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EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO PRESIDENTE DO

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Nome Completo, nacionalidade, estado civil, profissão,


portador do RG ..., e do CPF ..., endereço eletrônico ..., residente e
domiciliado ..., nesta cidade, vem, por intermédio de seu advogado,
conforme procuração anexa ..., com escritório em ..., endereço que
indica para os fins do art. 77, inc V, do CPC, com fundamento no art.
5° inc LXXI da CRFB/88 e na lei 13.300/16, impetrar
MANDADO DE INJUNÇÃO
Em face de ato omissivo do presidente da República, que
poderá ser encontrado na sede funcional...

I – SÍNTESE DOS FATOS


(...)

II – FUNDAMENTOS JURÍDICOS
Na forma do art. 5° LXXI da CRFB/88 o mandado de injunção
é o remédio constitucional responsável pela defesa em juízo de
direito fundamental previsto na Constituição ainda pendente de
regulamentação.
De acordo com o art. 22 da Lei 13.300/16: "Conceder-se-á
mandado de injunção sempre que a falta total ou parcial de norma
regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades
constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à
soberania e à cidadania.”
(...)
(...)
O remédio ora em análise foi impetrado em face de ato
omissivo do Presidente da República, tendo em vista que a matéria
relativa à xxxxxxxxxxxxxxx é de sua iniciativa privativa, na forma do
art. 61, § 1 º, II, c, da CRFB/88.
Ademais, compete ao STF processar e julgar originariamente o
mandado de injunção, quando a elaboração da norma
regulamentadora for atribuição do Presidente da República, segundo
dispõe o art. 102, inc I, q, da CRFB/88.

III – DOS PEDIDOS


Ante todo o exposto, requer-se:
a) notificação da autoridade omissa no endereço fornecido na
inicial, para que, querendo, preste as informações que entender
pertinentes ao caso;
b) a ciência do ajuizamento da ação ao órgão de representação
judicial da pessoa jurídica interessada;
c) a intimação do Representante do Ministério Público;
d) a condenação do Impetrado em custas processuais;
e) que o pedido seja ao final julgado procedente para que o
Tribunal estabeleça o prazo razoável para que o impetrado promova
a edição da norma regulamentadora;
f) juntada de documentos

Dá-se à causa o valor de 1.000,00 (mil reais) para efeitos


procedimentais.

Termos em que,
Pede deferimento.
Local ... e data ...
Advogado ...
OAB n° ...
EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO
TRIBUNAL FEDERAL

Nome Completo, nacionalidade, estado civil, profissão, portador do


RG ..., e do CPF ..., endereço eletrônico ..., residente e domiciliado ...,
nesta cidade, vem, por intermédio de seu advogado, conforme procuração
anexa ..., com escritório em ..., endereço que indica para os fins do art. 77,
inc V, do CPC, com fundamento no art. 5° inc LXXII da CRFB/88 e da lei
9507/97, vem impetrar
HABEAS DATA
Em face do Ministro de Estado da Defesa, com sede funcional ...,
aduzindo para tanto o que abaixo se segue.

I – SÍNTESE DOS FATOS


(...)
II – DA PROVA DA RECUSA À INFORMAÇÃO
Conforme já narrado, o impetrante teve o seu pedindo indeferido,
em todas as instâncias administrativas, conforme documentação anexa,
comprovando o requisito essencial para a impetração do HABEAS DATA,
de acordo com o art. 8°, I, da lei 9507/97

III – FUNDAMENTOS JURÍDICOS


O art.5°, LXXII, da CRFB/88 dispõe que o HABEAS DATA é o
remédio constitucional responsável pela defesa em juízo dos dados
pessoais que se pretenda conhecer ou retificar.

A referida ação também encontra fundamento na Lei 9507/97 que


ampliou as hipóteses de cabimento do remédio, permitindo que também
seja utilizado para a complementação de dados pessoais, de acordo com
o art. 7º, III.

O direito à informação é um direito fundamental consagrado pelo


texto constitucional no art. 5°, XXXIII.
Conforme previsto no art. 5º, X, da CRFB/88, são invioláveis a
intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado,
inclusive, o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente
de sua violação.

A competência para julgamento do HABEAS DATA é fixada de


acordo com a autoridade coatora. Sendo assim, por força do art 105, I, b,
da CRFB/88, tendo em vista que a autoridade coatora é o Ministro de
Estado da Defesa, o foro competente para julgamento da ação é o STJ.

Também é importante ressaltar que o impetrante é o titular do dado


pessoal que se pretende conhecer por meio desta, o que está em
harmonia com a natureza personalíssima da ação.

IV - DOS PEDIDOS
Diante de todo o exposto, requer-se:

a) que seja notificada a autoridade coatora dos termos da presente


a fim de que preste demais informações que julgar necessárias;
b) a procedência do pedido de habeas data, para que seja
assegurado ao Impetrante o acesso às informações de seu interesse;
c)a intimação do Representante do Ministério Público;
d) a juntada dos documentos

Dá-se à causa o valor de 1.000,00 (mil reais) para efeitos


procedimentais.

Termos em que,
Pede deferimento.
Local ... e data ...
Advogado ...
OAB n° ...
EXCELENTÍSSIMO JUÍZO DE DIREITO DA ... VARA DA FAZENDA
PÚBLICA DA COMARCA DA CAPITAL DO ESTADO XYZ

Nome Completo, nacionalidade, estado civil, profissão, portador do


RG ..., e do CPF ..., endereço eletrônico ..., portador do título de eleitor n°
..., residente e domiciliado ..., nesta cidade, vem, por intermédio de seu
advogado, conforme procuração anexa ..., com escritório em ..., endereço
que indica para os fins do art. 77, inc V, do CPC, com fundamento no art.
5° inc LXXIII da CRFB/88 e da lei 4717/65, vem ajuizar
AÇÃO POPULAR
Em face do Governador do Estado XYZ, do Estado XYZ, Empresa
responsável pelo dano, com endereços..., aduzindo para tanto o que
abaixo se segue.

I – SÍNTESE DOS FATOS


(...)

II – PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA


A tutela de urgência na Ação Popular está presente no art. 5, §4, da
lei 4717/65 e também no art. 300 do CPC e, para alguns autores possui
natureza de medida cautelar. Demonstrar a probabilidade do direito e o
perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo.

III - LEGITIMIDADE ATIVA


O autor gosta de participar ativamente da defesa da Administração
Pública e está em dia com seus direitos políticos, conforme documentação
anexa, portanto, satisfaz plenamente o requisito da cidadania, presente no
art. 1°, §3° da lei 4717/65.

IV – LEGITIMIDADE PASSIVA
O polo passivo da Ação Popular é formado por um litisconsórcio
passivo necessário, conforme estabelece os art. 1° e 6° da lei 4717/65, daí
porque todas as autoridades e empresas envolvidas e indicadas acima
devem responder a presente ação.
V – FUNDAMENTOS JURÍDICOS
O art. 5°, LXXIII, da CRFB/88 prevê que qualquer cidadão é parte
legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao
patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade
administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.

A referida ação também se encontra regulamentada na lei 4717/65


e é um importante instrumento em defesa dos direitos difusos.

A licitação é a regra da transparência administrativa e a sua


obrigatoriedade está prevista no art. 37, XXI, da CRFB/88, que assim
dispõe:

"ressalvados os casos especificados na legislação, as obras,


serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de
licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os
concorrentes, com cláusulas que estabelecem obrigações de pagamento,
mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual
somente permitirá as exigência de qualificação técnica e econômica
indispensáveis à garantia do cumprimento da obrigações"

A necessidade de procedimento licitatório está em harmonia com os


princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade que devem nortear
toda a Administração Pública, segundo dispõe o art. 37, caput da
CRFB/88.

Além do que, os contratos ora impugnados são lesivos ao patrimônio


do Estado e ilegais, tendo em vista que a Constituição e a Lei 8.666/93
determinam a obrigatoriedade da licitação, salvo nas hipóteses legais, que
não se aplicam ao caso ora apresentado.
VI - DOS PEDIDOS
Diante de todo o exposto, requer-se:

a) a concessão da tutela de urgência para determinar a suspensão


do contrato impugnado;
b) que seja julgado procedente o pedido para a invalidação do
contrato irregular;
c) a citação dos réus nos endereços acima indicados;
d) a intimação do Representante do Ministério Público;
e) a condenação do Réu em custas e em honorários advocatícios;
f) a produção de todos os meios de provas em Direito admitidas;
g) a juntada de documentos.

Em cumprimento ao art. 319, VII do CPC, o autor opta pela


realização da audiência de conciliação ou mediação.

Dá-se a causa o valor de ... reais.

Termos em que,
Pede deferimento.
Local... e data ...
Advogado
OAB n° ...
EXCELENTÍSSIMO JUÍZO FEDERAL DA ... VARA FEDERAL DA
SEÇÃO JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ

Nome Completo, nacionalidade, estado civil, profissão, portador do


RG ..., e do CPF ..., endereço eletrônico ..., portador do título de eleitor n°
..., residente e domiciliado ..., nesta cidade, vem, por intermédio de seu
advogado, conforme procuração anexa ..., com escritório em ..., endereço
que indica para os fins do art. 77, inc V, do CPC, com fundamento no art.
5° inc LXXIII da CRFB/88 e da lei 4717/65, vem ajuizar
AÇÃO POPULAR
Em face da Autarquia Federal A, do Presidente da Autarquia Federal
A, do Ministro de Estado, Do Presidente da Comissão de Licitação, da
Multinacional M e do Diretor Executivo da Multinacional M, com endereços
..., aduzindo para tanto o que abaixo se segue.

I – SÍNTESE DOS FATOS


O autor teve acesso, depois de divulgação pela imprensa, a
documentos que comprovam fraude e lesão aos cofres públicos, tendo o
Ministério Público Federal determinado a abertura de inquérito civil e penal
para apurar os fatos.
Havia uma denúncia de irregularidades em contratos administrativos
celebrados pela Autarquia Federal A, e, inclusive, provas robustas de
superfaturamento e fraude nos quatro últimos contratos celebrados pela
mesma, nos ultimos dois anos, com a multinacional M, que ainda se
encontram em fase de execução.
Ademais, diversos documentos evidenciam a participação do
Presidente da Autarquia A, de um Ministro de Estado e do Presidente da
comissão de licitação, bem como do diretor executivo da Multinacional M.

II – PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA


A tutela de urgência na Ação Popular está presente no art. 5, §4, da
lei 4717/65 e também no art. 300 do CPC e, para alguns autores possui
natureza de medida cautelar. Demonstrar a probabilidade do direito e o
perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo.
III - LEGITIMIDADE ATIVA
O autor gosta de participar ativamente da defesa da Administração
Pública e está em dia com seus direitos políticos, conforme documentação
anexa, portanto, satisfaz plenamente o requisito da cidadania, presente no
art. 1°, §3° da lei 4717/65.

IV – LEGITIMIDADE PASSIVA
O polo passivo da Ação Popular é formado por um litisconsórcio
passivo necessário, conforme estabelece os art. 1° e 6° da lei 4717/65, daí
porque todas as autoridades e empresas envolvidas e indicadas acima
devem responder a presente ação.

V – FUNDAMENTOS JURÍDICOS
O art. 5°, LXXIII, da CRFB/88 prevê que qualquer cidadão é parte
legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao
patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade
administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.

A referida ação também se encontra regulamentada na lei 4717/65


e é um importante instrumento em defesa dos direitos difusos.

Os contratos firmados, em razão do superfaturamento, afrontam a


moralidade administrativa e a legalidade, apresentando grande lesividade
para o patrimônio público, conforme art. 3° e art. 4°, III, c, ambos da lei n°
4717/65.

Desta forma, a presenta ação tem como objetivo a proteção do


patrimônio público e da moralidade administrativa, conforme art. 5°, LXXIII,
da CRFB/88 e art. 1° da Lei n° 4717/65.
VI - DOS PEDIDOS
Diante de todo o exposto, requer-se:

a) a concessão da tutela de urgência para determinar a suspensão


do contrato impugnado;
b) que seja julgado procedente o pedido para a invalidação do
contrato irregular;
c) a citação dos réus nos endereços acima indicados;
d) a intimação do Representante do Ministério Público;
e) a condenação do Réu em custas e em honorários advocatícios;
f) a produção de todos os meios de provas em Direito admitidas;
g) a juntada de documentos;
h) a condenação dos responsáveis ao ressarcimento dos danos
causados.

Em cumprimento ao art. 319, VII do CPC, o autor opta pela


realização da audiência de conciliação ou mediação.

Dá-se a causa o valor de ... reais.

Termos em que,
Pede deferimento.
Local... e data ...
Advogado
OAB n° ...