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LEI COMPLEMENTAR Nº 09 DE 08 DE NOVEMBRO DE 2007.

DISPÕE SOBRE O ZONEAMENTO, PARCELAMENTO, USO E OCUPAÇÃO DO SOLO


DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR, NO ESTADO DO MARANHÃO, E DÁ
OUTRAS PROVIDÊNCIAS. (Redação dada pela Lei Complementar nº 27 de 24.08.2012)

O Prefeito Municipal de São José de Ribamar, Estado do Maranhão, no uso de suas atribuições legais,

FAÇO SABER, que a Câmara Municipal aprovou e eu SANCIONO a seguinte Lei:

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º. A presente Lei dispõe sobre a divisão do Município de São José de Ribamar em zonas e sobre assuntos
relativos à organização institucional desse Município, define normas e índices de parcelamento, uso e ocupação do solo e
apresenta conceitos, diretrizes, políticas e instrumentos de desenvolvimento social, econômico, urbano e de transporte,
tendo em vista os seguintes objetivos:

I - orientar e estimular o desenvolvimento sustentável;


II - aprimorar o desenvolvimento econômico, ambiental, social e urbano do Município de São José de Ribamar;
III - harmonizar a coexistência de usos conflitantes, sobretudo em áreas residenciais, com outras atividades de
interesses sociais e econômicos;
IV - promover o desenvolvimento racional e integrado;
V - assegurar o equilíbrio da concentração urbana, mediante o controle do uso e do aproveitamento do solo;
VI - assegurar a reserva dos espaços necessários à expansão disciplinada da cidade, de forma a valorizar as
potencialidades econômicas e ambientais do Município.

Art. 2º. Para os fins previstos nesta Lei, adotar-se-ão as seguintes definições:

I - acesso: chegada, entrada, aproximação, trânsito, passagem;


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II – afastamento: é a menor distância entre duas edificações ou entre uma edificação e as linhas divisórias do lote
onde se situam. O afastamento é frontal, lateral ou de fundos, quando essas divisórias forem, respectivamente, a testada,
os lados e os fundos do lote;
III - alinhamento: é a linha projetada e locada ou indicada que limita o lote em relação à via pública;
IV - alvará de construção: é o documento fornecido pela Prefeitura autorizando a construção de edificações;
V - alvará de localização: é o documento fornecido pela Prefeitura autorizando o exercício de uma atividade em
local determinado;
VI - alvará de pequenos serviços: é o documento fornecido pela Prefeitura autorizando a construção de pequenas
reformas e/ou ampliações, estabelecidas no máximo em até 30% (trinta por cento) da área já construída;
VII - andar: é qualquer pavimento acima do rés do chão;
VIII - andar térreo: é o pavimento ao rés do chão;
IX - apartamento: é uma habitação distinta que compreende, no mínimo, uma sala, um dormitório, um
compartimento sanitário e de banho, e uma cozinha;
X - área bruta: é a área resultante da soma das áreas úteis com as áreas de seções horizontais das paredes;
XI - área bruta do pavimento: é a soma da área útil do pavimento com as áreas de seções horizontais das
paredes;
XII - área bruta da unidade: é a soma da área útil da unidade com as áreas das seções horizontais das paredes
que separam os compartimentos;
XIII - área destinada aos arruamentos: é a área destinada à movimentação de pessoas ou veículos,
compreendendo passeios e caixas de rua;
XIV - área fechada: é a área guarnecida por paredes em todo o seu pavimento;
XV - atme: é a Área Total Máxima de Edificação, que é a relação máxima entre a área de construção da edificação
e a área do terreno;
XVI - área livre de recreação: é o espaço, geralmente descoberto, destinado à utilização pública de caráter
recreativo;
XVII - área livre do lote: é o espaço descoberto, livre de edificações ou construções, dentro dos limites do lote, e
que só pode ter 1/3 de sua área pavimentada;
XVIII - área “non aedificandi”: é a área na qual a legislação proíbe construir ou edificar;
XIX - área útil: é a área do piso de um compartimento;
XX - área útil do pavimento: é a soma das áreas úteis das unidades com as áreas úteis das partes comuns em um
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pavimento;
XXI - área útil da unidade: é a soma das áreas dos compartimentos da unidade, habitáveis ou não;
XXII - área institucional: é o espaço reservado num parcelamento do solo para implantação de equipamentos
comunitários;
XXIII - área comercial: é o espaço reservado num parcelamento para implantação de comércio local;
XXIV - arruamento: é o espaço destinado à: circulação de veículos ou pedestres;
XXV - armazém: é a edificação destinada geralmente aos fins industriais ou comerciais, e construída por cobertura
e paredes ou colunas, cuja área é fechada, parcial ou totalmente, em seu perímetro;
XXVI - área de serviço: é aquela destinada às: atividades de lavagens, secagem ou depósito de roupas, existentes
nas unidades residenciais;
XXVII - bar: é o estabelecimento comercial onde se servem refeições rápidas e bebidas, inclusive alcoólicas, em
balcões ou em mesas;
XXVIII - birosca: é um estabelecimento comercial para venda de alimentos a varejo, tipo feira;
XXIX - bloco residencial: é um dos elementos independentes que integram um conjunto de edifícios residenciais;
XXX - caixa de viária: é a parte do logradouro destinada ao rolamento de veículos;
XXXI - calçada: é o mesmo que passeio;
XXXII - casas geminadas: são as que têm paredes comuns, formam um conjunto arquitetônico único;
XXXIII - centro comercial: é um edifício ou um conjunto de edifícios, divididos em compartimentos destinados
exclusivamente ao comércio;
XXXIV - circulação: é a designação genérica dos espaços necessários à movimentação de pessoas ou veículos;
XXXV - cobertura: é o teto de uma edificação;
XXXVI - compartimento: é cada uma das divisões dos pavimentos da edificação;
XXXVII - conjunto residencial: é um agrupamento de habitações isoladas ou múltiplas, que obedecem a uma
planificação urbanística pré-estabelecida;
XXXVIII - conserto de uma edificação: é o conjunto de pequenas obras de manutenção que não modifica nem
substitui a compartimentação e os elementos construtivos essenciais da edificação, tais como pisos, paredes, telhados,
esquadrias, escadas, etc;
XXXIX - construir: é o modo geral de realizar qualquer obra nova;
XL - corredor primário: é a faixa de terreno cortada por vias primárias, com utilização de uso do solo adequado
principalmente para serviços e comércio;
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XLI - desmembramento: é a subdivisão de glebas em lotes destinados à edificação, com aproveitamento do


sistema viário existente, desde que não implique a abertura de novas vias ou logradouros públicos, nem o prolongamento,
modificação ou ampliação dos já existentes;
XLII - divisa: é a linha que separa o lote das propriedades confinantes;
XLIII - edificações: são as construções destinadas a abrigar qualquer atividade humana;
XLIV - edificações contíguas: são aquelas que apresentam uma ou mais paredes contíguas às de outra edificação;
XLV - edificação de uso exclusivo: é aquela destinada a abrigar uma só atividade;
XLVI - edificação isolada: é aquela não contígua às divisas do lote;
XLVII - edificação de uso misto: é a edificação que abriga usos diferentes e, quando o uso for residencial, o
acesso às unidades residenciais sempre se faz através de circulações independentes dos demais usos;
XLVIII - edificação residencial multifamiliar: é aquela destinada ao uso residencial multifamiliar, sendo o conjunto
de duas ou mais unidades residenciais em uma só edificação;
XLIX - edificação residencial unifamiliar: é aquela que abriga apenas uma unidade residencial;
L - edifícios de apartamentos: é o mesmo que edificação multifamiliar;
LI - edifício comercial: é aquele destinado a lojas ou salas comerciais que exijam contato com o público, na qual
somente as dependências do porteiro ou zelador são utilizadas para uso residencial;
LII - edifício residencial: é aquele destinado ao uso residencial;
LIII - escritório: é a sala ou grupo de salas destinadas a atividades não diretamente voltadas para o atendimento
ao público (vide sede administrativa);
LIV - estacionamento de veículos: é o local coberto ou descoberto em um lote destinado a estacionar veículos;
LV - estabelecimento de ensino: é a edificação pública ou particular destinada à educação e ao ensino;
LVI - fachada principal: é a fachada do edifício voltada para o logradouro ou para o logradouro principal;
LVII - frente ou testada do lote ou terreno: vide testada do lote;
LVIII - fundo de lote: é a parte do lote adjacente à divisa ou às divisas de fundos, não tendo ponto comum com a
testada;
LIX - gabarito: é o número de pavimentos permitidos ou fixados para uma construção ou edificação em
determinada zona;
LX - galpão: vide armazém;
LXI - garagem: é a área coberta para guarda individual ou coletiva de veículos;
LXII - gleba: é a propriedade una individual de área igual ou superior a 10.000 m² (dez mil metros quadrados);
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LXIII - grupamento de edificações: é o conjunto de duas ou mais edificações em um lote;


LXIV - habitação: é a parte ou o todo de um edifício que se destina a residências;
LXV - habitação coletiva: é aquela destinada ao uso residencial de um grupo de pessoas, normalmente sem laços
familiares;
LXVI - habite-se: é a denominação comum da autorização especial da autoridade competente para utilização de
uma edificação;
LXVII - hotel: é a edificação de uso residencial multifamiliar transitório, servindo a pessoas ou a famílias diversas,
cujo acesso é controlado por serviço de portaria, dispondo de peças de utilização comum adequadas, podendo ou não
servir refeições;
LXVIII - investidura: é a incorporação a uma propriedade particular de uma área de terreno do patrimônio estadual,
adjacente à mesma propriedade, que não possa ter utilização autônoma, com a finalidade de permitir a execução de um
projeto de alinhamento ou de modificação de alinhamento aprovado pelo órgão competente;
LXIX - indústria incômoda: é aquela de cujo funcionamento podem resultar ruído, trepidação, emissão de poeiras,
fumos ou nuvens de poeira, exalação de mau cheiro, poluição de cursos d’água, podendo causar incômodo à vizinhança;
LX - indústria poluente: é aquela cujo funcionamento pode resultar prejuízo à saúde da vizinhança, causando
poluição;
LXI - indústria perigosa: é aquela cujo funcionamento pode resultar em perigo de vida;
LXII - jirau: é o piso elevado no interior de um compartimento, com altura reduzida, sem fechamento ou divisão,
cobrindo apenas parcialmente a área do mesmo e satisfazendo às alturas mínimas exigidas pela lei;
LXIII - lanchonete: é o estabelecimento comercial onde são servidas refeições rápidas e bebidas, exceto as
alcoólicas, em balcões ou em mesas;
LXIV - letreiros: é a composição de letras ou palavras para identificação de uso ou atividade em lote ou edificação;
LXV - levantamento do terreno: é a determinação das dimensões e todas as outras características de um terreno
em estudo, tais como sua posição, orientação e relação com os terrenos vizinhos e logradouros;
LXVI - licença de construção: é a autorização dada pela autoridade competente para execução de obras;
LXVII - linha de fachada: é aquela que apresenta a projeção horizontal do plano da fachada de uma edificação
voltada para o logradouro;
LXVIII - logradouro público: é a parte da superfície do Município destinada ao trânsito público, oficialmente
reconhecida e identificada por uma denominação;
LXIX - loja: é a edificação, ou parte desta, destinada ao exercício de uma atividade comercial, industrial ou de
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armazenagem, geralmente com saída para o exterior (lote ou logradouro) ou para uma galeria comercial;
LXX - lote: é a parcela autônoma de um loteamento ou desmembramento, cujo estado é adjacente ao logradouro
público reconhecido, descrito e assinalado por CAPÍTULO de propriedade;
LXXI - loteamento: é o aspecto particular de parcelamento da terra, que se caracteriza pela divisão de uma área
ou terreno em duas ou mais porções autônomas, envolvendo, obrigatoriamente, abertura de logradouros públicos, sobre
os quais são testadas as devidas porções, que passam, desta forma, a ser denominadas lotes;
LXXII - modificação de uma edificação: é o conjunto de obras que, substituindo parcial ou totalmente os elementos
construtivos essenciais de uma edificação, tais como pisos, paredes, coberturas, esquadrias, escadas, elevadores e
outros, modifica a forma, a área ou a altura de compartimentação;
LXXIII - motel: é a edificação de uso transitório, na qual o abrigo de veículos, além de corresponder ao número de
compartimentos para hóspedes, é contíguo a cada um desses compartimentos;
LXXIV - “non aedificandi”: é a proibição de construir ou modificar em determinadas áreas, conforme estabelecido
em lei;
LXXV - oficinas: é a edificação destinada a conserto ou reparação de máquinas ou equipamentos;
LXXVI - parcelamentos de terra: é a divisão de uma área de terreno em porções autônomas, sob a forma de
desmembramento ou loteamento;
LXXVII - passeio: é a faixa, em geral sobrelevada, pavimentada ou não, ladeando logradouros ou circulando
edificações, destinada exclusivamente ao trânsito de pedestres;
LXXVIII - pátio: é a área confinada e descoberta, adjacente à edificação ou circunscrita pela mesma;
LXXIX - pavimento: é o conjunto de áreas cobertas ou descobertas de uma edificação, situada entre o plano de
um piso e o teto imediatamente superior;
LXXX - pé-direito: é a distância vertical entre o piso e o teto de um compartimento;
LXXXI - piso: é a designação genérica dos planos horizontais de uma edificação, nos quais se desenvolvem as
diferentes atividades humanas;
LXXXII - pista de rolamento : vide caixa de rua;
LXXXIII - poços de iluminação e ventilação: são espaços descobertos e fechados nas laterais, existentes no
interior das edificações e destinadas à iluminação e ventilação dos ambientes contíguos;
LXXXIV - poços de exaustão: são espaços descobertos e fechados nas laterais, existentes no interior das
edificações e destinados exclusivamente à exaustão de banheiros;
LXXXV - prestação de serviços: são as atividades comerciais destinadas à prestação de serviços cotidianos
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através de ofícios, dentre os quais sapateiro, barbeiro, tintureiro, vidraceiro, borracheiro e outros correlatos;
LXXXVI - projeto de interesse social: é o programa habitacional para população de baixa renda;
LXXXVII - quadra: é a área poligonal compreendida entre três ou mais logradouros adjacentes;
LXXXVIII - recuo: é a incorporação ao logradouro público de uma área de terreno pertencente à propriedade
particular e adjacente ao mesmo logradouro, para possibilitar a realização de um projeto de alinhamento ou modificação de
alinhamento aprovado pelo órgão competente;
LXXXIX - reconstruir: é fazer de novo, no mesmo lugar, a primitiva forma de qualquer parte ou elemento de uma
construção;
LC - reforma de uma edificação: é o conjunto de obras que substitui parcialmente os elementos construtivos
essenciais de uma edificação (pisos, coberturas, esquadrias, escada, elevadores, etc.), sem modificar a forma, a área ou a
altura da compartimentação;
LCI - rés do chão: é o pavimento térreo ou primeiro pavimento, sendo a parte do edifício com o piso do terreno
circundante ou um pouco mais elevado que este;
LCII - remembramento: é o agrupamento de lotes contíguos para constituição de unidades maiores;
LCIII - reparo de uma edificação: é o mesmo que conserto de uma edificação;
LCIV - restaurante: é o estabelecimento comercial onde se servem refeições completas, em mesas ou balcões
com assentos, servindo ou não bebidas alcoólicas;
LCV - sala comercial: é a unidade de uma edificação comercial destinada a negócios ou profissões liberais, os
quais exijam contato com o público, e, geralmente, permitam circulações internas nesta edificação;
LCVI - sedes administrativas: são edificações públicas ou privadas destinadas a escritórios que não exijam contato
direto com o público;
LCVII - serviços pessoais: são aspectos peculiares de prestação de serviços que dispensam lojas para sua
realização, podendo ser prestados a domicílio, dentre os quais manicure, massagista, despachante;
LCVIII - subsolo: é o espaço, com ou sem divisões, situado abaixo do primeiro pavimento de um edifício e que
tenha, pelo menos, metade de seu pé-direito abaixo do nível do terreno circundante;
LCIX - terreno: é a propriedade particular, edificada ou não;
C - testada do lote: é a linha que separa o logradouro público do lote, e coincide com o alinhamento existente ou
projetado pelo órgão competente;
CI - unidade autônoma: é a parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno, sujeita às limitações da
lei, constituída por dependências e instalações de uso privado, destinada a fins residenciais ou não, assinalada por
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designação especial, numérica ou alfabética, para efeito de identificação e discriminação;


CII - unidade residencial: é aquela constituída de, no mínimo, um compartimento habitável, um banheiro, uma
cozinha e uma área de serviço;
CIII - usos permitidos: são os usos autorizados dentro de uma zona e que não exijam aprovação especial por parte
do órgão competente;
CIV - usos incentivados: são os que melhor se adequam a uma zona e recebem incentivos em índices de uso do
solo;
CV - usos desestimulados: são usos que não se adequam totalmente a uma zona e recebem desestímulos em
índices de uso do solo;
CVI - via primária: denominada como via arterial ou preferencial, destinada à circulação de veículos entre áreas
distantes, com acesso a áreas lindeiras, devidamente controladas;
CVII - via secundária: é aquela que possibilita a circulação de veículos entre as vias primárias e dá acesso às vias
coletoras;
CVIII - via local: é aquela destinada ao acesso direto aos lotes lindeiros e à movimentação do trânsito local;
CIX - vão principal: é aquele definido para o acesso, iluminação e/ou ventilação de ambientes de permanência
prolongada, tais como dormitórios, lojas e áreas de serviço;
CX - vão secundário: é aquele definido para o acesso, iluminação e/ou ventilação de ambientes de permanência
transitória, tais como “halls”, cozinhas e banheiros;
CXI - zona de proteção ambiental: é a área em que, pelos seus elementos naturais, necessita de tratamento
especial, com a finalidade de preservar, recuperar ou revitalizar o meio ambiente;
CXII - zona de reserva florestal: é a área considerada de preservação permanente, por ser indispensável ao
equilíbrio ecológico da região;
CXIII - zona de interesse social: é a área que, pelas suas características de ocupação já consolidadas, necessita
de tratamento especial e permite a implantação de cunho social.
CXIV – condomínio urbanístico: é a divisão de imóvel em unidades autônomas horizontais ou verticais destinadas à edificação, às
quais correspondem frações ideais das áreas de uso comum dos condôminos, sendo admitida a abertura de vias de domínio privado
e vedada a de logradouros públicos internamente ao perímetro do condomínio. (Incluído pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
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CAPÍTULO II
DA REGIÃO E DO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR

Art. 3º. O Perímetro da região urbana da Cidade de São Jose de Ribamar está estabelecido nos Mapas 01 e 02
de Zoneamento e Sistema Viário da Cidade de São José de Ribamar e do Centro da Cidade de São José de Ribamar,
respectivamente nas escalas 1:50.000 e 1: 12.500, e fica assim definido: inicia-se este perímetro na extremidade
setentrional do talvegue do rio Jaguarema, que deságua na costa noroeste da ilha de São Luís, fazendo divisa com este
município na praia denominada “Praia do Meio” no ponto P1 de coordenadas UTM (587365.47, 9726517.65); segue deste
ponto no sentido oeste – leste pela linha d’água da praia do Araçagy até encontrar o ponto P2 de coordenadas UTM
(592626.66, 9728403.09), na foz de um igarapé; daí segue rumo sul verdadeiro em linha reta e, ganhando terra, alcança o
ponto P3 de coordenadas UTM (590109.17, 9717758.75), no cruzamento dessa linha com o eixo da rodovia MA-201 (São
Luís - São José de Ribamar); deste ponto segue pelo dito eixo rodoviário, no sentido leste, em direção à sede do município
de São José de Ribamar até que o mesmo alcance o ponto P4 de coordenadas UTM (593099.11, 9717926.590), no
cruzamento da rodovia com um dos afluentes da margem esquerda do Rio São João; daí segue ainda pelo já citado eixo
rodoviário atingindo o ponto P5 de coordenadas UTM (596192.28, 9717737.86), no cruzamento da rodovia MA-201 com o
Rio São João; segue até o ponto P6 de coordenadas UTM (599239.65, 9718706.16), que é a intersecção, no Povoado de
Maracajá, da MA-204 com o desvio rodoviário originário da margem norte da MA-201 na altura do povoado Riozinho;
segue pelo eixo da MA-204 no sentido sudeste até encontrar novamente a MA-201 no ponto P7 de coordenadas UTM
(599724.76, 9718473.48), neste cruzamento; continua no sentido oeste-leste até encontrar o ponto P8 de coordenadas
UTM (601617.82, 9718778.28), ainda no eixo da rodovia; deste ponto converge, ainda pela MA-201, para o sudeste até
encontrar o ponto P9 de coordenadas UTM (602039.60,
9718417.02), próximo à Vila São José; neste ponto a trajetória deixa o eixo da MA-201 convergindo para o sentido
nordeste e segue em linha reta na direção do povoado Timbuba, cortando a estrada que liga o povoado de Pau Deitado ao
povoado de Canavieira até atingir o ponto P10 de coordenadas UTM (604201.73, 9721904.69), onde deságua em um
afluente da margem direita do Rio Antônio Esteves; daí, toma o curso do dito afluente, seguindo no sentido sudeste, à
montante, até encontrar sua cabeceira no ponto P22 de coordenadas UTM (605440.93, 9720505.14); daí segue no mesmo
sentido sudeste em linha reta, cruzando perpendicularmente a rodovia que liga a sede ao povoado de Panaquatira até o
ponto P23 de coordenadas UTM (607073.17, 9719743.260), na bifurcação de um pequeno riacho que desemboca na Baia
de São José; daí continua pelo curso do referido riacho até sua desembocadura na Baia de São José ao sul da Praia de
Ponta Verde no ponto P24 de coordenadas UTM (607223.05, 9719661.45); deste ponto segue pela linha d’água
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margeando a faixa marítima da Baía de São José de Ribamar no sentido Norte-Sul até encontrar o ponto P25 de
coordenadas UTM (595822.11, 9711722,89), na desembocadura do Rio Jeniparana; deste ponto segue a montante pelo
talvegue do referido rio até atingir o ponto P26 de coordenadas UTM (591104.99, 9709988.82), no cruzamento da
trajetória com a linha de limite com o município de São Luís; deste ponto segue em linha reta no sentido norte até atingir a
Lagoa da Mata, na margem direita do Rio São João, no ponto P14 de coordenadas UTM (590690.95, 9714801.35); daí
converge para o sentido noroeste e segue em linha reta cruzando perpendicularmente o Rio Paciência até encontrar a
estrada da Maioba no ponto P15 de coordenadas UTM (588271.92, 9718146.73); deste ponto segue pela Avenida
Contorno Oeste no sentido norte até o cruzamento desta com a Avenida Contorno Sul no ponto P16 de coordenadas UTM
(587982.09, 9718905.41) no bairro do Cohatrac V; deste ponto, segue pela Avenida Contorno Sul no sentido leste até o
ponto P17 de coordenadas UTM (589514.07, 9719251.45), no cruzamento desta com a Avenida Contorno Leste; deste
ponto toma a Avenida Contorno Leste e por esta segue no sentido norte até o cruzamento com a Avenida Giordano
Mochel no ponto P18 de coordenadas UTM (589286.14, 9720215.77); deste ponto toma a Avenida Giordano Mochel e
segue por ela no sentido oeste até encontrar o ponto P19 de coordenadas UTM (587584.31, 9719897.47), entre o Planalto
Anil III e a chácara Itapiracó; deste ponto converge para o sentido norte e segue em linha reta, cruzando, em sua trajetória,
com a APA do Itapiracó e o riacho do Turu, respectivamente, até encontrar a margem esquerda do Rio Amaro no ponto
P20 de coordenadas UTM (587003.13, 9724049.32); deste ponto sofre uma leve deflexão para leste e segue em linha reta
no sentido nordeste até encontrar o ponto P21 de coordenadas UTM (587365.10, 9725133.00) no Rio Jaguarema na Vila
Luizão; deste ponto segue pelo
Rio Jaguarema à jusante no sentido norte até a sua foz, encontrando novamente o ponto P1 de coordenadas UTM
(587365.47, 9726517.65), fechando assim esse perímetro.

CAPÍTULO III
DO ZONEAMENTO

Art. 4º. Para efeito de aplicação da presente Lei, fica estabelecida a divisão da cidade em zonas, definidas
conforme tabela I desta Lei.
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Tabela I: Definição, Nomes e Siglas das Zonas


ITEM SIGLA ZONA
1 ZC Zona Central
2 ZR 1 Zona Residencial 1
3 ZR 2 Zona Residencial 2
4 ZR 3 Zona Residencial 3
5 ZR 4 Zona Residencial 4
6 ZR 5 Zona Residencial 5
7 ZR 6 Zona Residencial 6
8 ZR 7 Zona Residencial 7
9 ZR 8 Zona Residencial 8
10 ZR 9 Zona Residencial 9
11 ZR 10 Zona Residencial 10
12 ZDS 1 Zona de Desenvolvimento Social 1
13 ZDS 2 Zona de Desenvolvimento Social 2
14 ZDS 3 Zona de Desenvolvimento Social 3
15 ZDS 4 Zona de Desenvolvimento Social 4
16 ZITC 1 Zona de Interesse Turístico e Cultural 1
17 ZITC 2 Zona de Interesse Turístico e Cultural 2
18 ZIPA 1 Zona Industrial de Produção de Alimentos 1
19 ZIPA 2 Zona Industrial de Produção de Alimentos 2
20 ZI 1 Zona Industrial 1
21 ZI 2 Zona Industrial 2
22 ZIN 1 Zona Industrial Naval 1
23 ZIN 2 Zona Industrial Naval 2
24 ZEU Zona de Expansão Urbana
25 ZIS - TE Zona de Interesse Sanitário de Tratamento de Efluentes
26 ZIS – CA Zona de Interesse Sanitário de Captação de Água 1
1
12

27 ZIS – CA Zona de Interesse Sanitário de Captação de Água 2


2
30 ZPAI 1 Zona de Proteção Ambiental Integral 1
33 ZPAI 4 Zona de Proteção Ambiental Integral 4
36 ZPAI 7 Zona de Proteção Ambiental Integral 7
37 ZPI - JE Zona de Preservação Integral da APA do Jeniparana – conforme
Lei do Plano Diretor
39 ZPAT 2 Zona de Proteção Ambiental de Transição 2
41 ZPA 2 Zona de Proteção Ambiental 2
42 ZT - IT Zona de Transição da APA do Itapiracó – conforme Lei do Plano
Diretor
43 ZPT - JE Zona de Transição da APA do Jeniparana – conforme Lei do
Plano Diretor
44 ZEDR Zona Especial de Desenvolvimento Rural
45 ZRMB Zona Rural Miritiua/Boa Vista
46 ZRL Zona Rural do Laranjal
47 ZRMS Zona Rural Mata/Santana
48 ZRQ Zona Rural Quinta
49 ZRJ Zona Rural do Jararai
50 ZRI Zona Rural do Itapari
51 ZRBJ Zona Rural Bom Jardim/Juçatuba
52 ZRG Zona Rural de Guarapiranga
53 ZIS – TR Zona de Interesse Sanitário de Tratamento de Resíduos
54 ZITC 3 Zona de Interesse Turístico e Cultural 3
(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

CAPÍTULO IV
DOS LIMITES DAS ZONAS
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Art. 5º. Para os fins da presente Lei, fica estabelecida a divisão do Município de São José de Ribamar em zonas e
sistema viário, conforme os mapas 01 e 02 de Zoneamento e Sistema Viário da Cidade de São José de Ribamar e do
Centro da Cidade de São José de Ribamar, respectivamente nas escalas 1:50.000 e 1: 12:500, e os limites das zonas
ficam assim definidos:
I - Zona Central – ZC: este perímetro se inicia no ponto P215, de coordenadas UTM (604443.21, 9717158.42), no
cruzamento da Rua da Campina com a Rua Humberto de Campos; deste ponto segue pela última, no sentido nordeste,
cruzando a Av. Gonçalves Dias e entrando pela Av. da Liberdade, até seu cruzamento com a Rua do Olho D`água no
ponto P241 de coordenadas UTM (605296.78, 9717906.85), deste ponto segue pela citada rua no sentido sul até
encontrar com a Rua das Flores no ponto P216 de coordenadas UTM (605277.67, 9717694.37); daí segue por esta no
mesmo sentido até o ponto P217 de coordenadas UTM (6053100.83, 9717627.37), no encontro com a Rua São José; daí
segue pela última no mesmo sentido até atingir o ponto P218 de coordenadas UTM (605263.01, 9717539.22), no
cruzamento com a Rua do Sol; daí segue pelo prolongamento da Rua São José no sentido sul em linha reta cruzando a
Rua Silva Maia até atingir a Rua José Maria Santiago no ponto P219 de coordenadas UTM (605266.11, 9717254.31);
deste ponto, segue pela última no sentido oeste até cruzar com a Rua 28 de Julho no ponto P220, de coordenadas UTM
(605110.05, 9717185.91); deste ponto, toma a última rua e segue por este rumo sul até o cruzamento com a Rua Modesto
no ponto P240 de coordenadas UTM (605140.10, 9717120.37); daí segue pela última rumo oeste, cruza a Av. Gonçalves
Dias e entra na Rua 13 de Maio, por onde segue no mesmo sentido até atingir o ponto P239 de coordenadas UTM
(604746.90, 9716878.59), no cruzamento com a rua da Campina; daí segue pela última rumo noroeste até alcançar o
ponto inicial, encerrando assim este perímetro;
II - Zona Residencial 1 - ZR 1: Zona Residencial 1 - ZR 1: composta de dois
perímetros sendo que o primeiro se inicia no ponto P60, de coordenadas UTM (588029.25, 9726628.82); a partir desse
ponto, toma o sentido Leste, até atingir os pontos P61, de coordenadas UTM (588976.93, 9727062.89); P62, de
coordenadas UTM (586442.24, 9727147.23) e P63, de coordenadas UTM (590576.27, 9727378.77), no final da Rua da
Lagoa e próximo à margem esquerda de um curso d`água; daí, converge para o sentido Sudoeste, sempre paralelo ao
referido curso d`água à montante, passando pelo ponto P72, de coordenadas UTM (590060.10, 9726873.11), próximo ao
Loteamento Praia Azul até atingir o ponto inicial P60, fechando assim este perímetro; e o segundo perímetro se inicia no
ponto P1, de coordenadas UTM (587365.47, 9726517.65), localizado na Praia do Meio, na foz do Rio Jaguarema; a partir
desse ponto, toma o sentido Leste e, seguindo, cruza o Condomínio Araçagy Village e o Condomínio Ilha Mar até atingir
o ponto P58, de coordenadas UTM (592586.36, 9728232.71) no limite com o município de Paço do Lumiar. Daí, converge
para o sentido Sul e segue sob a linha de limite até encontrar o ponto P65, de coordenadas UTM (592549.82,
14

9728078.19); deste ponto, toma o sentido Oeste, e segue paralelamente à costa até atingir o ponto P64, de coordenadas
UTM (590973.20, 9727452.51), na margem direita de um curso d`água. Daí, cruza o referido manancial e atinge o ponto
P63, de coordenadas UTM (590576.27, 9727378.77) na sua margem oposta no início da rua da Lagoa; deste ponto,
segue por esta rua no sentido oeste, cruzando perpendicularmente a Av. Atlântica até alcançar o ponto P61, de
coordenadas UTM (588976.95, 9727062.89). Daí, sofre uma leve deflexão à esquerda e segue no sentido sudoeste em
linha reta ate alcançar um cruzamento entre duas ruas sem denominação, próximo ao condomínio Pontal da Ilha no
ponto P60, de coordenadas UTM (588019.25, 9726657.95); desse ponto, continua no mesmo sentido pelo prolongamento
de uma das ruas até alcançar o ponto P59, de coordenadas UTM (587464.89, 9726486.64), no leito do Rio Jaguarema.
Daí, segue pelo rio à jusante até encontrar o ponto inicial P1, fechando assim este perímetro; (Redação dada pela Lei
Comp.nº 27 de 24.08.2012)
III - Zona Residencial 2 - ZR 2: este perímetro se inicia no ponto P59, de coordenadas UTM (587464.89,
9726486.64), localizado próximo à foz do Rio Jaguarema; a partir desse ponto, toma o sentido Nordeste, e segue por uma
rua sem denominação do conjunto Pontal da Ilha atingindo a Rua da Lagoa e continuando por esta cruza a Av. Atlântica,
passando pelos pontos P60, de coordenadas UTM (588029.25, 9726628.82; daí, converge para o sentido Leste,
passando pelo ponto P72, de coordenadas UTM (590060.10, 9726873.11), próximo ao Loteamento Praia Azul até atingir o
P71, de coordenadas UTM (590010.97, 9726271.19), localizado no cruzamento da MA-203 com a Av. Pau-Brasil; daí
converge para o sentido oeste seguindo pela MA-203 até atingir o ponto P66, de coordenadas UTM
(587209.39,9725683.63), no cruzamento da estrada com o Rio Jagarema e no limite com o município de São Luís; daí,
converge para o sentido Norte e segue pelo dito rio à jusante até atingir o ponto inicial P59, fechando assim este
perímetro;
IV - Zona Residencial 3 - ZR 3:composta de dois perímetros sendo que o primeiro se inicia no ponto P66, de coordenadas
UTM (587209.39, 9725683.63), localizado no cruzamento da MA-203 com o Rio Jaguarema e no limite com o município
de São Luís; a partir desse ponto, segue pela estrada, no sentido Nordeste, até atingir o ponto P67, de coordenadas UTM
(587600.88, 9725931.68), ainda localizado na referida MA, próximo ao Loteamento Central Park e à margem esquerda do
Rio da Prata; daí, converge para o sentido Nordeste, convergindo para o sentido leste, sempre pela margem direita da
MA-203 até o cruzamento com a Av. Pau-Brasil no ponto P71 de coordenadas UTM (590279.39, 9726240.56); daí
converge no sentido sul paralelamente ao curso do referido rio à montante até o ponto P92 de coordenadas UTM
(590356.77,9723977,00), localizado no cruzamento com a Av. Gal. Arthur Carvalho; deste ponto, segue por esta última,
em direção Sudoeste, passando pelos povoados de Miritiua e Bom Jardim, até interceptar o ponto P91, de coordenadas
UTM (587287.32, 9722019.31), na divisa com São Luís daí, converge para o sentido Norte, pelo limite entre os
15

municípios, passando pelo bairro do Planalto Turu II, pelo bairro Sol e Mar e pelos pontos P20, de coordenadas UTM
(87003.12, 9724049.23); e P21, de coordenadas UTM (587365.10, 9725132.94), no leito do Rio Jaguarema, ainda no
limite com São Luís; deste ponto, segue pelo rio à jusante até alcançar o ponto inicial P66, fechando assim este
perímetro; (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
V - Zona Residencial 4 - ZR 4: este perímetro se inicia no ponto P64, de coordenadas UTM (590795.98,
9727419.71) na margem direita de um curso d`água que deságua na praia do Araçagy; a partir desse ponto, segue no
sentido Nordeste fazendo limite com a ZPAT 1, paralelamente à costa até encontrar o ponto P65, de coordenadas UTM
(592549.82, 9728078.19), no limite com o município de Paço do Lumiar; deste ponto, converge no sentido Sudoeste,
seguindo em linha reta pelo limite com o município de Paço do Lumiar, cruzando a MA 203 e MA 204, passando próximo
às invasões da Caveira e Rosa de Saron até atingir o ponto P234, de coordenadas UTM (5901846.69, 9725105.17); daí,
converge no sentido Oeste, até alcançar o ponto P80, de coordenadas UTM (590406.47, 9725105.14); daí segue no
sentido Norte seguindo ainda paralelamente o curso d’agua a jusante, passando pelo ponto P73, de coordenadas UTM
(590271.12, 9726767.59), até encontrar o ponto inicial P64, fechando assim este perímetro; (Redação dada pela Lei Comp.nº
27 de 24.08.2012)
VI - Zona Residencial 5 - ZR 5: este perímetro se inicia no ponto P95, de coordenadas UTM (587296.01,
9721957.26), no cruzamento do limite com o município de São Luís e uma via sem denominação que margeia a faixa
esquerda do Riacho do Turu; daí, segue sempre por esta via em direção Nordeste, passando pelos pontos P96, de
coordenadas UTM (588111.02, 9722645.25); P97, de coordenadas UTM (589121.90, 9723405.62); P98, de coordenadas
UTM (590082.75, 9723940.71); e P99, de coordenadas UTM (590406.64, 9723932,20), até alcançar o cruzamento com o
limite do município de Paço do Lumiar no ponto P100 de coordenadas UTM (591535.30, 9723788.54); deste ponto,
converge para o sul e segue pelo limite entre os municípios até encontrar a P102, de coordenadas UTM (591022.12,
9721618.83) na estrada da Vitória; deste ponto, segue pela estrada no sentido oeste até alcançar o ponto P54, de
coordenadas UTM (587725.51, 972152.44), localizado no cruzamento da Estrada da Vitória com a Rua Celso Coutinho;
daí, segue por esta última, no sentido Sudoeste, até interceptar o ponto P53, de coordenadas UTM (587393.95,
9721257.35) no limite com o município de São Luís; daí, converge para o sentido Norte, e segue pela divisa até atingir o
ponto inicial P95, fechando assim este perímetro; (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
VII- Zona Residencial 6 - ZR 6 : este perímetro se inicia no ponto P115, de coordenadas UTM (592065.10,
9717930.54), limítrofe com o município de Paço do Lumiar no cruzamento da Av. Mascarenhas de Moraes com a MA –
201; a partir desse ponto, segue pela MA – 201 até encontrar o ponto P4, de coordenadas UTM (593099.11, 9717926.59);
deste ponto, converge para o sentido Sudeste, até atingir o ponto P131 de coordenadas UTM (593376.02, 9717150.93), na
estrada do Ubatubal; sofre uma deflexão para o sentido oeste e deixa a via por onde se encontrava e ruma, cruzando
16

um curso d`água alimentador do citado afluente passando pelo ponto P132, de coordenadas UTM (592655.41,
9717150.93); indo depois encontrar o ponto P114, de coordenadas UTM (592218.09, 9717113.07), na Av. Mascarenhas de
Moraes; deste, segue na direção Norte pela referida avenida até encontrar o ponto inicial P115, fechando assim este
perímetro;
VIII - Zona Residencial 7 - ZR 7: este perímetro se inicia no ponto P123, de coordenadas UTM (590725.08,
9714404.65), no cruzamento da linha de limite com o município de São Luís com a via de acesso à cidade Olímpica; a
partir desse ponto, segue no sentido Leste por esta via até o seu cruzamento com a Estrada Bom Jardim / Santana; daí,
segue pela última no mesmo sentido por esta última até seu cruzamento com a Av. Salustiano Trindade no ponto P124, de
coordenadas UTM (591212.03, 9714316.77); deste ponto segue pela estrada no sentido sudeste, passando pela Vila José
Reinaldo Tavares e Residencial Olímpio até atingir o ponto P133, de coordenadas UTM (592078.37, 9713570.07), no
cruzamento com a via de contorno da Cidade Olímpica no seu extremo leste; deste ponto, segue pela referida via no
sentido sul até encontrar o ponto P242 de coordenadas UTM (592078.26, 9711906.83), no cruzamento com a via de
contorno da Cidade Olímpica no seu extremo sul; daí, converge e ruma no sentido oeste pela última até alcançar o ponto
P243, de coordenadas UTM( 590957.16, 9711709.24), no limite com o município de São Luís; deste ponto, converge para
o norte e segue em linha reta pela avenida principal da Cidade Olímpica, atravessando todo o bairro até encontrar o ponto
inicial P123, fechando assim este perímetro;
IX - Zona Residencial 8 - ZR 8: este perímetro se inicia no ponto P235, de coordenadas UTM (597558.77,
9718093.94), limítrofe com o município de Paço do Lumiar na MA – 201 próximo à margem direita do Rio São João; a
partir desse ponto, segue pela MA – 201 até atingir o ponto P147, de coordenadas UTM (598002.62, 9718220.42), no
cruzamento com a estrada de acesso para o povoado de Maracajá; deste, converge para o sentido Nordeste, seguindo
pelo curso da referida estrada até encontrar a MA - 204 no ponto P6, de coordenadas UTM (599239,65/9718706,16);
daí, segue no sentido Sudeste pela última até encontrar novamente com a MA-201 no ponto P7, de coordenadas UTM
(599724,76/9718473,48); a partir deste ponto, converge para o sentido Oeste, pela MA – 201, até atingir o ponto P146,
de coordenadas UTM (599182.51, 9718351.42) no cruzamento com a via de acesso à Piçarreira; daí, converge rumo Sul,
pela citada via até alcançar o ponto P145, de coordenadas UTM (599180.26, 9717607.37); deste ponto, toma o sentido
oeste e segue em linha reta até alcançar o ponto P144, de coordenadas UTM (599051.36, 9717606.24) em um via sem
denominação; daí segue por esta via no sentido Sul, até atingir o ponto P143, de coordenadas UTM (599031.25,
9717385.41); deste ponto, continua pela via, agora segue no sentido Oeste até encontrar o ponto P142, de coordenadas
UTM (597942.86, 9717166.09), no cruzamento com a via de acesso ao povoado de Boa Viagem, nas proximidades do
povoado Alto dos Macacos; daí, converge no sentido norte até encontrar o ponto inicial P235, fechando assim este
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perímetro;
X - Zona Residencial 9 – ZR 9: este perímetro se inicia no ponto P161, de coordenadas UTM (603257.58,
9719516.69), localizado no cruzamento de uma via de contorno no extremo norte de um loteamento à margem leste da
Rua São Sebastião com uma via de contorno no extremo leste do referido loteamento; a partir desse ponto, segue no
sentido Sudeste pela última até encontrar o ponto P162, de coordenadas UTM (603894.59, 9719003.28), localizado no seu
cruzamento com a Av. Gonçalves Dias; daí, segue por esta no sentido oeste até o cruzamento com a Rua São João
Tadeu; nesse ponto, converge para o sentido Sul e segue pelo curso da Rua São João Tadeu até seu cruzamento com a
Rua Tenente Sebastião M. Silva no ponto P191, de coordenadas UTM (603509.14, 9717293.51); nesse ponto, converge
para o sentido Sudoeste e segue conforme o curso da Rua Tenente Sebastião M. Silva até encontrar o ponto P188, de
coordenadas UTM (602848.16, 9717089.80) no cruzamento com uma estrada sem denominação; nesse ponto, converge
para o sentido Norte seguindo pela citada estrada, cruzando a Avenida Gonçalves Dias no ponto P158, de coordenadas
UTM (603058.45, 9717985.39); desse ponto, continua pelo mesmo sentido tomando o curso da Avenida de Panaquatira
até alcançar o ponto P160, de coordenadas UTM (603164.03, 9719371.86) no seu cruzamento com uma via de contorno
no extremo norte de um loteamento à margem leste da Rua São Sebastião; nesse ponto, converge para o sentido
Nordeste e segue pela citada via de contorno até encontrar novamente o ponto inicial P161, fechando assim este
perímetro;
XI - Zona Residencial 10 – ZR10: este perímetro se inicia no ponto P162, de coordenadas UTM (603894.59,
9719003.28), localizado no cruzamento da Av. de Panaquatira com uma via de contorno de um conjunto à oeste da via; a
partir desse ponto, segue no sentido Sudeste em linha reta até encontrar o ponto P163, de coordenadas UTM (604137.52,
9718617.68), localizado no cruzamento da Rua Rodrigo J. Prazeres com uma via sem denominação que liga a Rua 11
com a Rua 28 de Julho; nesse ponto, converge para o sentido Leste e segue pela citada via de ligação até alcançar o
ponto P164, de coordenadas UTM (604533.39, 9718683.94) no cruzamento com a Rua 28 de Julho, próximo ao
Loteamento São José; nesse ponto, converge para o sentido Sul e segue nesse sentido pelo curso da Rua 28 de Julho até
alcançar o ponto P209 de coordenadas UTM (604729.39, 9718075.45), localizado no cruzamento da mesma com a Rua
Benedito Porto Mendes; nesse ponto, converge para o sentido Nordeste, seguindo pela Rua Benedito Porto Mendes até
encontrar o ponto P210 de coordenadas UTM (604825.78, 9718153.22), localizado no cruzamento da mesma com a
Travessa São José; nesse ponto, converge para o sentido Sudeste, seguindo pela travessa e pela sua projeção até
alcançar o ponto P211 de coordenadas UTM (604943.72, 9717995.38), localizado no cruzamento da projeção da travessa
com a Rua do Mangue; nesse ponto, converge para o sentido Nordeste, percorrendo a Rua do Mangue até encontrar o
ponto P212, de coordenadas UTM (605055.63, 9718085.30), localizado no cruzamento dessa rua com a Travessa Bom
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Jesus; nesse ponto, converge para o sentido Sudeste e segue pela mencionada travessa até alcançar o ponto P213, de
coordenadas UTM (605202.55, 9718052.24); desse ponto, continua pelo sentido Sudeste seguindo o curso da travessa até
alcançar o ponto P214, de coordenadas UTM (605296.16, 9717944.17), localizado no cruzamento da mesma travessa com
a Rua Humberto de Campos; nesse ponto,converge para o sentido Sudoeste e segue pelo curso da mesma rua até
alcançar o ponto P215, de coordenadas UTM (604443.21, 9717158.42), localizado em seu cruzamento com a Rua da
Campina; nesse ponto, converge para o sentido Noroeste, seguindo pela Rua da Campina até alcançar o ponto P205, de
coordenadas UTM (604398.71, 9717361.25), localizado em seu cruzamento com a Travessa da Avenida; nesse ponto,
converge para o sentido Oeste e toma a Trav. Garrastazu Médice até encontrar o ponto P203, de coordenadas UTM
(604219.53, 9717355.16), localizado no início da Rua Profª. Regina Pereira; nesse ponto, converge para o sentido
Noroeste, seguindo o curso da referida rua até seu encontro com Rua Getúlio Vargas no ponto P202, de coordenadas
UTM (603977.70, 9717465.81); nesse ponto, converge para o sentido Sudoeste, seguindo o curso da Rua Getúlio Vargas
até seu encontro com a Rua São João Tadeu no ponto P191, de coordenadas UTM (603509.14, 9717293.51); desse
ponto, segue pela referida rua no sentido norte, encontrando a Av. Gonçalves Dias, seguindo por esta no sentido leste até
seu cruzamento novamente com a Avenida de Panaquatira, por onde continua seguindo até encontrar novamente o ponto
inicial P162, fechando assim esse perímetro;
XII - Zona de Desenvolvimento Social 1 - ZDS 1: este perímetro se inicia no ponto P18, de coordenadas UTM
(589468.99, 9720233.93), localizado no cruzamento da Av. Contorno Leste com a Av. Giordano Mochel, no Cohatrac,
limítrofe à Área de Proteção Ambiental do Itapiracó – APA estadual; a partir desse ponto, toma o sentido Leste e segue
pela Av. Giordano Mochel e em seguida pela Rua do Fio, passando pelo ponto P56, de coordenadas UTM (590031.35,
9720391.20), deixando neste ponto o limite com a referida APA, até encontrar o P105, de coordenadas UTM (590780.41,
9720596.10), limítrofe com o município de Paço do Lumiar; daí, converge para o sentido Sul, seguindo pelo limite até
encontrar o ponto P106, de coordenadas UTM (590548.02, 9719614.33), no cruzamento do limite dos municípios com a
MA-202, e próximo à margem esquerda do Rio Paciência; deste ponto, toma o sentido Oeste pela MA – 202, até atingir o
ponto P15, de coordenadas UTM (588449.57, 9717901.11), limite com o município de São Luís; a partir deste ponto,
converge para o sentido Norte e segue por uma via do conjunto Cohatrac V até atingir a Av. Contorno Sul no ponto P16, de
coordenadas UTM (587982.09, 9718905.35); deste ponto, converge para o sentido Leste, seguindo pela Av. Contorno Sul
até alcançar o ponto P17, de coordenadas UTM (589514.07, 9719251.39) no cruzamento com a Av. Contorno Leste; deste
último toma a Av. Contorno Leste, no sentido norte, até encontrar o ponto inicial P18, fechando assim este perímetro;
(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

XIII - Zona de Desenvolvimento Social 2: este perímetro se inicia no ponto P107, de coordenadas UTM
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(5885483.28, 9717851.33), na MA – 201 no limite com o município de São Luís, à margem direta do Rio Paciência; a partir
desse ponto, toma o sentido Nordeste, paralelo ao curso do Rio Paciência até encontrar o ponto P108, de coordenadas
UTM (589529.36, 9718364.38), no cruzamento de um de seus afluentes com uma Rua sem denominação; deste ponto,
toma a referida rua e segue no mesmo sentido até encontrar o ponto P109, de coordenadas UTM (590523.49,
9719510.12), limítrofe com o município de Paço do Lumiar; deste ponto, converge para o sentido Sudoeste e segue pelo
limite entre os municípios até encontrar o ponto P3, de coordenadas UTM (590109.17, 9717758.69), na MA – 201, também
limítrofe com o município de Paço do Lumiar; deste ponto, converge para o sentido Leste seguindo o curso da MA – 201
até alcançar o ponto P115, de coordenadas UTM (592065.10, 9717930.54), no cruzamento com a Av. Mascarenhas de
Moraes; daí, converge para o sentido Sul, seguindo pela referida avenida até encontrar o ponto P114, de coordenadas
UTM (592256.67, 9716892.56), no cruzamento com a Av. J. Câmara, entre Tijupá Queimado e a Vila Sarney Filho; deste
ponto, converge para o sentido Oeste e segue paralelo ao curso do Rio São João pela referida avenida até abandoná-la no
ponto P113, de coordenadas UTM (591498.94, 9716857.15), tomando uma rua sem denominação à esquerda no sentido
sul, por onde segue paralelamente ao Rio São João à Montante, rumo à Vila Flamengo, passando pela Vila São Luís e Vila
Operária até encontrar o ponto P112, de coordenadas UTM (590479.99, 9716376.55) no fim de uma via sem denominação
da Vila São Luís; deste ponto, converge para o sentido Noroeste, seguindo em direção à Vila Cafeteira até encontrar o
ponto P111, de coordenadas UTM (590380.85, 9716497.89); daí, deflete novamente para o sentido Sudoeste e segue em
linha reta, cruzando a Rua do Socorrão até encontrar o ponto P110, de coordenadas UTM (589767.64, 9716078.26), no
limite com o município de São Luís; daí, converge para o sentido Noroeste pela linha de limite entre os municípios,
cruzando a Maiobinha até encontrar novamente o ponto inicial P107, fechando assim este perímetro; (Redação dada pela Lei
Comp.nº 27 de 24.08.2012)

XIV - Zona de Desenvolvimento Social 3 - ZDS 3: este perímetro se inicia no ponto P116, de coordenadas UTM
(589803.32, 9716028.91), limítrofe com o município de São Luís na Av. Paraíso no Jardim Tropical; a partir desse ponto,
converge para o sentido Nordeste e segue sempre paralelo ao curso do afluente esquerdo do Rio São João, cruzando a
Rua Rio Grande do Sul e passando pela Vila J. Lima e pelos pontos P117, de coordenadas UTM (592592.78, 9716849.32)
e P118, de coordenadas UTM (593387.81, 9717222.06) até encontrar o ponto P119, de coordenadas UTM (594129.76,
9716565.92) próximo à desembocadura do dito afluente na margem esquerda do Rio São João; deste ponto, converge
para o sentido sudoeste, seguindo paralelamente o curso do Rio São João à montante por uma via sem denominação até
alcançar o ponto P120, de coordenadas UTM (592487.81, 9714949.54); daí deixa a referida via e continua paralelo ao Rio
São João, cruzando dois de seus afluentes e passando pelo ponto P121, de coordenadas UTM (591496.22, 9714546.35),
até alcançar o ponto P122, de coordenadas UTM (590617.85, 9714902.45) no limite com o município de São Luís; daí,
20

segue pela linha de limite no sentido noroeste até atingir o ponto inicial P116, fechando assim este perímetro; (Redação dada
pela Lei Comp. nº 27 de 24.08.2012)

XV- Zona de Desenvolvimento Social 4 - ZDS 4: este perímetro inicia-se no ponto P189, de coordenada UTM
(603496.31, 9717291.37), no cruzamento da Rua Tenente Sebastião M. Silva com a Rua Vitor Malheiros; a partir desse
ponto, toma o sentido Leste seguindo o curso da Rua Getúlio Vargas até alcançar o ponto P202, de coordenada UTM
(603977.70, 9717465.81), no cruzamento da mesma com a Rua Profª. Regina Pereira; nesse ponto, converge para o
sentido Sudeste, seguindo pela Rua Profª. Regina Pereira até alcançar o ponto P203, de coordenada UTM (604219.53,
9717355.16) no fim da referida rua; neste ponto, segue contornando a área alagada até alcançar o início da Travessa da
Avenida no ponto P204 de coordenadas UTM (604329.90, 9717373.03); nesse ponto, toma a citada travessa rumo leste e
alcança o ponto P205 de coordenadas (604398.71, 9717361.25), no cruzamento com a Rua da Campina; daí converge
para o sentido Sudeste, seguindo pela Rua da Campina até alcançar o ponto P206, de coordenada UTM (604792.86,
9716846.99), no fim desta rua; nesse ponto, converge para o sentido oposto, Noroeste, retornando pelo curso da Av.
Garrastazu Médice até encontrar o ponto P197, de coordenada UTM (604416.48, 9717149.21) no local de acesso à Rua
da Campina, no fim da avenida; nesse ponto, faz uma curvatura, contornando a área alagada até encontrar o início da Rua
Francisca Silva no ponto P196, de coordenada UTM (604258.33, 9717233.90); nesse ponto converge para o sentido
Sudoeste e segue pela Rua Francisca Silva até alcançar o ponto P195, de coordenada UTM (604033.96, 9717270.30);
nesse ponto, converge para o sentido Oeste e segue em linha reta por este sentido paralelo à margem da Baía de São
José, entrando pela rua João Paulo da Silva até encontrar o ponto P194, de coordenada UTM (603863.26, 9717196.09),
ainda localizado na mesma rua; nesse ponto, continua no mesmo sentido pela referida rua até seu cruzamento com a Rua
Vitor Malheiros no ponto P192 de coordenadas UTM (603498.99, 9717212.01); daí, converge para o sentido Norte e segue
neste sentido pelo curso da referida rua até encontrar novamente o ponto inicial P189, fechando assim esse perímetro;
XVI - Zona de Interesse Turístico e Cultural 1 – ZITC 1: este perímetro se inicia no ponto P239, de coordenadas
UTM (604746.90, 9716878. 59), no cruzamento da Rua da Campina com a Rua 13 de Maio; deste ponto, segue pela
última, no sentido nordeste até encontrar a Av. Gonçalves Dias, cruzando a referida avenida e tomando a Rua Modesto,
por onde segue no mesmo sentido até alcançar o ponto P240 de coordenadas UTM (605140.10, 9717120.37), no
cruzamento com a Rua 28 de Julho; daí, segue pela última no sentido sudeste até encontrar a Rua 7 de Setembro no
ponto P221 de coordenadas UTM (605182.18, 9717030.24); deste ponto, segue pela referida rua no sentido sudoeste até
seu cruzamento com a Rua Luís Leite, por onde segue rumo sul até seu cruzamento com a Rua Antenor Pereira no ponto
P222 de coordenadas UTM (605180.06, 9716920.55); daí, segue no mesmo sentido em linha reta até alcançar o início da
Trav. da Beira Mar no ponto P223 de coordenadas UTM (605161.27, 9716777.33); deste ponto, toma a Av. Beira Mar e
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segue por esta no sentido sudeste, contornando a península até encontrar o ponto P208 de coordenadas UTM (604855.48,
9716846.99) próximo à esquina com a rua Menino Deus; daí, segue pela Praia do Barbosa, cruzando a Rua 19 de Março
até encontra o acesso para Rua da Saúde. Daí, segue em direção à Rua da Saúde no sentido nordeste até o seu
cruzamento com a Travessa do Barbosa no ponto P207 de coordenadas UTM (604836.67, 9716765.80); deste ponto,
segue pela citada travessa no sentido noroeste até encontrar o início da rua da Campina no ponto P206 de coordenadas
UTM (604792.86, 9716846.99); daí, segue pelo último rumo noroeste até alcançar o ponto
inicial P 239, encerrando assim este perímetro;
XVII - Zona de Interesse Turístico e Cultural 2 – ZITC 2: este perímetro se inicia no ponto P23, de coordenadas
UTM (607073.17, 9719743.26) no leito de um igarapé no limite do perímetro urbano de São José de Ribamar; a partir
desse ponto, segue no sentido Leste pelo citado igarapé à jusante até a sua foz no litoral no ponto P24, de coordenadas
UTM (607223.05,9719661.45). Deste ponto, converge para o sentido Sul e segue margeando todo o litoral até encontrar o
ponto P238, de coordenadas UTM (605396.94, 9717948.87), na foz do Igarapé do Canavieira; daí, converge para o
sentido Noroeste e segue em linha reta paralelamente ao igarapé à montante até encontrar o ponto P225, de coordenadas
UTM (605003.17, 9718387.28), localizado entre dois braços do Igarapé do Canavieira. Deste ponto, segue no mesmo
sentido, margeando a área de mangue até alcançar o ponto P226, de coordenadas UTM (604372.89, 9719165.81),
localizado em um afluente direito do Igarapé do Canavieira; daí, converge para o sentido Nordeste até alcançar o ponto
P227, de coordenadas UTM (604787.38, 9719520.40). A partir deste ponto, converge para o sentido Leste e segue em
linha reta, cruzando o igarapé do Canavieira, passando pelo ponto P228, de coordenadas UTM (605186.29, 9719529.10),
até atingir o ponto P229, de coordenadas UTM (605254.95, 9719411.77), localizado à margem esquerda de um afluente
do Igarapé do Canavieira; deste ponto, converge para o sentido Sul e segue em linha reta até encontrar o ponto P230, de
coordenadas UTM (605118.52, 9718989.69). Daí, toma o rumo Leste e segue em linha reta até encontrar o ponto P231, de
coordenadas UTM (606496.11, 9718594.67), próximo à margem direita de um manancial alimentador do Igarapé do
Canavieira; deste ponto, faz uma nova conversão para o sentido Norte e segue em linha reta, até alcançar o ponto P232,
de coordenadas UTM (606576.61, 9718908.71). Deste ponto, converge para o sentido Leste e segue em linha reta até
atingir o ponto P233, de coordenadas UTM (606979.19, 9718804.55); daí, converge para o sentido Norte e segue nesse
sentido, passando pelo ponto P177 de coordenadas UTM (607065.04, 9719677.30) até alcançar novamente o ponto inicial
P23, fechando assim este perímetro; XVIII - Zona Industrial de Produção de Alimentos 1 - ZIPA 1: este perímetro se inicia
no ponto P146, de coordenadas UTM (599182.51, 9718351.42), no cruzamento da MA-201 com a via de acesso à Vila
Piçarreira; a partir deste ponto, segue para o sentido Leste pela MA-201, passando pelo ponto P7, de coordenadas UTM
(599724.76, 9718473.48), até encontrar o ponto P154, de coordenadas UTM (600040,81/9718554,13), no cruzamento com
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a Estrada da Praia do Jararaí, próximo ao Lugar dos Índios; deste ponto, segue no sentido Sudeste pela referida estrada,
passando próximo à Vila Monte Alegre até alcançar o ponto P236, de coordenadas UTM (600545.06, 9719779.45), daí,
converge no sentido Oeste, até atingir o ponto P145, de coordenadas UTM (599180.26, 9717607.37), na via de acesso à
Piçarreira; deste ponto, toma esta última e segue no sentido Norte até encontrar o ponto inicial P146, fechando assim este
perímetro;
XIX - Zona Industrial de Produção de Alimentos 2 - ZIPA 2: este perímetro se inicia no ponto P142, de
coordenadas UTM (597942.86, 9717166.09), no cruzamento com a via de acesso ao povoado de Boa Viagem, nas
proximidades do povoado Alto dos Macacos; daí segue pela via de acesso à Piçarreira, no sentido Leste, até atingir o
ponto P143, de coordenadas UTM (599031.25, 9717385.41); deste ponto, segue no sentido Norte, até alcançar o ponto
P144, de coordenadas UTM (599051.36, 9717606.24) em um via sem denominação; daí, toma novamente o sentido
Oeste até alcançar o ponto P145, de coordenadas UTM (599180.26, 9717607.37); deste ponto, converge para o sentido
Sul, até atingir o ponto P237, de coordenadas UTM (598974.27, 9715706.06); daí, segue pela estrada de Boa Viagem, no
sentido Noroeste, até alcançar o ponto P141, de coordenadas UTM (598400.61, 9715883.57) ainda no eixo da estrada;
deste ponto, muda para o sentido Norte até encontrar o ponto P186, de coordenadas UTM (598059.05, 9716551.02), no
cruzamento da linha de transmissão de energia elétrica com a Estrada da Boa Viagem, próximo à invasão do Jaguarema;
deste ponto, segue no sentido Norte até encontrar o ponto inicial P 142, fechando assim este perímetro;
XX - Zona Industrial 1 - ZI 1: este perímetro se inicia no ponto P154, de coordenadas UTM (600040.81,
9718554.13), na MA-201, próximo ao Lugar dos Índios; deste ponto, segue para o sentido Leste pela estrada, passando
pelos pontos P8, de coordenadas UTM (601617.82, 9718778.28) e P9, de coordenadas UTM (602039.60, 9718417.02),
até atingir o ponto P159, de coordenadas UTM (602923.73, 9718013.74), no cruzamento com a linha de transmissão de
energia elétrica. A partir deste ponto, converge no sentido Oeste, e segue pela linha da rede elétrica até alcançar o ponto
P153, de coordenadas UTM (600545.06, 9717979.45), no cruzamento com a Estrada de Boa Viagem; deste ponto,
converge para o sentido Noroeste e segue pela citada estrada até o ponto inicial P154, fechando assim este perímetro;
XXI - Zona Industrial 2 - ZI 2: este perímetro se inicia no ponto P153, de coordenadas UTM (600545.06,
9717979.45), no cruzamento da Estrada de Boa Viagem com a rede elétrica; deste ponto, segue no sentido Leste pela
linha de transmissão, até encontrar o ponto P159, de coordenadas UTM (602923.73, 9718013.74), no cruzamento com a
MA-201. Daí, segue pela estrada no sentido leste até alcançar o ponto P158, de coordenadas UTM (603058.45,
9717985.39), no cruzamento com a via de acesso à Vila Alcione Ferreira; deste ponto, converge no sentido Sul pela citada
estrada, atravessando a Vila Alcione Ferreira, até alcançar o litoral no ponto P157, de coordenadas UTM (602772.43,
9716870.51), na praia do Itapapidéu. Daí, segue pela orla, no sentido sudoeste até encontrar o ponto P156, de
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coordenadas UTM (602087.22, 9716764.50), na foz do rio da Prata; daí, converge no sentido Noroeste e segue em linha
reta até alcançar o curso do rio da Prata, próximo à Estrada do Jararaí. Daí, toma o curso do rio, seguindo à montante no
sentido oeste até alcançar o ponto 152, de coordenadas UTM (600963.02, 9717078.16) na citada estrada; a partir daí,
converge para o sentido Norte e segue por esta até encontrar o ponto inicial P153, fechando assim este perímetro;
XXII - Zona Industrial Naval 1 – ZIN 1: este perímetro inicia-se no ponto P188, de coordenadas UTM (602848.16,
9717089.80) no cruzamento da estrada de acesso para a Vila Alcione Ferreira com a Rua Tenente Sebastião M. Silva; a
partir desse ponto, toma o sentido Leste seguindo o curso desta última até encontrar o ponto P189, de coordenadas UTM
(603496.31, 9717291.37), em seu cruzamento com a Rua Vitor Malheiros. Nesse ponto, converge para o sentido Sul,
seguindo o curso da Rua Vitor Malheiros até encontrar o ponto P190, de coordenadas UTM (603495.90, 9717093.66),
limítrofe com a Baía de São Marcos; nesse ponto, converge para o sentido Oeste e segue por esse sentido acompanhando
o litoral da baía até encontrar o ponto P157, de coordenadas UTM (602772.43, 9716870.51) na estrada de acesso à Vila
Alcione Ferreira. Nesse ponto, converge para o sentido Nordeste, seguindo pela referida estrada até encontrar novamente
o ponto inicial P188, fechando assim esse perímetro;
XXIII - Zona Industrial Naval 2 – ZIN 2: este perímetro inicia-se no ponto P198, de coordenadas UTM (604548.02,
9717009.06), na Av. Garrastazu Médice, na altura da Rua Menino Jesus; a partir desse ponto, toma o sentido Sudeste e
segue pela avenida até alcançar o ponto P206, de coordenadas UTM (604792.86, 9716846.99), no encontro da avenida
com a Rua da Campina. Nesse ponto, toma a TV do Barbosa e segue por esta no sentido sudeste até alcançar o ponto
P207, de coordenadas UTM (604836.67, 9716765.80), no cruzamento com a Rua da Saúde; desse ponto, converge para o
sentido sudoeste e segue pela última até a Av. Beira Mar, por onde segue no sentido sudeste até alcançar o ponto P208,
de coordenadas UTM (604855.48, 9716664.41), próximo à esquina com a Rua Menino Deus; Daí, segue pelo litoral para o
sentido Noroeste, margeando a Baía de São José até alcançar o ponto P199, de coordenadas UTM (604277.05,
9717095.76), na altura do prolongamento da Rua Menino Jesus; nesse ponto, converge para o sentido Nordeste e segue
por este sentido em linha reta até encontrar novamente o ponto inicial P198, fechando assim esse perímetro;
XXIV - Zona de Expansão Urbana – ZEU: este perímetro se inicia no ponto o ponto P246 de coordenadas UTM
(603154.16, 9720572.66), limítrofe com o município de Paço do Lumiar, a partir desse ponto, segue em linha reta no
sentido Leste, cruzando um curso d`água, afluente do Rio Santo Antônio, até encontrar o ponto P179, de coordenadas
UTM (604394.87, 9720350.00), próximo à estrada de acesso à praia da Ponta Verde. Deste ponto, converge para o
sentido Nordeste e segue em linha reta até encontrar o ponto P178, de coordenadas UTM (604799.59, 9720911.93), no
leito de um afluente direito do Rio Santo Antônio, limítrofe com a Zona Rural; deste ponto, converge para o sentido
Sudeste, seguindo pelo curso do referido afluente à montante, passando pelo ponto P242, de coordenadas UTM
24

(605064.09,9720723.73), no cruzamento com a estrada que dá acesso à Panaquatira; seguindo por esta, tomando o
sentido Nordeste, passa pelos pontos P243, de coordenadas UTM (605567.33,9721401.40) e P244, de coordenadas UTM
(607136.32,9722006.48); a partir este último ponto, segue no sentido Norte, até atingir o ponto P245, de coordenadas UTM
(607101.45,9722999.99), na cabeceira de um dos afluentes da margem direita do Rio Santo Antonio; daí, segue pelo
referido afluente, até desembocar no Rio Santo Antonio e seguir na direção Norte até atingir o ponto P11, de coordenadas
UTM (605061.00, 9727056.15); deste ponto, toma o sentido Sudeste, seguindo pela costa Nordeste do município até
alcançar o ponto P24, de coordenada UTM (607223.05, 9719661.45); daí segue no sentido Oeste, até encontrar o ponto
P23, de coordenadas UTM (607073.17, 9719743.26). Daí, converge para o sentido Sul em linha reta até encontrar o ponto
P177, de coordenadas UTM (607065.04, 9719677.30); daí, converge para o sentido Oeste em linha reta até encontrar o
ponto P176, de coordenadas UTM (606810.60, 9719733. 04). Deste ponto, faz uma nova conversão para o sentido Sul e
segue em linha reta até alcançar o ponto P175, de coordenadas UTM (606768.79, 9719546.85); daí, segue para o sentido
Leste em linha reta até alcançar o ponto P174, de coordenadas UTM (606908.55, 9719507.03). A partir deste ponto,
converge novamente para o sentido Sul, e segue em linha reta até alcançar o ponto P173, de coordenadas UTM
(606817.35, 9719104.66); deste ponto, converge para o sentido Oeste, seguindo nessa direção até encontrar o ponto
P172, de coordenadas UTM (606396.66, 9719213.50). Deste ponto, converge para o sentido Sul e segue em linha reta até
encontrar o ponto P171, de coordenadas UTM (606317.80, 9718905.88); deste ponto, converge para o sentido Oeste
seguindo em linha reta até encontrar o ponto P170, de coordenadas UTM (605422.12, 9719162.70). Daí, converge para o
sentido Norte até atingir um afluente do Igarapé do Canavieira no ponto P169, de coordenadas UTM (605555.53,
9719673.23); deste ponto, converge para o sentido Oeste e segue, passando pelo ponto P168, de coordenadas UTM
(605281.83, 9719742.29) num outro afluente do Igarapé do Canavieira, até encontrar o ponto P167, de coordenadas UTM
(604784.47, 9719731.44), próximo ao Sítio do Apicum, também em um afluente do citado igarapé; Deste ponto, deflete
para o sentido Sudoeste, e assim segue até encontrar o ponto P166, de coordenadas UTM (604237.25, 9719263.31) em
outro afluente; daí, converge para o sentido Sul e segue neste sentido, cruzando mais um curso d`água até alcançar o
ponto P164, de coordenadas UTM (604533.39, 9718683.94), localizado no Loteamento São José. A partir deste ponto,
converge para o sentido Oeste e segue nesse sentido até atingir o ponto P163, de coordenadas UTM (604137.52,
9718617.68); daí, converge para o sentido Noroeste e segue em linha reta até encontrar a estrada que ruma para
Panaquatira, no ponto P162, de coordenadas UTM (603894.59, 9719003.28); daí, toma o curso de uma via extrema de um
loteamento no sentido Noroeste até seu cruzamento com a última via perpendicular no ponto P161, de coordenadas UTM
(603257.19, 9719516.60); deste ponto, deflete para o sentido Sudoeste e segue pela última até encontrar o ponto P160, de
coordenadas UTM (603163.85, 9719368.55), próximo à Rua São Sebastião e à margem esquerda do Rio da Prata. Deste
25

ponto, toma o sentido sul e segue por esta via neste sentido, paralelo ao curso do Rio da Prata até alcançar o ponto P158,
de coordenadas UTM (603058.45, 9717985.39), no cruzamento com a MA-201; daí, converge para o sentido Oeste pela
referida estrada até encontrar o ponto P9, de coordenadas UTM (602039.60, 9718417.02); deste ponto, converge para o
sentido Nordeste e segue em linha reta pelo limite com o município de Paço do Lumiar até encontrar novamente o ponto
inicial P246, fechando assim este perímetro; (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
XXV - Zona de Interesse Sanitário de Tratamento de Efluentes - ZIS TE: este perímetro se inicia no ponto P152, de
coordenadas UTM (600963.02, 9717078.16) no cruzamento do Rio da Prata com a Estrada da Praia do Jararaí; a partir
deste ponto, toma o sentido Leste, pelo rio da Prata até alcançar a desembocadura de um de seus afluentes da margem
esquerda. Deste ponto, converge para o sudeste e segue em linha reta até a foz do Rio da Prata no ponto P156, de
coordenadas UTM (602087.22, 9716764.50); deste ponto, segue pela praia até encontrar o ponto P155, de coordenadas
UTM (600866.18, 9715605.56), na foz do Igarapé do Canavieira, na praia do Jararaí. Daí, converge para o sentido
Noroeste, pelo Igarapé do Canavieira até encontrar o ponto P149, de coordenadas UTM (600438.80, 9715975.22); daí,
converge para o sentido Norte por um curso d`água alimentador da margem esquerda do igarapé à montante até o ponto
P150, de coordenadas UTM (600556.62, 9716476.53), na sua cabeceira. Daí, deixa o citado curso d`água e converge para
nordeste, seguindo em linha reta até alcançar o ponto P151, de coordenadas UTM (601010.52, 9716704.77) da Estrada da
Praia do Jararaí; a partir deste ponto, segue pela última no sentido norte até encontrar o ponto inicial P152, fechando
assim este perímetro;
XXVI - Zona de Interesse Sanitário de Captação de Água 1 – ZIS-CA 1: este perímetro se inicia no ponto P103, de
coordenadas UTM (589909.64, 9721335.34), localizado à margem direita do rio Itapiracó; a partir desse ponto, toma o
sentido Leste e segue por uma rua sem denominação próxima ao conjunto Itapiracó até atingir o ponto P104, de
coordenadas UTM (590932.02, 9721237.46), limítrofe com o município de Paço do Lumiar. Daí, converge para o sentido
Sul, e segue na linha do limite até encontrar o ponto P105, de coordenadas UTM (590780.41, 9720596.10) na Rua do Fio,
também limítrofe com o município de Paço do Lumiar; deste ponto, toma o sentido Oeste e segue pela citada rua cruzando
pelo loteamento Cohabiano até atingir o ponto P56, de coordenadas UTM (590031.35, 9720391.20), no limite com a Área
de Proteção Ambiental do Itapiracó – APA estadual. Daí, segue no sentido Norte na linha de limite com a APA, até
alcançar o ponto inicial P103, fechando assim este perímetro;
XXVII - Zona de Interesse Sanitário de Captação de Água 2 – ZIS-CA 2: este perímetro se inicia no ponto P138,
de coordenadas UTM (593396,75/9711541,62), localizado no curso d’água sem denominação, afluente esquerdo do Rio
Jeniparana, próximo à Estrada Bom Jardim / Santana; daí, segue pelo mesmo no sentido Norte, à montante, até atingir o
ponto P139, de coordenadas UTM (593424.35, 9711978.43) no encontro com a cabeceira de um outro afluente. Daí,
26

converge para o sentido Leste pelo último à jusante, até atingir o ponto P140, de coordenadas UTM (594503.28,
9712082.28), ainda no seu leito e na divisa com a Área de Preservação Ambiental do Jeniparana - APA municipal; deste
ponto, continua pelo afluente à jusante até a sua desembocadura no Rio Jeniparana no ponto P27, de coordenadas UTM
(595420.89, 9711682.40). Daí, deixa o limite com a APA e segue pelo rio Jeniparana à montante, no sentido Sudoeste,
até alcançar o ponto P148, de coordenadas UTM (593811.64, 9710683.44), na desembocadura de um afluente esquerdo;
daí, segue por este no sentido Norte à montante, até encontrar o ponto inicial P138, fechando assim este perímetro;

XXVIII – REVOGADO (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

XXIX – REVOGADO (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

XXX - Zona de Proteção Ambiental Integral 1 - ZPAI 1: este perímetro se inicia no ponto P57, de coordenadas
UTM (587464.64, 9726594.48), localizado na Praia do Meio, na foz do rio Jaguarema; a partir desse ponto, toma o sentido
Leste e seguindo a faixa de areia, passa pela orla da referida praia e pela orla da Praia do Araçagy, até atingir o ponto P2,
de coordenadas UTM (592626.66, 9728403.03), localizado na Praia do Araçagy. Daí, converge para o sentido Sul, até
encontrar o ponto P58, de coordenadas UTM (592586.36, 9728232.71); deste ponto, toma o sentido Oeste, cruzando o
Condomínio Araçagy Village e o Condomínio Ilha Mar até atingir o ponto inicial P57, fechando assim este perímetro;

XXXI – REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

XXXII – REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

XXXIII - Zona de Proteção Ambiental Integral 4 - ZPAI 4: este perímetro se inicia no ponto P55, de coordenadas
UTM (589850.62, 9721648.83), localizado na Estrada da Vitória; a partir desse ponto, toma o sentido Leste e passa pelo
ponto P101, de coordenadas UTM (590456.38, 9721654.85), no encontro da mesma estrada com a Avenida Projetada F.
Daí, segue pela Estrada da Vitória até atingir o ponto P102, de coordenadas UTM (591022.12, 9721618.83), limítrofe com
o município de Paço do Lumiar; então, converge para o sentido Sul, e segue em linha reta sob a linha de limite entre os
municípios e cruzando o Rio Itapiracó até encontrar o ponto P104, de coordenadas UTM (590932.02, 9721237.46), no eixo
de uma rua sem denominação próximo ao Itapiracó. Daí, toma o sentido Oeste, seguindo por esta rua até atingir o ponto
P103, de coordenadas UTM (589909.64, 9721335.34), no limite com a Área de Proteção Ambiental do Itapiracó – APA
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Estadual, daí seguindo pelo limite da APA, no sentido norte, e cruzando o Rio Itapiracó até encontrar o ponto inicial P55,
fechando assim este perímetro;

XXXIV – REVOGADO (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

XXXV – REVOGADO (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

XXXVI - Zona de Proteção Ambiental Integral 7 - ZPAI 7: este perímetro inicia-se no ponto P192, de coordenadas
UTM (603498.99, 9717212.01), localizado no cruzamento da Rua Vitor Malheiros com a rua João Paulo da Silva; a partir
desse ponto, toma o sentido Leste e segue pela última, cruzando a Rua São Silvestre e prolongando-se até alcançar o
ponto P195, de coordenadas UTM (604033.96, 9717270.30), na Rua Francisca Silva. Nesse ponto, converge para o
sentido Sudeste e segue pela Rua Francisca Silva até alcançar o ponto P196, de coordenadas UTM (604258.33,
9717233.90) no fim desta rua. Aí, faz uma curvatura, contornando a área alagada até encontrar o início da Avenida
Garrastazu Médice no ponto P197, de coordenadas UTM (604416.48, 9717149.21); a partir desse ponto, segue no sentido
Sudeste pelo curso da avenida até alcançar o ponto P198, de coordenada UTM (604548.02, 9717009.06) na altura da Rua
Menino Jesus. Nesse ponto, converge para o sentido Sudoeste e segue no prolongamento da Rua Menino Jesus até
alcançar o litoral no ponto P199, de coordenadas UTM (604277.05, 9717095.76), localizado na Baía de São José; nesse
ponto, converge para o sentido Noroeste e segue margeando o litoral da baía até encontrar o ponto P190, de
coordenadas UTM (603495.90, 9717093,66), na Rua Vitor Malheiros. Nesse ponto, converge para o sentido Norte e segue
o curso da referida rua até alcançar novamente o ponto inicial P192, fechando assim esse perímetro;
XXXVII - Zona de Preservação Integral do Jeniparana - ZPI JE: a Zona de Preservação Integral – ZPI, da APA do
Jeniparana, é delimitada pelo seguinte perímetro: inicia-se no ponto P35 de coordenadas UTM (597617.76, 9715838.28),
no leito de um dos afluentes da margem direita do Igarapé do Canavieira, ao norte da Granja Jeniparana; a partir desse
ponto, segue em linha reta tomando sentido sul até atingir o ponto P36 de coordenadas UTM (597617.76, 9714448.39), na
cabeceira do afluente que passa pela localidade do Porto da Campina. Seguindo a jusante pelo leito do referido afluente,
passando pelo Porto da Campina, atinge a foz do rio que alimenta, na Baía de São José, no ponto P37 de coordenadas
UTM (597160.14, 9712888.86); a partir desse ponto, segue a montante pelo leito do rio citado até alcançar o ponto P38 de
coordenadas UTM (594160.46, 9714299.82), na intersecção do seu leito com uma estrada vicinal. Daí, segue no sentido
norte até atingir o ponto P39, de coordenadas UTM (594715.16, 9715910.42), na intercepção da estrada de acesso ao
Residencial Nova Era e Cidade Alta com a linha de transmissão de energia; deflete neste ponto, seguindo no sentido leste
28

pela linha de transmissão até atingir a estrada que passa pelo povoado de Quinta. Deste cruzamento, segue por essa
estrada no sentido leste até sua intersecção com o Igarapé do Canavieira e seu afluente da margem direita no ponto P32,
de coordenadas (UTM 598080.68, 9715908.00); daí, segue pelo leito do afluente já citado, atingindo o ponto inicial P35,
de coordenadas UTM (597617.76, 9715838.28), fechando assim o seu perímetro;
XXXVIII – REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
XXXIX - Zona de Proteção Ambiental de Transição 2 - ZPAT 2: este perímetro se inicia no ponto P134, de
coordenadas UTM (590993.34, 9711291.27), no cruzamento do limite com o município de São Luís com um curso d`água
alimentador do afluente esquerdo do Rio Jeniparana; a partir deste ponto, ruma no sentido Leste pelo curso d’água
cruzando o seu corpo principal até alcançar a cabeceira de outro afluente esquerdo no ponto P135 de coordenadas UTM
(591650.29, 9711544.28). Daí, segue pelo último à jusante até a desembocadura de um pequeno alimentador da sua
margem esquerda no ponto P136 de coordenadas UTM (592590.70, 9711341.33); daí ,segue por este último à montante
no sentido leste, cruzando a Estrada Bom Jardim / Santana até alcançar a margem direita de um afluente esquerdo do Rio
Jeniparana no ponto P137, de coordenadas UTM (593262.11, 9711676.30). Deste ponto, converge no sentido Sudeste,
pelo afluente à jusante, passando pelo ponto P138, de coordenadas UTM (593396.75, 9711541.62) ainda no seu leito, até
alcançar o ponto P148, de coordenadas UTM (593811.64, 9710683.44) na sua desembocadura no Rio Jeniparana; daí,
segue no sentido Oeste pelo rio citado até alcançar o ponto P26, de coordenadas UTM (591104.99, 9709988.82). Daí,
converge no sentido Norte, em linha reta, fazendo limite com o município de São Luís até encontrar o ponto inicial P134,
fechando assim este perímetro;

XL – REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

XLI - Zona de Proteção Ambiental – ZPA 2: este perímetro se inicia no ponto P176, de coordenadas UTM
(606819.60, 9719733.04),localizado próximo à margem sul da estrada de acesso às praias do Caúra e Ponta Verde, no
leito de um igarapé; a partir deste ponto, segue pelo referido igarapé no sentido Leste, à jusante até encontrar o ponto
P177, de coordenadas UTM (607065.04, 9719677.30). Daí, toma o sentido sul e segue em linha reta, paralelamente à
costa por este sentido até alcançar o ponto P233, de coordenadas UTM (606979.19, 9718804.55); deste ponto, converge
para o sentido Oeste e segue em linha reta até encontrar o ponto P232, de coordenadas UTM (606576.61, 9718908.71) à
margem esquerda de um afluente do igarapé do Canavieira. Daí, converge para o sentido Sul, até encontrar o ponto P231,
de coordenadas UTM (606496.11, 9718594.67) na sua margem oposta mais à jusante; deste ponto, converge para o
sentido Oeste e segue em linha reta até encontrar o ponto P230, de coordenadas UTM(605118.52, 9718989.69); à partir
29

deste ponto, converge para o sentido Norte, até encontrar o ponto P229, de coordenadas UTM (605254.95, 9719411.77), à
margem esquerda do igarapé do Canavieira; deste ponto, converge para o sentido Oeste, passando pelo ponto P228, de
coordenadas UTM (605186.29, 9719529.10), e cruzando outro curso alimentador do igarapé, até alcançar o ponto P227,
de coordenadas UTM (604787.38, 9719520.40), localizado entre dois afluentes do Igarapé do Canavieira. Neste ponto,
deflete para o sentido Sudoeste e assim segue em linha reta cruzando um dos afluentes até encontrar o ponto P226, de
coordenadas UTM (604372.89, 9719165.81) no leito de outro afluente direito também do Igarapé do Canavieira; deste
ponto, converge para o sentido Sudeste e segue neste sentido margeando a área de mangue e paralelo ao curso do já
citado Igarapé, até o ponto P225, de coordenadas UTM (6050031.17, 9718387.28). Neste ponto, sofre uma leve deflexão,
mantendo ainda a orientação no sentido Sudeste, até encontrar o ponto P238, de coordenadas UTM (605396.94,
9717948.87), na foz do Igarapé do Canavieira; deste ponto, segue inicialmente no sentido sul, margeando o litoral pela
linha d`água, contorna a península, tomando agora o sentido noroeste e cruza a via de acesso ao píer até alcançar o ponto
P208, de coordenadas UTM (604855.48,9716664.41), próximo à esquina com a Rua Menino Deus. Deste ponto, converge
para o sentido oposto e toma a Av. Beira Mar, seguindo por esta paralelamente ao litoral, passando pelos pontos P224, de
coordenadas UTM (605194.13, 9716705.58), P223, de coordenadas UTM (605161.27, 9716777.33), no cruzamento da
avenida com a Trav. Beira Mar, e P222, de coordenadas UTM (605180.06, 9716920.55) no cruzamento da Rua Antenor
Pereira com a Rua Luís Leite, por onde segue até a Rua 7 de setembro, tomando-a e seguindo por esta no sentido leste
até atingir o ponto P221, de coordenadas UTM (605182.18, 9717030.24), localizado no seu cruzamento com a Rua 28 de
Julho; deste ponto, converge para o sentido Noroeste e segue por esta até encontrar o ponto P220, de coordenadas UTM
(605110.05, 9717185.91), no cruzamento com a Rua José Maria Santiago. Daí, ruma por esta no sentido Oeste até
alcançar o ponto P219, de coordenadas UTM (605266.11, 9717254.31) ainda no seu eixo; daí, converge para o sentido
Norte, deixando a citada rua, seguindo em linha reta, cruzando perpendicularmente a Rua Silva Maia e a Rua do Sul,
tomando na última o curso da Trav. do Sol e seguindo por esta no mesmo sentido até seu cruzamento com a Rua do Vieira
no ponto P218, de coordenadas UTM (605263.01, 9717539.22). Daí, toma uma rua sem denominação, iniciada na
projeção da citada travessa, passando pelo ponto P217 de coordenadas UTM (605310.83, 9717627.37) no seu eixo até
seu cruzamento com a Rua do Olho D`água no ponto P216, de coordenadas UTM (605277.67, 9717694.37). Deste ponto,
segue pela última rumo norte até alcançar o ponto P214, de coordenadas UTM (605296.16, 9717944.17), localizado no
cruzamento com a Rua Humberto de Campos; deste ponto, toma a Trav. Bom Jesus e segue por esta no sentido noroeste
até alcançar o ponto P213, de coordenadas UTM (605202.55, 9718052.24), ainda em seu eixo. Daí, continua pela mesma
até encontrar o ponto P212, de coordenadas UTM (605055.63, 9718085.30) no cruzamento com a rua do mangue; a partir
este ponto, converge para o sentido Noroeste, em linha reta, até alcançar o ponto P164, de coordenadas UTM (604533.39,
30

9718683.94) no cruzamento com a rua de acesso ao conjunto J. Câmara; deste ponto, converge para o sentido Noroeste e
segue por uma estrada cruzando os loteamentos São José e Mojó até encontrar o ponto P165, de coordenadas UTM
(604240.52, 9719105.94) no cruzamento com um afluente do Igarapé do Canavieira. Deste ponto, segue no sentido norte
em linha reta até atingir outro braço do Igarapé do Canavieira no ponto P166, de coordenadas UTM (604237.25,
9719263.31); deste ponto, converge para o sentido Nordeste e segue em linha reta por este sentido, passando pelas
proximidades do Sítio do Apicum, até encontrar o ponto P167, de coordenadas UTM (604784.47, 9719731.44) no leito do
Igarapé do Canavieira. Deste ponto, ruma para o sentido Leste e segue em linha reta, passando pelo ponto P168, de
coordenadas UTM (605281.83, 9719742.29) no leito de outro braço do igarapé até encontrar o ponto P169, de
coordenadas UTM (605814.70, 9719607.84), em outro braço de igarapé; deste ponto, ruma no sentido Sul e segue em
linha reta até encontrar o ponto P170, de coordenadas UTM (605422.12, 9719162.70); deste ponto, converge para o
sentido Leste e segue em linha reta até encontrar o ponto P171, de coordenadas UTM (606317.80, 9718905.88); a partir
deste ponto faz uma nova conversão para o sentido Norte e segue até alcançar o ponto P172, de coordenadas UTM
(606396.66, 9719213.50). Deste ponto, converge para o sentido leste e segue em linha reta até encontrar o ponto P173,
de coordenadas UTM (606817.35, 9719104.66); daí, converge novamente para o sentido Norte e seguindo nesse sentido
em linha reta alcança o ponto P174, de coordenadas UTM (606908.55, 9719507.03); deste ponto, converge para o sentido
Oeste e segue em linha reta até encontrar o ponto P175, de coordenadas UTM (606768.79, 9719546.85); a partir deste
ponto, toma o sentido Norte e segue em linha reta até encontrar novamente o ponto inicial P176, fechando assim este
perímetro;

XLII - Zona de Transição da APA do Itapiracó - ZT IT: o perímetro da Zona de Proteção do Itapiracó se inicia no
ponto P53 de coordenadas UTM (587393.95, 9721257.35), no cruzamento da linha de limite do município de São Luís com
a rua Celso Coutinho; daí, segue pela estrada para o Itapiracó no sentido nordeste até encontrar o ponto P54 de
coordenadas UTM (587725.54, 9721524.44), no cruzamento com a estrada da Vitória. Daí, toma a estrada da Vitória no
sentido leste através do seu eixo até o cruzamento desta com a estrada do Itapiracó no ponto P55 de coordenadas UTM
(589850.62, 9721648.83); desse ponto, converge para o sentido sul, deixando a estrada da Vitória e seguindo pela estrada
do Itapiracó rumo sul, até o cruzamento desta com a Av. Joaquim Mochel no ponto P56 de coordenadas UTM (590031.35,
9720391.20). Desse ponto, converge para o sentido oeste seguindo a referida avenida até encontrar novamente o limite
com o município de São Luís no ponto P19 de coordenadas UTM (587584.31, 9719897.47) entre o Planalto Anil III e a
Chácara Itapiracó; deste ponto, converge para o sentido norte seguindo pela linha divisória com o município de São Luís
até encontrar novamente o ponto P53, de coordenadas UTM (587393.95, 9721257.35), fechando assim este perímetro;
31

XLIII - Zona de Transição da APA do Jeniparana - ZT JE: a Zona de Transição da APA do Jeniparana é
correspondente a todo o perímetro da APA do Jeniparana, excluindo-se a área do perímetro da Zona de Preservação
Integral da referida APA. A área de Proteção Ambiental - APA do Jeniparana compreende a região da bacia do rio
Jeniparana, delimitada pelo seguinte perímetro: inicia-se no ponto P25 de coordenadas UTM (595822.11, 9711722,89) no
leito do Rio Jeniparana; ainda no leito do referido rio, segue para o sentido oeste à montante até sua intersecção com um
de seus afluentes da margem esquerda no ponto P27 de coordenadas UTM (595420.89, 9711682.40). A partir desse
ponto, segue à montante pelo leito do afluente citado até a sua cabeceira no ponto P28 de coordenadas UTM (593531.30,
9712799.46); a partir desse ponto, converge para o norte e continua em linha reta, cruzando a estrada que passa pelos
povoados de Mata e Quinta até interceptar o Rio São João no ponto P29 de coordenadas UTM (593531.64, 9715935.67).
Daí, segue a jusante pelo leito do mencionado rio até seu encontro com um de seus afluentes da margem direita no ponto
P30 de coordenadas UTM (595977.27, 9717178.27) ao norte do povoado Quinta; nesse ponto, converge a sudeste,
seguindo o leito do referido afluente até interceptar a mesma estrada que passa pelos povoados de Mata e Quinta no
ponto P31 de coordenadas UTM (596231.80, 9716540.48). Daí, segue por essa estrada no sentido sudeste até sua
intersecção com o Igarapé do Canavieira no ponto P32 de coordenadas UTM (598080.68, 9715908.00); a partir desse
ponto, segue ainda pela mesma estrada até encontrar um dos afluentes do Igarapé do Canavieira no ponto P33 de
coordenadas UTM (599080.79, 9715631.94). Nesse ponto, converge a sul em linha reta passando pela Praia de
Taguaritiua e cruzando a foz do Rio Jeniparana até encontrar a sua margem sul no ponto P34 de coordenadas UTM
(599080.79, 9712557.41); nesse ponto, converge a oeste, seguindo pela margem sul à montante do Rio Jeniparana,
encontrando novamente o ponto P25, de coordenadas UTM (595822.11, 9711722,89), fechando assim o perímetro da
APA do Jeniparana;

XLIV - Zona Especial de Desenvolvimento Rural – ZEDR: Este perímetro se inicia no ponto P133, de coordenadas
UTM (592078.37, 9713570.07), no cruzamento com a Estrada Bom Jardim / Santana próximo ao residencial Olímpio; deste
ponto, toma o sentido Sudeste até encontrar o ponto P137, de coordenadas UTM (593262.11, 9711676.30); daí, converge
para o Oeste cruzando a estrada Bom Jardim / Santana até alcançar um pequeno curso d`água, por onde segue no
mesmo sentido até sua desembocadura no ponto P136 de coordenadas UTM (592590.70, 9711341.33); daí, toma o curso
receptor e segue a montante até encontrar um outro curso contribuinte da margem direita do Rio Jeniparana, por onde
segue à montante até alcançar o ponto P135 de coordenadas UTM (593424.35, 9711978.43); daí, segue por um dos
seus afluente à jusante, cruzando seu curso principal no sentido Oeste até atingir o ponto P134, de coordenadas UTM
32

(590993.34, 9711291.27), no limite com o município de São Luís; deste ponto, segue em direção Norte, em linha reta pelo
limite, até alcançar o ponto P243, de coordenadas UTM (590957.16, 9711709.24), na via de contorno no extremo sul da
Cidade Olímpica; daí, segue em linha reta, no sentido leste pela citada via, até encontrar o ponto P242, de coordenadas
UTM (592078.26, 9711906.83); daí, converge para o sentido Norte, seguindo em linha reta pela via de contorno no
extremo leste da Cidade Olímpica, até alcançar o ponto inicial P133, fechando assim este perímetro.

XLV - Zona Rural Miritiua/Boa Vista – ZRMB: este perímetro se inicia no ponto P80, de coordenadas UTM
(590455.35, 9725105.17); daí, ruma no sentido Leste até atingir o ponto P234, de coordenadas UTM (5901846.69,
9725105.17); deste ponto, converge para o sentido Sudoeste, até alcançar o ponto P84, de coordenadas UTM (591581.23,
9723983.23), onde encontra a Av. General Arthur Carvalho; daí, segue por esta no sentido Oeste, até encontrar o ponto
P83, de coordenadas UTM (590518.92, 9724070.91) no cruzamento com uma via sem denominação, próximo à
desembocadura de um afluente da margem esquerda do Riacho do Turu; deste ponto, converge no sentido Norte, sempre
paralelamente ao afluente por esta via, passando pelos pontos P82, de coordenadas UTM (590450.34, 9724945.35) e P81,
de coordenadas UTM (590513.43, 9724982.99), até alcançar o ponto inicial P80, fechando assim este perímetro.

XLVI - Zona Rural Laranjal - ZRL: este perímetro se inicia no ponto P4, de coordenadas UTM (593099.11,
9717926.59); a partir desse ponto, segue pela MA – 201 até encontrar o ponto P128, de coordenadas UTM (596081.95,
9717703.86), no cruzamento com a estrada do Ubatuba no povoado Rio São João próximo à margem esquerda do rio de
mesmo nome; deste ponto, converge para o sentido Sudoeste, e segue pela citada estrada paralelamente às margens do
rio São João à montante, passando pelos pontos: P129, de coordenadas UTM (595775.09, 9717183.94) e P130, de
coordenadas UTM (594328.97, 9716813.46), até atingir o ponto P131 de coordenadas UTM (593376.02, 9717150.93)
ainda na referida via; deste ponto, sofre uma deflexão para o sentido Noroeste até encontrar o ponto inicial P4, fechando
assim este perímetro;

XLVII - Zona Rural Mata/Santana – ZRMS: este perímetro se inicia no ponto P124, de coordenadas UTM
(591212.03, 9714316.77), próximo à cidade Olímpica, no cruzamento da Estrada do Bom Jardim / Santana com a Av.
Salustiano Trindade; a partir desse ponto, segue no sentido Nordeste pela última próximo à margem direita do rio São
João, passando pela Mata até alcançar o ponto P125, de coordenadas UTM (593531.61, 9715655.73) no cruzamento com
a linha de limite da Área de Preservação Ambiental do Jeniparana - APA municipal, no povoado da Matinha. Daí converge
para o sentido Sul, e segue em linha reta pelo limite, até encontrar o ponto P28, de coordenadas UTM (593531.30,
33

9712799.46) num curso d`água alimentador do afluente esquerdo do Rio Jeniparana; daí, converge para o sentido
Sudeste, pelo referido curso d`água, à jusante, até a sua desembocadura no afluente no ponto P140, de coordenadas
UTM (594503.28, 9712082.28). Daí, segue no sentido Oeste pelo referido afluente à montante até encontrar outro curso
d`água no ponto P139, de coordenadas UTM (593424.35, 9711978.43); daí, segue pelo último à jusante até a sua
desembocadura no ponto P138, de coordenadas UTM (593396.75, 9711541.62). Deste ponto, segue rumo noroeste pelo
curso d`água receptor, à montante, até atingir o ponto P137, de coordenadas UTM (593262.11, 9711676.30); daí,
converge para o Noroeste até alcançar o ponto P133, de coordenadas UTM (592078.37, 9713570.07), no cruzamento com
a Estrada Bom Jardim / Santana próximo ao residencial Olímpio; deste ponto, continua seguindo no sentido Noroeste até
alcançar o ponto inicial P124, fechando assim este perímetro;

XLVIII - Zona Rural Quinta- ZRQ: este perímetro se inicia no ponto P127, de coordenadas UTM (596365.79,
9717791.44), limítrofe com o município de Paço do Lumiar na MA – 201 próximo à margem direita do Rio São João; a
partir desse ponto, segue pela MA – 201 até atingir o ponto P235, de coordenadas UTM (597558.77, 9718093.94), próximo
à margem direita do rio citado; daí, deflete no sentido Sudoeste até encontrar o ponto P142, de coordenadas UTM
(597942.86, 9717166.09), próximo ao povoado, Alto dos Macacos; deste ponto, toma o sentido Sul, passando pelo
povoado de Boa Viagem até atingir o ponto P186, de coordenadas UTM (598059.05, 9716551.02), no cruzamento da linha
de transmissão de energia elétrica com a Estrada da Boa Viagem, próximo à invasão do Jaguarema; daí, segue no sentido
Sudeste até encontrar o ponto P141, de coordenadas UTM (598400.61, 9715883.57), no cruzamento com a estrada da
Boa Viagem; deste ponto, toma esta última e segue no sentido Noroeste passando pelo ponto P32, de coordenadas UTM
(598080,68, 9715908,00), até alcançar o ponto P31, de coordenadas UTM (596231,80, 9716540,48) no cruzamento com
um curso d`água alimentador do Rio São João; deste ponto, segue pelo manancial alimentador na direção Norte até
alcançar a Av. Pressoeira no ponto P126, de coordenadas UTM (596065.84, 9717085.13); daí, segue pela última no
sentido norte até encontrar o ponto inicial P127, fechando assim este perímetro;

XLIX - Zona Rural Jararai - ZRJ: este perímetro se inicia no ponto P145, de coordenadas UTM (599180.26,
9717607.37), na via de acesso à Piçarreira; deste ponto, toma o sentido Leste até atingir o ponto P236, de coordenadas
UTM (600545.06, 9719779.45); daí, ruma no sentido Sul, até atingir o ponto P153, de coordenadas UTM (600545.06,
9717979.45), no cruzamento com a Estrada da Praia do Jararaí; seguindo no mesmo sentido, pela referida estrada, passa
pelo ponto P152, de coordenadas UTM (600963.02, 9717078.16), no leito do Rio da Prata; até atingir o ponto P151, de
coordenadas UTM (601010,62/9716704,77), no cruzamento com uma via sem denominação à direita; deste ponto, deixa a
34

estrada e converge para o sentido sudoeste seguindo em linha reta até encontrar o ponto P150, de coordenadas UTM
(600556,62/9716476,53) na cabeceira de um curso d`água alimentador do igarapé Canavieira. Daí, segue pelo citado
curso d`água à jusante até a sua desembocadura no igarapé do Canavieira no ponto P149 com coordenadas UTM
(600438,80/9715975,22); deste ponto, converge no sentido Oeste, pelo igarapé à montante até encontrar o ponto P33, de
coordenadas UTM (599080.79, 9715631.94) no cruzamento com a Estrada da Boa Viagem; daí, segue pela estrada citada
até alcançar ponto P237, de coordenadas UTM (598974.27, 9715706.06); daí, toma o sentido Norte, até encontrar o ponto
inicial, P145 fechando assim este perímetro;

L - Zona Rural Itapari – ZRI: este perímetro se inicia no ponto P10, de coordenadas UTM (604067.87, 9721639.84),
localizado na desembocadura de um afluente direito do Rio Santo Antônio, limítrofe com o município de Paço do Lumiar; a
partir desse ponto, segue no sentido Leste, acompanhando o curso do referido afluente à montante até alcançar o ponto
P185, de coordenadas UTM (604656.26, 9721055.14), no leito de um manancial alimentador deste mesmo curso d`água;
deste ponto, toma o sentido sudeste e segue pelo manancial à montante, até alcançar o ponto P178, de coordenadas UTM
(604799.59, 9720911.93); ainda no seu curso, alcança o ponto P242, de coordenadas UTM (605064.09,9720723.73), no
cruzamento com a estrada que dá acesso à Panaquatira; seguindo por esta, tomando o sentido Nordeste, passa pelos
pontos P243, de coordenadas UTM (605567.33,9721401.40) e P244, de coordenadas UTM (607136.32,9722006.48); a
partir este último ponto, segue no sentido Norte, até atingir o ponto P245, de coordenadas UTM (607101.45,9722999.99),
na cabeceira de um dos afluentes da margem direita do Rio Santo Antonio; daí, segue pelo referido afluente, até
desembocar no Rio Santo Antonio e a partir daí, seguir em direção Sul, até encontrar o ponto inicial P10, fechando assim
este perímetro.

LI – Zona Rural Bom Jardim/Juçatuba – ZRBJ: este perímetro se inicia no ponto P26, de coordenadas UTM
(591104.99, 9709988.82), no Rio Jeniparana, daí segue seu curso, no sentido nordeste, até alcançar o ponto P148, de
coordenadas UTM (593811.64, 9710683.44); passando pelos pontos P27, de coordenadas UTM (595420.89, 9711682.40)
e P25, de coordenadas UTM (595822.11, 9711722,89), até alcançar o ponto P34 de coordenadas UTM (599080.79,
9712557.41), na foz do rio citado; daí, segue no sentido Sul, pelo litoral, até alcançar o ponto P45, de coordenadas UTM
(596201,14/9705408,83), localizado na desembocadura do Rio São Paulo, a partir deste ponto, segue pelo curso do rio
citado passando pelos pontos P44, de coordenadas UTM (594704.09, 9706859.00), P43, de coordenadas UTM
(594419.38, 9707041.48), P42, de coordenadas UTM (592907.63, 9706737.00), e P41 de coordenadas UTM (592134.60,
9706780.20); até alcançar o ponto P40, de coordenadas UTM (591993.99, 9706580.87), pertencente ao Rio Tajipuru; daí,
35

segue no sentido Norte, passando pelo ponto P13, de coordenadas UTM (591205.26, 9708548.49); até alcançar o ponto
inicial P26, fechando assim este perímetro.
LII - Zona Rural Guarapiranga – ZRG: este perímetro se inicia no ponto P49, de coordenadas UTM (592100.31,
9705493.04), pertencente ao leito do Rio Tajipuru; a partir deste ponto, segue no sentido Leste, passando pelos pontos
P52 de coordenadas UTM (593064.64, 9705239.79); P48, de coordenadas UTM (593952.49, 9705401.99) e P47, de
coordenadas UTM (594273.78, 9705401.99); até alcançar o ponto P46, de coordenadas UTM (595397.40, 9701352.25), já
no litoral, próximo a Guarapiranga e ao ponto de observação do peixe boi; daí, segue no sentido Sudoeste pelo litoral até
alcançar o ponto P12, de coordenadas UTM (591711.15, 9701352.25), na foz do Rio Tajipuru; deste ponto, segue no
sentido Norte pelo leito do rio citado até atingir o ponto inicial P49, fechando assim este perímetro.

LIII - Zona de Interesse Sanitário de Tratamento de Resíduos– ZIS-TR: este perímetro se inicia no ponto P10, de
coordenadas UTM (604067.87, 9721639.84), localizado na desembocadura de um afluente direito do Rio Santo Antônio,
limítrofe com o município de Paço do Lumiar; a partir desse ponto, segue no sentido Leste, acompanhando o curso do
referido de acesso à Praia de Ponta Verde até alcançar o ponto P179, de coordenadas UTM (604394.87, 9720350.00),
próximo à margem sul da citada estrada; deste ponto, converge para o sentido Oeste ate o ponto P246 de coordenadas
UTM (603154.16, 9720572.66) localizado no limite com o município de Paco de Lumiar deste ponto, converge para o
sentido nordeste, até encontrar o ponto P180, de coordenadas UTM (603620.75, 9720929.44), ainda limítrofe com o
município de Paço do Lumiar; daí, toma o afluente à montante até alcançar o ponto P185, de coordenadas UTM
(604656.26, 9721055.14) na sua cabeceira. Daí, converge para o sentido Nordeste e segue em linha reta nessa direção,
cruzando o citado curso d`água, até atingir o ponto P185, de coordenadas UTM (604656.26, 9721055.14), limítrofe com a
Zona Rural no leito de um manancial alimentador deste mesmo curso d`água; deste ponto, toma o sentido sudeste e segue
pelo manancial à montante, até alcançar o ponto P178, de coordenadas UTM (604799.59, 9720911.93), ainda no seu
curso. A partir deste ponto, converge para o sentido Noroeste, deixando o curso d`água, e segue em linha reta por este
sentido, cruzando a estrada sentido Nordeste e segue pelo limite até encontrar novamente o ponto inicial P181 de
coordenadas UTM (604067.87, 9721639.84) deste ponto, converge para o sentido Nordeste pelo curso do rio à jusante até
encontrar novamente o ponto inicial P10, fechando assim este perímetro; (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

LIV - Zona de Interesse Turistico e Cultural 3 – ZITC 3: este perímetro se inicia no ponto P33 de coordenadas UTM
(599080.79, 9715631.94) no cruzamento da estrada da Boa Viagem com o Igarapé do Canavieira; deste ponto, segue
pelo igarapé, no sentido Leste, passando pelo ponto P149, de coordenadas UTM (600438.80, 9715975.22), até encontrar
o ponto P155, de coordenadas UTM (600866.18, 9715605.56), na sua foz na praia do Jararaí. Daí, segue pela praia da
36

Boa Viagem e praia de Taquaritiua no rumo sul até encontrar o ponto P187, de coordenadas UTM (599080.7958,
9713639.8204), na foz do rio Jeniparana, limite com a Área de Preservação Ambiental do Jeniparana - APA municipal;
deste ponto, toma o sentido Norte, e segue em linha reta pelo limite, até alcançar o ponto inicial P33, fechando assim este
perímetro.(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

CAPÍTULO V
DO USO DO SOLO

Art. 6º As zonas da cidade de São José de Ribamar terão restrições de usos, conforme disposições da tabela II
sobre Usos Permitidos nas Zonas Central, Residencial, de Desenvolvimento Social, Interesse Turístico, de Expansão
Urbana, Desenvolvimento Rural e Zonas Industriais, e da Tabela III sobre Usos Permitidos nas Zonas de Interesse
Sanitário e Zonas de Proteção Ambiental e da Tabela IV sobre Codificação das Naturezas dos Usos Permitidos,
integrantes à presente lei. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Tabela II: Usos Permitidos nas Zonas Central, Residencial, de Desenvolvimento Social, Interesse Turístico, de Expansão
Urbana, Desenvolvimento Rural e Zonas Industriais.

COMERCIA INSTITUCION URBO- RESIDENC


SIGLA ZONA SERVIÇOS INDUSTRIAL
L AL AGRARIO IAL
ZC Zona Central CV1, CA1 H1,SE,SS,SUP01, SB IT EAG,EDS, R, M
ECL
ZR 1 Zona residencial 1 CV1, CA1 H1, PS1, SE, SS, IT EAG,EDS, R, M
SUP01, SB ECL
37

ZR2 Zona Residencial 2 CV1, CA1, H1, PS1, SAL1, SE, SS, IT EAG,EDS, R, M
SUP01, SB ECL
ZR3, Zona Residencial 3 CV1, CA1, H1, H2, PS1, SAL1, SE, IT, II EAG,EDS, R, M
ZR4, Zona Residencial 4 INF1 SS, SUP01, SB ECL
ZR5, Zona Residencial 5
ZR6, Zona Residencial 6
ZR7 e Zona Residencial 7
ZR8 Zona Residencial 8
ZR 9, Zona Residencial 9 e CV1, CA1, H1, H2, PS1, SE, SS, IT EAG, EDS, R, M
ZR10 10 INF1 SUP01, SB ECL
ZDS 1 Zona de CV1, CA1, H1, H2, PS1, PS2, SAL1, IT, II EAG, EDS, R, M
Desenvolvimento INF1 SE, SS, SUP01, SB ECL, EAR
Social 1
Zona de
ZDS 2 Desenvolvimento
Social 2
Zona de
ZDS 3 Desenvolvimento
Social 3
ZDS 4 Zona de
Desenvolvimento
Social 4
ZITC 1 Zona de Interesse CV1, CA1 H1, PS1, SE, SS, IT EAG, EDS, R, M
Turístico e Cultural 1 SUP01, SB ECL, EAR
ZITC 2 Zona de Interesse CV1, CA1 H1, H2, PS1, SE, SS, IT EAG, EDS, R, M
Turístico e Cultural 2 SUP01, SB ECL, EAR
ZIPA 1 Zona Industrial de CV1, CA1 INF1, H1, H2, PS1, PS2, IT, II EAG, EDS, UAA R, M
Produção de Alimentos SE, SS, SUP01, SB ECL, EAR
e Abastecimento 1
ZIPA 2 Zona Industrial de
Produção de Alimentos
e Abastecimento 2
ZI 1 Zona Industrial 1 CV1, CA1 INF1, H1, H2, PS1, PS2, IT, II EAG, EDS, UAA R, M
ZI 2 Zona Industrial 2 SAL1, SE, SS, SUP01, ECL, EAR
SB
38

ZIN 1 Zona Industrial Naval 1 CV1, CA1 INF1, H1, H2, PS1, PS2, IT, II EAG, EDS, R, M
ZIN 2 Zona Industrial Naval 2 SAL1, SE, SS, SUP01, ECL, EAR
SB
ZEU Zona de Exp. Urbana CV1, CA1 INF1, H1, H2, PS1, PS2, IT, II EAG, EDS, UAA R, M
SAL1, SE, SS, SUP01, ECL, EAR
SB
ZEDR Zona Especial de CV1, CA1 INF1, H1, H2, PS1, PS2, IT, II EAG, EDS, UAA R, M
Desenvolvimento Rural SAL1, SE, SS, SUP01, ECL, EAR
SB
ZRMB, Zona Rural Miritiua/Boa CV1, CA1 INF1, H1, H2, PS1, PS2, IT, II EAG, EDS, UAA R, M
ZRL, Vista , Zona Rural SAL1, SE, SS, SUP01, ECL, EAR
ZRMS, Laranjal, Zona Rural SB
ZRQ, Mata/Santana, Zona
ZRJ, Rural Quinta, Zona
ZRI, Rural Jararai, Zona
ZRBJ, Rural Itapari, Zona
ZRG. Rural Bom
Jardim/Juçatuba Zona
Rural Guarapiranga
39

Tabela III: Usos Permitidos nas Zonas de Interesse Sanitário e Zonas de Proteção Ambiental
SIGLA ZONA USO PERMITIDO
ZIS-CA Zona de Interesse Sanitário de SUP
1 Captação de Água 1 Sistema e estação de captação e tratamento de água, sistema e estação de
tratamento de efluentes, tratamento paisagístico e ambiental, mirantes e
observatórios. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
ZIS-CA Zona de Interesse Sanitário de SUP
2 Captação de Água 2 Sistema e estação de captação e tratamento de água, sistema e estação de
tratamento de efluentes, tratamento paisagístico e ambiental, mirantes e
observatórios. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
ZIS-TE Zona de Interesse Sanitário de SOE, SUP
Tratamento de Efluentes Sistema e Estação de tratamento de efluentes, tratamento paisagístico e ambiental.
ZIS-TR Zona de Interesse Sanitário de SOE, SOE 1, SOE 2, SUP
Tratamento de Resíduos Aterro sanitário, aterro controlado, sistema e estação de tratamento de efluentes,
tratamento paisagístico e ambiental. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
ZPAI 1 Zona de Proteção Ambiental Integral Pesquisa científica, visitação pública, tratamento paisagístico e ambiental.
1
ZPAI 4 Zona de Proteção Ambiental Integral Pesquisa científica, visitação pública, tratamento paisagístico e ambiental.
4

ZPI - JE Zona de Proteção Ambiental Integral Pesquisa científica, lazer náutico, ancoradouro, marina, ciclovia, recreação, vias de
7 circulação, visitação pública, tratamento paisagístico e ambiental.
ZPAT 2 Zona de Preservação Ambiental Pesquisa científica, visitação pública, tratamento paisagístico e ambiental.
Integral da APA do Jeniparana
40

ZPA 2 Zona de Proteção Ambiental de Pesquisa científica, visitação pública, lazer, ciclovia, recreação, via de pedestre,
Transição 2 mirantes e observatórios.
ZT – IT Zona de Proteção Ambiental 2 Pesquisa científica, visitação pública, lazer náutico, ancoradouro, marina, ciclovia,
recreação, via de circulação, mirantes e observatórios.
ZT – JE Zona de Transição da APA do Pesquisa científica, visitação pública, lazer, recreação. (vide restrições no Plano de
Itapiracó Manejo específico da área).
Zona de Transição da APA do Atividades hortifrutigranjeiras, preservação ambiental, educação e pesquisa
Jeniparana ambiental, exploração, beneficiamento e envasamento de recurso hídrico e cultivo
de espécies nativas da flora, apicultura, minhocultura e permacultura (vide restrições
específicas da área no Plano Diretor).
41

Art. 7º A natureza e a categoria de usos estão definidas e codificadas conforme estabelece a:


Tabela IV: sobre Codificação das Naturezas dos Usos Permitidos constante nesta lei.
(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

CATEGORIA: COMERCIAL
CV1 – Comércio Varejista

INF1 – Comércio de Combustível, derivados de Petróleo e outros produtos similares.

CATEGORIA: SERVIÇOS
SUBCATEGORIA: H – HOSPEDAGEM
H1 – Meios de hospedagem
H2 – Motel.

CATEGORIA: SERVIÇOS
SUBCATEGORIA: PS – PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
PS1 – Prestação de Serviços não Poluentes
PS2 – Prestação de Serviços Poluentes
As atividades de Prestação de Serviços Poluentes somente serão liberadas pelo setor tributário e/ou urbanismo
após a aprovação e licenciamento pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMMA.

CATEGORIA: SERVIÇOS
SUBCATEGORIA: SAL – SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO E LAZER
SAL1 – Serviços de Alimentação e lazer (restaurante, pizzaria, churrascaria, bar, cafeteria, buffet e outras
atividades congêneres)
As atividades de Seviços de Alimentação e Lazer somente serão liberadas pelo setor tributário e/ou urbanismo
após a aprovação e licenciamento pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMMA.

CATEGORIA: SERVIÇOS
SUBCATEGORIA: SOE – SERVIÇO DE OFICINA E ESPECIAIS
42

SOE – Serviços de Oficinas e Especiais


SOE1 - Empresa prestadora de serviço limpa-fossa.
SOE2 - Limpeza urbana (coleta de lixo) – garagem e oficina / Sistemas de Tratamento de resíduos sólidos
urbanos.

CATEGORIA: SERVIÇOS
SUBCATEGORIA: SE – EDUCAÇÃO
SE – Educação em geral

CATEGORIA: SERVIÇOS
SUBCATEGORIA: SS – SAÚDE
SS – Saúde em geral

CATEGORIA: SERVIÇOS
SUBCATEGORIA: SUP – SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA
SUP 01 – Serviço de Utilidade Pública em geral

CATEGORIA: SERVIÇOS
SUBCATEGORIA: SB – SERVIÇOS BANCÁRIOS E AFINS
SB – Serviço Bancário e afins

CATEGORIA: INDUSTRIAL
SUBCATEGORIA: IT – ATIVIDADES TOLERADAS AO MEIO URBANO
IT – Atividades Industriais Toleradas ao Meio Urbano – as Atividades Industriais Toleradas ao Meio Urbano
somente serão liberadas pelo setor tributário e/ou urbanismo após a aprovação e licenciamento pela Secretaria
Municipal de Meio Ambiente – SMMA.

CATEGORIA: INDUSTRIAL
SUBCATEGORIA: II – ATIVIDADES INCÔMODAS AO MEIO URBANO
Atividades Incômodas ao Meio Urbano somente serão liberadas pelo setor tributário e/ou urbanismo após a
aprovação e licenciamento pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMMA.
43

CATEGORIA: INSTITUCIONAL
SUBCATEGORIA: EAG – EQUIPAMENTO PARA ATIVIDADE ADMINISTRATIVA GOVERNAMENTAL

SUBCATEGORIA: EDS – EQUIPAMENTO PARA ATIVIDADES DE DEFESA E SEGURANÇA


SUBCATEGORIA: ECL – EQUIPAMENTO PARA CULTURA E LAZER
Os Equipamentos para Cultura e Lazer somente serão liberadas pelo setor tributário e/ou urbanismo após a
aprovação e licenciamento pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMMA.

SUBCATEGORIA: EAR – EQUIPAMENTO PARA ATIVIDADE RELIGIOSA


Os Equipamentos para Atividade Religiosa somente serão liberadas pelo setor tributário e/ou urbanismo após a
aprovação e licenciamento pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMMA.

CATEGORIA: URBO-AGRÁRIO
SUBCATEGORIA: UAA – AGROPECUÁRIA
As atividades de Agropecuária somente serão liberadas pelo setor tributário e/ou urbanismo após a aprovação e
licenciamento pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMMA.

SUBCATEGORIA: UAP – PESCA E AQÜICULTURA

CATEGORIA: RESIDENCIAL
SUBCATEGORIA: R – RESIDENCIAL

SUBCATEGORIA: M – MISTO

(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)


44

CAPÍTULO VI
DA OCUPAÇÃO DO SOLO
Art. 8º. As Zonas da Cidade de São José de Ribamar terão restrições de ocupações, conforme disposições da
tabelas V, VI, VII e VIII, constantes nesta lei. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
Tabela V: Ocupações das Zonas Residenciais, de Desenvolvimento Social, de Interesse Turístico, de
Abastecimento e Produção de Alimentos e Industriais.
Área
Testada ATME Afast. Gabarito
SIGLA ZONA Mínima do ALML (%)
Mínima (m) (%) Frontal (m) Máximo (unid.)
Lote (m2)
ZC Zona Central 150 7,5 140 30 03 02
ZR 1 Zona Residencial 1 150 10 180 40 03 03
ZR 2 Zona Residencial 2 150 10 360 40 06 06
ZR 3 Zona Residencial 3 150 7,5 180 40 05 06
ZR 4 Zona Residencial 4 150 7,5 180 40 05 06
ZR 5 Zona Residencial 5 150 7,5 120 40 05 03
ZR 6 Zona Residencial 6 150 7,5 80 60 05 03
ZR 7 Zona Residencial 7 150 7,5 100 50 05 03
ZR 8 Zona Residencial 8 150 7,5 120 60 05 03
ZR 9 Zona Residencial 9 150 7,5 140 30 03 02
ZR 10 Zona Residencial 10 150 7,5 120 30 03 02
ZDS 1 Zona de Desenvolvimento Social 1 150 7,5 180 30 03 06
ZDS 2 Zona de Desenvolvimento Social 2 150 7,5 210 30 03 06
ZDS 3 Zona de Desenvolvimento Social 3 150 7,5 210 30 03 06
ZDS 4 Zona de Desenvolvimento Social 4 150 7,5 210 30 03 03
ZITC 1 Zona de Interesse Turístico e 150 7,5 210 30 03 02
Cultural 1
ZITC 2 Zona de Interesse Turístico e 150 7,5 210 30 03 04
Cultural 2
ZITC 3 Zona de Interesse Turístico e 150 7,5 210 30 03 04
45

Cultural 3
ZIPA 1 Zona Industrial de Produção de 150 7,5 100 50 10 02
Alimentos 1
ZIPA 2 Zona Industrial de Produção de 150 7,5 100 50 10 02
Alimentos 2
ZI 1 Zona Industrial 1 800 20 100 50 10 02
ZI 2 Zona Industrial 2 800 20 100 50 10 02
Zona Industrial Naval 1 150 7,5 100 50 10 02
ZIN 2 Zona Industrial Naval 2 150 7,5 100 50 10 02
ZEU Zona de Expansão Urbana 150 7,5 180 40 05 04
ZEDR Zona Especial de Desenvolvimento 150 7,5 80 60 05 02
Rural
ZRMB Zona Rural Miritiua/Boa Vista 150 7,5 80 60 05 02
ZRL Zona Rural Laranjal 150 7,5 80 60 05 02
ZRMS Zona Rural Mata/Santana 150 7,5 80 60 05 02
ZRQ Zona Rural Quinta 150 7,5 80 60 05 02
ZRJ Zona Rural Jararai 150 7,5 80 60 05 02
ZRI Zona Rural Itapari 150 7,5 80 60 05 02
ZRBJ Zona Rural Bom jardim/Juçatuba 150 7,5 80 60 05 02
ZRG Zona Rural Guarapiranga 150 7,5 80 60 05 02
46

Tabela VI: Ocupações das Zonas de Proteção Ambiental e Interesse Sanitário.


(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
SIGLA ZONA DISPOSIÇÕES SOBRE OCUPAÇÃO
ZIS – CA 1 Zona de Interesse Sanitário de Captação de Ocupação máxima de 10 % (dez por cento) de toda a área
Água 1 desta zona, incluindo-se neste percentual a soma de todas as
ZIS – CA 2 Zona de Interesse Sanitário de Captação de projeções das edificações, áreas pavimentadas, áreas
Água 2 impermeáveis, acessos e vias de circulação, sem prejuízo das
áreas de domínio e preservação permanente - APPs, sendo
térreas todas as edificações.
ZIS – TE Zona de Interesse Sanitário de Tratamento de Ocupação máxima de 70 % (setenta por cento) de toda a área
Efluentes desta zona, incluindo-se neste percentual a soma de todas as
projeções das edificações, áreas pavimentadas, sendo térreas
todas as edificações.
ZIS - TR Zona de Interesse Sanitário de Tratamento de
Resíduos
SIGLA ZONA DISPOSIÇÕES SOBRE OCUPAÇÃO
ZPAI 1 Zona de Proteção Ambiental Integral 1 Não é permitida qualquer ocupação
Não é permitida qualquer ocupação, exceto para implantação
de infra-estrutura e equipamentos públicos previstos na Tabela
2. Para implantação destes em lotes particulares a ocupação
máxima é de 20% de toda a área do lote, incluindo-se neste
ZPAI 7 Zona de Proteção Ambiental Integral 7
percentual a soma de toda a projeção das edificações, áreas
pavimentadas, áreas impermeáveis, acessos e vias de
circulação, sem prejuízo das áreas de domínio e preservação
permanente - APPs, sendo térreas todas as edificações.
ZPI – JE Zona de Preservação Integral da APA do Não é permitida qualquer ocupação, exceto para usos
Jeniparana – conforme Lei do Plano Diretor específicos da área, indicados na lei do Plano Diretor do
município.
Ocupação máxima de 05 % (cinco por cento) de toda a área
ZPAT 2 Zona de Proteção Ambiental de Transição 2 desta zona, incluindo-se neste percentual a soma de todas as
projeções, áreas pavimentadas, áreas impermeáveis, acessos e
47

ZPA 2 Zona de Proteção Ambiental 2 vias de circulação, sem prejuízo das áreas de domínio e
preservação permanente - APPs, sendo térreas todas as
edificações.
ZT– IT Zona de Transição da APA do Itapiracó –
(vide restrições no Plano de Manejo específico da área)
conforme Lei do Plano Diretor
ZT – JE Zona de Transição da APA do Jeniparana – Ocupação máxima de 5 % (cinco por cento) de toda a área desta
conforme Lei do Plano Diretor zona, incluindo-se neste percentual a soma de todas as edificações,
áreas pavimentadas, áreas impermeáveis, acessos e vias de
circulação, sem prejuízo das áreas de domínio e preservação
permanente - APPs, sendo térreas todas as edificações (vide
restrições específicas da área no Plano Diretor).
49

Tabela VII: Afastamentos Mínimos Laterais e de Fundos .


(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
Gabarito Lateral Principal (m) Lateral Secundária (m) Fundos (m)
5e6 4,00 4,00 5,00
4 3,00 3,00 4,00
3 2,00 2,00 3,00
2 1,50 1,50 2,00
1 1,00 1,00 2,00

Art. 9°. REVOGADO

CAPÍTULO VII
DO PARCELAMENTO DO SOLO

Art. 10. O parcelamento do solo consiste na divisão da terra em unidades


juridicamente independentes e individuais, integradas à estrutura urbana e conectadas ao
sistema viário municipal e às redes de serviços públicos existentes ou projetados.
Art. 11. O parcelamento do solo feito por pessoa física ou jurídica terá
reconhecimento e valor jurídico e técnico, após analisado, aprovado e licenciado pela
Prefeitura.
Parágrafo único. REVOGADO

§1º . O parcelamento do solo deverá ser feito mediante os seguintes instrumentos:


I – Loteamento ou:
II – Desmembramento.
(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
Art. 12. O sistema viário dos novos parcelamentos deverá articular-se com as vias
adjacentes oficiais existentes ou projetadas.
Parágrafo Único: As indenizações decorrentes da aquisição de faixas de terrenos
necessárias para implementação de conexão do sistema viário proposto ao existente ou
projetado serão de responsabilidade do loteador.
Art. 13. Todos os loteamentos serão submetidos aos percentuais e índices
determinados pela Tabela IX de destinação de usos institucionais e comuns.
Parágrafo Único. O Município reserva-se o direito de reduzir em até 50%
(cinquenta por cento) a percentagem total exigida para usos institucionais previstos na
Tabela IX, em casos comprovadamente de habitação de interesse social.
50

Tabela IX: Destinação de Usos Institucionais e Comuns para Loteamentos.


(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
Até 1,00 Até 3 ha Até 5 ha Maior que 5 ha
Uso / Porte ha ou 60 UN ou 90 UN ou mais que 90
ou 35 UN UN
Educação, Saúde e Cultura - 2% 3% 4%
Outros Usos Institucionais - 1% 2% 3%
Área Verde 8% 8% 8% 8%
Percentagem Total para Usos
Institucionais 8% 11% 13% 15%

Art. 14. Não estão incluídos na Tabela IX os percentuais referentes ao sistema


viário, devendo este seguir determinações do Capítulo XIII desta Lei.
Art. 15. Os desmembramentos, loteamentos, condomínios e conjuntos
habitacionais submetidos à aprovação junto à Prefeitura Municipal somente receberão o
Certificado de Conclusão de Infraestrutura, após o término e o recebimento da obra pelos
técnicos da Prefeitura, de implantação da infraestrutura urbana, bem como a construção
de equipamentos urbanos e execução de todas as demais obrigações e benefícios,
obedecidas as seguintes normas, sem prejuízos a outras legislações federais, estaduais e
municipais: (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
I – empreendimentos de até 1 (um) hectare ou parcelados em até 35 (trinta e
cinco) unidades deverão realizar e concluir serviços e obras de arruamento, calçamento,
meio fio e infraestrutura coletiva de drenagem, água, energia elétrica, iluminação pública,
telefone, solução para captação e tratamento de efluentes com estação de tratamento de
esgoto, bem como arborização e paisagismo nas áreas destinadas a este fim; (Redação
dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
II – os demais empreendimentos acima de 1 (um) hectare ou parcelados acima de
35 (trinta e cinco) unidades deverão realizar e concluir serviços e obras de arruamento,
calçamento, meio fio e infraestrutura coletiva de drenagem, água, energia elétrica,
iluminação pública, telefone, solução para captação e tratamento de efluentes com
estação de tratamento de esgoto, arborização e paisagismo nas áreas destinadas a este
fim bem como deixar totalmente desimpedidas de qualquer obstáculo as áreas destinadas
a educação. saúde, cultura e outros usos institucionais; (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de
24.08.2012)
III – Revogado. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

§ 1º Revogado. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

§ 2º Revogado. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)


51

§3º. Todos os empreendimentos, independente do porte, deverão atender as


solicitações da Prefeitura quanto à destinação de áreas para estacionamentos, quando for
o caso e áreas para paradas de transporte coletivo. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de
24.08.2012)
§4º. O sistema de circulação criado nos desmembramentos, loteamentos e
conjuntos habitacionais deverá articular-se com as vias adjacentes oficiais, existentes ou
projetadas e harmonizar-se com a topografia local. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de
24.08.2012)
Art. 15A. Compreende-se por condomínio urbanístico a divisão de imóvel (gleba
ou lote) em unidades autônomas destinadas à edificação, às quais correspondem frações
ideais das áreas de uso comum dos condôminos, intramuros, sendo admitida a abertura
de vias de domínio privado e vedada a abertura de logradouros públicos internamente ao
perímetro do condomínio. (Incluído pela Lei Comp. nº 27 de 24.08.2012)
§1º. O estabelecimento de regras para a aprovação dos projetos de condomínios
no município de São José de Ribamar tem os seguintes objetivos: (Incluído pela Lei Comp.
nº 27 de 24.08.2012)
I – garantir a previsão constitucional da função social da propriedade e da cidade.
II – disciplinar de forma clara as regras para análise e aprovação dos projetos de
condomínios na área urbana do Município de São José de Ribamar.
III – determinar regras que possam garantir condições de segurança e conforto da
população e mobilidade urbana e acesso à infraestrutura urbana e serviços públicos.
IV – Instituir regras que visem o equilíbrio dos diversos agentes atuantes no
Município, incentivando a cooperação de organizações e cidadãos na promoção da
melhoria da paisagem urbana do Município;
§2º. Serão admitidos Condomínios, quando: (Incluído pela Lei Comp. nº 27 de
24.08.2012)
I – Condomínios resultantes de remembramento de lotes deverão apresentar a
unificação dos lotes, sem prejuízos do disposto no artigo 32 e demais restrições
urbanísticas;
II – Os condomínios oriundos de glebas sem parcelamento anterior ou
desmembramento de gleba maior, sem prejuízo de restrições urbanísticas.

Art. 15B. Os condomínios deverão atender aos seguintes requisitos: (Incluído pela
Lei Comp. nº 27 de 24.08.2012)
I – Reservar área permeável arborizada mínima de 5% (cinco por cento) da área
do condomínio, excluindo área de lazer;
52

II – Nas áreas permeáveis arborizadas serão permitidas apenas a colocação de


bancos, pergolados e playground, desde que estes equipamentos ocupem até 10 (dez por
cento) da área verde;
III – As áreas de lazer de uso comum deverão ter área mínima de 5% (cinco por
cento) da área do condomínio;
IV – Os canteiros centrais, quando houver, deverão ter largura mínima de 1,50
(um metro e cinquenta centímetros);
V - Possuir testada do lote da unidade unifamiliar de no mínimo 10,00m (dez
metros) com área mínima do lote de 150,00m2 (cento e cinquenta metros quadrados);
VI – Área do condomínio deverá ser totalmente murada, guarita com área máxima
de 9,00m² (nove metros quadrados) e depósito coletor de lixo externo ao condomínio;
VII – A altura máxima do muro frontal das unidades até o início da edificação deve
ser de 1,00m (um metro); nos fundos e laterais terão no mínimo 2,00m (dois metros);
VIII – Os afastamentos laterais e de fundos do condomínio deverão obedecer às
exigências desta Lei.
IX - As unidades unifamiliares poderão colar em apenas uma divisa do lote
possuindo até o máximo de 02 (dois) pavimentos, incluindo pilotis. (térreo + 01 pavimento
ou pilotis + 01 pavimento);
X - as unidades multifamiliares deverão obedecer aos índices urbanísticos, bem
como gabarito e afastamentos exigidos pela zona onde o empreendimento será
implantado;
XI – A unidade habitacional deverá possuir, no mínimo, duas vagas de
estacionamento;
XII – Na área interna do condomínio deverá ser prevista uma vaga de
estacionamento para visitante a cada grupo de 3 (três) unidades habitacionais;
XIII – A largura da via interna do condomínio terá no mínimo 6,00m (seis metros)
de pista de rolamento e calçada com no mínimo 1,50m (um metro e cinquenta centímetros)
de largura.
XIV – O “culd de sac” – retorno para veículos - deverá possuir raio mínimo de
6,00m (seis metros);
XV - O recuo frontal mínimo em relação a via interna deverá ser 3,00m (três
metros) excluindo a calçada;
XVI - O recuo frontal e os afastamentos laterais e dos fundos das unidades
limítrofes com relação aos logradouros públicos deverão ser iguais ao exigido pela zona
onde o empreendimento está sendo implantado;
XVII - na aprovação do projeto deverá ser apresentada a minuta do regimento
interno do condomínio.
XVIII - Os espaços de uso comum, as calçadas, as áreas de estacionamento e as
vias internas de circulação de veículos e pedestres, a iluminação das áreas de uso comum
e das vias, a limpeza, a coleta e o acondicionamento de lixo domiciliar, a infraestrutura de
pavimentação e drenagem, a distribuição de água, luz, tratamento coletivo de esgotos e
53

destinação final de efluentes e equipamentos de prevenção e combate a incêndios, serão


consideradas bens de uso exclusivo do Condomínio, cabendo aos moradores internos ao
condominio a responsabilidade pela sua manutenção.

Art. 16. Os loteamentos deverão atender aos seguintes requisitos, sem prejuízos
dos demais previstos nesta Lei: (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
I – Todos os lotes deverão apresentar acesso direto ao sistema de circulação;
II – As áreas destinadas para implantação de equipamentos urbanos e
comunitários, bem como a espaços livres de uso público, deverão atender aos percentuais
da Tabela IX desta Lei;
III – os lotes terão área mínima de 150m2 (cento e cinquenta metros quadrados) e
frente mínima de 7,5m (sete metros e meio), quando o loteamento destinar-se à edificação
de conjuntos habitacionais de interesse social. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 17 – REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 18. - Antes da elaboração do projeto de loteamento, o interessado deverá


solicitar à Prefeitura Municipal, que defina as diretrizes para o uso do solo, traçado dos
lotes, do sistema viário, dos espaços livres e das áreas reservadas para equipamentos
urbanos e comunitários, apresentando, para esse fim, requerimento e planta do imóvel
contendo, pelo menos:
I – as divisas da gleba a ser loteada, em base cartográfica georeferenciada;
II – as curvas de nível à distância adequada, quando exigidas por lei estadual ou
municipal;
III – a localização dos cursos d’água, bosques e construções existentes;
IV – a indicação dos arruamentos contíguos a todo o perímetro, a localização das
vias de comunicação, das áreas livres, dos equipamentos urbanos e comunitários
existentes no local ou em suas adjacências, com as respectivas distâncias da área a ser
loteada;
V – o tipo de uso predominante a que o loteamento se destina;
VI – as características, dimensões e localização das zonas de uso contíguas.

Art. 19. - A Prefeitura Municipal, quando for o caso e de acordo com as diretrizes
de planejamento municipal, indicará nas plantas apresentadas pelo interessado:
I – as ruas ou estradas existentes ou projetadas, que compõem o sistema viário
da cidade e do município, relacionadas com o loteamento pretendido e a serem
respeitadas;
II – traçado básico do sistema viário principal;
III – a localização aproximada dos terrenos destinados a equipamento urbano e
comunitário e das áreas livres de uso público;
54

IV – as faixas sanitárias do terreno necessárias ao escoamento das águas pluviais


e as faixas não edificáveis;
V – a zona ou zonas de uso predominante da área, com indicação dos usos
compatíveis, por meio do instrumento administrativo - da Certidão de Uso e Ocupação.
(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Parágrafo único – as diretrizes expedidas na Certidão de Uso e Ocupação do


Solo vigorarão pelo prazo de 01(um) ano. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012) .

Art. 20. – O interessado, orientado pelas diretrizes oficiais e pela Certidão de Uso
e Ocupação do Solo, quando houver, apresentará projetos e memoriais descritivos
acompanhados de título de propriedade, certidão de ônus reais e certidão negativa de
tributos relativos ao imóvel quando da solicitação da aprovação dos projetos e emissão do
Alvará de Construção. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

§ 1°. - os projetos conterão, pelo menos: (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de
24.08.2012)
I – a subdivisão das quadras em lotes, com as respectivas dimensões e
numeração devidamente georeferenciados;
II – o sistema de vias com as respectivas hierarquias devidamente
georeferenciados;
III – as dimensões lineares e angulares do projeto, com raios, cordas, arcos,
pontos de tangência e ângulos centrais das vias, devidamente georeferenciados;
IV – os perfis longitudinais e transversais de todas as vias de circulação e praças,
devidamente georeferenciados;
V – a indicação dos marcos de alinhamento e nivelamento localizados nos
ângulos de curvas e vias projetadas, devidamente georeferenciados;
VI – a indicação em planta e perfis de todas as linhas de escoamento das águas
pluviais devidamente georeferenciado.
§ 2°. - o memorial descritivo deverá conter, obrigatoriamente, pelo menos:
I – a descrição do loteamento, com as suas características e a fixação da zona ou
zonas de uso predominante;
II – as condições urbanísticas do loteamento e as limitações que incidem sobre os
lotes e suas construções, além daquelas constantes das diretrizes fixadas;
III – indicação das áreas públicas que passarão ao domínio do município no ato de
registro de loteamento;
IV – a enumeração dos equipamentos urbanos, comunitários e dos serviços
públicos ou de utilidade pública, já existentes no loteamento e adjacências;
V – todas as descrições e demarcações deverão estar obrigatoriamente
georeferenciadas.
55

Art. 21. O Certificado de Conclusão de Infraestrutura Parcial sujeita construtores e


loteadores à execução e término das obrigações e dos benefícios inerentes à conclusão
de seu empreendimento, permitindo comercialização; (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de
24.08.2012)
Parágrafo Único: O Certificado de Conclusão de Infraestrutura Definitivo, quando
emitido garantirá a clientes e compradores imóveis e terrenos com toda a infraestrutura
necessária ao seu devido uso.
§ 1°. A Licença de Obras e de Pequenos Serviços e o Alvará de Construção de
Edificações só serão analisados mediante a apresentação, por parte dos construtores e
loteadores, do Certificado de Conclusão de Infraestrutura, Parcial ou Definitivo e das
demais obrigações pertinentes à aprovação da obra.
§ 2°. A Prefeitura Municipal poderá expedir Certificado Parcial de Execução de
Obras e serviços, demonstrando o que está concluído e o que está a concluir e registrando
que este, em hipótese alguma, substituirá o Certificado de Conclusão de Infraestrutura
Definitivo e/ou Habite-se. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 22. Empreendimentos instalados em locais não atendidos pela rede pública
de esgotamento sanitário, devem dispor de formas de tratamento coletivo dos seus
efluentes, atendendo aos índices estabelecidos pelo CONAMA e ABNT, de forma a reduzir
os riscos de contaminação do solo ou dos cursos d’água receptores.

Art. 23. Nos novos parcelamentos a toponímia, as denominações dos logradouros


públicos e a enumeração de quadras, lotes e unidades de usos privados, deverão ser
analisados e aprovados formalmente pelos setores de análise e aprovação de projetos da
Prefeitura e sua Comissão de Planejamento e Gestão Urbana.
Parágrafo único: A Prefeitura fica no direito de efetuar as alterações totais ou
parciais necessárias à aprovação dos projetos.

Art. 24. Os novos parcelamentos e loteamentos deverão apresentar estrutura


urbana, sistema viário, distribuição de equipamentos de usos institucionais e comunitários
de forma hierarquizada e integrada, bem como ser organizados espacialmente através de
núcleos e com usos comuns, conforme Tabela IX.

Art. 25. Para localização de áreas verdes, praças e equipamentos comunitários,


de educação, saúde e lazer deverão ser consideradas a centralidade e a integração
dessas áreas com o contexto urbano local.

Art. 26. Qualquer projeto de loteamento ou reloteamento, mesmo atendendo às


exigências legais, poderá ser rejeitado, total ou parcialmente, pelo órgão competente, nos
seguintes casos:
56

I - localização, configuração topográfica e características físicas do solo e subsolo


inadequadas para atender à função a que foi destinada a área;
II - interesse ambiental, social e turístico.

Art. 27. Não são permitidos, em projeto de parcelamento ou loteamento, lotes


limitados por rios ou riachos, Zonas de Proteção Ambiental Integral – ZPAIs, Unidades de
Conservação e Áreas de Preservação Permanente – APPs, devendo apenas as áreas
públicas, verdes, praças, ancoradouros, parques, áreas de circulação, ciclovias e passeios
fazer limites com as citadas áreas, garantindo o livre acesso.

Art. 28. Os projetos de desmembramento, parcelamento, loteamento, condomínio


e conjunto residencial, ou de qualquer outra natureza, deverão ser precedidos de Estudo
de Impacto Ambiental – EIA e respectivo Relatório de Impacto Ambiental - RIMA, caso
apresentem ao menos uma das seguintes características:
I - terrenos sujeitos a inundação e/ou alagamentos, atravessados por rios, riachos
e córregos;
II - terrenos com declividade igual ou superior a 30% (trinta por cento);
III - terrenos que se limitem ou estejam em parte localizados em áreas ou zonas
de preservação e/ou proteção ambiental;
IV - terrenos por onde passem linhas de transmissão de energia elétrica de alta
tensão;
V - terrenos próximos ou por onde passem linha de infra-estrutura de transporte
rodoviário, hidroviário e aeroviário;
VI - terrenos que possuam bens de notável valor artístico, cultural, paisagístico ou
ambiental.

Art. 29. Ao longo dos cursos d’água e das faixas de domínio das rodovias,
aquedutos e das linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão, é obrigatória a
reserva de uma faixa de domínio mínima de 15m (quinze metros) de cada lado dos limites
e/ou margens, salvo maiores restrições, de acordo com as exigências legais específicas
da zona em que se encontre. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 30. Na preparação do terreno para loteamentos e arruamentos, deverão ser


preservadas as árvores de portes médio e grande, não sendo permitida a derrubada, salvo
quando houver justificativa e reposição da vegetação em outro local da propriedade, na
proporção de duas vezes a quantidade extraída ou por compensação ambiental orientada
e aprovada por autoridades competentes e por aprovação do Conselho Municipal de Meio
Ambiente.

Art. 31. REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)


57

Art. 32. O comprimento das quadras não poderá ser superior a 250 m (duzentos e
cinquenta metros) e a largura não deverá ultrapassar 120 m (cento e vinte e vinte metros).

Art. 33. A comercialização de unidades imobiliárias originárias de loteamentos,


condomínios, desmembramentos ou qualquer outra forma de parcelamento, de natureza
pública ou privada, comercial ou residencial, dar-se-á após a aprovação do projeto pela
prefeitura.

Art. 34. Todo material publicitário, jurídico, contratual e de registro de imóvel


deverá conter o número do processo de aprovação do empreendimento na prefeitura, bem
como do alvará de construção ou licença de aprovação certificando que o parcelamento
atendeu às exigências legais.

CAPÍTULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE A OCUPAÇÃO DOS LOTES PELAS
EDIFICAÇÕES

Art. 35. Os responsáveis ou proprietários de lotes com duas ou mais faces


voltadas para diferentes logradouros, devem apresentar opção de testada frontal e de
endereçamento. Salvo o disposto no artigo 38.

Parágrafo único. O endereçamento e a testada frontal deverão ser coincidentes e


voltados para o mesmo logradouro.

Art. 36. Os projetos de qualquer natureza e porte, com usos mistos ou não,
situados em lotes que possuam duas ou mais faces voltadas para diferentes logradouros,
serão analisados conforme definição de sua testada frontal e de seu endereçamento,
conforme estipulado na escritura do imóvel. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 37. Os projetos de qualquer natureza e porte, com usos mistos ou não,
situados em lotes que possuam duas ou mais faces voltadas para diferentes zonas, são
considerados pertencentes à zona em que sua testada frontal estiver voltada.

Art. 38. Todo projeto de qualquer natureza e porte, com uso misto ou não,
situado em lote com testada frontal voltada e/ou cruzada por diferentes zonas urbanas,
serão considerados pertencentes à zona em que sua testada frontal apresentar maior
trecho, respeitados os seguintes critérios:
I – análise, pela Prefeitura, da planta de localização do lote contendo os limites
das zonas urbanas que o envolverem;
II – medição da extensão total da testada frontal do lote;
III – medição dos trechos da testada frontal situada em diferentes zonas;
58

IV – verificação do maior trecho das diferentes zonas.

Art. 39. Nas edificações residenciais e comerciais, os ambientes de uso comum,


tais como: circulações horizontais e verticais (recepções, corredores, escadas e
elevadores) e, além desses, os terraços abertos, pergolados, jardineiras e beirais, serão
computados na Área Total Máxima de Edificação estabelecida para cada zona.

Art. 40. Nas edificações que possuam unidades habitacionais ou comerciais no


pavimento de cobertura, serão estes computados na Área Total Máxima de Edificação
(ATME) e no gabarito máximo estabelecido para cada zona.

Art. 41. Os pavimentos destinados ao uso exclusivo de garagem não serão


computados como Área Total Máxima de Edificação (ATME) e não serão considerados e
computados como gabarito, desde que não ultrapasse 03(três) pavimentos. (Redação dada
pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Parágrafo único. Os edifícios que tenham uso exclusivo como garagens em


todos os pavimentos, deverão obedecer o gabarito da zona onde estiverem localizados.
(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 42. Qualquer construção com altura igual e/ou superior a 12 m (doze metros)
possuirá instalações de pára-raios, obedecidas às disposições legais aplicáveis à matéria.

Art. 43. Os projetos de edificações de quaisquer natureza e escala apresentarão a


marcação das áreas destinadas a estacionamento, guarda e circulação de veículos.

Art. 44. Os estacionamentos ou locais destinados à guarda de veículos indicarão


o sistema de circulação, numeração e dimensões das vagas.

Art. 45. O sistema de circulação adotado será dimensionado de forma a permitir


aos veículos as manobras necessárias e garantir a cada unidade autônoma
(apartamentos, salas, lojas e/ou escritórios) acesso exclusivo às vagas a ela vinculadas.

Art. 46. A dimensão mínima para cada vaga de garagem será de 2,50m (dois
metros e cinquenta centímetros) por 5 m (cinco metros).

Parágrafo único. As vagas para estacionamento ou guarda de veículos poderão


ser descobertas e em pavimentos sob pilotis, em subsolo e/ou pavimentos superiores,
sendo, neste caso, o acesso feito através de rampas, conforme as normas técnicas e
legislação pertinentes.
59

Art. 47. As edificações reservarão áreas para garagens ou estacionamentos de


veículos, obedecidas as dimensões e áreas mínimas, por veículo, constantes desta Lei,
bem como aos seguintes dispositivos: (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

I - para habitações unifamiliares:


a)1 (uma) vaga para habitação com área construída igual ou inferior a
100,00m2 (cem metros quadrados);
b)2 (duas) vagas ou mais para habitação com área construída superior a 100
m2 (cem metros quadrados) ;
II - as edificações de uso habitacional multifamiliar, incluindo as de função mista,
deverão oferecer, no mínimo, 1 (uma) vaga para cada 1 (uma) unidade ou 100 m 2 (cem
metros quadrados) de área construída;
III - para hotéis e outros meios de hospedagem deverá ser reservada 1 (uma)
vaga por grupo de 4 (quatro) unidades;
IV - para motéis deverá ser reservada 1 (uma) vaga para cada apartamento;
V - para os edifícios de salas comerciais e lojas deverá ser reservado, no mínimo,
1 (uma) vaga para cada 20 m2 (vinte metros quadrados) de área construída.
VI - os órgãos públicos deverão reservar 1 (uma) vaga para cada 50 m2 (cinquenta
metros quadrados) de área construída;
VII - os hospitais, clínicas e similares deverão reservar 1 (uma) vaga para cada 3
(três) leitos;
VIII - os estabelecimentos de ensino básico, técnicos e similares deverão reservar
1 (uma) vaga para cada 100 m2 (cem metros quadrados) de área construída;
IX - os ginásios de esportes e estádios deverão reservar 1 (uma) vaga para cada
50 (cinquenta) lugares;
X - os cinemas, teatros e instituições religiosas deverão reservar 1 (uma) vaga
para cada 20 (vinte) lugares;
XI – os empreendimentos residenciais multifamiliares, comerciais, mistos ou
institucionais deverão destinar vagas para veículos de pessoas portadoras de
necessidades especiais, conforme legislação estadual pertinente.
60

CAPÍTULO IX
DAS ZONAS E DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, DAS ÁREAS VERDES
E DO CONTROLE AMBIENTAL DO ESPAÇO URBANO

Art. 48. As áreas e zonas de proteção ambiental são aquelas localizadas em terra
firme, bem como em margens e interiores dos reservatórios de água, lagos, lagoas, rios,
dunas, mangues, campos naturais e áreas inundáveis.

Art. 49. São consideradas áreas de interesse e proteção ambiental as margens e


interiores dos reservatórios de água, nascentes, mangues, encostas, lagos, lagoas, rios,
dunas, áreas inundáveis, as Zonas de Proteção Ambiental de Transição, as Zonas
Proteção Ambiental Integral e as Zonas de Interesse Sanitário, além das Áreas de
Preservação Permanente - APP’s.

§ 1º. Projetos de intervenção, construção, uso e ocupação, particular ou público,


de qualquer natureza e escala, em terrenos que possuam quaisquer dessas
características, ou que façam limite com tais áreas e zonas, somente serão aceitos pela
Prefeitura após aprovação e licenciamento pelo órgão ambiental competente, sem
prejuízos das demais licenças legalmente previstas.

§ 2º. Aos proprietários dos terrenos localizados parcial e/ou totalmente nestas
áreas e zonas caberá a conservação e limpeza dos trechos compreendidos pelas
respectivas divisas.

§ 3º. Os desvios ou tomadas d’água, modificação de seção de vazão, construção


ou reconstrução de muralhas ou muros nas margens, no leito ou sobre os cursos d’água,
córregos ou riachos, canalizados ou não, só poderão ser executados com aprovação do
órgão ambiental competente, sendo proibidas obras ou serviços que possam impedir o
livre escoamento das águas, bem como o acesso público às suas margens.

Art. 50. As obras que provocarem a alteração da formação natural dos rios,
riachos, córregos, elevações físicas e outros acidentes geográficos de relevância
paisagística, deverão ser precedidas de Estudo de Impacto Ambiental – EIA e respectivo
Relatório de Impacto Ambiental – RIMA, bem como de licenciamento pelo órgão ambiental
competente.

Art. 51. Ficam proibidas quaisquer formas de ocupação ou construção nas Áreas
de Preservação Permanente – APP e nas Zonas de Proteção Ambiental Integral, salvo por
interesse público de segurança, implantação de sistema viário e infraestrutura de
saneamento.
61

Parágrafo único. Os projetos deverão ser licenciados pelo órgão ambiental


competente, assim como analisados e aprovados pelo Conselho Municipal de Meio
Ambiente.

Art. 52. Ficam estabelecidos na presente Lei os limites das zonas de interesse e
preservação ambiental, conforme Anexo X (Mapa de Zoneamento do Município de São
José de Ribamar).

Art. 53. REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 54. Poderá ser proibido o corte de árvore ou grupo de árvores situado no
Município de São José de Ribamar, em área pública ou particular, em razão da sua
localização, unidade, beleza, raridade, porte e produção de sementes, ou quando em vias
de extinção no Município.
§ 1º. Declarada a qualidade de vegetação especialmente protegida, através de ato
do Poder Executivo, caberá ao proprietário ou responsável pela área zelar pela
incolumidade da(s) árvore(s) ou plantação arbórea similar, bem como pela prática dos atos
de conservação das mesmas.
§ 2º. Cometerá infração, punida mediante multa, o agente que destruir ou mutilar,
desnecessariamente, a vegetação a que se refere este artigo, nos termos do regulamento.

Art. 55. REVOGADO

Art. 56. REVOGADO

Art. 57. REVOGADO.

Art. 58. A face externa da base da torre de sustentação das Estações de Rádio
Base de Telefonia Celular, Micro células para Reprodução de Sinal e Equipamentos Afins,
deverá estar, no mínimo, a 05 (cinco) metros de distância das divisas do lote onde estiver
instalada. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 59. As Estações de Rádio Base de Telefonia Celular, Micro células para
Reprodução de Sinal e Equipamentos Afins, serão instaladas em coberturas de edifício
com, no mínimo, 03 (três) pavimentos sobre pilotis (térreo/pilotis, primeiro, segundo e
terceiro pavimento), obedecidas as distâncias anteriormente estabelecidas e também o
seguinte:
I – caso o imóvel seja locado, o proprietário do edifício deverá autorizar essa
instalação;
62

II - caso a edificação esteja organizada sob a forma de condomínio, a instalação


deverá ser autorizada pela Assembléia Geral do Condomínio.

Art. 60. A instalação de estação de captação e tratamento de água e de aterro


sanitário deverá ter seu centro geográfico o mais próximo possível do centro geográfico da
zona destinada para essa instalação.

Art. 61. Sem prejuízos das licenças legalmente previstas, os empreendimentos


geradores de tráfego de veículos e de impactos urbanos deverão ser aprovados pelos
órgãos municipais de meio ambiente, urbanismo e infraestrutura urbana.

Art. 62. São empreendimentos geradores de tráfego de veículos e de impactos


urbanos - impacto de vizinhança, aqueles que possam gerar uma sobrecarga na
capacidade da infraestrutura urbana, ou que possam provocar danos ao meio ambiente,
perturbar o sossego e o bem-estar públicos através da poluição da água, do ar e do solo,
bem como poluição sonora e visual, além daqueles que possuam quaisquer das
características estabelecidas pela tabela X.

Tabela X de Empreendimentos Geradores de Trânsito e Tráfego e de Impactos Urbanos


USO / ATIVIDADE ESCALA / ÁREA CONSTRUÍDA
Terminais e estações de transportes, Em qualquer escala e área
universidades e estádios de futebol construída
Cinemas, teatros e Casas de espetáculos Em qualquer escala e área
construída
Centros Comerciais e de Serviços e Shopping Em qualquer escala e área
Center construída
Hospedagem, educação, saúde, clubes de lazer, Em qualquer escala e área
comércio atacadista, comércio varejista, edifícios construída
e centros de serviços
Todas as Atividades e Usos Acima de 5000m²

Art. 63. Os empreendimentos geradores de tráfego de veículo e de impactos


urbanos serão analisados mediante procedimento especial, que se submeterá a duas
etapas:
I – através de meios convencionais dos setores competentes, consoante disposto
nesta Lei;
II – mediante procedimento específico, através de comissão técnica especial a ser
indicada pelo Chefe do Executivo Municipal, conforme exceções previstas nesta Lei.
63

Art. 64. Os empreendimentos geradores de tráfego de veículos e de impactos


urbanos instalar-se-ão em locais servidos por vias de maior capacidade de carga, tais
como corredores primários e corredores estruturais, desde que implantados conforme
estabelecido no Capítulo XIII.

Art. 65. É proibido perturbar o sossego e o bem-estar públicos com ruídos,


vibrações, sons excessivos ou qualquer outro incômodo, produzidos em desconformidade
com os níveis constantes das tabelas XI e XII.

Tabela XI de Limites Máximos Permissíveis de Ruídos por Zona


ZONAS Nível máximo de ruído
ZRs; ZEUs; ZEDR. 60dB
ZDSs; ZC; ZITC; ZPAIs; ZPATs; 65dB
APAs
ZIPAs; ZISs; ZINs; ZIs. 75dB

Tabela XII de Limite de Serviços de Construção Civil


ATIVIDADE NÍVEIS DE RUÍDO
Atividades não confináveis 85 dB para qualquer zona, permitido somente no
horário diurno.
Atividades passíveis de Limites da zona constante na Tabela XI acrescido de
confinamento 5 (cinco) dB no horário diurno.
Limite da zona constante na Tabela XI para os
horários vespertino e noturno nos dias úteis e
qualquer horário nos domingos e feriados.

Art. 66. As obras e serviços de construção civil, de caráter excepcional e


temporário, adotarão os critérios constantes do Anexo XII.

Art. 67. Tais restrições não serão aplicadas às obras e serviços urgentes e
inadiáveis, decorrentes de caso fortuito ou de força maior, acidentes graves ou risco
iminente à segurança e ao bem-estar da comunidade, bem como restabelecimento de
serviços públicos essenciais, como energia elétrica, gás, telefone, água, esgoto e sistema
viário.

Art. 68. As atividades potencialmente causadoras de poluição sonora dependerão


de prévia autorização dos órgãos de Saúde e Meio Ambiente municipal para obtenção dos
alvarás de funcionamento.
64

§ 1º. Dentre as atividades potencialmente causadoras de poluição sonora


destacam-se:
a) casas de comércio ou de diversões públicas, associativas, privadas ou
particulares, como parques, bares, cafés, danceterias, restaurantes, cantinas,
boates, salas de concerto, teatros, cinemas, etc., nas quais haja execução ou
reprodução de números musicais por orquestras, bandas, instrumentos isolados
de som ou aparelhos;
b) pequenas indústrias e oficinas de artesanato, como serralherias, serrarias,
recorte e montagem de pedras e minerais, confecção e oficinas em geral.

§ 2º. As atividades potencialmente causadoras de poluição deverão, além de


outras medidas:
a) possuir instalações adequadas para eliminar ou atenuar a intensidade sonora
de suas execuções ou reproduções, de modo a não causar perturbação ao
sossego e ao bem-estar públicos;
b) apresentar laudo técnico constando croqui de localização;
c) estas atividades só poderão ser realizadas com o devido consentimento dos
vizinhos.

§ 3º. Tais medidas deverão ser efetuadas em relação aos vizinhos confrontantes.

Art. 69. Os níveis de intensidade de sons ou ruídos fixados por esta Lei, bem
como o equivalente método utilizado para a medição e avaliação, obedecerão às
recomendações da NBR ou daquele que o suceder.

Art. 70. Não estão inseridos nas proibições dos artigos anteriores os ruídos e sons
produzidos:
a) por sinos de igrejas ou templos religiosos e/ou meditativos, desde que utilizados
para indicar as horas ou anunciar a realização de atos ou cultos religiosos;
b) por fanfarras e bandas de músicas em procissões, festas juninas, cortejos ou
desfiles cívicos;
c) por sirenes ou aparelhos de sinalização sonora de ambulâncias, carros de
bombeiros ou viaturas policiais;
d) por alarme sonoro de segurança, residencial ou veicular, desde que por tempo
não superior a 15 (quinze) minutos;

Art. 71. Por ocasião do carnaval, e nas comemorações do Ano Novo, serão
admitidas as manifestações tradicionais, ainda que proibidas por esta Lei.
65

CAPÍTULO X
DA HABITAÇÃO E DAS ZONAS DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

Art. 72. Os programas e projetos de interesse social desenvolver-se-ão


preferencialmente nas Zonas de Desenvolvimento Social – ZDS e nas Zonas Especiais de
Interesse Social que serão criadas por decreto do Poder Executivo Municipal , objetivando:
(Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
I – estabelecer padrões especiais de uso e ocupação, que possibilitem a
regularização jurídica e urbanística de assentamentos habitacionais de população de baixa
renda já existentes;
II – adequar a propriedade do solo urbano à sua função social;
III – incentivar a ocupação racional dos espaços urbanos vazios, quando não
corresponderem a área de interesse ambiental, através de parâmetros especiais de uso e
ocupação do solo, de modo a ampliar a disponibilidade de terra para moradia de
população de baixa renda;
IV – evitar o deslocamento dos moradores de baixa renda de áreas beneficiadas
por infra-estrutura urbana;
V – manter, sempre que possível, as edificações existentes;
VI – corrigir situações de risco ocasionadas por ocupações de áreas de risco
instáveis ou impróprias à habitação.

Art. 73. Os programas e projetos de interesse social voltados à habitação


obedecerão aos seguintes critérios básicos:
I – regularizar áreas ocupadas espontaneamente por assentamentos
habitacionais da população de baixa renda, nas quais exista interesse social em promover
a regularização da posse da terra e a sua integração à estrutura urbana;
II – desenvolver propostas para terrenos não edificados, subutilizados ou não
utilizados, voltados à implantação de programas habitacionais de interesse social.

Parágrafo único. Programas habitacionais de interesse social são aqueles


voltados para o desenvolvimento de moradias, bem como as obras de infra-estrutura e
equipamentos a elas vinculados, exceto aqueles da área de transporte coletivo.

Art. 74. Não é permitido o desenvolvimento de projetos de interesse social nas


Áreas de Preservação Permanentes – APP, zonas de proteção ambiental, áreas non
aedificandi estabelecidas pela presente lei, faixas de domínio de linhas de transmissão de
energia e de rodovias.

Art. 75. O projeto de parcelamento de interesse social deve obedecer às


seguintes condições:
I – não é permitido construir:
66

a) nos terrenos com declividade igual ou superior a 30% (trinta por cento), salvo
apreciação técnica que ateste a viabilidade da construção;
b) nos terrenos alagadiços e sujeitos a inundação, a menos que sejam tomadas as
providências de escoamento das águas, sem detrimento do meio ambiente;
c) nos terrenos onde as condições do solo, constantes de laudo técnico, não
aconselharem a construção;
a) nas áreas de interesse ambiental e paisagístico.

II – o sistema viário compreenderá as ruas, vielas e passagens de usos comuns,


que passarão ao domínio público, desde que seja aprovado o projeto de
parcelamento ou urbanização;
III – somente serão aprovados os lotes que tiverem acesso ao sistema viário,
definido anteriormente.

Art. 76. REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 77. REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 78. Os conjuntos habitacionais de Interesse Social terão seus percentuais de


uso, ocupação do solo e sistema viário definidos por decreto do Poder Executivo
Municipal. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)

CAPÍTULO XI
DAS ZONAS ESPECIAIS DE DESENVOLVIMENTO RURAL

Art. 79. As atividades agrícolas desenvolvidas na cidade de São José de Ribamar


serão admitidas nas Zonas Especiais de Desenvolvimento Rural – ZEDR, e em outras
Zonas conforme estabelecem as Tabelas dos Anexos II e III, para promover o
desenvolvimento econômico e social local, o abastecimento do mercado interno com
produtos locais, o controle da densidade populacional e o estímulo à fixação da população
local no Município.

Art. 80. É de responsabilidade do proprietário a conservação ambiental do seu


sítio, propriedade, chácara, lote ou terreno.

Art. 81. Salvo os casos de interesse público, as terras públicas do Município serão
utilizadas para:
I – áreas de reserva ecológica e de proteção ambiental;
II – implantação de cooperativas de produção e interesse social;
67

III – área de pesquisa e experimentos de interesse técnico científico;


IV – projetos que sirvam ao desenvolvimento do Município, respeitando o meio
ambiente e o Plano Diretor.

Art. 82. O Município desenvolverá ações visando à ocupação, mediante sistema


de comodato, em áreas da União e do Estado, para expansão e implantação de projetos
comunitários que visem à produção de produtos hortifrutigranjeiros.

Art. 83. Os produtores instalados nas zonas especiais de desenvolvimento rural


gozam de todos os benefícios, incentivos e isenções tributárias aplicados às zonas rurais e
às atividades agropecuárias.

CAPÍTULO XII
DOS POSTOS DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL E SERVIÇOS AFINS

Art. 84. A autorização para construção e funcionamento de postos de


abastecimento de combustível e serviços será concedida pelos órgãos municipais de
urbanismo, planejamento e meio ambiente, observadas as seguintes condições, sem
prejuízo às demais licenças legalmente exigíveis para a atividade:
I - REVOGADO. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
II – para terrenos de meio de quadra, a testada deverá ser de 30 m (trinta metros),
no mínimo;
III – para terrenos de esquina, a menor dimensão das testadas do terreno não
poderá ser inferior a 25m (vinte e cinco metros);
IV – a distância mínima, medida em linha reta (considerando o raio) entre um
posto de abastecimento de combustível e asilos, creches, hospitais, escolas, quartéis e
templos religiosos não poderá ser inferior a 100 m (cem metros). (Redação dada pela Lei
Comp.nº 27 de 24.08.2012)

Art. 85. As edificações necessárias ao funcionamento dos postos de


abastecimento de combustível e serviços obedecerão às seguintes condições:
I – taxa de ocupação – 30% (trinta por cento) para edificações, sendo que as
coberturas deverão observar a taxa de ocupação de cada zona;
II – taxa de impermeabilidade – até 70% (setenta por cento), entendendo-se aqui
a relação entre a área do terreno edificado ou revestido e sua área total;
III – gabarito máximo – (dois) pavimentos;
IV – recuo frontal – as edificações e os pontos de apoio de cobertura obedecerão
aos recuos mínimos estabelecidos para a zona e não poderão impedir a visibilidade de
pedestres e usuários, devendo atender aos seguintes requisitos:
68

a) a projeção da cobertura ilha de bombas de abastecimento deverá estar


recuadas em no mínimo 7 m (sete metros) do alinhamento predial ou acompanhar o recuo
viário estabelecido na área, o que for maior. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
b) nas zonas em que for facultada edificação no alinhamento predial, será exigido
um recuo de mínimo 7 m (sete metros) do alinhamento predial ou acompanhar o recuo
viário estabelecido na área, o que for maior, tanto para a projeção da cobertura ilha de
bombas quanto para os boxes de lavagem e lubrificação; (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de
24.08.2012)
c) os tanques de armazenamento subterrâneo ou aéreo de combustíveis deverão
atender os mesmos recuos mínimos estabelecidos para as edificações em cada zona;
d) os boxes para lavagem ou lubrificação deverão estar recuados no mínimo 7 m
(sete metros) do alinhamento predial; (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de 24.08.2012)
V – em todo posto de abastecimento de combustível e serviços deverá existir,
além das instalações sanitárias próprias, uma instalação sanitária para uso público,
incluindo uma instalação sanitária adequada a portadores de necessidades especiais.

Art. 86. Para a obtenção do Alvará de Construção de postos de abastecimento de


combustível e serviços junto ao órgão municipal de urbanismo, será necessária a análise
de projetos com a emissão da respectiva certidão de licenciamento preliminar do órgão de
meio ambiente municipal e licença e/ou declaração do atendimento às exigências de
segurança concedida pelo Corpo de Bombeiros.

Art. 87. Para fins de análise e licenciamento ambiental prévio, deverá ser
apresentado ao órgão municipal de meio ambiente, o projeto de construção de postos de
abastecimento de combustível e serviços a serem instalados, contemplando os seguintes
aspectos:
I – planta de detalhe e situação das instalações subterrâneas;
II – planta de detalhe e situação dos sistemas de retenção de resíduos de óleo e
graxas e de tratamento de águas residuais;
III – estudo geológico para implantação dos poços de monitoramento, consistindo
de laudo técnico, perfil geológico do terreno com determinação da profundidade do lençol
freático, planta de localização e perfil construtivo e geológico dos poços de monitoramento;
IV – Relatório de Impacto de Meio Ambiente (RIMA).

Art. 88. Os postos de abastecimento de combustível e serviços já instalados, bem


como as demais atividades que possuam estocagem subterrânea de combustíveis,
deverão regularizar-se através da apresentação regular da Licença de Operação – LO,
enquadramento das exigências desta Lei e apresentação ao órgão do meio ambiente
municipal, no prazo máximo de 06 (seis) meses, a partir da publicação desta lei, a seguinte
documentação:
I – planta das instalações subterrâneas;
69

II – declaração da idade dos tanques de combustíveis, firmada pelo proprietário do


estabelecimento e pela companhia distribuidora.
III – o não atendimento dos requisitos presentes neste artigo implicará em
suspensão da atividade.

Art. 89. Nos postos de abastecimento de combustível e serviços que executarem


lavagem de veículos e lubrificação, os boxes destinados para tais atividades deverão
possuir caixas de retenção de resíduos de areia, óleos e graxas, pelas quais deverão
passar as águas de lavagem antes de serem lançadas à rede pública, conforme padrão
estabelecido pelas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, e, no
caso de desativação da atividade, o empreendimento será obrigado a apresentar Plano de
Encerramento e Atividade a ser aprovado pelo órgão de controle ambiental competente.

Art.90. Os postos de abastecimento de combustível e serviços já instalados,


quando substituírem tanques obsoletos por novos, deverão remover ou,
excepcionalmente, desativar aqueles que estiverem fora das especificações da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

Art. 91. O órgão municipal do meio ambiente manterá cadastro atualizado


referente às condições ambientais dos estabelecimentos de comércio e/ou
armazenamento de combustíveis.

Parágrafo único. As empresas distribuidoras deverão cadastrar os técnicos


responsáveis pelo atendimento junto ao órgão municipal do meio ambiente no que
concerne à situação de risco e/ou acidentes ambientais, no prazo de 06 (seis) meses,
contados da data de publicação desta lei.

Art. 92. As medidas de proteção ambiental para armazenagem subterrânea de


combustíveis líquidos, estabelecidas nesta lei, aplicam-se a todas as atividades que
possuam estocagem de combustível automotor ou subterrânea derivadas do petróleo.

Art. 93. Os postos de abastecimento de combustível e serviços existentes


poderão sofrer reforma e ampliação, desde que atendidas as disposições desta lei.

Parágrafo único. Quando da reforma e ampliação, os postos de abastecimento


de combustível e serviços existentes antes desta Lei ficam isentos de se adequarem às
distâncias estipuladas, porém, ficam os responsáveis obrigados a atender às demais
exigências do presente capítulo.
70

CAPÍTULO XIII
DO TRANSPORTE E DO SISTEMA VIÁRIO

Art. 94. O Sistema Viário Básico de São Jose de Ribamar fica organizado de
forma hierarquizada, constituído por vias existentes e projetadas, classificadas em
Corredores Primários, Vias Estruturais, Binários, Vias Coletoras e Vias Locais.

Art. 95. O Sistema Viário Básico de São Jose de Ribamar apresenta


características e faixas não edificantes mínimas para os Corredores Primários, Vias
Estruturais, Binários, Vias Coletoras e Vias Locais, conforme estabelece a Tabela XIII
contendo Nome, Sigla, Classificação e Faixa Não Edificante das Vias e Trechos Viários, e
a Tabela XIV contendo Objetivos, Funções e Características do Sistema Viário Básico e os
desenhos 1, 2, 3 e 4 constantes do Anexo XV.

Art. 96. Os projetos de ampliação das vias do Sistema Viário Básico de São Jose
de Ribamar deverão respeitar as características e faixas não edificantes mínimas para os
Corredores Primários, Vias Estruturais, Binários, Vias Coletoras e Vias Locais
estabelecidas nas Tabelas XIII e XIV e nos desenhos 1, 2, 3 e 4 constantes nesta lei.

Parágrafo único. As vias do Sistema Viário Básico de São Jose de Ribamar


devem ser ampliadas para garantir a segurança dos usuários, propiciar o melhor fluxo de
veículos, pedestres e bens e, ainda, promover o desenvolvimento social e econômico do
Município.
71

Tabela XIII de Nome, Sigla, Classificação e Faixa Não Edificante das Vias e Trechos Viários
FAIXA NÃO
SIGLA CLASSIFICAÇÃO VIAS E TRECHOS
EDIFICANTE
CP 1 – 201 Corredor Primário 15 m para cada lado a MA 201, Estrada de São Jose de Ribamar, entre o ponto de interseção
1 partir do eixo central com a Rua Saramanta, no bairro da Maiobinha, e a sede do município.
CP 2 – 202 Corredor Primário 15 m para cada lado a MA 202, Estrada da Maioba, entre o Loteamento Village do Cohatrac
2 partir do eixo central até o Loteamento Cohabino I.
CP 3 – 203 Corredor Primário 15 m para cada lado a MA 203, Estrada do Araçagy ou Rua Conselheiro Hilton Rodrigues,
3 partir do eixo central entre o Loteamento Central Park 1 e o Conjunto Parque do Farol.
CE 1 Corredor Estrutural 15 m para cada lado a Avenida Litorânea do Araçagy entre o Condomínio Ilha Mar até o ponto
1 partir do eixo central final dos ônibus da linha Araçagy.
CE 2 Corredor Estrutural 15 m para cada lado a Avenida Atlântica, entre a Avenida Litorânea do Araçagy e a MA 203.
2 partir do eixo central
CE 3 Corredor Estrutural 15 m para cada lado a Via de Ligação entre o Jardim Tropical II e o B5N, envolvendo a
3 partir do eixo central Avenida Projetada J, a Avenida Salustiano Trindade até a Quinta,
Avenida Projetada K, a Rua Sem Denominação 12, a Avenida
Projetada L e a Rua Sem Denominação 13.
CE 4 Corredor Estrutural 15 m para cada lado a MA 201, entre o cruzamento da estrada de acesso à praia de
4 partir do eixo central Panaquatira e centro da Sede.
CE 5 Corredor Estrutural 15 m para cada lado a Via de Ligação entre a Praia do Barbosa e o B8O, envolvendo a
5 partir do eixo central Avenida Beira Mar, a Rua Projetada 7, Travessa do Sol, Rua Sem
Denominação 16, Rua Projetada 8 e Travessa Bom Jesus.
CE 6 Corredor Estrutural 15 m para cada lado a Estrada de acesso à praia de Panaquatira, entre a MA 201 e a praia de
6 partir do eixo central Panaquatira e centro da Sede.
CE 7 Corredor Estrutural 15 m para cada lado a Via de acesso ao Bairro do Caúra entre a Estrada de acesso para
7 partir do eixo central Panaquatira e o cruzamento com a VC7 e VC9.
B1L Binário 1 Leste 15 m para cada lado a Binário 1 Leste, entre a MA-203 e a MA-201, envolvendo as vias Rua
partir do eixo central Sem Denominação 5, Avenida Projetada D, Rua Pau-Brasil, Avenida
Projetada E, Rua Sem Denominação 6, Avenida Projetada F, Rua Sem
Denominação 7, Rua do Fio, Rua Sem Denominação 8, MA-202,
Avenida Projetada G e Rua Sem Denominação 9.
72

Continuação da Tabela XIII: Nome, Sigla, Classificação e Faixa Não Edificante das Vias e Trechos Viários
FAIXA NÃO
SIGLA CLASSIFICAÇÃO VIAS E TRECHOS
EDIFICANTE
B1O Binário 1 Oeste 15, m para cada lado a Binário 1 Oeste, entre a MA-203 e a MA-201, envolvendo as vias existentes:
partir do eixo central Rua Alameda Norte, Avenida Projetada A, Rua Sem Denominação 1,
Avenida Projetada B, Rua sem Denominação 2, Rua do Fio, Rua Sem
Denominação 3, MA-202, Avenida Projetada C e Rua Sem Denominação 4.
B2L Binário 2 Leste 15 m para cada lado a Ligação Viária entre CP1 e B4N, envolvendo a Avenida Mascarenhas de
partir do eixo central Morais até o ponto de interseção com a Rua Rio Grande do Sul.
B2O Binário 2 Oeste 15 m para cada lado a Ligação Viária entre CP1 e B4N envolvendo a Rua Sem Denominação 10 e
partir do eixo central a Avenida Projetada H.
B3L Binário 3 Leste 15 m para cada lado a Ligação Viária entre CP1 e VC5 envolvendo a Rua Sem Denominação 11 e
partir do eixo central a Avenida Projetada I.
B3O Binário 3 Oeste 15 m para cada lado a Ligação Viária entre CP1 e VC5 envolvendo um trecho da Estrada da Boa
partir do eixo central Viagem.
B4N Binário 4 Norte 15 m para cada lado a Ligação Viária Norte entre a Maiobinha e a CE3, envolvendo as vias: Rua
partir do eixo central do Socorrão e a Rua Rio Grande do Sul.
B4S Binário 4 Sul 15 m para cada lado a Ligação Viária Sul entre a Santa Efigênia e o CE3, correspondendo à
partir do eixo central Avenida Paraíso.
B5L Binário 5 Norte 15, m para cada lado a Ligação Viária Norte entre o CE3 e o CE4, envolvendo a Rua Sem
partir do eixo central Denominação 14.
B5O Binário 5 Oeste 15 m para cada lado a Ligação Viária Sul entre o CE3 e o CE4, envolvendo a Rua Sem
partir do eixo central Denominação 15.
B6L Binário 6 Leste 15 m para cada lado a Ligação Viária Oeste entre o B7N e o CE4, envolvendo a Rua Dr. José
partir do eixo central Silva.
B6O Binário 6 Oeste 15 m para cada lado a Ligação Viária Leste entre o B7N e o CE4, envolvendo as vias Rua
partir do eixo central Projetada 2, a Rua Antonio Dino e a Rua Dário Santos.
B7N Binário 7 Norte 15 m para cada lado a Ligação Viária Norte entre o CE5 e o B8L, envolvendo as vias Rua São
partir do eixo central João, Rua Projetada 3, Rua Major Pereira, Rua Projetada 4, Rua Projetada
5 e Rua Alcione Ferreira até a Avenida Panaquatira.
B7S Binário 7 Sul 15 m para cada lado a Ligação Viária Sul entre o CE5 e o B8L, envolvendo a Rua João Alves.
partir do eixo central
B8L Binário 8 Leste 15 m para cada lado a Ligação Viária Leste entre CE4 e o CE5, envolvendo a Rua Humberto de
partir do eixo central Campos.
73

Continuação da Tabela XIII: Nome, Sigla, Classificação e Faixa Não Edificante das Vias e Trechos Viários
CLASSIFICAÇÃ FAIXA NÃO
SIGLA VIAS E TRECHOS
O EDIFICANTE
B8O Binário 8 Oeste 15 m para cada lado a Ligação Viária Leste entre CE4 e o CE5, envolvendo a Rua Bom Jesus.
partir do eixo central
B9L Binário 9 Leste 15 m para cada lado a Ligação Viária Leste entre o CE4 e o B10S, envolvendo a Rua Jomar
partir do eixo central Pereira, a Rua Getúlio Vargas até a intersecção com a Rua São Silvestre
e a própria Rua São Silvestre.
B9O Binário 9 Oeste 15 m para cada lado a Ligação Viária Leste entre o CE4 e o B10S, envolvendo a Rua São João
partir do eixo central Tadeu e a Rua Vitor Malheiros.
B10N Binário 10 Norte 15 m para cada lado a Ligação Viária Norte entre o B90 e a Praia do Barbosa, envolvendo a Rua
partir do eixo central Getúlio Vargas, a Rua Professora Cristina Pereira, a Travessa Garrastazu
Médici, a Rua Garrastazu Médici, a Rua da Campina, a Rua Castelo
Branco e a Rua da Saúde.
B10S Binário 10 Sul 15 m para cada lado a Ligação Viária Sul entre o B9O e a Praia do Barbosa, envolvendo a Rua
partir do eixo central Beira Mar, a Rua Projetada 6, a Av. Garrastazu Médici e a Travessa do
Barbosa.
B11N Binário 11 Norte 15 m para cada lado a Ligação Viária Norte entre o B10N e o CE4, envolvendo um trecho da Rua
partir do eixo central Humberto de Campos.
B11S Binário 11 Sul 15 m para cada lado a Ligação Viária Sul entre o B10N e a Avenida Beira Mar, correspondendo à
partir do eixo central Rua Silva Maia.
VC 1 Via Coletora 1 12 m para cada lado a Avenida General Artur Carvalho, entre o Bairro Santa Rosa e o Parque
partir do eixo central Florenço.
VC 2 Via Coletora 2 12 m para cada lado a Estrada da Vitória, entre o Loteamento Residencial Novo Turu e o
partir do eixo central Loteamento Itapiracó.
VC 3 Via Coletora 3 12 m para cada lado a Avenida Giordano Mochel e Rua do Fio até o Loteamento Cohabiano 10.
partir do eixo central
VC 4 Via Coletora 4 12 m para cada lado a Via de Ligação entre o CE3 e a Zona Rural, envolvendo as vias existentes:
partir do eixo central Avenida Salustiano Trindade, a partir do Bairro da Matinha, Rua Projetada
1 e a Estrada Bom Jardim/Santana e Rua Projetada 2.
VC 5 Via Coletora 5 12 m para cada lado a Via de Ligação entre a B3O e a Praia da Boa Viagem, envolvendo a
partir do eixo central Estrada da Boa Viagem.
VC 6 Via Coletora 6 12 m para cada lado a Estrada do Jararaí, entre o CE3 e a Praia do Jararaí.
partir do eixo central
74

Continuação da Tabela XIII: Nome, Sigla, Classificação e Faixa Não Edificante das Vias e Trechos Viários
FAIXA NÃO
SIGLA CLASSIFICAÇÃO VIAS E TRECHOS
EDIFICANTE
VC 7 Via Coletora 7 12 m para cada lado a Rua Projetada 9, entre o ponto de coordenada UTM
partir do eixo central 605944.67, 9719253.75 e a Rua Projetada 11.
VC 8 Via Coletora 8 12 m para cada lado a Rua Projetada 10, entre o ponto de coordenada UTM
partir do eixo central 606041.36, 9719228.19 e a Rua Projetada 11.
VC 9 Via Coletora 9 12, m para cada lado a Rua Projetada 11, entre a Rua Projetada 9 e o ponto de
partir do eixo central coordenada UTM 606800.69, 9719688.89.
VC 10 Via Coletora 10 12 m para cada lado a Rua Projetada 12, entre a Rua Projetada 9 e o ponto de
partir do eixo central coordenada UTM 606778.70, 9719591.01.
VC 11 Via Coletora 11 12 m para cada lado a Rua Rodrigo J. Prazeres, entre a Rua João Alves e a Rua
partir do eixo central Projetada 4.
VC 12 Via Coletora 12 12 m para cada lado a Rua Nova, entre a Rua João Alves Carneiro e a Rua Major
partir do eixo central Pereira.
VC 13 Via Coletora 13 12 m para cada lado a Rua da Alegria, entre a Rua São João e a Rua 28 de Julho.
partir do eixo central
VC 14 Via Coletora 14 12 m para cada lado a Rua da Alegria, entre a Avenida Gonçalves Dias e a Rua
partir do eixo central João Alves Carneiro.
VC 15 Via Coletora 15 12 m para cada lado a Rua da Avenida, entre a Avenida Gonçalves Dias e a Rua
partir do eixo central Humberto de Campos.
VC 16 Via Coletora 16 12 m para cada lado a Rua 28 de Julho, entre a Rua Humberto de Campos e a Rua
partir do eixo central Silva Maia.
VC 17 Via Coletora 17 12 m para cada lado a Rua Raimundo Genésio Pavão, entre a Rua Getúlio Vargas e
partir do eixo central a Rua Beira Mar.
VC 18 Via Coletora 18 12 m para cada lado a Rua 17 de Novembro, entre a Rua Humberto de Campos e a
partir do eixo central Rua Silva Maia.
VC 19 Via Coletora 19 12 m para cada lado a Rua Jerônimo de Matos, entre Rua da Campina e a Avenida
partir do eixo central Gonçalves Dias.
VC 20 Via Coletora 20 12 m para cada lado a Rua Menino Deus, entre a Praia do Barbosa e a Praça da
partir do eixo central Matriz.
75

Tabela XIV: Objetivos, Funções e Características do Sistema Viário Básico.


CLASSIFICAÇÃO CARACTERÍSTICAS
OBJETIVOS E FUNÇÕES
E NOME PROPOSTAS PARA AMPLIAÇÃO
Corredores São os principais acessos ao município e meios de Direção e sentido duplo, canteiro central,
Primários 1– integração entre este e o restante da Ilha. Possuem duas faixas de rolamentos para cada
MA201, 2–MA-202 intenso e rápido deslocamento de veículos de várias sentido, calçadas laterais, ciclovia e
e 3-MA 203 categorias e portes. Em suas margens existem arborização nas laterais, conforme
ocupações e usos variados, e é preciso conciliar o Desenho 1: Modelo de Corredor Primário
deslocamento rápido dos veículos que se destinam a
longas jornadas com trânsito lento com as atividades
econômicas existentes nas suas margens, com
freqüentes embarques e desembarques de passageiros
e carga e descarga de bens.
Corredores São os principais acessos à praia do Araçagy e meios Direção e sentido duplo, canteiro central,
Estruturais 1 CE 1 de integração desta praia com a MA 203 e demais duas faixas de rolamentos para cada
sentido e direção, calçadas laterais e
e 2 CE 2 regiões do município e da Ilha. Possuem fluxos de
arborização nas laterais, conforme
veículos com picos intensos em feriados e finais de Desenho 2: Modelo de Corredor Estrutural.
semanas e apresentam necessidade de preservação da
função de escoamento, geração de estacionamento e
garantias de segurança para pedestres.
Corredores É a via de ligação entre os binários B4Norte e B4Sul no Direção e sentido duplo, canteiro central,
Estruturais 3 CE 3 Jardim Tropical e os binários B5Norte e B5Sul na vila duas faixas de rolamentos para cada
São José. Possuem potencial para auxiliar a MA 201 e sentido e direção, calçadas laterais e
integrar bairros da região. Apresentam necessidade de arborização nas laterais, conforme
preservar sua faixa não edificante. Desenho 2: Modelo de Corredor Estrutural.
76

Continuação da Tabela XIV: Tabela de Objetivos, Funções e Características do Sistema Viário Básico.
CLASSIFICAÇÃO CARACTERISTICAS
OBJETIVOS E FUNÇÕES
E NOME PROPOSTAS PARA AMPLIAÇÃO
Corredores Estruturais Via de ligação entre o Corredor Primário 1 – CP1 e o Centro Direção e sentido duplo, canteiro central, duas
faixas de rolamentos para cada sentido e
4 CE 4 da sede. É a continuação da MA 201 em escala menor e
direção, calçadas laterais e arborização nas
mais urbana. Apresenta necessidade de preservar sua faixa laterais, conforme Desenho 2: Modelo de
não edificante. Corredor Estrutural.
Todos os Binários 1 São as alternativas possíveis de integrações entre o Direção e sentido único, duas faixas de
Oeste e 1 Leste Corredor Primário da MA 203 com os Corredores Primários rolamentos, e mais faixa para estacionamentos
MA 202 e MA 201 através do próprio município, bem como laterais, calçadas laterais e arborização nas
entre os diversos bairros existentes na região entre estes laterais, conforme Desenho 3: Modelo de
corredores. Em suas margens e entorno existem varias Binário
regiões e bairros residenciais. Apresentam necessidade de
conciliação da função de integração com a segurança de
pedestres e da vizinhança.
Binários 2 Oeste e Integração entre a MA 201 e os bairros do Geniparama e Direção e sentido único, duas faixas de
rolamentos, e mais faixa para estacionamentos
Leste; Binários 3 Oeste outros adjacentes. Há regiões produtoras nos arredores e
laterais, calçadas laterais e arborização nas
e Leste, e Binários 4 apresentam necessidade de conciliação da função de laterais, conforme Desenho 3: Modelo de
Norte e Sul. escoamento com a segurança de pedestres e da Binário
vizinhança.
B 4 Norte e Sul, Integração entre a MA 201 e os bairros do centro da sede. Direção e sentido único, duas faixas de
rolamentos, e mais faixa para estacionamentos
Binários 5 Oeste e Há regiões com usos variados, incluindo residenciais.
laterais, calçadas laterais e arborização nas
Leste, Binários 6 Norte Apresentam necessidade de conciliação da função de laterais, conforme Desenho 3: Modelo de
e Sul, Binários 7 Oeste escoamento com a segurança dos bairros. Binário
e Leste, Binários 8
Oeste e Leste, Binários
9 Norte e Sul, Binários
10 Norte e Sul
77

Desenhos 1, 2, 3 e 4 de Modelos de Vias do Sistema Viário Básico

canteiro
recuo calçada via de rolamento via de rolamento calçada recuo
central
CORREDOR PRIMÁRIO
Faixa non aedificandi" 15m

Desenho 1: Modelo de Corredor Primário


78

Desenho 2: Modelo de Corredor Estrutural

Desenho 3: Modelo de Binário

Desenho 4: Modelo de Via Coletora


79

Art. 97. As edificações lindeiras às vias do Sistema Viário Básico de São Jose
de Ribamar devem obedecer à faixa “não edificante” estabelecida pela hierarquização
deste sistema.

Parágrafo único. As faixas não edificantes estabelecidas por este Sistema


Viário Básico prevalecerão sobre qualquer outro afastamento específico das zonas.

Art. 98. Os projetos de novas vias, loteamentos, conjuntos, condomínios e de


estacionamentos públicos e privados deverão apresentar passeio e caixa de rolamento
com usos compatíveis aos da hierarquia viária e com as dimensões mínimas
estabelecidas nesta Lei.

Art. 99. Os acessos para os novos loteamentos, pólos geradores de tráfegos e


para os empreendimentos de impactos deverão possuir pistas de aceleração e
desaceleração compatíveis com o porte do empreendimento e com a via de sua
localização, conforme desenho 5 de Acesso aos pólos geradores de tráfego.

Desenho 5: Acesso aos pólos geradores de tráfego

Art. 100. As vias dos novos parcelamentos e loteamentos deverão ser


estruturadas de forma hierarquizada e integrada e organizadas espacialmente através de
núcleos urbanos.
§ 1o As vias de acesso a empreendimentos de até 7(sete) hectares e/ou
parcelados em até 250 (duzentos e cinquenta) unidades devem, pelo menos, ser do tipo
Via Coletora – VC, com direção e sentido duplo. (Redação dada pela Lei Comp.nº 27 de
24.08.2012)
80

§ 2o As vias de acesso a empreendimentos de até 35 (trinta e cinco) hectares


e/ou parcelados em até 1.250 (mil duzentos e cinquenta) unidades deverão organizar-se
hierarquicamente em torno de núcleos internos compostos de usos variados conforme as
disposições dessa lei e apresentar como acesso, pelo menos, vias ou um binário do tipo
Corredor Estrutural - CE, sendo cada uma com uma direção e sentido.

Art. 101. Todos os empreendimentos com atividades de embarque e


desembarque de cargas, bens e mercadorias, bem como os geradores de trânsito e
tráfego e os de impactos, devem apresentar acesso de serviço, área de manobras de
veículos de serviço e plataforma de carga e descarga.

Parágrafo único. Ficam aceitos os entendimentos sobre empreendimentos


geradores de trânsito e tráfego e de impactos estabelecidos no Art. 62 desta Lei.

Art. 102. Os lotes de esquina com duas ou mais frentes deverão ter chanfro com
dimensão igual à largura da calçada e de forma perpendicular à bissetriz do ângulo
formado pelos alinhamentos, conforme desenho 6.

Desenho 6: Modelo de chanfro nos lotes de esquina

Art. 103. Os projetos, intervenções, reformas e/ou construções de qualquer


natureza, uso e escala localizados na costa marítima, praias, margens de rios e riachos
81

devem ser submetidos à apreciação da Prefeitura e dos órgãos competentes aos


assuntos de navegação,

Art. 104. Nas Zonas de Interesse Turístico e Cultural – ZITC 1 e 2, Zona de


Proteção Ambiental Integral - ZPAI 7, Zona de Proteção Ambiental de Transição – ZPA 2
e nas Zonas Industriais Navais – ZIN 1 e 2, ficam permitidos os usos relacionados ao
lazer náutico, os ancoradouros e as atividades portuárias, conforme capítulo sobre usos.

Parágrafo único. Os projetos, empreendimentos, obras e reformas devem ser


submetidos à apreciação da Prefeitura e órgãos competentes aos assuntos de
navegação.

Art. 105. Os índices, indicadores e taxas de ocupação e uso dos projetos das
instalações, construções e edificações de interesse portuário e náutico deverão atender
e respeitar as disposições, tabelas, mapas e desenhos integrantes desta Lei.

Art. 106. As instalações, construções e edificações de interesse portuário e


náutico públicas deverão conter terminal de passageiros, terminal de cargas,
abastecimento de embarcações, estaleiros de construção e reparos de embarcações e
áreas e ambientes de apoio, incluindo acessos de veículos e pedestres,
estacionamentos, plataformas de pedestres e cargas, controle e comercialização de
passagens e tickets de transportes de passageiros, bens e mercadorias, segurança de
cargas e passageiros, instalações sanitárias, administração e demais instalações
necessárias.

Art. 107. Constitui falta grave a não obediência ao disposto nesta Lei,
invalidando a aceitação e aprovação de projetos referentes a quaisquer intervenções,
ocupações, usos e obras (reforma e/ou construção), devendo a obra ser embargada,
incontinenti, após a constatação dos fatos.

Art. 108. Para a aprovação de projetos referentes a quaisquer intervenções,


ocupação, uso e obras (reforma e/ou construção) de edificações e conseqüente “Habite-
se” e/ou certificado de aceitação e conclusão de projeto e obra, deve ser apresentada
pelo responsável uma declaração fornecida pelos órgãos competentes comprovando que
foram executadas e cumpridas as determinações do mesmo.

Art. 109. A Prefeitura, em parceria com órgãos competentes estaduais e federais,


deve criar e desenvolver alternativas seguras e viáveis de cruzamento dos rios e da baía
de São Jose de Ribamar, considerando as seguintes preocupações:
I - restrições ambientais;
82

II - movimentação e locais de travessias da população, turistas e veículos;


III - disposições sobre Estrutura Urbana, Zoneamento, Sistema Viário e
Expansão Urbana estabelecidos nesta Lei;
IV – exigências de segurança de transporte;
V – normas de navegação.

CAPÍTULO XIV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E DA EXPANSÃO URBANA

Art. 110. As novas edificações multifamiliares, residenciais, comerciais e/ou


mistas devem possuir as mínimas condições de habitabilidade, estabilidade e segurança,
e, ainda, conter:
I - depósitos coletores de lixo, obedecida à legislação que rege a matéria;
II - dispositivos de segurança contra incêndio.

Art. 111. Consideram-se obras de infraestrutura, para os efeitos desta Lei, a


execução da pavimentação das vias, o sistema de drenagem das águas pluviais, os
sistemas de abastecimento d’água e tratamento de esgoto sanitário, iluminação pública e
arborização.

Art. 112. Os projetos de Interesse Social submetidos à Prefeitura devem


apresentar documento oficial expedido pela Entidade Pública Responsável e
comprometida com o empreendimento, atestando o caráter social do mesmo.

Art. 113. Caberá ao Poder Executivo Municipal exigir, sempre que necessário, a
apresentação de laudos técnicos e/ou apreciações de órgãos públicos municipais,
estaduais e federais, sobre os projetos em análise, anteriormente à emissão do Alvará de
Construção e/ou documento de aprovação.

Art. 114. Dependerá de licença da Prefeitura:


I - a execução de toda obra de construção, reconstrução total ou parcial,
modificação, acréscimo, reforma e conserto de edificações em geral, marquises e muros,
contenção do solo e drenagem;
II - a abertura, regularização, desvio, canalização de valas ou cursos d’água,
perenes ou não;
III - as canalizações e lançamentos de águas pluviais;
IV - o parcelamento de terras, a abertura de logradouros e o remembramento;
V - a demolição;
VI - a movimentação de terra;
VII - as obras de engenharia em geral.
83

Art. 115. Não dependerão de licença as obras e atividades não relacionadas no


artigo anterior, bem como as seguintes, dentre outras que a Lei discriminar e que não
interfiram na segurança de terceiros nem se projetem sobre área de logradouro público,
tais como:
I - a pintura e os pequenos consertos de prédios;
II - a construção de caramanchões e jardins;
III - as obras de reformas e de modificações internas ou de fachadas, sem
acréscimo de área e que não impliquem alterações das áreas comuns das edificações.

Art. 116. Dependerão de licença qualquer modificação de uso das edificações,


a pintura e os pequenos consertos em prédios de interesse cultural ou localizados em
unidades, áreas e zonas de preservação ambiental, as obras públicas executadas direta
ou indiretamente, a exploração mineral do solo ou do subsolo e o assentamento de
máquina, motores e equipamentos.

Parágrafo único. A execução de obras realizadas pelos poderes Público


Federal e Estadual também está sujeita a aprovação, licença e fiscalização.

Art. 117. O Município poderá assumir e executar obras, retomar posse, demolir
ou tomar qualquer providência para a preservação da segurança e do patrimônio público,
em situações de emergência, independentemente de prévio processo administrativo ou
de autorização judicial.

Parágrafo único. O disposto no “caput” deste Artigo não afasta a


responsabilidade civil daqueles que provocarem danos a terceiros.

Art. 118. Constitui infração toda e qualquer ação ou omissão contrária às


disposições desta Lei, ou de outras normas provenientes da Administração Municipal.

Parágrafo único. Será considerado infrator todo aquele que praticar ato, induzir,
auxiliar ou constranger alguém a fazê-lo em desacordo com a Legislação Municipal.

Art. 119. A demolição total ou parcial de edificação ou dependência será exigida


nos seguintes casos:
I - quando a edificação estiver em obras sem a prévia aprovação do projeto e o
respectivo licenciamento;
II - quando a edificação estiver concluída sem a prévia autorização do projeto e
o respectivo licenciamento;
84

III - quando a edificação for executada em desrespeito ao projeto aprovado nos


seus elementos essenciais;
IV - quando a edificação foi julgada como um risco iminente de caráter público, e
o proprietário não tomar as providências determinadas pela Prefeitura para sua
segurança.

Art. 120. O ato do desfazimento, demolição ou remoção não isenta o infrator de


outras penalidades legais previstas.

Art. 121. A expansão urbana da cidade de São José de Ribamar deve respeitar
o desenvolvimento econômico, ambiental e social preocupando-se com:
I – a promoção do crescimento de áreas e bairros próximos às regiões dotadas
de infraestrutura;
II – o estímulo à expansão de maneira integrada à malha urbana e infraestrutura
existente;
III – o respeito às áreas e zonas de preservação ambiental;
IV – o estímulo ao advento da vocação turística local e atividades afins;
V – o estímulo ao desenvolvimento habitacional, moradias de veraneio e de
pequenos e médios empreendimentos;
VI – o crescimento da atividade da construção civil;
VII – a valorização da paisagem natural;
VIII – a promoção e integração de espaços urbanos e naturais;
IX – a promoção, integração e proximidade entre usos institucionais, turísticos,
de serviços, de lazer, comerciais, habitacionais e de transportes;
X – o desenvolvimento de concepções urbanísticas nucleadas e hierarquizadas;

XI – o estímulo ao desenvolvimento de estruturação viária hierarquizada;


XII – a restrição ao surgimento de estruturas urbanas ortogonais;
XIII – o estímulo ao desenvolvimento de estruturas urbanas orgânicas;
XIV – a criação de espaços livres e de recreação em locais centrais das áreas
residenciais e dos bairros;
XV – a garantia da funcionalidade dos meios de transportes;
XVI – a criação de áreas de estacionamento, embarque e desembarque e carga
e descarga;
XVII – a promoção da privacidade, do lazer e da segurança de áreas
residenciais;
XVIII – a conservação das áreas de produção agropecuária nas zonas especiais
de desenvolvimento rural.
85

Art. 122. A expansão e o desenvolvimento urbano de todas as regiões e áreas


da cidade devem ser realizados de forma gradual e conforme as disposições desta Lei.

CAPÍTULO XV
DEFINIÇÕES GERAIS E DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 123. Para os efeitos desta lei, ficaram estabelecidas as seguintes


definições:
ACESSO  Chegada, entrada, aproximação, trânsito, passagem.
AFASTAMENTO  É a menor distância entre duas edificações ou entre
uma edificação e as linhas divisórias do lote onde se
situam. O afastamento é frontal, lateral ou de fundos,
quando estas divisórias forem, respectivamente, a
testada, os lados e os fundos do lote.
AFASTAMENTO  É o afastamento voltado para as áreas de uso social
LATERAL PRINCIPAL ou íntimo como salas e quartos. E busca oferecer uma
maior ventilação e iluminação as essas áreas de
permanência mais prolongada.
AFASTAMENTO  É o afastamento voltado para a iluminação e
LATERAL ventilação das áreas de serviço ou de uso mais
SECUNDÁRIO transitório como cozinhas e banheiros.
ALML  Área Livre Mínima do Lote. Ver: Área Livre do Lote.
ALINHAMENTO  É a linha projetada e locada ou indicada, que limita o
lote em relação à via pública.
ALVARÁ DE  É o documento fornecido pela Prefeitura autorizando a
CONSTRUÇÃO construção de edificações.
ALVARÁ DE  É o documento fornecido pela Prefeitura autorizando o
LOCALIZAÇÃO exercício de uma atividade em local determinado.
ALVARÁ DE  É o documento fornecido pela Prefeitura autorizando a
PEQUENOS construção de pequenas reformas e/ou ampliações,
SERVIÇOS estabelecidas no máximo de até 30% (trinta por cento)
da área já construída.
ANDAR  Qualquer pavimento acima do ré do chão.
ANDAR TÉRREO  É o pavimento ao ré do chão.
APARTAMENTO  É uma habitação distinta que compreende no mínimo
uma sala, um dormitório, um compartimento sanitário e
de banho e uma cozinha.
ÁREA BRUTA  É a área resultante de soma de áreas úteis com as
áreas de seções horizontais das paredes.
ÁREA BRUTA DO  É a soma da área útil do pavimento com áreas de
86

PAVIMENTO seções horizontais das paredes.


ÁREA BRUTA DA  É a soma da área útil da unidade com as áreas das
UNIDADE seções horizontais das paredes que separam os
compartimentos.
ÁREA DESTINADA  É a área destinada à movimentação de pessoas ou
AOS ARRUAMENTOS veículos, compreendendo passeios e caixas de rua.
ÁREA FECHADA  É a área guarnecida por paredes em todo o seu
pavimento.
ÁREA TOTAL MÁXIMA  Área Total Máxima de Edificação, que é a relação
DE EDIFICAÇÃO - máxima entre a área de construção da edificação e a
ATME área do terreno.
ÁREA LIVRE DE  É o espaço, geralmente descoberto destinado à
RECREAÇÃO utilização pública de caráter recreativo.
ÁREA LIVRE DO  É o espaço descoberto, livre de edificações ou
LOTE-AL construções dentro dos limites do lote e que só pode
ter 1/3 de sua área pavimentada.

ÁREA LIVRE MÍNIMA  É o espaço mínimo descoberto, livre de edificações ou


DO LOTE-ALML construções dentro dos limites do lote e que só pode
ter 1/3 de sua área pavimentada.
ÁREA “NON  É a área na qual a legislação em vigor nada permite
AEDIFICANDI” construir ou edificar.
ÁREA ÚTIL  É a área do piso de um compartimento.
ÁREA ÚTIL DO  É a soma das áreas úteis das unidades, com as áreas
PAVIMENTO úteis das partes comuns em um pavimento.
ÁREA ÚTIL DA  É a soma das áreas dos compartimentos, habitáveis
UNIDADE ou não da unidade.
ÁREA INSTITUCIONAL  É o espaço reservado num parcelamento do solo para
implantação de equipamentos comunitários.
ÁREA COMERCIAL  É o espaço reservado num parcelamento para
implantação de comércio local.
ARRUAMENTO  É o espaço destinado à circulação de veículos ou
pedestre.
ARMAZÉM  Ver galpão.
ÁREA DE SERVIÇO  É aquela destinada a atividades de lavagens e enxuga
ou depósito de roupas, existentes nas unidades
residenciais.
BAR  Estabelecimento comercial onde se servem refeições
ligeiras e bebidas, inclusive alcoólicas, em balcões ou
em mesas.
87

BIROSCA  É um estabelecimento comercial para venda de


alimentos a varejo, tipo feira.
BLOCO RESIDENCIAL  Um dos elementos independentes que integram um
conjunto de edifícios residenciais.
CAIXA DE VIÁRIA  Parte do logradouro destinada ao rolamento de
veículos.
CALÇADA  O mesmo que passeio.
CASAS GEMINADAS  São as que tendem paredes comuns, formam um
conjunto arquitetônico único.
CERTIFICADO DE  É o documento fornecido pela Prefeitura que sujeita
CONCLUSÃO DE construtores e loteadores à execução e término das
INFRAESTRUTURA obrigações e dos benefícios inerentes à conclusão de
seu empreendimento e posterior comercialização,
além de permitir a clientes e compradores a obtenção
de imóveis e terrenos com toda a infra-estrutura
necessária ao seu devido uso.
CERTIFICADO  É o documento fornecido pela Prefeitura que
PARCIAL DE demonstra por etapas o que está concluído e o que
EXECUÇÃO DE está a concluir em determinada obra ou serviço de
OBRAS infraestrutura.
CENTRO COMERCIAL  É um edifício ou um conjunto de edifícios, divididos em
compartimentos destinados exclusivamente a
comércio.
CIRCULAÇÃO  Designação genérica dos espaços necessários à
movimentação de pessoas ou veículos.
COBERTURA  É o teto de uma edificação.

COMPARTIMENTO  Diz-se de cada uma das divisões dos pavimentos da


edificação.
CONCENTRAÇÃO  Processo ecológico caracterizado pelo adensamenmto
URBANA da população, de instituições, de atividades
econômicas e outras em qualquer sítio ou núcleo
urbanos.
CONJUNTO  É um agrupamento de habitações isoladas ou
RESIDENCIAL múltiplas obedecendo a uma planificação urbanística
pré-estabelecida.
CONSERTO DE UMA  É o conjunto de pequenas obras de manutenção que
EDIFICAÇÃO não modifica nem substitui a compartimentação e os
elementos construtivos essenciais da edificação, tais
como: pisos, paredes, telhados, esquadrias, escadas,
88

etc.
CONSTRUIR  É o modo geral de realizar qualquer obra nova.
CORREDOR  É a faixa de terreno cortada por vias primárias com
PRIMÁRIO utilização de uso do solo adequado a, principalmente,
serviços e comércio.
DESMEMBRAMENTO  É a subdivisão de glebas em lotes destinados a
edificação, com aproveitamento do sistema viário
existente, desde que não implique a abertura de novas
vias ou logradouros públicos, nem o prolongamento,
modificação ou ampliação dos já existentes.
DIVISA  É a linha que separa o lote das propriedades
confinantes.
EDIFICAÇÕES  São as construções destinadas a abrigar qualquer
atividade humana.
EDIFICAÇÕES  São aquelas que apresentam uma ou mais paredes
CONTÍGUAS contíguas às de outra edificação.
EDIFICAÇÃO  É aquela não contígua às divisas do lote.
ISOLADA
EDIFICAÇÃO DE USO  É aquela destinada a abrigar só uma atividade
EXCLUSIVO comercial ou industrial, apresentando uma única
numeração.
EDIFICAÇÃO DE USO  É a edificação que abriga usos diferentes e, quando
MISTO um deste for uso residencial, o acesso às unidades
residenciais se faz sempre através de circulações
independentes dos demais usos.
EDIFICAÇÃO  É aquela destinada ao uso residencial multifamiliar. O
RESIDENCIAL conjunto de duas ou mais unidades residenciais em
MULTIFAMILIAR uma só edificação.
EDIFICAÇÃO  É aquela que abriga apenas uma unidade residencial.
RESIDENCIAL
UNIFAMILIAR
EDIFÍCIOS DE  O mesmo que edificação multifamiliar.
APARTAMENTOS
EDIFÍCIO COMERCIAL  É aquele destinado a lojas ou salas comerciais que
exigem contato com o público na qual unicamente as
dependências do porteiro ou zelador são utilizadas
para uso residencial.
EDIFÍCIO  É aquele destinado ao uso residencial.
RESIDENCIAL
89

EQUIPAMENTOS  São os equipamentos de interesse geral da


PÚBLICOS comunidade em sentido amplo: educação, cultura,
COMUNITÁRIOS saúde, lazer e similares.

EQUIPAMENTOS  São os equipamentos especificamente vinculados à


PÚBLICOS URBANOS plena realização da vida urbana: abastecimento de
água, serviços de esgoto, energia elétrica, coleta de
águas pluviais, rede telefônica e canalização de gás.
ESCRITÓRIO  Sala ou grupo de salas destinadas a atividades não
diretamente orientadas para o público (ver sede
administrativa).
ESTACIONAMENTO  Local coberto ou descoberto em um lote destinado a
DE VEÍCULOS estacionar veículos.
ESTABELECIMENTO  Edificação pública ou particular destinada à educação
DE ENSINO e ao ensino.
FACHADA PRINCIPAL  É a fachada do edifício voltada para o logradouro ou
para o logradouro principal.

FRENTE OU  Ver testada do lote.


TESTADA DO LOTE
OU TERRENO
FUNDO DE LOTE  É à parte do lote adjacente à divisa ou às divisas de
fundos, não tendo ponto comum com a testada.
GABARITO  É o número de pavimentos permitidos ou fixados para
uma construção ou edificação em determinada zona.
GALPÃO  É a edificação destinada geralmente aos fins
industriais ou comerciais e construída por cobertura e
paredes ou colunas, cuja área é fechada, parcial ou
totalmente, em seu perímetro.
GARAGEM  Área coberta para guarda individual ou coletiva de
veículos.
GLEBA  É a propriedade una individual de área igual ou
superior a 10.000m2 (dez mil metros quadrados).
GRUPAMENTO DE  É conjunto de duas ou mais edificações em um lote.
EDIFICAÇÕES
HABITAÇÃO  É à parte ou o todo de um edifício que se destina a
residências.
HABITAÇÃO  É aquela destinada ao uso residencial de um grupo de
COLETIVA pessoas, normalmente não unidas por laços familiares.
90

HABITE-SE  Denominação comum da autorização especial,


daquela autoridade competente, para utilização de
uma edificação.
HIERARQUIZAÇÃO  Classificação dos elementos ou partes de um sistema
URBANA em escalões ou níveis, em ordem crescente ou
decrescente, segundo um prévio critério de
ordenação, qualitativo ou quantitativo. Por exemplo: na
ordenação do espaço urbano, a hierarquização dos
seus equipamentos é imprescindível a sua plena
utilização e ao conforto de seus usuários.
HOTEL  É a edificação de uso residencial multifamiliar
transitório, servindo as pessoas ou famílias diversas,
cujo acesso é controlado por serviço de portaria,
dispondo de peças de utilização comum adequadas,
podendo ou não servir refeições.
INVESTIDURA  É a incorporação a uma propriedade particular de uma
área de terreno do patrimônio estadual, adjacente à
mesma propriedade que não possa ter utilização
autônoma, com a finalidade de permitir a execução de
um projeto de alinhamento ou de modificação de
alinhamento aprovado pelo órgão competente.
INDÚSTRIA  É aquela que cujo funcionamento podem resultar
INCÔMODA ruído, trepidação, emissão de poeiras, fumos ou
nuvens de poeira, exalação de mau cheiro, poluição
de cursos d’água, podendo constituir incômodo à
vizinhança.
INDÚSTRIA  É aquela que cujo funcionamento pode resultar
POLUENTE prejuízo à saúde da vizinhança, causando poluição.
INDÚSTRIA  É aquela que cujo funcionamento pode resultar perigo
PERIGOSA de vida.
JIRAU  É o piso elevado no interior de um compartimento,
com altura reduzida, sem fechamento ou divisão,
cobrindo apenas parcialmente a área do mesmo e
satisfazendo as alturas mínimas exigidas pela
legislação.
LANCHONETE  Estabelecimento comercial onde se servem refeições
ligeiras e bebidas, exceto as alcoólicas, em balcões ou
em mesas.
LETREIROS  Composição de letras ou palavras para identificação
de uso ou atividade em lote ou edificação.
91

LEVANTAMENTO DO  Determinação das dimensões e todas as outras


TERRENO características de um terreno em estudo, tais como
sua posição, orientação e relação com os terrenos
vizinhos e logradouros.
LICENÇA DE  É a autorização dada pela autoridade competente para
CONSTRUÇÃO execução de obras.
LINHA DE FACHADA  É aquela que apresenta a projeção horizontal do plano
da fachada de uma edificação voltada para o
logradouro.
LOGRADOURO  É toda à parte da superfície do município destinada ao
PÚBLICO trânsito público, oficialmente reconhecida; é designada
por uma denominação.
LOJA  Edificação ou parte desta destinada ao exercício de
uma atividade comercial, industrial ou armazenagem,
geralmente abrindo para o exterior (lote ou logradouro)
ou para uma galeria comercial.
LOTE  Parcela autônoma de um loteamento ou
desmembramento, cujo estado é adjacente ao
logradouro público reconhecido, descrito e assinalado
por CAPÍTULO de propriedade.
LOTEAMENTO  É o aspecto particular de parcelamento da terra, que
se caracteriza pela divisão de uma área ou terreno em
duas ou mais porções autônomas, envolvendo
obrigatoriamente abertura de logradouros públicos,
sobre os quais são testadas as devidas porções, que
passam, assim, a ser denominadas lotes.
MODIFICAÇÃO DE  É o conjunto de obras que, substituindo parcial ou
UMA EDIFICAÇÃO totalmente os elementos construtivos essenciais de
uma edificação, tais como pisos, paredes, coberturas,
esquadrias, escadas, elevadores e outros, modifica a
forma, a área ou a altura de compartimentação.
MOTEL  É a edificação de uso transitório, em especial para
encontros amorosos, onde o abrigo de veículos além
de corresponder ao número de compartimentos para
hóspedes, é contíguo a cada um deles.
“NON AEDIFICANDI”  Proibição de construir ou modificar em determinadas
áreas estabelecidas por Leis, Decretos ou
Regulamentos.
NUCLEAÇÃO  Processo ecológico que, além de compreender a
URBANA concentração em um só núcleo urbano
92

(mononucleação), abrange concentrações em diversos


sítios ou núcleos urbanos (polinucleação). Ver:
concentração urbana.
OFICINAS  É a edificação destinada a conserto ou reparação de
máquinas ou equipamentos.
PARCELAMENTOS DE  Divisão de uma área de terreno em porções
TERRA autônomas, sob a forma de desmembramento ou
loteamento.
PASSEIO  Faixa em geral sobrelevada, pavimentada ou não,
ladeando logradouros ou circulando edificações,
destinada exclusivamente ao trânsito de pedestres.
PÁTIO  Área confinada e descoberta, adjacente à edificação
ou circunscrita pela mesma.
PAVIMENTO  É o conjunto de áreas cobertas ou descobertas de
uma edificação, situada entre o plano de um piso e do
teto imediatamente superior.
PÉ-DIREITO  É distância vertical entre piso e o teto de um
compartimento.
PISO  É a designação genérica dos planos horizontais de
uma edificação, onde se desenvolvem as diferentes
atividades humanas.
PISTA DE  (ver caixa de rua).
ROLAMENTO
POÇOS DE  São espaços descobertos e fechados nas laterais,
ILUMINAÇÃO E existentes no interior das edificações e destinadas a
VENTILAÇÃO iluminação e ventilação dos ambientes contíguos.
POÇOS DE  São espaços descobertos e fechados nas laterais,
EXAUSTÃO existentes no interior das edificações e destinados
exclusivamente à exaustão de banheiros.
PRESTAÇÃO DE  Atividades comerciais que se ocupam da prestação de
SERVIÇOS serviços cotidianos através de ofícios como: sapateiro,
barbeiro, tintureiro, vidraceiro, borracheiro e outros
correlatos.
PROJETO DE  Programa habitacional para população de baixa renda.
INTERESSE SOCIAL
QUADRA  É a área poligonal compreendida entre três ou mais
logradouros adjacentes.
RECUO  É a incorporação ao logradouro público de uma área
de terreno pertencente à propriedade particular e
adjacente ao mesmo logradouro a fim de possibilitar a
93

realização de um projeto de alinhamento ou


modificação de alinhamento aprovado pelo órgão
competente.
RECONSTRUIR  É fazer de novo no mesmo lugar, a primitiva forma de
qualquer parte ou elemento de uma construção.
REFORMA DE UMA  É o conjunto de obras que substitui parcialmente os
EDIFICAÇÃO elementos construtivos essenciais de uma edificação
(tais sejam: pisos, coberturas, esquadrias, escada,
elevadores, etc.), sem modificar, entretanto, a forma, a
área ou altura da compartimentação.
RÉS DO CHÃO  Pavimento térreo ou primeiro pavimento é parte do
edifício que tem o piso do terreno circundante ou a
pouca altura deste.
REMEMBRAMENTO  É o agrupamento de lotes contíguos para constituição
de unidades maiores.
REPARO DE UMA  O mesmo que conserto de uma edificação.
EDIFICAÇÃO
RESTAURANTE  Estabelecimento comercial onde se servem refeições
completas, em mesas ou balcões com assentos,
servindo ou não bebidas alcoólicas.
SALA COMERCIAL  Unidade de uma edificação comercial destinada a
negócios ou profissões liberais que exigem contato
com o público, e geralmente abrindo para circulações
internas desta edificação.
SEDES  Edificações públicas ou privadas destinadas a
ADMINISTRATIVAS escritórios que não exijam contato direto com o
público.
SERVIÇOS PESSOAIS  Aspectos peculiar de prestação de serviços que
prescindem de lojas para sua realização e podem ser
prestados a domicílio. Ex: manicure, massagista,
despachante.
SUBSOLO  É o espaço, com ou sem divisões, situado abaixo do
primeiro pavimento de um edifício e que tenha, pelo
menos, metade de seu pé-direito abaixo do nível do
terreno circundante.
TERRENO  É a propriedade particular, edificada ou não.
TESTADA DO LOTE  É a linha que separa o logradouro público do lote e
coincide com o alinhamento existente ou projetado
pelo órgão competente.
UNIDADE AUTÔNOMA  É à parte da edificação vinculada a uma fração ideal
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de terreno, sujeita às limitações de Lei, constituída de


dependências e instalações de uso privado, destinada
a fins residenciais ou não, assinalada por designação
especial numérica ou alfabética para efeito de
identificação e discriminação.
UNIDADE  É aquela constituída de no mínimo, um compartimento
RESIDENCIAL habitável, um banheiro, uma cozinha e uma área de
serviço.
USOS PERMITIDOS  São os usos normalmente dentro de uma zona e que
não exigem aprovação especial por parte do órgão
competente.
USOS INCENTIVADOS  São os que melhor se adequam dentro de uma zona e
recebem incentivos em índices de uso do solo.
USOS  São usos que não se adequam totalmente dentro de
DESESTIMULADOS uma zona e recebem desestímulos em índices de uso
do solo.
VIA PRIMÁRIA  Também denominada como via arterial ou
preferencial, é aquela destinada a circulação de
veículos entre áreas distantes, com acesso a áreas
lindeiras, devidamente controladas.

VIA SECUNDÁRIA  É aquela que possibilita a circulação de veículos entre


as vias primárias e o acesso às vias coletoras.
VIA LOCAL  É aquela destinada ao acesso direto aos lotes
lindeiros e à movimentação do trânsito local.
VÃO PRINCIPAL  É aquele definido para acesso, iluminação e/ou
ventilação de ambientes de permanência prolongada,
tais como: dormitórios, lojas e áreas de serviço.
VÃO SECUNDÁRIO  É aquele definido para acesso, iluminação e/ou
ventilação de ambientes de permanência transitória,
tais como “halls”, cozinhas e banheiros.
ZONA DE PROTEÇÃO  É a área que pelos seus elementos naturais merece
AMBIENTAL tratamento especial com a finalidade de preservar,
recuperar ou revitalizar o meio ambiente.
ZONA DE RESERVA  É a área considerada de preservação permanente, por
FLORESTAL ser indispensável à proteção de equilíbrio ecológico da
região.
ZONA DE INTERESSE  É a área que, pelas suas características de ocupação
SOCIAL já consolidadas, merece tratamento especial, ou que
permitirá a implantação de cunho social.
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Art. 124. Além das tabelas números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14 e


desenhos de números 1, 2, 3, 4, 5 e 6, integram também a presente lei os mapas 1 e 2
do Zoneamento e Sistema Viário da Cidade de São José de Ribamar e Zoneamento e
Sistema Viário do Centro da Cidade de São José de Ribamar nas escalas 1/50000 e
1/12500 respectivamente.

Art. 125. Após aprovação desta Lei será regulamentada, através de decreto, a
normatização da rotina administrativa de análise, aprovação, expedição de alvará de
construção, fiscalização e expedição de “habite-se” de projetos e empreendimentos
privados e públicos no Município de São José de Ribamar.

Parágrafo único. O decreto normatizará os trabalhos técnicos e administrativos,


levando em conta as seguintes preocupações:
I - estabelecimento dos órgãos, secretarias e departamentos envolvidos no
acompanhamento dos processos, conforme natureza e escala dos empreendimentos e
projetos, bem como suas respectivas atribuições;
II - definição dos fluxos dos processos nos órgãos, secretarias e departamentos
envolvidos de acordo com a natureza e escala dos empreendimentos e projetos;
III - criação da comissão de acompanhamento dos trabalhos técnicos e
administrativos, composta pelos titulares e técnicos dos órgãos e secretarias envolvidos,
bem como suas respectivas representatividades e atribuições, de acordo com a natureza
e a escala dos empreendimentos e projetos.

Art. 126. Serão resolvidos pelo Prefeito os casos omissos na presente Lei, após
emissão de laudo de apreciação e análise técnica pela comissão de acompanhamento
dos trabalhos técnicos e administrativos especificada no artigo anterior.

Art. 127. A Prefeitura baixará ato administrativo sempre que for necessário
estabelecer interpretação ou aplicação de quaisquer dispositivos da presente Lei, que
servirá de norma, geral ou de aplicação de quaisquer dispositivos da presente Lei, ato
esse que servirá de norma geral ou de aplicação particular, em casos semelhantes.
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Art. 128. Os projetos já devidamente protocolados na data anterior à publicação


desta Lei nos órgãos encarregados de sua aprovação e as obras já executadas sem a
devida Licença de Construção reger-se-ão pela Legislação anterior.

Art. 129. São aplicadas as legislações federal e estadual, sem prejuízo das
normas constantes desta Lei, nas questões pertinentes a:
I - proteção de áreas de interesse ambiental e cultural;
II - proteção Paisagística e de recursos hídricos e naturais;
III – garantia da livre circulação de bens e pessoas nos meios, sistemas e
terminais de transportes.

Art. 130. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Art. 131. Revogadas as disposições em contrário.

GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR EM 08


DE NOVEMBRO DE 2007.

LUIS FERNANDO MOURA DA SILVA


PREFEITO MUNICIPAL