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UNIVERSIDADE PAULISTA –UNIP

CAMPUS MARQUÊS

DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA
FICHAMENTO

São Paulo
2018
1) FICHAMENTO Bibliográfico de artigo

Campos J.R. (2014). Depressão na adolescência: habilidades


sociais e variáveis sociodemográficas como fatores de
risco/proteção. Estudos e pesquisas em psicologia Rio de janeiro
Agosto de (2014).

Introdução
Habilidades sociais e algumas variáveis sociodemográficas têm sido apontadas
como fatores de risco/proteção que podem ser as causas da depressão em
adolescentes. No entanto, ainda não se tem claro quais classes de habilidades e
quais variáveis sociodemográficas seriam críticas nessa relação.

Objetivo: Introdução
O objetivo foi investigar quais das variáveis poderia ser, fatores de risco ou
proteção da depressão na adolescência, bem como avaliar o poder preditivo de um
modelo que inclui essas variáveis.

Método:
A pesquisa foi realizada com 642 adolescentes de três escolas públicas municipais
de uma cidade do interior de São Paulo, de aproximadamente 620 mil habitantes. A
coleta de dados foi autorizada pela Secretária Municipal de Educação da cidade e foi
selecionada por conveniência. Sendo que 103 adolescentes apresentavam
indicadores de depressão (Grupo Subclínico) e 539 adolescentes sem indicadores
de depressão (Grupo Não Clínico

Resultados:
Verificou-se que as variáveis não apresentaram multicolinearidade significativa
quando mensurado pelo VIF (Variance Inflation Factor), uma vez que nenhuma
delas apresentou valores superiores a 0,90 (Marôco, 2011).

Discurso:
De acordo com o estudo realizado buscou se identificar classes específicas de
habilidades sociais e variáveis sociodemográficas que poderiam ser fatores de risco
ou proteção da depressão na fase inicial da adolescência socioeconômico. O
presente estudo apresenta algumas limitações. Embora os achados desse trabalho
possam sugerir alguns fatores de risco e proteção da depressão na adolescência,
pertinentes à socialização, os autores reconhecem a necessidade de ampliar a
investigação desses transtornos, especialmente na fase inicial da adolescência.

Fonte: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-
42812014000200003

2) Fichamento Bibliográfico de Artigo


Monteiro K.C.C. & Large A.M.V (2007). A DEPRESSÃO NA
ADOLESCÊNCIA. Psicologia em Estudo, Maringá, maio/agosto
(2007).
Introdução:

Neste trabalho visa aborda o fenômeno da depressão na adolescência


resgatando uma visão de psicopatologia que discute a teoria psicanalítica e a
psiquiatria biológica. Nesta faz-se uso do termo depressão e da promessa de
cura através dos ajustes dos déficits neuro-hormonais que as medicações se
propõem a compensar. A psicanálise promove uma diferenciação entre os
termos depressão e melancolia, e correlaciona o conceito de depressão com os
lutos pela perda da estrutura infantil.

Objetivo:
É aborda as concepções da depressão na adolescência, tanto na psiquiatria
psicanalítica, que os sintomas manifestos da depressão, é colocado como
conflitos psíquico, como para a psiquiatria biológica que reforça a descrição
dos transtornos mentais enumerando os sintomas, de acordo com os moldes
padronizados dos manuais de psiquiatria.

Metodologia:
Utilizaram porcentagem dos transtornos afetivos na fase da adolescência com
os dados compatíveis com estatísticas da Organização Mundial da Saúde e as
literaturas internacionais (Bejarano & Cds, 1999; Baptista, & Dios,2001).

Resultados: Introdução
Através das pesquisas realizadas, os resultados obtidos foram alarmantes,
estimam se que para as próximas duas décadas um aumento no número de
novos deprimidos que representara a segunda afecção mundial.

Discurso:
De acordo com as pesquisas, A depressão, corresponde ao conceito de luto e,
neste sentido, a elaboração dos lutos concernentes às perdas da estrutura
infantil é exigida, acrescentando aos sentimentos vivenciados pelos
adolescentes uma expressão de tristeza que não deve ser necessariamente
considerada uma experiência negativa, mas uma elaboração necessária e
positiva.

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/pe/v12n2/v12n2a06.pdf
3) Fichamento Bibliográfico de artigo
BAHLS, S, C. (2002). Aspectos clínicos da depressão na
adolescência tes. Jornal da Psiquiatria. Rio de janeiro (2002).
Introdução
Saint- Clair Bahls (2002). Neste trabalho visa aborda o fenômeno da
depressão na adolescência que ocorre cada vez mais cedo, 25% dos adultos
com depressão relataram o primeiro episódio da doença antes dos dezoito
anos. Considera-se que a depressão maior na adolescência apresenta
natureza duradoura e pervasiva, afeta múltiplas funções e causa significativos
danos psicossociais.

Objetivo:
O objetivo deste artigo é apresentar uma revisão sobre a depressão nestas faixas etárias,
destacando o quadro clínico, sua evolução, comorbidades e relação com o comportamento
suicida

Metodologia:
Foram realizados para o objetivo deste artigo levantamento no sistema Medline com as
palavras-chave depressão, infância e adolescência e características clínicas, no período de
1991 a 2000, e levantamento manual de referências bibliográficas.

Resultados

O estudos e pesquisas bibliográficas em relação a depressão na adolescência,


traz a importância que antes da década de (1970) não se pensava em
depressão na criança e no adolescente. Os sistemas diagnósticos atuais
definem que os sintomas básicos de um episódio depressivo que vem
aumentando ao longo dos anos. Acreditam-se que tem sido uma das principais
causas de suicídios em jovens os pesquisadores destacam a importância do
processo de maturação na apresentação sintomatológica da depressão, com
características predominantes em cada fase do desenvolvimento.

Discursão:

O estudo específico da depressão na adolescência é recente e sofre por esta


condição ainda de muitas imprecisões, que em breve, sejam esclarecidas como
fruto dos estudos que estão sendo realizados, trazendo benefícios e avanços
que permitam uma melhor compreensão e tratamento desta patologia.

Fonte:
file:///C:/Users/dalilian/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/IE/M61VZNO1/3193-
6318-1-PB%20(1).pdf
4) Fichamento Bibliográfico de Artigo

ARGIMON I.I.L.(2013). Intensidade de sintomas depressivos em


adolescentes através da escala de depressão de Beck (BDI-II)
Boletim-Academia Paulista de Psicologia (2013).

Introdução
A depressão em adolescentes tem um significativo impacto no desempenho
escolar, além de prejudicar a autoestima e causar sintomas de instabilidade
emocional, irritabilidade, podendo ocorrer crises de raiva e risco de suicídio

Objetivo:
O objetivo deste estudo é avaliar os sintomas de depressão em adolescentes.

Método
A amostra é de 88 escolares, com idades compreendidas entre 12 e 17 anos,
que cursam a sexta e sétima série de uma escola de Ensino Fundamental. O
instrumento utilizado é a Escala de Depressão de Beck (BDI-II). Trata-se de
uma pesquisa descritiva, quantitativa, com delineamento transversal.

Resultado:
Os resultados mostram que a intensidade da depressão observada nos
adolescentes estudados é maior que a verificada na população geral, em
outras fases da vida, com exceção apenas da terceira idade (acima de 65
anos).

Discursão:
Este dado é preocupante já que, por se tratar de uma fase crucial ao
desenvolvimento humano, permeada por muitas mudanças em pouco período
tempo, o desenvolvimento de transtornos mentais pode acarretar diversos
danos psicossociais para o adolescente. O problema, inclusive, perpassa o
âmbito individual: o aumento de depressão entre adolescentes pode trazer
danos à sociedade como um todo, que terá muitos jovens problemáticos no
início de sua entrada no mercado de trabalho, aumento dos gastos com a
saúde destes e com o sistema de previdência do País.

Fonte: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-
711X2013000200010

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