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Guia de Estudo - LPIC 101 Montado seguindo os objetivos retirados direto do Site da

Guia de Estudo -

LPIC

101

Guia de Estudo - LPIC 101 Montado seguindo os objetivos retirados direto do Site da LPI

Montado seguindo os objetivos retirados direto do Site da LPI

http://www.lpi.org/eng/certification/the_lpic_program/lpic_1/exam_101_detailed_objectives

Índice 1. TOPICO 101 - ARQUITETURA DE SISTEMA 6 1.1 CONFIGURAÇÃO DE ATRIBUTOS FUNDAMENTAIS DE

Índice

1. TOPICO 101 - ARQUITETURA DE SISTEMA 6 1.1 CONFIGURAÇÃO DE ATRIBUTOS FUNDAMENTAIS DE BIOS
1. TOPICO 101 - ARQUITETURA DE SISTEMA
6
1.1
CONFIGURAÇÃO DE ATRIBUTOS FUNDAMENTAIS DE BIOS
6
1.2
RECURSOS DE HARDWARE
6
1.1.1.
COLDPLUG E HOTPLUG
6
1.2.1.
LSPCI
6
1.2.2.
LSUSB
7
1.2.3.
MODPROBE
7
1.2.4.
LSMOD
7
1.3
SISTEMA DE BOOT
7
1.3.1. VAR/LOG/MESSAGES
7
1.3.2. DMESG
7
1.3.3. LAST
7
1.3.4. BOOTLOADER
7
1.3.5. KERNEL
8
1.3.6. INIT
8
1.4
MUDE RUNLEVELS E PARADA PROGRAMADA OU RECARREGUE O SISTEMA
8
1.4.1. RUNLEVELS
8
1.4.2. ETC/INITTAB
8
1.4.3. SHUTDOWN
8
1.4.4. ETC/INIT.D
8
1.4.5. TELINIT
9
2. TÓPICO 102: INSTALAÇÃO DE LINUX E GERÊNCIA DO PACOTE
10
2.1
DISPOSIÇÃO DO DISCO RIGIDO DO PROJETO
10
2.1.1. SWAP SPACE
10
2.1.2. MOUNT POINTS
10
2.1.3. PARTIÇÕES
10
2.2
INSTALAR UM GERENCIADOR DE BOOT
11
2.2.1. GRUB
11
2.2.2. MBR
11
2.2.3. SUPERBLOCO
11
2.2.4. LILO
11
2.3
BIBLIOTECAS COMPARTILHADAS
12
2.3.1. LDD
12
2.3.2. LDCONFIG
12
2.3.3. LD_LIBRARY_PATH
12
2.4
ADMINISTRAÇÃO DE PACOTES DEBIAN (.DEB)
13
2.4.1. DPKG
13
2.4.2. APT
13
2.4.3. APTITUDE
14
2.4.4. DSELECT
14
2.4.5. ALIEN
14
2.5
ADMINISTRAÇÃO DE PACOTES REDHAT (.RPM)
14
2.5.1. RPM
14
2.5.2. RPM2CPIO
15
2.5.3. YUM
15
3. TÓPICO 103: GNU E COMANDOS DO UNIX
16
3.1
TRABALHANDO NA LINHA DE COMANDO
16
3.1.1. SHELL
16
3.1.2. BASH
16
3.1.3. ALIAS
16
3.1.4. ECHO
16
3.1.5. ENV   16 3.1.6. EXEC   16 3.1.7. EXPORT   16 3.1.8. PWD  

3.1.5. ENV

 

16

3.1.6. EXEC

 

16

3.1.7. EXPORT

 

16

3.1.8. PWD

 

16

3.1.9. FILE

 

16

3.1.10. SET

 

16

3.1.11. UNSET

 

16

3.1.12. MAN

 

17

3.1.13. UNAME

 

17

3.1.14. HISTORY

 

17

3.1.15. VARIÁVEIS PRÉ-DEFINIDAS

 

17

3.1.16. VARIÁVEIS ESPECIAIS

 

17

3.1.17. ARQUIVOS DE CONFIGURAÇÃO

 

17

3.1.18. COMANDOS SEQÜENCIAIS

 

18

3.2
3.2

PROCESSAR FLUXOS DE TEXTO ATRAVÉS DE FILTROS

 

18

3.2.1. CAT

 

18

3.2.2. MORE

 

18

3.2.3. LESS

 

18

3.2.4. TAC

 

18

3.2.5. CUT

 

18

3.2.6. EXPAND

 

19

3.2.7. HEXDUMP

 

19

3.2.8. FMT

 

19

3.2.9. HEAD

 

19

3.2.10. OD

 

19

3.2.11. DIFF

 

19

3.2.12. JOIN

 

20

3.2.13. NL

 

20

3.2.14. PASTE

 

20

3.2.15. PR

 

20

3.2.16. SED

 

20

3.2.17. SORT

 

21

3.2.18. SPLIT

 

21

3.2.19. TAIL

 

21

3.2.20. TR

 

21

3.2.21. UNEXPAND

 

21

3.2.22. UNIQ

 

22

3.2.23. WC

 

22

3.3
3.3

GERENCIAMENTO BÁSICO DE ARQUIVOS

 

22

3.3.1. CP

 

22

3.3.2. FIND

 

22

3.3.3. MKDIR

 

23

3.3.4. MV

 

23

3.3.5. LS

 

23

3.3.6. RM

 

23

3.3.7. RMDIR

 

23

3.3.8. TOUCH

 

24

3.3.9. TAR

 

24

3.3.10. CPIO

 

24

3.3.11. DD

 

25

3.3.12. FILE

 

25

3.3.13. GZIP

 

25

3.3.14. GUNZIP

 

25

3.3.15. BZIP2

 

25

3.3.16. FILE GLOBBING

 

25

3.4
3.4

FLUXOS, CANALIZAÇÃO E REDIRECIONAMENTOS DE SAÍDA

 

25

3.4.1. 0 - STDIN 26 3.4.2. 1 - STDOUT 26 3.4.3. 2 - STDERR 26
3.4.1. 0 - STDIN 26 3.4.2. 1 - STDOUT 26 3.4.3. 2 - STDERR 26
3.4.1. 0 - STDIN
26
3.4.2. 1 - STDOUT
26
3.4.3. 2 - STDERR
26
3.4.4. CANALIZAÇÃO
26
3.4.5. TEE
26
3.4.6. XARGS
26
3.5
CRIAR, MONITORAR E FINALIZAR PROCESSOS
26
3.5.1. &
26
3.5.2. BG
26
3.5.3. FG
26
3.5.4. JOBS
26
3.5.5. KILL
27
3.5.6. NOHUP
27
3.5.7. PS
27
3.5.8. TOP
27
3.5.9. FUSER
28
3.5.10. FREE
28
3.5.11. UPTIME
28
3.5.12. PIDOF
29
3.5.13. KILLALL
29
3.5.14. PSTREE
29
3.6
MODIFICAR A PRIORIDADE DE EXECUÇÃO DE UM PROCESSO
29
3.6.1. NICE
29
3.6.2. RENICE
29
3.7
PROCURAR EM ARQUIVOS DE TEXTO USANDO EXPRESSÕES REGULARES
30
3.7.1. CARACTERES ESPECIAIS EM EXPRESSÕES REGULARES
30
3.7.2. GREP
30
3.7.3. EGREP
30
3.7.4. FGREP
30
3.7.5. SED
30
3.7.6. REGEX(7)
31
3.7.7. )
31
3.8
EDIÇÃO BÁSICA DE ARQUIVOS COM O VI
31
4.
TÓPICO 104: DISPOSITIVOS, FHS , PADRÃO DA HIERARQUIA DE FILESYSTEM
33
4.1
CRIAÇÃO DE PARTIÇÕES E SISTEMAS DE ARQUIVOS
33
4.1.1. IDENTIFICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS
33
4.1.2. FDISK
33
4.1.3. MKFS
34
4.1.4. SWAP
34
4.2
MANUTENÇÃO DA INTEGRIDADE DE SISTEMAS DE ARQUIVOS
34
4.2.1. DU
34
4.2.2. DF
35
4.2.3. FSCK
35
4.2.4. E2FSCK
35
4.2.5. MKE2FS
35
4.2.6. DEBUGFS
35
4.2.7. DUMPE2FS
36
4.2.8. TUNE2FS
36
4.2.9. XFS F TOOLS (TAIS COMO O XFS_METADUMP E O XFS_INFO)
36
4.3
CONTROLE DA MONTAGEM E DESMONTAGEM DOS SISTEMAS DE ARQUIVOS
36
4.3.1. ETC/FSTAB
36
4.3.2. MEDIA
36
4.3.3. MOUNT   36 4.3.4. UMOUNT   37 4.4 ADMINISTRAÇÃO DE COTAS DE DISCO  

4.3.3. MOUNT

 

36

4.3.4. UMOUNT

 

37

4.4
4.4

ADMINISTRAÇÃO DE COTAS DE DISCO

 

37

4.4.1.

QUOTA

 

37

4.4.2. EDQUOTA

 

38

4.4.3. REPQUOTA

 

38

4.4.4. QUOTACHECK

 

38

4.4.5. QUOTAOFF

 

39

4.4.6. QUOTAON

 

39

4.5
4.5

CONTROLE DE PERMISSÕES E ACESSO À ARQUIVOS

 

39

4.5.1. REPRESENTAÇÕES

 

39

4.5.2. TIPOS DE PERMISSÃO

 

40

4.5.3. CHMOD

 

40

4.5.4. UMASK

 

40

4.5.5. CHOWN

 

40

4.5.6. CHGRP

 

40

4.5.7. SUID

 

41

4.5.8. SGID

 

41

4.5.9. STICK BIT

 

41

4.6
4.6

CRIAR E ALTERAR LINKS SIMBÓLICOS E LINKS FÍSICOS

 

41

4.6.1.

HARDLINKS (LINKS FÍSICOS)

 

41

4.6.2.

 

SOFTLINKS (LINKS SIMBÓLICOS)

 

41

4.6.3.

LN

41

4.7
4.7

ENCONTRAR ARQUIVOS DE SISTEMA E CONHECER SUA LOCALIZAÇÃO CORRETA

 

41

4.8.1. FIND

 

41

4.8.2. LOCATE

 

41

4.8.3. WHEREIS

 

42

4.8.4. WHICH

 

42

4.8.5. TYPE

 

42

5.

GERENCIAMENTO DE USUÁRIOS DO SISTEMA

 

43

5.1.1

CRIANDO USUÁRIOS E GRUPOS

 

43

 

5.1.2 USERADD

 

43

5.1.3 USERDEL

 

43

5.1.4 USERMOD

 

43

5.1.5 PASSWD

 

43

5.1.6 GROUPADD

 

44

5.1.7 GROUPDEL

 

44

5.1.8 GROUPMOD

 

44

5.1.9 GPASSWD

 

44

5.1.10 CHAGE

 

44

5.1.11 ARQUIVOS E DIRETÓRIOS DOS USUÁRIOS

 

44

1. TOPICO 101 - ARQUITETURA DE SISTEMA

1.

TOPICO 101 - ARQUITETURA DE SISTEMA

1.1

1.2
1.2

CONFIGURAÇÃO DE ATRIBUTOS FUNDAMENTAIS DE BIOS

RECURSOS DE HARDWARE

/proc/cpuinfo: Informação sobre o(s) processador(es) encontrado(s) pelo sistema;

/proc/dma: Informação sobre os canais de acesso direto à memória;

/proc/ioports: Informação sobre endereços de memória usados pelos dispositivos;

/proc/interrupts: Informação sobre as requisições de interrupção (IRQ) nos processadores.

/proc – Contem informações sobre recursos de dispositivos

/sys

/dev – Arquivos de dispositivos , necessários para acessar discos e outros dispositivos

1.1.1. COLDPLUG E HOTPLUG

São vários os componentes responsáveis por identificar o dispositivo e carregar o módulo correspondente. O sistema tr vos internos fixos quanto os dispositivos removíveis e externos.

Coldplug Significa a necessidade de desligar a máquina para conectar um dispositivo. Exemplos de dispositivos coldplug são placas PCI e dispositivos IDE. Na maioria dos computadores, CPU e módulos de memória são coldplug. Porém, alguns servidores de alta performance suportam hotplug para esses componentes.

Hotplug É o sistema que permite conectar novos dispositivos à máquina em funcionamento e usá-los imediatamente, como no caso de dispositivos USB. O sistema hotplug foi incorporado ao Linux a partir do kernel 2.6. Dessa forma, qualquer barramento (PCI, USB etc.) pode disparar eventos hotplug quando um dispositivo é conectado ou desconectado. Assim que um dispositivo é conectado ou desconectado, o hotplug dispara um evento correspondente, geralmente trabalhando junto ao subsistema Udev, que atualiza os arquivos de dispositivos em /dev. Mesmo alguns dispositivos coldplug são configurados pelo sistema hotplug. Na hora da inicialização, o script /etc/init.d/hotplug (ou /etc/rc.d/rc.hotplug em alguns sistemas) dispara os scripts agentes em /etc/hotplug/ para configurar aqueles dispositivos que já estavam presentes antes de a máquina ser ligada.

1.2.

1.2.1. LSPCI

Lista informações de chipset dos componentes PCI.

Opções

-v - Lista I/O e IRQ dos dispositivos

OBS : LSPCI não detecta o MAC

1.2.2. LSUSB Mostra os dispositivos USB conectados à máquina 1.2.3. MODPROBE Carrega um módulo e

1.2.2. LSUSB

Mostra os dispositivos USB conectados à máquina

1.2.3. MODPROBE Carrega um módulo e suas dependências manualmente. Este comando permite carregar diversos módulos e dependências de uma só vez. O comportamento do modprobe é modificado pelo arquivo /etc/modules.conf .

1.2.4. LSMOD

Lista quais módulos estão carregados atualmente pelo kernel. O nome lsmod é uma contração de ls +módulos - Listar Módulos. A listagem feita pelo lsmod é uma alternativa ao uso do comando cat /proc/modules.

1.3

SISTEMA DE BOOT

1.3.1. /VAR/LOG/MESSAGES Arquivo de Log´s principal do sistema .

1.3.2. DMESG Mostra as mensagens de inicialização do kernel. São mostradas as mensagens da última inicialização

do sistema.

1.3.3. LAST

Mostra a data que o sistema desligou e iniciou e também o login

1.3.4. BOOTLOADER

Há dois principais programas responsáveis por carregar um sistema Linux: o Grub e o Lilo, ambos denominados bootloader (carregador de boot). O mais popular deles é o Grub, mas o Lilo ainda é utilizado em algumas distribuições. Ambos funcionam de maneira semelhante. Antes de carregar o kernel, o bootloader apresenta um prompt no qual é possível alterar o comportamento padrão de carregamento do sistema. Geralmente é necessário apertar uma tecla como [Esc] ou [Tab] para que o prompt apareça .

ETAPAS DO PROCEDIMENTO DO BOOT

1 – POST – Inicialização de Hardware – Leitura da BIOS

2 – GERENCIADOR DE BOOT – Programa responsável pela escolha do sistema LILO / GRUB

3 – KERNEL LINUX – Etapa onde o kernel do Linux é carregado e assume o controle da maquina

4 – INIT – Primeiro programa carregado , responsável pela inicialização e carregamento de outros programas

5 – SCRIPTS DE INICIALIZAÇÃO – Scripts localizados no /etc/rc.d/ que são responsáveis pela inicialização de serviços e configurações inicias

1.3.5. INIT O init é o pai de todos os processos e é o último

1.3.5. INIT

O init é o pai de todos os processos e é o último passo executado no processo de inicialização do sistema. O init procura pelo arquivo /etc/inittab que descreve os processos a serem inicializados para o funcionamento do sistema. O init distingue vários níveis de execução (runlevels), onde cada nível possui o seu próprio conjunto de processos a serem iniciados. São níveis de execução válidos para o Linux: 0-6, A, B e C. Os níveis de execução 0, 1 e 6 são reservados. O nível 0 é usado para parar o sistema, o nível 1 é usado para inicializar o sistema em modo monousuário e o nível 6 é usado para reinicializar o sistema. Quando o processo init ler o arquivo /etc/inittab, ele procura pela entrada initdefault que define o nível de execução inicial do sistema. Caso esta entrada não exista ou o arquivo /etc/inittab não seja encontrado, será solicitado ao usuário que ele informe o nível de execução do sistema.

1.4

1.4.

MUDE RUNLEVELS E PARADA PROGRAMADA OU RECARREGUE O SISTEMA

1.4.1.

RUNLEVELS

0 – Modo onde o sistema é Desligado (Halt)

1 – Modo Single (monousuário)

2 – Modo Multiusuário , mas sem montagem de sistemas de arquivos remotos

3 – Modo Multiusuário completo , mas sem login gráfico

4 – Mesmo que o 3, mas pode ser utilizado para algum fim particular do usuário

5 – Modo Multiusuário grafico

6 – Modo onde o sistema é reiniciado

S – Modo monousuário , utilizado na inicialização ou para manutenção

1.4.2. /ETC/INITTAB Arquivo de configuração dos Runlevels Caminho /etc/inittab

Após editar o inittab , execute o comando “init q” para as alterações surtirem efeito

1.4.3. SHUTDOWN

Desliga ou reinicia a maquina segura

Opções

-h – Desliga a maquina

-r +n – Reinicia a maquina

-F – Força a verificação da integridade do disco quando o sistema for iniciado novamente

-c – Cancela o shutdown

-k : apenas manda mensagem para usuários sem parar o sistema

1.4.4. /ETC/INIT.D

1.4.5. TELINIT

Altera o runlevel sem reiniciar a maquina

9
2. TÓPICO 102: INSTALAÇÃO DE LINUX E GERÊNCIA DO PACOTE

2.

TÓPICO 102: INSTALAÇÃO DE LINUX E GERÊNCIA DO PACOTE

2.1
2.1

DISPOSIÇÃO DO DISCO RIGIDO DO PROJETO

2.1.1. SWAP SPACE

Este tipo de partição é usado para oferecer o suporte a memória virtual ao GNU/Linux em adição a memória RAM instalada no sistema. Este tipo de partição é identificado pelo tipo 82 nos programas de particionamento de disco para Linux.

2.1.2. MOUNT POINTS

Partição que deseja montar. /etc/fstab

Sistema_de_arquivos Ponto_de_Montagem

Tipo

Opções

dump ordem

/dev/hda1

/

ext2

defaults

0

1

/dev/hda2

/boot

ext2

defaults

0

2

/dev/hda3

/dos

msdos

defaults,noauto,rw0

0

/dev/hdg

/cdrom

iso9660 defaults,noauto

0

0

2.1.3. PARTIÇÕES

HIERARQUIA PADRÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVOS (FHS)

O FHS (do inglês: Filesystem Hierarchy Standard)

Devem existir no dispositivo/partição raiz (/):

/bin e /sbin - Contém os programas necessários para carregar o sistema e comandos especiais.

/etc - Arquivos de configuração específicos da máquina.

/lib - Bibliotecas compartilhadas pelo programas em /bin e /sbin e módulos do kernel.

/mnt - Pontos de montagem para outras partições ou dispositivos

/proc - Armazena informações do kernel em tempo de execução

/dev – Onde está todos os dispositivos

Podem ser pontos de montagem para outras partições e/ou dispositivos:

/boot - Kernel e mapas do sistema e os carregadores de boot de segundo estágio

/home - Os diretórios dos usuários

/root - Diretório do superusuário

/tmp - Arquivos temporários

/ usr - Conteúdo para uso dos usuários. Programas, bibliotecas, documentos, etc.

/usr/local e /opt - Programa adicionais. Também podem conter as bibliotecas necessárias para os programas

adicionais.

/var/www e /var/FTP - Páginas HTML e diretórios para FTP anônimo.

/var - Dados de programas como configurações variantes e logs. Contém diretórios compartilhados

(ex: /var/spool/mail) e não compartilhados (ex: /var/log)

Primaria – 4 partições e uma delas ativa

Estendida – Variante da partição primaria, mas não é capaz de ter um FS

Lógica – numeradas de 5 a 16

2.2 INSTALAR UM GERENCIADOR DE BOOT 2.2.1. GRUB O grub (Grand Unified Bootloader) é uma
2.2
2.2

INSTALAR UM GERENCIADOR DE BOOT

2.2.1. GRUB

O grub (Grand Unified Bootloader) é uma alternativa ao lilo. Também é instalado na MBR; pelo comando /sbin/grub ou pelo /sbin/grub-install, que obtém as instruções de /boot/grub/grub.conf.

GLOBAL

default - imagem de boot padrão (começa por 0) timeout - tempo de espera para iniciar o boot, em segundos

IMAGEM

title - nome para a imagem root - localização do carregador de segundo estágio e do kernel (hd0,0 = /dev/hda) kernel - caminho para o kernel à partir de root ro - read-only initrd - caminho para a imagem initrd

Uma vez instalado, o carregador de boot do grub lê o arquivo /boot/grub/grub.conf diretamente.

2.2.2. MBR

Tanto o gerenciador de boot quanto a tabela de particionamento do HD são salvos no primeiro setor do HD, a famosa trilha MBR, que contém apenas 512 bytes. Destes, 446 bytes são reservados para o setor de boot, enquanto os outros 66 bytes guardam a tabela de partição .

2.2.3. SUPERBLOCO

É onde ficam as informações de indexação para os inodes. Funciona da mesma maneira que a fat no dos/windows, fazendo a correspondência da posição física no disco com um endereço lógico em memória.

2.2.4. LILO

O LILO (Linux Loader) o carregador propriamente. É instalado na MBR e carrega o boot loader de segundo estágio, geralmente localizado em /boot/boot.b

/etc/lilo.conf - arquivo de configuração para o lilo. Principais opções em /etc/lilo.conf:

boot - Onde o lilo deve ser instalado. Geralmente na MBR, em /dev/hda. install - O carregador de segundo estágio (/boot/boot.b é o padrão). prompt - Oferece ao usuário a escolha do SO a iniciar. default - Rótulo do dispositivo iniciado por padrão. Se não houver, o primeiro listado em /etc/lilo.conf será escolhido. timeout - Associado a prompt, especifica a espera em décimos de segundo. image ou other - kernel ou dispositivo a ser carregado (usar “other” para outros sistemas). No início do processo de boot, apenas os primeiros 1024 cilindros do disco estarão acessíveis ao carregador de boot. Portanto, é importante certificar-se de que a partição contendo o kernel (geralmente pequena, montada em /boot) esteja abaixo deste limite de 1024 cilindros) label - Rótulo para a imagem de kernel root - localização do dispositivo contendo o sistema de arquivos raiz. read-only - monta a raiz como somente leitura, para o fsck agir apropriadamente append - passa parâmetros para componentes compilados estaticamente no kernel linear/lba32 - obriga o lilo a ler o disco usando endereçamento de bloco linear. A opção “linear” é geralmente usada para discos muito grandes e “lba32” para permitir que o lilo leia além dos primeiros 1024 cilindros do disco. Essas opções não são aconselháveis. message - especifica um arquivo contendo uma mensagem a ser mostrada no painel de boot do lilo. delay - tempo de espera para que o usuário invoque o prompt, caso este não for invocado automaticamente. vga - valor numérico especificando as preferências visuais do terminal /sbin/lilo - O utilitário que lê as configurações em /etc/lilo.conf e instala o carregador de boot. Deve ser executado toda vez que uma alteração for feita ao /etc/lilo.conf

Para criar um novo gerenciador de partida através do arquivo /etc/lilo.conf , execute o LILO.

2.3 BIBLIOTECAS COMPARTILHADAS 2.3.1. LDD Exibe as bibliotecas compartilhadas requeridas 2.3.2. LDCONFIG Atualiza o

2.3

BIBLIOTECAS COMPARTILHADAS

2.3.1. LDD

Exibe as bibliotecas compartilhadas requeridas

2.3.2. LDCONFIG

Atualiza o arquivo de cachê ld.so

OPÇÔES

-p – Exibe o conteúdo do cachê atual , em vez de recriá-lo

-v – Modo verbose

2.3.3. LD_LIBRARY_PATH

Arquivo de bibliotecas /etc/ld.so.conf

2.4

ADMINISTRAÇÃO DE PACOTES DEBIAN (.DEB)

2.4.1. DPKG

Gerenciador de pacotes do Debian Arquivo de configuração /var/lib/dpkg

OPÇÕES

Available – É a lista de todos os pacotes disponíveis

Status – Contem atributos do pacote

-E – Instrui o comando a não sobrescrever um pacote da mesma versão

-G – Instrui o comando a não sobrescrever o pacote previamente instalado de versão mais antiga

-R (--recursive) – Processa recursivamente arquivos de pacotes em subdiretórios especificados

--configure package – configura um pacote desempacotado

-i package_file (--install package_file) Instala um pacote contido no package_file

-l [pattern] (--list[pattern]) – Exibe informações sobre nomes de pacotes instalados que batam com patterm

-L package (--listfiles) – Lista os arquivos instalados a partir de um package

--print-avil package – Exibe os detalhes encontrados em /var/lib/dpkg/available do package

-r ou --purge package – Remove tudo a respeito do package

-r package (--remove package) – Remove tudo, exceto os arquivos de configuração de package

-s package (--status package) – Relata o status do package

-S search_patterm (--search search_patterm) – Procura por um nome do arquivo , dos pacotes instalados que batam com patterm

--unpack package_file – Desempacota package_file, mas não instala

2.4.2. APT

Gerenciamento Ferramentas avançadas, usa nomes de pacotes Arquivo de repositórios /etc/apt/source. list

OPÇÕES ➢ -d – Faz download de arquivos mas não instala ➢ -s – Simula

OPÇÕES

-d – Faz download de arquivos mas não instala

-s – Simula os passos de modificação, mas não modifica

-y – Responde “YES” automaticamente

dist-upgrade – Faz upgrade automaticamente para versões mais novas

Install – Instala ou faz upgrade de um ou mais pacotes

Remove – Remove pacotes

Update – obtêm a lista de pacotes atual

Upgrade – Faz upgrade do conjunto completo de pacotes

Cachê – Procura por informações do pacote

2.4.3.

APTITUDE

Tem um funcionamento bem semelhante para a instalação de pacotes

Opções

Install – instala pacote

Remove – Remove pacotes

Search – lista e localiza pacotes

2.4.4.

DSELECT

Permite gerenciar pacotes interativamente

2.4.5. ALIEN

Instala pacotes não deb OPÇÕES

-i – Instala automaticamente o pacote de saída e remove o arquivo que foi convertido

-r – Converte o pacote para RPM

-t – Converte o pacote em arquivo gzip tar

2.5

ADMINISTRAÇÃO DE PACOTES REDHAT (.RPM)

2.5.1. RPM

Instalação de programas em plataformas RPM Opções

-i -Ou --install. Instala o pacote

➢ --nodeps - Instala o pacote sem checar as dependências ➢ -allmatches – Remove todos

--nodeps - Instala o pacote sem checar as dependências

-allmatches – Remove todos os pacotes

--oldpackage - Pacotes antigos

--force - Força a instalação/atualização

--test - Mostra como seria a instalação mas não instala

--requires - Com “q”, mostra as exigências para o pacote especificado

--whatrequires - Com “q”, mostra quais dependem do pacote especificado

-U -Ou --update. Atualiza ou instala o pacote

-F -Ou --freshen. Atualiza o pacote apenas se o mesmo estiver instalado

-V -Ou --verify. Verifica o tamanho, MDB, permissões, tipo,integridade, etc.

-q -Ou --query. Investiga pacotes e arquivos

-e -Ou --erase. Desinstala o pacote

-qa – Lista Todos Os Pacotes Instalados

-h(--hash) – Exibe uma string de 50 sinais #

-qi – Descrição Dos Pacotes Instalados

-qf – Quem Instalou Determinado Pacote

-ql – Lista Todos Os Arquivos Instalados Pelo Pacote

-qlv – Lista Detalhada De Todos Os Arquivos Instalados Pelo Pacote

-a(--all) -Aplica em todos pacotes instalados

-c(--configfiles) -Com “q” lista arquivos de configuração

-d(--docfiles) -Com “q” lista arquivos de documentação

-f(--file) -Com “q” verifica qual pacote instalou o arquivo referido

h -Mostra progresso visual da instalação

i -Com “q” lista informações sobre o pacote

-R(--riqueres) – Lista os pacotes do qual este depende

-l(--list) -Com “q” lista todos arquivos e diretórios do pacote

-p -Com “q” indica que a investigação é realizada no arquivo .rpm

-v -Modo descritivo

-ivh - Instala pacote com detalhes de progresso

-Uvh - Atualiza pacote com detalhes de progresso

-qpR - Mostra arquivos pendentes

-K -

Verifica integridade

2.5.2. YUM

Funciona igual o APT_GET // Opções

Arquivo de configuração: /etc/yum.repos.d/

yum search - Procura um pacote por palavras yum install - Instala pacotes de programas yum remove - Remove pacotes de programas do sistema yum update - Atualiza os pacotes do sistema yum check-update - Verifica se há atualizações de pacotes disponíveis yum list - Lista todos os pacotes instalados e disponíveis no repositório yum list available - Lista os pacotes disponíveis para instalação yum grouplist - Lista os grupos de pacotes instalados e disponíveis no repositório yum groupinstall - Instala grupos de pacotes yum groupremove - Remove grupos de pacotes do sistema

yum provides - Mostra pacotes que incluem um determinado arquivo

2.5.3. RPM2CPIO

Converte um pacote RPM em CPIO

3. TÓPICO 103: GNU E COMANDOS DO UNIX

3.

TÓPICO 103: GNU E COMANDOS DO UNIX

3.1

TRABALHANDO NA LINHA DE COMANDO

3.1.1. SHELL

O shell padrão no GNU/Linux é o bash (Born Again Shell) ,terminando em $ ou # para o usuário root, indica que está pronto para receber instruções.

3.1.2. BASH

3.1.3. ALIAS Cria um codinome para um comando, no formato $ alias codinome='nome_do_programa --opções'

3.1.4. ECHO

Imprime variáveis Echo $HOJE

3.1.5. ENV Para ver apenas as variáveis exportadas

3.1.6. EXEC O comando iniciado através de exec não se torna um processo filho do shell, mas toma seu lugar. Dessa forma, o shell é finalizado quando o comando terminar.

3.1.7. EXPORT

Compartilha variáveis

3.1.8. PWD Exibe sua atual localização

3.1.9. FILE Retorna o tipo de arquivo

Opções

-b – Não inclui o nome dos arquivos nas linhas de saída

-f – arq_desc -

3.1.10.SET

Lista todas as variáveis

3.1.11.UNSET

Remove valor de variáveis Unset HOJE

3.1.12.MAN

Procura determinada string na descrição das paginas - iguala ao APROPOS

Opções

-k – Procura String

3.1.13. UNAME Mostra informações do sistema operacional e do computador. Opções ➢ -a - para

3.1.13.UNAME

Mostra informações do sistema operacional e do computador.

Opções

-a - para obter mais detalhes

-r – Versão do Kernel

-m : exibe o tipo de máquina (hardware).

-n : exibe o nome de rede da máquina.

-s : exibe o nome do sistema operacional.

-v : exibe a data de compilação do sistema operacional

3.1.14.HISTORY

E um comando embutido do bash.

É possível usar atalhos no estilo do emacs para listar o histórico:

Ctrl+p -Linha anterior

Ctrl+n -Próxima linha

Ctrl+b -Volta um caractere

Ctrl+f -Avança um caractere

Ctrl+a -Começo da linha

Ctrl+e -Fim da linha

Outros atalhos:

!! -roda o último comando

!a -roda o último comando que começa pela letra “a”

!2 -roda o comando na 2ª posição do histórico

!-2 -roda o penúltimo comando

^termo1^termo2 -roda o último comando substituindo “termo1” por “termo2”

3.1.15. VARIÁVEIS PRÉ-DEFINIDAS

DISPLAY Usado pelo X para saber onde executar os aplicativos clientes

HISTFILE Caminho para o histórico de comandos do usuário (geralmente HOME/.bash_history)

HOME Caminho para o diretório pessoal do usuário

LOGNAME O nome que o usuário usou para entrar no sistema

PATH Lista de diretórios nos quais programas serão procurados caso tenham sido solicitados sem o caminho completo ou relativo

PWD O diretório atual

SHELL O shell utilizado (neste caso, /bin/bash)

TERM O tipo de emulador de terminal utilizado

3.1.16. VARIÁVEIS ESPECIAIS

$! -PID do último processo filho

$$ -PID do shell atual

$? -Retorna 0 se o último comando foi bem sucedido, caso contrário retorna 1

~ -Corresponde ao diretório pessoal do usuário atual

~alaor -Corresponde ao diretório pessoal do usuário chamado “alaor”

3.1.17.ARQUIVOS DE CONFIGURAÇÃO

/etc/profile – Arquivo global do sistema , login de todos os usuários

$HOME/.bash_profile – Configurações do ambiente definidas pelo usuário

/etc/bashrc – Arquivo global do sistema com funções e apelidos

/$HOME/.bashrc – Arquivos do usuário com funções e apelidos

/etc/inputrc – Não são executados do BASH – Teclado e monitor

$HOME/.inputrc – Não são executados do BASH – Teclado e monitor

$HOME/.bash_logout – Arquivo de logout – finalização do Shell

3.1.18. COMANDOS SEQÜENCIAIS ➢ $ Comando1 ; comando2 ; comando3 3.2 PROCESSAR FLUXOS DE TEXTO

3.1.18. COMANDOS SEQÜENCIAIS

$ Comando1 ; comando2 ; comando3

3.2
3.2

PROCESSAR FLUXOS DE TEXTO ATRAVÉS DE FILTROS

3.2.1. CAT É usado para mostrar o conteúdo de arquivos

Opções

-n -Numera as linhas

-b -Numera apenas linhas que não estejam em branco

-A -Mostra quebra de linhas

-E -Exibe $ como fim de linha

-T -Exibe ^I como caractere de tabulação

3.2.2. MORE Exibe o conteúdo de um arquivo na tela paginando o seu resultado

Opções

-d -Exibe as informações adicionais no rodapé da tela

-s -Suprime linhas em brancos consecutivas

+NN -Exibe o conteúdo do arquivo a partir de uma linha especifica N

-p – Limpa a tela e depois exibe o conteúdo

3.2.3. LESS Paginador de Texto

3.2.4. TAC Tem a mesma função do cat, mas mostra o conteúdo de trás para frente:

3.2.5. CUT Delimita um arquivo em colunas, em determinado número de caracteres ou por posição de campo.

Opções

-d - para especificar o caractere que delimita os campos

-f - para informar a posição do campo

-c – Lista de colunas a exibir

-b list – Exibe em bytes nas posições list

Exemplo $ cut -c 1-5 /etc/group

3.2.6. EXPAND Substitui espaços de tabulação (TABs) por espaços simples, mantendo a mesma distância aparente.

Opções

-i – Substitui apenas as ocorrências em inicio de linha

-t N – Valor a ser substituído para o tamanho da tabulação

3.2.7.

HEXDUMP

Mostra arquivos binários.

Opções

-C - torna a saída mais legível, mostrando a coluna de endereço hexadecimal, seguida pela coluna dos

dados do arquivo . 3.2.8. FMT Formata para determinado número de caracteres por linha. O

dados do arquivo .

3.2.8. FMT Formata para determinado número de caracteres por linha. O padrão é 75.

Opções

-w Largura -indica o número de caracteres por linha

-s -quebra linhas grandes mas não as preenche

-u -um espaço entre palavras e dois espaços entre sentenças.

-t – Deixa a identação da primeira linha de cada parágrafo diferente das demais

-p string – Unifica apenas as linhas que iniciam com a string indicada

3.2.9. HEAD Mostra o começo de arquivos. Por padrão, as 10 primeiras linhas são mostradas.

Opções

-c N - Especifica o número de caracteres (bytes) a serem mostrados no lugar de linhas:

-n NN - Quantidade de Linhas mostradas

3.2.10.OD

Faz um dumping de arquivos em octal

Opções

-t tipo – Especifica o tipo de saída

-a – Caracter nomeado

-c – Caracter ASCI

-o – OCTAL

-x – Hexadecimal

3.2.11. DIFF

Exibe a diferença entre 2 arquivos Opções

--brief – Não mostra detalhes da diferença

-i – Não faz distinção de Maiúsculas e Minúsculas

--paginate – Passa o resultado para o comando PR

-r – modo recursivo , percorre subdiretórios

-u – A formatação da diferença esta inclusa no Resultado

3.2.12.JOIN

Exibe uma linha para cada par de linhas de entrada

Opções

-o - delimitar quais campos mostrar

-j campo – Indica o valor do campo que será utilizado para comparação – Padrão 1

-e ‘string’ – Acrescenta a string no lugar dos campos de entrada que estiver faltando valor

-i – Compara o valor do campo chave ignorando o fato de maiúsculas e minúsculas

3.2.13.NL

Numera linhas, como cat -b.

Opções

-ba - faz numerar todas as linhas

-bt - enumera apenas as que não estejam em branco

3.2.14. PASTE Cola as linhas correspondentes Opções ➢ -d n – Separa as colunas com

3.2.14.PASTE

Cola as linhas correspondentes

Opções

-d n – Separa as colunas com o caractere n no lugar do tab padrão.

-s – Funde as linhas de um arquivo em uma só linha

3.2.15.PR

Converte um arquivo texto em uma versão paginada

Opções

-d – Espaço duplo

-h cabeçalho – Usa cabeçalho no lugar do nome do arquivo no cabeçalho

-l linhas – define a extensão da pagina em linhas – Padrão 66

-o Largura – Define a margem esquerda como largura

DOS2UNIX – Converte um arquivo texto do formado MSDOS para UNIX

UNIX2DOS – O inverso do dos2unix

3.2.16.SED

O comando sed é mais utilizado para procurar e substituir padrões em textos, mostrando o resultado em

stdout.

Opções

-e -Executa a expressão e comando a seguir.

-f -Lê expressões e comandos do arquivo indicado pela opção.

-n -Não mostrar as linhas que não correspondam a expressão.

s -Substituir.

d -Apagar a linha.

r -Insere o conteúdo do arquivo indicado na ocorrência da expressão.

w -Escreve a saída no arquivo indicado.

g -Substitui todas ocorrências da expressão na linha atual.

3.2.17.SORT

Ordena alfabeticamente.

Opções

-n - ordena numericamente

-r - inverte o resultado

-b – Ignora espaços em branco

-d – efetua ordenação em ordem de dicionário

-f – Ignora maiúsculas e minúsculas

-k – Campo a ser utilizado para ordenação

-u – elimina linhas duplicadas

3.2.18.SPLIT

Divide um arquivo em arquivos menores seguindo critérios como tamanho ou número de linhas. Esse comando criará arquivos chamados parte_aa, parte_ab, parte_ac, etc. Para concatenar novamente o arquivo, usa-se cat:

Opções

-l n - indica o número de linhas de cada parte do arquivo dividido .

-b n - indica qual o tamanho de cada parte

-n – Divide o arquivo de entrada em segmentos de n linhas . Padrão 1.000

➢ -a – Indica o numero de caracteres que devera ser utilizado na criação do

-a – Indica o numero de caracteres que devera ser utilizado na criação do sufixo para o nome dos arquivos .

3.2.19.TAIL

Mostra o final de arquivos. Por padrão, as 10 últimas linhas são mostradas

Opções

-f (follow) - Mostra o arquivo conforme vai crescendo

-n n - Informa a quantidade de Linhas a serem mostradas

-c n - especifica o número de caracteres (bytes) a serem mostrados no lugar de linhas

+ - +” indica que a leitura deve ser feita a partir da linha de número especificado após o “+”:

3.2.20.TR

Converte caracteres. O comando tr lê apenas diretamente via stdin.

Opções

-d XX – Apaga o caractere informado em XX

-s – Substitui ocorrências duplicadas por apenas uma

-c – Usa o complemento

3.2.21.UNEXPAND

Substitui dois ou mais espaços simples por espaços de tabulação (TABs).

Opções

-a – Converte todos os espaços

-t numero – Específica a extensão de TABS

3.2.22.UNIQ

Escreve input em output eliminando linhas duplicadas

Opções

-d – Processa apenas as linhas não únicas

-u – Processa apenas as linhas únicas

-c – Indica quantas vezes cada linha apareceu no arquivo ou na entrada padrão

-i – Não faz distinção entre letras maiúsculas e minúsculas

3.2.23.WC

Conta linhas, palavras ou caracteres .

Opções

-l - Conta o numero de linhas do arquivo

-w – Conta o numero de palavras

-c – Conta o numero de caracteres

3.3

GERENCIAMENTO BÁSICO DE ARQUIVOS

3.3.1. CP

É utilizado para copiar arquivos

Opções

-a -Preserva todas as características do arquivo/diretório

-b -Faz backup do arquivo de destino caso ele exista

-f -força a gravação do arquivo

-d -Realiza a copia de Links Simbólicos

-i -Modo interativo. Pergunta antes de sobrescrever um arquivo.

➢ -p -Copia também os atributos do arquivo original. ➢ -R ou -r -Copiar recursivamente

-p -Copia também os atributos do arquivo original.

-R ou -r -Copiar recursivamente o conteúdo do diretório de origem.

-v -Modo detalhado onde cada arquivo copiado é listado

3.3.2. FIND

O argumento diretório indica onde o find deve iniciar a busca e critério pode ser o nome do arquivo /diretório a ser procurado e/ou uma regra para a busca.

Opções

-type - Tipo do arquivo (d para diretório, f para arquivo comum e l para link)

-name nome - Nome do arquivo

-iname – Localiza o objeto baseado no nome ignorando maiúsculas e minúsculas

-perm – localiza objetos com permissão especificada – find / -perm -4000

-user usuário - Dono do arquivo

-empty – Localiza objetos com tamanho 0 bytes

-atime -/+n - Data de último acesso ao arquivo, menor ou maior que n. n corresponde a n*24 horas.

-ctime -/+n - Data de criação do arquivo, menor ou maior que n. n corresponde a n*24 horas.

-mtime -/+n - Data de modificação do arquivo, menor ou maior que n. n corresponde a n*24 horas.

-amin -/+n - Data de último acesso ao arquivo, menor ou maior que n. n corresponde a minutos.

-cmin -/+n - Data de criação do arquivo, menor ou maior que n. n corresponde a minutos.

-mmin -/+n - Data de modificação do arquivo, menor ou maior que n. n corresponde a minutos.

-newer

-perm modo - O arquivo procurado tem permissão mode

-perm -modo - O arquivo procurado tem todos as permissões listadas em mode

-perm +modo –

-exec comando {} \; - Executa um comando para cada achado pelo FIND

-type – Especifica o tipo de arquivo , F – Arquivo , D – DiretorioL – Link

arquivo - O arquivo procurado foi criado/modificado mais recentemente que arquivo.

Exemplo

find diretório critério [-exec comando {} \;]

3.3.3.

MKDIR

Cria diretórios.

Opções

- p - Para criar uma árvore de diretórios recursivamente

- m - Para alterar as permissões do diretório no ato da criação

3.3.4. MV Move e renomeia arquivos.

Opções

-i -pede por confirmação antes de sobrescrever um arquivo de destino.

-f -Força a gravação do destino

-b -Efetua o backup antes da gravação

-v -Verbose mode

3.3.5. LS É usado para listar arquivos e conteúdo de um diretório

Opções

-s - mostra o tamanho em kilobytes

-d - mostra o diretório, e não seu conteúdo.

-l - exibe detalhes sobre o(s) arquivo(s)

-a Exibe todos os objetos dentro do diretório

➢ -F – Acrescenta ao nome do objeto um caractere para indicar o seu tipo

-F Acrescenta ao nome do objeto um caractere para indicar o seu tipo /-diretórios e * executáveis

-r – Ordem inversa

-R – Modo recursivo

-1 – Exibe uma saída simples

-S – ordena a saída dos objetos

--color – saída colorida

-h – Exibe o tamanho de arquivos em forma humana

3.3.6. RM Apaga diretórios com conteúdo

Opções

- r ou –R - Apaga Recursivamente

- f - Força a remoção

-d – Remove diretórios mesmo que não estejam vazios

-i – Modo interativo

3.3.7. RMDIR Apagar diretórios vazios

Opções

- p - Para apagar uma árvore de diretórios vazios

-m mode – Define o modo de acesso ao diretório

3.3.8. TOUCH

Usado sem argumentos, touch altera a data e a hora de criação e modificação de um arquivo para os valores atuais do sistema.

Opções

- m - Altera a data de modificação do Arquivo

- a - Altera a data

- t - Altera o valor de tempo

Exemplo touch -t '01010001' texto_simples

3.3.9. TAR

Compactação de Arquivos

Opções

-c - cria um novo arquivo tar; -t - exibe o conteúdo de um arquivo tar; -p - mantém as permissões originais do(s) arquivo(s); -r - adiciona arquivos a um arquivo tar existente; -f - permite especificar o arquivo tar a ser utilizado; -v - exibe detalhes da operação; -w - pede confirmação antes de cada ação no comando; -x - extrai arquivos de um arquivo tar existente; -z - comprime o arquivo tar resultante com o TAR.GZ

-C - especifica o diretório dos arquivos a serem armazenados

-j – Comprime o arquivo resultando em BZIP2

Exemplos Cria arquivo Tar –cf /tmp/bkp.tar /etc Descompacta Tar –xvf /tmp/bkp.tar

tar –zxvf ficheiro.tar.gz Descompacta (untar) um ficheiro (*.tar.gz ou *.tgz), habitualmente retirado da internet.

tar –zxvf ficheiro.tar.gz Descompacta (untar) um ficheiro (*.tar.gz ou *.tgz), habitualmente retirado da internet. *.tar.gz ou *.tgz – tarred and compressed tarball

tar –xvf ficheiro.tar Descompacta um ficheiro (*.tar). *.tar – tarred but uncompressed tarball

3.3.10.CPIO

Copia arquivo de ou para um arquivo em formato cpio ou tar

Opções

-F – Envia o arquivo para a saída padrão ou dispositivo definido

-o – Cria o pacote

-v – Modo verbose

> - Redireciona a saída padrão para o arquivo ao compactar arquivo

-p – Diz para o comando colocar os arquivos encontrados no diretório de destino

-i

– Extrai arquivos

-d – Cria arvore de diretórios ao extrair

Exemplo Criar arquivo Cpio –ov >teste.cpio

Descompactar arquivo Cpio –iv < teste.cpio

3.3.11.DD

Converte e copia arquivos Dd IF=origem of=destino bs=bytes count=bloks

3.3.12.FILE

Não inclui o nome do arquivo nas linhas de saída

-b - Não inclui o nome do arquivo nas linhas de saída

3.3.13.GZIP

Compactação de Arquivos

Opções

-c - extrai um arquivo para a saída padrão; -d - descompacta um arquivo comprimido; -l - lista o conteúdo de um arquivo compactado; -v - exibe detalhes sobre o procedimento; -r - compacta pastas; -t testa a integridade de um arquivo compactado

3.3.14.GUNZIP

É um novo compactador que vem sendo cada vez mais usado porque consegue atingir a melhor compactação em arquivos texto .

A extensão dos arquivos compactados pelo bzip2 é a .bz2

Opções

-d, --decompress [arquivo] -

-f -

Descompacta um arquivo.

Força a compactação, compactando até mesmo links.

➢ -l [arquivo] - ➢ -r - ➢ -c [arquivo] - ➢ -t [arquivo] -

-l [arquivo] -

-r -

-c [arquivo] -

-t [arquivo] -

-[num], --fast, --best

Lista o conteúdo de um arquivo compactado pelo bzip2.

Compacta diretórios e sub-diretórios.

Descompacta o arquivo para a saída padrão.

Testa o arquivo compactado pelo bzip2.

3.3.15.FILE GLOBBING

O

caractere “ * ” substitui qualquer seqüência de caracteres: - $ ls /etc/host*

O

caractere “ ? ” substitui apenas um caractere: - $ ls /dev/fd?

O

uso de colchetes “[]” indica uma lista de caracteres: - $ ls /dev/hd[abc]

Chaves “{}” indicam uma lista de termos separados por vírgula: - $ ls /dev/{hda,fd0} Coringas precedidos de barra invertida “ \ ” não desempenham função substitutiva: $ ls /dev/fd\[\!01\]

3.4

FLUXOS, CANALIZAÇÃO E REDIRECIONAMENTOS DE SAÍDA

3.4.

3.4.1. 0 - STDIN É o teclado

3.4.2. 1 - STDOUT Saida de Erro

3.4.3. 2 - STDERR Telas do computador

3.4.4.

CANALIZAÇÃO

Redireciona a saída para um arquivo novo

Redireciona a saída para um arquivo existente anexando os dados ao final do arquivo

Redireciona a entrada padrão , lendo os dados do arquivo

Redireciona a entrada padrão

O numero 2 identifica a saída de erro padrão

Direcionamos a saída de erro para o mesmo caminho da saída padrão

>

>>

<

<<

2> , 2>>

2>&1

O conteúdo redirecionado por padrão é o de stdout. Para especifar stderr usa-se 2>. Para redirecionar ambos simultaneamente, usa-se &>.

3.4.5. TEE Le a primeira entrada padrão e escreve em um ou mais arquivos

Opções

-a – Anexa os arquivos em vez de sobrescrevê-los

3.4.6. XARGS Executa o comando seguido de seus argumentos

Opções

-n maxargs – Limita o numero de argumentos adicionais

-p – Modo interativo

3.5 CRIAR, MONITORAR E FINALIZAR PROCESSOS 3.5.1. & Coloca o processo em segundo plano 3.5.2.

3.5

CRIAR, MONITORAR E FINALIZAR PROCESSOS

3.5.1.

&

Coloca o processo em segundo plano

3.5.2. BG

Joga Para Segundo Plano

3.5.3. FG

Volta Para Primeiro Plano

3.5.4. JOBS Lista as tarefas ativas

Opções

-l – Lista também os PID´s

3.5.5. KILL

Envia sinais de controle para processos. O sinal padrão quando nenhum sinal é informado é SIGTERM, de valor numérico 15 .

Opções

-l – Lista todos os sinais possíveis para o comando kill

-s SINAL – Envia o sinal informando ao processo especificado

Sinais comuns:

SIGHUP - Termina ou reinicia o processo. Valor numérico 1.

SIGINT - Interrompe o processo, igual a Ctrl+c. Valor numérico: 2.

SIGQUIT - Fecha o processo. Valor numérico: 3.

SIGKILL - Força a finalização o processo. Valor numérico: 9.

SIGTERM - Pede ao processo para finalizar. Valor numérico: 15. LISTA DE SINAIS

4 – SIGILL

9 – SIGKILL

11 – SIGSEGV

15 – SIGTERM

18 - SIGCONT

19 - SIGSTOP

3.5.6. NOHUP

Mantém um processo rodando após você sair do sistema

3.5.7. PS Mostra os processos de maneira detalhada. Opções ➢ ux -Mostra todos processos do

3.5.7. PS Mostra os processos de maneira detalhada.

Opções

ux -Mostra todos processos do usuário.

aux -Mostra todos processos no sistema.

-u -Mostra apenas processos cujo dono seja o indicado pela opção -u.

-g -Mostra apenas processos cujo grupo seja o indicado pela opção -g.

-a – Exibe processos ligados a terminais

-e – Exibe variáveis de ambiente que o processo utiliza depois da linha de comando

-f – Exibe Em forma de arvore os processos

-tXX – Exibe Os processos no terminal XX

-u – Exibe informações de usuário e hora de inicio

-w – Acrescenta mais uma coluna a exibição de dados na tela

-x – Exibe processos não ligados ao terminal

-o – Permite definir o formado de exibição

-C – Exibe os processos originais pelo comando informando

--user – Exibe os processos o usuário informando

-l – Formato longo

-U – Exibe os processos do usuário indicado

3.5.8. TOP

Monitora continuamente os processos, mostrando informações como uso de memória e CPU de cada processo. A tecla “h” fornece ajuda sobre o uso do programa. Pode ser usado para alterar a prioridade de um processo

OPÇÕES FORA DO TOP

-b – Modo não interativo

-d – Tempo entre as atualizações

-i – Mostra apenas os processos interativos

-u – Mostra os processos do usuário informando

-p – mostra os processos informados pelo PID

-q – Roda sem atraso

-s – Roda em modo seguro

OPÇÕES DENTRO DO TOP

F – Escolhe o campo de ordenação

M – Ordena pela utilização de Memória

P - Ordena pela utilização de CPU

R – Inverte a exibição

Enter – Atualiza

d- altera o intervalo em segundos

k – finaliza processo

q – encerra o TOP

r – altera o nível de prioridade do processo

u – lista processos por usuário

3.5.9. FUSER

Lista o numero de processos que estão acessando determinando arquivo ou diretorio Opções

-u – Mostra o PID e o usuário que roda o comando

-v – Altera o formato de exibição para a saída do comento PS

➢ -k – Finaliza os processos que estão acessando o arquivo ➢ -a – Mostra

-k – Finaliza os processos que estão acessando o arquivo

-a – Mostra os arquivos , mesmo quando não estão sendo acessados

3.5.10.FREE

Mostra detalhes sobre a utilização da memória RAM do sistema.

Opções

-b - Mostra o resultado em bytes.

-k - Mostra o resultado em Kbytes.

-m - Mostra o resultado em Mbytes.

-o - Oculta a linha de buffers.

-t - Mostra uma linha contendo o total.

-s [num] - Mostra a utilização da memória a cada [num] segundos.

O free é uma interface ao arquivo /proc/meminfo.

3.5.11.UPTIME

Mostra o tempo de execução do sistema desde que o computador foi ligado.

3.5.12.PIDOF

Retorna o número PID para o programa solicitado, se o programa estiver em execução. PID do daemon crond:

Opções

-s – Exibe apenas o PID do primeiro processo localizado

-x – Exibe o PID de scripts também

3.5.13.KILLALL

Tem função igual a de kill,porém usa o nome do processo no lugar do PID.

Opções

-l - lista os sinais possíveis

-i – solicita uma confirmação para o envio do sinal especificado

-s SINAL – Envia o sinal especificado para o processo informando

-v – modo detalhado informando quais processos foram finalizados

-w – Envia o sinal aos processos e aguarda até que todos sejam executados

Exemplo # killall -SIGHUP cupsd

3.5.14. PSTREE Mostra processos ativos em formato de árvore genealógica (processos filhos ligados aos respectivos processos pais).

Opções

-p -Inclui PIDs dos processos.

-h -Lista apenas os processos do usuário atual.

-a – mostra os argumentos da linha de comando

-A – Exibe a arvore de processos em ASC

-h – destaca o processo corrente

-H – Destaca um processo informado

-c – Desabilita a compactação de sub-arvores idênticas

3.6 MODIFICAR A PRIORIDADE DE EXECUÇÃO DE UM PROCESSO 3.6.1. NICE Altera a prioridade de

3.6

MODIFICAR A PRIORIDADE DE EXECUÇÃO DE UM PROCESSO

3.6.1. NICE Altera a prioridade de um processo

Opções

-n PRIO – Define a prioridade de execução

3.6.2. RENICE Altera a prioridade de um processo em execução

Opções

PRIO – Define a prioridade de um processo para a execução do comando

-p PID – Numero do processo a ser alterado

-u USER – Altera os processos do usuário informando

3.7

3.7.

PROCURAR EM ARQUIVOS DE TEXTO USANDO EXPRESSÕES REGULARES

3.7.1. CARACTERES ESPECIAIS EM EXPRESSÕES REGULARES

^ -Começo de linha

$ -Fim de linha

. -Qualquer caractere

-Qualquer seqüência de zero ou mais caracteres

[] -Qualquer caractere que esteja presente nos colchetes

(esse|aquele) casa as palavras esse ou aquele

[^abc] – Lista negada

3.7.2.

GREP

É o mais comum para realizar buscas por expressões regulares em textos.

Opções

-c -Conta as linhas contendo o padrão.

-i -Ignora a diferença entra maiúsculas ou minúsculas.

-f -Usa a expressão regular contida no arquivo indicado por essa opção.

-n -Procurar somente na linha indicada por essa opção.

-v -Mostra todas as linhas exceto a que corresponder ao padrão.

-l -Quando indicar * no lugar dos arquivos retorna apenas o nome do arquivo

-E -Ativa o modo de expressões regulares

-h – Exibe as linhas encontradas

-n – Exibe as linhas encontradas prefixadas com o respectivo numero da linha

3.7.3. EGREP

O comando egrep tem mais recursos que o grep. Um exemplo disso é quando queremos obter um resultado de um arquivo, omitindo algumas strinsgs.

3.7.4. FGREP Procura em um ou mais arquivos , linhas que correspondem a string de

3.7.4. FGREP

Procura em um ou mais arquivos , linhas que correspondem a string de texto especificada

Opções

3.7.5. SED

-f string – String a localizar

Ele pode editar automaticamente, sem interação do usuário, vários arquivos seguindo um conjunto de regras especificadas.

Opções

= imprime o número da linha atual do [ARQUIVO]

# inicia um comentário

inverte a lógica do comando

separador de comandos

separador de faixas de endereço

{ início de bloco de comandos

} fim de bloco de comandos

!

;

,

s substitui um trecho de texto por outro

y traduz um caractere por outro

i

c troca a linha atual por um texto

a anexa um texto após a linha atual

insere um texto antes da linha atual

g restaura o [TEXTO] contido no ESPAÇO RESERVA (sobrescrevendo)

G restaura o [TEXTO] contido no ESPAÇO RESERVA (anexando)

h guarda o [PADRÃO] no ESPAÇO RESERVA (sobrescrevendo)

H guarda o [PADRÃO] no ESPAÇO RESERVA (anexando)

x troca os conteúdos dos ESPAÇO PADRÃO e RESERVA

p imprime o [PADRÃO]

P imprime a primeira linha do [PADRÃO]

l

imprime o [PADRÃO] mostrando caracteres brancos

r inclui conteúdo de um arquivo antes da linha atual

w grava o [PADRÃO] num arquivo

: define uma marcação

b pula até uma marcação

t pula até uma marcação, se o último s/// funcionou (condicional)

d apaga o [PADRÃO]

D apaga a primeira linha do [PADRÃO]

n vai para a próxima linha

N anexa a próxima linha no [PADRÃO]

q finaliza o sed imediatamente

3.8 EDIÇÃO BÁSICA DE ARQUIVOS COM O VI O vi localiza-se em /bin. A maneira

3.8

EDIÇÃO BÁSICA DE ARQUIVOS COM O VI

O vi localiza-se em /bin.

A maneira mais comum de entrar no modo de inserção é apertando a tecla “i” ou “a”. É o modo mais intuitivo,

usado para digitar texto no documento.

3.8.

Dentro do VI

-Início e fim de linha

0 , $

-Início e fim de documento

1G , G

-Início e fim de palavra

-Início e fim de sentença

-Início e fim de parágrafo

b , e

( , )

{ , }

-Pular palavra e pular palavra contando com a pontuação

-Esquerda, abaixo, acima, direita

w, W

h,j,k,l

-Busca para frente e para trás

-Entra no modo de inserção na posição atual do cursor

-Entra no modo de inserção depois do cursor ou no fim da linha

-Adiciona linha e entra no modo de inserção depois ou antes do cursor

-Apaga item ou linha e entra no modo de inserção

-Modifica um item através de inserção de texto

-Substitui um único caractere

-Apaga um único caractere

-Copia um item ou toda linha

/ , ?

I

a, A

o, O

s, S

c

r

x

y, yy

-Cola o conteúdo copiado depois ou antes do cursor

p, P

-Desfazer

u

-Fecha e salva se necessário

-Fecha e não salva

ZZ

ZQ

– Sai do VI sem salvar alterações

Q e Q!

X

sai – Salva e sai

d

- Apaga a linha

Comando ultima linha

:!

:quit ou :q

:quit! ou :q!

:wq

-Chama um comando do shell

-Fecha

-Fecha sem gravar

-Salva e fecha

:exit ou :x ou :e

:visual

:setnumber

Crtl R – Desfazer

/ palavra

:%s/Win/Linux/g – substitui Win por Linux

:set autowrite

: set is hls

:set visualbell

:w Salva o arquivo que está sendo editado no momento. :x - Idem. ZZ - Idem. :w! - Salva forçado.

-Fecha e grava se necessário

-Volta para o modo de comando

-Enumera as linhas

– Procura pela palavra

- Salva constantemente

- Incremento de busca /

- Acaba com os apitos

:q! - Sai forçado. :wq! - Salva e sai forçado. 31

:q! - Sai forçado. :wq! - Salva e sai forçado.

4. TÓPICO 104: DISPOSITIVOS, FHS , PADRÃO DA HIERARQUIA DE FILESYSTEM

4.

TÓPICO 104: DISPOSITIVOS, FHS , PADRÃO DA HIERARQUIA DE FILESYSTEM

4.1

CRIAÇÃO DE PARTIÇÕES E SISTEMAS DE ARQUIVOS

4.1.1. IDENTIFICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS

A identificação de discos rígidos no GNU/Linux é feita da seguinte forma:

/dev/hda1

|

|

||

|

| ||_Número que identifica o número da partição no disco rígido.

|

|

|

|

| |_Letra que identifica o disco rígido (a=primeiro, b=segundo, etc

).

|

|

|

|_Sigla que identifica o tipo do disco rígido (hd=ide, sd=SCSI, xt=XT).

|

|_Diretório onde são armazenados os dispositivos existentes no sistema.

Abaixo algumas identificações de discos e partições em sistemas Linux:

* /dev/fd0 - Primeira unidade de disquetes.

* /dev/fd1 - Segunda unidade de disquetes.

* /dev/hda - Primeiro disco rígido na primeira controladora IDE do micro (primary master).

* /dev/hda1 - Primeira partição do primeiro disco rígido IDE.

* /dev/hdb - Segundo disco rígido na primeira controladora IDE do micro (primary slave).

* /dev/hdb1 - Primeira partição do segundo disco rígido IDE.

* /dev/sda - Primeiro disco rígido na primeira controladora SCSI.

* /dev/sda1 - Primeira partição do primeiro disco rígido SCSI.

* /dev/sdb - Segundo disco rígido na primeira controladora SCSI.

* /dev/sdb1 - Primeira partição do segundo disco rígido SCSI.

4.1.2. FDISK

É o programa padrão para manipular partições no GNU/Linux.

OPÇÔES

-l - Lista os dispositivos e partições existentes

Uma vez dentro do fdisk, certas letras corresponderão a comandos. Alguns comandos bastante utilizados:

p -Lista as partições

n -Cria uma nova partição interativamente

t -Muda a identificação da partição

d -Apaga uma partição

q -Sai do fdisk sem gravar as alterações

w -Sai do fdisk e grava as alterações

m -Mostra a ajuda de comandos

a – Ativa uma partição

l – Lista os tipos de partição

n – Nova partição

4.1.3. MKFS Cria sistemas de arquivos em partições. Opções ➢ -t TYPE – Tipo de

4.1.3. MKFS Cria sistemas de arquivos em partições.

Opções

-t TYPE – Tipo de sistemas a serem criados – ext2 e ext3

-c – Força a verificação da superfície do disco

-b SYZE – Tamanho do bloco a ser criado

-L LABEL – Rotulo a ser criado na partição

-n rotulo – Define o rotulo do volume 11 char

-v – usado para entrar em modo verbose

-j – Cria um arquivo ext3

Outros comandos para criar partição

mkfs.ext2

mke2fs,

mkfs.ext3

mkfs.xfs

mkreiserfs

mkdosfs

mkfs.vfat.

4.1.4. SWAP

MKSWAP – Formata uma partição para ser utilizada como área de swap

SWAPON – Habilita o espaço de swap criada

SWAPOFF – Desabilita todos os espaços de troca

4.2
4.2

MANUTENÇÃO DA INTEGRIDADE DE SISTEMAS DE ARQUIVOS

4.2.1. DU Mostra o espaço ocupado

Opções

-a – Mostra todos os arquivos e não apenas os diretórios -c – Produz um total geral para todos os itens listados -h – Exibe os resultados em um formato legível -s – Exibe um resultado para cada um dos diretórios especificados -S – Exclui subdiretórios de contagem e de totais --block-size - Mostra os arquivos por tamanho de blocos -b - Mostra o tamanho em bytes

-H - Mostra as informações do mesmo modo que a opção –h, porém o tamanho de bloco é 1000 e não

1024.

-k - Mostra o tamanho em kilobytes -l - Mostra o espaço utilizado pelos links simbólicos. -m - Mostra o tamanho em megabytes -x - Omite diretórios de arquivos de sistemas diferentes -X - Exclui arquivos iguais a um determinado arquivo.

4.2.2. DF Mostra o espaço disponível em cada dispositivo. A análise é feita diretamente no dispositivo.

Opções

-h – Exibe os resultados em formato legível

-i – Exibe informações de inodes restantes

4.2.3. FSCK Deve ser executado em partições que apresentarem erros ou em dispositivos que foram

4.2.3. FSCK

Deve ser executado em partições que apresentarem erros ou em dispositivos que foram desligados incorretamente. Como o comando mkfs, o fsck possui a opção -t para especificar o tipo do sistema de arquivos e comando específico para cada partição: fsck.ext2 ou e2fsck