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Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias

MATEMÁTICA
RESOLUÇÃO:
MÓDULO 41
x4 – 5x3 + 2x2 – 5x + 1 5 1
f(x) = –––––––––––––––––––– ⇒ f(x) = x2 – 5x + 2 – ––– + ––– ⇒
Funções II x 2 x x2

⇒ f(x) = 冢 x + –––
2
1
x2 冣 – 5 冢 x + ––– 冣 + 2
1
x
1. (OPM) – Seja f uma função de domínio  dada por
1
x2 – x + 1 Fazendo x + ––– = a, tem-se, para x > 0, que:
x
f(x) = –––––––––– . Determine o conjunto-imagem
x2 + x + 1 1) a ≥ 2

da função. 1
2) a função g: +* → [2; + ∞[ definida por g(x) = x + ––– é
x
RESOLUÇÃO: sobrejetora, pois se a ∈ [2; + ∞[, existe x ∈ +* tal que
O conjunto-imagem da função f é tal que se y ∈ Im(f), então existe 1
x + ––– = a
x ∈  tal que f(x) = y. x
x2 – x + 1 1 1
Assim sendo, f(x) = y ⇒ f(x) = –––––––––– =y⇒ 3) Se x + ––– = a, então x2 + ––– = a2 – 2 e f(x) = a2 – 5a
x2 + x + 1 x x2
⇒ x2 – x + 1 = yx2 + yx + y ⇒ (y – 1)x2 + (y + 1)x + (y – 1) = 0 Assim sendo, o gráfico da função f, em função de a, é o
Essa equação só admite valor de x real se
∆ = (y + 1)2 – 4 . (y – 1) . (y – 1) ≥ 0 ⇔ – 3y2 + 10y – 3 ≥ 0 ⇔
mostrado abaixo e o conjunto-imagem de f é 冤 – –––
25
4
;+ ∞ 冤

1
⇔ –– ≤ y ≤ 3. Portanto, Im(f) =
3 冤 ––13 ; 3 冥

Resposta: C

2. Considere a função f: *+ →  definida por


x4 – 5x3 + 2x2 – 5x + 1
f(x) = –––––––––––––––––––– .
x2
O conjunto-imagem de f é:
a) [– 3; + ∞[ b) [– 6; + ∞[

冤 – –––– ; + ∞冤
25
c) d) ]– ∞; – 6]
4

冤 – ∞; ––––
4 冥
25
e)

–1
2. (ITA) – Seja f:  \{–l} →  definida por
MÓDULO 42 2x + 3
f(x) = –––––– .
Funções II x+1
a) Mostre que f é injetora.
1. (ITA) – Considere os conjuntos S = {0,2,4,6}, b) Determine D = {f(x); x ∈  \ {–1} } e f –1: D → \{–1}.
T = {1,3,5} e U = {0,1} e as afirmações: RESOLUÇÃO:
I. {0} ∈ S e S 傽 U ≠ Ø. Sendo:
II. {2} 傺 S\U e S 傽 T 傽 U = {0, 1}. f:  \ {– 1} →  definida por
III. Existe uma função f: S → T injetiva. 2x + 3 1
IV. Nenhuma função g: T → S é sobrejetiva. f(x) = ––––––– = 2 + –––––
x+1 x+1
Então, é(são) verdadeira(s)
conclui-se:
a) apenas I. b) apenas IV.
a) ∀x1, x2 ∈  \ {– 1}, temos:
c) apenas I e IV. d) apenas II e III.
e) apenas III e IV. 1 1
x1 ≠ x2 ⇔ x1 + 1 ≠ x2 + 1 ⇔ ––––––– ≠ ––––––– ⇔
x1 + 1 x2 + 1
RESOLUÇÃO:
1 1
Se S = {0; 2; 4; 6}, T = {1; 3; 5} e U = {0; 1}, então ⇔ 2 + –––––– ≠ 2 + –––––– ⇔
I) é falsa, pois 0 ∈ S, mas {0} ∉ S e S 傽 U = {0} ≠ Ø x1 + 1 x2 + 1
II) é falsa, pois ⇔ f(x1) ≠ f(x2) e, portanto, f é injetora.
S \ U = S – U = {2; 4; 6} e {2} 傺 S\U, mas
S傽T傽U=Ø b) Sendo f –1 a função inversa de f, temos:
III) é falsa, pois
1 1
para f: S → T ser injetiva, deveríamos ter f(f –1(x)) = x ⇔ 2 + ––––––––– = x ⇔ ––––––––– = x – 2 ⇔
f(0) ≠ f(2) ≠ f(4), f(0) ≠ f(4) ≠ f(6) e f – 1(x) + 1 f – 1(x) + 1
f(0) ≠ f(6) ≠ f(2) e, para isto, é necessário que
1 3–x
n(T) ≥ 4 ⇔ f –1(x) + 1 = ––––– ⇒ f –1(x) = ––––––
IV) é verdadeira, pois x–2 x–2
para g:T → S ser sobrejetiva, deveríamos ter
Im(g) = CD(g) = S, o que é impossível posto que O conjunto D = {f(x); x ∈  \ {– 1}} e
n[Im(g)] ≤ 3 e n(S) = 4 f –1: D →  \ {– 1} é o conjunto-domínio da função f –1 e, portanto,
Resposta: B
D =  \ {2}.
Respostas: a) demonstração
b) D =  \ {2}

2–
2. (ITA) – Seja f :  →  bijetora e ímpar. Mostre que a
MÓDULO 43 função inversa f–1 :  →  também é ímpar.
Funções II RESOLUÇÃO
Sendo f:  →  bijetora e ímpar, para todo a ∈ , temos:
1. (ITA) – Sejam f, g:  →  duas funções tais que:
f(a) = b ∈  ⇔ f –1(b) = a e f(– a) = – b
a) gof: g:  →  é injetora. Verifique se f é injetora e jus-
De f(– a) = – b, temos f – 1(– b) = – a
tifique sua resposta.
b) gof: g:  →  é sobrejetora. Verifique se g é sobre- Assim:
jetora e justifique sua resposta. f – 1(– b) = – a = – f – 1(b) e, portanto, f – 1 é ímpar.

RESOLUÇÃO:
Sejam f e g funções de  em .
a) Se f não é injetora então existem x1, x2 ∈  tais que:
x1 ≠ x2 ⇒ f(x1) = f(x2) ⇒ gof(x1) = gof(x2).
O que contraria a hipótese de que gof é injetora.
Logo, f é injetora.
b) Se gof:  →  é sobrejetora então o conjunto imagem de gof é
Im(gof) =  e Im(gof) 傺 Im(g).
Assim,  傺 Im(g) 傺  ⇔ Im(g) = .
Logo, g é sobrejetora.

–3
2. (ITA) – Sejam a, b, c reais não nulos e distintos,
MÓDULO 44 c > 0. Sendo par a função dada por

Funções II ax + b
f(x) = ––––––
x + c , – c < x < c,

1. (ITA) – Mostre que toda função f :  \ {0} → , então f(x), para –c < x < c, é constante e igual a:
a) a + b b) a + c c) c d) b e) a
satisfazendo f (xy) = f (x) + f (y) em todo seu domínio, é par.
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO: A função f: ]– c; c[ → , com c > 0, definida por
∀z ∈  \ {0}: ax + b
1) x = z e y = z ⇒ f(z2) = f(z) + f(z) ⇒ f(z2) = 2f(z) f(x) = –––––––, é par.
x+c
2) x = – z e y = – z ⇒ f(z2) = f(– z) + f(– z) ⇒ f(z2) = 2f(– z) Logo: f(–x) = f(x), ∀x ∈ ]– c; c[ ⇒
Logo, f(z2) = 2 f(z) = 2 f(–z), ∀z ∈  \ {0} ⇒ – ax + b ax + b
⇒ f(–z) = f(z), ∀z ∈  \ {0} ⇒ ⇒ ––––––– = –––––––, ∀x ∈ ]– c; c[ ⇔
–x+c x+c
⇒ f é par, ∀z ∈  \ {0}
⇔ – ax2 + bx – acx + bc = – ax2 – bx + acx + bc, ∀x ∈ ]– c; c[⇔
Resposta: Demonstração ⇔ (2b – 2ac) x = 0, ∀x ∈ ]– c; c[ ⇔ 2b – 2ac = 0 ⇔ b = ac
Assim sendo:


ax + b
f(x) = ––––––– ax + ac
x+c ⇔ f(x) = ––––––– ⇔ f(x) = a
x+c
b = ac
Resposta: E

4–
3. (ITA) – Denotemos por R o conjunto dos números
reais. Seja g:  → , uma função não nula que satisfaz,
para todo x e y reais, a relação g(x + y) = g(x) + g(y)

冤 冥
2g(x)
Se f:  →  for definida por: f(x) = sen –––––– , a ≠ 0
a
então podemos garantir que:
a) f é periódica com período π a:
b) Para a = n (n natural), temos: f(n) = 2 sen [g(1)]
c) Se g(1) ≠ 0 então g(1) = f(0).
d) Se g(T) = π a então T é período de f.
e) Se g(T) = 2π então T é período de f.

RESOLUÇÃO:
1) g(x + y) = g(x) + g(y), ∀x, y ∈  ⇒
⇒ g(x + T) = g(x) + g(T), ∀x, T ∈ 

冤––––––冥,a≠0e
2g(x)
2) f(x) = sen
a

冤 冥
2g(x + T)
f(x + T) = sen –––––––––
a
3) De (1) e (2) tem-se:

冤 冥
2g(x) 2g(T)
f(x + T) = sen –––––– + ––––––
a a
4) Se T ∈ * e g(T) = π a então em (3) tem-se:

冤 冥 冤 冥=
2g(x) 2π a 2g(x)
f(x + T) = sen –––––– + –––––– = sen –––––– + 2π
a a a

冤 冥
2g(x)
= sen –––––– = f(x), ∀x ∈ 
a

5) Se T ∈ * e f(x + T) = f(x), ∀x ∈  então f é periódica e T é UM


período de f.

–5
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 41 ■ MÓDULO 43
1. (ITA) – Seja a função f:  – {2} →  – {3} definida
1. O conjunto-imagem da função f definida em * tal
2x – 3
x2 + 1 por f(x) = –––––– + 1. Sobre a sua inversa podemos
que f(x) = –––––– é x–2
3x
garantir que:
a) {0; 1}
2 a) não está definida pois f é injetora.
b) {a 僆  兩 ––– < a ≤ 1}
3 b) não está definida pois f não é sobrejetora.
2 2 y–2
c) 冦 a 僆  兩 a ≤ – –––
3
ou a ≥ ––– 冧
3
c) está definida por f –1(y) = –––––– , y ≠ 3.
y–3
d) ]– ∞, – 1] 艛 [1, + ∞[ y+5
d) está definida por f –1(y) = –––––– – 1, y ≠ 3.
e)  y–3
2y – 5
2. Seja f uma função de domínio R / {– 1} dada por e) está definida por f –1(y) = –––––– , y ≠ 3.
y–3
x2 – 2x + 1
––––––––––
f(x) = 2 . Determine o conjunto-imagem da
x + 2x + 1
2. (IME) – Seja uma função f:  – {0} → , onde 
função f. representa o conjunto dos números reais, tal que
f(a / b) = f(a) – f(b) para a e b pertencentes ao domínio de
f. Demonstre que f é uma função par.
■ MÓDULO 42
■ MÓDULO 44
1. (ITA) – Se Q e I representam, respectivamente, o
conjunto dos números racionais e o conjunto dos números 1. (ITA) – Sejam f, g:  →  tais que f é par e g é ímpar.
irracionais, considere as funções f, g:  →  definidas Das seguintes afirmações:
por I. f . g é ímpar,
f(x) = 0, se x ∈ Q
冦 g(x) = 1, se x ∈ Q
冦 II. f o g é par,
1, se x ∈ Ι 0, se x ∈ Ι
III. g o f é ímpar,
Seja J a imagem da função composta fog:  → . Po- é (são) verdadeira(s)
demos afirmar que:
a) J = R b) J = Q c) J = {0} a) apenas I. b) apenas II. c) apenas III.
d) J = {1} e) J = {0,1} d) apenas I e II. e) todas.

2. (ITA) – Sejam A e B subconjuntos de , não vazios,


2. (ITA) – Seja f:  →  a função definida por
possuindo B mais de um elemento.
Dada uma função f: A → B, definimos L : A → A × B por f(x) = 2sen 2x – cos 2x.
L(a) = (a, f(a)), para todo a ∈ A. Podemos afirmar que: Então:
a) A função L sempre será injetora. a) f é ímpar e periódica de período π.
b) A função L sempre será sobrejetora. b) f é par e periódica de período π/2.
c) Se f for sobrejetora, então L também o será. c) f não é par nem ímpar e é periódica de período π.
d) Se f for injetora, então L também não o será. d) f não é par e é periódica de período π/4.
e) Se f for bijetora, então L será sobrejetora. e) f não é ímpar e não é periódica.

6–
resolução dos exercícios-tarefa
■ MÓDULO 41 3x – 5 2y – 5
b) y = –––––– ⇒ (y – 3)x = 2y – 5 ⇒ x = ––––––
x–2 y–3
1) Como Im(f) = {a ∈  | ∃ x ∈ * e f(x) = a}, tem-se
Portanto:
x2 + 1
f(x) = –––––––
3x = a ⇔ x2 – 3ax + 1 = 0 2y – 5
f – 1(y) = –––––– ; y ≠ 3
y–3
Resposta: E
Para existir x ∈ *, deve-se ter
2)
∆ = (– 3a)2 – 4 . 1 . 1 ≥ 0 e, portanto,
2 ou a ≥ –––
2
冢 冣
1
a) f –– = f(1) – f(1) = 0
1
9a2 – 4 ≥ 0 ⇔ a ≤ – –––
3 3
Resposta: C 1
b) f(– 1) = f ––––
–1 冢 冣 = f(1) – f(– 1) = 0 – f(– 1) ⇔
x2 – 2x + 1 ⇔ 2 . f(– 1) = 0 ⇔ f(– 1) = 0
2) Fazendo f(x) = y temos f(x) = –––––––––– = y ⇒
x2 + 2x + 1
⇒ x2 – 2x + 1 = yx2 + 2yx + y ⇒
x
c) f(– x) = f ––––
–1 冢 冣 = f(x) – f(– 1) = f(x) – 0 = f(x),

⇒ (y – 1)x2 + (2y + 2)x + (y – 1) = 0 para todo x ∈ D(f). Portanto f é Par


Para que esta equação admita x ∈  兩 {– 1} devemos ter Resposta: Demonstração.
∆ = (2y + 2)2 – 4 . (y – 1) . (y – 1) = 16y ≥ 0 ⇔ y ≥ 0
■ MÓDULO 44
Assim, Im(f) = +
Resposta: + 1) f(– x) = f(x) e g(–x) = – g(x), pois f e g são
respectivamente funções par e ímpar.
I. Verdadeira.
■ MÓDULO 42
f(– x) . g(– x) = f(x) . (– g (x)) = – f(x) . g(x) ⇔
1) (fog)(x) = f [g(x)] ⇔ f . g é ímpar.
De acordo com o enunciado g(x) = 0 ou g(x) = 1, então II. Verdadeira.
g(x) ∈ . Assim (fog)(x) = f[g(x)] = 0, para todo x ∈ . (fog) (–x) = f[g(–x)] = f[–g(x)] = f[g(x)] = (fog)(x) ⇔
A imagem J é: {0}. ⇔ fog é par.
Resposta: C III. Falsa.
(gof) (–x) = g[f(–x)] = g[f(x)] = (gof)(x) ⇔ gof é par.
Resposta: D
2) Se f é uma função de A em B então f(a) é único
para todo a ∈ A e {a, f(a)) será único para todo a ∈ A.
Pode-se afirmar que L: A → A × B é sempre injetora 2)
I) f(x) = 2 sen 2x – cos 2x =
pois: L(a1) = L(a2) ⇔ (a1, f(a1)) = (a2, f(a2)) ⇒ a1 = a2,
∀a1, a2 ∈ A
冢 冣
2 1 cos 2x
= 兹苵苵
5 ––– sen 2x – –––
Resposta: A 兹苵苵
5 兹苵苵
5

■ MÓDULO 43
Existe α ∈ 冥 0; –––
2 冤
π independente de x tal que

1)
2x – 3 3x – 5 2 1
a) f(x) = –––––– + 1 ⇔ f(x) = –––––– cos α = ––– e sen α = ––– . Assim,
x–2 x–2 兹苵苵
5 兹苵苵
5

–7
f(x) = 兹苵苵
5 (cos α . sen 2x – sen α . cos 2x) ⇒
⇒ f(x) = 兹苵苵
5 . sen (2x – α)

II) f não é par nem ímpar, pois existe x ∈  tal que


f( – x) = 兹苵苵
5 . sen[2(– x) – α] = – 兹苵苵
5 . sen (2x + α)
e, portanto, f(– x) ≠ f(x) e f(– x) ≠ – f(x)
2π = π e o gráfico de f é
III) f é periódica de período –––
2

–1

Resposta: C

8–
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA

MÓDULO 45
TRIGONOMETRIA II

1. Considere a equação


(3 – 2 cos2 x) 1 + tg2 –––
2 
x – 6 tg –––
x = 0.
2
a) Determine todas as soluções x no intervalo [0, π[.
b) Para as soluções encontradas em a), determine cotg x.

–1
2. Sobre a equação tg x + cotg x = 2 sen 6x podemos 3. Seja a um número real não nulo, satisfazendo –1 ≤ a ≤ 1.
afirmar que:
Se dois ângulos agudos de um triângulo são dados por
π 1
a) Apresenta uma raiz no intervalo 0 < x < ––– arc sen a e arc sec –– , então o seno trigonométrico do
4 a
terceiro ângulo desse triângulo é igual a:
π
b) Apresenta duas raízes no intervalo 0 < x < –––
2 1
a) ––
1
b) –– 
3
c) ––– d) 1 
2
e) –––
3 3 2 2
π
c) Apresenta uma raíz no intervalo ––– < x < π
2

d) Apresenta uma raíz no intervalo π < x < –––
2
e) Não apresenta raízes reais.

2–
4. Num triângulo ABC considere conhecidos os ângulos
^ ^
BAC e C BA e a medida d do lado AB. Nestas condições, MÓDULO 46
a área S deste triângulo é dada pela relação:
TRIGONOMETRIA II
d2
a) S = ––––––––––––––––
2 sen(BÂC + CB̂A) 1. (ITA) – O conjunto-solução de
(tg2x – 1)(1 – cotg2x) = 4, x ≠ kπ/2, k ∈ ⺪, é:
d2 (sen BÂC) ( sen CB̂A)
b) S = –––––––––––––––––––– a) {π/3 + kπ/4, k ∈ ⺪} b) {π/4 + kπ/4, k ∈ ⺪}
2 sen(BÂC + CB̂A)
c) {π/6 + kπ/4, k ∈ ⺪} d) {π/8 + kπ/4, k ∈ ⺪}
d2 sen CB̂A e) {π/12 + kπ/4, k ∈ ⺪}
c) S = ––––––––––––––––
2 sen(BÂC + CB̂A)
d2 sen BÂC
d) S = ––––––––––––––––
2 cos(BÂC + CB̂A)

d2 (sen BÂC) (sen CB̂A)


e) S = ––––––––––––––––––––
2 cos(BÂC + CB̂A)

–3
tg22α – tg2α
2. Prove que ––––––––––––– = tg3α . tg α MÓDULO 47
1 – tg22α . tg2α
TRIGONOMETRIA II

1. A equação [ sen (cos x) ] . [ cos (sen x) ] = 1 é satisfeita


para
π
a) x = ––
4.
b) x = 0.
c) nenhum valor de x.
d) todos os valores de x.
e) todos os valores de x pertencentes ao terceiro
quadrante.

3. O valor do sen 47° + sen 61° – sen 11° – sen 25° é igual
a:
a) cos 47° b) sen 25° c) cos 18°
° o
d) sen 12 e) cos 7

4–
3. O valor de
2. Sabendo que tg2  1
 1
x + –– π = ––– , para algum
6 2 tg10x – 5tg8x sec2x + 10tg6x sec4x – 10tg4x sec6x +
π , é:

+ 5tg2x sec8x – sec10x, para todo x ∈ 0, ––
 1

x ∈ 0, –– π , determine sen x.
2
2
– sec2x
a) 1 b) ––––––––– c) – sec x + tg x
1 + sen2x
d) – 1 e) zero

–5
MÓDULO 48
TRIGONOMETRIA II

1. A equação em x,
ex
  = ––4 , x ∈ ⺢ \ {0},
arctg (ex + 2) – arccotg –––––– π
e2x – 1
a) admite infinitas soluções, todas positivas.
b) admite uma única solução, e esta é positiva.
c) admite três soluções que se encontram no intervalo

 – –––2, –––2  .
5 3

d) admite apenas soluções negativas.


e) não admite solução.

α
   
6 2α
2. O valor da soma ∑ sen –––n sen ––– , para todo
n=1 3 3n
α ∈ ⺢, é igual a

α
   
1
a) ––– cos –––– – cosα .
2 729

α α
1
   
b) ––– sen –––– – sen –––– .
2 243 729 
α α
 243   729 
c) cos –––– – cos –––– .

α α
    
1
d) ––– cos –––– – cos –––– .
2 729 243

α
 
e) cos –––– – cos α.
729

6–
4. Resolva a equação 2 sen 11x + cos 3x + 
3 sen 3x = 0.

3. (IME) – Resolva a equação tg α + tg (2α) = 2 tg (3α),


sabendo-se que α ∈ [0, π/2).

–7
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 45 ■ MÓDULO 46
π 1.
1. Mostre que sen18o . cos 36o = ––
1. (ITA) – Seja a um número real tal que a ≠ –– + k . π, 4
2
em que k ∈ ⺪. Se (x0; y0) é solução do sistema
■ MÓDULO 47
{ ( 2 sec a) . x + (3 tg a) . y = 2 . cos a
( 2 tg a ) . x + ( 3 sec a ) . y = 0 ,
1. O número de raízes reais da equação
então podemos afirmar que 5
Σ (cos x)2n = 5, no intervalo [0; 4π], é
a) x0 + y0 = 3 – 2 sen a n=1

2 4 a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6
b) ( ––3 x0)2 – (y0)2 = ––9 . cos2 a + 2 4π , 0 ≤ α ≤ β,
2. Se os números reais α e β, com α + β = –––
c) x0 – y0 = 0 3
maximizam a soma sen α + sen β, então α é igual a
d) x0 + y0 = 0
π 兹苶3苶 2π 3π 5π 7π .
2 4 a) ––––– . b) ––– . c) ––– . d) ––– . e) –––
3 5 8 12
e) ( )
–– x0 2 – (y0)2 = –– . cos2 a
3 9
3

sen θ , 0 < θ , π, é idêntica a ■ MÓDULO 48


2. A expressão ––––––––
1 + cos θ
θ θ θ 1. Resolver em ⺢, a equação
a) sec –– b) cosec –– c) cotg ––
2 2 2 5sen2x + 兹苵苵3senx . cosx + 6cos2x = 5

θ
d) tg –– θ
e) ––
π
2. Resolver, em ⺢, a equação arccos x – arcsen x = –––
2 2 6

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 45 2) Sabe-se que:
θ θ
1) sen θ = 2 . sen –– ––
2 . cos 2
{ (2 sec a)x + (3 tg a)y = 2 cos a
(2 tg a)x + (3 sec a) y = 0
⇔ θ
cos θ = cos2 –– 2 ––
2 – sen 2
θ

4 sec2a x2 + 12 sec a . tg a xy + 9 tg2a y2 = 4 cos2a θ θ



{ 4 tg2a x2 + 12 sec a . tg a xy + 9 sec2a y2 = 0
⇔ sen2 –– 2 ––
2 + cos 2 = 1
θ π
⇔ 4(sec2a – tg2a)x2 + 9(tg2a – sec2a)y2 = 4 cos2a ⇒ Assim, para 0 < θ < π ⇔ 0 < –– ––
2 < 2 , tem-se:
2
冢 冣
2 4 θ θ
⇒ 4x2 – 9y2 = 4 cos2a ⇔ –––x – y2 = ––– cos2a 2 . sen –– . cos ––
3 9 sen θ 2 2
–––––––– = ––––––––––––––––––––––––––––––– =
Se (x0;y0) é solução do sistema, então 1 + cos θ θ θ θ θ
sen2 –– + cos2 –– + cos2 –– – sen2 ––
2 2 2 2 2
冢 –––
3 0冣
2 4
x – (y0)2 = ––– cos2a θ θ θ
9 2 . sen –– . cos –– sen ––
2 2 2 θ
Resposta: E = ––––––––––––––––– = –––––––––– = tg ––
2
2 . cos ––θ θ
cos –– 2
2 2
Resposta: D

8–
■ MÓDULO 46 2) Fazendo a = arccos x temos cos a = x, com
0 ≤ a ≤ π e sen a = 
1 – x2.
sen 18° . cos 18° . cos 36°
1) sen 18° . cos 36° = –––––––––––––––––––––– = Fazendo b = arcsen x temos sen b = x, com
cos 18° π ≤ b ≤ ––
π e cos b = 
– –– 1 – x2.
1 2 . sen 18° . cos 18° . cos 36° 2 2
= –– . –––––––––––––––––––––––––– =
2 cos 18° Desta forma, arccos x – arcsen x = –– π ⇔
6
1 . 1 . 2 . sen 36° cos 36°
= –– 1 sen 72°
–– –––––––––––––––– = –– . ––––––– = ⇔ a – b = ––π ⇔ cos(a – b) = cos –– π ⇔
2 2 cos 18° 4 cos 18° 6 6
1 1
= –– . 1 = –– , pois sen 72o = cos 18o 
⇔ cos a . cos b + sen a . sen b = –––3 ⇔
4 4 2
Resposta: Demonstração 
⇔ x . 
1 – x2 +  3 ⇔
1 – x2 . x = –––
2

■ MÓDULO 47 ⇔ 4 . x . 
1 – x2 = 
3 ⇔ 16x2(1 – x2) = 3 ⇔
1) Como 0 ≤ (cos x)2n ≤ 1, tem-se que ⇔ 16x4 – 16x2 + 3 = 0 ⇔ x = –– 1 ou x = – ––
1 ou
5 2 2
∑ (cos x)2n = 5 ⇔ (cos x)2 = 1 ⇔ cos x = ± 1 ⇔ x = 0,
n=1 
3 ou x = – 
x = ––– 3
–––
2 2
x = π, x = 2π, x = 3π ou x = 4π, pois x ∈ [0; 4π]
Como durante a resolução tivemos que elevar a
Resposta: D
equação ao quadrado, devemos experimentar as
respostas obtidas.
2)
α+β α–β

1) sen α + sen β = 2 sen ––––– cos ––––– 1 ⇔ arccos x – arcsen x =


Para x = ––
2 2
4π ⇒ 2
α + β = –––
= arccos ––
2  12  = ––
3 1 – arcsen –– π – ––
π = ––
π
3 6 6
α–β 2π
⇒ sen α + sen β = 
3 cos ––––– = 
3 cos α – –– 
2 3 1 ⇔ arccos x – arcsen x =
Para x = – ––
2

2) sen α + sen β = 
3 . cos α – ––  é máximo para = arccos– ––
2  12  = –––
3  6
1 – arcsen – –– 2π – – ––
π =
3
2π 2π 5π ≠ ––π
α – –– = 0 ⇒ α = –– = –––
3 3 6 6


Para x = –––3 ⇔ arccos x – arcsen x =
■ MÓDULO 48 2

1) 5sen2x + 3sen x . cos x + 6cos2x = 5 ⇔
= arccos –––
2   
2 
3 – arcsen –––3 = ––
6 3
π – ––π =

π ≠ ––π
⇔ 5.(1 – cos2x) + 3sen x . cos x + 6cos2x = 5 ⇔ = – ––
6 6
⇔ 3sen x . cos x + cos2x = 0 ⇔

3 ⇔ arccos x – arcsen x =
Para x = – –––
⇔ cos x = 0 ou 3sen x + cos x = 0 ⇔ 2

3 ⇔
⇔ cos x = 0 ou tg x = – –––
3
= arccos– –––
2   
2 
3 – arcsen – –––
––  –– 
3 = 5π – – π =
6 3
π + kπ ou x = – ––π + kπ 7π π 1
= ––– ≠ –– , portanto, apenas x = –– é solução.
⇔ x = –– 6 6 2
2 3
Resposta:
Respostas: V= ––
2

π + kπ ou x = – ––
π + kπ, com k ∈ ⺞} 1
V = {x ∈ ⺢  x = ––
2 3

–9
10 –
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
π  3
cos ––
MÓDULO 45 π 6 –––––
2
→ cotg ––– = –––––– = –––––– = 
3
6 π
sen –– 1
TRIGONOMETRIA II 6 ––
2
π
π π cos –– 0
1. Considere a equação 2)
2
Para x = ––– → cotg ––– = –––––– = ––– = 0
π
(3 – 2 cos2 
x) 1 + tg2 –––
2 
x – 6 tg –––
x = 0.
2
2 2
sen ––
2
1

a) Determine todas as soluções x no intervalo [0, π[. 5π


3) Para x = ––– →
b) Para as soluções encontradas em a), determine cotg x. 6

RESOLUÇÃO: 5π  3

 
x x cos ––– – ––––
a) (3 – 2 . cos2x) . 1 + tg2 ––– – 6 . tg ––– = 0 ⇔ 5π 6 2
2 2 → cotg ––– = ––––––– = –––––– = –  3
6 5π 1
sen ––– ––
x 6 2
x sen ––
2 π π 5π
⇔ (3 – 2 . cos2x) . sec2 ––– – 6 . ––––––– = 0 ⇔
2 x Respostas: a) x = ––– ou x = ––– ou x = –––
cos –– 6 2 6
2
x b) cotg x = 
3 ou cotg x = 0 ou cotg x = – 
3
sen ––
3–2. cos2x 2
⇔ –––––––––––– – 6 . ––––––– = 0
x x
cos2 –– cos ––
2 2

x x
3 – 2 . cos2x – 6 . sen –– . cos ––
2
⇔ ––––––––––––––––––––––––––––––– 2 =0⇔
2 x
cos ––
2

3 – 2 . cos2x – 3 . sen x
⇔ ––––––––––––––––––––––– = 0 ⇔
x
cos2 ––
2

x
⇔ 3 – 2 . (1 – sen2x) – 3 . sen x = 0, com cos ––– ≠ 0 ⇔
2
⇔ 2 . sen2x – 3 . sen x + 1 = 0 ⇔

1
⇔ sen x = 1 ou sen x = –––
2

No intervalo [ 0; π [, resulta:
π π 5π
x = ––– ou x = ––– ou x = –––
6 2 6

cos x
b) Sendo cotg x = –––––– , temos:
sen x
π
1) Para x = ––– →
6

–1
2. Sobre a equação tg x + cotg x = 2 sen 6x podemos 3. Seja a um número real não nulo, satisfazendo –1 ≤ a ≤ 1.
afirmar que:
Se dois ângulos agudos de um triângulo são dados por
π 1
a) Apresenta uma raiz no intervalo 0 < x < ––– arc sen a e arc sec –– , então o seno trigonométrico do
4 a
terceiro ângulo desse triângulo é igual a:
π
b) Apresenta duas raízes no intervalo 0 < x < –––
2 1
a) ––
1
b) –– 
3
c) ––– d) 1 
2
e) –––
3 3 2 2
π
c) Apresenta uma raíz no intervalo ––– < x < π
2
3π RESOLUÇÃO:
d) Apresenta uma raíz no intervalo π < x < –––
2 Sejam α, β e γ os ângulos internos de um triângulo.

e) Não apresenta raízes reais. Se:

1. α = arc sena ⇔ sen α = a


RESOLUÇÃO: 1
1
2. β = arc sec –– ⇔ sec β = –– ⇔ cos β = a então:
1 a a
Observamos que tg x + cotg x = tg x + ––– ≥ 2 ou
tg x π
1 sen α = cos β ⇔ α + β = –– (α, β agudos)
tg x + cotg x = tg + ––– ≤ – 2. 2
tg x
π
Como –2 ≤ 2 sen 6x ≤ 2 a igualdade tg x + cotg x = 2 sen 6x somente Assim: γ = π – (α + β) = –– ⇔ sen γ = 1
2
é viavel se:
Resposta: D
(tg x = 1 e sen 6x = 1) ou (tg x = –1 e sen 6x = –1) mas
π
(tg x = 1 ⇔ x = ––– + kπ ⇔
4

   
π 3π
⇔ sen 6x = sen 6 ––– + kπ = sen ––– + 6kπ ≠ 1
4 2

tg x = –1 ⇒ x = ––– + kπ ⇒
4

   
3π 9π
⇒ sen 6x = sen 6 ––– + kπ = sen ––– + 6kπ ≠ – 1
4 2

Logo a equação tg x + cotg x = 2 . sen 6x não admite solução real.


Resposta: E

2–
4. Num triângulo ABC considere conhecidos os ângulos
^ ^
BAC e C BA e a medida d do lado AB. Nestas condições, MÓDULO 46
a área S deste triângulo é dada pela relação:
TRIGONOMETRIA II
d2
a) S = ––––––––––––––––
2 sen(BÂC + CB̂A) 1. (ITA) – O conjunto-solução de
(tg2x – 1)(1 – cotg2x) = 4, x ≠ kπ/2, k ∈ ⺪, é:
d2 (sen BÂC) ( sen CB̂A)
b) S = –––––––––––––––––––– a) {π/3 + kπ/4, k ∈ ⺪} b) {π/4 + kπ/4, k ∈ ⺪}
2 sen(BÂC + CB̂A)
c) {π/6 + kπ/4, k ∈ ⺪} d) {π/8 + kπ/4, k ∈ ⺪}
d2 sen CB̂A e) {π/12 + kπ/4, k ∈ ⺪}
c) S = ––––––––––––––––
2 sen(BÂC + CB̂A)
RESOLUÇÃO:
d2 sen BÂC π
d) S = –––––––––––––––– Para x ≠ k ––– , k ∈ ⺪, temos:
2 cos(BÂC + CB̂A) 2
(tg2x – 1) (1 – cotg2x) = 4 ⇔
d2 (sen BÂC) (sen CB̂A)
e) S = –––––––––––––––––––– (sen2x – cos2x) (sen2x – cos2x)
2 cos(BÂC + CB̂A) ⇔ ––––––––––––––– . ––––––––––––––– = 4 ⇔
RESOLUÇÃO: cos2x sen 2x

⇔ (sen2x – cos2x) 2 = 4 sen 2 x cos2 x ⇔


⇔ cos2 (2x) = sen 2 (2x) ⇔ tg 2 (2x) = 1 ⇔
π π
⇔ tg (2x) = ± 1 ⇔ 2x = ––– + k . ––– , k ∈ ⺪ ⇔
4 2
π π
⇔ x = ––– + k . ––– , k ∈ ⺪
8 4

O conjunto-solução da equação é:

 –––8 + k . –––4 , k ∈ ⺪ 
π π

a) No ∆ ABH (retângulo em H), temos:


h Resposta: D
sen BÂC –– ⇔ h = d . (sen BÂC)
d

b) Aplicando a Lei dos Senos no ∆ ABC, temos:


b d
–––––––– = –––––––– ⇔
sen CB̂A sen AĈB

b d
⇔ –––––––– = –––––––––––––––––––––– ⇔
o
sen CB̂A sen [180 –(BÂC + CB̂A)]

b d d . (sen CB̂A)
⇔ –––––––– = –––––––––––––––– ⇔ b = –––––––––––––––
sen CB̂A sen (BÂC + CB̂A) sen (BÂC + CB̂A)
d . (sen CB̂A)
––––––––––––––––– . d (sen BÂC)
b.h sen (BÂC + CB̂A)
c) S∆ ABC = –––– = –––––––––––––––––––––––––––––––– ⇔
2 2

d2 . (sen BÂC) . (sen CB̂A)


⇔ S∆ ABC = –––––––––––––––––––––––––
2 . sen (BÂC + CB̂A)
Resposta: B

–3
tg22α – tg2α
2. Prove que ––––––––––––– = tg3α . tg α MÓDULO 47
1 – tg22α . tg2α
RESOLUÇÃO: TRIGONOMETRIA II
tg22α – tg2α (tg2α + tg α).(tg2α – tg α)
–––––––––––––– = ––––––––––––––––––––––––––––– = 1. A equação [ sen (cos x) ] . [ cos (sen x) ] = 1 é satisfeita
1 – tg22α . tg2α (1 – tg2α . tg α).(1 + tg2α . tg α)
para
(tg2α + tg α) (tg2α – tg α) π
= ––––––––––––––– . ––––––––––––––– = tg3α . tg α
(1 – tg2α . tg α) (1 + tg2α . tg α) a) x = ––
4.
Resposta: Demonstração b) x = 0.
c) nenhum valor de x.
d) todos os valores de x.
e) todos os valores de x pertencentes ao terceiro
quadrante.

RESOLUÇÃO:

[sen(cos x)] . [cos(sen x)] = 1 ⇔ (sen(cos x) = 1 e cos(sen x) = 1) ou


π
3. O valor do sen 47° + sen 61° – sen 11° – sen 25° é igual (sen(cos x) = – 1 e cos(sen x) = – 1) ⇔ cos x = –– + 2kπ e sen x = 2pπ
a: 2

ou (cos x = –– + 2mπ e sen x = π + 2nπ), com k, p, m, n ∈ ⺪ ⇔
a) cos 47° b) sen 25° c) cos 18° 2
d) sen 12° e) cos 7o
/
⇔ ∃ x, pois, para qualquer valor de k, p, m, n ∈ ⺪, tem-se

RESOLUÇÃO: cos x ∉ [– 1;1].


sen 47o + sen 61o – sen 11o – sen 25o = Resposta: C
= (sen 61o + sen 47o) – (sen 25o + sen 11o) =

61o + 47o . cos ––––––––


= 2 sen –––––––– 61o – 47o – 2sen ––––––––
25o + 11o . cos ––––––––
25o – 11o =
2 2 2 2

= 2sen 54o . cos 7o – 2sen 18 . cos 7o =

= 2 . cos 7o . (sen 54o – sen 18o) =

54o – 18o . cos ––––––––


54o + 18o =

= 2 . cos 7o . 2 sen ––––––––
2   2 
= 2 . cos 7o . 2 sen 18o. cos 36o =

2 . sen 18o . cos 18o . cos 36o


= 2 . cos 7o ––––––––––––––––––––––––– =
cos 18o

sen36o cos36o 2 . sen36o cos36o


= 2 . cos 7o . –––––––––––––– = cos 7o . –––––––––––––––– =
cos18o cos18o
sen72o
= cos 7o . ––––––– = cos 7 . 1 = cos 7o, pois sen 72o = cos 18o
cos18o

Resposta: E

4–
3. O valor de
2. Sabendo que tg2  1
 1
x + –– π = ––– , para algum
6 2 tg10x – 5tg8x sec2x + 10tg6x sec4x – 10tg4x sec6x +
π , é:
+ 5tg2x sec8x – sec10x, para todo x ∈ 0, ––  
1

x ∈ 0, –– π , determine sen x.
2
2
– sec2x
a) 1 b) ––––––––– c) – sec x + tg x
RESOLUÇÃO:
1 + sen2x
d) – 1 e) zero

    = –––––
π 1 π 2
tg2 x + –– = ––– ⇒ tg x + –– , pois:
6 2 6 2 RESOLUÇÃO:
Para x ∈ 0; ––  temos:
π
π π 2π
––– ≤ x + ––– ≤ ––– 2
6 6 3 tg10x – 5tg8x sec2x + 10tg6x sec4x – 10 tg4x sec6x +
Assim:
 + 5tg2x sec8x – sec10x = (tg2x – sec2x)5 =
 
π 3
tg x + tg –– tg x + ––––
6  2 3  2
–––––––––––––––– = –––– ⇔ –––––––––––––– = –––– ⇔ sen2x 5 sen2x – 1 5 5
  =  ––––––––
cos2x   cos2x 
1 – cos2x
= ––––– – ––––– = ––––––– =
 
π 2 2
1 – tg –– tg x  3 cos x cos2x
2
6 1 – –––– . tg x
3 = (– 1)5 = – 1
Resposta: D
23 6
⇔ 2 tg x + ––––– = 
2 – –––– tg x ⇔
3 3

⇔ 6 tg x + 2
3 = 3
2 – 
6 tg x ⇔

⇔ (6 + 
6 ) tg x = 3 
2 – 2 
3 ⇔

32 – 2
3 3 – 
2
⇔ tg x = –––––––––––– ⇔ tg x = ––––––––––
6 + 
6 
6 + 1

π
2) Como 0 < x < ––– , podemos então montar o seguinte triângulo
2
retângulo:

do qual podemos concluir que:



3 – 2 3 – 
6
sen x = ––––––––––– ⇔ sen x = ––––––––
2 3 6

3 – 
6
Resposta: ––––––––
6

–5
 

13 – 1
MÓDULO 48 
13 – 1
ex = ––––––––– ⇔ x = log e –––––––– >0
2 2
TRIGONOMETRIA II
Dessa forma, a equação admite uma única solução, e esta é posi-
tiva.
1. A equação em x,
ex
  = ––4 , x ∈ ⺢ \ {0},
arctg (ex + 2) – arccotg –––––– π
e2x – 1
a) admite infinitas soluções, todas positivas.
b) admite uma única solução, e esta é positiva.
c) admite três soluções que se encontram no intervalo

– –––2, –––2  .
5 3

d) admite apenas soluções negativas.


e) não admite solução.

RESOLUÇÃO:
π π
Com – ––– < a < ––– e 0 < b < π, temos:
α
   
6 2α
2 2
2. O valor da soma ∑ sen –––n sen –––n , para todo
n=1 3 3
1) a = arc tg (ex + 2) ⇔ tg a = ex + 2 α ∈ ⺢, é igual a

 
ex ex
⇔ cotg b = ––––––– ⇔ α
  
2) b = arc cotg –––––––– 1
e2x – 1 e2x – 1 a) ––– cos –––– – cosα .
2 729
e2x – 1
⇔ tg b = –––––––
α α
π
ex 1
 
b) ––– sen –––– – sen –––– .
2 243 729   
3) a – b = –– ⇔ tg (a – b) = tg (π/4) ⇔
4
α α
tg a – tg b
⇔ ––––––––––––– = 1 ⇔ tg a – tg b = 1 + tg a . tg b
 
c) cos –––– – cos –––– .
243 729  
1 + tg a . tg b
α α
    
1
d) ––– cos –––– – cos –––– .
Se, na equação: 2 729 243

   
e2x – 1 e2x – 1
(ex + 2) – α
 
–––––––– = 1 + (ex + 2) . ––––––––
ex ex e) cos –––– – cos α.
729
fizermos ex = y, resulta:
RESOLUÇÃO:

   
y2 – 1 y2 – 1
(y + 2) – –––––– = 1 + (y + 2) . –––––– ⇔ Lembrando que cos (a + b) – cos (a – b) = –2 sen a . sen b, temos:
y y

––––  –––– 
2α α 2α α
cos + – cos – =
⇔ y2 + 2y – y2 + 1 = y + y3 – y + 2y2 – 2 ⇔ n
–––– ––––
3 3n 3 n 3n
⇔ y3 + 2y2 – 2y – 3 = 0 ⇔ (y + 1) . (y2 + y – 3) = 0 ⇔

– 1 + 
13
⇔ y = – 1 ou y = –––––––––– ou y =
– 1 – 
13
––––––––––
= –2 sen
–––

3
 . sen –––
n
α
3
⇔ n

2 2

Como y > 0, a única possibilidade e ⇔ cos


–––

3
n  α
3
 n

  α

– cos ––– = – 2sen ––– . sen ––– ⇔
3 3 n n

y= – 1 + 
13
–––––––––––
–––  . sen ––– = ––– cos ––– – cos ––– ⇔
2α α α 13α
2 ⇔ sen
3 n 3 2 n 3 3 n n
Portanto:

6–
Desta forma: ⇔ tg α = 0 ou tg2α = 3 ⇔ tg α = 0 ou tg α = ± 
3

⇔ α = 0 ou α = –– , pois α ∈ 0; –– 
π π
6
         =
2α α 6 1 α 3α 3 2

sen ––– . sen –––n
= ∑ –– cos ––– – cos –––
3 n 3 n=1 2 3 n 3n
n=1 2tg α
2) tg α . tg(2α) = – 1 ⇔ tg α . –––––––– = – 1 ⇔
1 – tg2α

 –––α3  – cos α +  
α
 
α
1
= ––– cos cos ––– – cos ––– + /
⇔ 2tg2α = –1 + tg2α ⇔ tg2α = – 1 ⇒ ∃α, pois tg2α ≥ 0
2 9 3
π
Resposta: 0; –– 

       
α α α α 3
+ cos ––– – cos ––– + cos ––– – cos ––– +
27 9 81 27

+  
α
cos ––– –
243
 
α α
cos ––– + cos ––– –
81 729
    =
α
cos –––
243

cos ––––  – cos α


1 α
= –––
2 729

4. Resolva a equação 2 sen 11x + cos 3x + 


3 sen 3x = 0.

RESOLUÇÃO:
2sen 11x + cos 3x + 
3 sen 3x = 0 ⇔
⇔ 2sen 11x = – cos 3x – 
3 sen 3x ⇔

3 sen 3x ⇔
1 cos 3x – –––
⇔ sen 11x = – ––
2 2
π . cos 3x + cos ––
⇔ sen 11x = – sen ––
6 6

π . sen 3x ⇔

π + 3x ⇔ sen 11x = sen – ––


⇔ sen 11x = – sen  –– π
6   6 – 3x ⇔
π – 3x + 2kπ ou 11x = π – – ––
⇔ 11x = – –– π
6  6 – 3x + 2kπ ⇔
π kπ 7π kπ
⇔ x = – ––– + ––– ou x = ––– + ––– , com k ∈ ⺪
84 7 48 4
Resposta:
π kπ 7π kπ
V =  x ∈ ⺢
x = – ––– + ––– ou x = ––– + ––– , com k ∈ ⺪
3. (IME) – Resolva a equação tg α + tg (2α) = 2 tg (3α), 84 7 48 4
sabendo-se que α ∈ [0, π/2).

RESOLUÇÃO:
tg α + tg (2α) = 2tg (3α) ⇒ tg α + tg (2α) = 2 tg (α + 2α) ⇒

tg α + tg(2α)
⇒ (tg α + tg 2α) = 2 . –––––––––––––– ⇔
1 – tg α . tg(2α)
⇔ tg α + tg 2α = 0 ou tg α . tg(2α) = –1
2tg α
1) tg α + tg 2α = 0 ⇒ tg α + –––––––– = 0 ⇒
1 – tg2α

– tg3α + 3tg α
⇒ ––––––––––––––– = 0 ⇔ tg3α – 3tg α = 0 ⇔
1 – tg2α

–7
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 45 ■ MÓDULO 46
π 1.
1. Mostre que sen18o . cos 36o = ––
1. (ITA) – Seja a um número real tal que a ≠ –– + k . π, 4
2
em que k ∈ ⺪. Se (x0; y0) é solução do sistema
■ MÓDULO 47
{ ( 2 sec a) . x + (3 tg a) . y = 2 . cos a
( 2 tg a ) . x + ( 3 sec a ) . y = 0 ,
1. O número de raízes reais da equação
então podemos afirmar que 5
Σ (cos x)2n = 5, no intervalo [0; 4π], é
a) x0 + y0 = 3 – 2 sen a n=1

2 4 a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6
b) ( ––3 x0)2 – (y0)2 = ––9 . cos2 a + 2 4π , 0 ≤ α ≤ β,
2. Se os números reais α e β, com α + β = –––
c) x0 – y0 = 0 3
maximizam a soma sen α + sen β, então α é igual a
d) x0 + y0 = 0
π 3 2π 3π 5π 7π .
2 4 a) ––––– . b) ––– . c) ––– . d) ––– . e) –––
3 5 8 12
e) ( )
–– x0 2 – (y0)2 = –– . cos2 a
3 9
3

sen θ , 0 < θ , π, é idêntica a ■ MÓDULO 48


2. A expressão ––––––––
1 + cos θ
θ θ θ 1. Resolver em ⺢, a equação
a) sec –– b) cosec –– c) cotg ––
2 2 2 5sen2x + 3senx . cosx + 6cos2x = 5

θ
d) tg –– θ
e) ––
π
2. Resolver, em ⺢, a equação arccos x – arcsen x = –––
2 2 6

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 45 2) Sabe-se que:
θ θ
1) sen θ = 2 . sen –– ––
2 . cos 2
{ (2 sec a)x + (3 tg a)y = 2 cos a
(2 tg a)x + (3 sec a) y = 0
⇔ θ
cos θ = cos2 –– 2 ––
2 – sen 2
θ

4 sec2a x2 + 12 sec a . tg a xy + 9 tg2a y2 = 4 cos2a θ θ



{ 4 tg2a x2 + 12 sec a . tg a xy + 9 sec2a y2 = 0
⇔ sen2 –– 2 ––
2 + cos 2 = 1
θ π
⇔ 4(sec2a – tg2a)x2 + 9(tg2a – sec2a)y2 = 4 cos2a ⇒ Assim, para 0 < θ < π ⇔ 0 < –– ––
2 < 2 , tem-se:
2
 
2 4 θ θ
⇒ 4x2 – 9y2 = 4 cos2a ⇔ –––x – y2 = ––– cos2a 2 . sen –– . cos ––
3 9 sen θ 2 2
–––––––– = ––––––––––––––––––––––––––––––– =
Se (x0;y0) é solução do sistema, então 1 + cos θ θ θ θ θ
sen2 –– + cos2 –– + cos2 –– – sen2 ––
2 2 2 2 2
 –––
3 0
2 4
x – (y0)2 = ––– cos2a θ θ θ
9 2 . sen –– . cos –– sen ––
2 2 2 θ
Resposta: E = ––––––––––––––––– = –––––––––– = tg ––
θ
2 . cos2 –– θ
cos –– 2
2 2
Resposta: D

8–
■ MÓDULO 46 2) Fazendo a = arccos x temos cos a = x, com
0 ≤ a ≤ π e sen a = 
1 – x2.
sen 18° . cos 18° . cos 36°
1) sen 18° . cos 36° = –––––––––––––––––––––– = Fazendo b = arcsen x temos sen b = x, com
cos 18° π ≤ b ≤ ––
π e cos b = 
– –– 1 – x2.
1 2 . sen 18° . cos 18° . cos 36° 2 2
= –– . –––––––––––––––––––––––––– =
2 cos 18° Desta forma, arccos x – arcsen x = –– π ⇔
6
1 . 1 . 2 . sen 36° cos 36°
= –– 1 sen 72°
–– –––––––––––––––– = –– . ––––––– = ⇔ a – b = ––π ⇔ cos(a – b) = cos –– π ⇔
2 2 cos 18° 4 cos 18° 6 6
1 1
= –– . 1 = –– , pois sen 72o = cos 18o 
⇔ cos a . cos b + sen a . sen b = –––3 ⇔
4 4 2
Resposta: Demonstração 
⇔ x . 
1 – x2 +  3 ⇔
1 – x2 . x = –––
2

■ MÓDULO 47 ⇔ 4 . x . 
1 – x2 = 
3 ⇔ 16x2(1 – x2) = 3 ⇔
1) Como 0 ≤ (cos x)2n ≤ 1, tem-se que ⇔ 16x4 – 16x2 + 3 = 0 ⇔ x = –– 1 ou x = – ––
1 ou
5 2 2
∑ (cos x)2n = 5 ⇔ (cos x)2 = 1 ⇔ cos x = ± 1 ⇔ x = 0,
n=1 
3 ou x = – 
x = ––– 3
–––
2 2
x = π, x = 2π, x = 3π ou x = 4π, pois x ∈ [0; 4π]
Como durante a resolução tivemos que elevar a
Resposta: D
equação ao quadrado, devemos experimentar as
respostas obtidas.
2)
α+β α–β


1) sen α + sen β = 2 sen ––––– cos ––––– 1 ⇔ arccos x – arcsen x =
Para x = ––
2 2
4π ⇒ 2
α + β = –––
= arccos ––
2  12  = ––
3 1 – arcsen –– π – ––
π = ––
π
3 6 6
α–β 2π
⇒ sen α + sen β = 
3 cos ––––– = 
3 cos α – –– 
2 3 1 ⇔ arccos x – arcsen x =
Para x = – ––
2

2) sen α + sen β = 
3 . cos α – ––  é máximo para = arccos– ––
2  12  = –––
3  6
1 – arcsen – –– 2π – – ––
π =
3
2π 2π 5π ≠ ––π
α – –– = 0 ⇒ α = –– = –––
3 3 6 6


Para x = –––3 ⇔ arccos x – arcsen x =
■ MÓDULO 48 2

1) 5sen2x + 3sen x . cos x + 6cos2x = 5 ⇔
= arccos –––
2   
2 
3 – arcsen –––3 = ––
6 3
π – ––π =

π ≠ ––π
⇔ 5.(1 – cos2x) + 3sen x . cos x + 6cos2x = 5 ⇔ = – ––
6 6
⇔ 3sen x . cos x + cos2x = 0 ⇔

3 ⇔ arccos x – arcsen x =
Para x = – –––
⇔ cos x = 0 ou 3sen x + cos x = 0 ⇔ 2

3 ⇔
⇔ cos x = 0 ou tg x = – –––
3
= arccos– –––
2   
2 
3 – arcsen – –––
––  –– 
3 = 5π – – π =
6 3
π + kπ ou x = – ––π + kπ 7π π 1
= ––– ≠ –– , portanto, apenas x = –– é solução.
⇔ x = –– 6 6 2
2 3
Resposta:
Respostas: V=  ––
2
π + kπ ou x = – ––
π + kπ, com k ∈ ⺞} 1
V = {x ∈ ⺢
x = ––
2 3

–9
10 –
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
3. Um arquiteto apresenta ao seu cliente cinco plantas
MÓDULO 1 diferentes para o projeto de ajardinamento de um terreno
retangular, onde as linhas cheias representam a cerca que
Números deve ser construída para proteger as flores. As regiões
claras são todas retangulares e o tipo de cerca é o mesmo
As questões destas aulas foram retiradas ou adaptadas em todos os casos. Em qual dos projetos o custo da
de provas das Olimpíadas Brasileiras de Matemática construção da cerca será maior?
(OBM), fonte considerável de questões que privilegiam
o raciocínio matemático ao conhecimento.

1. Calcule o valor de 1997 + 2004 + 2996 + 4003.


a) 10000 b) 11000 c) 10900
d) 12000 e) 13000

2. Uma professora tem 237 balas para dar a seus 31


alunos. Qual é o número mínimo de balas a mais que ela
precisa conseguir para que todos os alunos recebam a
mesma quantidade de balas, sem sobrar nenhuma para
ela?
a) 11 b) 20 c) 21 d) 31 e) 41

–1
4. 108 crianças da 5.a e 6.a séries vão fazer um passeio numa
caverna. São formados grupos iguais com mais de 5 MÓDULO 2
porém menos de 20 alunos. Com relação ao número de
estudantes por grupo, de quantas formas diferentes eles Números (continuação)
podem ser feitos?
a) 2 b) 8 c) 5 d) 4 e) 3 1. O arranjo a seguir, composto por 32 hexágonos, foi
montado com varetas, todas com comprimento igual ao
lado do hexágono. Quantas varetas, no mínimo, são
necessárias para montar o arranjo?

a) 113 b) 123 c) 122 d) 132 e) 152

5. Sobre uma mesa estão três caixas e três objetos, cada


um em uma caixa diferente: uma moeda, um grampo e
uma borracha. Sabe-se que
A caixa verde está à esquerda da caixa azul;
A moeda está à esquerda da borracha;
A caixa vermelha está à direita do grampo;
A borracha está à direita da caixa vermelha.
Em que caixa está a moeda?
a) Na caixa vermelha.
b) Na caixa verde.
c) Na caixa azul.
d) As informações fornecidas são insuficientes para se dar
uma resposta.
e) As informações fornecidas são contraditórias. 334
2. Para quantos inteiros positivos m o número –––––– é
m2 – 2
um inteiro positivo?
a) um b) dois c) três
d) quatro e) mais do que quatro

2–
3. O número 1000…02 tem 20 zeros. Qual é a soma dos 5. As 10 cadeiras de uma mesa circular foram numeradas
algarismos do número que obtemos como quociente com números consecutivos de dois algarismos, entre os
quando dividimos esse número por 3? quais há dois que são quadrados perfeitos. Carlos sentou-
se na cadeira com o maior número e Janaína, sua
namorada, sentou-se na cadeira com o menor número.
Qual é a soma dos números dessas duas cadeiras?
a) 29 b) 36 c) 37 d) 41 e) 64

4.
a) É possível dividir o conjunto {12, 22,…,72} em dois
grupos A e B de modo que a soma dos elementos de A MÓDULO 3
seja igual à soma dos elementos de B? Justifique.
b) É possível dividir o conjunto {12, 22, 32,…,92} em dois Números (continuação)
grupos C e D de modo que a soma dos elementos de C
seja igual à soma dos elementos de D? Justifique.
2004 + 2004
1. Simplificando a fração –––––––––––––––––– , obte-
2004 + 2004 + 2004
mos:

113 1
a) 2004 b) –––– c) –––––
355 2004
2
d) ––– 2
e) –––
3 7

–3
2. Os alunos de uma escola participaram de uma 5. Se m e n são inteiros não negativos com m < n,
excursão, para a qual dois ônibus foram contratados. definimos m ⵜ n como a soma dos inteiros entre m e n,
Quando os ônibus chegaram, 57 alunos entraram no incluindo m e n. Por exemplo, 5 ⵜ 8 = 5 + 6 + 7 + 8 = 26.
primeiro ônibus e apenas 31 no segundo. Quantos alunos 22ⵜ26
devem passar do primeiro para o segundo ônibus para que O valor numérico de ––––––– é:
4ⵜ6
a mesma quantidade de alunos seja transportada nos dois
ônibus? a) 4 b) 6 c) 8 d) 10 e) 12
a) 8 b) 13 c) 16 d) 26 e) 31

3. O preço de uma corrida de táxi é igual a R$ 2,50


(“bandeirada”), mais R$ 0,10 por cada 100 metros
rodados. Tenho apenas R$ 10,00 no bolso. Logo tenho MÓDULO 4
dinheiro para uma corrida de até:
a) 2,5 km b) 5,0 km c) 7,5 km Números (continuação)
d) 10,0 km e) 12,5 km
1. Na multiplicação a seguir, a, b e c são algarismos:
1 a b
b 3 ×
––––––––––––
***
***
––––––––––––
1cc 01

Calcule a + b + c.

4. O algarismo das unidades do número


1 × 3 × 5 × … × 97 × 99 é
a) 1 b) 3 c) 5 d) 7 e) 9

4–
2. Encontre todos os números naturais n de três 4. Ao redor de um grande lago existe uma ciclovia de
algarismos que possuem todas as propriedades abaixo: 45 quilômetros de comprimento, na qual sempre se
• n é ímpar; retorna ao ponto de partida se for percorrida num único
• n é um quadrado perfeito; sentido. Dois amigos partem de um mesmo ponto com
• A soma dos quadrados dos algarismos de n é um quadra- velocidades constantes de 20 km por hora e 25 km por
do perfeito. hora, respectivamente, em sentidos opostos. Quando se
encontram pela primeira vez, o que estava correndo a 20
km por hora aumenta para 25 km por hora e o que estava
a 25 km por hora diminui para 20 km por hora. Quanto
tempo o amigo que chegar primeiro ao ponto de partida
deverá esperar pelo outro?
a) nada b) 10 min c) 12 min
e) 15 min e) 18 min

3. Um professor de Inglês dá aula particular para uma 5. Num relógio digital, as horas são exibidas por meio de
classe de 9 alunos, dos quais pelo menos um é brasileiro. quatro algarismos. Por exemplo, ao mostrar 00:00
Se o professor escolher 4 alunos para fazer uma apresen- sabemos que é meia-noite e ao mostrar 23:59 sabemos que
tação, terá no grupo pelo menos dois alunos de mesma falta um minuto para meia-noite. Quantas vezes por dia
nacionalidade; se escolher 5 alunos, terá no máximo três os quatro algarismos mostrados são todos pares?
alunos de mesma nacionalidade. Quantos brasileiros a) 60 b) 90 c) 105 d) 180 e) 240
existem na classe?
a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

–5
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 1 2. Entre 1986 e 1989, época em que vocês ainda não
1. Um artesão começa a trabalhar às 8h e produz 6 tinham nascido, a moeda do país era o cruzado (Cz$).
braceletes a cada vinte minutos; seu auxiliar começa a Com a imensa inflação que tivemos, a moeda foi mudada
trabalhar uma hora depois e produz 8 braceletes do mesmo algumas vezes: tivemos o cruzado novo, o cruzeiro, o
tipo a cada meia hora. O artesão pára de trabalhar às 12h cruzeiro real e, finalmente, o real. A conversão entre o
mas avisa ao seu auxiliar que este deverá continuar cruzado e o real é: 1 real = 2.750.000.000 cruzados. Ima-
trabalhando até produzir o mesmo que ele. A que horas o gine que a moeda não tivesse mudado e que João, que
auxiliar irá parar? ganha hoje 640 reais por mês, tivesse que receber seu
a) 12h b) 12h30min c) 13h salário em notas novas de 1 cruzado. Se uma pilha de 100
d) 13h30min e) 14h30min notas novas tem 1,5 cm de altura, o salário em cruzados de
João faria uma pilha de altura:
2. Esmeralda escreveu (corretamente!) todos os números a) 26,4 km b) 264 km c) 26 400 km
de 1 a 999, um atrás do outro: d) 264 000 km e) 2 640 000 km
12345678910111213… 997998999.
Quantas vezes aparece o agrupamento “21”, nesta ordem?
a) 11 b) 21 c) 31 d) 41 e) 51 3. Numa caixa havia 3 meias vermelhas, 2 brancas e
1 preta. Professor Piraldo retirou 3 meias da caixa.
3. A soma de dois números primos a e b é 34 e a soma dos Sabendo-se que nenhuma delas era preta, podemos
primos a e c é 33. Quanto vale a + b + c? afirmar sobre as 3 meias retiradas que:
a) são da mesma cor.
■ MÓDULO 2 b) são vermelhas.
c) uma é vermelha e duas são brancas.
1. Sabendo-se que 9 174 532×13 = 119 268 916, pode-se
d) uma é branca e duas são vermelhas.
concluir que é divisível por 13 o número:
e) pelo menos uma é vermelha.
a) 119 268 903 b) 119 268 907 c) 119 268 911
d) 119 268 913 e) 119 268 923
■ MÓDULO 4
2. Seis amigos planejam viajar e decidem fazê-lo em
duplas, cada uma utilizando um meio de transporte 1. Quantos números entre 10 e 13000, quando lidos da
diferente, dentre os seguintes: avião, trem e carro. Alexan- esquerda para a direita, são formados por dígitos conse-
dre acompanha Bento. André viaja de avião. Carlos não cutivos e em ordem crescente? Exemplificando, 456 é um
acompanha Dário nem faz uso do avião. Tomás não anda desses números, mas 7890 não é:
de trem. Qual das afirmações a seguir é correta? a) 10 b) 13 c) 18 d) 22 e) 25
a) Bento vai de carro e Carlos vai de avião.
b) Dário vai de trem e André vai de carro. 2. Uma empresa de telefonia celular oferece planos
c) Tomás vai de trem e Bento vai de avião. mensais de 60 minutos a um custo mensal de R$ 52,00, ou
d) Alexandre vai de trem e Tomás vai de carro. seja, você pode falar durante 60 minutos no seu telefone
e) André vai de trem e Alexandre vai de carro. celular e paga por isso exatamente R$ 52,00. Para o
excedente, é cobrada uma tarifa de R$ 1,20 cada minuto.
■ MÓDULO 3 A mesma tarifa por minuto excedente é cobrada no plano
1. Ao somar cinco números consecutivos em sua de 100 minutos, oferecido a um custo mensal de R$ 87,00.
calculadora, Esmeralda encontrou um número de 4 Um usuário optou pelo plano de 60 minutos e no primeiro
algarismos: 2 0 0 *. O último algarismo não está nítido, mês ele falou durante 140 minutos. Se ele tivesse optado
pois o visor da calculadora está arranhado, mas ela sabe pelo plano de 100 minutos, quantos reais ele teria
que ele não é zero. Este algarismo só pode ser: economizado?
a) 5 b) 4 c) 3 d) 2 e) 9 a) 10 b) 11 c) 12 d) 13 e) 14

6–
resolução dos exercícios-tarefa
■ MÓDULO 1 ■ MÓDULO 3
1) O número de braceletes feitos pelo artesão é
6 braceletes 18 braceletes 1) Cinco números consecutivos podem ser represen-
4 horas × ––––––––––– = 4 horas × –––––––––––– = 72. tados por a – 2, a – 1, a, a + 1 e a + 2 e sua soma é
20 minutos hora
(a – 2) + (a – 1) + a + (a + 1) + (a + 2) = 5a ou seja, um
8 braceletes 16 braceletes
O auxiliar produz –––––––––––– = –––––––––––– . múltiplo de 5, que só pode terminar em x = 5, pois
1/2 hora hora x ≠ 0.
Então 72 braceletes = Resposta: A
braceletes 72
= 16 × ––––––––––– . t ⇔ t = ––– h = 4,5 horas. 2) 1 real = 275 × 107 cruzados
hora 16
640 reais = 640 × 275 × 107 =
Temos 9 horas + 4,5 horas = 13 horas 30 minutos. = 176 × 1010 cruzados = 176 × 1010 notas de 1 cz$
Resposta: D Mas
1,5 cm de altura x
––––––––––––––––– = –––––––––––––––––––––– ⇔
2) Vamos primeiro contar os agrupamentos 21 ob- 100 notas de 1cz$ 10
176×10 notas de 1 cz$
tidos a partir de um par de números consecutivos tal
que o primeiro termina com 2 e o segundo começa com 1,5×176×1010 cm
1, que são os seguintes 11 casos: 12 13, 102 103, ⇔ x = –––––––––––––––––– =
102
112 113, …, 192 193.
Vamos agora listar os números que têm o agrupa- = 264×108 cm = 264×103 km = 264000 km
mento 21 no meio de sua representação decimal: Resposta: D
21, 121, 221,…, 921
210, 211,…, 219 3) Quando são retiradas três meias, uma das seguintes
Temos então 20 números nesse segundo caso, e por- situações irá ocorrer: (i) as três meias são vermelhas
tanto a resposta é 11 + 20 = 31. ou (ii) duas são vermelhas e uma é branca ou (iii) uma
Resposta: C é vermelha e duas são brancas, já que não havia meias
pretas entre as retiradas. Portanto, pelo menos uma
3) a + b = 34 e a + c = 33 logo b – c = 1. Como b e c meia é vermelha.
são primos, concluímos que b = 3 e c = 2. Resposta: E
Dessa forma, a = 34 – b = 34 – 3 = 31, de onde vem
a + b + c = 31 + 2 + 3 = 36
Resposta: 36
■ MÓDULO 4
1) Os números em questão são 12, 23, 34, 45, …, 89
■ MÓDULO 2 (8 números), 123, 234, 345, …, 789 (7 números), 1234,
1) Como 119 268 916 é divisível por 13, já que 2345, …, 6789 (6 números) e, por fim, 12345, um total
9 174 532×13 = 119 268 916, podemos concluir que os de 8 + 7 + 6 + 1 = 22 números.
números da forma 119 268 916 + x , para x inteiro, são Resposta: D
divisíveis por 13 se, e somente se, x é divisível por 13.
Dentre os números apresentados, o número 2) O usuário pagou 52 + (140 – 60) . 1,20 = 148 reais;
119 268 916 + (–13) = 119 268 903 é o único divisível no plano de 100 minutos teria pago
por 13. 87 + (140 – 100) . 1,20 = 135, ou seja, teria economizado
Resposta: A 148 – 135 = 13 reais
Resposta: D
2) Se Alexandre não vai de carro e acompanha Bento,
que não vai de avião, então ambos vão de trem. Carlos
não acompanha Dário e não anda de avião, logo é
companheiro de Tomás, que não anda de trem; assim,
ambos vão de carro. André, que viaja de avião, é
companheiro de Dário; logo, ambos vão de avião.
Portanto, Alexandre vai de trem e Tomás vai de carro.
Resposta: D
–7
8–
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
3. Um arquiteto apresenta ao seu cliente cinco plantas
MÓDULO 1 diferentes para o projeto de ajardinamento de um terreno
retangular, onde as linhas cheias representam a cerca que
Números deve ser construída para proteger as flores. As regiões
claras são todas retangulares e o tipo de cerca é o mesmo
As questões destas aulas foram retiradas ou adaptadas em todos os casos. Em qual dos projetos o custo da
de provas das Olimpíadas Brasileiras de Matemática construção da cerca será maior?
(OBM), fonte considerável de questões que privilegiam
o raciocínio matemático ao conhecimento.

1. Calcule o valor de 1997 + 2004 + 2996 + 4003.


a) 10000 b) 11000 c) 10900
d) 12000 e) 13000

RESOLUÇÃO:
1997 + 2004 + 2996 + 4003 =
= (1997 + 4003) + (2004 + 2996) = 6000 + 5000 = 11000
Resposta: B

RESOLUÇÃO:
Nas figuras, basta ver se nos retângulos menores a linha tracejada
é metade do perímetro. Isto não ocorre na figura onde a linha
tracejada é menor que a metade.

2. Uma professora tem 237 balas para dar a seus 31


alunos. Qual é o número mínimo de balas a mais que ela
precisa conseguir para que todos os alunos recebam a
mesma quantidade de balas, sem sobrar nenhuma para
ela? Resposta: C
a) 11 b) 20 c) 21 d) 31 e) 41

RESOLUÇÃO:
237 = 31 × 7 + 20. Como o resto é 20, faltam 31 – 20 = 11 unidades
para a divisão por 31 ser exata.
248 31
De fato 237 + 11 = 248 e .
0 8
Logo, ela precisa conseguir 11 balas ou 42 ou 73, etc.
No mínimo, 11.
Resposta: A

–1
4. 108 crianças da 5.a e 6.a séries vão fazer um passeio numa
caverna. São formados grupos iguais com mais de 5 MÓDULO 2
porém menos de 20 alunos. Com relação ao número de
estudantes por grupo, de quantas formas diferentes eles Números (continuação)
podem ser feitos?
a) 2 b) 8 c) 5 d) 4 e) 3 1. O arranjo a seguir, composto por 32 hexágonos, foi
montado com varetas, todas com comprimento igual ao
RESOLUÇÃO: lado do hexágono. Quantas varetas, no mínimo, são
Os divisores de 108 também são os quocientes da divisão de 108 necessárias para montar o arranjo?
por eles: 1, 2, 3, 4, 6, 9, 12, 18, 27, 36, 54 e 108.
Temos
108 108 108 108 108
––––– = 108 ; ––––– = 54 ; ––––– = 36 ; ––––– = 27 ; ––––– = 18 ;
1 2 3 4 6

108 108 108 108 108


––––– = 12 ; ––––– = 9 ; ––––– = 6 ; ––––– = 4 ; ––––– = 3 ;
9 12 18 27 36

108 108
––––– = 2 e ––––– = 1
54 108
a) 113 b) 123 c) 122 d) 132 e) 152
O número de estudantes por grupo pode ser, então, 6, 9, 12 ou 18.
Resposta: D
RESOLUÇÃO:
Começando com 3 hexágonos para obter a configuração abaixo,
verificamos serem necessárias 18 – 2 = 16 varetas, pois uma vareta
pertence a dois hexágonos em duas situações. Para formar uma
nova “camada”, são necessárias 11 varetas (linhas cheias no
5. Sobre uma mesa estão três caixas e três objetos, cada desenho ao lado. Com 10 “camadas” temos 30 hexágonos.
Na última delas, devemos anexar 2 hexágonos, sendo necessárias
um em uma caixa diferente: uma moeda, um grampo e mais 8 varetas, conforme desenho abaixo. Assim, o número total de
uma borracha. Sabe-se que varetas é: 16 + 9 × 11 + 8 = 123.
A caixa verde está à esquerda da caixa azul;
A moeda está à esquerda da borracha;
A caixa vermelha está à direita do grampo;
A borracha está à direita da caixa vermelha.
Em que caixa está a moeda?
a) Na caixa vermelha.
b) Na caixa verde. Resposta: B
c) Na caixa azul.
d) As informações fornecidas são insuficientes para se dar
uma resposta.
e) As informações fornecidas são contraditórias.

RESOLUÇÃO:
As duas últimas informações podem ser reunidas no esquema 334
2. Para quantos inteiros positivos m o número –––––– é
abaixo: m2 – 2
um inteiro positivo?
a) um b) dois c) três
d) quatro e) mais do que quatro

RESOLUÇÃO:
Inicialmente, m2 – 2 deve ser positivo e divisor de 334. Os divisores
positivos de 334 são: 1, 2, 167 e 334. Para m inteiro positivo tal fato
ocorre quando m = 2 ou m = 13.
O grampo, a moeda e a borracha estão dentro de caixas; logo a
Resposta: B
moeda está dentro da caixa vermelha.
Resposta: A

2–
3. O número 1000…02 tem 20 zeros. Qual é a soma dos 5. As 10 cadeiras de uma mesa circular foram numeradas
algarismos do número que obtemos como quociente com números consecutivos de dois algarismos, entre os
quando dividimos esse número por 3? quais há dois que são quadrados perfeitos. Carlos sentou-
se na cadeira com o maior número e Janaína, sua
RESOLUÇÃO: namorada, sentou-se na cadeira com o menor número.
O quociente da divisão de 102 por 3 é 34, de 1002 por 3 é 334, de Qual é a soma dos números dessas duas cadeiras?
10002 por 3 é 3334, etc. Assim, o quociente da divisão de 10...02,
com vinte algarismos zero, por 3, é igual a 33...34, com vinte a) 29 b) 36 c) 37 d) 41 e) 64
algarismos três. Logo a soma dos algarismos do quociente é
20 × 3 + 4 = 64. RESOLUÇÃO:
Resposta: 64 Os inteiros de dois algarismos formam a sequência
10, …, 15, (16), 17, …, 24, (25), …, (36), …, (49), …, (64), …, (81),
82, …, 99, onde os números entre parênteses são quadrados
perfeitos. O espaçamento entre esses quadrados é crescente: de 16
a 25 há 10 números, de 25 a 36 há 12 números, de 36 a 49 há 14
números, etc. Portanto, o único conjunto de 10 números dessa
sequência contendo dois quadrados perfeitos é 16, 17, ..., 25 (note
que se começarmos antes de 16, a sequência de dez números
termina antes do 25 e se começarmos depois do 16 a sequência de
dez números conterá somente um quadrado perfeito). A soma dos
extremos desse conjunto é 16 + 25 = 41.
Resposta: D

4.
a) É possível dividir o conjunto {12, 22,…,72} em dois
grupos A e B de modo que a soma dos elementos de A
MÓDULO 3
seja igual à soma dos elementos de B? Justifique. Números (continuação)
b) É possível dividir o conjunto {12, 22, 32,…,92} em dois
grupos C e D de modo que a soma dos elementos de C
seja igual à soma dos elementos de D? Justifique. 2004 + 2004
1. Simplificando a fração –––––––––––––––––– , obte-
2004 + 2004 + 2004
RESOLUÇÃO:
a) A soma total dos elementos é 12 + 22 + 32 + 42 + 52 + 62 + 72 = mos:
= 1 + 4 + 9 + 16 + 25 + 36 + 49 = 140.
Logo, cada um dos grupos deve conter elementos que somem
70. Examinando as parcelas, vemos que 49 + 1 + 4 +16 = 70. 113 1
a) 2004 b) –––– c) –––––
Assim podemos escrever, por exemplo, A = {12, 22, 42, 72} e 355 2004
B = {32, 52, 62}.
b) Como 12 + 22 + 32 + 42 + 52 + 62 + 72 + 82 + 92 = 2 2
= 140 + 64 + 81 = 285 é ímpar, é impossível dividir em dois d) ––– e) –––
grupos de mesma soma. 3 7
Resposta: a) Sim b)Não RESOLUÇÃO:
2004 + 2004 2 . 2004 2
–––––––––––––––––– = ––––––––––– = –––
2004 + 2004 + 2004 3 . 2004 3
Resposta: D

–3
2. Os alunos de uma escola participaram de uma 5. Se m e n são inteiros não negativos com m < n,
excursão, para a qual dois ônibus foram contratados. definimos m ⵜ n como a soma dos inteiros entre m e n,
Quando os ônibus chegaram, 57 alunos entraram no incluindo m e n. Por exemplo, 5 ⵜ 8 = 5 + 6 + 7 + 8 = 26.
primeiro ônibus e apenas 31 no segundo. Quantos alunos 22ⵜ26
devem passar do primeiro para o segundo ônibus para que O valor numérico de ––––––– é:
4ⵜ6
a mesma quantidade de alunos seja transportada nos dois
ônibus? a) 4 b) 6 c) 8 d) 10 e) 12
a) 8 b) 13 c) 16 d) 26 e) 31
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO: 22ⵜ26 22 + 23 + 24 + 25 + 26 120
88 ––––––– = –––––––––––––––––––– = ––––– = 8
57 + 31 = 88 alunos; ––– alunos para cada ônibus. Devem passar 4ⵜ6 4+5+6 15
2
Resposta: C
do primeiro para o segundo ônibus 57 – 44 = 13 alunos.
Resposta: B

3. O preço de uma corrida de táxi é igual a R$ 2,50


(“bandeirada”), mais R$ 0,10 por cada 100 metros MÓDULO 4
rodados. Tenho apenas R$ 10,00 no bolso. Logo tenho
dinheiro para uma corrida de até: Números (continuação)
a) 2,5 km b) 5,0 km c) 7,5 km
d) 10,0 km e) 12,5 km 1. Na multiplicação a seguir, a, b e c são algarismos:
1 a b
RESOLUÇÃO: b 3 ×
10,00 – 2,50 = 7,50 ––––––––––––
***
7,50 750
––––– = –––– = 75 ***
0,10 10 ––––––––––––
1cc 01
75 × 100 = 7500 metros = 7,5 km.
Resposta: C
Calcule a + b + c.

RESOLUÇÃO:
b multiplicado por 3 dá um número terminado em 1, logo b = 7.
Como 7 × 3 = 21, concluímos que a multiplicado por 3, mais 2, ao
somar com 9, deve resultar um número terminado em 0, ou seja,
3a + 2 + 9 = 0, ou seja a = 3. Desta forma temos a = 3, b = 7 e c = 0,
4. O algarismo das unidades do número de onde vem a + b + c = 10.
1 × 3 × 5 × … × 97 × 99 é
1 3 7
a) 1 b) 3 c) 5 d) 7 e) 9 × 7 3
–––––––––––
RESOLUÇÃO: 4 1 1
1 × 3 × 5 × … × 97 × 99 é múltiplo de 5 e é ímpar, logo termina 9 5 9
–––––––––––
em 5. 1 0 0 0 1
Resposta: D

Resposta: 10

4–
2. Encontre todos os números naturais n de três 4. Ao redor de um grande lago existe uma ciclovia de
algarismos que possuem todas as propriedades abaixo: 45 quilômetros de comprimento, na qual sempre se
• n é ímpar; retorna ao ponto de partida se for percorrida num único
• n é um quadrado perfeito; sentido. Dois amigos partem de um mesmo ponto com
• A soma dos quadrados dos algarismos de n é um quadra- velocidades constantes de 20 km por hora e 25 km por
do perfeito. hora, respectivamente, em sentidos opostos. Quando se
encontram pela primeira vez, o que estava correndo a 20
RESOLUÇÃO: km por hora aumenta para 25 km por hora e o que estava
Números ímpares de três a 25 km por hora diminui para 20 km por hora. Quanto
Soma dos quadrados
algarismos que são tempo o amigo que chegar primeiro ao ponto de partida
dos algarismos
quadrados perfeitos deverá esperar pelo outro?
121 1+4+1=6 a) nada b) 10 min c) 12 min
169 1 + 36 + 81 = 118 e) 15 min e) 18 min
225 4 + 4 + 25 = 33
289 4 + 64 + 81 = 149 RESOLUÇÃO:
O intervalo de tempo entre a partida e o primeiro encontro é igual
361 9 + 36 + 1 = 46 ao intervalo de tempo entre o primeiro encontro e o segundo
441 16 + 16 + 1 = 33 encontro, no ponto de partida. Isso acontece porque ao se
529 25 + 4 + 81 = 110 inverterem as velocidades, a situação seria a mesma que se cada
um deles retornasse ao ponto de partida pelo caminho que veio,
625 36 + 4 + 25 = 65 com a mesma velocidade. Portanto, eles chegarão no mesmo
729 49 + 4 + 81 = 134 instante, ou seja, o tempo que um irá esperar pelo outro será igual
841 64 + 16 + 1 = 81 (Quadrado Perfeito) a 0.
Resposta: A
961 81 + 36 + 1 = 118

Resposta: 841

3. Um professor de Inglês dá aula particular para uma 5. Num relógio digital, as horas são exibidas por meio de
classe de 9 alunos, dos quais pelo menos um é brasileiro. quatro algarismos. Por exemplo, ao mostrar 00:00
Se o professor escolher 4 alunos para fazer uma apresen- sabemos que é meia-noite e ao mostrar 23:59 sabemos que
tação, terá no grupo pelo menos dois alunos de mesma falta um minuto para meia-noite. Quantas vezes por dia
nacionalidade; se escolher 5 alunos, terá no máximo três os quatro algarismos mostrados são todos pares?
alunos de mesma nacionalidade. Quantos brasileiros a) 60 b) 90 c) 105 d) 180 e) 240
existem na classe?
a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 RESOLUÇÃO:
As horas possíveis são 00, 02, 04, 06, 08, 20 e 22, totalizando 7 pos-
RESOLUÇÃO: sibilidades. Para cada uma dessas horas, os minutos podem ser 00,
Suponha que haja alunos de 4 ou mais nacionalidades entre os 9 02,04,06,08,..., 40, 42, ..., 48, etc, num total de 3 × 5 = 15 possibi-
alunos da classe. Se escolhermos um aluno de cada nacionalidade lidades. Portanto, o número de vezes em que o relógio exibe apenas
não haverá dois alunos de mesma nacionalidade, o que é um algarismos pares é 7 × 15 = 105.
absurdo. Logo há alunos de no máximo 3 nacionalidades. Resposta: C
Da mesma forma, entre os 9 alunos não há 4 de mesma nacio-
nalidade, pois se houvesse poderíamos formar um grupo de 5
alunos com mais de 3 alunos de mesma nacionalidade. Logo há no
máximo 3 alunos de cada nacionalidade.
Como há 9 alunos, no máximo 3 nacionalidades e no máximo 3
alunos por nacionalidade, há exatamente 3 nacionalidades e 3 alu-
nos de cada nacionalidade. Em particular, há 3 alunos brasileiros.
Resposta: C

–5
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 1 2. Entre 1986 e 1989, época em que vocês ainda não
1. Um artesão começa a trabalhar às 8h e produz 6 tinham nascido, a moeda do país era o cruzado (Cz$).
braceletes a cada vinte minutos; seu auxiliar começa a Com a imensa inflação que tivemos, a moeda foi mudada
trabalhar uma hora depois e produz 8 braceletes do mesmo algumas vezes: tivemos o cruzado novo, o cruzeiro, o
tipo a cada meia hora. O artesão pára de trabalhar às 12h cruzeiro real e, finalmente, o real. A conversão entre o
mas avisa ao seu auxiliar que este deverá continuar cruzado e o real é: 1 real = 2.750.000.000 cruzados. Ima-
trabalhando até produzir o mesmo que ele. A que horas o gine que a moeda não tivesse mudado e que João, que
auxiliar irá parar? ganha hoje 640 reais por mês, tivesse que receber seu
a) 12h b) 12h30min c) 13h salário em notas novas de 1 cruzado. Se uma pilha de 100
d) 13h30min e) 14h30min notas novas tem 1,5 cm de altura, o salário em cruzados de
João faria uma pilha de altura:
2. Esmeralda escreveu (corretamente!) todos os números a) 26,4 km b) 264 km c) 26 400 km
de 1 a 999, um atrás do outro: d) 264 000 km e) 2 640 000 km
12345678910111213… 997998999.
Quantas vezes aparece o agrupamento “21”, nesta ordem?
a) 11 b) 21 c) 31 d) 41 e) 51 3. Numa caixa havia 3 meias vermelhas, 2 brancas e
1 preta. Professor Piraldo retirou 3 meias da caixa.
3. A soma de dois números primos a e b é 34 e a soma dos Sabendo-se que nenhuma delas era preta, podemos
primos a e c é 33. Quanto vale a + b + c? afirmar sobre as 3 meias retiradas que:
a) são da mesma cor.
■ MÓDULO 2 b) são vermelhas.
c) uma é vermelha e duas são brancas.
1. Sabendo-se que 9 174 532×13 = 119 268 916, pode-se
d) uma é branca e duas são vermelhas.
concluir que é divisível por 13 o número:
e) pelo menos uma é vermelha.
a) 119 268 903 b) 119 268 907 c) 119 268 911
d) 119 268 913 e) 119 268 923
■ MÓDULO 4
2. Seis amigos planejam viajar e decidem fazê-lo em
duplas, cada uma utilizando um meio de transporte 1. Quantos números entre 10 e 13000, quando lidos da
diferente, dentre os seguintes: avião, trem e carro. Alexan- esquerda para a direita, são formados por dígitos conse-
dre acompanha Bento. André viaja de avião. Carlos não cutivos e em ordem crescente? Exemplificando, 456 é um
acompanha Dário nem faz uso do avião. Tomás não anda desses números, mas 7890 não é:
de trem. Qual das afirmações a seguir é correta? a) 10 b) 13 c) 18 d) 22 e) 25
a) Bento vai de carro e Carlos vai de avião.
b) Dário vai de trem e André vai de carro. 2. Uma empresa de telefonia celular oferece planos
c) Tomás vai de trem e Bento vai de avião. mensais de 60 minutos a um custo mensal de R$ 52,00, ou
d) Alexandre vai de trem e Tomás vai de carro. seja, você pode falar durante 60 minutos no seu telefone
e) André vai de trem e Alexandre vai de carro. celular e paga por isso exatamente R$ 52,00. Para o
excedente, é cobrada uma tarifa de R$ 1,20 cada minuto.
■ MÓDULO 3 A mesma tarifa por minuto excedente é cobrada no plano
1. Ao somar cinco números consecutivos em sua de 100 minutos, oferecido a um custo mensal de R$ 87,00.
calculadora, Esmeralda encontrou um número de 4 Um usuário optou pelo plano de 60 minutos e no primeiro
algarismos: 2 0 0 *. O último algarismo não está nítido, mês ele falou durante 140 minutos. Se ele tivesse optado
pois o visor da calculadora está arranhado, mas ela sabe pelo plano de 100 minutos, quantos reais ele teria
que ele não é zero. Este algarismo só pode ser: economizado?
a) 5 b) 4 c) 3 d) 2 e) 9 a) 10 b) 11 c) 12 d) 13 e) 14

6–
resolução dos exercícios-tarefa
■ MÓDULO 1 ■ MÓDULO 3
1) O número de braceletes feitos pelo artesão é
6 braceletes 18 braceletes 1) Cinco números consecutivos podem ser represen-
4 horas × ––––––––––– = 4 horas × –––––––––––– = 72. tados por a – 2, a – 1, a, a + 1 e a + 2 e sua soma é
20 minutos hora
(a – 2) + (a – 1) + a + (a + 1) + (a + 2) = 5a ou seja, um
8 braceletes 16 braceletes
O auxiliar produz –––––––––––– = –––––––––––– . múltiplo de 5, que só pode terminar em x = 5, pois
1/2 hora hora x ≠ 0.
Então 72 braceletes = Resposta: A
braceletes 72
= 16 × ––––––––––– . t ⇔ t = ––– h = 4,5 horas. 2) 1 real = 275 × 107 cruzados
hora 16
640 reais = 640 × 275 × 107 =
Temos 9 horas + 4,5 horas = 13 horas 30 minutos. = 176 × 1010 cruzados = 176 × 1010 notas de 1 cz$
Resposta: D Mas
1,5 cm de altura x
––––––––––––––––– = –––––––––––––––––––––– ⇔
2) Vamos primeiro contar os agrupamentos 21 ob- 100 notas de 1cz$ 10
176×10 notas de 1 cz$
tidos a partir de um par de números consecutivos tal
que o primeiro termina com 2 e o segundo começa com 1,5×176×1010 cm
1, que são os seguintes 11 casos: 12 13, 102 103, ⇔ x = –––––––––––––––––– =
102
112 113, …, 192 193.
Vamos agora listar os números que têm o agrupa- = 264×108 cm = 264×103 km = 264000 km
mento 21 no meio de sua representação decimal: Resposta: D
21, 121, 221,…, 921
210, 211,…, 219 3) Quando são retiradas três meias, uma das seguintes
Temos então 20 números nesse segundo caso, e por- situações irá ocorrer: (i) as três meias são vermelhas
tanto a resposta é 11 + 20 = 31. ou (ii) duas são vermelhas e uma é branca ou (iii) uma
Resposta: C é vermelha e duas são brancas, já que não havia meias
pretas entre as retiradas. Portanto, pelo menos uma
3) a + b = 34 e a + c = 33 logo b – c = 1. Como b e c meia é vermelha.
são primos, concluímos que b = 3 e c = 2. Resposta: E
Dessa forma, a = 34 – b = 34 – 3 = 31, de onde vem
a + b + c = 31 + 2 + 3 = 36
Resposta: 36
■ MÓDULO 4
1) Os números em questão são 12, 23, 34, 45, …, 89
■ MÓDULO 2 (8 números), 123, 234, 345, …, 789 (7 números), 1234,
1) Como 119 268 916 é divisível por 13, já que 2345, …, 6789 (6 números) e, por fim, 12345, um total
9 174 532×13 = 119 268 916, podemos concluir que os de 8 + 7 + 6 + 1 = 22 números.
números da forma 119 268 916 + x , para x inteiro, são Resposta: D
divisíveis por 13 se, e somente se, x é divisível por 13.
Dentre os números apresentados, o número 2) O usuário pagou 52 + (140 – 60) . 1,20 = 148 reais;
119 268 916 + (–13) = 119 268 903 é o único divisível no plano de 100 minutos teria pago
por 13. 87 + (140 – 100) . 1,20 = 135, ou seja, teria economizado
Resposta: A 148 – 135 = 13 reais
Resposta: D
2) Se Alexandre não vai de carro e acompanha Bento,
que não vai de avião, então ambos vão de trem. Carlos
não acompanha Dário e não anda de avião, logo é
companheiro de Tomás, que não anda de trem; assim,
ambos vão de carro. André, que viaja de avião, é
companheiro de Dário; logo, ambos vão de avião.
Portanto, Alexandre vai de trem e Tomás vai de carro.
Resposta: D
–7
8–
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
fim, Samuel olha o número na carta do meio e diz: “Não
MÓDULO 5 tenho informações suficientes para determinar os outros
dois números.” Sabendo que cada um deles sabe que os
Números outros dois são inteligentes e escuta os comentários dos
outros, qual é o número da carta do meio?
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5
1. (OBM) – A prefeitura de uma certa cidade fez uma e) Não há informações suficientes para determinar o
campanha que permite trocar 4 garrafas de 1 litro vazias número.
por uma garrafa de 1 litro cheia de leite. Até quantos litros
de leite pode obter uma pessoa que possua 43 dessas
garrafas vazias?
a) 11 b) 12 c) 13 d) 14 e) 15

2. (OBM) – Há três cartas viradas sobre uma mesa. Sabe-


se que em cada uma delas está escrito um número inteiro
positivo. São dadas a Carlos, Samuel e Tomás as seguintes
informações:
i) todos os números escritos nas cartas são diferentes;
ii) a soma dos números é 13;
iii) os números estão em ordem crescente, da esquerda
para a direita.
Primeiro, Carlos olha o número na carta da esquerda e diz:
“Não tenho informações suficientes para determinar os
outros dois números.” Em seguida, Tomás olha o número
na carta da direita e diz: “Não tenho informações
suficientes para determinar os outros dois números.” Por

–1
3. (OBM) – Seja N o número inteiro positivo dado por
N = 12 + 22 + 32 + 42 + … + (196883)2. Qual é o algarismo MÓDULO 6
das unidades de N?
Números (continuação)
1. Se 1 de maio de um certo ano é uma terça-feira, que
dia da semana será 1 de janeiro do ano seguinte?

2. Nove alunos da escola estão dispostos em círculo. Para


escolherem um chefe de jogo contam até 5 a partir de um
deles, no sentido dos ponteiros do relógio, e o quinto sai
do círculo. Depois contam novamente até 5 a partir do
seguinte, e o quinto sai do círculo, e assim sucessiva-
4. (OBM) – No triminó marciano, as peças têm 3
mente. O último a ficar no círculo será o chefe.
números cada uma (diferente do dominó da Terra, no qual
André é quem conta e quer aproveitar-se disso para ser o
cada peça tem apenas 2 números). Os números no triminó
chefe. Designemos os seus colegas por B, C, D, E, F, G,
marciano também variam de 0 a 6, e para cada escolha de
H, I, no sentido dos ponteiros do relógio.
3 números (não necessariamente distintos), existe uma e
A partir de quem deve André começar a Contar?
somente uma peça que contém esses 3 números. Qual é a
(100 jogos numéricos – Pierre Berloquin)
soma dos números de todas as peças do triminó marciano?
a) 756 b) 1512 c) 84 d) 315 e) 900

2–
MÓDULO 7
Números (continuação)

1. (OBM) – Em um ano, no máximo quantos meses têm


cinco domingos?
3. A soma dos algarismos representados pelos asteriscos a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7
na multiplicação seguinte:
∗∗∗4∗∗ × 7 = 6743∗56 é:
a) 31 b) 32 c) 33 d) 34 e) 35
(100 jogos numéricos – Pierre Berloquin)

2. Todos os dias, à mesma hora, depois do trabalho,


Timóteo toma o comboio para os subúrbios, onde mora.
Na estação espera-o a mulher para o levar de carro para
casa. Um dia, sem avisar a mulher, Timóteo apanhou a
comboio mais cedo do que o habitual e resolveu ir
andando a pé para casa. Cruzou-se com a mulher, que,
infelizmente, não o viu, senão teria chegado 20 minutos
mais cedo do que o costume. E continuou a caminhar
durante 25 minutos. Nesse momento a mulher, não o
tendo visto no comboio, deixa imediatamente a estação e
consegue alcançá-lo. Entra para o carro e chega a casa à
4. (IME) – Seja N um número inteiro de 5 algarismos. O hora habitual. Supõe-se que a mulher de Timóteo conduz
número P é construído agregando-se o algarismo 1 à di- a velocidade constante nos dois sentidos. Os tempos
reita de N e o número Q é construído agregando-se o mortos são nulos. Que adiantamento trazia o comboio
algarismo 1 à esquerda de N. Sabendo-se que P é o triplo apanhado nesse dia por Timóteo sobre o comboio
de Q, o algarismo das centenas do número N é: habitual? (do livro 100 jogos numéricos de Pierre Berlo-
a) 0 b) 2 c) 4 d) 6 e) 8 quin)

–3
3. (OBM) – Qual é o maior valor da soma dos algarismos
da soma dos algarismos de um número de três algarismos?
a) 7 b) 8 c) 9 d) 10 e) 11

5. (OBM) – Com três algarismos distintos a, b e c, é


possível formar 6 números de dois algarismos distintos.
Quantos conjuntos {a, b, c} são tais que a soma dos
6 números formados é 484?
a) Um b) Dois c) Três
d) Quatro e) Mais que quatro

4. (OBM) – Qual é o menor inteiro positivo n para o qual


qualquer subconjunto de n elementos de {1,2,3,…,20}
contém dois números cuja diferença é 8?
a) 2 b) 8 c) 12 d) 13 e) 15

4–
3. (IME) – Sejam a, b e c números reais não nulos.
MÓDULO 8 a+b b+c a+c
Sabendo que –––––– = –––––– = –––––– , determine
Números (continuação) c a b
a+b
o valor numérico de –––––– .
1. c
1 1 1
a) Prove que ––– – –––––– = ––––––––
n n+1 n.(n + 1)
b) Calcule o valor da soma
1 1 1 1 1
S = ––– + ––– + ––– + ––– + ––– + … +
1.2 2.3 3.4 4.5 5.6
1
+ –––––––
99.100

4.
a) Prove ser múltiplo de 7 o número 111111
b) Verifique se é múltiplo de 7 o número 102010 – 1

a c a c a+c
2. Demonstre que se –– = –– então –– = –– = –––––
b d b d b+d

–5
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 5 2. Qual o algarismo das unidades de
1. (IME) – Um homem nascido no século XX diz a N = 13 + 23 + 33 + 43 + ... + 20103?
seguinte frase para o filho: “seu avô paterno, que nasceu
trinta anos antes de mim, tinha x anos no ano x2”. Em
consequência, conclui-se que o avô paterno nasceu no ano ■ MÓDULO 7
de:
a) 1892 b) 1898 c) 1900 d) 1936 e) 1942 1. (OBM) – Um feirante vende batatas e, para pesar,
utiliza uma balança de dois pratos, um peso de 1 kg, um
2. Se as semanas tivessem apenas quatro dias (segunda,
peso de 3 kg e um peso de 10 kg. Considere a seguinte
terça, quarta e quinta) e 1o. de maio de um certo ano é uma
afirmação: “Este feirante consegue pesar (com uma pesa-
terça-feira, que dia da semana será 1o. de janeiro do ano
gem) n quilogramas de batatas”. Quantos valores positivos
seguinte?
de n tornam essa afirmação verdadeira, supondo que ele
pode colocar pesos nos dois pratos?
■ MÓDULO 6 a) 7 b) 10 c) 12 d)13 e)14
1. (OBM) – Um serralheiro solda varetas de metal para
produzir peças iguais que serão jun-
tadas para formar o painel abaixo. O 2. Com quatro algarismos distintos a, b, c e d, é possível
desenho ao lado apresenta as me- formar 12 números de dois algarismos distintos. Se a soma
didas, em centímetros, de uma dessas desses 12 números é 429, qual o maior número possível de
peças. O serralheiro usa exatamente se formar com estes algarismos, sem repeti-los?
20 metros de vareta para fazer o seu trabalho.
a) 5431 b) 6521 c) 7321 d) 8532 e) 9310

■ MÓDULO 8
Qual dos desenhos abaixo representa o final do painel? n+1 n–1 2
1. a) Prove que –––––– – ––––– = ––––––––
n+2 n n.(n + 2)

b) Calcule a soma
1 1 1 1 1
S = –– + ––– + ––– + ––– + … + –––––
3 15 35 63 9999

a+b b+c a+c


2. Se –––––– = –––––– = –––––– , qual o valor da
a b c
a
fração ––––––––– ?
a–b+c

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 5 a 1970, o único quadrado perfeito é 1936
1) 1) Se o homem nasceu no século XX, nasceu entre (quadrado de 44), pois 432 = 1849, 442 = 1936 e
1901 e 2000. 452 = 2025.
2) Seu avô, que nasceu 30 anos antes, nasceu entre 4) Se em 1936 seu avô completou 44 anos, então
1871 e 1970. nasceu em 1936 – 44 = 1892 e, neste caso, o
3) O ano em que seu avô completou x anos é um homem nasceu em 1892 + 30 = 1922.
quadrado perfeito, pois é x2. No intervalo de 1871 Resposta: A

6–
2) De 1o. de maio de um certo ano até 1o. de janeiro do Os valores de n são: 1, 2, 3, 4, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13,
ano seguinte são transcorridos 245 dias, ou seja, 61 14 (treze valores)
semanas completas e mais um dia Resposta: D
(pois 245 = 4 x 61 + 1). Portanto, 1o. de janeiro do ano
seguinte é uma quarta feira. 2) Com os algarismos do conjunto {a, b, c, d} é possível
formar os números “ab”, “ba”, “ac”, “ca”, “ad”, “da”,
“bc”, “cb”, “bd”, “db”, “cd” e “dc”. Se todos são de
■ MÓDULO 6
dois algarismos, a.b.c.d ≠ 0. A soma desses números é
1) Para confeccionar a peça do destaque o serralheiro
“ab” + “ba” + “ac” + “ca” + “ad” + “da” + “ bc” +
utiliza 45 cm de vareta. Com 20 metros (2000 cm) o
+ “cb” + “bd” + “db” + “cd” + “dc” =
serralheiro pode confeccionar 44 peças completas e
= (10 . a + b) + (10 . b + a) + (10 . a + c) + (10 . c + a) +
ainda lhe sobram 20 cm de varetas
+ (10 . a + d) + (10 . d + a) + (10 . b + c) + (10 . c + b) +
(pois 2000 = 44 × 45 + 20) . Com os 20 cm que sobram
+ (10 . b + d) + (10 . d + b) + (10 . c + d) + (10 . d + c) =
o serralheiro pode confeccionar a peça abaixo. Desta
= 33 . (a + b + c + d) = 429 ⇔ a + b + c + d = 13
forma, o final do painel é o da alternativa B.
Sendo a, b, c e d algarismos distintos, e supondo, sem
perdas de generalidades, que a < b < c < d, podemos ter
Resposta: B (a = 1, b = 2, c = 3 e d = 7) ou (a = 1 , b = 2, c = 4 e
d = 6) ou ainda (a = 1, b = 3, c = 4 e d = 5). Assim, o
maior número possível de se formar com os algarismos
2) A soma dos algarismos de cada uma das sequências a, b, c e d é 7321.
abaixo Resposta: B
13 + 23 + 33 + 43 + 53 + 63 + 73 + 83 + 93 + 103
113 + 123 + 133 + 143 + 153 + 163 + 173 + 183 + 193 + 203 ■ MÓDULO 8
213 + 223 + 233 + 243 + 253 + 263 + 273 + 283 + 293 + 303 n+1 n–1
1) a) –––––– – –––––– =
.............................................................................................. n+2 n
..............................................................................................
(n + 1) . n – (n – 1) . (n + 2)
20013 + 20023 + 20033 + 20043 + 20053 + 20063 + = –––––––––––––––––––––––– =
n . (n + 1)
+ 20073 + 20083 + 20093 + 20103
(n2 + n) – (n2 + 2n – n – 2) 2
= –––––––––––––––––––––––– = –––––––––
é 1 + 8 + 7 + 4 + 5 + 6 + 3 + 2 + 9 + 0 = 45 n . (n + 2) n.(n + 2)
O valor de N é a soma dessas 201 sequências e a soma
b) Pela igualdade do item (a) temos:
dos algarismos das unidades é 201 × 45 = 9045. Desta
forma, o algarismo das unidades de N é 5. 2 0 2 2
–– – –– = ––– = ––
3 1 1.3 3
■ MÓDULO 7 4 2 2 2
–– – –– = ––– = –––
5 3 3.5 15
1)
6 4 2 2
a) Usando 1 peso, temos 3 possibilidades: 1, 3 e 10; –– – –– = ––– = –––
b) Colocando dois pesos num único prato, temos as 7 5 5.7 35 ⇔
seguintes possibilidades: 8 6 2 2
–– – –– = ––– = –––
1 + 3 = 4; 1 + 10 = 11; 3 + 10 = 13; 9 7 7.9 63
c) Colocando três pesos num prato, pesamos ⯗
1 + 3 + 10 = 14;
100 98 2 2
d) Colocando um peso em cada prato temos: –––– – ––– = ––––––– = –––––
3 – 1 = 2; 10 – 1 = 9; 10 – 3 = 7; 101 99 99.101 9999
e) Colocando dois pesos num prato e um peso no outro,
100 0 2 2 2 2 2
temos: ⇔ –––– – –– = –– + ––– + ––– + ––– + … + ––––– ⇔
10 – (1 + 3) = 6; (10 + 1) – 3 = 8; (10 + 3) – 1 = 12 101 1 3 15 35 63 9999

–7
100 50
⇔ –––– = 2 . S ⇔ S = ––––
101 101

50
Respostas: a) Demonstração b) S = ––––
101

a+b b+c a+c


2) –––––– = –––––– = –––––– ⇔
a b c

a+b b+c a+c (a + b) + (b + c) + (a + c) 2.(a + b + c)


––––– = ––––– = ––––– = ––––––––––––––––––––––– = –––––––––––– = 2
a b c a+b+c a+b+c
2.a a
⇔ ⇔ ––––––––– = 2 ⇔ ––––––––– = 1
a+b b+c a+c (a + b) – (b + c) + (a + c) 2.a a–b+c a–b+c
––––– = ––––– = ––––– = ––––––––––––––––––––––– = –––––––––
a b c a–b+c a–b+c

Resposta: 1

8–
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
fim, Samuel olha o número na carta do meio e diz: “Não
MÓDULO 5 tenho informações suficientes para determinar os outros
dois números.” Sabendo que cada um deles sabe que os
Números outros dois são inteligentes e escuta os comentários dos
outros, qual é o número da carta do meio?
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5
1. (OBM) – A prefeitura de uma certa cidade fez uma e) Não há informações suficientes para determinar o
campanha que permite trocar 4 garrafas de 1 litro vazias número.
por uma garrafa de 1 litro cheia de leite. Até quantos litros
de leite pode obter uma pessoa que possua 43 dessas RESOLUÇÃO:
garrafas vazias? Se os números escritos nas cartas são inteiros, positivos, em ordem
crescente e têm soma 13, eles podem ser
a) 11 b) 12 c) 13 d) 14 e) 15
1 2 10 2 3 8
1 3 9 2 4 7
RESOLUÇÃO:
1 4 8 2 5 6
Para efetuar a primeira troca são necessárias 4 garrafas vazias. A
1 5 7 3 4 6
partir desta, para cada nova troca basta acrescentar três novas
garrafas vazias à garrafa obtida na troca anterior. Como da Se Carlos, ao olhar a primeira carta, tivesse visto 3, saberia dizer
primeira troca sobraram 39 garrafas vazias, teremos portanto quais são os outros números. Como não pôde concluir, os números
39 não são 3, 4 e 6, restando as possibilidades
–––– = 13 novas trocas.
3 1 2 10 2 3 8
1 3 9 2 4 7
Assim sendo, são efetuadas quatorze trocas, obtendo-se quatorze
1 4 8 2 5 6
litros de leite.
1 5 7
Resposta D
Se Tomás, ao olhar a terceira carta, tivesse visto 6, 9 ou 10, saberia
dizer quais são os outros números. Como não pôde concluir, os
números não são 1, 2 e 10, nem 1, 3 e 9 e tampouco 2, 5 e 6, restando
as possibilidades
1 4 8 2 3 8
1 5 7 2 4 7

Se Samuel, ao olhar a carta do meio, tivesse visto 3 ou 5, saberia


dizer quais são os outros números. Como não pôde concluir, os
números não são 1, 5 e 7 e tampouco 2, 3 e 8, restando as
possibilidades
1 4 8 2 4 7

E, portanto, o número do meio é 4.


Resposta C

2. (OBM) – Há três cartas viradas sobre uma mesa. Sabe-


se que em cada uma delas está escrito um número inteiro
positivo. São dadas a Carlos, Samuel e Tomás as seguintes
informações:
i) todos os números escritos nas cartas são diferentes;
ii) a soma dos números é 13;
iii) os números estão em ordem crescente, da esquerda
para a direita.
Primeiro, Carlos olha o número na carta da esquerda e diz:
“Não tenho informações suficientes para determinar os
outros dois números.” Em seguida, Tomás olha o número
na carta da direita e diz: “Não tenho informações
suficientes para determinar os outros dois números.” Por

–1
3. (OBM) – Seja N o número inteiro positivo dado por
N = 12 + 22 + 32 + 42 + … + (196883)2. Qual é o algarismo MÓDULO 6
das unidades de N?
Números (continuação)
RESOLUÇÃO:
A soma dos algarismos das unidades de cada uma das seqüências 1. Se 1 de maio de um certo ano é uma terça-feira, que
abaixo é 45.
dia da semana será 1 de janeiro do ano seguinte?
12 + 22 + 32 + 42 + 52 + 62 + 72 + 82 + 92 + 102
112 + 122 + 132 + 142 + 152 + 162 + 172 + 182 + 192 + 202
212 + 222 + 232 + 242 + 252 + 262 + 272 + 282 + 292 + 302 RESOLUÇÃO:
⯗ De primeiro de maio de um ano a primeiro de janeiro do ano
seguinte transcorrem:
(196871)2 + (196872)2 + ..................... + (196880)2
a) 30 dias em maio
b) 30 dias em cada um dos meses de junho, setembro e novembro
Existem 19688 seqüências desse tipo.
c) 31 dias em cada um dos meses de julho, agosto, outubro e
Como (196881)2 termina em 1, (196882)2 termina em 4 e (196883)2
dezembro
termina em 9, o algarismo das unidades de N é o mesmo algarismo
d) o próprio 1 de janeiro
das unidades de
Assim transcorrem 4 . 30 + 4 . 31 + 1 = 245 dias
19688 . 45 + 1 + 4 + 9 = 885974
Como 245 é múltiplo de 7, 1 de janeiro do ano seguinte ocorrerá no
Resposta: 4
mesmo dia da semana que ocorreu 1 de maio, portanto, terça-feira.

2. Nove alunos da escola estão dispostos em círculo. Para


escolherem um chefe de jogo contam até 5 a partir de um
deles, no sentido dos ponteiros do relógio, e o quinto sai
4. (OBM) – No triminó marciano, as peças têm 3 do círculo. Depois contam novamente até 5 a partir do
números cada uma (diferente do dominó da Terra, no qual seguinte, e o quinto sai do círculo, e assim sucessiva-
cada peça tem apenas 2 números). Os números no triminó mente. O último a ficar no círculo será o chefe.
marciano também variam de 0 a 6, e para cada escolha de André é quem conta e quer aproveitar-se disso para ser o
3 números (não necessariamente distintos), existe uma e chefe. Designemos os seus colegas por B, C, D, E, F, G,
somente uma peça que contém esses 3 números. Qual é a H, I, no sentido dos ponteiros do relógio.
soma dos números de todas as peças do triminó marciano? A partir de quem deve André começar a Contar?
a) 756 b) 1512 c) 84 d) 315 e) 900 (100 jogos numéricos – Pierre Berloquin)

RESOLUÇÃO: RESOLUÇÃO:
Vamos contar quantas são as ocorrências de um determinado Admitindo que André começe a contagem por ele mesmo, os
número (por exemplo, 6). Há 1 peça em que o 6 aparece 3 vezes, 6 amigos serão eliminados na ordem E, A, G, D, C, F, I, B, ficando
em que ele aparece 2 vezes, e 21 em que ele aparece 1 vez (ele por último o amigo H, como se pode ver na figura abaixo, onde os
aparece em 6 peças acompanhado por dois números iguais e em números representam a ordem em que os amigos são eliminados.
C6,2 = 15 peças acompanhado por dois outros números). Logo, o 6
ocorre 3 . 1 + 2 . 6 + 1 . 21 = 36 vezes. Logo, a soma dos números
de todas as peças é 36(1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6) = 756 (opção A).
Resposta: A

2–
Observe que o amigo que sobrou está duas posições antes do
André, portanto, para que André seja o chefe é necessário começar
a contar por C.
MÓDULO 7
Números (continuação)

1. (OBM) – Em um ano, no máximo quantos meses têm


cinco domingos?
3. A soma dos algarismos representados pelos asteriscos a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7
na multiplicação seguinte:
∗∗∗4∗∗ × 7 = 6743∗56 é: RESOLUÇÃO:
Todo ano, bissexto ou não, possui 52 semanas
a) 31 b) 32 c) 33 d) 34 e) 35 (pois, 365 = 52 x 7 + 1 ou 366 = 52 x 7 + 2). Desta forma,
(100 jogos numéricos – Pierre Berloquin) dependendo de que dia da semana o ano começou, o ano tem 52
ou 53 domingos. Cada mês têm entre quatro e cinco domingos.
RESOLUÇÃO: Desta forma, como 53 = 12 x 4 + 5, no máximo cinco meses poderá
7 multiplicado pelo primeiro algarismo da direita resulta em um ter cinco domingos.
número terminado em 6, portanto, este algarismo só pode ser 8. Resposta C
Assim temos:
∗∗∗4∗8 × 7 = 6743∗56
Como 8 × 7 = 56 e o resultado da multiplicação termina em 56, o
algarismo das dezenas do primeiro número é zero.
Desta forma ficamos com
∗∗∗408 × 7 = 6743∗56
Refazendo a multiplicação obtém-se que o algarismo das centenas
do resultado é 8. O resultado é, portanto, 6743856, que dividido
por 7 resulta em 963408. A multiplicação proposta é 2. Todos os dias, à mesma hora, depois do trabalho,
963408 × 7 = 6743856. A soma dos algarismos representados pelos
asteriscos é 9 + 6 + 3 + 0 + 8 + 8 = 34. Timóteo toma o comboio para os subúrbios, onde mora.
Na estação espera-o a mulher para o levar de carro para
casa. Um dia, sem avisar a mulher, Timóteo apanhou a
comboio mais cedo do que o habitual e resolveu ir
andando a pé para casa. Cruzou-se com a mulher, que,
infelizmente, não o viu, senão teria chegado 20 minutos
mais cedo do que o costume. E continuou a caminhar
durante 25 minutos. Nesse momento a mulher, não o
tendo visto no comboio, deixa imediatamente a estação e
consegue alcançá-lo. Entra para o carro e chega a casa à
4. (IME) – Seja N um número inteiro de 5 algarismos. O hora habitual. Supõe-se que a mulher de Timóteo conduz
número P é construído agregando-se o algarismo 1 à di- a velocidade constante nos dois sentidos. Os tempos
reita de N e o número Q é construído agregando-se o mortos são nulos. Que adiantamento trazia o comboio
algarismo 1 à esquerda de N. Sabendo-se que P é o triplo apanhado nesse dia por Timóteo sobre o comboio
de Q, o algarismo das centenas do número N é: habitual? (do livro 100 jogos numéricos de Pierre Berlo-
a) 0 b) 2 c) 4 d) 6 e) 8 quin)

RESOLUÇÃO: RESOLUÇÃO:
Seja N = abcde o número inteiro considerado. Agregando-se 1 à
direita de N, temos: Estação 1o. encontro 2o. encontro Casa
P = abcde1 = abcde0 + 1 = 10N + 1
Agregando-se 1 à esquerda de N, temos:
Q = 1abcde = 100000 + abcde = 100000 + N 10 minutos 5 minutos de carro
Como P = 3Q, temos: de carro 25 minutos a pé
10N + 1 = 3 . (100000 + N) ⇒ 7N = 299999 ⇒ N = 42857
Resposta: E Os 20 minutos que chegaria mais cedo corresponde ao tempo que
a esposa levaria de carro, do ponto do 1o. encontro até a estação e
voltar a esse ponto de encontro, uma vez que daí para a casa
seguiria de carro, como sempre o faz. Assim, do 1o. encontro a
estação a esposa leva 10 minutos, tempo necessário para a chegada
do comboio habitual. Durante os 25 minutos seguinte sua esposa
gastou 10 minutos para chegar à estação, 10 minutos para ir da
–3
estação ao primeiro encontro e 5 minutos do 1o. para o 2o. encontro. máximo 2 elementos cuja diferença não é 8 (por exemplo 1 e 17 ou
O que Timóteo percorreu em 25 minutos sua esposa gastou apenas 2 e 18) e dos demais no máximo 1. Logo o número máximo de
5 minutos, portanto a velocidade de Timóteo é um quinto da elementos que se pode escolher entre 1 e 20 de modo a não haver
velocidade do carro. dois números cuja diferença é 8 é 4 × 2 + 4 × 1 = 12. Por exemplo
Desta forma, da estação ao 1º encontro Timóteo caminho durante o conjunto {1, 17, 2, 18, 3, 19, 4, 20, 5, 6, 7, 8}. Assim, o menor valor
50 minutos e neste momento faltam 10 minutos para a chegada do de n para que qualquer subconjunto com n elementos contenha
comboio habitual. O primeiro comboio chegou, portanto dois números cuja diferença é 8, é 13.
50 + 10 = 60 minutos antes. Resposta: D.

3. (OBM) – Qual é o maior valor da soma dos algarismos


da soma dos algarismos de um número de três algarismos?
a) 7 b) 8 c) 9 d) 10 e) 11

RESOLUÇÃO:
O menor número de três algarismos é 100. O maior é 999. A soma 5. (OBM) – Com três algarismos distintos a, b e c, é
dos algarismos desses números varia no intervalo de 1 a 27. A soma
dos algarismos dos números de 1 a 27 varia no intervalo de 1 a 10, possível formar 6 números de dois algarismos distintos.
como se pode ver na tabela seguinte: Quantos conjuntos {a, b, c} são tais que a soma dos
Número 1 2 3 4 5 6 7 8 9 6 números formados é 484?
Soma 1 2 3 4 5 6 7 8 9 a) Um b) Dois c) Três
Número 10 11 12 13 14 15 16 17 18 d) Quatro e) Mais que quatro
Soma 1 2 3 4 5 6 7 8 9
RESOLUÇÃO:
Número 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Quando se escreve um número de dois algarismos o que se está
Soma 10 2 3 4 5 6 7 8 9 escrevendo é, na verdade, uma soma. Assim, por exemplo, o
Resposta: D número 37 equivale a soma 3 . 10 + 7 e o número “ab” equivale a
soma 10 . a + b. Com os algarismos do conjunto {a, b, c} é possível
formar os números “ab”, “ba”, “ac”, “ca”, “bc” e “cb”. A soma
desses números é “ab” + “ba” + “ac” + “ca” + “bc” + “cb” =
= (10 . a + b) + (10 . b + a) + (10 . a + c) + (10 . c + a) +
+ (10 . b + c) + (10 . c + b) = 22 . (a + b + c) = 484 ⇔ a + b + c = 22
Sendo a, b e c algarismos distintos, e supondo, sem perdas de
generalidades, que a < b < c, podemos ter (a = 6, b = 7 e c = 9) ou
(a = 5, b = 8 e c = 9). Assim, os possíveis conjuntos {a, b, c} são
{6, 7, 9} e {5, 8, 9}.
Resposta: B

4. (OBM) – Qual é o menor inteiro positivo n para o qual


qualquer subconjunto de n elementos de {1,2,3,…,20}
contém dois números cuja diferença é 8?
a) 2 b) 8 c) 12 d) 13 e) 15

RESOLUÇÃO:
Considere as sequências (1, 9, 17); (2, 10, 18); (3, 11, 19); (4, 12,
20); (5, 13); (6, 14); (7, 15) e (8, 16) cuja diferença entre dois
elementos seguidos é 8. Escolhendo-se um elemento de uma dessas
sequências e outro elemento de outra dessas sequências a diferença
entre eles nunca será 8. Das quatro primeiros podemos tomar no

4–
3. (IME) – Sejam a, b e c números reais não nulos.
MÓDULO 8 a+b b+c a+c
Sabendo que –––––– = –––––– = –––––– , determine
Números (continuação) c a b
a+b
o valor numérico de –––––– .
1. c
1 1 1 RESOLUÇÃO:
a) Prove que ––– – –––––– = ––––––––
n n+1 n.(n + 1) a+b b+c a+c
–––––– = –––––– = –––––– =
c a b
b) Calcule o valor da soma (a + b) + (b + c) + (a + c) 2(a + b + c)
= –––––––––––––––––––––– = –––––––––––– = 2
1 1 1 1 1 c+a+b a+b+c
S = ––– + ––– + ––– + ––– + ––– + … +
1.2 2.3 3.4 4.5 5.6 Resposta: 2
1
+ –––––––
99.100

RESOLUÇÃO:
1 1 (n + 1) – n 1 4.
a) ––– – ––––– = ––––––––––– = –––––––––
n n+1 n.(n + 1) n.(n + 1) a) Prove ser múltiplo de 7 o número 111111
1 1 1 b) Verifique se é múltiplo de 7 o número 102010 – 1
b) ––––––––––– = ––– – –––––– ⇒
n.(n + 1) n n+1
RESOLUÇÃO:
1 1 1
–––– = ––– – ––– a) 1 1 1 1 1 1 7
1.2 1 2
41 15873
1 1 1
–––– = ––– – ––– 61
2.3 2 3
51
1 1 1 21
–––– = ––– – –––
⇒ 3.4 3 4 ⇒ 0
1 1 1
–––– = ––– – –––
4.5 4 5 b) Todo número composto de uma quantidade múltipla de seis de
⯗ algarismos 1 é múltiplo de 7, pois é da forma

1 1 1 111111 . 10 k + 111111 . 10 k–6 + 111111 . 10 k – 12 +


––––––– = –––– – –––– + … + 111111 . 10 0 com k múltiplo de 6.
99.100 99 100

1 1 99 Por exemplo, 111…1 é múltiplo de 7, pois é da forma


⇒ S = ––– – –––– ⇒ S = ––––– = 0,99 123
1 100 100 18 algarismos 1

111111 . 1012 + 111111.106 + 111111.100

Também são múltiplos de 7 todos números da forma 999...9,


com uma quantidade múltipla de seis de algarismos 9, pois é da
forma 9 x 111...1, com o algarismo 1 aparecendo uma
quantidade múltipla de seis.

a c a c a+c Desta forma, 102010 – 1 = 999…9 é múltiplo de 7, pois 2010 é


2. Demonstre que se –– = –– então –– = –– = ––––– 123
2010 algarismos 9
b d b d b+d
múltiplo de seis.
RESOLUÇÃO:
a c a b a b
–– = –– ⇔ –– = –– ⇔ –– + 1 = –– + 1 ⇔
b d c d c d

a+c b+d a+c c a c a+c


⇔ ––––– = ––––– ⇔ ––––– = –– ⇔ –– = –– = –––––
c d b+d d b d b+d

–5
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 5 2. Qual o algarismo das unidades de
1. (IME) – Um homem nascido no século XX diz a N = 13 + 23 + 33 + 43 + ... + 20103?
seguinte frase para o filho: “seu avô paterno, que nasceu
trinta anos antes de mim, tinha x anos no ano x2”. Em
consequência, conclui-se que o avô paterno nasceu no ano ■ MÓDULO 7
de:
a) 1892 b) 1898 c) 1900 d) 1936 e) 1942 1. (OBM) – Um feirante vende batatas e, para pesar,
utiliza uma balança de dois pratos, um peso de 1 kg, um
2. Se as semanas tivessem apenas quatro dias (segunda,
peso de 3 kg e um peso de 10 kg. Considere a seguinte
terça, quarta e quinta) e 1o. de maio de um certo ano é uma
afirmação: “Este feirante consegue pesar (com uma pesa-
terça-feira, que dia da semana será 1o. de janeiro do ano
gem) n quilogramas de batatas”. Quantos valores positivos
seguinte?
de n tornam essa afirmação verdadeira, supondo que ele
pode colocar pesos nos dois pratos?
■ MÓDULO 6 a) 7 b) 10 c) 12 d)13 e)14
1. (OBM) – Um serralheiro solda varetas de metal para
produzir peças iguais que serão jun-
tadas para formar o painel abaixo. O 2. Com quatro algarismos distintos a, b, c e d, é possível
desenho ao lado apresenta as me- formar 12 números de dois algarismos distintos. Se a soma
didas, em centímetros, de uma dessas desses 12 números é 429, qual o maior número possível de
peças. O serralheiro usa exatamente se formar com estes algarismos, sem repeti-los?
20 metros de vareta para fazer o seu trabalho.
a) 5431 b) 6521 c) 7321 d) 8532 e) 9310

■ MÓDULO 8
Qual dos desenhos abaixo representa o final do painel? n+1 n–1 2
1. a) Prove que –––––– – ––––– = ––––––––
n+2 n n.(n + 2)

b) Calcule a soma
1 1 1 1 1
S = –– + ––– + ––– + ––– + … + –––––
3 15 35 63 9999

a+b b+c a+c


2. Se –––––– = –––––– = –––––– , qual o valor da
a b c
a
fração ––––––––– ?
a–b+c

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 5 a 1970, o único quadrado perfeito é 1936
1) 1) Se o homem nasceu no século XX, nasceu entre (quadrado de 44), pois 432 = 1849, 442 = 1936 e
1901 e 2000. 452 = 2025.
2) Seu avô, que nasceu 30 anos antes, nasceu entre 4) Se em 1936 seu avô completou 44 anos, então
1871 e 1970. nasceu em 1936 – 44 = 1892 e, neste caso, o
3) O ano em que seu avô completou x anos é um homem nasceu em 1892 + 30 = 1922.
quadrado perfeito, pois é x2. No intervalo de 1871 Resposta: A

6–
2) De 1o. de maio de um certo ano até 1o. de janeiro do Os valores de n são: 1, 2, 3, 4, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13,
ano seguinte são transcorridos 245 dias, ou seja, 61 14 (treze valores)
semanas completas e mais um dia Resposta: D
(pois 245 = 4 x 61 + 1). Portanto, 1o. de janeiro do ano
seguinte é uma quarta feira. 2) Com os algarismos do conjunto {a, b, c, d} é possível
formar os números “ab”, “ba”, “ac”, “ca”, “ad”, “da”,
“bc”, “cb”, “bd”, “db”, “cd” e “dc”. Se todos são de
■ MÓDULO 6
dois algarismos, a.b.c.d ≠ 0. A soma desses números é
1) Para confeccionar a peça do destaque o serralheiro
“ab” + “ba” + “ac” + “ca” + “ad” + “da” + “ bc” +
utiliza 45 cm de vareta. Com 20 metros (2000 cm) o
+ “cb” + “bd” + “db” + “cd” + “dc” =
serralheiro pode confeccionar 44 peças completas e
= (10 . a + b) + (10 . b + a) + (10 . a + c) + (10 . c + a) +
ainda lhe sobram 20 cm de varetas
+ (10 . a + d) + (10 . d + a) + (10 . b + c) + (10 . c + b) +
(pois 2000 = 44 × 45 + 20) . Com os 20 cm que sobram
+ (10 . b + d) + (10 . d + b) + (10 . c + d) + (10 . d + c) =
o serralheiro pode confeccionar a peça abaixo. Desta
= 33 . (a + b + c + d) = 429 ⇔ a + b + c + d = 13
forma, o final do painel é o da alternativa B.
Sendo a, b, c e d algarismos distintos, e supondo, sem
perdas de generalidades, que a < b < c < d, podemos ter
Resposta: B (a = 1, b = 2, c = 3 e d = 7) ou (a = 1 , b = 2, c = 4 e
d = 6) ou ainda (a = 1, b = 3, c = 4 e d = 5). Assim, o
maior número possível de se formar com os algarismos
2) A soma dos algarismos de cada uma das sequências a, b, c e d é 7321.
abaixo Resposta: B
13 + 23 + 33 + 43 + 53 + 63 + 73 + 83 + 93 + 103
113 + 123 + 133 + 143 + 153 + 163 + 173 + 183 + 193 + 203 ■ MÓDULO 8
213 + 223 + 233 + 243 + 253 + 263 + 273 + 283 + 293 + 303 n+1 n–1
1) a) –––––– – –––––– =
.............................................................................................. n+2 n
..............................................................................................
(n + 1) . n – (n – 1) . (n + 2)
20013 + 20023 + 20033 + 20043 + 20053 + 20063 + = –––––––––––––––––––––––– =
n . (n + 1)
+ 20073 + 20083 + 20093 + 20103
(n2 + n) – (n2 + 2n – n – 2) 2
= –––––––––––––––––––––––– = –––––––––
é 1 + 8 + 7 + 4 + 5 + 6 + 3 + 2 + 9 + 0 = 45 n . (n + 2) n.(n + 2)
O valor de N é a soma dessas 201 sequências e a soma
b) Pela igualdade do item (a) temos:
dos algarismos das unidades é 201 × 45 = 9045. Desta
forma, o algarismo das unidades de N é 5. 2 0 2 2
–– – –– = ––– = ––
3 1 1.3 3
■ MÓDULO 7 4 2 2 2
–– – –– = ––– = –––
5 3 3.5 15
1)
6 4 2 2
a) Usando 1 peso, temos 3 possibilidades: 1, 3 e 10; –– – –– = ––– = –––
b) Colocando dois pesos num único prato, temos as 7 5 5.7 35 ⇔
seguintes possibilidades: 8 6 2 2
–– – –– = ––– = –––
1 + 3 = 4; 1 + 10 = 11; 3 + 10 = 13; 9 7 7.9 63
c) Colocando três pesos num prato, pesamos ⯗
1 + 3 + 10 = 14;
100 98 2 2
d) Colocando um peso em cada prato temos: –––– – ––– = ––––––– = –––––
3 – 1 = 2; 10 – 1 = 9; 10 – 3 = 7; 101 99 99.101 9999
e) Colocando dois pesos num prato e um peso no outro,
100 0 2 2 2 2 2
temos: ⇔ –––– – –– = –– + ––– + ––– + ––– + … + ––––– ⇔
10 – (1 + 3) = 6; (10 + 1) – 3 = 8; (10 + 3) – 1 = 12 101 1 3 15 35 63 9999

–7
100 50
⇔ –––– = 2 . S ⇔ S = ––––
101 101

50
Respostas: a) Demonstração b) S = ––––
101

a+b b+c a+c


2) –––––– = –––––– = –––––– ⇔
a b c

a+b b+c a+c (a + b) + (b + c) + (a + c) 2.(a + b + c)


––––– = ––––– = ––––– = ––––––––––––––––––––––– = –––––––––––– = 2
a b c a+b+c a+b+c
2.a a
⇔ ⇔ ––––––––– = 2 ⇔ ––––––––– = 1
a+b b+c a+c (a + b) – (b + c) + (a + c) 2.a a–b+c a–b+c
––––– = ––––– = ––––– = ––––––––––––––––––––––– = –––––––––
a b c a–b+c a–b+c

Resposta: 1

8–
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA

MÓDULO 9
Conjuntos

1. (ITA) – Considere as seguintes afirmações sobre o


conjunto U = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}:
I. Ø ∈ U e n(U) = 10. II. Ø  U e n(U) = 10.
III. 5 ∈ U e {5}  U. IV. {0,1,2,5}  {5} = 5.
Pode-se dizer, então, que é (são) verdadeira(s)
a) apenas I e III. b) apenas II e IV.
c) apenas II e III. d) apenas IV. 3. (ITA) – Denotemos por n(X) o número de elementos de
e) todas as afirmações. um conjunto finito X. Sejam A, B e C conjuntos tais que
n(A  B) = 8, n(A  C) = 9, n(B  C) = 10,
n(A  B  C) = 11 e n(A  B  C) = 2.
Então, n (A) + n (B) + n (C) é igual a
a) 11 b) 14 c) 15 d) 18 e) 25

2. (ITA-adaptado) – Considere os conjuntos


S = {0, 2, 4, 6}, T = {1, 3, 5} e U = {0,1} e as afirmações:
I. {0} ∈ S e S  U ≠ Ø.
II. {2}  S\U e S  T  U = {0,1}.
Julgue-as se são verdadeiras ou falsas.

–1
4. (ITA) – Sejam A um conjunto com 8 elementos e B um
conjunto tal que A  B contenha 12 elementos.
Então, o número de elementos de P(B \ A)  P (Ø) é igual
a
a) 8 b) 16 c) 20 d) 17 e) 9

Obs.: Na notação usada pelo exame do Ita tem-se


B\A=B–A

MÓDULO 10
Conjuntos
1. (ITA) – Sejam A, B e C subconjuntos do conjunto dos
números reais. Então, podemos afirmar que:
a) (A  B)C = AC  BC
b) (A  B)C = AC  BC
c) Se A  B, então AC  BC
d) (A  B)  CC = (AC  C)C  (BC  C)C
e) A  (B  C)C = (A  BC)  (A  CC)
Nota: AC significa o complementar de A no conjunto dos
reais.
5. Conforme pesquisa realizada com 18.000 pessoas de
uma comunidade, sabe-se que:
a) 8.000 são homens;
b) 9.000 são gordos;
c) 13.000 são estudantes;
d) 1.500 são magros e não estudam;
e) 4.000 são homens magros;
f) 2.000 são homens e não estudam;
g) 500 homens magros não estudam.
Quantas mulheres gordas estudam?

2–
2. Assinale a alternativa falsa, quaisquer que sejam os 3. Considerando A, B e X subconjunto de S tais que
conjuntos A, B e C. ⲩS ((A – B)  (B – A)) = ⲩS (A  B )  X, pode-se
a) A  (B – C) = (A  B) – (A  C) afirmar que:
b) A  (B ∆ C) = (A  B) ∆ (A  C), onde X ∆ Y, a) X = A – B b) X = A  B c) X = A  B
chamado “diferença simétrica entre os conjuntos d) X  (A  B) e) (A  B)  X
X e Y”, significa (X – Y)  (Y – X).
c) A – (B – C) = (A – B)  (A  B  C)
d) ⲩ AB
C
= ⲩCA  ⲩCB

e) uma das anteriores é falsa.

4. Sejam A e B subconjuntos do conjunto universo


U = {a, b, c, d, e, f, g, h}. Sabendo que (BC  A)C =
= {f, g, h}, BC  A = {a,b} e AC \B = {d,e}, então,
n(P(A  B)) é igual a
a) 0. b) 1. c) 2. d) 4. e) 8.

–3
MÓDULO 11
Conjuntos
1. (ITA) – Seja U um conjunto não-vazio com n
elementos, n ≥ 1. Seja S um subconjunto de P(U) com a
seguinte propriedade:
Se A, B ∈ S, então A  B ou B  A.
Então, o número máximo de elementos que S pode ter é
a) 2n–1
b) n/2, se n for par, e (n + 1)/2, se n for ímpar
c) n + 1 d) 2n – 1 e) 2n–1 + 1

3. (ITA) – Considere as afirmações abaixo relativas a


conjuntos A, B e C quaisquer:
I. A negação de x ∈ A  B é: x ∉ A ou x ∉ B.
II. A  (B  C) = (A  B)  (A  C).
III. (A\B)  (B\A) = (A  B)\(A  B).
Destas, é (são) falsa(s)
a) apenas I. b) apenas II. c) apenas III.
d) apenas I e III. e) nenhuma.

2. (ITA) – Se A, B, C forem conjuntos tais que


n(A  B) = 23, n(B – A) = 12, n(C – A) = 10,
n(B  C) = 6 e n(A  B  C) = 4, então n(A), n(A  C),
n(A  B  C), nesta ordem,
a) formam uma progressão aritmética de razão 6.
b) formam uma progressão aritmética de razão 2.
c) formam uma progressão aritmética de razão 8, cujo
primeiro termo é 11.
d) formam uma progressão aritmética de razão 10, cujo
último termo é 31.
e) não formam uma progressão aritmética.

4–
4. (ITA) – Sejam A, B e C conjuntos tais que C  B, 5. (ITA) – Seja A um conjunto não-vazio.
n(B\C) = 3n(B  C) = 6n(A  B), n(A  B) = 22 e a) Se n(A) = m, calcule n(P(A)) em termos de m.
(n(C), n(A), n(B)) é uma progressão geométrica de razão b) Denotando P1(A) = P(A) e Pk+1(A) = P(Pk(A)), para
r > 0. todo número natural k ≥ 1, determine o menor k, tal que
a) Determine n(C). n(Pk(A)) ≥ 65000, sabendo que n(A) = 2.
b) Determine n(P(B\C)).

MÓDULO 12
Conjuntos

1. (ITA) – Sejam A e B subconjuntos finitos de um mes-


mo conjunto X, tais que n(B\A), n(A\B) e n(A  B)
formam, nesta ordem, uma progressão aritmética de razão
r > 0. Sabendo que n(B\A) = 4 e n(A U B) + r = 64, então,
n(A\B) é igual a
a) 12 b) 17 c) 20 d) 22 e) 24

–5
2. (ITA) – Seja A um conjunto com 14 elementos e B um
subconjunto de A com 6 elementos. O número de
subconjuntos de A com um número de elementos menor
ou igual a 6 e disjuntos de B é
a) 28 – 9 b) 28 – 1 c) 28 – 26
14
d) 2 – 2 8 e) 28

4. Mostre que quaisquer que sejam os conjuntos A, B e


C, tem-se (A – B) × C = (A × C) – (B × C)

3. (ITA) – Sejam X, Y, Z, W subconjuntos de ⺞ tais que


(X – Y)  Z = {1, 2, 3, 4}, Y = {5, 6},
Z  Y = Ø, W  (X – Z) = {7, 8} , X  W  Z = {2, 4}.
Então, o conjunto [X  (Z  W)] – [W  (Y  Z)] é
igual a
a) {1, 2, 3, 4, 5} b) {1, 2, 3, 4, 7} c) {1, 3, 7, 8}
d) {1, 3} e) {7, 8}

6–
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 9 a) ⲩSA  B  C = (B  C) – A
1. Seja A o conjunto de todos os conjuntos X tais que b) A  ⲩSB  ⲩSC = A – (B  C)
{1; 3}  X  {1; 2; 3; 4}, e B o conjunto dos divisores c) ⲩS (A  B) = ⲩSA  ⲩSB
naturais de 6. Determine o número de subconjuntos de d) (A – B)  (B – C)  (C – A) = Ø
A X B. e) ∃ A, B e C tais que A  B  C = Ø e A  (B  C) ≠ Ø

2. (ITA) – Sejam F e G dois subconjuntos não-vazios de ■ MÓDULO 11


⺢. Assinale a alternativa correta. 1. Um determinado produto vende-se líquido ou em pó.
a) Se F  G e G ≠ F, então necessariamente F = F  G. Uma sondagem mostrou os seguintes resultados:
b) Se F  G é o conjunto vazio, então necessariamente – Um terço das pessoas interrogadas não utilizam o pó;
F  G = ⺢. – Dois sétimos das pessoas interrogadas não utilizam o
c) Se F  G e G  F, então F  G = F  G. líquido;
d) Se F  G = F, então necessariamente G  F. – 427 pessoas utilizam o líquido e o pó;
e) Se F  G e G ≠ ⺢, então {F  G)  G = ⺢. – Um quinto das pessoas interrogadas não utilizam o
produto.
3. (ITA) – Sejam U um conjunto não-vazio e A  U; Quantas pessoas foram interrogadas nesta sondagem?
B  U. Usando apenas as definições de igualdade, reu- (100 jogos numéricos – Pierre Berloquin)
nião, intersecção e complementar, prove que:
I. Se A  B = Ø, então B  AC.
2. (ITA) – Seja X um conjunto não-vazio e sejam A e B
II. B \ AC = B  A.
dois subconjuntos de X. Definimos AC = {x ∈ X tal que
x ∉ A} e A – B = { x ∈ A tal que x ∉ B}. Dadas as
■ MÓDULO 10
sentenças
1. (ITA) – Sejam A, B e C subconjuntos de ⺢, não-
1. A  B = ø ⇔ A  BC ⇔ B  AC, onde “ ⇔ ” significa
vazios, e A – B = {p ∈ ⺢; p ∈ A e p ∉ B}. Dadas as
“equivalente” e ø representa o conjunto vazio;
igualdades:
1. (A – B) X C = (A X C) – (B X C) 2. Se X = |R; A = {x ∈ |R tal que x3 – 1 = 0};
2. (A – B) X C = (A X B) – (B X C) B = {x ∈ |R tal que x2 – 1 = 0} e C = {x ∈ |R tal que
3. (A  B) – A ≠ (B  A) – B x – 1 = 0}, então A = C = B
4. A – (B  C) = ( A – B)  (A – C) 3. A – Ø = A e A – B = A – ( A  B)
5. (A – B)  (B – C) = (A – C)  (A – B) 4. A – B ≠ A  BC
podemos garantir que: podemos afirmar que está(estão) correta(s):
a) 2 e 4 são verdadeiras b) 1 e 5 são verdadeiras a) as sentenças 1 e 3
c) 3 e 4 são verdadeiras d) 1 e 4 são verdadeiras b) as sentenças 1, 2 e 4
e) 1 e 3 são verdadeiras c) as sentenças 3 e 4
d) as sentenças 2, 3 e 4
2. (ITA) – Sejam A e B subconjuntos não-vazios de ⺢, e) apenas a sentença 2.
e considere as seguintes afirmações:
I. (A – B)C  (B  AC)C = Ø ■ MÓDULO 12
II. (A – BC)C = B – AC
III. [(AC – B)  (B – A)]C = A 1. Sejam X, Y e Z subconjuntos próprios de ⺢, não-
Sobre essas afirmações, podemos garantir que:
vazios. Com respeito às afirmações:
a) apenas a afirmação (I) é verdadeira.
(I) X  {[Y  (X  Y)c]  [X  (Xc  Yc)c]} = X.
b) apenas a afirmação (II) é verdadeira.
c) apenas a afirmação (III) é verdadeira. (II) Se Z  X, então (Z  Y)  [X  (Zc  Y)] = X  Y.
d) todas as afirmações são verdadeiras. (III) Se (X  Y)c  Z, então Zc  X.
e) apenas as afirmações (I) e (III) são verdadeiras. temos que:
a) apenas (I) é verdadeira.
3. Sendo A, B e C subconjuntos de um conjunto S, a b) apenas (I) e (II) são verdadeiras.
afirmação nem sempre verdadeira é: c) apenas (I) e (III) são verdadeiras.

7– –7
d) apenas (II) e (III) são verdadeiras. III. Se (E × G)  (F × H) = (F × H), então
e) todas são verdadeiras. (E × G)  (F × H)
Então:
2. (ITA) – Sejam E, F, G e H subconjuntos não-vazios a) apenas a afirmação (I) é verdadeira.
de ⺢. Considere as afirmações: b) apenas a afirmação (II) é verdadeira.
I. Se (E × G)  (F × H), então E  F e G  H. c) apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras.
II. Se (E × G)  (F × H), então d) apenas as afirmações (I) e (II) são verdadeiras.
(E × G)  (F × H) = F × H. e) todas as afirmações são verdadeiras.

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 9 3) Falsa, pois
X = {1; 3}

1) {1; 3}  X  {1; 2; 3; 4} ⇒

Assim:
{ X = {1; 3; 2}
X = {1; 3; 4}
X = {1; 2; 3; 4}
(A  B) – A = Ø
(B  A) – B = Ø

4) Verdadeira, pois
} ⇒ (A  B) – A = (B  A) – B

x∈A
A = {{1; 3}, {1; 2; 3}, {1; 3; 4}, {1; 2; 3; 4}} e
n(A) = 4
∀x ∈ A – (B  C) ⇔ { e
x ∉ (B  C)

x∈A x∈A ex∉B


B = {1; 2; 3; 6} e n(B) = 4
n(A X B) = n(A) . n(B) = 16 e n[P(A X B)] = 216
Resposta: 216 subconjuntos

{ e
x ∉ B ou x ∉ C

{ ou
x∈ Aex∉C

x ∈ (A – B)
2) F  G e G  F ⇒ F = G ⇒ F  G = F  G
Resposta: C

{ ou
x ∈ (A – C)
⇔ x ∈ (A – B)  (A – C)

3) 1) Para A  B = Ø: (x ∈ B ⇒ x ∉ A, ∀ x) ⇒ 5) Falsa, pois


(x ∈ B ⇒ x ∈ AC, ∀ x) ⇒ B  AC I) (A – B)  (B – C) = Ø, visto que
2) x ∈ B \ AC, ∀ x ⇔ (x ∈ B e x ∉ AC), ∀ x ⇔ ∀ x ∈ (A – B) ⇒ x ∉ B ⇒ x ∉ (B – C)
⇔ (x ∈ B e x ∈ A), ∀ x ⇔
II) (A – C)  (A – B) não é necessariamente
⇔ (x ∈ A  B), ∀ x ⇔ B \ AC = A  B
vazio, como no caso A = {1, 2, 3};
Resposta: Demonstrações
B = {3, 4}; C = {2, 5} e
■ MÓDULO 10 (A – C)  (A – B) = {1} ≠ Ø
Resposta: D
1) 1) Verdadeira, pois
x ∈(A – B)
∀(x; y) ∈ (A – B) X C ⇔
{ e
y∈C

2) I) Verdadeira, pois (A – B)C  (B  AC)C =
x ∈A e x ∉ B x ∈A e y ∈ C = [(A – B)  (B  AC)]C =

{ e
y∈C

{ e
y∉B e y∈C
= [(A  B)  AC] = [IR]C = Ø
II) Falsa, pois
(x; y) ∈ (A x C)

{ e
(x; y) ∉ (B x C)
⇔ (x; y) ∈ (A X C) – (B X C) A – BC = A  B
B – AC = A  B
} ⇒

logo (A – B) X C = (A X C) – (B X C) ⇒ (A – BC)C = (A  B)C ≠ (A  B) = B – AC

2) Falsa, conforme caso anterior III) Falsa, pois

8–
[(AC – B)  (B – A)]C = [Ø]C = IR e pode-se (x ∈ A ⇒ x ∉ B) ⇔ A  BC
ter A ≠ ⺢
Resposta: A
2) 1) A  B = Ø ⇔
{ e
(x ∈ B ⇒ x ∉ A) ⇔ B  AC

2) A = {x ∈ ⺢  x3 – 1 = 0} = {1}
3) a) Verdadeira
ⲩsA  B  C = (B  C)  ⲩsA = (B  C) – A
B = {x ∈ ⺢  x2 – 1 = 0} = {– 1; + 1}
C = {x ∈ ⺢  x – 1 = 0} = {1}
b) Verdadeira
A=C  B
A  ⲩs B  ⲩs C = A  (B  C)C = A – (B  C) 3) A – Ø = A
c) Verdadeira ∀x ∈ (A – B) ⇔ x ∈ A e x ∉ B ⇔
ⲩs (A  B) = ⲩsA  ⲩs B ⇔ x ∈ A e x ∉ (A  B) ⇔ ⇔ x ∈ (A – (A  B))
e, portanto, A – B = A – (A  B)
d) Falsa, pois se
4) ∀x ∈ (A – B) ⇔ x ∈ A e x ∉ B ⇔
A = {1; 2}, B = {2; 3} e C = {1; 3}
tem-se (A – B)  (B – C)  (C – A) = ⇔ x ∈ A e x ∈ BC ⇔
= {1}  {2}  {3} = {1; 2; 3} ≠ Ø ⇔ x ∈ (A  BC) e portanto A – B = A  BC
Resposta: A
e) Verdadeira, pois se
A = {1; 2}, B = {2; 3} e C = {1; 3} ■ MÓDULO 12
tem-se A  B  C = Ø e
A  (B  C) = {1; 2} ≠ Ø 1) I) Verdadeira, pois
X  { [ Y  (X  Y)c]  [X  (Xc  Yc)c]} =
■ MÓDULO 11
= X  {[ Ø ]  [X  ((X  Y)c)c]} =
1) Conforme o enunciado, temos o seguinte diagra- = X  { [Ø ]  [X  (X  Y)]} = X  (X  Y) = X
ma: II) Verdadeira, pois (Z  Y)  [X  (Zc  Y)] =
= (Z  Y)  [(X  Zc)  (X  Y)]
Se Z  X, então (Z  Y)  [(X  Zc)  (X  Y)] =
= (Z  Y)  (⺢  (X  Y)] =
= (Z  Y)  (X  Y) = X  Y
III) Falsa, pois se X = {1}, Y = {2} e Z = ⺢ – {1; 2}
por exemplo, temos
1 (X  Y)c = {1; 2}c = ⺢ – {1; 2} = Z  Z e
x + y = ––– (x + y + z + 427)
3 Zc = {1; 2}  {1} = X
2 Resposta: B
y + z = ––– (x + y + z + 427) ⇒
7
1 2) I) Verdadeira, pois
y = ––– (x + y + z + 427)
5 (E × G)  (F × H) ⇒ ((x, y) ∈ (E × G) ⇒
⇒ (x, y) ∈ (F × H), ∀ (x, y) ) ⇒
1 2 1
⇒x+y+z=  –––
3
+ ––– – –––  (x + y + z + 427) ⇔
7 5 ⇒
x∈E x∈F
 y ∈ G ⇒  y ∈ H 
, ∀x, ∀y ⇒
44 ⇒ ( E  F e G  H)
⇔ (x + y + z) = –––– (x + y + z + 427) ⇔
105 II) Verdadeira, pois se A  B, então A  B = B,
⇔ 105(x + y + z) = 44 (x + y + z + 427) ⇔ ∀A,B
⇔ 61(x + y + z) = 44 . 427 ⇒ x + y + z = 44 . 7 = 308 III) Verdadeira, pois se A  B = B, então
Assim, o total de pessoas pesquisadas é A  B, ∀A,B
427 + 308 = 735 Resposta: E

–9
10 –
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA

MÓDULO 9
Conjuntos

1. (ITA) – Considere as seguintes afirmações sobre o


conjunto U = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}:
I. Ø ∈ U e n(U) = 10. II. Ø  U e n(U) = 10.
III. 5 ∈ U e {5}  U. IV. {0,1,2,5}  {5} = 5.
Pode-se dizer, então, que é (são) verdadeira(s)
a) apenas I e III. b) apenas II e IV.
c) apenas II e III. d) apenas IV. 3. (ITA) – Denotemos por n(X) o número de elementos de
e) todas as afirmações. um conjunto finito X. Sejam A, B e C conjuntos tais que
n(A  B) = 8, n(A  C) = 9, n(B  C) = 10,
RESOLUÇÃO: n(A  B  C) = 11 e n(A  B  C) = 2.
Observe que: Então, n (A) + n (B) + n (C) é igual a
1) Ø  U, mas Ø ∉ U
a) 11 b) 14 c) 15 d) 18 e) 25
2) n (U) = 10
3) 5 ∈ U ⇒ {5}  U RESOLUÇÃO:
4) {0; 1; 2; 5}  {5} = {5}
Assim sendo, I e IV são falsas e II e III são verdadeiras.
Resposta: C

1 + x + 2 + y + 2 + z + 3 = 11 ⇒ x + y + z = 3
n(A) + n(B) + n(C) = 1 + x + 2 + y + 2 + x + 2 + z + 3 + y +
+ 2 + z = 12 + 2 (x + y + z) = 12 + 2 . 3 = 18
Resposta: D

2. (ITA-adaptado) – Considere os conjuntos


S = {0, 2, 4, 6}, T = {1, 3, 5} e U = {0,1} e as afirmações:
I. {0} ∈ S e S  U ≠ Ø.
II. {2}  S\U e S  T  U = {0,1}.
Julgue-as se são verdadeiras ou falsas.

RESOLUÇÃO:
Se S = {0; 2; 4; 6}, T = {1; 3; 5} e U = {0; 1}, então
I) é falsa, pois 0 ∈ S, mas {0} ∉ S e S  U = {0} ≠ Ø
II) é falsa, pois S \ U = S – U = {2; 4; 6} e {2}  S\U, mas
STU=Ø

–1
4. (ITA) – Sejam A um conjunto com 8 elementos e B um
conjunto tal que A  B contenha 12 elementos.
Então, o número de elementos de P(B \ A)  P (Ø) é igual
a
a) 8 b) 16 c) 20 d) 17 e) 9

Obs.: Na notação usada pelo exame do Ita tem-se


B\A=B–A

RESOLUÇÃO:
1) Para quaisquer conjuntos A e B tem-se Ø ∈ P (B \ A) ⇒
⇒ {Ø}  P (B \ A) ⇒ P (Ø)  P (B \ A) ⇒
⇒ P (B \ A)  P (Ø) = P (B \ A) ⇒
⇒ n [ P (B \ A)  P (Ø)] = n [ P (B \ A) ]
2) n (B \ A) = n ( B – A ) = n [ (A  B) ] – n [ A ] = 12 – 8 = 4
e portanto n [ P (B \ A) ] = 24 = 16
3) Dos itens (1) e (2) conclui-se que n [ P (B \ A)  P (Ø) ] = 16 MÓDULO 10
Resposta: B
Conjuntos
1. (ITA) – Sejam A, B e C subconjuntos do conjunto dos
números reais. Então, podemos afirmar que:
a) (A  B)C = AC  BC
b) (A  B)C = AC  BC
c) Se A  B, então AC  BC
d) (A  B)  CC = (AC  C)C  (BC  C)C
e) A  (B  C)C = (A  BC)  (A  CC)
Nota: AC significa o complementar de A no conjunto dos
reais.

RESOLUÇÃO:
a) (A  B)C = AC  BC
b) (A  B)C = AC  BC
5. Conforme pesquisa realizada com 18.000 pessoas de c) A  B ⇔ (∀x ∈ A ⇒ x ∈ B) ⇔
uma comunidade, sabe-se que: ⇔ (x ∉ B ⇒ x ∉ A) ⇔ (x ∈ BC ⇒ x ∈ AC) ⇔ BC  AC
a) 8.000 são homens; d) (A  B)  CC = (A  CC)  (B  CC) =
b) 9.000 são gordos; = ((AC)C  CC)  ((BC)C  CC) = (AC  C)C  (BC  C)C
c) 13.000 são estudantes; e) A  (B  C)C = A  (BC  CC) = (A  BC)  (A  CC)
d) 1.500 são magros e não estudam; Resposta: E
e) 4.000 são homens magros;
f) 2.000 são homens e não estudam;
g) 500 homens magros não estudam.
Quantas mulheres gordas estudam?

RESOLUÇÃO:
Conforme os dados do exercício, tem-se
GORDOS MAGROS

HOMENS 1500 500


2500 3500

3000 4000
MULHERES 2000 1000

conjunto dos estudantes

portanto 3000 são mulheres gordas estudantes.


Resposta: 3000 mulheres

2–
2. Assinale a alternativa falsa, quaisquer que sejam os 3. Considerando A, B e X subconjunto de S tais que
conjuntos A, B e C. ⲩS ((A – B)  (B – A)) = ⲩS (A  B )  X, pode-se
a) A  (B – C) = (A  B) – (A  C) afirmar que:
b) A  (B ∆ C) = (A  B) ∆ (A  C), onde X ∆ Y, a) X = A – B b) X = A  B c) X = A  B
chamado “diferença simétrica entre os conjuntos d) X  (A  B) e) (A  B)  X
X e Y”, significa (X – Y)  (Y – X).
c) A – (B – C) = (A – B)  (A  B  C) RESOLUÇÃO:

d) ⲩ AB = ⲩCA  ⲩCB ⲩS ((A – B)  (B – A)) = ⲩS (A  B )  (A  B)


}
C

ⲩS ((A – B)  (B – A)) = ⲩS (A  B )  X
e) uma das anteriores é falsa. ⇒ (A  B)  X, pois X pode conter elementos de ⲩS(A  B)
Resposta: E
RESOLUÇÃO:
a) Verdadeiro, pois para ∀x, x ∈ A  (B – C) ⇔
⇔ x ∈ A e x ∈ (B – C) ⇔ x ∈ A, x ∈ B e x ∉ C ⇔
⇔ x ∈ (A  B) e x ∉ (A  C) ⇔ x ∈ [(A  B) – (A  C)].
b) Verdadeiro, pois A  (B ∆ C) = A  [(B – C)  (C – B)] =
= [A  (B – C)]  [A  (C – B)] =
= [(A  B) – (A  C)]  [(A  C) – (A  B)] =
= (A  B) ∆ (A  C)
c) Verdadeiro, pois para ∀x
x ∈ [A – (B – C)] ⇔ x ∈ A e x ∉ (B – C) ⇔
⇔ (x ∈ A e x ∉ B) ou (x ∈ A, x ∈ B e x ∈ C) ⇔ 4. Sejam A e B subconjuntos do conjunto universo
⇔ x ∈ (A – B) ou x ∈ (A  B  C) ⇔ U = {a, b, c, d, e, f, g, h}. Sabendo que (BC  A)C =
⇔ x ∈ [(A – B)  (A  B  C)] = {f, g, h}, BC  A = {a,b} e AC \B = {d,e}, então,
d) Verdadeiro, pois para ∀x n(P(A  B)) é igual a
x ∈ ⲩ (AB)
C
⇔ x ∈ (A  B) e x ∉ C ⇔ a) 0. b) 1. c) 2. d) 4. e) 8.
⇔ (x ∈ A ou x ∈ B) e x ∉ C ⇔
⇔ (x ∈ A e x ∉ C) ou (x ∈ B e x ∉ C) ⇔ RESOLUÇÃO:

⇔ x ∈ ⲩ CA ou x ∈ ⲩ CB ⇔ x ∈ ⲩ   ⲩ 
C
A
C
B
1) (BC  A)C = {f; g; h} ⇔ (BC)C  AC = {f; g; h} ⇔
⇔ B  AC = {f; g; h} ⇔ B\A = {f; g; h}
e) Falsa, pois todas as anteriores são verdadeiras.
2) BC  A = {a; b} ⇔ A\B = {a; b}
Resposta: E 3) AC \B = {d; e} ⇔ U\(A  B) = {d; e}
De (1), (2) e (3), temos o diagrama

Logo, A  B = {c} e P(A  B) = {Ø, {c}}


Resposta: C

–3
1) n(A ∪ B) = x + y + z + 4 + 10 + 2 = 23 ⇔ x + y + z = 7
MÓDULO 11 2) n(A) = x + y + z + 4 = 7 + 4 = 11
3) n(A ∪ C) = x + y + z + 4 + 2 + 8 = 7 + 14 = 21
Conjuntos 4) n(A ∪ B ∪ C) = x + y + z + 4 + 10 + 2 + 8 = 7 + 24 = 31
Assim: (11; 21; 31) é uma P.A. de razão 10, cujo último termo é 31.
Resposta: D
1. (ITA) – Seja U um conjunto não-vazio com n
elementos, n ≥ 1. Seja S um subconjunto de P(U) com a
seguinte propriedade:
Se A, B ∈ S, então A  B ou B  A.
Então, o número máximo de elementos que S pode ter é
a) 2n–1
b) n/2, se n for par, e (n + 1)/2, se n for ímpar
c) n + 1 d) 2n – 1 e) 2n–1 + 1

RESOLUÇÃO:
1) Se S  P(U), qualquer elemento Xi ∈ S é subconjunto de U.
2) Se Xi ≠ Ø for o elemento de S com menor número de elementos, 3. (ITA) – Considere as afirmações abaixo relativas a
qualquer outro elemento de S deverá conter Xi. conjuntos A, B e C quaisquer:
3) Assim, o conjunto S terá o maior número de elementos quando
for do tipo S = {Ø, {a1}, {a1; a2}, {a1; a2; a3}, …,{a1; a2; I. A negação de x ∈ A  B é: x ∉ A ou x ∉ B.
a3; …;an}}, em que {a1; a2; …; an} = U II. A  (B  C) = (A  B)  (A  C).
Desta forma, S possui um máximo de n + 1 elementos. III. (A\B)  (B\A) = (A  B)\(A  B).
Resposta: C Destas, é (são) falsa(s)
a) apenas I. b) apenas II. c) apenas III.
d) apenas I e III. e) nenhuma.

RESOLUÇÃO:
As demonstrações são imediatas para os casos em que um dos
conjuntos, A, B ou C, for vazio. As demonstrações seguintes são
para os casos em que nenhum deles é vazio.
I. Verdadeira, pois x ∈ A  B ⇔ x ∈ A e x ∈ B
2. (ITA) – Se A, B, C forem conjuntos tais que
A negação de (x ∈ A e x ∈ B) é (x ∉ A ou x ∉ B).
n(A  B) = 23, n(B – A) = 12, n(C – A) = 10,
n(B  C) = 6 e n(A  B  C) = 4, então n(A), n(A  C), II. Verdadeira, pois para qualquer elemento x:
n(A  B  C), nesta ordem,
x ∈ A (B  C) ⇔ x ∈ A e x ∈ (B  C) ⇔
a) formam uma progressão aritmética de razão 6.
⇔ (x ∈ A e x ∈ B) ou (x ∈ A e x ∈ C) ⇔
b) formam uma progressão aritmética de razão 2.
c) formam uma progressão aritmética de razão 8, cujo ⇔ x ∈ (A  B) ou x ∈ (A  C) ⇔
primeiro termo é 11. ⇔ x ∈ (A  B)  (A  C)
d) formam uma progressão aritmética de razão 10, cujo
III. Verdadeira, pois
último termo é 31.
e) não formam uma progressão aritmética. x ∈ (A \ B)  (B \ A) ⇔ x ∈ (A\ B) ou x ∈ (B\ A) ⇔
x ∈ A e x ∉ B ⇔ x ∈ (A B) e x ∉ (A  B)
RESOLUÇÃO:
As informações apresentadas permitem construir o diagrama de
Venn-Euler seguinte:

 ou
x ∈ B e x ∉ A ⇔ x ∈ (A B) e x ∉ (A  B)

⇔ x ∈ (A B) \ (A  B)
Resposta: E

4–
4. (ITA) – Sejam A, B e C conjuntos tais que C  B, 5. (ITA) – Seja A um conjunto não-vazio.
n(B\C) = 3n(B  C) = 6n(A  B), n(A  B) = 22 e a) Se n(A) = m, calcule n(P(A)) em termos de m.
(n(C), n(A), n(B)) é uma progressão geométrica de razão b) Denotando P1(A) = P(A) e Pk+1(A) = P(Pk(A)), para
r > 0. todo número natural k ≥ 1, determine o menor k, tal que
a) Determine n(C). n(Pk(A)) ≥ 65000, sabendo que n(A) = 2.
b) Determine n(P(B\C)).
RESOLUÇÃO:
a) Se n(A) = m, então:
RESOLUÇÃO: m m
Seja n(C) = x n(P(A)) = Σ Cm; p = Σ
p =0 ( mp ) =
p =0
1) C  B ⇔ B  C = C ⇒ n(B  C) = n(C) = x
m m m
= ( 0 ) + ( 1 ) +…+ ( m ) = 2 m
2) n (B \ C) = 3n(B  C) ⇔
⇔ n[B – (B  C)] = 3n(B  C) ⇔ n[B – C] =
= 3n(C) ⇔ n(B) – n(C) = 3n(C) ⇔ Atenção professor: No início do curso apenas comente esta
demonstração. Não se deve fazê-la pois admite-se que o aluno
n(B) = 4n(C) = 4x , pois C  B ainda não conheça combinação simples.

3) Se (n(C), n(A), n(B)) é uma progressão geométrica, então b) Se Pk+1(A) = P(Pk(A)) e P1(A) = P(A), então:
k
n (Pk+1(A)) = n [P (Pk(A))] = 2n(P (A)).
[n(A)]2 = n(C) . n(B) = x . 4x ⇔
Desta forma, tem-se:
n(P1(A)) = n (P(A)) = 22 = 4, pois n(A) = 2.
⇔ n(A) = 2x , pois n(A) ≥ 0. 1
n(P2(A)) = 2n(P (A)) = 24 = 16
2
4) 3n(B  C) = 6n(A  B) ⇔ 3x = 6n(A  B) ⇔ n(P (A)) = 2 (A)) = 216 = 65536 > 65000
3 n(P

x
⇔ n(A  B) = ––– Portanto, o menor valor de k, natural, tal que
2 n(Pk(A)) ≥ 65000, é 3.
5) Desta forma, Respostas: a) 2m b) 3
n(A  B) = n(A) + n(B) – n(A  B) =

x 11x
= 2x + 4x – ––– = ––– = 22 ⇒ x = 4
2 2

Assim, n (C) = x = 4
n(B \ C) 3n(B  C) 3.x
e n(P (B \ C)) = 2 =2 =2 = 23 . 4 = 212 = 4096

Respostas: a) 4 b) 4096
MÓDULO 12
Conjuntos

1. (ITA) – Sejam A e B subconjuntos finitos de um mes-


mo conjunto X, tais que n(B\A), n(A\B) e n(A  B)
formam, nesta ordem, uma progressão aritmética de razão
r > 0. Sabendo que n(B\A) = 4 e n(A U B) + r = 64, então,
n(A\B) é igual a
a) 12 b) 17 c) 20 d) 22 e) 24

RESOLUÇÃO:
De acordo com os dados, tem-se o seguinte diagrama de Venn-
Euler:

–5
pois n(B\A), n(A\B) e n(A  B) formam, nesta ordem, uma d) As informações dos itens a, b e c permitem colocar os números
progressão aritmética de primeiro termo 4 e razão r > 0. 1, 2, 3, 4, 7 e 8 conforme o diagrama
Assim, tem-se que:
n(A  B) + r = 64 ⇔ [(4 + r) + (4 + 2r) + 4] + r = 64 ⇔
⇔ 12 + 4r = 64 ⇔ r = 13 e n(A\B) = n(A – B) = 4 + r = 4 + 13 = 17
Resposta: B

2. (ITA) – Seja A um conjunto com 14 elementos e B um Do diagrama, pode-se determinar que


X  (Z  W) = {1; 2; 3; 4; 7; 8}
subconjunto de A com 6 elementos. O número de
e) Como {2; 4}  Z e {2; 4}  W, temos que
subconjuntos de A com um número de elementos menor
{2; 4}  [W  (Y  Z)]
ou igual a 6 e disjuntos de B é Como 1 ∉ W e 3 ∉ W, temos que
a) 28 – 9 b) 28 – 1 c) 28 – 26 1 ∉ [W  (Y  Z)] e 3 ∉ [W  (Y  Z)]
14
d) 2 – 2 8 e) 28
Como 7 ∉ Z e 8 ∉ Z, temos que
7 ∉ [W  (Y  Z)] e 8 ∉ [W  (Y  Z)]
RESOLUÇÃO: f) [X  (Z  W)] – [W  (Y  Z)] =
Os subconjuntos de A que são disjuntos de B são subconjuntos de = {1; 2; 3; 4; 7; 8} – [W  (Y  Z)] = {1; 3; 7; 8}
(A – B). Como B  A, Resposta: C
n(A – B) = n(A) – n(A  B) = n(A) – n(B) = 14 – 6 = 8.
O conjunto A – B possui 28 – 9 subconjuntos, pois

C8;0 + C8;1 + … + C8;6 =


 80  +  81  +…+
 86  =
= 28 –
 88  –  87  = 28 – 1 – 8 = 28 – 9

Resposta: A

4. Mostre que quaisquer que sejam os conjuntos A, B e


C, tem-se (A – B) × C = (A × C) – (B × C)

RESOLUÇÃO:
3. (ITA) – Sejam X, Y, Z, W subconjuntos de ⺞ tais que Seja (x; y) ∈ [(A – B) × C]
(X – Y)  Z = {1, 2, 3, 4}, Y = {5, 6}, (x;y) ∈ [(A – B) × C] ⇔ x ∈ (A – B) e y ∈ C ⇔
Z  Y = Ø, W  (X – Z) = {7, 8} , X  W  Z = {2, 4}. ⇔ x ∈ A, x ∉ B e y ∈ C ⇔ (x ∈ A e y ∈ C) e
Então, o conjunto [X  (Z  W)] – [W  (Y  Z)] é (x ∉ B e y ∈ C) ⇔ (x; y) ∈ (A × C) e (x;y) ∉ (B × C) ⇔
igual a ⇔ (x;y) ∈ [(A × C) – (B × C)]
a) {1, 2, 3, 4, 5} b) {1, 2, 3, 4, 7} c) {1, 3, 7, 8} o que demonstra a igualdade.
d) {1, 3} e) {7, 8}

RESOLUÇÃO:
Os conjuntos X, Y, Z e W não estão bem definidos pelas condições
dadas. O que se pode afirmar é o que se segue:
a) De (X – Y)  Z = {1; 2; 3; 4} e
X  W  Z = {2; 4}, temos: {1; 3}  X,
{1; 3}  Z, 1 ∉ W e 3 ∉ W
b) De W  (X – Z) = {7; 8} e X  W  Z = {2; 4}, temos:
{7; 8}  W, {7; 8}  X, 7 ∉ Z e 8 ∉ Z
c) De Y = {5; 6} e Z  Y = Ø, temos: 5 ∉ Z e 6 ∉ Z

6–
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 9 a) ⲩSA  B  C = (B  C) – A
1. Seja A o conjunto de todos os conjuntos X tais que b) A  ⲩSB  ⲩSC = A – (B  C)
{1; 3}  X  {1; 2; 3; 4}, e B o conjunto dos divisores c) ⲩS (A  B) = ⲩSA  ⲩSB
naturais de 6. Determine o número de subconjuntos de d) (A – B)  (B – C)  (C – A) = Ø
A X B. e) ∃ A, B e C tais que A  B  C = Ø e A  (B  C) ≠ Ø

2. (ITA) – Sejam F e G dois subconjuntos não-vazios de ■ MÓDULO 11


⺢. Assinale a alternativa correta. 1. Um determinado produto vende-se líquido ou em pó.
a) Se F  G e G ≠ F, então necessariamente F = F  G. Uma sondagem mostrou os seguintes resultados:
b) Se F  G é o conjunto vazio, então necessariamente – Um terço das pessoas interrogadas não utilizam o pó;
F  G = ⺢. – Dois sétimos das pessoas interrogadas não utilizam o
c) Se F  G e G  F, então F  G = F  G. líquido;
d) Se F  G = F, então necessariamente G  F. – 427 pessoas utilizam o líquido e o pó;
e) Se F  G e G ≠ ⺢, então {F  G)  G = ⺢. – Um quinto das pessoas interrogadas não utilizam o
produto.
3. (ITA) – Sejam U um conjunto não-vazio e A  U; Quantas pessoas foram interrogadas nesta sondagem?
B  U. Usando apenas as definições de igualdade, reu- (100 jogos numéricos – Pierre Berloquin)
nião, intersecção e complementar, prove que:
I. Se A  B = Ø, então B  AC.
2. (ITA) – Seja X um conjunto não-vazio e sejam A e B
II. B \ AC = B  A.
dois subconjuntos de X. Definimos AC = {x ∈ X tal que
x ∉ A} e A – B = { x ∈ A tal que x ∉ B}. Dadas as
■ MÓDULO 10
sentenças
1. (ITA) – Sejam A, B e C subconjuntos de ⺢, não-
1. A  B = ø ⇔ A  BC ⇔ B  AC, onde “ ⇔ ” significa
vazios, e A – B = {p ∈ ⺢; p ∈ A e p ∉ B}. Dadas as
“equivalente” e ø representa o conjunto vazio;
igualdades:
1. (A – B) X C = (A X C) – (B X C) 2. Se X = |R; A = {x ∈ |R tal que x3 – 1 = 0};
2. (A – B) X C = (A X B) – (B X C) B = {x ∈ |R tal que x2 – 1 = 0} e C = {x ∈ |R tal que
3. (A  B) – A ≠ (B  A) – B x – 1 = 0}, então A = C = B
4. A – (B  C) = ( A – B)  (A – C) 3. A – Ø = A e A – B = A – ( A  B)
5. (A – B)  (B – C) = (A – C)  (A – B) 4. A – B ≠ A  BC
podemos garantir que: podemos afirmar que está(estão) correta(s):
a) 2 e 4 são verdadeiras b) 1 e 5 são verdadeiras a) as sentenças 1 e 3
c) 3 e 4 são verdadeiras d) 1 e 4 são verdadeiras b) as sentenças 1, 2 e 4
e) 1 e 3 são verdadeiras c) as sentenças 3 e 4
d) as sentenças 2, 3 e 4
2. (ITA) – Sejam A e B subconjuntos não-vazios de ⺢, e) apenas a sentença 2.
e considere as seguintes afirmações:
I. (A – B)C  (B  AC)C = Ø ■ MÓDULO 12
II. (A – BC)C = B – AC
III. [(AC – B)  (B – A)]C = A 1. Sejam X, Y e Z subconjuntos próprios de ⺢, não-
Sobre essas afirmações, podemos garantir que:
vazios. Com respeito às afirmações:
a) apenas a afirmação (I) é verdadeira.
(I) X  {[Y  (X  Y)c]  [X  (Xc  Yc)c]} = X.
b) apenas a afirmação (II) é verdadeira.
c) apenas a afirmação (III) é verdadeira. (II) Se Z  X, então (Z  Y)  [X  (Zc  Y)] = X  Y.
d) todas as afirmações são verdadeiras. (III) Se (X  Y)c  Z, então Zc  X.
e) apenas as afirmações (I) e (III) são verdadeiras. temos que:
a) apenas (I) é verdadeira.
3. Sendo A, B e C subconjuntos de um conjunto S, a b) apenas (I) e (II) são verdadeiras.
afirmação nem sempre verdadeira é: c) apenas (I) e (III) são verdadeiras.

7– –7
d) apenas (II) e (III) são verdadeiras. III. Se (E × G)  (F × H) = (F × H), então
e) todas são verdadeiras. (E × G)  (F × H)
Então:
2. (ITA) – Sejam E, F, G e H subconjuntos não-vazios a) apenas a afirmação (I) é verdadeira.
de ⺢. Considere as afirmações: b) apenas a afirmação (II) é verdadeira.
I. Se (E × G)  (F × H), então E  F e G  H. c) apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras.
II. Se (E × G)  (F × H), então d) apenas as afirmações (I) e (II) são verdadeiras.
(E × G)  (F × H) = F × H. e) todas as afirmações são verdadeiras.

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 9 3) Falsa, pois
X = {1; 3}

1) {1; 3}  X  {1; 2; 3; 4} ⇒

Assim:
{ X = {1; 3; 2}
X = {1; 3; 4}
X = {1; 2; 3; 4}
(A  B) – A = Ø
(B  A) – B = Ø

4) Verdadeira, pois
} ⇒ (A  B) – A = (B  A) – B

x∈A
A = {{1; 3}, {1; 2; 3}, {1; 3; 4}, {1; 2; 3; 4}} e
n(A) = 4
∀x ∈ A – (B  C) ⇔ { e
x ∉ (B  C)

x∈A x∈A ex∉B


B = {1; 2; 3; 6} e n(B) = 4
n(A X B) = n(A) . n(B) = 16 e n[P(A X B)] = 216
Resposta: 216 subconjuntos

{ e
x ∉ B ou x ∉ C

{ ou
x∈ Aex∉C

x ∈ (A – B)
2) F  G e G  F ⇒ F = G ⇒ F  G = F  G
Resposta: C

{ ou
x ∈ (A – C)
⇔ x ∈ (A – B)  (A – C)

3) 1) Para A  B = Ø: (x ∈ B ⇒ x ∉ A, ∀ x) ⇒ 5) Falsa, pois


(x ∈ B ⇒ x ∈ AC, ∀ x) ⇒ B  AC I) (A – B)  (B – C) = Ø, visto que
2) x ∈ B \ AC, ∀ x ⇔ (x ∈ B e x ∉ AC), ∀ x ⇔ ∀ x ∈ (A – B) ⇒ x ∉ B ⇒ x ∉ (B – C)
⇔ (x ∈ B e x ∈ A), ∀ x ⇔
II) (A – C)  (A – B) não é necessariamente
⇔ (x ∈ A  B), ∀ x ⇔ B \ AC = A  B
vazio, como no caso A = {1, 2, 3};
Resposta: Demonstrações
B = {3, 4}; C = {2, 5} e
■ MÓDULO 10 (A – C)  (A – B) = {1} ≠ Ø
Resposta: D
1) 1) Verdadeira, pois
x ∈(A – B)
∀(x; y) ∈ (A – B) X C ⇔
{ e
y∈C

2) I) Verdadeira, pois (A – B)C  (B  AC)C =
x ∈A e x ∉ B x ∈A e y ∈ C = [(A – B)  (B  AC)]C =

{ e
y∈C

{ e
y∉B e y∈C
= [(A  B)  AC] = [IR]C = Ø
II) Falsa, pois
(x; y) ∈ (A x C)

{ e
(x; y) ∉ (B x C)
⇔ (x; y) ∈ (A X C) – (B X C) A – BC = A  B
B – AC = A  B
} ⇒

logo (A – B) X C = (A X C) – (B X C) ⇒ (A – BC)C = (A  B)C ≠ (A  B) = B – AC

2) Falsa, conforme caso anterior III) Falsa, pois

8–
[(AC – B)  (B – A)]C = [Ø]C = IR e pode-se (x ∈ A ⇒ x ∉ B) ⇔ A  BC
ter A ≠ ⺢
Resposta: A
2) 1) A  B = Ø ⇔
{ e
(x ∈ B ⇒ x ∉ A) ⇔ B  AC

2) A = {x ∈ ⺢ 兩 x3 – 1 = 0} = {1}
3) a) Verdadeira
ⲩsA  B  C = (B  C)  ⲩsA = (B  C) – A
B = {x ∈ ⺢ 兩 x2 – 1 = 0} = {– 1; + 1}
C = {x ∈ ⺢ 兩 x – 1 = 0} = {1}
b) Verdadeira
A=C  B
A  ⲩs B  ⲩs C = A  (B  C)C = A – (B  C) 3) A – Ø = A
c) Verdadeira ∀x ∈ (A – B) ⇔ x ∈ A e x ∉ B ⇔
ⲩs (A  B) = ⲩsA  ⲩs B ⇔ x ∈ A e x ∉ (A  B) ⇔ ⇔ x ∈ (A – (A  B))
e, portanto, A – B = A – (A  B)
d) Falsa, pois se
4) ∀x ∈ (A – B) ⇔ x ∈ A e x ∉ B ⇔
A = {1; 2}, B = {2; 3} e C = {1; 3}
tem-se (A – B)  (B – C)  (C – A) = ⇔ x ∈ A e x ∈ BC ⇔
= {1}  {2}  {3} = {1; 2; 3} ≠ Ø ⇔ x ∈ (A  BC) e portanto A – B = A  BC
Resposta: A
e) Verdadeira, pois se
A = {1; 2}, B = {2; 3} e C = {1; 3} ■ MÓDULO 12
tem-se A  B  C = Ø e
A  (B  C) = {1; 2} ≠ Ø 1) I) Verdadeira, pois
X  { [ Y  (X  Y)c]  [X  (Xc  Yc)c]} =
■ MÓDULO 11
= X  {[ Ø ]  [X  ((X  Y)c)c]} =
1) Conforme o enunciado, temos o seguinte diagra- = X  { [Ø ]  [X  (X  Y)]} = X  (X  Y) = X
ma: II) Verdadeira, pois (Z  Y)  [X  (Zc  Y)] =
= (Z  Y)  [(X  Zc)  (X  Y)]
Se Z  X, então (Z  Y)  [(X  Zc)  (X  Y)] =
= (Z  Y)  (⺢  (X  Y)] =
= (Z  Y)  (X  Y) = X  Y
III) Falsa, pois se X = {1}, Y = {2} e Z = ⺢ – {1; 2}
por exemplo, temos
1 (X  Y)c = {1; 2}c = ⺢ – {1; 2} = Z  Z e
x + y = ––– (x + y + z + 427)
3 Zc = {1; 2}  {1} = X
2 Resposta: B
y + z = ––– (x + y + z + 427) ⇒
7
1 2) I) Verdadeira, pois
y = ––– (x + y + z + 427)
5 (E × G)  (F × H) ⇒ ((x, y) ∈ (E × G) ⇒
⇒ (x, y) ∈ (F × H), ∀ (x, y) ) ⇒
1 2 1
⇒x+y+z= 冢 –––
3
+ ––– – ––– 冣 (x + y + z + 427) ⇔
7 5 ⇒
x∈E x∈F
冢冦 y ∈ G ⇒ 冦 y ∈ H 冣
, ∀x, ∀y ⇒
44 ⇒ ( E  F e G  H)
⇔ (x + y + z) = –––– (x + y + z + 427) ⇔
105 II) Verdadeira, pois se A  B, então A  B = B,
⇔ 105(x + y + z) = 44 (x + y + z + 427) ⇔ ∀A,B
⇔ 61(x + y + z) = 44 . 427 ⇒ x + y + z = 44 . 7 = 308 III) Verdadeira, pois se A  B = B, então
Assim, o total de pessoas pesquisadas é A  B, ∀A,B
427 + 308 = 735 Resposta: E

–9
10 –
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
1
MÓDULO 13 4. Um possível valor de a + –– , com a ∈ ⺢+*, é:
a
Fatoração a) 0,25 b) – 0,25 c) 1,75
d) – 1 e) 4,25
1. Prove que se a e b são dois números reais então
a2 + b2 ≥ 2ab

2. Prove que se {a; b} 傺 ⺢* então a2 + b2 > ab

5. Mostre que a4 + 6a3 + 11a2 + 6a, com a inteiro, é


múltiplo de 24.

3. Se a, b, c e d são números reais, então a expressão


a4 + b4 + c4 + d4 é sempre:
a) equivalente a (a + b + c + d)4
b) igual a 3abcd
c) menor que 5abcd
d) maior ou igual a 4 abcd
e) um número primo

–1
3. Prove que “se a + b + c = 0, então
MÓDULO 14 a3 + b3 + c3 = 3abc”.

Fatoração

1. Os lados de um retângulo são números naturais tais


que a soma do semiperímetro com a área é numericamente
igual a 90. O perímetro desse retângulo é:
a) 12 b) 24 c) 36 d) 48 e) 60
4. Resolver o sistema

{ x3 – y3 = 98
x2 + xy + y2 = 49

2. Mostre que se a, b e c são três números inteiros 5. Resolva o sistema em ⺢3.


ímpares, então o número N tal que
N = a2b – a2c + ac2 + b2c – ab2 – bc2 é múltiplo de 8.  x+y+z=2
2xy – z2 = 4

2–
MÓDULO 15
Fatoração
3. Fatore as expressões:
1. (IME) – Seja x um número real ou complexo para o a) x4 – y4
1 1
qual x + ––– = 1. O valor de x6 + ––– é:
x x6
a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

b) x5 – y5

c) x5 + y5

2. Mostre que, se a é um número inteiro par, então 4. Fatore as expressões 243x5 – 32y5.
a a2 a3
N = ––– + ––– + ––– é um número inteiro.
12 8 24

–3
3. (ITA) – A expressão (2
3 + 
5)5 – (2
3 – 
5)5 é
MÓDULO 16 igual a
Fatoração a) 2630
5. b) 2690
5. c) 2712
5.
d) 1584
15. e) 1604
15.
1 1
1. Se x + –– = 3 qual o valor de x8 + –––
x x8

2. Desenvolva a expressão (x + y)5.

4. Resolva a equação (x – 2)3 + (x – 4)3 + (6 – 2x)3 = 0

4–
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 13 2. Desenvolva:
a) (x + y)(y + z)(x + z) b) (x + y + z)3
1. Se a, b, c, d são números reais positivos tais que
a.b.c.d = 1 então, (ac – bd)2 + (bc + ad)2 pode ser: 3. Resolver o sistema
3 3
a) 1,7 b) 2,3 c) 3,4 d) 3,8 e) 4,9
 xx2 +– xy
y = 91
+ y2 = 13
2. Prove que
km(k + m) + mn(m + n) + kn(k + n) ≥ 6kmn . ∀k, m, 4. Dados dois números naturais não-nulos, determiná-los,
n ∈ ⺢*. sabendo-se que a soma do produto de um pelo outro com
a soma dos dois números é igual a 142.

 ––b + ––a  +  ––c + ––b  +  ––a + ––c  ,


a b b c c a
3. Se x = ■ MÓDULO 15

com a, b, c ∈ ⺢*+; então: 1. (UCMG) – Simplifique


(a + b + c)3 – (a + b – c)3 – (b + c – a)3 – (c + a – b)3
a) 0 < x < 1 b) x = 1 c) 1 < x < 2
d) x = 5 e) x ≥ 6 2. Fatore a expressão 32x5 – a10.
4. Sendo x um número inteiro, o valor numérico da
expressão x4 – 6x3 + 11x2 – 6x é sempre: ■ MÓDULO 16
a) ímpar b) um quadrado perfeito 1) O valor da expressão
5 5 5 5 5 5 5
c) múltiplo de 5 d) múltiplo de 24 (
7 – 
2 ) . ( 
2401 + 
686 + 
196 + 
56 + 
16 é:
e) um número ímpar
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6
■ MÓDULO 14
2. Para que valor de k a soma das raízes da equação
1. Fatore (b – c)3 + (c – a)3 + (a – b)3 (x – k)3 + (x – 3k)3 + (4k – 2x)3 = 0 é igual a 30?

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 13 nk2 + m2n + mk2 + mn2 + km2 + kn2 ≥ 6kmn ⇒
1) (ac – bd)2 + (bc + ad)2 = ⇒ km (k + m) + mn(m + n) + kn(k + n) ≥ 6kmn
= a2c2 + b2d2 + b2c2 + a2d2 =
= (a2 + b2)(c2 + d2) ≥ (2ab) . (2cd) = 4abcd = 4 3)

 
a b


Resposta: E ––– + ––– ≥ 2
b a
1
Obs.: Veja um exemplo, a = 
2 , b = 
5, c = –––– e
 
b c

2 ––– + ––– ≥ 2 ⇒
1 c b
d= ––––
 

5 c a
––– + ––– ≥ 2
2 2 a c
  
1 1 1 1
2 . ––– – 

2
5 . –––

5
+ 5 . ––– + 

2
2 . –––

5  =

     
a b b c c a
⇒ –– + –– + –– + –– + –– + –– ≥ 6 ⇒ x ≥ 6
7 2 b a c b a c
= 02 +
 ––––

10  = 4,9 Resposta: E

4) x4 – 6x3 + 11x2 – 6x = x(x3 – 6x2 + 11x – 6) =


2) k2 + m2 ≥ 2km ⇒ nk2 + m2n ≥ 2kmn = x(x3 – x2 – 5x2 + 5x + 6x – 6) =
k2 + n2 ≥ 2kn ⇒ mk2 + mn2 ≥ 2kmn = x[x2(x – 1) – 5x(x – 1) + 6(x – 1)] =
m2 + n2 ≥ 2mn ⇒ km2 + kn2 ≥ 2kmn = x . (x – 1)(x2 – 5x + 6) = x . (x – 1) . (x – 2) . (x – 3) que

–5
é o produto de quatro números inteiros e consecutivos. ■ MÓDULO 15
Desses, quatro números, um e múliplo de 2, outro é 1) (a + b + c)3 – (a + b – c)3 –
múltiplo de quatro e pelo menos um deles é múltiplo de – (b + c – a)3 – (c + a – b)3 =
3, portanto o produto é múltiplo de 2 . 4 . 3 = 24 = (a + b + c)3 – (a + b – c)3 +
+ (a – b – c)3 – (a – b + c)3 =
Resposta: D
= [(a + b) + c]3 – [(a + b) – c]3 +
+ [(a – b) – c]3 – [(a – b) + c]3 =

■ MÓDULO 14 = (a + b)3 + 3(a + b)2c + 3(a + b)c2 + c3 –


1) Se
– (a + b)3 + 3(a + b)2c – 3(a + b)c2 + c3 + (a – b)3 –


x=b–c
y=c– a ⇒x+y+z=0⇒ – 3(a – b)2c + 3(a – b)c2 – c3 – (a – b)3 –
z=a–b
– 3(a – b)2c – 3(a – b)c2 – c3 =
⇒ x3 + y3 + z3 = 3xyz ⇒
⇒ (b – c)3 + (c – a)3 + (a – b)3 = 3(b – c) . (c – a) . (a – b) = 6(a + b)2c – 6(a – b)2c = 6c[(a + b)2 – (a – b)2] =
= 6c[a2 + 2ab + b2 – a2 + 2ab – b2] =
2)
a) (x + y)(y + z)(x + z) = (xy + xz + y2 + yz) .(x + z) = = 6c . 4ab = 24abc
= x2y + x2z + xy2 + xyz + xyz + xz2 + y2z + yz2 =
= x2y + x2z + xy2 + y2z + xz2 + yz2 + 2xyz
2) 32x5 – a10 = (2x)5 – (a2)5 =
b) (x + y + z)3 = [(x + y) + z]3 = = (2x – a2)[(2x)4 + (2x)3(a2)1 + (2x)2(a2)2 +
= (x + y)3 + 3(x + y)2z + 3(x + y)z2 + z3 =
+ (2x)1(a2)3 + (a2)4] =
= x3 + 3x2y + 3xy2 + y3 + 3x2z + 6xyz + 3y2z +
+ 3xz2 + 3yz2 + z3 = = (2x – a2)(16x4 + 8x3a2 + 4x2a4 + 2xa6 + a8)
= x3 + y3 + z3 + 3x2y + 3xy2 + 3x2z + 3xz2 +
+ 3y2z + 3yz2 + 6xyz ■ MÓDULO 16
1)
3) 5 5 5 5 5 5 5
1) x3 + y3 = 91 ⇒ (x + y)(x2 – xy + y2) = 91 ⇒ (
7 – 
2 ) . ( 
2401 + 
686 + 
196 + 
56 + 
16 =
⇒ (x + y) . 13 = 91 ⇒ x + y = 7 ⇔ y = 7 – x 5 5 5 5 5
4
2) x2 – xy + y2 = 13 ⇒ x2 – x(7 – x) + (7 – x)2 = 13 ⇒ = (
7 – 
2 ) . ((
7 ) + ( 
7 )3 . ( 
2)+
5 5 5 5 5
x=3⇒y=4
⇒ x2 – 7x + 12 = 0 ⇒  + ( 
7 )2 . ( 
2 )2 + ( 
7 ) . ( 
2 )3 + ( 
2 )4) =
x=4⇒y=3 5 5
= ( 
7 )5 – ( 
2 )5 = 7 – 2 = 5
V = {(3;4), (4;3)} pois x5 – y5 = (x – y)(x4 + x3y + x2y2 + xy3 + y4)
Resposta: D
4) x . y + x + y = 142 2) No exercício 3 da aula 14 demonstramos que “Se
x(y + 1) + y = 142 a + b + c = 0, então a3 + b3 + c3 = 3abc”. Como
x(y + 1) + (y + 1) = 142 + 1 (x – k) + (x – 3k) + ( 4k – 2x) = 0 temos que
(y + 1) . (x + 1) = 11 . 13 (x – k)3 + (x – 3k)3 + (4k – 2x)3 =
11 13 → x = 12 e y = 10 = 3 . (x – k) . (x – 3k) . (4k – 2x) = 0 ⇔
13 11 → x = 10 e y = 12 ⇔ (x – k) = 0, (x – 3k) = 0 ou (4k – 2x) = 0 ⇔
⇔ x = k, x = 3k ou x = 2k
(y + 1) . (x + 1) = 1 . 143 A soma das raízes é k + 3k + 2k = 6k = 30 ⇔ k = 5.
143 → Resposta: 5
1
143 1 →
x = 142 e y = 0
x = 0 e y = 142  impossível

pois, x,y ∈ ⺞*
Respostas: 10 e 12

6–
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Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias


MATEMÁTICA
1
MÓDULO 13 4. Um possível valor de a + –– , com a ∈ ⺢+*, é:
a
Fatoração a) 0,25 b) – 0,25 c) 1,75
d) – 1 e) 4,25
1. Prove que se a e b são dois números reais então
RESOLUÇÃO:
a2 + b2 ≥ 2ab


2
1
RESOLUÇÃO:
a, b ∈ ⺢ ⇒ (a – b) ∈ ⺢ ⇒ (a – b)2 ≥ 0 ⇔
a ∈ ⺢*+ ⇒ 
a∈⺢⇒ a – ––––

a  ≥0⇒

⇔ a2 – 2ab + b2 ≥ 0 ⇔ a2 + b2 ≥ 2ab 1
⇒ a + ––
a ≥ 2, podendo ser 4,25

1 1
a ≥ 2 ou a + a ≤ – 2, para qualquer a ∈ ⺢*.
Obs.: a + –– ––

2. Prove que se {a; b} 傺 ⺢* então a2 + b2 > ab

RESOLUÇÃO:
1º Caso: ab > 0

 ⇒ a + b > ab
a2 + b2 ≥ 2ab
2 2
2 > 1 ⇒ 2ab > 1ab
2º Caso: ab < 0
ab < 0
a2 + b2 > 0  ⇒ a + b > ab
2 2

5. Mostre que a4 + 6a3 + 11a2 + 6a, com a inteiro, é


múltiplo de 24.

3. Se a, b, c e d são números reais, então a expressão RESOLUÇÃO:


a4 + b4 + c4 + d4 é sempre: a4 + 6a3 + 11a2 + 6a = a[a3 + 6a2 + 11a + 6] =
a) equivalente a (a + b + c + d)4 = a[a3 + a2 + 5a2 + 5a + 6a + 6] =
b) igual a 3abcd = a[a2(a + 1) + 5a(a + 1) + 6(a + 1)] = a(a + 1)[a2 + 5a + 6] =
c) menor que 5abcd = a(a + 1)[a2 + 2a + 3a + 6] = a(a + 1)[a(a + 2) + 3(a + 2)] =
d) maior ou igual a 4 abcd = a(a + 1)(a + 2)(a + 3)
e) um número primo Como a, a + 1, a + 2 e a + 3 são números inteiros e consecutivos, um
deles é múltiplo de 2, outro de 4 e um também é múltiplo de 3.
RESOLUÇÃO: Portanto, o produto é múltiplo de 2 . 4 . 3 = 24.

⇒
a4 + b4 ≥ 2a2b2
c4 + d4 ≥ 2c2d2
⇒ a4 + b4 + c4 + d4 ≥ 2(a2b2 + c2d2) ≥ 2(2ab . cd) = 4abcd
Resposta: D

–1
ITA_Modulos 13a16 prof 03/03/10 14:19 Página 2

3. Prove que “se a + b + c = 0, então


MÓDULO 14 a3 + b3 + c3 = 3abc”.

Fatoração RESOLUÇÃO:
a + b + c = 0 ⇒ a + b = – c ⇒ (a + b)3 = – c3 ⇒
⇒ a3 + b3 + 3ab(a + b) = – c3 ⇒
⇒ a3 + b3 + 3ab (– c) = – c3 ⇒ a3 + b3 + c3 = 3abc

1. Os lados de um retângulo são números naturais tais


que a soma do semiperímetro com a área é numericamente
igual a 90. O perímetro desse retângulo é:
a) 12 b) 24 c) 36 d) 48 e) 60
4. Resolver o sistema

{
RESOLUÇÃO: x3 – y3 = 98
semiperímetro = a + b
Área = ab x2 + xy + y2 = 49
a + b + ab = 90 ⇒ a + b + ab + 1 = 91 ⇒
⇒ (a + 1) . (b + 1) = 7 . 13 RESOLUÇÃO:
(x – y)(x2 + xy + y2) = 98
1 91 ⇒ a = 0 e b = 90 (x – y) . 49 = 98
7 13 ⇒ a = 6 e b = 12 (x – y) = 2 ⇒ y = x – 2
13 7 ⇒ a = 12 e b = 6
91 1 ⇒ a = 90 e b = 0 x2 + xy + y2 = 49 ⇒ x2 + x(x – 2) + (x – 2)2 = 49 ⇒
⇒ 3x2 – 6x – 45 = 0 ⇒ x2 – 2x – 15 = 0 ⇒
Como a ≠ 0 e b ≠ 0, tem-se a + b = 18 e o perímetro é 36. ⇒ x = 5 e y = 3 ou x = – 3 e y = – 5
Resposta: C Resposta: V = {(5;3); (– 3;– 5)}

2. Mostre que se a, b e c são três números inteiros 5. Resolva o sistema em ⺢3.


ímpares, então o número N tal que
N = a2b – a2c + ac2 + b2c – ab2 – bc2 é múltiplo de 8.  x+y+z=2
2xy – z2 = 4
RESOLUÇÃO: RESOLUÇÃO:
N = a2b – a2c + ac2 + b2c – ab2 – bc2 = 1) x + y + z = 2 ⇔ z = 2 – x – y
= a2b – a2c + ac2 – abc + abc + b2c – ab2 – bc2 = Substituindo na seguinte equação, tem-se:
= a2(b – c) – ac(b – c) – ab(b – c) + bc(b – c) = 2xy – (2 – x – y)2 = 4 ⇔ 2xy – 4 – x2 – y2 + 4x + 4y – 2xy = 4 ⇔
= (b – c)(a2 – ac – ab + bc) = (b – c)(a – c)(a – b) ⇔ x2 – 4x + 4 + y2 – 4y + 4 = 0 ⇔ (x – 2)2 + (y – 2)2 = 0.
Se a, b e c são ímpares, então (a – b), (a – c) e (b – c) são pares e tais 2) Se x e y são reais, então (x – 2)2 + (y – 2)2 = 0 ⇔
que a – b = 2p, a – c = 2q e b – c = 2r, com p, q e r inteiros. ⇔ x = 2 e y = 2.
Assim, N = 2p . 2q . 2r = 8pqr, com pqr ∈ ⺪, portanto, N é múltiplo Substituindo na 1ª equação, resulta z = –2.
de 8. Resposta: (2; 2; –2)

2–
ITA_Modulos 13a16 prof 03/03/10 14:20 Página 3

3) a, (a + 1) e (a + 2) são três inteiros consecutivos e, portanto, um


MÓDULO 15 deles é múltiplo de 3.

Fatoração 4) De (2) e (3) tem-se que a, (a + 1) . (a + 2) é múltiplo de


2 . 4 . 3 = 24. Fazendo a (a + 1) (a + 2) = 24p, p ∈ ⺪ e, substi-
tuindo em (I), tem-se N = p ∈ ⺪.

1. (IME) – Seja x um número real ou complexo para o


1 1
qual x + ––– = 1. O valor de x6 + ––– é:
x x6
a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5
3. Fatore as expressões:
RESOLUÇÃO:
2
a) x4 – y4
1 1
x + ––– = 1 ⇒
x  x + –––
x  = 12 ⇔
RESOLUÇÃO:
x4 – y4 = (x2 + y2)(x2 – y2) = (x2 + y2)(x + y)(x – y)
1 1 1
⇔ x2 + 2 . x . ––– + ––– = 1 ⇔ x2 + ––– =–1⇔
x x2 x2
3
1
⇔ x 2 + –––
x2  = (– 1)3 ⇔
b) x5 – y5
2 3
1 1 1
 + 
3 2
⇔ (x2) + 3(x2) . ––– + 3 . x2 . ––– ––– =–1⇔ RESOLUÇÃO:
x2 x2 x2
Senhor professor, a intenção desse exercício é apresentar ao aluno
1 esse “tipo” de fatoração.
1
⇔ x6 + ––– + 3
x6
x 2 + –––
x2
=–1⇒ x5 – y5 = (x – y)(x4 + x3y + x2y2 + xy3 + y4)

1 1
⇒ x6 + ––– + 3 . (– 1) = – 1 ⇔ x 6 + ––– = 2
x 6 x6
Resposta: B
c) x5 + y5

Resolução:
Senhor professor, a intenção desse exercício é apresentar ao aluno
esse “tipo” de fatoração.
x5 + y5 = (x + y)(x4 – x3y + x2y2 – xy3 + y4)

2. Mostre que, se a é um número inteiro par, então


a a2 a3
N = ––– + ––– + ––– é um número inteiro. 4. Fatore as expressões 243x5 – 32y5.
12 8 24
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO: 243x5 – 32y5 = (3x – 2y)(81x4 + 54x3y + 36x2y2 + 24xy3 + 16y4)
a a2 a3 2a + 3a2 + a3
1) N = ––– + ––– + ––– = –––––––––––– =
12 8 24 24

a (a2 + 3a + 2) a [a2 + a + 2a + 2]
= ––––––––––––– = –––––––––––––––– =
24 24

a [ a (a + 1) + 2 (a + 1)] a (a + 1) (a + 2)
= ––––––––––––––––––––– = –––––––––––––– (I)
24 24

2) Se a é par, a + 2 também é par e entre dois pares consecutivos


um deles é múltiplo de 4.

–3
ITA_Modulos 13a16 prof 03/03/10 14:20 Página 4

3. (ITA) – A expressão (2


3 + 
5)5 – (2
3 – 
5)5 é
MÓDULO 16 igual a
Fatoração a) 2630
5. b) 2690
5. c) 2712
5.
d) 1584
15. e) 1604
15.
1 1
1. Se x + –– = 3 qual o valor de x8 + ––– RESOLUÇÃO:
x x8
5 5 4
RESOLUÇÃO: 1) 2  5 
3 +  = 2 
3  + 5 . 2 
3  . 
5 +
2

  = 3 ⇔ x + –––
1 1 1 3 2 2 3
x + –– = 3 ⇔ x + –– =7⇔ + 10 . 2 
3  . 
5  + 10 . 2 
3  . 
5 +
2 2
x x x 2

1 4 5
2 2 + 5 . 2 
3  . 
5  + 
5
    = 47 ⇔
1 1 1
⇔ x2 + ––– = 72 ⇔ x4 + ––– = 47 ⇔ x4 + ––– 2
x2 x 4 x4
5 5 4
2) 2  5
3 –  = 2 
3  – 5 . 2 
3  . 
5 +
1
⇔ x8 + ––– = 2207
3 2 2 3
x8 + 10 . 2 
3  . 
5  – 10 . 2 
3  . 
5 +

1 4 5
+ 5 . 2 
3  . 
5  – 
5

5 5
3) 2  5
3 +  – 2  5 =
3 – 

4 2 3
= 2 5 . 2 
3  . 
5 + 10 . 2 
3  . 
5 +

5
+ 
5  = 2 . 720
5 + 600  5 = 2690 
5 + 25  5
Resposta: B

2. Desenvolva a expressão (x + y)5.

RESOLUÇÃO:
(x + y)2 = x2 + 2xy + y2
(x + y)3 = x3 + 3x2y + 3xy2 + y3
(x + y)5 = (x2 + 2xy + y2)(x3 + 3x2y + 3xy2 + y3) =
4. Resolva a equação (x – 2)3 + (x – 4)3 + (6 – 2x)3 = 0
= x5 + 5x4y + 10x3y2 + 10x2y3 + 5xy4 + y5
RESOLUÇÃO:
No exercício 3 da aula 14 demonstramos que “Se a + b + c = 0,
então a3 + b3 + c3 = 3abc”.
Como (x – 2) + (x – 4) + ( 6 – 2x) = 0 temos que
(x – 2)3 + (x – 4)3 + (6 – 2x)3 = 3 . (x – 2) . (x – 4) . (6 – 2x) = 0 ⇔
⇔ (x – 2) = 0, (x – 4) = 0 ou (6 – 2x) = 0 ⇔ x = 2, x = 4 ou x = 3

4–
ITA_Modulos 13a16 prof 03/03/10 16:54 Página 5

exercícios-tarefa
■ MÓDULO 13 2. Desenvolva:
a) (x + y)(y + z)(x + z) b) (x + y + z)3
1. Se a, b, c, d são números reais positivos tais que
a.b.c.d = 1 então, (ac – bd)2 + (bc + ad)2 pode ser: 3. Resolver o sistema
3 3
a) 1,7 b) 2,3 c) 3,4 d) 3,8 e) 4,9
 xx2 +– xy
y = 91
+ y2 = 13
2. Prove que
km(k + m) + mn(m + n) + kn(k + n) ≥ 6kmn . ∀k, m, 4. Dados dois números naturais não-nulos, determiná-los,
n ∈ ⺢*. sabendo-se que a soma do produto de um pelo outro com
a soma dos dois números é igual a 142.

 ––b + ––a  +  ––c + ––b  +  ––a + ––c  ,


a b b c c a
3. Se x = ■ MÓDULO 15

com a, b, c ∈ ⺢*+; então: 1. (UCMG) – Simplifique


(a + b + c)3 – (a + b – c)3 – (b + c – a)3 – (c + a – b)3
a) 0 < x < 1 b) x = 1 c) 1 < x < 2
d) x = 5 e) x ≥ 6 2. Fatore a expressão 32x5 – a10.
4. Sendo x um número inteiro, o valor numérico da
expressão x4 – 6x3 + 11x2 – 6x é sempre: ■ MÓDULO 16
a) ímpar b) um quadrado perfeito 1) O valor da expressão
5 5 5 5 5 5 5
c) múltiplo de 5 d) múltiplo de 24 (
7 – 
2 ) . ( 
2401 + 
686 + 
196 + 
56 + 
16 é:
e) um número ímpar
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6
■ MÓDULO 14
2. Para que valor de k a soma das raízes da equação
1. Fatore (b – c)3 + (c – a)3 + (a – b)3 (x – k)3 + (x – 3k)3 + (4k – 2x)3 = 0 é igual a 30?

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 13 nk2 + m2n + mk2 + mn2 + km2 + kn2 ≥ 6kmn ⇒
1) (ac – bd)2 + (bc + ad)2 = ⇒ km (k + m) + mn(m + n) + kn(k + n) ≥ 6kmn
= a2c2 + b2d2 + b2c2 + a2d2 =
= (a2 + b2)(c2 + d2) ≥ (2ab) . (2cd) = 4abcd = 4 3)

 
a b


Resposta: E ––– + ––– ≥ 2
b a
1
Obs.: Veja um exemplo, a = 
2 , b = 
5, c = –––– e
 
b c

2 ––– + ––– ≥ 2 ⇒
1 c b
d= ––––
 

5 c a
––– + ––– ≥ 2
2 2 a c
  
1 1 1 1
2 . ––– – 

2
5 . –––

5
+ 5 . ––– + 

2
2 . –––

5  =

     
a b b c c a
⇒ –– + –– + –– + –– + –– + –– ≥ 6 ⇒ x ≥ 6
7 2 b a c b a c
= 02 +
 ––––

10  = 4,9 Resposta: E

4) x4 – 6x3 + 11x2 – 6x = x(x3 – 6x2 + 11x – 6) =


2) k2 + m2 ≥ 2km ⇒ nk2 + m2n ≥ 2kmn = x(x3 – x2 – 5x2 + 5x + 6x – 6) =
k2 + n2 ≥ 2kn ⇒ mk2 + mn2 ≥ 2kmn = x[x2(x – 1) – 5x(x – 1) + 6(x – 1)] =
m2 + n2 ≥ 2mn ⇒ km2 + kn2 ≥ 2kmn = x . (x – 1)(x2 – 5x + 6) = x . (x – 1) . (x – 2) . (x – 3) que

–5
ITA_Modulos 13a16 prof 03/03/10 14:20 Página 6

é o produto de quatro números inteiros e consecutivos.


Desses, quatro números, um e múliplo de 2, outro é
■ MÓDULO 15
múltiplo de quatro e pelo menos um deles é múltiplo de
1) (a + b + c)3 – (a + b – c)3 –
3, portanto o produto é múltiplo de 2 . 4 . 3 = 24 – (b + c – a)3 – (c + a – b)3 =
Resposta: D = (a + b + c)3 – (a + b – c)3 +
+ (a – b – c)3 – (a – b + c)3 =
= [(a + b) + c]3 – [(a + b) – c]3 +
■ MÓDULO 14 + [(a – b) – c]3 – [(a – b) + c]3 =
1) Se
= (a + b)3 + 3(a + b)2c + 3(a + b)c2 + c3 –


x=b–c
y=c– a ⇒x+y+z=0⇒ – (a + b)3 + 3(a + b)2c – 3(a + b)c2 + c3 + (a – b)3 –
z=a–b
– 3(a – b)2c + 3(a – b)c2 – c3 – (a – b)3 –
⇒ x3 + y3 + z3 = 3xyz ⇒
⇒ (b – c)3 + (c – a)3 + (a – b)3 = 3(b – c) . (c – a) . (a – b) – 3(a – b)2c – 3(a – b)c2 – c3 =

= 6(a + b)2c – 6(a – b)2c = 6c[(a + b)2 – (a – b)2] =


2)
a) (x + y)(y + z)(x + z) = (xy + xz + y2 + yz) .(x + z) = = 6c[a2 + 2ab + b2 – a2 + 2ab – b2] =
= x2y + x2z + xy2 + xyz + xyz + xz2 + y2z + yz2 =
= x2y + x2z + xy2 + y2z + xz2 + yz2 + 2xyz = 6c . 4ab = 24abc

b) (x + y + z)3 = [(x + y) + z]3 = 2) 32x5 – a10 = (2x)5 – (a2)5 =


= (x + y)3 + 3(x + y)2z + 3(x + y)z2 + z3 =
= x3 + 3x2y + 3xy2 + y3 + 3x2z + 6xyz + 3y2z + = (2x – a2)[(2x)4 + (2x)3(a2)1 + (2x)2(a2)2 +
+ 3xz2 + 3yz2 + z3 = + (2x)1(a2)3 + (a2)4] =
= x3 + y3 + z3 + 3x2y + 3xy2 + 3x2z + 3xz2 +
= (2x – a2)(16x4 + 8x3a2 + 4x2a4 + 2xa6 + a8)
+ 3y2z + 3yz2 + 6xyz

3) ■ MÓDULO 16
1) x3 + y3 = 91 ⇒ (x + y)(x2 – xy + y2) = 91 ⇒ 1)
⇒ (x + y) . 13 = 91 ⇒ x + y = 7 ⇔ y = 7 – x 5 5 5 5 5 5 5
2) x2 – xy + y2 = 13 ⇒ x2 – x(7 – x) + (7 – x)2 = 13 ⇒ (
7 – 
2 ) . ( 
2401 + 
686 + 
196 + 
56 + 
16 =
x=3⇒y=4 5 5 5 5 5
⇒ x2 – 7x + 12 = 0 ⇒ 
4
x=4⇒y=3 = (
7 – 
2 ) . ((
7 ) + ( 
7 )3 . ( 
2)+
5 5 5 5 5
+ ( 
7 )2 . ( 
2 )2 + ( 
7 ) . ( 
2 )3 + ( 
2 )4) =
V = {(3;4), (4;3)} 5 5
= ( 
7 )5 – ( 
2 )5 = 7 – 2 = 5
pois x – y = (x – y)(x4 + x3y + x2y2 + xy3 + y4)
5 5
4) x . y + x + y = 142 Resposta: D
x(y + 1) + y = 142
x(y + 1) + (y + 1) = 142 + 1 2) No exercício 3 da aula 14 demonstramos que “Se
(y + 1) . (x + 1) = 11 . 13 a + b + c = 0, então a3 + b3 + c3 = 3abc”. Como
11 13 → x = 12 e y = 10 (x – k) + (x – 3k) + ( 4k – 2x) = 0 temos que
13 11 → x = 10 e y = 12 (x – k)3 + (x – 3k)3 + (4k – 2x)3 =
= 3 . (x – k) . (x – 3k) . (4k – 2x) = 0 ⇔
(y + 1) . (x + 1) = 1 . 143 ⇔ (x – k) = 0, (x – 3k) = 0 ou (4k – 2x) = 0 ⇔
⇔ x = k, x = 3k ou x = 2k
143 →
1
143 1 →
x = 142 e y = 0
x = 0 e y = 142  impossível A soma das raízes é k + 3k + 2k = 6k = 30 ⇔ k = 5.
Resposta: 5
pois, x,y ∈ ⺞*
Respostas: 10 e 12

6–
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
2.
MÓDULO 17
a) Escreva 
A + 
B como uma soma de radicais simples.
Radiciações e Equações
b) Escreva 
12 – 2 
35 como uma diferença de radicais
simples.
1. Mostre que

15 + 
31 + 8 31 – 8
15 é múltiplo de 4.

–1
3. O valor de k para que uma das raízes da equação 5. Resolver, em ⺢, a equação
(a + b + c)x2 – (2a + b + c)x + a = 0, sabendo-se que
x2 – kx + 18 = 0 seja 
19 + 
10 – 
6 19 – 
6
10 é:
{a; b; c} 傺 ⺢.
a) 7 b) 9 c) 12 d) 15 e) 19

4. Se a e b (a > b) são as raízes da equação MÓDULO 18


x2 – 
9 + 
6 
2 . x + 3 
2 = 0, então:
Equações
a) a . b = 
3 b) a2 + b2 = 3
c) a2 – b2 = 3 d) a + b = 
5
1. Sejam a, b e c números reais não-nulos. Se 1 é raiz
e) a – b = 2
da equação ax2 + bx + c = 0, assinale a afirmação falsa:
a) a + b + c = 0 b) a3 + b3 + c3 = 3abc
2
c) b ≥ 4ac d) a outra raiz é c
e) uma das anteriores é falsa.

2–
2. Resolver, em ⺢ x ⺢, o sistema 4. As equações x3 – 19x + a = 0 e x3 – 28x + a + 18 = 0 têm
uma raiz comum. Determinar o conjunto-verdade de cada
 x2 + xy + y2 = 37
x + xy + y = 19
uma delas.

3. A soma e o produto das raízes positivas da equação


(x2 + 2x – 12)2 – 9x3 + 108x = 0 são respectivamente
iguais a:
a) 8 e 12 b) 10 e 24 c) 12 e 16 MÓDULO 19
d) 18 e 36 e) 16 e 24
Equações
1. (ITA) – Dada a equação
x3 + (m + 1)x2 + (m + 9)x + 9 = 0, em que m é uma
constante real, considere as seguintes afirmações:
I. Se m ∈ ]– 6,6[, então existe apenas uma raiz real.
II. Se m = – 6 ou m = + 6, então existe raiz com
multiplicidade 2.
III. ∀m ∈ R, todas as raízes são reais.
Então, podemos afirmar que é (são) verdadeira(s) apenas
a) I b) II c) III
d) II e III e) I e II

–3
2. (ITA) – Sobre o número x = 
7 – 4
3 + 3 é correto
afirmar que
a) x ∈ ]0, 2[. b) x é racional.
c) 
2x é irracional. d) x2 é irracional.
e) x ∈ ]2; 3[.

4. Se m e n são raízes reais estritamente positivas da


equação x2 – bx + 1 = 0, então é falso afirmar que:
1 1
a) b ≥ 2 b) –– ––
m + n ≥2
1 1 1 1
c) 0 < –– ––
m + n <2 (
d) (m + n) . –– ––
) 2
m + n =b ≥ 4
e) uma das anteriores é falsa.

3. (IME) – Sejam x1 e x2 as raízes da equação


x2 + (m – 15)x + m = 0. Sabendo que x1 e x2 são números
inteiros, determine o conjunto de valores possíveis para
m.

4–
5. (ITA) – O menor inteiro positivo n para o qual a
diferença 
n – 
n – 1 fica menor que 0,01 é
a) 2499. b) 2501. c) 2500.
d) 3600. e) 4900.

2. Resolver, em ⺢, a equação
6 3
–– ––
5 5
x – 26 . x – 27 = 0

MÓDULO 20
Equações
1. (ITA) – Sendo c um número real a ser determinado,
decomponha o polinômio 9x2 – 63x + c, numa diferença
de dois cubos
(x + a)3 – (x + b)3.
Neste caso, a +  b  – c  é igual a
a) 104. b ) 114. c) 124. d) 134. e) 144.

–5
3. (EPUSP) – Sendo a a hipotenusa, b e c os catetos de
um triângulo retângulo, a equação a2x2 – b2x – c2 = 0:
a) tem uma raiz igual a – 1 e outra entre 0 e 1;
b) tem raízes imaginárias;
c) tem uma raiz igual a 1 e outra entre 0 e –1;
d) não admite raízes racionais;
e) nenhuma das respostas anteriores.

5. Para que valores de a, b e c inteiros o polinômio


(x – a)(x – 10) + 1 pode ser fatorado como o produto de
(x + b)(x + c)?

4. Determine os valores de a para que as equações


x2 + ax + 1 = 0 e x2 + x + a = 0 tenha pelo menos uma
raiz em comum.

6–
exercícios-tarefa
■ MÓDULO 17 3. Resolver, em ⺢, a equação
(x2 – 3x + 18)2 – 14x3 + 90x2 – 252x = 0.

1. O valor de 
6 + 
6 + 
6 + … é: ■ MÓDULO 19
a) 1 b) 
6 c) 3 d) 7 e) 
12 1. (ITA) – Sabendo-se que as soluções da equação
x2 – x – 6 = 0 são raízes da equação x2 – ax + b = 0, pode-
1 1 se afirmar que:
2. A soma –––––––– + –––––––– +

2 + 
1 
3 + 
2 a) a = 1 e b = 6 b) a = 0 e b = – 6
1 1 c) a = 1 e b = – 6 d) a = 0 e b = – 9
+ –––––––– + … + ––––––––––– vale: e) não existem a e b tais que x2 – ax + b = 0 contenha as

4 + 
3 100 + 
 99 raízes da equação dada.

a) 
100 – 
2 b) 9 c) 10 + 
2 x+a
2. Resolver, em ⺢, a equação –––––
x+b
–––––
x – a + x – b = 2,
d) 9 + 
2 2 – 
e)  99 sabendo-se que {a; b} 傺 ⺢* e a ≠ b. Mostre que o inverso
da raiz é a média aritmética dos inversos de a e b.
3. Obter uma equação do 2º grau, de coeficientes inteiros,
cujas raízes sejam o quadrado das raízes da equação ■ MÓDULO 20
5x2 – 7x + 1 = 0.
1. (EPUSP) – Os trinômios y = ax2 + bx + c tais que
■ MÓDULO 18 a + b + c = 0:
a) tem em comum o ponto do eixo x;
1. As raízes da equação x2 + px + q = 0, aumentadas de b) tem em comum o ponto do eixo y;
uma unidade, são raízes da equação x2 – px + 2pq = 0. c) tem em comum a origem;
Determine p, q e o conjunto-verdade de cada equação. d) não tem ponto em comum;
e) Nada disso.
2. As equações x3 – px + 2q = 0 e x3 – qx + 2p = 0, com 2. A soma dos quadrados com a soma dos cubos das raízes
p ≠ q, têm uma raiz comum. Determine esta raiz e a soma da equação x2 – 3x + 5 = 0 é:
p + q. a) 18 b) 19 c) 20 d) – 18 e) – 19

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 17 De forma análoga
1 1 (n – 
n–1 )

––––––––––– = –––––––––––– . –––––––––––– =
1) 6 + 
6 +… = x ⇒ 
6 +  6+x=x e x>0⇒ n – 1 (n + 
n +  n – 1 ) (n – 
n–1 )
⇒ x2 – x – 6 = 0 e x > 0 ⇒ x = 3 = n – 
n–1
Resposta: C Assim
1 1 1
––––––––– + ––––––––– + –––––––– + … +
1 1 (2 – 1 ) 2 + 1 3 + 2 4 + 3
2) ––––––––– = ––––––––– . –––––––––– = 2 – 1
2 + 1 (2 + 1 ) (2 – 1 ) 1
+ –––––––––––– = 2 – 1 + 3 – 2 + 4 – 3 + … +

100 + 
99
1 1 (3 – 2)
–––––––– = ––––––––– . –––––––––– = 3 – 2 + 
100 – 
99 = 
100 – 1 = 9
3 + 2 (3 + 2 ) (3 – 2 )
Resposta: B

–7
3) Sendo x1 e x2 as raízes da equação ■ MÓDULO 19
5x2 – 7x + 1 = 0, as raízes da nova equação serão
1) x2 – x – 6 = 0 ⇔ x = – 2 ou
2
x1 e x2 2.
x = 3 ⇔ x = – 3 ou x = 3
S = x12 + x22 = (x1 + x2)2 – 2x1 . x2 = S = (– 3) + 3 = a ⇔ a = 0
–7 2 39 P = (– 3) . 3 = b ⇔ b = – 9
(
= – –––
5 )
–2. ( –––15 ) = –––
25 Resposta: D
2
1 1
P = x12 . x22 = (x1 . x2)2 = –––
5 ( ) = ( –––
25 ) x+a x+b
2) –––––– + –––––– = 2 ⇔
Uma equação nestas condições é x–a x–b
39 1 ⇔ (x + a) (x – b) + (x + b) (x – a) = 2(x – a) (x – b) e
x2 – ––– x + ––– = 0; outra é 25x2 – 39x + 1 = 0.
25 25 x–a≠0 e x–b≠0 ⇔
⇔ ax + bx = 2ab e x ≠ a e x ≠ b ⇔

■ MÓDULO 18 2ab 1 a+b


⇔ x = –––––– ⇔ ––– = ––––– ⇔
a+b x 2ab
1) Sendo x1 e x2 as raízes da primeira equação, e 1 1
(x1 + 1) e (x2 + 1) as raízes da segunda equação, tem- –– + ––
1 a b
se: ⇔ ––– = –––––––– cqd.
x 2

 
x1 + x2 = – p x1 + x2 = – p

q = 0
x1 . x2 = q x1 . x2 = q p=1
⇔ ⇔
(x1 + 1) + (x2 + 1) = p p=1 ■ MÓDULO 20
(x1 + 1) . (x2 + 1) = 2pq q – p + 1 = 2pq
1) RESOLUÇÃO 1:
As equações são x2 + x = 0 e x2 – x = 0, cujos 1 é raiz do trinômio, pois
conjuntos-verdade são, respectivamente, y = a . 12 + b . 1 + c = a + b + c = 0.
V1 = {–1; 0} e V2 = {0; 1}
c
A outra raiz é ––– . Assim, o gráficos que representam
a
2) Sendo α a raiz comum das equações
x3 – px + 2q = 0 e x3 – qx + 2p = 0, tem-se: os trinômios passa pelo ponto (1; 0) do eixo x.
Resposta: A
α3 – pα + 2q = 0
α3 – qα + 2p = 0 } ⇒
RESOLUÇÃO 2:
Sendo a + b + c = 0 ⇔ c = – a – b
⇒ (p – q) α = 2q – 2p ⇔ α = – 2 , pois p ≠ q y = ax2 + bx + c = ax2 + bx – a – b =
Substituindo em uma das equações, tem-se: = a(x2 – 1) + b(x – 1) = a(x + 1)(x – 1) + b(x – 1) ⇔
⇔ y = (x – 1) . (ax + a + b)
(–2)3 – q (–2) + 2p = 0 ⇒ p+q=4 O ponto (1; 0) pertence aos gráficos dos trinômios, pois
y = (1 – 1) . (a . 1 + a + b) = 0, para quaisquer valores
de a e b.
3) (x2 – 3x + 18)2 – 14x3 + 90x2 – 252x = 0 ⇔
Resposta: A
⇔ (x2 – 3x + 18)2 – 14x(x2 + 18) + 90x2 = 0.
Fazendo x2 + 18 = y, temos 2) Sendo x1 e x2 as raízes da equação, temos:
(y – 3x)2 – 14xy + 90x2 = 0 ⇔
x1 + x2 = 3 e x1 . x2 = 5
⇔ y2 – 6xy + 9x2 – 14xy + 90x2 = 0 ⇔
⇔ y2 – 20xy + 99x2 = 0 ⇔ y = 9x ou y = 11x ⇔ x12 + x22 = (x1 + x2)2 – 2x1x2 = (3)2 – 2 . 5 = – 1
⇔ x2 + 18 = 9x ou x2 + 18 = 11x ⇔ x2 – 9x+ 18 = 0 ou x13 + x23 = (x1 + x2) . (x12 – x1x2 + x22) =
x2 – 11x + 18 = 0 ⇔ x = 2, x = 3, x = 6 ou x = 9 = (3) . (– 1 – 5) = – 18
Resposta: V = {2; 3; 6; 9} Resposta: D

8–
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
2.
MÓDULO 17
a) Escreva 
A + 
B como uma soma de radicais simples.
Radiciações e Equações
b) Escreva 
12 – 2 
35 como uma diferença de radicais
simples.
1. Mostre que

15 + 
31 + 8 31 – 8
15 é múltiplo de 4. Resolução:

y  (
B ) = (
2 2
a) 
A + 
B = 
x +  A +  y) 
x + 
Resolução:
 A + 
B = x + 2
x . 
y+y

15 + 
31 + 8 31 – 8
15 = x, com x > 0
 A + 
B = x + y + 
4xy 
2
( 15 ) = x 
15 + 
31 + 8 31 – 8

2 x+y=Ay=A–x

4xy = B  4x(A – x) = B  4x2 – 4Ax + B = 0 
2
 ( 15 ) + 2(
31 + 8 15 )(
31 + 8 15 ) +
31 – 8
4A ± 
(– 4A)2 – 4 . 4 . B 4A ± 4
A2 – B
2  x = –––––––––––––––––––––––– = ––––––––––––––
+ (15 ) = x 
31 – 8 2 2.4 8
A±C
 31 + 8
15 + 2 
31 – (8
2
2
15 ) + 31 – 8
15 = x 2  Fazendo C = 
A2 – B tem-se x = ––––––– 
2


A+C A–C
x = –––––––  y = –––––––
 62 + 2 . 
961 – 960 = x2  x2 = 64  x = 8, pois x > 0 
2 2
A–C A+C
x = –––––––  y = –––––––
2 2
Assim sendo 
15 + 
31 + 8 31 – 8
15 = 8, múltiplo de 4.

A+C A–C
Assim sendo, A + 
B = ––––––– + ––––––– , com
2 2
C = 
A2 – B

b) 
35 = 
12 – 2 12 – 
140 =

12 + 2 12 – 2
= ––––––– – ––––––– = 
7 – 
5 , pois
2 2

C = 
122 – 140 = 
144 – 140 = 2

–1
3. O valor de k para que uma das raízes da equação 5. Resolver, em ⺢, a equação
(a + b + c)x2 – (2a + b + c)x + a = 0, sabendo-se que
x2 – kx + 18 = 0 seja 
19 + 
10 – 
6 19 – 
6
10 é:
{a; b; c} 傺 ⺢.
a) 7 b) 9 c) 12 d) 15 e) 19
Resolução:
Resolução: 2a + b + c a
sendo a e b as raízes da equação e fazendo s = –––––––––––
a + b + c = 1 + ––––––––––
a+b+c

19 + 6
10 – 
 19 – 6

10 = a, com a > 0 tem-se
a a
P = –––––––––– ––––––––––
2 a+b+c =1. a+b+c

19 + 6
10 – 
 10 
19 – 6
 = a2 
a
 19 + 6 
 
10 – 2 19 + 6 
10 . 19 – 6
10 + 19 – 6
10 = a2 
{
V = 1; ––––––––––
a+b+c }


 38 – 2 192 – (6
10)2 = a2  a2 = 36  a = 6
Além disso

  
a+b=k a+b=k a=6
a . b = 18  b=3  b=3
a=6 a=6 k=9

Resposta: B

4. Se a e b (a > b) são as raízes da equação


MÓDULO 18
x2 – 
9 + 
6 
2 . x + 3 
2 = 0, então: Equações
a) a . b = 
3 b) a2 + b2 = 3
c) a2 – b2 = 3 d) a + b = 
5 1. Sejam a, b e c números reais não-nulos. Se 1 é raiz
da equação ax2 + bx + c = 0, assinale a afirmação falsa:
e) a – b = 2
a) a + b + c = 0 b) a3 + b3 + c3 = 3abc
2
c) b ≥ 4ac d) a outra raiz é c
Resolução:
e) uma das anteriores é falsa.

2 =  ––––– + 

9+3 9–3
9 + 6 9 + 
72 = ––––– = 
6 + 
3
2 2 Resolução:
se 1 é raiz, então a . 12 + b . 1 + c = 0
C = 
9 2 – 72 = 3 a+b+c=0
b + c = – a  (b + c)3 = (– a)3 
x2 –  6 + 
2 = 0  x2 – (
9 + 62 x + 3 3)x + 
6 . 
3=0  b3 + 3bc(b + c) + c3 + a3 = 0 
6 ; 
V = { 3 }  a = 
6 e b = 
3 , pois a > b.  b3 + 3bc(–a) + c3 + a3 = 0  a3 + b3 + c3 = 3abc
6)2 – ( 
Assim a2 – b2 = ( 3)2 = 3 c c
–– c
––
P = x1x2 = ––
a  1 . x2 = a  x2 = a
Resposta: C ∆ > 0  b2 ≥ 4ac
Resposta: D
obs.:  ––––– + 

A+C A–C
A ± 
B = –––––
2 2

onde C = 
A2 – B

2–
2. Resolver, em ⺢ x ⺢, o sistema 4. As equações x3 – 19x + a = 0 e x3 – 28x + a + 18 = 0 têm
uma raiz comum. Determinar o conjunto-verdade de cada
 x2 + xy + y2 = 37
x + xy + y = 19
uma delas.

Resolução:
sendo  a raiz comum, tem-se:
Resolução:

x + xy + y = 19 (x + y) + xy = 19
x2 + xy + y2 = 37 (x + y)2 – xy = 37 3 – 19 + a = 0
 3 – 28 + a + 18 = 0 }  9 – 18 = 0   = 2 e a = 30
 (x + y)2 + (x + y) – 56 = 0  x + y = – 8 ou x + y = 7 1ª equação:
Assim sendo tem-se x3 – 19x + 30 = 0  x3 – 4x – 15x + 30 = 0 
 x(x + 2)(x – 2) – 15(x – 2) = 0 
x + y = 7 xy = 12
x + xy + y = 19 x+y=7


1)   x=2
 (x – 2) (x2 + 2x – 15) = 0  x=–5
 (x = 3 e y = 4) ou (x = 4 e y = 3) x=3

x + y = – 8 xy = 27
x + xy + y = 19 x+y=–8
2)   2ª equação:
x3 – 28x + 48 = 0  x3 – 4x – 24x + 48 = 0 


x=2
– 8 ± 
– 44  (x – 2) (x2 + 2x – 24) = 0  x = – 6
 x = ––––––––––––  ⺢
2 x=4
Portanto V = {(3; 4); (4; 3)} Respostas: V1 = {2; – 5; 3}
V2 = {2; – 6; 4}

3. A soma e o produto das raízes positivas da equação


(x2 + 2x – 12)2 – 9x3 + 108x = 0 são respectivamente
iguais a: MÓDULO 19
a) 8 e 12 b) 10 e 24 c) 12 e 16
d) 18 e 36 e) 16 e 24 Equações
Resolução: 1. (ITA) – Dada a equação
(x2 + 2x – 12)2 – 9x3 + 108x = 0  x3 + (m + 1)x2 + (m + 9)x + 9 = 0, em que m é uma
 [(x2 – 12) + 2x]2 – 9x(x2 – 12) = 0 fazendo x2 – 12 = y tem-se constante real, considere as seguintes afirmações:
(y + 2x)2 – 9xy = 0  y2 – 5xy + 4x2 = 0 
 y = x ou y = 4x  x2 – 12 = x ou x2 – 12 = 4x
I. Se m  ]– 6,6[, então existe apenas uma raiz real.
 x2 – x – 12 = 0 ou x2 – 4x – 12 = 0  II. Se m = – 6 ou m = + 6, então existe raiz com
 x = – 2, x = – 3, x = 4 ou x = 6 multiplicidade 2.
A soma e o produto das raízes positivas são 4 + 6 = 10 e 4 . 6 = 24 III. m  R, todas as raízes são reais.
Resposta: B Então, podemos afirmar que é (são) verdadeira(s) apenas
a) I b) II c) III
d) II e III e) I e II

Resolução:
x3 + (m + 1) . x2 + (m + 9) . x + 9 = 0 
 x3 + mx2 + x2 + mx + 9x + 9 = 0 
 x 2 (x + 1) + mx(x + 1) + 9 (x+1) = 0 
 (x + 1) . (x 2 + mx + 9) = 0 


– m ± m2 –36
 x = – 1 ou x = ––––––––––––––– .
2

–3
Assim sendo: x1 + 1 x2 + 1 x1 x2 m = x1 . x2
1) Para m 2 – 36 < 0  – 6 < m < 6, a equação terá uma única raiz 1 16 0 15 0
real igual a – 1 e duas raízes não reais. Desta forma a afirmação
2 8 1 7 7
(I) é verdadeira e a afirmação (III) é falsa.
2) Para m 2 – 36 = 0  m = ± 6, a equação inicial terá uma raiz 4 4 3 3 9
real simples igual a – 1 e uma raiz real dupla igual a 3 ou igual 8 2 7 1 7
a – 3. Portanto, a afirmação (II) é verdadeira. 16 1 15 0 0
Resposta: e –1 – 16 –2 – 17 34
–2 –8 –3 –9 27
–4 –4 –5 –5 25
–8 –2 –9 –3 27
– 16 –1 – 17 –2 34

Resposta: o conjunto de valores possíveis para m é


{0, 7, 9, 25, 27, 34}

2. (ITA) – Sobre o número x = 


7 – 4
3 + 3 é correto
afirmar que
a) x  ]0, 2[. b) x é racional.
c) 
2x é irracional. d) x2 é irracional.
e) x  ]2; 3[.

Resolução

x = 
7 – 43 + 3 = 
(2 – 
3)2 + 
3 = 2 – 
3 + 
3=2
4. Se m e n são raízes reais estritamente positivas da
Portanto, x é racional. equação x2 – bx + 1 = 0, então é falso afirmar que:
Resposta: B 1 1
a) b ≥ 2 b) –– ––
m + n ≥2
1 1 1 1
c) 0 < –– ––
m + n <2 d) (m + n) . –– ––
( 2
)
m + n =b ≥ 4
e) uma das anteriores é falsa.

Resolução

∆ = (– b)2 – 4 . 1 . 1 ≥ 0  b2 ≥ 4
s=m+n=b>0 P=m.n=1
b≥2
}
1 1 m+n b
––– + ––– = ––––––– = ––– = b ≥ 2
m n m.n 1

(m + n) .
 –––
1
m n 
1
+ ––– = b . b = b ≥ 4 2

3. (IMe) – Sejam x1 e x2 as raízes da equação


Resposta: C
x2 + (m – 15)x + m = 0. Sabendo que x1 e x2 são números
inteiros, determine o conjunto de valores possíveis para
m.

Resolução:

 xx +. xx ==m– m + 15
1
1 2
2
 x1 + x2 = – x1x2 + 15 

 x1 + x2 + x1x2 = 15  x1 + x2 + x1x2 + 1 = 16 
 (x1 + 1) + x2(1 + x1) = 16  (x1 + 1)(x2 + 1) = 16

sendo x1 e x2 números inteiros, podemos ter:

4–
5. (ITA) – O menor inteiro positivo n para o qual a
diferença 
n – 
n – 1 fica menor que 0,01 é
   
logo, a + b – c = –2 + –5 – 117 = –114 =114

a) 2499. b) 2501. c) 2500. Resposta: B


d) 3600. e) 4900.

Resolução:


n – 
n– 1 < 0,01  
n + 0,01 < 
n–1 
2
 ( 
n + 0,01)2 < (
n– 1 ) 

 n + 0,02 . 
n + 0,0001 < n – 1 

 0,02 
n < – 1 – 0,0001  0,02 
n > 1,0001 

 
n > –––––––   100,01  
1,0001
n > ––––––– n > 50,005 
0,02 2

 n > 2500,…

o menor inteiro positivo n que satisfaz a sentença é, portanto, 2. (ITA) – Resolver, em ⺢, a equação
2501. 6 3
–– ––
x – 26 . x 5 – 27 = 0
5
Resposta: B

Resolução:
3 6
–– ––
Fazendo x 5 = y teremos x 5 = y2 e a equação
6 3
–– ––
x 5 – 26 . x 5 – 27 = 0 pode ser escrita da forma

y2 – 26y – 27 = 0, com y ≥ 0.

Como y2 – 26y – 27 = 0  y = – 1 ou
3 1 1
 
–– –– 3 ––
x 5 = 27  x 5 = 33  x 5 = 3  x = 35  y = 27,
temos:
x = 243  x = 243 ou x = – 243
MÓDULO 20
Resposta: {– 243; 243}
Equações
1. (ITA) – Sendo c um número real a ser determinado,
decomponha o polinômio 9x2 – 63x + c, numa diferença
de dois cubos
(x + a)3 – (x + b)3.
Neste caso, a +  b  – c  é igual a
a) 104. b ) 114. c) 124. d) 134. e) 144.

Resolução:
Para que 9x2 – 63x + c = (x + a)3 – (x + b)3, devemos ter:
9x2 – 63x + c = (3a – 3b)x2 + (3a2 – 3b2)x + (a3 – b3)

  
3a – 3b = 9 a–b=3 a=–2
2 2 2 2
 3a – 3b = – 63  a – b = – 21  b=–5
a3 – b 3 = c a3 – b 3 = c c = 117

–5
3. (ePusP) – Sendo a a hipotenusa, b e c os catetos de

2 + a .  + 1 = 0
(a – 1).  + 1 – a = 0 
um triângulo retângulo, a equação a2x2 – b2x – c2 = 0: 2 + 1 .  + a = 0
a) tem uma raiz igual a – 1 e outra entre 0 e 1;  (a – 1) .  = a – 1   = 1. se 1 é a raiz comum, então
b) tem raízes imaginárias; 12 + a . 1 + 1 = 0  a = – 2
c) tem uma raiz igual a 1 e outra entre 0 e –1; Resposta: 1 e – 2
d) não admite raízes racionais;
e) nenhuma das respostas anteriores.

Resolução 1:
sendo a a hipotenusa, b e c os catetos de um triângulo retângulo,
tem-se a2 = b2 + c2.
1 é raiz da equação, pois a212 – b21 – c2 = b2 + c2 – b2 – c2 = 0. A
c2 c
outra raiz é – –––– , que está entra 0 e – 1, pois 0 < ––– < 1.
a 2 a

Resolução 2:
sendo a a hipotenusa, b e c os catetos de um triângulo retângulo,
tem-se a2 = b2 + c2.
∆ = (– b2)2 – 4 . a2 . (– c)2 = b4 + 4a2c2 = b4 + 4(b2 + c2) . c2 
 ∆ = b4 + 4 . b2 . c2 + 4 . c4 = (b2 + 2c2)2

b2 ± 
(b2 + 2c2)2 b2 ± (b2 + 2c2) 5. Para que valores de a, b e c inteiros o polinômio
x = ––––––––––––––––– = ––––––––––––––––– =
2 . a2 2 . a2 (x – a)(x – 10) + 1 pode ser fatorado como o produto de
(x + b)(x + c)?


b2 + (b2 + 2c2) 2 . (b2 + c2) 2 . a2
= –––––––––––––– = ––––––––––– = –––––– = 1
2 . a2 2 . a2 2 . a2 Resolução:
=
b2 – (b2 +2c2) c2 c2 sendo (x – a)(x – 10) + 1 fatorável em (x + b)(x + c), temos
= –––––––––––––– = – ––––, com – 1 < – –––– < 0
(x – a)(x – 10) + 1 = (x + b)(x + c) para todo x. Para x = – b, temos
2 . a2 a2 a2
(– b – a)(– b – 10) + 1 = (– b + b)(– b + c)  (b + a)(b + 10) = – 1.

 b + 10 = – 1 ou  b + 10 = 1
b+a=1 b+a=–1
Desta forma, 

 (a = 12 e b = – 11) ou (a = 8 e b = – 9)
Respostas: (a = 12 e b – 11) ou (a = 8 e b = – 9)

4. Determine os valores de a para que as equações


x2 + ax + 1 = 0 e x2 + x + a = 0 tenha pelo menos uma
raiz em comum.

Resolução:
Para a = 1 as duas equações são idênticas e, obviamente, possuem
raízes comuns.
Para a ≠ 1, se  for a raiz comum temos:

6–
exercícios-tarefa
■ MóDulo 17 3. Resolver, em ⺢, a equação
(x2 – 3x + 18)2 – 14x3 + 90x2 – 252x = 0.

1. O valor de 
6 + 
6 + 
6 + … é: ■ MóDulo 19
a) 1 b) 
6 c) 3 d) 7 e) 
12 1. (ITA) – Sabendo-se que as soluções da equação
x2 – x – 6 = 0 são raízes da equação x2 – ax + b = 0, pode-
1 1 se afirmar que:
2. A soma –––––––– + –––––––– +

2 + 
1 
3 + 
2 a) a = 1 e b = 6 b) a = 0 e b = – 6
1 1 c) a = 1 e b = – 6 d) a = 0 e b = – 9
+ –––––––– + … + ––––––––––– vale: e) não existem a e b tais que x2 – ax + b = 0 contenha as

4 + 
3 100 + 
 99 raízes da equação dada.

a) 
100 – 
2 b) 9 c) 10 + 
2 x+a
2. Resolver, em ⺢, a equação –––––
x+b
–––––
x – a + x – b = 2,
d) 9 + 
2 2 – 
e)  99 sabendo-se que {a; b} 傺 ⺢* e a ≠ b. Mostre que o inverso
da raiz é a média aritmética dos inversos de a e b.
3. Obter uma equação do 2º grau, de coeficientes inteiros,
cujas raízes sejam o quadrado das raízes da equação ■ MóDulo 20
5x2 – 7x + 1 = 0.
1. (ePusP) – Os trinômios y = ax2 + bx + c tais que
■ MóDulo 18 a + b + c = 0:
a) tem em comum o ponto do eixo x;
1. As raízes da equação x2 + px + q = 0, aumentadas de b) tem em comum o ponto do eixo y;
uma unidade, são raízes da equação x2 – px + 2pq = 0. c) tem em comum a origem;
Determine p, q e o conjunto-verdade de cada equação. d) não tem ponto em comum;
e) Nada disso.
2. As equações x3 – px + 2q = 0 e x3 – qx + 2p = 0, com 2. A soma dos quadrados com a soma dos cubos das raízes
p ≠ q, têm uma raiz comum. Determine esta raiz e a soma da equação x2 – 3x + 5 = 0 é:
p + q. a) 18 b) 19 c) 20 d) – 18 e) – 19

resolução dos exercícios-tarefa


■ MóDulo 17 De forma análoga
1 1 (n – 
n–1 )
1) 
6 + 
6 +… = x  
6 +  6+x=x e x>0
––––––––––– = –––––––––––– .
 n – 1 (
n +  n + 
n–1 )
–––––––––––– =
(n – 
n–1 )
 x2 – x – 6 = 0 e x > 0  x = 3 = n – 
n–1
Resposta: C Assim
1 1 1
––––––––– + ––––––––– + –––––––– + … +
1 1 (2 – 1 ) 
2 + 
1 
3 + 
2 
4 + 3
2) ––––––––– = ––––––––– . –––––––––– = 2 – 1

2 + 1 (2 + 1 ) (2 – 1 ) 1
+ –––––––––––– = 2 – 1 + 3 – 2 + 4 – 3 + … +

100 + 
99
1 1 (3 – 2)
–––––––– = ––––––––– . –––––––––– = 3 – 2 + 
100 – 
99 = 
100 – 1 = 9

3 + 2 (3 + 2 ) (3 – 2 )
Resposta: B

–7
3) sendo x1 e x2 as raízes da equação ■ MóDulo 19
5x2 – 7x + 1 = 0, as raízes da nova equação serão
1) x2 – x – 6 = 0  x = – 2 ou
2
x 1 e x2 2.
x = 3  x = – 3 ou x = 3
s = x12 + x22 = (x1 + x2)2 – 2x1 . x2 = s = (– 3) + 3 = a  a = 0
–7 2 39 P = (– 3) . 3 = b  b = – 9
(
= – –––
5
–2. ) ( –––15 ) = –––
25 Resposta: D
2
1 1
2 2
P = x1 . x2 = (x1 . x2 )2 ( ) = ( –––
= –––
5 25 ) x+a x+b
2) –––––– + –––––– = 2 
uma equação nestas condições é x–a x–b
39 1  (x + a) (x – b) + (x + b) (x – a) = 2(x – a) (x – b) e
x2 – ––– x + ––– = 0; outra é 25x2 – 39x + 1 = 0.
25 25 x–a≠0 e x–b≠0 
 ax + bx = 2ab e x ≠ a e x ≠ b 

■ MóDulo 18 2ab 1 a+b


 x = ––––––  ––– = ––––– 
a+b x 2ab
1) sendo x1 e x2 as raízes da primeira equação, e 1 1
(x1 + 1) e (x2 + 1) as raízes da segunda equação, tem- –– + ––
1 a b
se:  ––– = –––––––– cqd.
x 2

 
x1 + x2 = – p x1 + x2 = – p

q = 0
x1 . x2 = q x1 . x2 = q p=1
 
(x1 + 1) + (x2 + 1) = p p=1 ■ MóDulo 20
(x1 + 1) . (x2 + 1) = 2pq q – p + 1 = 2pq
1) Resolução 1:
x2
As equações são + x = 0 e – x = 0, cujos x2 1 é raiz do trinômio, pois
conjuntos-verdade são, respectivamente, y = a . 12 + b . 1 + c = a + b + c = 0.
V1 = {–1; 0} e V2 = {0; 1}
c
A outra raiz é ––– . Assim, o gráficos que representam
a
2) sendo  a raiz comum das equações
x3 – px + 2q = 0 e x3 – qx + 2p = 0, tem-se: os trinômios passa pelo ponto (1; 0) do eixo x.
Resposta: A
3 – p + 2q = 0
3 – q + 2p = 0 } 
Resolução 2:
sendo a + b + c = 0  c = – a – b
 (p – q)  = 2q – 2p   = – 2 , pois p ≠ q y = ax2 + bx + c = ax2 + bx – a – b =
substituindo em uma das equações, tem-se: = a(x2 – 1) + b(x – 1) = a(x + 1)(x – 1) + b(x – 1) 
 y = (x – 1) . (ax + a + b)
(–2)3 – q (–2) + 2p = 0  p+q=4 o ponto (1; 0) pertence aos gráficos dos trinômios, pois
y = (1 – 1) . (a . 1 + a + b) = 0, para quaisquer valores
de a e b.
3) (x2 – 3x + 18)2 – 14x3 + 90x2 – 252x = 0 
Resposta: A
 (x2 – 3x + 18)2 – 14x(x2 + 18) + 90x2 = 0.
Fazendo x2 + 18 = y, temos 2) sendo x1 e x2 as raízes da equação, temos:
(y – 3x)2 – 14xy + 90x2 = 0 
x1 + x2 = 3 e x1 . x2 = 5
 y2 – 6xy + 9x2 – 14xy + 90x2 = 0 
 y2 – 20xy + 99x2 = 0  y = 9x ou y = 11x  x12 + x22 = (x1 + x2)2 – 2x1x2 = (3)2 – 2 . 5 = – 1
 x2 + 18 = 9x ou x2 + 18 = 11x  x2 – 9x+ 18 = 0 ou x13 + x23 = (x1 + x2) . (x12 – x1x2 + x22) =
x2 – 11x + 18 = 0  x = 2, x = 3, x = 6 ou x = 9 = (3) . (– 1 – 5) = – 18
Resposta: V = {2; 3; 6; 9} Resposta: D

8–
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página I
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página II
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página 1

Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias


MATEMÁTICA
2. (ITA) – O conjunto de todos os valores de α,
MÓDULO 21
 
π π
α ∈ – –– ; –– , tais que as soluções da equação
Equações 2 2
4
(em x) x4 – 
48 x2 + tg α = 0 são todas reais, é
1. (ITA) – Suponhamos que “p” e “q” são catetos de um

 – ––3 ; 0   – ––4 ; ––4   – ––6 ; ––6 


triângulo retângulo e “h”, a altura relativa à hipotenusa π π π π π
a) b) c)
dele. Nestas condições, podemos afirmar que a equação:
2 2 1
 0; ––3   
–– x2 – –– x + –– = 0 π π π
p h q d) e) –– ; ––
12 3
(⺢ é o conjunto dos números reais)
a) não admite raízes reais.
b) admite uma raiz da forma m
– 1, em que m ∈ ⺢ e
m > 0.
c) admite sempre raízes reais.
d) admite uma raiz da forma – m
– 1, m ∈ ⺢, m > 0.
e) nada se pode afirmar.

–1
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página 2

2. Determine a soma e o produto das raízes inteiras da 4. Dois operários, A e B, trabalham um mesmo número
equação (x + 2) (x + 3) (x + 4) (x + 6) = 210x2 de dias. Se A trabalhasse dois dias a mais e B trabalhasse
três dias a menos, A teria ganho R$ 108,00 e B teria ganho
R$ 72,00. Por outro lado, se A trabalhasse três dias a
menos e B dois dias a mais, juntos teriam ganho
R$ 210,00. Quanto ganhou cada um e quantos dias tra-
balharam?

2–
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página 3

2. (ITA)
MÓDULO 22 a) Mostre que o número real
3 3
Equações  
α = 2 + 
2 – 
5+ 5 é raiz da equação
x3 + 3x – 4 = 0
b) Conclua de (a) que α é um número racional.
1. A soma e o produto das raízes reais da equação
6

x2 – 3 + ––––––––
2
= 0 são, respectivamente:
x – 10
a) 2 e 10 b) 1 e 14 c) 0 e 28
d) – 3 e 30 e) – 4 e 36

–3
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página 4

3. Dois recipientes iguais de 30 litros de capacidade cada um contêm um total de 30 litros de álcool. O primeiro recipiente
é completado até a borda com água e com a mistura obtida se completa o segundo recipiente. 12 litros desta mistura são
então devolvidos ao primeiro recipiente. O segundo recipiente fica com 2 litros de álcool a menos que o primeiro. Quantos
litros de álcool tinha inicialmente cada recipiente?

4–
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página 5

4. Em certo instante um relógio marca 2 minutos a menos


do que deveria marcar, no entanto anda adiantado. Se MÓDULO 23
adiantasse meio minuto a mais por dia do que adianta, e
estivesse marcando 3 minutos a menos do que seria Equações
correto, marcaria a hora certa um dia antes do que marca.
Quantos minutos por dia adianta esse relógio? 1. Resolver, em R, a equação
(x – 1)3 + (x + 3)3 = 42 (x + 1).

2. Determine o conjunto solução, em ⺢, da equação


(x + 2).(x + 3).(x + 8).(x + 12) = 4x2.

–5
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página 6

3. Encontre uma equação do segundo grau com coe-


ficientes racionais que possui uma raiz igual a 
15 – 7.

MÓDULO 24
Equações
1. Um trem parte da estação A em direção a estação B às
13h, com velocidade constante. As 19h chegou a um
ponto da estrada onde havia caído uma barreira e foi
obrigado a ficar parado por duas horas. Para recuperar o
tempo perdido, o maquinista percorre o trecho restante a
uma velocidade 20% maior, mas, apesar disso, chegou
uma hora atrasado. No dia seguinte outro trem que se
dirigia de A para B, com a mesma velocidade inicial do
primeiro, teve que parar 150 km além do que o ponto onde
o primeiro parou. Também ficou parado por duas horas e
também aumentou a velocidade em 20%, mas mesmo
assim chegou uma hora e meia atrasado. Determine a
distância entre A e B.

6–
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página 7

2. De um porto fluvial partem ao mesmo tempo e rio 3. Dois ciclistas pedalam em uma mesma direção por uma
abaixo uma balsa e um bote. O bote navega com auxílio pista circular de 280 m de raio. Um deles faz uma volta
de remadores e com velocidade constante em relação às completa 8s mais rápido que o segundo. Qual a velo-
águas do rio. A balsa esta a deriva e segue na velocidade cidade, em metros por segundo, de cada um, se o tempo
da correnteza, que também é constante. O bote, depois de entre dois encontros consecutivos deles é de 70 segundos?
percorrer 96 km rio abaixo, volta e chega no porto 14
horas depois da partida. Em seu caminho de volta o bote
encontra a balsa a 24 km do porto. Qual a velocidade do
bote e da correnteza?

–7
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página 8

exercícios-tarefa
■ MÓDULO 21 necessário para a primeira torneira encher a piscina
13
sozinha. Dessa forma, foram preenchidos ––– da pis-
1. Resolver, em ⺢, a equação 18
(2x2 – 3x + 1).( 2x2 + 5x + 1) = 9x2. cina. Calcular o tempo necessário para cada torneira en-
cher a piscina sozinha, sabendo-se que, juntas, enchem-
2. Um carteiro que se dirige sem parar do ponto A ao na em 3 horas e 36 minutos.
ponto C passando pelo ponto B, caminha de A à B com
velocidade de 3,5 km/h e de B para C com velocidade de ■ MÓDULO 23
4 km/h. Para conseguir retornar de C para A no mesmo
1. (ITA) – Uma empresa possui 1000 carros, sendo uma
tempo, pelo mesmo caminho, deve desenvolver 3,75 km/h
parte com motor a gasolina e o restante com motor “flex”
em todo o trajeto. Se, no entanto, ao retornar com a
(que funciona com álcool e com gasolina). Numa
velocidade indicada ao ponto B, se detêm nesse ponto por
determinada época, neste conjunto de 1000 carros, 36%
14 minutos, para regressar ao ponto A no tempo previsto
dos carros com motor a gasolina e 36% dos carros com
deverá percorrer o trecho de B à A com velocidade de
motor “flex” sofrem conversão para também funcionar
4 km/h. Calcule as distâncias entre os pontos A, B e C.
com gás GNV. Sabendo-se que, após esta conversão, 556
dos 1000 carros desta empresa são bicombustíveis, pode-
se afirmar que o número de carros tricombustíveis é igual
■ MÓDULO 22 a
a) 246. b) 252. c) 260. d) 268. e)284.
1. (ITA-adaptado) – A respeito da equação
2. Resolver, em ⺢, a equação
3x2 – 4x + 
3x2 – 4x – 6 = 18, podemos dizer que
(x + 1) 3 + (x – 3)3 = 32(x – 1)
2 ± 
70
a) –––––––– são raízes.
3 3. Resolver, em ⺢, a equação (6 – x)4 + (8 – x)4 = 16.
b) a única raiz é x = 3.
c) a única raiz é x = 2 + 
10. ■ MÓDULO 24
1. Segundo o previsto um trem deve passar o trecho AB
d) tem duas raízes reais distintas.
de 20 km a uma velocidade constante. A primeira vez que
e) tem raízes reais iguais. faz este trajeto, o trem percorre a metade do trecho nessa
velocidade, para por 3 minutos e, para chegar no horário
2. Duas torneiras são utilizadas para encher uma piscina. previsto, percorre a outra metade a uma velocidade
Estando totalmente vazia, abre-se a primeira torneira por 10 km/h superior. Na segunda vez, o trem para na metade
um terço do tempo que a segunda torneira seria capaz de do caminho por 5 minutos. A que velocidade deve per-
encher a piscina sozinha. Fecha-se a primeira torneira e correr a segunda metade para chegar no horário previsto?
abre-se a segunda torneira por um terço do tempo
2. Resolver, em ⺢, a equação x.(x + 1).(x – 1).(x + 2) = 24.

resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 21 ⇔ 2x2 + 6x + 1 = 0 ou 2x2 – 4x + 1 = 0 ⇔
1
1) Dividindo cada fator por x e fazendo 2x + –– – 3 – 7 – 3 + 7
x =y ⇔ x = ––––––––– , x = ––––––––– ,
temos: 2 2
(2x2 – 3x + 1).(2x2 + 5x – 1) = 9x2 2 – 2 2 + 2
x = ––––––– ou x = –––––––
1 1 2 2
 
x . 2x + 5 + x = 9 ⇔
2x + 3 + –– ––  Resposta:
⇔ (y – 3).(y + 5) = 9 ⇔ y = – 6 ou y = 4 ⇔ – 3 – 7 – 3 + 7 2 – 2 2 + 2
1
⇔ 2x + ––
1 ––––––––– , ––––––––– , ––––––– , –––––––
2 2 2 2 
x = – 6 ou 2x + x = 4 ⇔
––

–8
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2) Se x e y são as distâncias entre A e B e entre B e C, v


respectivamente. Os tempos gastos de ida, em horas, 1) A primeira enche ––– por hora, a segunda enche
p
x y v
foram –––– e –– , respectivamente e o tempo previsto ––– por hora e lembrando que
3,5 4 s
x+y
 3 + ––5  hora = –––
de retorno, também em horas, é de ––––– . Desta 3 18
3h e 36 min = hora, temos:
3,75 5


x+y x y s v p v 13
forma, como os tempos são iguais, ––––– = ––– + –– –– . –– + –– . –– = –––– . v
3,75 3,5 4 3 p 3 s 18
O tempo real gasto na volta, também em horas foi v v v ⇔
–– + –– = ––––
x+y y 14 x p s 18
––––– = ––––– + ––– + –– . –––
5
3,75 3,75 60 4
Assim,


s p 13
–– + –– = ––––


x+y x y p s 6
––––– = –––– + –– ⇔
3,75 3,5 4 1 1 5
⇔ –– + –– = ––––
x+y y 14 x p s 18
––––– = –––– + ––– + –– s
3,75 3,75 60 4 2) Fazendo –––p = x, temos


4x + 4y 2x y 1 13
––––––– = ––– + ––
x = 6 ⇔ 6x – 13x + 6 = 0 ⇔
x + –– ––– 2
15 7 4
⇔ ⇔ 2 3
4x + 4y 4y 14 x
––––––– = ––– + ––– + –– ⇔ x = –– ou x = ––
3 2
15 15 60 4
2 s 2 2p
3) Para x = –– , tem-se ––
p = –– ⇒ s = –––

112x + 112y = 120x + 105y 3
⇔ ⇔ 3 3
16x + 16y = 16y + 14 + 15x 1 1 5 5 5
–– + ––––– = ––– ⇔ ––– = ––– ⇔ p = 9 e s = 6
p 2p 18 2p 18

8x = 7y –––
⇔ x = 14 e y = 16 3
x = 14
3 s 3 3p
4) Para x = –– , tem-se ––
p = –– ⇒ s = –––
Resposta: De A para B temos 14 km e de B para C 2 2 2
temos 16 km. 1 1 5 5 5
–– + ––––– = ––– ⇔ ––– = ––– ⇔ p = 6 e s = 9
p 3p 18 3p 18
–––
■ MÓDULO 22 2

1) Fazendo 3x2 – 4x = y, tem-se Resposta: Sozinhas, as torneiras levam 6 horas e


9 horas para encher a piscina.
(I) y + 
y – 6 = 18 ⇔ 
y – 6 = 18 – y ⇒
⇒ y – 6 = 324 – 36y + y2 ⇒ ■ MÓDULO 23
⇒ y2 – 37y + 330 = 0 ⇔ y = 15 ou y = 22
Somente y = 15 satisfaz a equação (I). 1) Se, entre os 1000 carros da empresa, x têm motor
a gasolina e 1000 – x possuem motor “flex”, temos:
Assim, 3x2 – 4x = 15 ⇔ 3x2 – 4x – 15 = 0, cujas raízes
(100 – 36)% . (1000 – x) + 36% x = 556 ⇔
são reais distintas, pois
⇔ 640 – 0, 64x + 0,36x = 556 ⇔ 0,28x = 84 ⇔ x = 300
∆ = (– 4)2 – 4 . 3 . (– 15) = 196 > 0 e
Portanto, o número de carros tricombustíveis é
4 ± 14 5
x = –––––– ⇔ x = 3 ou x = – ––– 36
36%. (1000 – 300) = –––– . 700 = 252
6 3
100
Resposta: D Resposta: B

2) Seja v o volume da piscina, p o tempo necessário 2) Como (x + 1)3 + (x – 3)3 =


para a 1a. encher sozinha a piscina e s o tempo neces- = [(x + 1) + (x – 3)].[(x +1)2 – (x + 1)(x – 3) + (x – 3)2] =
sário para a 2a. encher sozinha a piscina. = (2x – 2)(x2 + 2x + 1 – x2 + 3x – x + 3 + x2 – 6x + 9) =

9–
C6 ITA_Mod 20a24alu 24/03/10 09:23 Página 10

= 2(x – 1)(x2 – 2x + 13), temos que: ■ MÓDULO 24


(x + 1)3 + (x – 3)3 = 32(x – 1) ⇔
⇔ 2(x – 1)(x2 – 2x + 13) = 32(x – 1) ⇔ 1) Seja v1 a velocidade que o trem deveria desen-
⇔ x – 1 = 0 ou x2 – 2x + 13 = 16 ⇔ volver em todo o percurso e v a velocidade desenvol-
⇔ x = 1, x = – 1 ou x = 3 vida na segunda metade do percurso, na segunda
passagem. O tempo previsto para essa segunda meta-
Outra solução
Fazendo x – 1 = y ⇔ x = y + 1 1 20 10
de, em horas, é –– . –––– = –––– .
2 v1 v1
da equação, resulta (y + 2)3 + (y – 2)3 = 32y ⇔
⇔ y3 + 6y2 + 12y + 8 + y3 – 6y2 + 12y – 8 – 32y = 0 ⇔ Desta forma,

 

10 3
⇔ 2y3 – 8y = 0 ⇔ 2y(y + 2)(y – 2) = 0 ⇒ ––– – ––– . (v1 + 10) = 10
v1 60
y=0 ⇒x=1



⇒ y=2 ⇒x=3

10 5
––– – ––– . v = 10
y=–2⇒x=–1 v1 60
Resposta: V = {– 1; 1; 3}

(600 – 3v1).(v1 + 10) = 600v1
⇔ (600 – 5v1).v = 600v1 ⇔

(120 – v ).v = 120.v ⇔ v = 40 e v = 60


2
v + 10v – 2000 = 0
(6 – x) + (8 – x) ⇔ 1 1
3) Fazendo y = ––––––––––––––– = 7 – x temos: 1
2 1 1

(6 – x)4 + (8 – x)4 = 16 ⇔ (y – 1)4 + (y + 1)4 = 16 ⇔ Resposta: 60 km/h

⇔ (y2 – 2y + 1)2 + (y2 + 2y + 1)2 = 16 ⇔ 2) x . (x + 1) . (x – 1) . (x + 2) = 24 ⇔


⇔ y4 + 4y2 + 1 – 4y3 + 2y2 – 4y + y4 + 4y2 + ⇔ (x2 + x) . (x2 + x + 2) = 24
+ 1 – 4y3 + 2y2 – 4y = 16 ⇔ Fazendo y = x2 + x temos:
(x2 + x) . (x2 + x – 2) = 24 ⇔ y . (y – 2) = 24 ⇔
⇔ y4 + 6y2 – 7 = 0 ⇔ y2 = – 7 ou y2 = 1
⇔ y2 – 2y – 24 = 0 ⇔ y = – 4 ou y = 6.
Como x ∈ ⺢, temos (7 – x)2 = 1 ⇔ Assim, x2 + x = – 4 ou x2 + x = 6 ⇔
⇔ x2 – 14x + 48 = 0 ⇔ x = 6 ou x = 8. ⇔ x2 + x + 4 ou x2 + x – 6 = 0 ⇔ x = – 3 ou x = 2,
Respostas: {6; 8} pois x é real.
Respostas: {– 3; 2}

10 –
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
2. (ITA) – O conjunto de todos os valores de ,
MÓDULO 21
 
π π
  – –– ; –– , tais que as soluções da equação
Equações 2 2
4
(em x) x4 – 
48 x2 + tg  = 0 são todas reais, é
1. (ITA) – Suponhamos que “p” e “q” são catetos de um

 – ––3 ; 0   – ––4 ; ––4   – ––6 ; ––6 


triângulo retângulo e “h”, a altura relativa à hipotenusa π π π π π
a) b) c)
dele. Nestas condições, podemos afirmar que a equação:
2 2 1
 0; ––3   
–– x2 – –– x + –– = 0 π π π
p h q d) e) –– ; ––
12 3
(⺢ é o conjunto dos números reais) Resolução:
a) não admite raízes reais. 4
A equação x4 – 
48 x2 + tg  = 0 só admite raízes reais se a equação
b) admite uma raiz da forma m 
– 1, em que m  ⺢ e 4
y2 – 
48 y + tg  = 0, na qual y = x2, só admitir raízes reais e
m > 0.
positivas. Assim sendo,
c) admite sempre raízes reais.
d) admite uma raiz da forma – m 
– 1, m  ⺢, m > 0. (
∆ = – 
48
4
)2 – 4 . 1 . tg  ≥ 0 e tg  ≥ 0  tg  ≤ 3 e tg  ≥ 0 
e) nada se pode afirmar.
 
π π π
 0 ≤ tg  ≤ 
3  0 ≤  ≤ –– , pois   – –– ; ––
3 2 2
Resolução:
Resposta: D

 
2
2 2 1 4 8
∆= – –– – 4 . –– . –– = ––– – ––– =
h p q h2 pq

4 8 4a – 8h 4(a – 2h)
= ––– – ––– = –––––––– = ––––––––
h2 ah ah2 ah2

a
Como ––– ≥ h  a – 2h ≥ 0, tem-se ∆ ≥ 0, pois a, h  ⺢+* , logo
2
a equação admite sempre raízes reais.
Resposta: C

–1
2. Determine a soma e o produto das raízes inteiras da 4. Dois operários, A e B, trabalham um mesmo número
equação (x + 2) (x + 3) (x + 4) (x + 6) = 210x2 de dias. Se A trabalhasse dois dias a mais e B trabalhasse
três dias a menos, A teria ganho R$ 108,00 e B teria ganho
Resolução: R$ 72,00. Por outro lado, se A trabalhasse três dias a
observe que 2 . 6 = 3 . 4 e que zero não é raiz da equação. menos e B dois dias a mais, juntos teriam ganho
(x + 2) (x + 3) (x + 4) (x + 6) = 210x2  R$ 210,00. Quanto ganhou cada um e quantos dias tra-
 (x2 + 8x + 12) (x2 + 7x + 12) = 210x2 balharam?
12 12
(
 x + ––– )( ––– )
x + 8 x + x + 7 = 210
Resolução:
12 sendo a e b o ganho de cada um e d o número de dias trabalhados,
Fazendo-se x + ––– x = y, tem-se
a b
(y + 8) (y + 7) = 210  y2 + 15y – 154 = 0  tem-se: ––– e ––– os ganhos diários de A e B, respectivamente.
d d
12 12 Assim sendo,
y=7 ou y = –22  x + ––– –––
x = 7 ou x + x = –22 

 
a (d + 2) 108
 x2 – 7x + 12 = 0 ou x2 + 22x + 12 = 0 (d + 2) ––– = 108  ––––––– = –––––
d d a
 x = 3, x = 4, x = –11 + 
109 ou x = – 11 – 
109 b (d – 3) 72
(d – 3) ––– = 72  ––––––– = –––– 
A soma das raízes inteiras é 7 e o produto é 12. d d b
a b
(d – 3) ––– + (d + 2) ––– = 210
d d
72 108 12a 18b
 ––– . a + –––– . b = 210  –––– + –––– = 35
b a b a
a 18
Fazendo ––– = x, tem-se 12x + ––– = 35 
b x
2 9
 12x2 – 35x + 18 = 0, pois x ≠ 0  x = ––– ou x = –––
3 4
a 2 a 9
Desta forma, ––– = ––– ou ––– = ––– .
b 3 b 4
Dividindo-se a primeira pela segunda equação, temos:
a
(d + 2) –––
d 108 (d + 2) a 3
––––––––––– = –––––  –––––––– . ––– = –––
b 72 (d – 3) b 2
(d – 3)–––
d
Portanto
(d + 2) 2 3 (d + 2) 9 3
––––––– . ––– = ––– ou ––––––– . ––– = ––– 
(d – 3) 3 2 (d – 3) 4 2
(d + 2) 9 (d + 2) 2
 –––––––– = ––– ou –––––––– = ––– 
(d – 3) 4 (d – 3) 3
 d = 7 ou d = – 12 (impossível)
7+2 108
Para d = 7, tem-se –––––– = ––––– 
7 a
7–3 72
 a = 84 e –––––– = ––––  b = 126
7 b
Resposta: A ganhou R$ 84,00, B ganhou R$ 126,00 e trabalharam
7 dias.

2–
2. (ITA)
MÓDULO 22 a) Mostre que o número real
3 3
Equações  
 = 2 + 
5+ 2 – 
5 é raiz da equação
x3 + 3x – 4 = 0
b) Conclua de (a) que  é um número racional.
1. A soma e o produto das raízes reais da equação
Resolução:


6 a) P(x) = x3 + 3x – 4

x2 – 3 + –––––––– = 0 são, respectivamente: 3 3 
x2 – 10 = 
5 + 
2 +  2 – 
5
a) 2 e 10 b) 1 e 14 c) 0 e 28
d) – 3 e 30 e) – 4 e 36  P() = ( 
2 + 
3
5 +  5 ) +
2 – 
3 3

+ 3 (  5 ) –4
3 3

Resolução: 5 + 
2 +  2 – 

Fazendo 
x2 – 3 = y, tem-se y ≥ 0 e x2 – 3 = y2   P() = 2 + 
5 + 2 – 
5+
 x2 y2
– 10 = – 7. substituindo na equação, tem-se
6
+3 ( 
3
5 )() + 3 .  – 4 
5 . 
2 +  2 – 
3

y + –––––– = 0  y3 – 7y + 6 = 0, para y ≠ ± 
7
y2 – 7 3
 P() = 4 + 3 
4 – 5 .  + 3 – 4 
observando que y = 1 é solução, tem-se, por fatoração:  P() = 4 – 3 + 3 – 4  P() = 0   é raiz de P 
y3 – y2 + y2 – y – 6y + 6 = 0    é raiz da equação x3 + 3x – 4 = 0
 y2(y – 1) + y(y – 1) – 6(y – 1) = 0 
 (y – 1)(y2 + y – 6) = 0  y = 1, y = 2 ou y = – 3 (não serve) b) 1) x3 + 3x – 4 x–1
 x3 + 3x – 4 =
Assim sendo 0 x2 + x + 4

x2 – 3 = 1 ou 
x2 – 3 = 2 
= (x – 1) . (x2 + x + 4)
 x2 = 4 ou x2 = 7  x = ± 2 ou x = ± 
7
2) x3 + 3x – 4 = 0  (x – 1) . (x2 + x + 4) = 0 
A soma das raízes é 2 + (– 2) + 
7 + (– 
7) = 0 e o produto é
 x – 1 = 0 ou x2 + x + 4 = 0
2 . (– 2) . 
7 . (– 
7) = 28
Resposta: C –1 ± 
15 i
 x = 1 ou x = –––––––––––
2
3 3
3) 
5  ⺢, 
2 +  2 – 
5 ⺢
3 3
 
5 + 
2 +  2 – 
5⺢⺢

4) A única raiz real da equação x3 + 3x – 4 = 0 é 1.

5) se   ⺢ e  é raiz de x3 + 3x – 4 = 0, então  = 1 e, portanto,


 é racional.

–3
3. Dois recipientes iguais de 30 litros de capacidade cada um contêm um total de 30 litros de álcool. O primeiro recipiente
é completado até a borda com água e com a mistura obtida se completa o segundo recipiente. 12 litros desta mistura são
então devolvidos ao primeiro recipiente. O segundo recipiente fica com 2 litros de álcool a menos que o primeiro. Quantos
litros de álcool tinha inicialmente cada recipiente?

Resolução:
A tabela mostra o que está ocorrendo com a quantidade de álcool:

passou x l passou 12 l para


Inicialmente ficou ficou
de mistura o primeiro

x2
x x2 (30 – x) + –––
recipiente I x ––– . x
30
x – ––––
30 ( ) x2
30 30
30
x – ––– + –––––––––––––– .12

x2 x2
x2 (30 – x) + –––– (30 – x) + –––
recipiente II 30 – x (30 – x) + ––– 30
30 –––––––––––––––– . 12 x2 30
30 (30 – x) + ––– – ––––––––––––––– . 12
30 30

Assim:
x2 x2

 
(30 – x) + –––– (30 – x) + ––––
x2 x2
 
30 30
x – –––– + ––––––––––––––– . 12 = (30 – x) + –––– – ––––––––––––––– . 12 + 2 , pois o primeiro tem 2 litros de álcool
30 30 30 30

a mais que o segundo.


x2 60 2x x2 x2 60 2x x2
x – –––– + –––– – –––– + –––– = 30 – x + –––– – –––– + –––– – –––– + 2  6x2 – 180x + 1200 = 0  x = 10 ou x = 20
30 5 5 75 30 5 5 75

Resposta: os recipientes tinham 10 l e 20 l de álcool.

4–
4. Em certo instante um relógio marca 2 minutos a menos
do que deveria marcar, no entanto anda adiantado. Se MÓDULO 23
adiantasse meio minuto a mais por dia do que adianta, e
estivesse marcando 3 minutos a menos do que seria Equações
correto, marcaria a hora certa um dia antes do que marca.
Quantos minutos por dia adianta esse relógio? 1. Resolver, em R, a equação
(x – 1)3 + (x + 3)3 = 42 (x + 1).
Resolução:
se o relógio adianta x minutos por dia, marcaria a hora certa em Resolução:
2 (x – 1) + (x + 3)
–– dias. Fazendo-se y = –––––––––––––– = x + 1,
x 2

 x + ––2  minutos por dia, marcaria a hora


1 tem-se:
se o relógio adianta
(y – 2)3 + (y + 2)3 = 42 y 
3  y3 – 6y2 + 12y – 8 + y3 + 6y2 + 12 y + 8 = 42 y 
certa em –––––––– dias.  2y3 – 18y = 0  y = 0, y = 3 ou y = – 3 
1
x + ––  x + 1 = 0, x + 1 = 3 ou x + 1 = – 3 
2
 x = – 1, x = 2 ou x = – 4
Respostas V = {– 4, –1, 2}
Como neste caso marcaria a hora certa um dia antes, temos:
3 2 6 2–x
–––––––– = –– – 1  –––––– = –––––– 
1 x 2x + 1 x
x + ––
2
1
 (2x + 1).(2 – x) = 6x  2x2 + 3x – 2 = 0  x = –– ou x = – 2
2
2. Determine o conjunto solução, em ⺢, da equação
o valor negativo não faz sentido, pois o enunciado diz que o relógio (x + 2).(x + 3).(x + 8).(x + 12) = 4x2.
adianta.
Respostas: o relógio adianta 0,5 minuto por dia. Resolução:
Multiplicando os fatores centrais e os fatores do extremo e obser-
vando que zero não é raiz da equação, temos:
(x + 2).(x + 3).(x + 8).(x + 12) = 4x2 
 (x2 + 14x + 24).(x2 + 11x + 24) = 4x2
24
Dividindo cada fator por x e fazendo x = ––– = y temos:
x

 x + 14 + –––x  . x + 11 + –––x  = 4 
24 24

 (y + 14).(y + 11) = 4  y = – 15 ou y = – 10.


24 24
Assim, x + ––– = – 15 ou x + ––– = – 10 
x x
 x2 + 15x + 24 = 0 ou x2 + 10x + 24 = 0 

– 15 – 
129 – 15 + 
129
 x = –––––––––––– ou x = –––––––––––– ou x = – 4 ou x = – 6
2 2

Respostas:  – 15 – 
129 – 15 + 
129
–––––––––––– , –––––––––––– , – 4, – 6
2 2 

–5
3. Encontre uma equação do segundo grau com coe- d
a) o trem levaria –– horas para ir de A até B.
v
ficientes racionais que possui uma raiz igual a 
15 – 7.
b) à distância percorrida antes do primeiro trem parar foi 6v km,
pois o trem circulou por 6 horas. o trecho final mede (d-6v) km
Resolução: d – 6v 5d – 30v
e para percorre o trem levou ––––––– = –––––––– horas.
seja x2 + px + q = 0 a equação procurada. se 
15 – 7 é raiz dessa 6v 6v
–––
equação, então ( 
15 – 7)2 + p( 
15 – 7) + q = 0  5
 (64 – 7p + q) + (p – 14) . 
15 = 0. Como p e q são racionais, c) o primeiro trem levou, portanto,
(64 – 7p + q) e (p – 14) também são racionais e, portanto, iguais a 5d – 30v d
zero. 6 + 2 + –––––––– = –– + 1 horas para ir de A a B.
6v v

64 – 7p + q = 0
 p = 14 e q = 34 d) o segundo trem percorreu (6v + 150) km antes de parar e levou
p – 14 = 0
6v + 150
e a equação procurada é x2 + 14x + 34 = 0 –––––––– horas para percorrer esta distância. o trecho
v
Respostas: x2 + 14x + 34 = 0. restante, de (d-6v-150) km, foi percorrido em
d – 6v – 150 5d – 30v – 750
–––––––––––– = ––––––––––––––
6v 6v
–––
5
e) o segundo trem levou, portanto,
6v + 150 5d – 30v – 750 d 3
––––––––– + 2 + –––––––––––––– = ––– + ––– horas para ir
v 6v v 2

de A a B. Assim, temos:


5d – 30v d
6 + 2 + –––––––– = ––– + 1
6v v
6v + 150 5d – 30v – 750 d 3 
–––––––– + 2 + –––––––––––––– = –– + ––
v 6v v 2

 36v + 900 + 12v + 5d – 30v – 750 = 6d + 9v


48v + 5d – 30v = 6d + 6v
 

 d = 9v + 150
d = 12v
  v = 50 e d = 600
MÓDULO 24 Respostas: A distância entre A e B é 600 km.
Equações
1. Um trem parte da estação A em direção a estação B às
13h, com velocidade constante. As 19h chegou a um
ponto da estrada onde havia caído uma barreira e foi
obrigado a ficar parado por duas horas. Para recuperar o
tempo perdido, o maquinista percorre o trecho restante a
uma velocidade 20% maior, mas, apesar disso, chegou
uma hora atrasado. No dia seguinte outro trem que se
dirigia de A para B, com a mesma velocidade inicial do
primeiro, teve que parar 150 km além do que o ponto onde
o primeiro parou. Também ficou parado por duas horas e
também aumentou a velocidade em 20%, mas mesmo
assim chegou uma hora e meia atrasado. Determine a
distância entre A e B.

Resolução:
sendo d a distância, em quilômetros, entre as duas estações e v, em
quilômetros por hora, a velocidade inicial do trem e lembrando
20 6v
que v + 20%.v = v . –––– v = ––– temos:
100 5

6–
2. De um porto fluvial partem ao mesmo tempo e rio 3. Dois ciclistas pedalam em uma mesma direção por uma
abaixo uma balsa e um bote. O bote navega com auxílio pista circular de 280 m de raio. Um deles faz uma volta
de remadores e com velocidade constante em relação às completa 8s mais rápido que o segundo. Qual a velo-
águas do rio. A balsa esta a deriva e segue na velocidade cidade, em metros por segundo, de cada um, se o tempo
da correnteza, que também é constante. O bote, depois de entre dois encontros consecutivos deles é de 70 segundos?
percorrer 96 km rio abaixo, volta e chega no porto 14
horas depois da partida. Em seu caminho de volta o bote Resolução:
encontra a balsa a 24 km do porto. Qual a velocidade do em metros, o comprimento da pista é de 2.π.280 = 560π. se as
velocidades de cada ciclista, em metros por segundo, for respectiva-
bote e da correnteza? mente, v1 e v2, com v1 > v2, então os tempos, em segundos, para
560π 560π
Resolução: cada um dar uma volta completa na pista são ––––– e –––––
v1 v2
sejam vb e vr as velocidades do bote em relação da água e da
correnteza do rio. 560π 560π
96 96 e, portanto ––––– – ––––– = 8.
o bote navegou durante ––––––– + ––––––– = 14 horas até v2 v1
vb + vr vb – vr
entre um encontro e o encontro seguinte o ciclista mais rápido dá
retornar ao porto. Até o encontro com a balsa, o bote havia uma volta a mais na pista. Como um se distancia do outro a uma
96 72 24 velocidade (v1 – v2), então (v1 – v2) . 70 = 560π  v1 – v2 = 8π
navegado durante ––––––– + ––––––– = ––––
vb + vr vb – vr vr Desta forma


560π 560π


vb –––––– – –––––– = 8 560π(v1 – v2) = 8 . v1 . v2
Dessa última equação, fazendo –––– = x temos: v2 v1  
vr v1 – v2 = 8π
v1 – v2 = 8π
96 72 24 96 72
 v = 8π + v
––––––– + ––––––– = ––––  –––––––– + –––––––– = 24  560π (8π + v2 – v2) = 8 . (8π + v2) . v2
vb + vr vb – vr vr vb vb  
––– + 1 ––– – 1 1 2
vr vr
v21 + 8π v2 – 560π2 = 0

96 72
 –––––– + –––––– = 24  
x+1 x–1 v1 = 8π + v2

 4 . (x – 1) + 3 . (x + 1) = (x + 1) . (x – 1)  x2 – 7x = 0  x = 7, Assim, v22 + 8πv2 – 560π2 = 0 


pois x ≠ 0.
Assim, vb = 7.vr e, da equação – 8π ± (8π)2 – 4 . 1 (– 560π2) – 8π ± 48π
 v2 = –––––––––––––––––––––––––– = ––––––––––  v2 = 20π,
96 96 2 2
––––––– + ––––––– = 14 temos:
vb + vr vb – vr pois v2 > 0. Desta forma v1 = 28π.
Respostas: As velocidades dos ciclistas são 28π e 20π, metros por
96 96 12 16 segundo.
––––– + ––––– = 14  –––– + –––– = 14 
8vr 6vr vr vr

 vr = 2, portanto, vb = 14.
Respostas: 14 km/h e 2 km/h.

–7
exercícios-tarefa
■ MóDulo 21 necessário para a primeira torneira encher a piscina
13
sozinha. Dessa forma, foram preenchidos ––– da pis-
1. Resolver, em ⺢, a equação 18
(2x2 – 3x + 1).( 2x2 + 5x + 1) = 9x2. cina. Calcular o tempo necessário para cada torneira en-
cher a piscina sozinha, sabendo-se que, juntas, enchem-
2. Um carteiro que se dirige sem parar do ponto A ao na em 3 horas e 36 minutos.
ponto C passando pelo ponto B, caminha de A à B com
velocidade de 3,5 km/h e de B para C com velocidade de ■ MóDulo 23
4 km/h. Para conseguir retornar de C para A no mesmo
1. (ITA) – Uma empresa possui 1000 carros, sendo uma
tempo, pelo mesmo caminho, deve desenvolver 3,75 km/h
parte com motor a gasolina e o restante com motor “flex”
em todo o trajeto. Se, no entanto, ao retornar com a
(que funciona com álcool e com gasolina). Numa
velocidade indicada ao ponto B, se detêm nesse ponto por
determinada época, neste conjunto de 1000 carros, 36%
14 minutos, para regressar ao ponto A no tempo previsto
dos carros com motor a gasolina e 36% dos carros com
deverá percorrer o trecho de B à A com velocidade de
motor “flex” sofrem conversão para também funcionar
4 km/h. Calcule as distâncias entre os pontos A, B e C.
com gás GNV. Sabendo-se que, após esta conversão, 556
dos 1000 carros desta empresa são bicombustíveis, pode-
se afirmar que o número de carros tricombustíveis é igual
■ MóDulo 22 a
a) 246. b) 252. c) 260. d) 268. e)284.
1. (ITA-adaptado) – A respeito da equação
2. Resolver, em ⺢, a equação
3x2 – 4x + 
3x2 – 4x – 6 = 18, podemos dizer que
(x + 1) 3 + (x – 3)3 = 32(x – 1)
2 ± 
70
a) –––––––– são raízes.
3 3. Resolver, em ⺢, a equação (6 – x)4 + (8 – x)4 = 16.
b) a única raiz é x = 3.
c) a única raiz é x = 2 + 
10. ■ MóDulo 24
1. Segundo o previsto um trem deve passar o trecho AB
d) tem duas raízes reais distintas.
de 20 km a uma velocidade constante. A primeira vez que
e) tem raízes reais iguais. faz este trajeto, o trem percorre a metade do trecho nessa
velocidade, para por 3 minutos e, para chegar no horário
2. Duas torneiras são utilizadas para encher uma piscina. previsto, percorre a outra metade a uma velocidade
Estando totalmente vazia, abre-se a primeira torneira por 10 km/h superior. Na segunda vez, o trem para na metade
um terço do tempo que a segunda torneira seria capaz de do caminho por 5 minutos. A que velocidade deve per-
encher a piscina sozinha. Fecha-se a primeira torneira e correr a segunda metade para chegar no horário previsto?
abre-se a segunda torneira por um terço do tempo
2. Resolver, em ⺢, a equação x.(x + 1).(x – 1).(x + 2) = 24.

resolução dos exercícios-tarefa


■ MóDulo 21  2x2 + 6x + 1 = 0 ou 2x2 – 4x + 1 = 0 
1
1) Dividindo cada fator por x e fazendo 2x + –– – 3 – 7 – 3 + 7
x =y  x = ––––––––– , x = ––––––––– ,
temos: 2 2
(2x2 – 3x + 1).(2x2 + 5x – 1) = 9x2 2 – 2 2 + 2
x = ––––––– ou x = –––––––
1 1 2 2
2x + 3 + ––  –– 
x . 2x + 5 + x = 9  Resposta:
 (y – 3).(y + 5) = 9  y = – 6 ou y = 4  – 3 – 7 – 3 + 7 2 – 2 2 + 2
1
 2x + ––
1
––
––––––––– , ––––––––– , ––––––– , –––––––
2 2 2 2 
x = – 6 ou 2x + x = 4 

–8
2) se x e y são as distâncias entre A e B e entre B e C, v
respectivamente. os tempos gastos de ida, em horas, 1) A primeira enche ––– por hora, a segunda enche
p
x y v
foram –––– e –– , respectivamente e o tempo previsto ––– por hora e lembrando que
3,5 4 s
x+y
 3 + ––5  hora = –––
de retorno, também em horas, é de ––––– . Desta 3 18
3h e 36 min = hora, temos:
3,75 5


x+y x y s v p v 13
forma, como os tempos são iguais, ––––– = ––– + –– –– . –– + –– . –– = –––– . v
3,75 3,5 4 3 p 3 s 18
o tempo real gasto na volta, também em horas foi v v v 
–– + –– = ––––
x+y y 14 x p s 18
––––– = ––––– + ––– + –– . –––
5
3,75 3,75 60 4
Assim,


s p 13
–– + –– = ––––


x+y x y p s 6
––––– = –––– + –– 
3,75 3,5 4 1 1 5
 –– + –– = ––––
x+y y 14 x p s 18
––––– = –––– + ––– + –– s
3,75 3,75 60 4 2) Fazendo –––p = x, temos


4x + 4y 2x y 1 13
––––––– = ––– + –– x + –– ––– 2
15 7 4 x = 6  6x – 13x + 6 = 0 
  2 3
4x + 4y 4y 14 x  x = –– ou x = ––
––––––– = ––– + ––– + –– 3 2
15 15 60 4
2 s 2 2p
3) Para x = –– , tem-se ––
p = ––
 s = –––

112x + 112y = 120x + 105y 3
  3 3
16x + 16y = 16y + 14 + 15x 1 1 5 5 5
–– + ––––– = –––  ––– = –––  p = 9 e s = 6
p 2p 18 2p 18
 
8x = 7y –––
 x = 14 e y = 16 3
x = 14
3 s 3 3p
4) Para x = –– , tem-se ––
p = ––
 s = –––
Resposta: De A para B temos 14 km e de B para C 2 2 2
temos 16 km. 1 1 5 5 5
–– + ––––– = –––  ––– = –––  p = 6 e s = 9
p 3p 18 3p 18
–––
■ MóDulo 22 2

1) Fazendo 3x2 – 4x = y, tem-se Resposta: sozinhas, as torneiras levam 6 horas e


9 horas para encher a piscina.
(I) y + 
y – 6 = 18  
y – 6 = 18 – y 
 y – 6 = 324 – 36y + y2  ■ MóDulo 23
 y2 – 37y + 330 = 0  y = 15 ou y = 22
somente y = 15 satisfaz a equação (I). 1) se, entre os 1000 carros da empresa, x têm motor
a gasolina e 1000 – x possuem motor “flex”, temos:
Assim, 3x2 – 4x = 15  3x2 – 4x – 15 = 0, cujas raízes
(100 – 36)% . (1000 – x) + 36% x = 556 
são reais distintas, pois
 640 – 0, 64x + 0,36x = 556  0,28x = 84  x = 300
∆ = (– 4)2 – 4 . 3 . (– 15) = 196 > 0 e
Portanto, o número de carros tricombustíveis é
4 ± 14 5 36
x = ––––––  x = 3 ou x = – ––– 36%. (1000 – 300) = –––– . 700 = 252
6 3
100
Resposta: D Resposta: B

2) seja v o volume da piscina, p o tempo necessário 2) Como (x + 1)3 + (x – 3)3 =


para a 1a. encher sozinha a piscina e s o tempo neces- = [(x + 1) + (x – 3)].[(x +1)2 – (x + 1)(x – 3) + (x – 3)2] =
sário para a 2a. encher sozinha a piscina. = (2x – 2)(x2 + 2x + 1 – x2 + 3x – x + 3 + x2 – 6x + 9) =

9–
= 2(x – 1)(x2 – 2x + 13), temos que: ■ MóDulo 24
(x + 1)3 + (x – 3)3 = 32(x – 1) 
 2(x – 1)(x2 – 2x + 13) = 32(x – 1)  1) seja v1 a velocidade que o trem deveria desen-
 x – 1 = 0 ou x2 – 2x + 13 = 16  volver em todo o percurso e v a velocidade desenvol-
 x = 1, x = – 1 ou x = 3 vida na segunda metade do percurso, na segunda
passagem. o tempo previsto para essa segunda meta-
outra solução
Fazendo x – 1 = y  x = y + 1 1 20 10
de, em horas, é –– . –––– = –––– .
2 v1 v1
da equação, resulta (y + 2)3 + (y – 2)3 = 32y 
 y3 + 6y2 + 12y + 8 + y3 – 6y2 + 12y – 8 – 32y = 0  Desta forma,


 
10 3
 2y3 – 8y = 0  2y(y + 2)(y – 2) = 0  ––– – ––– . (v1 + 10) = 10
v1 60
y=0 x=1




 y=2 x=3 10 5
––– – ––– . v = 10
y=–2x=–1 v1 60
Resposta: V = {– 1; 1; 3}

(600 – 3v1).(v1 + 10) = 600v1
 (600 – 5v1).v = 600v1 

 (120 – v ).v = 120.v  v = 40 e v = 60


2
v + 10v – 2000 = 0
(6 – x) + (8 – x)  1 1
3) Fazendo y = ––––––––––––––– = 7 – x temos: 1
2 1 1

(6 – x)4 + (8 – x)4 = 16  (y – 1)4 + (y + 1)4 = 16  Resposta: 60 km/h


 (y2 – 2y + 1)2 + (y2 + 2y + 1)2 = 16  2) x . (x + 1) . (x – 1) . (x + 2) = 24 
 y4 + 4y2 + 1 – 4y3 + 2y2 – 4y + y4 + 4y2 +  (x2 + x) . (x2 + x + 2) = 24
+ 1 – 4y3 + 2y2 – 4y = 16  Fazendo y = x2 + x temos:
(x2 + x) . (x2 + x – 2) = 24  y . (y – 2) = 24 
 y4 + 6y2 – 7 = 0  y2 = – 7 ou y2 = 1
 y2 – 2y – 24 = 0  y = – 4 ou y = 6.
Como x  ⺢, temos (7 – x)2 = 1  Assim, x2 + x = – 4 ou x2 + x = 6 
 x2 – 14x + 48 = 0  x = 6 ou x = 8.  x2 + x + 4 ou x2 + x – 6 = 0  x = – 3 ou x = 2,
Respostas: {6; 8} pois x é real.
Respostas: {– 3; 2}

10 –
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
2. Mostre que o ângulo inscrito em uma circunferência é
MÓDULO 25 a metade do ângulo central correspondente.

Geometria Plana I

1. (MAM-Mathematical Association of America) –



Dados um triângulo PQR, onde RS é bissetriz do ângulo
^ —
interno R do triângulo, PQ é estendida até
D e o ângulo n é reto, então

1 1
a) m = ––– (p – q) b) m = ––– (p + q)
2 2

1 1
c) d = ––– (q + p) d) d = ––– m
2 2
e) nenhuma das anteriores

–1
3. (ITA) – Considere o triângulo PQR abaixo, circuns- 4. Da figura, sabe-se que D é o pé da bissetriz do ângulo

crito a uma circunferência de centro O, cujos pontos de reto  do triângulo retângulo ABC. Se DE é perpendicular

^ ^ ^ a BC, o ângulo a:
tangências são A, B e C. Sabe-se que os ângulos P, Q e R
estão, nesta ordem, em progressão aritmética de razão 20°.
Os ângulos 1, 2, 3 e 4, conforme mostrado na figura
abaixo, medem, nesta ordem:

90° + c^
a) é igual a c^ b) é igual a –––––––
2

c) é igual a 45° d) é maior que 45°


e) n.r.a.

a) 40°, 120°, 60°, 50° b) 40°, 100°, 50°, 40°


c) 60°, 140°, 60°, 40° d) 60°, 120°, 40°, 50°
e) n.d.a.

2–
5. (OBM) – No triângulo ABC, o ângulo A ^ mede 60° e o
ângulo B mede 50°. Sejam M o ponto médio do lado AB MÓDULO 26
e P o ponto sobre o lado BC tal que AC + CP = BP. Qual
a medida do ângulo MPC? Geometria Plana I
a) 120° b) 125° c) 130°
d) 135° e) 145° 1. Se as medidas dos lados de um triângulo são dadas por
(2x – 8), (8x – 10) e (x2 + 3), com x  ⺪, o perímetro é
a) 14 .
b) um número par.
c) um quadrado perfeito.
d) múltiplo de 5.
e) o dobro do maior lado.

–3
2. (ITA) – De dois polígonos convexos, um tem a mais 3. (ITA) – Considere três polígonos regulares tais que os
que o outro 6 lados e 39 diagonais. Então, a soma total números que expressam a quantidade de lados de cada um
dos números de vértices e de diagonais dos dois polígonos constituam uma progressão aritmética. Sabe-se que o
é igual a: produto destes três números é igual a 585 e que a soma de
a) 63 b) 65 c) 66 d) 70 e) 77 todos os ângulos internos dos três polígonos é igual a
3780°. O número total das diagonais nestes três polígonos
é igual a:
a) 63 b) 69 c) 90 d) 97 e) 106

4–
8. (ITA) – Considere as afirmações sobre polígonos
convexos: MÓDULO 27
I) Existe apenas um polígono cujo número de diagonais
coincide com o número de lados. Geometria Plana I
II) Não existe polígono cujo número de diagonais seja o
quádruplo do número de lados. 1. (ITA) – Num triângulo ABC, BC = 4 cm, o ângulo C
III) Se a razão entre o número de diagonais e o de lados mede 30° e a projeção do lado AB sobre BC mede 2,5 cm.
de um polígono é um número natural, então o número
O comprimento da mediana que sai do vértice A mede:
de lados do polígono é ímpar.
Então: a) 1 cm b) 兹苵苵2 cm c) 0,9 cm
a) Todas as afirmações são verdadeiras.
d) 兹苵苵3 cm e) 2 cm
b) Apenas (I) e (III) são verdadeiras.
c) Apenas (I) é verdadeira.
d) Apenas (III) é verdadeira.
e) Apenas (II) e (III) são verdadeiras.

–5
4. Na figura

ABCDE é um pentágono regular. P, Q e R são os centros


dos quadrados DEFG, CDHI e ABJK. A medida do
ângulo PR̂Qé:
a) 18° b) 24° c) 30° d) 36° e) 42° 3. (ITA) – Considere o triângulo ABC isósceles em que o
ângulo distinto dos demais, BÂC, mede 40°. Sobre o lado
^
AB, tome o ponto E tal que A CE = 15°. Sobre o lado AC
^ ^
, tome o ponto D tal que D BC = 35°. Então, o ângulo E DB
vale
a) 35° b) 45° c) 55° d) 75° e) 85°

6–
4. (ITA) – Seja Pn um polígono regular de n lados, com
n > 2. Denote por an o apótema e por bn o comprimento de
um lado de Pn. O valor de n para o qual valem as
desigualdades bn ≤ an e bn–1 > an–1 pertence ao intervalo
a) 3 < n < 7 b) 6 < n < 9 c) 8 < n < 11
d) 10 < n < 13 e) 12 < n < 15

–7
2. Sobre os lados do triângulo ABC são construídos os
MÓDULO 28 triângulos equiláteros ABP, BCQ e CAR, não sobrepostos
´ ´ ´
Geometria Plana I ao triângulo ABC. Demonstre que as retas AQ, BR e CP se
interceptam em um mesmo ponto O.
1. (OBM-reTIfIcAdO) – Na figura, a reta PQ toca em
N o círculo que passa por L, M e N. A reta LM corta a reta
PQ em R. Se LM = LN e a medida do ângulo PNL é a,
a > 60°, quanto mede o ângulo LRP?

a) 3a – 180° b)180° – 2a c) 180° – a


d) 90° – a /2 e) a

8–
3. (OBM) – Na figura, ABCDE é um pentágono regular e
AEF é um triângulo equilátero. Seja P um ponto sobre o
segmento BF, no interior de ABCDE, e tal que o ângulo
PÊA mede 12°, como mostra a figura abaixo. Calcule a
medida, em graus, do ângulo PÂC.

–9
exercícios-tarefa
■ MódulO 25 a) 2n(n – 2) b) 2n(n – 1) c) 2n(n – 3)
^ ^
1. No triângulo ABC, AC = CD e CAB – ABC = 30°. n(n – 5)
^ d) –––––––– e) n.d.a.
Então, o ângulo B AD mede: 2
a) 30°
■ MódulO 27
b) 20°
c) 22,5° 1. (OBM) – Na figura, os dois triângulos são equiláteros.
Qual é o valor do ângulo x?
d) 10° a) 30°
e) 15° b) 40°
c) 50°
2. Na figura, AB é o diâmetro do semi-círculo que forma d) 60°
— —
20° com a corda AC. Se r é tangente ao círculo e r // AC, e) 70°
os ângulos a e  medem, respectivamente:
a) 20° e 70° b) 25° e 65° c) 30° e 60°
d) 35° e 55° e) 10° e 70°
2. (BIelOrússIA) – No losango ABCD, ⬔ A = 60°.
— —
Os pontos f, H e g estão sobre os segmentos AD, CD e

AC de modo que DFGH é um paralelogramo. Prove que
FBH é um triângulo equilátero.

■ MódulO 28
1. (ITA) – Considere uma circunferência de centro em O
e diâmetro AB. Tome um segmento BC tangente à
3. (ITA) – Seja ABC um triângulo isósceles de base BC. circunferência, de modo que o ângulo BCA meça 30°.
Sobre o lado AC deste triângulo, considere um ponto D Seja D o ponto de encontro da circunferência com o
tal que os segmentos AD, BD e BC são todos congruentes segmento AC e DE o segmento paralelo a AB, com extre-
^ midades sobre a circunferência. A medida do segmento
entre si. A medida do ângulo BAC é igual a:
DE será igual
a) 23° b) 32° c) 36° d) 40° e) 45°
a) a metade da medida de AB.
b) a um terço da medida de AB.
■ MódulO 26 c) a metade da medida de DC.
d) a dois terços da medida de AB.
1. (OBM) – DEFG é um quadrado no exterior do
^ e) a metade da medida de AE.
pentágono regular ABCDE. Quanto mede o ângulo E AF?
a) 9° b) 12° c) 15° d) 18° e) 21° 2. (OBM) – O canto de um
quadrado de cartolina foi
2. (cOlégIO NAvAl) – Dois lados de um triângulo
cortado com uma tesoura. A
são iguais a 4cm e 6cm. O terceiro lado é um número
inteiro expresso por x2 + 1, com x  ⺪. O seu perímetro soma dos comprimentos dos
é: catetos do triângulo recor-
a) 13 cm b) 14 cm c) 15 cm tado é igual ao comprimento
d) 16 cm e) 20 cm do lado do quadrado. Qual o
valor da soma dos ângulos
3. (ITA) – O número de diagonais de um polígono regular
de 2n lados, que não passam pelo centro da circunferência a e  marcados na figura ao
circunscrita a esse polígono, é dado por: lado?

10 –
resolução dos exercícios-tarefa
^
■ MódulO 25 1) seja a a medida do ângulo BAc. como o triângulo
––
AdB é isósceles de base AB, temos:
1) ^ ^
dAB = dBA = a
^
2) Bdc = 2a, pois é ângulo externo do triângulo ABd.
–– ^ ^
3) ∆cBd é isósceles de base cd  Bcd = Bd c = 2a
–– ^ ^
4) ∆ABc é isósceles de base Bc  ABc = AcB = 2a
Assim, no triângulo cBd, temos:
2a + a + 2a = 180°  a = 36°
conforme a figura, x + y = a resposta: c
^ ^
do enunciado cAB – ABc = (a + x) – y = 30°
desta forma, ■ MódulO 26


x+y=a 1) lembrando que o ângulo interno de um pentágono
x – y = 30° – a  x = 15°
(5 – 2) . 180°
resposta: e regular é igual a –––––––––––– = 108°, temos que
5
^
Aef = 360 – 108° – 90° = 162°
2) como o triângulo Aef é isósceles com Ae = ef, temos

^ 180° – 162°
eAf = –––––––––– = 9°
2

conforme a figura,
 = x + 20°

a = x, pois correspondem ao mesmo arco AT.
Assim,

冦 a +  = 90° 冦  = 55°
 = a + 20° a = 35°
 resposta: A

resposta: d 2)
3) I) x2 + 1 < 4 + 6  x2 – 9 < 0  – 3 < x < 3
II) 4 < x2 + 1 + 6  x2 > –3   x  ⺢
III) 6 < x2 + 1 + 4  x2 – 1 > 0  x < – 1 ou x > 1
de (I), (II) e (III), tem-se –3 < x < –1 ou 1 < x < 3 e
portanto x = – 2 ou x = 2. Os lados medem 4 cm,
5 cm e 6 cm e o perímetro é 15 cm.
resposta: c

3) O número de diagonais de um polígono de 2n lados


2n(2n – 3)
é ––––––––– .
2

– 11
2n b) desta forma, cH = gH = fd = a, Af = gf = Hd =
destas, ––– passam pelo centro. = ᐉ – a, onde ᐉ é a medida do lado do losango.
2
2n(2n – 3) 2n c) Os triângulos cBH e dBf são congruentes, pois
Não passam pelo centro ––––––––– – –––– =
2 2 cB = dB = ᐉ, BcH = Bdf = 60° e cH = df. do
= n . (2n – 3 – 1) = 2n(n – 2) que se conclui cBH = dBf = a e BH = Bf.
resposta: A ^ ^ ^ ^ ^
d) como HBf = H Bd + d Bf = HBd + cBH = 60° e
BH = Bf, o triângulo fBH é equilátero.
■ MódulO 27
resposta: demonstração
1)
■ MódulO 28
1)
Os triângulos dAO e
deO são equiláteros.
Assim, sendo r o raio
da circunferência de
diâmetro AB, tem-se:
1) AB = 2r
Os triângulos ABc e def são equiláteros e possuem 2) OA = Ad = Od =
^
ângulos internos de 60°. desta forma os ângulos Bcf de = Oe = r
^
e dfc e medem respectivamente 45° e 55°, e permitem logo:
obter os demais ângulos assinalados na figura.
de r 1
Assim, x + 60° + 80° = 180°  x = 40° ––– = ––– = –– 
AB 2r 2
resposta: B
1
 de = ––– = . AB
2) 2

2) considere a figura:

a) seja ᐉ a medida do lado do quadrado e fc = a.


como fc + ce = ᐉ, temos
ce = ᐉ – a, df = ᐉ – a, eB = ᐉ – (ᐉ – a) = a e,
portanto, eB = fc e df = ce.
a) No paralelogramo dfgH temos
^ ^ ^ ^ b) Os triângulos ABe e Bcf são congruentes pelo
f dH = f gH = 120° e dfg = dHg = 60°. Por ser critério lAl. Pelo mesmo motivo também são
´ ´ ^ ^
fg // dH os ângulos Afg e gHc medem 120° e, congruentes os triângulos Adf e dce. Assim,
^ ^
consequentemente, os ângulos Agf e H gc me- dÂf = a e BÂe = .
dem 30º, o que prova que os triângulos Afg e c) como a +  + 27° = 90°, temos a +  = 63°.
gHc são isósceles. resposta: 63°
12 –
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
2. Mostre que o ângulo inscrito em uma circunferência é
MÓDULO 25 a metade do ângulo central correspondente.

Geometria Plana I Resolução:

1. (MAM-Mathematical Association of America) –



Dados um triângulo PQR, onde RS é bissetriz do ângulo
^ —
interno R do triângulo, PQ é estendida até
D e o ângulo n é reto, então

1 1
a) m = ––– (p – q) b) m = ––– (p + q)
2 2

1 1 os triângulos oAC e oAB são isósceles. Neles temos:


c) d = ––– (q + p) d) d = ––– m ^ ^ ^ ^
2 2 oAC = o CA = a e oAB = oBA = b
os ângulos externos medem respectivamente 2a e 2b.
e) nenhuma das anteriores Desta forma,
^
^ ^ ^ CoB
CoB = 2a + 2b = 2 . (a + b) = 2 . BAC € BAC = ––––––
2
Resposta: Demonstração

Resolução:

^ ^
∆RMT  ∆RMu  RuM = RTM = m


1
d = ––– (q – p)
No ∆PDT, tem-se m = p + d 2
No ∆QDu, tem-se q = m + d  1
m = ––– (p + q)
2

Resposta: B

–1
3. (ITA) – Considere o triângulo PQR abaixo, circuns- 4. Da figura, sabe-se que D é o pé da bissetriz do ângulo

crito a uma circunferência de centro O, cujos pontos de reto  do triângulo retângulo ABC. Se DE é perpendicular

^ ^ ^ a BC, o ângulo a:
tangências são A, B e C. Sabe-se que os ângulos P, Q e R
estão, nesta ordem, em progressão aritmética de razão 20°.
Os ângulos 1, 2, 3 e 4, conforme mostrado na figura
abaixo, medem, nesta ordem:

90° + c^
a) é igual a c^ b) é igual a –––––––
2

c) é igual a 45° d) é maior que 45°


e) n.r.a.

Resolução:
sr. Professor, comente com o aluno que todo quadrilátero inscrito
em uma circunferência possui ângulos opostos suplementares e
a) 40°, 120°, 60°, 50° b) 40°, 100°, 50°, 40° vice-versa. Comente também que ângulos inscritos em uma
c) 60°, 140°, 60°, 40° d) 60°, 120°, 40°, 50° circunferência e correspondentes ao mesmo arco são congruentes.
e) n.d.a.

Resolução:

^ ^
o quadrilátero ABDe é inscritível, pois os ângulos BA e e B De
são suplementares.
^ ^ 짰
os ângulos DAe e D Be correspondem ao mesmo arco De da
^ ^
circunferência e, portanto a = D Be = DAe = 45°.
Resposta: C

^ ^ ^
se os ângulos P , Q e R estão, nesta ordem, em PA de razão 20°,
^ 
então P = 40°, Q = 60° e R = 80° e 1 = 40° , pois Ro é bissetriz.
^ ^
o ângulo 4 = 50° , pois o triângulo oBR é retângulo em B .

No quadrilátero oBQC, tem-se:


^ ^
2 + 90° + 60° + 90° = 360°  2 = 120°
^ ^ ^
o ângulo 3 é a metade de 2, pois 2 é o ângulo central de arco
២ ^ ^
BC e 3 é o ângulo inscrito e, portanto, 3 = 60°

Resposta: A

2–
5. (oBM) – No triângulo ABC, o ângulo A ^ mede 60° e o
ângulo B mede 50°. Sejam M o ponto médio do lado AB MÓDULO 26
e P o ponto sobre o lado BC tal que AC + CP = BP. Qual
a medida do ângulo MPC? Geometria Plana I
a) 120° b) 125° c) 130°
d) 135° e) 145° 1. Se as medidas dos lados de um triângulo são dadas por
(2x – 8), (8x – 10) e (x2 + 3), com x  ⺪, o perímetro é
Resolução: a) 14 .

Consideremos D no prolongamento do lado BC tal que b) um número par.
AC = CD. Como BP = AC + CP = CD + CP = PD, P é ponto médio c) um quadrado perfeito.
— — d) múltiplo de 5.
do segmento BD e, sendo M o ponto médio do segmento AB, temos
— —
MP // AD.
e) o dobro do maior lado.
No triângulo isósceles ADC, temos
Resolução:
^
^ 180° – ACD 180° – 110°
ADC = –––––––––––––– = –––––––––––––– = 35°
2 2

x2 + 3 < (2x – 8) + (8x – 10)

 2x – 8 < (x2 + 3) + (8x – 10) €


8x – 10 < (x2 + 3) + (2x – 8)

x2 – 10x + 21 < 0

 
3<x<7
€ x2 + 6x + 1 > 0 € x < – 3 – 22 ou x > – 3 + 22 €
Assim sendo: x2 – 6x + 5 > 0 x < 1 ou x > 5
^ ^ ^
M PC = 180° – MPB = 180° – ADC = 180° – 35° = 145° € 5 < x < 7, portanto x = 6, pois x  ⺪.
Resposta: e
os lados medem 4, 38 e 39. o perímetro é 81, que é quadrado
perfeito.
Resposta: C

–3
2. (ITA) – De dois polígonos convexos, um tem a mais 3. (ITA) – Considere três polígonos regulares tais que os
que o outro 6 lados e 39 diagonais. Então, a soma total números que expressam a quantidade de lados de cada um
dos números de vértices e de diagonais dos dois polígonos constituam uma progressão aritmética. Sabe-se que o
é igual a: produto destes três números é igual a 585 e que a soma de
a) 63 b) 65 c) 66 d) 70 e) 77 todos os ângulos internos dos três polígonos é igual a
3780°. O número total das diagonais nestes três polígonos
Resolução: é igual a:
sendo n e n + 6 os números de lados e, d e d + 39, os números de a) 63 b) 69 c) 90 d) 97 e) 106
diagonais desses dois polígonos convexos, têm-se:
n (n – 3) Resolução:
1º) d = –––––––– € 2d = n2 – 3n
2 sendo n – p, n e n + p os números naturais que expressam a
(n + 6) (n + 6 – 3) quantidade de lados destes três polígonos e sd o número total das
2º) d + 39 = –––––––––––––––– € 2d + 78 = (n + 6) (n + 3) diagonais nestes três polígonos, de acordo com o enunciado, têm-
2
se:
Assim: n2 – 3n + 78 = n2 + 9n + 18 € 12n = 60 € n = 5
1º) (n – p – 2) 180° + (n – 2) 180° + (n + p – 2) 180° = 3780° €
Conclui-se, portanto, que um dos polígonos convexos tem 5 vértices € n – p – 2 + n – 2 + n + p – 2 = 21 € 3n – 6 = 21 €
e 5 diagonais e o outro polígono tem exatamente 5 + 6 = 11 vértices
e 5 + 39 = 44 diagonais. € 3n = 27 € n = 9
logo, a soma total dos números de vértices e de diagonais dos dois 2º) (n – p) . n . (n + p) = 585
polígonos é igual a: 5 + 11 + 5 + 44 = 65
Resposta: B Assim: (9 – p) . 9 (9 + p) = 585 € 81 – p 2 = 65 €
€ p 2 = 16 € p = 4, pois p  ⺞

os polígonos têm 5, 9 e 13 lados e, portanto, o número total de


diagonais é
5.2 9.6 13 . 10
sd = ––––– + ––––– + –––––––– = 97
2 2 2
Resposta: D

4–
8. (ITA) – Considere as afirmações sobre polígonos
convexos: MÓDULO 27
I) Existe apenas um polígono cujo número de diagonais
coincide com o número de lados. Geometria Plana I
II) Não existe polígono cujo número de diagonais seja o
quádruplo do número de lados. 1. (ITA) – Num triângulo ABC, BC = 4 cm, o ângulo C
III) Se a razão entre o número de diagonais e o de lados mede 30° e a projeção do lado AB sobre BC mede 2,5 cm.
de um polígono é um número natural, então o número
O comprimento da mediana que sai do vértice A mede:
de lados do polígono é ímpar.
Então: a) 1 cm b) 2 cm c) 0,9 cm
a) Todas as afirmações são verdadeiras.
d) 3 cm e) 2 cm
b) Apenas (I) e (III) são verdadeiras.
c) Apenas (I) é verdadeira. Resolução:
d) Apenas (III) é verdadeira.
e) Apenas (II) e (III) são verdadeiras.

Resolução:
sendo d o número de diagonais e n o número de lados do polígono,
temos:
I) Verdadeira
n . (n – 3)
d = n € ––––––––– = n € n2 – 5n = 0 € n = 0 ou n = 5
2
Como n ≥ 3, temos n = 5 e, portanto, o único polígono é o AH 
3
–––– = tg 30° = –––  AH = 0,5
3
pentágono. 1,5 3

II) Falsa AM2 = (0,5)2 + (0,5


3 )2
n . (n – 3)
d = 4n € ––––––––– = 4n € n2 – 11n = 0  n = 0 ou n = 11 AM2 = (0,5)2(1 + 3) = 1
2
AM = 1
Como n ≥ 3, temos n = 11 e, portanto, existe um polígono que
satisfaz a condição d = 4n. É o undecágono. Resposta: A

III) Verdadeira

seja k  ⺞ a razão entre o número de diagonais e o número


de lados.
Assim,
d n . (n – 3)
––– = k € d = n . k € ––––––––– = n . k
n 2
Como n ≥ 3, temos:
n–3
–––––– = k € n – 3 = 2k € n = 2k + 3
2
e, portanto, n é ímpar.
Resposta: B

–5
4. Na figura

ABCDE é um pentágono regular. P, Q e R são os centros


dos quadrados DEFG, CDHI e ABJK. A medida do
ângulo PR̂Qé:
a) 18° b) 24° c) 30° d) 36° e) 42° 3. (ITA) – Considere o triângulo ABC isósceles em que o
ângulo distinto dos demais, BÂC, mede 40°. Sobre o lado
Resolução: ^
AB, tome o ponto E tal que A CE = 15°. Sobre o lado AC
^ ^
, tome o ponto D tal que D BC = 35°. Então, o ângulo E DB
vale
a) 35° b) 45° c) 55° d) 75° e) 85°

Resolução:
Com os dados do enunciado, pode-se montar a seguinte figura,
^
onde q é a medida, em graus, do ângulo eDB
A

40°

90° – θ
55°

1) os ângulos internos do pentágono medem 108°.


D

θ
2) QÊA = RÂe = 108° + 45° = 153°
  
Qe  AR F 75°
 
 AeQR é um trapézio isósceles e, portanto, Ae // QR
 
3) De forma análoga PR // BC
15
°

4) PR̂Q = Cŝe = 180° – 2 . BÂs = 180° – 2 . (180º – 108°) = 36º 35°


55°
Resposta: D 35°

B C

6–
1) Da congruência entre os triângulos retângulos FBC e FBe, re- bn
–––
sulta: FC = Fe
2) os triângulos retângulos FDC e FDe são congruentes pelo
π
em que tg ––
n () 2 1 bn
= ––––– = –– . –––
an 2 an
e de modo análogo,

critério lAl, pois: FC = Fe, FD é lado comum e


^ ^

 
D FC = D Fe = 90º π 1 bn – 1
^ ^ tg ––––– = –– . ––––––
Assim: F CD = F eD € 15º = 90º – q € q = 90º – 15º € q = 75º n–1 2 an – 1
Resposta: D
2) De 0 < bn ≤ an e bn – 1 > an – 1 > 0, tem-se:

bn 1 bn 1
2.1) ––– ≤ 1 € –– . –––– ≤ –– €
an 2 an 2

 
π 1
2

3
3 π
€tg –– ≤ –– < –––– = tg ––
n 6  
π π
assim: –– < –– € n > 6 (I)
n 6

bn – 1 1 bn – 1 1
2.2) –––––– > 1 € –– . –––––– > –– €
an – 1 2 an – 1 2

π
( )
€ tg –––––
n–1
1
> –– > 
2
π
2 – 1 = tg ––
8  
π π
assim: ––––– > –– € n – 1 < 8 € n < 9 (II)
n–1 8

3) De (I) e (II), tem-se, finalmente: 6 < n < 9


Resposta: B
4. (ITA) – Seja Pn um polígono regular de n lados, com
n > 2. Denote por an o apótema e por bn o comprimento de
um lado de Pn. O valor de n para o qual valem as
desigualdades bn ≤ an e bn–1 > an–1 pertence ao intervalo
a) 3 < n < 7 b) 6 < n < 9 c) 8 < n < 11
d) 10 < n < 13 e) 12 < n < 15

Resolução:
1) sem perda de generalidade, consideremos dois polígonos (de
(n – 1) e n lados), inscritos no mesmo círculo de raio R, como se
vê na figura seguinte.

–7
2. Sobre os lados do triângulo ABC são construídos os
MÓDULO 28 triângulos equiláteros ABP, BCQ e CAR, não sobrepostos
  
Geometria Plana I ao triângulo ABC. Demonstre que as retas AQ, BR e CP se
interceptam em um mesmo ponto o.
1. (oBM-ReTIFICADo) – Na figura, a reta PQ toca em Resolução:
N o círculo que passa por L, M e N. A reta LM corta a reta
PQ em R. Se LM = LN e a medida do ângulo PNL é a,
a > 60°, quanto mede o ângulo LRP?

a) 3a – 180° b)180° – 2a c) 180° – a


d) 90° – a /2 e) a

Resolução:

^
Como a reta PQ é tangente à circunferência, os ângulos l NP e
^
l MN são congruentes, pois correspondem ao mesmo arco de
circunferência. seja a a medida de cada um deles. sendo o triân-
^ ^
gulo lMN isósceles com lM = lN, os ângulos lMN e lNM são
congruentes.
^ ^
Assim, M lN = 180 – 2a e l RP = a – (180 – 2a) = 3a – 180°.
Resposta: A

 
seja o o ponto de intersecção das retas BR e CP. o que se deve
provar é que os pontos A, o e Q são colineares, ou seja,
^ ^
A oB + B oQ = 180°
Demonstração:
— —
os triângulos PAC e BAR são congruentes, pois PA  BA,
^ ^ ^ — —
PAC  BAR = 60° + BAC e AC  AR.
^ ^
os ângulos oBA e oPA, assinalados por a na figura, são
congruentes e os pontos o, B, P e A pertencem a uma mesma
^ ^
circunferência. Desta forma A oB = 180° – A PB = 180° – 60° =
120°. De forma análoga, os pontos o, A, R e C também pertencem

8–
^ ^
a uma mesma circunferência e A oC = 120°. Como consequência a) o triângulo ABF é isósceles e AFB = 6°, pois
^ ^ ^
B oC = 120°, BoC + B QC = 180° e os pontos o, B, Q e C ^ 180° – (108° + 60°)
também pertencem a uma mesma circunferência. Assim, AFB = ––––––––––––––––– = 6°
^ ^ ^ ^
2
B oQ  BCQ = 60° e AoB + B oQ = 120° + 60° = 180°, o que prova ^
b) No triângulo FeP temos PFe = 60° – 6° = 54° e
que os pontos A, o e Q são colineares.
^ ^
Resposta: Demonstração PeF = 12° + 60° = 72°. Desta forma, F Pe = 180° – 54° – 72° =

54° e, portanto, o triângulo FeP é isosceles de base PF.

c) Como Ae = Fe e Pe = Fe, temos Pe = Ae e o triângulo AeP é


^ 180° – 12°
isosceles e tem ângulo da base PAe = –––––––––– = 84°.
2
180° – 108°
d) No triângulo ABC isósceles, temos BAC = –––––––––– = 36° e,
2
portanto CÂe = 72°.

Assim, PÂC = PÂe – CÂe = 84° – 72° = 12°.


Resposta: 12°

3. (oBM) – Na figura, ABCDE é um pentágono regular e


AEF é um triângulo equilátero. Seja P um ponto sobre o
segmento BF, no interior de ABCDE, e tal que o ângulo
PÊA mede 12°, como mostra a figura abaixo. Calcule a
medida, em graus, do ângulo PÂC.

Resolução:
Considere a figura:

–9
exercícios-tarefa
■ MóDulo 25 a) 2n(n – 2) b) 2n(n – 1) c) 2n(n – 3)
^ ^
1. No triângulo ABC, AC = CD e CAB – ABC = 30°. n(n – 5)
^ d) –––––––– e) n.d.a.
Então, o ângulo B AD mede: 2
a) 30°
■ MóDulo 27
b) 20°
c) 22,5° 1. (oBM) – Na figura, os dois triângulos são equiláteros.
Qual é o valor do ângulo x?
d) 10° a) 30°
e) 15° b) 40°
c) 50°
2. Na figura, AB é o diâmetro do semi-círculo que forma d) 60°
— —
20° com a corda AC. Se r é tangente ao círculo e r // AC, e) 70°
os ângulos a e b medem, respectivamente:
a) 20° e 70° b) 25° e 65° c) 30° e 60°
d) 35° e 55° e) 10° e 70°
2. (BIeloRússIA) – No losango ABCD, ⬔ A = 60°.
— —
Os pontos F, H e g estão sobre os segmentos AD, CD e

AC de modo que DFGH é um paralelogramo. Prove que
FBH é um triângulo equilátero.

■ MóDulo 28
1. (ITA) – Considere uma circunferência de centro em O
e diâmetro AB. Tome um segmento BC tangente à
3. (ITA) – Seja ABC um triângulo isósceles de base BC. circunferência, de modo que o ângulo BCA meça 30°.
Sobre o lado AC deste triângulo, considere um ponto D Seja D o ponto de encontro da circunferência com o
tal que os segmentos AD, BD e BC são todos congruentes segmento AC e DE o segmento paralelo a AB, com extre-
^ midades sobre a circunferência. A medida do segmento
entre si. A medida do ângulo BAC é igual a:
DE será igual
a) 23° b) 32° c) 36° d) 40° e) 45°
a) a metade da medida de AB.
b) a um terço da medida de AB.
■ MóDulo 26 c) a metade da medida de DC.
d) a dois terços da medida de AB.
1. (oBM) – DEFG é um quadrado no exterior do
^ e) a metade da medida de AE.
pentágono regular ABCDE. Quanto mede o ângulo E AF?
a) 9° b) 12° c) 15° d) 18° e) 21° 2. (oBM) – O canto de um
quadrado de cartolina foi
2. (ColÉgIo NAVAl) – Dois lados de um triângulo
cortado com uma tesoura. A
são iguais a 4cm e 6cm. O terceiro lado é um número
inteiro expresso por x2 + 1, com x  ⺪. O seu perímetro soma dos comprimentos dos
é: catetos do triângulo recor-
a) 13 cm b) 14 cm c) 15 cm tado é igual ao comprimento
d) 16 cm e) 20 cm do lado do quadrado. Qual o
valor da soma dos ângulos
3. (ITA) – O número de diagonais de um polígono regular
de 2n lados, que não passam pelo centro da circunferência a e b marcados na figura ao
circunscrita a esse polígono, é dado por: lado?

10 –
resolução dos exercícios-tarefa
^
■ MóDulo 25 1) seja a a medida do ângulo BAC. Como o triângulo
––
ADB é isósceles de base AB, temos:
1) ^ ^
DAB = DBA = a
^
2) BDC = 2a, pois é ângulo externo do triângulo ABD.
–– ^ ^
3) ∆CBD é isósceles de base CD  BCD = BD C = 2a
–– ^ ^
4) ∆ABC é isósceles de base BC  ABC = ACB = 2a
Assim, no triângulo CBD, temos:
2a + a + 2a = 180° € a = 36°
Conforme a figura, x + y = a Resposta: C
^ ^
Do enunciado CAB – ABC = (a + x) – y = 30°
Desta forma, ■ MóDulo 26


x+y=a 1) lembrando que o ângulo interno de um pentágono
x – y = 30° – a  x = 15°
(5 – 2) . 180°
Resposta: e regular é igual a –––––––––––– = 108°, temos que
5
^
AeF = 360 – 108° – 90° = 162°
2) Como o triângulo AeF é isósceles com Ae = eF, temos

^ 180° – 162°
eAF = –––––––––– = 9°
2

Conforme a figura,
b = x + 20°

a = x, pois correspondem ao mesmo arco AT.
Assim,

 a + b = 90°  b = 55°
b = a + 20° a = 35°
 Resposta: A

Resposta: D 2)
3) I) x2 + 1 < 4 + 6 € x2 – 9 < 0 € – 3 < x < 3
II) 4 < x2 + 1 + 6 € x2 > –3 €  x  ⺢
III) 6 < x2 + 1 + 4 € x2 – 1 > 0 € x < – 1 ou x > 1
De (I), (II) e (III), tem-se –3 < x < –1 ou 1 < x < 3 e
portanto x = – 2 ou x = 2. os lados medem 4 cm,
5 cm e 6 cm e o perímetro é 15 cm.
Resposta: C

3) o número de diagonais de um polígono de 2n lados


2n(2n – 3)
é ––––––––– .
2

– 11
2n b) Desta forma, CH = gH = FD = a, AF = gF = HD =
Destas, ––– passam pelo centro. = ᐉ – a, onde ᐉ é a medida do lado do losango.
2
2n(2n – 3) 2n c) os triângulos CBH e DBF são congruentes, pois
Não passam pelo centro ––––––––– – –––– =
2 2 CB = DB = ᐉ, BCH = BDF = 60° e CH = DF. Do
= n . (2n – 3 – 1) = 2n(n – 2) que se conclui CBH = DBF = a e BH = BF.
Resposta: A ^ ^ ^ ^ ^
d) Como HBF = H BD + D BF = HBD + CBH = 60° e
BH = BF, o triângulo FBH é equilátero.
■ MóDulo 27
Resposta: Demonstração
1)
■ MóDulo 28
1)
os triângulos DAo e
Deo são equiláteros.
Assim, sendo R o raio
da circunferência de
diâmetro AB, tem-se:
1) AB = 2R
os triângulos ABC e DeF são equiláteros e possuem 2) oA = AD = oD =
^
ângulos internos de 60°. Desta forma os ângulos BCF De = oe = R
^
e DFC e medem respectivamente 45° e 55°, e permitem logo:
obter os demais ângulos assinalados na figura.
De R 1
Assim, x + 60° + 80° = 180° € x = 40° ––– = ––– = –– €
AB 2R 2
Resposta: B
1
€ De = ––– = . AB
2) 2

2) Considere a figura:

a) seja ᐉ a medida do lado do quadrado e FC = a.


Como FC + Ce = ᐉ, temos
Ce = ᐉ – a, DF = ᐉ – a, eB = ᐉ – (ᐉ – a) = a e,
portanto, eB = FC e DF = Ce.
a) No paralelogramo DFgH temos
^ ^ ^ ^ b) os triângulos ABe e BCF são congruentes pelo
F DH = F gH = 120° e DFg = DHg = 60°. Por ser critério lAl. Pelo mesmo motivo também são
  ^ ^
Fg // DH os ângulos AFg e gHC medem 120° e, congruentes os triângulos ADF e DCe. Assim,
^ ^
consequentemente, os ângulos AgF e H gC me- DÂF = a e BÂe = b.
dem 30º, o que prova que os triângulos AFg e c) Como a + b + 27° = 90°, temos a + b = 63°.
gHC são isósceles. Resposta: 63°
12 –
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
Fórmulas do arco duplo:
MÓDULO 29
1) sen (2a) =
Trigonometria I

Resumo das principais fórmulas da trigonometria


2) cos (2a) =

Arcos Notáveis: 3) tg (2a) =

x sen x cos x tg x
Fórmulas de transformação em produto
π 1

3

3
30° ou ––– ––– –––– ––––
6 2 2 3 1) sen p + sen q =
π

2

2
45° ou ––– –––– –––– 1
4 2 2 2) sen p - sen q =
π

3 1
60° ou ––– –––– –––

3 3) cos p + cos q =
3 2 2

4) cos p – cos q =

Fórmulas Fundamentas:
Leis do Seno e do Cosseno:
1) sen2 x + cos2 x=

2) tg x =

3) cotg x = –––––––– = –––––––– = ––––––––– = 2R

4) sec x =
1. (ITA) – Considere um quadrado ABCD. Sejam E o

5) cossec x = ponto médio do segmento CD e F um ponto sobre o seg-
— — — —
mento CE tal que m ( BC) + m (CF) = m (AF). Prove que
cos  = cos 2, sendo os ângulos  = BÂF e  = EÂD.
Consequências:

6) sec2 x=

7) cossec2 x=

8) tg x =

Fórmulas de Adição de arcos:

1) sen (a ± b) =

2) cos (a ± b) =

3) tg (a ± b) =
–1
π
3. (ITA) – Se x  [0, ––– [ é tal que
2
1
4 tg4x = –––––– + 4, então o valor de
cos4 x
sen 2x + sen 4x é:


15
a) –––––


15
b) –––––
3

5
c) –––––
4 8 8
1
d) ––– e) 1
2

2. (IME) – Determine  sabendo-se que:


1 – cos4 1 + ctg2 2
(i) –––––––––
4
. ––––––––– = –––
2
1 – sen  1 + tg  3

(ii) 0 <  ≤ 2π radianos.

2–
2. (ITA) – Considere o sistema:


2x – 1 = 3 . sen 
x – 2 = cos 
 
π
para x e  reais. Se restringirmos ao intervalo 0; ––
2 , então
o sistema
a) não possuirá solução.
b) possuirá apenas uma solução (x1; 1).
c) possuirá duas soluções (x1; 1) e (x2; 2), de modo
40
que x1 + x2 = ––– .
13
d) possuirá duas soluções (x1; 1) e (x2; 2), de modo
17
que sen 1 + sen 2 = ––– .
12
e) possuirá duas soluções (x1; 1) e (x2; 2), de mo-
1
do que cos 1 . cos 2 = –– .
2

MÓDULO 30
Trigonometria I

1. Esboçar o gráfico da função f definida de ⺢ em ⺢ por


f(x) =

1– sen2 x + cos x.

–3
3. (ITA) – Se ⺢ denota o conjunto dos números reais e
(a; b) o intervalo aberto {x  ⺢; a < x < b}, seja
π
( 2  ⺢ definida por f(x) =

0; –– ) sec2x + cossec2x.
π a
(
Se   0; –– )
2 é tal que tg  = ––
b
, então f() é igual a

a+b 1
a) –––––
2 2

b) –– a2 + b2

a2 – b2 a2 + b2
c) ––––––– d) –––––––
ab ab
e) n.d.a.

MÓDULO 31
Trigonometria I

1. Os valores reais de a para que a equação


sen4x – 2 cos2x + a2 = 0 admita raízes reais são tais que:
a) a ≥ 2 b) a = 3
c) a ≤

2 d) –

3 ≤ a < –

2
e)

2 < a ≤

3

4. Resolver, em ⺢, a equação
5 sen2x – 3 sen x . cos x + 4 cos2x = 3

4–
2. (ITA-2006) – Seja f : ⺢  ⺢ definida por 3. (ITA-2007) – Assinale a opção que indica a soma dos
f(x) =

77 sen[5(x + π/6)] e seja B o conjunto dado por elementos de A 傼 B, sendo:
k2π
B = {x  ⺢ : f(x) = 0}. Se m é o maior elemento de
B 艚 (– ∞, 0) e n é o menor elemento de B 艚 (0, +∞),   
A = xk = sen2 –––– : k = 1,2 e
24 
então m + n é igual a:

 
(3k + 5) π
a) 2π/15
d) – π/15
b) π/15
e) – 2π/15
c) – π/30

B = yk = sen2 –––––––––––– : k = 1,2 .
24 
a) 0 b) 1 c) 2

d) 2 – 3 /3
2 +
 e) 2 – 3 /3
2 +


–5
4. (ITA) – Se tg(2A) = 5 então


π
 
π
4 4 
tg –– + A – tg –– – A é igual a:
a) – 40/21 b) – 2 c) 5
d) 8 e) 10

2. (ITA) – A expressão

  11
 
2 sen x + –––π + cotg2x tg ––
2
x
2
–––––––––––––––––––––––––––––––
x
1 + tg2 ––
2
é equivalente a
a) [cos x – sen2x] cotg x. b) [sen x + cos x] tg x.
c) [cos2 x – sen x] cotg2 x. d) [l – cotg2 x] sen x.
MÓDULO 32 e) [1 + cotg2 x] [sen x + cos x].

Trigonometria I
1. (IME) – Determine o conjunto-solução da equação
sen3x + cos3x = 1 – sen2x . cos2x

6–
4. (ITA) – A respeito da equação
sen x +

3 cos x = 2, 0 ≤ x < 2π, podemos afirmar que:
a) Existe apenas uma solução real no primeiro quadrante.
b) Existe apenas uma solução real no segundo quadrante.
c) Existe apenas uma solução real no terceiro quadrante.
d) Existe apenas uma solução real no quarto quadrante.
e) Existem duas soluções no intervalo 0 ≤ x < 2π.

3. (ITA) – Seja a equação


1
sen3 x cos x – sen x cos3 x = –– onde m é um número real
m
não nulo. Podemos afirmar que:
a) A equação admite solução qualquer que seja m, m ≠ 0.
b) Se m < 4 esta equação não apresenta solução real.
c) Se m > 1 esta equação não apresenta solução real.
d) Se m > 2 esta equação sempre apresenta solução real.
e) Se m < 4 esta equação não apresenta solução real.

–7
exercícios-tarefa
■ MóduLo 29 a) x = 4
3 b) x = 5 – 4
3
1. Se sec x . cossec x = 3, então tg3x +cotg3xé igual a c) x = 7 –
3 d) x = 7 – 4
3
a) 9 b) 15 c) 18 d) 21 e) 27
e) x = 9 – 4
3
2. (ITA) – Se num quadrilátero convexo de área S, o
ângulo agudo entre as diagonais mede π/6 radianos, então 2. (ITA) – Sejam a e b constantes reais positivas.
o produto do comprimento destas diagonais é igual a: Considere x = a2tg t + 1 e y2 = b2 sec2t – b2 onde
a) S b) 2S c) 3S d) 4S e) 5S π
0 ≤ t < –– . Então uma relação entre x e y é dada por:
2

■ MóduLo 30 b
a) y = –– (x – 1)2, x ≥ a.
a
1. Considere o sistema { 22 sen =2x–1
cos =

 x +2
, para x ⺢ b2
b) y = ––– (x – 1)2, x ≥ 1.
a4
e 0 ≤  ≤ 2π. Então, é correto afirmar que b
c) y = ––– (x – 1), "x  ⺢.
a) o sistema possui solução única. a2
π –b
b) o sistema possui solução (x0; 0), com –– < 0 < π. d) y = ––– (x – 1), x ≥ 1.
2
a2
c) o sistema possui solução única (x0; 0), com x0 > – 2.
a2
e) y = ––– (x – 1), x ≤ 1.
d) o sistema possui duas soluções distintas. b4


3
e) tg  = ––– .
3 ■ MóduLo 32
2. Esboce o gráfico da função f definida por 1. (ITA) Sabendo-se que  é um ângulo tal que



1 2 sen( – 60°) = cos ( + 60°), então tg  é um número da
f(x) = 1 – –––––– + sen x, com contradomínio em ⺢.
2
sec x forma a + b
3 onde
a) a e b são reais negativos; b) a e b são inteiros;
3. (ITA) – Se cos4 4x – sen4 4x = a ≠ 0, então cos 8x vale: c) a + b = 1; d) a e b são pares;
a) 2a b) a c) 4a d) zero e) a + 4 2 2
e) a + b = 1.

■ MóduLo 31 2. (ITA) – Suponha x e y números reais, tais que


tg(x – y) =
3
1. (ITA) – O valor de x > 0 que satisfaz a equação  (tg x)(tg y) = 1
π


x = tg ––– é:
12 Calcule o módulo do número S = tg x + tg y.

resolução dos exercícios-tarefa


■ MóduLo 29
2) tg2x + cotg2x = (tg x + cotg x)2 – 2 = 32 – 2 = 7
sen x cos x
1) 1) tg x + cotg x = –––––– ––––––
cos x + sen x = 3) tg3x + cotg3x =
sen2x + cos2x 1 = (tg x + cotg x) (tg2x – tg x . cotg x + cotg2x) =
= ––––––––––––––
cos x . sen x = ––––––––––––
cos x . sen x = = 3 . (7 – 1) = 18
= sec x . cossec x = 3 Resposta: C

8–


2) No quadrilátero convexo ABCd da figura, sendo 1
sec2x + sen x =

AC = a + b e Bd = c + d, tem-se: 2) f(x) = 1 – –––––– 1 – cos2x + sen x =

=

sen2x + sen x = | sen x | + sen x €

€ f(x) = { 2 sen x; se sen x ≥ 0


0 ; se sen x < 0

e o gráfico de f é:

1 π 1 5π
–– . a . c . sen –– + –– . b . c . sen ––– +
2 6 2 6
1 π 1 5π
+ –– . b . d . sen –– + –– a . d . sen ––– = S
2 6 2 6
Assim:
ac bc bd ad
––– + ––– + ––– + ––– = S €
4 4 4 4
Resposta: Gráfico
€ ac + bc + bd + ad = 4S €
€ (a + b) . (c + d) = 4S € AC . Bd = 4S 3) cos4 4x – sen4 4x =
Resposta: d = (cos2 4x + sen2 4x)(cos2 4x – sen2 4x)
Então:
■ MóduLo 30 cos4 4x – sen4 4x = cos2 4x – sen2 4x = cos 8x = a
Resposta: B
2x – 1

{
sen  = –––––––
2
1) { 2 sen  = 2x – 1
2 cos  =

x+2



x+2
cos  = –––––––
€ ■ MóduLo 31
2 1) Para x > 0 tem-se:
2

2 π
€ (2x – 1
––––––
2 ) +
( x+2
–––––––
2 ) =1€ π
2 tg –––
12

3
I) tg ––– = ––––––––––– = ––– €
6 π 3
€ 4x2 – 4x + 1 + x + 2 = 4 € 1 – tg2 –––
12
1 π π π
€ 4x2 – 3x – 1 = 0 € x = 1 ou x = – ––– =

3 –

3 tg2 ––– = 6tg ––– € tg ––– = 2 –

3
4 12 12 12
1

3 II)

π π
x = tg –––  x = tg2 ––– = 7 – 4

3
Para x = 1, tem-se sen  = ––– , cos  = ––– e 12 12
2 2
π
 = –––
6
2)
1 3
Para x = – ––– , tem-se sen  = – ––– , I) y2 = b2 . sec2t – b2 = b2 . (sec2t – 1) = b2 . tg2t €
4 4
€ y = ± b . tg t


7 3π
cos  = –––  ––– <  < 2π
x = a2 . tg t + 1


4 2 II)
Resposta: d π €
0 ≤ t < –––
2

–9
x–1
€ tg t = –––––– , x ≥ 1, supondo a ≠ 0
a2

de (I) e (II), vem:

 
x–1
y = ± b . –––––– b
, x ≥ 1 € y = ± ––– . (x – 1), x ≥ 1.
a 2 a2

uma relação entre x e y pode ser:


b
y = – ––– . (x – 1), x ≥ 1
a2
Resposta: d

■ MóduLo 32
1) 2 sen ( – 60°) = cos( + 60°) €
€ 2 . (sen  . cos 60° – cos  . sen 60°) =
= cos  . cos 60° – sen  . sen 60° €
1

3
€ sen  –
3 . cos  = ––– . cos  – ––– . sen  €
2 2


3 1
€ sen  . (1 + ––– ) = cos  . ( ––– +
3) €
2 2

1
–– +
3
2 1 + 2
3
€ tg  = –––––––––– = ––––––––– = – 4 + 3
3


3 2 +
3
1 + ––––
2
Sendo tg  = a + b .
3, temos a = – 4 e b = 3.
Resposta: B

2) Sendo x e y, números reais, tais que:


tg x – tg y


tg(x – y) =
3 ––––––––––– =
3
 1 + tg x . tg y 
tg x . tg y = 1 tg x . tg y = 1

tg x – tg y
temos: ––––––––– =
3  tg x – tg y = 2 .
3
1+1
Como: (tg x + tg y)2 = (tg x – tg y)2 + 4 . tg x . tg y
resulta: (tg x + tg y)2 = (2 .
3)2 + 4 . 1 = 16
e, portanto: S = tg x + tg y = 4
Resposta: S = tg x + tg y = 4

10 –
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
MATEMÁTICA
Fórmulas do arco duplo:
MÓDULO 29
1) sen (2a) =
Trigonometria I

Resumo das principais fórmulas da trigonometria


2) cos (2a) =

Arcos Notáveis: 3) tg (2a) =

x sen x cos x tg x
Fórmulas de transformação em produto
π 1

3

3
30° ou ––– ––– –––– ––––
6 2 2 3 1) sen p + sen q =
π

2

2
45° ou ––– –––– –––– 1
4 2 2 2) sen p - sen q =
π

3 1
60° ou ––– –––– –––

3 3) cos p + cos q =
3 2 2

4) cos p – cos q =

Fórmulas Fundamentas:
Leis do Seno e do Cosseno:
1) sen2 x + cos2 x=

2) tg x =

3) cotg x = –––––––– = –––––––– = ––––––––– = 2R

4) sec x =
1. (ITA) – Considere um quadrado ABCD. Sejam E o

5) cossec x = ponto médio do segmento CD e F um ponto sobre o seg-
— — — —
mento CE tal que m ( BC) + m (CF) = m (AF). Prove que
cos  = cos 2, sendo os ângulos  = BÂF e  = EÂD.
Consequências:
ReSoLução:
6) sec2 x=

7) cossec2 x=

8) tg x =

Fórmulas de Adição de arcos:

1) sen (a ± b) =

2) cos (a ± b) =

3) tg (a ± b) =
–1
Sendo l a medida de cada lado do quadrado ABCD e x a medida cos2
1 + ––––––––
do segmento GB, no triângulo retângulo GAF, têm-se: (1 – cos2) . (1 + cos2) sen2 2
1º) (AF) 2 = (AG) 2 + (GF)2  ( + x) 2 = ( – x)2 + 2   ––––––––––––––––––––– . ––––––––––––
2 = ––– 
(1 – sen2) . (1 + sen2) sen  3
 1 + ––––––––
 4x = 2  x = ––– cos2
4
sen2 . (1 + cos2) cos2 2
AG –x  ––––––––––––––––––––– . ––––––––– = ––– 
2º) cos  = ––––  cos  = ––––––  cos2 . (1 + sen2) sen2 3
AF +x
 3 + 3 cos2 = 2 + 2 sen2  3 + 3 – 3 sen2 = 2 + 2 sen2 
3
 –– 2

5
 – –– 4  4 = 5 sen2  sen  = ± –––––
4 3
 cos  = ––––––  cos  = –––––  cos  = –– (I) 5
 5 5
 + –– ––
4 4

No triângulo retângulo DAe, têm-se:

 
 2
1º) (Ae)2 = (AD)2 + (De)2  (Ae)2 = l 2 + –– 
2


5
 Ae = ––––––
2

AD  2
2º) cos  = –––  cos  = ––––––  cos  = –––––
Ae 
5
5
–––––
2

3º) cos 2  = 2 cos2  – 1

 
2 2 3
Assim: cos 2  = 2 . ––––– – 1  cos 2  = –– (II)

5 5

De (I) e (II), tem-se, finalmente: cos  = cos 2  π


3. (ITA) – Se x  [0, ––– [ é tal que
2
1
4 tg4x = –––––– + 4, então o valor de
cos4 x
sen 2x + sen 4x é:


15
a) –––––


15
b) –––––
3

5
c) –––––
4 8 8
1
d) ––– e) 1
2
ReSoLução:
2. (IMe) – Determine  sabendo-se que: π
1 – cos4 1 + ctg2 2
Se x 
 0; –––
2  , então:
(i) ––––––––– . ––––––––– = –––
4
1 – sen  2
1 + tg  3 1 sen4x 1 + 4 . cos4x
4 . tg4x = –––––– + 4  4 . –––––– = –––––––––––– 
cos4x cos4x cos4x
(ii) 0 <  ≤ 2π radianos.
 4 . (cos4x – sen4x) = – 1 
ReSoLução:
 4 . (cos2x + sen2x) . (cos2x – sen2x) = – 1 
(1 – cos4) 1 + ctg2 2
––––––––––– . ––––––––– = –––  1
(1 – sen4) 1 + tg2 3  4 . 1 . cos(2x) = –1  cos(2x) = – –––
4

2–
π 1 2. (ITA) – Considere o sistema:
Para x 
 0, –––
 e cos(2x) = – ––– , resulta:

2 4 2x – 1 = 3 . sen 
1 2 15 x – 2 = cos 
sen2(2x) = 1 – cos2(2x) = 1 –
 – –––
4  = –––– 
16
π
para x e  reais. Se restringirmos ao intervalo 0; ––
2 , então 
o sistema


15
 sen(2x) = ––––– a) não possuirá solução.
4 b) possuirá apenas uma solução (x1; 1).
Portanto:
sen(2x) + sen(4x) = sen(2x) + 2 . sen(2x) . cos(2x) = c) possuirá duas soluções (x1; 1) e (x2; 2), de modo
40



que x1 + x2 = ––– .
–
15 15 15
=
1
= ––––– + 2 . ––––– . ––– ––––– 13
4 4 4 8
d) possuirá duas soluções (x1; 1) e (x2; 2), de modo
Resposta: B
17
que sen 1 + sen 2 = ––– .
12
e) possuirá duas soluções (x1; 1) e (x2; 2), de mo-
1
do que cos 1 . cos 2 = –– .
2
ReSoLução:
2x – 1
{ 2xx –– 12 == 3cossen  
{ sen  = ––––––– 
3
cos  = x – 2
2
 ( 2x – 1
–––––––
3 ) + (x – 2)2 = 1, pois sen2 + cos2 = 1

4x2 – 4x + 1
MÓDULO 30 Assim, –––––––––––– + x2 – 4x + 4 = 1 
9
 4x2 – 4x + 1 + 9x2 – 36x + 36 = 9  13x2 – 40x + 28 = 0 
Trigonometria I
14
 x = 2 ou x = –––
13
π
Para x = 2, tem-se sen  = 1, cos  = 0 e  = ––– , pois
1. Esboçar o gráfico da função f definida de  em  por 2

f(x) =

1– sen2 x + cos x. [
  0;
π
––
2 ]
14 5 12
Para x = ––– , tem-se sen  = ––– , cos  = – ––– e
13 13 13
ReSoLução:
f(x) =

1 – sen2x + cos x =

cos2x + cos x = | cos x | + cos x π
/   0; ––
2 
Se cos x ≥ 0, então f(x) = 2 cos x π
2 )
( 2; –––
o sistema possui uma solução
Se cos x < 0, então f(x) = 0
Resposta: B

–3
3. (ITA) – Se  denota o conjunto dos números reais e  2 tg2x – 3 tg x + 1 = 0 


(a; b) o intervalo aberto {x  ; a < x < b}, seja π
tg x = 1  x = –– + kπ
π 4
( 2   definida por f(x) =

0; –– ) sec2x + cossec2x. 
1 1
tg x = ––  x =  + kπ, em que  = arc tg ––
2 2
π a
(
Se   0; –– )
2 é tal que tg  = –– , então f() é igual a
 x    x = ––π4 + kπ ou x =  + kπ,  = arc tg ––12 e k   
b
V=
a+b 1
a) –––––
2 2

b) –– a2 + b2

a2 – b2 a2 + b2
c) ––––––– d) –––––––
ab ab
e) n.d.a.

ReSoLução:
f(x) =

sec2x + cossec2x =

1 + tg2x + 1 + cotg2x

1 tg4x + 2 tg2x + 1
f(x) = tg2x + 2 + –––––
2
–––––––––––––––
2
tg x tg x

MÓDULO 31
tg2x

(tg2x
+ 1)2 +1
f(x) = ––––––––––
2
tg x
 f(x) = ––––––––
| tg x |
Trigonometria I
π a
(
Se   0; –––
2 )
 tg  = ––– > 0 e
b 1. Os valores reais de a para que a equação
a2 sen4x – 2 cos2x + a2 = 0 admita raízes reais são tais que:
––– + 1
tg2 + 1 b2 a2 + b2 a) a ≥ 2 b) a = 3
f() = ––––––––– = ––––––––
a = –––––––––
| tg  | ––– ab
b c) a ≤

2 d) –

3 ≤ a < –

2
Resposta: D e)

2 < a ≤

3

ReSoLução:
sen4x – 2 cos2x + a2 = 0  (1 – cos2x)2 – 2 cos2x + a2 = 0 
 cos4x – 4 cos2x + (1 + a2) = 0  cos2x = 2 ±

3 – a2
Como 0 ≤ cos2x ≤ 1 e 2 +

3 – a2 > 1, para todo a tal que
a2 ≤ 3, devemos ter:
1) 3 – a2 ≥ 0  –

3 ≤ a ≤

3 (I)
e

2) 0 ≤ 2 –

3 – a2 ≤ 1  1 ≤

3 – a2 ≤ 2 
4. Resolver, em , a equação
5 sen2x – 3 sen x . cos x + 4 cos2x = 3  –

2 ≤ a ≤

2 (II)

De (I) e (II), tem-se –



2 ≤ a ≤

2, portanto, a ≤

2
ReSoLução:
Resposta: C
π
Como cos x ≠ 0, pois x = –– + kπ não é solução da equação,
2
tem-se 5 sen2x – 3 sen x . cos x + 4 cos2x = 3 
5 sen2x 3 sen x . cos x 4 cos2x 3
 –––––––– – ––––––––––––– + ––––––––
2x = –––––– 
2
cos x 2
cos x cos cos2x

 5 tg2x – 3 tg x + 4 = 3 sec2x 

 5 tg2x – 3 tg x + 4 = 3 (1 + tg2x) 

4–
2. (ITA-2006) – Seja f :    definida por 3. (ITA-2007) – Assinale a opção que indica a soma dos
f(x) =

77 sen[5(x + π/6)] e seja B o conjunto dado por elementos de A 傼 B, sendo:
k2π
B = {x   : f(x) = 0}. Se m é o maior elemento de
B 艚 (– ∞, 0) e n é o menor elemento de B 艚 (0, +∞),  
A = xk = sen2 –––– : k = 1,2 e
24  
então m + n é igual a:

 
(3k + 5) π
a) 2π/15
d) – π/15
b) π/15
e) – 2π/15
c) – π/30

B = yk = sen2 –––––––––––– : k = 1,2 .
24 
ReSoLução: a) 0 b) 1 c) 2
1) Com k   temos:
d) 2 – 3 /3
2 +
 e) 2 – 3 /3
2 +

     
π π
f(x) =

77 . sen 5 x + — = 0  sen 5 x + — =0
6 6

 
π π kπ ReSoLução:
 5 x + — = k π  x + — = ––– 
6 6 5 Sendo:
π kπ π kπ
 x = – — + ––– e B = {x  : x = – — + ––– ; k  }
   =
2. π
6 5 6 5 A = xk = sen2 k––––– : k = 1,2
24

 – —6 ; –––––– ; –––––– ; –––––– ; … 


π – 11π – 17π – 23π
2) B 艚 (– ∞,0) =
 
30

30 30
 
π 4π
–––
= x1 = sen2 ––– ; x2 = sen2 24
π
cujo maior elemento é m = – ––– 24
6

 ,    =
π 7π 13π 19π (3k + 5). π
3) B 艚 (0, +∞) = ––– ; ––– ; ––– ; ––– ; … B = yk = sen2 –––––––––– : k = 1,2
30 30 30 30 24
π
cujo menor elemento é n = ––– .
30
  
11. π
 
8.π
= y1 = sen2 ––––– ; y2 = sen2 –––––
4) Dos itens (2) e (3) conclui-se 24 24
π π 2π
m + n = – — + ––– = – –––
6 30 15 temos: A 傼 B = {x1, x2, y1, y2}
Resposta: e Portanto: x1 + x2 + y1 + y2 =

= sen2 –––
24  
π +sen2 –––
4π +sen2 –––
24 24  
11π =
8π +sen2 ––––
24    
= sen2 –––
24  
π + sen2 ––
π + sen2 ––
6  
π + cos2 –––
3
π =
24    
1
2


  ––––
2 
1 2 3 =2
= 1 + –– +
2
Resposta: C

–5

sen (2x) = 2
4. (ITA) – Se tg(2A) = 5 então  ou  sen x = 1 ou cos x = 1 


π
 
π

(sen x – 1)(cos x – 1) = 0
tg –– + A – tg –– – A é igual a:
4 4
a) – 40/21 b) – 2 c) 5 π
 x = 2kπ ou x = ––– + 2kπ, k  .
d) 8 e) 10 2

 x    x = 2kπ ou x = –––2 + 2kπ, k   


ReSoLução: π
Resposta: S =
Se tg 2A = 5 então:


π
 
π
tg –– + A – tg –– – A
4 4 =
π π
tg –– + tg A tg –– – tg A
4 4
= ––––––––––––––––– – ––––––––––––––––– =
π π
1 – tg –– . tg A 1 + tg –– . tg A
4 4
1 + tg A 1 – tg A 2 . tg A
= –––––––– – –––––––– = 2 . ––––––––– = 2tg(2A) = 2 . 5 = 10
1 – tg A 1 + tg A 1 – tg2 A
Resposta: e

2. (ITA) – A expressão

  11

2 sen x + –––π + cotg2x tg ––
2
x
2 
–––––––––––––––––––––––––––––––
x
1 + tg2 ––
2
é equivalente a
a) [cos x – sen2x] cotg x. b) [sen x + cos x] tg x.
2 2
c) [cos x – sen x] cotg x. d) [l – cotg2 x] sen x.
MÓDULO 32 e) [1 + cotg2 x] [sen x + cos x].

Trigonometria I ReSoLução:

sen x + –––
2 
π + cotg x . tg ––
11 2 x
2.
1. (IMe) – Determine o conjunto-solução da equação 2
––––––––––––––––––––––––––––––––––––– =
sen3x + cos3x = 1 – sen2x . cos2x
 
x
1 + tg2 ––
2
ReSoLução:
sen x + –––
2 
+ cotg x . tg ––
3π 2 x
sen3x + cos3x = 1 – sen2x cos2x  2.
2
 (sen x + cos x)(sen2x – sen x . cos x + cos2x) = 1 – (sen x . cos x)2  = ––––––––––––––––––––––––––––––––––––– =
x
 (sen x + cos x)(1 – sen x . cos x) =
= (1 + sen x . cos x)(1 – sen x . cos x) 
sec2 ––
2  
 
x

1 – sen x . cos x = 0
sen ––
 ou  2
sen x + cos x = 1 + sen x . cos x 2 . [– cos x + cotg2 x]
–––––––––
 
x
cos ––


sen x . cos x = 1 2
ou = ––––––––––––––––––––––––––––––– =
  1
1 + sen x . cos x – sen x – cos x = 0 –––––––––––
 
x
cos2 ––

2 sen x . cos x = 2
2
 ou 
cos x . (sen x – 1) – (sen x – 1) = 0

6–
    . [cotg x – cos x] =
x x 2
= 2 . sen ––– . cos –––
2 2

sen x . [cos2x – cos x . sen2x]


 
cos2x
= sen x . –––––– – cos x = –––––––––––––––––––––––––– =
sen2x sen2x

cos x
= –––––– . [cos x – sen2x] = cotg x . [cos x – sen2x]
sen x

Resposta: A

4. (ITA) – A respeito da equação


sen x +

3 cos x = 2, 0 ≤ x < 2π, podemos afirmar que:
a) Existe apenas uma solução real no primeiro quadrante.
b) Existe apenas uma solução real no segundo quadrante.
c) Existe apenas uma solução real no terceiro quadrante.
d) Existe apenas uma solução real no quarto quadrante.
3. (ITA) – Seja a equação e) Existem duas soluções no intervalo 0 ≤ x < 2π.
1
sen3 x cos x – sen x cos3 x = –– onde m é um número real ReSoLução:
m
1

3
não nulo. Podemos afirmar que: sen x +

3 cos x = 2  sen x . ––– + –––– . cos x = 1 
2 2
a) A equação admite solução qualquer que seja m, m ≠ 0.
 
π π π
 sen x . cos ––– + sen ––– . cos x = 1  sen x + ––– = 1
b) Se m < 4 esta equação não apresenta solução real. 3 3 3
c) Se m > 1 esta equação não apresenta solução real. Como 0 ≤ x < 2π temos:
π π π
d) Se m > 2 esta equação sempre apresenta solução real. x + ––– = ––– + 2kπ, k    x = ––– + 2kπ, k  
3 2 6
e) Se m < 4 esta equação não apresenta solução real. π
No intervalo [0; 2π], apenas x = ––– é solução.
6
ReSoLução:
Resposta: A
1
1) sen3 x . cos x – sen x . cos3 x = ––– 
m
1
 sen x . cos x . (sen2 x – cos2 x) = ––– 
m
1 1
 ––– . sen 2x . (– cos 2x) = ––– 
2 m

1 2 4
 – ––– . sen 4x = –––  sen 4x = – –––
2 m m

2) Como – 1 ≤ sen 4x ≤ 1, para a equação ter solução real, deve-se


ter:
4
– 1 ≤ – ––– ≤ 1  m ≤ – 4 ou m ≥ 4  m ≥ 4
m
Portanto, a equação não tem solução real se m < 4
Resposta: B

–7
exercícios-tarefa
■ MóDuLo 29 a) x = 4
3 b) x = 5 – 4
3
1. Se sec x . cossec x = 3, então tg3x +cotg3xé igual a c) x = 7 –
3 d) x = 7 – 4
3
a) 9 b) 15 c) 18 d) 21 e) 27
e) x = 9 – 4
3
2. (ITA) – Se num quadrilátero convexo de área S, o
ângulo agudo entre as diagonais mede π/6 radianos, então 2. (ITA) – Sejam a e b constantes reais positivas.
o produto do comprimento destas diagonais é igual a: Considere x = a2tg t + 1 e y2 = b2 sec2t – b2 onde
a) S b) 2S c) 3S d) 4S e) 5S π
0 ≤ t < –– . Então uma relação entre x e y é dada por:
2

■ MóDuLo 30 b
a) y = –– (x – 1)2, x ≥ a.
a
1. Considere o sistema { 22 sen =2x–1
cos =

 x +2
, para x  b2
b) y = ––– (x – 1)2, x ≥ 1.
a4
e 0 ≤  ≤ 2π. Então, é correto afirmar que b
c) y = ––– (x – 1), "x  .
a) o sistema possui solução única. a2
π –b
b) o sistema possui solução (x0; 0), com –– < 0 < π. d) y = ––– (x – 1), x ≥ 1.
2
a2
c) o sistema possui solução única (x0; 0), com x0 > – 2.
a2
e) y = ––– (x – 1), x ≤ 1.
d) o sistema possui duas soluções distintas. b4


3
e) tg  = ––– .
3 ■ MóDuLo 32
2. Esboce o gráfico da função f definida por 1. (ITA) Sabendo-se que  é um ângulo tal que



1 2 sen( – 60°) = cos ( + 60°), então tg  é um número da
f(x) = 1 – –––––– + sen x, com contradomínio em .
2
sec x forma a + b
3 onde
a) a e b são reais negativos; b) a e b são inteiros;
3. (ITA) – Se cos4 4x – sen4 4x = a ≠ 0, então cos 8x vale: c) a + b = 1; d) a e b são pares;
a) 2a b) a c) 4a d) zero e) a + 4 2 2
e) a + b = 1.

■ MóDuLo 31 2. (ITA) – Suponha x e y números reais, tais que


tg(x – y) =
3
1. (ITA) – O valor de x > 0 que satisfaz a equação  (tg x)(tg y) = 1
π


x = tg ––– é:
12 Calcule o módulo do número S = tg x + tg y.

resolução dos exercícios-tarefa


■ MóDuLo 29
2) tg2x + cotg2x = (tg x + cotg x)2 – 2 = 32 – 2 = 7
sen x cos x
1) 1) tg x + cotg x = –––––– ––––––
cos x + sen x = 3) tg3x + cotg3x =
sen2x + cos2x 1 = (tg x + cotg x) (tg2x – tg x . cotg x + cotg2x) =
= ––––––––––––––
cos x . sen x = ––––––––––––
cos x . sen x = = 3 . (7 – 1) = 18
= sec x . cossec x = 3 Resposta: C

8–


2) No quadrilátero convexo ABCD da figura, sendo 1
sec2x + sen x =

AC = a + b e BD = c + d, tem-se: 2) f(x) = 1 – –––––– 1 – cos2x + sen x =

=

sen2x + sen x = | sen x | + sen x 

 f(x) = { 2 sen x; se sen x ≥ 0


0 ; se sen x < 0

e o gráfico de f é:

1 π 1 5π
–– . a . c . sen –– + –– . b . c . sen ––– +
2 6 2 6
1 π 1 5π
+ –– . b . d . sen –– + –– a . d . sen ––– = S
2 6 2 6
Assim:
ac bc bd ad
––– + ––– + ––– + ––– = S 
4 4 4 4
Resposta: Gráfico
 ac + bc + bd + ad = 4S 
 (a + b) . (c + d) = 4S  AC . BD = 4S 3) cos4 4x – sen4 4x =
Resposta: D = (cos2 4x + sen2 4x)(cos2 4x – sen2 4x)
então:
■ MóDuLo 30 cos4 4x – sen4 4x = cos2 4x – sen2 4x = cos 8x = a
Resposta: B
2x – 1

{
sen  = –––––––
2
1) { 2 sen  = 2x – 1
2 cos  =

x+2



x+2
cos  = –––––––
 ■ MóDuLo 31
2 1) Para x > 0 tem-se:
2

2 π
 (2x – 1
––––––
2 ) +
( x+2
–––––––
2 ) =1 π
2 tg –––
12

3
I) tg ––– = ––––––––––– = ––– 
6 π 3
 4x2 – 4x + 1 + x + 2 = 4  1 – tg2 –––
12
1 π π π
 4x2 – 3x – 1 = 0  x = 1 ou x = – ––– =

3 –

3 tg2 ––– = 6tg –––  tg ––– = 2 –

3
4 12 12 12
1

3 II)

π π
x = tg –––  x = tg2 ––– = 7 – 4

3
Para x = 1, tem-se sen  = ––– , cos  = ––– e 12 12
2 2
π
 = –––
6
2)
1 3
Para x = – ––– , tem-se sen  = – ––– , I) y2 = b2 . sec2t – b2 = b2 . (sec2t – 1) = b2 . tg2t 
4 4
 y = ± b . tg t


7 3π
cos  = –––  ––– <  < 2π
x = a2 . tg t + 1


4 2 II)
Resposta: D π 
0 ≤ t < –––
2

–9
x–1
 tg t = –––––– , x ≥ 1, supondo a ≠ 0
a2

De (I) e (II), vem:

 
x–1
y = ± b . –––––– b
, x ≥ 1  y = ± ––– . (x – 1), x ≥ 1.
a 2 a2

uma relação entre x e y pode ser:


b
y = – ––– . (x – 1), x ≥ 1
a2
Resposta: D

■ MóDuLo 32
1) 2 sen ( – 60°) = cos( + 60°) 
 2 . (sen  . cos 60° – cos  . sen 60°) =
= cos  . cos 60° – sen  . sen 60° 
1

3
 sen  –
3 . cos  = ––– . cos  – ––– . sen  
2 2


3 1
 sen  . (1 + ––– ) = cos  . ( ––– +
3) 
2 2

1
–– +
3
2 1 + 2
3
 tg  = –––––––––– = ––––––––– = – 4 + 3
3


3 2 +
3
1 + ––––
2
Sendo tg  = a + b .
3, temos a = – 4 e b = 3.
Resposta: B

2) Sendo x e y, números reais, tais que:


tg x – tg y


tg(x – y) =
3 ––––––––––– =
3
 1 + tg x . tg y 
tg x . tg y = 1 tg x . tg y = 1

tg x – tg y
temos: ––––––––– =
3  tg x – tg y = 2 .
3
1+1
Como: (tg x + tg y)2 = (tg x – tg y)2 + 4 . tg x . tg y
resulta: (tg x + tg y)2 = (2 .
3)2 + 4 . 1 = 16
e, portanto: S = tg x + tg y = 4
Resposta: S = tg x + tg y = 4

10 –
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Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias


MATEMÁTICA
2. (OBM) – Seja f(x) = x2 – 3x + 4. Quantas soluções têm
MÓDULO 33 a equação f(f(f(…f(x)))) = 2, na qual f é aplicada 2001
vezes?
Funções I a) 0 b) 1 c) 2 d) 2001 e) 22001

1. (OPM) – Seja f uma função dada por: f(1) = 17 e

n
f(n) = –––––––– , para n natural, maior que 1. Cal-
f(n – 1)
cule o produto f(1) . f(2) . f(3) . … . f(8).

–1
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3. Considere a função assim definida: 4. (FUVEST-2006) – Uma função f satisfaz a identidade


* f: * →  f(ax) = af(x) para todos os números reais a e x. Além
* f(n) = 0, se o algarismo das unidades de n for 3 disso, sabe-se que f(4) = 2. Considere ainda a função g(x)
* f(10) = 0 = f(x – 1) + 1 para todo o número real x.
* f(n . m) = f(n) + f(m) a) Calcule g(3).
b) Determine f(x), para todo x real.
a) Calcular f(2). c) Resolva a equação g(x) = 8.
b) Calcular f(1991) e f(2008)
c) Calcular f(n)

2–
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2. (ITA) – Sejam três funções f, u, v:  →  tais que:


MÓDULO 34
 
1 1
f x + –––
x = f(x) + ––––
f(x) para todo x não nulo e
Funções I (u(x))2 + (v(x))2 = 1 para todo x real. Sabendo-se
que x0 é um número real tal que u(x0) . v(x0) ≠ 0 e
1. (OBM) – Seja f: *+ → *+, uma função tal que
   
1 1 u(x0)
x y f ––––– . ––––– = 2, o valor de f ––––– é:
f(x)f(y) – f(xy) = ––– + ––– , quaisquer que sejam os u(x0) v(x0) v(x0)
y x
reais não nulos x e y. 1
a) Calcule f(1) a) –1 b) 1 c) 2 d) ––– e) –2
2
b) Encontre uma fórmula para f(x)

–3
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3. (IME-2007) – Seja f:  →  uma função tal que


n (n + 1) MÓDULO 35
∑ f(k) = 2008 –––––– , onde  e  são, respecti-
k=0 (n + 2) Funções I
vamente, o conjunto dos números naturais e o dos núme-
1 1. (ITA) – O conjunto de todos os valores de m para os
ros reais. Determine o valor numérico de ––––––– . quais a função
f(2006)
x2 + (2m + 3)x + (m2 + 3)
f(x) = –––––––––––––––––––––––––

x2 + (2m + 1)x + (m2 + 2)

está definida e é não negativa para todo x real é:


1 7 1 7
[
a) ––– , –––
4 4 [ 4]
b) ––– , ∞
[ ]
c) 0, –––
4 [
1 1 7
]
d) –∞, –––
4 ] e)
] ––– , –––
4 4 [

4–
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2. (OBM) – Para todo n natural, definimos a função f por:


n
f(n) = –– se n é par, f(n) = 3n + 1 se n é ímpar. O número de soluções da equação f(f(f(n))) = 16 é:
2
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6

–5
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3. Seja f:  – {0; 1} →  a função definida por


x–1
MÓDULO 36
f(x) = –––––
x . Funções I
Definindo f1(x) = f(x) e fn(x) = f(f(...f(x)...)), em que f
comparece n vezes (n > 1), obtenha 1. A função f associa a cada real x o menor elemento do
f1(x) . f2(x) . f3(x)...f30(x)
{ 15 – x 2x + 5
}
conjunto x + 1; –––––; –––––– . O valor máximo de
2 3
f(x) é:
15 16
a) 1 b) 3 c) –––
2 d) –––
3 e) 5

6–
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2. Sejam f, g :  →  funções tais que 3. Considere duas funções f e g, de  em , tais que


g(x) = 1 – x e f(x) = 2f(2 – x) = (x – 1)3, para todo x e . 2.f(x) = 3x – g(x) e 2.g(x) = x + 6 – 2.f(x), para todo
x ∈ . O ponto P de intersecção dos gráficos de f e g:
Então f[g(x)] é igual a a) pertence ao semieixo positivo das abscissas.
a) (x – 1)3 b (1 – x)3 c) x3 d) x e) 2 – x b) pertence ao semieixo positivo das ordenadas.
c) pertence a bissetriz do primeiro quadrante.
d) pertence a bissetriz do segundo quadrante.
e) pertence a bissetriz do terceiro quadrante.

–7
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exercícios-tarefa
■ MÓDULO 33 é o conjunto
1. (ITA) – Seja a função f :  →  definida por a) D = {x e  : 0 < x < 3π/2}
b) D = {x e  : x < 1/π ou x > π}


π
a (x + –– )
π
se x < –– c) D = {x e  : 0 < x ≤ 1/π ou x ≥ π}
2 2 d) D = {x e  : x > 0}
f(x) = π a
–– – –– sen x
π
se x ≥ –– e) D = {x e  : 0 < x < 1/π ou π < x < 3π/2}
2 x 2

onde a > 0 é uma constante. Considere k = {y ∈ R; f(y) = 0}. 2. (IME) – Considere os conjuntos A = {(1, 2), (1, 3), (2, 3)} e
π B = {1, 2, 3, 4, 5}, e seja a função f : A → B tal que:
Qual o valor de a, sabendo-se que f(f( –– )) ∈ k?
2
a) π/4 b) π/2 c) π d) π2/2 e) π2 f(x, y) = x + y

É possível afirmar que f é uma função:


π a) injetora b) sobrejetora c) bijetora
2. (ITA) – Os valores de α, 0 < α < π e α ≠ –– , para os
2 d) par e) ímpar
quais a função f :  →  dada por: f(x) = 4x – 4x – tg2 α
2

assume seu valor mínimo igual a – 4, são:

π 3π π 2π π 2π ■ MÓDULO 36
a) –– e –– b) –– e –– c) –– e ––
4 4 5 5 3 3
π 2π 2π 3π 1. (ITA) – Seja f :  →  definida por:
d) –– e –– e) –– e ––
7 7 5 5


ex, se x ≤ 0
f(x) = x2 – 1, se 0 < x < 1
ᐉn x, se x ≥ 1
■ MÓDULO 34
Se D é um subconjunto não vazio de , tal que f: D → 
(156x + 156–x) é injetora, então:
1. (IME) – Dada a função f(x) = ––––––––––– ,
2 a) D =  e f(D) = [–1, + ∞[
demonstre que:
b) D = ] –∞, 1] 艛 ] e, + ∞ [ e f(D) = ] –1, +∞[
f(x + y) + f(x – y) = 2 f(x) f(y) c) D = [0, + ∞[e f(D) = ]–1, +∞[
d) D = [0,e] e f(D) = [–1, 1]
e) n. d. a.
2. (IME) – Seja f:  → , onde  é o conjunto dos números
Notação: f(D) = {y, ∈  : y = f(x), x ∈ D} e ᐉn x denota
reais, tal que  f(4) = 5
f(x + 4) = f(x) . f(4)
. O valor de f(– 4) é: o logaritmo neperiano de x.
Observação: Esta questão pode ser resolvida
graficamente.
4 1 1 1 4
a) – –– b) – –– c) – –– d) –– e) ––
5 4 5 5 5 2. (ITA) – Considere a função y = f(x), definida por
f(x) = x3 –2x2 +5x, para cada x real.
Sobre esta função, qual das afirmações abaixo é
verdadeira?
■ MÓDULO 35 a) y = f(x) é uma função par.
b) y = f(x) é uma função ímpar.
1. (ITA) – O domínio D da função c) f(x) ≥ 0 para todo real x.
d) f(x) ≤ 0 para todo real x.



πx2 – (1 + π2) x + π
f(x) = ᐉn ––––––––––––––––––
– 2x2 + 3πx  e) f(x) tem o mesmo sinal de x, para todo real x ≠ 0.

8–
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resolução dos exercícios-tarefa


■ MÓDULO 33 = 2 . f(x) . f(y)
Se a igualdade é válida para qualquer valor real de a,
π π a π π π 2a
 
1) a) f –– = –– – ––
2 2 π
–– 2  
. sen –– ⇔ f –– = –– – ––
2 2 π   com 0 < a ≠ 1, é válida também para a = 156,
demonstrando a igualdade proposta.
2
Resposta: Demonstração.
π π 2a π
 
b) f –– = –– – –– < –– , pois a > 0
2 2 π 2

π π π 2) f(x + 4) = f(x) . f(4) ⇔


2  2 2  
c) Como f –– ∈ k, f –– < –– e a > 0, temos:
⇔ f(0 + 4) = f(0) f(4) ⇔ 5 = f(0) . 5 ⇔ f(0) = 1

π 2a π 2a π2

2 π 2  π 
a . –– – –– + –– = 0 ⇔ a . π – –– = 0 ⇔ a = ––
2  f(– 4 + 4) = f(– 4) . f(4) ⇔
1
⇔ f(0) = =f(– 4) . f(4) ⇔ 1 = f(– 4) . 5 ⇔ f(– 4) = ––
5
Resposta: D Resposta: D

–4 1
2) O minimante de f é x = – –––– = ––
2.4 2
Se o valor mínimo de f é – 4 então:
■ MÓDULO 35
1 1 1
     
2
f –– = 4 . –– – 4 . –– –tg2 α = – 4 ⇔ tg2 α = 3 ⇔
2 2 2 
πx2 – (1 + π2) x + π
1) f(x) ∈  ⇒ ––––––––––––––––––– > 0 ⇔
–2x2 + 3πx
⇔ tg α = ± 3

 
π 2π πx2 – (1 + π2) x + π > 0 (x < 1/π ou x > π)
Se 0 < α < π então α = –– ou α = ––
3 3 ⇔ ⇔ ⇔
Resposta: C e e
2
–2x + 3πx > 0 0 < x < 3π/2

⇔ 0 < x < 1/π ou π < x < 3π/2

Resposta: E
■ MÓDULO 34
ax + a–x 2) f(1, 2) = 1 + 2 = 3
1) Considerando uma função f do tipo f(x) = ––––––– ,
2 f(1, 3) = 1 + 3 = 4
como 0 < a ≠ 1.
f(2, 3) = 2 + 3 = 5
ax+y + a–(x+y) ax–y + a–(x–y)
f(x + y) + f(x – y) = –––––––––––– + –––––––––––– =
2 2 Pelo diagrama de
ax
. + ay .a–x+ .a–y + ax. a–y a–x ay flechas ao lado, tem-
= ––––––––––––––––––––––––––––––– =
2 se que a função e
ax . (ay + a–y) + a–x . (ay + a–y) injetora, mas não é
= ––––––––––––––––––––––––––– =
2 sobrejetora.
(ay + a–y) . (ax . + a–x) (ax . + a–x) . (ay + a–y) Resposta: A
= ––––––––––––––––––– = 2. ––––––––– –––––––– =
2 2 2

–9
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■ MÓDULO 36 2) Considerando que:


1) f(x) = x3 –2x2 + 5x = x (x2 – 2x + 5)
1) O gráfico de função f:  →  definida por 2) x2 – 2x + 5 > 0, ∀ x ∈ ,
conclui-se que f(x) tem o mesmo sinal de x, para todo


ex, se x ≤ 0
real x ≠ 0.
f(x) = x2 –1, se 0 < x < 1
Resposta: E
ᐉn x, se x > 1 é:

Nos intervalos , [0, + ∞[ e [0, e] a função f não é


injetora, pois f(0) = f(e) = 1.
Observemos, pelo gráfico, que ∀ y ∈] –1, + ∞ [, existe
um único x ∈ ] – ∞, 1] 艛 ] e, + ∞ [ tal que f(x) = y.
Assim, f é injetora no intervalo
D = ] – ∞, 1] 艛 ] e, + ∞ [ e f(D) = ] – 1, + ∞ [
Resposta: B

10 –
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Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias


MATEMÁTICA
2. (OBM) – Seja f(x) = x2 – 3x + 4. Quantas soluções têm
MÓDULO 33 a equação f(f(f(…f(x)))) = 2, na qual f é aplicada 2001
vezes?
Funções I a) 0 b) 1 c) 2 d) 2001 e) 22001

1. (OPM) – Seja f uma função dada por: f(1) = 17 e RESOLUÇÃO:


Considerando a função f(x) = x2 – 3x + 4, observemos que:
1) não existe a ∈ , tal que f(a) = 1, pois f(a) = 1 ⇔
n
f(n) = –––––––– , para n natural, maior que 1. Cal- ⇔ a2 – 3a + 4 = 1 ⇔ a2 – 3a + 3 = 0 ⇔ ∃/ a ∈ .
f(n – 1) 2) se b ∈ , tal que f(b) = 2, então b = 1 ou b = 2, pois
cule o produto f(1) . f(2) . f(3) . … . f(8). b2 – 3b + 4 = 2 ⇔ b2 – 3b + 2 = 0 ⇔ b = 1 ou b = 2.
Assim sendo,
RESOLUÇÃO: • f(f(f(…f(x)))) = 2, na qual f é aplicada 2001 vezes ⇒
Fazendo P(n) = f(1) . f(2) . f(3) . … . f(n), para todo n ≥ 1, ⇒ f(f(…f(x))) = 1 ou f(f(…f(x))) = 2, na qual f é aplicada
tem-se: 2000 vezes, porém, pelo exposto no item 1,
f(f(…f(x))) = 1 não serve.
n • f(f(…f(x))) = 2, na qual f é aplicada 2000 vezes ⇒
P(n) = P(n – 1) . f(n) = P(n – 2) . f(n – 1) . ––––––– = ⇒ f(…f(x)) = 1 ou f(…f(x)) = 2, na qual f é aplicada 1999
f(n – 1)
vezes, porém, pelo exposto no item 1, f(…f(x)) = 1 não
= P(n – 2) . n ⇒ P(n) = P(n – 2) . n serve.
• Repetindo esse processo sucessivamente, obtém-se
f(x) = 2 ⇔ x2 – 3x + 4 = 2 ⇔ x2 – 3x + 2 = 0 ⇔ x = 1 ou x = 2.


P(8) = P(6) . 8
P(6) = P(4) . 6 ⇒ P(8) = P(2) . 4 . 6 . 8 = Portanto, a equação tem duas soluções.
P(4) = P(2) . 4 Resposta: C

2
= f(1) . f(2) . 4 . 6 . 8 = f(1) . ––––– . 4 . 6 . 8 = 384
f(1)

Outra resolução:
f(1) . f(2) . f(3) . … . f(8) =

2 4 6
= f(1) . –––– . f(3) . –––– . f(5) . –––– .
f(1) f(3) f(5)

8
. f(7) . –––– = 2 . 4 . 6 . 8 = 384
f(7)

–1
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3. Considere a função assim definida: 4. (FUVEST-2006) – Uma função f satisfaz a identidade


* f: * →  f(ax) = af(x) para todos os números reais a e x. Além
* f(n) = 0, se o algarismo das unidades de n for 3 disso, sabe-se que f(4) = 2. Considere ainda a função g(x)
* f(10) = 0 = f(x – 1) + 1 para todo o número real x.
* f(n . m) = f(n) + f(m) a) Calcule g(3).
b) Determine f(x), para todo x real.
a) Calcular f(2). c) Resolva a equação g(x) = 8.
b) Calcular f(1991) e f(2008)
c) Calcular f(n) RESOLUÇÃO:
(I) f(ax) = a f(x), ∀a ∈ , ∀x ∈ 
(II) f(4) = 2
RESOLUÇÃO:
(III) g(x) = f(x – 1) + 1, ∀x ∈ 
a) f(10) = f(2 . 5) = f(2) + f(5) = 0 ⇒
a) 1) De (I) e (II), temos
⇒ f(2) = f(5) = 0, pois f(2) e f(5) são naturais.
a = 2 e x = 2 ⇒ f(2 . 2) = 2 . f(2) ⇒
b) 1) f(3) = 0, conforme definição da função. Da mesma forma ⇒ f(4) = 2 f(2) = 2 ⇒ f(2) = 1
f(5973) = 0 2) Em (III), x = 3 ⇒ g(3) = f(2) + 1 ⇒ g(3) = 2
f(5973) = f(1991 x 3) = f(1991) + f(3) = f(1991) = 0
b) Em (I), se x = 4 ⇒ f(4 . a) = a . f(4) ⇒ f(4a) = 2a
2) f(8) = f(2) + f(2) + f(2) = 0 x
f(2008) = f(251 . 8) = f(251) + f(8) = f(251) (I) Então: f(x) = –––
2
x–1
mas f(753) = 0 ⇒ f(251 . 3) = 0 ⇒ c) Em (III), g(x) = ––––– + 1 = 8 ⇒ x = 15
⇒ f(251) + f(3) = 0 ⇒ f(251) = 0 (II) 2
x
Respostas: a) g(3) = 2 b) f(x) = –– c) x = 15
2
De (I) e (II) tem-se
f(2008) = 0

c) Seja p um número primo. Se p = 2 ou p = 5, então


f(p) = 0, conforme item a. Se p ≠ 2 e p ≠ 5, então o algarismo das
unidades de p é 1, 3, 7 ou 9.

1) Se o algarismo das unidades de p for 1, de 3p será 3 e


f(3p) = 0 ⇒ f(3) + f(p) = 0 ⇒ f(p) = 0

2) Se o algarismo das unidades de p for 3, pela definição de f,


f(p) = 0

3) Se o algarismo das unidades de p for 7, de 9p será 3 e


f(9p) = 0 ⇒ f(9) + f(p) = 0
⇒ f(3) + f(3) + f(p) = 0 ⇒ f(p) = 0

4) Se o algarismo das unidades de p for 9, de 7 p será 3 e


f(7p) = 0. Como f(63) = 0 ⇒ f(7 . 9) = 0 ⇒
f(7) + f(3) + f(3) = 0 ⇒ f(7) = 0, e
f(7p) = 0 temos f(7) + f(p) = 0 ⇒ f(p) = 0

Assim, f(p) = 0 para todo p primo.


Se n é um número natural, maior que um, pode ser decomposto
em fatores primos.
Portanto f(n) = 0.
Além disso f(1) = 0, pois f(3) = f(3 . 1) = f(3) + f(1) ⇒ f(1) = 0
Logo f(n) = 0, ∀n ∈ *

2–
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2. (ITA) – Sejam três funções f, u, v:  →  tais que:


MÓDULO 34
 
1 1
f x + –––
x = f(x) + ––––
f(x) para todo x não nulo e
Funções I (u(x))2 + (v(x))2 = 1 para todo x real. Sabendo-se
que x0 é um número real tal que u(x0) . v(x0) ≠ 0 e
1. (OBM) – Seja f: *+ → *+, uma função tal que
   
1 1 u(x0)
x y f ––––– . ––––– = 2, o valor de f ––––– é:
f(x)f(y) – f(xy) = ––– + ––– , quaisquer que sejam os u(x0) v(x0) v(x0)
y x
reais não nulos x e y. 1
a) Calcule f(1) a) –1 b) 1 c) 2 d) ––– e) –2
2
b) Encontre uma fórmula para f(x)
RESOLUÇÃO:
RESOLUCÃO: x y 1) I) (u(x0))2 + (v(x0))2 = 1, pois
a) f(x) . f(y) – f(x . y) = ––– + ––– ⇒ (u(x))2 + (v(x))2 = 1, ∀x ∈ 
y x
1
1 1
⇒ f(1) . f(1) – f(1 . 1) = ––– + ––– ⇒
1 1
II) Como f(x) + –––– = f x + ––
f(x)
1
x (
para todo x
)
 
u(x0) 1
⇒ (f(1))2 – f(1) – 2 = 0 ⇒ f(1) = 2 ou f(1) = – 1 ∉ *+ não nulo, tem-se f –––––– + –––––––––– =

 
v(x0) u(x0)
f ––––––
Assim, f(1) = 2 v(x0)
x y
f(x) . f(y) – f(x . y) = ––– + ––– ⇒

   
b) u(x0) 1 u(x0) v(x0)
y x =f –––––– + ––––––– = f –––––– + –––––– =
v(x0) u(x0) v(x0) u(x0)
x 1 ––––––
⇒ f(x) . f(1) – f(x . 1) = ––– + ––– ⇔ v(x0)
1 x

 (u(x0))2 + (v(x0))2
  
1 1 1
⇔ f(x) . 2 – f(x) = x + ––– ⇔ f(x) = x + ––– =f –––––––––––––––– =f –––––––––– =2
x x u(x0) . v(x0) u(x0).v(x0)

 
u(x0) 1
III) Fazendo f ––––– = y, tem-se y + ––– = 2 ⇔
v(x0) y

⇔y=1ef
 u(x0)
––––––
v(x0)  =1

Resposta: B

–3
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3. (IME-2007) – Seja f:  →  uma função tal que


n (n + 1) MÓDULO 35
∑ f(k) = 2008 –––––– , onde  e  são, respecti-
k=0 (n + 2) Funções I
vamente, o conjunto dos números naturais e o dos núme-
1 1. (ITA) – O conjunto de todos os valores de m para os
ros reais. Determine o valor numérico de ––––––– . quais a função
f(2006)
RESOLUÇÃO: x2 + (2m + 3)x + (m2 + 3)
f(x) = –––––––––––––––––––––––––
2006

x2 + (2m + 1)x + (m2 + 2)
(2006 + 1)
∑ f(k) = 2008 ––––––––––– = 2007
k=0
(2006 + 2) está definida e é não negativa para todo x real é:
1 7 1 7
2005

(2005 + 1) 2008 . 2006
f(k) = 2008 ––––––––––– = –––––––––––
[
a) ––– , –––
4 4 [ 4]
b) ––– , ∞
[ ]c) 0, –––
4 [
(2005 + 2) 2007 1 1 7
k=0
2006 2005
2008 . 2006
]
d) –∞, –––
4 ] e)
] ––– , –––
4 4 [
f(2006) = ∑ f(k) – ∑ f(k) = 2007 – ––––––––––– =
RESOLUÇÃO:
2007
k=0 k=0
x2 + (2m + 3)x + (m2 + 3)
f(x) = –––––––––––––––––––––––– está definida e é não
20072 – 2008 . 2006 20072 – (20072 – 1)
= ––––––––––––––––––– = ––––––––––––––––––– =

x2 + (2m + 1)x + (m2 + 2)
2007 2007
negativa para todo x real se, e somente se:
1 1
x2 + (2m + 3)x + (m2 + 3) ≥ 0, ∀x ∈ 
123

= –––––– . Portanto, ––––––– = 2007


2007 f(2006) ⇔
x2 + (2m + 1)x + (m2 + 2) > 0, ∀x ∈ 
Resposta: 2007
123

123
(2m + 3)2 – 4 . 1 . (m2 + 3) ≤ 0 12m – 3 ≤ 0
⇔ ⇔ ⇔
(2m + 1)2 – 4 . 1 . (m2 + 2) < 0 4m – 7 < 0

1
1442443

m ≤ –––
4
1
⇔ ⇔ m ≤ –––
4
7
m < –––
4

Resposta: D

4–
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2. (OBM) – Para todo n natural, definimos a função f por:


n
f(n) = –– se n é par, f(n) = 3n + 1 se n é ímpar. O número de soluções da equação f(f(f(n))) = 16 é:
2
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6

RESOLUÇÃO:
Observe que f(n) é sempre inteira, seja n par ou ímpar.



n
––– = 64 ⇒ n = 128
f(n) 2
––––– = 32 ⇒ f(n) = 64 ⇒
2 ou
f(f(n)) 3n + 1 = 64 ⇒ n = 21
–––––– = 16 ⇒ f(f(n)) = 32 ⇒
2 ou
31
3f(n) + 1 = 32 ⇒ f(n) = –––– (impossível)
3

ou
f(f(f(n))) = 16 ⇒



n
––– = 10 ⇒ n = 20
f(n) 2
––––– = 5 ⇒ f(n) = 10 ⇒
2 ou
3n + 1 = 10 ⇒ n = 3
3f(f(n)) + 1 = 16 ⇒ f(f(n)) = 5 ⇒
ou
4
3f(n) + 1 = 5 ⇒ f(n) = ––– (impossível)
3

Resposta: C

–5
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3. Seja f:  – {0; 1} →  a função definida por


x–1
MÓDULO 36
f(x) = –––––
x . Funções I
Definindo f1(x) = f(x) e fn(x) = f(f(...f(x)...)), em que f
comparece n vezes (n > 1), obtenha 1. A função f associa a cada real x o menor elemento do
f1(x) . f2(x) . f3(x)...f30(x)

RESOLUÇÃO:
{ 15 – x 2x + 5
}
conjunto x + 1; –––––; –––––– . O valor máximo de
2 3
x–1
f(x) é:
f1(x) = f(x) = –––––– 15 16
x a) 1 b) 3 c) –––
2 d) –––
3 e) 5

 ––––––
x–1
f2(x) = f[f(x)] = f
x = RESOLUÇÃO:
x–1
––––– – 1
x –1
= –––––––––– = ––––––
x–1 x–1
–––––
x

–1
––––– – 1
–1 x–1
f3(x) = f[f[f(x)]] = f
 ––––––
x–1  = ––––––––––
–1
–––––
=x

x–1
x–1
f4(x) = f[f3(x)] = f(x) = ––––––
x

Assim,

x–1 –1 Como f associa a cada real x o menor elemento do conjunto


f1(x) . f2(x) . f3(x) = –––––– . –––––– . x = – 1
x + 1; –––––––; ––––––– , o gráfico de f é constituído pelos
x x–1 15 – x 2x + 5
de modo análogo, tem-se 2 3
“trechos” das três retas que, dentro de cada intervalo, se
f4(x) . f5(x) . f6(x) = … =
encontram mais abaixo.
= f28(x) . f29(x) . f30(x) = – 1 e Assim, o valor máximo de f ocorre no ponto P (5; 5) e é igual a 5.
Resposta: E
f1(x) . f2(x) . f3(x) . … . f30(x) = (– 1)10 = 1

Resposta: 1

6–
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2. Sejam f, g :  →  funções tais que 3. Considere duas funções f e g, de  em , tais que


g(x) = 1 – x e f(x) = 2f(2 – x) = (x – 1)3, para todo x e . 2.f(x) = 3x – g(x) e 2.g(x) = x + 6 – 2.f(x), para todo
x ∈ . O ponto P de intersecção dos gráficos de f e g:
Então f[g(x)] é igual a a) pertence ao semieixo positivo das abscissas.
a) (x – 1)3 b (1 – x)3 c) x3 d) x e) 2 – x b) pertence ao semieixo positivo das ordenadas.
RESOLUÇÃO: c) pertence a bissetriz do primeiro quadrante.
Se f(x) + 2f(2 – x) = (x – 1)3 para todo x e , então: d) pertence a bissetriz do segundo quadrante.
f(1 – x) + 2f(2 – (1 – x)) = [(1 – x) – 1]3 ⇒
⇒ f(1 – x) + 2f(1 + x) = –x3 (I)
e) pertence a bissetriz do terceiro quadrante.
e RESOLUÇÃO:
f(1 + x) + 2f(2 – (1 + x)) = [(1 + x) – 1]3 ⇒
 2g(x) = x + 6 – 2f(x) ⇔  2g(x) + 2f(x) = x + 6 ⇔
⇒ f(1 + x) + 2f(1 – x) = x3 (II) 2f(x) = 3x – g(x) 2f(x) + g(x) = 3x
De (I) e (II) tem-se f(1 – x) = x3 ⇒ f(g(x)) = x3

 g(x) = –2x + 6 
2f(x) + g(x) = 3x 5
⇔ ⇔ f(x) = 2– . x – 3
g(x) = –2x + 6

No ponto de intersecção dos gráficos, temos f(x) = g(x). Assim,

f(x) = g(x) ⇔ –– 5 . x – 3 = –2 . x + 6 ⇔ ––
9 .x=9⇔x=2e
2 2
5
f(2) = –– . 2 – 3 = 2
2