000 Litros ONÇAS-AVDp· 28,35 Granas
0,3048 M2tros 437,5 Grãos
PÉ 12.000 Mils ONCAS 29,57 OU'
304,8 MM
0,3333
FWIDA 4,805 1'01 3
Jardas
0,1383 453,6 Granas
Kg-M2tro LIBPAS- 7000
PÉS Op01285 Bl'U
Grãos
LIBRAS AVDP 16,0 OZ
OpOOOO0376 KW-H
POLEGADA 6,4516 OU'
QUADPADA
LIBRAS POR 0,0703 KGjOU'
277,4 1'01 3 POL 2
GALÕES 1,201 Galo U.S. (PSI)
IMPERIAL 4,546 Litros
MILHA 1609 Km
268,Çl Fo1 3 TERPESTRE 0,8684 Nilha-Náutica
0,1556 pés 3
GAlÕES 1,164 Galo U.S.Liq. MILHA
U.S. SECO 4,405 Litros NÂUTlCA 1,151 Nilha Te=estre
231,0 1'01. 3 QUARTO 0,9463 Litros
0,1337 Pés. 3 MILfi1ETPO 1000 Microns
GAI.i5ES 3,785 Litros
U.S. LIQ. 0,8327 Galo lInD. MICRONS 0,001 Milímetro
128 Oz-Fluida OZ-POL 0,72 Granas-M2tro
2,54 OU
POLEGADAS 0,8333 LIBRAS 0,453 KG
Pés
POIrLIBRAS 11,521 Granas-M2tro

OUTUBRO 1984

MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 2-89
seção II ~EMBRAER
[E[f[fiJ[gNffJ@rmfJ8
Manuseio e Serviços
nAVAJO

TABELA lI-X. TABELA DE CONVERSA0 (Cont. )

POLEGADAS PARA MILíMETROS


POL 0,0000 0,0001 0,0002 0,0003 0,0004 Q,0005 0,0006 0,0007 0,9 008 0,0009
MIL1ME:TRO
0,000 0,0025 0,0050 0,0076 0,0101 0,0127 0,0152 0,0177 0,0203 0,0228
0,001 0,0254 0,0279 0,0304 0,0330 0,0355 0,0381 0,0406 0,0431 0,0457 0,0482
0,002 0,0508 0,0533 0,0558 0,0584 0,0609 0,0635 0,0660 0,0685 0,0711 0,0736
0,003 0,0762 0,0787 0,0812 0,0838 0,0863 0,0889 0,0914 0,0939 0,0965 0,0990
0,004 0,1016 0,1041 0,1066 0,1092 0,1117 0,1143 Oi 1168 0,1193 0,1219 0,1244

0,005 0,1270 0,1295· 0,1320 0,1346 0,1371 0,1397 0,1422 0,1447 0,1473 0,1498
0,006 0,1524 0,1549 0,1574 0,1600 0,1625 0,1651 0,1676 0,1701 0,1727 0,1752
0,007 0,1778 0,1803 0,1828 0,1854 0,1879 0,1905 0,1930 0,1955 0,1981 0,2006
0,008 0,2032 0,2057 0,2082 0,2108 0,2133 0,2159 0,2184 0,2209 0,2235 0,2260
0,009 0,2286 0,2311 0,2336 0,2362 0,2387 0,2413 0,2438 0,2463 0,2489 0,2514

POL 0,000 0,001 0,002 0,003 0,004 0,005 0,006 0,007 0,008 0,009
MIL1METRO
0,00 0,025 0,050 0,076 0,101 0,127 0,152 0,177 0,203 0,228
0,01 0,254 0,279 O,3()4 0,330 0,355 0,381 0,406 0,431 0,457 0,482
0,02 0,508 0,533 0,558 0,584 0,609 0.635 0.660 0,585 0,711 0,736
0,03 0,762 0,787 0,812 0,838 0,863 0,889 0,914 0,939 0,965 0,990
0,04 1,016 1,041 1,066 1,092 1,117 1,143 1,168 1,193 1,219 1,244

0,05 1,270 1,295 1,320 1,346 1,371 1,397 1,422 1,447 1,473 1,498
0,06 1,524 1,549 1,574 1,600 1,625 1,651 1,676 1,701 1,727 li 752
0,07 1,778 1,803 1,828 1,854 1,879 1,905 1,930 1,955 1,981 2,006
0,08 2,032 2,057 2,082 2,108 2,133 2,159 2,184 2,209 2,285 2,260
0,09 2,286 2,311 2,336 2,362 2,387 2,413 2,438 2,463 2.489 2,514

POL 0,00 0,01 0,02 0,03 0,04 0,05 0,06 0,07 0,08 0,09
MIL!METRO
0,0 0,254 0,508 0,762 0,016 1,270 1,524 1,778 2,032 2,286
0,1 2,540 2,794 3,048 3,302 3,556 3,810 4,064 4,318 4,572 4,826
·0,2 5,080 5,334 5,588 5,842 6,096 6,350 6,604 6,253 7,112 7,366
0,3 7,620 7,874 8,128 8,382 8,636 8,890 9,144 9,398 9,652 9,906
0,4 10,.160 10,414 10,668 10,922 11,176 11,430 11,684 11,938 12,192 12,446

0,5 12,700 12,954 J.3,208 13,462 13.716 13.970 14,224 14.478 14,732 14,986
0,6 15,240 15,494 15,748 16,002 16,256 16,510 16,764 17,018 17,272 17,526
0,7 17,780 18,034 18,288 18,542 18,796 19,050 19,304 19.558 19,812 20,066
0,8 20,320 20,574 20,828 21,082 21,336 21,590 21,844 22,098 22,352 22,606
0,9 22,860 23,114 23,368 23,622. 23,876 24,130 24,384 24,638 24,892 25,146

POL 0,00 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9
l'1ILtNETRO
o 2,54 5,08 7,62 10,16 L!,7ú 15.24 17,72, 20,32 22.86
1 25.40 27,94 30.48 33,U2 35,56 32, ,10 40,64 43,18 45,72 48.26
2 50,80 53,34 55,88 58,42 60,96 63.50 66,04 68.58 71,12 73,66
3 76,20 78,74 81,2.8 83,82 86,36 88,90 91,44 93,98 96,52 99,06
4 101,60 1 0 4,14 106,68 109,22 111,76 114.30 116,84 119,38 121,92 124.46

5 127,00 129,,4 13?,U8 134.52 13"1.15 139,7(J 142.24 144,78 147 • .32 149,86
6 152,40 154,94 157.48 160,02 162,56 155,10 167,64 170,18 172,72 175,26
7 177.80 180,34 182,88 185.42 187,96 190,50 193,04 195,58 198,12 200,66
8 203.20 205,74 2.08.28 210,82 213.36 215.90 ,n8,44 2.20,98 223,52 226.06
9 228,60 231,14 233,68 236,22 238,76 24:!.,JO 243,84 246,38 248,92 251.46

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Página 2-90 Criptografia: Fred Mesquita
-(EMBRAER Seção 11
fEfJIf[J@o[ff]@[Q)@
Manuseio e Serviços
·nAVAJCJ

VISTA 1

VISTAS

VISTAS

Pequena Broca
de Centro

~5

Figura 2-20. Remoção do Rebite de Trava Tipo Cherry


OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


Página 2-91
seção II ~EMBRAER
&flff'iJ{E.~
Manuseio e Serviços
nAVA..ID

NOMEROS, l.EI'RAS E
TRAÇOS AMARELOS

lrH-8794: SIN-6-2/68-mG-S'I1'1OO EN-5593-6-4/06S~


B. MAtaJEIRA NÃO AIJro-SELl\NTE,
RESISTENTE AOS CXMPOS'l\:l)
AMl\RELO: Ml'lilA SIMPLES DE ARNlE
MUoII\TIcn;
'IUBO S INTt:'n CO INTEHNO

NÜMEROS. LETHAS E
'i'HAÇOS VERMELHOS

"..t. , .... -\ 1,0-693


-l , "
'1.."" .,
, '

D. MANGUEIRA A{]l'()-SEIJ\NI'E. 1lE-


SISTENI'E AOS CXl-IPOS'la) Aro-
~TICOS
E. MANGUEIRA RESISTENTE AO
0I.m, <X'MPOS'ro5 l\RCMÂ-
TIcn; E A CW\MA

NOMrnos, LETHAS E
VERl·lElJ 10
TRAÇOS VERMELHOS

(VISTA ~OSTHANlX) O LADO OPOSTe DA MllNGULIAA)

C. MANGUEIRA NÃO AIJro-SELANTE. RESISTENTE AO


CALOR, E AOS CXM>OS'roS MUoII\TICOS.

Figura 2-21. Identificação das Linhas de Fluido da Aeronave


(Folha 1-2)

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita

Página 2-92
-(EMBRAER Seção II
fEfJf!l]{gHffJ@[QJ@
Manuseio e Serviços
·nAVAJO
MARRON LARANJA LARANJA CINZA

TE
~ AR 00
co

J;?
CONDUITE ELETRICO AR DOS INSTRUMENTOS.

AZUL AMARELO CINZA VERDE

\ ~- I I,
DEGE~ADOR I f'.
'L.J
HIDRi LlCO O
i OXIG. PI RESP. O
HIDRA LlCO 18 DEGELADOR OXIG. PI RESP
D
O
D
HIDRÁ LlCO O DEGElADOR
OXIG. PI RESP.
D
HIDRAULlCO DEGELADOR OXIGENIO PARA RESPIRAÇAO

VERMELHO LARANJA AZUL AMARELO


I I, _ U
A
I,
COMBUSTIVEl Y PNEU ATlCO LU8RIFICAÇt() o
./} o
lUBRIFICACAo o
,
COM8USTlVEl PNEU ÁTI~O
i, -<'r o
o
COMBUSTíVEL i .!} PN-=-±TlCO ')0 LUBAlFICACiío o
I,,·
COMBUSTlVEL PNEUMATICO LUBRIFICA0 O

MARRON CINZA
/
AR CON IOON I{}·~:I
AR coiDlCiON.JK~iiJ
AR C01DICOJN
_
x.n::.
': ..
:,.I'

AR CONDICIONADO

Figura 2-21. Identificação das Linhas de Fluido da Aeronave


(Folha 2-2)
OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


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Seção 11 --EEMBRAER
fIi[Jff[j[ffNXJ!J!d[Q}@
Manuseio e Serviços
nAVAJO

TABELA lI-XI. DISTÂNCIA MÂXlMA ENTRE OS SUPORTES DOS TUBOS DE FLUIDO

DIÂMETRO DO TUBO DISTÂNCIA ENTRE OS SUPORTES (Polegadas)


(Polegadas)
LIGA DE ALUM!NIO AÇO

1/8 9-1/2 11-1/2

3/16 12 14

1/4 13-1/2 16

5/16 15 18

3/8 16-1/2 20

1/2 19 23

5/8 22 25-1/2

3/4 24 27-1/2

1 26-1/2 30

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
página 2-94
Manual de Serviços
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SEÇÃO II – MANUSEIO E SERVIÇOS
NAVAJO

2.79 MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE VÁCUO

2.80 Precauções Quando da Lavagem do Motor

ADVERTÊNCIA: A falha em proteger os componentes do sistema


pneumático de contaminação devido aos
solventes de limpeza usados na lavagem do motor
pode resultar em falha prematura da bomba de
vácuo.

Antes de lavar o compartimento do motor, devem ser tomadas as seguintes precauções a fim de
assegurar a expectativa do tempo de vida dos componentes do sistema pneumático.

A. Acoplamento da Bomba de Vácuo

O selo lateral do acoplamento da bomba ao motor, tem a função de impedir a entrada de materiais estranhos tais como
sujeira, poeira e líquidos finos. No entanto, qualquer fluído sob alta pressão pode forçar o selo e penetrar na bomba.

1. Proteja a área do acoplamento entre o flange e a carcaça da bomba, envolvendo-a com qualquer cobertura de
proteção durante a limpeza do motor. Veja a figura 1.

Figura 1 Figura 2

B. Conexões da Bomba de Vácuo

Antes de lavar o motor, verifique as conexões da bomba de vácuo quanto à soltura. O fluído pode
filtrar através dos fios de rosca e penetrar na bomba. Consulte o Capítulo 10-17 “Remoção e
Instalação da Bomba de Vácuo”, deste Manual de Serviços.

C Filtro Regulador de Vácuo/Pressão

Sempre que o filtro da entrada de ar estiver na região do compartimento do motor ou na região da


parede de fogo, certifique-se de envolvê-lo com uma proteção impermeabilizante, a fim de protegê-
lo do fluído de limpeza. Veja a figura 2.

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10 Pág. 2-95


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2.81 Mangueiras

1. Sistema de Vácuo: Insira um plugue de proteção na extremidade da mangueira de descarga


da bomba ou na conexão e coloque uma etiqueta vermelha com os dizeres “Remova antes
de girar o motor”
2. Sistema de Pressão: Inspecione a mangueira de entrada do filtro à bomba. Se houver furos,
trincas ou outros danos que possam permitir vazamentos do solvente, substitua a
mangueira. Consulte o Capítulo 10-17 “Remoção e Instalação da Bomba de Vácuo”, deste
Manual de Serviços.

3. Válvulas Reguladoras e de Degelo: Proteja as válvulas de alívio e reguladores de pressão


localizados no compartimento do motor com algum tipo de proteção, cobrindo-as antes da
limpeza do motor.

ADVERTÊNCIA: Não use materiais abrasivos junto com solventes de


limpeza sob alta pressão na região da bomba de vácuo
ou quaisquer outros componentes do sistema
pneumático.

2.82 APÓS A LIMPEZA DO MOTOR

1. Remova todas as capas de proteção, etiquetas vermelhas e plugues das conexões antes
de funcionar o motor.
2. Verifique que a área de cada válvula e ao seu redor esteja limpa, seca e livre de fluidos
de limpeza antes de funcionar o motor.
3. Substitua todos os filtros do sistema antes de funcionar o motor, se estiverem
contaminados (Veja o programa de substituição do filtro).

2.83 PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO

Cheque todos os componentes do sistema pneumático, inclusive os giros, válvulas, bem como os
componentes do sistema de piloto automático alimentados pelo sistema pneumático.

Contaminações, restrições ou mal funcionamento no sistema podem sobrecarregar a bomba e


causar falha prematura. Substitua componentes contaminados ou defeituosos antes de substituir a
bomba.

A. Filtros

ATENÇÃO: Substitua todos os filtros do sistema. A falha em substituir


todos os filtros pode resultar falha prematura da bomba.

Pág. 2-96 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84


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SEÇÃO II – MANUSEIO E SERVIÇOS
NAVAJO

Filtros sujos e entupidos reduzem o fluxo de ar através da bomba de vácuo, resultando em aumento
da temperatura da bomba, que também aumenta a sua razão de desgaste.
Filtros sujos afetarão o funcionamento do regulador, o que indicará baixas leituras de
pressão/vácuo nos instrumentos.
Programa de Substituição de Filtros

NOTA: Todos os filtros devem ser substituídos a cada substituição


da bomba de vácuo e nos intervalos abaixo especificados.

Freqüência Sistema de Vácuo Sistema de Pressão

100 horas/anualmente* Filtro P/N B3-5-1 Filtro da entrada da bomba


(P/N B3-5-1)
(P/N D9-14-5)
(P/N D9-18-1)
500 horas/anualmente* P/N D9-14-5 Filtro da linha do giro
P/N D9-18-1 P/N 1J4-4
P/N 1J10-1 P/N 1J4-6
P/N 1J4-7
* O que ocorrer primeiro

B. Vazamentos de Óleo

ATENÇÃO: A falha em corrigir vazamentos de óleo pode permitir a


entrada de óleo na bomba e causar sua falha prematura.

Óleo contaminado com componente de carbono no interior da bomba causará erros no sistema de
vácuo, indicações erradas nos instrumentos e altas temperaturas de operação da bomba.

1. Inspecione a área ao redor do alojamento do retentor AND2000 da bomba e nas


superfícies inferiores quanto à evidência de óleo. Se for notada a evidência de óleo,
proceda conforme instruções a seguir:

Problema Ação Corretiva


Vazamento no alojamento do Substitua o alojamento do
retentor retentor AND2000.
Vazamento na gaxeta de vedação Instale nova gaxeta Airborne.
no suporte de montagem da bomba
Óleo na região de acoplamento do Substitua a bomba. Instale a nova
drive da bomba bomba conforme as diretrizes
especificadas no Capítulo 10-17
“Remoção e Instalação da Bomba
de Vácuo” deste manual.

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10 Pág. 2-97


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2. Inspecione o compartimento do motor quanto às evidências de quaisquer outros


vazamentos de óleo, como por exemplo em conexões, mangueiras, gaxetas, etc.
Substitua ou repare conforme necessário.

C. Conexões das Bombas de Vácuo

Conexões soltas ou danificadas podem reduzir o tempo de vida da bomba de vácuo devido a
vazamentos ou restrição do fluxo de ar.

1. Inspecione as conexões quanto a soltura ou danos, que possam ocasionar vazamentos ou


restrição do fluxo de ar.
2. Conexões com roscas decapadas, rebarbadas ou amassadas ou conexões que foram
torcidas, curvadas ou marcadas devem ser substituídas. Substitua também as conexões
que foram danificadas por ferramentas. Reinstale as conexões conforme descrito no
Capítulo 10-17 “Remoção e Instalação das Bombas de Vácuo” deste manual.

NOTA: As conexões de especificação MS não são recomendadas devido à


excessiva queda de pressão.

D. Mangueiras, Braçadeiras e Peças de Fixação do Sistema Pneumático.

Mangueiras e peças de fixação devem ser inspecionadas quanto à condição geral, instalação
adequada e devem estar livres de detritos, óleos e solventes.

ATENÇÃO: Este passo é extremamente importante!


Após ter ocorrido uma falha da bomba, assegure-se de que as
partículas de carbono foram removidas e que, foram corrigidas
as situações que podem levar à redução do tempo de vida da
bomba.

1. Verifique as condições das mangueiras no sistema pneumático. Se forem encontradas


mangueiras endurecidas, trincadas, embebidas em óleo ou raspadas, substitua com uma
nova mangueira.
2. Remova as mangueiras conforme necessário e limpe-as com pressão de ar ou vácuo.
3. Inspecione o interior de todas as mangueiras do sistema a fim de garantir que estejam
livres de detritos, óleos ou solventes. Reinstale as mangueiras conforme as instruções do
Capítulo 10-17 “Remoção e Instalação da Bomba de Vácuo” deste manual.

Pág. 2-98 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84


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SEÇÃO II – MANUSEIO E SERVIÇOS
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E. Reguladores e Válvulas

Reguladores e válvulas devem estar limpos e livres de óleo, ajustados às regulagens necessárias e
adequadas para otimizar a vida da bomba e operar dentro dos limites especificados no manual de
manutenção da aeronave.

1. Verifique as condições gerais dos reguladores e válvulas para garantir que estejam
limpos e em condições aeronavegáveis. Se equipados com solenóides, inspecione as
cablagens e as conexões elétricas. Cheque quanto à operação adequada, conforme as
instruções da Seção X deste manual.
2. Substitua ou repare as válvulas que estejam inoperantes ou com mau funcionamento.

F. Válvulas de Retenção e de Pressão de Admissão

Componentes de borracha sintética em válvulas de retenção e de pressão de admissão deterioram-


se com o tempo, causando perda de flexibilidade e a inabilidade da válvula de retenção de selar
totalmente contra a sede da válvula. Válvulas extremamente deterioradas podem separar-se da
articulação, tornando inoperante a válvula e possível restrição do fluxo.

ADVERTÊNCIA: Um funcionamento inadequado da válvula de


restrição/pressão de admissão pode ocasionar a perda
da característica de atuação redundante (back-up) do
sistema.

ATENÇÃO: É recomendado que depois de cinco anos a partir da data de


sua fabricação, a operacionalidade desses componentes
seja verificada a cada 12 meses, de acordo com os
procedimentos fornecidos nas instruções de serviço da
Airborne. É recomendado também, que estas válvulas (de
retenção e de pressão de admissão) do sistema pneumático
sejam substituídas a cada dez anos a partir da data da sua
fabricação.
Para referência, consulte o MEMO Airborne #39, datado de
31/01/1996, reproduzido pelo BI Neiva 800-037-0002 e o
Technical Service Instruction Airborne, reproduzido no BI
Neiva 800-037-0003.

1. Para as aeronaves com duas bombas de vácuo, inspecione as válvulas de


retenção/pressão de admissão quanto à operação adequada, aplicando vácuo ou
pressão conforme necessário somente em um dos lados de admissão. Cheque então o
lado oposto. Se ambos os indicadores de fonte de ar (“olhos de boi”) se retraírem em
qualquer dos testes, a válvula de retenção/pressão está com defeito e deve ser
substituída.

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10 Pág. 2-99


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SEÇÃO II – MANUSEIO E SERVIÇOS NAVAJO

G. Bomba de Vácuo com Resfriamento

1. Se a bomba de vácuo estiver equipada com sistema de resfriamento, inspecione quanto à


condição satisfatória dos tubos e mangueiras e peças de fixação associadas.

H. Acoplamento da Bomba de Vácuo

ATENÇÃO: Se o tempo em serviço do acoplamento da bomba de vácuo


for de seis anos ou mais, substitua-o.

1. Verifique o acoplamento e certifique-se que está em condições satisfatórias. Substitua


qualquer acoplamento com prazo vencido.

I. Parada Súbita do Motor

Sempre que o motor da aeronave submetido a uma parada súbita, os elementos rotativos da bomba
de vácuo podem ter sido danificados. Esses danos podem não estar evidentes através de uma
inspeção visual ou simplesmente girando-se a bomba.

ATENÇÃO: É recomendado que qualquer bomba de vácuo acionada pelo


motor, que foi sujeita a parada súbita (como uma hélice
travada devido ao abaixamento inadvertido do trem de
pouso do nariz), seja substituída.

2.84 VERIFICAÇÃO DO SISTEMA

O Kit de teste 343 da Airborne pode ser usado para verificar a confiabilidade do sistema
pneumático em aeronaves monomotoras ou bimotoras sem a necessidade de funcionar o motor. O
kit de teste faz a verificação dos instrumentos de vácuo, pressão e verifica quanto a problemas
operacionais nos componentes do sistema de forma rápida, segura e econômica. O funcionamento
do sistema pneumático também pode ser testado com os motores funcionando após a bomba de
vácuo ter sido instalada. Entretanto, a segurança e a exatidão estarão comprometidas.

ATENÇÃO: Uma bomba de vácuo pode estar sendo submetida a uma


condição de sobrecarga sem ser detectada durante a
verificação de funcionamento do motor. Devido a isto, pode
haver uma condição de falha prematura da bomba

NOTA: Os instrumentos de vácuo ou pressão do painel de instrumentos


da aeronave medem somente os valores de vácuo/pressão de
operação do sistema e não os valores de vácuo/pressão da
bomba. Esses valores podem ser medidos somente com o auxílio
do Kit de teste Airborne 343.

Pág. 2-100 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84


Criptografia: Fred Mesquita
Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO II – MANUSEIO E SERVIÇOS
NAVAJO

A. Sistema de Giro

1. O instrumento de teste de medição de vácuo ou pressão deve indicar a leitura no meio


do arco verde ou aproximadamente no ponto médio da faixa de pressão especificada no
Manual de Serviços da aeronave.
2. A queda de pressão entre e os instrumentos de giro deve ser inferior a 1,5” nas
aeronaves monomotoras e inferior a 2” nas aeronaves bimotoras.

NOTA: Para a verificação feita com os motores em funcionamento, a


rotação do motor deve ser igual ou superior a 1500 RPM.

B. Bomba de Vácuo

1. Após uma verificação satisfatória do sistema pneumático ter sido completado com o uso
do Kit de teste Airborne 343, reinstale as mangueiras da bomba de vácuo conforme
descrito no Capítulo 10-17 deste manual e opere o sistema pneumático funcionando o(s)
Motor(es) a fim de verificar o desempenho da bomba.

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10 Pág. 2-101


Criptografia: Fred Mesquita
Manual de Serviços
EMB-820C
MS-820C/549
SEÇÃO II – MANUSEIO E SERVIÇOS NAVAJO

PÁGINA DEIXADA EM BRANCO

Pág. 2-102 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84


Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção III
g!1i!Vrm·rm@@@
·nAVAJO Inspeção

SEÇÃO III

INSPEÇÃO

Parágrafo Página

3-1. Introdução ............•••••.....•...•..•...••• 3-1


3-2. Periodos de Inspeção .•.••.........•••••.....•• 3-1
3-3. Requisitos de Inspeção .....•.....•........•.•. 3-1
3-4. Inspeção de Pré-Vôo .....•••••.......•..••..••. 3-2
3-5. Inspeção de Peças Vencidas .•......••.........• 3-2
3-6. Inspeçôes Especiais ...•........•.....•........ 3-2
3-7. Inspeção programada ...•..•.•.....••..•......•. 3-3
3-8. Inspeção da Transmissão dos FIapes .•••••..••... 3-3 I
3-8a. Inspeção da Transmissão dos FIapes (CALCO) ..... 3-5
3-9. Inspeção do Cabo Atuador da Transmissão do FIape 3-5
3-9a. Inspeção de 500 Horas do Cabo Atuador da Trans-
missão do FIape 3-8
3-10. Redução de Atrito no Sistema do FIape .•.•••••• 3-14
3-11. Teste de RPM do Motor do FIape, sem Carga ..•.. 3-18
3-12. Inspeção da Corrente e da Roda Dentada do Aileron. 3-19
3-13. Inspeção do Pino CiIindrico na Unidade de Ener-
gia Hidráulica Wiebel Tool •....•...••••...•..•• 3-22
3-14. Inspeção dos Cabos de Comando das Válvulas Sele-
toras de Combustivel e Aliment~ção Cruzada ..... 3-22

OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-i
PÁGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

OUTUBRO 1984
MS-820C;549 Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-ii
seção 111
--EEMBRAER
g[fífiJ@).@)@](Q][ffJ Inspeção
nAVAJO
SEÇ21.0 III

INSPEÇAO

3-1. INTRODUçAo

Esta seção fornece instruções para a realização de inspeções.


Tais inspeções acham-se descritas nos parágrafos 3-4 e 3-6.
As instruções de reparo ou substituição dos componen.tes julgados inu-
tilizados encontram-se na seção correspondente ao sistema em questão.

Ligue o circuito primário do magneto à massa,


antes de efetuar qual_qupr ti po_ de serviço nos
motores.

3-2. PERíODOS DE INSPEÇAO

3-3. REQUISITOS DE INSPEÇAo

Os procedimentos de inspeção estão relacionados na Tabela 111-1.


O procedimento de inspeção está dividido em grupos principais, que
sao: Hélice, Motor, Turboalimentador, Cabine, Fuselagem, Empenagem,
Asa, Trem de Pouso, Operacional e Generalidades. A primeira coluna
em cada grupo indica a inspeção ou procedimento a ser executado.
A segunda coluna subdivide-se em quatro outras, indicando os perio-
dos de inspeção exigidos de 50 horas, 100 horas, 500 horas e 1000 ho-
ras. Cada inspeção ou operação é exigida em cada per iodo de inspeção
indicado por um circulo (O) e, consequentemente, a cada periodo de
inspeção necessário. Ambas as inspeções, a anual e a de 100 horas,
são inspeções completas do avião - idénticas em amplitude.
Se algum item náo for inteiramente acessivel ou precisar ser removi-
do, consulte a seção aplicável neste manual para saber como obter
acesso e remover o item.
OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


Página 3-1
Seção 111 ~EMBRAER
.fEfJIfD~N~@!IfJ@
Inspeção
nAVAJO
Ao realizar inspeções, use os formulários de inspeção fornecidos pe-
la EMBRAER, através de seu distribuidor e revendedores.

NOTA

Além da observãncia dos períodos de inspeção


exigidos na Tabela 111-1, deve ser executada
uma inspeção de pré-vôo, conforme descrita no
parágrafo 3-4.

3-4. INSPEÇÃO DE PRÉ-VOO

Deve ser feita uma inspeção total do avião no solo antes do voo. A
inspeção de pré-vôo deve ser considerada pelo piloto e/ou mecãnico
como um procedimento normal necessário para a operação segura do
avião. Consulte o Manual de Operação da Aeronave quanto à listagem
dos itens que devem ser verificados.

3-5. INSPEÇÃO DE PEÇAS VENCIDAS

Se a operação do avião exceder os limites operacionais máximos de


alguns de seus componentes, consulte os fabricantes dos componentes
em questão.

3-6. INSPEÇOES ESPECIAIS

As inspeçôes especiais dadas nos próximos parágrafos suplementam as


inspeções regulares, conforme mencionado no Relatório de Inspeção,
Tabela 111-1, para incluir a inspeção de itens que precisam ser ex a-
minados a intervalos não compatíveis com o tempo de operação ou pe-
ríodos de inspeção da célula. são casos típicos:

a. A inspeçáo que for necessária devido a acidentes ou condiçôes es-


peciais que surgem, exigindo uma inspeção imediata para assegu-
rar a continuidade da segurança do vôo.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
página 3-2
~EMBRAER Seção 111
g!Ji!V!EJ'@@[JJ)@
Inspeção
nAVAJO
b. A inspeção da célula ou dos componentes numa base calendãrica.
Esse tipo de inspeção pode, usualmente, ser executada durante a
inspeção regular mais próxima.

c. As inspeções específicas e definitivas dos motores, estritamente


baseadas no seu tempo de operação.

3-7. INSPEÇÃO PROGRAMADA

Esta inspeção -foi proj etadapara permi tir uma melhor utilização da aero-
nave. Isso é especialmente importante para ~s operadores de vôos comer-
ciais, visto que fornece um método conveniente de execução das inspeções
de 100 horas e anual. O avião também é mantido num alto nível de segu-
rança através do uso do programa de inspeção planejado. Além dos requi-
sitos de inspeção constantes deste manual, verifique também os pro-
cedimentos de inspeção previstos nos boletins de serviço da aeronave,
nos manuais de serviços e boletins dos fabricantes de componentes e
nas Diretrizes de Aeronavegabilidade (DA' s). Em caso de discrepãncia,
prevalece a informação constante nos boletins de serviço da aeronave e
nos manuais de serviços e boletins dos fabricantes de componentes.

NOTA
Sempre que no texto deste manual for refe-
renciado um documento para execução de ins-
peção ou serviço, considere sempre a última
revisão deste documento e/ou do documento
que o comp1ementa ou substitui.

3-8. INSPEÇÃO DA TRANSMISSÃO DOS FLAPES (veja a figura 3-1)


(somente para o sistema Dukes - Aeronaves N/S 820001 a 820115)

As transmissôes dos flapes são inspecionadas a cada ciclo de inspe-


ção de 100 horas. Essa inspeção é efetuada sem a remoção das trans-
missões, conforme os procedimentos abaixo:

a. Posicione os flapes na posição estendida (embaixo).


b. Remova as janelas de acesso as transmissões dos flapes, localiza-
das no intradorso da asa.

OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 Criptografia: Fred Mesquita HS-820C/549
Página 3-3 I
Seção 111 ~EMBRAER
fE{fft[}fffHXJ@IJJ]@
Inspeção
nAVAJO
c. Utilizando um alicate de pressao e exercendo uma leve pressão,
prenda a parte exposta do parafusos situado junto ã transmissão,
conforme indicado (veja as vistas A e B).
d. Estando o alicate preso ao parafuso, mova-o com uma ligeira pres-
são, já que uma folga no conjunto da engrenagem da transmissão
ocorre em ambas as direções. Não force o alicate.

e. Coloque uma régua de 150 mm (6 po!.) ao longo da superfície do re-


vestimento, conforme indicado na vista B, e meça a distância to-
tal percorrida pelo alicate.
f. Caso essa distância exceda 8mm (0,31 pol.), substitua o conjunto
da transmissão conforme o BS 800-27-001 (consulte a Seção v, pa-
rágrafo 5-64 e 5-65 quanto ã remoção e instalação da transmissão) .

NOTA
No caso de substituição de engrenagens con-
sulte o BS 800-27"üü'l-para amaciamento.

g. Reinstale as j anelas de acesso e faça as devidas anotações na ca-


derneta de célula.
h. Proceda as novas inspeções a intervalos de 100 horas.

MAx. 8.1 mm 10.32 pol.l, DUKES


FRENTE MAx.
L--~_
7.6 mm 10.30 pol.l, CALCO

t
./ • • ~

• ~ JY~"'- ~
"" • ALICATE
~. DE
Jl............... • PRESSÃO

"'-• •
PARAFUSO DA
TRANSMISSÃO

VISTA "A" VISTA "B"

Figura 3-1. Inspeção da Transmissão dos Flapes

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita Rev. 2 - NOVEMBRO 1989
I Página 3-4
-(EMBRAER Seção 111
g[JfD@·@@WJIlB
Inspeção
nRVAJO
3-8a. INSPEÇÃO DA TRANSMISSÃO DOS FLAPES (CALCO) (veja a fiqura 3-1)

As transmissões do flape são inspecionadas no primeiro ciclo de 500 ho-


ras de inspeção e a cada 100 horas subseqUente. Essa inspeção i efe-
tuada sem a remoção da transmissão, conforme os procedimentos abaixo:

a. Posicione ,os flapes na posição estendida (embaixo).

b. Remova as janelas do intradorso da asa para ter acesso as trans-


missões dos flapes.

c. Utilizando um alicate de pressao e exercendo, uma: leve, pressão,


prenda a parte exposta do parafuso junto à transmissão, conforme
indicado (veja as vista A e B).

d. Com o alicate preso ao parafuso, uma leve pressão o moverá, já


que uma folga da engrenagem de transmissão existe nos dois sen-
tidos. Não force o alicate.

e. Coloque uma rigua de 15 cm (6 pol.) apoiada sobre a superficie


externa, conforme indicado na vista B, e meça a amplitude de mo-
vimento do alicate.

f. Caso essa amplitude exceda 7,62 mm (0.30 pol.) , substitua o con-


junto da transmissão.

g. Reinstale as janelas de acesso e faça as devidas anotações na ca-


derneta de cilula.

h. Proceda novas inspeções a intervalos de 100 horas.

3-9. INSPEÇÃO DO CABO ATUADOR DA TRANSMISSÃO DO FLAPE


(somente para o sistema Dukes - Aeronaves N/S 820001 a 820115)
(veja a figura 3-2)

a. Remova as janelas de acesso as transmissões dos flapes, localiza-


das no intradorso do bordo de fuga das asas esquerda e direita.

b. Verifique a distãncia entre a porca do conjunto do eixo flexivel


e a transmissão para determinar se o conjunto do eixo está ade-
quadamente instalado.
OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita

página 3-5
Seção 111 ~EMBRAER
gf!ifD[ffJ-[ff}@[Q}@
Inspeção
nRVRJO

c. Quando adequadamente instalada a porca do eixo flexível, apoiar-


se-a na transmissão ou ficará a uma distáncia de 4,8 mm (0,19 pol. ).

d. Se a inspeção revelar que um dos conjuntos· de eixos não está ins-


talado adequadamente, será necessário proceder à correçao, con-
forme segue:

1. Corte o arame de freno da porca e desengate o conjunto do eixo


~

da transmissão.

2. Alinhe e coloque a espiga, que está sobre o conjunto do eixo,


na fenda da transmissão, apertando a porca com os dedos até
fazer batente. A seguir aperte mais 1,6 mm (1/16 pol.)de vol-
ta no máximo, usando uma chave de boca.
Quando instalado por esse método, a medida entre a transmissão
e a porca estará conforme consta do item C ,assegurando dessa
forma que a extremidade do alojamento do eixo esteja firmemen-. _ _ .
te assentada na transmissão. Frene a porca com arame de 1 mm
(0,040 polo).

e. Caso o conjunto do eixo flexível esteja desconectado da transmis-


sao ou do motor do flape, será necessário verificar a ajustagem
do eixo flexível, conforme segue:

1. Conforme descrito no último item, apos o sistema do flape ter


sido ajustado e a porca do eixo flexível ter sido apertada e
frenada, o eixo flexível deve ser desconectado no motor do
flape. Examine o terminal prensado quanto a desgastes e segu-
rança.

2. Observe a folga entre o revestimento externo e o cabo interno.

3. Torça o revestimento externo na direção correta para obter urna

I folga de 1,2 mm ± 0,8 mm (0,047 polo ± 0,03 polo). Pode ser ne-
cessário afrouxar a braçadeira situada na caverna da fuselagem,
a fim de torcer o revestimento externo.

4. Mantendo o revestimento externo nessa posição, coloque o ter-


minal estriado no motor do flape e aperte a porca com os de-
dos. A seguir aperte mais 1/16 pol. de vol ta no máximo, usando
OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev.2 - NOVEMBRO 1989
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-6
-<:EMBRAER seção III
~fJif[J[JfHffl@{Q}©
Inspeção
nAVAJO

VEJA AS INSTRUÇÕES (PARÁ·


5,8 mm a 6,6 mm GRAFO 3-91 QUANTO A INSPE·
(0,230 • 0,260 pai. I çAo E DIMENSÃO CORRETA

rr-~~
INCLUINDO A FOLGA 00 EIXO

CAPA
ARRUELA . PROTETORA

CABO
MOTOR INTERNO

PLACA
ADAPTADORA

ACOPLAMENTO 1,2 mm ± 0,8 mm


ESTRIADO L-_--'-'J..c". 10,047 ± 0,03 pol.1
CONJUNTO DE
EIXO FLEXIVEL

~ ........
....
TRANSMISSÃO
DO FLAPE

/'

C"
I
I \

..... - / ' - .........:

/
/ TRANSMISSÃO
DO FlAPE

~
------ C ONJUNTO
DE EIXO
FLEXfvEL

Figura 3-2. Inspeção de 100 Horas do Cabo Atuador do F1ape

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita


MS-820C;549
Página 3-7
seção 111 -(EMBRAER
!Ef!i!lJ@N~l@J{Q)@
Inspeção
nAVAJO

uma chave de boca e frene a porca com fio de latão de 1 mm


(0,040 pol.).

5. Caso o outro eixo flexível tenha sido desconectado, proceda con-


forme indicado nos itens de 1 a 4.

6. Caso a braçadeira da caverna da fuselagem estej a frouxa, aperte-a.


Reinstale as janelas de acesso e faça as ·devidas anotações na ca-
derneta de célula.

3-9a. INSPEÇÃO DE 500 HORAS DO CABO ATUADOR DA TRANSMISSÃO DO FLAPE


(somente para o sistema Dukes - Aeronaves N/S820001 a820115)
(veja a figura 3-2a)

a. Ganhe acesso ao motor do flape e aos eixos flexíveis, removendo


o painel central do piso da cabine e a fileira de assentos (di-
reita e esquerda) situada sobre a longarina principal, removendo
em seguida a janela de acesso.

b. Remova a janela de acesso traseira localizada na parte inferior,


entre a fuselagem e a asa.

c. Remova as janelas de acesso na parte traseira do alojamento do


trem de pouso, nas estações 34.50, 44.50 e 54;00 e no intradorso
da asa, no bordo de fuga, nas estações 65.00, 82.75 e 92.50.

d. Remova todos os prendedores e suportes das braçadeiras existentes


em toda a extensão de ambos os conjuntos de eixo flexível e ins-
pecione a capa externa do eixo. Se a capa estiver danificada,
substitua o conjunto de eixo flexível.

e. Desconecte os eixos flexíveis e remova o motor do flape. Tome cui-


dado para nao danificar a capa do eixo. Dirija a parte externa do
eixo através da travessa longitudinal (veja a figura 3-2a).

NOTA

Não desconecte ainda o eixo flexível da trans-


missão.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-8
~EMBRAER Seção 111
[Ef!if[}@NffJíJJ1[QJ!lB
Inspeção
nAVAJD

f. Inspecione visuàlmente o terminal estriado do eixo flexivel e o


pino retentor quanto a evidência de afrouxamento na parte prensa-
da do terminal (veja a figura 3-2a - vista A). Se houver qual-
quer evidência de afrouxamento, substitua o conjunto de eixo fle-
xivel.

g. Inspecione o terminal prensado em ambas extremidades do eixo fle-


xivel comer segue:

1. Torça a capa externa do eixo flexivel, duas voltas no sentido


horário, a fim de deixar exposta a parte prensada do terminal
do eixo, junto ao motor do flape. A parte prensada exposta po-
de ser composta de 6 faces (hexagonal) ou 8 faces (octogonal)
claramente visiveis e deve estar livre de riscos profundos e
de marcas de desgaste.

2. Usando um micrômetro ou um calibrador, meça o diâmetro do ter-


minal prensado entre faces opostas, executando amedida na par-
te média do terminal. Um total de três medidas deve serexecu-
tado nos terminais hexagonais e de quatro medidas nos termi-
nais octogonais. Se qualquer das medidas no terminal exceder
5,97mm (O,235pol.) nos terminais hexagonais e 6,27 mm (O,247
pol.) nos terminais octogonais, substitua o eixo flexivel.

3. Desconecte o eixo flexivel da transmissâo. Usando precaução pa-


ra náo danificar sua capa, dirija a parte interna através da
caverna da estação 87.50 (veja a figura 3-2, croqui 2). Ins-
pecione o terminal prensado como descri to nos passos 1 e 2 acima.

4. Inspecione a parte prensada do terminal, quanto as dimensôes


corretas mostradas na figura 3-2a - vista A.

h. Inspecione as estrias internas da conexáo de acoplamento quanto


a evidência de desgaste. Se as estrias estiverem deformadas ou com
desgastes significativos, substitua o eixo flexivel. O seguinte
método pode ser usado para determinar se o desgaste das estrias
é aceitável:

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


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seção 111 ~EMBRAER
fE!JiJV@-@@IQj@
Inspeção
nAVAJO

1. EJ1role um pedaço de arame de freno de 0,8 mm (O, 032 pol. ) em vol-


ta da parte prensada do terminal do eixo flexível, na extremi-
dade de adaptação do motor, deixando uma ponta de arame em for-
ma de ponteiro de referência (veja a figura 3-2a - croqui 3).
Com o terminal estriado do eixo do lado oposto do motor do fla-
pe preso e seguro para nao girar, introduza o terminal com o
arame na outra extremidade estriada.

2. Segure firmemente o terminal estriado do eixo flexível com uma


das mãos e com a outra, gire suavemente o motor do flape, a fim
de eliminar a folga entre as estrias do motor e do terminal.
Faça uma marca de referência no alojamento do motor como pon-
teiro de arame. Em seguida gire suavemente o motor no sentido
oposto, a fim de elimimar a folga entre as estrias e faça uma
outra marca de referência no motor. Se a distãncia entre as
duas marcas exceder 4 mm (0,156 pol. ) , substitua o conjunto de
eixo flexível.

i. Enquailto estiver segurando o terminal do eixo de transmissão, gi-


re o motor uma volta completa no sentido horário e solte. Em se-
guida, inspecione quanto a evidência de movimento entre a parte
prensada do terminal e o cabo flexível em ambos os lados. Gire
o cabo uma volta no sentido anti-horário e repita a inspeção. Se
houver evidência de movimentos entre o cabo e o terminal prensa-
do, substitua o conjunto de eixo flexível.

NOTA

Se for usado alicate ou ferramenta similar pa-


ra girar o cabo, proteja os terminais com fita
isolante ou pano para prevenir danos.

j. Verifique se o cabo move-se livremente dentro de sua capa prote-


tora e pode ser girado facilmente com a mão. Se houver qualquer
sinal de rebarbas ou emperramento, o cabo deve ser substituído.

OUTUBRO 1984
i'lS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
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-(EMBRAER seção III
fE!Jff/}@·@@@1Jg
Inspeção
nAVAJO
LOCAL OE MEDIÇAO DO TERMINAL PRENSADO
6,27 mm (0,247 paI.) M{lXIMO. TERMINAL OCTOGONAL
5,97 mm (0,235 paLI MAXIMO· TERMINAL HEXAGONAL
CABO INTERNO CAPA

PINO DA TRAVA
VERIFIQUE AQUI QUANTO AO AFROUXA·
MENTO DO TERMINAL
ARRUELA

VISTA "A"

FRENTE

VEJA VISTA "A"

~~
CAVERNA LONGITUDINAL "\ I~- - - - -- -- -- í ~AVERNA LONGITUDINAL
ESQUERDA 1 I DIREITA

I
EIXO FLEXIVEL DA I
MOTOR DO FLAPE
I \
EIXO FLEXíVEL DA
TRANSMISSÃO ESQUERDA I • TRANSMISSÃO DIREITA

_I ___ '1".
'-I=~_c·=l~ .:: -+---~
"---

CROQUI 1

Figura. 3-2a. Inspeção de 500 Horas do Cabo Atuador da Transmissão


do F1ape (1 de 3)

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


Página 3-11
Seção III ~EMBRAER
[E[J{f[)[ffJ-[ff]@rm@
Inspeção
nAVAJO
TERMINAL
7,1 mm
(0,280 pa!.1 CAPA

m~~~~ ~
2.4mm

min
i
(0,095 pal.1 6,19 mm
J
(0,244 pai. I
mino
,
II-- 6,19 mm
(0,244 pa!.1
mino
LOCAL DE MEDIÇAo DO TERMINAL PRENSADO
__ __
,_/ __

ERIFIQUE AQUI QUANTO AO


AFROUXAMENTO DO TERMINAL

6,27 mm (0,247 paI.) MAxIMO • TERMINAL OCTOGONAL


5,97 mm (0,235 paI.) MAxIMO • TERMINAL HEXAGONAL

EST.
87.50

TREM PRINCIPAL·
ESQUERDO
VEJA VISTA "B"

-
CROQUI 2 (

MOSTRA DA ASA ESQUERDA (ASA DIREITA OPOSTA I

Figura 3-2a. Inspeção de 500 Horas do Cabo Atuador da Transmissão


do Flape (2 de 3)
OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-12
-<CEEMBRAER seção 111
fE[JJff){ff}·{ff}@WIJB
Inspeção
nAVAJO

ALOJAMENTO 00 EIXO
EIXO ESTRIAoo
CERTI FIQUE-SE OE QUE O EIXO ESTRIADO
ESTÁ CENTRADO NO SEU ALOJAMENTO

PORCAS DE MONTAGEM

VISTA "C"

MOTO R DO FLAPE
PONTEIRO
INDICADOR FIXADO AO
EIXO FLEXíVEL DA
TRANSMISSÃO

/ /

MARCA DE
REFERÊNCIA

SEGURE UM ExTREMO
DO MOTOR SE A OISTÃNCIA ENTRE AS MARCAS
EXCEDe R 4 mm (5/32 pol.I SUBSTI-
NOT A, TOME PRECAUÇÃO PARA NÃO
TUA O CONJUNTO EIXO FLEXíVEL
DANIFICAR O EIXO 00 MOTOR

CRoaUI3

Figura 3-2a. Inspeção de 500 Horas do Cabo Atuador da Transmissão


do Flape (3 de 3)

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-13
seção III
Inspeção

1. Certifique-se de que o eixo do motor está centralizado dentro de


seu alojamento (veja a figura 3-2a - vista C).

m. Instale o motor atuador do flape e seu suporte na parte diantei-


ra da caverna na estação 174.00 •
Assegure-se de que o pino anti-rotação no motor adapta-se no ori-
fício do suporte de montagem e fixe a braçadeira.

n. Lubrifique ambos os lados dos eixos flexíveis com graxa MIL-G-23827.

o. Verifique a regulagem e ajustagem do flape, como descrito na se-


ção v.
p. Reinstale o piso central e.as janelas de acesso.

3-10. REDUÇÃO DE ATRITO NO SISTEMA DO FLAPE


(somente para o sistema Dukes - Aeronaves N/S 820001 a 820115)
(veja a figura 3-3)

Para assegurar uma operação correta do sistema do flape e reduzir


atritos no motor, as inspeções e reparos abaixo discriminados somen-
te serão necessários caso existam problemas na operação do sistema.

a. Remova ambos os conjuntos.de flapes do avião (veja a seção IV).

b. Limpe toda pintura e sujeira das partes superior e inferior das


guias dos flapes.

c. Inspecione as guias dos flapes quanto a presença de rebarbas ao


longo de suas bordas. Caso qualquer rebarba seja encontrada, re-
mova-a com uma lima murça. Assegure-se de que não há evidência de
depressões visíveis na extremidade das áreas das guias dos fla-
pes (veja a figura 3-3 quanto aos locais específicos).

d. Com uma lixa fina, dê polimento às superfícies internas das guias


dos flapes e lubrifique-as com óleo de baixa viscosidade,
MIL-L-7870 ou com "Dupont Slip Spray", n9 6611.

e. Elimine toda sujeira e pintura dos roletes dos flapes.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-14
-(EMBRAER Seção 111
fEfJifD@·@@[JJ){Q]
. Inspeção
nAVAJO

f. Remova 0,4 mm (O, 016 pol.) de um lado de cada rolete do f lape


(veja a figura 3-3 - Vista A-A).

g. Proceda ao polimento de todos os roletes dos flapes e lubrifique


com óleo de baixa viscosidade, MIL- L-7870.

h. Assegure-se de que as arruelas utilizadas em ambos os lados dos


roletes dos flapes sejam lisas (veja a figura 3-3 - vista A-A).

i. Instale ambos os conjun·tos dos flapes no avião (consulte a se-


ção IV). Não conecte os parafusos da transmissão dos flapes por
enquanto.

j. Assegure-se de que os roletes girem livremente, bem como o movi-


mento do flape seja também livre sob seu próprio peso em toda a
extensão dos trilhos.

1. Assegure-se de que o parafuso da transmissão do flape se adapta


ao conjunto da alavanca angular sem qualquerengripamento, duran-
te toda a extensão do flape.

NOTA

Pode ser necessário mover o conjunto da ala-


vanca angular, para se obter essa ajustagem
perfeita. Os orifícios de montagem, no conjun-
to da alavanca angular, podem ser alargados
para facilitar qualquer ajustagem necessária
(veja a figura 3-3 - vista B-B, quanto às di-
mensoes do alargamento).

Não tente forçar o parafuso da transmissão na


alavanca angular. Se o desalinhamento não pu-
der ser corrigido pelo alargamento do furo, en-
tre em contato com a Assisténcia Técnica do
Fabricante.

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


Página 3-15
Seção 111 ~EMBRAER
[Ef1I!7)@'&]@(Q)(ffJ
Inspeção
nAVAJCJ

m. Certifique-se de que o parafuso da transmissão no terminal do


flape adapta-se ao terminal do parafuso do conjunto da alavanca
angular somente com a pressão dos dedos (veja a figura 3-3).

n. Instale o parafuso da transmissão, a arruela e porca. Aperte a


porca somente com os dedos e coloque o contrapino.

o. Caso a transmissão do flape não tenha sido revisada na inspeção


regular de 100 horas, ela deverá ser verificada de acordo com o
parágrafo 3-8.

p. Certifique-se de que os cabos da transmissão dos flapes estejam


instalados corretamente (veja o parágrafo 3-9).

q. Inspecione o movimento dos flapes em seus trilhos de acordo com as


instruções fornecidas na seção V.

r. Certifique-se de que todos os fios do relé do flape, no comparti-


mento dos rádios estejam bem conectados.

s. Certifique-se de que todos os fios da se1etora do flape estejam


bem conectados.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-16
-<:EMBRAER seção 111
fEfJlfDIffN%J@[Q]W]
Inspeção
·nAVAJO

FLAPE

REMOVA QUALQUER
REBARBA

-~
REMOVA ATÊ 3,8 mm a 4,0 mm
{0,15 • 0,16 pol.1 OE UM LAOO
00 ROLETE.
NOTA ----=== O LAOO PLANO OAS
O BATENTE DO LIMITE DE DEFLE·
18 ARRUELAS DEVE FACEAR
BATENTE
{VEJA NOTAI
OS ROLETES
XÃO DO FLAPE ESTA LOCALlZAOO
SOMENTE NO TRILHO CENTRAL. VISTA A-A
os FUROS DE MONTAGEM DEVERÃO SER
ENTALHADOS COM 3,17 mm {0,125 oo!.1
EM QUALQUER POSiÇÃO DO CENTRO.

VISTAB-B 3,17 mm
{0,125 pol.1

O PARAFUSO DEVE AJUSTAR-SE SO-


MENTE COM A PRESSÃO DOS DEDOS.
O PARAFUSO DA TRANSMISSÃO
DEVE AJUSTAR·SE SEM EMPER-
RAMENTO.

Figura 3-3. Redução de Atrito no Sistema de Flape

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
Página 3-17
seção III -(EMBRAER
fE[fjffJ@o@@@@
Inspeção
nAVAJO
3-11. TESTE DE RPM_DO MOTOR DO FLAPE, SEM CARGA
(somente para o sistema Oukes - Aeronaves N/S 820001 a 820115)
(veja a figura 3-4)

Este teste de desmagnetização do motor de atuação do flape deverá


ser efetuado simultaneamente com a redução do atrito de acordo com o
parágrafo 3-10, caso tenha havido ou persista algum problema no de-
sarme do disjuntor do motor do flape.

a. Com o motor do flape (1) instalado no aviáo, desconecte ambos os


eixos de acionamento (4) e remova do motor um dos adaptadores do
eixo (2).

b. Pinte urna faixa branca sobre urna das estrias expostas do motor.

c. Energize o motor do flape com a chave seletora.

d. Com o auxilio de um foto tacômetro Simpson 410 ou equivalente, se-


gure a sonda à distância de 12,7rnrn (0,5 paI.) do eixo giratório
com a estria pintada e observe a leitura da RPM no aparelho. Caso
a rotaçâo seja superior a 11.000 RPM, isto indicará que o motor
está desmagnetizado, devendo ser substituido.

- e. Caso não se tenha o tacômetro acima mencionado, o teste pode ser


feito por outro método. Este exigirá a retirada do motor do fla-
pe do avião e o uso de um tacômetro manual e de urna fonte de ener-
gia de 24 VOC (consulte a seção V, parágrafos 5-60 e 5-61 quanto a
remoça0 e instalação do motor atuador do flape). Caso isso nao
possa ser realizado, remova o motor e leve-o a urna oficina de re-
visão geral de motores elétricos, a fim de realizar o teste de RPM.

f. Reinstale o motor e certifique-se de um encaixe correto do eixo


estriado de acordo com o parágrafo 3-9.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-18
~EMBRAER Seção III
fEf1I!í)~·®@WW
Inspeção
nAVAJO

NOTA

Não execute o teste de RPM sem carga a nao ser


que exista ou tenha existido algum problema do
desarme do disjuntor do motor do flape que es-
tá ainda no sistema.

1. MOTOR
2. ADAPTADOR DO EIXO FLEXIVEL
3. PORCA
4. CONJUNTO DO EIXO

3 4

Figura 3-4. Motor do Flape

3-12. INSPEÇÃO DA CORRENTE E DA RODA DENTADA DO AILERON


(veja a figura 3-5)

a. Para determinar se é necessário uma providência corretiva devido


a um desalinhamento da roda dentada do volante de comando do pi-
loto e da corrente de comando do aileron, será necessário execu-
tar as seguintes verificações a cada inspeção de 100 horas do
avião.

NOTA
Para executar adequadamente as verificações
abaixo, o avião deverá estar localizado em
uma área relativamente livre de vibrações e
ruídos excessivos.

OUTCBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


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Seção 111 -<CEEMBRAER
[EfJif[j{gNm@[Q}[J2
Inspeção
nAVAJO

/ 2
1.
2.
ANTEPARO
CALÇO DE 0,81 mm (0.032 poU
3. CALÇO DE 0,30 mm (0,012 pal.l
4 4. RODA DENTADA E CORRENTE
5. CORRENTE DO MANCHE DO CQ.i'ILOTO
6. ALOJAMENTO DA RODA DENTADA
5 7. TUBO DE ATUAÇAo DO MANCHE DO PILOTO
/
/

6
7
• /
o

©
o
@ CALÇO 0,81 mm
(0,032 paI.! ALUMINIO

_
o

21,33 mm (0,84 pol,l


11,94 mm
(0,47 pol.l
r- 2024T3 P/N 41179-00

63,5 mm 12,50 pol.l 1


3 7,87 mm (0,31 pol) -'--t--~-r--------+-~

47,75 mm

ORIFICIO (21 _ _ _ _- - '

4,8 mm (0,189 pol.)


4,85 mm (0,191 pol.l
ADICIONAR CALÇOS DE 3,0 mm 10,12 pol.)
TANTOS OUANTOS NECESsARIOS, PARA
OBTER UM ALINHAMENTO VERTICAL COR·
RETO ENTRE A RODA DENTADA E A COR·
RENTE.

.~
101,6 mm
(4,00 paU 6,35 mm
.--t,......,-----'-----------+, (0,25 pol.)

15,74 mm (0,62 pol.) •


Lj
. CALÇO 0,30 mm (0,012 pol.l
ALUMINIO 2024T3 P/N 55817·02

4,8 mm (0,189 paI.)


4,85 mm (0,191 pol.I

Figura 3-5. Inspeção da Corrente e da Roda Dentada do Ai1eron

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
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~EMBRAER Seção 111
~!Ji!D{g).[ffJ&J{Q}1J2
Inspeção
nAVAJO

1. Segure suavemente o volante do piloto com ambas as maos. Gire


o volante lentamente, ficando ao mesmo tempo atento quanto a
ruídos de aspereza ou à sensação de movimentos desiguais quan-
do os elos da corrente do aileron passam pelos dentes da roda.

2. Enquanto um mecânico gira vagarosamente o volante de comando


e um outro (munido de uma lantern~ e de um espelho) observa o
movimento da corrente do aileron sobre a roda dentada, verifica
se os elos da ·corrente deslizam suavemente em todo o curso do
volante de comando.

b. Caso nâo sejam sentidos ou presenciados quaisquer movimentos ir-


regulares ou asperezas, nâo há necessidade de nenhuma medida adi-
cional.

c. Caso movimentos irregulares ou asperezas sejam descobertos, isto


pode ser causado por falta de lubrificaçâo na corrente (neste ca-
so, limpe e lubrifique-a), por deformaçâo de algum dente da roda
dentada (neste caso, a roda dentada deve ser substituída), ou por
desalinhamento da corrente na roda dentada, que deverá ser corri-
gido conforme segue:

1. Inspecione a extremidade externa do alojamento da roda denta-


da, para determinar se o calço de 0,81mm (O,032pol.)estáins-
talado entre a saliência no alojamento e o anteparo. Caso o
calço nâo esteja instalado, instale-o. Este calço assegurará
o alinhamento horizontal adequado.

2. Para obter um alinhamento vertical correto, instale conforme


necessârio, outros calços de 0,30mm (O,012pol.) entre a parte
superior ou inferior do alojamento da roda dentada e o antepa-
ro, para assegurar um deslizamento suave dos elos da corrente
sobre a roda dentada.

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


Página 3-21
seção 111 ~EMBRAER
[E!llf[j@·@@WJ@
Inspeção
nAVAJD
3-13. INSPEÇÃO DO PINO CILÍNDRICO NA UNIDADE DE ENERGIA HIDRÁULICA
WIEBEL TOOL (veja a figura 6-15)

a. Consulte o parágrafo 6-55, quanto à localização e acesso aos com-


ponentes da unidade de energia Wiebel Tool.

b. Com um espelho de inspeção e uma fonte de luz, inspecione a en-


grenagem e pino cilíndricos.

I c. O pino cilíndr.ico deve estar rente ou nao excedendo 1, 52mm (0,06


pol.) em relação à superfície externa da engrenagem cilíndrica.

I d. Se a instalação do pino cilíndrico estiver dentro das dimensões,


não é necessária nenhuma outra ação.

e. Se o pino cilíndrico estiver excedendo em relação a superfície


da engrenagem cilíndrica (veja o item "c" acima), remova a fonte
de energia (vej a o parágrafo 6-56) e substitua a engrenagem e pi-
no cilíndrico existentes.
f. Reinstale a unidade de energia hidráulica (consulte o parágrafo 6-95) •

3-14. INSPEÇÃO DOS CABOS DE COMANDO DAS VÁLVULAS SELETORAS DE COM-


BUSTíVEL E ALIMENTAÇÃO CRUZADA (veja a figura 3-6)

A cada inspeção de 100 horas da aeronave, inspecione os cabos de co-


mando das válvulas de combustível e alimentação cruzada. Efetue a
inspeção da seguinte forma:

a. Remova a janela de acesso localizada no interior da fuselagem,


abaixo do painel das seletoras, adiante da longarina principal e o
painel de acesso entre a fuselagem e o interior da asa.

b. Faça uma verificação visual dos cabos de comando nos tenso.res de ajus-
te, quanto a emperramento, dobras ou distorção.
Mantenha alguém na cabine para operar os controles de combustível,
enquanto o mecânico inspeciona os cabos nas conexões articuladas.

c. Substitua os cabos que apresentarem qualquer das condições acima.


d. Verifique as ajustagens da válvula seletora e da válvula de ali-
mentação cruzada, conforme a seção IX.
e. Reinstale o painel e a janela de acesso.
OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-22
Seção 111
Inspeção

TABELA 111-1. INSPEÇÕES PERI6DICAS

NOTA
Todas as inspeções ou operações devem ser efetua-
das em cada período de inspeção, conforme indica-
do por um (O) na Tabela 111-1 (vej a notas 1 , 2 e 3) •

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000

A. GRUPO DA HÉLICE

1. Inspecione a carenagem do cubo da hélice


e a bandeja traseira quanto a rachaduras. O O o O

2. Inspecione as pas quanto a mossas e ra-


chaduras. O O O O

3. Inspecione quanto a vazamento de óleo e


graxa. O o O I
4. Lubrifique de acordo com o gráfico de lu-
brificação da Seção 11. O o O

5. Inspecione os suportes de montagem da ca-


renagem do cubo da hélice quanto a racha-
duras. o O O

6. Inspecione os parafusos de montagem da hé-


lice e o freno (verifique o torque se o
freno estiver quebrado). O o o
7. Inspecione as partes do cubo quanto a ra-
chaduras e corrosao. O o O

8. Gire as pas e verifique quanto ao aperto


no tubo-piloto do cubo. o o O

OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-23
Seção 111 ~EMBRAER
Inspeçao lE!lI!!Jim·@@IQ}@
nAVA.JO
TABELA 111-1. INSPEÇOES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
A. GRUPO DA HÉLICE (Cont.)

9. Verifique a pressao de ar da hélice (ao


I menos uma vez·· por mês). o o o o
10. Remova as hélices: limpe os sedimentos
oleosos da hélice e do eixo-manivela. O o
11. Faça uma revisão geral da hélice (veja
nota 10). O
12. Inspecione a condição do sincronizador de
hélice (se instalado). o O O

B. GRUPO DO MOTOR

[ A~VERT~N:CI~ J
Ligue o circuito primário do magneto a
massa antes de trabalhar no motor.

NOTA

I Leia as Notas 10, 33 e 34 antes de com-


pletar a inspeção deste grupo.

1. Remova a capota do motor. O O O O

2. Limpe e inspecione a capota do motor


quanto a rachaduras, distorções e pren-
I dedores soltos ou faltando. O o o o
3. Drene o óleo do cárter (vej a nota 4).
Drene enquanto o motor estiver aquecido. o o o o

OUTUBRO 1984
MS-82QCj549 Rev. 2 - NOVEMBRO 1989
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-24
Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO III – INSPEÇÃO
NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
B. GRUPO DO MOTOR (Cont.)

4. Limpe o filtro de sucção de óleo por ocasião da troca do


mesmo (inspecione o filtro quanto a partículas estranhas). 0 0 0 0

5. Troque o filtro de óleo de fluxo total (tipo cartucho)


(inspecione a tela do filtro removido quando a partículas
estranhas). 0 0 0 0

6. Inspecione o bulbo sensor de temperatura do óleo quanto a


vazamento e segurança. 0 0 0

7. Inspecione as linhas de óleo e conexões quanto a vazamentos,


segurança, atrito, mossas e rachaduras. (veja nota 6). 0 0 0

8. Limpe e inspecione as aletas de refrigeração do radiador de


óleo. 0 0 0

9. Remova, lave e inspecione o radiador de óleo. 0 0

10. Abasteça o motor com óleo de acordo com o gráfico de


lubrificação da Seção II. 0 0 0 0

11. Limpe o motor. 0 0 0


ADVERTÊNCIA: Não contamine a bomba de ar com fluido de
limpeza. Veja o item 2-79 da Seção II deste Manual.

12. Inspecione o estado das velas de ignição, limpe a ajuste de


acordo com a Lycoming Service Instruction nº 1042.
(ver BI-EMB-800-074-0004). 0 0 0

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10 Pág. 3-25

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C
MS-820C/549
SEÇÃO III - INSPEÇÃO NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000

NOTA: Se a sujeira nas velas de ignição for evidente,


troque as velas inferiores pelas superiores.

13. Inspecione os isoladores das velas de ignição quanto à 0 0 0 0


corrosão e depósitos de carbono.

14. Verifique a compressão dos cilindros (Ref. AC 43.13.1). 0 0 0

15. Inspecione os cilindros quanto a aletas rachadas ou


quebradas. 0 0 0

16. Inspecione as tampas das caixas dos balancins quanto à


evidência de vazamento de óleo (veja notas 8 e 9). 0 0 0 0

16a. Inspecione as linhas da válvula distribuidora de combustível e as


suas braçadeiras de sustentação conforme as instruções da
última revisão do BS Neiva 800-072-0015. Veja a nota 43.

16b. Inspecione as condições das Guias de válvulas de


exaustão do motor conforme as Instruções do BS Neiva
800-072-0016. Veja a nota 44.

17. Inspecione a fiação do motor e acessórios. Substitua os fios e


as braçadeiras danificadas. Inspecione os terminais quanto à 0 0 0
segurança e limpeza.

18. Inspecione a cablagem e os isoladores da ignição (perda de 0 0 0


alta tensão e falta de continuidade).

19. Verifique os platinados do magneto quanto à folga adequada 0 0 0


de 0,406 mm (0,016 pol.).

Pág. 3-26 Revisão: 07 de 27/10/10 Edição Original: Outubro/84

Criptografia: Fred Mesquita


~EMBRAER
Seção 111
fE!!if[j[ffj·[ffJ@@/J3
·nAVAJO Inspeção

TABELA 111-1. INSPEÇOES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO
(Hrs)
_50 100 500 10110
B. GRUPO DO MOTOR (Cont.)

20. Ver~fique o platinado de retardo do.mag-


neto quanto ao ângulo de retardo (15 0 ).

Mantenha a folga de 0,406 mm +


- 0,012 mm
+
(O,016- 0,004 pol.). o o o
21. Inspecione o magneto quanto a vazamento
de ·óleo e efetue um teste de pressao
(veja nota 12). o o o
22. Inspecione os feltros dos platinados
quanto u. lubrificução --o.del2j-uada. o o o
23. Inspecione o bloco distribuidor quanto
a rachaduras, areas queimadas ou corro-
sao e a·ltura das molas de contato (veja
nota 24). o o o
24. Verifique a calagem do magneto com o mo-
tor (2 O°BTC) . o o o

I
24a. Verifique o acoplamento de impulso (ve-
ja a última revisão do BS 800-074-0011) o o
25. Faça uma revisão geral ou substitua os
magnetos (veja notas 5,24 e 37).

26. Retire o filtro de ar e limpe-o. o o o


O

o
I
27. Remova e limpe a tela da tubulação de
entrada do injetor de combustivel (lim-
pe os bicos injetores somente com aceto-
na) .
o o o O

OUTUBRO 1984
Rev. 3 - JULHO 1990
Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
Página 3-27
I
Manual de Serviços
EMB-820C
MS-820C/549
SEÇÃO III - INSPEÇÃO NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
B. GRUPO DO MOTOR (Cont.)
28. inspecione a condição da porta da entrada alternativa de ar e
a ajustagem de acordo com a seção VIII, parágrafo 8-57 (veja
o BS 820-075-0001). 0 0 0

29. inspecione as vedações dos coletores de admissão quanto a


vazamentos e as braçadeiras quanto ao aperto. 0 0 0
30. Inspecione o estado das mangueiras de combustível. 0 0 0
31. Substitua as mangueiras de combustível. (veja nota 5). 0
32. Inspecione o sistema de combustível quanto a vazamentos. 0 0 0
33. Inspecione a operação das bombas de combustível (acionados
pelo motor e elétricas). 0 0 0
34. Faça uma revisão geral ou substitua as bombas de
combustível (acionadas pelo motor e elétricas) (veja nota 5). 0
35. Substitua o elemento do filtro hidráulico e verifique o
elemento do filtro removido quanto à contaminação. 0 0 0
36. Inspecione a bomba hidráulica e a gaxeta quanto a
vazamentos. 0 0 0

Pág. 3-28 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO III – INSPEÇÃO
NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000

B. GRUPO DO MOTOR (Cont.)

37. Faça uma revisão geral ou substitua a bomba hidráulica (veja


nota 5). 0
38. Verifique a condição das bombas de pressão do sistema
pneumático e suas linhas. 0 0 0
39. Substitua a bomba de pressão do sistema pneumático por
uma nova (veja notas 5 e 35). 0 0
40. Inspecione as manetes de potência, de mistura, comando do
governador de hélice e entrada alternativa de ar quanto ao
curso e condições operacionais. 0 0 0
41. Inspecione os tubos de escapamento e gaxetas quanto a
rachaduras (substitua as gaxetas conforme necessário). 0 0 0 0
42. Inspecione os tubos de suspiro quanto a obstruções e
segurança. 0 0 0
43. Inspecione o cárter do motor a rachaduras, vazamento e
segurança dos parafusos de junção. 0 0 0
44. Inspecione os berços dos motores quanto a rachaduras e
amortecedores soltos. 0 0 0
45. Inspecione todos os defletores do motor quanto a rachaduras.
Veja o BS-800-071-0007. 0 0 0

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 07 de 27/10/10 Pág. 3-29

Criptografia: Fred Mesquita


seção 111
~EMBRAER
Inspeção !E!J7tD@Hff}@}[Qj@
nAVAJO
TABELA 111-1. INSPEÇÕES PERIODICAS

TEMPO DE INSPEÇAo
NATUREZA DA INSPEÇAo (Hrs)
50 100500 1000
B. GRUPO DO MOTOR (Cont.)

46. Inspecione os _.amortecedores de borracha


do berço do motor quanto a deterioração
(veja nota 14). o o o
47. Inspecione as paredes de fogo quanto a
rachaduras. o o o
48. Inspecione a condição das vedações na
parede de fogo. o o o
49. Inspecione a cond.LçãD_e tensão da cor-
I reia de acionamento do alternador. o o o
50. Inspecione o estado do alternador e do
motor de partida. o o o
51. Substitua o filtro de entrada de ar do
sistema pneumático. o o o
52. Substitua o filtro da linha do sistema
pneumático. o o
53. Lubrifique todos os comandos (não lubri-
fique os revestimentos de Teflon dos ca-
bos de comando). o o o
54. Inspecione a segurança da montagem do
compressor do ar condicionado. o o o
55. Inspecione o nível de óleo do compressor
(veja nota 11).

56. Inspecione a condição e a tensão da cor-


reia do compressor do ar condicionado. o o o

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
Página 3-30
~EMBRAER Seção 111
~fft!D[ffJo@}@]mJ{f8

nAVAJO Inspeção

TABELA 111-1. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100500 1000
B. GRUPO DO MOTOR (Cont.)

57. Inspecione a embreagem e a fiação do' com-


pressor, quanto a segurança. o o o
58. Faça uma revisão geral ou substitua o go-
vernador da hélice (veja nota 10). o

59. Faça uma revisão completa no motor ou


substitua-o por um recondicionado de fã-
brica (veja nota 5). o
60. Reinstale a capota do motor. o o o o

C. GRUPO TURBOALIMENTADOR

1. Remova a capota do motor. o o o


2. Visualmente inspecione o sistema quanto
a vazamentos de óleo, vazamentos no sis-
tema de exaustão e condição geral. o o o o
3. Inspecione a roda do compressor quanto a
mossas, rachaduras ou aletas quebradas. o o o
4. Inspecione quanto a excesso. de arrasto do
rolamento ou atritos da roda no alojamento

5. Inspecione o rotor da turbina quanto a o o o


aletas quebradas ou sinais de atrito
(vej a a nota 25). o o o
6. Inspecione as tomadas de entrada e saí-
da de óleo no alojamento central quan-
to a vazamentos. o o o
OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989
Criptografia: Fred Mesquita MS-820Cj549
Página 3-31
seçao 111 ~EMBRAER
Inspeção gfJifD[ffJ.(ffJ@@[Q]
nAVAJO
TABELA 111-1. INSPEÇÕES PERIODICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 1005001000
C. GRUPO TURBOALIMENTADOR (Cont.)

7. Inspecione a i.solação térmica da turbina


quanto a condição e segurança. o o o
8. Inspecione a articulação entre a válvula
I de derivação e o atuador. o o o
9. Inspecione os elementos de indução e de
exaustão quanto a areas gastas ou danifi-
cadas, braçadeiras soltas, rachaduras e
I vazamentos (veja notas 18, 25 e 36). o o o
10. Inspecione o suporte de fixação do tur-
boalimentador quanto a rachaduras; motor
e o turboalimentador quanto a condições e
segurança. o o o
11. Inspecione a .linha sensora da pressao de

I admissão quanto a mangueira deteriorada,


conexoes sol tas, vazamentos ou obstruções.
o o o

I
12. Inspecione as linhas de óleo quanto a va-
zamento e segurança. o o o
13. Inspecione quanto a vazamento de óleo pe-
lo controlador. o o o
14. Reinstale a capota do motor. o o o

D. GRUPO DA CABINE

1. Remova as janelas de inspeção. o o o

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita Rev. 2 - NOVEMBRO 1989
Página 3-32
Seção 111
Inspeção

TABELA 111-1. INSPEÇÕES PERIODICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
D. GRUPO DA CABINE (Cont.)

2. Inspecione a porta principal, a porta do


bagageiro, as travas das portas e dobra-
diças quanto à operação, condição e segu-
rança. o o o
3. Inspecione as j anelas quanto a condição I

e segurança. o o o
4. Inspecione a operaçao do mecanismo de tra-
va da saida de emergência (veja nota 30) o o o
5. Inspecione o estofamento quanto a rasgos. o o o
6. Inspecione as poltronas e cintos quanto a
condição e segurança. o o o
7. Inspecione o sistema do compensador quan-
to a operação e indicação. o o o
8. Inspecione os pedais do leme quanto a
ajustagem e operaçao. o o o
9. Inspecione o freio de estacionamento quan-
to a operaçao. o o o
10. Inspecione os volantes de comando, colu-
na, roldanas e cabos de comando, quanto à
condição e operaçao (veja nota 19). o o o I
11. Inspecione a corrente e a roda dentadado
aileron de acordo com o parágrafo 3-12na
Seção 111. o o o

OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989
Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
Página 3-33
Manual de Serviços
EMB-820C
MS-820C/549
SEÇÃO III - INSPEÇÃO NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
D GRUPO DA CABINE (Cont.)

12. Verifique os faróis de aterragem, as luzes de navegação, luzes


da cabine e dos instrumentos. 0 0 0
13. Inspecione os instrumentos, linhas e fixações quanto à
segurança e operação. 0 0 0
14. Inspecione os instrumentos giroscópicos e o indicador elétrico
de curva e derrapagem (faça uma revisão geral ou substitua
conforme necessário). 0 0 0
15. Inspecione o tubo Pitot, linhas e o sistema estático quanto à
condição, segurança e bloqueio. 0 0 0
16. Inspecione o altímetro (faça a calibragem do sistema, se
necessário). 0 0 0
17. Substitua os filtros do indicador de pressão de admissão. 0 0 0
17a. Substitua os filtros instalados nas linhas do sistema de
vácuo (P/N 1J4-6 ou equivalente). Veja a nota 40. 0 0 0 0
17b. Substitua os filtros instalados nas entradas da bomba de
vácuo (P/N 1J1-2, 1J2-2 ou equivalente). Veja a nota 41. 0 0 0 0
17c. Faça uma verificação na check valve do sistema de vácuo
(série 1H-24) quando a aeronave completar 6 anos de
operação e de forma repetitiva a cada 6 anos conforme as
diretrizes dos BI´s Neiva 800-037-0002 e 800-037-0003. 0 0 0 0
18. Drene a linha de alimentação cruzada. 0 0 0
19. Inspecione as válvulas seletoras de combustível quanto à
operação. 0 0 0
20. Inspecione a válvula de alimentação cruzada quanto à
operação. Veja o BS-800-028-0004. 0 0 0
21. Inspecione as válvulas de corte quanto à operação . 0 0 0

Pág. 3-34 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO III – INSPEÇÃO
NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000

D GRUPO DA CABINE (Cont.)

21. inspecione a bomba de combustível do aquecedor quanto à


operação. 0 0 0
22. Inspecione a bomba hidráulica manual de emergência (veja
nota 31). 0 0 0
23. Inspecione os interruptores dos indicadores de quantidade de
combustível. Nos tanques, quanto à operação. 0 0 0
24. Inspecione a condição dos dutos de aquecimento. 0 0 0
25. Inspecione as saídas de oxigênio quanto a defeitos e corrosão. 0 0 0
26. Inspecione os componentes do sistema de oxigênio quanto à
condição e operação. 0 0 0
27. Instale as janelas de inspeção. 0 0 0

E. FUSELAGEM E EMPENAGEM

1. Remova as janelas e painéis de inspeção. 0 0 0

2. Verifique o fluido no reservatório do freio (abasteça,


conforme necessário). 0 0 0 0
3. Inspecione a bateria, a caixa e os cabos (verifique, pelo
menos, a cada 30 dias). Lave a caixa se necessário e abasteça
a bateria, conforme as instruções apresentadas na caixa. Veja
BS-EMB-820-024-0001. 0 0 0 0

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10 Pág. 3-35

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C
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SEÇÃO III - INSPEÇÃO NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
E FUSELAGEM E EMPENAGEM (Cont.)

4. inspecione o aquecedor quanto a vazamentos de combustível


e de vapores (veja nota 21).
0 0 0
5. Verifique o tempo recomendado para a revisão geral do
aquecedor, de acordo com a Seção (veja nota 21). 0 0 0

6. Verifique o nível de freon no visor do indicador do receptor-


desidratador. Consulte a Seção XIV). 0 0 0 0

7. Inspecione o sistema de ar condicionado quanto a


vazamentos de freon. 0 0 0

8. Inspecione as instalações eletrônicas quanto a segurança de


montagem e operação. 0 0 0

9. Inspecione as cavernas e reforçadores quanto a danos. Veja o


BS-EMB-800-053-0008. 0 0 0

10. Inspecione os suportes de antena e a fiação elétrica quanto a


segurança da montagem. 0 0 0

11. Verifique o nível de fluido no reservatório do sistema


hidráulico (abasteça conforme necessário). 0 0 0 0

12. Inspecione o reservatório do sistema hidráulico e as linhas


quanto a danos e vazamentos. Veja o BS 800-029-0002. 0 0 0

Pág. 3-36 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84

Criptografia: Fred Mesquita


~EMBRAER Seção 111
!E[fjf[jf~HffJ@[[J][{fj
nAVAJO Inspeção

TABELA 111-1. INSPEÇÕES PERIODICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 1005001000
E. FUSELAGEM E EMPENAGEM (cont.)

13. Inspecione as linhas, válvula e in.dicado-


res de cómbustível quanto a avarias e ope-
raçao. o o o
14. Inspecione a segurança de todas as linhas. o O O

15. Inspecione a superfície da deriva e do leme


de direção quanto a danos. o o o
16. Inspecione as articulações do leme de dire-
çao e do compensador, guinhõis e fixações
quanto a segurança, danos e operaçao. o o o
17. Inspecione as fixações da deriva. o o O
18. Inspecione os parafusos das articulações do
leme de direção e do compensador quanto a
desgaste excessivo. o o o
19. Inspecione a massa de balanceamento do leme
de direção quanto a segurança. o o o
20. Inspecione o mecanismo do compensador do
leme de direção quanto a condição'e operação. o o o
21. Inspecione as superfícies do profundor e do
estabilizador horizontal quanto a avarias. o O o o
22. Inspecione as fixações, alavancas angulares
e articulações do compensador e do profundor
quanto a segurança, danos e operaçao (veja
nota 16). o o o
23. Inspecione as fixações do estabilizador ho-
rizontal. o o o

OUTUBRO 1984
REV. 4 - JANEIRO 1993 Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
Página 3-37 I
Manual de Serviços
EMB-820C
MS-820C/549
SEÇÃO III - INSPEÇÃO NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000

E FUSELAGEM E EMPENAGEM (Cont.)

24. inspecione os rolamentos e parafusos das articulações do


profundor e do compensador quanto a desgaste excessivo
(veja notas 29 e 38). 0 0 0

25. Inspecione os parafusos-batentes do profundor quanto a


danos e afrouxamento. Verifique o torque das contraporcas
de acordo com o BS 800-027-0016. 0 0 0 0

26. Inspecione a massa de balanceamento do profundor quanto à


segurança. 0 0 0

27. Inspecione o mecanismo do compensador do profundor


quanto à condição e operação. 0 0 0

28. Inspecione a mola de compensação do profundor quanto a


tensão correta. Consulte a Seção V. veja 20 deste capítulo. 0 0 0 0

29. Inspecione os cabos do profundor, do leme de direção, do


aileron e dos compensadores quanto à tensão correta e à
condição dos esticadores, guias e roldanas quanto à
segurança, avaria e operação (veja nota 19.). 0 0 0

30. Limpe e lubrifique parafuso do tambor do compensador do


profundor e do compensador do leme de direção. 0 0

31. Inspecione as nervuras da raiz e a longarina do estabilizador


horizontal (veja BS 800-027-00024) 0

Pág. 3-38 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO III – INSPEÇÃO
NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
E FUSELAGEM E EMPENAGEM (Cont.)

32. Inspecione a luz anticolisão quanto à segurança e operação.


0 0 0
33. Lubrifique de acordo com o gráfico de lubrificação constante
do manual de serviços (Seção II). 0 0 0
34. Inspecione os cabos tensores e as braçadeiras do servo do
piloto automático quanto à segurança e desgaste. 0 0 0
35. Inspecione a bateria do transmissor localizador de emergência
quanto à data ou tempo de substituição, de acordo com o
Manual de Serviços. 0 0 0
36. Inspecione o transmissor localizador de emergência (ELT) para
assegurar-se de que o separador de contato está
corretamente instalado. 0 0 0
37. Reinstale as janelas e painéis de inspeção. 0 0 0

38. Verifique a inscrição técnica P/N 820-11201-001 instalada na


porta do bagageiro dianteiro, quanto ao estado geral. Veja a
Nota 39. 0 0 0
39. Substitua componentes do trinco da porta do bagageiro
dianteiro a cada 1000 horas. Veja a Nota 39. 0 0 0 0
F. GRUPO DA ASA

1. Remova as janelas e painéis de inspeção 0 0 0

2. Inspecione as superfícies, revestimentos e pontas quanto a


danos e rebites soltos 0 0 0

3. Inspecione os ailerons e a articulação do compensador quanto


à segurança de fixação e operação. 0 0 0

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 07 de 27/10/10 Pág. 3-39

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C
MS-820C/549
SEÇÃO III - INSPEÇÃO NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
F GRUPO DA ASA (Cont.)
4. Inspecione os cabos, roldanas e guinhóis do aileron e do
compensador quanto a danos e funcionamento (veja nota 19). 0 0 0
5. Inspecione o braço e o contrapeso de balanceamento do
aileron quanto à segurança e condição. 0 0 0
6. Inspecione os flapes e fixações quanto a danos e operação de
acordo com o parágrafo 3-10 desta Seção. Consulte a última
revisão do BS 800-057-0003. (veja nota 23). 0 0 0
7. Inspecione a transmissão dos flapes de acordo com o
parágrafo 3-8 desta Seção (veja nota 23). 0 0 0
8. Inspecione os cabos atuadores do flape de acordo com o
parágrafo 3-9 desta Seção (veja nota 23). 0 0 0
9. Inspecione o motor atuador do flape de acordo com o
parágrafo 3-11 desta Seção (veja nota 23) 0 0 0
10. Inspecione o estado dos parafusos usados nas articulações do
flape e aileron (substitua, conforme necessário). 0 0 0

Pág. 3-40 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84

Criptografia: Fred Mesquita


Seção 111
Inspeção

TABELA 111-1. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NA'I'UREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)

50 100 500 1000


F. GRUPO DA ASA (Cont.)

11. Inspecione a condição de todos os mancais


externos o o
12. Lubrifique de acordo com o grãfico de lu-
brificação,noManual de Serviços, Seção 11 o o o o
13. Inspecione os suportes e parafusos de
fixação das asas quanto a segurança o o O
14. Inspecione a estrutura de fixação do ber-
ço do TI'.otor quan--tG>-à segurança e condição o o O

15. Inspecione os protetores dos escapamen-


tos quanto a rachaduras, deformações ou
rebites soltos na área do flange
(veja nota 22) o o O
16. Remova, drene e limpe a tela e o copo do
filtro de combustivel (drene e limpe,
pelo menos, a cada 90 dias) o o o O
17. Inspecione as células e linhas de com-
bustivel quanto a vazamentos e agua
(veja nota 17) o o o o
18. Drene as células de combustivel principais O O
19. Inspecione os nos e a tensão dos cordéis
de suporte de nylon
o O
20. Inspecione os defletores quanto a segu-
rança·e ã operação livre da válvula flape o O
21. Inspecione a condição do material das cé-
lulas de combustivel (veja notas 15 e 17) o o o O

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
página 3-41 I
Seção UI
.~EMBRAER
Inspeção fEf!JíTjfXHffJ@@fJ3
nAVAJCJ
TABELA 111-1. INSPEÇOES PERIÓDICAS
TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 5001000
F. GRUPO DA ASA (Cont.)

22. Certifique-sede que os tanques de com-


bustível trazem a indicação da capaci-
dade e do índice de octanas. o o o
23. Inspecione os suspiros das células de
combustível quanto a obstrução. o o o
24. Reinstale as janelas e painéis de inspe-

I ção (veja nota 13). o o o

I G. GRUPO DO TREM DE POUSO (vej a a nota 32)

1. Inspecione os amortecedores quanto a dis-


tensão correta (verifique quanto ao nível
de fluido adequado, se necessãrio). o o o o
2. Inspecione o comando direcional do trem de
nariz e seu curso. o o o
3. Inspecione as rodas quanto ao alinhamento. o o o
4. Suspenda o avião com macacos. o o o
5. Inspecione os pneus quanto a cortes, irre-
gularidades, desgaste excessivo e desliza-
mento no cubo.
o o o
6. Remova as rodas, limpe, inspecione e lu-
I brifique os rolamentos (veja nota 28) o o o
7. Inspecione as rodas quanto a rachaduras,
corrosao e parafusos quebrados.
o o o

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita Rev. 1 - AGOSTO 1986
Página 3-42
~EMBRAER Seção III
!E[{ff[}!ffJ-[ff}@(JJ]{fB
nAVAJO Inspeção

TABELA III-I. INSPEÇOES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000

G. GRUPO DO TREM DE POUSO (Cont.)

8. Verifique a pressão dos pneus


(nariz 42 psijprincipais66 psi) o o o o
9. Inspecione as pastilhas e o disco do
freio quanto a desgaste o o o
10. Inspecione a condição e segurança das
placas de encosto do freio. o o o
11. Inspecione as mangueiras e tubulações
hidráulicas e do freio quanto ao es-
tado, montagem, segurança e vazamentos
(veja o BS-EMB-800-32-009) o o o
12. Inspecione a condição do amortecedor
de vibrações laterais. o o o
13. Inspecione os garfos do trem quanto a
avarias. o o o
14. Inspecione os amortecedores quanto a
vazamento de fluido hidráulico e ar-
ranhões. o o o
15. Inspecione as pernas de força, fixações,
semitesquras, articulações de recolhi-
mento e parafusos quanto a condição e
segurança (veja o BS 800-032-0023). o o o I
1 5a. Inspecione os pinos retentores do blo-
co do rolamento superior do trem de
pouso quanto a danos, e os componen-

OUTUBRO 1984
Rev. 2 - NOVEMBRO 1989 Criptografia: Fred Mesquita MS-820C;549
Página 3-43
Seção 111 ~EMBRAER
~rmJ[ffHffl@[Q]©
Inspeção
nAVAJO
TABE~A 111-1. INSPEÇOES PERI6DICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO
J.Hrs~
50 100 500 1000
G. GRUPO DO TREM DE POUSO (Cont.)

tes quanto a desgastes, corrosão, danos,


mossas, arranhão, corte e desalinhamen-
to (consulte a Seção VII) o o
16. Inspecione a trava do trem embaixo quan-
to a operação e ajustagem. o o o
17. Inspecione as buchas e parafusos da te-
soura quanto a desgaste (substitua a bu-
cha, conforme necessário) o o
18. Inspecione os parafusos do braço de ar-
rasto e braço lateral quanto a desgaste
(substitua, conforme necessário) o
19. Inspecione as portas do trem de pouso
e fixações quanto a segurança. Consul-

I te a última revisão dos BS 800-52-005 e


BS 800-032-0028. o o o
2 O. Inspecione as luzes indicadoras do trem de
pouso e a buzina de alarme quanto à opera _
ção.
o o o
21. Recolha o trem - Verifique a operaçao o o o .
22. Reco lha o trem - Inspec ione as portas
quanto a folga e operaçao o o o
23. Inspecione a alavanca do trem e o sole-
nóide de anti-recolhimento quanto a fi-
xaçao, alinhamento e operaçao adequada o o o

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita Rev.2 - NOVEMBRO 1989
Página 3-44
Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO III – INSPEÇÃO
NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
G GRUPO DO TREM DE POUSO (Cont.)

24. Inspecione os cilindros atuadores quanto a vazamento e


segurança. 0 0 0
25. Inspecione os condutores elétricos e interruptores-
indicadores de posição de posição quanto à segurança. 0 0 0
26. Inspecione os conjuntos da haste da trava ou conjunto de
cabos dos trens de nariz e principal quanto à corrosão,
liberdade de movimento e tensão da mola (veja a última
revisão do BS 800-032-0020. 0 0 0 0
27. Lubrifique de acordo com o gráfico de lubrificante (veja a
Seção II). 0 0 0
28. Certifique-se de que o trem está embaixo e travado, e retire o
avião dos macacos. 0 0 0
29. Inspecione o braço de recolhimento do trem de pouso do
nariz quanto a trincas. Veja Nota 45. 0 0 0 0

30. Inspecione/Substitua o braço de retração do trem de pouso


principal. Veja a Nota 46. 0 0 0 0

H. INSPEÇÃO OPERACIONAL

1. Verifique a operação das bombas de combustível das


seletoras e da válvula de alimentação cruzada.
0 0 0 0
2. Verifique a indicação de quantidade de combustível, de
pressão e do fluxo de combustível. 0 0 0 0

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 07 de 27/10/10 Pág. 3-45

Criptografia: Fred Mesquita


Seção 111
~EMBRAER
Inspeção fE[Jf!íJ@o@@iJ[J@
nAVAJD
TABELA 111-1. INSPEÇOES PERI6DICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)

50 100 50 O 1000
H. INSPEÇÃO OPERACIONAL (Cont.)

3. Verifique a indicação . de temperatura e


pressão do óleo o o o o
4. Verifique a corrente de saída do alternador o o O O
5. Verifique a indicação de pressão de admissão
são. Consulte a última revisão Lycoming
Service Instruction n9 1187
(BI-EMB-800-72-004) o O o o
6. Verifique a operação da entrada alterna-
tiva de ar o O O o
7. Verifique a operação do freio de estacio-
namento o o O O
8. Verifique a indicação de pressac de ar
dos giros o o O o
9. Verifique os instrumentos giroscópicos
quanto a ruídos e aspereza o o o O
10. Ver if ique a operação do. aquecedor da ca-
bine o O o O
11. Verifique a operação do interruptor do
magneto o O o o
12. Verifique a variação da RPM do magneto o o o o
13. Verifique a operação das manetes de po-
tência e de mistura o O o o
14. Verifique a operação do sistema de em-
bandeiramento das hélices o o o o
OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
I página 3-46
Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO III – INSPEÇÃO
NAVAJO

TABELA III-I. INSPEÇÕES PERIÓDICAS

TEMPO DE INSPEÇÃO
NATUREZA DA INSPEÇÃO (Hrs)
50 100 500 1000
H INSPEÇÃO OPERACIONAL (Cont.)

15. Verifique a ação do governador da hélice.] 0 0 0 0


16. Verifique a operação do equipamento eletrônico. 0 0 0 0
17. Verifique a operação da embreagem do compressor do ar
condicionado. 0 0 0 0
18. Verifique o funcionamento da tomada de ar do condensador
do ar condicionado. 0 0 0 0
19. Verifique a operação dos flapes. Veja o BS 800-027-021) 0 0 0 0
20. Verifique a operação do Piloto Automático, incluindo o
sistema de compensação automático e o compensador
elétrico (veja a Nota 26). 0 0 0 0
21. Verifique os indicadores de pressão de ar para os
instrumentos giroscópicos. Veja a nota 39 para a substituição
da bomba de vácuo. 0 0 0 0
22. Verifique os instrumentos giroscópicos quanto a ruídos e
aspereza. Veja a nota 39 para a substituição da bomba de
vácuo. 0 0 0 0

I. AVIÃO EM GERAL

1. O avião está em conformidade com as Especificações da 0 0 0 0


ANAC.
2. Todas as Diretrizes de Aeronavegabilidade emitidas pela
ANAC foram cumpridas. 0 0 0 0
3. Todos os Boletins de Serviço de Fabricantes foram cumpridos 0 0 0 0
4. Manual de vôo aplicável e atualizado a bordo. 0 0 0 0
5. Documentos do avião em devida ordem. 0 0 0 0

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10 Pág. 3-47

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C
MS-820C/549
SEÇÃO III - INSPEÇÃO NAVAJO

NOTAS

1. Todas as inspeções são exigidas em cada período de inspeção, conforme indicado pelo círculo
(O). Tanto a inspeção anual como a de 100 horas, são inspeções completas do avião e idênticas
em amplitude, enquanto que as inspeções de 500 como as de 1000 horas são extensões das
inspeções anuais e de 100 horas que exigem um exame mais detalhado do avião e revisão ou
substituição de alguns componentes mais importantes. As inspeções devem ser executadas
por pessoal aprovado pela ANAC.

2. Os Boletins de Serviço emitidos pela EMBRAER, são de relevante importância e devem ser
prontamente cumpridos.

3. Os Boletins de Informação emitidos pela Embraer abordam sugestão úteis referentes à


manutenção do avião e merecem uma atenção especial. Ver coleção de Boletins de
Informação da EMBRAER.

4. Os intervalos entre trocas de óleo podem ser prolongadas em até 100% em motores
equipados com filtros de óleo de fluxo total (tipo cartucho) – contanto que o filtro seja
substituído a cada 50 horas de operação.

5. Substitua ou faça uma revisão, conforme necessário ou durante a revisão do motor. Para
revisão do motor, consulte a última revisão do BI 800-005-0013.

6. Substitua as mangueiras flexíveis de óleo a cada 1000 horas de serviço ou 8 anos, o que
ocorrer primeiro. Substitua as mangueiras de combustível, inclusive as utilizadas em respiros e
conexões, a cada 7 anos ou 1000 horas de operação, o que ocorrer primeiro.

7. As inspeções indicadas para o grupo motopropulsor baseiam-se no manual de operação do


fabricante do motor (Lycoming Part nº 60297-10). Quaisquer modificações publicadas para o
Manual de Operação do fabricante do motor, substituição ou suplementarão as inspeções
apresentadas neste relatório.

Pág. 3-48 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO III – INSPEÇÃO
NAVAJO

Ocasionalmente, os boletins de serviço ou inspeções de serviço são publicados pela AVCO


Lycoming Division que necessitam de procedimentos de inspeção e que não se encontram
catalogados neste manual.
Tais publicações são limitadas a modelos específicos e se tornam obsoletos depois que os
passos de correção tenham sido cumpridos. Todas estas publicações estão disponíveis nos
distribuidores da AVCO Lycoming ou na fábrica, por assinatura. Consulte a Service Letter nº
L114 para obter informações sobre a assinatura. A manutenção deve ter um arquivo
atualizado destas publicações disponíveis a qualquer hora.

8. Verifique os cilindros quanto a evidência de aquecimento excessivo, indicado por queima de


pintura. Esta condição é indicativa de dano interno do cilindro e, caso encontrada, suas causas
devem ser determinadas e corrigidas antes que a aeronave retorne ao serviço.
Descoloração interna e aparecimento de filtração na área da cabeça do cilindro e da fixação do
corpo, deve-se usualmente à emissão de lubrificante de rosca durante a montagem do corpo
na fábrica, ou por leve vazamento de gás, que acaba depois que o cilindro estiver um
funcionamento por algum tempo. Esta condição não é nem perigosa nem prejudicial para a
operação do motor. caso o vazamento exceda essas condições, o cilindro deve ser substituído.

9. A cada 400 horas de operação do motor, remova as tampas da caixa dos balancins e verifique
se os balancins estão livres quando as válvulas estão fechadas. Verifique quanto a evidência
der desgaste anormal ou partes quebradas na área das extremidades das válvulas, sede das
válvulas, molas e sede das molas. Se quaisquer indicações forem encontradas, o cilindro e
todos os seus componentes devem ser removidos (incluindo o pistão e a biela) e
inspecionados quanto a outros danos. Substitua qualquer peça que não estiver de acordo com
os limites apresentados na última revisão da Lycoming Special Service Publication nº SSP-1776.

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 07 de 27/10/10 Pág. 3-49

Criptografia: Fred Mesquita


Manual de Serviços
EMB-820C
MS-820C/549
SEÇÃO III - INSPEÇÃO NAVAJO

10. Consulte a última revisão BI 800-05-0007 para o tempo entre revisões da hélice. Ambas as
hélices devem ser equipadas com mola de embandeiramento auxiliar, na próxima revisão geral
programada.

11. Verifique o óleo do compressor sempre que o sistema for recarregado.

12. Consulte a última revisão da Lycoming Service Instruction nº 1308 para o teste de pressão do
magneto.

13. Use somente parafusos de latão, para instale a janela de acesso que cobre o detector de fluxo
na seção externa da asa esquerda nos aviões equipados com sistema de bússola remota.

14. Recomenda-se que todas as buchas dos amortecedores de borracha do berço do motor, sejam
substituídas a cada 500 horas.

15. Inspecione as células dos tanques de combustível a cada 2 anos (consulte a Seção IX deste
Manual).

16. Consulte o BI-800-055-0001 quanto as inspeções do guinhol do profundor e da haste de


comando).

17. Consulte o BI-800-028-0001 quanto à inspeção das células de combustível Goodyear BTC-39 e
para estar conforme a A.D. nº 78-05-06 (Goodyear) da FAA.

18. Substitua a braçadeira ‘’V’’ que fixa o tubo de escapamento ao turboalimentador em


intervalos de 1000 horas ou antes, caso a inspeção acuse desgaste, flambagem, etc.
Consulte a última revisão do (BS 800-078-0001).

Pág. 3-50 Revisão: 06 de 24/05/10 Edição Original: Outubro/84

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EMB-820C MS-820C/549
SEÇÃO III – INSPEÇÃO
NAVAJO

19. Consulte o BS 800-027-0025.

20. CONSULTE A ÚLTIMA REVISÃO DO BS-EMB-800-027-0013.

21. Consulte o BS 800-021-0005 e a DA 81-10-03 emitida pela ANAC.

22. Se houver flambagem acentuada, rebites soltos ou rachadura na chapa protetora do


escapamento, remova-a reparos.

23. Estas inspeções se aplicam somente para a instalação do flape Dukes, nas aeronaves de N/S
820001 a 820115. Consulte os BS's 800-027-0021 e 800-027-0002.

24. Para a substituição ou inspeção das engrenagens dos magnetos pressurizado (azul) da série D-
3200, consulte a última revisão do Lycoming Service Bulletin nº 459.

25. Consulte a última revisão do Lycoming Service Bulletin nº 452 (BS-EMB-800-072-0005) para a
inspeção do turboalimentador.

26. Consulte o suplemento ao normal de vôo para a verificação no solo e em vôo de todas as
funções pretendidas em todas em todas as modalidades do piloto Automático.

27. Substitua a cada 500 horas o filtro de ar do motor.

28. Consulte a última revisão do BS 800-032-0011, referente a inspeção da roda de nariz.

29. Consulte a última revisão do BS 800-055-0006, referente à inspeção da articulação externa do


estabilizador do profundor.

Edição Original: Outubro/84 Revisão: 06 de 24/05/10 Pág. 3-51

Criptografia: Fred Mesquita


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EMB-820C
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SEÇÃO III - INSPEÇÃO NAVAJO

30. A janela de saída de emergência devera ser removida completamente da fuselagem para
assegurar-se de sua correta operação, conforme a Seção IV.

31. Inspecione o conjunto de punho da bomba hidráulica manual de emergência, quanto a sinais
de corrosão no ponto de fixação. Substitua o conjunto do pinho se apresentar qualquer
evidência de corrosão.

32. Consulte a última revisão do BS 800-029-0004.

33. Consulte a última revisão do AVCO Lycoming Service Bulletin nº 469.

34. Consulte a última revisão do BS 800-074-0015.

35. Consulte o BI 800-037-0001.

36. Consulte o BS 800-081-0001.

37. Faça uma revisão geral ou substitua o magneto a cada revisão geral do motor ou 48 meses, no
evento que ocorrer primeiro.

38. Para efetuar a inspeção das articulações do profundor ou do compensador, remova a


superfície de comando e verifique com rigor o estado dos componentes. Caso haja rolamentos
ou parafusos desgastados; suportes de articulação trincados ou com furos ovalizados,
substitua-os. Consulte o catálogo ilustrado de peças.

39. Consulte o BS Neiva 820-052-0001.

40. Consulte as publicações do fabricante para a substituição da bomba de vácuo.

41. Substitua os filtros a cada 500 horas ou anualmente, o que ocorrer primeiro.

42. Substitua os filtros a cada 100 horas ou anualmente, o que ocorrer primeiro.

43. Inspecione a cada 100 horas, IAM, Revisão Geral, ou sempre que as linhas de combustível da
válvula de distribuição forem revisadas, removidas ou substituídas.

44. Inspecione as guias de válvulas de exaustão do motor a cada 400 horas de operação ou
sempre que houver suspeita do emperramento de qualquer válvula.

45. Consulte os tempos de cumprimento da inspeção na última revisão do Boletim de


Serviço Neiva 820-032-0001.

46. Inspecione os braços de retração do trem de pouso principal a cada 250 horas e substitua-os a
cada 6000 horas conforme o Boletim de Serviço Neiva 820-032-0002.

Pág. 3-52 Revisão: 07 de 27/10/10 Edição Original: Outubro/84

Criptografia: Fred Mesquita


..(EMBRAER seção IV
gf1lf[)[~N%J&[[J][Q]
Estruturàs
nAVAJD
SEÇAO IV

ESTRUTURAS

Parágrafo Página

4-1. DESCRIÇAO ...................................... . 4-1


4-2. REMOÇA0 E INSTALAÇAO DAS SUPERFíCIES ESTRUTURAIS . 4-2
4-3. GRUPO DA ASA ............•....................... 4-3
4-4. PONTA DA ASA ................................... . 4-3

4-5. Remoção .da Ponta da Asa .................. . 4-3


4-6. Reparo da Ponta da Asa .................. . 4-3
4-7. Instalação da Ponta da Asa ............... . 4-3

4-8. LUZ DE NIWEGA~AO DA ASA ........................ . 4-4

4-9. Remoção da Luz de Navegação da Asa........ 4-4


4-10. Instalação da Luz de Navegação da Asa..... 4-4

4-11. FAROL 'DE ATERRAGEM ............................. . 4-4

4-12. Remoção do Farol de Aterragem............. 4-4


4-13. Instalação do Farol ~e Aterragem.......... 4-5

4-14. AILERON ........................................ . 4-5


4-15. Remoção do Aileron ................. ~...... 4-5

4-16. Instalação do Aileron..................... 4-6

4-17. COMPENSADOR DO AILERON ..•....................... 4-6


4-18. Remoção do Compensador do Aileron......... 4-6
4-19. Instalação do Compensador do Aileron...... 4-7

4-20. FLAPE .......................................... . 4-7


4-21. Remoção do Flape.......................... 4-7
4-22. Instalação do Flape....................... 4-7

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


Página 4-i
seção IV i~EMBRAER
&!1if[J@].W@f7JJ1JB
tstruturas
nAVAJO
Parágrafo Página

4-23. ASA ............................................ . 4-8


4-24. Remoção da Asa ....•..... , ................ . 4-8
4-25. Instalação da Asa ........................ . 4-15

4-26. GRUPO DA EMPENAGEM ............................. . 4-21


4-27. Profundor....... ....... .•.. ............... 4-21
4-28. Remoção do Profundor...................... 4-21
4-29. Instalação do Profundor................... 4-21

4-30. COMPENSADOR DO PROFUNDOR ....................... . 4-22


4-31. Remoção do Compensador do Profundor....... 4-22
4-32. Instalação do Compensador do Profundor.... 4-22

4-33. ESTABILIZADOR HORIZONTAL ..................••.... 4-22

4-34. Remoção do Estabilizador Horizontal....... 4-22


4-35. Instalação do Estabilizador Horizontal.... 4-23

4-36. LEME DE DIREÇÃO ................................ . 4-28


4-37. Remoção do Leme de Direção ............... . 4-28
4-38. Instalação do Leme de Direção ............ . 4-28

4-39. COMPENSADOR DO LEME DE DIREÇÃO ................. . 4-29


4-40. Remoção do Compensador do Leme de Direção .. 4-29
4-41. Instalação do Compensador do Leme de Direção. 4-29

4-42. ESTABILIZADOR VERTICAL (DERIVA) .............. . 4-29


4-43. Remoção do Estabilizador Vertical (Deriva) 4-29
4-44. Instalação do Estabilizador Vertical
(Deriva).................................. 4-30

4-45. CONJUNTO DA FUSELAGEM .......................... . 4-31

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549 Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-ii
~EMBRAER Seção IV
g[fif[J[XN.ff)@[Q}1Jfj
Estruturas
nAVAJO

Parágrafo Página

4-46. PÁRA-BRISA ...................................... . 4-31

4-47. Remoção do pára-brisa Padrão . . . . . . . . . . . . . . 4-32


4-48. Instalação do pára-brisa Padrão .......... . 4-32

4-49. MECANISMO DO LIMPADOR DO PÁRA-BRISA ............ . 4-33

4-50. Remoção do Mecanismo do Limpador ......... . 4-33


4- 51. Instalação do Mecanismo do Limpador ...... . 4-35
4-52. Remoção do Braço e da Palheta do Limpador. 4-36
4-53. Instalação do Braço e da Palheta do Lim-
pador . • . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-37
4-54. Regulagem do Braço e da Palheta do Lim-
pador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-37

4-55. JANELAS LATERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-38

4-56. Remoção das Janelas Laterais .•........•... 4-38


4-57. Instalação das Janelas Laterais .......... . 4-38
4-58. Janela da Saída de Emergência •............ 4-39
4-59. Regulagem do Mecanismo da Janela da Saída
de Emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-39
4-59a. Janela de Mau Tempo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-42
4-59b. Remoção da Janela de Mau Tempo .......... . 4-42
4-5 9c. Instalação da Janela de Mau Tempo ....... . 4-42
4-59d. Substituição do Selo de Vedação da Janela
de Ma u Tempo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-42
I
4-60. PORTA DE ENTRADA DA CABINE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-42

4-61. Remoção da Porta de Entrada da Cabine


(Parte Superior) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-42

4-62. Instalação da Porta de Entrada da Cabine


(Parte Superior) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-42a
I

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
página 4-iii
seção IV ~EMBRAER
fEfJi1DW-fXj@WJ@
Estruturas nAVAJO
Parágrafo. Página

4-63. Remoção da Porta de Entrada da Cabine I


(Parte Inferior) .......•................•. J4-42a
4-64. Instalação da Porta de Entrada da Cabine
(Parte Inferior) ..••....•.••......••••...• 4-43
4-65. Regulagem da Porta da Cabine .....••••...•• 4-43

4-66. CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA DE ENTRADA DA CABINE .••.• 4-43

4-67. Remoção do Conjunto da Trava da Porta .•••• 4-43


4-68. Instalação do Conjunto da Trava da Porta •... 4-46
4-69. Ajustagem do Conjunto da Trava da Porta ... 4-47
4-70. Porta do Bagageiro da Nacele ....•..•..••.. 4-49

4-71. PORTA DO BAGAGEIRO DIP~TEIRO •.........•..•....•. 4-49

4-72. -Remoção da Porta do Bagageiro Dianteiro ... 4-49


4-73. Instalação da Porta do Bagageiro Dianteiro .. 4-49
4-74. Remoção do Conjunto da Trava da Porta do
Bagageiro Dianteiro .•..•..••.•...•.......• 4-50
4-75. Instalação do Conjunto da Trava da Porta do
Bagageiro Dianteiro ...........•....•....•• 4-52
4-76. Regulagem do Conjunto da Trava da Porta do
Bagageiro Dianteiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-53

4-77 . PORTA DE CARGA ••.....................••.•...•.•. 4-54

4-78. Remoção da Porta de Carga ...•..•........•• 4-54


4-79. Instalação da Porta de Carga ....•.•.•..... 4-54

4-80. CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA DE CARGA .......•..... 4-56

4-81. Remoção do Conjunto da Trava da Porta de


Carga .....•.•.•.......................•... 4-56
4-82. Instalação e Regulagem do Conjunto da Tra-
va da Porta de Carga ...........•..•......• 4-56

4-83. AJUSTAGEM DO CARRETEL DE INtRCIA DOS CINTOS DE


OMBRO. . • . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . • . . . . . . . . . . . . . . . . . . • 4-57
OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita Rev. 1 - AGOSTO 1986
Página 4-iv
~EMBRAER seção IV
fE!J!J7J/%HffJ@fJ[j[Q]
nAVAJCI Estruturas

Parágrafo Página
-
4-84. BALANCEAMENTO DAS SUPERFíCIES DE COMANDO . . . . . . . . 4-58

4-85. Equipamento de Balanceamento . . . . . . . . . . . . . . 4-58


4-86. Definições de Balanceamento ......••.....•. 4-58
4-87. Procedimento para o Balanceamento do Aileron 4-59
4-88. Procedimento para o Balànceamento do Profun-
dor ............ -................................................................. . 4-61
4-89. Medição do Atrito no Sistema de Comando do
Pro fundor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-63
4-90. Procedimento para o Balanceamento do Leme
de Direção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-66

4-91. REPAROS ESTRUTURAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-71

4-92 • REPAROS EM FIBRA DE VIDRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-71

4-93. Retoques e Reparos em Superficies de Fibra


de Vidro .................................................................. . 4-75
4-94. Reparos em Fibra de Vidro . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-77
4-95. Reparos em Termoplásticos . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-79

4-96. REPARO NA FAIXA DE ACESSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-91

4-97. Preparação da Superficie . . . . . . . . . . . • . . . . . . 4-91


4-98. Lista de Produtos para Limpeza e Aplicação
da Faixa de Acesso . . . . . . . . . . . . . . . • . • . . . . . . 4-91
4-99. Aplicação do Revestimento Antiderrapante
na Faixa de Acesso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-92

OUTUBRO 1984
Rev. 1- AGOSTO 1986 Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
Página 4-v I
1--··-----····-·-·---· .

PÂGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-vi
~EMBRAER Seção IV
fE!J7![][ffj-[ff)@[]J]@
nAVAJO Estruturas

SEÇÃO IV

ESTRUTURAS

4-1. DESCRIÇÃO

O EMB-820CNAVAJOtem uma fuselagem inteiramente metálica, semimono-


coque, com dimensões máximas de 1,60 m (63.0 polo) dealturael,16 m
(46.0 pol.) de largura. O comprimento total da fuselagem, incluindo
o cone de cauda, é de 9,67 m (380. 75 polo). A fuselagem é construí-
da de cavernas, reforçadores, reforços e vigas longitudinais, aos
quais está rebitado o revestimento externo. As janelas incluem um
pára-brisa de duas peças e seis janelas ao longo de cada lado. As
cinco janelas dianteiras são de painéis duplos enquanto que a janela
~~tra~seira ou de forma triangular é de painel simples. Uma j anela de
mau tempo está localizada na seção dianteira inferior da janela do
piloto e do co-piloto. Para abri-las basta destravá-las e puxá-las
para dentro. Uma saída de emergência de 58 em por 76 em (23 por 30
pol.) faz parte integral da segunda janela direita e é ejetável quan-
do a trava, logo atrás da saída, é puxada. A porta de entrada da ca-
bine está localizada no lado esquerdo da fuselagem, logo atrás da
asa. A porta separa-se ao meio, coma metade superior abrindo para ci-
ma e a metade inferior abrindo para baixo, para fornecer os degraus de
entrada da cabine. A porta de carga está localizada logo atrás da
porta de entrada da cabine. A porta de carga abre para cima, porém
somente depois que a porta de entrada da cabine tenha sido aberta.
Esta porta permite rápido carregamento e alojamento da carga como
ainda facilita a passagem, através da porta de entrada da cabine, de
itens de carga normalmente volumosos. Cada painel de asa é de cons-
trução inteiramente metálica, cantilever e semimonocoque. A ponta da
asa é de fibra de vidro e é removível. Há duas células de combustí-
vel de tipo flexível instaladas em cada asa, adiante da longarina
principal. O trem de pouso principal é alojado em compartimentos
construídos dentro da superfície inferior de cada asa e é fechado por

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820Cj549


Página 4-1
seção IV -(EMBRAER
fE[J[f[J[ffNffJ@(JJjfJB
EstruturaS
nAVAJO
portas, quando recolhido.
O aileron, o flape, o trem de pouso principal e o grupo motopropul-
sor, estão fixados em cada uma das asas. O aileron direito possui um
compensador o qual é ajustado por meio de um comando localizado na
cabine dos pilotos. As longarinas principais sao do tipo duplo "T"
em toda sua extensão; prolongam-se para dentro da fuselagem sendo
unidas por conexões de alta resistência no centro da fuselagem, for-
mando assim uma longarina principal contínua. A longarina principal
é fixada ao lado da fuselagem, como o são as longarinas dianteira e
traseira. Os bagageiros das naceles proporcionam um espaço de arma-
zenamento adicional para bagagem e itens diversos. Cada bagageiro
oferece um espaço de armazenamento adicional de 0,4 O m 3 (14 pés cúbi-
cos) .
O grupo da empenagem, toda metálica, é um projeto totalmente canti-
lever consistindo em um estabilizador vertical (deriva), leme de di-
reção, profundor e estabilizador horizontal direito e esquerdo, to-
dos com pontas em fibra de vidro removíveis. O leme de direção e o
profundor direito são providos de compensadores, que são comandáveis
da cabine. Ambos os estabilizadores,vertical e horizontal, incorpo-
ram dois perfís "u" na fuselagem principal.
Todos os componentes são tratados com primer de cromato de zinco e
as superfícies externas são pintadas com laca acrílica.

4-2. REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DAS SUPERFíCIES ESTRUTURAIS

Esta seção explica OS procedimentos de remoção e instalação das su-


perfícies estruturais do avião. Para os procedimentos de. remoça0,
instalação, regulagem e ajustagem dos componentes de comando das vá-
rias superfícies estruturais, consulte a Seção v.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-2
~EMBRAER seção IV
[fffffftD[ffHffJ@[J[j(Jg
Estruturas
nAVAJD

NOTA

Quando aplicar torque nos conjuntos estru-


turais, devem ser usados os valores padrões
de torque encontrados na Seção lI, do Fede-
ral Aeronautics Manual 18, ou na F.A.A.
Advisory Circular 43. 13-1A, caso não cons-
têm deste Manual.

4-3. GRUPO DA ASA

4-4. PONTA DA ASA

4-5. REMOÇÃO DA PONTA DA ASA

a. Retire os parafusos que fixam a-ponta da asa.

b. Afaste a ponta da asa o suficiente para desligar o fio positivo


da luz de navegação, na articulação de desconexão rápida, e re-
mova o parafuso que fixa o cabo-massa à estrutura da asa.

c. Remova a ponta da asa completamente.

4-6. REPARO DA PONTA DA ASA

As pontas das asas podem ser reparadas de acordo com os procedimen-


tos para reparos em fibra de vidro, contidos na parte referente a
reparos estruturais, nesta seção.

4-7. INSTALAÇÃO DA PONTA DA ASA

a. Fixe o terminal do cabo-massa à estrutura da asa e conecte o fio


positivo na articulação de desconexão rápida.

b. Posicione a ponta na asa e todos os parafusos com arruelas.

c. Com todos os parafusos no lugar, aperte-os.

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


Página 4- 3
seção IV ~EMBRAER
!Ii[fjf[J[ffHffl@@(Jg
Estruturas
nAVAJO

4-8. LUZ DE NAVEGAÇÃO DA ASA

4-9. REMOÇÃO DA LUZ DE NAVEGAÇÃO DA ASA

a. Para remover a lâmpada, retire os parafusos que fixam a tampa


transparente.

b. Retire os parafusos que fixam o retentor da lente.

c. Remova a lente e a lâmpada.

NOTA

Para se retirar o conjunto completo da lâmpa-


da, a ponta da asa deve ser removida.

4-10. INSTALAÇÃO DA LUZ DE NAVEGAÇÃO DA ASA

a. Instale a lâmpada, a gaxeta da lente e fixe o retentor.

b. Coloque a tampa transparente na posição e fixe-a.

4-11. FAROL DE ATERRAGEM

4-12. REMOÇÃO DO FAROL DE ATERRAGEM (veja a figura 4-1)

a. Para remover qualquer lâmpada da placa de montagem do farol de


aterragem, retire os parafusos da parte dianteira da placa de fi-
xaçao da lâmpada e então remova-a da placa de montagem. Ao remo-
ver a placa de fixação use de cautela para não deixar as lâmpadas
cairem. Desconecte, os condutores elétricos das lâmpadas de-
sejadas.

b. Para remover o conjunto da lâmpada da perna de força do


trem,
desconecte das lâmpadas, os condutores elétricos e sol te as bra-
çadeiras que fixam o conjunto ao montante da perna.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
Pilgina 4-4
~EMBRAER seção IV
~[fjf[J!%Hffl@{Q}[f2
Estruturas
nAVAJO

4-13 . INSTALAÇÃO DO FAROL DE ATERRAGEM

a. Para instalar as lâmpadas do farol de aterragem, fixe os condu-


tores â(s) lâmpada(s) e coloque-as no suporte de montagem. Posi-
cione a placa de fixação e fixe com parafusos apertando-os so-
mente o suficiente para permitir que as lâmpadas se ajustem per-
feitamente no suporte.

b. Para instalar o conjunto do farol de aterragem, posicione o con-


junto no montante da perna, com a parte inferior do suporte de
montagem 143 mm (5.63 pol.) acima da parte inferior do montan-
te (veja a figura 4-1). Alinhe o suporte longitudinalmente e fi-
xe-o com braçadeiras. O ângulo do feixe de luz deve ser ajusta-
do com os parafusos de regulagem nas laterais do suporte e incli-
nado como necessário.

4-14. AILERON

4-15. REMOÇÃO DO AILERON (veja a figura 4-2)

a. Remova a ponta da asa de acordo com o parágrafo 4-5.

b. Remova a nervura de fixação traseira da ponta da asa.

c. Desconecte a haste de comando do aileron.

d. Desconecte no aileron direito a haste de comando do compensador.

e. Remova os parafusos da articulação e remova o aileron.

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820Cj549


Página 4-5
seção IV -(EMBRAER
. &[J[f[][ffNff)~{QJ@
Estruturas
nAVAJO

PARAFUSO DE
REGULAGEM

143,0 mm
15,63 pol.)

Figura 4-1 Instalação do Farol de Aterragem

4-16. INSTALAÇÃO DO AILERON (veja a figura 4-2)

a; ·Coloque o aileron em posição, instale os parafusos da articulação


e aplique torque.

b. Se o aileron direito foi removido, conecte a haste de comando do


compensador.

c. Conecte a haste de comando do aileron.

d. Fixe a nervura de fixação da ponta da asa.

e. Instale a ponta da asa de acordo com o parágrafo 4-5.

4-17. COMPENSADOR DO AILERON

4-18. REMOÇÃO DO COMPENSADOR DO AILERON (veja a figura 4-2)

a. Desconecte a haste de comando,no compensador.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549 Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-6
-<:EMBRAER seção IV
!EíJ[f[j[ffNffl@(JJ)@
Estruturas
"AVAJO
b. Remova o parafuso da articulação interna.

c. Puxe o compensador para trás e para dentro o suficiente para re-


mover o pino da articulação externa, de sua bucha.
Remova o compensador.

4-19. INSTALAÇÃO DO COMPENSADOR DO AILE.RON (veja a figura 4-2)

a. Coloque a haste de comando do compensador através do aileron e o


pino da articulação externa na sua bucha.

b. Posicione os suportes da articulação interna, instale o parafuso da


articulação e aplique torque de 38 lb. polo, (adicione 0,18 lb. polo
do torque de atrito).

c. Conecte a haste de comando do compensador •

. 4-20. FLAPE

4-21. REMOÇÃO DO FLAPE (veja a figura 4-2)

a. Abaixe o flape até poucos graus de sua deflexão máxima.

b. No flape esquerdo, desconecte a haste do transmissor de posição


removendo o contrapino do terminal dianteiro da haste.

c. Desconecte do flape o tubo de comando. Não gire o tubo de comando


a menos que se pretenda regular o flape.

d. Remova dos suportes do flape, os conjuntos de roletes superio-


res.

e. Remova os conjuntos de roletes inferiores e retire o flape.

4-22. INSTALAÇÃO DO FLAPE (veja a figura 4-2)

a. Coloque o flape em posição e instale os conjuntos de roletes in-


feriores nos suportes do flape. Aplique torque nos parafusos.

b. Instale os conjuntos de roletes superiores e aplique torque nos


parafusos.
OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita


MS-820Cj549
Página 4-7
seção IV -(EMBRAER
Estruturas fEorrJfB)·f8It8llJ/@
nAVAJO

c. Conecte o tubo de comando.

d. Se o flape esquerdo foi removido, conecte a haste do transmissor


de posição.

e. Verifique o flape quanto à operaçao adequada. Os procedimentos de


regulagem e ajustagem podem ser encontrados na seção V.

4-23. ASA

4-24. REMOÇÃO DA ASA (veja a figura 4-5)

a. Feche a válvula seletora de combustível e drene todo o combustí-


vel da asa à ser removida (consulte o parágrafo Drenagem do Sis-
tema de Combustível, Seção 11).

b. Remova o motor da asa à ser removida (consulte o parãgrafo Re-


moção do Motor, Seção VIII).

c. Remova a carenagem e a janela de acesso em volta do bordo de ata-


que da asa, localizados entre a fuselagem e a nacele do motor.

d. Na carenagem de contorno na parte superior da asa, entre a fuse-


lagem e a asa, retire os rebites que fixam a carenagem ã asa.

e. Remova as janelas de acesso da carenagem localizada entre o lado


inferior do reforço da asa e a fuselagem, e a janela de acesso a
emenda da longarina localizada no lado inferior da fuselagem.

f. Dentro da fuselagem, remova a tampa da longarina.

g. Remova os painéis dianteiros e traseiros do piso, adjacentes a


longarina principal e se remover a asa esquerda, remova o painel
do piso dianteiro esquerdo, entre o painel de acabamento late-
ral da fuselagem e o pedestal de comando.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-8
~EMBRAER Seção IV
fE[Jjf[j[ffj·®@(Q)[jJ]
nAVAJO Estruturas

NOTA

Para facilitar a reinstalação dos cabos de


comando, das tubulações de combustível e hi-
dráulicas, marque as extremidades das tubu-
lações e dos cabos/identificando-as de al-
guma forma e quando aplicável, fixe um cor-
dão aos cabos, antes de tirá-los da fusela-
gem ou da asa.

Para evitar que as tubulações de combustí-


vel, hidráulicas e outras sejam danificadas
ou contaminadas, coloque tampas de proteção
nas conexões e nas suas extremidades.

h. Os itens seguintes se aplicam somente para a remoça0 da asa es-


querda:

1. Desconecte os cabos de comando nos esticadores localizados nas


estações 76. e 86.50, entre o painel de acabamento lateral
dianteiro esquerdo e o pedestal de comando. Puxe os cabos pa-
ra trás através da longarina. Retire o pino de guarda do ca-
bo do profundor, na estação 110.para permitir a passagem dos
terminais dos cabos.

2. Remova o pino de guarda do cabo do aileron esquerdo, na esta-


ção 164.

3. O cabo de balanceamento para a asa esquerda pode ser desconec-


tado no guinhol do aileron, retirado através da asa e fixado
com fita adesiva ao lado da fuselagem.
O pino de guarda do cabo na asa esquerda, perto do guinhol, e
o reforço da asa devem ser removidos para permitir a passagem
do terminal do cabo.

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820Cj549


Página 4-9
seção IV ~EMBRAER
fE[{{([}[ffJ·[ffJ@[QJW]
Estruturas
nAVRJO

NOTA
o BATENTE 00 CURSO 00 FLA·
PE E SOlVIENTE NO TRILHO
CENTRAL

PARAFUSO AN4·12A
ARRUELA AN960-416
PORCA MS 20365-428
QUANT. NEC. 12
,,
,
VEJA A
ARRUELA 40-559-4 NOTA
aUANT. NEC. 8
ICQNJ. EXT.) BUCHA 41413·6
QUANT. NEC. 4
ARRUELA 40559-5
QUANT NEC 16 (SOMENTE EXT.!
BUCHA 41413·7
~~~~?,,"--
,..:;
__ -18UCHA 41413·5
OUANT. NEC. 12
ICQNJ. INT. E CEN·
TRALl QUANT. NEC. 4
ISOMENTE CEN.
TRAL). CORTE A-A ARRUELA 3512-20-03-0511
BUCHA 41413-8 QUANT. NEC. 16 (OMITA
aUANT. NEC. 4 NO CONJUNTO DO TRILHO
ISOMENTE 'NT.! CENTRAU

CROQUI A

Figura 4-2. Instalação do Flape e do Aileron (folha 1 de 2)

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
Rev. 1 AGOSTO 1986

Página 4-10
-(EMBRAER seção IV
fEffi![}[ffJ-[ff)@[Q}@
nAVAJCJ Estruturas

PARAFUSO ANJ·5A
ARRUELA AN960·10
{QUANT. NEC. 41

PARAFUSO ARRUELA 19513-64


ARRUELA AN960-416
PORCA MS 20365·428C
PORCA MS 20365-42BC QUANT. NEC. 1 esQ.
QUANT. NEC. 1 OIR. QUANT. NEC. 1 DIR.
QUANT. NEC. 1 ESQ.

PARAFUSO AN4-11A
ARRUELA 19513-64
PORCA MS 20365-428C
QUANT. NEC. 1 DI R.
QUANT. NEC. 1

A FOLGA AOMISSíVEL ENTRE O SUPORTE CROQUI C


CROQUI B
E O MANCAL OE ARTICULAÇÃO ANTES OE
APLICAR O TORQUE É 0,4 mm (0,015"). USE
ARRUELAS AN 960-416 OU 416L (MÁXIMO
UMA ARRUELA PARA OBTER A FOLGA
AOM IssíVEL ANTES OE APLICAR O TOR·
QUE.

APLIQUE TORQUE
DE 38 Ib. Pol
BUCHA 4141J-51
PARAFUSO ANJ.7A PARAFUSO ANJ-6A
QUANT. NEC, 2 ARRUELA 81342·9

CONTRAPINO MS 24665-134
QUANT. NEC. 2

CROQUI O CROQUI E

~
li
p~.;:-;:. '::::1\
I
I
f'
, ,
• ,
I r1
r
I
Ll,

v-=-':::-":::'- PAflAFUSQAN4_14A
ARRUELA AN960-416L

"
I'
IJ
CROQUI G
PORCA MS 2Il365C
CONSULTE OS CROQUIS "E!"" E "C- OUAN
TO A 1\I0TASOBRE A fOlGAAOMISSIVEL.

CROQUI F

Figura 4-2 Instalação do Flape e do Aileron (folha 2 de 2)

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
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seção IV ~EMBRAER
fEf1I1IJ[gJ-[ffJ@j[JJ)1J2
Estruturas
nAVAJO

i. Os itens seguintes se aplicam somente para a remoça0 da asa di-


reita:

1. Desconecte os cabos de comando do aileron no guinhol e puxe-


os para fora da asa. A guarda dos cabos na asa perto do gui-
nhol e do reforço da asa, deverão ser removidos para permitir
a passagem dos terminais dos cabos.

2. Desconecte o cabo de balanceamento do aileron na estação 171.


e puxe o cabo da fuselagem. Remova a roldana do cabo para per-
mitir que seja removido.

3. Retire o painel de acesso a seçao traseira da fuselagem.Pren-


da os cabos dos compensadores do profundor e do leme de dire-
ção, na frente da longarina principal e na seção traseira da
fuselagem para impedir que se desenrolem dos tambores (veja a
figura 4-3). Desconecte os cabos dos compensadores do profun-
dor e do leme de direção entre as estações 274. e 318.e puxe-
os para a frente através da longarina principal. Para permi-
tir que os cabos sejam puxados através da fuselagem, remova
a guarda dos cabos na estação 244. e os blocos de guia dos
cabos nas estações 174.e 215.

4. Prenda os cabos do compensador do aileron ao lado da fusela-


gem e dentro da asa para impedir que se desenrolem do tambor.
Desconecte os esticadores dos cabos do compensador na estação
90. da asa e puxe-os para dentro e através da asa. Remova a
guarda dos cabos localizados na extremidade da asa e mantenha-
os afastados na direção da fuselagem.

I
5. Descarregue o gás freon do sistema de ar condicionado (veja a
Seção XIV) e desconecte as tubulações que passam através da
longarina na estação 137.00.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-12
seção IV
Estruturas

Figura 4-3 Métodos para Prender Cabos de Comando

5. Desconecte as tubulações hidráulicas, que passam através da


longarina nas estações 90.e 13~ e deslize as tubulações para
a frente pela longarina da asa.

6. Desconecte o duto de ar do aquecedor, o cabo de comando do


aquecimento e os cabos da antena que passam pela longarina.

j. Na estação 174. desconecte o cabo de comando do flape no motor de


acionamento e na caverna,puxando-o para fora da fuselagem.

1. Através das aberturas de acesso da carenagem local·izada no intra-


dorso da asa, desconecte a linha de combustivel que acompanha a
longarina principal e puxe-a para trás, através da longarina.
Desconecte as linhas hidráulicas e de combustivel que estejam com
as conexões expostas. Desconecte também todos os cabos de coman-
do das válvulas do sistema de combustivel.

OUTUBRO 1984

Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549


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seção IV -<::EMBRAER
fEfJ7JT}&Hm@[Q}!J2 .
Estruturas
nAVAJO'

m. Através das aberturas no bordo de ataque e no reforço da asa,


desconecte as linhas hidráulicas, de vácuo, de combustível e dos
instrumentos do motor. Remova os blocos de suporte e braçadeiras.

n. Desligue os fios elétricos nos seus conectores.

o. Puxe os cabos de comando do motor para trás através da parede de


fogo, nacele do motor e asa.

p. Providencie suportes adequados para a fuselagem e para as asas.

q. Remova o conjunto do braço ao qual se fixa a seletora de combus-


tível e coloque-o para frente. Desaparafuse e remova o(s) supor-
te (s) do perfil "L" que se. estendem pela longarina.

r. Na lateral da fuselagem, na parte superior da longarina princi-


pal, remova os suportes inferiores dianteiro e traseiro; o supor-
te superior deve permanecer no lugar.

s. Também na lateral da fuselagem, na parte inferior da longarina


principal, remova o conjunto de parafusos do suporte e a bucha es-
paçadora.

t. Desaparafuse e remova os perfis "u" da junção da longarina ver-


tical.

u. Desaparafuse e remova as placas da junção das mesas inferiores e


superiores da longarina horizontal.

v. Remova o conjunto do parafuso que fixa a longarina dianteira e a


conexão da fuselagem.

x. Remova o conjunto do parafuso que fixa a longarina traseira e a


conexão da fuselagem.

z. Puxe a asa direta e vagarosamente para fora da fuselagem permi-


tindo que com ela venham as tubulações, cabos, etc.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
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-<EEMBRAER seção IV
fEf1if[J@-@@(JJ]{{;j .
Estruturas
nAVAJO'

--

Figura 4-4 Suporte para a Fuselagem

4-25 INSTALAÇÃO DA ASA (veja a figura 4-5)

a. Certifique-se de que a fuselagem está posicionada firmemente so-


bre suporte.

b. Posicione-a para instalação, com a extremidade da longarina a pouca


distãncia da lateral da fuselagem; ajuste o suporte e solte os
três parafusos de ajustagem que puxam a carenagem inferior contra
o reforço da asa.

c. Prepare as várias tubulações, cabos de comando, etc., para intro-


duzi-los na asa ou fuselagem quando a asa for colocada no lugar.

d. Deslize a asa para dentro da fuselagem (pode ser necessário in-


troduzir uma tira de metal entre a carenagem de contorno e a raiz
da asa, de modo a orientá-la entre as carenagens superiores e in-
feriores) e ligue as extremidades das longarinas. A distáncia má-
xima entre as mesas das longarinas é de 0,79 mm (1/32 pol.).
OUTUBRO 1984

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seção IV ~EMBRAER
~!1JiTJfEHgj@(Q)W
Estruturas
nAVAJO

e. Instale o parafuso que fixa a longarina traseira e as conexoes


da fuselagem.

f. Instale o parafuso que fixa a longarina dianteira e as conexoes


da fuselagem.

g. Instale os parafusos dos perfís "U" da emenda da longarina ver-


tical traseira e dianteira.

h. Instale e parafuse as placas de junção da mesa da longarina ho-


rizontal superior e inferior.

i. Na lateral da fuselagem, parte superior da longarina principal,


parafuse a conexao do suporte inferior dianteiro e traseiro da
conexao do suporte à longarina.

j. No lado inferior da longarina principal instale o conjunto de pa-


rafusos do suporte e a bucha.

1. Instale o suporte do perfil "L" que se estende através da fuse-


lagem e o conjunto do braço no lado dianteiro da longarina.

m. Aperte os parafusos de todas as conexões de fixação, placas, etc.


Aplique torque de 160 à 290 lb.pol. ou 13 à 24 lb.pé aos
parafusos que fixam as placas de junção da mesa da longarina ho-
rizontal. Todos os outros parafusos usam os valores padrão de
torque.
n. Instale os cabos de comando do motor nos seus lugares.

o. Conecte as tubulações hidráulicas, de combustível, de vácuo e dos


instrumentos do motor, no reforço e no bordo de ataque da asa.
Fixe as tubulações e cabos nas suas posições, com braçádeiras e
blocos de suporte.

p. Ligue os fios elétricos nos seus conectares.

q. Através das aberturas de acesso da carenagem da asa no lado in-


ferior da fuselagem, conecte as tubulações hidráulicas, de com-
bustível e os cabos de comando das válvulas de combustível.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-16
-<:EMBRAER seção IV
&[JIf[J&HffJ@@@ Estruturas
nAVAJO

"-
"-

\(

PARAFUSO AN4·16A
ARRUELA AN960-416
PORCA MS 20365·428C
QUANT. NEC. 2
PARAFUSO AN7-1DA
ARRUELA MS 203G5-72QC
PORCA AN960·716l
o
QUANT_ NEC. o
1· DIREITA
1· ESQUERDA o PARAFUSO AN3-5A
PORCA MS 20365·1032C
. QUANT. NEC. 12
{)

o
o
+---i~---4~~©---©~~1

CROQUI B CROQUI C

Figura 4-5 Instalação da Asa (folha 1 de 2

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
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Seção IV
-(EMBRAER
Estruturas ; fEf!f!D[ffJ'®@@{Jj]
nAVAJC

I --';
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- L () O L~ -.) __ ~_-~~~ ~
O T"';fS~ J 0

PARAFUSOAN6-13A
ARRUELAAN96o-616
PORCA MS 20365-624C
I~ V
.,
V
O i O.~
I
O:, O V

V
."
PARAFUSO

QUANT.NEC.4
AN4 IDA
PORCA MS203lls.-<:21!(;

QUANT. NEC 10
PARAFUSO AN3-10A
ARRUELA AN960-10L
PARAFUSO AN&14A O ,",,~-+-;PORCAMS2{)J65-1032C
ARRUELA AN96Q-616 ~ v-
PORCA MS 20365-S24C
QUANT. NEC. B
r- QUANT. NEC. 12

~:~~O:=:~L
0 o o

00 0 o o 0
0
O
<)

<)
I-----::ocOB--O--'0rcor--t\
•••

° °°
PORCA MS '2IlJ65.10J2C
QUANT. NEC. 20

00 PARAFUSO ANS-14A
ARRUELA AN960-616
PORCA MS 20365-624C
QUANT. NEC. 18

PARAFUSO AN5-12A
OU AN5-13A
ARRUELA AN960516
, PORCA MS 20365-524C
• QUANT. NEC.
CROOUI A 1 _ ESQlJEROA
1 -DIREITA

PARAFUSO AN5·12A
ARRUELA AN960.516
CALC04415Sou 44155-2 PORCA MS 20365·524C
COMO NECESSÁRIO QUANT. NEC.
1 - ESQUERDA
, . DIREITA

PARAFUSO AN5-26A
BUCHA4141:J.3!i
PORCA MS 20365-524C
1. ESQUERDA
1. DIREITA
\

•,•
PARAFUSOAN8-12A
ARRUELA AN96(1-816
PORCA MS 20365-82OC
""
-) ;) -~
QUANT. NEC.
, ESQUERDA
, DIREITA
'.
,'O
,'O
~Jir---I=I
0 ,
i
;)
;)
.) CROOUI E

CROOUI o

Figura 4-5 Instalação da Asa (folha 2 de 2

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-18
~EMBRAER seção IV
fErtif[J@J-(ffl@(Q)@
Estruturas
nAVAJO

r. Instale o cabo de comando do flape, certifique-se de sua correta


regulagem (consulte o parágrafo Regulagem e Ajustagem dos Coman-
dos do Flape, seção V) e fixe o cabo.

s. Os itens seguintes se aplicam somente para a instalação da asa


direita:

1. Dirija o duto de ar do aquecedor,'o cabo de comando do siste-


ma de aquecimento e.os cabos da antena através da longarina e
conecte-os.

2. Dirija as tubulações hidráulicas através da longarina princi-


pal e conecte-as as suas respectivas conexões nas estações 90
e 137.

3. Conecte as tubulações de freon às suas respectivas conexões na


estação 137.00. Abasteça o sistema e teste-o quanto a vazamen-
tos (veja a Seção XIV).

4. Coloque os cabos do compensador do aileron na asa, conecte os


esticadores na estação 90.e retire os blocos que prendem os
cabos. Instale o pino da guarda do cabo na extremidade do re-
forço da asa. Verifique a regulagem, a ajustagem, a tensão dos
cabos (consulte o parágrafo Regulagem e Ajustagem do Compen-
sador do Aileron, na seção V) e frene os esticadores.

5. Coloque os cabos dos compensadores do leme de direção e do pro-


fundor para trás, através da fuselagem, conecte os esticado-
res na seção traseira da fuselagem e retire os blocos que
prendem os cabos. Verifique a regulagem, a ajustagem, a tensão
dos cabos (consulte os parágrafos Regulagem e Ajustagem do Com-
pensador do Leme de Direção e Profundor, na seção V) e frene
os esticadores.

6. Coloque o cabo de balanceamento do aileron na fuselagem e co-


necte-o ao cabo de balanceamento na estação 171. Instale a
roldana do cabo e fixe-a.

7. Coloque os cabos de comando do aileron na asa e conecte-os ao


guinhol. Instale o pino da guarda do cabo na roldana perto do
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Rev. 1 - AGOSTO 1986
Criptografia: Fred Mesquita MS-820Cj549
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Seção IV -.(EMBRAER
!E!Ji17J&HffJ@]fPJrIB
Estruturas
nAVAJO
guinhol no reforço da asa. Verifique a regulagem, a ajustagem,
a tensão do cabo (consulte o parágrafo Regulagem e Ajustagem
do Aileron, na Seção V) e frene os esticadores.

t. Os itens seguintes se aplicam somente para a instalação da asa


esquerda.

1. Coloque o cabo de balanceamento esquerdo na asa e conecte-o no


guinhol do aileron. Instale o pino da guarda do cabo na rol-
dana, perto do guinhol e do reforço da asa.

2. Coloque os cabos de comando através da longarina principal e


conecte os esticadores nas estações 76. e 86.50. Instale os pi-
nos da guarda do cabo, para os cabos do aileron esquerdo na
estação 164.e os cabos do profundor na estação 110. Verifique
a regulagem, ajustagem, a tensão dos cabos (consulte os pará-
grafos Regulagem e Ajustagem do Aileron, Profundor e Leme de
Direção, Seção V) e frene os esticadores.

u. Instale o motor (consulte o parágrafo Instalação do Motor, Seção


VIII) .

v. Verifique o nível do fluido hidráulico (consulte a Seção 11 ou


VI) e com o avião sobre os macacos, opere o trem de pouso por vá-
rios ciclos de recolhimento e abaixamento para certificar-se de
que não há vazamento de fluido hidráulico.

x. Verifique o nível de fluido dos freios, sangre os freios(consul-


te o parágrafo Sangria dos Freios, Seção VII) e certifique-se de
que não há vazamento.

z. Verifique o sistema de combustível quanto a vazamentos e fluxo.

a-a. Na parte superior da asa, rebite a carenagem de contorno a asa


e ã fuselagem. Aplique um filete de selante 3M EC 750 ou equi-
valente por toda extensão da borda da raiz da asa na fuselagem
e revestimentos da asa, iniciando no bordo de ataque e se es-
tendendo para trás, sobre a parte superior do bordo de fuga.

a-b. Na carenagem entre a parte inferior da fuselagem e da asa, co-


loque os parafusos que fixam a carenagem no lado inferior do
reforço da asa e a fuselagem.

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MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
Rev. 1- AGOSTO 1986
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~EMBRAER seção IV
gf1l![)~Hff}!fd/Q}[JfJ
Estruturas
nAVAJD
a-c. Reinstale as janelas e painéis de acesso no intradorso da fuse-
lagem, da asa e bordo de ataque.

a-do Instale os painéis do piso e as tampas da longarina.

4-26. GRUPO DA EMPENAGEM

4-27. PROFUNDOR

4-28. REMOÇÃO DO PROFUNDOR (veja a figura 4-6)


,
a. Remova os parafusos que fixam o cone de cauda a fuselagem, puxe
o cone para trás o suficiente para desconectar os fios das luzes
de navegaçao e estroboscópica e, então, remova o cone de cauda.

b. No profundor direito, desconecte a haste de comando do compensa-


dor.

c. Remova os parafusos que fixam o suporte do tubo de torção do pro-


fundor,ao profundor.

d. Remova os parafusos de articulação e retire o profundor.

e. Depois de ter removido os profundores, desconecte a haste de


acionamento do profundor no braço de comando, para remover o con-
junto do tubo de torção do profundor.

f. Remova o parafuso da articulação e separe o conjunto do tubo de


torção do seu suporte de articulação.

4-29 INSTALAÇÃO DO PROFUNDOR (veja a figura 4-6)

a. Coloque o conjunto do tubo de torção do profundor em posição com


seu suporte de articulação.

b. Instale o conjunto do parafuso da articulação, aplique torque e


frene.

c. A haste de acionamento do profundor deve ser conectada ao braço


do conjunto do tubo de torção.

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Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
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seção IV -«EMBRAER
fEfJiiTJ@·@@}W][Q]
Estruturas
nAVAJCJ

d. Coloque o profundor em posição, instale o conjunto de parafuso e


aplique torque.

e. Instale os parafusos que fixam o suporte do tubo de torção e o


profundor. Certifique-se do alinhamento das metades do profundo r
e aperte os parafusos.

f. Coloque a haste de comando do compensador do profundor através


do profundor direito e fixe-a na posição. Aplique torque no pa-
rafuso.

g. Verifique o profundo r quanto à operaçao adequada.

h. Conecte os fios da luz de ,navegação e coloque o cone de cauda na


posição com as arruelas, os parafusos e aperte-os.

4-30. COMPENSADOR DO PROFUNDOR

4-31. REMOÇÃO DO COMPENSADOR DO PROFUNDOR (veja a figura 4-6)

a. Desconecte a haste de comando no compensador.

b. Remova os parafusos da articulação que fixam o compensador.

4-32. INSTALAÇÃO DO COMPENSADOR DO PROFUNDOR (veja a figura 4-6)

a. Posicione o compensador, instale os parafusos e aplique torque.

b. Posicione a haste de comando do compensador, instale o parafuso


e aplique torque.

4-33. ESTABILIZADOR HORIZONTAL

4-34. REMOÇÃO DO ESTABILIZADOR HORIZONTAL (veja a figura 4-6)

a. Remova o profundor direito e/ou esquerdo, de acordo com o pará-


grafo 4-28.

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MS-820Cj549 Criptografia: Fred Mesquita
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<EMBRAER seção IV
fElJIJ[)[ffJ·[ffJ@[Qj1Q]
Estruturas
nAVAJO
b. RemQva as janelas de acesso localizadas em cada lado da fuselagem,
sob os estabilizadores horizontais e o painel localizado na parte
superior da fuselagem, atrás do estabilizador vertical (deriva).

c. Remova o painel de acesso à seção interna traseira da fuselagem.

d. Para remover o estabilizador direi to, localize os esticadores dos


cabos do compensador do profundor na· seção traseira da fuselagem,
marque as extremidades .de um esticador, para facilitar a reinsta-
lação, e prenda os cabos a uma das cavernas da fuselagem e no es-
tabilizador para impedir que os cabos se desenrolem (veja a fi-
gura 4-3).

e. Desconecte os cabos do compensador.

f. Através do acesso superior, remova as duas roldanas dos cabos do


compensador do profundor, o espaçador e o parafuso. Puxe os ca-
bos através da fuselagem para este ponto.

g. Desconecte os fios do sensor do compensador do profundor.

h. Remova os parafusos de montagem que fixam a longarina dianteira


à caverna da fuselagem.
i. Remova os parafusos de montagem que fixam o suporte da articula-
ção do tubo de torção do profundor a longarina traseira.

j. Afaste o estabilizador da fuselagem.

4-35. INSTALAÇÃO DO ESTABILIZADOR HORIZONTAL (veja afigura 4-6)

a. Experimente encaixar o estabilizador para certificar-se de que a


folga entre ele e a superfície de revestimento da fuselagem é de
4,75 mm (0,187 pol.). Compense para obter esta folga.

b. Certifique-se de que o perfil extrudado de vedação está fixado


ao lado interno do profundor.

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MS-820cj549
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Seção IV ~EMBRAER
fE!JIf[}@·@@][ill(Q]
Estruturas nAVAJO

PARAFUSO AN4-13
ARRUELA AN960-416 AN>5A
tauANT.NEC. 21 (SOB A AN960·10L
PORCA) PORCA AN31().4

[)~~~~~o~.......
CONTRAPINO MS 24fi65·132
,") ["==.
-::::::- PARAFUSO A.N174·22A
ARRUELA AN900-416
IQUANT. NEC. 21
PORCA MS 20365-428C

;""""'' '1
IQUANT. NEC. 41

PARAFUSO AN174-22A o
ARRUELA AN96Q.416 [)
(QUANT. NEC. 21
1I.r-~" PORCA MS 20365·428C
QUANT. NEC. 2

CALÇO. CONFORME NECES· .ARAME OE FRENO CORTE A-A CROQUI B


sARla
PARAFUSO AN173.13A
PARAfUSO AN5-1 lA ARRUELA AN9SD-l0 !SOB A
ARRUELA AN960·516 CABEÇA) I ___________--~~~
ARRUELA AN9SG-l0L ISOB A I-
PORCAI
PORCA MS 20365-1032C

PORCA MS 20365·42BC

CROQUI A .!QUANT. NEC. 4)


CROQUI C

Figura 4-6. Instalação da Empenagem (folha 1 de 3)

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-24
-<E:EMBRAER seção IV
fErmJfFHm@}[Q}@ Estruturas
nAVAJO

PARAFUSO AN3-4A

PARAFUSO ANJ·5A
ARRUELA AN96Q·1DL

'--oli"""" ~~~~~lJ
. INF.
PARAFUSO AN3-4A

PARAFUSO A1\I4·12
PARAFUSO AN3·10A ARRUELA AN96D·416
ARRUELA AN960-10 PORCA A1II310_4
PORCA MS 203GS.l032C CONTRAPINO MS 24665·132
leUANT. NEC. 21

CROQUi o CROQUI E

P-
PARAFUSO AN3-10
PORCA ANJla.J
CONTRAPINO MS 24665·132

&K ~.. .
=~.,.
~ "", ""-,
, ,
J
BUCHA 41413·51
PARAFUSO ANJ-6A PARAFUSO AN3-5A
ARRUELA81342·9 ARRUELA A1II960-10
ARRUELA AN960·10L
(QUANT. NEC. <lI

CROQUi F CROQUI G

PARAfUSO ANS·7A
ARRUELA AIII960·516
PORCA MS 20365·524C
IQUANT. NEC. 61

PARAFUSO ANJ·7A
PORCA MS 20365-524C

o
o
o o
,'o o o
:0 o

CROQUI H CROQUI I

Figura 4-6 Instalação da Empenagem (folha 2 de 3)

OUTUBRO 1984
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Seção IV ~EMBRAER
fE!Ji!DmJ·mJ@@@
Estruturas
nAVAJO

PARAFUSO AN3·6A
ARRUELA AN96Q-l0L

PARAFUSO ANS.l1A ---,-,


PARAFUSO AN5·10A
::~:~=~52::' q ARRUELA AN96&S16
IQUANT. NEC. BI PORCA MS 20365·524C

,
QUANT. NEC. 2

PARAFUSOAN4.11IEXT.!
NAS 221·11 ARRUELA AN96()-416
ARRUELA AN960-10L (QUANT. NEC. 2)
PORCA MS 20365-1032C PORCA AN 310-4
\
(QUANT. Nec. 2) CONTRAPINO MS 24665-134
IQUANT. NEC. 21

CROQUI J CROQUI K

PARAFUSO ANS-7A
ARRUELA AN960-51G
PORCA MS20365·524C
IQUANT. NEC.61

PARAFUSO AN4·6A
'~~:S;;;;~~:;:;Y""'----i ARRUELA AN960·416
PORCA MS 20J65·428C
(QUANT. NEC. 4)

CROQUI L CROQUI M

Figura 4-6 Instalação da Empenagem (folha 3 de 3)

OUTUBRO 1984
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--EEMBRAER Seção IV
!E!1í!íJ[ffHffJ~(gJ{fg
Estruturas
OAVAJO
c. Coloque o estabilizador em posição e alinhe os orifícios de mon-
tagem da longarina dianteira e traseira. Se estiver instalando o
estabilizador direito, guie os cabos do compensador do profundor
e os fios do sensor para dentro da fuselagem.

d. Posicione o suporte da articulação do tubo de torção do profundor


e instale, provisoriamente, os parafusos de montagem da longarina
traseira.

e. Instale os parafusos de montagem da longarina dianteira, as ar-


ruelas e porcas. Não aplique torque ainda.

f. Verifique para determinar se existe uma folga entre a área da al-


ma da longarina traseira e a caverna traseira da fuselagem. Se
houver folga, será necessário usar uma placa de calço para preen-
chê-la. Para obter a espessura do calço adequada, coloque um cali-
brador de folga entre as longarinas de ambos os estabilizadores e
a caverna. Calços planos estão disponíveis nas seguintes espes-
suras: 0,81 rnm (0,032 polo) PjN 43709-02,1,62 mm (0,064polo) PjN
43709-03 e 2,31 mm (0,091 polo) PjN 43709-04. Calços cônicos es-
tão também disponíveis nas seguintes espessuras: 1,62 mm (0,064 pol.)
PjN 43713-02 e 2,31 mm (0,091 pol.) PjN 43713-03.

g. Com o calço correto determinado (é permitida uma placa de calço


somente e não podendo exceder a espessura de 2,31 mm(0,091 pol),
afrouxe os parafusos de fixação da longarina dianteira e remova
os parafusos de montagem traseiros. Introduza o calço entre a
longarina e a caverna traseira e recoloque os parafusos.

h. Aperte todos os parafusos de montagem.

i. Se o estabilizador direito foi removido, introduza os cabos de


comando do compensador através do acesso superior, dirija-os pa-
ra a frente e instale as roldanas.

j. Conecte os fios do sensor do compensador.

1. Conecte os terminais dos cabos do compensador e aplique tensão


nos cabos (Consulte a Seção V, Superfícies de Comando).

OUTUBRO 1984
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seção IV ~EMBRAER
~rtif[}[ffHffJ@][Q]fJ3
Estruturas
nAVAJO
m. Instale o(s) profundor(es) de acordo com o parágrafo 4-29.

n. Verifique a operação do profundor e do compensador (consulte a


seção V,quanto a regulagem e ajustagem dos comandos do profundor
e do compensador do profundor).

o. Instale todas as janelas e painéis de acesso.

4-36. LEME DE DIREÇÃO

4-37. REMOÇÃO DO LEME DE DIREÇÃO (veja a figura 4-6)

a. Alivie a tensão dos cabos de comando, removendo o painel do piso


à esquerda do pedestal de comandos e afrouxando um dos esticado-
res dos cabos do leme de direção.

b. Remova a janela de acesso localizada na parte superior da fuse-


lagem, atrás do estabilizador vertical (deriva).

c. Com a tensão dos cabos de comando aliviada, desconecte-os da ala-


vanca angular do leme de direção.

d. Desconecte a haste de comando do compensador do leme de direção.

e. Balance o leme e remova os parafusos de articulação.

f. Puxe o leme para cima e para trás, removendo a unidade.

4-38. INSTALAÇÃO DO LEME DE DIREÇÃO (veja a figura 4-6)

a. Coloque o leme de direção em posição, instale e aplique tensão


nos parafusos de articulação.

b. Posicione a haste de comando do compensador do leme de direção,


instale e aplique torque no parafuso.

c. Conecte os cabos de comando do leme de direção na alavanca angu-


lar do leme.

d. Ajuste os esticadores dos cabos de comando, previamente afrouxa-


dos, para obter a tensão adequada dos cabos como indicado na Se-
ção V, com o leme e os volantes centralizados.

OUTUBRO 1984
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Página 4-28
seção IV.
Estruturas

e. Verifique o leme quanto à operaçao adequada.

f. Instale as janelas de acesso da cabine e da fuselagem.

4-39. COMPENSADOR DO LEME DE DIREÇÃO

4-40. REMOÇÃO DO COMPENSADOR DO LEME DE DIREÇÃO (veja figura 4-6)

a. Desconecte a haste de comando no compensador.

b. Remova os parafusos da articulação que fixam o compensador.

4-41. INSTALAÇÃO DO COMPENSADOR DO LEME DE DIREÇÃO (veja a figura 4-6)

a. Coloque o compensador em posição e fixe com parafusos e buchas.

b. Fixe a haste de comando do compensador.

4-42. ESTABILIZADOR VERTICAL (DERIVA)

4-43. REMOÇÃO DO ESTABILIZADOR VERTICAL (DERIVA) (veja a figura 4-6)

a. Remova a carenagem de entrada de ar a qual é parte do estabiliza-


dor vertical (deriva).

b. Desconecte o fio do farol rotativo, os fios do sensor do compen-


sador do leme e o cabo da antena de rádio.

c. Desconecte,da parte superior do estabilizador, o fio da antena.

d. Remova as janelas de acesso localizadas em cada lado da fusela-


gem, sob o estabilizador horizontal e o painel localizado na par-
te superior da fuselagem atrás do estabilizador horizontal. O co-
ne de cauda pode ser removido, se desejado.

e. Remova o painel de acesso à seção interna traseira da fuselagem.

f. Remova o leme de direção, de acordo com o parágrafo 4-37.

OUTUBRO 1984

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Página 4-29
seção IV --EEMBRAER
Estruturas [g!fí1í)fGNff)@]{Q]@
nAVAJO
g. Localize e solte os esticadores dos cabos do compensador do leme
de direção na seçao traseira da fuselagem, marque as extremidades
de um esticador para facilitar a reinstalação e prenda os cabos
na seção traseira da fuselagem e no leme para impedir que os mes-
mos se desenrolem (veja a figura 4-3).

h. Desconecte os cabos do compensador.

i. Através da abertura de acesso direita da fuselagem, remova os


dois conjuntos de roldanas dos cabos do compensador, espaçadores
e parafusos.

j. Remova os parafusos de montagem que fixam a longarina dianteira


à caverna da fuselagem.
1. Remova os parafusos de montagem que fixam a longarina traseira a
caverna da fuselagem.

m. Puxe, da fuselagem, o estabilizador diretamente para cima.

4-44. INSTALAÇÃO DO ESTABILIZADOR VERTICAL (DERIVA) (veja a figura 4-6)

a. Experimente encaixar o estabilizador para certificar-se de que


a folga entre ele e o revestimento da fuselagem é de 4,75 mm
(0,187 pol.). Ajuste para obter esta folga.

b. Certifique-se de que o perfil extrudado de vedação está fixo ao


lado inferior do estabilizador vertical.

c. Instale, provisoriamente, os parafusos e as porcas de montagem da


longarina traseira.

d. Instale os parafusos de montagem da longarina dianteira, arruelas


e porcas. Aperte, mas não aplique torque ainda.

e. Verifique para determinar se há folga entre a área da alma da


longarina traseira e a caverna traseira da fuselagem. Se houver fol-
ga, será necessário usar placas de calço para preenché-la. Para
obter a espessura adequada do calço, coloque um calibrador de
folga entre a longarina e a caverna. Use calço de 0,8lmm (0,032 pol.)
P IN 43998-00, como necessário, sendo permitido doi s calços no máximo.

OUTUBRO 1984
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-EEMBRAER seção IV
[gf!1!l1!KJ~~
Estruturas
nAVRJO
f. Com os calços corretos determinados, remova os parafusos de fi-
xação da longarina traseira e dianteira. Mova o estabilizadorpa-
ra cima e para trás para obter espaço suficiente para colocar ·0
(s) calço (s) entre a longarina traseira e a caverna.
g. Introduza o(s) calço(s) para0 lugar e instale os parafusos de
montagem traseiros, arruelas e porcas.
h. Posicione o suporte da articulação do leme de direção, se tiver
sido removido, e instale os parafusos de montagem.
i. Reinstale os parafusos de montagem da longarina dianteira.

j. Aplique torque em todos os parafusos de montagem.


1. Dirija os cabos do compensador do leme para a frente e instale
os dois conjuntos de roldanas.
m. Conecte os fios do sensor do compensador.
n. Conecte as extremidades dos cabos do compensador, remova os blo-
cos e aplique a tensão nos cabos (consulte a seção V).

o. Instale o leme de acordo com o parágrafo 4-38.

p. Verifique a operação do leme e do compensador (consulte a seção


V, quanto a regulagem e ajustagem dos comandos do leme e do com-
pensador) .

q. Instale todas as janelas e painéis de acesso.

4-45. CONJUNTO DA FUSELAGEM

4-46. pARA-BRISA

NOTA
Pa.ra as aeronaves de número de série EMB-
820001 até o EMB-820118 consulte a Piper Ser-
vice Letter n9 904.

OUTUBRO 1984
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Página 4-31
Seção IV
Estruturas

4-47. REMOÇÃO DO pARA-BRISA (PADRÃO) (veja a figura 4-7)

a. Remova a faixa de acabamento externa entre as metades do pára-


brisa, segurando as porcas redondas dos perfis "U" e soltando os
parafusos.

b. Remova os parafusos que fixam a moldura de fixação ao redor da


parte inferior do pára-brisa.

c. Remova os parafusos de retenção ao redor da borda superior, in-


ferior e externa do pára-brisa.

d. Remova a moldura de acabamento ao redor do lado interno do pára-


brisa e o painel de interruptores de cima do pára-brisa.

e. Solte os parafusos que fixam a tira retentora do pára-brisa ao


redor do lado interno do pára-brisa.

f. Empurre o pára-brisa para fora na parte inferior e solte-o dos


perfis em "U" superior e lateral.

g. Remova a fita velha da janela ao redor do lado interno do perfil


em "U".

4-48. INSTALAÇÃO DO PÂRA-BRISA (PADRÂO) (veja a figura 4-7)

a. Certifique-se de que um novo pára-brisa tenha sido recortado pa-


ra substituir o pára-brisa removido.

b. Aplique um pedaço de fita Prestite n9 163 ou equivalente em cada


lado do pára-brisa. Dobre o excesso ao redor da borda. Não é ne-
cessário colocar fita entre a moldura e o pára-brisa.

c. Deslize o pára-brisa para o lugar com a fita localizada sob o re-


vestimento da fuselagem.

d. Instale a fita Prestite ou equivalente no lado inferior da faixa


de acabamento central do pára-brisa. Instale a faixa, os parafu-
sos e as porcas redondas. Não aperte os parafusos.

OUTUBRO 1984
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Página 4-32
--EEMBRAER seção IV
fEf!i{[}/ENm!fd/Qj@
Estruturas
nAVAJO'
e. Instale os parafusos de retenção ao redor da borda externa do pã-
ra-brisa. Aplique selante de Silicone R.T.V. sob as
parafusos. Não aperte os parafusos.

f. Aperte os parafusos que fixam a moldura' de


borda interna do pára-brisa.
fixação
cabeças

ao. redor da
dos

I
g. Aperte os parafusos de retenção ao redor da borda externa do pá-
ra-brisa .~ da parte central da faixa de acabamento.

h. Aplique selante PRC 383 ouPR 1425 ou equivalente por toda a exten- I
são da parte inferior do pára-brisa, antes da instalação da moldura.
i. Instale a moldura de fixação e aperte até que as arruelas come-
cem a reajustar de encontro ã faixa.

j. Depois de instalar a moldura, aplique fita adesiva de proteção ao


redor do pára-brisa e por toda a superfície da borda da moldura,
revestimentos e faixa de acabamento,antes de aplicar o composto
de vedaçãoPRC 383 ou PR 1425 ou equivalente. ou -_I
1. Em seguida aplique o conjunto de vedação PRC 383 ou PR 1425
equivalente como.e indicado na figura 4-7 e verifique quanto a
infiltração de água.

m. Instale o painel de interruptores e a moldura de acabamento ao


redor da borda interna do pára-brisa.

4-49. MECANISMO DO LIMPADOR DO PÂRA-BRISA

4-50. REMOÇÃO DO MECANISMO DO LIMPADOR (veja a figura 4-8)

a. Remova o painel de acesso no lado esquerdo da seção de nariz.

b. Corte o arame de freno (5) do parafuso que fixa o braço do lim-


pador(3) ao eixo estriado do conversor e remova o parafuso.

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
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Página 4-33
seção IV ~EMBRAER
!mm[ffJ-[ff)@J[Jfl(Jg
Estruturas
nAVRJO
NOTA
APLIQUE SELANTE DE SllICONE
RTV SOB AS CABEÇAS DOS PARA-
FUSOS AO REDOR 00 PERfMETRO
EXTERNO 00 pARA-BRISA.

I
.~
)
, ,.
1'-

,\
......... , CORTE CORTE 15-8

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COATE E-e

Figura 4-7 Instalação do Pára-brisa (Padrào)

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita Rev. 1 - AGOSTO 1986
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--EEMBRAER seção IV
!E[Jífi}{ffNffJ@{Q}@
Estruturas
nAVA.JO
c. Solte a porca de regulagem (4) e levante o braço do limpador (3)
para fora do eixo do conversor. Consulte os parágrafos 4-53 e
4-54 para a substituição e regulagem da palheta do limpador.

d. Remova os dois parafusos da tampa de. vedação colocada ao redor do


eixo do conversor e retire do eixo a tampa e o selante velho.

e. Desligue a conexão elétrica do motor do limpador (8).

f. Remova os parafusos restantes que prendem o motor e o conversor


ao avião e retire o conjunto completo.

g. Caso seja necessário, o conversor (7) e o motor (8) podem ser se-
parados desaparafusando-os um do outro.

Quando separar o motor do converso~ não per-


ca o acoplamento (11) colocado entre o eixo
do motor (9) e o eixo de acionamento do con-
versar.

4-51. INSTALAÇÃO DO MECANISMO DO LIMPADOR (veja a figura 4-8)

a. O motor do limpador e o conversor devem ser "calados" antes de


serem unidos e instalados no avião. Esta calagem pode ser feita
da seguinte maneira:

1. Gire o eixo de acionamento (12) do conversor (7) até que a


posição de final de curso, a qual corresponde a posição PARADO,
seja obtida no eixo estriado.

2. Ligue temporariamente o conector elétrico ao motor do limpa-


dor (8) e acione o motor terminando a operaçao com o inter-
ruptor na posição "PARADO". Desligue o conector elétrico.

b. Monte o motor do limpador no conversor aparafusando-os um ao ou-


tro.

OUTUBRO 1984
Criptografia: Fred Mesquita MS-820Cj549
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seção IV -(EMBRAER
/Hffij[ffNflNJJ]@
Estruturas
nAVAJO

NOTA
Certifique-se de que o acoplamento (11) este-
ja instalado quando conectar o motor aocon-
versor.
c. Monte vagarosamente as duas unidades até que o acoplador se en-
caixe no eixo de acionamento do conversor (12). O alinhamento de-
ve ser automático, porém se ocorrer um forte empenamento, sepa-
re as unidades e monte-as novamente.
d. Aparafuse as duas unidades até que o niple (10) encoste no con-
versor e então separe-as novamente para o alinhamento dos supor-
tes de montagem (13) e (14).
e. Instale as duas unidades montadas no interior do avião e fixe -
as com quatro parafusos. Ainda não instale a tampa de vedação.
f. Aplique um filete de selante ao redor do eixo do conversor no
ponto onde ele ultrapassa a fuselagem; posicione a tampa de veda-
çao em seu lugar e fixe-a com os dois parafusos restantes.
g. Ligue o conector elétrico ao motor do limpador e reinstale os
painéis de acesso que foram removidos.
h. Consulte os parágrafos 4-53 e 4-54 para a instalação .e regulagem
da haste e da palheta do limpador.

4-52. REMOÇÃO DO BRAÇO E DA PALHETA DO LIMPADOR (veja a figura 4-8)

a. Corte o arame de freno no parafuso que fixa o braço do limpador


ao eixo estriado e remova o parafuso.
b. Solte a porca de regulagem para aliviar a tensão do braço e re-
mova-o do eixo do conversor.
c. Corte o arame de freno e puxe para fora a trava sobre a palheta
para. removê-la do conjunto do braço.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549 Criptografia: Fred Mesquita

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<EEMBRAESR seção IV
fEfJiffJfffNffJ@]{Q}@
Estruturas
nAVAJO

4-53. INSTALAÇÃO DO BRAÇO E DA PALHETA DO LIMPADOR (veja a figura 4-8)

a. Instale a palheta do limpador ao conjunto do braço, certifique-


se de que ela esteja travada no braço e frene com arame de freno
MS20995-C20.

b. Gire momentaneamente o interruptor do limpador para a posição "PA-


RADO"; em seguida posicione o conjunto do braço (3) e a luva de
regulagem (6) sobre o eixo estriado do conversor, de tal modo que
a palheta do limpador fique afastada de 45 a 51 mm (1,75 a 2 FOI.)
da coluna central do pára-brisa durante a operaçao.

c. Se o braço não estiver na posição correta, retire-o, bem como a


luva e gire-o na direção necessária para obter a regulagem ade-
quada.

NOTA

Os dentes externos da luva de regulagem nao


posicionarão o braço do limpador na posição
desejada.

d. Instale o parafuso através do braço do limpador, no eixo do con-


versor, aperte-o e frene-o com arame de freno MS-20995-C41 (5).

4-54. REGULAGEM DO BRAÇO E DA PALHETA DO LIMPADOR (veja a figura 4-8)

a. Regule a altura da palheta do limpador no pára-brisa,destravan-


do o carne de regulagem de altura da palheta (2).

b. Regule a altura da palheta sobre o pára-brisa,de modo que a par-


te inferior desta fique afastada de 7,6 cm (3 pol.) da moldura de
fixação do pára-brisa e trave ocame de regulagem.

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Criptografia: Fred Mesquita MS-820C/549
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seção IV -EEMBRAER
g[Jjf[]fBJ·®@IQlfI8
Estruturas
nAVAJO

c. Para regular o ângulo da palheta do limpador, solte a porca (1)


do prisioneiro de fixação da palheta do limpador, gire esta até
que fique paralela com a coluna c.entral do pára-brisa e aperte a
porca no prisioneiro.

d. Regule a tensão do braço do limpador para obter 2,26 kg


(5,0 libras) de tensáo no ponto da articulação, regulando a porca
(4) no prisioneiro de ajustagem do braço do limpador.

NOTA

Certifique-se de que a base da porca de re-


gulagem (4) está na reentrância existente
no braço do limpador (3).

4-55. JANELAS LATERAIS

4-56. REMOÇÃO DAS JANELAS LATERAIS

a. Remova os parafusos que fixam a moldura de acabamento ao redor


da borda interna da janela.

b. Remova as porcas que prendem a moldura de retenção da janela in-


terna e remova a janela.

c. Remova os rebites que fixam a moldura de retenção da janela ex-


terna e remova a janela.

d. Remova das superfícies o selante velho da janela.

4-57. INSTALAÇÃO DAS JANELAS LATERAIS (Veja a Figura 4-9)

a. Certifique-se de que a janela nova esteja cortada nas mesmas di-


mensoes da janela velha.

b. Aplique fita Presti te de 4,76 mm (3/16 pol.) n9 163 ou equivalen-


te sobre as bordas da janela externa, onde ela faz contato com o
revestimento da fuselagem e faça a vedação com qualquer um dos
seguintes produtos: Rubber Caulk 5000 White Sealant da Products
OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita

página 4-38
seção IV
Estruturas

Research and Chemical Corp., Chem Caulk 100 white Sealant da


Woodmont products Inc. ou weatherban 101 White Sealant 3M Corpo
c. Coloque a janela externa, a moldura de retenção e fixe com re-
bites.
d. Aplique a faixa Rubatex à janela interna usando o carbolene neo-
prene CEMENT F-I. seque com ar por 15 minutos antes de instalar
a janela.
e. Aplique fita plástica de vinil preta entre a parte interna da ja-
nela e a faixa de retenção.
f. Instale a janela interna e parafuse a moldura de fixação e'!l po-
sição.
g. Aplique SIL-GLYDE LUBRICANT entre as bordas da moldura da janela
e o perfil extrudado.
h. Instale a moldura de acabamento ao redor da parte interna da ja-.
nela.

4-58. JANELA DA SA!DA DE EMERG~NCIA

A remoção e instalação do vidro da janela da saída de emergência se-


guem as mesmas instruções dadas para as janelas laterais, parágrafos
4-56 e 4-57.

4-59. REGULAGEM DO MECANISMO DA JANELA DA SA!DA DE EMERG~NCIA

A regulagem é feita por meio da ajustagem de dois esticadores loca-


lizados em cada lado da estrutura da janela da saída de emergência.

a. Remova o painel de acabamento localizado entre a primeira e a se-


gunda janela, removendo os parafusos no painel, assim como ao lon-
go da parte traseira da moldura da primeira janela.

OUTUBRO 1984
Criptografia: Fred Mesquita MS-820cj549
Página 4-39
seção IV <EEMBRAER
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Estruturas
nAVAJD
7 B

,.,q},..--2 11 10

-/1---3

4 _--'P-I

1. AJUSTAGEM DD ANGULO DA PALHETA DO 7. CONVERSOR


. LIMPADOR 8. MOTOR
2. TRAVA 00 CAME 9. EIXODOMOTOR
3. BRAÇO DO LIMPADO R 10. NIPLE
4. PORCA DE REGULAGEM DA TENSÃO 11. ACOPLAMENTO
8.8 kg (151bl 12. EIXD DO CONVERSOR
5. ARAME DE FRENO 13. SUPORTE
8. LWA DE REGULAGEM 14. SUPORTE

Figura 4-8 Limpador do Pára-brisa

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Criptografia: Fred Mesquita

Página 4-40
~EMBRAER Seção IV
fEf1/!DfE}·fE}@@@
Estruturas
nRVRJO

b. Remova o painel de acabamento localizado entre a segunda e a ter-


ceira janela, removendo os parafusos que fixam a moldura da ala-
vanca de destravamento e, então, os parafusos que fixam o painel
de acabamento. Puxe o painel da parede.

c. Ajuste os esticadores dos cabos a fim de permitir que todas as


quatro travas fiquem no mesmo ângulo do perfil "U" da janela. Aper-
te os esticadores como necessârio para assentar os cabos. Mova
a
-
alavanca por .todo o seu curso paTa certificar-se de que as tra-
vas se movem abaixo da superfície do perfil "U" da janela e se
moverão também em outra direção a mais de 90 graus do perfil"U".
Frene os esticadores.

d. Reinstale, se removido, o quadro da janela a estrutura da fuse-


lagem.

e. Verifique se as travas da janela estão engrazadas no quadro da


janela, removendo os dois pequenos tampões na parte superior e
inferior da moldura e certificando-se de que as travas estão vi-
síveis a aproximadamente 90 graus do quadro.

FITA PRESTITE

SELANTE

LUBRIFICANTE
SIL-GLYDE
FITA ADESIVA
FITA PLAsTICA PRETA RUBATEX
DE VINIL

Figura 4-9 Instalação da Janela Lateral

OUTUBRO 1984

MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Páqina 4-41
seção IV ~EMBRAER
[EfJ7f[j[ffNffl@{Q}(JfJ
Estruturas
nAVAJO

f. Instale os painéis de acabamento em cada lado da saida de emer-


gência e fixe-os com parafusos. Instale a-moldura da alavanca de
travamento.

4-59a. JANELA DE MAU TEMPO

4-59b. REMOÇÃO DA JANELA DE MAU TEMPO

a. Remova.opina-da dobradiça da janela de mau tempo do conjunto de


dobradiças.

b. Liberte o prendedor da janela de mau tempo e remova-a.

4-59c. INSTALAÇÃO DA JANELA DE MAU TEMPO

a. Alinhe as metades da dobradiça da janela de mau tempo e insira o


pino.

b. Verifique a operaçao e a vedação da janela de mau tempo.

4-59d. SUBSTITUIÇÃO DO SELO DE VEDAÇÃO DA JANELA DE MAU TEMPO

Para remover o selo de vedação da janela de mau tempo, aplique uma


. fina demão do Adesivo Industrial Scotch-Grip EC 4475 (EM 911-109) ao
redor da superficie da bordo da janela e dentro da superficie do se-
lo de vedação. Deixe as superficies secar de 15 a 30 segundos e,
então, junte-as.

4-60. PORTA DE ENTRADA DA CABINE

4-61. REMOÇÃO DA PORTA DE ENTRADA DA CABINE (PARTE SUPERIOR)

a. Remova da porta, o conjunto do suporte da parte superior.

b. Desconecte o fio elétrico, se instalado, na parte superior da


moldura da porta, tomando cuidado para nâo empurrar o fio de vol-
ta para o interior da moldura.

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MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Página 4-42 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção IV
fErmJ@·®@}[JJJ@
Estruturas
nAVAJO
c. Enquanto estiver segurando a porta, remova os pinos de ambas as
dobradiças e abaixe a porta para removê-la.

4-62. INSTALAÇÃO DA PORTA DE ENTRADA DA CABINE (PARTE SUPERIOR)

a. Enquanto estiver segurando a porta no lugar, alinhe as dobradi-


ças e coloque novos pinos. Dobre o excesso de comprimento dos pi-
nos para dentro da fenda da dobradiça.

b; ·Reconecte o fio elétrico, se instalado, na parte superior da mol-


dura da porta.

c. Recoloque o conjunto do suporte da porta superior, na porta.

4-63. REMOÇÃO DA PORTA DE ENTRADA DA CABINE (PARTE INFERIOR)

a. Desconecte a faixa do suporte esquerdo da parte inferior da por-


ta, soltando o gancho de retenção.

b. Remova a guarnição da soleira da porta e o revestimento de bor-


racha do piso da cabine.

Rev. 1 - AGOSTO 1986

MS-820C;549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-42a I
PÃGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

Rev. 1 - AGOSTO 1986


MS-820C/549
I Página 4-42b Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção IV
fE[J[f[}fE'W@{Q}{f3
Estruturas
nAVAJO

c. Remova o parafuso do suporte de fixação do cabo de sustentação


da porta, se instalado, e fixe o cabo a fim de impedir que ele
deslize para dentro do conjunto da porta.

d. Remova os pinos cônicos de trava, das dobradiças.

e. Enquanto estiver segurando a porta, remova os pinos da dobradiça


e suspenda a porta para fora do seu lugar.

4-64. INSTALAÇÃO DA PORTA DE ENTRADA DA CABINE (PARTE INFERIOR)

a. Posicione a porta, alinhe as dobradiças e coloque os pinos.

b. Fixe os pinos da dobradiça com pinos cônicos de trava.

c. Fixe o suporte do cabo de sustentação da porta na parte in-


ferior, com um parafuso.

d. Recoloque o revestimentQde borracha e a guarnição da soleira da


porta entre o piso da cabine e a porta.

e. Conecte o gancho da faixa do suporte à moldura esquerda da par-


te superior da porta, apertando o gancho.

4-65. REGULAGEM DA PORTA DA CABINE

a. Use a mínima quantidade de calços sob urna dobradiça da porta in-


feri0 4 somente para conseguir o ajuste adequado entre a porta,
a sua moldura e a porta superior.

b. Desbaste o revestimento externo da porta para ajustar a


porta
superior e inferior juntas, e em torno das portas e da fuselagem.

4-66. CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA DE ENTRADA DA CABINE.

4-67. REMOÇÃO DO CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA (veja a figura 4-10)

a. Remova os conjuntos do painel de acabamento da porta e o painel


de proteção, atrás dos degraus.

OUTUBRO 1984
MS-820cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-43
seçaci IV ~EMBRAER
fE07fIJ&J·W@J[JJ]@
Estruturas
nAVAJO

b. Remova do conjunto da porta o mecanismo da trava de segurança,


removendo a mola da trava (6) fixada entre o suporte do batente
da trava (1) e o conjunto da porta e removendo a arruela do pa-
rafuso com a bucha excêntrica (4).

c. A haste do atuado r (7) da trava de segurança pode ser removida do


suporte do batente da trava, removendo o contrapino (2) e a ar-
ruela (3).

d. Remova o pino cônico (20) do conjunto do tubo e a bucha,locali-


zados na parte traseira dos degraus.

e. Remova os dois parafusos (22) easarruelas de calço (21) que fixam a


maçaneta interna (23) ao conjunto do atuador. Observe a quantida-
de e espessura das arruelas de calço como referência para a reins-
talação da maçaneta.

f. Remova a s duos~_to~T11po~s_da_ trava da porta e a mola da trava (13).


Remova também, a mola (17) entre o conjunto da porta e o gancho
(19) no conjunto do tubo. Remova o gancho •

g. Remova os quatro parafusos, arruelas e porcas-freno que fixam os


mecanismos da trava no lugar (dois em cada lado).

h. A maçaneta externa (9) pode ser removida desconectando a mola (15)


entre ambas as metades do conjunto do atuador (16) e removendo o
contrapino e o pino (14). A maçaneta e metade do atuador podem
ser removidas agora, e posteriormente desmontadas, removendo do
atuado r os dois parafusos, as arruelas de calço e a placa. Obser-
ve a quantidade e espessura das arruelas de calço (10) que foram
removidas.

i. Cada mecanismo da trava pode ser removido, puxando-o para fora de


seu próprio lado do conjunto da porta.

j. O conjunto da fechadura é removido com a retirada da porca de re-


tenção, da arruela e da guarnição de borracha.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
página 4-44 Criptografia: Fred Mesquita
-(EMBRAER Seção IV
fEfJí1D[ZNffi~{Qj@
Estruturas
nRVRJD
1. SUPORTE DO BATENTE DA TRAVA
2. CONTRAPINO
3. ARRUELA
4. BUCHA EXCÊNTRICA
5. CONJUNTO DA PORT A
6. MOLA DA TRAVA DE SEGURANÇA
7. HASTE ATUADORA
8. PARAFUSOS
9. MAÇANETA EXTERNA
la. ARRUELAS DE CALÇO
11. ATUADOR
12. MECANISMO DA TRAVA
13. MOLA DA TRAVA
14, PINO
15.· MOLA DO ATUADOR
16. CONJUNTO DO ATUADOR
17. MOLA
18. PARAFUSO DE REGULAGEM
\1-_ _ 25 19. GANCHO
20. PINO CÔNICO
21. ARRUELAS DE CALÇO
INSTALAÇAo DA PORTA 22. PARAFUSOS
24 ---b:1í DA CABINE 23. MAÇANETA INTERNA
24. AMORTECEDOR DA PORTA
7,:7"'--~ ___ 27
25. CABO SUPORTE DA PARTE INFERIOR DA PORTA
26. SUPORTE DA PARTE SUPERIOR DA PORTA
27. CONJUNTO DOS DEGRAUS RETRÁTEIS

CONJUNTO DO TI RANTE
DA PORTA DE ENTRADA

Figura 4-10 Instalação da Porta da Cabine

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita página 4-45
seçãó IV --EEMBRAER
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Estruturas
nAVAJCJ

4-68. INSTALAÇÃO DO CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA (veja a figura 4-10)

a. Instale o conjunto da fechadura no orifício da porta e fixe com


guarnição de borracha, arruela e porca de retenção.

b. Os mecanismos da trava devem ser instalados em seguida, usando de


cautela para colocar cada metade em seu lugar adequado. O meca-
nismo da trava com o conjunto da fechadura ficam no lado direito
da porta e alinhadas com os conjuntos do tubo e a bucha.

c. Fixe os mecanismos da trava com os quatro parafusos, arruelas e


porcas-freno, dois para cada lado da porta.

d. Monte a maçaneta externa com placa e arruelas de calço (10) e fi-


xe-a ao atuado r com dois parafusos (use calços para alinhar a
maçaneta rente com a superfície externa da porta). Coloque o con-
junto da maçaneta na porta e conecte-o a outra metade do conjunto
do atuador-com pino e contrapino (14). Conecte a mola (15) entre
ambas as metades do conjunto do atuador.

e. Instale o gancho no conjunto do tubo e conecte a mola (17) entre


o gancho e o conjunto da porta. Conecte, também, as molas em am-
bas as extremidades dos conjuntos da trava e lubrifique levemen-
te. As tampas do mecanismo da trava da porta podem ser instala-
das agora, com cinco parafusos de cada lado.

f. Instale a maçaneta interna com parafusos e arruelas de calço (21).


Use somente calços o suficiente para impedir o atrito da maçane-
ta contra o painel de acabamento.

g. Alinhe os orifícios nos conjuntos do tubo e bucha, e coloque o


pino cônico.

h. O conjunto da haste atuadora (7) da trava de segurança deve ser


conectado ao conjunto do suporte do batente (1) da trava de segu-
rança com arruela e contrapino antes de ser instalado no conjunto
da porta.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
página 4-46 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção IV
~fJifD[ffNffJ&J[Qj~
Estruturas
nRVRJO

i. Instale o mecanismo da trava de segurança no conjunto da porta e


ajuste a bucha excêntrica (4) na trava, para posicionar a trava de
segurança com o came,no conjunto do tubo. Instale amola(6) entre
o suporte do batente da trava de segurança (1) e o conjunto da
porta; verifique quanto ao engrazamento adequado da trava de se-
gurança com o carne. Aperte o parafuso que fixa o mecanismo.

j. Ajuste o atuador (11) no mecanismo da porta para remover qual-


quer curso em excesso da maçaneta externa e fixe com porca-freno.

1. Instale o painel de proteção atrás das hastes e os conjuntos do


painel de acabamento da porta,com parafusos adequados.

4-69. AJUSTAGEM DO CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA (veja a figura 4-10)

a. Remova o painel interno esquerdo da porta.

b. O mecanismo da trava de segurança pode ser ajustado, soltando-se o


parafuso-pivô e girando a bucha excêntrica para colocar a trava
de segurança em sua posição adequada com o carne no conjunto do tu-
bo, que serve para a lingüeta cair no entalhe do came,no momento
em que a maçaneta externa da porta se torna nivelada com o reves-
timento do lado externo. Reaperte o parafuso de articulação para
travar a bucha na regulagem correta.

c. O mecanismo de destravamento da trava de segurança da maçaneta


externa da porta ê regulado soltando-se a porca-freno no para-
fuso de regulagem, localizado perto da maçaneta interna e giran-
do o parafuso como necessário para desengrazar completamente a
trava de segurança, antes que o tubo de torção comece a girar e
assim que a maçaneta externa ê movimentada. Fixe a porca-freno
depois que a regulagem estiver completa.

d. Feche a parte inferior da porta sem fechar a superior. Feche a


trava completamente, verificando se a trava de segurança engrazou
(a maçaneta interna não abrirá sem que se empurre o botão de des-
travamento). Verifique o espaço da placa da trava em ambos os la-
dos da porta olhando entre a porta e a moldura. Certifique-se de

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-47
seção IV -(EMBRAER
[E[J[f[J!ffJ-@@WJ[JfJ
Estruturas
nAVAJO

que haj a uma folga de pelo menos 1, 6mm (1/16 pol.) entre o ressal to
na lingüeta da trava e a placa da trava e de que a lingüeta está
completamente presa à parte superior da ranhura da placa da tra-
va. A folga da placa da trava pode ser mudada modificando-se o
número de arruelas entre ela e a moldura da porta. O engrazamen-
to da lingüeta pode ser ajustado soltando-se os parafusos da pla-
ca da trava e deslocando-a verticalmente ~ A regulagem do recolhi-
mento da porta deve ser feito simultaneamente com a ajustagem do
engrazamento. Isto pode ser feito deslizando-se a placa da trava
horizontalmente até que a porta se recolha, de modo que o seu re-
vestimento fique nivelado com o revestimento da fuselagem. Rea-
perte os parafusos da placa da trava firmemente para que mante-
nham as regulagens. Depois que a última regulagem da trava for
feita, feche a porta e torne a verificar a operação da trava e o
engrazamento da lingüeta.

e. A folga entre o pino de segurança da porta e o seu receptáculo


deve ser de 1,6 mm (1/16 pol.). Isto e verificado fechando-se a
porta inferior até que as lingüetas da trava saltem para dentro
das placas da trava. Não gire a alavanca até a posição "FECHADA".
Olhe entre a parte traseira da porta e a moldura para ver a dis-
táncia entre a ponta do pino de segurança e o seu receptáculo. Se
a distância não estiver correta, regule a haste atuadora do pino
dentro da porta para obter a distância correta. Gire a maçaneta
da porta para a posição totalmente fechada para verificar a ope-
ração do pino de segurança.

f. Os interruptores do alarme de porta entreaberta devem estar ajus-


tados para apagarem a luz de alarme assim que as lingüetas da
trava tocarem a extremidade dos orifícios nas placas datrava.Pa-
ra conseguir isso, gire os parafusos de ajustagem ( localizados
sob ambas as placas da trava) em sentido anti-horário, até que a
luz apague quando a porta se fechar; então, ajuste com precisão
cada interruptor individualmente. Gire um parafuso de ajustagem
do interruptor em sentido-horária, uma volta de cada vez, até que

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-48
Seção IV
Estruturas

a luz nao se apague assim que a trava se fechar; então, gire es-
se parafuso uma volta em sentido anti-horário e verifique se a
luz se apaga. Ajuste com precisão o outro interruptor do mesmo
modo. Abra e feche a porta várias vezes, observando a operaçao e
a indicação para assegurar-se de que todas as peças do indicador
e da trava operam satisfatoriamente.

4-70. PORTA DO BAGAGEIRO DA NACELE (veja a figura 4-11)

O único serviço necessário é manter um encaixe perfeito entre a por-


ta e a sua moldura. Isto é conseguido pela regulagem do conjunto do
fecho. Solte os parafusos de fixação e movimente o fecho para ob-
ter a regulagem desej ada', e em seguida reaperte os parafusos.

4-71. PORTA DO BAGAGEIRO DIANTEIRO

NOTA

Do EMB-820001 ao EMB-820174 consulte a Piper


Service Letter n9 904.

4-72. REMOÇÃO DA PORTA DO BAGAGEIRO DIANTEIRO

a. Com a porta aberta e as dobradiças expostas, solte o suporte da


porta, e então, remova os contrapinos e as arruelas dos pinos da
dobradiça.

b. Segure a porta, remova os pinos da dobradiça e abaixe a p:lrta pa-


ra removê-la .

4-73. INSTALAÇÃO DA PORTA DO BAGAGEIRO DIANTEIRO

a. Segure a porta, alinhe as dobradiças nos seus conjuntos de supor-


tes e coloque os pinos da dobradiça.

b. Torne a colocar as arruelas e os contrapinos nas extremidades


dos pinos da dobradiça.

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Criptografia: Fred Mesquita Página 4-49
Seça.o IV ~EMBRAER
fE[J[f[}[ffNffJ@{QjfJB
Estruturas
nRVRJO

4-74. REMOÇÃO DO CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA DO BAGAGEIRO DIANTEIRO

a. O procedimento de remoção dos conjuntos do tubo e do braço da


porta do bagageiro dianteiro é o seguinte:

1. Com a porta aberta, remova os seis parafusos que fixam o re-


vestimento interno e retire-o do conjunto da porta.

2. Desconecte a mola entre a articulação e o conj unto do tubo. Re-


mova também, as duas outras molas localizadas em ambos os la-
dos do conjunto do tubo em relação ao conjunto da porta do ba-
gageiro.

3. Remova o pino cônico, localizado entre o conjunto do tubo e a


maçaneta da porta. Remova também, a articulação da mola neste
momento.

4. Remova os seis parafusos (três em cada extremidade) que fixam


os conjuntos dos braços ao conjunto da porta, e remova o tubo
com ambos os conjuntos dos braços da porta.

5. Os conjuntos dos braços podem ser retirados do terminalclévis


do tubo, removendo os contrapinos, arruelas e pinos.

b. O procedimento de remoção do conjunto da maçaneta da porta do ba-


gageiro dianteiro é o seguinte:

1. Desconecte o pino cônico localizado entre o conjunto do tubo


e a maçaneta, se não tiver sido desconectado anteriormente.

2. Remova as seis porcas-freno e os parafusos que fixam a maçane-


ta e o suporte e remova-os do conjunto da porta.

3. A maçaneta pode ser retirada do suporte, removendo-se o con-


trapino, arruelas e pino.

c. O procedimento de remoção para o conjunto da fechadura da porta do


bagageiro dianteiro é o seguinte:

1. Remova os dois parafusos do lado externo da porta para desco-


nectar o conjunto da placa-guia do fecho, localizado no lado
interno da porta.
OUTUBRO 1984
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Página 4-50 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER seção IV
~[J[f[J[ffJ.(gJ@[Q}©
Estruturas
nAVAJO

1. BAGAGEIRO DA NACELE
2. CONJUNTO DO FECHO
3. CONJUNTO DA FIVELA
4. FAIXA DE AMARRACÃO
5. SUPORTE DA PORTA
6. PORTA DO BAGAGEIRO
7. TRAVAOAPORTA 8
7
B. CONJUNTO DA FECHADURA
--

I
4

Figura 4-11. Conjunto da Trava do Bagageiro da Nace1e

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita Página 4-51
seção IV -(EMBRAER
!Ef1i![}rm'mJ~[JJJrtB
Estruturas
nRVRJO

2. O conjunto da fechadura da porta pode então ser retirado, re-


movendo-se a porca de retenção e a arruela da parte traseira
do conjunto da fechadura.

4-75. INSTALAÇÃO DO CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA DO BAGAGEIRO DIANTEIRO

a. O procedimento para a instalação do conjunto da fechadura é o


seguinte:

1. Coloque o conjunto da fechadura pelo lado traseiro da porta,


com o braço da trava voltado para o recorte da maçaneta na
porta.

2. Reponha a arruela e a porca de retenção na traseira da fecha-


dura e fixe.

3. Instale a placa-guia da fechadura e fixe com dois parafusos


do lado externo da porta.

b. O procedimento para a instalação do conjunto da maçaneta da


porta do bagageiro é o seguinte:

1. A maçaneta e o suporte podem ser montados, se tiverem sido


previamente separados, colocando-se a maçaneta no suporte com
duas arruelas entre a maçaneta e o suporte e introduzindo o
pino cônico.

2. Recoloque o conjunto do suporte e da maçaneta no lado traseiro


da porta com a maçaneta voltada para o revestimento externo
da porta. Fixe o conjunto com seis parafusos e porcas-freno.

3. Se o conjunto do tubo nao foi removido, reponha o pino cônico


entre o conjunto do tubo e a maçaneta, como também a articu-
lação da mola. Fixe com pino cônico.

c. O procedimento para a instalação dos conjuntos do braço e tubo


da porta do bagageiro é o seguinte:

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Criptografia: Fred Mesquita
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--EEMBRAER seção IV
gfJí!V@·@@(Q]fJB
Estruturas
nAVAJCJ

1. Fixe os conjuntos dos braços aos terminais clévis no conjunto


do tubo com pinos, arruelas e contrapinos. Certifique-se de
que o conjunto do braço adequado se encontra em cada extremi-
dade do tubo.

2. O tubo completo e o conjunto do braço pode então ser colocado


na parte traseira da porta, certificando-se de que a.saliéncia
no tubo se alinha com a saliência da maçaneta. Reponha os seis
parafusos (três de cada lado) para fixar os conjuntos dos bra-
ços à porta.

3. Com todos os orifícios, em ambas as saliéncias e a articulação


de mola alinhados, introduza o pino cônico.

4. Conecte as três molas desta vez. Uma entre a articulação da


mola e o tubo, e duas entre o conjunto do tubo e o conjunto da
porta.

5. A regulagem deve ser feita agora, antes de recolocar o reves-


timento (consulte o parágrafo 4-76). Use os seis parafusos pa-
ra fixar o revestimento no conjunto da porta.

4-76. REGULAGEM DO CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA DO BAGAGEIRO


DIANTEIRO

A regulagem é feita removendo-se o revestimento e ajustando-se as


duas articulações clévis, localizadas nas extremidades do conjunto do
tubo.

a. Remova o contrapino, arruela e pino dos terminais clévis e dos


conjuntos dos braços; solte as porcas-freno entre os terminais
clévis e o tubo.

b. Com a maçaneta na posição fechada, gire o terminal clévis para


dentro ou para fora, para fazer com que os braços dos conjuntos
se estendam a um ângulo de 90 graus em relação à borda do con-
junto da porta.

OUTUBRO 1984

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Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-53
Seção IV ~EMBRAER
~mm[ffHm@[Qj1JfJ
Estruturas
nAVAJO
c. Quando a regulagem estiver completa, aperte as porcas-freno e re-
conecte o terminal e os conjuntos dos braços com pinos, arruelas
e contrapinos. Reponha o revestimento e fixe com seis parafusos.

4-77. PORTA DE CARGA

4-78. REMOÇÃO DA PORTA DE CARGA (veja a figura 4-12)

NOTA

Ambas as partes, inferior e superior da por-


ta da cabine devem estar abertas antes de
remover a porta de carga. Desconecte o su-
porte da porta.

a. Remova o pino de trava que fixa os conjuntos superior e inferior


dos cabos, no lado direito da porta de entrada da cabine. Posi-
cione o terminal clévis do conjunto do cabo inferior no parafuso
de olhal localizado imediatamente abaixo da porta de carga
(detalhe B, figura 4-12) e coloque o pino de trava.

b. Puxe a trava da porta completamente para fora. Remova o pino da


dobradiça e puxe a porta para fora da fuselagem.

4-79. INSTALAÇÃO DA PORTA DE CARGA (veja a figura 4-12)

a. Posicione a porta e alinhe as dobradiças. Coloque um novo pino de


dobradiça e dobre ambas as extremidades.

b. Fixe o conjunto do suporte da porta à porta.

c. opere a trava da porta para determinar se os pinos se encaixam


adequadamente.

d. Remova o terminal clévis que fixa o cabo inferior ao parafuso de


olhal. Conecte OS conjuntos de cabos superior e inferior juntos,
por meio do pino de trava fixado ao conjunto do cabo inferior.

OUTUBRO 1984
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Seçao""rV
~EMBRAER
[ErmJ&J·&J@@@
Estruturas
nAVAJD ,"

12,7 mm (0,50 pol)


APROXIMADAMENTE

SEÇÃO A-A

6---1~• .!J: I

6---!~.e

1. SUPORTE OAPORTA
2. PARAFUSO OE OLHAL
3. PLACA DA TRAVA DA PORTA PRINCIPAL
DA CABINE
4. TRAVADAPORTADECARGA
5. ARTICULAÇAO
6. GUIA 00 PINO DE TRAVA
7. PINO DE TRAVA
8. CONJUNTO DA HASTE
9. ESPAÇAOOR (80 122-31-CONFORME NECESSÁRIO
PARA ASSEGURAR O TRAVAMENTO ADEOUADO.
10. PLACA DE RETENÇAo DA MOLA
11. MOLA

Figura 4-12. Conjunto da Trava da Porta de Carga

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita Página 4-55
Seção IV ~EMBRAER
fE[fff[j[ffJ-(ffJ!fJll1JJ[Q]
Estruturas
nAVAJO

4-80. CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA DE CARGA

4.-:-81. REMOÇÃO DO CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA DE CARGA


(veja a figura 4-12)

a. Remova o painel de acabamento inferior da porta de carga.

b. Utilizando-se dos orifícios de acesso na porta de carga, locali-


ze e remova a placa (10) de retenção da mola e a mola (11).

c. Remova o contrapino e o pino do terminal clévis que fixam o con-


junto da haste (8) e a articulação (5) a trava (4) da porta.

d. Remova o parafuso, a bucha e a arruela que fixam a trava da por-


ta e remova-a do seu alojamento.

e. O conjunto da haste e a articulação com os pinos da trava fixa-


dos podem ser removidos da porta.

4-82. INSTALAÇÃO E REGULAGEM DO CONJUNTO DA TRAVA DA PORTA DE CARGA


(veja a figura 4-12)

a. A regulagem do conjunto da trava limitar-se-á em determinar se a


distância entre as linhas centrais dos orifícios dos terminais
clévis, nas extremidades dos conjuntos da haste (8), éde 352,6mm
(13,88 polegadas). Aperte firmemente as porcas-freno para manter
essa dimensão.

b. Posicione a trava (4) da porta em seu alojamento na moldura da


porta e fixe-a com parafuso, bucha e arruela.

c. Introduza os pinos da trava no conj unto da haste (8) e na articu-


lação (5) ,através de seus respectivos guias na lateral e na par-
te inferior da moldura da porta.

d. Coloque a extremidade livre do conjunto da haste sobre a extremi-


dade da maçaneta. Coloque a extremidade livre da articulação, ad-
jacente ao terminal clévis no lado voltado para o r2vestimento
externo. Alinhe os orifícios e coloque o pino clévis, arruela e
contrapino.
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-(EMBRAER· seção IV
~f1i1[j@.@@[Q)[JJ]
Estruturas
nAVAJO

e. Coloque a extremidade em gancho da mola (11) entre o terminal


clévis e a arruela. Fixe a outra extremidade da mola em posição
com a placa de retenção (10).

f. Com a instalação completa, opere a trava da porta para determi-


nar se os pinos da trava se movem suavemente para dentro e para
fora dos guias do pino.

4-83. AJUSTAGEM DO CARRETEL DE INERCIA DOS. CINTOS DE OMBRO

a. Deixe que o cinto se enrole o máximo possível no carretel de


inércia.

b. Na extremidade do carretel, retire a tampa plástica sobre a mo-


la, assegurando-se de que esta não saia além da tampa plástica.

c. Desenrole o cinto completamente, meça e faça nele uma marca a


610 mm (24 pol.) partindo do centro do carretel.

d. Enrole o cinto no carretel até que seja atingida a marca de 610 mm


(24 pol.) segure o carretel e coloque a tampa com a mola sobre à
extremidade do eixo.

e. Alinhando a fenda no eixo com a espiga da mola, enrole esta 6 vol-


tas ± 1/2 volta e pressione a tampa plástica nos orifícios exis-
tentes na extremidade do eixo do carretel.

f. Solte o cinto, permitindo que ele se enrole; estenda-o algumas


vezes para verificar o carretel quanto a suavidade da operação.

g. Com o carretel inteiramente enrolado, segure-o com a extremidade


do mecanismo de inércia para cima e retire a tampa de plástico
sobre o mecanismo ..

h. Instale a porca na tampa de plástico, de modo que o prisioneiro,


na tampa, fique rente à superfície da porca; reponha, a tampa so-
bre a extremidade do carretel, e orientando adequadamente, pres-
sione-a no lugar. Estenda o cinto algumas vezes para assegurar-
se de que funciona corretamente.

OUTUBRO 1984

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Criptografia: Fred Mesquita
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~[JIf[}&J.®@(Q]@
Estruturas
nAVAJO
4-84. BALANCEAMENTO DAS SUPERFíCIES DE COMANDO

As superfícies de comando foram balanceadas estaticamente quando da


instalação na fábrica e normalmente não requerem rebalanceamento a
menos que as superfícies tenham sido repintadas, reparadas ou subs-
tituídas. Cada superfície de comando deve estar completa, incluindo
pintura, compensador .. onde necessário pesos de balanceamento, des-
carregadores de estática,etc ...
Os compensadores devem ser fixados na sua posição neutra por meio de
um pedaço de fita adesiva. As hastes atuadoras dos compensadores devem
estar em posição e conectadas a eles. As extremidades dianteiras das
hastes atuadoras devem estar desconectadas dos seus pontos de fixa-
ção. As extremidades dianteiras das hastes atuadoras desconectadas
devem ser posicionadas de modo a corresponder a posição neutra do
compensador. Esta informação para balanceamento abrangerá os vários
conjuntos de superfícies de comando utilizados durante todo ()
- r.pmnn
- - ---s.- -

de produção do EMB-820C. Atenção especial. deve ser dada aos números


dos conjuntos que estão sendo balanceados, pois isto assegurará os
procedimentos corretos e as tolerâncias como indicado no texto e na
Tabela IV - I,para o conjunto que está sendo balanceado.

4-85. EQUIPAMENTO DE BALANCEAMENTO

O balanceamento deve ser feito usando-se pesos de teste (se neces-


sário) exigidos no texto e na Tabela IV - I,para cada superfície.
Qualquer superfície de comando a ser balanceada, deverá ser retira-
da do avião e colocada em um dispositivo para teste (gabarito) con-
forme indicado nas figuras 4-13, 4-14 e 4-16.
O balanceamento deve ser executado em uma área livre de correntes de
ar e que permita movimentos livres da superfície de comando.

4-86. DEFINIÇÕES DE BALANCEAMENTO

A lista das definições de balanceamento das superfícies de comando


usada é a seguinte:

OUTUBRO 1984
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Página 4-58 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER seção IV
fEmtrJW·@@[lJ]@
Estruturas
nAVAJCJ
a. Massa de Teste Padrão: Ferramenta fabricada, fixada temporaria-
mente à superfície de comando para determinar quando a super-
fície está em seus limites inferiores de balanceamento
estático.

b. Massa de Balanceamento: Peso fixado permanentemente à superfície


de comando para produzir um momento de articulação estática den-
tro dos limites desejados (tal como bordo de fuga pesado).

c. Bordo de Fuga Pesado: Momento positivo de articulação estática;


o bordo de fuga da superfície, se move para baixo quando é dei-
xado em posição neutra.

d. Bordo de Ataque Pesado: Momento negativo de articulação estática;


o bordo de ataque da superfície se move para baixo quando é dei-
xado em posição neutra.

e. Braço da Massa do Teste Padrão: Distância perpendicular entre a


linha de articulação da superfície de comando e o ponto de apli-
caça0 da Massa de Teste Padrão.
f. Massa de Teste de 45g. (0,1 lb. ) : Pequeno peso adicional a Massa
de Teste Padrão usado durante o procedimento de balanceamento
quando a superfície estiver com o bordo de fuga pesado, estando
a Massa de Teste Padrão instalada.

g. Massa de Compensação: Pequena massa ou mas.sas adicionadas a Massa


de Balanceamento da superfície para colocar a superfície dentro
das toleráncias (necessárias algumas vezes, dependendo das varia-
çoes na construção da superfície).

4-87. PROCEDIMENTO PARA O BALANCEAMENTO DO AILERON (veja a figura


4-13)

a. Remova o aileron do avião (consulte os parágrafos 4-15, 4-84 e


4- 8 5) •

OUTUBRO 1984
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seção IV -«EMBRAER
fE!ml&J-@@(Q)©
Estruturas
nAVAJO

b. Coloque o aileron sobre o gabarito de balanceamento como indica-


do na figura 4-13. Estabeleça um ponto de referência horiz-ontal
que se alinhe com o bordo de fuga do aileron quando este estiver
na posição de nivelamento horizontal (nível da linha da corda).

c. Certifique-se de que a superfície gira livremente, sem emperrar,


na aresta do gabarito.

d. Conjunto PjN 4~200-22, 40200-23 e 40200~4l.

1. A Massa de Teste Padrão d~ve·ser suspensa a partir do parafu-


so de fixação da Massa de Balanceamento dianteiro (veja a
Figura 4-13 braço "A" da Massa de Teste Padrão).

2. Se o aileron se equilibrar com a Massa de Teste Padrão insta-


lada ele está no limite mínimo de balanceamento estático sen-
do portanto satisfatório.

3. Se o aileron ficar com o bordo de ataque pesado I cem a ~~ssa de--


Teste Padrão instalada, retire o material até que seja obtida a
condição de equilíbrio. Isto pode resultar também no limite de
balanceamento estático inferior.

4. Se o aileron ficar com o bordo de fuga pesado, com a Massa de


Teste Padrão instalada deve-se providenciar para que ele nao
exceda os limites estáticos superiores da Tabela IV - I.

5. Adicione Massa de Teste individual de 45g (0,1 lb) àMassade


Teste Padrão, até que o aileron se equilibre.

6. Se a quantidade das Massas de Teste de 45g (0,1 lb) nao exce-


der o limite máximo permissível na Tabela IV-lo aileron estará
dentro dos limites estáticos, sendo portanto satisfatório.

7. Se a quantidade das Massas de Teste de 45g (0,1 lb) adiciona~

das à Massa de Teste Padrão para equilibrar o aileron,exceder


o limite máximo permissível na Tabela IV - I o balanceamento
do aileron excede os limites estáticos.

8. A razão do desequilíbrio excessivo deve ser verificada,corri-


gida e o aileron deve ser balanceado novamente.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Página 4-60 Criptografia: Fred Mesquita
~eçao .LV
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~!1i1D[ID.[ID@@©
Estruturas
nAVAJO

e. Conjuntos P/N 40200-42 e 40200-43


1. Se a superfície se equilibrar estará dentro dos limites de
balanceamento, sendo portanto satisfatória.

2. Se a superfície estiver com o bordo de ataque pesado, coloque


a Massa de Teste Padrão de O a 226g (O a 0,5 lb) aumadistán-
cia de 152,4 mm (6 polo) atrás da linha de articulação (vej a
a figura 4-13,braço B). Se a supe~fície se equilibrar ou se
estiver com o bordo de fuga pesado ela estará satisfatória.

3. Se a superfície continuar com o bordo de ataque pesado,remova


material da Massa de Balanceamento da superfície até que a
condição de equilíbrio seja obtida, estando a Massa de Teste
Padrão instalada no lugar.

4. Se a superfície estiver com o bordo de fuga pesado adicione


Massas de Compensação P/N 54395-2 para obter uma condição de
equilíbrio. Não use mais do que três (3) Massas de Compensação
P/N 54395-2 ou uma (1) P/N 54395-3.

4-88. PROCEDIMENTO PARA O BALANCEAMENTO DO PROFUNDOR


(veja a figura 4-14)

a. Remova do avião, o conjunto completo do profundor ( ambas as me-


tades) (consulte o parágrafo 4-28).0 conjunto completo, inclusive
o compensador e a sua haste atuadora deve ser montado e colocado
no gabarito de balanceamento (consulte os parágrafos 4-84 e 4-85).
Verifique o P/N do conjunto para certificar-se de que as especi-
ficações exigidas na Tabela IV - I serão aplicadas quando o con-
junto estiver sendo balanceado.

b. Fabrique uma massa de teste, de acordo com as especificações da


Tabela IV - I.

c. Com os profundores colocados no gabarito, estabeleça um ponto


de referência horizontal que se alinhe com o bordo de fuga do pro-
fundor, quando este for fixado em uma posição nivelada (nível da

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita Página 4-61
seção IV ~EMBRAER
fErmJfffHBJ@[Q][Jfj
Estruturas
nAVAJO

linha de corda). Certifique-se de que o conjunto gira livremente


sem emperrar na aresta do gabarito.

d. Pendure a Massa de Teste Padrão no orifício para a ferramenta, no


conjunto da nervura do contrapeso do profundor, p/n·43745. Veri-
fique a localização do braço da Massa de Teste Padrão, conforme
indicado na figura 4-14, definido no parágrafo 4-86 e especifica-
do na Tabela IV - I.

e. Se o profundor se equilibrar (o bordo de fuga se alinha com o pon-


to de referência) somente com a Massa de Teste Padrão, a superfí-
cie está no limite estático mínimo de acordo com a Tabela IV -I ,
sendo portanto satisfatório.

f. Se o profundor estiver com o bordo de ataque pesado deverá ser


retirado material de balanceamento para proporcionar uma condição
de equilíbrio, com a Massa de Teste Padrão colocada em seu lugar.
Remova em primeiro lugar, as Massas de Compensação P/N 43332, se
instaladas. Em seguida retire o material da Massa de Balanceamen-
to principal. Retire material de Balanceamento ou as Massas de
Compensação, igualmente, dos dois lados.

g. Se o profundor estiver com o bordo de fuga pesado, somente com a


Massa de Teste Padrão instalada deve-se providenciar para que os
limites estáticos máximos não sejam excedidos, de acordo com a
Tabela IV - I.

h. Acrescente Massas de Teste de 45g (0,1 lb) a Massa de Teste Pa-


drão, até que o profundor se equilibre. Se a quantidade de Massa
I de Teste de 45 g (0,1 lb) não exceder o máximo permitido pela
Tabela IV - I, o profundor está dentro de limites de balancea-
mento estático.

I i. Se o número de Massa de Teste de 45 g (0,1 lb) acrescentados a


Massa de Teste padrão exceder o máximo permitido, o balanceamen-
to do profundor estará excedendo o limite máximo; massas de com-
pensação deverão ser acrescentadas às Massas de Balanceamento da
superfície nos dois lados igualmente, para proporcionar uma con-

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
Página 4-62 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER seção IV
fE!Ji![J@·@ffJ@@
Estruturas
nAVAJCJ
dição de equilibrio. Certifique-se de que a quantidade de Massas
de Compensação acrescentadas não exceda a quantidade máxima esta-
belecida na Tabela IV -I.

4-89. MEDIÇÃO DO ATRITO NO SISTEMA DE COMANDO DO PROFUNDOR

O sistema completo do comando, incluindo o Piloto Automático ( se


instalado) deve ser verificado para se determinar o atrito total. O
sistema deve ser regulado para as suas deflexões e tensões adequa-
das antes de se determinar o atrito total. O atrito total não deve
exceder 2,718 kgf (6 lb) com o dispositivo de mola ajustado para
16,76 kgf ± 0,453 kgf (37 ± 1 lb). O procedimento seguinte permitirá
a determinação do valor ·real do atrito do sistema.

a. Fixe um dinamômetro no bordo de fuga interno do profundor, con-


forme indicado na figura 4-15.

b. Com o dinamômetro fixado, posicione o bordo de fuga do profundor


para baixo, aproximadamente 50 mm (2 poI. ) a partir do ponto neu-
tro.

c. Anote a força (veja nota 2) necessária para levantar o profundor,


passando pela posição neutra, até que o bordo de fuga fique a 50 mm
(2 pol.) aproximadamente, acima da posição neutra.

d. Anote a força restritora abaixando o profundorda posiçãode 50 mm


(2 poI.) acima do neutro, até a posição original de 50 mm (2 poI.)
abaixo do neutro.

e. Repita o procedimento acima, levantando e abaixando o profundor


até obter a média das forças.

f. Obtem-se o atrito total, pela diferença entre as forças.

OUTUBRO 1984

MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-63
Seção IV ~EMBRAER
fEfJifV@·@@(QJ@
Estruturas nAVAJO

PRENDA. o COMPENSADOR 15,24 ~m

NIVElAOOCOM o A1LERON,

=~
COM fiTA ADESIVA

LOCALIZAÇAo DA MASSA,'
DE TESTE PADRÂQ

:~~Z~--------------
.....
LINHA DE BALANCEAMENTO
BRAÇO "13" DA MASSA DE
BALANCEAMENTO

ARESTA DO
GABARITO

GABARITOOE
BALANCEAMENTO
QOAILERDN

BRAÇO "1\" DA MASSA


DE TESTE PAORAO

Figura 4-13. Balanceamento do Aileron

PRENDA. o
COMPENSADOR
NIVELADO COM o PRO·
fUNDOR, COM FITA ADE· •
SIVA

UNHA DE

PONTO DE FIXAÇAo DA
MASSA DE TESTE PA-
DRÃO NA NERVURA DO
PROFUNDO R

GABARITO DE BAlANCEA.
MENTO DO PROFUNDOR

ARESTA NO CENTRO E NAS


DUAS LOCALIZAções DAS
ARTICULAÇOES EXTERNAS

BRAÇO DA MASSA DE TES·


TE PADRAo (VEJA A TABE.
MASSA DE TESTE LA IV·I)
45g 'O.llbl~O·l.1Jg.
MASSA DE TESTE PADRÃO
/VEJA A. TABELA IV·I)

Figura 4-14. Balanceamento do Profundor

OUTUBRO 1984
MS-320C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-64
~EMBRAER Seção IV
~/Jif[}rm·@@rm(ffj
Estruturas
nAVAJO

BORDO DE FUGA

I
II
11

~
11
11
11
EXTERNO
11
11
11
11
1\
11
I
I 11
BORDO INTERNO 00
11 PROFUNDOR ESQUERDO

PARAFUSO ANJ-38
!TOTALMENTE INSTALADO}

DINAMÔMETRO

Figura 4-15. Medida do Atrito

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita Página 4-65
seção IV ~EMBRAER
fErmJfffHm@@fJB
EstruturaS
nAVAJO

NOTA

1. Não exceda a força de 27,18 kgf (6 O lb)


para qualquer medição.

2. O profundor deve ser girado com um movi-


mento contínuo e a leitura da força de-
verá ser feita quando o profundor esti-
ver passando pela posição neutra. Não
pare o movimento de rotação enquanto es-
tiver fazendo a leitura.

4-90. PROCEDIMENTO PARA O BALANCEAMENTO DO LEME DE DIREÇÃO


(veja a figura 4-16)

a. Remova do avião, o leme de direção (consulte os Parágrafos 4-37,


4-84 e 4-85)

b. Coloque o leme de direção horizontalmente sobre o gabarito de ba-


lanceamento.

c. Fabrique uma Massa de Teste Padrão, de acordo com as especifica-


ções dadas na Tabela IV - I e pendure-a no orifício existente pa-
ra ferramenta no perfil "UH de contrapeso do leme de direção,
P/N 40045. Certifique-se de que o orifício para a ferramenta es-
tá devidamente localizado para proporcionar o braço da Massa de
Teste Padrão adequado, conforme indicado na figura 4-16, definido
no parágrafo 4-86 e especificado na Tabela IV - I.

d. Se o leme de direção se equilibrar somente com a Massa de Teste


Padrão especificada, a superfície estará nos limites mínimos de
Balanceamento Estático, de acordo com a Tabela IV - I, sendo por-
tanto satisfatória.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 4-66 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção IV
(grtlíTJfBJ·mJ@]lQJ@
Estruturas
nAVAJO

e. Se o leme de direção estiver com o bordo de ataque pesado com a


Massa de Teste Padrão instalada, as Massas de Compensação se
instaladas) ou o material deve ser removido da Massa de Balan-
ceamento da superfície até que seja obtida uma condição de equi-
líbrio. Isso poderá resultar também, em um limite estático infe-
rior.

f. Se o leme de direção estiver com bordo de fuga pesado com a Mas-


sa de Teste Padrão instalada, deve-se assegurar de que ele nao
exceda os limites máximos de Balanceamento Estático, de acordo
com a Tabela IV - I.

g. Acrescente Massas de Teste individuais de 45g (O,llb) à Hassa de


Teste Padrão até que o leme de direção se equilibre. Se a quan-
tidade de Hassa de Teste de 45g (0,1 lb) acrescentada nao exce-
der o máximo permitido pela Tabela IV - I, o leme de direção es-
tará dentro dos limi-t-es estáticos.

h. Se a quantidade de Hassa de Teste de 45g (0,1 lb) acrescentada a


Hassa de Teste Padrão para balancear o leme de direção, exceder o
máximo permitido pela Tabela IV - I, o balanceamento do leme de
direção excede os limites estáticos e devem ser acrescentadas
massas de Compensação para proporcionar uma condição de equilí-
brio (consulte a Tabela IV - I quanto ao PjN da Hassa de Compen-
saçao e a quantidade máxima permitida para o conjunto específico
do leme de direção que está sendo balanceado).

NOTA

Durante este procedimento a quantidade das


Hassas de Teste de 45g (0,1 lb) adicionadas
a Hassa de Teste Padrão não deverá exceder
o limite máximo estipulado pela Tabela IV-I.

OUTUBRO 1984

HS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita Página 4-67
Seção IV -(EMBRAER
fEffif[j[ffNm@J{fj]W]
Estruturas
nFlVFlJO

i. Para os conjuntos do leme de direção P/N 40046-30. deve-se usar


o seguinte procedimento para a instalação das Massas de Compen-
saçao:

NOTA

A haste atuadora do compensador deve ser


desconectada quando se fizer o balanceamento
do conjunto do leme de direção P/N 40046-30.

1. Remova a ponta do leme de direção, retirando os parafusos de


fixação.
2. Existe um ponto de fixação para a Massa de Compensação, na al-
ma da nervura superior, aproximadamente a 15,7 mm (0,62 pol.)
atrás da Massa de Balanceamento (veja a figura 4-17).

3. As Massas de Compensação são instaladas com parafusos AN3-A


cujo comprimento depende da quantidade de Massas de Compensa-
ção utilizada.

4. Instale a ponta do leme e fixe com parafusos.

j. Para os conjuntos do leme de direção P/N 40046-34 ou 40046-38 as


Massas de Compensação são montadas no perfil "u" de suporte do
leme (veja a figura 4-17).

1. Com o leme de direção completamente montado verifique novamente


o balanceamento para certificar-se de que ele está dentro dos li-
mites adequados.

m. Reinstale o leme de direção de acordo com o parágrafo 4-38.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 4-68 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção IV
fErmJ@·fE)@{Q]1]2
Estruturas
nAVAJC

PRENOA o C()\O\PENSADOR
NIVELADO COM o
LEME
DE DIREÇÃO COM FITA
ADESIVA

PONTO DE FIXAÇAo DA MASSA DE


TESTE PADRÃO NO SUPORTE DA
PONTA 00 LEME DE DIREÇAO

ARESTA 00
GABARITO

GABARITO DE BALANCEMtENTO 00
LEME DE DIREÇAo MASSA DE TESTE /
45U + o . '.13 11
10,1 Ib .. o - 4 ooj
BRAÇO DA MASSA DE TESTE
PADRÃO [VEJA A TABELA lv-I)
MASSA DE TESTE PADRÃO

Figura 4-16 Balanceamento do Leme de Direção

MASSA DE BALANCEAMENTO
P/N <13332 CONSULTE A TABELA IV·.
MASSA DE
BALANCEAMENTO

MASSA DE COMPENSAÇÃO
PIN 53892·2

PERFil DE SUPORTE
DA PONTA DO LEME DE alREçAo

Figura 4-17 Localização da Massa de Balanceamento do Leme de Direção

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita Página 4-69
seção IV ~EMBRAER
fErmJillHg)ffj[JJJW
Estruturas
nAVAJD

TABELA IV- I MASSAS DE BALANCEAMENTO

Aileron Profundor Leme de Leme de Leme de


40200-22 43757-175 Direção Direção Direção
40200-23 43757-184 40046-30 40046-34 40046-38
40200-41 54232-24
40200-42 54232-35
40200-43

Massa de Teste Padrão


(emlb) 0,00 a 0,50 9,70 7,60 7,60 7,76
Braço da Massa de Teste
Padrão (em p:>l.) 6,00 8,28 5,03 5,03 5,03
Máxirro de Massa de Teste
de 45g (0,1 lb) penniti-
da Nada 11 10 10 9
Massa de Compensação PIN 54395-2-3 43332 43332 53892-2 53892-2
M3XLTID_pennitido de Mas-
sas de Compensação p:>r
superfície 4 2 p:lr p:lr- Mínimo 2 2 2
ca de re- 11
tenção
Massas de Balanceamento
pennitidas mais as Mas-
sas de Compensação 5,2 1,60 7,95 7,95 7,95
. Limite de Balanceamento
lb.p:>l. O + O 90+0 44+0 44+0 44+0
Bordo de fuga pesado - 3 -10 -5 -5 -5

NOTA

Deve atender o Piper Service Bulletin n9690.


Condiçao Máxima: três (3) Massas de Compen-
sação P/N 54395-2 e uma(s) P/N 54395-3

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 4-70 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER seção IV
fE!!fD[ffNm@(Q}fJfj
Estruturas
nAVAJD
4-91. REPAROS ESTRUTURAIS

Os métodos de reparos estruturais utilizados estão de conformidade


com os regulamentos contidos na Circular de Aviso n9 43-13-1 do FAA
(Advisory Circular 43-13-1). Para facilitar a execução de tais re-
paros, a figura 4-18 identifica o tipo e a espessura do revestimento
empregado. Nunca faça a substituição de um revestimento ou um remen-
do, com um material mais fino do que o revestimento original. Reco-
menda-se o uso de material da espessura original e a superfície re-
parada deverá ser tanto ou mais resistente que a original.Entretan-
to, a flexibilidade deve ser mantida, a fim de que as áreas circunvi-
zinhas não sejam submetidas a tensões adicionais. Quando executar re-
paros estruturais de maior envergadura, que não sejam empregadas pe-
ças produzidas na fábrica, recomenda-se entrar em contato com o fa-
bricante. Não se recomenda a execução de modificações de maior por-
te, sem comunicar ao fabricante. Sempre que for executado algum ser-
viço no sistema de comando do profundor, deve-se efetuar uma veri-
ficação no atrito para certificar-se de que o atrito do sistema es-
tá dentro dos limite (consulte a Seção v, parágrafo 5-28 deste Ma-
nual). Pode ser necessário abrir orifícios de acesso para fazer os
reparos do revestimento em algumas áreas do avião. Neste caso veja
a figura 4-19, quanto aos painéis e janelas de acesso típicos.

4-92. REPAROS EM FIBRA DE VIDRO

Os procedimentos de reparos contidos neste manual, descrevem os mé-


todos para reparos das estruturas reforçadas com fibra de vidro. O
parágrafo 4-93 descreve Retoques e Reparos em superfícies de Fibras
de Vidro, tais como bolhas, junções abertas, delaminações, cavida-
des, pequenos furos e danos menores que não tenham afetado o material
do tecido. O parágrafo 4-94 descreve Remendos e Reparos em Fibra de
Vidro, tais como furos, quebras e perfurações que tenham penetrado
através da estrutura e danificado o tecido. Um conjunto de reparos
P/N 756729, que proverá o material necessário, poderá ser encontrado
nos revendedores autorizados da EMBRAER.

OUTUBRO 1984

MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-71
Seção IV -.(EMBRAER
fE[fif[}wHg)@f]Jj[QJ
Estruturas
nAVAJD

1 Z

3 2 6

3

8 6 8 •
5 8
8

NúMERO MATERIAL ESPESSURA NúMERO MATERIAL ESPESSURA

1 Fibra de vidro 7 2024-T3 0,040


2 2024-T3 0,020 8 2024-0* 0,040
3 2024-T3 0,025 9 2024-T3 0,051
4 2024-0* 0,025 10 2024-T3 0,064
5 2024-T3 0,032 11 321 STSTL 0,015
6 2024-0* 0,032 12 5052-434 0,032

NOTA

Acha-se ilustrada a asa esquerda; a direita é


especular e o material anotado, descrito em
pontilhados é usado somente na asa direita.
*Tratamento térmico para 2024-T4 depois da
moldagem.

Figura 4-18. Material e Espessura do Revestimento (folha 1 de 2)

OUTUBRO 1984
MS-820 <::1549
Página 4-72 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER seçãu IV
fE[fifiJ[ff].[g)@W)@
Estruturas
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Figura 4-18. Material e Espessura do Revestimento (folha 2 de 2)

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-73
seção IV ~EMBRAER
g[f[f[}!ffJ-[g}&{QJ(JB
Estruturas nAVA.JO

JANELA DE ACESSO JANELA DE ACESSO


20370 17318

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AN507-8-32 Rl0
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AN 426 AOJ J

PLACA DE REFORÇO DA
'7"''- [QUANT. NEC. 121

PLACA DE REFORÇO DA DRIFrCIO NO REveSTIMENTO DO


JANELA DE ACESSO 20372 JANELA DE ACESSO 17311 INTRAOORSO DA ASA. DlÃMETRQ
411116 pol

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O o 01 ,,
PLACA DE REFORÇO

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JANELA DE ACESSO
11315

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\ _ - - - ACESSO 17316

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Figura 4-19. Janelas e Painéis de Acesso Típicos

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-74
seção IV
~EMBRAER
rEfJifiJ@·@@WJ@ Estruturas
nAVAJO
NOTA

Siga cuidadosamente, as instruções forneci-


das com o conjunto de reparos, para misturar
a resina e o catalizador.

4-93. RETOQUES E REPAROS EM SUPERFíCIES DE FIBRA DE VIDRO

a. Remova a cera, o óleo e a sujeira em torno da área danificada com


acetona, metiloetilocetona ou equivalente e retire a pintura até
atingir a camada de resina.

b. A área danificada pode ser raspada com uma faca de lâmina fina ou
com furadeira elétrica equipada com uma peça rebarbadora, para
tornar áspero o fundo e os lados da área danificada. Chanfre em
ángulo agudo a borda do arranhão ou cavidade. Não faça rebaixos
na borda se o arranhão ou cavidade for raso e penetrar somente
na camada superficial (continue até o passo "h",.

c. Derrame uma pequena quantidade de resina numa tampa de vidro ou


num recipiente de vidro, o suficiente para encher a área que está
sendo tratada. Misture uma quantidade igual de fibra de vidro tri-
turada com a resina, usando uma espátula ou vareta. Acrescente ca-
talizador à resina, conforme a instrução que acompanha o conjun-
to e misture bem. Uma agulha hipodérmica pode ser usada para in-
jetar somente resina nas pequenas cavidades que não requeiram fi-
bra de vidro triturada e misturada com a resina.

d. Aplique a mistura de resina, catalizador e fibra na área danifi-


cada, usando a ponta de uma espátula ou vareta para comprimi-la
no fundo do furo e para perfurar quaisquer bolhas de ar que pos-
sam surgir. Encha o arranhão ou furo acima da área circunvizinha
nao danificada, cerca de 1,5 mm (0,062 pol.'.

e. Coloque um pedaço de celofane ou papel encerado sobre o reparo pa-


ra vedar o ar e iniciar a cura da mistura de resina.

OUTUBRO 1984
MS-820Cj549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 4-75
Seção IV ~EMBRAER
~rmJ®·®@/JJ}(JB
Estruturas nAVAJO
f. Deixe curar a resina por 10 a 15 minutos, até que ten~ consis-
tência de borracha ao tato. Retire o celofane e corte rente a
superfície, usando urna lâmina de barbear ou faca afiada. Recolo-
que o celofane e deixe curar completamente, de 30 minutos a uma
hora. A superfície do reparo ficarâ levemente abaixo da superfí-
cie da estrutura após a cura. Se usar papel encerado, certifique-
se de ter removido a cera da superfície.

g. Desbaste para deixar âspero o fundo e as bordas do furo com urna


peça rebarbadora, furadeira elétrica ou lixa groSSa. Chanfre o
furo sem ultrapassar a camada de resina circundante e nao faça
rebaixos.

h. Derrame urna pequena quantidade de resina, acrescente catalizador


e misture bem, fazendo um movimento de cortar ao invés de agitar.
Não utilize fibra de vidro.

i. Usando a ponta de uma espátula encha o furo cerca de 1,5 mm


(0,062 pol.), acima da superfície vizinha com a mistura de
resina.

j. Coloque um pedaço de celofane sobre o reparo, para iniciar opro-


cesso de cura. Repita o passo "f", cortando o reparo quando par-
cialmente curado.

1. Depois de cortado o reparo, imediatamente aplique outra leve ca-


mada de resina em um lado do reparo e cubra com celofane. Em se-
guida, usando um rolo de borracha ou o dorso de uma lâmina, com-
prima, nivelando com a ârea ao redor do reparo; deixe o celofane
no reparo por uma ou duas horas ou durante a noite, para cura
completa.

m. Após o reparo ter curado por 24 horas, lixe a área reparada, usan-
do um bloco de madeira com lixa d'água fina. Aplique uma demão
de prime r (tinta base), lixando novamente e aplicando uma demão
de tinta de acabamento.

OUTUBRO 1984
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Criptografia: Fred Mesquita
página 4-76
~EMBRAER seção IV
&[Jffj)@).@)@IQJ@
Estruturas
nAVAJO
4-94. REPAROS EM FIBRA DE VIDRO

a. Remova a cera, o óleo e a sujeira em torno da área danificada,


com acetona, metiloetilocetona ou equivalente.

b. Utilizando uma serra de ponta, uma serra elétrica de sabre ou fa-


ca afiada, corte as bordas desfiadas até chegar ao. material nao
dani ficado.

c. Remova 75 mm (3 polo) da pintura em torno da área danificada.

d. Trabalhando por dentro da estrutura, chanfre as bordas em um ân-


gulo aproximado de 30 0 ; dé um acabamento no furo e na área cir-
cundante até ficar áspera, com lixa seca de granulação 80. Chan-
fre cerca de 5 O mrn (2 pol.) ao redor de todo o furo. Isso torna
a superfície áspera, para melhor aderência do reparo.

e. Cubra urna superfície de papelão ou metal com celofane. Cole-a no


exterior da estrutura, cobrindo completamente o furo. O celofane
deve ficar voltado para o interior da estrutura. Se o reparo for
em canto vivo ou em área curvada, pode-se colocar uma chapa de
alumínio modelada com contorno idéntico, sobre a área.
O alumínio também deve ser coberto com celofane.

f. Prepare um reparo de tela e tecido de fibra de vidro para cobrir


urna área com contorno de 50 mrn (2 pol.) maior que o furo.

g. Misture uma pequena quantidade de resina e catalizador, que bas-


te para ser usada em um passo de cada vez, conforme instruções
no conjunto de reparo.

h. Umedeça completamente a tela e o tecido com resina catalizada.


Passe a resina primeiro na tela e depois no tecido. A tela deve
ser aplicada à superfície da estrutura com o tecido para cima.
Ambas as partes podem ser umedecidas sobre o celofane e aplicadas
corno um sanduiche. Devem ser utilizados tantos reforços de tela
e tecido, quantos necessários, para pelo menos, substituir a
quantidade de reforços removidos e manter a resistência ori-
ginal. Se O dano foi causado por uma ruptura por tensão deve-se

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Criptografia: Fred Mesquita
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seção IV -<EEMBRAER
fE[ffJ7){gNS]@1(Q)@
Estruturas nAVAJO
aplicar uma ou duas camadas adicionais, para aumentar a resistên-
cia da área.

i. Coloque o reparo sobre o furo, do lado interno da estrutura, cu-


bra com celofane e passe o rolo do centro para as bordas, para
remover todas as bolhas de ar e assegurar a aderência em tOI'no da
borda do furo. As bolhas de ar se apresentarão brancas no reparo
e todas devem ser extraidas pelas bordas. Remova o excesso de re-
sina, antes que perca a fluidez. Deixe o reparo curar. completa-
mente.

j. Retire a chapa de aluminio ou papelão do lado externo do furo e lixe o


reparo e a borda do furo para deixá~los ásperos. Chanfre a borda nu-
ma faixa de 50 mm (2 polo) de largura na área nao danificada.

1. Proteja a superficie da área ao redor do furo, com papel e fita


adesiva. Corte um pedaço de tela de fibra de vidro cerca de
25 mm (1 pol. ) maior que o furo e um ou mais pedaços de tecido
de 50 mm (2 pol. ) maior que o· furo. Pincele a resina catalizada
sobre o furo, coloque a tela sobre o mesmo e umedeça completa-
mente com resina. Para tal, unte com um pincel. Depois aplique
uma camada ou camadas adicionais de tecido de fibra de vidro, pa-
ra compor o reparo até a superficie da estrutura. Umedeça com-
pletamente cada camada com resina.

m. Com um rolo de borracha ou faca larga, elimine todas as bolhas


de ar do reparo. Trabalhe do centro para as bordas, pressionando
o reparo firmemente contra a estrutura. Deixe o reparo curar por
15 ou 20 minutos.

n. Logo que o reparo começar a endurecer, mas enquanto ainda esti-


ver com consistência de borracha, use uma faca afiada e corte o
excesso de tecido e tela. Corte na borda externa do chanfro e re-
tire as bordas cortadas da estrutura. Faça-o antes de complemen-
tar a cura, para não precisar lixar posteriurmente. Deixe o re-
paro curar durante a noite.

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
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Página 4-78
~EMBRAER seção IV
&rmJfJJHEJ@[Q}(Jff
Estruturas
nRVRJO

o. Usando l~xa seca de granulação 80 em lixadeira ou em um bloco,


alise o reparo, uniform~zando-o com a superfície vizinha. Se du-
rante o lixamento aparecerem bolhas de ar, perfure e encha com
resina catalizada. Pode-se usar uma agulha hipodérmica para en-
cher as cavidades. Deixe curar e lixe novamente.
p. Misture resina catalizada e aplique no reparo. Alise cuidadosa-
mente e aplique em quaisquer fissuras .

.q. Cubra com celofane e passe o rolo para alisar. Deixe curar com-
pletamente, antes de retirar o celofane. Após a cura, lixe nova-
mente.

r. Pincele ou atomize uma demão de resina catalizada para vedar o


reparo. Lixe o reparo, aplique o primer (tinta-base), lixe nova-
mente e aplique a tinta de acabamento.

NOTA

Pincéis e maos podem ser limpas com solven-


tes tais como acetona ou metiloetilocetona.
Se não houver solvente a disposição,pode-se
usar uma solução forte de detergente e água.

4-95. REPAROS EM TERMOPLÁSTICOS

O procedimento abaixo auxiliará a execução na pista de reparos de


itens fabricados em termoplástico. A lista do material necessário
para a execução destes reparos, relaciona também os fornecedoressu-
geridos destes materiais. Quando do manuseio de alguns dos materiais
e ferramentas usadas para a execução destes reparos, as precauçoes
comuns de segurança deverão ser observadas.

a. Preparação da Superfície:

1. A sujeira e a pintura (se existente) da superfície devem ser


removidas do item a ser reparado. Os compostos de limpeza de
uso doméstico provaram ser muito eficazes na remoção da sujei-

OUTUBRO 1984

MS-820Cj549
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Página 4-79
Seção IV ~EMBRAER
fEffl!TJ!ffJ·[ff]@}[Q}fJB
Estruturas
nAVAJD
ra da superfície.

2. A limpeza preliminar da área danificada, com percloroetileno


ou nafta assegurará uma boa ligação entre os compostos de epoxi
e o termoplástico.

b. Superfícies com arranhões, abrasão e/ou sujeira entranhada


(veja a figura 4-20).

1. Superfícies com arranhões leves e abrasão sao reparadas, ge-


ralmente, segundo as instruções contidas nos recipientes dos
compostos convencionais de polimento usados em automóveis.

2. As partículas grandes de sujeira entranhadas nas partes em


termoplástico podem ser removidas usando-se uma pistola de ar
quente capaz de fornecer aquecimento a temperaturas de 149 0 C
a 204 0 C (300 0 F a 400 0 F). Tome cuidado para nao aquecer demais
o material. Segure o bico da pistola a uma distância de 6, O mm
(1/4 poI.) da superfície e aplique o ar aquecido em movimentos
circulares, até que a ârea fique suficientemente amolecida pa-
ra remover as partículas de sujeira.

3. A área em termoplástico retornará à sua forma original após o


resfriamento.

c. Arranhões profundos, mossas leves e pequenos furos (menor que


25 mm (1 pol.) de diâmetro (veja a figura 4-21).

1. Cimentos à base de solventes serão virtualmente adequados a


qualquer destas aplicações. Se a área a ser reparada é muito
pequena, ê mais rápido fazer um cimento satisfatório dissol-
vendo-se em solvente o material termoplástico do mesmo tipo
do material a ser reparado, até que se consiga a consistência
desejada, semelhante a uma pasta.

2. Esta mistura ê, então, aplicada à área danificada. Após a eva-


poração do solvente, a porçao sólida remanescente pode ser fa-
cilmente amoldada ao contorno desejado, usando-se lima ou
lixa.

OUTUBRO 1984
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Página 4-80 Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER seção IV
!EfJf1D~NlJ)@[Q)W
Estruturas
nAVAJO
3. Adesivos a base de solventes nao sao recomendados para áreas
sujeitas a altos esforços, peças finas ou para reforçar fu~

ros maiores que 6,0 mm (0,25 pol.) de diâmetro.

4. Para danos maiores recomenda-se reforçar com um composto a


base de epoxi. Este tipo de material é de cura râpida, de fá-
cil polimento e comercialmente disponível.

5. Pode-se aumentar a adesão desbastando-se a superfície de con-


tato com lixa e utilizando-se 'a maior área de colagem pos-
sível.

6. O composto de reforço é misturado em porçoes iguais sobre uma


superfície plana e lisa, através de um movimento semelhante a
um oito. Antes da aplicação do composto na área danificada,
limpe-a com percloroetileno ou nafta (veja a figura 4-22).

7. Depois que o composto estiver curado, pode-se usar uma lixa-


deira, desde que a lixa seja utilizada em constante movimen-
to para evitar aquecimento.

8. Para reparos em áreas sujeitas a pequena ou nenhuma tensão de


cisalhamento, podem ser usados adesivos utilizados a quente,
poliamidas, que são fornecidos em forma de bastão. Este tipo
de reparo apresenta baixa coesao.

9. Para reparos em áreas que envolvam furos pequenos, mossas ou


rachaduras, ou onde seja utilizado material de pequena espes-
sura, sugere~se o método de soldagem.

10. Este método de soldagem requer uma pistola de ar quente e has-


te de ABS. Para soldar, a pistola deverá ser manuseada de modo
a direcionar o fluxo de ar quente para a zona de fusão ( repa-
ro), aquecendo simultaneamente a área danificada e a haste. A
pistola deverá ser movimentada continuamente, em um movimento
de leque, para impedir a descoloração do material. Deve-se
manter pressão na haste, para assegurar uma boa adesão (veja
a figura 4-23).

OUTUBRO 1984
NS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
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seção IV ~EMBRAER
rgrmJfBNfflmmJ@
Estruturas
nAVAJCI

11. Depois que o reparo tiver sido completado, é permitido um li-


xamento para que se obtenha um acabamento da superftcie de
aparência aceitável.
d. Rachaduras (veja a figura 4-241.
1. Antes de reparar uma rachadura em uma peça de termoplástico;
primeiramente determine a causa da rachadura e elimine esta
condição para impedir que ela ocorra novamente após a execução
do reparo.

2. Faça pequenos furos em cada extremidade da rachadura.

3. Se possível, deverá ser fundida uma chapa de reforço no lado


oposto ao da rachadura para proporcionar resistência adicional
à peça.
4. A rachadura deverá ser chanfrada em "V" e retocada com mate-
rial de reparo, tal como cimento à base de solvente, adesivo
utilizado à quente, composto para reforço tipo epoxi ou sol-
dado a ar quente, qualquer que seja o preferido.
5. Após o reparo ter sido curado, pode ser lixado para combinar
com o acabamento da área circunvizinha.
e. Para reparos maiores que 25 mm (lpol.) de diàmetro veja a figu-
ra 4-25.

1. Se possível, deverá ser feito um reforço do mesmo material,


cortado um pouco maior que a seçao a ser reparada.
2. Quando a aparência for importante, os furos grandes, rachadu-
ras e rasgos, deverão ser reparados recortando-se a área da-
nificada e substituindo-a por uma peça de material similar.
3. Quando recortar a área danificada, rebaixe o perímetro e ali-
se a borda. O reforço e/ou remendo também deverá ter uma bor-
da lisa para assegurar uma boa adaptação.
4. Aplique uma camada de adesivo à base de solvente sobre o re-
forço e aplique-o firmemente sobre a área danificada.

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MS-820C/s49 Criptografia: Fred Mesquita

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[Ef1if[)[ffHm@1(Q]@
Estruturas
nAVAJCJ
5. Permita que o reforço seque por aproximadamente uma hora, an-
tes que seja executado qualquer trabalho adicional.

6. A área danificada é então preenchida com o material de reparo.


Deixe um excesso do material de reparo para permitir um lixa-
mento e acabamento depois que o material tiver curado. Se for
usado um composto para reforço, o reparo deverá ser feito em
camadas de espessuras não superior a 12,7 mm (1/2 pol.) de ca-
da vez, permitindo assim que o composto cure, assegurando que
as camadas sucessivas se tornem suficientemente sólidas como
necessário.

f. Linha de tensão (veja a figura 4-26).

1. As linhas de tensão produzem uma aparência esbranquiçada em


uma área localizada e geralmente, originam-se de um impacto ou
dobra profunda do material (veja a figura 4-27).

2. Para restaurar o material para a condição e cor originais, use


uma pistola de ar quente ou outro dispositivo de aquecimento
similar e aplique cuidadosamente, o ar quente sobre a área
danificada. Não aqueça o material em demasia.

g. Pintura e reparo

1. Um fator importante para que se consiga um bom acabamento de


pintura é a preparação adequada do reparo e da area vizinha,
antes de aplicar qualquer pintura.

2. Recomenda-se que as partes sejam limpas, antes de receberem


a pintura, com um composto de limpeza comercial ou uma solu-
ção de 1/4 de copo de detergente, misturado em um galão de
agua.

3. A tinta usada para pintura em termoplástico pode ser laca ou


esmalte, dependendo da preferênCia da oficina de reparo ou do
cliente (veja nota).

OUTUBRO 1984

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Seção IV ~EMBRAER
!EfJI1Tj[FH~}@[Q](ffj
Estruturas
nAVAJO
NOTA

:E extremamente importante que a fórmula quí-


mica dos solventes seja considerada quando
da escolha da tinta, porque nem todas as la-
cas ou esmaltes podem ser usados satisfato-
riamente em termoplásticos. Alguns solven-
tes usados nas tintas podem afetar bastante
e prejudicar as propriedades dos plásticos.

4. Outro ponto importante a ser considerado é que camadas de pin-


tura duras ou quebradiças, que são normalmente mais resisten-
tes à abrasão, não deverão ser usadas em áreas onde possa
ocorrer grandes tensões, deformações ou impacto. Tal pintura
pode rachar dando origem, assim, a uma área de menor resistên-
cia.

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[g!!tf[][ffHfflíId(Q)@
Estruturas
nAVAJO

PISTOLA DE AR OUENTE

Figura 4-20. Superfícies com Arranhões, Abrasões e Sujeira

, " ". ,

Figura 4-21. Arranhões Profundos, Mossas Leves e Pequenos Furos

OUTUBRO 1984

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seção IV -(EMBRAER
[ErmJ[EJ-[ffJ@}[Qj1]B
Estruturas
nAVAJC

ft~'~.. __..---

MISTURE BEM. USANDO MOVIMENTOS


EM FORMA DE "O"

Figura 4-22. Mistura do Composto de Reforço a Base de Epoxi

VARETA DE
PLAsTICO

..

AQUECEDOR

Figura 4-23. Método de Reparo com Solda

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~rríiTl[ffi·W~[JJ](Jg
Estruturas
nAVAJO·

FUROS DE PARADA

CHAPA DE REFORÇO FIXADA


POR BAIXO DA ÁREA DANI FI·
CADA

,. I

Figura 4-24. Reparo de Rachadura

OUTUBRO 1984
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Seção IV ~EMBRAER
fErmJffiNE@[JJ}@
Estruturas
nAVAJCJ

ÁREA DANI FICADA

\ REMENDO

REFORÇO

Figura 4-25. Reparos Diversos

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..(EMBRAER seção IV
[g{fjf/}{gNm@WrtB
Estruturas
nAVAJO

TRINCAS PROVOCADAS
POR TENSÃO NA PEÇA

Figura 4-26. Reparosde Trincas

VARETA DE ASS.

IH
VISTA EM PERFIL INDICANDO
A ÁREA DANIFICADA

Figura 4-27. Reparos de Danos Causados por Impacto

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~[J)f[j[ffNffl@[Q}W
Estruturas
nRVRJO

TABELA IV-II. LISTA DE MATERIAIS (REPARO EM TERMOPLÂSTICO)

ITENS DESCRIÇÃO FORNECEDORES

Composto de polimen- Tipo usado em automó- Dupont Company


to véis -Dupont n'? 7 Wilmington, Del 19898

Ram Chemical Ram Chemicals


n'? 69 x 1 Cardena, Cal 90248

Mirror Claze n'? 1 Mirror Bright Polish


Co. Inc. Irvin
Cal 92713

Composto de limpeza Percloroetileno ou Nafta Fornecedores locais

Cimento a base de Séries Solari te n'? 11 Solar Compounds Corpo


solvente Linden, N.J. 07036

Solventes Metiloetilocetona, Fornecedores locais


Cloreto de Metileno
ou Acetona

Composto para re- Solarite n'? 400 Solar Compounds Corpo


forço tipo de epoxi Liridem, N.J. 07036

Adesivos utilizados Bastoes com 13 rnrn Sears Roebuck & Co.


a quente, poliami- (1/2 pol. ) de diâme- ou maioria das lojas
das e pistola para tro e 75 mm (3 pol. ) de ferragens.
adesivo a quente de comprimento.

Pistola de ar quen- Faixa de temperatura Fornecedores locais


0 0
te = 149 C a 204 C
o o
(300 F a 400 F)

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fE[f[f[jIENff}@[Q}@
Estruturas
nAVAJO

4-96. REPARO NA FAIXA DE ACESSO

4-97. PREPARAÇÃO DA SUPERFíCIE

a. Limpe todas as superfícies com um solvente de limpeza adequado


para remover a sujeira, graxa e óleo. Os solventes podem ser apli-
cados por imersão, pulverização ou esfregando levemente.

b. Certifique-se de que não permaneça nenhuma umidade sobre a super-


fície, esfregando um pano limpo e seco.

c. Determine a área na qual o composto da faixa de acesso irá ser


aplicado e proteja as superfícies adjacentes.

NOTA

Superfícies recentemente pintadas deverão


~secar durante 2 e 1/2 horas no mínimo, an-
tes da aplicação da faixa de acesso.

4-98. LISTA DE PRODUTOS PARA LIMPEZA E APLICAÇÃO DA FAIXA DE ACESSO

a. SOLVENTES SUGERIDOS

1. Material - Metiloetilocetona
Especificação TT-M-261
Cod. Embraer - E9110632

2. Material Thinner
Especificação - Audi 2800
Cod. Embraer - E9111325

3. Material - Tricloretileno
Especificação - 0-T-634
Cod. Embraer - E9018187
b. MATERIAL DA FAIXA DE ACESSO
Material - Antiderrapante 3M
Especificação - EC-1490
Cod. Embraer - E9107859
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Estruturas
nAVAJCI

4-99. APLICAÇÃO DO REVESTIMENTO ANTIDERRAPANTE NA FAIXA DE ACBSSO

a. O antiderrapante deverá ser aplicado em uma área limpa, sendo


que a umidade relativa do ar deverá ser de 30% a 70%.

NOTAS

I - O EC-1490 é um produto de alta volatili-


dade, devendo ser aplicado rapidamente.

TI- O EC-1490 contém partículas abrasivas que


sedimentam no fundo do vasilhame da em-
balagem, durante o seu armazenamento; es-
tas partículas deverão ser dispersadas
antes do uso, a fim de assegurar a efi-
ciéncia do produto. Um bom método para se
obter a referida dispersão é inverter o
vasilhame que contenha o EC-1490, cerca
de 2 dias antes do uso.
Cada vasilhame do antiderrapante deverá
ser agitado completamente, antes e duran-
te a aplicação.

b. Misture e dilua o antiderrapante da faixa de acesso, de acordo com


as instruções do fabricante contidas no recipiente.

c. Aplique o revestimento antiderrapante EC-1490 da 3M e deixe se-


car por algum tempo.

NOTAS

I - O EC-1490 é indicado para ser aplicado


com colher de pedreiro, pincel, espátula
ou régua. A espessura da película de re-
vestimento deverá estar na faixa de 0,80
a 1,6 mm.

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~EMBRAER seção IV
~[Jff[}f%j.(g]@[QJ@
Estruturas
nAVAJO

11- Caso seja determinada uma falta de uni-


formidade, aplicar novamente o revesti-
mento para obter a distribuição unifor-
me das partículas abrasivas, após 1 hora
da primeira aplicação.

d. Depois de aplicar outra camada ou de retocar, se tiver sido ne-


cessário, deixe a pintura secar de 15 minutos a uma hora, antes
de remover a proteção das áreas adjacentes.

NOTA

Depois da aplicação da camada final, a su-


perfície pintada não deverá ser pisada du-
rante seis horas no mínimo.

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Comandos de Vôo
nAVAJO
SEÇÃO V

COMANDOS DE vOO

Parágrafo página

5-1. INTRODUÇÃO. . . . . . . . • . . . • • . • . . . . . . . . . . • . . . • • . • . • • . . . . 5-1


5-2. DESCRIÇÃO. • . . . . . . . • • •. . . . . • • . . . . . . . . • . • . . . . . . • . . • . • 5-1
5- 3 . PESQUISA DE PANES.................................. 5- 2
5-4. PROCEDIMENTOS PADRÕES.............................. 5-2
5-5. CONJUNTO DA COLUNA DE COMANDO ...........•..••..•.•• 5-6
5-6. Remoção do Conjunto da Coluna de Comando .. 5-6
5-7. Instalação do Conjunto da Coluna de Comando 5-12

5-8. COMANDOS DOS AILERONS.............................. 5-16


5-9. Remoção dos Cabos de Comando dos Ailerons. 5-16
5-10. Instalação dos Cabos de Comando dos A.ilerons. 5-19
5-11. Remoção do Conjunto de Guinhóis dos Ailerons. 5-23
5-12. Instalação do Conjunto de Guinhóis dos Aile-
rons. • . • . . • . . . . . • • . • . . . • . • • • . • . • . . . • • • • • • . 5-24
5-13. Regulagem e Ajustagem dos Comandos dos
Ailerons.................................. 5-24

5-14 . COMANDO DO COMPENSADOR DO AILERON .••.••.•••.•..•..• 5-28


5-15. Remoção do Conjunto do Compensador do Aile-
ron (pedestal de comandos) .•.....••.•.••.• 5-28
5-16. Instalação do Conjunto do Compensador do
Aileron (pedestal de comandos) .•.. ~ ...•..• 5-29
5-17. Remocão do Conjunto do Compensador do Aile-
ron (asa)................................. 5-30
5-18. Instalação do Conjunto do Compensador do
Aileron (asa) . . . • . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . • • 5-31
5-19. Remoção do Conjunto do Transmissor do Com-
pensador do Ai1eron ......•..••..•...••.... 5-32

OUTUBRO 1984

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Seção V ~EMBRAER
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Comando\, de Vôo
nAVAJO
Parágrafo Página

5-20. Instalação do Conjunto do Transmissor do


Compensador do Aileron . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-32
5-21. Regulagem e Ajustagem do Compensador do
Aileron . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-33
5-22. Regulagem e Ajustagem do Indicador e do
Transmissor do Compensador do Aileron ..... 5-34

5-23. COMANDO DO PROFUNDOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-35


5-24. Remoção dos Cabos de Comando do Profundor. 5-35
5-25. Instalação dos Cabos de Comando do Profuri-
dor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-36
5-26. Remoção do Conjunto de Guinhol do Profundor 5-40
5-27. Instalação do Conjunto de Guinhol do Pro-
fundor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-41

t 5-28.
5-29.
Regulagem e Ajustagem do Comando do Profundor
Medição do Atrito do Sistema de Comando do
5-42

Pro fundor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-46

5-30. COMANDO DO COMPENSADOR DO PROFUNDOR . . . . . . . . . . . . . . . . 5-46


5-31. Remoção do Conjunto do Compensador do Pro-
fundo r (pedestal de comandos) . . . . . . . . . . . . . 5-46
5-32. Instalação do Conjunto do Compensador do
Profundor (pedestal de comandos) . . . . . . . . . . 5-47
5-33. Remoção do Conjunto do Compensador do Pro-
fundor (profundor)........................ 5-48
5-34. Instalação do Conjunto do Compensador do
Profundor (profundor) . . . . . . . . . . . . . . . . • . . . . 5-49
5-35. Remoção do Conjunto do Transmissor do Com-
pensador do Profundor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-50
5-36. Instalação do Conjunto do Transmissor do
Compensador do Profundor . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-51
5-37. Regulagem e Ajustagem do Compensador do
Profundor................................. 5-51

OUTUBRO 1984
MS-820C/549 Rev. 1 - AGOSTO 1986
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Página 5-U.
~EMBRAER Seçáo V
&rmJ@)·®@jrtJ)[Q]
Comandos de Vôo
nAVAJO
Parágrafo Página

5-38. Regulagem e Ajustagem do Indicador e do


Transmissor do Compensador do Profundor ... 5-53

5-39. CONJUNTOS DOS PEDAIS DO LEME E DO COMANDO DIRECIONAL .. 5-55


5-40. Remoção do Conjunto dos Pedais . . . . . . . . . . . . 5-55
5-41. Instalação do Conjunto dos Pedais ........ . 5-57

5-42. COMANDOS DO LEME DE DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-59


5-43. Remoção dos Cabos de Comando do Leme de
Direção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-59
5-44. Instalação dos Cabos de Comando do Leme de
Direção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5- 6 O
5-45. Remoção da Alavanca Angular do Leme de Di-
reçao. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-6 O
5-46. Instalação da Alavanca Angular do Leme de
Direção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-61
5-47. Regulagem e Ajustagem dos Comandos do Leme
de Direção................................ 5-65

5-48. COMANDO DO COMPENSADOR DO LEME DE DIREÇÃO . . . . . . . . . . 5-67


5-49. Remoção do Conjunto do Compensador do Leme
de Direção (pedestal de comandos) ......... 5-67
5-50. Instalação do conjunto do Compensador do
Leme de Direção (pedestal de comandos) .... 5-68
5-51. Remoção do Conjunto do Compensador do Leme
de Direção (leme de direção).............. 5- 6 9
5-52. Instalação do Conjunto do Compensador do
Leme de Direção (leme de direção)......... 5-7 O
5-53. Remoção do Conjunto do Transmissor do Com-
pensador do Leme de Direção............... 5-71·
5-54. Instalação do Conjunto do Transmissor do
Compensador do Leme de Direção . . . . . . . . . . . . 5-71
5-55. Regulagem e Ajustagem do Compensador do
Leme de Direção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-72

OUTUBRO 1984
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Página 5-iii
Seção V
Comandos de Vôo

Parágrafo Página

5-56. Regulagem e Ajustagem do Indicador e do


Transmissor do Compensador do Leme de Di-
reçao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-73

5-57. TAMBOR DO COMPENSADOR.............................. 5-74,


5-58. Enrolamento dos Cabos no Tambor do Compen-
sador. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 5-74

5-59. COMANDO DO FLAPE (SISTEMA DURES) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-78


5-60. Remoção do Motor Atuador do Flape ......... 5-78
5-61. Instalação do Motor i\tuador do Flape...... 5-78
5-62. Remoção do Eixo Flexível do Atuador do Flape. 5-79
5-63. Instalação do Eixo Flexível do Atuador do '
F lape . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . " 5- 7 9
5-64. Remoção do Conjunto de Transmissão do Flape 5-80
5-65. Instalação do Conjunto de Transmissão do
Flape. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-80
5-66. Remoção do Transmissor da Posição do Flape 5-81
5-67. Instalação do Transmissor da Posição do
Flape. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-85
5-68. Regulagem e Ajustagem do Flape . . . . . . . . . . . . 5-85
5-69. Regulagem e Ajustagem do Transmissor da
Posição do Flape . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-89
5-70. Inspeção do Funcionamento do Relê de Retar-
damento dos Flapes........................ 5-89

5-71. COMANDO DO FLAPE (SISTEMA CALCO) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-91


5-72. Descrição e Operação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-91
5-73. Remoção do Motor Atuador do Flape ......... 5-92
5-74. Desmontagem do Motor Atuador do Flape ..... 5-95
5-75. Serviços no Motor Atuador do Flape ........ 5-96
5-76. Montagem do Motor Atuador do Flape ........ 5-97
5-77 . Instalação do Motor Atuador do Flape ...... 5-98
5-78. Remoção do Eixo Flexível do Atuador do Flape. 5-99

OUTUBRO 1984
MS-8<OC/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 5-iv
~EMBRAER Seção V
~rmJ[~Hm@]WJ[Qf
Comandos de Vôo
nAVAJO
Parágrafo página

5-79. Instalação do Eixo Flexível do Atuador


do Flape.................................. 5-99
5-80. Remoção da Transmissão do Flape............ 5-103
5-8l. ELIMINADO
5-82. ELIMINADO
5-83. ELIMINADO
5-84. ELIMINADO
5-85. Instalação da Transmissão do Flape ........ 5-103
5-86. Remoção da Caixa de Comando do. Flape ...•.. 5-104
5-87. ELIMINADO
5-88. ELIMINADO
5-89. ELIMINADO
5-90. ELIMINADO
5-91. Instalação da Caixa de Comando do Flape ... 5-105
5-92. Remoção do Amplificador de Comando do Flape 5-105
5-93. Instalação do Amplificador de Comando do
Flape..................................... 5-105
5-94. Regulagem e Ajustagem do Flape (sistema
Calco) . . . . . . . . . . . • . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 -10 5
5-95. Procedimento de Teste Funcional do Sistema
Elétrico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-135

OUTUBRO 1984
Rev. 1 - AGOSTO 1986 MS-820C/549
Criptografia: Fred Mesquita
Página 5 - v
pAGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

OUTUBRO 1984
MS-820C/549
Página 5-vi Criptografia: Fred Mesquita
~EMBRAER Seção V
fEf1IfD@·W@(Q]@
Comandos de Vôo
nAVAJD
SEÇÃO V

COMANDOS DE vOO

5-1. INTRODUÇÃO

Esta seção contém os procedimentos de remoça0, instalação, regula-


gem e ajustagem para as várias superfícies de comando do avião. As
diferentes superfícies de comando não precisam ser removidas na or-
dem dos parágrafos desta seção, pois cada parágrafo descreve, indi-
vidualmente, a remoção, instalação e regulagem de cada superfície
de comando ou sistema. No final desta seção encontra-se uma tabela
de pesquisa de panes.

5-2. DESCRIÇÃO

Os comandos primários de voo sao do tipo convencional, operados por


dois volantes de comando e pedais do leme. Os pedais do leme comandam
também a ação dos freios e a direção da roda de nariz. Para coorde-
nar o acionamento do leme de direção e dos ailerons, seus cabos de
comando são interconectados através de um sistema de cabos e molas.
Os compensadores do aileron, profundor e leme de direção sao opera-
dos pelos volantes de comando dos compensadores que, por sua vez,
movimentam os tambores de enrolamento dos cabos localizados no pe-
destal de comandos e os tambores correspondentes, situados na super-
fície de comando específica.
Quando o volante de comando do compensador é movimentado, faz com
que o tambor correspondente gire na superfície de comando, acionan-
do assim, o compensador específico. Uma unidade transmissora ins-
talada em cada compensador envia um sinal ao indicador, no pedestal
de comandos, indicando a posição do compensador.
O sistema de flapes consiste de uma alavanca seletora do flape, lo-
calizada no painel de instrumentos, um motor elétrico reversível
(dotado de um freio), montado sob o painel do piso da cabine, uma
tranE~issão do flape no bordo de fuga de cada asa e de eixos flexí-

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Criptografia: Fred Mesquita
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fEfJ7iT}&Ng)@{Q}@
Comandos de Vôo
nAVAJO
veis de interconexão. Uma unidade transmissora instalada nas asas
e fixada ao flape transmite um sinal a um indicador localizado no
painel de instrumentos, acima da alavanca seletora do flape, indi-
cando a posição do mesmo.
Para uma descrição visual ·dos vários sistemas de comando, consulte
as figuras que se acham nesta seçao.

5-3. PESQUISA DE PANES

As panes peculiares ao sistema de comando estão relacionadas na Ta-


bela V-III, no final desta seçao, acompanhadas das causas prováveis
e das correções sugeridas.

5-4. PROCEDIMENTOS PADRÕES

As sugestões que se seguem podem ser úteis na remoça0, instalação e


manutenção dos diversos.conjuntos:

a. Recomenda-se, embora nem sempre seja necessário, nivelar e colo-


car o avião sobre macacos durante a regulagem e ajustagem dos
comandos.

b. Retire os tambores dos esticadores dos terminais dos cabos, antes


de extrair os cabos através da estrutura.

c. Amarre um cordão ao terminal do cabo, antes de extrai-lo através


da estrutura, para facilitar a reinstalação.

d. As estações dos esticadores são dadas na posição neutra.

e. Antes da desconexão dos cabos, use um marcador de fel tro nos seus
terminais, para fins de referência.

f. Quando os esticadores estiverem ajustados com a tensão correta


dos cabos, não mais que três fios de rosca deverão ficar expos-
tos em cada lado do corpo do esticador.

g. A tensão do cabo deve ser tomada, com a superfície a ser veri-


ficada, na sua posição neutra, e deve ser corrigida para a
temperatura do ambiente onde ela estiver sendo verificada.
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Criptografia: Fred Mesquita
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Comandos de Vôo

NOTA
Sempre que o sistema de comando do profundor
estiver sendo reparado, uma verificação de
atrito do sistema deve ser feita de acordo
com as instruções contidas no Parágrafo 5-29.

h. Certifique-se de que todos os pinos de guarda dos cabos estão


instalados nos locais apropriados e não interferem no curso dos
cabos.
i. Ao instalar as contraporcas dos terminais com rótula, consulte a
figura 5-2, quanto ao método correto de instalação.
j. Verifique que todos os sistemas de comando funcionem corretamen-
te e que todas as superfícies de comando se movem na direção cor-
reta, em relação aos movimentos do volante de comando e dos pe-
dais do leme de direção.

TABELA V- I. REGULAGEM DA TENSÃO DOS CABOS DE ACORDO COM A TEMPERATURA


AMBIENTE
TEMPERATURA AMBIENTE

_1°C 4°C 10°C l5,50 C 21°C 2.,oC 32°C 38°C


TENSÃO DO CABO 30°F 40°F 50°F 60°F 70°F 80°F 90°F 100°F
AILERON 2llb 23lb 25lb 28lb 3llb 35lb 39lb 45 lb
LEME DE DIREÇÃO l8lb 19lb 20lb 22lb 23lb 25lb 27lb 31 lb
PROFUNDOR l4lb 15lb 16lb 17lb 18lb 20lb 22lb 25 lb .

NOTAS
1. Tolerância ± 2 lb .
2. Deve - se permitir que à temperatura do
avião se estabilize durante duas horas pe-
lo menos, antes de verificar e regular as
tensões.

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Comandos de Vôo

TABELA V-II. DEFLEXOES DAS SUPERFíCIES DE COMANDO E TENSOES DOS CABOS

Tmsro 00 CAro AIJ.EIDi! 351b± 21b NJrA

a::MPENSAOOR As tensões dadas, aplicam-


NJrA 00 AILER:N 14 1b ± 2 lb se semente aos aviÕes sesn
Cbnsulte a Tabela V- I ProFUNOOR 20 1b± 2lb os cabos do piloto autaná-
para os dados da ten- tiro o:mectados. Cbnsulte o
a::MPENSAOOR
são, de arorà::> 00llI a 00 PR:FUN- nanual de serviços apro-
t:arp:!ratura. OOR 14lb±21b priado, quanto às tensões
I»\E DE OI- apropriadas <XIII os cabos do
REX;$D 25lb± 21b
piloto autanátiro oonecta-
a::MPENSAOOR dos.
00 Ia.lE DE
DIREX;$D 141b± 2lb

NOTA
Para as aeronaves de número de série
EMB-820001 até EMB-820115, consulte a
última revisão do BS-EMB-800-27-021.
(Piper Service Bulletin n9 739).

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Comandos de VÔO
nAVAJCJ
TABELA V-lI. DEFLEXÕES DAS SUPERF!CIES DE COMANDO E TENSÕES DOS CABOS
AlLERON E COMPENSADOR PROFUNDOR E COMPENSADOR

N::W.: Deflexão do a:nlq:lE!ll N::W.: Deflexão do UAupeusa-


sador 0C1II o aileron nã dor 0C1II ° profundor na p0-
IDsição neutra. sição neutra. 13° ± 2° REF

NIvel da Linha. da Corda


(R:>sição Neutra)
NIvel da Linha. da Corda (RJaição Neutra
LEME DE DIREÇÃO E COMPENSADOR VOLANTE DE COMANDO
N::W.: DeflexãO do a:nlq:lE!ll 001'A: Medida a partir da
Sãdõr 0C1II ° lere na P:;= face 00 painel de i.nstrumen
sição reutra. tos. -

I.
-i-f ~. • 1

,,._..:,:.:
"
- ----
u •••

-
--
.,

"
··("1
- ."'-_/
I..-- NEUTRO ---I
222.2 mm ± 6.4 mm
18,75 ± 0.25 ....1.1

°
....--.-.....
I
j~85j
o
~,..
NIvel da Linha. da Corda
(R:>sição Neutra) c: :'t';:::'

FIAPE em cina 0° + ~ 0° alo p:!ra baOO) Pedal 00 lere 21°15' cada lado
(de
-O do neutro para frente 98 mn (3,87 IDl.)
Aproxinação 15° ± 1° do neutro para trás 92 mn (3,63 IDl.)
total 190 mn (7,5 pol.)

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Comandos de Vôo
nAVA.ID
5-5. CONJUNTO DA COLUNA DE COMANDO

5-6. REMOÇÃO DO CONJUNTO DA COLUNA DE COMANDO (veja a figura 5-1)

a. Para remover qualquer um dos volantes (43) com o tubo (270u44),


siga as seguintes instruções:

1. Marque o tubo de comando (27 ou 44), o anel (26) eocolar (21)


em relação à sua localização ao redor da conexão com roletes
(23). Observe a posição em que se encontram instalados os con-
juntos das articulações (30) para facilitar a reinstalação. Se
os conjuntos das articulações não forem instalados na mesma
posição, o atrito do comando pode aumentar.

2. Corte o arame de freno (24) dos parafusos-tampões (25) que fi-


xam o tubo de comando (27 ou 44) e o anel (26) à conexão com
roletes (23). Retire os parafusos da conexao.

3. Deslize o tubo de comando para fora da conexão com roletes e


do anel, e retire-o do painel de instrumentos. Não deixe cair
o conjunto do tubo quadrangular (31).

b. O conjunto do tubo quadrangular (31) pode ser removido e desmon-


tado de acordo com os seguintes procedimentos:

1. Retire os contrapinos (33) e parafusos (32) que unem as arti-


culações (30) ao braço de comando (11 e 13 ou 16 e 18).

2. Retire o conjunto do parafuso (35) que fixa a extremidade


dianteira do tubo quadrangular (31) à junta flexível (36) do
conjunto da roda dentada. Retire o tubo quadrangular de trás
do painel de instrumentos.

3. O conjunto do tubo quadrangular pode ser desmontado removendo-


se primeiramente o colar (34) do tubo (31). Retire o tubo da
conexão com roletes (23).

4. Corte o arame de freno ( 24) que frena os parafusos-tampÕes (67) f i-


xadoresdocolar (21)àconexãocomroletes (23). Remova o aloja-

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Comandos de Vôo
nAVAJD
mento do rolamento (22) da conexao.
5. Desmonte os roletes (69) da conexão. Observe a quantidade e a
posição das arruelas espaçadoras(70).

c. O conjunto da roda dentada pode ser removido da caverna mestra e


desmontada de acordo com os seguintes procedimentos:

1. Desconecte um dos dois esticadores (41) que conectam as cor-


rentes horizontais de roletes (40 e 42). Remova o protetor ex-
terno da corrente (56), que se situa no interior do alojamen-
to da roda dentada (37 ou 61) que está sendo removida. Desen-
role a corrente da roda dentada que está sendo removida.
2. Se o alojamento da roda dentada esquerda (61) estiver sendo re-
movido, retire primeiramente o painel do piso localizado entre
o pedestal de comandos e o lado esquerdo da fuselagem. Solte
um dos esticadores dos cabos dos ailerons, na estação 76.00 da
fuselagem, a fim de aliviar a tensão da corrente vertical de
roletes (54). Desconecte o cabo de comando que se acha fixado
à extremidade da corrente e desenrole-a da roda dentada.
3. Retire os parafusos-tampÕes (39) que fixam o alojamento da ro-
da dentada à caverna mestra e remova-o.
4. Para desmontar o conjunto da roda dentada, retire o parafuso
que a une ao prisioneiro (64). Use uma chave Kaynar (N/P WIO-3)
para remover a porca sextavada.

Kaynar Mfg. Co. Inc.


800 S. State College Blvd.
Fullerton. California

5. Retire a porca (58) e deslize o prisioneiro (64) para fora do


alojamento da roda dentada.

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CROQUI A

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11 12 11 26
CROQUI B

Figura 5-1. Instalação da Coluna de Comando (folha 1 de 3)

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COmandos de Vôo
nAVAJCJ

Figura 5-1. Instalação da Coluna de Comando (folha 2 de 3)

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