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MINISTÉRIO DA DEFESA Manaus, AM, 22 de outubro de 2017

EXÉRC ITO BRAS ILEIRO CONCURSO DE ADMISSÃO


D E C Ex – D E P A LÍNGUA PORTUGUESA
COLÉGIO MILITAR DE MANAUS CADERNO DE PERGUNTAS
6º Ano Ensino Fundamental – 1º Bloco

INSTRUÇÕES
CANDIDATO, LEIA COM ATENÇÃO!

1. Esta prova é composta por 02 (dois) blocos. O primeiro, caderno de perguntas, contém a 1ª questão
(múltipla escolha), com itens numerados de 01 a 20; e o segundo bloco, caderno de redação, contém a
2ª questão (redação), na qual consta apenas o item 21.
2. Este é primeiro bloco da prova, constituído do caderno de perguntas, impresso em 06 (seis) páginas,
inclusive a capa.
3. O segundo bloco da prova, constituído do caderno de redação, impresso em 06 (seis) páginas, inclusive
a capa.
4. A Prova de Língua Portuguesa (1º e 2º blocos) terá duração de 03 (três) horas.
5. O(a) candidato(a) tem 15 (quinze) minutos iniciais para tirar dúvidas quanto à impressão da prova.
Qualquer falha de impressão, de paginação ou falta de folhas deve ser apresentada ao FISCAL DE
PROVA, que a solucionará.
6. Use somente caneta esferográfica de tinta AZUL ou PRETA.
7. Preencha, antes de iniciar a resolução da prova, apenas o campo IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO
do caderno de redação, escrevendo seu NÚMERO DE INSCRIÇÃO e NOME COMPLETO. Em
seguida, assine o seu cartão-resposta.
ATENÇÃO! O campo CÓDIGO, do caderno de redação, será preenchido pela Comissão de
Identificação de Provas. Não identifique, de forma alguma, as outras folhas desta prova.
8. ATENÇÃO! Não se esqueça de que as respostas dos números 01 ao 20, constantes deste caderno de
perguntas, deverão, obrigatoriamente, ser transpostas para o CARTÃO-RESPOSTA.
9. O(a) candidato(a) só poderá sair da sala de aula 45 (quarenta e cinco) minutos após o início da prova.
Não volte à sala de aula, não permaneça no passadiço das salas.
10. O candidato só poderá se ausentar da sala levando o caderno de perguntas,decorrido o tempo total desta.
11. É PROIBIDO: emprestar ou pedir material emprestado, o uso de corretor ou de qualquer meio
eletrônico de comunicação.
12. O uso, ou porte, de meios ilícitos (cola) o desclassificará deste concurso.
13. Ao sair da sala, não esquecer seus pertences.
14. Marque cada resposta com atenção. Para o correto preenchimento do cartão-resposta, observe o exemplo
abaixo:

Em sendo a sua resposta, por exemplo, a letra C, marque o cartão da seguinte maneira,
utilizando-se somente de caneta esferográfica de tinta azul ou preta:

A B C D E

ATENÇÃO!

ESTA PROVA É CONSTITUÍDA DE:


20 (vinte) itens de múltipla escolha = 70% da prova;
01 (um) item de redação = 30% da prova.
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QUESTÃO ÚNICA- MÚLTIPLA ESCOLHA

ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A. PASSE-A PARA


O CARTÃO-RESPOSTA.

OS PEQUENOS MALABARISTAS
Walcyr Carrasco

Paro no semáforo. Um garoto muito desajeitado entra na frente do carro. Começa a agitar dois pedaços
de madeira. Gira um, gira outro. Derruba no chão. Pega e volta a tentar o malabarismo. Vem a luz verde. Ele
corre na minha janela. Quando entrego uma cédula, uma amiga, no banco do passageiro, reclama:
– Você não devia ter dado.
Na minha opinião, não se trata propriamente de esmola:
– Pelo menos, ele está tentando fazer alguma coisa para ganhar
dinheiro. Se continuar insistindo, pode vir a ser até um bom
malabarista.
De fato. Dias atrás, assisti ao desempenho de outro menino,
com três bolas, que as jogava, uma atrás da outra. Até gostei. Minha
amiga explicou didaticamente.
– Existem máfias que exploram esses garotos. Se você der o
dinheiro, estará ajudando os bandidos.
Já ouvi essa acusação muitas outras vezes. É possível, mais
ainda, provável.
– Mas, se eu não der o dinheiro, aí que não estarei ajudando coisa nenhuma.
Houve uma época em que, mal parava no semáforo, alguém jogava um balde d’água no meu vidro.
Depois limpava. Um serviço não pedido que, frequentemente, causava mau humor. Serei franco. Não costumo
andar com dinheiro. Moedas boto em um vidro e depois troco todas de uma vez. Por um motivo simples. As
moedas pesam no bolso. Minha barriga há tempos está pior que a do Papai Noel. As calças escorregam até
embaixo do umbigo. Costumo andar pisando nas barras. Com o peso das moedas, uma ou duas vezes quase
fiquei de cuecas na rua.
Cada vez que alguém jogava água no meu vidro, eu me sentia na obrigação de avisar que não tinha
dinheiro. Recebia de volta um olhar de péssimo humor. Pior, de descrença. Quem passa os dias numa esquina
limpando vidros simplesmente não acredita em um motorista que diz estar sem nenhum trocado.
Do ponto de vista humano, entretanto, sempre considerei mais correta a atitude de querer fazer alguma
coisa para merecer o auxílio. Noite dessas, por exemplo, parei em um viaduto. Um deficiente físico já adulto
bateu no meu vidro. Fiz um gesto para indicar que estava sem nada. Ele começou a gritar comigo. Fugi. Os
meninos malabaristas sorriem, tentam fazer seu espetáculo. Confio que em breve os pequenos paulistanos
também estarão dando verdadeiros shows, embora eventualmente possa haver um ou outro vidro arrebentado
após um show de bolas. Já vi, em outras ocasiões, palhaços maquiados, gente fantasiada. Recentemente,
deparei com um engolidor de fogo. Fiquei bem apavorado enquanto ele engolia chamas no meio da rua. Um
errinho... e até eu poderia estar no meio da fogueira!
Enfim, no futuro um folheto turístico da cidade poderá até fazer referência aos números circenses
exercidos nos semáforos.
Muitas pessoas que conheço compartilham a opinião de minha amiga. Não concordam em pagar pelos
shows de semáforos. O discurso é sempre o mesmo, e não posso negar que tenha sua lógica.
– Essas crianças não deveriam estar na esquina, mas estudando – explica um conhecido.
Concordo. Mas também sou realista. A verdade, só quem sabe, são essas crianças. Talvez o pouco que
consigam seja essencial para sua sobrevivência. Certamente, praticar malabarismo é uma alternativa bem
melhor que assaltar. Mas não tenho certeza do que é certo ou errado nessa situação. Sou só um sujeito que
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anda olhando o mundo com perplexidade cada vez maior. Fico confuso. Tenho vontade de ajudar, de pagar
meu “ingresso” até pelos números malfeitos. Fico pensando: que mundo é este onde mesmo um gesto de
caridade é motivo de dúvida?
(Carrasco, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. São Paulo: Moderna, 2015.)

1º Item – Marque a alternativa cujo trecho sinaliza que o foco narrativo está em 1ª pessoa:

(A) “Um garoto desajeitado entra na frente do carro”. (1º parágrafo)


(B) “Existem máfias que exploram esses garotos”. (6º parágrafo)
(C) “Essas crianças não deveriam estar na esquina, mas estudando”. (14º parágrafo)
(D) “Minha amiga explicou didaticamente”. (5º parágrafo)
(E) “As moedas pesam no bolso”. (9º parágrafo)

2º Item – Marque a alternativa em que aparece um trecho que contenha uma opinião do narrador e não um fato
que se passa com ele:

(A) “Paro no semáforo.” (1º parágrafo)


(B) “Dias atrás, assisti ao desempenho de outro menino...” (5º parágrafo)
(C) “Não costumo andar com dinheiro.” (9º parágrafo)
(D) “As moedas pesam no bolso.” (9º parágrafo)
(E) “... praticar malabarismo é uma alternativa bem melhor que assaltar.” (15º parágrafo)

3º Item – “Os pequenos malabaristas” é um texto em 1a pessoa, com narrador personagem, já que ele participa
dos acontecimentos. Qual alternativa apresenta um trecho que pode comprovar essa afirmação?

(A) “Na minha opinião, não se trata propriamente de esmola”. (3º parágrafo)
(B) “Os meninos malabaristas sorriem, tentam fazer seu espetáculo”. (11º parágrafo)
(C) “É possível, mais ainda, provável”. (7º parágrafo)
(D) “As calças escorregam até embaixo do umbigo”. (9ºparágrafo)
(E) “Se continuar insistindo, pode vir a ser até um bom malabarista”. (4º parágrafo)

4º Item – Pode-se afirmar que o objetivo do narrador é:

(A) mostrar que os meninos malabaristas são o resultado de uma desorganização familiar e social.
(B) refletir sobre a situação das pessoas que apresentam números artísticos nos semáforos.
(C) defender a opinião de que os motoristas têm sempre que dispor de um algum dinheiro para pagar
pelo espetáculo.
(D) dizer que o trânsito das grandes cidades é caótico.
(E) criticar os garotos que apresentam números artísticos nos semáforos.

5º Item – Analisando as principais características do texto lido, pode-se dizer que nele:

(A) predomina o tipo textual narrativo.


(B) a finalidade é descrever um fenômeno.
(C) tem-se uma dissertação sobre o tema.
(D) o eu lírico comenta sobre os menores abandonados.
(E) não há a presença de reflexões sobre o tema por ser um texto narrativo.
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6º Item – Marque a alternativa em que haja referência ao parágrafo no qual se descobre a cidade onde se
passa a narrativa:

(A) Quinto parágrafo.


(B) Nono parágrafo.
(C) Décimo parágrafo.
(D) Décimo primeiro parágrafo.
(E) Décimo quinto parágrafo.

7º Item – Do que se lê no texto, pode-se afirmar que:

(A) os malabaristas podem participar de competições, caso fiquem bons no que fazem.
(B) os deficientes físicos deveriam também fazer alguma apresentação.
(C) é melhor as crianças praticarem malabarismo nos sinais do que roubar.
(D) as moedas pesam muito, por isso se deve distribuí-las entre os meninos que ficam nos sinais.
(E) não se deve dar dinheiro em nenhuma hipótese, mas apenas alimentos.

8º Item –De acordo com a história, o narrador não era contra prestar auxílio financeiro para os garotos
malabaristas, como se pode perceber no trecho:

(A) “Sempre considerei mais correta a atitude de querer fazer alguma coisa para merecer o auxílio.” (11º
parágrafo)
(B) “Um serviço não pedido que, frequentemente, causava mau humor.” (9º parágrafo)
(C) “Cada vez que alguém jogava água no meu vidro, eu me sentia na obrigação de avisar que não tinha
dinheiro.” (10º parágrafo)
(D) “O discurso é sempre o mesmo, e não posso negar que tenha sua lógica.” (13º parágrafo)
(E) “A verdade, só quem sabe, são essas crianças.” (15º parágrafo)

9º Item – Marque a alternativa na qual a palavra em destaque, nos trechos abaixo, não se refira aos
malabaristas:

(A) “Um garoto muito desajeitado entra na frente do carro.” (1º parágrafo)
(B) “Dias atrás, assisti ao desempenho de outro menino.” (5º parágrafo)
(C) “Muitas pessoas que conheço compartilham a opinião de minha amiga.” (13º parágrafo)
(D) “A verdade, só quem sabe, são essas crianças.” (15º parágrafo)
(E) “Ele corre na minha janela.” (1º parágrafo)

10º Item – Assinale a alternativa INCORRETA a respeito do trecho: “Tenho vontade de ajudar, de pagar meu
'ingresso' até pelos números malfeitos” (15o parágrafo):

(A) O narrador diverte-se ao presenciar o show dos malabaristas.


(B) A palavra 'ingresso' é usada para representar a esmola dada pelo motorista.
(C) O uso das aspas na palavra 'ingresso' serve para indicar a falta de outro termo mais apropriado.
(D) O narrador sente-se confortável ao pensar que não está dando uma esmola e sim pagando pelo show
dado pelos meninos malabaristas.
(E) O fato desencadeador do enredo, a apresentação dos malabaristas no semáforo, levou o narrador a
uma profunda reflexão sobre a solidariedade humana.
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11º Item – Assinale a alternativa cuja palavra em destaque expressa a ideia de conclusão:

(A) “Concordo. Mas também sou realista”. (15º parágrafo)


(B) “Fico pensando: que mundo é este...”. (15º parágrafo)
(C) “O discurso é sempre o mesmo, e não posso negar que tenha sua lógica”. (13º parágrafo)
(D) “Enfim, no futuro um folheto turístico da cidade poderá até fazer referência...” (12º parágrafo)
(E) “... se eu não der o dinheiro, aí que não estarei ajudando coisa nenhuma”. (8º parágrafo)

12º Item – Analise o trecho: “Sou só um sujeito que anda olhando o mundo com perplexidade cada vez
maior” (15º parágrafo). Qual palavra poderia substituir a que está em destaque sem prejudicar o sentido
original?

(A) Sou só um sujeito que anda olhando o mundo com espanto cada vez maior.
(B) Sou só um sujeito que anda olhando o mundo com dor cada vez maior.
(C) Sou só um sujeito que anda olhando o mundo com medo cada vez maior
(D) Sou só um sujeito que anda olhando o mundo com desgosto cada vez maior
(E) Sou só um sujeito que anda olhando o mundo com agonia cada vez maior

13º Item – Leia esta frase: “Com o peso das moedas, uma ou duas vezes quase fiquei de cuecas na rua” (9º
parágrafo). Qual a frase cuja expressão destacada tem o mesmo sentido da expressão da frase lida?

(A) Por causa do peso das moedas, uma ou duas vezes quase fiquei de cuecas na rua.
(B) Apesar do peso das moedas, uma ou duas vezes quase fiquei de cuecas na rua.
(C) Através do peso das moedas, uma ou duas vezes quase fiquei de cuecas na rua.
(D) Portanto o peso das moedas, uma ou duas vezes quase fiquei de cuecas na rua.
(E) Tendo como consequência o peso das moedas, uma ou duas vezes quase fiquei de cuecas na rua.

14º Item – Assinale a alternativa em que há a correta correspondência entre as palavras em destaque e o termo
ao qual elas fazem referência:

(A) “Gira um, gira outro”: fazem referência a “dois pedaços de madeira”. (1º parágrafo)
(B) “... que as jogava, uma atrás da outra”: fazem referência a “os malabarismos”. (5º parágrafo)
(C) “Existem máfias que exploram esses garotos”: faz referência a “os bandidos”. (6º parágrafo)
(D) “Fiquei bem apavorado enquanto ele engolia chamas”: faz referência a “deficiente físico”. (11º
parágrafo)
(E) “Não tenho certeza do que é certo ou errado nessa situação”: faz referência a “assaltar”. (15º
parágrafo)

15º Item – Assinale a alternativa em que a palavra “ingresso” se


apresente em uma classe gramatical diferente da que se encontra no
seguinte trecho: “... de pagar meu ingresso, até pelos números mal
feitos” (15º parágrafo).

(A) O ingresso do jogo custava apenas trinta reais.


(B) Eu ingresso no ensino superior em 2018.
(C) O ingresso do cinema foi comprado pela internet.
(D) Uma semana antes da estreia do espetáculo, esgotou-se o
ingresso.
(E) Comprarei meu ingresso do jogo de amanhã.
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16º Item –De acordo com o contexto em que as palavras aparecem, marque a alternativa cuja palavra em
destaque tenha o sentido de tempo:

(A) “...não se trata propriamente de esmola.” (3º parágrafo)


(B) “Minha amiga explicou didaticamente.” (5º parágrafo)
(C) “Certamente, praticar malabarismo é uma alternativa...” (15º parágrafo)
(D) “Quem passa os dias numa esquina limpando vidros simplesmente não acredita...” (10º parágrafo)
(E) “Recentemente, deparei com um engolidor de fogo.” (11º parágrafo)

17º Item – A palavra circenses, que aparece no 12º parágrafo, faz referência:

(A) ao pedido de esmola do deficiente físico.


(B) às apresentações nos semáforos.
(C) à opinião de seus conhecidos.
(D) à lavagem de vidros nos carros.
(E) ao trânsito nas ruas.

18º Item – A pontuação presente no trecho “Um errinho... e até eu poderia estar no meio da
fogueira”(11ºparágrafo) indica que:

(A) o narrador continua sua fala após uma breve hesitação.


(B) há outras vozes presentes no texto.
(C) o narrador interrompe sua fala para conversar com um interlocutor.
(D) o narrador quer isolar uma expressão explicativa.
(E) o narrador interrompe a fala e a ideia permanece inacabada.

19º Item – Releia o primeiro parágrafo do texto. Ele é composto, em sua maioria, por frases curtas e
encerradas por pontos finais, cuja finalidade é indicar:

(A) A pressa e a rapidez do garoto malabarista.


(B) A dificuldade do narrador para iniciar efetivamente a história.
(C) A comoção do motorista em relação ao garoto.
(D) O equívoco do autor ao utilizar pontos ao invés de vírgulas.
(E) O inesperado da cena presenciada: um garoto fazendo malabarismos no trânsito, o que chocou o
narrador.

20º Item – Considere o fragmento: “Recentemente, deparei com um engolidor de fogo” (11o parágrafo).
Atente para a significação do uso da vírgula no trecho acima e assinale a alternativa em que as vírgulas
foram usadas com a mesma finalidade:

(A) “Um serviço não pedido que, frequentemente, causava mau humor.” (9o parágrafo)
(B) “Gira um, gira outro.” (1o parágrafo)
(C) “Se continuar insistindo, pode vir a ser até um bom malabarista.” (4o parágrafo)
(D) “Pior, de descrença.” (10o parágrafo)
(E) “Os meninos malabaristas sorriem, tentam fazer seu espetáculo.” (11o parágrafo)

FIM DO 1º BLOCO