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Tarifários tipo PAYT - Pay-As-You-Throw -

"Pague o que deita fora"

Janeiro de 2019
Contactos:
João Miguel Vaz | joao.vaz@ecogestus.com
www.ecogestus.com
O planeamento do PAYT e a ECOGESTUS Lda.

Quem somos ?
 Empresa fundada em 2005
 Dedicação exclusiva à consultoria e
engenharia em gestão de resíduos
 Experiência em +30 municípios em todo o país

ECOGESTUS Lda. - serviços no âmbito da introdução de


tarifários aplicados aos resíduos, tipo PAYT:
 Levantamento de custos, de investimento e operacionais,
associados à introdução do sistema.
 Definição da tarifa a pagar, por tipo de utilizador
 Sistema de identificação, volume e de pagamento.
 Dimensionamento dos contentores, hardware e software
Tarifário de resíduos urbanos sem ligação ao uso de recursos

Água, eletricidade e gás - os tarifários refletem Resíduos não há medição


a utilização dos recursos efetiva da recolha

O facto da produção de resíduos não ser tarifada de acordo com a


produção do utilizador conduz a desperdício de recursos.
Para quê o PAYT ?

Recolha tradicional PAYT - Tarifário justo

Muito ou pouco lixo, paga o mesmo… Se produz e não separa pagará mais...

€€= €€€=
…mesmo que separe, paga ! …separando, e reduzindo, pagará menos !

€€= €=
Não há incentivo à redução nem Só paga pelo que deita fora, não subsidia
responsabilização. os resíduos do vizinho.

Implementar o PAYT significa regular a deposição de resíduos


indiferenciados, beneficiando quem mais separa e menos produz.
Resumo do que é um sistema PAYT

Atuais modelos de recolha sem tarifário adequado

Orçamento geral do município Contentores coletivos sem A separação dos resíduos é


paga a gestão de resíduos responsabilização dos utilizadores. voluntária e não há incentivos

Aplicação dos princípios do PAYT

Mais disponibilidade de financiar a Contentores e/ou produtores de Alteração do comportamento


gestão de resíduos resíduos identificados. com aumento da separação.

Justo Simples e fácil Eficiente


Esquema geral de um PAYT

Os municípios que aplicam PAYT duplicam e triplicam as taxas de


reciclagem com redução significativa de custos.
PAYT - Questões que se colocam aos municípios

No caso dos prédios


Como criar um PAYT
como proceder e ter
socialmente aceitável ?
uma tarifa justa?

O PAYT deverá integrar Medição por volume e


uma "receita base" e número de
tarifa variável ? baldeamentos ?

Vantagens e
desvantagens dos Quanto custa ?
vários sistemas ?

Que regulamentos e
O mesmo sistema em
mudanças são exigidas
zonas rurais e urbanas ?
pela Lei/ERSAR?
E afinal para quê aplicar um PAYT ?

• O sistema PAYT recompensa


diretamente quem "faz
O PAYT reduz reciclagem"
os resíduos • Indexar ao consumo de água é
(10 a 20%) desajustada - esta é uma
posição transversal, da DECO
à ERSAR

• As taxas de separação a nível


municipal continuam baixas,
inferiores a 15%
+Reciclagem • Na Europa vários países
e separação (Itália, Alemanha, Áustria,
Bélgica, ..etc.) aplicam
soluções tipo PAYT há várias
décadas
Referências e trabalhos da ECOGESTUS Lda. nesta área

 Experiência na implementação Sistemas


Tarifários em Portugal (Figueira da Foz, Viana do
Castelo, Condeixa, Benavente, Lousã, Coimbra)
 Trabalho de conceção e aplicação de tarifários em
Portugal, São Tomé e Príncipe e Moçambique
 Elaboração de tarifário a nível comercial em
unidades comerciais de grande dimensão
(Alemanha, Espanha, Itália, Grécia, Roménia)
 Análise ao potencial de evolução do Sistema de
Gestão de Resíduos da Câmara através da
aplicação de um PAYT
 Publicação de artigos técnicos sobre tarifários
aplicados à produção de resíduos
CONTACTOS

Questões e mais informações, contactar:


João Miguel Vaz, especialista em gestão de resíduos

Escritório:
Rua D. Afonso IV, 23 ,2
3080 328 Figueira da Foz
Portugal

Telefones: +351 965784613 | +351 233 109034


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