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Especificação Técnica no.140 Versão no.01 data: 02/03/2018 Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V Áreas de

Especificação Técnica no.140

Versão no.01 data: 02/03/2018

Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V

Áreas de aplicação

Perímetro: Brasil Função Apoio: - Função Serviço:

Linha de Negócio: - Infraestrutura e Redes

CONTENTS

  • 1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO

.....................................................................

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  • 2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO

...............................................................................................

2

  • 3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO

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  • 4. SIGLAS E PALAVRAS-CHAVE

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  • 5. REFERÊNCIAS

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  • 5.1 Normas Brasileiras - ABNT

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  • 5.2 Ministério do Trabalho e Emprego

....................................................................................................

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  • 5.3 Documentos Técnicos da Enel Distribuição Ceará

...........................................................................

3

  • 5.4 Especificações Corporativas

.............................................................................................................

3

  • 6. DESCRIÇÃO..............................................................................................................................................

3

TERMINOLOGIA

  • 6.1 ...............................................................................................................................

3

  • 6.2 DISPOSIÇÕES GERAIS

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5

ANEXOS

  • 6.3 ..........................................................................................................................................

15

OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO BRASIL

Victor Balbontin Artus

Especificação Técnica no.140 Versão no.01 data: 02/03/2018 Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V Áreas de

Especificação Técnica no.140

Versão no.01 data: 02/03/2018

Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V

Áreas de aplicação

Perímetro: Brasil Função Apoio: - Função Serviço:

Linha de Negócio: - Infraestrutura e Redes

  • 1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO

Estabelecer as características básicas das estruturas que devem ser utilizadas no projeto e construção da Rede Secundária de Distribuição, para assegurar boas condições técnicas, econômicas, de segurança e de qualidade no serviço de distribuição de energia elétrica.

Este padrão aplica-se aos projetos de extensão, reforço, reforma e melhoria das redes secundárias de distribuição, com tensão nominal de 380/220V, destinadas ao fornecimento de energia elétrica à unidades consumidoras de baixa tensão localizadas na área de concessão da Enel Distribuição Ceará.

Este documento se aplica a Infraestrutura e Redes Brasil na operação de distribuição.

  • 2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO

Versão

Data

Descrição das mudanças

1

02/03/2018

Emissão da Especificação Técnica

     
  • 3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO

Responsável pela elaboração do documento:

Operação e Manutenção Brasil.

Responsável pela autorização do documento:

Qualidade de Processos;

  • 4. SIGLAS E PALAVRAS-CHAVE

Palavras Chaves

Descrição

Redes de Linhas de Distribuição

Conjunto de estruturas, utilidades, condutores e equipamentos elétricos, aéreos ou subterrâneos, utilizados para a distribuição da energia elétrica, operando em baixa, média e, ou alta tensão de distribuição. Geralmente, as linhas são circuitos radiais e as redes são circuitos malhados ou interligados.

Baixa Tensão

Tensão entre fases cujo valor eficaz é inferior a.

  • 5. REFERÊNCIAS

5.1

Normas Brasileiras - ABNT

NBR 15688, Rede de Distribuição Aérea de Energia Elétrica com Condutores Nus.

5.2

Ministério do Trabalho e Emprego

NR-10, Segurança em instalações e serviços em eletricidade.

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5.3

Documentos Técnicos da Enel Distribuição Ceará

 

WKI-OMBR-MAT-18-0060-EDCE Rede de Distribuição Aérea de Média e de Baixa Tensão;

 

WKI-OMBR-MAT-18-0248-INBR Utilização de Materiais em Linhas e Redes de Distribuição Aéreas de AT, MT e BT;

WKI-OMBR-MAT-18-0070-EDCE Uso de Emendas em Condutores Elétricos Nus;

 

MAT-OMBR-MAT-18-0115-EDCE Postes de Concreto Armado e Protendido;

MAT-OMBR-MAT-18-0116-EDCE Postes de Fibra de Vidro;

MAT-OMBR-MAT-18-0117-EDCE Cruzeta de Concreto Armado e Protendido para Rede de Distribuição e Linha de Distribuição de Alta Tensão;

MAT-OMBR-MAT-18-0118-EDCE Cruzetas Poliméricas;

 

MAT-OMBR-MAT-18-0119-EDCE Conectores para Redes, Linhas e Subestações;

WKI-OMBR-MAT-18-0130-EDBR Fornecimento de Energia Elétrica para Iluminação Pública;

CNS-OMBR-MAT-18-0134-EDCE Instalações de Iluminação Pública;

CNS-OMBR-MAT-18-0135-EDBR Rede de Distribuição Aérea de Média Tensão;

WKI-OMBR-OeM-18-0116-EDBR Atendimento Emergencial em Redes Aéreas de Média Tensão Desenergizada e Baixa Tensão Energizada ou Desenergizada;

WKI-OMBR-OeM-18-0107-EDCE Execução dos Trabalhos em Redes de Alta Tensão Energizada;

WKI-NDBR-DRJ-18-0003-EDRJ

Construção

de

linhas

aéreas

de

alta

e

baixa

tensão

 

desenergizadas;

 

WKI-NCOB-NCO-18-0040-EDRJ Serviços de Ligações Novas, Construção do Padrão de Ligação e Trabalhos na Rede Dat;

WKI-NCOB-NCO-18-0039-EDCE Interligação e Instalação do Ponto de Iluminação Pública em Rede DAT.

5.4

Especificações Corporativas

E-BT-002, Cables Preensamblados para Líneas Aéreas en Baja Tensión;

E-BT-003, Cables Concéntricos para Baja Tensión;

E-BT-004, Interruptores Termomagnéticos;

E-BT-005, Especificacion Aisladores de Porcelana Tipo Tensor (Castanha) y Carrete (Roldana);

E-MT-011, Aisladores de Porcelana, Vidrio y Poliméricos para Redes de Media Tensión;

GST-001, MV/LV Transformers.

6.

DESCRIÇÃO

 

6.1 TERMINOLOGIA

Para os efeitos deste Padrão de Estruturas, aplicam-se as seguintes definições, complementadas pelas definições contidas no WKI-OMBR-MAT-18-0060-EDCE Rede de Distribuição Aérea de Média e de Baixa Tensão.

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  • 6.1.1 Cabo Multiplexado Autossustentado (Pré-reunido)

Cabo formado por um, dois ou três cabos fase isolados e dispostos helicoidalmente em torno de um cabo neutro de sustentação. O cabo neutro é normalmente fabricado com material diferente do cabo fase (liga de alumínio ou cobre duro ou semi-duro), de maneira que possua mais resistência mecânica para sustentar os cabos fase em sua volta.

  • 6.1.2 Cabo Concêntrico (Bipolar)

Cabo bipolar, formado por um cabo fase central isolado, sobre o qual estão dispostos concentricamente os fios do cabo neutro e uma cobertura isolante, resistente à ação de intempéries.

  • 6.1.3 Caixa de Derivação

Caixa equipada com barramento metálico cuja finalidade é conectar os ramais de ligação das unidades consumidoras de baixa tensão à rede secundária de distribuição.

  • 6.1.4 Caixa de Proteção

Caixa destinada à instalação do disjuntor termomagnético de baixa tensão - BT para proteção do transformador e da rede secundária de distribuição.

  • 6.1.5 Conector Perfurante

Conector cuja função é conectar dois cabos isolados sem a necessidade de remover a isolação dos cabos. A conexão elétrica é obtida através de lâminas de cobre ou alumínio, que perfuram a isolação do cabo.

  • 6.2 DISPOSIÇÕES GERAIS

    • 6.2.1 Preservação do Meio Ambiente

As redes secundárias de distribuição com cabos multiplexados reduzem a possibilidade de acidentes, diminuem a poluição visual nos espaços urbanos e permitem uma convivência mais harmoniosa entre a rede aérea de distribuição de energia elétrica e a arborização das vias públicas.

  • 6.2.2 Condutores

Os cabos multiplexados utilizados nas redes secundárias de distribuição estão descritos nas Tabelas A.1 e A.2 do Anexo A.

  • 6.2.3 Alças e Laços Preformados

As características das alças e laços preformados para cabos multiplexados estão estabelecidas respectivamente nos desenhos 730.06 e 730.12 do Padrão de Material da Enel Distribuição Ceará.

  • 6.2.4 Áreas de Corrosão

Para reduzir os impactos da corrosão sobre a vida útil dos equipamentos e materiais como condutores, caixas, ferragens, etc, devem ser aplicadas as orientações da WKI-OMBR-MAT-18-0248-INBR Utilização de Materiais em Linhas e Redes de Distribuição Aéreas de AT, MT e BT.

  • 6.2.5 Lista de Material das Estruturas

Na elaboração da lista de material das estruturas dos desenhos 038.03 a 038.21 foram adotados os seguintes critérios:

a) arruelas quadradas - devem ser utilizadas para evitar o contato direto entre as porcas metálicas com a superfície dos postes de concreto;

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  • b) arruelas redondas - devem ser utilizadas para evitar o contato direto entre as porcas metálicas com superfícies metálicas;

  • c) materiais variáveis - os materiais que variam de acordo com a potência do transformador, o tipo e seção nominal dos cabos ou com a potência de curto-circuito da rede, tais como transformadores, conectores, caixas de derivação, fusíveis e disjuntores, foram considerados estruturas unitárias;

  • d) isoladores - devem ser utilizados isoladores roldana, classe 53-2, conforme Especificação Corporativa E-BT-005.

    • 6.2.6 Vãos Normais e Máximos

      • 6.2.6.1 Em áreas com utilização de cabos com seção nominal até 25 mm 2 , o vão padrão normal da rede

secundária monofásica e trifásica deve ser de 40 metros, e o vão máximo da rede monofásica e trifásica não

deve ultrapassar os 45 metros.

  • 6.2.6.2 Em áreas com utilização de cabos de alumínio acima de 25mm2 e cobre até 16mm2 o vão padrão

normal da rede secundária deve ser de 40 metros e o vão máximo desta rede não deve ultrapassar os 45 metros. Para cabos de cobre acima de 16mm 2 até 35mm 2 o vão máximo deve ser de 35 metros.

  • 6.2.6.3 Os postes devem ser locados de forma que todas as unidades consumidoras previstas no projeto

possam ser atendidas com um ramal de ligação de até 30 metros sem a utilização de poste auxiliar e no

máximo de 40 metros quando utilizar poste auxiliar.

  • 6.2.6.4 Onde houver possibilidade de instalação de iluminação pública, o vão não deve exceder os 40 metros.

  • 6.2.6.5 Em qualquer situação devem ser mantidos os afastamentos e distâncias mínimas de segurança

citados nas tabelas C.1 e C.2 do Anexo C deste Padrão de Estrutura e os valores de flechas e trações

apresentados nas tabelas E.1 a E.10 do Anexo E, de acordo com a seção e tipo de cabo.

  • 6.2.6.6 Os vãos máximos indicados nos itens 6.2.6.1 e 6.2.6.2 são considerados especiais e somente podem

ser aplicados em situações em que as características do terreno não permitam a utilização de vãos normais.

  • 6.2.6.7 Quando forem aplicados os vãos máximos indicados nos itens 6.2.6.1 e 6.2.6.2, a forma de ancoragem

dos cabos na estrutura deve ser definida por ocasião do projeto.

  • 6.2.6.8 Em áreas urbanas, quando existir somente rede de distribuição de média tensão, os vãos podem ser

de até 80 metros, para possibilitar intercalação de postes quando da instalação de rede secundária.

  • 6.2.7 Postes

    • 6.2.7.1 A posição dos postes em relação aos esforços deve obedecer às conveniências do projeto.

    • 6.2.7.2 A identificação das estruturas, sempre que possível, deve ser

voltada

para

o

mesmo lado,

preferencialmente o da rua com o objetivo de facilitar as inspeções.

  • 6.2.7.3 Os desenhos elaborados neste padrão foram baseados nos postes BT de 9 metros e postes de MT

de 10,5 metros. As estruturas com transformadores foram elaboradas com postes de 12 m, conforme

desenhos 038.13 a 038.20.

  • 6.2.7.4 Os postes utilizados devem atender a MAT-OMBR-MAT-18-0115-EDCE Postes de Concreto Armado

e Protendidoe o engastamento deve ser conforme desenho 038.02.

  • 6.2.7.5 No engastamento simples, o terreno em torno do poste deve ser compactado em camadas de 20 cm

até o nível do solo.

  • 6.2.7.6 Recomenda-se misturar brita, cascalho ou pedras, na terra de enchimento da vala e molhar antes de

compactar energeticamente as camadas de reconstituição do solo.

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6.2.7.7 O dimensionamento de postes e estruturas encontra-se definido no Anexo D. Deve ser observado que o poste possui, na face de menor esforço, metade da resistência nominal.

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  • 6.2.8 Proteção e Barramento dos Transformadores de Distribuição

    • 6.2.8.1 A proteção dos transformadores deve ser especificada após o dimensionamento do transformador,

dimensionamento definido no WKI-OMBR-MAT-18-0060-EDCE Rede de Distribuição Aérea de Média e de

Baixa Tensão.

  • 6.2.8.2 A proteção dos transformadores deve ser realizada de acordo com o Anexo B.

  • 6.2.8.3 Nas redes de distribuição com cabos multiplexados, a caixa de proteção deve ser instalada acima da

rede de BT, conforme desenhos 038.13 a 038.20.

  • 6.2.8.4 Nas redes de distribuição com cabos nus, a caixa ou o seccionador fusível devem ser instalados

abaixo da rede de BT, conforme desenho 038.17.

  • 6.2.8.5 A proteção secundária deve ser instalada no centro de carga, neste caso admite-se que os disjuntores

monopolares ou secionadores fusíveis, por fase, tenham amperagens iguais. No caso dos transformadores

instalados fora do centro de carga as proteções podem ser diferentes. EXEMPLO 1: Instalação do transformador no centro de carga:

Transformador de 75 kVA, 380/220 V, Corrente Nominal = 113,95 A;

Os transformadores a partir de 75 kVA possuem 2 (dois) circuitos derivando de cada fase do lado de BT, sendo que um condutor por fase deriva para a caixa de proteção do lado direito e outro para o lado esquerdo do transformador;

A proteção secundária deve ser composta por 2 (duas) caixas de proteção com 3 (três) disjuntores

monopolares termomagnético de 80 A; A corrente nominal do transformador para cada circuito é de 56,97 A (113,95/2).

A proteção secundária do transformador admite uma sobrecarga de 40%, portanto o disjuntor a ser

utilizado deve ser de 80 A . Nesta situação a Demanda requerida do transformador por circuito deve ser:

DCIRCUITO 1 = 3 x I x VF-N = 3 x 80 x 220 = 52,80 kVA A Demanda total requerida do transformador:

DTOTAL= = 2 x 52,80 = 105,60 kVA

EXEMPLO 2: Instalação do transformador fora do centro de carga:

Transformador 75 kVA, 380/220 V, Corrente Nominal = 113,95 A;

Medições realizadas no circuito do transformador:

Circuito da Lateral Direita: IA= 80A; IB= 85A; IC= 92A; IN= 10A VAN= 230V; VBN= 228V; VCN= 235V; Circuito da Lateral Esquerda: IA= 84A; IB= 85A; IC= 90A; IN= 12A VAN= 235V; VBN= 229V; VCN= 234V;

A escolha da corrente nominal do disjuntor deve se iniciar por um dos circuitos adotando-se a maior corrente medida entre as correntes das fases. Neste caso a maior corrente é a da fase C, do Circuito da Lateral Direita, IC= 92 A. Portanto o disjuntor monopolar escolhido para as 3 (três) fases deve ser de 100 A;

Nesta situação a Demanda requerida do transformador no Circuito da Lateral Direita:

DCIRCUITO LD = 3 x I x VF-N = 3 x 100 x 220 = 66 kVA A potência máxima que se pode requerer do transformador é 105,6 kVA, portanto, o Circuito da Lateral Esquerda pode ser requerida até 30,6 kVA (105,6-66), ou 46,36 A por fase (30.600/220/3). Desta forma conclui-se que a proteção deve ser de 50 A.

Importante observar que caso a corrente em uma das fases ultrapasse a 46 A, não é possível fazer a proteção com 100 e 50 A. Neste caso, é imprescindível um estudo com a finalidade de:

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  • a) equilibrar as fases;

  • b) posicionar o transformador no centro de carga;

  • c) substituir o transformador; ou

  • d) instalar novo transformador com desmembramento do circuito de BT.

6.2.9 Estruturas

 

6.2.9.1

Geral

As estruturas construtivas padronizadas da rede secundária de distribuição da Enel Distribuição Ceará são apresentadas nos desenhos deste Padrão de Estrutura. Para facilitar a elaboração dos orçamentos, está disponibilizada como anexo, ao final deste documento, uma lista com o nome e descrição de todas as estruturas implantadas no Sistema de Gestão de Obras e Manutenção GOM, que pode ser a qualquer momento modificada e atualizada sem a necessidade de revisão deste Padrão.

Devem ser seguidos os afastamentos mínimos definidos no Desenho 038.01.

 

6.2.9.2

Estruturas Básicas

As estruturas básicas das redes secundárias de distribuição da Enel Distribuição Ceará são definidas nas alíneas a seguir e devem ser utilizadas para projetar estruturas mais complexas.

a)

S1 estrutura de armação secundária com 1 (um) estribo;

b)

S2 estrutura de armação secundária com 2 (dois) estribos;

c)

SPLAÇO estrutura para laço roldana preformado;

d)

SPALÇA estrutura para alça preformada;

e)

SPCXD estrutura para caixa de derivação;

f)

ATER-SP estrutura de aterramento;

g)

SPTR e TR estruturas de transformação.

6.2.9.3

Armação Secundária

6.2.9.3.1 As estruturas S2 e S1 contêm, respectivamente, todos os componentes necessários para a instalação da armação secundária de 2 (dois) ou de 1 (um) estribo, como parafusos, arruelas e isoladores. Devem ser adicionadas a estas estruturas informações sobre o comprimento do parafuso e sobre o material das ferragens (aço ou alumínio). A última letra representa o comprimento do parafuso ou ausência do mesmo, conforme alíneas abaixo:

a)

N 200 mm;

b)

A 250 mm;

c)

B 300 mm;

d)

C sem parafuso (complementar).

EXEMPLO 1: S1N - armação secundária de um estribo com parafuso de 200 mm, em aço carbono;

EXEMPLO 2: S2A - armação secundária de dois estribos com parafuso de 250 mm, em aço carbono; EXEMPLO 3: S2C armação secundária de dois estribos sem parafuso, em aço carbono. 6.2.9.3.2 As estruturas sem parafuso (complementar) sempre são utilizadas com outra estrutura que contenha os parafusos.

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EXEMPLO 1: S2A e S2C; EXEMPLO 2: S1A e S1C;

EXEMPLO 3: S2AB E S1AC.

  • 6.2.9.3.3 Quando a armação secundária, parafusos, porcas e arruelas forem de alumínio, deve ser adicionada

a letra “A” logo após S1 ou S2. Quando não indicado, todos os materiais são de aço carbono.

EXEMPLO 1: S1AN - armação secundária de um estribo com parafuso de 200 mm, em alumínio; EXEMPLO 2: S2AA - armação secundária de dois estribos com parafuso de 250 mm, em alumínio; EXEMPLO 3: S2AC - armação secundária de dois estribos sem parafuso, em alumínio.

  • 6.2.9.3.4 Nas estruturas S2, o isolador inferior deve ser utilizado para fixação da rede secundária de

distribuição e o isolador superior deve ser utilizado para fixação de até 4 (quatro) amarrações de ramais de ligação. Caso sejam necessárias mais de 4 (quatro) amarrações, devem ser projetadas armações secundárias complementares de 1 (um) ou 2 (dois) estribos.

  • 6.2.9.3.5 As estruturas S2 devem ser utilizadas em locais com maior concentração de unidades

consumidoras, como nas zonas urbanas. Em locais com pequena concentração de unidades consumidoras,

como nas zonas rurais, devem preferencialmente ser utilizadas as estruturas S1.

  • 6.2.9.3.6 Em estruturas de ancoragem com previsão de no máximo 4 (quatro) amarrações de ramal de

ligação, recomenda-se a utilização somente de uma estrutura de armação secundária de 2 (dois) estribos S2

ou duas estruturas de armação secundária de um estribo como, por exemplos, S1N e S1C.

  • 6.2.9.3.7 Postes onde a rede de BT esteja em situação tangente, deve-se adotar as seguintes ações em

relação à instalação das estruturas S2:

  • a) instalação de até 4 (quatro) ramais frontais ao poste - S2N (A ou B);

  • b) instalação de até 4 (quatro) ramais frontais ao poste e 4 (quatro) ramais no lado oposto à rede - S2N (A ou B) + S1C;

  • c) instalação de até 4 (quatro) ramais frontais ao poste e acima de 4 (quatro) ramais no lado oposto à rede - S2N (A ou B) + S2C.

    • 6.2.9.3.8 Postes onde a rede de BT esteja em situação de ancoragem, deve-se adotar as seguintes ações

em relação à instalação das estruturas S2:

  • a) instalação de até 4 (quatro) ramais frontais ao poste (lado da ancoragem do condutor) - S2N (A ou B);

  • b) instalação de até 4 (quatro) ramais frontais ao poste e até 4 (quatro) ramais no lado oposto à rede - S2N (A ou B) + S1C;

  • c) instalação de até 4 (quatro) ramais frontais ao poste e acima de 4 (quatro) ramais no lado oposto à rede - S2N (A ou B) + S2C;

  • d) na existência de final de rede em rua sem saída, sem possibilidade de crescimento de mais unidades consumidoras - S2N (A ou B).

    • 6.2.9.3.9 Postes onde a rede de BT esteja em situação tangente ou ancoragem e não houver ramal a ser

ligado deve se utilizar somente estruturas do tipo S2N (A ou B).

  • 6.2.9.3.10 Na existência de encabeçamento da rede por mudança de condutor ou conveniência de projeto

por extensão do vão utilizar estrutura do tipo S2N (A ou B) + S2C.

  • 6.2.9.3.11 Na existência de encabeçamento da rede por mudança de condutor ou conveniência de projeto

por extensão do vão utilizar estrutura do tipo S2N (A ou B) + S2C.

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6.2.9.3.12 O dimensionamento de postes e estruturas encontra-se definido no Anexo D.

  • 6.2.9.4 Laço e Alça

As estruturas SPLAÇO e SPALÇA contêm, respectivamente, todos os componentes necessários para a fixação do neutro dos cabos multiplexados aos isoladores, como laço, alça e abraçadeiras. Logo após o nome da estrutura, SPLAÇO ou SPALÇA, deve ser adicionada a seção nominal do neutro, e ao final, deve ser adicionado o símbolo para indicar se o cabo é de cobre. Quando não for indicado o tipo de material do cabo ao final do nome da estrutura, admite-se que as alças e laços são destinados aos cabos de alumínio.

EXEMPLO 1: SPLAÇO25 - laço para neutro de alumínio isolado de seção nominal 25 mm 2 ; EXEMPLO 2: SPALÇA16 - alça para neutro de alumínio isolado de seção nominal 16 mm 2 ;

EXEMPLO 3: SPALÇA50 - alça para neutro de alumínio isolado de seção nominal 50 mm 2 ; EXEMPLO 4: SPALÇA50CU - alça para neutro de cobre isolado de seção nominal 50 mm 2 .

  • 6.2.9.5 Caixa de Derivação

As estruturas de caixa de derivação SPCXD contêm todos os componentes necessários para fixação da caixa de derivação ao poste e a conexão de seu barramento metálico à rede secundária de distribuição, como conectores perfurantes, abraçadeiras, parafusos, etc.

Logo após o nome da estrutura, deve ser adicionada a informação se a caixa é monofásica M ou trifásica - T, e qual o tipo do material das ferragens. Quando não estiver indicado, as ferragens são em aço zincado, e

quando a letra “A” estiver adicionada, as ferragens são em liga de alumínio.

A nomenclatura P12P indica que a caixa é de policarbonato, com 12 saídas, para utilização em postes.

Na parte final do nome da estrutura deve ser adicionado a letra que representa o comprimento do parafuso, conforme item 6.2.9.3.1.

EXEMPLO 1: SPCXDM-P12PN - Caixa de derivação monofásica, ferragens em aço e parafuso de 200 mm.

EXEMPLO 2: SPCXDTA-P12PB - Caixa de derivação trifásica, ferragens em alumínio e parafuso de 300 mm.

  • 6.2.9.6 Aterramento

A estrutura de aterramento ATER-SP contém todos os componentes necessários para conexão das hastes de aterramento ao neutro da rede secundária de distribuição, como: cabo de aterramento, hastes, conectores perfurantes, etc.

  • 6.2.9.7 Transformador

Os transformadores devem ser instalados no centro de carga, neste caso, admite-se que a proteção secundária seja realizada através de disjuntores termomagnéticos ou secionadores fusíveis com amperagens iguais. No caso dos transformadores instalados fora do centro de carga as proteções podem ser diferentes, onde o dimensionamento destas deve ser realizado através de estudos específicos.

Nas zonas urbanas o transformador pode ser instalado no eixo do alimentador ou fora do mesmo e nas zonas rurais devem ser instalados, preferencialmente, fora do eixo de alimentadores ou em ramais das redes de distribuição que transporte uma parcela importante da carga observando os critérios de distância mínima de segurança em relação a outras redes ou edificações, conforme desenhos 038.13 a 038.17.

Quando os transformadores forem instalados no eixo de alimentadores ou em ramais das redes de distribuição que transporte uma parcela importante da carga, a conexão da rede de MT com as chaves fusíveis dos transformadores devem ser realizada com chaves seccionadoras nas áreas de corrosão severa e muito severa ou grampo de linha viva nas demais áreas, conforme desenho 038.18.

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As estruturas SPTR contêm os materiais necessários para conexão do transformador à rede de secundária de distribuição, como conectores perfurantes, parafusos, cabos, caixa de proteção, disjuntores, chave seccionadora, etc.

Logo após o nome da estrutura, deve ser informado: se o transformador é monofásico ou trifásico, a potência nominal do transformador e o tipo de material das ferragens. Quando o transformador for monofásico deve

ser adicionada a letra “M” e quando o transformador for trifásico não é necessário adicionar nenhuma identificação. Para ferragens em alumínio deve ser adicionada a letra “A” antes da potência nominal do transformador e para ferragens em aço não é necessário adicionar nenhuma identificação.

Na parte final do nome da estrutura deve ser adicionado o tipo de proteção utilizada. A letra “P” indica a utilização de caixa de proteção com disjuntores termomagnéticos ou fusíveis tipo “NH”. A omissão desta informação indica a utilização de seccionadoras unipolares.

EXEMPLO 1: STPRM10P - proteção e conexão de transformadores monofásicos de 10 kVA com caixa de proteção em policarbonato e ferragens em aço;

EXEMPLO 2: SPTRA75P - proteção e conexão de transformador trifásico de 75 kVA com caixa de proteção em policarbonato com ferragens em alumínio;

EXEMPLO 3: SPTR225 - proteção e conexão de transformador trifásico de 225 kVA com seccionadora unipolar e ferragens em aço.

As estruturas TR e TRM contêm os materiais necessários para fixação do transformador ao poste e para sua conexão e proteção de média tensão, como cruzetas, parafusos, arruelas, para-raios, chaves fusíveis, hastes e cabos de aterramento etc. As estruturas TRM devem ser utilizadas para transformadores monofásicos e as estruturas TR devem ser utilizadas para transformadores trifásicos.

Logo após o nome da estrutura (TR ou TRM) deve ser adicionada a potência do transformador, depois a identificação da área de corrosão. Adiciona-se a letra “A” para área de corrosão muito severa, onde as ferragens devem ser em liga de alumínio.

Para áreas de corrosão desprezível, corrosão mediana e corrosão severa, as ferragens são em aço carbono. Para corrosão desprezível, mediana e severa não é necessário adicionar nenhuma letra.

Em seguida deve ser adicionado o material e seção nominal do cabo de média tensão no qual o transformador deve ser conectado. Utiliza-se CCN para cabos de cobre nu, CAL para cabos em alumínio liga e CAA para cabos de alumínio com alma de aço.

EXEMPLO 1: TRM10CAA4 - fixação, conexão e proteção de média tensão para transformador monofásico de 10kVA, conectado em rede de distribuição com cabo nu de alumínio com alma de aço - 4 AWG CAA, em área de corrosão desprezível (Tipo A);

EXEMPLO 2: TR15CAA1/0 - fixação, conexão e proteção de média tensão para transformador trifásico de 15kVA, conectado em rede de distribuição com cabo nu de alumínio com alma de aço 1/0 AWG CAA, em área de corrosão desprezível (Tipo A);

EXEMPLO 3: TR45CAL160 - fixação, conexão e proteção de média tensão para transformador trifásico de 45kVA, conectado em rede de distribuição com cabo de alumínio liga, com seção nominal de 160mm 2 , em área de corrosão mediana (Tipo B1);

EXEMPLO 4: TR75CCN35 - fixação, conexão e proteção de média tensão para transformador trifásico de 75kVA, conectado em rede de distribuição com cabo nu de cobre com seção nominal de 35 mm 2 em área de corrosão severa (Tipo B2);

EXEMPLO 5: TRA75CCN70 - fixação, conexão e proteção de média tensão para transformador trifásico de 75kVA, conectado em rede de distribuição com cabo nu de cobre com seção nominal de 70 mm 2 em área de corrosão muito severa (Tipo C);

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EXEMPLO 6: TRAE75CCN70 - fixação, conexão e proteção de média tensão para transformador trifásico de 75kVA, conectado no eixo do alimentador, com cabo nu de cobre com seção nominal de 70 mm 2 em área de corrosão muito severa (Tipo C).

  • 6.2.10 Recomendações para Construção

    • 6.2.10.1 Cuidado com os Cabos

      • 6.2.10.1.1 Geral

O cabo deve estar sempre em perfeitas condições para instalação, logo, durante sua instalação devem ser tomados cuidados para evitar danos aos mesmos e na sua isolação.

  • 6.2.10.1.2 Carregamento e Descarregamento dos Cabos

As bobinas devem ser içadas de modo suave e sem solavancos. Deve ser utilizada uma barra de sustentação através do furo central da bobina e uma barra de separação fixada um pouco acima da bobina, para separação da corrente e para evitar que esta danifique a bobina.

Os cabos devem ser transportados em bobinas ou rolos, devidamente acondicionados. No entanto, quando for necessário retirar pedaços do cabo da bobina para transportar ao local da obra, o trecho retirado deve ser enrolado, amarrado com cordas macias e envolvido com lona limpa e impermeável ou plástico de modo a não danificar o isolamento e proteger contra umidade.

O cabo sempre deve estar com suas extremidades isoladas com fita isolante auto fusão. Devem ser tomados cuidados para evitar pancadas e quedas dos cabos.

  • 6.2.10.1.3 Acondicionamento dos Cabos

Os cabos devem ser acondicionados e transportados de modo que fiquem separados de outros materiais como ferragens e equipamentos.

As bobinas devem ser posicionadas no sentido longitudinal da carroceria montadas em cavaletes e bem calçadas e amarradas. Não acondicionar, de modo algum, as bobinas com uma das faces apoiada no assoalho da carroceria.

Não deve ser armazenado nenhum outro tipo de material sobre as bobinas ou rolos.

Não posicionar os rolos ou bobinas sobre superfícies irregulares, em declive ou sobre qualquer obstáculo. Os cabos acondicionados em rolos não devem ficar expostos às intempéries.

  • 6.2.10.1.4 Transporte dos Cabos

As bobinas não devem ser roladas nem mesmo para pequenas movimentações.

Quando houver necessidade de transportar a bobina, depois de aberta, para outro local, as tábuas de fechamento devem novamente ser fixadas.

  • 6.2.10.1.5 Lançamento dos cabos

As tábuas de fechamento da bobina somente devem ser retiradas no local de instalação do cabo e após a colocação da bobina no equipamento de lançamento.

Antes do lançamento deve ser verificado o estado da isolação do cabo. Cabos que apresentem dobras, falhas, partes arranhadas ou desgastadas não devem ser lançados.

Para lançamento dos cabos, a bobina deve ser devidamente fixada e posicionada com seu eixo na horizontal, de modo que durante o lançamento não ocorra outro movimento além da rotação da bobina.

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Os cabos não devem ser de modo algum arrastados no solo ou sobre elementos que possam danificar a sua isolação.

Não deve ser permitida a passagem de veículos sobre os cabos.

O cabo deve ser puxado pela parte superior da bobina. O movimento da bobina deve ser cuidadosamente controlado de modo que o cabo não se desenrole de forma rápida e devem ser tomadas as devidas precauções para evitar o contado do cabo com o solo.

O cabo deve ser tracionado em ritmo uniforme e lento.

Durante o lançamento dos cabos devem ser utilizadas carretilhas não metálicas e suficientemente lisas para não arranhar a isolação dos cabos.

As extremidades dos cabos devem ser perfeitamente vedadas para evitar entrada de umidade.

Para evitar cortes desnecessários dos cabos multiplexados, os mesmos devem ser lançados, de uma única vez, entre duas amarrações.

O cabo não deve ser curvado com um raio de curvatura inferior ao especificado e não deve ser submetido a trações excessivas.

A bobina deve estar alinhada e afastada no mínimo 5 metros do primeiro poste de lançamento. O elemento de tração deve sempre ser o cabo neutro e nunca os cabos fase. Para tracionar os cabos, não deve ser utilizado nenhum equipamento que possa danificar a isolação. Podem ser aplicados grampo tipo cunha ou camisa de puxamento.

  • 6.2.10.2 Emendas e Conexões

Não é permitida a utilização de emenda nos cabos durante a construção de redes novas. As emendas podem ser utilizadas somente pela manutenção, nas condições previstas na WKI-OMBR-MAT-18-0070-EDCE Uso de Emendas em Condutores Elétricos Nus.

Em todas as conexões devem ser utilizadas abraçadeiras para evitar falha de conexão, decorrente de algum movimento entre o cabo principal e o de derivação.

Todas as conexões e terminações dos cabos devem ser perfeitamente isoladas para evitar o ingresso de umidade.

Deve ser utilizado comprimento adequado de cabo para evitar o excesso de cabos nas conexões aéreas e derivações (jumper).

Antes da aplicação dos conectores perfurantes, os cabos fase e neutro devem ser adequadamente afastados, por meio de cunhas de plástico ou de madeira, conforme indicado no Desenho Nº 038.20. Não deve ser utilizado material que possa danificar a isolação dos cabos.

Nos final de rede secundária de distribuição com cabo multiplexado, as extremidades do cabo devem ser dispostas para baixo e com o comprimento entre 20 e 30 cm para permitir alguma eventual derivação.

  • 6.2.10.3 Montagem da Rede

Durante a construção é obrigatória a aplicação de tração adequada ao cabo. Ver tabelas de flechas e trações, tabelas E.1 a E.10 do Anexo E.

Deve ser aplicado torque adequado nas porcas, parafusos e conectores.

Todos os materiais devem ser transportados e manuseados com os devidos cuidados para evitar danificá- los.

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  • 6.2.11 Convenções para o Padrão

Não deve ser utilizado circuito duplos, mesmo que este seja somente em estruturas tangentes com armações secundárias distintas e em lados opostos.

Devem ser projetadas redes monofásicas de BT somente onde a rede de MT também seja monofásica (fase- fase ou fase-terra). Em áreas extremamente rurais e de baixo crescimento vegetativo permite-se a instalação de transformadores monofásicos em redes de MT trifásica.

  • 6.2.12 Aterramento

O aterramento nos transformadores deve ser realizado com no mínimo 3 (três) hastes alinhadas, preferencialmente pelo lado da calçada paralelo à rede, afastado 1 metro do poste e com uma profundidade mínima do cabo de interligação entre hastes de 0,5 metros. Ver desenho 038.19.

Deve ser realizado aterramento no final de rede ou a cada 200 metros, com no mínimo com 1 (uma) haste, preferencialmente pelo lado da calçada paralelo a rede, afastado 1 metro do poste e com uma profundidade mínima do cabo de interligação e haste de 0,5 metros. Ver desenho 038.19.

Em redes secundárias de distribuição com cabos multiplexados devem ser aterradas e secionadas somente as cercas transversais.

Para realizar o aterramento temporário deve ser utilizada 1 (uma) caixa de derivação trifásica. As 3 (três) fases e o neutro devem ser conectados entre si e em seguida aterrados.

  • 6.2.13 Para-raios de Baixa Tensão

Nas regiões com maiores índices de descargas atmosféricas por km 2 devem ser instalados para-raios de baixa tensão próximo ao transformador, no final de rede, na mudança de seção nominal dos cabos e na transição de rede com condutores nus para rede com condutores multiplexados.

Os para-raios de baixa tensão devem ser conectados ao aterramento da rede secundária de distribuição com condutores multiplexados descrito no item 6.2.12.

6.3

ANEXOS

 

Anexo A Tabelas de Cabos da Rede Secundária de Distribuição;

Anexo B Proteção de Baixa Tensão dos Transformadores de Distribuição;

Anexo C Afastamentos Mínimos;

Anexo D Aplicação de Postes e Estruturas em Cabos Multiplexados;

Anexo E Tabelas de Flechas e Trações;

Desenho 038.01 - Afastamentos Mínimos Distância dos Condutores às Edificações;

Desenho 038.02 - Engastamento de Postes;

Desenho 038.03 - Secundário Multiplexado Tangente SPTG;

Desenho 038.04 - Secundário Multiplexado Tangente com uma Derivação Oposta SPTO;

Desenho 038.05 - Secundário Multiplexado Tangente com duas Derivações - SPTD;

Desenho 038.06 - Secundário Multiplexado Ancoragem SPAN;

Desenho 038.07 - Secundário Multiplexado Encabeçamento SPEN;

Desenho 038.08 - Secundário Multiplexado Derivação Alinhamento de Rede Aérea Nua SPDA;

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Desenho 038.09 - Secundário Multiplexado Derivação Lateral de Rede Aérea Nua SPDL;

SPTR300;

Desenho 038.10 - Secundário Multiplexado Caixa de Derivação Monofásica SPCXDM Uso em

Poste; Desenho 038.11 - Secundário Multiplexado Caixa de Derivação Trifásica SPCXDT Uso em Poste;

Desenho 038.12 - Secundário em Rede Nua Caixa de Derivação Trifásica SNCXDT Uso em Poste;

Desenho 038.13 - Estrutura de Transformação 10 kVA - SPTR10M;

Desenho 038.14 - Estrutura de Transformação 15 kVA e 45 kVA - SPTR15 e SPTR45;

Desenho 038.15 - Estrutura de Transformação 75 kVA - SPTR75;

Desenho 038.16 - Estrutura de Transformação 112,5 kVA - SPTR112;

Desenho 038.17 - Estrutura de Transformação 150, 225 e 300 kVA - SPTR150, SPTR225 e

Desenho 038.18 - Estrutura de Transformação C-Eixo;

Desenho 038.19 - Secundário Multiplexado - Aterramento;

Desenho 038.20 - Secundário Multiplexado - Detalhes de Amarração;

Desenho 038.21 - Dimensional Estruturas.

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Especificação Técnica no.

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/

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Anexo A Cabos da Rede Secundária de Distribuição Tabela A.1: Cabos Multiplexados de Alumínio

 

CABO FASE

       

Resistência

   

Ampacidade

   

Seção

Número

Diâmetro do Cabo

Espessura

Elétrica Máxima

Diâmetro

Massa Total

 

(A)

Nominal

Mínimo de

Interno/ Externo

da Isolação

a 20C

Externo Total

aproximado

NOTAS 1 e 2

Código

(mm 2 )

 

(mm)

(mm)

(mm)

(kg/km)

 

Fios

(/km)

30ºC

35ºC

40ºC

1x25 + 1x25

7

6,13 / 8,43

1,15

1,153

17,50

250

 

116

110

  • 121 6773240

3x25 + 1x50

7

6,13 / 8,43

1,15

1,153

30,50

515

 

99

94

  • 103 6771563

3x50 + 1x50

7

8,30 / 11,76

1,53

0,577

33,00

727

 

153

145

  • 159 6771564

3x95 + 1x50

19

11,72 / 14,78

1,53

0,303

43,00

1267

 

243

230

  • 253 6775424

3x150 + 1x70

37

14,46 / 18,54

2,04

0,192

54,00

1996

 

329

312

  • 343 6771566

 

CABO NEUTRO

Seção

Número

Diâmetro do Cabo

Espessura

Resistência Elétrica Máxima a 20C

 

Tração a Ruptura Mínima

 

Nominal

Mínimo de

Interno / Externo

da Isolação

(/km)

(daN)

(mm 2 )

Fios

(mm)

(mm)

 
   
  • 25 6,40 / 8,70

    • 7 1,15

   

1,340

 

700

   
  • 50 9,05 / 12,11

    • 7 1,53

   

0,670

 

1400

 

19

  • 70 10,83 / 13,89

1,53

 

0,479

 

1980

NOTA 1: A ampacidade indicada refere-se a temperatura ambiente de 30ºC, para temperaturas ambientes de 35 e 40 ºC utilizar um fator de multiplicação respectivamente de 0,96 e 0,91. Exemplo : Cabo 3x25 + 1x50 , valor da ampacidade a 30ºC é de 83 A, sendo a temperatura ambiente de 35ºC sua ampacidade é de 79 A (83 x 0,96). NOTA 2: A ampacidade indicada refere-se ao método de instalação de dois condutores carregados justapostos para circuito monofásico e de três condutores carregados em trifólio.

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Especificação Técnica no.

Versão no.01 data:

/

/2016

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Anexo A Cabos da Rede Secundária de Distribuição (conclusão) Tabela A.2: Cabos Multiplexados de Cobre

 

CABO FASE

Seção Nominal (mm 2 )

Número Mínimo

de Fios

Diâmetro do Cabo Interno/ Externo

Espessura da

Isolação

Resistência Elétrica Máxima a 20C

Diâmetro

Externo Total

Massa Total

aproximado

Ampacidade

(A)

Código

(mm)

(mm)

(/km)

(mm)

(kg/km)

NOTAS 1 e 2

1x16 + 1x16

6

4,75 / 7,05

1,15

1,099

14,60

330

88

6773230

3x16 + 1x16

6

4,75 / 7,05

1,15

1,099

17,60

651

88

6771586

3x35 + 1x35

7

7,12 / 10,16

1,53

0,502

25,10

 
  • 1402 124

6771587

3x70 + 1x50

19

10,18 / 13,16

1,53

0,251

29,00

 
  • 2493 196

4551468

3x95 + 1x50

19

12,84 / 16,92

1,53

0,185

32,00

 
  • 3242 245

4551492

 

CABO NEUTRO

Seção Nominal (mm 2 )

Número Mínimo

de Fios

Diâmetro do Cabo Interno / Externo

Espessura da

Isolação

Resistência Elétrica Máxima a 20C

 

Tração a Ruptura Mínima (daN)

 

(mm)

(mm)

(/km)

 

16

 
  • 7 5,12 / 7,42

1,15

1.099

 

634

35

 
  • 7 7,57 / 10,63

1,53

0,502

 

1348

50

 
  • 7 9,05 / 12,11

1,53

0,352

 

1901

NOTA 1: A ampacidade indicada refere-se a temperatura ambiente de 30ºC, para temperaturas ambientes de 35 e 40 ºC utilizar um fator de multiplicação respectivamente de 0,96 e 0,91. Exemplo : Cabo 3x16 + 1x16 , valor da ampacidade a 30ºC é de 88 A, sendo a temperatura ambiente de 40ºC sua ampacidade é de 80 A (88 x 0,91). NOTA 2: A ampacidade indicada refere-se ao método de instalação de dois condutores carregados justapostos para circuito monofásico e de três condutores carregados em trifólio.

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Especificação Técnica no.

Versão no.01 data:

/

/2016

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Anexo B Proteção de Baixa Tensão dos Transformadores de Distribuição

Potência do

Corrente do Disjuntor

Quantidade de

Quantidade de

Cabo de Conexão

Cabo do Circuito Principal

Transformador

ou Fusível NH

Secionador

Caixa de

Transformador / Proteção / Rede

(mm²)

(kVA)

(A)

Fusível de BT

Proteção

Cu (mm²)

Alumínio

Cobre

5 (1F)

25

-

1

16

1x25 + 1x25

1x16 + 1x16

10

(1F)

63

-

1

16

1x25 + 1x25

1x16 + 1x16

15

(3F)

32

-

1

16

3x25 + 1x50

3x16 + 1x16

30

(3F)

50

-

1

16

3x25 +1x50

3x16 + 1x16

45

(3F)

100

-

1

35

3x50 + 1x50

3x35 + 1x35

75

(3F)

80

-

2

35

3x50 + 1x50

3x35 + 1x35

112,5 (3F)

125

-

2

35

3x95 + 1x50

3x70 + 1x50

150

(3F)

125(NH)

  • 6 -

 

35

3x95 + 1x50

3x70 + 1x50

225

(3F)

160(NH)

  • 6 -

 

95

3x95 + 1x50

3x95 + 1x50

300

(3F)

200(NH)

  • 6 -

 

95

3x95 + 1x50(Cu)

3x95 + 1x50

NOTA 1: O cabo utilizado na rede secundária de distribuição deve atender os critérios de carga, queda de tensão e tração. O cabo do circuito principal indicado nesta tabela deve ser aplicado ao tronco da rede secundária de distribuição e cabos com seções nominais menores podem ser utilizados nas derivações dos ramais. Em situações de distribuição de carga especiais, podem ser utilizados condutores com seções nominais maiores do que indicado nesta Tabela;

NOTA 2. A proteção secundária deve ser instalada no centro de carga, neste caso, os disjuntores ou secionadores fusíveis devem ter amperagens iguais. No caso dos transformadores instalados fora do centro de carga as amperagens podem ser diferentes, conforme Exemplo 2 indicado no item 6.2.8.5;

NOTA 3: A partir de 75 kVA deve-se usar 2 (dois) cabos por fase, sendo um para cada circuito (lado do transformador);

NOTA 4: Deve ser utilizado o cabo fase dos cabos multiplexados para conexão dos terminais de baixa tensão do transformador aos disjuntores ou seccionador fusível, e destes até a rede de distribuição de baixa tensão.

Especificação Técnica no. Versão no.01 data: / /2016 Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V Áreas

Especificação Técnica no.

Versão no.01 data:

/

/2016

Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V

Áreas de aplicação

Perímetro: Brasil Função Apoio: - Função Serviço:

Linha de Negócio: - Infraestrutura e Redes

Anexo C Afastamentos Mínimos Tabela C.1: Afastamento Mínimo entre Condutores de Circuitos Diferentes

Tensão U (kV)

 

Tensão U (kV) (Circuito Superior)

(Circuito Inferior)

U ≤ 1

1 < U ≤ 15

Comunicação

  • 600 mm

2.150 1 (ABNT 1.500 mm)

U ≤ 1

  • 600 mm

1.550 (ABNT 800 mm)

1 < U ≤ 15

-

1.400 2 (ABNT 800 mm)

NOTA 1: Nos casos de circuitos de comunicação instalados com postes de 10 metros já instalados no sistema, admite-se que este afastamento seja de 1900 mm; NOTA 2: Afastamento referente a circuitos duplos de média tensão.

Tabela C.2: Afastamentos Mínimos entre Condutores e o Solo

 

Afastamento Mínimo (mm)

 

Natureza do Logradouro

Tensão U (kV)

 

Comunicação e cabos aterrados

U ≤ 1

1 < U ≤ 36,2

Vias exclusivas de pedestes em áreas rurais

  • 3.000 5.500

4.500

 

Vias exclusivas de pedestres em áres urbanas

  • 3.000 5.500

3.500

 

Locais acessíveis ao trânsito de veículos em áreas rurais

  • 4.500 6.000

4.500

 

Locais acessíveis ao trânsito de máquinas e equipamentos agrícolas em áreas rurais

  • 6.000 6.000

6.000

 

Ruas e avenidas

  • 5.000 6.000

5.500

 

Entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos

  • 4.500 6.000

4.500

 

Rodovías federais

  • 7.000 7.000

7.000

 

Ferrovias não eletrificadas e não eletrificáveis

  • 6.000 9.000

6.000

 

NOTA 1: Em ferrovias eletrificadas ou eletrificáveis, a distância mínima do condutor ao boleto dos trilhos é de 12 metros para tensões até 36,2 kV, conforme ABNT NBR 14165; NOTA 2: Em rodovias estaduais, recomenda-se que a distância mínima do condutor ao solo atenda à legislação específica do orgão estadual. Na falta de regulamentação estadual, obedecer aos valores desta tabela.

Especificação Técnica no. Versão no.01 data: / /2016 Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V Áreas

Especificação Técnica no.

Versão no.01 data:

/

/2016

Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V

Áreas de aplicação

Perímetro: Brasil Função Apoio: - Função Serviço:

Linha de Negócio: - Infraestrutura e Redes

Anexo D Aplicação de Postes e Estruturas em Cabos Multiplexados Tabela D.1: Aplicação de Postes e Estruturas em Cabos Multiplexados de Alumínio

Estrutura

Seção Nominal (mm 2 )

Resistência Mínima do Poste no sentido de

Preformado

   

aplicação da força

Cabo Neutro

Cabo Fase

(daN)

 

25

25

150

Laço

50

25

150

Laço

Tangente

50

50

150

Laço

50

95

150

Laço

70

150

300

Laço

 

25

25

300

Laço / Alça

50

25

300

Laço / Alça

Tangente com Derivação

50

50

300

Laço / Alça

Oposta

50

95

300

Laço / Alça

70

150

300

Laço / Alça

 

25

25

300

Laço / Alça

50

25

300

Laço / Alça

Tangente com duas

50

50

300

Laço / Alça

derivação

50

95

300

Laço / Alça

70

150

300

Laço / Alça

 

25

25

300

Alça

50

25

300

Alça

Derivação em alinhamento

50

50

300

Alça

com a Rede Aérea Nua

50

95

300

Alça

70

150

600

Alça

 

25

25

300

Alça

50

25

300

Alça

Derivação Lateral da Rede

50

50

300

Alça

Aérea Nua

50

95

300

Alça

70

150

600

Alça

 

25

25

300

Alça

50

25

300

Alça

Encabeçamento

50

50

300

Alça

50

95

300

Alça

70

150

600

Alça

 

25

25

300

Alça

50

25

300

Alça

Ancoragem

50

50

300

Alça

50

95

300

Alça

70

150

300

Alça

 

5kVA

25

25

300

Laço

10kVA

25

25

300

Laço

Transformadores

15kVA

25

50

300

Alça

30kVA

25

50

300

Alça

45kVA

50

50

300

Alça

75kVA

50

50

300

Alça

112,5kVA

50

95

600

Alça

150kVA

50

95

600

Alça

 

225kVA Nota1

50

95

600

Alça

300kVA Nota 2

50(cu)

95(cu)

600

Alça(cu)

NOTA 1: O circuito principal de BT do Transformador de 225 kVA deve ser usado com o cabo 3x95+1x50 mm² de AL; NOTA 2: O circuito principal de BT do Transformador de 300 kVA deve ser sempre usado com o cabo 3 x 95 + 1 x 50 mm² de cobre.

Especificação Técnica no. Versão no.01 data: / /2016 Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V Áreas

Especificação Técnica no.

Versão no.01 data:

/

/2016

Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V

Áreas de aplicação

Perímetro: Brasil Função Apoio: - Função Serviço:

Linha de Negócio: - Infraestrutura e Redes

Anexo D Aplicação de Postes e Estruturas em Cabos Multiplexados (conclusão) Tabela D.2: Aplicação de Postes e Estruturas em Cabos Multiplexado de Cobre

 

Seção Nominal

Resistência Mínima do

 
 

Estrutura

(mm 2 )

Poste no sentido de

Preformado

Cabo Neutro

Cabo Fase

aplicação da força

 

(daN)

 
 

16

 
  • 16 150

Laço

 

Tangente

35

 
  • 35 150

Laço

50

 
  • 70 300

Laço

 

50

 
  • 95 300

Laço

 

16

 
  • 16 300

Laço / Alça

Tangente com Derivação

35

 
  • 35 300

Laço / Alça

Oposta

50

 
  • 70 300

Laço / Alça

50

 
  • 95 300

Laço / Alça

 

16

 
  • 16 300

Laço / Alça

Tangente com duas

35

 
  • 35 300

Laço / Alça

derivação

50

 
  • 70 300

Laço / Alça

50

 
  • 95 300

Laço / Alça

 

16

 
  • 16 300

Alça

Derivação em alinhamento

35

 
  • 35 300

Alça

com a Rede Aérea Nua

50

 
  • 70 300

Alça

50

 
  • 95 300

Alça

 

16

 
  • 16 300

Alça

Derivação Lateral da Rede

35

 
  • 35 300

Alça

Aérea Nua

50

 
  • 70 300

Alça

50

 
  • 95 300

Alça

 

16

 
  • 16 300

Alça

Encabeçamento

35

 
  • 35 300

Alça

50

 
  • 70 600

Alça

 

50

 
  • 95 600

Alça

 

16

 
  • 16 300

Alça

 

Ancoragem

35

 
  • 35 300

Alça

50

 
  • 70 600

Alça

 

50

 
  • 95 600

Alça

 

5kVA

16

 
  • 16 300

Laço

10kVA

16

 
  • 16 300

Laço

Transformadores

15kVA

16

 
  • 16 300

Alça

30kVA

16

 
  • 16 300

Alça

45kVA

35

 
  • 35 300

Alça

75kVA

35

 
  • 35 300

Alça

112,5kVA

50

 
  • 70 600

Alça

150kVA

50

 
  • 70 600

Alça

 

225kVA NOTA1

50

 
  • 95 600

Alça

300kVA NOTA 2

50

 
  • 95 600

Alça

NOTA 1: O circuito principal de BT do Transformador de 225 kVA deve ser usado com o cabo 3x95+1x50 mm² de AL;

NOTA 2: O circuito principal de BT do Transformador de 300 kVA deve ser sempre usado com o cabo 3 x 95 + 1 x 50 mm² de cobre.

Especificação Técnica no. Versão no.01 data: / /2016 Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V Áreas

Especificação Técnica no.

Versão no.01 data:

/

/2016

Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V

Áreas de aplicação

Perímetro: Brasil Função Apoio: - Função Serviço:

Linha de Negócio: - Infraestrutura e Redes

Anexo E Tabelas de Flechas e Trações Tabela E.1: Flecha e Tração de Montagem - Cabo AL 1X25(25)mm² - 0,6/1kV XLPE

VÃO (m)

 
  • 20 30

   
  • 40 60

  • 50 70

   

80

Temp.

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

(°C)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

   
  • 15 0,17

    • 203 0,08

 
  • 205 0,29

     
  • 210 0,45

  • 208 0,64

   
  • 216 0,86

  • 213 1,11

219

 
  • 20 0,18

 
  • 182 0,08

 
  • 189 0,32

     
  • 192 0,50

  • 189 0,70

   
  • 200 0,93

  • 196 1,20

204

 
  • 25 0,20

 
  • 163 0,09

 
  • 167 0,36

     
  • 164 0,58

  • 172 0,76

   
  • 185 1,01

  • 180 1,28

190

 
  • 30 0,23

 
  • 145 0,66

 
  • 150 0,39

     
  • 160 0,60

  • 155 0,83

   
  • 171 1,09

  • 166 1,38

177

 
  • 35 0,26

 
  • 126 0,12

 
  • 133 0,44

     
  • 146 0,65

  • 139 0,90

   
  • 159 1,18

  • 152 1,48

165

 
  • 40 0,29

 
  • 110 0,14

 
  • 117 0,49

     
  • 133 0,72

  • 125 0,98

   
  • 148 1,26

  • 140 1,57

156

 
  • 45 0,33

 
  • 96 0,16

 
  • 104 0,54

     
  • 121 0,79

  • 112 1,06

   
  • 137 1,36

  • 129 1,67

146

 
  • 50 0,37

 
  • 84 0,18

92

   

0,61

 
  • 110 0,87

  • 100 1,16

   
  • 128 1,46

  • 119 1,77

138

 

Tabela E.2: Flecha e Tração de Montagem - Cabo AL 3X25(50)mm² - 0,6/1kV XLPE

 

VÃO (m)

 
  • 20 25

   
  • 30 40

  • 35 50

   

60

Temp.

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

(°C)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

   
  • 15 0,24

    • 267 0,11

 
  • 271 0,32

     
  • 278 0,42

  • 274 0,52

   
  • 286 0,63

  • 282 0,89

290

 
  • 20 0,26

 
  • 247 0,12

 
  • 247 0,35

     
  • 255 0,45

  • 251 0,56

   
  • 265 0,68

  • 260 0,96

270

 
  • 25 0,29

 
  • 218 0,13

 
  • 224 0,41

     
  • 235 0,49

  • 213 0,61

   
  • 248 0,73

  • 241 1,02

254

 
  • 30 0,32

 
  • 195 0,15

 
  • 201 0,42

     
  • 216 0,53

  • 208 0,65

   
  • 231 0,78

  • 223 1,09

239

 
  • 35 0,36

 
  • 173 0,17

 
  • 181 0,46

     
  • 198 0,58

  • 190 0,71

   
  • 215 0,84

  • 206 1,16

224

 
  • 40 0,40

 
  • 153 0,19

 
  • 163 0,51

     
  • 182 0,63

  • 173 0,76

   
  • 203 0,89

  • 192 1,21

214

 
  • 45 0,44

 
  • 135 0,21

 
  • 146 0,56

     
  • 168 0,69

  • 158 0,82

   
  • 191 0,95

  • 179 1,28

203

 
  • 50 0,50

 
  • 119 0,24

 
  • 131 0,62

     
  • 154 0,75

  • 143 0,88

   
  • 179 1,00

  • 166 1,34

193

 

Tabela E.3: Flecha e Tração de Montagem - Cabo AL 3X50(50)mm² - 0,6/1kV XLPE

 

VÃO (m)

 
  • 15 20

   
  • 25 35

  • 30 40

   

45

Temp.

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

(°C)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

 
  • 15 0,08

  • 285 0,15

 
  • 288 0,23

     
  • 295 0,33

  • 291 0,44

   
  • 304 0,57

  • 299 0,71

308

 
  • 20 0,09

 
  • 256 0,16

 
  • 266 0,25

     
  • 270 0,36

  • 266 0,48

   
  • 280 0,61

  • 275 0,76

286

 
  • 25 0,11

 
  • 229 0,18

 
  • 235 0,28

     
  • 230 0,42

  • 241 0,52

   
  • 260 0,66

  • 253 0,82

267

 
  • 30 0,48

 
  • 203 0,20

 
  • 210 0,31

     
  • 225 0,43

  • 217 0,57

   
  • 240 0,72

  • 232 0,88

249

 
  • 35 0,14

 
  • 177 0,23

 
  • 186 0,34

     
  • 205 0,47

  • 195 0,62

   
  • 222 0,77

  • 213 0,94

232

 
  • 40 0,16

 
  • 154 0,26

 
  • 165 0,38

     
  • 186 0,52

  • 176 0,67

   
  • 207 0,83

  • 196 1,00

219

 
  • 45 0,18

 
  • 135 0,30

 
  • 146 0,43

     
  • 170 0,57

  • 158 0,73

   
  • 193 0,89

  • 181 1,06

205

 
  • 50 0,21

 
  • 118 0,33

 
  • 129 0,48

     
  • 154 0,63

  • 141 0,79

   
  • 179 0,96

  • 166 1,13

193

 
Especificação Técnica no. Versão no.01 data: / /2016 Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V Áreas

Especificação Técnica no.

Versão no.01 data:

/

/2016

Assunto: Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V

Áreas de aplicação

Perímetro: Brasil Função Apoio: - Função Serviço:

Linha de Negócio: - Infraestrutura e Redes

Tabela E.4: Flecha e Tração de Montagem - Cabo AL 3X95(50)mm² - 0,6/1kV XLPE

VÃO (m)

 

15

 

25

  • 20 30

   
  • 35 40

   

45

Temp.

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

T

F

(°C)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

(daN)

(m)

 
  • 15 0,10

  • 327 0,18

331

   
  • 334 0,28

 
  • 338 0,40

 
  • 343 0,69

0,53

   
  • 348 0,86

353

 
  • 20 0,11

 
  • 293 0,20

305

   
  • 305 0,31

 
  • 310 0,43

 
  • 316 0,74

0,58

   
  • 322 0,92

328

 
  • 25 0,13

 
  • 263 0,22

270

   
  • 276 0,34

 
  • 264 0,51

 
  • 290 0,80

0,63

   
  • 298 0,99

306

 
  • 30 0,58

 
  • 233 0,25

241

   
  • 249 0,38

 
  • 258 0,52

 
  • 267 0,87

0,69

   
  • 276 1,06

285

 
  • 35 0,17

 
  • 203 0,28

213

   
  • 224 0,42

 
  • 235 0,57

 
  • 245 0,94

0,75

   
  • 255 1,14

266

 
  • 40 0,19

 
  • 177 0,32

189

   
  • 202 0,46

 
  • 213 0,63

 
  • 225 1,01

0,81

   
  • 238 1,21

251

 
  • 45 0,22

 
  • 155 0,36

167

   
  • 181 0,52

 
  • 195 0,69

 
  • 208 1,08

0,88

   
  • 221 1,28

236

 
  • 50 0,25

 
  • 135 0,41

148

   
  • 161 0,58

 
  • 177 0,76

 
  • 191 1,16

0,96

   
  • 206 1,37

222

 

Tabela E.5: Flecha e Tração de Montagem - Cabo AL 3X150(70)mm² - 0,6/1kV - XLPE

 

VÃO (m)

 

15

 

25

  • 20 30

   
  • 35 40

   

45

Temp.

T

F

T