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FACULDADE NACIONAL DE DIREITO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ

Manual do
Estudante de
Direito

2018
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

PROF. ROBERTO LEHER


Reitor

PROFª. DENISE FERNANDES LOPEZ NASCIMENTO


Vice-Reitora

HELIANE ROCHA
Chefe de Gabinete do Reitor

PROF. EDUARDO GONÇALVES SERRA


Pró-Reitor de Graduação - PR/1

PROFª. LEILA RODRIGUES DA SILVA


Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa - PR/2

ROBERTO ANTÔNIO GAMBINE MOREIRA


Pró-Reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças - PR/3

AGNALDO FERNANDES SILVA


Pró-Reitor de Pessoal - PR/4

PROFª. MARIA MELLO DE MALTA


Pró-Reitora de Extensão - PR/5

ANDRÉ LUIZ CHAGAS PEREIRA


Pró-Reitora de Gestão & Governança - PR/6

PAULO MÁRIO RIPPER VIANNA


Prefeito

IVAN FERREIRA CARMO


Escritório Técnico da Universidade
FACULDADE NACIONAL DE DIREITO

PROF. CARLOS ALBERTO PEREIRA DAS NEVES BOLONHA


Diretor

PROFª. KONE PRIETO FURTUNATO CESÁRIO


Vice-Diretora

PROFª. CARLOS MAGNO SIQUEIRA MELO


Coordenadora de Graduação do Turno Integral

PROFª. MÁRCIA CRISTINA XAVIER DE SOUZA


Coordenadora de Graduação do Turno Noturno

PROF. EDUARDO RIBEIRO MOREIRA


Coordenador de Pesquisa

PROF. MARILSON DOS SANTOS SANTANA


Coordenador de Extensão

PROFª. ANA PAULA COSTA BARBOSA


Coordenador de Monografias

PROF. ROBERTO MONTEIRO LITRENTO


Coordenador do Núcleo de Prática Jurídica

PROFª. JUNYA RODRIGUES BARLETTA


Coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Ações para a Cidadania
Sumário

Apresentação 06

Lista de siglas 07

I – A Universidade Federal do Rio de Janeiro 08

1.1. Breve histórico 08

1.2. Organização administrativa 09

II – A Faculdade Nacional de Direito 18

2.1. Breve histórico 18

2.2. Órgãos Colegiados e comissões 20


2.3. Corpo docente e Departamentos de Ensino 24
2.4. Coordenações e setores administrativos da FND 26
III – Corpo Discente 32
IV – Funcionamento do Curso 34
4.1 Estágio Obrigatório 36
4.2 Monografia 37
4.3. Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) 38
V – Atos Acadêmicos 40
5.1. Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA) 40
5.2 Matrícula 40
5.3 Inscrição em disciplina 42
5.4. Orientações para inscrição em disciplinas 43
5.5. Trancamento de inscrição 48
5.6. Dispensa de disciplinas 48
5.7. Trancamento de matrícula 49
5.8. Cancelamento de matrícula 50
5.9. Mudança de curso 50
5.10. Graus e Frequência 51
VI – Mobilidade Acadêmica 53
VII – Documentos Acadêmicos 54
7.1. Boletim de Orientação Acadêmica (BOA) 54
7.2 Boletim Escolar 54
7.3. Histórico Escolar 55
VIII – Certificado de Dignidade Acadêmica 56
IX – Programa de Bolsas e Benefícios ao Estudante 57
X – Jornada de Iniciação Científica e Iniciação Artística e Cultural 63
XI – Participação em Eventos 64
CALENDÁRIO ACADÊMICO DE GRADUAÇÃO 2018/1 65
GRADE CURRICULAR 2014/1 - INTEGRAL 66
GRADE CURRICULAR 2014/1 - NOTURNO 67
GRADE CURRICULAR 1995/1 68
Apresentação

Prezado(a) estudante,
A Faculdade Nacional de Direito (FND) tem a satisfação de recebê-lo como aluno no
ano de 2018.

O presente Manual do Estudante de Direito 2018 objetiva facilitar o acesso à informação


e fornecer orientações básicas sobre o funcionamento da Universidade Federal do Rio
de Janeiro (UFRJ) e da nossa Unidade, que serão úteis ao longo de todo o curso.
Ressaltamos que as informações constantes deste manual poderão sofrer alterações, a
depender de novas regulamentações emanadas do Governo Federal, das instâncias
superiores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e/ou da Faculdade Nacional de
Direito.
Leia com atenção. Em caso de dúvida, entre em contato com a Coordenação de
Graduação. Levaremos a efeito todos os esforços para auxiliá-lo(a) ao longo de seus
estudos.

Rio de Janeiro, janeiro de 2018.


Lista de Siglas
AAAFND – Associação Atlética Acadêmica da Faculdade Nacional de Direito
ANDIFES – Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior
CACO – Centro Acadêmico Cândido de Oliveira
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CCJE - Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas
CEG – Conselho de Ensino e Graduação
CEPG – Conselho de Ensino e Pesquisa para Graduados
COAA – Comissão de Orientação e Acompanhamento Acadêmico
CONSUNI – Conselho Universitário
COA – Créditos Obtidos Acumulados
COOPEAD - Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração
CPA – Comissão Própria de Avaliação
CR – Coeficiente de Rendimento
CRA – Coeficiente de Rendimento Acumulado
CRID – Comprovante de Inscrição em Disciplinas
CRPID – Comprovante de Pedido de Inscrição em Disciplinas
CSCE – Conselho Superior de Coordenação Executiva
DAE - Divisão de Assistência ao Estudante
DCE – Diretório Central dos Estudantes
DIA – Divisão de Integração Acadêmica
DRE – Divisão de Registro de Estudante
DRI – Diretoria de Relações Internacionais
ENADE – Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes
FACC – Faculdade de Administração e Ciências Contábeis
FND – Faculdade Nacional de Direito
GPDES – Gestão Pública para o Desenvolvimento Econômico e Social
IE – Instituto de Economia
IFCS – Instituto de Filosofia e Ciências Sociais
IPPUR – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional
IUE – Departamento de Direito Social e Econômico
IUF – Departamento de Teoria do Direito
IUP – Departamento de Direito Civil
IUS – Departamento de Direito do Estado
MEC – Ministério da Educação
NCE – Núcleo de Computação Eletrônica
NDE – Núcleo Docente Estruturante
NPJ – Núcleo de Prática Jurídica
NIAC – Núcleo Interdisciplinar de Ações para a Cidadania
PAEALIG – Programa de Atividades Extracurriculares de Apoio aos Laboratórios de Informática de Graduação
PIBIAC – Programa Institucional de Iniciação Artística e Cultural
PNAES – Programa Nacional de Assistência Estudantil
PR-1 – Pró-Reitoria de Graduação/ PR-2 – Pró-Reitoria de Pós-Graduação/ PR-3 – Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento/ PR-4 – Pró-
Reitoria de Pessoal/ PR-5 – Pró-Reitoria de Extensão/ PR-6 – Pró-Reitoria de Gestão e Governança
SCRIID – Setor de Convênios e Relações Institucionais e Internacionais da FND
SIGA – Sistema Integrado de Gestão Acadêmica
SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
SUPEREST – Superintendência Geral de Políticas Estudantis
UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro
I - A UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ)

A UFRJ, através da sua Pró-Reitoria de Graduação (PR-1), disponibiliza, quando do


ingresso dos alunos em nossa instituição, informações muito importantes, que
destacaremos no presente manual, pois serão fundamentais para o aluno ao longo de
sua trajetória institucional.

1.1. Breve histórico

A UFRJ foi criada pelo Decreto nº 14.343, de 7 de setembro de 1920, com o nome de
Universidade do Rio de Janeiro. Em 1937, passou a se chamar Universidade do Brasil, e
só em 1965 ganhou o nome atual: Universidade Federal do Rio de Janeiro. No início,
ela reuniu a Faculdade de Medicina, oriunda dos cursos estabelecidos no Hospital
Militar do Rio de Janeiro, pelo Decreto do Príncipe Regente D. João, de 2 de abril de
1808; a Escola Politécnica (antiga Escola de Engenharia), derivada de cursos da
Academia Real Militar, criada por Carta de Lei, de 4 de dezembro de 1810; e a
Faculdade de Direito, resultante da fusão da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
com a Faculdade Livre de Direito, ambas reconhecidas pelo decreto 639, de 31 de
outubro de 1891.

A partir de meados do século XX, a pesquisa foi institucionalizada na UFRJ, com a


consequente implantação de Institutos, docência em regime de tempo integral,
formação de equipes docentes especializadas e estabelecimento de convênios com
agências financiadoras nacionais e internacionais. Em 1958, iniciou-se um processo de
debates e consultas, baseado no anteprojeto de reforma da Universidade do Brasil,
que logo foi absorvido pela comunidade científica, servindo de apoio a projetos de
instalação de novas universidades e atingindo os meios de comunicação e as esferas
governamentais executivas.

Desencadeado o processo de reforma universitária, que teve seu marco no Decreto-lei


53, de 18 de novembro de 1966, a UFRJ teve seu Plano de Reestruturação, que visava
sua adequação às normas então editadas, aprovado por Decreto de 13 de março de
1967.

Atualmente, a UFRJ é uma das mais importantes universidades do mundo, contando


com aproximadamente 4.000 docentes e cerca de 52.000 alunos de graduação e
11.000 alunos de pós-graduação, distribuídos em mais de 194 Cursos de Graduação,
100 Programas de Pós-Graduação stricto sensu e mais de 9.000 servidores técnico-
administrativos em educação.

1.2. Organização administrativa

A estrutura administrativa e acadêmica da UFRJ é definida por conselhos superiores: o


Conselho Universitário (CONSUNI), o Conselho de Curadores, o Conselho de Ensino de
Graduação (CEG), o Conselho de Ensino para Graduados (CEPG) e o Conselho Superior
de Coordenação Executiva (CSCE). Devemos destacar ainda no âmbito da estrutura da
UFRJ as Pró-Reitorias, os Centros Universitários, a Diretoria de Relações Internacionais
(DRI), Superintendência Geral de Políticas Estudantis (SUPEREST) e a Ouvidoria.

Conselho Universitário (CONSUNI)


O Conselho Universitário, órgão máximo da instituição, delibera em última instância
sobre questões como a criação e a mudança de cursos e aprova a nomeação dos pró-
reitores. Compete ainda ao CONSUNI aprovar as diretrizes da política universitária.
Mais informações na página http://www.consuni.ufrj.br ou pelos telefones (21) 3938-
1615 / 3938-1614.

Conselho de Curadores
Órgão deliberativo para assuntos de patrimônio da UFRJ, tendo como finalidade
precípua o controle do movimento financeiro e patrimonial da universidade. Mais
informações na página http://www.conselhodecuradores.ufrj.br ou pelos telefones:
(21) 3938-1614 / 3938-1615. Fax: (21) 3938-1605
E-mail: soc@reitoria.ufrj.br.
Conselho de Ensino de Graduação (CEG)
O CEG é um órgão colegiado, formado por professores, alunos de graduação e técnicos
administrativos. Define a política acadêmica dos cursos, fixando as normas de ensino
nos curso de graduação e das formas de ingresso na UFRJ. Mais informações na página
http://www.pr1.ufrj.br ou pelo telefone (21) 3938-3349.

Conselho de Ensino para Pós Graduados (CEPG)


O CEPG é formado por professores, alunos de pós-graduação e técnicos
administrativos. Define a política acadêmica dos cursos de pós-graduação, fixando as
normas de ensino e pesquisa referentes aos cursos de doutorado, mestrado,
especialização e aperfeiçoamento. Mais informações na página http://www.pr2.ufrj.br
ou pelo telefone (21) 3938-1737.

Conselho Superior de Coordenação Executiva (CSCE)


Órgão de coordenação geral da Universidade. A este conselho competente, dentre
outras atribuições, a apreciação e aprovação de convênios e contratos.

Pró-Reitorias

Pró-Reitoria de Graduação (PR-1)

Responsável pela coordenação dos cursos de graduação, supervisão e controle de sua


execução pelos centros e unidades universitárias; supervisão das atividades didáticas;
planejamento e supervisão do programa de atividades culturais, desportivas,
recreativas e extracurriculares; elaboração de normas e planos concernentes à
concessão de bolsas e assistência financeira, relacionadas com o processo de formação
profissional, facilidades relativas ao livro didático e ao material escolar, alojamento,
alimentação e transporte dos estudantes em coordenação com os competentes órgãos
administrativos especiais; assistência médica, social e jurídica aos estudantes;
elaboração de normas para o regime disciplinar; orientação da comunidade estudantil
e assistência aos seus problemas e aspirações.
No âmbito da referida Pró-Reitoria, devemos destacar a existência da Divisão de
Integração Acadêmica (DIA), que é responsável dentre outras atribuições, pela
administração do Programa de Mobilidade Acadêmica, pelas bolsas do Programa de
Monitoria; do PAEALIG (Programa de Atividades Extracurriculares de Apoio aos
Laboratórios de Informática de Graduação), do PIBIAC (Programa Institucional de
Iniciação Artística e Cultural). A DIA fica localizada no 8º andar do Prédio da Reitoria no
campus da Cidade Universitária.

Outro importante órgão ligado à PR-1 é a Divisão de Registro de Estudante (DRE), que
é responsável pelo sistema de registro acadêmico, pelo registro de alunos e controle
de usuários no SIGA (Sistema Integrado de Gestão Acadêmica), matrículas,
assentamentos, expedição de histórico escolar com assinatura, emissão de relatórios,
emissão de carteira de estudante e pedido de Diploma de Dignidade Acadêmica.

Mais detalhes na página: http://www.pr1.ufrj.br

Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PR-2)

Responsável pela formulação, coordenação e supervisão das normas para o


funcionamento dos cursos de pós-graduação, bem como as normas para avaliação e
registro das atividades de pesquisa, com o objetivo de contribuir para a formação de
cidadãos com alto nível de qualificação, para o crescimento e a disseminação da
produção científica, artística e cultural e para o desenvolvimento tecnológico do país.
A política institucional da PR-2 visa a fortalecer a qualidade da pós-graduação na UFRJ,
envolvendo, de forma abrangente, todas as áreas do conhecimento.
Mais detalhes na página: http://www.pr2.ufrj.br

Pró-Reitoria de planejamento e desenvolvimento (PR-3)

Responsável pela elaboração de normas e critérios para o planejamento estratégico,


físico, financeiro e orçamentário da Universidade; coordenação, acompanhamento e
controle das atividades de planejamento de todas as Unidades, Centros, Órgãos e
serviços da Universidade; proposta de alteração das dotações orçamentárias, abertura
de créditos adicionais e criação de fundos; proposta de fixação de preços de serviços
prestados, taxas e emolumentos; elaboração das normas de administração
patrimonial; administração dos bens do patrimônio; inventário do patrimônio e seu
controle permanente; alienação e oneração de bens.
Mais detalhes na página: http://www.pr3.ufrj.br

Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4)


A PR-4 abrange as atividades relativas à elaboração de normas e planos referentes ao
desenvolvimento e qualificação de pessoal; execução administrativa dos planos
aprovados, quando de implementação centralizada, e coordenação, acompanhamento
e controle, quando de implementação descentralizada; supervisão da administração e
consequente lotação de pessoal nos órgãos administrativos e nas unidades; controle
permanente dos assentamentos de pessoal.

Mais detalhes na página: http://www.pr4.ufrj.br

Pró-Reitoria de Extensão (PR-5)


Responsável pela gestão das atividades de extensão realizadas pela UFRJ. Foi criada
em 1985 com a denominação de Sub-Reitoria de Desenvolvimento e Extensão (SR-5). A
partir de 2003, passou a ser denominada de Pró-Reitoria de Extensão.
Tem por finalidade articular e apoiar a execução da política de extensão da UFRJ,
coordenando as atividades de extensão dos diversos setores da Universidade. Entende
que a extensão universitária é fundamental na formação de nossos estudantes e
colabora com os cursos de graduação e pós-graduação na criação de espaços de
convergência que estimulem a integração entre as unidades acadêmicas para o
desenvolvimento de atividades de extensão.
Mais detalhes na página: http://www.pr5.ufrj.br
Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6)

Responsável por conduzir os processos de formulação, execução e avaliação de


políticas públicas; Integrar instrumentos e mecanismos de gestão que viabilizem
harmonizar as relações econômicas e sociais; Privilegiar o fortalecimento das ações
governamentais, por meio da eficácia e efetividade dos resultados esperados e da
transparência dos processos; Aperfeiçoamento dos métodos e procedimentos
adotados, nesse sentido, o exercício do planejamento sistematizado com a aplicação
de conceitos modernos que facilitem o acompanhamento, a fiscalização e o controle,
tanto pela sociedade quanto pelo próprio Estado, fortalecem as relações institucionais
e sociais.
A PR6 tem por responsabilidade operar os processos administrativos relativos a: a)
materiais e serviços; b) licitações; c) contratos; d) serviços gráficos; e) documentação e
gestão de informações; f) gestão patrimonial; g) tecnologia da informação e
comunicação.
Mais detalhes na página: http://www.pr6.ufrj.br

Centros Universitários

Os Centros Universitários congregam um conjunto de Unidades (institutos, escolas e


faculdades) e órgãos suplementares. Compete aos decanos coordenar, junto às suas
unidades e órgãos suplementares, a elaboração de projetos, planos de ensino e de
pesquisa e a criação ou extinção de cursos, cumprindo e fazendo cumprir no âmbito do
respectivo Centro, o Estatuto, o Regimento Geral da Universidade e as decisões dos
órgãos superiores. Cada Centro possui um órgão deliberativo, denominado Conselho
de Coordenação presidido pelo Decano e integrado pelos diretores das Unidades e
representantes dos docentes, funcionários técnico-administrativos e discentes.
Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE)

A Faculdade Nacional de Direito integra o Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas


(CCJE), que atualmente tem como Decano o professor Vitor Mario Iorio.

O Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) coordena as atividades


universitárias da Faculdade Nacional de Direito (FND), da Faculdade de Administração
e Ciências Contábeis (FACC), do Instituto de Economia (IE), do Instituto de Pós-
Graduação e Pesquisa em Administração (COPPEAD) e do Instituto de Pesquisa e
Planejamento Urbano e Regional (IPPUR). A FND, uma das três unidades que, em
setembro de 1920, foram reunidas para criar a atual UFRJ, ocupa um prédio histórico
no Centro da Cidade. O IPPUR e a COPPEAD ficam localizados no campus da Cidade
Universitária. O IE e a FACC, no campus da Praia Vermelha, onde também funciona a
Decania, a direção executiva do Centro.

Mais informações pelos telefones: (21) 3938-5300 / 5301 / 5302.

Reitoria

A Reitoria é o órgão de Direção Administrativa mais importante da Universidade. Cabe


ao Reitor supervisionar, promover, fiscalizar e coordenar a realização e o
desenvolvimento do ensino e da pesquisa, proporcionando aos órgãos coletivos e de
execução os elementos necessários ao desempenho de suas funções na forma da
legislação, que regula o funcionamento da UFRJ. O Reitor, nos seus impedimentos, é
substituído pelo Vice-Reitor.

A estrutura da Reitoria é composta por: Chefia de Gabinete; Assessoria do Gabinete;


Equipe de Secretaria Administrativa; Auditoria Interna; Comissão Permanente de
Pessoal Docente – CPPD; Coordenação de Cerimonial; Coordenadoria de Comunicação
Social; Secretaria de Órgãos Colegiados; Diretoria de Relações Internacionais;
Procuradoria Geral; Superintendência Geral de Políticas Estudantis; e Ouvidoria Geral.
Diretoria de Relações Internacionais (DRI)

A Diretoria de Relações Internacionais (DRI) do Gabinete do Reitor da UFRJ tem como


função trabalhar pela inserção internacional da universidade em prol de seus
estudantes, professores e técnicos administrativos.
Como principal mediador institucional da UFRJ com o exterior, o DRI estabelece o
diálogo com instituições de natureza acadêmica – como universidades e institutos de
pesquisa – e órgãos governamentais – como embaixadas, consulados e agências
internacionais. Em conjunto com o desenvolvimento de parcerias internacionais, o DRI
mantém uma rede nacional de relacionamentos que inclui o MEC/SESu, o Ministério
das Relações Exteriores e agências de fomento como a CAPES e o CNPq.
Organizacionalmente, o DRI divide-se em três seções: Relações Internacionais,
Acordos Acadêmicos Internacionais e Mobilidade. Resumidamente, a seção de
Relações Internacionais encarrega-se do estabelecimento de relações com o exterior,
da busca e divulgação de oportunidades para o público interno, da recepção de
delegações estrangeiras e da representação da UFRJ no Brasil e no exterior. A seção de
Acordos Acadêmicos Internacionais tem como função orientar sobre e acompanhar a
tramitação dos processos de acordos desde sua abertura pelo(a) proponente até sua
assinatura . A seção de Mobilidade, por sua vez, ocupa-se dos programas de
mobilidade acadêmica internacional.
Os alunos interessados em realizar intercâmbio internacional através da UFRJ poderão
obter mais informações pelos telefones (21) 3938-1609 / 1605.
Mais detalhes na página: http://www.dri.ufrj.br/

Superintendência Geral de Políticas Estudantis (SuperEst)

A Superintendência Geral de Políticas Estudantis desenvolve programas voltados para


o apoio à permanência dos alunos de graduação presencial que ingressam na UFRJ e
apresentam dificuldades para a realização e conclusão de seus cursos. As ações
desenvolvidas têm como base o Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES
– que foi instituído pelo Decreto nº 7.234 de 19 de julho de 2010 e tem por finalidade
ampliar as condições de permanência dos jovens na educação superior pública federal.
Divisão de Apoio ao Estudante (DAE)
A Divisão de Apoio ao Estudante (DAE) é o setor da SuperEst responsável pela
coordenação e implementação do Programa de Auxílio ao Estudante, nas diversas
modalidades de bolsas e auxílios, com recorte socioeconômico. Atualmente, fazem
parte do Programa a Bolsa Permanência, a Bolsa Auxílio, o Benefício Moradia e o
Auxílio/Ajuda de Custo Transporte.

Divisão de Inclusão, Acessibilidade e Assuntos Comunitários (DINAAC)


A Divisão de Inclusão, Acessibilidade e Assuntos Comunitários (DINAAC) busca integrar
e promover ações na área da inclusão, acessibilidade e assuntos comunitários ao corpo
discente. A DINAAC também desenvolve ações em parceria com o Núcleo
Interdisciplinar de Acessibilidade da UFRJ (NIA). Promove a inclusão social e o convívio
com a diversidade humana em todas as suas potencialidades e as necessidades
específicas dos vários segmentos sociais, apoiando e ampliando ações de
acessibilidade e inclusão já existentes. Suas ações desenvolvem-se segundo os eixos:
ensino, pesquisa, extensão, integração física, transversalidade do conhecimento,
promoção de ingresso e a permanência na Universidade. Orienta-se pelas legislações
em vigor e também pelos princípios do PNAES.

Divisão de Saúde do Estudante (DISAE)


A Divisão de Saúde do Estudante (DISAE) tem como missão promover a qualidade de
vida do estudante no seu ambiente acadêmico. Para tal, entende como qualidade de
vida boa ou excelente aquela que oferece um mínimo de condições para que os
indivíduos nela inseridos possam desenvolver o máximo de suas potencialidades,
sejam estas: viver, sentir ou amar, trabalhar produzindo bens e serviços, fazendo
ciência ou artes e como saúde o completo bem-estar físico, mental e social e não
apenas a ausência de doenças. A DISAE tem estabelecido diversos Termos de
Cooperação Técnica com unidades da UFRJ, como forma de consolidação e ampliação
de uma política institucional para a saúde do estudante, em conformidade com as
diretrizes do Sistema Único de Saúde.
Divisão de Esporte, Cultura e Lazer (Decult)
A Divisão de Esporte, Cultura e Lazer (Decult) tem como objetivo promover e divulgar
atividades que colaboram com o saber, com as relações e com o bem estar dos
estudantes. A Decult entende que a plena formação discente deve ir além das grades
formais e vincular mais firmemente cada estudante à totalidade da comunidade e dos
espaços universitários, assim como facultar a interdisciplinaridade, a multiplicidade de
paradigmas, a cultura e a saúde em seus amplos significados.

Atenção!

Os alunos interessados em informações sobre as características de cada modalidade


de benefício assistencial, bem como das ações desenvolvidas por cada uma das
Divisões da SuperEst, devem acessar a página eletrônica (www.superest.ufrj.br).

É fundamental que o discente observe os prazos e condições fixadas pela SUPEREST


para concessão ou renovação de bolsas e/ou benefícios, sob pena de perda dos
mesmos. Destacamos, que todas as informações relativas às bolsas e/ou benefícios
estão disponibilizadas na página da SUPEREST.

Ouvidoria
A Ouvidoria da UFRJ é um canal condutor das opiniões, sugestões, reclamações e
problemas que visa promover a garantia dos direitos dos cidadãos, concretizando,
além do princípio da eficiência, os princípios da ética e da transparência nas relações
com a sociedade. Qualquer membro da sociedade poderá acessar a ouvidoria da UFRJ
através do site ou pelos telefones (21) 3938-1620 / 1619. E-mail para contato:
ouvidoria@ufrj.br
Mais informações: www.ouvidoria.ufrj.br
II – A FACULDADE NACIONAL DE DIREITO (FND)

2.1. Breve histórico

A Faculdade está situada no Palácio do Conde dos Arcos, prédio onde funcionou o
Senado brasileiro. A tradicional Faculdade Nacional de Direito da UFRJ é fruto da fusão,
em 1920, de duas Faculdades não estatais, a Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e
Sociais do Rio de Janeiro e a Faculdade Livre de Direito. Antes de tal data, porém,
existiu um longo caminho idealizado por grandes nomes, como Fernando Mendes de
Almeida, que reunia em seu escritório colegas que sonhavam com a criação de uma
Faculdade de Direito Livre, ou seja, particular. Proclamada a República, autorizado e
reconhecido o ensino livre, Mendes de Almeida convocou os antigos partidários da
ideia e, com novos adeptos, declarou fundada a Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e
Sociais do Rio de Janeiro, base do que é hoje a Faculdade Nacional de Direito.

A criação da Faculdade Nacional de Direito na primeira metade do século XX por meio


da fusão das Faculdades já mencionadas representou, na visão de Alberto Venâncio,
uma quebra do monopólio do ensino jurídico, que até o final do século XIX
concentrava-se no eixo Olinda - São Paulo, o que contribuiu para o fortalecimento do
pluralismo do ensino jurídico no País.

A Faculdade Nacional de Direito integrou, juntamente com a Escola Politécnica e a


Faculdade de Medicina da Praia Vermelha a nova universidade, denominada de
"Universidade do Brasil" pelo Decreto-lei n. 8.393 de 1945. Os principais fatos deste
período foram o surgimento da biblioteca da nova Faculdade, o lançamento da Revista
"A Época", a criação do Grêmio Literário e da Revista Jurídica, sob a orientação e
responsabilidade de uma comissão formada por Cândido de Oliveira Filho, Luiz
Carpenter, Raul Pederneiras, Virgílio de Sá Pereira, Gilberto Amado e Afrânio Peixoto.

A partir dos anos 30, a Faculdade Nacional de Direito vivenciou memoráveis concursos
para professores inesquecíveis, como o de Joaquim Pimenta para a cátedra de
Sociologia. Também nesta época surgiu a famosa turma de 1937, que formou
intelectuais como José Honório Rodrigues e Evaristo de Morais Filho, que se tornaria
catedrático em Direito do Trabalho e em Sociologia na gloriosa Faculdade com sua tese
sobre "Augusto Comte".

Somente nos anos 40 houve a transferência da Faculdade para a Rua Moncorvo Filho,
período marcado pela forte mobilização estudantil, principalmente como resistência
ao Estado Novo. Os célebres concursos continuaram a acontecer, trazendo jovens
juristas à cátedra da Faculdade, como San Tiago Dantas e Hélio Tornaghi.

Os anos 50 consolidaram o prestígio da Faculdade Nacional de Direito. Em 1955,


destacou-se a emblemática aula inaugural de San Tiago Dantas, intitulada "A educação
jurídica e a crise brasileira". Na ocasião, San Tiago expôs novas diretrizes para o ensino
jurídico e criticou a didática vigente, defendendo o case system em oposição ao text
system. Já naquela época, defendia a interdisciplinaridade para que o direito pudesse
se adaptar aos tempos modernos.

Entre 1960 e 1970, ocorreu a transferência da capital para Brasília e iniciou-se o


processo de federalização do ensino superior, do qual a UFRJ passou a fazer parte.
Com o Golpe Militar de 64 a Faculdade de Direito sofreu consequências. Por outro
lado, o CACO - Centro Acadêmico Cândido de Oliveira - realizou ferrenha oposição ao
regime militar. Nos anos 70, ocorreu uma profunda crise, caracterizada pela realização
de poucos concursos públicos e o progressivo esvaziamento do quadro docente. Os
anos 80 também foram marcados por crises e impedimentos em concursos.

Nos anos 90, existiram algumas iniciativas, como a mudança curricular determinada
pela Portaria Ministerial n. 1.886/94, que estabeleceu um currículo mínimo dos Cursos
de Direito, a reformulação da estrutura departamental e a criação de um Centro de
Extensão Comunitária compreendendo um Juizado Especial, um posto da Defensoria
Pública e o Escritório Modelo, hoje Núcleo de Prática Jurídica. Criou-se, outrossim, um
Centro de Pesquisa destinado a desenvolver projetos, fortalecer a pós-graduação e
instalar um laboratório de informática. Com a realização de uma série de concursos
públicos para professores que passaram a desenvolver atividades de ensino, pesquisa
e extensão, bem como de significativas mudanças na infraestrutura, a FND voltou a ser
considerada uma das mais conceituadas escolas de Direito do Brasil.

Recentemente, o corpo social da FND manifestou sua disposição de permanecer em


seu histórico prédio e não migrar para o campus da Cidade Universitária na Ilha do
Fundão, decisão que vem sendo totalmente respeitada pela Administração Central da
Universidade.

A FND, comprometida com a construção de um conhecimento interdisciplinar, integra


como unidade corresponsável o curso de graduação em Gestão Pública para o
Desenvolvimento Econômico e Social (GPDES), apoiada no engajamento e na
articulação institucional e acadêmica das seguintes unidades: Faculdade de Direito,
Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC), Instituto de Economia (IE),
Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) e Instituto de Filosofia
e Ciências Sociais (IFCS).

Mais informações: www.direito.ufrj.br

2.2. Órgãos Colegiados e Comissões

Congregação
A Congregação é o principal órgão colegiado da FND, que possui competência para
deliberar sobre questões didático-pedagógicas e administrativas. Presidida pelo
Diretor, é integrada pelo Vice-Diretor, pelos Chefes de Departamento, pelos
Professores Titulares, pelos representantes dos Professores Associados, pelos
representantes dos Professores Adjuntos, pelo representante dos professores
Assistentes, pelos representantes dos discentes, incluindo o da Associação de ex-
alunos, e dos funcionários técnico-administrativos. A Congregação reúne-se,
ordinariamente, uma vez por mês, e, extraordinariamente, quando for convocada.
Conselho Departamental
O Conselho Departamental é órgão de deliberação sobre assuntos de natureza
didático-pedagógica, dentre eles a autorização para concomitância de disciplinas;
quebra de pré-requisito; autorização para cursar número de créditos inferior a seis e
superior a trinta e dois; autorização para prática de atos acadêmicos fora dos prazos
previstos no calendário acadêmico, considerada a excepcionalidade do caso. O
Conselho é hierarquicamente inferior à Congregação. Presidido pelo Coordenador de
Graduação, é integrado pelos Chefes de Departamento e pelos representantes dos
alunos. O Conselho Departamental reúne-se, ordinariamente, uma vez por mês, e,
extraordinariamente, quando for convocado.
Mais informações: coordenacao@direito.ufrj.br

Colegiado dos Departamentos


Departamentos são órgãos de natureza pedagógica, sendo reconhecidos como a
menor fração da estrutura universitária para todos os efeitos de organização didática e
científica. O Colegiado atua cumprindo a legislação universitária, principalmente
envolvendo a distribuição de encargos docentes, dispensa de disciplinas e funcionando
como instância recursal em matérias apreciadas pela sua Chefia e pelos demais
docentes que o integram. Os Colegiados atualmente são integrados pelos docentes do
Departamento e pelos representantes dos alunos. Os Colegiados reúnem-se,
ordinariamente, uma vez por mês, e, extraordinariamente, quando forem convocados.

Colegiado do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ)


O Colegiado de Prática Jurídica tem como principais atribuições, elaborar o programa e
plano de atividades do NPJ, orientar e avaliar o desempenho dos estagiários e ainda
aprovar normas internas de funcionamento do NPJ. O Colegiado de Prática Jurídica,
que é presidido pelo Coordenador do Núcleo de Prática Jurídica, reúne-se
trimestralmente de forma ordinária para analisar, avaliar, reorganizar ou remodelar as
atividades sob sua responsabilidade, e extraordinariamente, quando convocado. O
Colegiado é integrado pelos professores de Prática Jurídica, pelos representantes dos
alunos e dos funcionários técnico-administrativos.

Conselho de Monografia
O Conselho de Monografia tem como principal atribuição estabelecer as regras para a
elaboração da monografia jurídica, cuja apresentação é obrigatória para a conclusão
do curso. O Conselho, que é presidido pelo Coordenador de Monografia, reúne-se
mensalmente de forma ordinária, e extraordinariamente, quando convocado. O
Conselho é integrado por 06 (seis) docentes do corpo permanente, por 02 (dois)
representantes dos alunos e 02 (dois) dos funcionários.

Comissão Própria de Avaliação (CPA)


Compete a CPA à condução dos processos internos de avaliação da Faculdade Nacional
de Direito. Na FND a Comissão é formada por 02 (dois) docentes do corpo
permanente, por 01 (um) representante dos alunos, por 01 (um) representante dos
funcionários e 01 (um) membro externo.

Comissão de Orientação e Acompanhamento Acadêmico (COAA)


Nos termos da Res. CEG 02/2016, a Comissão de Orientação e Acompanhamento
Acadêmico (COAA) exerce a atividade de orientação acadêmica. A COAA, dentre suas
competências, manifesta-se sobre pedidos de trancamento e destrancamento de
matrícula; descancelamento de matrícula; emite parecer sobre desempenho
acadêmico de discentes sob a sua responsabilidade; mudança de turno; plano de
estudos para mobilidade acadêmica e aproveitamento de créditos decorrente da
mesma. A COAA realiza ainda, num trabalho conjunto com orientador acadêmico do
aluno, a orientação e o acompanhamento de discentes que apresentem dificuldades
para acompanhar o regular desenvolvimento do curso.
A COAA é composta por professores e representantes dos alunos, reunindo-se
mensalmente de forma ordinária, e extraordinariamente, quando convocada.
Mais informações: coordenacao@direito.ufrj.br
Setor de Convênios e Relações Institucionais e Internacionais da
Faculdade Nacional de Direito (SCRIID)
Considerando o crescente número de alunos da FND interessados na realização de
intercâmbio, bem como a necessidade de uma adequada acolhida de alunos
estrangeiros, foi criado um órgão na FND responsável por tratar de todas as questões
envolvendo a matéria. Os docentes integrantes do SCRIID prestarão auxílio aos
discentes da FND, para que os mesmos possam realizar com bom aproveitamento sua
passagem por instituições estrangeiras, o que envolve desde o processo de escolha da
instituição receptora até o apoio na elaboração do plano de estudos.
Em relação aos discentes estrangeiros, os docentes do SCRIID auxiliarão os mesmos em
seu processo de adaptação na FND, bem como levarão a efeito orientações para
eventual adequação do plano de estudos.
O SCRIID também tem como uma das principais atribuições atuar na articulação de
convênios com outras instituições nacionais e internacionais, de modo a reforçar o
ensino, pesquisa e extensão na FND.
Mais informações: scriid@direito.ufrj.br

Núcleo Docente Estruturante (NDE)


O NDE tem por objetivo qualificar o envolvimento docente no processo de concepção
e consolidação de um curso de graduação. Caracteriza-se por ser responsável pela
formulação e reformulação do Projeto Pedagógico do Curso, sua implementação e
desenvolvimento. O NDE reúne-se, ordinariamente, bimestralmente, e,
extraordinariamente, quando for convocado. O NDE é composto por 07 docentes,
tendo as seguintes atribuições: I - participar da elaboração do Projeto Pedagógico do
Curso; II - participar da construção e da consolidação do perfil do egresso; III -
participar da revisão e atualização periódica do Projeto Pedagógico do Curso para
análise e aprovação da Congregação e demais órgãos competentes da UFRJ; IV -
discutir e propor mecanismos de interdisciplinaridade; V - supervisionar as formas de
avaliação e acompanhamento do Curso, definidas pela Congregação; VI - analisar e
avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; VII - promover a integração
horizontal e vertical do Curso, respeitando o Eixo Norteador estabelecido pelo Projeto
Pedagógico; VIII - indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de
pesquisa e de extensão; e IX - zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares
Nacionais.

Comissão Deliberativa do Programa de Pós-Graduação da FND


(Mestrado e Doutorado)
A Comissão deliberativa é constituída pelos docentes credenciados e em efetivo
exercício e pelos representantes dos alunos. O Colegiado tem como principais
atribuições a elaboração da programação didática do Programa a partir da proposta do
Coordenador e escolher ou aprovar a indicação dos membros que deverão compor as
bancas de seleção dos concursos de admissão ao Programa. A Comissão reunir-se-á
trimestralmente de forma ordinária, e extraordinariamente, quando convocada.

2.3. Corpo docente e Departamentos de Ensino

Atualmente, a Faculdade Nacional de Direito possui 85 professores em seu corpo


docente permanente, que estão distribuídos entre os 04 (quatro) Departamentos de
Ensino (Direito do Estado, Direito Civil, Direito Social e Econômico e Teoria do Direito).
O Departamento compreende disciplinas afins e congrega professores para objetivo
comum de ensino e pesquisa. Cada Departamento é dirigido por um chefe designado
pelo Diretor da Unidade, mediante prévia indicação do corpo deliberativo pelo voto da
maioria dos presentes, sendo preferido, em caso de empate, o mais antigo na
categoria.
Departamento de DIREITO DO ESTADO – sigla IUS
Chefe do Departamento: Profª. Carolina Machado Cyrillo da Silva
Plantões de atendimento: quartas (13:00 às 14h00h) e (18:30 às 19:30h)
Substituto eventual: Prof. Antonio Eduardo Ramires Santoro
Plantões de atendimento: terças (11:00 às 12h00h)

Departamento de DIREITO CIVIL – sigla IUP


Chefe do Departamento: Profª. Juliana de Sousa Gomes Lage
Plantões de atendimento: sextas (13:00 às 15:00h)
Substituto eventual: Prof. Cíntia Muniz
Plantões de atendimento: segundas (19:00 às 20:00h)

Departamento de DIREITO SOCIAL E ECONÔMICO – sigla IUE


Chefe do Departamento: Profª. Carolina Miranda Cavalcante
Plantões de atendimento: segundas (18:00 às 20:00h)
Substituto eventual: Prof. Vinicius Chaves
Plantões de atendimento: quintas (17:30 às 18:30h)

Departamento de Teoria do Direito – sigla IUF


Chefe do Departamento: Prof. José Roberto Xavier
Plantões de atendimento: sextas (11:00 às 12:00h) e quartas (13:00 às 14:00h)
Substituto eventual: Profª. Margarida Lacombe
Plantões de atendimento: segundas (17:00 às 18:00h)

* Os horários acima referem-se ao período letivo de 2018.1.


Para maiores informações sobre os plantões:
Telefone: (21) 3938-1028 / 1029 | E-mail: departamentos@direito.ufrj.br
2.4. Coordenações e setores administrativos da FND

Coordenação de Graduação
A Coordenação de Graduação tem como principais atribuições orientar a organização
curricular e o desenvolvimento do currículo; organizar os horários das disciplinas;
organizar as turmas de alunos; prestar assistência didático-pedagógica aos docentes e
discentes; coordenar os processos e as reuniões do Conselho Departamental e COAA;
acompanhar e avaliar o desenvolvimento das atividades de monitoria e PAEALIG
(Programa de Atividades Extracurriculares de Apoio aos Laboratórios de Informática de
Graduação); elaborar o calendário acadêmico da Unidade, envolvendo os atos
relacionados à graduação.

Plantões de atendimento:
Prof. Carlos Magno (integral): cmagnosm@direito.ufrj.br
Sextas, 10h00 às 12h00
Profª. Márcia Souza (noturno): marciasouza@direito.ufrj.br
Quartas, 17h00 às 18h30

Localização: 3º andar
Telefone: (21) 3938-1026
E-mail: coordenacao@direito.ufrj.br

Secretaria Acadêmica de Graduação


A Secretaria Acadêmica é órgão de apoio à Coordenação de Graduação, responsável
por operacionalizar as atividades ligadas à vida acadêmica do discente, desde o seu
ingresso até a sua conclusão do curso. A Secretaria é responsável por todos o serviços
relacionados à matrícula e ao registro, inclusive a expedição de diplomas. Dentre as
suas principais atribuições destacam-se: controlar e supervisionar o sistema de dados
acadêmicos; expedir certidões, declarações, atestados e históricos; formalizar
processos para registro de diplomas, tomando as providências cabíveis; manter o
registro de todos os diplomas expedidos; entrega de carteirinha do estudante.

Localização: 3º andar
Telefone: (21) 3938-1040
E-mail: secretariadegraduacao@direito.ufrj.br

Secretaria dos Departamentos


A Secretaria dos Departamentos é órgão de apoio aos Departamentos, vinculada à
Coordenação de Graduação. Dentre as suas principais atribuições detacam-se: prestar
apoio administrativo aos Chefes de Departamento da FND; processar os pedidos de
dispensa de disciplinas, realizar o controle de frequência dos monitores da FND;
prestar apoio administrativo aos concursos e processos simplificados para contratação
de docentes. Prestar apoio administrativo na seleção de bolsistas de monitoria e
PAELIG.

Localização: 3º andar
Telefone: (21) 3938-1028 / 1029
E-mail: departamentos@direito.ufrj.br

Coordenação de Pesquisa
A Coordenação de Pesquisa tem como atribuição organizar as atividades de pesquisa
desenvolvidas na Unidade; divulgar os grupos de pesquisa em funcionamento; auxiliar
os docentes no processo de criação e registro de grupos de pesquisa na Unidade, na
Universidade e em órgãos de fomento à pesquisa; informar os docentes e discentes
pesquisadores sobre oportunidades de bolsas de pesquisa internas e externas à
Universidade; realizar, anualmente, a Jornada de Iniciação Científica da Faculdade
Nacional de Direito (JIC-JUR), como espaço para a divulgação das pesquisas e
preparação de nossos alunos para a participação na Jornada de Iniciação Científica da
UFRJ (JICTAC).

Localização: 1º andar
Telefone: (21) 3938-0909 / 0910
E-mail: pesquisa@direito.ufrj.br

Coordenação de Extensão
A UFRJ adota o conceito de extensão universitária definido pelo Fórum de Pró-Reitores
de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (FORPROEX,
2010): “A Extensão Universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade
entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar educativo, cultural,
científico e político que promove a interação transformadora entre universidade e
outros setores da sociedade”.
A Coordenação de Extensão atua como o canal de comunicação entre a Pró-Reitoria de
Extensão (PR-5) e a FND, interagindo com a participação mensal na plenária dos
coordenadores de extensão dos centros e unidades da UFRJ. A Coordenação de
Extensão também possui a atribuição de divulgar à comunidade acadêmica da FND os
editais internos, estaduais e nacionais de programas e projetos de extensão para
receber fomento de agências oficiais. A Coordenação de Extensão, também possui a
atribuição de divulgar no corpo social da FND, eventos extensionistas (projetos,
programas, cursos, congressos, etc.), desenvolvidos com a participação do corpo social
da FND.

Localização: 1º andar
Telefone: (21) 3938-0909 / 0910
Coordenação de Monografia
A Coordenação de Monografia tem como suas atribuições catalogar as áreas de
atuação e respectivos docentes disponíveis para orientação de monografia; coordenar
a distribuição de orientados por docente a cada semestre; prestar atendimento aos
discentes matriculados nas disciplinas de monografia jurídica; receber e providenciar o
encaminhamento à Biblioteca da FND das monografias digitalizadas; tomar no âmbito
de sua competência, todas as medidas necessárias ao cumprimento do regulamento
de monografia da FND.

Localização: 1º andar
Telefone: 2508-0909
Email: monografia@direito.ufrj.br

Coordenação do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ)


O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) é o órgão responsável pela supervisão das atividades
do Estágio e proporciona aos alunos, regularmente matriculados no Curso de Direito
da Faculdade Nacional de Direito (FND), o exercício da prática jurídica curricular. Nesse
setor, seu coordenador e o Colegiado do NPJ são responsáveis também pela efetivação
e fiscalização dos convênios de estágio realizados fora da FND.

Núcleo de Prática Jurídica (NPJ)


As atividades do NPJ objetivam integrar os aspectos teóricos e práticos do ensino,
pesquisa e extensão das atividades jurídicas, visam estimular nos estudantes uma
análise crítica destes elementos, bem como, propiciar uma formação adequada à sua
vida prática profissional. Para serem atendidos pelo NPJ, os assistidos devem, em
regra, residir nas imediações da FND e não possuir condições financeiras de pagar
advogado particular sem prejuízo da própria subsistência. Entretanto, para atender aos
fins pedagógicos de proporcionar condições de aprendizado jurídico prático-
profissional aos alunos da FND, o NPJ somente cuida de considerável número de casos
de relevante interesse jurídico e acadêmico, segundo análise do próprio NPJ e
conforme o regulamento do NPJ. O que não prejudica partes eventualmente não
assistidas pelo NPJ, já que a assistência a partes hipossuficientes, em geral, é feita pela
Defensoria Pública, em razão também das limitações físicas e de pessoal do NPJ. O
Núcleo de Prática Jurídica presta atendimento nas áreas Cível, Penal e Trabalhista,
bem como nos projetos de extensão desenvolvidos no setor.

Localização: 1º andar
Telefone: (21) 3938-0911 / 0912 / 0913

Núcleo Interdisciplinar de Ações para a Cidadania - NIAC


Os alunos da FND podem ainda desenvolver suas atividades de extensão e Prática
Jurídica, junto ao NIAC, que é um Programa de Extensão constituído por projetos e
outras ações de extensão de caráter multidisciplinar, ligado a atividades de pesquisa e
ensino da Faculdade Nacional de Direito, do Instituto de Psicologia e da Escola de
Serviço Social da UFRJ, buscando oferecer atendimento integrado à população do
bairro da Maré e seu entorno, com eixo na questão de Direitos Humanos. O NIAC
funciona no campus da Cidade Universitária na Ilha do Fundão.

Gerência
A Gerência tem como principais atribuições organizar os procedimentos referentes à
segurança e manutenção das dependências da FND, bem como zelar pelo regular
funcionamento de cada um dos setores administrativos.
Compete ainda à Gerência organizar a utilização dos espaços e equipamentos da FND.

Localização: 3º andar
Telefone: (21) 2508-0930
Laboratório de Informática (LIG)
O LIG, objetiva permitir a realização de pesquisas e a cooperação do corpo discente
com o corpo docente nas atividades de ensino de graduação.

Localização: 4º andar
Telefone: (21) 3938-0936

Biblioteca Carvalho de Mendonça

A história da biblioteca confunde-se com a história da própria FND, pois ela foi criada
já em 1905, por iniciativa de Arnaldo Guinle, ex-aluno, que doou livros e estante.
A Biblioteca Carvalho de Mendonça possui um grande acervo, coletado ao longo
destes mais de 100 anos, atendendo aos docentes, técnicos administrativos, alunos da
graduação e da pós-graduação da FND, bem como ao público em geral.

Documentos necessários para inscrição:

- Comprovante de Inscrição em Disciplina (CRID) ou plano de estudos no período


letivo.

- Foto 3x4.

A biblioteca funciona para atendimento ao público, durante o ano letivo, de segunda à


sexta-feira, de 8:00 às 20:00 horas. No período de férias o horário de atendimento é
reduzido, passando a funcionar das 9:00 às 18:00 horas.

Localização: 2º andar
Telefone: (21) 3938-0920 | Blog: http://bibliodireitoufrj.blogspot.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/bibliotecacarvalhodemendonca/
III – CORPO DISCENTE

O corpo discente da FND é formado por aproximadamente 3.000 alunos de graduação


e pós-graduação (Mestrado). O acesso à graduação, na forma da Resolução nº 06/2010
do CEG, poderá ocorrer através das seguintes modalidades: concurso de acesso;
transferência externa (obrigatória ou facultativa); isenção de concurso de acesso;
convênios. Para mais informações sobre os cursos de Graduação da UFRJ, acesse a
página da PR-1.
O acesso na pós-graduação (Mestrado e Doutorado) ocorre através de seleção pública
anual.
Os alunos de graduação são representados em todos os órgãos colegiados da FND
pelos integrantes do Centro Acadêmico Cândido de Oliveira - CACO, que sempre teve
um papel de destaque na luta pela reconstrução e manutenção da democracia no
Brasil.
O CACO é uma das mais importantes entidades do movimento estudantil brasileiro,
atuando na defesa dos interesses dos estudantes, não somente no âmbito da FND,
mas também nas grandes lutas que se desenvolvem no País.
Os estudantes ostentam a oportunidade de integrar a Associação Atlética Acadêmica
da Faculdade Nacional de Direito - AAAFND, uma entidade sem fins lucrativos,
representativa dos alunos e ex-alunos da FND, que tem por finalidades o fomento e o
incentivo à prática do desporto universitário e a promoção de eventos sócio-culturais
no intuito de congraçar e estreitar os laços da comunidade acadêmica.
Na UFRJ, existe o Diretório Central dos Estudantes, DCE MÁRIO PRATA, que representa
todos os estudantes da UFRJ. A função do DCE é representar os estudantes de
graduação nos mais diversos níveis da instituição (CEG, CONSUNI, CEPG etc.),
participando das tomadas de decisões acadêmicas. O DCE fica localizado no campus da
Praia Vermelha.

Atenção!!
Site do CACO: https://www.facebook.com/cacofnd/
E-mail: caconauta@gmail.com

Site da AAFND: https://maiordo.rio/

Site do DCE Mário Prata: www.dce.ufrj.br


IV – FUNCIONAMENTO DO CURSO

A UFRJ adota o sistema de créditos e inscrição por disciplinas. Neste sistema, é


oferecida uma série de disciplinas distribuídas em uma grade curricular recomendada,
tendo o discente a opção de distribuí-las por períodos, respeitados a periodização
recomendada, os requisitos e os horários em que elas são ministradas. O prazo mínimo
de integralização é de 10 (dez) períodos ou semestres e o prazo máximo é 15 (quinze)
períodos ou semestres.
O discente deverá cursar as disciplinas no turno para o qual foi selecionado, não tendo
o mesmo, sob nenhuma hipótese, vaga assegurada em qualquer turma de disciplina
diversa de seu turno e período. Destaque-se que os turnos (integral e noturno)
apresentam inclusive grades curriculares diferentes, relativamente a sua forma de
integralização.
No primeiro semestre do ano de 2014, começou a ser implementado o novo Projeto
Pedagógico do Curso de Direito da UFRJ, que se aplica a todos os discentes que
ingressaram a partir do referido período.
Os discentes, cujo ingresso tenha ocorrido antes do primeiro semestre do ano de 2014,
deverão integralizar o Projeto Pedagógico anteriormente em vigor.
No currículo anterior ao ano de 2014, para fazer jus ao grau e diploma, o discente
deverá cumprir no mínimo 160 créditos de disciplinas obrigatórias, 12 créditos de
Requisitos Curriculares Suplementares (RCS) e 18 créditos de disciplinas
complementares de escolha condicionada, perfazendo um montante de 190 créditos.
O discente deverá ainda realizar 300 horas de atividades complementares, que serão
apresentadas à Secretaria Acadêmica por ocasião da conclusão do curso.
No currículo em vigor a partir do primeiro semestre do ano de 2014, para fazer jus ao
grau e diploma, o discente deverá cumprir no mínimo 215 créditos de disciplinas
obrigatórias, 10 créditos de disciplinas complementares de escolha condicionada, 06
créditos de disciplinas complementares de livre escolha. O discente deverá ainda
realizar 150 horas de atividades complementares ao longo do curso, a partir do
primeiro período e 450 horas de atividade de extensão a partir do 6º período.
O crédito é uma medida do número de horas que a disciplina ou o RCS ocupa dentro
do currículo. As atividades relativas a aulas teóricas e práticas, elaboração de projetos,
seminários e atividades de campo têm seu valor determinado em créditos. O total de
créditos concedidos ao aluno em uma disciplina ou em RCS baseia-se na carga horária
semestral que lhe é atribuída durante o período letivo.
A disciplina é um conjunto de atividades didáticas, versando sobre um assunto
determinado, de execução restrita a um período letivo, admitindo um sistema de
aferição de rendimento expresso por uma escala de notas e conferindo créditos, no
caso de você ser aprovado. Ela é identificada pelo nome, código, ementa, carga horária
e número de créditos. Ela pode ser obrigatória e optativa, podendo ser escolhida
dentro de um conjunto oferecido.
Algumas disciplinas não podem ser cursadas antes que se tenha obtido aprovação em
outra ou outras que são seus pré-requisitos. A inscrição em uma disciplina é rejeitada
automaticamente, caso o aluno não tenha sido aprovado na disciplina exigida como
pré-requisito.
Outras disciplinas, denominadas de co-requisitos, devem ser, em função de exigências
do currículo, cursadas simultaneamente a uma ou mais disciplinas afins.
Entende-se por RCS um conjunto de atividades acadêmicas, organizadas didático-
pedagogicamente, com carga horária determinada e exigência de avaliação definidas
no currículo, cujas características não correspondam às de uma disciplina e que sejam
exigidas de um aluno para que faça jus ao grau e ao diploma.
As atividades complementares são componentes curriculares enriquecedores e
complementadores do perfil do formando, possibilitam o reconhecimento, por
avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida
fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades
independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas
relações com o mercado do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.
A realização de atividades complementares não se confunde com a do estágio
supervisionado ou com a do trabalho de conclusão do curso.
4.1. Estágio obrigatório

De modo a atender às determinações legais, relativamente ao estágio supervisionado


obrigatório para todos os alunos e a possibilidade de realização de estágio profissional
previsto da Lei nº 8.906/94, os discentes deverão realizar sua inscrição junto ao Núcleo
de Prática Jurídica (NPJ) da FND a partir do 7º período quando estarão matriculados na
disciplina de Prática Jurídica I.
O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) é o órgão responsável pela supervisão das atividades
do estágio e proporciona aos alunos, regularmente matriculados na FND, o exercício
da prática jurídica curricular. Com vocação extensionista, o NPJ oferece atendimento
jurídico à comunidade, nas áreas Penal, Cível e Trabalhista.
As disciplinas de Prática Jurídica possuem carga teórica a ser ministrada em sala de
aula e carga prática a ser realizada junto ao NPJ. Logo, para fazer jus ao grau e
frequência da disciplina de Prática Jurídica cursada em sala de aula, o discente deverá
ter realizado com aproveitamento suas atividades práticas junto ao NPJ.
O estágio supervisionado é componente curricular obrigatório, indispensável à
consolidação dos desempenhos profissionais desejados, inerentes ao perfil do
formando. O discente deverá realizar o estágio junto do NPJ da FND, mas terá a opção
de realizá-lo em outras entidades ou instituições e escritórios de advocacia
conveniados com a UFRJ para fins de estágio, importando em qualquer caso, na
supervisão das atividades e na elaboração de relatórios e atividades que forem
determinadas pelo NPJ.
Ainda que venha a obter dispensa do estágio junto ao NPJ, o discente deverá estar
regularmente inscrito no mesmo.

Atenção!!

* Não serão autorizadas concomitâncias de disciplinas de Prática Jurídica na FND,


conforme deliberação consolidada pelo Colegiado do Núcleo Prática Jurídica.

* Todos os alunos do curso de Direito deverão realizar o estágio supervisionado,


sendo obrigatória a inscrição junto ao NPJ, tão logo seja realizada a inscrição na
disciplina de Prática Jurídica I.

4.2. Monografia

O Trabalho de Conclusão do Curso é um componente curricular obrigatório por


exigência do art. 10 da Resolução CNE/CES nº 09/2004. Deve ser desenvolvido
individualmente pelos concluintes para que os mesmos possam fazer jus ao grau e
diploma.
A monografia consiste em trabalho acerca de tema de escolha do aluno em
consonância com o Projeto Político Pedagógico e com os conteúdos curriculares do
Curso de Direito da UFRJ.
A elaboração da monografia ocorre a partir da construção de um projeto desenvolvido
sob a orientação e supervisão de um professor orientador, observadas as orientações
metodológicas apresentadas ao discente ao longo do curso.
O projeto de monografia será entregue com a aprovação do orientador até a
conclusão, em data a ser fixada semestralmente pela Coordenação de Monografia.
Somente será considerado aprovado na disciplina Monografia Jurídica I, o aluno que
cumprir as exigências e apresentar o projeto de monografia.
Desde a implementação do currículo em vigor a partir de 1995, no Curso de Direito da
UFRJ o Trabalho de Conclusão do Curso é realizado na modalidade Monografia,
elaborada a partir de um Projeto de Pesquisa, atualmente desenvolvido no 9º período
da grade curricular, com a supervisão de um professor orientador escolhido pelo
aluno, observado a pertinência do tema. O aluno aprovado nesta etapa está apto a
elaborar a monografia no 10º período e a defendê-la perante banca examinadora, caso
o trabalho seja aprovado para a defesa pelo professor orientador.
No Projeto Pedagógico em vigor a partir do primeiro semestre do ano de 2014, o
projeto de monografia deverá ser realizado no 8º período e a elaboração do trabalho
monográfico ocorrerá ao longo dos dois períodos subsequentes: no mínimo, o
primeiro capítulo no 9º; o trabalho completo, depositado para apresentação perante
banca examinadora, no 10º período.

Atenção!!
* O discente deverá observar os prazos e regulamentações fixadas pela
Coordenação de Monografia.

* Na grade curricular em vigor a partir do ano de 2014, somente poderá se inscrever


na disciplina de Monografia Jurídica I, o discente que estiver cursando o 8º período,
tendo cumprido um mínimo de 155 créditos em disciplinas obrigatórias e 12 créditos
em disciplinas complementares.

* Na grade curricular em vigor a partir do ano de 2014, é absolutamente vedado ao


discente realizar concomitantemente a elaboração do projeto de monografia
juntamente com a monografia.

4.3. Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE)

Conforme disposição do art. 5º, § 5º, da Lei nº. 10.861/2004, o ENADE constitui-se
componente curricular obrigatório, sendo inscrita no histórico escolar do estudante
somente a situação regular com relação a essa obrigação. O objetivo do ENADE é
avaliar o desempenho dos estudantes com relação aos conteúdos programáticos
previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação, o desenvolvimento de
competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e
profissional, e o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira
e mundial, integrando o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES),
juntamente com a avaliação institucional e a avaliação dos cursos de graduação. Os
alunos dos cursos de Direito estão observando a periodicidade trienal para realização
do ENADE.

Atenção!!

O estudante selecionado que não comparecer ao Exame estará em situação


irregular junto ao ENADE e não poderá obter o diploma de conclusão do curso.
V – ATOS ACADÊMICOS

5.1. Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA)

O Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA) é um sistema de acesso via web,


desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ (NCE), através do qual os
discentes, docentes e funcionários podem obter informações e fazer determinadas
atualizações referentes ao registro acadêmico. Alguns serviços disponibilizados pelo SIGA, na
página de boas-vindas, têm prazos determinados no calendário dos atos acadêmicos,
aprovados nos Conselhos Superiores da Universidade. As permissões para consultas e
operações são concedidas pela Divisão de Registro de Estudantes (DRE), conforme o perfil de
cada usuário.
O discente tem um perfil que lhe dá os seguintes direitos: pedidos de inscrição em disciplinas;
alteração e trancamento de pedido de inscrição em disciplinas; alterações de dados pessoais;
consulta e emissão do Comprovante de Inscrição em Disciplinas (CRID); consulta e emissão do
Boletim Escolar não oficial; consulta e emissão do Histórico Escolar não oficial; consulta e
emissão da grade horária do seu curso; e consulta e emissão da distribuição curricular
recomendada de qualquer curso da UFRJ. É muito importante que o aluno mantenha os seus
dados pessoais atualizados.
Para ter acesso ao SIGA, o aluno deverá estar conectado à internet e acessar a página
http://portaldoaluno.ufrj.br (observe a ausência de www). No seu primeiro acesso, digite o
número do seu CPF no campo correspondente à identificação, e como senha, utilize o seu
número de registro do DRE, que lhe será informado no ato da matrícula, e clique no botão
“Iniciar sessão”.
Após a identificação, antes de clicar no ícone correspondente ao SIGA, o aluno deverá alterar
sua senha e cadastrar seu e-mail, sem o qual não será permitido o acesso ao sistema. Este e-
mail é importante pois servirá de contato entre a UFRJ e o aluno.

5.2. Matrícula

É a vinculação do aluno à Universidade por intermédio de um Centro Universitário,


havendo as seguintes modalidades:
a) Matrícula decorrente de concurso de acesso
Sempre que houver concurso de seleção para ingresso na Universidade, dele decorrerá
a matrícula, podendo, assim, haver mais de uma época de matrícula no mesmo ano. A
matrícula é feita junto à Divisão de Registro dos Estudantes em data aprovada pelo
Conselho de Ensino de Graduação.

b) Matrícula decorrente de isenção de concurso de acesso


Os graduados em curso superior e os concluintes do curso fundamental das academias
e escolas militares, consideradas de nível superior, estão aptos a requerer matrícula
com isenção de concurso de acesso.
Antes do início de cada semestre a Universidade publica um Edital no Diário Oficial da
União no qual está definido o número de vagas nesse tipo de seleção. O candidato
deve dirigir-se à Unidade do curso no qual deseja ingressar para se inscrever e deverá
submeter-se a uma prova específica de sua área.

c) Matrícula decorrente de convênio internacional e cortesia


Poderá ser concedida a estudantes estrangeiros, beneficiados por convênio
internacional na forma da Lei e a funcionários estrangeiros de missões diplomáticas, de
Repartições Consulares de carreira e Organismos Internacionais e a seus dependentes,
que venham a servir no Brasil.

d) Matrícula decorrente de transferência ex-officio


As transferências ex-officio serão efetivadas entre instituições públicas de ensino
vinculadas a qualquer sistema de ensino, em qualquer época do ano e independente
de vaga, quando se tratar de servidor público federal civil ou militar, estudante ou seu
dependente estudante. A aceitação da transferência será obrigatória em razão de
comprovada remoção ou transferência de ofício que acarrete mudança de domicílio
para o município onde se situe a instituição recebedora, ou para localidade mais
próxima.
e) Matrícula decorrente de transferência externa
Os alunos regularmente matriculados em instituições nacionais e estrangeiras
(públicas ou privadas) que desejarem continuar seus estudos na UFRJ poderão ser
aceitos, desde que sejam aprovados em concurso público, de acordo com as normas
divulgadas no Edital de Transferência, publicado em jornais de grande circulação no
Rio de Janeiro e no site www.ufrj.br.
Os alunos que ingressarem por Concurso de Acesso na UFRJ e que dela se tenham
transferido, ao pleitearem retorno, poderão ser enquadrados nesta modalidade de
transferência (externa).

5.3. Inscrição em disciplinas

O curso, antes do início do período letivo, promove a inscrição em disciplinas, que é


um ato acadêmico. Este ato é a vinculação do aluno ao ensino de uma determinada
disciplina. A inscrição pode ocorrer em três fases: inscrição, alteração e desistência
(trancamento); cada uma tem seu período definido por calendário acadêmico da UFRJ
e pode ser feita por via de pedido, que será posteriormente efetivada pela
Coordenação de Graduação (Período de Concordância/discordância).

IMPORTANTE: Após o prazo final de cada período de inscrição, é imprescindível que o


discente processe a emissão do Comprovante de Registro de Inscrição em Disciplinas
(CRID) e verifique sua situação de inscrição nas disciplinas.

Através do pedido de inscrição em disciplinas, as solicitações de inscrição estarão


sujeitas aos critérios estabelecidos pelo Coordenador de Curso. Estas inscrições só
constarão no diário de aulas e no CRID após a correspondente efetivação.
Aproveite para enriquecer o seu currículo cursando disciplinas de outros cursos da
UFRJ, desde que sejam atendidos os seguintes critérios: disponibilidade de vagas,
requisitos da disciplina, compatibilidade de horários e aceitação do Departamento
responsável pela disciplina.
Atenção!!

* O discente deverá respeitar os números mínimos e máximos de créditos: 06 e 32.


Caso não seja observado o critério em questão, o discente deverá ingressar nos
prazos fixados no calendário acadêmico com processo administrativo para
regularizar sua situação.

* O número de disciplinas que não integram o seu currículo não pode exceder 1/3
do número total de disciplinas no qual está inscrito, e o número total de créditos
das disciplinas que não integram o seu currículo não pode ser superior ao número
total de créditos das disciplinas de seu currículo.

* A divisão das turmas em A, B e C é realizada somente no primeiro período, não


tendo o aluno preferência nos semestres seguintes. Ou seja, se o aluno foi alocado
na turma “A” no primeiro período ele não terá preferência para cursar a turma “A”
no segundo período.

* O aluno deverá se inscrever nas disciplinas do seu turno, não haverá inclusão de
alunos nas disciplinas fora dos períodos estabelecidos pelo calendário acadêmico.

5.4. Orientações para inscrição em disciplinas

a) O pedido de inscrição em disciplinas é formulado via SIGA/Portal do aluno e não


traduz a situação final do aluno. Durante o período de inscrições a situação do discente
poderá ser alterada pelo sistema, bem como posteriormente no período de
concordância realizado pela Coordenação do Curso.
Atenção!!

* O discente somente terá vaga assegurada nas disciplinas obrigatórias de seu


período e turno. Para tanto, o aluno deverá observar o calendário acadêmico para
inscrição em disciplinas (obrigatórias e optativas).

* No período de alteração, o discente não terá prioridade para alocação em


disciplinas com base em período e turno.

* caso não sejam observadas as condições supracitadas, o discente não tem vaga
assegurada em disciplinas obrigatórias.

b) por ocasião do pedido de inscrição, o discente deverá verificar se sua periodização


está correta. Caso haja algum problema, o mesmo deverá entrar em contato
imediatamente com a Secretaria Acadêmica da Unidade através do e-mail
secretariadegraduacao@direito.ufrj.br;

c) Os discentes que pretendem cursar menos de 06 ou mais de 32 créditos deverão


obter autorização do Conselho Departamental, através da abertura de processo
administrativo, observando-se o calendário divulgado pela Unidade;

d) O “sim” no período de concordância de pedidos de inscrição em disciplinas não


implica garantia da vaga, mas apenas que o pedido estará participando da seleção. A
situação final é aquela descrita em seu CRID (Comprovante de Registros de Inscrição
em Disciplina);
e) O discente que efetivar transferência de turma no período de alteração de
disciplinas (exclusão e inclusão), somente terá assegurada vaga caso exista
disponibilidade e obtenha alocação, após concorrer com outros discentes
interessados.

Atenção!!

* O SIGA não devolve automaticamente o aluno para a turma na qual estava


anteriormente inscrito, caso o mesmo não obtenha alocação na turma para qual
busca a transferência. Com o pedido de transferência, o aluno estará abrindo mão
da vaga na turma que estava regularmente inscrito.

* A transferência de turma somente estará concluída com perfeição caso a inscrição


do aluno conste como normal em seu CRID em relação à nova turma.

f) O SIGA adota critérios de classificação fixos e variáveis. Os critérios fixos são


Localização (Unidade) e Periodização. Os critérios variáveis são Turno, Créditos Obtidos
Acumulados (COA) e Coeficiente de Rendimento Acumulado (CRA), ordem adotada
pela FND;

g) Os pedidos de quebra de requisito e/ou concomitância são excepcionalidades,


destinando-se em regra a atender demandas dos alunos concluintes, que serão objeto
de análise pelas respectivas Chefias de Departamento e posterior deliberação pelo
Conselho Departamental.
Atenção!!

* Os pedidos de quebra de requisito e/ou concomitância devem ser formulados


através de processo administrativo, observando-se o calendário divulgado pela
Unidade.

* Os discentes que formularem pedido de quebra de requisito e/ou concomitância


devem comprovar, na propositura do processo administrativo, a inscrição nas
disciplinas que pretendem cursar e a respectiva alocação nas turmas. A abertura de
processo administrativo não implica a criação de vagas em disciplinas para atender
a demanda do discente.

* Não serão admitidos pedidos de concomitância de disciplinas de Prática Jurídica,


em conformidade com deliberação unânime do Colegiado de Prática Jurídica em
reunião realizada em 03/05/2010.

h) A inscrição em disciplinas com o horário sobreposto implica irregularidade em todas


as disciplinas que estejam inseridas no conflito de horários;

i) As disciplinas optativas, cujas turmas tenham menos de 10 (dez) alunos inscritos,


poderão ser canceladas pela Coordenação de Graduação, devendo o aluno buscar
alocação em outra disciplina no período de alteração de disciplinas;

j) Considerando a divisão de turmas no turno integral, a Coordenação de Graduação


poderá levar a efeito realocações, de modo a preservar a distribuição equânime dos
alunos.
Atenção!!

* Os discentes do turno integral deverão observar o número de vagas nas turmas


para que evitem qualquer problema de alocação, pois são aplicados os critérios de
classificação do SIGA.

* O Comprovante de Pedido de Inscrição em Disciplinas (CRPID) não assegura vaga


em disciplinas, o que somente ocorrerá caso a disciplina conste do CRID.

* O discente deverá guardar prova de todos os atos praticados por ocasião da


inscrição em disciplinas.

* Cabe ao aluno verificar seu CRID, de modo a comprovar sua regular inscrição em
disciplinas.

* O discente que não estiver regularmente matriculado na disciplina não fará jus ao
lançamento de grau e frequência.

* O discente que não realizar inscrição em disciplinas terá sua matrícula trancada
automaticamente e caso a situação se repita no próximo semestre, o trancamento
automático será convertido em cancelamento definitivo da matrícula.

* O discente que apresentar qualquer irregularidade em sua inscrição em disciplinas


deverá procurar imediatamente a Coordenação de Graduação para regularizar sua
situação.
5.5. Trancamento de inscrição

O discente poderá desistir da inscrição em disciplinas, observando o calendário


acadêmico, mas não poderá permanecer inscrito em menos de 06 créditos.

5.6. Dispensa de disciplinas

A dispensa de disciplina deve ser requerida ao Departamento correspondente com


base na Resolução nº 04/74 do CEG, que examinará sua correspondência quanto ao
programa apresentado, a carga horária, data em que cursou e grau de aprovação da
disciplina em questão. Para fins de apuração do seu coeficiente de rendimento no
Curso, não são consideradas as disciplinas dispensadas.

Atenção!!

* Na educação superior não há abono de faltas, exceto nos seguintes casos:

- alunos reservistas: o Decreto-Lei nº 715/69 assegura o abono de faltas para todo


convocado matriculado em órgão de formação de reserva ou reservista que seja
obrigado a faltar às atividades civis por força de exercício ou manobra, exercício de
apresentação das reservas ou cerimônias cívicas, e o Decreto nº 85.587/80 estende
essa justificativa para o oficial ou aspirante-a-oficial da reserva, convocado para o
serviço ativo, desde que apresente o devido comprovante (a lei não ampara o
militar de carreira; portanto suas faltas, mesmo que independentes de sua vontade,
não terão direito a abono).
- aluno com representação na Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior
(CONAES): de acordo com a lei que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da

Educação Superior (SINAES), as instituições de educação superior devem abonar as


faltas do estudante que tenha participado de reuniões da CONAES em horário
coincidente com as atividades acadêmicas.

- portador de afecções congênitas, infecções, traumatismos ou outras condições


mórbidas. Neste caso, são atribuídos, como compensação da ausência às aulas,
exercícios domiciliares com acompanhamento da Unidade, sempre que compatíveis
com o seu estado de saúde e as possibilidades da Unidade, devendo o discente
formular pedido de regime domiciliar especial, através de processo administrativo
devidamente instruído com documentos comprobatórios (laudo médico, com
indicação do período previsto e outros), observando-se o Decreto-Lei nº 1.044/69.

- aluna gestante, a partir do oitavo mês de gestação e durante três meses será
assistida pelo regime de exercícios domiciliares, que deverá ser formulado através
de processo administrativo. O início e o fim do período em que é permitido o
afastamento devem ser determinados por atestado médico. Os casos excepcionais,
como o período de repouso, antes e depois do parto, serão devidamente
comprovados, mediante atestado médico, observando-se a Lei nº 6.202/75.

5.7. Trancamento de matrícula

As normas para trancamento de matrícula estão na Resolução CEG nº 03/2008. O


pedido de trancamento de matrícula deverá observar o calendário acadêmico e será
submetido à análise da COAA da Unidade.
O discente só terá pleno direito ao trancamento de matrícula após cursar, com
aproveitamento, um mínimo de 12 créditos. Caso não tenham sido cumpridos os
créditos exigidos, o pedido de trancamento poderá ser formulado, mas a decisão final
caberá ao CEG, ouvida a COAA da Unidade.
A matrícula só pode permanecer trancada por, no máximo, quatro períodos
consecutivos ou não. No semestre anterior ao retorno às atividades, o aluno deve se
informar na Unidade a respeito do destrancamento de sua matrícula. Se o aluno não
solicitar o retorno à Universidade no devido prazo, sua matrícula será cancelada,
registrando-se, no histórico escolar, a menção “matrícula cancelada por abandono de
curso”.

5.8. Cancelamento de matrícula

É a cessação total do vínculo do aluno com a Universidade. Cabe ao Decano do Centro


respectivo efetuar o cancelamento da matrícula, que poderá ser voluntário (quando se
tratar de transferência para outra instituição de ensino ou de solicitação do
interessado) ou por ato administrativo, quando o discente:
• deixar de se inscrever em disciplinas em um período letivo;
• obtiver coeficiente de rendimento (CR) inferior a 3,0 em três períodos regulares
consecutivos (exceto em períodos especiais), não sendo esta contagem interrompida
por períodos de trancamento ou de cancelamento de matrícula;
• ultrapassar o prazo máximo de integralização curricular;
• cursar, sem aproveitamento, a mesma disciplina, por quatro vezes;
• sofrer sanção disciplinar nos termos do código disciplinar da Universidade;
• concluir o curso.

5.9. Mudança de curso

O discente que quiser mudar de curso deverá procurar a Unidade responsável pelo curso para
o qual deseja se transferir para saber dos critérios usados para a sua aceitação nas provas de
Mudança de Cursos. Estas provas são efetuadas semestralmente e reguladas por Edital
elaborado CEG.

5.10. Graus e Frequência

A escala de aferição do aproveitamento do discente é representada por graus de 0 a 10,


arredondando-se para o valor mais próximo com apenas uma casa decimal. Para ser aprovado
e, consequentemente, obter o crédito na disciplina, o aluno precisa ter o grau final igual ou
superior a 5. Este grau exprime, em caráter definitivo, o aproveitamento do aluno e é obtido
através de provas, trabalhos, exames ou outro elemento de avaliação estabelecido pelo
professor da disciplina. A média final será lançada no SIGA ao final do semestre letivo.
Para ser aprovado não basta só ter nota, é preciso também comparecer às aulas, pois além do
grau final igual ou superior a 5, o aluno precisa frequentar, no mínimo, 75% das aulas
ministradas no período. O aluno que não atingir esta frequência será reprovado,
independentemente do grau obtido.

Atenção!!

* Faz-se necessário observar os termos da Resolução FND nº 01/2010:

“Art. 1º. A avaliação do desempenho acadêmico será realizada semestralmente,


mediante a aplicação de provas escritas, trabalhos, pesquisas, seminários ou outro
instrumento estabelecido no plano de ensino da disciplina, cuja escala de aferição
do aproveitamento será representada por notas de 0 (zero) a 10 (dez),
arredondando-se para o valor mais próximo com apenas uma casa decimal.
§ 1º. Os planos de ensino das disciplinas, a serem elaborados pelos docentes, que
serão publicizados na primeira semana de aula, devem explicitar a sistemática de
avaliação do desempenho acadêmico dos alunos, bem como as datas em que as
avaliações serão realizadas.
§ 2º. Respeitando-se as características de cada disciplina obrigatória e as diretrizes
do projeto pedagógico do curso, para a avaliação do desempenho acadêmico,
deverá constar, pelo menos, uma prova escrita e individual.
Art. 2º. O aluno que após as avaliações, alcançar média de aproveitamento inferior
a 7 (sete), submeter-se-á à prova final, que será obrigatoriamente escrita e
individual.
§ 1º. O aluno que após as avaliações, obtiver média de aproveitamento igual ou
inferior a 3 (três), será considerado automaticamente reprovado.
§ 2º. O aluno que após ter sido submetido à prova final, não alcançar média final
igual ou superior a 5 (cinco), estará reprovado. A média final é calculada mediante a
seguinte fórmula, na qual MF = Média Final; MA = Média de Aproveitamento; e PF =
Prova Final: MF = (MA + PF) : 2
Art. 3º. Será considerado aprovado, se atendida a frequência igual ou superior a
75% (setenta e cinco por cento) do tempo de ensino da disciplina, o aluno que:
I - obtiver média de aproveitamento igual ou superior a 7 (sete), correspondente à
média aritmética simples das notas das avaliações de desempenho acadêmico
realizadas no semestre, excetuando-se a prova final;
II - obtiver média final igual ou superior a 5 (cinco), após submeter-se a prova final.”

* O discente reprovado por média ou frequência, quando inscrito novamente,


deverá repetir a disciplina integralmente, sujeitando-se tanto à nova avaliação
quanto à frequência.

* O discente reprovado por frequência, que não realizar avaliações será reprovado
por falta e média (RFM).

* O aluno tem direito à vista de provas e a realização de prova de segunda chamada,


na forma da Resolução FND nº 01/2010.
VI – MOBILIDADE ACADÊMICA

O Programa de Mobilidade estudantil foi criado em 2003 através de um convênio


estabelecido entre as Instituições Federais de Ensino Superior e a Associação Nacional
dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES) visando a
facilitar e regular a relação de reciprocidade entre as instituições conveniadas no que
se refere à mobilidade de alunos de graduação. A mobilidade acadêmica é um
processo em que o estudante de graduação das instituições federais conveniadas pode
solicitar, através de um requerimento em sua instituição de origem, a possibilidade de
cursar disciplinas em outra instituição de ensino superior por dois semestres letivos.
Em caráter excepcional, a critério das Instituições envolvidas, poderá haver renovação,
sucessiva ou intercalada, por mais um semestre. No período em que o estudante
permanecer na instituição receptora, ele estabelece um vínculo temporário e, ao fim
do processo de mobilidade, retornará a sua IFES de origem para dar prosseguimento
ao seu curso.
Nestes termos, mobilidade acadêmica não é o mesmo que transferência, pois, neste
último, o aluno se torna, em caráter permanente, estudante da instituição que o
recebe. Durante a vigência da mobilidade e ao seu término, cabe ao setor responsável
pelo Programa na IFES conveniada fornecer informações acadêmicas sobre os
participantes do programa às instituições envolvidas, dentre as quais: parecer sobre o
pedido, comprovantes de matrícula e Histórico/Boletim acadêmico.
O Programa de Mobilidade Acadêmica alcança tão somente alunos regularmente
matriculados em cursos de graduação de Instituições Federais de Ensino Superior
brasileiras, que tenham integralizado todas as disciplinas previstas para o primeiro ano
ou para o 1º e 2º semestres letivos do curso, na Instituição de origem (remetente), e
possuam, no máximo, uma reprovação por período letivo cursado.
Na UFRJ a mobilidade acadêmica encontra-se regida pela Resolução CEG 01/2011. O
setor responsável pelas atividades de gerenciamento acadêmico do programa é a
Divisão de Integração Acadêmica (DIA) da Pró-Reitoria de Graduação (PR-1). Os alunos
interessados em realizar mobilidade acadêmica poderão obter mais informações pelos
telefones (21) 3938-1713 / 1727. E-mail: mobilidadeacademica@pr1.ufrj.br
VII – DOCUMENTOS ACADÊMICOS

7.1. Boletim de Orientação Acadêmica (BOA)

O Boletim de Orientação Acadêmica (BOA) é o documento mais completo sobre a vida


acadêmica do aluno, sendo, inclusive, necessário para a emissão do diploma. Além das
notas e número de créditos das disciplinas nas quais o aluno obteve bom desempenho,
aprovações, rematrícula, coeficiente de rendimento no período, data de conclusão do
curso, o BOA contém, também, informações como:
• versão curricular pela qual o aluno é regido e número de créditos necessários à
conclusão do curso;
• atividades acadêmicas (ou as equivalentes dispensadas ou cursadas com
aproveitamento e seus respectivos graus e número de créditos);
• notas e Coeficiente de Rendimento Acumulado (CRA);
• períodos de inatividade (trancamento e cancelamento);
• períodos com CRA inferior a 3;
• número de períodos cursados e máximo para integralização do curso;
• atividades acadêmicas cursadas ou dispensadas, não explicitadas na versão curricular
do aluno;
• frequência de reprovações;
• indicação das disciplinas ainda não cursadas com as seguintes informações: inscrição
facultada (se existir requisito, já foi cumprido), inscrição vedada (não cursou o pré-
requisito) e cursando (já inscrito no momento da emissão do BOA).

7.2. Boletim Escolar

O boletim escolar é um documento da Universidade no qual constam todos os graus


obtidos nas disciplinas cursadas, bem como todos os atos acadêmicos praticados pelo
discente. O boletim é um documento diferente do histórico que, além de ser o
documento oficial da Universidade, não inclui as reprovações obtidas.
7.3. Histórico Escolar

É o documento oficial da Universidade no qual constam os graus obtidos nas


disciplinas
cursadas com aprovação, bem como todos os atos acadêmicos praticados pelo
discente. O histórico é um documento diferente do Boletim Escolar, o qual, além de
não ser documento oficial, inclui as reprovações obtidas.

Atenção!!

* Como Calcular o Seu CR:

- O rendimento do aluno na Universidade, por período e ao final do curso, será


traduzido por um Coeficiente de Rendimento (CR), calculado ao final de cada
período, e por um Coeficiente de Rendimento Acumulado (CRA), ambos
representados pela média ponderada das notas finais obtidas em cada disciplina,
tendo como peso o número de créditos que a disciplina confere.
VIII – CERTIFICADO DE DIGNIDADE ACADÊMICA

Anualmente, a UFRJ concede Dignidade Acadêmica aos alunos que concluem a


graduação tendo obtido um número de créditos superior a 80% de seu curso; tenham
completado o curso dentro do período de tempo previsto como duração normal; e não
tenham sofrido qualquer sanção disciplinar na forma da Resolução CONSUNI nº
04/2011.
A concessão do diploma de Dignidade Acadêmica, nos seus diferentes graus, é feita
aos discentes que alcançam, durante todo o curso, os coeficientes de rendimento
acumulado: Summa cum Laude, igual ou superior a 9,5; Magna cum Laude, igual ou
superior a 9,0; e Cum Laude, igual ou superior a 8,0. São levadas em consideração as
notas de aprovação final do aluno em todas as disciplinas.
As dignidades são entregues aos alunos agraciados em solenidade especial e o
discente que estiver dentro do perfil para receber o certificado deve entrar com o
pedido na Divisão de Registro de Estudante em qualquer época do ano.
IX – PROGRAMA DE BOLSAS E BENEFÍCIOS AO ESTUDANTE

A UFRJ, através da Superintendência Geral de Políticas Estudantis, desenvolve


programas voltados para o apoio à permanência dos alunos de graduação presencial
que ingressam na UFRJ e apresentam dificuldades para a realização e conclusão de
seus cursos. As ações desenvolvidas têm como base o Programa Nacional de
Assistência Estudantil – PNAES – que foi instituído pelo Decreto nº 7.234 de 19 de julho
de 2010 e tem por finalidade ampliar as condições de permanência dos jovens na
educação superior pública federal.

A Divisão de Assistência ao Estudante (DAE) da SUPEREST é o setor responsável pela


coordenação e implementação do Programa de Auxílio ao Estudante, nas
modalidades Bolsa Auxílio e Moradia Estudantil.

Outro programa sob responsabilidade da DAE é a Bolsa de Acesso e Permanência,


destinada aos alunos ingressantes em 2012 pela Política de Reserva de vagas que
sejam egressos de escolas públicas e tenham renda familiar per capita de até 1 salário
mínimo nacional.

Bolsa Auxílio. Este benefício consiste em uma bolsa de assistência financeira cujo valor
atual corresponde a R$ 400,00 mensais. O objetivo deste programa é atender ao
estudante de graduação presencial que, frente às condições socioeconômicas de sua
família, possua comprovada dificuldade de garantir sua permanência na Universidade.

Benefício Moradia. Corresponde a uma vaga no alojamento, localizado no campus do


Fundão e à bolsa manutenção, fixada atualmente no valor de R$ 400,00 mensais.
Assim como a Bolsa Auxílio, seu objetivo é atender ao estudante de graduação
presencial, que frente às condições socioeconômicas de sua família, possua
comprovada dificuldade de garantir sua permanência na Universidade, sendo fator
determinante para o ingresso no benefício, a distância entre o local de moradia da
família e os campi universitários.
Os alunos interessados em participar do processo seletivo para recebimento dos
referidos benefícios devem procurar a DAE ou acessar a página eletrônica da SUPEREST
(www.superest.ufrj.br) tão logo efetivem sua matrícula, para conhecimento do Edital
de Seleção que é divulgado apenas no início do primeiro período letivo.

Para conhecimento dos termos e critérios que norteiam a concessão e a manutenção


do Auxílio ao Estudante, o aluno interessado deverá consultar a Resolução nº 01/08 do
CEG.

Bolsa de Acesso e Permanência. Auxílio financeiro no valor de R$ 400,00 destinado


aos alunos ingressantes na modalidade Ação Afirmativa (que tenha cursado
integralmente, com aprovação, todas as séries do Ensino Médio, ou equivalente, em
estabelecimentos de ensino da rede pública brasileira e possua renda familiar per
capita menor ou igual a 1,5 salário mínimo nacional vigente). A vigência da referida
Bolsa será apenas no ano de ingresso.

Auxílio Transporte. Auxílio financeiro destinado aos alunos contemplados com Bolsa
Acesso e Permanência, no ano de ingresso na UFRJ.

Também será concedida ajuda de custo para transporte aos alunos inseridos no
Programa de Auxílio ao Estudante, na modalidade Bolsa Auxílio, com valor a ser
definido de acordo com a disponibilidade orçamentária da UFRJ.

Para conhecimento dos termos e critérios que norteiam as ações para o incremento
das Políticas de Assistência Estudantil da UFRJ, o aluno interessado deverá consultar a
Resolução CONSUNI nº 21/2011.

Bolsas coordenadas pela Pró-Reitoria de Graduação

Bolsa PIBIAC
Administrada pela Pró-Reitoria de Graduação, a Bolsa do Programa Institucional de
Iniciação Artística e Cultural objetiva despertar e incentivar o desenvolvimento das
vocações criativas e investigativas de alunos de graduação da UFRJ nas diferentes
áreas artístico-culturais, mediante sua participação em projetos desta natureza,
inclusive os de caráter interdisciplinar e interdepartamental.

Bolsa PAEALIG
O PAEALIG (Programa de Atividades Extracurriculares de Apoio aos Laboratórios de
Informática de Graduação) visa aprimorar os conhecimentos teóricos e práticos do
aluno na área de informática, através do desenvolvimento e da aplicação de recursos
computacionais variados para fins acadêmicos.
A principal característica do aluno que deseja participar deste programa deve ser o
interesse pela computação. Neste estágio, o bolsista tem a oportunidade de
desenvolver seus conhecimentos teóricos e práticos na instalação, organização,
gestão, operação e atendimento aos usuários de laboratórios de informática.

Bolsa PBPD
O Programa de Bolsas em Projetos de Desenvolvimento (PBPD) disponibiliza bolsas
exclusivamente para alunos de graduação da UFRJ, para participação em atividades e
projetos institucionais de desenvolvimento em setores da administração central desta
Universidade. A participação do aluno neste Programa ocorrerá em atividade
compatível com o seu curso de graduação, visando complementar a sua formação
acadêmica.

Bolsa PEC-G
Programa de Bolsa para alunos PEC-G O programa Milton Santos de Acesso ao Ensino
Superior (PROMISAES), visa a concessão de auxílio financeiro, no valor de um salário
mínimo mensal por 12 meses, para alunos estrangeiros participantes do PEC-G
matriculados em cursos de graduação das IFES, nos termos da Portaria n.º 3167 de 13
de setembro de 2005.
Bolsa de Monitoria
A concessão de bolsas de monitoria, objetiva despertar nos discentes o interesse pela
carreira docente e assegurar a cooperação discente com o corpo docente nas
atividades de ensino. A monitoria tem como objetivos despertar no aluno de
graduação da UFRJ, com aproveitamento satisfatório, o interesse pela carreira docente
e assegurar a cooperação do corpo discente com o corpo docente, nas atividades de
ensino. A monitoria na UFRJ encontra-se disciplinada através das Resoluções CEG
03/2005 e 04/2004.

Atenção!!

* Na forma do art. 2º, da Resolução CEG 04/2004, o monitor não poderá substituir o
docente na preparação, ministração e avaliação de atos escolares ou em atividades
administrativas.
“Art. 2º O monitor tem como atribuição auxiliar os professores em tarefas didáticas.
Parágrafo Único. Em qualquer caso é vedada a substituição do docente pelo monitor
na preparação, ministração e avaliação de atos escolares, bem como o exercício de
qualquer atividade administrativa.”

* A bolsa de Monitoria não poderá ser acumulada com outra bolsa de natureza
acadêmica concedida pela UFRJ sendo permitido o acúmulo aos alunos beneficiados
com Bolsa Auxílio ou Auxílio Manutenção (Alojamento).

* A bolsa poderá ser cancelada:


a) Por desistência do aluno;
b) A pedido do orientador por desempenho insatisfatório;
c) Por trancamento de matrícula;
d) Por sanção disciplinar;
e) Por desempenho insatisfatório;
f) Por conclusão de curso.

* Não haverá pagamento retroativo, exceto a situações comprovadas de erro que


não sejam originadas na Unidade e nem do bolsista.

* O aluno deverá:
a) Cadastrar a conta corrente bancária – obrigatoriamente do Banco do Brasil S/A
(não pode ser conta conjunta nem poupança) no SIGA;
b) Executar as atividades solicitadas pelo docente ao qual estiver vinculado,
observando os termos das Resoluções CEG 03/2005 e 04/2004;
c) Cumprir a carga horária semanal estipulada, que não deverá ser inferior a 8 horas
ou superior a 12 horas;
d) Encaminhar o relatório (modelo Relatório Monitoria, disponível em
www.pr1.ufrj.br), contendo parecer do professor orientador, ao final de cada
período letivo. A não entrega do relatório no prazo implicará na suspensão do
pagamento da bolsa e no impedimento do aluno na participação no programa por
um ano;
e) A não entrega do relatório por parte do monitor significa inadimplência com a
UFRJ e, portanto, acarreta o impedimento à sua colação de grau.

Bolsas coordenadas pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação

Programa de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC/CNPQ e UFRJ)


Objetiva despertar a vocação científica, incentivando novos talentos entre estudantes
de graduação e contribuindo para a formação de jovens pesquisadores mediante sua
participação em projetos de pesquisa. O aluno deverá engajar-se em um projeto de
pesquisa da sua área de interesse e informar-se junto ao pesquisador responsável pelo
projeto sobre as condições para concorrer à bolsa.
Bolsas coordenadas pela Pró-Reitoria de Extensão

Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEX-UFRJ)


O Programa Institucional de Bolsas de Extensão – PIBEX-UFRJ é mantido com recursos
próprios da Universidade e tem por objetivos contribuir para a formação profissional e
cidadã por meio da participação de estudantes de graduação no desenvolvimento de
programas e projetos de extensão universitária e, fortalecer a institucionalização das
atividades de Extensão no âmbito das Unidades e dos Centros da UFRJ.

Programa Jovens Talentos para a Ciência

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), fundação


do Ministério da Educação (MEC), concede bolsas aos alunos de graduação, através do
programa de incentivo à iniciação científica, Jovens Talentos para a Ciência é destinado
a estudantes de graduação de todas as áreas do conhecimento e tem o objetivo de
inserir precocemente os estudantes no meio científico. Os estudantes recém-ingressos
em universidades federais e institutos federais de educação são inscritos pela
instituição de ensino superior. Os alunos são selecionados por universidade, mediante
prova de conhecimentos gerais. Anualmente existe seleção na UFRJ para concessão de
bolsas do Programa Jovens para a Ciência.

Outras bolsas

Poderão ainda ser concedidas aos alunos bolsas fornecidas por órgãos de fomento à
pesquisa e/ou extensão, que serão amplamente divulgadas pelas respectivas
Coordenações de Pesquisa e Extensão, bem como pelos docentes responsáveis pelos
Programas ou projetos.
X – JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E INICIAÇÃO ARTÍSTICA E
CULTURAL

A UFRJ, através da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, organiza anualmente a


“Jornada de Iniciação Científica e Iniciação Artística e Cultural”, na qual todos os alunos
de Iniciação Científica apresentam seus trabalhos, cujos resumos são publicados pela
Universidade em anais. O objetivo principal é despertar a vocação científica e
incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação, mediante sua
participação em projetos de pesquisa, preparando-os para o ingresso na pós-
graduação.
O aluno é orientado por um professor e recebe bolsa de estudos, denominada Bolsa de
Iniciação Científica, financiada por agências de fomento à pesquisa.
As Jornadas de Iniciação Científica e de Iniciação Artística Cultural são aprovadas em
sessão conjunta dos Colegiados Acadêmicos e apresentam, ao final, sessões de
melhores trabalhos em cada um dos seis Centros Universitários, bem como uma
sessão final em que são conferidas as Menções Honrosas e distribuídos os Prêmios
fomentados pela Fundação Universitária José Bonifácio.
XI – PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

Os alunos de graduação regularmente inscritos em disciplinas poderão pedir passagens


à Universidade quando participarem dos seguintes eventos acadêmicos:
· Apresentação de trabalhos, no país, em congressos científicos, simpósios, workshops
e exposições;
· Participação em cursos, congressos científicos, simpósios, workshops e exposições;
· Participação em encontros estudantis e
· Atuação em eventos artísticos ou esportivos.
Em alguns casos, a Universidade poderá autorizar ajuda financeira para estadia e
alimentação. Os pedidos de passagens deverão ser formalizados através de processos,
com antecedência de, pelo menos, trinta dias da realização do evento, na Unidade,
que os encaminhará à SUPEREST.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

Faculdade Nacional de Direito


CALENDÁRIO ACADÊMICO DE GRADUAÇÃO 2018/1

Evento Período Observações Documentos necessários

INÍCIO DO PERÍODO 12/03/2018


Formulário de protocolo,
justificativa do pedido e Boletim
Destrancamento de Abrir processo no
Até 09/02/2018 não Oficial (o aluno terá que se
Matrícula protocolo
inscrever no período de inscrição
no SIGA).
Formulário de protocolo,
Descancelamento de Abrir processo no
Até 09/02/2018 justificativa do pedido e
Matrícula protocolo
documentos comprobatórios.
Formulário de protocolo, BOA,
Abrir processo no
Mudança de Turno Até 09/02/2018 justificativa do pedido e
protocolo
documentos comprobatórios.
Diretamente pelo
Inscrição em Disciplinas 19/02/2018 até
SIGA/Portal do
(Obrigatórias e eletivas) 28/02/2018
Aluno
Efetivação de pedidos de A partir de Importante:
inscrição em disciplinas 06/03/2018 Verificar CRID!
Diretamente pelo
Alteração de Disciplinas 12/03/2018 até
SIGA/Portal do
(Inclusão e Exclusão) 21/03/2018
Aluno
Efetivação das alterações de
A partir de Importante:
pedidos de inscrição em
27/03/2018 Verificar CRID!
disciplinas
Formulário de protocolo, BOA,
Pedidos de concomitância
Abrir processo no CRID ou Pedido de inscrição,
de Disciplinas e Quebra de Até 28/02/2018
protocolo justificativa do pedido e
Pré-requisito
documentos comprobatórios.
Formulário de protocolo, BOA,
Pedidos para cursar menos
Abrir processo no CRID ou Pedido de inscrição,
de 06 créditos e mais de 32 Até 28/02/2018
protocolo justificativa do pedido e
créditos
documentos comprobatórios.
Diretamente pelo
Trancamento (Desistência de 09/04/2018 até
SIGA/Portal do
Inscrição de disciplinas) 20/04/2018
Aluno
Efetivação do trancamento A partir de Importante:
de inscrição em disciplinas 26/04/2018 Verificar CRID!
Formulário de protocolo,
Abrir processo no Boletim não oficial, Nada consta
Trancamento de Matrícula 14/05/2018
protocolo da biblioteca e formulário de
trancamento.
TÉRMINO DO PERÍODO 14/07/2018