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Vimos

ACREDITAMOS ...

AFONSO DE SANTA CRUZ (ORG.)

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V lm os . . .

Vimos a rocha ela agonia,


sobre a qual Jesus se debru­
çou suando sangue ...

Vlmoe a gruta de Belém,


onde Jesus nasceu ...

Vimos o Lago de Genesaré,


cujas ondas revoltas Jesus
acalmou ...

Vimos a casa de Nazaré,


onde Marta disse o grande
SIM ...

Vimos a rocha do Cslvárlo,


onde Jesus morreu de braços
abertos ...

Vimos como Pedro e João


o sepulcro aberto, onde Jesus
morto fora colocado ...

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Direitos Reservados:
Edições Rosário

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VIMOS E ACREDITAMOS ...

Aqui está o 3. • livro, composto por peregrinos


do "Retiro sobre Rodas", patrocinado pela GENE­
SARÉ TUR.

O 1.• "DO QUE VOCJÉ MAIS GOSTOU NA


TERRA SANTA" trouxe certa unanimidade nos mo­
mentos mais fortes, como foi o encontro com Ma·
ria em Nazaré.

O 2.• "ONDE AS PEDRAS FALAM" apresentou


o impacto da Hora Santa Noturna na rocha da Ago­
nia, no Getsêmani.

E agora o 3." "VIMOS E ACREDITAMOS" faz.


nos reviver a corrida dos dois apóstolos, Pedro e
João, ao túmulo na madrugada da Ressurreição.
João correu mais depressa, mas esperou na entrada
do túmulo e quando ambos entraram, o evangelista
deixou esta frase marcante: "Viram e acreditaram".

Realmente, as filas intermináveis diante do


Santo Sepulcro nos mostram, que todos querem
constatar, se de fato o túmulo está vazio ...

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E ao sair do Santo Sepulcro, quem tiver en­
contrado o próprio Ressuscitado, além do túmulo
vazio, poderá dizer: "meu túmulo também estará
vazio, na hora da chamada final ... "

* * *

E oxalá, cada ano possamos também dizer, no


fim da peregrinação, de quase 40 dias, após uma
profunda experiência de caridade comunitária:
"Vimos o céu da caridade e acreditamos na sua
eterna alegria ...,.

Pe. Afonso Gesslnger, S.J.


(Afonso de Santa Cruz)
Diretor Espiritual do Retiro sobre R.odas
Curitiba - Paraná

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1. 12� Retiro-Peregrinação à

Terra Santa... 1993


João Baptista Lapa Pinheiro
(Caçapav1VSP)

Terra Santa:

Há mais de 30 anos, vivi sonhando em realizar


•1ma peregrinação à Terra Santa e Lugares Sagra­
dos.

Agora, depois de um convite de Nossa Senhora


e São José, estou realizando o meu sonho e o meu
maior desejo, participando deste 12.º Retiro-Pere­
grinação à Terra Santa e Santuários Europeus,
5entindo e vivendo as mais belas emoções.

* * *

Os preparativos desta viagem, tudo foi feito


com entusiasmo e alegria, mas quando pisei a Terra
Santa, o meu coração transbordou de entusiasmo,
ficando acima daquilo que eu pensava, pois, não
há palavras para passar para o papel esta expe­
riência.

Para mim, passar por todos os lugares, por on­


de Jesus Cristo e Nossa Senhora passaram e vive-

5
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ram, foram todos cheios de muita emoção; mas
dois lugares me marcaram e não contive as lágri­
mas.

O !.º foi em Nazaré, na fonte, onde Nossa Se­


nhora ia buscar água, local onde tudo começou.

O 2.0 foi no Getsêmani, durante a Hora Santa.


Esta peregrinação foi totalmente cheia de ensina­
mentos para maior compreensão e entendimento
da Bíblia Sagrada
.-

Agora seguiremos para os Santuários Euro­


peus. Com as saudações de manhã, os terços, as
Horas Santas, que são o óleo para manter viva a
chama, chegaremos até o final.

* * *

Europa:

Europa: terra dos mártires e grandes santos,


e, onde encontramos os belíssimos Santuários de
Nossa Senhora, nossa querida Mãe celestial.

Itália: A terra dos meus avós maternos. Por-


1.ugal: a terra dos meus avós paternos.

Todos os lugares, por onde passamos, servi-


1 am para o meu maior conhecimento na parte re­
ligiosa e para fortalecer mais a minha fé.

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De todos os lugares vou destacar alguns que
foram aqueles que eu sonhava conhecer e os que
me marcaram muito.

Roma: Basilica de São Pedro, São João de


Latrão, Santa Maria Maior e Catacumbas.

Nápoles: Catedral de San Genaro. Aqui che­


gamos no dia de sua festa. Foi para mim urna gran­
de surpresa poder ver o seu sangue liquefeito. Ou­
tra surpresa para mim, foi no Mosteiro do� Fran­
ciscanos, em Palermo, onde encontramos o corpo
incorrupto de São Benedito.

Siracusa: a Igreja de Santa Luzia, lugar do


martírio e também o local onde estão as suas re­
líquias.

* * *

Os lugares que me marcaram muito foram:


Lanciano, onde aconteceu o Milagre Eucarístico.
Diante desta realidade não há quem possa resistir
"ts emoções. Aqui eu senti muita emoção e não
contive as lágrimas.

Lourdes e Fátima: estes dois santuários tam­


bém me marcaram muito. E as lágrimas foram
�bundantes, pois foram os lugares que sempre so­
nhei em visitar.

Meu Deus! Quantas graças eu recebi em par­


ticipar deste Retiro-Peregrinação! Eu agradeço com

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o coração transbordando de alegria, primeiramente
a Deus; depois a Nossa Senhora e São José E' por
último à Genesaré Tur e ao Pe. Afonso e aos Guias.
Que Deus abençoe a todos, com muitas graças,
e que Nossa Senhora os ilumine para que possam
�empre levar outros grupos. Abraços. João Bapt.ista
Lapa Pinheiro.

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2. Um Convite à Terceiro Idade
Alice Prates
(Araçatuba-SP)

. . . Preparemo-nos . . .

No corre-corre diariamente, no vai e vem, à


r::rocura de um bem estar, dentro da dificuldade
que atravessamos, poderíamos parar e pensar tun
pouco e observar que tudo é passageiro e num pis­
car de olhos, os dias, meses e anos se passam e a
eternidade se aproxima.

Bom seria, que abríssemos um espaço neste


vai e vem diário e pensar na eternidade.

Senti que não devemos ser egoístas, e, corno


gostei de ir à Cidade Santa e aos Santuários Euro­
peus, deixo aqui tun sincero convite à 3." idade, que
faça um sacrifício e corno prêrnio por tudo que já
fez para seus filhos, vá à Terra Santa.

Creia, será um bálsamo salutar alguém que


já se sacrificou pela família e hoje merece um prê­
mio dos filhos, que já bem colocados e felizes em
ver e sentir o esforço de sua própria mã.e; às vezes
com lágrimas os alimentou e se dedicou a bem de
tod<>s os filhos.

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FILHOS: devem a seus pais uma viagem à
.Jerusalém. - MAES: Se sua saúde ajudar, não es­
queça que será uma verdadeira terapia, uma lim­
peza das angústias passadas. Mães, aceitem com
alegria o presente dos filhos.

* * *

Santa Beatriz . . .

Ao ouvir as palavras do Pe. Afonso sobre San­


ta Beatriz, fiqÚei emocionada, porque, qualquer
pedrinha que recebo, me dói muito. Agora, saberei
recebê-las, seja grande ou pequena, a dor será mais
suave, e me esforçarei com a ajuda de Jesus de
perdoar qualquer que seja a ofensa a mim dirigida.

Esforçar-me-ei para esquecer, passar uma es­


ponja nas ofensas e lembrar como minha saudosa
mãe me dizia: "Minha filha, tudo neste mundo
passa, somente o amor a Deus não passará."

Que Deus Pai, Filho e Espírito Santo estejam


eternamente em nossos corações! Aprendi que
como os Santos viveram, poderemos também imi­
tá-los, pois todos viveram como vivemos hoje. Bas­
ta colocar a Bíblia dentro de nós e nós dentro da
Bíblia.

Fazer para os outros o que queremos para


;iós. Não fazer para os outros o que não queremos

l.O
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que nos façam. A vida é tão curta e devemos ali­
mentar somente o bem. Saber viver, saber falar
�om Deus como se estivéssemos falando com o nos­
so paizinho terreno.

Como melhorar nossas atitudes? Procurando


viver a Bíblia, visitar os Lugares Santos e, que
nosso olhar seja para os outros um bálsamo trans­
mitido pelo fraterno amor ao próximo .

. . . Bálsamo.. . Lisboa: 11-10-1993

Gostaria de escrever toda &. minha alegria de


pela 2.a vez fazer o Retiro sobre Rodas com a Ge­
nesaré Tur.

Para uma lavagem d'alma, um descanso espi­


ritual nada melhor do que esta Peregrinação que
o senhor, Pe. Afonso, organiza com amor, dedica­
ção e coragem.

Como é bom ouvir o senhor falar: gosta da


3.• idade, porque ela fica quase fora da convivência
<;ocial, porque já é aposentada ou a idade não acei­
ta o avanço do tempo, ou a idade já obriga a se
recolher à frente da televisão, ou nos cantos das
dependências da casa, porque seu linguajar já não
bate com o da juventude ou dos outros de casa.

Que peregrinação salutar! Que ambiente dife.


rente do nosso! Com isso aprendemos, sem qnerer,

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'lceltar o outro como ele é.

Percorrer em diversos países os Santuários e


ouvir como foi a vivência dos Santos, como nos
conforta sabermos in loco o que cada um sofreu e
f"!OrnO.

Então deduziremos: também com a ajuda de


Deus poderemos nos santificar dentro da familia,
<la sociedade, do ambiente em que vivemos. Mas,
para isso necessário se torna, termos vontade de
&eguir as pegadas de Jesus. Não é fácil ser cristão
autêntico, é difícil.

Como os Santos, como São Francisco de Assis,


Santa Teresinha do Menino Jesus, Santo Antônio,
Padre Pio, Santa Teresa d'Avila, Dom Bosco, Santa
Maria Goretti, etc. etc. conseguiram? Viveram co­
mo nós, passando pelos mesmos problemas e di­
ficuldades.

Meus irmãos, queiramos ou não, somos irmãos,


sem distinção de classe, cor, raça, língua, etc. O
necessário é amarmos sempre como Deus nos ama,
sem distinção: "Amai-vos como EU vos amei! ... "

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3. O Jardim das Oliveiras
Florinda Corrêa Dias
(Porto Alegre-RS)

O Jardim do Getsêmani, situado ao pé do Mon-


1 E das Oliveiras, é um dos lugares, que mais me
Pmocionou na visita que fiz à Terra Santa. Era o
lugar preferido por Jesus.

Foi nesse Jardim que Ele passou sua última


noite antes da Paixão. Passou as horas mais tris­
tes e angustiantes de sua paixão, tomando sobre
�i todos os pecados da humanidade.

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4. Os 14 dias vividos em Israel
Benedita Conceição Alves de Melo
(Castanhal·PA)

Obrigado, Senhor! . . .

Pela minha mãe, que um dia, eu ainda no ven­


tre dela, fez promessa a São Benedito!

Pelo nosso guia espiritual Pe. Afonso de Santa


Cruz!

Pela nossa ótima diretora da Genesaré Tur


!lfeusa!

Pela graça de Deus, amazõnida que sou, pisar


pela 3.ª vez em Israel!

Pela terra, que pisamos!

Pelo batismo, que renovamos no Jordão!

Pelos banhos, que tomamos no Mar Morto e


no Mediterrâneo em Te! Aviv!

Pelos montes que contemplamos!

Pela árvore, que plantamos em Jerusalém! Pe­


ço a Deus que floresça!

Pelos templos religiosos que visitamos!

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Pelas pedras que tocamos!
Pelas conchas, que recolhemos!

Pelos hábitos judeus e muçulmanos que assi­


milamos! O pão árabe! A torrada libanesa! A culi­
nária do peixe em Jerusalém!

Pela palavra mais ouvida em Jerusalém: Sha­


lon!
Pelo perfil do nosso guia Yossl com seu jeito
carii;mático, unindo o judaísmo e o cristianismo,
dando-nos grande contribuição arqueológica!
Pelos livros que compramos!
Pela amizade do Pe. Afonso versus Pe. Giorgio:
Amizade fraterna!
Pelo respeito aos 5 padres: 2 diocesanos, 1 je­
•uíta, 1 vicentino e 1 palatino!
Pela filmagem técnico-profissional do Pe. Lou­
renço, que preparava a cena para os artistas Pntra­
rem em ação!
Pelo jeito calmo do motorista da Medínah
Tour!
Pelos nossos afazeres domésticos no Getsê­
mani!
Pelas Irmãs Precioslnas de Castanhal (PA),
onde eu conheci o 1.0 cartaz da Peregrinação.
Pela arquitetura harmónica que embeleza a
bela cidade de Te! Aviv!

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Pela fotografia tirada no camelo a preço de
1 dólar!
Pelo intercâmbio do nosso grupo: norte, nor­
deste, centro, oeste, sudeste e sul!
Pela subida ao Museu de Jerusalém, com seu
acervo cultural exposto a qualquer turista!
Pela tua linda arborização, ó Israel, tua� oli­
''Ciras, teus ciprestes!

Pela entr;oda na Mesquita de Omar, em Jeru-


0além, de pés descalços!

Pelo ritual do povo judeu, quando colocamos


o bi'.hetinho no Muro das Lamentações!

Pelas portas, que nos receberam: Porta de Da­


masco, Porta do Esterco, etc.

Pelo terço meditado que rezamos na Gruta do


Getsêmani!

Pelo creme de beleza, que compramos em Je­


ricó!

Pelo exemplo dos jovens no kibutz, onde almo­


çamos!

Pela cOilllunhão, que recebemos!

Por ter sido hóspede-peregrina-leiga durante 7


dias no Getsêmani!

Pelos turistas que encontramos em Israell

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Pelo lindo cacho de uvas recebido em Jerusa­
lém, das Irmãs Clarissas!
Pelos momentos emocionantes!
Pela visita ao Mosteiro de São Jorge, no deser­
to, onde encontramos jovens ortodoxos como mon­
ges!
Pela subida ao Monte das Tentações, onde Je­
sus foi tentado 3 vezes!
Pela noite! de silêncio de 3 horas no Santo Se-
pulcro!
Pela via-sacra que fizemos em Jerusalém!
Pelo sol do deserto!
Pelas maquetes, que conhecemos!
Pelas sinagogas, que visitamos!
Pela água da Fonte de Nazaré!
Pelo vinho em Caná da Galiléia!
Pelo mlcro-ônibus que nos levou do Getsêmani
l\O deserto!
Pela recepção nos hotéis!
enlim 14 dias vividos em Israel, passando,
onde, tu, Jesus, pisaste: Jericó, Jerusalém, Cesaréia,
e !11furnaúm, Betânia, Belém, Nazaré, Tiberfades,
"'"·Onde medjtamos teus milagres, a tua cruz, tua
vl<lu, morte e ressurreição.
no ventre de tua Mãe. A visita de Maria
; prima Inbel A apresentaQão no Templo. O en-
.

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contro aos 12 anos com os Doutores do Templo.
O pai José, carpinteiro. Os 3 anos de vida pública.
O l." milagre em Caná. Os amigos: Lázaro, Marta
e Maria. A visita à casa de Zaqueu. Cafarnaúm, a
<:asa de Pedro. O desafio de Elias. Isaías, o grande
profeta. Daví, o grande rei. Jericó, em 3 eras. Os
grandes montes: Sion, Oliveiras, etc. As grandes
grutas .. .

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5. São José tomando minha mão...
Maria de Lourdes Campos
(Oliveira-MG)

Muito me alegrei, ao receber o prospecto do


12.' Retiro-Peregrinação à Terra Santa e Santuários
Europeus.

Vibrei, quando li que teríamos como patrono


São José.Gosto tanto dele! Fiz uma novena ao que­
rido Santo para que ele me ajudasse a decidir.

E, então, as coisas foram acontecendo e eu


r.entia que São José estava me orientando. Tão
suav<'mente, e eu cada vez mais fui me sentindo
mais segura. Meus farrúliares apoiando-me. Os
amigos também.

Comuniquei-me com a Neusa. Ela foi 100%,


sempre segura nas informações, ajudava-me a re­
solvP.r as dificuldades; afinal não é tão fácil infor­
mar-se detalhadamente numa viagem de 36 dias
pela Terra Santa e Europa.

Assim, aos 7 de setembro começava eu a minha


4.' viagem ao exterior. Motivo bastante para eu
Pgradecer a Deus. E quanto! Voando com São
José, começava a minha peregrinação: Belo Hori-

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zonte-Rio. Pela TAP Rio-Lisboa-Te! Aviv. Terra
Sant11. Imaginem! Terra Santa, começando por Ti­
beríades, Jerusalém.

E pensar, que Jesus viveu ali, numa familia.


Os 3: Jesus, Maria e José. Que mistério incom­
preensível. Um Deus feito Homem. Durante os 6
dias que estivemos na Terra Santa vivemos gran­
des emoções. Impossível relatar. O Espírito Santo
sopra onde quer, quando quer.

Graças a São José eu pude viver estes momen­


tos tão santos. Que ele me ensine a agradecer. Peço
a São José, que me ensine a fazer isto. Que ele vá
comigo até Maria, até Jesus.

Sei que São José, tomando minha mão me


levará junto de Maria, junto de Jesus para que eu
possa dizer, com toda a piedade: Obrigada, Jesus;
obrigada, Maria. Obrigada, José!

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6. Impressões sobre a Peregrinação
à Terra Santa ..
Francinet Slquelra
(Pamaiba-PI)

Pela Genesaré Tur foi esta a primeira vez que


i;iajei com o grupo do Pe. Afonso.

O ano passado, visitei com mais duas filhas os


Lugares Sagrados; mas, francamente, sem quase
nenhum proveito espiritual, pois fizemos apenas
uma excursão com pessoas leigas e sem conheci­
mento da doutrina de Cristo.

Este ano de 1993 a coisa foi diferente. Gostei


imensamente. Aproveitei muito. Acho até que cres­
ci um pouquinho na vida espiritual. Senti que den­
tro de mim acendeu-se uma centelha mais viva do
amor a Deus.

* * *

Houve nesta Peregrinação três momentos mui­


to ·fortes para mim, para o meu relacionamento
com Deus.

Cristo na sua Via-Crucis caiu três vezes, pois


padeceu e morreu como homem. Isto nos faz en-

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tender a nossa fraqueza. humana, as quedas no pe­
cado, a nossa fragilidade, a nossa miséria, a nossa
obstinação no pecado, notadamente no nosso desa­
mor a Deus e ao próximo.

Parodiando as três quedas do Divino Mestre


(apesar de eu cair todos os dias e várias vez':ls) eu
chorei também três vezes nesta caminhada de 39
dias.

.. .. ..

o primeiro impacto, que me 1rr1noou láarlmas


quentes e sinceras, de profundo 1rrep1ndlm11nto e
dor de ter ofendido ao meu Pa.1 •· :O.U. dl Amor
foi no Monte das Bem-Aventuranou·,·\u.to co­
munguei nas duas espécies. Não QUI lo1•il Hta u
primeira vez, pois já havia recebido a,.JPiv&na Eu­
caristia, a Hóstia Santa molhada no ll.lnlUe do
Senhor. Acontece que naquele dia, reoe� a Hóstia
consagrada e peguei no Cálice com as rnlnh&I mãos,
f.orvendo um substancioso gole do Sangue de meu
Deus.

Quando degluti Corpo e Sangue, mlnhA alma


gritou forte dentro de mim: "Senhor! Não sou
digna de tanta ventura! Que excesso de amor! Qui­
�era dizer com Pedro, mas fiz justamente o con.
trário: fica comigo, doce Amigo da minha alma!
Sem Ti não existo!"

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E lembrando-me de Paulo, acrescentei: "Não
sou eu que vivo é Cristo que vive em mim".
* * *

O segundo momento de muita emoção e grande


recolhimento interior, foi na Igreja da Agonia, no
Hort.o das Oliveiras. Uma Hora Santa, verdadeira­
inente Santa, pois o Pe. Afonso estava possuído do
'Espírito Divino. O Consolador sopra onde quer.

Não vi o Padre, vi e senti Cristo nos convidan­


do - pelo nome - um por um, todos os peregri­
nos, para uma meditação profunda dos sofrimen­
tos de Deus, e, quando o Pe. Afonso pronunciou o
meu nome, não sei o que se passou dentro de mim.
São momentos que não se sabe dizer, só sabe-se
sentir. O pranto corria lento pela face e eu parecia
haver-me transportado pare. chorar mais e mais no
coração de meu Divino Crucifica.do."
* * *

Terceira choradeira e a última da peregrinação.


Ocorreu em Siracusa, na missa em honra de Santa
Luzia. Desta vez chorei convulsivamente. Peregrinei
(.Om uma filha de nome Maria Luzia, a qual nós
chamamos de Malú.

Na hora da comunhão, o Pe. Afonso chama


!ninha filha, entrega-lhe o cálice com as partículas
consagradas e manda que ela distribua a santa
comunhão.

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Quando recebi o Corpo do meu Divino Jesus,
ãadri pelas mãos da minha filha, o pranto jorrava
em ondas. Ofereci a Ele em Ação de Graças aquelas
lágrimas de amor e gratidão por tão grande ven­
tura.

Obrigada, Senhor, por tanto carinho, por tanto


amor, por tanta bondade. Que eu nunca mais Te
ofenda. Obrigada de todo o meu coração. Um abra­
r;o .e um beijo de tua filha - Francinet Siqueira.

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7. Felicidade inenarrável...
Nelson e Maria da Conceição Praclo
(Rio de Janeiro-RJ)

Para nós, estarmos na Terra Santa, terra onde


nasceram, cresceram e viveram Jesus, Maria e Jo­
�é. a Sagrada Família, pisar nas mesmas terras e
passar pelos mesmos caminhos e lugares, onde
passou o nosso Salvador, ensinando o amor ao•
homens e a Deus; estar onde Maria ia à fonte bus­
car água, e na qual o Arcanjo Gabriel lhe anunciara
que ela seria a Mãe do Salvador, isso é grandioso
demais, e faz o nosso coração pulsar acelerado,
com um nó. na garganta, e os olhos marejarem.

Ê uma felicidade inenarrável estar prP,sente,


onde Maria obteve de Jesus o primeiro milagre,
lransformando a água simples, em vinho de pri­
meiríssima qualidade. E nossa felicidade foi ali
aumentada ao recebermos as alianças da renovação
do nosso matrimónio, como nas Bodas de Caná.

Tudo na Terra Santa nos encanta, mas é pre­


ciso estarmos com espírito religioso, e isso o que­
rido amigo Pe. Afonso o faz muito bem, nos avi­
vando e mostrando os detalhes com ensinamentos
profundos e ricos de espiritualidade, sem o que

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seriamos uma mera caravana passando . . .

Em Belém nos embeveceu "ver" Maria, com o


seio à mostra, amamentando o Menino Jesus, na
Grut'l do Leite; que enlevo de amor materno! Quan­
ta tC'rnura! Deus sendo alimentado com leite hu­
mano .. .

* * *

Através dos Santuários Europeus nos tocou


:lmito ver, com os nossos olhos, o Milagre "Euca­
rístico, de Lanciano, ocorrido no ano 600 da nossa
era; a Hóstia Branca que se transformou em carne,
e o vinho em sangue, e assim permanecem até hoje.

Outra coisa muito importante foi vermos o


�angue liquefeito de São Genaro, em Ná.polis, que
ocorre duas vezes ao ano, e uma delas é o dia 19
de setembro, que para felicidade nossa estávamos
por ali passando, e naquele dia.

Como o Pe. Afonso sempre diz, Maria esteve


conosco durante toda a peregrinação e sentimos a
sua presença.

Em Lourdes nos marcou muito a gruta de


Massabielle, onde a Virgem apareceu à Bernadete
Soubirous, e lá. está.vamos no dia 7 de outubro,
festa do Santo Rosário e Nossa Senhora das Vi­
tórias.

Cativou-nos ver relíquias de muitos santos e


'."orpos ainda intactos, como Santa Luzia, a Virgem

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de Siracusa, de Santa Bemadete Soubirous, em
Nevers.

Calou-nos profundo e nos deu grande emoção,


foi em Fátima, onde N. S. apareceu aos três pasto-
1·inhos, em 1917 e justamente no dia 13 de outubro,
o dia da última aparição, em que se estava come­
morando o 76.0 aniversário das aparições de Maria
Santíssima, em terras de Portugal.

Outros lugares que nos marcaram muito foram:


a Gruta Azul, na ilha de Capri, obra da natureza,
que demonstra a grandeza de Deus; a cidade Ars,
onde trabalhou e morreu o Santo Cura d'Ars; o
Santuário de N. Senhora de La Salette, nos Alpes
franceses, a 3.000 metros de altitude.

Foi, sem dúvida, inesquecível, esta romaria­


peregrinação-passeio, onde se aproveitou o út.il e o
agradável, e se fez o retiro, nos moldes de 8anto
lnácio. Assim, crescemos espiritualmente e lucra­
mos materialmente.

Que outras pessoas consigam realizar, também


este sonho!

Lisboa, 14 de outubro de 1993 - Nelson e Ma­


riazinha.

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8. Emoção sobre Emoção...
Ernesto e Juracy Ortlgara
(Erechim-RS)

Obsr-n•ação: O casal Ernesto e Juracy Ortigara, devido à


escassez de tempo, fizeram apenas a Peregri­
nação à Terra Santa, voltando de Roma ao
Brasil.

O ponto alto desta Peregrinação é inegavel­


mente Deus nos ter mandado o Pe. Afonso, inspi­
rado para um trabalho tão grandioso; só pe•soas
realmente impregnadas de Jesus Cristo e de Maria
Santíssima poderiam ter coragem e força para
organizar um movimento desta envergadura: fé,
amor e sobretudo doação!

Tudo o que vimos e sentimos nesta Peregrina­


ção seria impossível descrever, desde o 1.0 dia até
o último foi emoção sobre emoção.

Deus deve nos amar muito para sacrificar seu


Divino Filho Jesus Cristo, para a redenção da pes­
soa humana, que prova de Amor!

O que vimos e sentimos: o Santuário de N. S.


do Carmo, nos emocionou por sermos muito devo­
t.os do escapulário. O passeio de barco no Mar da

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Galiléia foi o que mais nos tocou, no momento em
que foi desligado o motor, imaginando Cristo ca­
minhando sobre as águas ao nosso encontro, para
fazer-nos também a nós seu convite: "Vá para a
sua terra anunciar o que viu e ouviu. Quero fazer
de você também um pescador de homens!"

Anunciação, o lugar em que se iniciou toda a


história da salvação: aquele SIM de Nossa Se­
nhora.

As Bodas de Caná, que maior graça podería­


mos ter recebido do que a nossa renovação do
casamento, neste local: "que surpresa para nós!"

Imaginamos o sofrimento de Maria e José na


Lravessia do deserto, as lindíssimas colocações que
o Pe. Afonso vinha fazendo no decorrer da viagem.

A subida no Monte das Bem-Aventuranças, a


Transfiguração de Jesus no Monte Ta.bar, momen­
tos em que muito pedimos para que nosso interior,
nossa vida também se transfigure de amor.

Jerusalém: quanta história naquela montanha.


Gravou-se profundamente em nós a vista panorâmi­
ca da cidade, na entrada. O Monte das Oliveiras.
Aquele recanto em que fizeram 7 dias de retiro:
·"Quem me dera eu e a Juracy podermos passar
também 7 dias, em silêncio meditar e rezar.

2fJ
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Monte das Oliveiras, Jardim das Oliveiras,
Monte Calvário, Santo Sepulcro, Belém: Nativida­
de de Jesus, Betânia .. . Enfim tudo o que se viu
em Jerusalém nos encheu o coração e a alma.

Impressionou-nos a maneira como foram con­


duzidos esses 6 dias na Terra Santa pela equipe do
Pe. Afonso. Foi para nós uma renovação espiritual
muito profunda. Em nossas orações estaremos sem­
pre unidos. Obrigado pela amizade: Ernesto e Ju­
racy.

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9. Devo dizer que até um ateu...
Dlác. José Marreto
(Anápolls-GO)

Ao querido Pe. Afonso de Santa Cruz: O Re­


tiro sobre Rodas foi muito edificante e contribuiu
para uma vida interior, espiritualmente falando,
mais íntima. Avivou a devoção e o amor a Nossa
Senhora, que a gente levava em terceiro ou quarto
plano em nossas pregações e atividades religiosas.

Os pontos que mais me tocaram, embora to­


dos tenham sido úteis para a minha vida espiri­
tual, foram o Lago de Genesaré, imaginando Jesus
�ndando sobre as águas, com sua misericórdia e
nós (Pedro) afundando pela pouca fé.

Outro ponto, que também me tocou foi no


Getsêmani, onde através das reflexões que o senhor
fez, naquela Hora Santa, me levou bem profunda­
'Ilente para dentro de mim mesmo. Sentir a dor,
e sofrimento de Jesus, de um lado pelo que Ele ia
sofrer, por outro a indiferença dos apóstolos, como
nós às vezes fazemos.

Mas com esse retiro sobre rodas, esperamos


reparar com uma vida mais humana e cristã os so-

31
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frimentos de Jesus ser menos indiferente, como os
apóstolos e trazer e levar Nossa Senhora nos co­
rações dos nossos irmãos.

Todo o corpo tem uma alma. O Retiro sobre


Rodas é o corpo, o senhor é a alma. Por isso reza­
rei t,odos os dias, para que o senhor continue sem­
pre dando vida a esse corpo, que faz tanto bem aos
�eus irmãos na fé, que dele participam. Do seu
irmão em Cristo, Diácono José Marreto. - Vene­
za: 28-09-1993.

* * *

A parte da peregrinação dos lugares sacros,


dos 4 países visitados, devo dizer que até um ateu,
que visse os corpos incorruptos de São Benedito,
:Santa Luzia, São João Maria Vianney, Santa Berna­
dete, Santa Catarina Labouré e outros, aderiria à
(é, abraçando a Igreja.

E isto ainda mais, vendo a ação de Nos�a Se­


nhora na vida de cada um destes santos, com esta
;Jeregrinação é aumentada a convicção e a fé de
qualquer cristão, principalmente com a prepara­
·;ão espiritual do Pe. Afonso. - Diácono José Mar­
; eto. - Braga: 12-10-1993.

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10. Como vi a Terra Santa!
Alayde Marreto

(Anápolis-GO)

O que mais me tocou em Nazaré, foi o poço,


onde Nossa Senhora ia buscar água. Eu via Nossa
Senhora com o cântaro no ombro e o Menino Jesus
correndo atrás dela, brincando, sorrindo.

Em Caná da Galiléia, o nosso casamento, foi


maravilhoso. Na Igreja da Dormição fiquei muito
emocionada, chorei, pois ela foi levada ao céu pelos
anjos e continua só pensando em nós.
Na Hora Santa que fizemos no Getsêmani, on­
de Jesus chorou e suou sangue por nossos pecados.
Tudo me sensibilizou: o Monte Tabor, as Igrejas, o
Monte Calvário, o Santo Sepulcro, tudo serviu para
me conscientizar mais que devemos viver, pensan­
do na vida futura.

E Nossa Senhora vai-nos ajudar. Agradeço a


Nossa Senhora, a São José e aos Anjos. E ao se­
nhor também, Pe. Afonso, o meu muito obrigada.
Que Deus o proteja! - Alayde Vequi Marreto.

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11. Estou sonhando?
Agnez Heck dos Santos

(Curitiba·PRl

Padre Afonso, que bom que o senhor existe.


Agradeço a Deus, por tê-lo conhecido. Tudo aqui é
emoção, fico emoçionada, quando o senhor fala
.;m Nossa Senhora, chamando-a de mãezinha, pois
vejo a grande devoção que o senhor tem por ela e
com isso estou aprendendo a amá-la cada vez mais.

Gostei da frase que o senhor falou no Jardim


das Oliveiras: como é bom estarmos aqui, e eu
reforço: é muito bom estarmos aqui.

Gostei de tudo o que vi e senti. O que mai8 gos-


1ei, em primeiro lugar, foi o senhor ter-me convida­
do para o Retiro no Getsêmani. O terço meditado
no Jardim das Oliveiras, no silêncio daquelas oito
árvores, que foram testemunhas silenciosa'> do
�ofrimento de Jesus. Também as 4 horas que pas­
samos no Santo Sepulcro; naquele silêncio da noite
eu pude sentir Jesus bem perto de mim.

Olhe, Padre Afonso, o Retiro foi uma graça,


uma experiência de vida que todo o dia eu acorda­
va e dizia ao Levy: será que nós estamos aqui mes­
mo ou estou sonhando?!

34
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E a companhia do Frei Giorgio, que simpatia!
Fiquei muito feliz, quando em Caná da Galiléia o
<:enhor celebrou o nosso casamento. Emocionei-me
3té as lágrimas. Obrigada mesmo.

* * *

Padre Afonso, agora volto a escrever sobre a


Europa. Aqui tudo é lindo, mas para mim o ponto
máximo foi o Milagre Eucarístico, em Lanciano.
Quando ainda no ônibus íamos chegando perto, o
�enhor ia falando sobre o Milagre e o que t.inha
acontecido, as lágrimas escorriam pelo meu ros­
to, tal a emoção que senti, e quando cheguei perto,
não sei explicar a minha emoção ao ver, com os
meus próprios olhos, o Corpo e o Sangue de Cris-
1;0, isio é, o pão transformado em carne e o vinho
e:m sangue.

Outra parte também que gostei muito e jamais


esquecerei, foi em Nettuno, na casa de Maria Go­
retti. Na sua humildade soube resistir aos capri­
chos do assassino e fez tudo por amor a Jesus.

Também não posso deixar de falar sobre San­


ia Bemadete, em Nevers, onde descansa seu corpo.
Pensei em ver um corpo ressequido, mas não, pa­
recia que tinha morrido naquela hora, só mesmo
uma santa. Gostei também do terço no ônibus, das
r.uas explicações e com isso aprendi muita coisa.

35
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Em Lourdes, em Fátima, ver a fé daquele povo,
reforça mais a nossa fé. Obrigada, Pe. Afonso, pelo
seu carinho, por cada um de nós e principalmente
para mim e o Levy.

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12. . . . A Raiz da Arvore !
Levy Santos
CCuritiba·PR)

TERRA SANTA: não esperava receber tão


grande graça. Ao chegar em companhia do Padre
Afonso, fui tomado por um estado emocional de
alegria inexplicável. À medida que ia tendo contacto
com os lugares, em que viveram Jesus, Maria e
.José, cada santa missa, cada terço, cada explica­
ção do Padre Afonso, não contive as lágrimas.

Em cada local, senti Jesus, Maria e José inse­


ridos em meu coração, e assim quero que fique
pelo resto de minha vida. Em cada santa missa
quero ver e sentir Jesus, Maria e José. Espero
1ransmitir essa alegria à minha família, parentes e
amigos. Com meu eterno agradecimento ao Pe.
Afonso e todos os peregrinos.

* * *

É com emoção que procuro descrever a viagem


à Terra Santa e Santuários da Itália, França, Espa­
nha e Portugal.

Ao chegar em Jerusalém, ao tomar contacto


r,om os lugares tais como a Gruta dos Apóstolos,

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Casa de Maria, Santo Sepulcro e outros, fui toma­
do por uma grande alegria e felicidade, que muitas
vezes não contive as lágrimas, sentindo a presença
�e Deus em sua Trindade, com Maria Santíssima e
São José, que foram e são a raiz da árvore, que se
ramifica pelo mundo inteiro e que seus frutos ori­
ginaram os grandes santos e santas, erguendo-se
,junto deles monumentais santuários, que tive em
companhia dos demais peregrinos a graça di.> ver,
5entir e admirar, assistido pelo nosso competente e
admirado Pe. Afonso.

Agradeço a Deus e Nossa Senhora por tão gran­


de graça e rogo que a semente dessa árvore encon­
!l·e em nós peregrinos terreno fecundo, para que
possamos dar os melhores testemunhos após a
peregrinação.

Agradeço também a todos os peregrinos e di­


retores da peregrinação. Subscrevo-me atenciosa­
mente Levy Santos.

38

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13 . .. . A mais Belo entre os Mulheres!
Eunice do NascJmento

<Curltiba-PR)

Como foi difícil subir a escada íngreme do


Calvário. E Jesus'subiu com o peso de minha pe­
quenina cruz. E me pus a pensar: como é bom o
meu Senhor Jesus! Carregou nossas cruzes• Sem
gemer e reclamar. Só um bom Filho faz isto por
seus irmãos . . .

* * *

Senhor Jesus, perdoai-me: é difícil dizer o que


:;enti no Calvário. E que grande emoção, quando
rheguei na Gruta do Leite, em Belém. Lá estava
ela, Maria, Mãe não só alimentando o seu amado
Filho, mas alimentando com sua grande fé, e amor.
Obrigada, Senhor Jesus, por me permitir chamar
5Ua Mãe de minha Mãe, a mais bela entre as mulhe­
res e a mais bondosa entre as mães. Mãe carinhosa,
Maria, Nossa Senhora, Soberana Senhora.

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14. Duas alegrias incalculáveis...
Cônego Agulmar Luls de Paula Marques

CCravinhos-SP)

Algumas apreciações sobre a 12." Peregrinação


;, Terra Santa e Santuários Europeus:

1. Grande emoção por ter tido a honra de pre­


�idir a Liturgia Eucarística na Basílica em Nazaré
em honra de São José, padroeiro de minha Paró­
quia de Cravinhos, São Paulo e patrono da Gene­
saré Tur. É a ele que devo tantos benefícios recebi­
dos na condição de Pároco da Paróquia que lhe
foi confiada.

2. Felicidade ímpar, quando ao término da


missa celebrada ao ar livre, numa mesa modesta e
rústica às margens do rio Jordão, desaguando no
Mar de Tiberíades, recebi das mãos do caro irmão
no Sacerdócio, Pe. Afonso, o cálice de louça, usado
na celebração eucarística.

3. A Hora Santa no Getsêmani, lembrando, na­


quela noite, de silêncio, os momentos angustiantes
e dolorosos, quando Cristo viu chegar a sua hora
decisiva.

40
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4. O Contraste de duas Basílicas, uma de pie­
dade, silêncio e oração, lembrando-nos dos dois
acontecimentos da vida de Cristo ali realizados:
instituição da Eucaristia e do sacerdócio católico e
fundação e instalação da Igreja.

O segundo contraste, a frieza de uma Mesquita,


servindo apenas como curiosidade popular.

5. Escalada da via-sacra. Duas situações an­


tagónicas: a primeira e as últimas estações, falan­
do-nos de Cristo aceitando a sua Cruz para levá-la
:?.té o fim, para nela ser crucificado.

As outras estações intermediárias quase não


se podia rezar e meditar, em razão do tumulto do
povo ali aglomerado, absorvido pelo mercado da
época.

Observação: ao Pe. Afonso confio toda a liber­


,iade em publicar ou não, corrigir as falhas histó­
ricas e outras alterações necessárias. Cônego Agui­
mar Luis de Paula Marques: 20-09-1993.

* * *

Impressões de uma Peregrinação:

1. Dois espetáculos da natureza que me im­


pressionaram profundamente, que são: a) O pico
das crateras envelhecidas do Vulcão Etna. - b) a
cidade de Veneza ,edificada em ilhas, cujos prédios

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aparentam estarem construidos e balouçando sobre
as águas.

Os dois espetáculos revelando e manüestando,


de um lado as maravilhas e o poder de Deus e do
0utro, o arrojo do homem, quando sabe aplicar o
poder de sua inteligência para engrandecer o seu
Criador.

2. Duas outras alegrias incalculáveis que me


fizeram mais feliz ainda: a) a visita e a celebração
eucarística, onde nasceu, viveu e morreu a todo
poderosa Santa Rita de Cássia, cuja devoção tenho
procurado divulgar e propagar, pois tenho recebido
1númeras graças por seu intermédio. b) A outra
minha grande emoção foi ter podido realizar o meu
::i.lmejado sonho de quase 44 anos de vida sacerdo-
1 al: conhecer e celebrar em Ars, onde João Batista
Maria Vianney viveu e se santificou, santificando e
salvando inúmeras almas.

Lá pedi insistentemente pelos seminaristas e


�acerdotes de minha Arquidiocese de Ribeirão Pre­
to e pelos que trabalham na minha Paróquia pelas
vocações sacerdotais e religiosas.

3. Porém o ponto alto desta nossa Peregrina­


ção foram as visitas aos vários Santuários de Nos­
sa Senhora. Elas se iniciaram em Nazaré, quando
Maria aceitando a condição e o privilégio de ser
Mãe de Jesus Cristo, manüestou sua preocupação

42
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rle nos santificar e salvar. De então para cá, em
r.enhwn momento, Ela deixou de estar do nosso la­
do, como corredentora e medianeira de todas ai;
graças.

E em cada santuário por nós visitado, desde


·5alete até Fátima, sentimos e respiramos o aroma
de todas as virtudes vividas por Nossa Senhora e o
seu convite insistente para que amemos e sirvamos
o seu Filho Jesus, como Ela o fez na condição de
serva e Mãe.

Deus seja louvado, pois não foram em vão os


sacrifícios e esforços de todos nós peregrinos. De
minha parte me sinto feliz e realizado, não só por
t.er podido realizar o maior sonho de minha vida
de sacerdote, mas também por ter adquirido novas
amizades.

Canto o meu "Magnificat" de ação de graças


por ter recebido tão grandes graças em tão curto
�spaço de tempo.

Fátima, 13 de outubro de 1993.

43
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15. Eu vi e acreditei ...
Maria Angélica Sc:meider
(Curltiba-PR)

Esta peregrinação foi o maior sonho da minha


vida. O que mais me marcou foi Getsêmani: o reti­
rn. O Jardim das Oliveiras. A santa missa, que mais
gostei foi na Gruta dos Apóstolos. E também an­
dar, por onde Jesus, Maria e José andaram.
* * *

Na Europa, os lugares que mais me marcaram


foram em Cássia, a querida Ritinha, e Lourdes e
Fátima, que tanto sonhava, um dia, conhecer e re-
7..ar bem de perto.

Obrigada, Maria!

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16. 12.o Retiro-Peregrinação à
Terra Santa ...
Cel. Maurício Mauro Guimarães da Silva
(Rio de Janeiro-RJ)

Observação: O nosso amigo Cel. Maurício gravou toda a


viagem em mais de 40 fitas e depôs no papel.
Tiraremos alguns tópicos, pois a sua colabo­
ração tem assunto para um livro.

Terra Santa:

Tivemos a graça de vivenciarmos, nos próprios


lugares, todos os mistérios do Rosário de Maria.

Anunciação: foi, sem dúvida o maior diálogo


que o mundo já ouviu. Pedra fundamental de toda
a economia da salvação. Sem este diálogo não teria
acontecido o grande mistério da Encarnação do
Verbo de Deus. Fantástico! Estivemos lá. Vimos
aquele local, onde há 20 séculos isto aconteceu.
Vimos no mesmo lugar, Jesus, na Hóstia Santa da
nossa Hora Santa na Gruta da Anunciação. O mes­
mo Jesus que foi gerado, por obra do Espírito San­
to, no ventre da jovem Maria, que se transformava
no momento do "Fiat" no Primeiro Sacrário de to­
do o mundo. Não é preciso falar mais.É fantástico,
basta!

45
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Fizemos o percurso de 'Maria desde Nazaré até
Eyn Karin. Há vinte séculos, percurso difícil, exaus­
tivo. Uma criatura que viaja grávida, para servir
à sua prima.
Em Belém, na santa missa celebrada na Gruta
de São José, ao lado da Gruta da Natividade, nós
vimos também nascer Jesus no momento da Con­
sagração e o adoramos de todo o coração e canta­
mos no intimo de nossa alma: "Glória a Deus nas
Alturas!"

Entramos junto, com Maria e José, no mistério


da Apresentação no Templo, vivendo estas cenas
descritas por Lucas.

Meditando a perda e o encontro do Menino Je­


sus, nós também andamos pelos caminhos de Je­
rusalém, e nos recordamos do Templo, ao vermo5
o muro das lamentações.

* * *

Estivemos no Getsêmani. Participamos da


Hora Santa junto àquela Pedra, onde Jesus se sen­
tiu só, abandonado, suou sangue . .. mas aceitou
a Vontade do Pai.

Naquela vigília, identifiquei-me com Jesus, na­


quele abandono, naquela solidão de minha vida, e
olhando para aquela Hóstia Santa, e ouvindo o meu
nome, pude falar como Charles de Foucauld: "Pai,
ponho-me nas vossas mãos, fazei de mim o que

46
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quiserdes, seja o que for, eu vos agradeço, estou
disposto a tudo. Aceito tudo, contanto que Vossa
vontade se cumpra em mim, e em todas as criatu­
ras. Não desejo mais nada, Pai. . . "

Foi comovente esta vigília. Inesquecível. Uma


lavagem de nossa alma. Glória a Deus, por este
momento tão tocante!

* * *

Jesus condenado à morte leva a cruz. Acampa


nhamos esta passagem na via-sacra. Lembramos
os relatos evangélicos e nos sentimos pequeninoo.
Também nós somos culpados de tudo isto, que
aconteceu. Nossos pecados foram também a carga
da Cruz do nosso Salvador.

Estivemos no Calvário, bem próximo, partici­


pamos da santa missa, sacrifício idêntico ao rela ·
tado pelos evangelhos.

* * *

Estivemos no Túmulo. Estava vazio. Senti pro­


fundamente que aquele sepulcro vazio era a pedr.<
fundamental de minha fé. Estive lá e vi!

Entramos no Cenáculo. Que bênção e.star no


local do prodígio do Pentecostes. Este lugar, o Ce­
náculo, merece uma grande vigília, que seja de
madrugada, quando não há ninguém. Ali nasceu a
Eucaristia, o Sacerdócio, a Igreja . . .

<17

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Visitamos a Basílica da Dormição. Estivemos
no túmulo vazio de Maria. É dogma de fé, solene­
mente proclamado a l." de novembro do Ano San
to de 1950, pelo Papa Pio XII. Estivemos lá.É tudo'

Como é gratificante para nós católicos, depois


de percorrermos a Terra Santa, podermos sentir
que todos os mistérios da nossa Salvação tiveram a
presença e a participação da Virgem Maria.

* * *

Obrigado, Jesus, Maria, José, por esta valias:,


P.profunda experiência de vida, que me foi proa;.
galizada por mercê de Deus, Pai de Misericórdia.

Observação: Por falta de espaço, omitimos todo o trajeto


europeu e publicamos o final de toda a com­
posição.

* * *

Agradecemos a Deus este Retiro sobre Rodas


e peregrinação à Terra Santa e Santuários Euro­
peus.

Na Europa, rodamos mais de 10.000 km, visi­


tamos 15 Santuários Marianas, 3 Santuárois dedi­
cados a Jesus.Visitamos 36 santuários dedicados a
santos e santas e um santuário dedicado a São Mi­
guel (Monte Gargano).

48
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Rezamos e meditamos mais de 64 santos ter­
ços. Tivemos várias meditações conduzidas pelo Pe.
Afonso e todos os dias, participamos da oração
matinal de saída, com ónibus, saudando a Virgen�
Maria, São José e Anjos.

Participamos todos os dias da santa missa,


quando com Jesus rezávamos ao Pai.

Rio de Janeiro, 19 e 20 de outubro de 1993.


17. Nosso Encontro com a Irmã
Josefina Farani
N a p o 1 is

19-09-1993

Ob8ervação: A Ir. Josefina Farani é a irmã caçula da Irmã


Antonleta Fare.nl. Recebeu-nos com tanta ale­
gria, que deixou esta mensagem:

Vieni Spirito Santo! Ave Maria! La passione


di Gesu e la gioia Pasquale siano sempre nel nostro
cuore!

Revmo. e querido Pe. Afonso! Queridos Com­


patriotas!

A nossa vida espiritual não nos separa dos


nossos sentimentos humanos, da nossa sensibilida­
de, mas purifica e sobrenaturaliza. Eu não posso
negar, mas devo de ser sincera.

É grande a minha consolação espiritual, em


me achar perante a tantos meus compatriotas, a
tantos brasileiros pois brasileira sou também eu
(nasci na Lapa, Paraná).

Porém, talvez o que me faz sentir alegria .\

50
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que não só me vejo perante os meus compatriotas,
mas a pessoas que como eu vivem iluminados pela
fé em Deus.

Queridos, neste momento parte do meu cora


ção um sincero e particular muito obrigada ao que­
rido Padre Afonso, pela santa lembrança que teva
de celebrar a santa missa aqui . . . Oh! como eu não
sei dizer em palavras humanas, o que sinto no meu
coração, isto porque a linguagem do Amor não se
pode traduzir em palavras humanas.

Então faço a minha confissão pública; para


mim na santa missa consiste o meu Tudo, o meu
Mundo! Oh! Que beleza celestial nós juntos ao Ban­
quete Eucarístico a receber Jesus!

ó quanto é bela esta nossa união espiritual que


nos faz antegozar a união espiritual que goza a
assembléia celeste lá no Céu.

Oh! Como em tudo devemos contemplar Deus!


Em tudo Ele manifesta a sua potência, a sua sabe­
doria, a sua paterna bondade, enfim o seu Amor.
Oh! Como devemos apreciar a grande bondade
neste nosso encontro, é Ele que tudo permite.

Agora tenho a dizer que para mim é motivo d�


gratidão ao meu adorável Jesus, pois como no ano
de 1988, no qual eu festejei os meus 20 anos de vida
de Clausura, e tive a graça de terminar a minh�
festa, cantando o meu Magnificat com a mesma pe-

61
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regrinação brasileira, guiada pelo querido Padre
Afonso.

Oh! Feliz coincidência, este ano estou a festejar


os meus 25 anos de vida religiosa de Clausura. Oh'
Como se pode ficar indiferente, não descobrir a
Bondade de Deus que tudo faz com paterno amor.

Queridos, a alegria espiritual, aquela que Je­


sus veio pessoalmente trazer, nesta terra, não é
egoísta, não resiste fechada no coração de quem ;,
possui, mas deseja transmitir a todos.

Então eis-me aqui a convidá-los todos a parti­


cipar da minha santa alegria e festejar os meus 25
anos de vida de Clausura!

Oh! Beata velocidade do tempo! Pois para mirr


25 anos passaram como 25 minutos, porque quem
ama Deus, vive no presente, porque Deus é Amor
e o Amor é o Eterno Presente!

Alegro-me em pensar que certamente todos VO·


cês aceitarão este meu santo convite de festejar, de
participar da minha santa alegria, mas também
convido, ou melhor, peço a caridade de me ajudar
11 agradecer a meu Divino e Amado Esposo Jesus,
que me faz viver, gozando o meu céu antecipado.

Agora a todos vocês faço votos que esta su"


peregrinação seja um aumento de fé em Deus, uni
progresso na sua vida espiritual, que a lembrança

52
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de todos os Santuários visitados seja uma lembran­
ça celestial, uma nova luz no caminho da sua vida
terrena.

Entretanto, com fraterno afeto ofereço uma


lembrança deste nosso feliz encontro, lembrancinh'�
que não parte da minha mão, mas do meu coração

O nosso cristianismo consiste em dar valor ao


sofrimento, aceitando-o com generosidade, e até
com alegria, vendo com o olhar interior, olhar de
fé no sofrimento, na dor, a mística escada que nos
faz subir o monte da Santidade.

Ter uma filial confiança na Bela Virgem Ma­


ria, em cada ocasião difícil, com fé e firme espe­
rança dizer: "Nossa Senhora é minha Mãe e Rainha
Celeste, como Mãe me ama com ternura materna,
e como Rainha me pode ajudar.

Termino, fazendo o meu dever de fazer um


sincero ato de agradecimento, de gratidão ao meu
Esposo Jesus e à minha Mamãe e Rainha Celeste,
a Nossa Senhora e também ao querido Padre Afo•1-
so, que com tanta fraterna bondade me deu esta
grande consolação espiritual, enfim a todos ''Ocês
um grande muito obrigada. Grazie.

Agora juntos cantamos o MAGNIFICAT .

Suor Maria Josefina Passionista.

53

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18. Inesquecível cada Momento . . .
M6nlca G. Faulhaber
(Juiz de Fora·MG)

Peregrinação do ano de 1993: maravilhosa e


abençoada! A viagem foi além das espectativas! O
programa incluía todos os lugares que sempre de­
sejei visitar. Nossá Senhora e São José providen·
ciaram tudo; cuidaram de todos os pormenore�
Parecia que estava vivendo um sonho. Era como se
estivesse no céu face a tantas delicadezas de Deus
e . Nossa Senhora. Gozamos de um paraíso na ter·
ra. Os passeios foram lindos! Quando viajava de
õnibus tinha a sensação de estar voando sobre o
asfalto e estar sendo conduzida por anjos - isto
devido quem sabe às boas estradas, ao ônibus con­
fortável e aos dois excelentes motoristas (Israel,
Europa) que tivemos. Cada dia trazia seu· encanto
e seu fascínio característico e Deus sempre no�
surpreendia com suas novidades. Cada lugar que
passamos foi um presente de Deus. Estas palavras
parecem fantasia, mas traduzem uma realidade vi­
vida e experimentada.

A chegada a Israel na cidade de Tel Avív foi


emocionante! Lá senti uma magia divina que co­
move e encanta.

54
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Foi muito interessante conhecer um pouco dos
hábitos, costumes e a história dos países que visi­
tamos. E isto também foi possível graças aos bons
guias que tivemos que nos orientavam e nos enri ·
queciam com os conhecimentos e informações que
a cada momento nos transmitiam.

Ao visitarmos a Igreja das Carmelitas depara­


mos com uma linda vista panorâmica do mar e da
bela cidade de Haifa. Ante estas maravilhas de
Déus, o nosso coração vibra de alegria.

A travessia do mar da Galiléia é emocionante,


bem como as meditações que a cada dia foram fei­
tas pelo diretor espiritual Pe. Afonso sempre tão
inspiradas e oportunas.

A ida ao rio Jordão foi maravilhosa. Tem mo


mentos que até se torna difícil descrever tudo que
vimos e sentimos.

A visita a Caná da Galiléia e a Nazaré muito


nos edificou e nos fez retornar à origem. Foi lá que
tudo começou . . .

. . Toca o coração visitar Belém, a Gruta da Na­


:üvictade � a Gruta çl.o Leite. A simplicidade e a
pobreza com que Déus quis vir . a este mundo fal;i
�!to no nosso coração.

A Igreja da visitação é muito linda.

5S
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A própria natureza se encarregou de enfeitar,
perfumar e embelezar estes lugares tão abençoado,;
que tivemos a felicidade e o privilégio de visitar.

A ida a Nápolis, a contemplação da paisagem


tão linda nos fascina. A viagem a Capri e o passeio
à Gruta Azul foi encantador.

Somando a tantas riquezas espirituais que re­


cebemos, acrescento os passeios turísticos tão agra
dáveis que fizemos, as belezas naturais que contem
piamos, e que suavizam nossas vidas, trazem bál­
samo ao nosso coração e nos fazem descansar d�.
rotina do dia a dia.

Os companheiros de viagem foram uma bên·


ção. Todos aspirando pelo mesmo ideal. É bom ca­
minhar juntos assim, mesmo que seja num curto
período de tempo. A lembrança é para sempre.

Na ida a alguns países da Europa há muito que


falar. Cada cidade que visitamos, merecia um
comentário e para não estender este relato de
minhas impressões procurarei registrar apenas os
momentos mais marcantes.

Depois só me resta agradecer, rendendo muitas


ações de graças a Deus e a Nossa Senhora pelo
belíssimo presente que me foi concedido de poder
ter participado desta especialíssima Peregrinação.

Inesquecível cada momento que ali vivi.

56
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SANTUARIO DE .N. SRA. DAS GRAÇAS

O Santuário de N. Sra. das Graças em Paris é


belíssimo, cheio de esplendor. É linda a imagem
de N. Sra. das Graças que tem um realce todo es­
pecial neste recinto sagrado. Ela é soberana, dis­
tribuidora de todas as graças, ali tem seu lugar dt'
honra, onde se destaca de uma forma imponente
r majestosa. Senti, neste lugar privilegiado uma
atmosfera envolvente de amor e ternura de uma
Mãe para com seus filhos.

Vale a pena refletir sobre as palavras que Ela


proferiu a Santa Catarina de Labouré, sua confi.
cl.ente:

"Vinde aos pés deste altar: Aqui as graças se­


rão derramadas sobre as pessoas que as pedirem
com confiança e fervor. Serão derramadas sobre os
grandes e os pequenos . . . "

A Virgem aparece com anéis nos dedos, cober­


tos de pedrarias, que lançavam raios uns mais be·
los que os outros. N. Sra. lhe falou:

"Estes raios são o símbolo das graças que


derramo sobre as pessoas que me pedem e ao&
que trazem com fé minha medalha."

Que estímulo para nós recorrer com confiança


a Nossa Senhora e não desperdiçar tantas graças
que nos são oferecidas.

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Algumas das pedras preciosas dos anéis não
emitiam raio nenhum.

Nossa Senhora lhe disse: "Estas pedras que H·


cam na sombra, figuram as graças que as pessoas
esquecem de me pedir."

Concluimos dai que devemos rezar sempre com


maior insistência e freqüência a N. Sra. das Gra­
ças. Se tivessemas pedido mais, teríamos recebido
mais de Deus, dizia Pe. Kentenich.

Corno foi boin, estar nesta Capela, diante da


Virgem Santíssima, de braços abertos esparginclo
graças sobre todos.

Corno nos alegra o coração ao refletir nestas


palavras que Ela disse a Santa Catarina em uma
de suas aparíções:

"Eu mesma estarei convosco, não vos perco de


vista e vos concederei abundantes graças".

SANTUÁRIO DE N. SRA. DO ROSARIO


DE POMPltIA

Agradeço a Deus a oportunidade de ter Ido


visitar o célebre Santuário de N. Sra. do Rosário
de Pornpéia - O Santuário da Oração Mariana -
e ajoelhar-me diante do quadro venerado de N. Sra.
do Rosário para exprimir a esta Mãe Bondosa o
meu sincero agradecimento de. ser .devota do Santo

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Rosário e manifestar mais uma vez minha confian­
ça em sua proteção.

Como o papa João Paulo II disse, quando foi


em peregrinação a Pompéia, quis também repetir:

"Vim a este Santuário, em espírito de fervoro­


sa e humilde peregrinação, para venerar a Virgem
Santíssima e para cumprir um voto quase secreto
de piedade, de gratidão e de amor.

Saudei-a, a Ela, a Nossa Senhora, na prodigio­


sa imagem que nos une a todos com aquela "do�e
Cadeia" que é o Santo Rosário que Ela nos ofere­
ce, propõe e recomenda como meio simples e hu­
milde, mas rico e eficaz de oração cristã.

Esta oração é a nossa oração predileta, que


lhe dirigimos: a M aria. Não esqueçamos, porém,
que ao mesmo tempo o rosário é a nossa oração,
com Maria. Vimos, pois, aqui para rezar com MP.­
ria, para meditar os mistérios de Jesus que Ela co­
mo Mãe meditava em seu coração.

Apraz-me convidar todos a buscar inspiração.


alegria e conforto desta oração tão cara à tradiçi!i.o
cristã. Dirigi, constantemente, o vosso olhar para
a Virgem Santissima, Ela que é Mãe das Dores é
também a Mãe da Consolação, pode compreender­
vos até o fundo e consolar-vos.

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Olhando para Ela, rezando a Ela, obtereis que
"Osso tédio se torne serenidade, vossa angústia se
mude em esperança e vosso sofrimento se trans
forme em amor". (º)
Olhemos sempre para Maria! Amemos Maria!
Imitemos Maria!

Que a Virgem nos sorria e nos proteja!

SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES

A visita a este Santuário Mariano foi especial


para mim; muito emocionante! Entrando neste
recinto sagrado senti uma acolhida amorosa de
mãe que penetrava todo meu ser, proporcionando
uma sensação de bem estar, alegria, e muita paz
no coração. Era como se estivesse envolvida pelü
abraço carinhoso de Maria, senti-me impregnada
pelo calor de sua ternura e de seu amor materno.
Ali o céu tocou a terra!

Mesmo em dia de festa, como ocorreu nesta


nossa visita, 07 de outubro - Festa de Nossa Se­
nhora do Rosário, o que experimentei é que nós na
multidão somos amados e acolhidos pela Virgem
Santíssima, como se fôssemos filho único, tudo
transcorreu como se só eu estivesse alí presente.

(') Trechos tirados do livro : "Os papas e o Rosário" -


Pe. Valério Alberton - páginas 57, 58, 59, 60, 62 e 63.

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Não poderia deixar de falar sobre a procissãCJ
das velas. Foi belíssima! Tocou profundamente meu
coração bem como a piedade, o fervor, a harmo­
nia com que eram entoados os cânticos. Que lem
brança maravilhosa! Este momento é inesquecível'

SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Fátima nos eleva! É um santuário muito ex·


pressivo pela sua simplicidade e austeridade. Ali
senti o perfume da oração.

A mensagem de Fátima é para o mundo, eln


atinge o ãmago de nosso ser.

Fátima é toda oração.

Já na primeira aparição do anjo aos pasto ri.·


nhos: O anjo reza . . . O anjo convida a rezar.
O anjo pede oração incessante . . .

Nossa Senhora é toda oração. E não só com a;:


palavras que Ela nos convidou a rezar, foi também
com os símbolos e os gestos: de mãos postas, terço
nas mãos - a oração tradicional da Igreja - tu­
da Ela reza, toda Ela convida a rezar!

Nossa Senhora nos convida com seus insis­


tentes pedidos a desfrutarmos dos efeitos tão pro .
digiosos da oração do Santo Rosário.

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Para mim através das aparições de Fátima N
Sra. quis despertar em nós o amor à oração do
Santo Rosário e estabelecer a devoção ao seu Ima­
culado Coração através da consagração - repara­
ção e desagravo. Devoção esta tão pouco cultivar.a
entre nós católicos. Ela disse em uma das apari ·
ções à Lúcia: "Ao menos tu consola-me". Este •u
se estende a cada um de nós. Abramos nosso cora
ção a este apelo de Mãe. Sejamos devotos de seu
Imaculado Coração. Certa vez, Jacinta disse à Lú­
cia: "Dize a toda. a gente que Deus concede suas
graças através do Imaculado Coração de Maria"

As primeiras palavras de N. Sra. aos pastori­


nhos amedrontados foram: "Não tenham medo. Eu
não vos faço mal".

Mas não é só os pastorinhos que N. Sra. quer


'.É a todos nós. A sua missão é fazer .
tranquilizar.
nos bem e livrar-nos dos males. A todos nós que
vivemos sob o signo do medo, Ela diz e conth:."'
dizendo: "Não tenham medo. Apesar dos males P
dos perigos que de toda parte nos ameaçam e a
toda hora apavoram, não tenham medo. Confiança
em mim, sou Mãe."

Fátima, Mensagem de Esperança, de Amor e


de Paz!

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19. Obrigado, São José
Neusa L. C. Maebado

(Curitiba.-PR)

São José, meu santo querido e muito amado,


meu amigo de todas as horas, tanto tristes como
alegres, eu vos agradeço por tudo, principalmente
pela proteção que me destes durante a peregrina­
ção de setembro de 1993 e principalmente aos ama­
dos peregrinos.

* * *

Pelo grande amigo e confidente e grandioso


guia espiritual Pe. Afonso Gessinger, que com suas
mensagens espirituais, comovia e transportava ca­
da peregrino para um mundo maravilhoso, o mun­
do de Deus. Obrigada, São José!

* * *

Pelo Pietro Fanton, guia e diretor da Genesaré


na Itália, pessoa dedicada e preocupada por todos
os detalhes técnicos da viagem, para que cada pe­
regrino tivesse todo o conforto e tranquilidade.
Pelo carinho que dedicou a cada peregrino, pelas
exigências que fazia em todos hotéis, para que na­
da falhasse. Obrigada, São José!

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Pelas peregrinas Mônica e Corina, que com
sua amizade, carinho e muita devoção tornaram a
viag·em tranqüila e feliz. Pelo amor que transmi­
tiram a todos, só tenho que dizer: Obrigada, São
José!

* * *

Pelos queridos casais, Ernesto-Juracy Ortigara,


Levy-Agnez Santos, José-Alayde Marreto, Nelson­
Maria da Conceição Prado, que com seu exemplo
de carinho e compreensão davam prova de que o
amor é o mais importante na vida. Pela felicidade
que irradiavam, contagiando-nos a todos. Obriga­
da, São José!

* * *

Pelas queridas amigas Cênia e Florinda, que


juntas peregrinaram, Cênia com seu jeitinho quie­
to, aproveitando cada segundo da viagem. A Florin­
da sempre ágil, estando junto do guia para não
perder nada. As duas foram um exemplo para nós.
Obrigada, São José!

* * *

Pelas queridas amigas Eunice e Maria do So-


corro, as quais tenho certeza que São José as trou­
xe pela mão até nós. A Eunice com toda a devoção
e respeito, que demonstrou nos lugares santos, ti­
rando sempre os sapatos, onde entrava, isto me
emocionou muito, principalmente quando visitou a
sua santa do coração, Santa Rita de Cássia.

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A Maria do Socorro, peregrina que já conheço
ae várias peregrinações, com seu jeito brincalhão
e sua devoção, sempre rezando nos momentos de
folga. Ambas passaram muita alegria para mim.
Obrigada, São José.

* * *

Pelas queridas amigas Francinet e Maria Lu­


zia, mãe e filha, inseparáveis, demonstrando um
grande carinho entre ambas. Pela força da querida
Francinet, que acompanhou tudo sempre extasia­
da, sempre agradecendo cada momento da viagem
e já se inscrevendo para a próxima . . . Obrigada,
São José!

* * *

Pelas amigas Leony e Wanda, que deram à pe-


regrinação momentos de alegria e satisfação, com
seu modo descontraído, brincalhão.

A Wanda sempre espirituosa, isto é muito bom,


porque na vida, o bom humor agrada a todos e a
Deus.

A Leony, que já conheço muito bem, com seu


modo particular de rezar, aproveitando tudo. Obri­
gada, São José!

* * *

Pelos Padres Augusto e José Leopoldino, que


muita coisa boa passavam para nós. O Pe. José
Leopoldino, com seu jeitinho de menino quietinho,

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acho que dentro de seu coração passavam emo­
ções, que as guardava sob sete chaves . . . Obriga­
da, São José!

* * *

Pelos queridos "filhinhos" Cónego e João Bap­


tista, que tanta coisa boa nos transmitiram com
seu silêncio e suas lágrimas.

O Cónego Aguimar, o "caçulinha" que aprendi


u estimar como se fosse um filhinho, com seu olhar
de menino inocente, sempre agradecendo, agrade­
cendo e agradecendo. De longe eu observava tudo
e me emocionava.

O meu outro filho, João Baptista, quantas lá­


grimas de emoção brotaram nesses olhos. Os dois
seguiram à risca o que lhes falei, antes da viagem:
"Aproveitem cada minuto da viagem, esqueçam
problemas ou alguma contrariedade. Quando ter­
minar a viagem e voltarem para casa, af a saudade
vem. Por esses dois filhos mil vezes gradeço . . .
Obrigada, São José!

* * *

Pelos queridos peregrinos Maurício e Alexan­


dre, também agradeço de todo o coração. O Maurl­
cio com sua devoção e sede de ouvir e gravar tudo
que era dito na viagem. Olhe, Maurício, fiquei con­
tente, pois você fez uma coisa que sempre quis fa­
zer e não consegui por estar sempre ocupada.

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O "filhinho" Alexandre, que com os olhos vi­
brava com as coisas que via e guardava dentro de
si. Parece que tudo já conhecia, pois antes de via­
jar leu tudo o que podia e respeito do assunto. Vo­
cê, Alexandre, foi um menino muito querido e con­
tinua sendo . . . Por vocês dois eu só posso dizer . . .
Obrigada, São José!

* * *

Pelas peregrinas Alice e Maria Angélica, pes­


soas que com sua dedicação e alegria colaboraram
muito para que a viagem transcorresse num clima
agradável. A Maria Angélica sempre prestativa, não
se descuidando do chimarrão e a Alice, nossa caçu­
linha, que com sua idade, participava de tudo sem­
pre com um sorriso carinhoso nos lábios. Obriga­
da, São José!

* * *

Pela Benedita Conceição, peregrina já de ou­


tras viagens, representando o Pará, sempre atenta,
com seu caderninho a mão, anotando tudo, absor­
vendo tudo com os olhos e o coração . . . Obrigada,
Obrigada, São José!

. . ...
Peio Pe. Lourenço, o nosso repórter-filma.dor
da Terra Santa, o mais jovem peregrino, rostinho
de menino e coração de gigante. Pelo seu entusias­
mo, carinho e dedicação só posso dizer: Obrigada,
São José!

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Vocês pensam, que esqueci da querida filha
Maria de Lourdes? Deixei por última, porque
ludo que gostaria de falar, não caberia em uma fo­
lha só. Só me limito a dizer, que você, Maria de
Lourdes, é uma pérola escondida, que quando se en­
contra devemos guardá-la com todo o carinho.

O seu silêncio durante toda a peregrinação, foi


de um recolhimento total. Só Deus sabe o que pas­
sava nesse coração tão aberto às coisas espirituais.
Você é um exemplo, um modelo de pessoa, você
que já viajou pela segunda vez conosco. Por isso só
posso dizer: Obrigada, São José!

* * *

São José, por todos os peregrinos, aqui men­


cionados, peço toda a proteção, saúde, amor e mui­
ta paz. Estimo a cada um como se fosse o único
e os guardo dentro do coração, como um tesouro
precioso. Cuidai deles e abençoai-os . . . Obrigada,
São José!

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20. A Caridade não Cansa ...
Pe. Afonso Gesslnger, S.J.

(Diretor Espiritual)

Tive a graça - certamente intermediada por


Nossa Senhora, Ela é assim mesmo - de ter con­
duzido 13 Peregrinações à Terra Santa.

Desta vez não voltei cansado. Poderia logo en­


cetar nova peregrinação, com a mesma duração
de quase 40 dias.

Quando há um bem querer entre o grupo,


quando há relevância quanto a certas falhas e de­
sentendimentos, quando um sabor de oração per­
vade o ónibus durante a viagem de mais de 10.000
km, então há experiência de caridade, onde Deus
está no meio.

Aliás Deus É CARIDADE! Por isso a caridade


não cansa!

Obrigado, grupo 12.0 Retiro-Peregrinação 1993!


Nossa Senhora agradece!

G9

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INDICE

Vimos e acreditamos... . . . . . . . .

l. 12.º Retiro-Peregrinação à Terra Santa 1993

2. Um convite à terceira idade 9

3. O Jardim dns Oliveiras . . . . . 13

4. Os 14 dias vividos em Israel . . . 14

5. São José tomando minha mão . . . rn

6. Impressões sobre a Peregrinação à Terra Santa . . 21

7. Felicidade Inenarrável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

8. Emoção sobre emoção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21'

9. Devo dizer que até um ateu . . . . . . . . . . . . . . . . 31

10. Como vi a Terra Santa . . . . . 33

11. . . . Estou sonhando? . ...................... ..... 31

12 . . . . A raiz da árvore . . ........................... 37

13. A mais bela entre as mulheres . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30

H. Duas alegrias incalculáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . !O

15. Eu vi e acreditei... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-l

16. 12.º Retiro-Peregrinação à Terra Santa . . . . . . . . . 45

17. Nosso encontro com a Irmã Josefina Fare.ni . . . . 50

18 . Inesqueclvel ce.da momento . . . . . . . . . . . . . . . . . 54

19. Obrigado São José . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63

20. A caridade não cansa . .. . ........... ... 69

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AI. Cabral, 846 - Fone: (041) 222·1057
Caixa Post.al, 988
CURITIBA - PARANÁ

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Acredltam o 1 .

Como Pedro e Joio &11redl·


tamos que Jesus penaou em
nÓll no euor de Sansuli no
Getsêmanl ..

Como Pedro e Joio aoredl·


tamos, que em Bellm nuoeu
o Sol da eternidade qt.ie dll·
slpou as trevas do pe<!Bdo . . .

Como Pedro e Joio aoredl·


tamos, que o próprio Deu1
feito Homem acalmou u on·
das revoltas do La10 de Oe·
nesaré . . .

como Pedro e João acredl·


tamos, que no Hlo de Marta
todos nós noa tornuno1 Ir·
mi.os de Jesus e filho• do
mesmo Pai etemo . . .

Como Pedro e Joio 1or1cll


tamos, que do alto da nrus
foi dita para nóa uta rrue
testamsntelra d1 Juus : "11:11
ai tua Miei" . . .

Como Pedro e Joio aoredl·


tamos, ao ver o upuloro
aberto, que JHUI DIC FATO
RESSUSCITOU . . .

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