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 O nome do projeto está errado (em dois lugares), você deve usar o nome

do seu projeto em seus relatórios.


 Determine padrões de escrita e siga-os, você destacou de maneira
diferenciada as coleções dentro dos assuntos abordados.
 Cuidado com a gramática, velocidade nem sempre é melhor, observe e
revise o texto, haviam muitos erros.
 Cuidado com a pontuação.

Universidade do Estado do Rio de Janeiro


Faculdade de Formação de Professores
Projeto: “Narrativas nos Livros Didáticos de História: entre diálogos e tensões”
Bolsista: Gabriel da Conceição Fernandes
Tema: Revolução Francesa

Este relatório é a análise sobre o tema da “Revolução Francesa” nos livros didáticos
de história, referentes às quinze coleções utilizadas na pesquisa do projeto “Narrativas nos
Livros Didáticos de História: entre diálogos e tensões”. Aqui poderemos observar
recorrências e singularidades apresentadas nos livros didáticos. As narrativas apresentam
pequenas variações em suas apresentações a respeito do tema, e apontaremos a escrita deve
ser em primeira pessoa, já que esta sendo feito apenas por você não apenas as semelhanças,
mas também vamos observar as pequenas nuances presentes nas narrativas dos livros
didáticos.

OS LIVROS ANALISADOS AQUI SÃO:

Coleção 1 - MELLO, L. I. de A. e COSTA, L. C. A. História - Da independência dos Estados


Unidos ao novo imperialismo - 8º ano. São Paulo. Editora: Scipione. 2009.
Coleção 2 - BRAICK, P. R. E MOTA, M. B. História das cavernas. 8º ano. São Paulo.
Editora: Moderna. 2009.

Coleção 3 - PILETTI, N. PILETTI, C. e LEMOS, T. T de. História e vida integrada. 8º ano.


São Paulo. Editora: Ática, 2009.

Coleção 4 - DOMINGUES, J. E. História em documento – imagem e texto. 8º ano. São


Paulo. Editora: FTD, 2009.

Coleção 5 - BOULOS JR, A. História sociedade e cidadania 8º ano. São Paulo. Editora FTD,
2009.

Coleção 6 - MONTELLATO, C. C. História temática. 9º ano. Rio de Janeiro. Editora:


Scipione. 2009.

Coleção 7 - PANNAZO, S. e VAZ, M. L. A. Navegando pela história. 7º ano. Rio de Janeiro.


Editora: Quinteto Editorial, 2009.

Coleção 8 - DREGUER, R. e TOLEDO, E. Novo história: conceitos e procedimentos. 8º ano.


São Paulo. Editora: Atual editora. 2009.

Coleção 9 - FIGUEIRA, D. G. e VARGAS, J. T. Para entender história. 8º ano. Rio de


Janeiro. Editora: Saraiva. 2009.

Coleção 10 - NEMI, A. L. L. e BARBOSA, M. Para viver juntos. 8º ano. São Paulo. Editora:
edições SM, 2009.

Coleção 11 - APOLINÁRIO, M. R. Projeto araribá. 8º ano. São Paulo. Editora: Moderna,


2009.

Coleção 12 - BOULOS JR, A. Projeto radix. 8º ano. Rio de Janeiro. Editora: Scipione. 2009.

Coleção 13 - COTRIM, G. e RODRIGUES J. Saber e fazer história. 8º ano. Rio de Janeiro.


Editora: Saraiva, 2009.

Coleção 14 - CARDOSO, O. P. Tudo é história. 8º ano. Rio de Janeiro. Editora: Ática, 2009.

Coleção 15 - PELLEGRINI, M. DIAS, A. M. e GRINBERG, K. Vontade de saber história. 8º


ano. São Paulo. Editora: FTD, 2009.
FATOR DETONADOR

Das quinze coleções analisadas todas apresentam como fator detonador para a
Revolução Francesa a insatisfação, em ampla maioria, do setor popular com a estrutura
econômica, social e tributária do Antigo Regime.

Todas as coleções apresentam exatamente o mesmo fator detonador?

 Se sim, não há nuances entre as narrativas que mereçam ser enfatizados aqui?
 Se não, então seria bom que você discorresse um pouco mais sobre o que se
trata esse fator aqui.

IDEIAS ILUMINISTAS

Dentre as coleções analisadas, cinco delas apresentam uma narrativa a respeito das
influências das ideias iluministas no processo da Revolução Francesa. As narrativas
enfatizam como as ideias iluministas penetraram não só no corpo intelectual, como no âmago
das reivindicações das massas populares. As coleções que tratam desse aspecto são: Coleção
1 – “História”, coleção 3 – “História e vida integrada”, coleção 6 - História Temática, coleção
8 - "Novo História", coleção - 14 "Tudo é História". Sempre que você destacar as coleções
que abordam um assunto você deve separar o paragrafo seguinte, como você pode observar
no relatório modelo. As coleções destacam que a influência das ideias iluminista foi de suma
importância para fomentar a oposição às estruturas sociais que faziam a manutenção da
desigualdade existente no Antigo Regime e trata o movimento revolucionário francês como o
principal movimento de concretização dos ideais iluministas. Além disso, as coleções
destacam as críticas efetuadas por pensadores iluministas em oposição às instituições
absolutistas e o destaque a pensadores como Rousseau e o seu conceito de "contrato social", a
Voltaire e a independência da razão humana e a elaboração por estes, Diderot e D'Alembert
da Enciclopédia. Ambas as coleções afirmam que o movimento iluminista forneceu bases
intelectuais para os adversários do absolutismo.

 Você deve assinalar se as demais coleções não abordam o assunto de nenhuma


maneira, ou se abordam apenas em boxs informativos ou algo assim.
 As coleções apresentam exatamente a mesma narrativa? Não há nenhuma
nuance a ser destacada/destrinchada?

AS DIVIDAS CONTRAÍDAS PELA FRANÇA POR ENVOLVIMENTO EM


CONFLITOS ESTRANGEIROS

Dentre as narrativas analisadas, sete delas apresentam uma narrativa a respeito das
dívidas ocasionadas por conta do envolvimento da França em conflitos estrangeiros,
especificamente na luta de independência dos Estados Unidos. A França, em oposição à
Inglaterra, realizou empreitadas bélicas em favor da busca de emancipação dos Estados
Unidos. Tais empreitadas acarretaram em dívidas que intensificaram a crise econômica que
viria ser um fator detonador do processo revolucionário francês. As coleções que tratam desse
aspecto são: Coleção 4 - "História em Documento", coleção 7 - "Navegando pela História",
coleção 9 - "Para entender a História", coleção 10 - "Para viver juntos", coleção 11 -
"Projeto araribá", coleção 13 - "Saber e fazer História".

As coleções apresentam exatamente a mesma narrativa? Não há nenhuma nuance a ser


destacada/destrinchada?

A INFLUÊNCIA DE MONARQUIAS ESTRANGEIRAS NO PROCESSO


REVOLUCIONÁRIO FRANCÊS

Dentre as narrativas analisadas, seis delas apresentam uma narrativa a respeito das
influências de monarquias estrangeiras. As narrativas destacam que as monarquias
estrangeiras, principalmente da Prússia e da Áustria, temerárias das influências do
movimento revolucionário francês, foram contrárias aos movimentos insurgentes na França e
apoiaram o Rei Luís XVI na empreitada do monarca em realinhar a ordem estrutural do
Antigo Regime. As coleções que tratam desse aspecto são: Coleção 6 - História Temática,
coleção 7 - Navegando Pela História, coleção 9 - Para entender a História, Coleção 11-
Projeto araribá e a coleção 13 - Saber e fazer História.
As coleções apresentam exatamente a mesma narrativa? Não há nenhuma nuance a ser
destacada/destrinchada?

A TOMADA DA BASTILHA

Dentre as coleções analisadas essa maneira de iniciar o paragrafo tende a criar a


expectativa de uma narrativa sobre coleções especificas, e não o conjunto completo destas,
pense em um sinônimo ou inicie a partir do “todas” com as modificações necessárias, todas
apresentam uma narrativa em relação à tomada da Bastilha. Este acontecimento é tido pelas
coleções como um marco do processo revolucionário francês, pois, é após este evento que
fica evidentemente constatado que o Rei Luís XVI havia perdido completamente o controle
da situação política e militar do território, além disso, o episódio é tido como uma das mais
claras manifestações da insurreição popular em oposição ao absolutismo e a insatisfação da
estrutura social do Antigo Regime.

 As coleções apresentam exatamente a mesma narrativa? Não há nenhuma


nuance a ser destacada/destrinchada?

A ESTRUTURA TRIBUTÁRIA FRANCESA

Dentre as coleções analisadas essa maneira de iniciar o paragrafo tende a criar a


expectativa de uma narrativa sobre coleções especificas, e não o conjunto completo destas,
pense em um sinônimo ou inicie a partir do “todas” com as modificações necessárias, todas
apresentam uma narrativa em relação à não contribuição fiscal do clero e da nobreza e a
sobrecarga tributária sobre o Terceiro Estado que fora motivo de ampla revolta, pois, estava
atrelada à crise climática que assolava a França neste período. A ideia de oposição à
manutenção do sistema tributário francês, tido como desigual e exploratório, é um tema que é
recorrente em todas as narrativas.

 As coleções apresentam exatamente a mesma narrativa? Não há nenhuma


nuance a ser destacada/destrinchada?
A INSTAURAÇÃO DA ASSEMBLEIA NACIONAL

A instauração da Assembleia Nacional é um tema que é recorrente em todas as


narrativas das coleções analisadas. A instauração da Assembleia Nacional é apresentada pelas
coleções como o resultado da insatisfação do Terceiro Estado e de alguns membros do clero e
da baixa nobreza, contra o processo de votação da Assembleia dos Estados Gerais. A
autoproclamação dos representantes do Terceiro Estado em Assembleia Nacional é vista,
pelas coleções, como o resultado da saturação deste setor social com as explorações
tributárias do Primeiro e Segundo Estado, com o agravamento das crises alimentícias e
econômicas e contra o modelo absolutista. A instauração da Assembleia Nacional tinha como
objetivo a redação de uma Constituição.

 As coleções apresentam exatamente a mesma narrativa? Não há nenhuma


nuance a ser destacada/destrinchada?

A CONDENAÇÃO À MORTE DO REI LUÍS XVI

Dentre as coleções analisadas, apenas as coleções 1 - "História" e a coleção 15 -


“Vontade de saber História”, não possuem uma narrativa em relação à condenação à morte
de Luís XVI. Todas as demais destacam o ocorrido afirmando que os jacobinos acusavam o
Rei de traição e de compactuar com movimentos monarquistas estrangeiros contrários à
revolução. A condenação do Rei Luís XVI gerou revolta, temor e insatisfação em
monarquias estrangeiras que se juntaram para conter a revolução.

 As coleções apresentam exatamente a mesma narrativa? Não há nenhuma


nuance a ser destacada/destrinchada?

A TENTATIVA DE FUGA DO REI LUÍS XVI

Dentre as coleções analisadas, sete delas apresentam uma narrativa em relação à


tentativa de fuga do rei Luís XVI. As coleções 2- História das cavernas, coleção 3 - História
vida integrada, coleção 6 - História Temática, coleção 7 - Navegando pela História, coleção
8 - Novo História, coleção 10 - Para viver Juntos e a coleção 13 - Saber e fazer História
destacam também a tentativa de fuga do Rei Luís XVI como um fator que provocou a sua
condenação.

 As coleções apresentam exatamente a mesma narrativa? Não há nenhuma


nuance a ser destacada/destrinchada?

ÊNFASE NARRATIVA

OK

A ênfase narrativa que se mostra com maior frequência nas narrativas sobre o tema
Revolução Francesa nas coleções analisadas é a ênfase Factual.

SUJEITOS RECORRENTES

OK

As narrativas analisadas na pesquisa apresentam uma recorrência bem especifica de


sujeitos, são 15 sujeitos que aparecem de maneira recorrente nas narrativas, sendo
apresentados quase sempre como tendo a mesma ação, variando dependendo do assunto
trabalhado.

 Luís XVI - É apresentado como um monarca absoluto e em suas ações destaca-se: A


sua convocação da Assembleia dos Estados Gerais e a sua ordem em fechar a
Assembleia Nacional. Algumas narrativas destacam o seu possível pedido de ajuda a
monarquias estrangeiras, a sua fuga e a nomeação de ministros.
 Terceiro Estado - É apresentado como a principal parcela que arcava com as dívidas
da sociedade francesa e, por insatisfação com a estrutura administrativa do Antigo
Regime, rebela-se.
 Sans-Culottes - São apresentados como um setor popular da sociedade e que exerciam
grande influência nos deputados Jacobinos.
 Assembleia Nacional Constituinte - É apresentada como elaboradora da Constituição
e da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
 A Nobreza - É apresentada como opositora à classe popular e como uma parcela da
sociedade que advogava pela manutenção da estrutura do Antigo Regime.
 A Burguesia - É apresentada como uma parcela da sociedade que visava uma menor
carga de impostos e buscava por maior representação e poder.
 Comitê de Salvação Pública - É apresentado como um mecanismo, criado pelos
Jacobinos, para a defesa e manutenção da revolução.
 Jacobinos - Parcela da Assembleia que representava os interesses dos populares e da
pequena burguesia;
 Girondinos - Parcela da Assembleia que representava os interesses dos conservadores
e da alta burguesia
 Convenção Nacional - É apresentado como órgão que objetivava elaborar uma nova
Constituição para a França
 Napoleão Bonaparte - É apresentado como o principal ator do golpe contra o
Diretório.
 Diretório - É apresentado como um órgão que tinha como objetivo diminuir o
descontentamento popular e reforçar o controle político da alta burguesia sobre o país.
 Populares - São tidos como os principais atores de processos como: a queda da
Bastilha, manifestações de insatisfação e revolta.
 Robespierre - É apresentado como a principal referência e líder dos jacobinos e como
líder do período do Terror.
 Clero - É apresentado como uma parcela da sociedade que, assim como a Nobreza,
desfrutava de isenções e advogava em favor da manutenção da estrutura do Antigo
Regime

BIBLIOGRAFIA
Você deve colocar na bibliografia de cada coleção a bibliografia do livro em si, seguir a
sequencia de: primeiro colocar a bibliografia geral do livro, depois a bibliografia extra, seja
do livro do aluno ou do professor. Como você pode observar no relatório modelo.

COLEÇÃO 1 - HISTÓRIA

FILMES
Danton, processo da Revolução. Direção: Andrzej Wajda. França, 1982.
A queda da bastilha. (A tale of two cities). Direção: Jim Goddard. Inglaterra: Mooon Light
home video 1980.

LIVROS
MOTA, G.C. Revolução Francesa. 12. ed. São Paulo: Ática, 2004. (O cotidiano da História).

HILLS, K. A revolução francesa. 12. ed. São Paulo: Ática, 2000. (Guerras que mudaram o
mundo).

OSTERMANN, Nilse W.; KUNZE, Iole C. Às armas, cidadãos! A França revolucionária


(1789 - 1799). São Paulo: Atual. (Coleção História em Documentos).

COKUARD, O. Marat, o amigo do povo. São Paulo: Scritta, 1993.

FURET, F. Pensando a Revolução Francesa. 2. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1989.

GERARD, A. A revolução francesa. 2.ed. São Paulo: Perspectiva, 1999.

MARX, K. A guerra civil em França. Lisboa: Nosso Tempo, 1971.

SCHAMA, S. Cidadãos: uma crônica da revolução francesa. São Paulo: Companhia das
Letras, 2000.

SOBOUL, A. A Revolução Francesa. Trad. Rolando Roque da Silva. 8. ed. Rio de Janeiro:
Difel, 2003

COLEÇÃO 3 - HISTÓRIA E VIDA INTEGRADA

GRAB, Walter. La Révolution Française. Paris: Belfond, 1989.

HOBSBAWN, Eric J. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.

SOBOUL, Albert. História da Revolução Francesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar. 1974.

CAVALCANTE, Berenice. A Revolução Francesa e a modernidade. São Paulo: Contexto,


1997.

KUNZE, Iole Carreta; OSTERMANN, Nilse Wink. Às armas cidadãos! A França


revolucionária (1789 - 1799). São Paulo: Atual, 1995.
COLEÇÃO 4 – HISTÓRIA EM DOCUMENTO.

CAVALCANTE, Berenice. A Revolução Francesa e a modernidade. São Paulo: Contexto.

HILLS, Ken. A Revolução Francesa. São Paulo: Ática. (Coleção Guerras que Mudaram o
Mundo).

KRANTZ, Frederich (Org..). A outra história: ideologia e protesto popular nos séculos XVIII
a XIX. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. (Coleção História).

MARTINEZ, Paulo. Direitos de cidadania. São Paulo: Scipione (Coleção Pornto de Apoio).

MOTA, Carlos Guilherme. Revolução Francesa. São Paulo: Ática. (Coleção O Cotidiano da
História).

NORARET-CHAUSSINAND, Guy. A queda da Bastilha: o começo da Revolução Francesa.


Rio de Janeiro: Jorge Zahar. (Coleção História).

OSTERMANN, Nilse W.; KUNZE, Iole C. Às armas, cidadãos! A França revolucionária


(1789 - 1799). São Paulo: Atual. (Coleção História em Documentos).

HOBSBAWN, E. A era das revoluções (1789 - 1848). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.

COLEÇÃO 5 – HISTÓRIA SOCIEDADE E CIDADANIA

FILMES
Casanova e a Revolução. Direção: Ettore Scola. França/Itália, 1982.

Danton, processo da Revolução. Direção: Andrzej Wajda. França, 1982.

Maria Antonieta. Direção de Sofia Copolla. Estados Unidos: Columbia Pictures, 2006.

LIVROS
VOVELLE, Michel. A Revolução Francesa explicada à minha neta. São Paulo: Unesp, 2007.

OSTERMANN, Nilse W.; KUNZE, Iole C. Às armas, cidadãos! A França revolucionária


(1789 - 1799). São Paulo: Atual. (Coleção História em Documentos).

DARTON, Robert. O grande massacre dos gatos, e outros episódios da história cultural
francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986.

___________. O Iluminismo como negócio: história da publicação da "Enciclopédia", 1775


- 1800, São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
HOBSBAWN, Eric J. A era das das revoluções. São Paulo: Paz e Terra, 1979.

___________. A Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996 (Coleção Leitura).

___________. Ecos da Marselhesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

OSTERMANN, Nilse W.; KUNZE, Iole C. Às armas, cidadãos! A França revolucionária


(1789 - 1799). São Paulo: Atual. (Coleção História em Documentos).

SOBOUL, Albert. História da Revolução Francesa. 2 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1974.

ROUANET, Sérgio Paulo. O espectador noturno: a Revolução Francesa através de Restif de


La Bretonne. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

COLEÇÃO 6 – HISTÓRIA TEMÁTICA

BURKE, Edmund. Reflexões sobre a revolução em França. Brasília: Editora da UNB, 1997.

CAVALCANTI, Berenice. A Revolução Francesa e a modernidade. São Paulo: Conexto,


1990.

COBBAN, Alfred. A interpretação social da Revolução Francesa. Lisboa: Gradiva. 1988..

COGGIOLA, Osvaldo. A Revolução Francesa e seu impacto na América Latina. São Paulo:
Nova Stella, Edusp; Brasília: CNPq 1990.

DARNTON, Rober; ROCHE, Daniel (Orgs.). Revolução impressa: a imprensa na França -


1775- 1800. São Paulo: Edusp, 1996.

FORTESCUE, William. Revolução e contrarrevolução na França: 1815 - 1852. São Paulo:


Martins Fontes, 1992.

FURET, François. Pensando a Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.

HOBSBAWN, E.J. A era das Revoluções: Europa - 1789 - 1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1982

_________. Ecos da Marselhesa: dois séculos reveem a Revolução Francesa. São Paulo:
Companhia das Letras, 1996.

LEFEBVRE, Georges. A Revolução Francesa. São Paulo: Ibrasa, 1966.


_________. O grande medo de 1789. Rio de Janeiro: Campus, 1979.

MICHELET, Jules. A Revolução Francesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

MOTA, Carlos Guilherme. A Revolução Francesa (1789 - 1799). São Paulo: Ática, 1989
(fundamentos).

PÉRONNET, Michel. Revolução Francesa em 50 palavras-chaves. São paulo: Brasiliense,


1988.

RIBEIRO, Renato Janine (Org.). 1789: sombra e luzes. São Paulo: FFLCH-USP, 1992.

SOBOUL, Albert. Revolução Francesa. Lisboa: Teorema, 1988.

VOVELLE, Michell (Org.). Breve história da Revolução Francesa. Lisboa: Presença, 1986.

_________. (Org.). França revolucionária. São Paulo: Brasiliense, 1989.

COLEÇÃO 7 – NAVEGANDO PELA HISTÓRIA.

DIDEROT, Denis; D'Alambert, Jean Le Rond. Verbetes políticos da Enciclopédia. São


Paulo: Discurso, 2006.

HILLS, Ken. A Revolução Francesa. São Paulo: Ática, 1998.

NOGARET, Guy Chaussinand. A queda da Bastilha. Rio de Janeiro: Zahar, 1989.

SAINT-JUST, Antoine de. O espírito da Revolução e da Constituição na França. São Paulo:


Unesp, 1989.

BRANDÃO A. Os direitos humanos: antologia de textos históricos. São Paulo: Landy, 2001.

COLEÇÃO 8 – NOVO HISTÓRIA: CONCEITOS E PROCEDIMENTOS

DARNTON, Robert. O grande massacre de gatos e outros episódios da história cultural


francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986.

JAMES, C.L. Os jacobinos negros: Toussaint L'Ouventure e a revolução de São Domingos.


Sçao Paulo: Boitempo, 2000.
FURET, François. A Revolução em debate. Bauru: Edusc, 2001.

HOBSBAWN, E.J. A era das Revoluções: Europa - 1789 - 1848. 12. ed. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 2000.

_________. A revolução francesa. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

HURR, Lynn. Política, cultura e classe na Revolução Francesa. São Paulo: Companhia das
Letras, 2007.

VOVELLE, Michel. A Revolução Francesa explicada à minha neta. São Paulo: Unesp, 2007.

_________. A revolução francesa: 1789 -1799. Lisboa: Edições 70, 2007.

DARNTON, Robert. O beijo de Lamourette. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

GRESPAN, Jorge L. S. Revolução francesa e iluminismo. São Paulo: Contexto, 2003.

PERROT, Michelle (org.). História da vida privada: da revolução francesa à Primeira Guerra
Mundial. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

VOVELLE, Michel. Combates pela revolução francesa. Bauru: Edusc, 2003.

___________. Jacobinas e jacobinismo. Bauru: Edusc, 2003.

COLEÇÃO 9 – PARA ENTENDER A HISTÓRIA

LIVROS

FURET, François; OZOUF, Mona. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro,
Nova Fronteira, 1989.

GÉRARD, Alice. A Revolução Francesa (mitos e interpretações). São Paulo, Perspectiva.

HOBSBAWN, Eric J. A era das das revoluções. 4. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1982.

LEFEBVRE, Georges. A Revolução Francesa. São Paulo: Ibrasa, 1966.

FURET, François. Pensando a Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
________. FURET, François. Ensaios sobre a Revolução Francesa. Lisboa, A Regra do
Jogo, 1978.

MANFRED, Albert Zakharovich. La revolución francesa y el imperio de Napoleón. México


(D.F), Grijalbo, 1969.

LABROUSSE, Ernest. O Século XVIII. A sociedade do século XVIII perante a Revolução.


São Paulo, Difusão Europeia do Livro, 1957. t. 5, v.1. (Col. História geral das civilizações).

SOBOUL, Albert. Revolução Francesa. Rio de Janeiro, Zahar, 1964.

TULARD, Jean. História da Revolução Francesa: 1789 - 1799. Rio de Janeiro, Paz e Terra,
1990.

TOQUEVILLE, Alexis. O Antigo Regime e a Revolução. Brasília, Editora Universidade de


Brasília, 1979.

VOVELLE, Michel. Breve história da Revolução Francesa. Lisboa, Presença, 1985.

_________. Combates pela Revolução Francesa. Bauru, EDUSC, 2004.

_________. França revolucionária: 1789 -17999. São Paulo, Brasilienses, 1989.

_________. O homem do iluminismo. Lisboa, Presença, 1992.

RÉMOND, René. O Antigo Regime e a Revolução: 1750 - 1815. São Paulo, Cultrix, 1976.

DINIZ, André. A Revolução Francesa. São Paulo: Escala Educacional, 2008.

OSTERMANN, Nilse Wink e KUNZE, Iole Carreta. Às armas, cidadãos. São Paulo, Atual.

FILMES

Casanova e a Revolução. Direção: Ettore Scola. França/Itália, 1982.

Danton, processo da Revolução. Direção: Andrzej Wajda. França, 1982.

COLEÇÃO 11 – PROJETO ARARIBÁ.

BURKE, Edmund. Reflexões sobre a revolução em França. Brasília: Editora da UNB, 1982.
HOBSBAWN, Eric J. A era das das revoluções. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1989.

ROCHE, Daniel. O Povo de Paris: ensaio sobre a cultura popular no século XVIII. São Paulo:
Edusp, 2004.

SOBOUL, Albert. A Revolução Francesa. 3. ed. São Paulo/Rio de Janeiro: Difel, 1979.

VOVELLE, Michel. Breve história da Revolução Francesa. 2. ed. Lisboa: Presença, 1994.

COLEÇÃO 12 – PROJETO RADIX

FILMES

A Inglesa e o duque. Diretor: Eric Rohmer. França, 2001.

Casanova e a Revolução. Direção: Ettore Scola. França/Itália, 1982.

Danton, processo da Revolução. Direção: Andrzej Wajda. França, 1982.

Jefferson em Paris. Direção: James Ivory. Estados Unidos, 1995.

LIVROS

DINIZ, André. A Revolução Francesa. São Paulo: Escala Educacional, 2008.

VOVELLE, Michel. A Revolução Francesa explicada à minha neta. São Paulo: Unesp, 2007.

MOITA, Carlos Guilherme. Tiradentes e a Inconfidência Mineira. São Paulo. Ática, 2003.

FERNANDES, F. O que é Revolução. São Paulo: Brasiliense, 1985.

FURET, F. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989.

GODECHOT, Jacques. A Revolução Francesa: cronologia comentada. Rio de Janeiro: Nova


Fronteira, 1989

HOBSBAWN, E.J. A era das Revoluções: Europa - 1789 - 1848. 12. ed. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 2000.
_________. Ecos da Marselhesa: dois séculos reveem a Revolução Francesa. São Paulo:
Companhia das Letras, 1996.

SOBOUL, Albert. A Revolução Francesa. São Paulo/Rio de Janeiro: Difel, 1974.

COLEÇÃO 13 – SABER E FAZER HISTÓRIA

FILMES

Danton, processo da Revolução. Direção: Andrzej Wajda. França, 1982. 136 min.

Jefferson em Paris. Direção: James Ivory. Estados Unidos, 1995. 140 min.

A noite de Varennes (Itália/França). Direção de Ettore Scola. Poletel, 1981. 122 min.

LIVROS RECOMENDADOS

Ken Hills. A Revolução Francesa. 12. ed. São Paulo: Ática, 2000 (Coleção Guerras que
mudaram o mundo).

Carlos Gulherme Mota. Revolução Francesa. 12. ed. São Paulo: Ática, 2004 (Coleção
Cotidiano na História).

Nilse W. Ostermann; Iole C. Kunze. Às armas, cidadãos! A França revolucionária (1789 -


1799). São Paulo: Atual, 1995.

LIVROS

DARNTON, Robert. O grande massacre de gatos e outros episódios da história cultural


francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986.

FLORENZANO, Modesto. As revoluções burguesas. São Paulo: Brasiliense 1982.

LEFEBVRE, Georges. O Grande Medo de 1789: os camponeses e a Revolução Francesa. Rio


de Janeiro: Campus, 1979.
LUZZATTO, Sergio. Jovens rebeldes e revolucionários: 1789 - 1917. In: LEVI, Giovanni;
SCHMITT, Jean-Claude (Org.). História dos jovens: a época contemporânea. São Paulo:
Companhia das Letras, 1996. v.II. p. 195 - 258.

MOREIRA, Ziéde C. Herança medieval. Nossa História. São Paulo: Vera Cruz, ano II, n. 20,
jun. 2005. p 16 -17.

ROUANET, Sergio Paulo. O espectador noturno: a Revolução Francesa através de Rétif de la


Bretonne. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

SOBOUL, Albert. A Revolução Francesa. São Paulo: Difel, 1995.

SOLÉ, Jacques. A Revolução Francesa em questões. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.

COLEÇÃO 14 – TUDO É HISTÓRIA

LIVROS

DINIZ, André. A Revolução Francesa. São Paulo: Escala educacional, 2008.

MOTA, C. G. Revolução Francesa. São Paulo: Ática, 2004.

VENEZIA, M. Peter Tchaikosvky. São Paulo: Moderna, 1999.

GRANT, Neil. O cotidiano europeu no século XVIII. Melhoramentos, 1997.

HILLS, Ken. A Revolução Francesa. São Paulo: Ática,1998.

PÁGINAS NA INTERNET

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/rev_francesa

http://educacao.uol.com.br/historia/ult/1704u3.jhtm

www.infoescola.com/historia/revolucao-francesa/

http://www.chateau-de-versalhes.fr/orangerie
FILME

Danton, processo da Revolução. Direção: Andrzej Wajda. França, 1982. 136 min.

COLEÇÃO 15 – VONTADE DE SABER HISTÓRIA

HOBSBAWN, Eric J. A Era das revoluções: Europa 1789 - 1848. 20. ed. Trad. Maria Tereza
Lopes; Marcos Penchel. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2006.

MICELI, Paulo. As revoluções burguesas. 10. ed. São Paulo: Atual, 1994.

MOTA, Carlos Guilherme. A Revolução Francesa. São Paulo: Ática, 1989.

PERROT, Michelle (org.). História da vida privada: da Revolução Francesa à Primeira


Guerra, vol. 4. Trad. Denise Bottman; Bernardo Joffily. São Paulo: Companhia das Letras,
1991.