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Intenção, Carga.

Estado Espiritual e Emocional ao


Preparar Ormus

Neste pequeno e descompromissado artigo pretendo abordar os


temas da Intenção, o Carregamento e o Estado Espiritual e Emocional
do operador ao preparar o Ormus pelo procedimento básico de água
do mar ou água de fonte, poço mais sal.

Gostaria de ressaltar que estes procedimentos são os que eu


uso normalmente e de certa forma podem parecer exagerados ou não
ortodoxos, mas na minha pratica tenho comprovado que seguindo
estritamente estes passos, tenho obtido um Ormus de excelente
qualidade.

Gostaria também de esclarecer que estes procedimentos são


grandemente inspirados pelo estimado amigo Carlos Ferreira, que
muito me honra com sua amizade e conselhos, além de pesquisas em
livros de Alquimia, bem como são resultado também da minha pratica
do dia a dia como Terapeuta Naturalista, onde tenho oportunidade de
aplicar muitos destes princípios.

Com estes prolegomenos, vamos então aos procedimentos


propriamente ditos.

DA PREPARAÇAO ANTES DA COLETA DA AGUA

A água é o liquido da vida, mais de 60% da terra, e composta


por água e líquidos. O mesmo acontece com o nosso corpo.
“Como encima, assim é embaixo” A Tábua Esmeralda – Hermes
Trimegistos”

Já foi demonstrado que a água é um meio com capacidade de


gravar todos os pensamentos e emoções. (ver as experiências de
Prof. Emoto), por isso acredito que, devemos desde o momento de
fazer a coleta da água, estar imbuídos de positividade e boas
intenções. Normalmente gosto de fazer uma prece particular (cada
um pode usar a sua, seja crista, budista, ou qualquer outra),
colocando uma emoção positiva nesta oração ou prece.

DURANTE A COLETA DA AGUA

No momento da coleta (a qual prefiro fazer a noite, e se


possível noite sem lua), agradeço ao espírito da terra e da água pela
dádiva do precioso líquido e ao mesmo tempo reafirmo mentalmente
que essa água será usada para o bem maior e para benefício de
muitos.

A água vai para um recipiente de plástico de 20 litros, o qual


posteriormente coloco dentro de sacos plásticos pretos. Se vou
trabalhar na fazenda, tenho um local apropriado (é um cômodo
ventilado, mas independente da casa principal, com três grandes
armários de metal, um para guardar a água, outro para guardar os
utensílios de uso e um terceiro menor para guardar os produtos
químicos.

Se for trabalhar em casa na cidade, tenho um local também


semelhante, na garagem para tal fim. De qualquer forma os dois
locais são protegidos de qualquer interferência eletromagnética e
olhares indiscretos.

Também tomei a precaução de analisar os locais


radiestesicamente para verificar que não haja interferências
geomagnéticas no solo. Tanto a água do meu poço particular, como
de uma fonte perto da minha casa na cidade foram analisadas em
laboratório apresentando excelente qualidade para consumo e com
um ph entre 7,5 e 8,0.

DO INICIO DOS TRABALHOS

A preparação da água com o sal (evidentemente se for água do mar,


pulamos este passo).

Normalmente gosto de fazer todas as operações à noite (e


preferencialmente noite sem lua), isto torna o procedimento mais
demorado, mas gosto de trabalhar a maneira dos velhos alquimistas,
principalmente para entrar no “clima” e afinar o meu emocional com
o trabalho da Obra.

Já a partir desta fase costumo usar uma vestimenta apropriada


à moda dos antigos alquimistas (se estiver na fazenda uso está roupa
especial, que uso somente para isso, desde a coleta, mas se estiver
na cidade evidentemente uso a roupa, somente quando da
preparação, em casa para evitar constrangimentos e perguntas
indiscretas).

NOTA. Esta vestimenta consiste num blusão que cobre meu


corpo todo com mangas compridas e com capuz (a cor é um marrom
escuro), assemelhasse muito a roupa dos antigos alquimistas ou de
monges.
É muito importante também que durante toda a operação o
capuz esteja por cima da cabeça, desta forma estaremos focando
totalmente a atenção no procedimento e evitaremos interferências
indesejáveis, existe outra razão, mais ligada a alquimia e as tradições
herméticas, o importante neste momento é focar totalmente a
intenção na Obra e evitar distrações, mas posso dizer também que
este tipo de vestimenta, a cor, o formato e especialmente o capuz
sobre a cabeça, protegem o operador de interferências etéreas ou
astrais, além de “afinar” o operador com a egregora dos antigos
alquimistas.

Faço uma nova oração (você pode fazer a oração ou prece de


sua preferência), agradeço ao criador a oportunidade de participar da
Obra e espero, em sinal de reverencia, um sinal para iniciar a
operação (no meu caso especifico esse sinal aparece como um
arrepio na espinha que me indica que a operação está “liberada” pelo
alto para iniciar, mas pode ser qualquer sinal ou aquela certeza no
seu íntimo que a operação está em consonância com o BEM.

DURANTE OS TRABALHOS INTERMEDIARIOS

Durante todo o resto da operação, em todas as etapas, como


coar, precipitar, lavar, etc, procuro estar focado somente na
operação, sem músicas nem distrações e com o capuz por cima da
cabeça, em atitude de reverencia. Também durante o preparo vou
“carregando” o preparado, com emoções positivas e a emoção alegre
de estar fazendo um trabalho para o BEM maior e ajuda de outros.

Entre uma operação e outra (ou entre uma noite e outra), o


preparado, seja qual for a fase, recebe toda a minha atenção, como
se fosse a gestação de um novo ser, que deve ser tratado com
delicadeza e devoção, mas com a alegre expectativa do nascimento
(o final do preparado).

A FINALIZAÇAO DO PROCEDIMENTO (INFUSAO DA INTENÇAO)

Ao finalizar o preparado e antes de fechar hermeticamente o


frasco de aço inox, preparado para receber o Ormus, elevo o
preparado ao céu (sempre a noite), agradeço ao altíssimo pela
oportunidade de mais este trabalho e nesse momento infundo a
intenção. Se o Ormus vai para algum paciente em especial, com
algum problema especifico a intenção de melhoria é infundida através
de uma concentração forte com um forte componente emocional, (o
tempo dessa intenção normalmente é dado pelo meu íntimo, e varia
de caso para caso, mas normalmente sinto uma sensação de
completude dentro de mim, quando já foi suficiente).

Se o Ormus se destina ao meu consumo ou para alguma pessoa


em geral sem problemas específicos a intenção se centra em boa
saúde, harmonia e bem estar em geral.

NA TOMADA DO ORMUS

Se eu mesmo for tomar o Ormus, agradeço novamente ao


Altíssimo e procuro entrar num estado de alegria e bem-estar antes
de tomar. O mesmo procedimento deve ser recomendado a pessoa
que vai tomar o Ormus, se a situação for difícil, por doença grave,
procuro, brincar ou até contar casos alegres, para infundir um estado
de alegria no paciente antes de tomar o Ormus.

NOTA! Isso é muito importante, não podemos esquecer que a


água (é o Ormus é na sua maioria água, com “algo” mais), grava
tudo é pode se impregnar facilmente de pensamentos dissonantes e
inarmônicos.

RESUMINDO

Trabalhe sempre com o espírito alegre, de quem está fazendo o


trabalho do BEM, e agradeça ao Deus de seu coração e sua
compreensão pela oportunidade de estar trabalhando na Grande
Obra.

QUE O AMOR E A LUZ, ESTEJAM SEMPRE CONOSCO!

“Sorria, você está sendo amado” (frase na traseira de um


caminhão – autor desconhecido)

Rafael Uroz.