Você está na página 1de 260

R/3 System

________________________________________________________________

1 Administração de qualidade

Administração de qualidade no sistema R/3


O componente de aplicação QM é um módulo do sistema integrado R/3. É possível realizar os
seguintes elementos da administração de qualidade com Módulo QM:

o Planejamento de qualidade
- Dados básicos da administração de qualidade
- Planejamento de controle
o Representação da qualidade
- Controle de qualidade
- Certificado de qualidade
o Acompanhamento de qualidade
- Mensagens de qualidade
- Sistema info QM
O módulo QM utiliza dados mestres - sobretudo registro mestre material - com outros módulos. É
ativado de outros módulos e influencia as execuções em outros módulos. Por isso, desenvolve as
suas funções completas só na ligação com os componentes de aplicação.

o Administração de materiais MM (suprimento, administração de estoques, administração de


depósito)
o Produção PP ou PP-PI
o Vendas e distribuição SD
o Manutenção PM
o Controlling CO
Os seguintes componentes centrais do sistema R/3 são normalmente utilizados em conjunto com
o módulo QM, para aproveitar a sua máxima função:
- meios auxiliares de produção
- controle de modificações para dados mestre da logística
- administração de documentos e arquivo ótico
- classificação
- workflow
- sistema de informação para logística

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 1
R/3 System
________________________________________________________________

Recomendação
O usuário deve informar-se mediante um prospecto "Administração de qualidade no sistema R/3"
sobre o volume de atividade do sistema R/3 para a administração de qualidade. O usuário recebe
este prospecto através do nº de pedido 50011125 (alemão) ou 50011371 (inglês).

Outras observações
É possível obter o guia de implementação para o módulo QM diretamente com ajuda da transação
QCC0.

1.1 Configurações globais


O manual de opções globais compreende várias etapas, que devem ser executadas ao iniciar o projeto de
implementação, antes de se passar para os manuais de funções e etapas de implementação contidas nos
mesmos.
As opções aqui efetuadas, possibilitam ao usuário uma inicialização rápida da implementação do projeto,
todavia será necessário revisar as opções durante a execução do projeto, após os outros capítulos terem sido
processados.

1.1.1 Primeiras etapas

Nesta etapa, o usuário obterá instruções para:


o O manejo do guia de implementação,
o O procedimento durante a implementação,
o As etapas e decisões organizacionais mais importantes.

Recomendação para o manejo do guia de implementação

O usuário deve ler o texto na tela, pois só assim poderá identificar e utilizar as referências gravadas em forma
de "hot spots"!
Em condição de fornecimento, os textos serão exibidos em HTML. Utilizar, em vez disto, a exibição de texto
com SAPscript! Assim, o usuário terá acesso imediato à versão atual do texto e às funções adicionais úteis.
A exibição de texto com SAPscript poderá ser gravada como configuração standard da seguinte maneira:
-> Transação SPRO -> Opções -> Específico do usuário -> Estrutura IMG. Selecionar a exibição de texto
com SAPscript e a exibição da chave de documentos, como proposto pelo sistema.
No texto SAPscript, as referências a outros textos são identificadas como 'hot spots' coloridos. Eles mostram
conceitos do glossário (verde), documentações de campo (amarelo) ou elementos de estrutura do guia de
implementação (roxo ou cinza). Ao clicar a posição colorida no texto, o usuário será conduzido diretamente
ao texto correspondente.
Ao referir-se a elementos de estrutura do guia de implementação, o usuário não deseja somente ler o texto

________________________________________________________________
2 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

referido, mas também identificar em que contexto se encontra a posição em questão. O usuário deseja
também visualizar as tabelas que correspondem ao elemento de estrutura referido. Isto poderá ser obtido com
ajuda do editor SAPscript, da seguinte maneira:
-> Transação SO72, selecionar a categoria de documento SIMG ou CHAP (identificada nas quatro primeiras
posições na chave da estrutura de elementos) e entrar o nome do elemento de estrutura (iniciado na quinta
posição na chave do elemento de estrutura) -> Exibir.
Selecionar no texto a função -> Documento -> Exibição na tela. A partir desta função, chamar a referência do
texto referenciado. O usuário acessa então a estrutura na qual está contido o texto referenciado. O usuário
pode, a partir da estrutura, tanto exibir o texto como processar as tabelas.
O guia de implementação está estruturado de acordo com a função. Processar o capítulo, as seções e as etapas
correspondentes, na seqüência indicada! Neste caso, o usuário será conduzido de acordo com o objetivo e, se
necessário, será auxiliado através de referências do hipertexto à referências cruzadas.

Condições

O guia de implementação para o módulo QM prevê que o usuário siga, em linhas gerais, o modelo de
procedimento independente da aplicação, para a implementação do sistema R/3. Dependendo da extensão do
projeto, o usuário poderá utilizar várias ferramentas de implementação adicionais. Para projetos QM de
dimensões normais, serão suficientes as ajudas oferecidas no guia de implementação.

Opções standard

O sistema possui uma configuração global, com a qual o usuário poderá reproduzir transações comerciais
corriqueiras, sem muitas adaptações. As etapas contidas no guia de implementação são geralmente opcionais
e auxiliam na otimização para o empreendimento.

Atividades

As ações listadas a seguir não devem substituir o modelo de procedimento geral para a implementação R/3.
Elas listam apenas as etapas organizacionais mais importantes que deverão ser observadas no início do
projeto.
Como uma introdução para o trabalho com consultores QM, recomendamos as seguintes reuniões
(workshops):
1. Início (Kick off) do projeto de implementação

Elucidar a extensão da implementação:


- Quais elementos do sistema de administração de qualidade podem receber suporte através dos
componentes do sistema R/3?
- Quais destes componentes pertencem ao módulo QM; quais pertencem a outros módulos do
sistema R/3?
- Quais módulos externos ao sistema SAP devem interagir com o módulo QM?

Elucidar quais departamentos do empreendimento são afetados pela implementação, e de que maneira.
- Quais unidades de organização (principalmente quais centros e quais serviços administrativos) são
afetados pela implementação do módulo QM ou pela integração da administração de qualidade no
sistema R/3?

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 3
R/3 System
________________________________________________________________

- De que maneira os departamentos afetados participam na implementação de QM?

Recomendação:
Formar uma equipe de implementação com pelo menos um administrador efetivo do projeto no
empreendimento que:
- adquira o conhecimento especial necessário sobre as funções da administração de qualidade no
sistema R/3,
- elabore, juntamente com consultores externos e pessoas com poder de decisão no empreendimento,
o conceito técnico do projeto,
- desenvolva protótipos para transações comerciais a serem representadas com o módulo QM e os
atualize no sistema de testes (não deixar esta tarefa instrutiva exclusivamente para consultores
externos!),
- controle e documente as etapas do projeto,
- transmita os conhecimentos especiais aos departamentos afetados pelo projeto de implementação.

O usuário deve certificar-se de que a equipe de implementação tenha acesso a técnicos com
conhecimentos em:
- Módulos que estejam integrados ao módulo QM,
- Componentes centrais como, por exemplo, SAP Business Workflow, se este for utilizado,
- Programação ABAP e sistema de formulários SAPscript.
2. Concepção da representação dos processos empresariais (Business blue print)

Descrever as transações comerciais suportadas pelo R/3-QM:


Determinar o status atual dos processos na empresa, que provavelmente deverão ser auxiliados.
Elaborar o conceito teórico; coordená-lo com os departamentos da empresa afetados.
Descrever, em seguida, um conceito global das transações comerciais; se necessário, detalhar e
corrigir a descrição no decorrer do projeto de implementação.
A descrição das transações comerciais atua como base para planos de teste e instruções de uso, em
fases posteriores do projeto.

Elucidar os níveis de implementação:


- Os componentes do módulo QM e, eventualmente, os outros módulos R/3 relacionados ou os
sistemas externos devem ser implementados imediatamente por completo ou em níveis?
- No caso de implementação em níveis, quais módulos deverão ser implementados adequadamente
em cada fase?

Nota: Os seguintes componentes do módulo QM poderão ser implementados independentemente:


- Controle de qualidade (sem e com planejamento de controle ou entrada de resultados)
- Certificado de qualidade
- Nota de qualidade
- QM no suprimento

________________________________________________________________
4 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Também são possíveis subdivisões dentro destes componentes. A seguir, dois exemplos:
- Controle de qualidade sem e com planejamento de controle ou entrada de resultados,
- Nota de qualidade sem e com utilização do SAP Business Workflow.
3. Esboço de protótipos dos processos empresariais no sistema de testes

Seguir esta seqüência:


a) Desenvolver protótipos para a administração de qualidade na cadeia logística, por exemplo, para a
administração de qualidade no suprimento, se tais funções estiverem contidas na extensão da
implementação. Excluir, neste caso, o processamento do controle de qualidade, a nota de qualidade
e o certificado de qualidade. Com base nos protótipos, informar-se sobre as possibilidades de
controle e processar o customizing correspondente. Neste processo, o customizing de módulos
externos também pode ser afetado.
b) Desenvolver protótipos para os controles de qualidade encontrados na cadeia logística. Com base
nos protótipos, informar-se sobre as possibilidades de controle e processar o customizing:
Para o Processamento de lotes de controle,
Para o planejamento de qualidade, o Planejamento de controle e para os dados básicos
correspondentes.
c) Desenvolver, eventualmente, protótipos para as notas de qualidade encontradas na cadeia logística
e processar o customizing correspondente.
d) Desenvolver, eventualmente, protótipos para os certificados de qualidade encontrados na cadeia
logística e processar o customizing correspondente.
4. Teste dos protótipos através dos usuários e aperfeiçoamento da elaboração
5. Aceitação dos protótipos

1.1.2 Instalar mandante

Nesta etapa, o mandante no sistema de testes será fornecido com opções standard disponíveis para o módulo
QM. Com ajuda desta configuração global, será possível atualizar os dados mestre necessários para os
processos empresariais e testar as funções do módulo QM.
A função proposta será útil, especialmente se
o Em um mandante, estiverem em funcionamento outros módulos R/3 e se o usuário deseja definir
posteriormente as funções QM,
o O usuário deseja, após uma mudança de release, renovar ou completar as opções do sistema em um
mandante atual.

Condições

O mandante foi definido de acordo com as instruções gerais.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 5
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

Se, por algum motivo, o mandante não foi criado como cópia completa do mandante 000, o usuário poderá
transferir os dados básicos contidos no mandante 000 do sistema de entrega e as opções standard do módulo
QM para um outro mandante, com ajuda das transações abaixo listadas.
Atenção:
o Não existem estornos para estas transações!
o As entradas existentes no mandante de destino não serão sobregravadas.
o A proteção de importação automática no mandante de destino será considerada.
o Se o registro de correções automático estiver ativo, o sistema cria, no mandante de destino, uma ordem
de transporte que contenha todas as entradas transferidas (tipo de ordem "transporte de cópia",
processável com a transação SE01). Para transferir os dados aceitos deste modo para os mandantes de
destino subseqüentes ou para os sistemas de destino, basta transportar os objetos contidos na ordem.
O sistema executa as transações somente se o usuário dispuser, no mandante atual, de autorização para a
criação de ordens de transporte e se o sistema de transporte tiver sido corretamente definido.
Para a transferência das opções globais, existem as seguintes transações:
o QCCC opções standard completas,
- com catálogos
- com textos standard
- sem intervalos de numeração
- sem sistemas de amostra
- sem chave de tolerância
- sem formulários
o QCCP opções standard para o planejamento de qualidade
o QCCW opções standard para o controle de qualidade
o QCCZ opções standard para o certificado de qualidade
o QCCM opções standard para a nota de qualidade
- com catálogos relacionados a notas
o QCCU opções standard para o ambiente QM
o QCCK entradas de catálogo (exemplos)
o QCCT textos standard QM_*
O usuário deverá copiar os textos standard utilizados nos formulários para o mandante atual, visto que
não existe nenhum acesso automático ao mandante 000 para os textos standard. Todavia existe, nos
mandantes, um acesso a idiomas, definido na tabela T002C.
o QCCF Formulários QM_*
Não é necessário copiar os formulários no mandante atual, já que o sistema acessa automaticamente o
mandante 000 caso o formulário necessário não exista no mandante atual.
o QCCS sistemas de amostras conforme ISO 2859 e ISO 3951

________________________________________________________________
6 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o QCCY chave de tolerância conforme ISO 0286


o QCCN Intervalos de numeração Q*
Os programas de aplicação só serão executáveis, se os intervalos de numeração existirem no mandante
atual.
No sistema standard, os intervalos de numeração estão definidos de tal modo que, estes geralmente
poderão ser transferidos sem ser modificados através da transação QCCN. Uma transferência automática
dos intervalos de numeração do mandante 000 com a ajuda da transação QCCN poderá levar porém a
inconsistências, caso já existam intervalos de numeração no mandante atual que se sobreponham aos
intervalos contidos no standard. Por isso, a transferência de intervalos de numeração não está contida na
transação QCCC. O usuário deverá certificar-se primeiro se foram instalados no mandante atual
intervalos de numeração diferentes do standard e, neste caso, atualizar manualmente os intervalos de
numeração para
- características de controle e métodos de controle
- gráficos de controle de qualidade
- planos de controle e planos standard QM
- lotes de controle
- amostras físicas e retiradas de amostra
- registros de condição para a determinação de modelo de certificado
- entradas de certificados no suprimento
- números de confirmação da característica
- notas QM
O agrupamento dos tipos de nota e a atribuição dos grupos aos intervalos de numeração devem ser
considerados com especial atenção, tanto durante a atualização manual como durante a
transferência a partir do mandante standard. Vide referência de texto, assim como nota OSS
52390!

Nota técnica: A fim de melhorar o tempo de resposta, o sistema standard está configurado de tal forma
que, o sistema grave em buffer um determinado intervalo de números, durante a atribuição interna de
números. Os números contidos no buffer serão perdidos, caso o programa de aplicação seja encerrado.
Será possível determinar a extensão do buffer de intervalo de numeração mediante a transação SNRO.

Outras observações

Atualização ao invés de inserção:


Caso o usuário deseje sobregravar as opções já existentes no mandante atual com as opções standard do
mandante 000 (em vez de somente completá-las), será possível utilizar a técnica aplicada nas transações
mencionadas acima. Estas transações processam listas técnicas de transporte (files de comando) preparadas
com a ajuda da transação SM29. Para efetuar uma atualização em vez de uma inserção, o usuário deverá
utilizar a transação SCC1 (em vez da transação SM29) ou o report RSCLCCOP em conjunto com as listas
técnicas de transporte gravadas nas transações gravadas acima. No entanto, neste procedimento, o sistema
não registra as entradas transferidas em uma ordem de transporte, como na transação SM29. Através da
transação SCC3 ou através do report RSCCPROT o usuário poderá exibir os protocolos das operações de
cópia.
Transporte para outros mandantes ou sistemas:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 7
R/3 System
________________________________________________________________

o Tabelas de customizing
Todas as tabelas de customizing do módulo QM possuem uma conexão para transporte automática.
o Transporte de dados mestre do módulo QM
Vide nota OSS 61049!
Aconselha-se não transportar dados mestre, mas atualizá-los no sistema destino.
o Transporte de objetos SAPscript
Vide nota OSS 3355!

1.1.3 Atualizar opções preliminares a nível de mandante

Nesta etapa será possível modificar alguns controles centrais.


Estes controles referem-se aos diferentes componentes do módulo QM; por motivos técnicos, os mesmos
foram agrupados em uma única tabela.

Opções standard

Os parâmetros já se encontram predefinidos de forma adequada.

Recomendação SAP

Aceitar primeiramente as opções standard. Ajustar as opções somente se necessário, durante a execução do
projeto de implementação. Verificar novamente as opções antes de seguir para a fase produtiva.

Atividades

Dependendo dos componentes e funções do módulo QM que o usuário deseja utilizar, pode-se determinar
quais das opções mencionadas serão de importância para o usuário. Certificar-se do significado dos campos
nesta tabela, com base na documentaação on-line. Se necessário, ajustar as opções.

Informações suplementares

o O processo referente à determinação do índice de qualidade será tratado em uma etapa própria no
capítulo "Processamento de controle", seção "Encerramento do controle".
o Na seção amostras está dedicada uma etapa própria às regras de avaliação para características de
controle.
A regra de avaliação contida no sistema standard para o controle dinâmico no nível de lotes avalia os
lotes conforme a avaliação de cada umas das características de controle segundo o princípio worst-case.

1.1.4 Instalar unidades organizacionais (centros, ...)

Esta etapa deverá ser executada, caso o módulo QM deva ser utilizado nas unidades organizacionais, que não
estejam contidas no sistema standard.

________________________________________________________________
8 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Somente uma parte da estrutura organizacional é de importância para o módulo QM. A maior parte dos dados
mestre e das tabelas customizing do módulo QM encontram-se no nível do mandante e podem ser utilizadas,
bem como válidas para todas as unidades organizacionais. Uma série de dados mestre e tabelas customizing
estão localizadas no nível do centro. Somente poucas opções customizing referem-se à outras unidades
organizacionais como empresa, depósito ou local de expedição.

Condições

A estrutura organizacional da empresa do usuário está representada no sistema R/3.

Opções standard

No sistema standard somente uma unidade organizacional está previamente atualizada para cada tipo. Por
exemplo: existe somente o centro 0001; por esta razão grandes empresas devem ampliar a estrutura
organizacional consideravelmente.

Recomendação

Uitlizar as entradas de exemplo contidas no sistema standard como modelo. Eliminar as unidades
organizacionais e as entradas da tabela correspondentes transferidas do sistema standard somente após as
etapas abaixo mencionadas terem sido concluídas.

Atividades

Instalar novo centro

Caso o usuário deseje instalar um novo centro, as seguintes opções deverão ser complementadas se as
funções em questão forem utilizadas:
o Intervalos de numeração para
- características e métodos de controle
o opções preliminares para o centro
o arquivamento
o depósitos para amostras
o níveis de controle dinâmico de referência
o tipos de relatórios de mensagens de erro
o controle de impressão para documentação de controle
o parâmetro de cálculo de custos para tipo de ordem-custos QM
o parâmetro de confirmação para ordens de custos de controle
o parâmetro de classificação contábil para ordens de custos dos defeitos
Para os planos de controle, centros de trabalho e meios de controles uma série de opções dependem do centro
como
o grupos do planejador de controle de qualidade

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 9
R/3 System
________________________________________________________________

o perfis para valores propostos


o qualificações para operações de controle
o estratégias de redução
O usuário poderá encontrar os detalhes a respeito no guia de implementação relativo à produção, dados
mestre, centro de trabalho e meio auxiliar de produção.
Será possível indicar um tipo de controle por tipo de ordem e centro para o
o controle na produção
o controle na manutenção
Os seguintes dados mestre serão atualizados a nível do centro:
o Dados QM no material
Se for definido ativo para um material QM no suprimento será necessário inscrever uma chave de
controle em todos os segmentos do centro do registro mestre do material.
o Registros info para o controle do QM no suprimento
o Conjuntos de seleção provenientes de catálogos
Somente após a definição dos conjuntos de seleção para a decisão de utilização-catálogo 3 ter sifo
efetuada a nível do centro, será possível executar as seguintes opções definitivamente:
- Valores propostos para avaliações de ponto de controle na tabela de ponto de controle
- Valores propostos para avaliações de ponto de controle nas opções preliminares a nível do centro
- Valores propostos para a decisão de utilização-conjuntos de seleção no tipo de controle.
o Características de controle
o Métodos de controle
o Planos de controle

Instalar nova empresa

Caso o usuário deseje instalar uma nova empresa, será necessário complementar as seguintes opções:
o Textos do remetente para certificados e relatórios de controle

Outros

Após um novo local ter sido criado a partir do qual os certificados devem ser emitidos (local de expedição,
depósito), o usuário deverá considerar a etapa definir parâmetros de impressão no capítulo certificados de
qualidade, envio de mensagens.

1.1.5 Atualizar opções preliminares a nível de centro

Nesta etapa, o usuário poderá modificar e complementar alguns controles gerais no nível do centro.
Estes controles referem-se ao planejamento e execução de controles de qualidade; por motivos técnicos, os

________________________________________________________________
10 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

mesmos foram agrupados em uma única tabela. Para saber qual das opções será de importância para o
usuário, isso dependerá das funções que o usuário deseja utilizar no âmbito de controle de qualidade.
Certificar-se do significado dos campos nesta tabela, segundo a documentação on-line.

Condições prévias

A fim de poder executar completamente as opções, o usuário deverá ter atualizado os seguintes dados mestre
e tabelas customizing, logo que desejar utilizar as funções em questão:
o dados mestre
- decisões de utilização
- processo de amostra
o tabelas customizing
- importância da característica
- classe de defeitos
- combinações de campos para pontos de controle
- depósitos (em concordância com a administração de estoques)
Serão necessários áreas de contabilidade de custos, centros de custos e tipos de ordem para os custos de
controle e custos de defeitos, caso o usuário deseje entrar custos de qualidade.
Nota: As quantidades transformadas em sucata ou destruídas em um controle de qualidade poderão
ser registradas com base no valor, em determinados centros de custos e estes centros de custos
poderão ser indicados na tabela. Os respectivos registros de estoque na decisão de utilização poderão
ser definidos. A fim de que a atualização de valores seja corrretamente executada nos movimentos de
mercadorias correspondentes, a determinação de contas da administração de materiais deverá ser
definida de forma adequada. Especialmente a modificação de contas deverá estar em controlar para o
tipo de movimento em questão, a fim de que o centro de custos também seja efetivo no lançamento
de contrapartida na contabilidade financeira.

Recomendação SAP

o Aceitar em primeiro lugar, as opções standard do centro 0001 em todos os centros. Verificar estes
valores propostos durante o processamento dos capítulos correspondentes e seções do guia de
implementação.
o Dirigir-se aos responsáveis pela contabilidade ou pela administração de estoques, no que se refere às
opções de apropriação de custos.

Atividades

Verificar as opções contidas no sistema standard antes de prosseguir com a fase produtiva e determinar
definitivamente os valores propostos. Coordenar os dados de configuração com todos os centros em questão.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 11
R/3 System
________________________________________________________________

1.1.6 Autorizações

Nesta seção são determinadas as autorizações para os usuários do módulo QM.

Bases e formas de procedimento

Durante a chamada de funções, o sistema verifica os objetos de autorização contidos nos programas, ou seja,
é verificado se nestes objetos estão contidos campos definidos com valores permitidos. Se este não for o caso,
o processamento será interrompido. A fim de conceder as autorizações necessárias para um usuário, será
necessário executar as seguintes etapas:
o São definidos os valores permitidos dos campos de um objeto de autorização sob a forma de
autorizações.
o A seguir, as autorizações necessárias para a execução de um processo são agrupadas sob a forma de
perfis de autorizações.
Além disso, é possível agrupar os perfis adequados para uma descrição de cargo na forma de perfis
coletivos.
o Estes perfis ou perfis coletivos são atribuídos a um registro mestre de usuários.
o Por fim, o usuário deverá ativar as autorizações, os perfis e os perfis coletivos antes de os mesmos
tornarem-se realmente efetivos.

Administração de autorizações

Com ajuda deste conceito multinível, será possível dividir a administração de autorizações entre várias
pessoas e obter, deste modo, uma certa proteção contra abusos. Diversas pessoas poderão ser encarregadas da
- Atualização de autorizações
- Atualização de perfis e perfis coletivos
- Ativação de autorizações e perfis
- Atualização dos registros mestre de usuários

Níveis de detalhe

Será possível configurar as autorizações em diferentes níveis de detalhe, conforme a fase do projeto na qual o
usuário encontra-se e as exigências que deverão ser preenchidas no que diz respeito à proteção de dados
contra abuso. Neste caso, são apropriados os seguintes níveis:
1. No início da fase de implementação são concedidos direitos de acesso bastante amplos ao grupo de
projeto. Deste modo, pode-se evitar a atualização para cada uma das autorizações e o teste das funções
do sistema não é impedido pela falta de direitos de acesso. Com este objetivo, no sistema standard estão
contidas autorizações amplas e perfis predefinidos.
2. Antes de prosseguir para a fase produtiva, o usuário determina as tarefas de cada usuário ou de grupos
de usuários na forma de descrições de cargos e atribui aos usuários somente os perfis com os quais as
funções do cargo poderão ser executadas. Para isto, existem as seguintes formas de procedimento e
níveis de detalhe:
a) O usuário utiliza o chamado gerador de autorização, o qual gera perfis com base nas descrições de

________________________________________________________________
12 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

atividade sem excessivo trabalho de atualização. A exatidão desta atribuição de autorização é, em


muitos caso, suficiente para o funcionamento produtivo do sistema. Maiores informações podem
ser encontradas na seção Gerador de perfil do guia de implementação de base.
b) O usuário cria descrições de cargo detalhadas e a cada cargo atribui as autorizações individuais
necessárias. Este percurso, que requer uma atualização trabalhosa, será tratado no capítulo
Ambiente, Etapa de trabalho, Autorizações do usuário. As instruções gerais relativas à atualização
de autorizações podem ser encontradas na seção Usuários e autorizações do guia de
implementação para base.

Nota

Na seção "Usuários e autorizações" do capítulo "Base" da biblioteca R/3, o usuário encontra instruções
detalhadas a respeito do manuseio de ferramentas.
No sistema OSS (Online Software Service da SAP) são encontrados, entre outros, comentários relativos ao
tema autorização:
- 82390 Geração do perfil SAP_ALL
- 23342 Encontrar autorizações em falta (SU53)
- 80210 Gerador de autorização

Opções standard

O perfil SAP_ALL concede ao usuário acesso a todas as funções do sistema R/3.


Com o auxílio do perfil Q_ALL contido no sistema standard, são atribuídas autorizações para todas as
funções do módulo QM.
Se o usuário deseja conceder autorizações amplas para o customizing, será possível utilizar os seguintes
perfis:
o S_A.CUSTOMIZ Customizing em geral
o Z_CUSQM01 Customizing no módulo QM
Visto que o módulo QM está integrado aos módulos MM, PP, SD, PM e CO, as opções no customizing
destes módulos também serão influenciadas. A fim de efetuar as opções em questão, é possível
- atribuir o perfil amplo S_A.CUSTOMIZ ao responsável pelo customizing
- atribuir ao responsável pelo customizing do módulo QM os respectivos perfis Z_CUSxx01, onde
xx = MM, PP, SD, PM, CO
- consultar o responsável pelo customizing dos módulos em questão

Atividades

1. Verificar qual forma de administração de autorizações é adequada para os objetivos da empresa, em


geral, e para a administração de controle de qualidade, em particular.
2. Certificar-se de que o administrador do sistema conceda as autorizações necessárias ao grupo de projeto
QM.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 13
R/3 System
________________________________________________________________

1.2 QM na logística
Este capítulo descreve as atividades customizing com as quais a administração de qualidade é controlada nos
processos de logística.
O registro mestre de material é o elemento de integração mais importante para os componentes de aplicação
da logística.
No registro mestre de material (breve: material) está contido o status de material que influencia operações
empresariais importantes na cadeia logística. O status do material é visível em todas as visões de módulos em
questão.
A visão especial da administração de controle de qualidade no material será ativada no customizing para o
tipo de material. A visão QM contém controles para a administração de controle de qualidade no suprimento,
assim como o controle do processamento de controle.

Atividades

Verificar de acordo com os demais módulos de logística em questão se, os propósitos da administração de
controle de qualidade foram realmente considerados no customizing geral para o material. Isto é válido
especialmente para o customizing
o tipo de material
o status do material para MM/PP
o status de distribuição e vendas
o status de retail

Outras observações

O registro mestre de material contém duas funções de status suplementares entre si, as quais tornam-se
efetivas a partir de uma data indicada.
o O status MM/PP controla a nível de mandante ou a nível de organização de vendas as funções
permitidas nos componentes de aplicação Administração de materiais e Produção.
O status de vendas e distribuição controla a nível do mandante ou a nível de organização de vendas quais
funções são permitidas em vendas e distribuição.

1.2.1 QM em Suprimento

Nesta seção são determinadas as funções da administração de qualidade no suprimento do material; as


respectivas opções serão efetuadas no customizing e os dados mestre necessários atualizados.
O módulo QM contém uma série de medidas que podem ser utilizadas em função das necessidades. Estas
funções servem em parte para um determinado material & centro, em parte para um determinado fornecedor,
em parte para uma determinada combinação de material, fornecedor & centro. De acordo com isso, o controle
é em parte gravado no registro mestre de material (material), em parte no registro mestre de fornecedores
(fornecedor), em parte no registro de informações (registro info) para a combinação 'material * fornecedor'.

________________________________________________________________
14 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

(A combinação material * fornecedor é em seguida denominada de relação de fornecimento).

Condições prévias

Os componentes compras e administração de estoques no módulo de administração de materiais (MM)


também deverão estar ativados no sistema R/3.
Para a administração das condições técnicas de fornecimento ou dos acordos QM será necessário o sistema de
administração de documentos.

Recomendação SAP

Coordenar as medidas de administração de qualidade com o planejamento de compras e com a administração


de estoques para material adquirido externamente.

Procedimento

1. Informar-se sobre as funções para a administração de qualidade no suprimento. Determinar quais das
possibilidades são de importância na empresa do usuário, com base nos dados mestre utilizados no
protótipo.
a) Informar-se sobre as funções de controle e sobre os dados contidos na visão administração de
qualidade no registro mestre de material. Recomendação: excluir a opção de controle e considerar
o controle para aceitação como um projeto parcial próprio.
b) Informar-se sobre as funções de controle e dados no registro mestre de fornecedores e no registro
info para material & fornecedor.
c) Observar também todos os controles contidos na tabela customizing correspondente.
2. Formar grupos de material com o mesmo tipo de tratamento no que se refere à administração de
qualidade no suprimento, ou seja, agrupar os materiais adquiridos externamente de tal forma, que todos
os materiais pertecentes a um grupo obtenham os mesmos controles. Recomendação: O usuário deverá
orientar-se pelos agrupamentos de material já efetuados pela administração de materiais.
3. Atualizar as tabelas customizing para a administração de qualidade (QM) no suprimento. Definir em
primeiro lugar, a chave de controle para o suprimento. Dependendo de quais medidas QM o usuário
realmente utilizar, será necessário processar outras etapas como processamento de certificado ou
bloqueio de fornecedor.
4. Atualizar os campos QM nos registros mestre de material.
Notas: a chave de controle para a administração de qualidade no suprimento é válida a nível do centro.
Mediante um código no nível do mandante, o controle de qualidade poderá estabelecer que a chave de
controle seja indicada em todos os segmentos do centro para a administração de qualidade no
suprimento. Com ajuda de um código na chave de controle para o suprimento será possível desativar as
funções de bloqueio.
5. Atualizar os registros mestre de informações QM (registros info QM).
Caso o código acordo QM ou liberação do fornecedor estiver definido na chave de controle do mestre
do material, será necessário atualizar os registros info QM de forma objetiva e relativa ao período, pois
em outro caso, os processos de suprimento seriam dificultados.
6. Atualizar os campos QM nos mestres do fornecedor.
7. Descrever e testar os processos do QM no suprimento para cada um dos grupos de materiais definidos

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 15
R/3 System
________________________________________________________________

acima.

Outras observações

o As opções referentes à função avaliação de fornecedores não serão encontradas aqui, mas sim no guia de
implementação do componente Compras do módulo administração de materiais.
o Observar as possibilidades do processamento do fabricante.
o Controles referente material e centro, especificações gerais
- Status do material da visão MM/PP; este controla a utilidade do material para determinadas
funções da administração de materiais e da produção. Comparar também o status do material da
visão SD que contém uma função de controle correspondente e suplementar para a administração
de qualidade em vendas e distribuição.
- Autorizações para o processamento de determinados grupos de material
- Documentação obrigatória
- Duração do processamento na entrada de mercadorias
o Controles referentes ao material e centro, controle de suprimento
- Dependendo do conteúdo da chave de controle será necessário gravar outras especificações:
- Condições técnicas de fornecimento
- Acordos QM, gravados no registro info QM para relação fornecimento
- Categoria de certificado; controla o processamento de certificado
o Controle para aceitação
A implementação do controle para aceitação está descrita no capítulo controle de qualidade. As
especificações para o processamento de lote de controle são gravadas na tela opção de controle.
o Controles com referência ao fornecedor
- Comprovante do sistema QM
- Permissão do fornecedor com restrições referentes à duração da permissão e quantidade a fornecer.
- Bloqueio do fornecedor.
Existem funções especiais de compras (Tr. MP01) para bloqueios no processamento de fabricante.
- Administração de status para relações de fornecimento
- Funções especiais referentes ao controle de entrada: controle de recebimento nos fornecedores,
skip/isenção de controle

1.2.1.1 Definir chave de controle

Nesta seção são definidas as chaves de controle para o QM no suprimento.


As chaves de controle no mestre de materiais são válidas a nível de centro. Elas contêm os seguintes códigos
de controle, cujas informações poderão ser obtidas na ajuda F1.

________________________________________________________________
16 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

1. Constatar para que grupos de material poderá existir um controle único.


2. Definir as chaves de controle para cada grupo de material.

Outras observações

Outras atividades deverão ser executadas em função da definição da chave de controle:


o Determinar condições técnicas de fornecimento para material e centro
o Determinar acordos sobre asseguramento de qualidade para material, fornecedor e centro
o Liberar material, fornecedor e centro
o Determinar categorias de certificados e atividades de processamentos de certificados

1.2.1.2 Definir processamento de certificados

Nesta etapa são determinadas as categorias de certificados de qualidade e as funções de controle ligadas com
os certificados para a administração de controle de qualidade no suprimento.
A categoria de certificado será gravada no mestre do material a nível do centro.

Nota

Esta etapa será necessária somente se existirem chaves de controle para o QM no suprimento, nas quais o
código certificado obrigatório estiver definido. O sistema informa os fornecedores sobre a obrigatoriedade de
certificado durante as solicitações e pedidos processando os certificados esperados de acordo com os
controles determinados para a categoria de certificado.

Atividades

1. O usuário deverá informar-se sobre as funções de controle ligadas com a categoria de certificado com
base no campo de ajuda F1 e decidir quais destas funções o usuário deseja realmente utilizar.
2. Determinar as funções de controle ligadas com as categorias de certificado.
3. Caso o usuário deseje utilizar o processamento de certificado ampliado com administração explícita da
entrada de certificado, é necessário atualizar um intervalo de numeração para a entrada de certificado.
4. Também é possível receber certificados mediante a transferência de dados. As etapas de implementação
para isso, podem ser encontradas no manual Certificado de qualidade / Processamento de mensagens /
Processamento-IDoc.

1.2.1.3 Definir bloqueio do fornecimento

Nesta seção são definidas as chaves para o bloqueio de relações de fornecimento.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 17
R/3 System
________________________________________________________________

Dependendo de se o bloqueio for válido para todos ou só para determinados materiais de um fornecedor, a
chave de bloqueio encontra-se no mestre de fornecedores ou no registro info de qualidade para a combinação
"material * fornecedor".
A chave controla o bloqueio das seguintes transações comerciais:
o solicitação de cotação
o seleção durante a determinação de fonte de suprimento
o pedido
o entrada de mercadorias
Na chave de controle para o QM no suprimento é definido como o sistema deve reagir no caso de encontrar
um bloqueio:
- com uma informação
- com um aviso
- com uma mensagem de erro

Atividades

1. Determinar juntamente com os departamentos "Compras" e "Administração de estoques" que opções de


bloqueio são utilizadas no seu empreendimento e como o sistema assim como os responsáveis devem
reagir no caso de um bloqueio.
2. Substituir as chaves de bloqueio do sistema standard pelas chaves necessárias no seu empreendimento.
3. Definir o tipo da mensagem de sistema em função do acordo encontrado com os departamentos de
Compras e Administração de materiais.

Informações adicionais

Para o bloqueio de funções de suprimento existem várias possibilidades:


o Bloqueio do fornecedor por motivos gerais (bloqueio de compras)
Este bloqueio impede todas as funções de compras. O usuário determina no mestre de fornecedores se
um tal bloqueio deve ser válido para todas as organizações de compras ou só para determinadas.
o Bloqueio do fornecedor por motivos de qualidade
Este bloqueio impede as funções de suprimento determinadas na chave de bloqueio e é efetivo para
materiais para os quais foi definido o código QM ativo no suprimento.
- Se a chave de bloqueio for definida no mestre de fornecedores, ela é válida para qualquer material
e centro.
- Se a chave de bloqueio for definida no registro info de qualidade, ela só é válida para um
determinado material e centro.
Chaves de bloqueio definidas por motivos de qualidade podem ser desativadas para determinados
centros com a ajuda da chave de bloqueio para o QM no suprimento.

________________________________________________________________
18 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.2.1.4 Definir tipo de documento

Nesta etapa são determinados os tipos de documento para o intercâmbio de documentos de qualidade com
fornecedores.

Opções standard

O sistema standard prevê dois tipos de documentos para o QM no suprimento:


o Q01 Acordos de garantia de qualidade com fornecedores (AGQ)
(Gravado no registro info para a relação de fornecimento material- fornecedor)
o Q02 Condições técnicas de fornecimento (FT)
(Gravado no registro mestre de materiais)
As opções relativas ao tipo de documento foram determinadas e fixadas de modo que,
o As funções de mensagem no suprimento, por exemplo, a impressão do pedido, possam processar estes
tipos de documento. Por esta razão, no sistema standard são permitidos somente textos SAPscript para
estes tipos de documentos,
o Um processo correspondente às normas para documentos de qualidade seja mantido, por exemplo, caso
uma nova versão do documento torne-se necessária se um documento liberado for modificado.
O usuário deve verificar os controles referentes a estes tipos de documento, porém, não deve modificá-los. O
usuário também não deve definir nenhum tipo de documento adicional para o QM no suprimento.
Desde que isso não influencie as funções de mensagem no suprimento, será permitida a modificação das
opções relativas ao tipo de documento, com a finalidade de, por exemplo, definir uma seqüência de status
diferente do sistema standard para este tipo de documento. Com este objetivo, o bloqueio do customizing
para este tipo de documento deve ser suspenso provisoriamente.

Outras observações

Customizing geral dos documentos QM (de administração de qualidade)

o O usuário poderá obter informações gerais sobre os tipos de documento utilizados no módulo QM, no
capítulo "Ambiente", 'Funções centrais', 'Determinar tipos de documento'.
o No manual 'Funções válidas para todas as aplicações', administração de documentos, poderá ser
encontrado o guia completo de implementação para a administração de documentos.
Impressão do pedido

o Se não houver nenhum FT ou AGQ válido e mensagens de aviso relativas às solicitações e pedidos não
tiverem sido respeitadas, não será exibida nenhuma referência FT ou AGQ nas mensagens de
suprimento.
o Caso uma FT ou uma AGQ contenha menos de 2 linhas de texto descritivo, o texto descritivo de uma
linha não será impresso nas mensagens de suprimento. Por este motivo, o usuário deve encerrar textos
de uma só linha com um avanço de linha.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 19
R/3 System
________________________________________________________________

1.2.1.5 Definir sistema QM

Nesta etapa são definidos os modelos para a administração de comprovantes relativa ao sistema de controle
de qualidade (sistema QM) dos fornecedores.
Algumas empresas - especialmente repartições públicas e grandes empresas - exigem um comprovante de
fornecedores onde esteja descrito um sistema QM em funcionamento e eficiente. Especialmente a partir do
reconhecimento geral das normas ISO 9000, várias empresas adquiriram certificados correspondentes de
institutos credenciados. O tipo e a extensão da exposição necessária de sistemas QM depende de cada
empresa. Em virtude disto, existem vários modelos relativos à administração de comprovantes. Muitos dos
requisitos referem-se somente às quantidades parciais dos modelos utilizados e são por este motivo, cobertos
pelos certificados concedidos. A cobertura de requisitos e modelos para a administração de comprovante deve
ser verificada em cada caso através de uma auditoria de sistema.
O usuário poderá definir diversos modelos de requisitos como sistemas teóricos QM e diferentes modelos de
realização como sistemas reais QM. Além disso, o usuário determina para cada sistema real QM quais
sistemas teóricos QM são mais apropriados.
Será possível atribuir uma avaliação aos sistemas reais QM. Esta avaliação não tem função de controle; a
mesma é somente para fins informativos. Com ajuda da avaliação, o usuário poderá diferenciar se, existe um
certificado válido, de qual local provém este certificado ou com qual nota a auditoria do sistema foi aprovada.
Exemplo: um cliente solicita que o fornecedor comprove um sistema QM de acordo com a norma ISO 9003.
O fornecedor dispõe de um certificado com o qual uma administração de comprovante de acordo a norma
ISO 9001 é aprovada com a nota de auditoria >80. No caso mencionado, a comparação entre os dois modelos
resulta em valores equivalentes:
sistema teórico QM 9003 (ISO 9003, com certificado)
sistema real QM 1180 (ISO 9001, com certificado, nota auditoria >80)
atribuição real-teórico 1180 - 9003
É possível atribuir o código isenção de controle para um sistema real de modo que o sistema não gere
nenhum lote de controle para o controle para aceitação.

Recomendação

Orientar-se pelos modelos predefinidos nas respectivas normas, como por exemplo, na seqüência de normas
ISO 9001 até ISO 9003. Evitar uma variedade muito grande de variantes de requisitos.

Atividades

1. Determinar quais são os requisitos relativos aos sistemas QM de fornecedores existentes na empresa do
usuário (sistemas teóricos QM). Observar o seguinte: tais requisitos poderão derivar dos requisitos de
clientes.
Definir os sistemas teóricos QM na tabela.
2. Determinar quais sistemas reais QM são utilizados nos fornecedores. Determinar o esquema de
avaliação, caso o usuário deseje avaliar os sistemas reais QM.
Definir os sistemas reais QM e a avaliação dos mesmos.
3. Atribuir os sistemas teóricos QM aos sistemas reais QM, cujos preencham os requisitos. O mesmo
ocorre em duas etapas:

________________________________________________________________
20 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

a) Efetuar todas as atribuições já evidentes. Exemplo: O modelo de comprovante de acordo com ISO
9001 também preenche os requisitos conforme a norma ISO 9003.
b) Completar a lista de atribuição se necessário, logo que a cobertura dos modelos sistemas QM deva
ser esclarecida com base nos requisitos.

Informações adicionais

Os requisitos para os sistemas QM serão determinados no mestre do material a nível do centro.


O sistema QM realmente existente será determinado no mestre de fornecedores a nível do mandante ou no
registro info QM a nível do centro para a combinação material * fornecedor.
No suprimento (solicitação de cotação e pedido), o sistema verifica se o sistema real QM do fornecedor é
suficiente para o sistema teórico QM para o material. Este orienta-se pela lista de atribuição criada na
atividade 3. Se o requisito não for preenchido, o sistema responde da seguinte forma:
o em solicitações de cotação mediante um aviso
o em pedidos mediante uma mensagem de erro

1.2.1.6 Definir status da relação de fornecimento

Nesta etapa são determinados os esquemas de status para as relações de fornecimento e é atribuido o status
obtido no esquema a um tipo de controle.
Será possível determinar no esquema de status que vários status devam ser processados durante o
fornecimento de um material por um fornecedor, como por exemplo:
o modelo da primeira amostra
o fornecimento repetitivo preliminar
o fornecimento repetitivo
Diferentes tipos de controle com as respectivas utilizações de plano poderão ser atribuídas a estes status. O
sistema seleciona então, tipos de controle e tipos de planos adequados para o status da relação de
fornecimento.

Atividades

1. Determinar quais das relações de fornecimento devem adquirir determinados status e, se necessário,
atualizar os devidos esquemas de status para a categoria de objeto QINF.
O usuário encontra uma descrição detalhada sobre a administração de status utilizada no capítulo
"Ambiente", "Funções centrais", "Esquema de status".
2. Atribuir, se necessário, um tipo de controle, ou seja, uma utilização de plano aos status contidos nos
esquemas de status.
3. Gravar os esquemas de status nos registros info QM (controle para o QM no suprimento) para os
materiais, fornecedores e centros em questão, e definir os atuais status das relações de fornecimento.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 21
R/3 System
________________________________________________________________

Outras observações

Seqüências de status
Cada esquema de status deve obter um status inicial para as relações de fornecimento recém-abertas. Além
disso, será possível determinar outros status e ligar todos estes status ou somente alguns destes com as
seqüências de status atribuindo números de status aos status e determinar para cada status contido na
seqüência um número de status máximo e mínimo atingível.
Se a relação de fornecimento estiver em uma seqüência de status deste tipo, o sistema permite somente um
lote de controle atual por status, ou seja, nenhuma outra entrada de mercadorias será permitida enquanto a
decisão de utilização não tiver sido efetuada para o lote atual.
Na decisão de utilização, o sistema atualiza automaticamente o status obtido na seqüência de status durante a
retirada do lote de controle até que o último status seja atingido. Em caso de rejeição do lote de controle, o
sistema mantém o status adquirido.
Cada status também poderá ser definido manualmente.
Determinação do tipo de controle
O usuário poderá indicar um tipo de controle para cada status.
Durante a geração automática de lote de controle na entrada de mercadorias, o sistema seleciona não o tipo de
controle que está atribuído ao status atual, mas sim, o tipo de controle que pertence ao próximo status
desejado. Ver exemplo.
Se nenhum tipo de controle estiver definido para um status desejado ou o último status obtido em uma
seqüência tiver sido atingido, o sistema seleciona o tipo de controle definido como Variante 01 ou como tipo
de controle preferido para a origem de lote de controle 01.
Este controle do tipo de controle só é efetivo nas seqüências de status. A definição manual de status
individuais (no registro info de qualidade para a relação de fornecimento) que não estejam em uma seqüência
(sem nº de status) não proporciona controle efetivo durante a geração de lotes de controle de entrada. É
necessário criar manualmente o correspondente lote de controle e, adicionalmente, selecionar o tipo de
controle.
Controle de autorização
O usuário responsável pela execução dos registros de entrada de mercadorias necessita de uma autorização
para a modificação de status da relação de fornecimento. Não existindo esta autorização, o sistema seleciona
o tipo de controle preferido ou o tipo de controle definido como variante 01 para a origem do lote de controle
01 durante a abertura do lote de controle.
Por este motivo, uma autorização para objeto B_USERSTAT e para a categoria de objeto QIN será atribuída
a todos os usuários envolvidos em uma abertura do lote de controle no suprimento. Exemplo:
Esquema de status '*'
Ctg. objeto 'QIN'
Chave de autorização ' ' ou '*' se necessário
Atividade '*'
Mediante a indicação da categoria do objeto QIN será garantida a autorização do usuário somente para os
status do usuário durante o processamento do lote de controle.
Enquanto o último status de uma seqüência não tiver sido atingido, não é possível registrar entradas de
mercadorias adicionais no intervalo de tempo entre a abertura de um lote de controle e a decisão de
utilização. É possível contornar este bloqueio do seguinte modo: solicitar a um usuário que não possua
autorização para o objeto B_USERSTAT e para a categoria de objeto QIN que o mesmo efetue o registro da
entrada de mercadorias. Quando esta autorização está ausente, o sistema permite um registro de entrada de

________________________________________________________________
22 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

mercadorias adicional e seleciona o tipo de controle usual durante a abertura do lote de controle.

Exemplo

O mandante de fornecimento 000 recebe, por exemplo, um processamento com primeiras amostras e
amostras repetidas que são submetidas a um controle ampliado em comparação com o controle efetuado para
o fornecimento em série.
Nº Status Ini Min Max Tipo de lote
1 0001 Relaç.fornecimento X 1 5 ' '
2 0002 Primeira amostra 2 3 0101 Controle de amostra
3 0003 Série piloto 2 4 01 Controle de entrada
4 0004 Série 1 4 ' ' -> 01 Control.entrada
5 0005 Amostra repet.requer. 1 6 ' '
6 0006 Amostra repetida 6 7 0101 Controle de amostra
7 0007 Série 5 7 ' ' -> 01 Control.entrada
Após ter inscrito o esquema de status no registro info de qualidade para a relação de fornecimento, o sistema
define automaticamente o status inicial "Relação de fornecimento aberta" e atualiza o status depois de cada
controle de entrada com êxito, começando com o status "Primeira amostra" até o último status "Série"
contido na seqüência. Se um lote de controle for rejeitado, o status atingido permanece. No status "Relação de
fornecimento aberta", o sistema seleciona o tipo de controle determinado para o status "Primeira amostra"
desejado e procura um plano de controle com a utilização de plano predefinida no tipo de controle.
Se o usuário desejar controlar uma amostra repetida, deverá definir manualmente no registro info de
qualidade primeiro o "Status inicial" e depois o status "Amostra repetida requerida". Na próxima entrada de
mercadorias o sistema abrirá, então, um lote de controle com o tipo de controle determinado para a amostra
repetida e buscará um plano de controle com a utilização do plano predefinida no tipo de controle. Depois
que o lote de controle tiver sido encerrado através de uma decisão de utilização com avaliação 'Aceitação', o
status do registro info de qualidade passa para o status "Série".

1.2.1.7 Definir variantes de lista

Nesta etapa de trabalho são definidas variantes de lista para a atualização coletiva dos registros info de
qualidade
Variantes são definidas através uma função de visão de lista. A técnica e o procedimento referentes às
mesmas, estão descritas no capítulo ambiente, ferramentas, definição de lista.

1.2.2 QM na produção

As opções tratadas na seção planejamento de qualidade / dados básicos também são válidas para o
planejamento de qualidade na produção; assim não há nenhuma outra opção excepcional.
As opções tratadas nos manuais controle de qualidade e nota de qualidade também são válidas na produção.
Observar em especial, a seção controle de qualidade na ordem de produção.
O planejamento de controle em roteiros, planos de linha e receitas mestre oferece a possibilidade de definir

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 23
R/3 System
________________________________________________________________

pontos de controle e as respectivas quantidades parciais.


O usuário poderá atribuir lotes parciais às quantidades correspondentes a determinados pontos de controle
(relação n:1), efetuar a decisão de utilização mediante os lotes parciais e ativar automaticamente as ações
subseqüentes com a decisão de utilização. Ao administrar os estoques em lotes, será possível atribuir lotes
parciais aos lotes (relação n:1).
Se os controles de qualidade na produção forem executados com base em pontos de controle, será possível
entrar não somente os resultados de controle, como também confirmar os dados reais para a ordem de
produção. Considerar as opções na chave de controle da operação (confirmação) bem como as opções para o
tipo de ordem e para a confirmação da ordem.
Existe uma série de opções a serem efetuadas pelo próprio planejamento de produção dependendo da
categoria de produção e das funções desejadas. Mais detalhes a respeito podem ser encontrados nos guias de
implementação correspondentes para a produção e para o planejamento de produção na indústria de processo.
Estabelecer se é desejado efetuar o acesso à liberação do processo de produção com ajuda do status MM/PP.
Coordenar, eventualmente, o procedimento com a produção e contribuir na definição de status.

1.2.3 QM em Vendas e Distribuição

Para o controle da administração de controle de qualidade em vendas e distribuição, o módulo QM oferece


um registro info para a relação de fornecimento, ou seja, para as categorias de objeto cliente ou cliente &
organização de vendas & material.
O registro info oferece as seguintes possibilidades:
o Será possível determinar se, lotes de controle devem ser abertos para um fornecimento e como o
controle será integrado no fornecimento.
As opções necessárias podem ser efetuadas no capítulo controle de qualidade, processamento de
controle, abertura de lote de controle, controle em vendas e distribuição.
o O usuário poderá gravar documentos a serem administrados na
administração geral de documentos. Mais detalhes a respeito podem ser encontrados no capítulo
ambiente, funções centrais, tipos de documento. Instruções gerais sobre a configuração da administração
de documentos podem ser encontradas no manual funções para todas aplicações, administração de
documentos do guia de implementação.
Nos dados de vendas e distribuição do material será possível definir um status com o qual será controlada a
liberação das funções de vendas e distribuição. O status do material é definido em função da organização de
vendas e canal de distribuição; o status torna-se efetivo a partir de uma data predefinida. Este status de vendas
e distribuição do material complementa o status do material do ponto de vista MM/PP, com o qual é
controlada a liberação das funções da administração de materiais e produção.
É possível incluir certificados de qualidade no fornecimento. Para estas funções existe um guia próprio no
capítulo certificados de qualidade.

1.3 Planejamento de qualidade


Este manual descreve o customizing do planejamento de qualidade.

________________________________________________________________
24 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

No sentido restrito, o conceito "planejamento de qualidade" compreende, no módulo QM, o planejamento de


controle de qualidade e os dados básicos por ele utilizados.
No sub-capítulo característica de controle, estão contidas informações fundamentais adicionais sobre o
customizing e a atualização de registros mestre da característica de controle, que também poderão ser
transferidos para outras categorias de registro mestre.
No sub-capítulo planejamento de controle, o usuário encontrará informações fundamentais relativas à forma
de procedimento.
No sub-capítulo amostras e SPC estão contidas informações fundamentais sobre o planejamento de amostras
e do controle estatístico de processos utilizando gráficos de controle de qualidade.

Atividades

Devido ao conhecimento adquirido com a criação de protótipos para as transações comerciais suportadas pelo
módulo QM, o usuário determina detalhadamente a atualização dos dados mestre e das respectivas opções de
tabela.
1. Selecionar os dados mestre necessários para a utilização do QM-R/3 e determinar a seqüência lógica
para a atualização do mesmo.
a) Constatar quais dados mestre serão utilizados na implementação do volume de funções desejado.
Logo que o usuário tenha se decidido por uma implementação em etapas, o mesmo deverá
constatar quais dados mestre deverão ser colocados à disposição para estas etapas.
b) Exibir quais dados básicos serão transferidos para outros dados mestre. Definir, de acordo com
estes dados, a seqüência lógica para a atualização dos dados mestre.
2. Planejar a atualização dos dados mestre.
a) Determinar a utilização dos campos dos dados mestre; será necessário determinar especialmente
nomenclaturas para as chaves mnemônicas e campos de pesquisa. Verificar se a ajuda para
pesquisa deverá ser ajustada.
b) Calcular a estrutura quantitativa dos dados mestre. Caso seja possível a transferência automática de
alguns dados mestre, como por exemplo, planos de controle, o usuário deverá preparar os
utilitários para esta transferência.
c) Estabelecer quem será o responsável pela atualização dos dados mestre e qual a capacidade de
atualização a ser colocada à disposição. Estipular a complexidade da atualização manual dos dados
mestre. Ajustar as capacidades à disposição com a estrutura quantitativa e com as datas previstas.
Analisar os caminhos que possam influenciar os prazos.
3. Iniciar, dentro do prazo previsto, o tratamento de
a) opções da tabela
b) atualização manual dos dados mestre
c) transferência de dados e da atualização manual posterior

Outras observações

No sistema R/3, os resultados do planejamento de qualidade - ou seja, do total de todos os planejamentos de


qualidade - serão gravados em forma de dados mestre. Deve-se diferenciar entre dois grupos de dados mestre:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 25
R/3 System
________________________________________________________________

o dados mestre específicos QM


Estes dados mestre são componentes do módulo QM.
Destes fazem parte:
- especificação do material
- plano de controle e plano standard (nível do centro)
- catálogo (quantidade de seleção no nível do centro)
- característica de controle e método de controle (nível do centro)
- método de amostra, plano de amostra, regra de controle dinâmico, e método de retirada de amostra
- Registro info sobre a combinação material * fornecedor (nível do centro)
- Registro info relativo à combinação cliente * organização de vendas ou cliente * organização de
vendas * material

o Dados mestre gerais


Estes dados serão utilizados por vários módulos R/3. A atualização destes dados e das respectivas
opções será tratada nos guias de implementação dos módulos, responsáveis pelos dados mestre.
Neste caso, trata-se de dados mestre para os parceiros de negócios
- cliente
- fornecedor
Dados mestre de funções centrais:
- mestre do material
- Documento
- característica e classe no sistema de classificação
- modificação
Dados mestre provenientes dos módulos PP e PP-PI:
- roteiro, roteiro para produção repetitiva e prescrição mestre (nível do centro)
- centro de trabalho (nível do centro)
- meio auxiliar de produção:
- material
- equipamento
- documento
- registro mestre MAP
Recomendação: Conciliar a atualização dos dados mestre gerais integrados com as atividades de atualização
dos demais módulos R/3, os quais também têm acesso a estes dados mestre.

Outras observações

O usuário acessa diretamente este guia de implementação utilizando a transação QCC4.

________________________________________________________________
26 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.3.1 Dados básicos

Este capítulo serve para o customizing e para a atualização de determinados dados mestre chamados de dados
básicos, pois os mesmos são considerados como reutilizáveis em objetos de ordem superior, por exemplo em
planos de controle. Estes dados incluem:
o catálogos
Os catálogos serão necessários para o seguinte:
- valores de características de controle qualitativas
- características de defeito (como tipo de defeito, causa do defeito,...)
- decisões de utilização (para lotes de controle, lotes parciais, pontos de controle)
- perfis do catálogo para notas QM
o características mestre de controle e métodos de controle
o processos de amostra, planos de amostragem, regras de controle dinâmico e processo de amostra

Condições prévias

A extensão e a sequência da atualização de dados mestre foi determinada no capítulo principal "Planejamento
de qualidade".

Recomendação SAP

Se não existir nenhuma razão grave para a utilização de outra sequência, atualizar os dados básicos e as
respectivas configurações na sequência em cima mencionada.

1.3.1.1 Catálogo

Nesta seção são definidos os catálogos de terminologia.


Catálogos são utilitários que asseguram uma utilização consistente da terminologia. O módulo QM-R/3
utiliza para os catálogos uma hierarquia de grupos de codes e codes. Os conceitos são codificados
mnemonicamente a nível de mandante. Os codes consistem em quatro caracteres e são atribuídos a um grupo
de codes de oito caracteres. A nível de centro também podem ser atribuídos a um conjunto de seleção de oito
caracteres.
Para organizar os catálogos, é necessário definir
- a utilização e a denominação de cada catálogo
- chaves mnemônicas para grupos de codes, codes e conjuntos de seleção
- diretivas para a criação de textos breves
- diretivas para a utilização e a criação de outros conteúdos de catálogos

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 27
R/3 System
________________________________________________________________

Opções standard

Os catálogos 1 até 9 e A até E já estão predefinidos no sistema standard SAP. Para a definição de catálogos
próprios suplementares utilizar os tipos de catálogo P até Z.

Atividades

1. Organizar catálogos especiais


Os catálogos especiais 1, 2, 3 e 9 têm funções suplementares.
a) Catálogo 1: valores da característica
Este catálogo especial é necessário para a entrada de resultados; nele são definidos os conjuntos de
valores para as características de controle qualitativas.
Determinar no âmbito da seção "características de controle", se esta categoria de característica é
utilizada na sua empresa. Organizar o catálogo 1 de acordo com a utilização prevista nas
características de controle.
O acesso a valores de características só é possível através de conjuntos de seleção. Por isso é
necessário criar conjuntos de seleção a nível de centro onde os codes são agrupados segundo
categorias gerais.
Nos conjuntos de seleção é necessário indicar uma classe de defeitos para valores de características
a serem rejeitados.
Determinar, se e que dados adicionais para os valores da característica devem ser gravados no
conjunto de seleção. Em uma tela de dados adicional é possível entrar textos para as medidas e as
consequências.
b) Catálogo 2: medidas
Este catálogo especial é necessário para as notas de qualidade. O usuário pode definir ações
subseqüentes para as medidas.
c) Catálogo 3: decisões de utilização
Este catálogo especial é necessário para o encerramento do lote de controle. O acesso a decisão de
utilização só é possível através de conjuntos de seleção. Para cada code de um conjunto de seleção
é necessário atualizar campos de controle adicionais:
- avaliação do lote de controle
- índice de qualidade
- ação subseqüente
d) Catálogo 9: tipos de defeitos
Este catálogo especial é utilizado para a entrada de defeitos nas notas de qualidade. Neste catálogo
é necessário definir uma classe de defeitos para cada code de um grupo de codes.
2. Organização de catálogos gerais
Na entrada de resultados de características existe a possibilidade de registrar entradas de vários
catálogos juntamente com os valores de características, no caso de existirem os respectivos grupos de
codes ou conjuntos de seleção na característica de controle.
Determinar os catálogos adequados para este efeito e verificar que catálogos a nível de centro precisam
de conjuntos de seleção. Definir os tipos de catálogo na entrada de menu subordinada com o mesmo
nome.
Além disso é possível utilizar determinados catálogos para os elementos das notas de qualidade e dos
dados de defeitos. A respectiva instrução encontra-se no capítulo 'Notas QM', dados básicos.

________________________________________________________________
28 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

3. Atualizar registros mestre de catálogos


Atualizar os registros mestre dos catálogos previamente definidos na sequência
a) grupo de codes, code (a nível de mandante)
b) conjunto de seleção, code de conjunto de seleção (a nível de centro)
Após o encerramento da atualização de catálogos, definir o status dos grupos de codes e dos conjuntos
de seleção como 'liberado'.
O sistema efetua a saída de um código de utilização para codes, grupos de codes e valores da
característica durante a primeira utilização e impede desta forma, que estes objetos sejam eliminados
por engano ou de propósito(!). Visto que os códigos de utilização não podem ser novamente definidos e
os codes utilizados não podem ser mais eliminados, somente catálogos solicitados cuidadosamente,
grupos de codes e conjuntos de seleção devem ser liberados para a utilização no sistema produtivo.

Informações adicionais

o Registros mestre de catálogos só podem ser atualizados nos idiomas, nos quais os tipos de catálogo
foram documentados.
o Para poder encontrar rapidamente codes em catálogos abrangentes, é necessário utilizar chaves
mnemónicas para grupos de codes, codes e conjuntos de seleção. Determinar cuidadosamente a
estruturação destas chaves!
o Na pesquisa genérica de um code, um grupo de codes ou um conjunto de seleção com ajuda da entrada *
e na chamada das entradas possíveis com F4, as entradas de catálogo possíveis são exibidas em uma
lista hierarquica em uma tela.
A pesquisa genérica pode ser efetuada com os caracteres especiais '+'
e '*'.
Exemplo
Se no campo para o code for entrado '+A*', são procurados codes que têm a letra 'A' em segundo lugar
na sua chave.
o Na exibição de entradas de catálogo registradas nos dados de movimento (p.ex. nos resultados de
controle e nas notas QM) aparece normalmente a descrição do code, mas não a descrição do grupo de
codes. Com a ajuda do caractere especial '&' no texto do grupo de codes é possível exibir para o code
uma combinação dos textos do grupo de codes e do code. Em lugar do caractere especial o sistema
insere o texto do code no textos do grupo de codes.
Exemplo
Descrição do grupo de codes: componente & defeito
Descrição do code: transistor
Exibição: componente transistor defeituoso

1.3.1.1.1 Definir classes de defeitos

Nesta etapa são definidas as classes de defeitos para a avaliação qualitativa de defeitos com base nas
seqüências de defeitos.
Estas classes de defeitos serão utilizadas
o nas quantidades de seleção para o catálogo 1 "modalidades da característica"
o no catálogo 9 "tipos de defeitos"

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 29
R/3 System
________________________________________________________________

o na avaliação de resultados de controle da característica


Para cada classe de defeitos, o usuário poderá
o indicar um índice de qualidade,
o determinar se no catálogo 1 uma modalidade da característica com esta classe de defeitos poderá ser
considerada como permitida.
o determinar se
- um evento workflow
- uma nota QM
deverão ser ativados.

Atividades

Definir as classes de defeitos desejadas e os atributos das mesmas.


Caso o usuário deseje acionar as ações do sistema automaticamente de acordo com a classe de defeitos,
considerar as seguintes etapas do guia de implementação:
o Ambiente -> Funções centrais -> Workflow
o nota QM

Informações adicionais

Os valores propostos para os índices de qualidade por classe de defeito serão necessários, caso o usuário
deseje utilizar um respectivo processo de avaliação para o índice de qualidade de lotes de controle. O mesmo
será necessário, por exemplo, para uma avaliação do fornecedor segundo o processo VDA-1 (VDA =
Associação da Indústria Automobilística Alemã)
Nas opções preliminares a nível do centro será definido um valor proposto para a classe de defeitos.
Nos dados mestre, as classes de defeitos serão utilizadas nos seguintes catálogos:
o catálogo 1: modalidades da característica, conjunto de seleção
o catálogo 9: tipos de defeitos
Durante a entrada de resultados as seguintes classes de defeitos serão efetivas:
o Se um tipo de defeito estiver indicado na característica de plano de controle, o sistema seleciona a classe
de defeito correspondente ao code de defeito. Os codes de defeitos estão definidos no catálogo 9.
o Se nenhum tipo de defeito estiver indicado na característica do plano de controle, o sistema propõe uma
classe de defeitos. Este determinará o valor proposto da seguinte forma:
- No nível mais inferior (dependendo da forma de entrada, este será o nível dos valores individuais,
classes ou características sumárias ou amostras) o valor proposto provem da tabela de valores
propostos no nível do centro.
Se o usuário efetua uma avaliação das características qualitativas com base nos codes da
modalidade da característica, o sistema utilizará a classe de defeitos gravada no conjunto de
seleção para o catálogo 1.
- No nível mais global, ou seja, durante a avaliação das características ou amostras, o sistema aplica

________________________________________________________________
30 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o princípio worst-case: o sistema procura a classe de defeito obtida no nível mais inferior com o
índice de qualidade mais baixo e propõe o mesmo.
o Durante a entrada de resultados, o usuário poderá
- modificar ou manter
- aceitar automaticamente os valores propostos para as classes de defeitos durante a avaliação da
característica
Isto não depende se a função de entrada estiver ativa ou não para a classe de defeitos.

1.3.1.1.2 Definir tipos de catálogos

Nesta etapa são definidos os catálogos de conceitos e de idiomas de forma adicional para o sistema standard.

Opções standard

A tabela contém a classe de entrega E. No sistema standard estão contidos alguns catálogos com funções
predefinidas ou reservados para outras utilizações. Utilizar os catálogos P até Z para suplementos próprios.

Recomendação

o Definir os tipos de catálogo de tal forma durante a fase de teste, que os codes possam ser eliminados no
banco de dados. Durante a fase produtiva, o tipo de catálogo deve ser definido de forma que os codes
não sejam eliminados, porém somente convertidos em inativos. Deste modo é possível impedir que os
codes eliminados sejam novamente criados por engano e que obtenham um outro significado.
o Não eliminar os catálogos reservados para a SAP! Isto vale principalmente para os catálogos 1 e 3, pois
estes catálogos contém funções especiais necessárias para o controle de qualidade.

Atividades

1. Certificar-se das características dos catálogos que podem ser definidas (com base na ajuda F1 na view
'tipos de catálogo').
2. Definir os tipos de catálogos desejados e as características dos mesmos.
3. Descrever os tipos de catálogos em todos os idiomas nos quais os grupos de codes e codes dos catálogos
em questão devam ser descritos.

Informações adicionais

o Os seguintes catálogos estão equipados com funções adicionais:


- 1 modadlidades da característica
- 2 medidas
- 3 decisões de utilização
- 9 tipos de defeitos
o Os catálogos 1 e 3 podem ser somente utilizados juntamente com conjuntos de seleção.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 31
R/3 System
________________________________________________________________

Uma avaliação de codes é obrigatória nos conjuntos de seleção.


o Os conjuntos de seleção serão definidos no nível do centro e exibidos no idioma do usuário.
o No catálogo 2 ou em outros catálogos utilizados como catálogos de medidas em notas QM, serão
possíveis ações subseqüentes no nível de codes nos grupos de codes.
o No catálogo 3, as ações subseqüentes são possíveis no nível de codes nos conjuntos de seleção.

1.3.1.1.3 Processar catálogos

Nesta etapa o usuário atualiza os catálogos necessários para as características de controle. Normalmente estes
integram no mínimo os seguintes catálogos incluídos no standard.
o Catálogo 1: Valor de característica para características de controle qualitativas
Para este catálogo o usuário terá que criar conjuntos de seleção a nível de centro
o Catálogo 9: Tipos de defeitos

Opções standard

Por motivos de teste, o usuário pode transferir os exemplos contidos no mandante standard 000 para o
mandante teste, utilizando o método descrito no capítulo Configuração básica / Instalar clientes.

Recomendação

Tratar os catálogos como dados mestre, ou seja, atualizar as entradas definitivas no sistema produtivo.
Nota: Ao transportar catálogos, os códigos de utilização são transferidos. No entanto, os textos descritivos
não são transferidos.

1.3.1.2 Característica de controle, método de controle

Este sub-capítulo serve para o customizing e para a atualização de características de controle e de métodos de
controle.
As características mestre de controle e os métodos de controle podem ser definidas a nível do centro. As
mesmas são utilizadas como modelo na estruturação de planos ou especificações do material.
As características mestre de controle podem ser derivadas de características de classe.
As características mestre de controle podem referir-se aos métodos de controle e aos catálogos.

Precondições

o Se o usuário pretender remeter aos métodos de controle e aos catálogos a partir das características
mestre de controle, os respectivos registros mestre têm de ser atualizados antes.
o Se o usuário pretender classificar as características de controle, o sistema de classificação tem de estar
atualizado.

________________________________________________________________
32 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

O texto seguinte descreve um procedimento para a organização de registros mestre, que também pode ser
utilizado no mesmo sentido para o planejamento de outros dados mestre.
1. Definir a estrutura dos registros mestre
a) Definir os intervalos de numeração.
Decidir-se entre a atribuição de números interna ou externa. A SAP recomenda a atribuição interna
automática de números não mnemônicos; o campo de pesquisa do registro mestre está disponível
para denominações mnemônicas.
Assegurar-se de que os intervalos de numeração definidos no sistema standard são suficientes.
b) Determinar a criação de versões
Decidir se as modificações dos registros mestre devem ser documentadas no sistema com a ajuda
de novas versões, e a partir de que momento as mesmas devem ser documentadas. Nas Opções
preliminares a nível de centro definir os respectivos códigos de controle.
c) Determinar a nomenclatura
Uma nomenclatura claramente definida permite encontrar facilmente os registros mestre. Portanto,
determinar o conteúdo dos seguintes campos dos registros mestre:
- número externo, se aplicável
- denominação breve (em função do idioma)
- campo de pesquisa (em função do idioma)
A denominação breve serve para a pesquisa em listas de registros mestre, o campo de ordenação
para a pesquisa de campo.
d) Assegurar-se de que as ajudas para pesquisa disponíveis no sistema standard SAP são suficientes.
Caso contrário será necessário definir ajudas para pesquisa próprias.
e) Determinar classificação
Com a ajuda do sistema de classificação é possível
- organizar os registros mestre de acordo com as classes
- efetuar pesquisas estruturadas de registros mestre
- distinguir registros mestre na base de características de classes
Com o auxílio de características de classes é possível determinar onde as características mestre de
controle devem ser utilizadas; assim, com base nas características mestre de controle, é possível
efetuar uma análise dos resultados de controle independentemente do plano de controle ou do
material.
Caso o usuário deseje utilizar a classificação, definir
- uma hierarquia de classes para classificar os registros mestre
- palavras-chave para a pesquisa de registros mestre
- características de classes para a descrição de registros mestre
f) Definir os conteúdos das características mestre de controle.
Determinar que campos devem ser utilizados no registro mestre de característica de controle e de
que maneira. Aconselha-se uma organização unívoca dos textos descritivos.
2. Definir tabelas customizing
3. Preparar transferência de dados
Se o usuário pretender transferir registros mestre de características de controle (todos ou só partes) de
outros sistemas, é necessário esclarecer o procedimento técnico.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 33
R/3 System
________________________________________________________________

4. Instalar os registros mestre de características de controle e de métodos de controle.


Gravar estes registros mestre como módulo de função, antes de criar planos de controle.
Caso as características de controle devam ser utilizadas para especificações de controle e para a
transferência de resultados de controle na avaliação do lote, será necessário atualizar antes as
características de classe, das quais são derivadas as características de controle.

Outras observações para a administração de versão

O sistema pode administrar diferentes versões dos registros de dados mestre para características e métodos de
controle. As versões individuais são claramente identificáveis de acordo com um número de versão em
execução, atribuído pelo sistema internamente. Para cada versão há uma data, a partir da qual o registro é
válido (data de início de validade). Várias versões podem ser válidas para uma mesma data fixada.
Se o usuário cria um registro mestre pela primeira vez (função "criar característica de controle" ou "criar
método de controle"), pode introduzir uma chave alfanumérica unívoca ou uma chave puramente numérica,
ou solicitar ao sistema que atribua uma chave numérica (definição de intervalo de numeração). O sistema
atribui o número de versão 1 a este novo registro mestre. O usuário deve indicar uma data de início de
validade para esta primeira versão.
O usuário pode gerar outras versões do registro mestre das seguintes meneiras:
1. Utilzar a função "criar versão". O usuário deve indicar uma data, a partir da qual a versão deve ser
válida. Esta data não deve ter sido utilizada ainda em nenhuma outra versão do registro mestre.
2. Utilizar a função "modificar". Com esta função, o usuário pode escolher e modificar uma versão válida
para uma data fixada.
Se, no entanto, esta versão estiver liberada e se estiver prevista uma administração de histórico para
características ou métodos de controle nas configurações preliminares a nível de centro, então o sistema
gera uma nova versão que tenha a mesma data de início de validade. A vesão original permanece igual e
pode continuar sendo utilizada.

1.3.1.2.1 Definir valores propostos para códigos de controle

Nesta etapa são definidas as chaves de controle para os atributos de características de controle.
A chave tem a função de predefinir os códigos de controle de características mestre de controle e propor as
características do plano de controle.
Após ter determinado na chave de controle se, os códigos deverão ser predefinidos de forma fixa e se, trata-se
de uma característica quantitativa ou qualitativa, o usuário define uma série de atributos de características. O
usuário deverá informar-se sobre os códigos contidos na chave com base na documentação F1.

Opções standard

As chaves de controle contidas no sistema standard compreendem uma quantidade básica, com a qual será
possível exibir os tipos de característica essenciais que poderão ser representados no QM-R/3.

________________________________________________________________
34 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Recomendação SAP

o Definir a quantidade básica própria de chaves de controle.


o Determinar uma nomenclatura para o texto breve explicativo, a fim de que as chaves de controle
adequadas possam ser localizadas rapidamente.
o Definir os códigos de controle de tal forma que a entrada de resultados não seja trabalhosa.
o Restringir o número das chaves de controle.

Atividades

1. Determinar quais códigos de controle ou atributos da característica existem e quais são importantes para
o usuário.
2. Determinar quais categorias básicas de características são utilizadas e como as mesmas poderão ser
representadas com estes códigos de controle.
3. Determinar uma nomenclatura de texto breve mnemônico para estas categorias básicas.
4. Atualizar a tabela das chaves de controle-valores propostos.
5. Testar o efeito da chave de controle durante a entrada de resultados.

Informações adicionais

Alguns códigos de controle estarão prontos para serem entrados após outros códigos de controle terem sido
definidos. Utilizar por este motivo, a função "controlar" e completar a tela.

1.3.1.2.2 Definir peso de características

Nesta etapa são definidas as importâncias da característica.


O usuário poderá definir classes de importância para características de controle conforme os critérios que
desejar. Para cada classe de importância, o usuário poderá indicar um fator de importância e determinar se,
em uma característica pertecente à esta classe de importância é permitida uma isenção de controle (skip).
As importâncias da característica serão utilizadas em determinados processos para a determinação do índice
de qualidade.

Opções standard

Devido a compatibilidade com o sistema R/2, no sistema standard SAP estão contidas classes de importância
correspondentes às classes de defeitos.

Recomendação SAP

Logo que o usuário deseje aceitar os fatores para a importância de defeitos de um sistema R/2, será necessário
definir as respectivas classes para as importâncias da características. Em outro caso, o usuário deverá definir
as classes conforme as necessidades da empresa para as importâncias da característica. Ainda não existem

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 35
R/3 System
________________________________________________________________

critérios internacionais reconhecidos para a classificação e importância.

Atividades

1. Definir as respectivas importâncias da característica e os atributos das mesmas.


2. Nas opções preliminares no nível do centro será determinado um valor proposto para a importância da
característica.

1.3.1.2.3 Definir qualificação do inspetor

Nesta etapa são definidas as qualificações do inspetor.


Estas qualificações do inspetor serão definidas no nível do mandante e serão predefinidas no nível de
características ou métodos de controle no plano.
Também será possível definir qualificações do inspetor no nível do centro e indicar as mesmas nos dados do
centro de trabalho da operação de controle no plano. Mais detalhes podem ser encontrados na seção
planejamento de controle, operação, dados do centro de trabalho, qualificação.

Atividades

1. Verificar se uma determinação de qualificações do inspetor será necessária para a aplicação de métodos
de controle ou para o processamento de características de controle na empresa do usuário. Coordenar
eventualmente os níveis de qualificação com toda a empresa.
2. Atualizar a tabela de controle.

1.3.1.2.4 Definir chave de tolerância

Nesta etapa são definidas as chaves de tolerância para as características quantitativas com intervalo de
tolerância.
(Caso esta tabela seja utilizada para a definição de tolerâncias de medidas na engenharia mecânica, os
conceitos valor teórico e valor limite serão considerados sinônimos dos conceitos medida nominal e medida
limite.)
Para cada chave de tolerância será possível determinar:
o denominação breve
o unidade de medida
o número das casas decimais para o valor teórico e limite
Nota: Apesar de ser possível indicar outros números decimais para as medidas nominais e limites
diferentes dos números decimais para a chave de tolerância, o sistema utiliza sempre o número decimal
da chave de tolerância na característica de controle.
o Valor teórico
o se o valor teórico proveniente da chave deverá ser aceito na característica

________________________________________________________________
36 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o valores limites, absolutos ou como diferença para o valaor teórico (tolerância relativa)
o se a tolerância relativa depende do valor teórico. Se for este o caso, o usuário deverá determinar as
tolerâncias relativas por área de valor teórico em uma tabela de nível inferior.

Condições prévias

As unidades de medida foram definidas.

Opções standard

No sistema standard estão contidas tabelas de tolerância para perfurações e eixos conforme a norma industrial
alemã ISO 286-2.
Os dados das normas industriais foram reproduzidos sob autorização do "DIN Deutsches Isntitut
für Normung e.V.". Estas correspondem à versão atual do DIN.
(<Data da liberação do release atual>, SAP AG)
É permitido ao usuário copiar as tabelas de tolerância do mandante 000 no mandante atual e
utilizar as mesmas como função do sistema R/3. Todavia a SAP não assume nenhuma
responsabilidade pela validade dos dados.

Recomendação

As normas poderão ter sido modificadas a partir da liberação do release atual, assim como erros poderão ter
surgido durante a atualização e importação dos dados. Por este motivo, o usuário deverá certificar-se da
validade dos dados antes dos mesmos serem utilizados no sistema produtivo!

Atividades

1. Determinar se os esquemas de tolerâncias serão utilizados para as características quantitativas na


empresa e como as mesmas poderão ser representadas no QM-R/3.
Caso a empresa do usuário pertença ao setor de engenharia mecânica, será possível utilizar as tabelas de
medidas limite para perfurações e eixos contidas no sistema standard.
2. Gravar as especificações de tolerância na tabela.

Outras observações

Geralmente as empresas dos setores em questão necessitam de uma pequena seleção das tabelas de
tolerâncias obtidas no mandante standard 000. A fim de transferir as mesmas para o mandante atual, o
usuário deverá utilizar na tabela de atualização função -> utilitários -> comparação com mandante 000 e as
funções de cópia propostas nesta tabela.
No capítulo Opções Globais, definir mandante o usuário obtém instruções de como as opções básicas
contidas no mandante standard 000 poderão ser transportadas completamente para o mandante atual.

1.3.1.2.5 Definir processo de estimação para quota de defeitos

Nesta etapa, o usuário poderá determinar processos próprios de estipulação de quota de defeitos. Neste caso,

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 37
R/3 System
________________________________________________________________

trata-se das seguintes estipulações de quota:


o unidades defeituosas (em relação à uma característica, bem como no lote de controle)
o valores da característica fora do intervalo de tolerância

Opções standard

No sistema standard, as estipulações de quota estão atualizadas para as seguintes distribuições:


- distribuição binomial
- distribuição Poisson
- distribuição normal
A tabela contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o proc.de estipulação para quota de defeitos 9*, A*, ... , Z*

Recomendação SAP

Utilizar os módulos de função contidos no sistema standard SAP.

Atividades

O usuário deverá constatar se necessita de outros processos que os contidos no sistema standard para a
estimativa da Quota de unidades defeituosas no lote de controle ou para a estimativa da quota de valores de
características fora da área de tolerância. Eventualmente o usuário poderá definir as regras de cálculo e
programar módulos de função para os próprios processos para a estimativa de quotas.

1.3.1.2.6 Determinar intervalo de numeração

Nesta etapa serão determinados os intervalos de numeração para as características e os métodos de controle.
Para cada centro são determinados intervalos de numeração independentes.

Condições prévias

o Na seção anterior "Característica de controle, método de controle", o usuário decidiu se uma atribuição
de números externa é necessária.
o Os centros foram definidos.

Opções standard

Os seguintes intervalos de numeração estão à disposição para características e métodos de controle:


- 01 para a atribuição de números interna
- 02 para a atribuição de números externa
Outros intervalos de numeração não são permitidos para os nomes completamente alfanuméricos
de características e métodos de controle; somente o intervalo de números poderá ser determinado

________________________________________________________________
38 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

pelo usuário.
Nomes alfanuméricos de características e métodos de controle serão verificados pelo sistema no que se refere
à univocidade dos mesmos.

Recomendação SAP

o Utilizar a atribuição de números interna (automática).


o Utilizar uma nomenclatura predefinida para os números mnemônicos atribuídos externamente.
o Utilizar a configuração standard.

Atividades

Determinar os intervalos para os números atribuídos interna e externamente para cada centro.

Outras observações

Os objetos de intervalos de numeração poderão ser transportados da seguinte forma:


Selecionar "intervalo - transportar" na 1ª tela.
Em primeiro lugar, todos os intervalos do objeto de intervalo de numeração serão eliminados no sistema
destino, de tal forma que, somente os intervalos exportados continuarão no sistema após a importação. Os
números serão importados com o valor disponível no momento da exportação.

1.3.1.2.7 Definir variantes de lista

Nesta etapa, o usuário define as variantes de lista para as características de controle e para os métodos de
controle.
Aqui será aplicada uma técnica denominada por listview. Tanto a técnica como o procedimento estão
descritas no capítulo ambiente, ferramentas, definição de lista.

1.3.1.3 Amostra, SPC

Esta seção descreve a implementação de processos de amostra, planos de amostragem, regras de controle
dinâmico, métodos para retirada de amostra e gráficos de controle de qualidade.

Amostras no sistema R/3


O processo de amostra é gravado no plano de amostragem para a característica de controle ou no material
para o tipo de controle. Através do processo de amostra é possível determinar a instrução de amostra quando
um lote de controle estiver pronto para o processamento.
Juntamente com uma regra de controle dinâmico gravada adicionalmente será considerado o atual nível de
qualidade. O nível de qualidade determina a etapa de controle atingida com base no histórico de controle,
para os próximos subseqüentes.
Se o tamanho da amostra tiver de ser controlado dependendo do tamanho do lote, os processos de amostra
fazem referência aos planos de amostragem e os graus de controle gravados nos planos de amostragem são

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 39
R/3 System
________________________________________________________________

atribuídos às etapas de controle definidas na regra de controle dinâmico.


No sistema R/3, o processo de amostra determina o tipo de amostra e o modo de avaliação. Se o processo de
amostra dever ser utilizado para a obtenção de dados para gráficos de controle de qualidade, ele também
contém o tipo de gráfico de controle de qualidade.
Enquanto o volume e a avaliação de amostras forem determinados pelo processo de amostra, o tipo e o
número de amostras físicas a serem retiradas são regulados pelo processo de retirada de amostra.

Opções standard
Planos de amostragem

O sistema standard da SAP contém planos de amostragem acabados conforme


o DIN ISO 2859-1 para controles de contagem
o DIN ISO 3951 para controles de medição
Os dados das normas DIN foram utilizados com a autorização do 'Deutsches Institut für Normung
e.V.' e correspondem à versão atual das normas ISO-DIN.
(<Data da liberação do release atual>, SAP AG)
Os planos de amostragem podem ser copiados do mandante 000 para o mandante atual e
utilizados como função dos sistema R/3. Porém, a SAP não se responsabiliza pela validade dos
dados.
Para a denominação 'A'B'C' dos planos de amostragem, o sistema R/3 utiliza a seguinte nomenclatura:
- 'A' Identificação da norma:
1 = ISO 3951
2 = ISO 2859-1
3 = ISO 2859-1 sem parâmetros de avaliação n, c
- 'B' Identificação da norma: 1 = método s e/ou amostra simples
- 'C' Identificação do nível: 1 / 2 / 3 / 4 = S-1 / 5 = S-2 / ...

Processo de amostra

O sistema standard contém processos de amostra prontos, nos quais são utilizados os planos de amostragem
citados acima.
A SAP utiliza a seguinte nomenclatura para a denominação dos processos de amostra com 8 dígitos:
- 'A' Tipo de amostra: S = utilizar plano de amostragem
- 'B' Modo de avaliação:
1 = controle de atributo baseado no número de unidades defeituosas
2 = controle de atributo baseado no número de defeitos
3 = controle de variável conforme o método s bilateral
- 4 = controle de variável conforme o método s unilateral
- 'CDE' Plano de amostragem
- 'F' Número de amostras: n = n-amostras
- 'G' Grau de controle preferencial

________________________________________________________________
40 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- 'H' NQA: A = 0,01; B = 0,015; C = 0,025; D = 0,04; E = 0,065;


F = 0,1; G = 0,15; H = 0,25; I = 0,4; J = 0,67
K = 1,0; L = 1,5; M = 2,5; N = 4,0; O = 6,5
P = 10; Q = 15; R = 25; S = 40; T = 65;
U = 100; V = 150; W = 250; X = 400; Y = 650;
Z = 1000

Regras de controle dinâmico

O sistema standard contém as seguintes regras de controle dinâmico que podem ser utilizadas juntamente
com os processos de amostra citados anteriormente:
- S01 Controle dinâmico do grau de controle segundo ISO 2859-1, §9.3
(sem número limite para §9.3.3b)
- S02 Controle dinâmico com lote skip segundo ISO 2859-3
(sem número limite segundo a tabela 1 e a tabela 2, bem como
procedimento "dado" segundo o anexo B)

Recomendação

o Iniciar com a atualização somente após um estudo dos conceitos utilizados no texto acima.
As normas podem ter sido modificadas desde a liberação do release atual. É possível que ocorram erros na
atualização e na importação dos dados. O usuário deverá certificar-se da validade dos dados antes de
utilizá-los produtivamente.
No capítulo Opções globais, em Instalar mandante existe uma instrução de como o usuário poderá transportar
os dados de amostra contidos no mandante standard 000 para o mandante atual.

Atividades

1. Determinar uma concepção de amostras


Decidir sobre o procedimento básico : os processos utilizados na empresa devem ser simplesmente
conservados ou deve ser efetuada uma nova avaliação dos objetivos dos processos de amostra e uma
nova definição dos processos? Em geral, os processos usuais podem ser representados no módulo
QM-R/3. Porém, o suporte de sistema R/3 pelo módulo QM oferece novas possibilidades, especialmente
para o controle dinâmico. No caso do usuário pretender rever o conceito, no que diz respeito às
amostras, responder às seguintes perguntas:
a) Qual é o objetivo do controle por amostras?
b) Que processo de amostra (tipo de amostra e modo de avaliação) é o mais adequado para este
objetivo?
c) Os processos de amostra utilizados baseiam-se em planos de amostragem?
d) A extensão do controle pode ser otimizada através do controle dinâmico?
e) A retirada de amostras físicas deverá ser definida?
2. Atualizar opções e dados mestre na sequência adequada:
a) Definir tipos de amostra.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 41
R/3 System
________________________________________________________________

b) Definir modos de avaliação.


c) Atualizar planos de amostragem (criar registros mestre)
No caso do usuário pretender utilizar nos processos de amostra planos de amostragem ainda não
contidos no sistema standard.
No caso do usuário pretender utilizar graus de controle não definidos no sistema standard, estes
têm de ser definidos primeiro.
d) Determinar regras de controle dinâmico (criar registros mestre).
e) Atualizar processos de amostra (criar registros mestre).
f) Atualizar combinações permitidas de processos de amostra e regra de controle dinâmico
Já durante a atualização dos processos de amostra e das regras de controle dinâmico o processo
propõe a atualização destas atribuições. Não é necessário seguir este conselho no momento. Se só
forem necessárias algumas regras de controle dinâmico mas vários processos de amostra, pode ser
conveniente atualizar primeiro as regras de controle dinâmico e atribuí-las diretamente durante a
atualização dos processos de amostra.
g) Atualizar processo de retirada de amostra
Caso o número de amostras dependa das unidades comerciais do lote de qualidade, serão
necessárias as respectivas unidades de medida para a unidade comercial.
No capítulo controle de qualidade poderão ser encontradas as opções para a administração de
amostras.

Informações adicionais

Os sistemas de amostra importantes classificados com normas internacionais (tipos de amostra, modos de
avaliação, regras de controle dinâmico) podem ser representados no módulo QM-R/3 sem qualquer
modificação. Isto é válido por exemplo para:
- ISO 3951 método s
- ISO 2859 parte 1; avaliação de acordo com o número de defeitos ou de unidades defeituosas, mas
sem amostras múltiplas e sem valores de limite
- ISO 2859 parte 3; lote skip com frequências de controle que podem ser predefinidas
O módulo QM-R/3 tem uma maneira própria de processar os parâmetros de entrada dos processos de amostra
- nível de controle, grau de controle, nível de qualidade aceitável:
o No módulo QM-R/3,os níveis de qualidade não são gravados nem nos planos do amostragem nem nos
processos de amostra, ou seja, no caso de o usuário pretender trabalhar com vários níveis de qualidade, é
necessário gravar para cada nível registros mestres próprios para o plano de amostragem e os processos
de amostra.
o No módulo QM, o grau de controle e o nível de qualidade aceitável (NQA) são parâmetros de entrada
no módulo QM-R/3 do plano de amostragem. Isto quer dizer, que existe a possibilidade de atualizar
instruções de amostra para vários graus de controle e para o NQA no registro mestre do plano de
amostragem.
o Com a ajuda dos dois parâmetros de entrada grau de controle e NQA, o processo de amostra seleciona,
com base no tamanho do lote, a instrução de controle adequada do plano de amostragem. Dependendo
se um controle dinâmico foi definido ou não, o processo de amostra procede de modo diferente:
- Se não for efetuado nenhum controle dinâmico do grau de controle, o grau de controle e o NQA

________________________________________________________________
42 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

são retirados do processo de amostra, ou seja, para cada grau de controle e NQA existe um registro
mestre do processo de amostra.
- Se for efetuado um controle dinâmico do grau de controle, só o NQA é retirado do processo de
amostra. O processo de amostra obtém o grau de controle requerido do nível atual de qualidade.
Para cada NQA é necessário atualizar um registro mestre do processo de amostra.
o Processos de amostra e regra de controle dinâmico estão ambos contidos no plano de amostragem ou na
opção de controle. Para garantir que os graus de controle previstos no plano de amostragem, no qual o
processo de amostra se baseia, sejam compatíveis com os graus de controle previstos na regra de
controle dinâmico, são definidas as combinações permitidas de processos de amostra e regras de
controle dinâmico.
O usuário determina que combinações de processos de amostra e regras de controle dinâmico são
compatíveis e podem ser utilizados em conjunto em um plano de amostragem. Só são considerados
processos de amostra com planos de amostragem; processos de amostra sem plano de amostragem
podem ser combinados com qualquer regra de controle dinâmico no plano de controle.
O sistema só permite a atribuição de uma regra de controle dinâmico se todos os graus de controle no
plano de amostragem (associado ao processo de amostra), que foram atribuídos a uma etapa de controle
na regra de controle dinâmico tiverem sido atualizados. Isto significa: para o NQA determinado no
processo de amostra o plano de controle contém instruções de amostra para todas etapas de controle
previstas na regra de controle dinâmico. Às etapas skip não é atribuído nenhum grau de controle.

1.3.1.3.1 Definir determinação de amostra

Nesta etapa, o usuário atualiza


o tipos de amostra
o regras para a determinação de instrução de amostra
O tipo de amostra estabelece condições básicas para a determinação do tamanho de amostra por característica
de controle. Porém é efetuada uma distinção de algumas formas básicas:
o 100%-controle
o amostra fixa
o porcentagem de amostra
o amostra segundo plano de amostra
Para definir ou ajustar regras para a determinação de amostra, será necessário integrar módulos de função
mediante os quais será determinada a instrução de amostra. Estas regras representam a função de suporte do
tipo de amostra e dependem por esta razão, dos mesmos parâmetros que este tipo de amostra.

Opções standard

No sistema standard já estão contidas entradas para todos os tipos de amostra. Para cada uma destas entradas
também já existem regras adequadas para a determinação de amostra.
As tabelas contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o tipo de amostra 9*, A*, ... Z*.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 43
R/3 System
________________________________________________________________

o regra para determinação de amostra 9*, B*, ... Z*.

Recomendação SAP

Não eliminar nenhum dos tipos de amostra e regras para a determinação de amostra contidos no sistema
standard! O usuário não poderá bloquear os tipos de amostra que não forem necessários para a utilização.
A atualização de regras próprias para a determinação de amostra será necessária somente em casos especiais.
Conciliar os textos breves das regras de determinação de amostra com as regras dos tipos de amostra, de tal
forma que a atribuição da regra de amostra adequada para o tipo de amostra seja fácil durante a atualização
do processo de amostra.

Atividades

Constatar se tipos de amostra e regras de amostra adicionais serão necessários no sistema standard.
1. Atualizar outros tipos de amostra.
2. Atualizar regras adicionais para a determinação de amostra. Certificar-se da programação dos módulos
de função necessários.

Informações suplementares

O tipo de amostra será entrado durante a atualização do processo de amostra. Com base nesta especificação, o
sistema propõe uma seleção de regras adequada para a determinação de amostra. Se existir apenas uma regra
adequada, a mesma será selecionada automaticamente. Geralmente para cada tipo de amostra existe uma
regra adequada para a determinação de amostra.
Dependendo do tipo de amostra e da regra correspondente para a determinação de amostra, o sistema
necessitará de certos parâmetros de entrada (como por exemplo: o tamanho de amostra das amostras fixas).
Os parâmetros de entrada não têm dimensão. O processo de amostra gravado no nível da característica no
plano de controle determina os tamanhos de amostra, multiplicando os parâmetros de entrada sem dimensão
pelas unidades de medida de amostra gravadas no plano de controle.
A regra para a determinação de amostra não será gravada no tipo de amostra, mas sim diretamente no
processo de amostra. Deste modo há um alto grau de flexibilidade no que diz respeito a determinação dos
tamanhos de amostra. Considerar que durante o processo de amostra, o sistema poderá controlar somente a
consistência dos parâmetros do tipo e regra de amostra. O usuário deverá observar se, a função
correspondente à regra de amostra é compatível com o tipo de amostra desejado.
No sistema também estão contidas regras para a determinação de amostra as quais serão ativadas em um nível
mais global e não mediante o processo de amostra na característica de controle. Isto ocorre, por exemplo, se
um 100%-controle relativo à todas características de controle for definido nos dados de controle QM do
material.

1.3.1.3.2 Definir grau de controle

Nesta etapa serão definidos os graus de controle a serem utilizados no controle dinâmico.
As normas internacionais de uso (por exemplo: ISO 2859) definem vários graus de controle (norma,

________________________________________________________________
44 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

reduzido, intensificado). Mais adiante serão propostos vários níveis de isenção de controle (nível skip) aos
quais não estão atribuídos graus de controle.

Opções standard

A tabela contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o Grau de controle 01*, ... 09*, 9*

Recomendação

Manter a configuração standard.

Atividades

Definir os graus de controle desejados.

Outras observações

O sistema exige a entrada de um grau de controle durante a atualização das regras de controle dinâmico para
todos os níveis de controle que não sejam níveis de isenção, mesmo se, os forem utilizados processos de
amostra sem plano de amostra. Seria adequado, neste caso - controle sem plano de amostras - determinar um
ou vários graus de controle.

1.3.1.3.3 Definir avaliação

Nesta etapa será possível


o definir quais tipos de decisão de aceitação ou rejeição de características de controle (modo de avaliação)
serão empregados nos processos de amostra.
o incluir módulos de função próprios, a fim de determinar a decisão sobre a aceitação ou rejeição de cada
característica.
O usuário deverá decidir-se por uma das formas básicas disponíveis para a seleção. Tais são:
o Decisão manual
Necessária para as características do atributo, ou seja, características para as quais não foram entrados
valores, mas sim para aquelas a ser efetuada uma decisão de aceitação ou rejeição, bem como em outros
casos, onde não é possível ou permitido uma avaliação automática.
o Código de avaliação: decisão baseada na modalidade de características qualitativas
As decisões estão gravadas no catálogo de modalidades de características.
o Decisão com base em uma instrução de amostra para características de contagem (controle de atributo)
com alternativas
- Número defeitos
- Número de unidades defeituosas
Esta decisão também poderá ser utilizada em ligação com as especificações de tolerância para os
valores medidos de características quantitativas

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 45
R/3 System
________________________________________________________________

o Decisão com base em uma instrução de amostra para características quantitativas (controle de variável)
com alternativas
- manutenção de limites de distribuição dos valores de característica (método-s)
- manutenção dos limites do valor médio de valores de característica (controle de indicações de
tolerância)
Este é um caso especial do método-s para k = 0.
o Decisão com base em um gráfico de controle de qualidade
Estas formas básicas poderão ser atribuídas às regras de avaliação adequadas e diferentes, e definir desta
forma, modos de avaliação diversos, entre outros:
Avaliações simples
o Avaliação manual
o Código de avaliação, ou seja, avaliação com base na modalidade de características qualitativas
o Avaliação com base no número de defeitos
o Avaliação com base no número de unidades defeituosas
o Avaliação com base nas especificações de tolerância para o valor médio de características quantitativas
Formas de avaliação para processos com planos de amostra:
o Avaliação segundo instrução de amostra para
- controle de atributo, ou seja, para características de contagem (correspondente a ISO 2859)
- controle de variável, ou seja, para características contínuas (correspondente a ISO 3951)
Será efetuado o suporte unilateral e bilateral do método S.
Avaliação com base nos limites de um gráfico de controle de qualidade.
Formas de avaliação para processos com amostras múltiplas independentes:
o Avaliação segundo o
- princípio worst-case
- princípio last-case
- princípio best-case
As formas de avaliação para processos com amostras múltiplas independentes também são apropriadas para a
avaliação de característica em:
o Controles na produção com ajuda de pontos de controle
o Controle de lotes parciais
o Controle de amostras físicas
o Controle de objetos de manutenção

Opções standard

A tabela de regras de avaliação contida no sistema standard SAP está configurada de tal forma que, no nível
de características será efetuado o suporte de todas as formas de avaliação.

________________________________________________________________
46 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

As tabelas contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o modo de avaliação 9*, A*, ... Z*
o regra de avaliação 9*, X*, Y*, Z*

Recomendação SAP

Utilizar os modos de avaliação contidos no sistema standard SAP


Não eliminar nenhum dos modos de avaliação contidos no sistema standard; ao invés disso, será possível
bloquear as entradas desnecessárias.
Não eliminar nenhuma das regras de avaliação contidas no sistema standard SAP! Especialmente as regras
de avaliação A1, A2, A3, A4, A5 não devem ser eliminadas, visto que estes nomes foram programados.
A atualização de regras de avaliação será somente necessária em casos especiais.

Atividades

1. Constatar se, na empresa do usuário serão utilizados mais ou outros modos de avaliação. Se necessário,
o usuário também deverá definir e programar regras de avaliação adequadas para estes modos de
avaliação.
2. Constatar se serão necessárias outras ou mais regras de avaliação. Definir estas regras de avaliação.
a) Permutar os módulo de função.
b) Programar os respectivos módulos de função.
c) Atualizar as regras de avaliação no modo de avaliação em questão.

Informações suplementares

Níveis de avaliação
A avaliação de uma característica de controle é efetuada geralmente em várias etapas nos seguintes níveis:
o Avaliação de valores originais ou classes de valores
Na entrada sumária de resultados não será efetuada a avaliação de valores originais ou classes de
valores.
o Avaliação de amostras
Se nenhuma amostra estiver prevista, a avaliação será efetuada no nível de amostras.
o Avaliação da característica
As regras de avaliação acima mencionadas são efetivas no nível de características ou de amostras. No nível
dos valores originais ou classes de valores, as regras de avaliação estão programadas de forma fixa
conforme a chave de controle da característica:
o Avaliação manual
o Código de avaliação para características de atributo com modalidades de característica
o Avaliação com base nas especificações de tolerância para características quantitativas
Determinação da regra de avaliação

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 47
R/3 System
________________________________________________________________

A regra de avaliação será gravada no modo de avaliação e atinge mediante este o processo de amostra.
Em controles com amostras múltiplas independentes existem duas regras de avaliação, uma para a decisão de
característica de cada amostra e uma para a decisão de característica de todas as amostras. A regra de
avaliação, que liga as decisões de cada amostra com a decisão global da característica, será gravada
diretamente no processo de amostra, adicionalmente ao modo de avaliação para as amostras.
Em controles com formação de lotes parciais e em controles com pontos de controle, por exemplo, em
controle na produção, controle de amostras, controles de objetos de manutenção (equipamento ou local de
instalação), também serão necessárias duas regras de avaliação. Em tais casos, a regra de avaliação de
agrupamento não será gravada no processo de amostra, mas a mesma será retirada diretamente desta tabela.
Se o usuário deseja modificar a avaliação geral, será necessário permutar ou modificar os módulos de função
contidos nas seguintes regras de avaliação:
o A1 Avaliação manual
o A2 Controle com lotes parciais
o A3 Controle com pontos de controle
o A4 Controle de amostras
o A5 Controle de equipamentos ou locais de instalação

1.3.1.3.4 Controle estatístico de processos

Esta seção serve para preparar a utilização de gráficos de controle de qualidade.


No customizing dos gráficos de controle de qualidade o usuário determina
o que gráficos de controle de qualidade existem
- como deve ser efetuado o controle destes gráficos
o com que módulos de função os gráficos de controle devem ser processados
- como estas funções são parametrizadas
o como os gráficos de controle de qualidade são atribuídos aos processos (critérios SPC)

Condições

Gráficos de controle de qualidade só existem para controles com características de controle com entrada de
valores medidos; quer dizer, os códigos 'controlar com plano de controle ou especificação de material' assim
como a entrada de resultados estão definidos no mestre de materiais e o código de controle para a entrada de
valores medidos está definido na característica de controle.
o Na característica de controle são definidos os critérios SPC, ou seja a atribuição ao processo.
o No processo de amostra é definido o tipo de gráfico de controle.
Para efetuar o planejamento de gráficos de controle de qualidade é necessário criar processos de amostra com
amostras fixas. Amostras múltiplas independentes ou pontos de controle podem ser utilizados.

________________________________________________________________
48 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Outras observações

Os seguintes tipos de gráficos de controle de qualidade são apoiados pelo sistema:


o gráfico de valor médio com tolerâncias (gráfico de aceitação)
o gráfico de valor médio sem tolerâncias (gráfico Shewhart)
o gráfico de desvio standard
O gráfico de valor médio e o gráfico de desvio standard podem ser combinados em um único gráfico com
dois rastros.
O gráfico de controle de qualidade para uma característica de controle pode ser chamado e processado no
momento da entrada de resultados para uma característica de controle.
Para a determinação dos limites de controle existe um objeto de autorização próprio. Informações mais
detalhadas encontram-se no capítulo 'Ambiente', Autorizações.
Para a avaliação dos valores da característica a partir dos limites do gráfico de controle é necessário utilizar
uma regra de avaliação adequada. Informações mais detalhadas encontram-se no capítulo 'Planejamento de
qualidade/ dados básicos/processos de amostra/avaliação.
Se os limites dos gráficos de controle de qualidade forem excedidos, o sistema cria um registro de defeitos ou
uma nota QM. Informações mais detalhadas encontram-se no capítulo 'Notas de qualidade, entrada de
defeitos' do guia de implementação.

1.3.1.3.4.1 Definir critérios SPC

Nesta etapa, o usuário determina os critérios, sob os quais os resultados de controle serão agrupados para os
gráficos de controle de qualidade e atribuídos aos processos.
Estes critéiros SPC determinam se, gráficos de controle de qualidade serão administrados separadamente ou
em conjunto para diversas ordens, centros de trabalho, materiais, fabricantes ou clientes.

Condições

O usuário determinou os tipos de controle e assim como as origens do lote de controle e as utilizações de
plano onde os gráficos de controle de qualidade deverão ser utilizados.

Opções standard

No sistema standard já estão predefinidas algumas combinações de critérios, com as quais será possível
atribuir gráficos de controle de qualidade aos usuais casos de aplicação. Considerar a documentação on-line
relativa aos módulos de função correspondentes.
A tabela contem a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o Critério SPC 9*, A*, ... , Z*

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 49
R/3 System
________________________________________________________________

Recomendação

Coordenar os critérios para o agrupamento de resultados de controle com os critérios de controle dinâmico
válidos na seleção de plano de controle. Para isso, comparar as utilizações de plano e as origens do lote de
controle, nas quais os gráficos de controle de qualidade terão um papel importante.

Atividades

1. Determinar em quais tipos de controle os gráficos de controle de qualidade deverão ser utilizados.
2. Determinar quais combinações de critérios serão necessárias para a coleta de resultados da característica
de controle.
3. Caso combinações de critérios sejam necessárias, as quais não estão contidas no sistema standard, um
respectivo módulo de função deverá ser criado por um especialista e o mesmo deverá ser gravado na
tabela.

Outras observações

O sistema não pode constatar se, os critérios combinam de modo adequado.

1.3.1.3.4.2 Definir tipo de gráfico de controle

Nesta etapa são definidos os gráficos de controle de qualidade.


Para cada tipo de gráfico de controle de qualidade são determinados os requisitos relativos ao código de
controle utilizado na característica de controle e aos processos de amostra.
Em um segundo nível são definidos os rastros do gráfico de controle de qualidade. Para cada rastro é
determinado qual variável de controle será utilizada e como os limites de advertência ou limites de ação serão
calculados.

Opções standard

No sistema standard já estão definidos alguns tipos de gráficos de controle de qualidade, assim como
marcados com códigos de controle e parâmetros apropriados para o cálculo dos limites de controle.
A tabela contem a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o tipo de gráfico de controle de qualidade 9*, A*, ... , Z*

Recomendação

Considerar a documentação on-line referente ao módulo de função correspondente para


o a edição de dados
o o cálculo de limites de advertência e de ação
Definir as características com as quais os gráficos de controle de qualidade devem ser administrados como
características mestre de controle e descrever o procedimento nestas (ou em um método de controle atribuído

________________________________________________________________
50 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

à característica mestre de controle). O usuário deverá determinar especialmente o processo de amostra, a


parametrização e a execução.

Atividades

1. Determinar quais tipos de gráficos de controle de qualidade devem ser aplicados na empresa do usuário.
2. Determinar códigos de controle apropriados para o tipo de gráfico de controle de qualidade para o
suprimento de dados.
Este controle deve combinar com o controle das características de controle e com os métodos de
amostras.
3. Determinar os módulos de função e os parâmetros pelos quais o sistema calculará os limites de
advertência e os limites de ação. Planejar a execução.

Outras observações

Se desejado, o sistema poderá demonstrar ao usuário o modelo dos gráficos de controle de qualidade através
dos quais será possível verificar a representação gráfica dos mesmos.

1.3.1.3.4.3 Determinar intervalo de numeração

Nesta etapa são determinados os intervalos de numeração para os gráficos de controle de qualidade.

Recomendação

Manter a configuração standard.

Atividades

Verificar se, um intervalo de números adequado foi definido.

Outras observações

Os objetos de intervalo de numeração podem ser transportados do seguinte modo:


Selecionar na 1ª tela "intervalo - transportar".
No sistema destino serão eliminados em primeiro lugar, todos os intervalos do objeto de intervalo de
numeração selecionado, de tal forma que, continuarão a existir somente os intervalos exportados após a
importação. Os estados de números serão importados com o valor existente no instante da exportação.

1.3.2 Planejamento de controle

Neste capítulo é efetuada a implementação do planejamento de controle com o módulo R/3-QM.


Mesmo que as etapas de implementação sejam descritas para o plano de controle (tipo de lista de tarefas Q),
elas também podem ser utilizadas para o planejamento de controle com outros tipos de listas de tarefas.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 51
R/3 System
________________________________________________________________

O plano de controle utiliza uma série de outros dados mestre em forma de lista de montagem. O guia de
implementação contém capítulos separados para a atualização destes dados:
- dados básicos no capítulo Planejamento de qualidade
- centros de trabalho e meios de controle no guia de implementação da produção.

Recomendação da SAP

Visto que o plano de controle está integrado no roteiro, as atividades da implementação deveriam ser
coordenadas com a implementação dos roteiros. No caso de uma implementação simultânea dos módulos
R/3-QM e R/3-PP as atividades no customizing deveriam ser efetuadas em conjunto.

Atividades

1. Planejar a conversão de planos de controle antigos em planos de controle do módulo R/3-QM.


a) Comparar as estruturas de plano utilizadas normalmente na sua empresa com as do sistema R/3.
b) Determinar se a conversão automática de dados antigos em dados mestre R/3 é tecnicamente
realizável e rentável.
c) Planejar e testar a conversão. Utilizar os meios auxiliares para a transferência de dados.
2. Planejar as fases de implementação
a) Determinar os caminhos críticos na estrutura dos dados básicos.
Considerar por exemplo o caminho 'método de controle -> característica mestre de controle ->
plano de controle standard -> plano de controle' que tem de ser atualizado nesta sequência.
b) Estruturar a área funcional 'controle de planejamento' em subáreas domináveis; em dependência
das estruturas existentes na sua empresa é possível organizar, por exemplo, a ordenação de acordo
com os seguintes critérios:
- unidades organizacionais (centros)
- grupos de material
- tipos de controle e utilizações de plano
c) Estimar o tempo e o esforço, comparar as capacidades disponíveis, considerar caminhos críticos e
definir prioridades para a implementação dos planos de controle nas diferentes áreas funcionais.
d) Determinar, se necessário, etapas de estruturação baseadas uma na outra para os planos de
controle. Existe a possibilidade de, por exemplo, trabalhar no início com planos de controle
básicos globais cujos conteúdos podem depois ser ampliados e individualizados.
e) Determinar e efetuar as operações que levam a uma disponibilização de um conjunto completo de
planos de controle.

Informações adicionais

O tipo especial de lista de tarefa 'Q' (plano de controle) está exclusivamente previsto para a aplicação 'Q'
(controle de qualidade).
O plano de controle concorda consideravelmente com a estrutura do roteiro. De contrário ao roteiro, o plano
de controle

________________________________________________________________
52 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o só pode ter uma sequência mestre de operações (e não sequências alternativas)


o não só reconhece a atribuição ao material mas também a atribuição a
- material & fornecedor
- material & cliente ou fabricante
Outros tipos de listas de tarefas também podem conter o nível de estrutura de características de controle, caso
os controles de qualidade devam ser incluídos no processo de produção. As atividades de implementação
para planos de controle e outros tipos de listas de tarefas (roteiros, roteiros para produção repetitiva,
prescrições mestre) são quase idênticas.

1.3.2.1 Geral

As opções a serem efetuadas nesta seção referem-se ao grupo de planos no total ou ao cabeçalho do plano.
Só são oferecidas configurações importantes para a atualização das categorias de plano Q e S. No guia de
implementação da produção ainda se encontram mais configurações para os planos que normalmente não são
necessários no caso da aplicação das categorias de plano Q e S. Mesmo assim é aconselhável certificar-se
disso e acordar-se com os projetos de implementação para outras categorias de planos a fim de que nesses
projetos não sejam efetuadas opções que possam prejudicar o módulo QM.
Nota: No guia de implementação da produção, as seguintes funções para a determinação do plano serão
oferecidas, com as quais poderão influenciar a seleção de plano referente ao usuário e automática. Não será
efetuado o suporte destas funções para os planos de controle, porém será necessário que uma entrada com a
chave Q* esteja contida na respectiva tabela. Verificar se este é o caso e, aceitar as entradas do mandante
contido sistema standard.
Planos de controle estão ligados com o controle de modificações para objetos da logística. A descrição das
configurações aí possíveis encontra-se no capítulo 'Logística', Controle de modificações.
Alguns campos no cabeçalho do plano serão necessários somente para a entrada de resultados de controle
referentes à característica. Disso faz parte
o a determinação para identificação de unidades de controle
o a identificação de pontos de controle
O usuário poderá obter as informações necessárias referentes às etapas na seção entrada de resultados no
manual controle de qualidade.

1.3.2.1.1 Atribuir ctg.de lista de tarefa ao tipo de material

Nesta etapa, o usuário determina quais tipos de materiais poderão ser verificados com os planos de controle.

Condições prévias

Os tipos de material foram atualizados.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 53
R/3 System
________________________________________________________________

Opções standard

No sistema standard SAP já estão predefinidas algumas atribuições de tipos de material para a categoria de
plano Q (planos de controle).

Atividades

1. Verificar a configuração dos tipos de material na entrada de menu "mestre do material/tipos de


material".
2. Determinar quais tipos de material deverão ser verificados com a categoria de plano Q (plano de
controle).
3. Atualizar a tabela de atribuição.

Outras observações

Outras categorias de plano, como por exemplo, roteiros, também poderão conter operações de controle.
Também para estas categorias de plano deverão ser efetuadas atribuições deste gênero para o tipo de material.
Esta tabela será utilizada para o controle de tela/seleção de campos nas opções de controle do material. Se
faltar a atribuição da categoria do roteiro para o tipo de material, os campos referentes ao roteiro serão
ocultados.

1.3.2.1.2 Definir utilizações da lista de tarefas

Nesta etapa são definidas as utilizações de plano.


Será possível criar diferentes planos dentro de um grupo de plano diferenciados pela utilização dos mesmos.
O usuário poderá diferenciar entre os seguintes motivos de operação: controle da primeira amostra, controle
de entradas de mercadorias, controle de reclamações, auditoria de produto, controle de saída de mercadorias.
Com ajuda da utilização de plano, o sistema poderá encontrar um plano apropriado para um determinado tipo
de controle.
Por utilização de plano também serão determinados adequados critérios de controle dinâmico para a
atualização dos níveis de qualidade. Os critérios de controle dinâmico determinados na utilização de plano
servem somente como valores propostos para os critérios de controle dinâmico no plano.

Atividades

1. Determinar os motivos de operação para os quais deseja-se utilizar planos próprios, bem como para os
quais deverão ser propostos critérios próprios para a atualização do nível de qualidade. O usuário deverá
orientar-se pelos tipos de controle existentes na empresa.
2. Determinar critérios adequados por área de tarefas para a atualização do nível de qualidade.
3. Atualizar as utilizações de plano.

________________________________________________________________
54 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Informações adicionais

A tabela de utilizações de plano também será utilizada para outras categorias de plano.
Esta utilização de plano não tem nada a ver com
o a utilização de roteiro dos centros de trabalho e meios auxiliares de produção com a qual a utilidade dos
objetos será determinada em diferentes módulos SAP.
o a aplicação do roteiro que pode ser definida como parâmetro de ordens de produção.

1.3.2.1.3 Definir status de plano

Nesta etapa são definidos os status a serem empregados nas categorias de plano de Logística (plano de
controle, plano standard, roteiro,...).
O status controla as seguintes funções no componente de aplicação QM:
o liberação para a utilização
- de planos standard em planos de controle executáveis
- de planos de controle executáveis em lotes de controle
o liberação para o cálculo de custo planejado
(para planos de controle ainda não está previsto um cálculo de custo)
o controle de consistência

Recomendação

Manter as opções contidas no sistema standard para esta tabela!


Desativar o controle de consistência enquanto o sistema estiver em fase de teste e reativar o mesmo quando o
sistema já estiver pronto para ser utilizado para a operação produtiva.
A tabela dos status também é válida para outras categorias de plano (como por exemplo: para roteiros). Por
esta razão será necessário coordenar a atualização da tabela com todas as áreas afetadas!

Atividades

Determinar o status do plano.

Informações adicionais

Será possível determinar uma categoria de plano apropriada e status de plano por origem do lote de
qualidade.
O status de plano será considerado na seleção de plano. O mesmo é um entre vários critérios.
A seleção de plano será realizada durante
o a criação de um plano com modelo
o a abertura do lote de qualidade

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 55
R/3 System
________________________________________________________________

A seleção de plano de controle está programada de tal forma que a primeira entrada localizada para a
categoria de plano Q nas tabelas V_TCA43 e V_TCA44 será utilizada para a seleção. Não é necessário
efetuar outras entradas na tabela de seleção e nem modificar as entradas existentes no sistema standard. Por
este motivo, esta tabela não se encontra no guia de implementação. Contudo, o usuário deverá certificar-se de
que as opções contidas no sistema standard de determinadas entradas para o QM-SAP não sejam modificadas
por outras aplicações na tabela para a seleção de plano!

1.3.2.1.4 Definir grupo de planejamento

Nesta etapa são definidos grupos de planejador de controle de qualidade.

Atividades

1. Constatar como os planejadores de controle de qualidade estão agrupados nos centros da empresa.
2. Atualizar os grupos de planejador de controle de qualidade na tabela por cada centro.

Informações adicionais

o O grupo de planejador de controle de qualidade atua na informação, como por exemplo, durante a
pesquisa de matchcodes ou no sistema de informações.
o Os grupos de planejador de controle de qualidade fazem parte dos grupos de planejadores gerais.

1.3.2.1.5 Definir variante de síntese

Nesta etapa, o usuário poderá criar sínteses de objetos próprias para o plano de controle. Neste caso será
utilizada a técnica das 'listas variáveis'. No guia de implementação do planejamento de produção, o usuário
poderá encontrar em roteiro -> dados gerais -> variantes de síntese uma respectiva etapa para as demais
categorias de plano, como por exemplo, roteiro, plano standard QM.
Para cada síntese criada, é criada uma variante de síntese. Para esta variante de síntese é determinado:
o quais objetos deverão ser exibidos na síntese, como por exemplo, operações ou características
o quais campos deverão ser exibidos por objeto

Opções standard

No sistema standard está contida uma variante de síntese.

Atividades

A fim de criar sínteses próprias, proceder da seguinte forma:


1. Criar variantes de síntese
Esta seção relata como as variantes de síntese são criadas pelo usuário.

________________________________________________________________
56 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

2. Determinar objetos
Esta seção descreve como cada um dos objetos serão determinados, os quais o usuário deseja visualizar
na síntese.
3. Determinar campos
Esta seção descreve como os campos serão selecionados e como o layout será determinado na síntese.
4. As opções poderão ser transportadas. Para isso, selecionar visão de tabela -> transporte.

Outras observações

O usuário pode chamar a função "Síntese de objeto" através da transação de plano de controle e imprimir a
lista de sínteses gerada.
A mesma técnica é utilizada em vários lugares, por exemplo, a nível de operação para as sínteses de
programação. Para as funções que na prática mal são utilizadas, a atualização das variantes de síntese não são
fornecidas no customizing. Todavia o usuário deveria ter conhecimento das ferramentas: os campos
permitidos para as sínteses estão predefinidos pelo sistema (transação CNVL); os campos exibidos nas
sínteses serão gravados na View V_TCNVL.
Os valores de características de controle serão representadas somente em forma exponencial nas listas
variáveis. Se o usuário desejar representar os valores de característica em forma decimal, será necessário
utilizar a lista de impressão normal (transação QP05).

1.3.2.1.6 Atualizar perfil para valores propostos

Nesta etapa, o usuário poderá atualizar perfis para valores propostos do plano de controle.
A entrada de dados poderá ser simplificada da seguinte forma pelo sistema SAP durante a atualização do
plano de controle:
o dados são propostos do material, por exemplo, texto breve do material.
o dados são propostos ou referidos do posto de controle.
o dados são propostos de um perfil.
Durante a atualização de um plano de controle será possível indicar uma identificação de perfil. Os
valores deste perfil serão oferecidos durante a criação de um novo plano ou objeto de plano (cabeçalho,
operação, característica). Os valores propostos poderão ser transferidos ou sobregravados.
Os valores propostos gravados no registro mestre do material ou do posto de controle têm maior prioridade
que os valores do perfil.
Exitem perfis de proposta para os níveis
o plano geral
- cabeçalho do plano
- operação
o característica de controle

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 57
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

1. Verificar para quais campos de plano de controle, os valores propostos devem e podem ser gravados em
perfis.
2. Definir, eventualmente, vários perfis diferentes e determinar, no que diz respeito à organização, para
quais aplicações estes perfis são válidos. Determinar a nomenclatura para um perfil mnemônico de texto
breve.
3. Atualizar os valores propostos para a administração geral de plano de controle.
4. Atualizar os valores propostos para a administração de característica de controle.

1.3.2.1.7 Definir seleção de campos

Nesta etapa o usuário ajusta a seleção de campos em planos. O usuário encontrará uma descrição mais
detalhada no capítulo Ambiente / Ferramentas / Configuração do sistema / Seleção de campos.

1.3.2.1.8 Determinar largura do texto

Nesta etapa será definida a extensão de linhas dos textos descritivos nos planos de controle.
Os textos descritivos dos seguintes objetos serão afetados pela configuração desta tabela:
o cabeçalho do plano
o seqüência
o operação
o suboperação
o atribuição MAP
A extensão dos textos breve é sempre definida com 40 caracteres. Se o texto descritivo estiver definido com
mais de 40 caracteres, o texto breve correspondente exibirá somente os primeiros 40 caracteres da primeira
linha do texto descritivo.

Recomendação

Manter a configuração standard.

Atividades

Determinar a extensão das linhas de cada objeto.

Outras observações

Esta função tem prioridade em relação à configuração central de formato de texto do sistema.

________________________________________________________________
58 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.3.2.1.9 Atualizar parâmetros para tipo lista de tarefas

Atribuir, nesta etapa, intervalos de numeração aos tipos de listas de tarefas.


O usuário também poderá ativar as seguintes opções por tipos de listas de tarefas:
o Descrição do documento de modificação
o para os campos Material, Grupo de listas de tarefas e Documento de vendas: o valor
atualizado por último aparece como valor proposto
o Eliminação de listas de tarefas e operações apenas com autorização especial
(controlado através do objeto de autorização Q_ROUT)

Condições
Os intervalos de numeração para planos de controle e planos standard estão atualizados.

Opções standard
Os parâmetros para planos de controle (tipo Q) e planos standard (tipo S) já estão
adequadamente definidos no sistema de entrega

Recomendação
Coordenar as opções para o tipo de plano S com o módulo PP!

Atividades
Determinar se uma parametrização do tipo de plano Q divergente do sistema standard é
necessária, e atualizar a mesma na tabela, se necessário.

1.3.2.1.10 Atualizar intervalo de numeração para planos de controle

Nesta etapa são atualizados os intervalos de numeração dos grupos de planos para as seguintes categorias de
plano:
o planos de controle executáveis
o planos standard

Opções standard

No sistema standard já estão contidos intervalos de numeração.

Recomendação SAP

o Manter a configuração standard.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 59
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

Atualizar os intervalos de numeração para a atribuição de números externa e interna.

Outras observações

Os objetos de intervalo de numeração poderão ser transportados da seguinte forma:


Selecionar na 1ª tela "intervalo - transportar".
No sistema destino, todos os intervalos do objeto de intervalo de numeração selecionado serão eliminados em
primeiro lugar, de tal forma que somente os intervalos exportados serão mantidos após a importação. Os
estados de números serão importados com os valores existentes no instante da exportação.

1.3.2.1.11 Transferir plano de controle do sistema externo

Nesta etapa serão preparada a transferência de dados para planos de controle de sistemas externos para o
sistema R/3.
As funções customizing oferecidas (transferência de dados-workbench) efetuam o suporte de todas as etapas
standard relativas à transferência de dados.

Condições

No sistema externo, os dados de plano de controle encontram-se em uma estrutura que poderá ser coordenada
com a estrutura de dados para planos de controle no sistema R/3.

Recomendação

Ler a documentação referente ao report RCPTRA01.

Atividades

1. Preparar transferência.
a) Gerar estrutura de transferência
O sistema R/3 gera descrições de fonte das estruturas de tabela para os dados a serem transferidos
(estruturas de transferência) e escreve os mesmos em um file seqüencial que poderá ser utilizado
para a declaração de file no programa de transferência.
Gerar um file seqüencial com as estruturas de transferência (função F5 da transferência de
dados-workbench). Será possível exibir (F7) a estrutura de transferência gerada e modificar (F6) os
campos de dados.
Gerar as declarações de dados para esta estrutura de transferência nas linguagens de programação
COBOL, C, PL/1 ou ASSEMBLER (Shift + F7).
b) Colocar programa de transferência à disposição
Utilizar as declarações de dados geradas como fundamento para um programa de transferência
criado pelo próprio usuário, que escreva os dados de plano de controle do sistema externo em um
file seqüencial, a partir do qual poderão ser geradas pastas batch input para a transferência de
dados para o sistema R/3.

________________________________________________________________
60 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

2. Colocar transferência de dados à disposição


a) Gerar com ajuda do programa de transferência um file seqüencial com os dados de plano de
controle do sistema externo e colocar estes files à disposição do sistema R/3.
b) Inscrever o nome deste file de entrada seqüencial da seguinte forma: </caminho de acesso/nome do
file seqüencial>
c) Gerar pastas batch-input executando o programa de transferência (F8). ausführen (F8).
3. Executar transferência de dados
a) Copiar as pastas batch input (Strg + F1).
b) Verificar os dados transferidos no sistema R/3.

Outras observações

O usuário poderá testar a transferência de dados antes dos planos de controle serem copiados em grande
número para o sistema R/3. Para isso proceder da seguinte forma:
- Criar um modelo de plano de controle no sistema R/3.
- Gerar um file seqüencial (com ajuda da função workbench "gerar dados de teste) para este modelo.
- Gerar a pasta batch input (F8) correspondente.
- Transferir esta pasta batch input em primeiro plano (Strg + F1), e controlar este processo.
- Verificar o resultado.

1.3.2.1.12 Definir pontos de controle

Nesta etapa, serão definidos os pontos de controle. Isto inclui as seguintes tarefas parciais:
o Identificação dos pontos de controle
o Valores propostos para a avaliação dos pontos de controle
o Módulos de função para a geração de pontos de controle
o Para a identificação dos pontos de controle, o registro mestre de ponto de controle poderá conter, entre
outros, os campos data e hora, assim como os campos de texto e campos de números com extensão
diferente, que podem ser definidos livremente. Com ajuda destes campos, atribui-se os pontos de
controle às unidades controladas ou às quantidades parciais durante a entrada de resultados de controle.
Para isso, diferentes variantes de execução podem ser selecionadas a nível da operação.
A técnica de identificação com pontos de controle pode ser utilizada em várias áreas de aplicação. Por esta
razão, as seguintes categorias de ponto de controle serão propostas:

o Pontos de controle livres, por exemplo, para a identificação de quantidades parciais na produção
Esta categoria de ponto de controle será necessária se os lotes de controle para a ordem de produção
forem abertos e se o usuário deseja executar vários controles por operação durante a produção.
o Pontos de controle para a identificação de amostras

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 61
R/3 System
________________________________________________________________

Esta categoria de ponto de controle será necessária, caso o usuário deseje administrar amostras e entrar
resultados de controle para amostras físicas.
o Pontos de controle para a identificação de objetos de manutenção
Esta categoria de ponto de controle será necessária, caso o usuário deseje executar os controles de
calibração e entrar os resultados de controles em equipamentos ou locais de instalação.

Pontos de controle livres durante o processo de produção

A identificação de ponto de controle será determinada no cabeçalho do plano e vale para todas as operações.
Se nenhuma identificação de ponto de controle for determinada no cabeçalho do plano, o sistema utiliza uma
identificação mais global gravada nas configurações preliminares a nível do centro.
Os pontos de controle são a base para a determinação de quantidades parciais com decisões de utilizações
próprias. As mesmas também são apropriadas para o controle estatístico de processos com ajuda de gráficos
de controle de qualidade.
Ao determinar no cabeçalho do plano que pontos de controle se deseja utilizar, será necessário indicar a nível
da operação se os pontos de controle foram definidos livremente ou com referência ao tempo e à quantidade.
Para os pontos de controle referentes à data e à quantidade, deve-se determinar um intervalo de controle na
operação. Além disso, entra-se um registro de dados com resultados de controle para cada ponto de controle
acompanhando a produção.
Uma determinada quantidade parcial produzida pertence a cada ponto de controle. É possível agrupar as
quantidades parciais pertencentes aos pontos de controle de modo válido para todas as operações, em lotes
parciais e os lotes de controle em lotes.
Se os pontos de controle livres forem utilizados com ajuda de planos de controle (categoria de plano Q) fora
da produção, o intervalo de controle referente ao tempo ou à quantidade, bem como a administração de lotes
parciais ou lotes não obtêm o suporte do sistema.
É possível gravar módulos de função no customizing para a geração de pontos de controle referentes ao
tempo ou à quantidade. Além disso, poderão ser gravados módulos de função que proponham, verifiquem ou
ofereçam os conteúdos dos campos de identificação para seleção.

Pontos de controle para a identificação de amostras físicas

A identificação para esta categoria de ponto de controle contém um campo adicional para a entrada de
números de amostras.
As funções para a atribuição parcial, bem como para os intervalos de controle referentes ao tempo ou à
quantidade não estão previstas nesta categoria de ponto de controle.

Pontos de controle para a identificação de objetos de manutenção

As identificações para estas categorias de ponto de controle contêm um campo adicional para a entrada do
número do equipamento e do local de instalação.
As funções para a atribuição parcial, bem como para os intervalos de controle referentes ao tempo ou à
quantidade não estão previstas nesta categoria de ponto de controle.

________________________________________________________________
62 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Opções standard

o A tabela contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
Combinação do campo do usuário 9*, A*, ... , Z*
o O sistema contém módulos de função
- para a geração de pontos de controle livres
(exemplo que pode ser executado)
- para propostas da identificação de ponto de controle
(modelo não executável)
Considerar a documentação on-line referente a estes módulos de função.

Recomendação

o Em relação à compactação de dados a nível da característica, o número máximo de pontos de controle


por operação é restrito no sistema standard. Manter esta configuração preliminar por motivos de
performance.
o Definições de pontos de controle representam chaves para registros de dados na tabela QAPP e portanto
não podem ser modificadas durante a execução do programa. Por isso, não se deve modificar as
identificações de pontos de controle utilizadas e sim, criar, se necessário, novas entradas na tabela e
marcar as entradas antigas como não mais utilizáveis.

Atividades

1. Determinar
a) se vários controles serão efetuados para uma operação na produção dentro da empresa e de que
forma serão definidos os intervalos para estes controles.
b) se identificações especiais serão necessárias para a entrada de resultados de controle para as
amostras físicas. Se os números de amostra forem suficientes, a entrada standard também será
suficiente.
c) se identificações especiais serão necessárias para a entrada de resultados de controle para objetos
de manutenção. Se os números de amostra forem suficientes, as entradas standard também serão
suficientes.
2. Definir as identificações apropriadas de pontos de controle atribuindo os respectivos significados e uma
seqüência adequada aos campos contidos na tabela "identificações de ponto de controle".
3. Determinar os valores propostos para as decisões de utilização pertencentes às identificações de ponto
de controle. Esta tarefa será efetuada da melhor forma juntamente com as etapas da seção encerramento
do lote de controle, caso seja definida a quantidade das decisões de utilização, assim como as ações
subseqüentes ligadas com as mesmas. As ações subseqüentes para pontos de controle na produção
devem ser atribuídas aos níveis de lotes parciais para outros pontos de controle do nível de lote.
4. Determinar se o número de pontos de controle deve ser limitado durante a compactação no nível da
característica e definir, se necessário o número máximo adequado.
5. Determinar se os pontos de controle ou os valores propostos devem ser gerados para a identificação de
ponto de controle com ajuda de módulos de função próprios e permitir a programação destes.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 63
R/3 System
________________________________________________________________

6. Certificar-se da atualização de processos de amostra adequados para esta forma de controle. Mais
detalhes a respeito podem ser encontrados no capítulo planejamento de qualidade, dados básicos.
7. Verificar as configurações preliminares a nível do centro. Determinar se necessário, os seguintes valores
propostos:
- Um processo de amostra em ligação com pontos de controle na produção e/ou no processamento
de amostras e/ou no controle de calibração.
- Uma identificação de ponto de controle para controles na produção
- O tipo de criação de lote parcial
- Decisões de utilização para pontos de controle ou lotes parciais

1.3.2.2 Operação

Esta seção é dedicada às opções referentes às operações de controle.


É possível atualizar registros mestre para três categorias de objetos subordinadas a uma operação:
o centro de trabalho
o meio auxiliar de produção (meio de controle)
o característica de controle
As opções destas três categorias de objetos não serão tratadas nesta seção, mas sim em capítulos especiais do
guia de implementação.

1.3.2.2.1 Definir chave de controle para operação de controle

Nesta etapa são definidas as chaves de controle para as operações de controle.


Mediante a chave de controle da operação, o planejamento e a execução da operação de controle será
controlada segundo vários pontos de vista. Os seguintes códigos são considerados importantes para os planos
de controle:
o Características
- Existem características de controle
o Impressão
- Serão impressas documentações para a operação.
o Programação
- A operação será programada.
o Cálculo de custos
- A operação será considerada durante o cálculo de custos.
o Confirmações

________________________________________________________________
64 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- A operação será confirmada.


- A operação será confirmada como marco.
o Produção externa
- A operação será processada fora da própria empresa.
Nota: Não há ligação de um controle EM da execução externa.
Será possível explicar as chaves de controle com ajuda de textos descritivos.

Recomendação SAP

o Determinar uma nomenclatura para a chave de controle mnemônica.


o Definir a chave de controle conforme a extensão planejada da implementação das funções de logística.
Deste modo é possível evitar que chaves de controle sejam definidas várias vezes.

Atividades

1. Certificar-se de quais funções da operação de controle serão controladas com ajuda da chave de
controle.
2. Coordenar as chaves de controles necessárias com todos os postos em questão.
3. Atualizar a tabela das chaves de controle da operação, eventualmente de acordo com outros módulos.

1.3.2.2.2 Definir campos de usuário

Nesta etapa, o usuário poderá definir campos próprios, que serão exibidos no detalhe de uma operação
adicional aos campos contidos no sistema standard.
O plano de controle contém um grupo de campos no nível de operação, que poderá ser definido livremente
pelo usuário. Estes campos serão ativados entrando-se uma identificação de palavra-chave que identifica um
grupo de campos.
No customizing, o usuário define tais grupos de campos ao
- determinar as identificações de palavra-chave,
- efetuar uma seleção para cada identificação de palavra-chave proveniente de uma quantidade
predefinida de campos com diferente categoria de dados.
- dar nomes aos campos (palavras-chaves) e um determinado significado.

Atividades

Constatar se, os campos definidos livremente serão necessários.


Definir, eventualmente, as identificações de palavras-chaves e as palavras-chaves correspondentes.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 65
R/3 System
________________________________________________________________

1.3.2.2.3 Definir estratégias de redução para a programação

Nesta etapa, o usuário determina, com qual estratégia de redução, as medidas de redução devem ser
executadas para as operações. A programação de prazos reduz automaticamente o tempo do ciclo da
produção, se a data-base indicada não pode ser mantida, ou seja, se a data programada está fora da data-base.
Além disso, definir os níveis de redução nesta etapa. A redução sucede-se por níveis no máximo até o nível
de redução, gravados nos parâmetros de programação.

o Estratégia de redução
Controlar com a estratégia de redução como o tempo do ciclo de produção da operação é reduzido na
redução por níveis. É possível indicar uma estratégia de redução em cada operação.

o Níveis de redução
É possível definir para cada estratégia de redução até seis níveis de redução. Indicar para cada nível de
redução, o que e, eventualmente, quanto deve ser reduzido.
O sistema SAP reduz por níveis no máximo até o nível de redução, gravado no parâmetro de programação.

Nota

As ordens e os diagramas de rede serão reprogramados em cada nível de redução. Para melhorar a
performance, a SAP recomenda manter o número dos níveis de redução o menor possível.

Opções standard

Níveis de redução estão predefinidos no sistema standard SAP.

Atividades

1. Definir as estratégias de redução.


2. Definir os níveis de redução para todas as estratégias de redução.

1.3.2.2.4 Centro de trabalho (posto de controle)

Nesta seção são definidas as configurações que podem ser transferidas do centro de trabalho para a operação.
É possível atribuir um centro de trabalho a operações. Desta maneira um grande número de dados do registro
mestre do centro de trabalho torna-se efetivo na operação - quer seja como referência ou como valor
proposto. Estes dados servem para
- programação de prazos
- planejamento de capacidades
- cálculo de custos
- ligação de subsistemas para o processamento de operações e a entrada de resultados

________________________________________________________________
66 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Para poder utilizar as respectivas funções de controle é necessário atualizar dados mestre do centro de
trabalho. As respectivas configurações encontram-se no capítulo 'Produção, dados mestre, centro de trabalho'.
A base para o cálculo de custos é a atribuição do centro de trabalho a um centro de custo. Tipos de atividades
e tarifas também têm de estar definidos para este centro de custo. A condição prévia é o emprego do módulo
Controlling CO.
Informações mais detalhadas sobre a ligação a subsistemas encontram-se no capítulo 'Controle de qualidade',
subsistemas.
Esta seção só contém as configurações principais para os planos de controle. Para efetuar controles durante a
produção, informar-se com a ajuda do guia de implementação "dados do roteiro", que contém informações
detalhadas sobre a configuração de centros de trabalho! Aí encontram-se, por exemplo, as configurações
relativas à otimização da preparação e à determinação do salário.
Os dados do centro de trabalho podem ser incluídos na operação de duas maneiras diferentes:
o como valores propostos
O sistema propõe os valores durante a atualização das operações; o planejador do controle de qualidade
pode modificá-los.
o como valores de referência
O sistema transfere sempre os dados atuais do centro de trabalho para a operação; o planejador do
controle de qualidade não pode modificá-los, mas o responsável pelo centro de trabalho pode
modificá-los centralmente no centro de trabalho.

Recomendação da SAP

Considerar cuidadosamente que valores propostos podem ser transferidos do centro de trabalho e de que
maneira estes se devem tornar efetivos no plano de controle! Uma modificação da utilização destes valores
propostos pode causar problemas consideráveis no caso de já terem sido atualizados muitos planos de
controle.

1.3.2.2.4.1 Atualizar chave de modelo de texto

Nesta etapa são atualizadas as chaves de texto e os textos standard para a denominação de operações de
controle.
Nas operações de controle será possível indicar chaves de texto standard que exibem os mesmos. Estas serão
então exibidas como textos de operação. Observar: será exibido o texto descritivo correspondente à chave de
texto standard e não a denominação breve com quatro caracteres da chave de modelo.

Nota

Os textos standard tem caráter de dados mestre e assim não contém conexão para transporte. Por esta razão, o
usuário deverá executar a atualização do sistema produtivo!

Recomendação SAP

Utilizar a configuração standard dos textos de operação tanto quanto for possível.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 67
R/3 System
________________________________________________________________

Utilizar chaves mnemônicas para os textos standard.

Atividades

1. Verificar quais textos de operação poderão ser definidos como textos standard. Coordenar as definições
com os postos em questão.
2. Determinar as denominações breves e os textos descritivos para as chaves anteriormente definidas.
3. Atualizar as chaves de texto e os textos standard correspondentes no sistema produtivo.

Informações adicionais

A chave de texto standard poderá ser gravada no centro de trabalho como referência ou como valor proposto.
As chaves de modelo podem ser utilizadas nos seguintes casos:
o para operações em planos e ordens
o para atribuições de meios de controle em planos e ordens

1.3.2.2.4.2 Definir qualificação

Nesta etapa é possível definir as qualificações previstas para determinadas operações de controle.
Não confundir as qualificações efetivas no nível da operação com a qualificação do inspetor a nível da
característica.
As qualificações a nível da operação devem ser determinadas em função do centro.

Atividades

1. Decidir se as qualificações referentes à operação de controle deverão ser administradas no sistema do


usuário. Permitir a determinação dos níveis de qualificação exigidos pelo responsável na empresa.
2. Atualizar a tabela das chaves de qualificação.

Informações adicionais

A qualificação pode ser gravada como referência ou como valor proposto no centro de trabalho.

1.3.2.2.5 Característica de controle

Nesta seção são atualizados os controles a nível de características do plano de controle.


Os dados básicos relacionados à característica podem ser gravados no sistema em forma de características
mestre de controle. As respectivas configurações encontram-se no capítulo 'planejamento de qualidade',
'dados básicos', característica de controle.
As demais configurações a nível da característica serão necessárias somente, caso os resultados de controle

________________________________________________________________
68 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

referentes à característica devam ser entrados. Tais configurações poderão ser encontradas no manual
controle de qualidade / entrada de resultados.

1.3.2.2.6 Meios de controle

Os meios de controle (meios auxiliares de produção) poderão ser representados, dependendo da finalidade de
aplicação, com ajuda de diversas categorias de registro mestre, como por exemplo
o Material
o Equipamento
o Documento
o Registro mestre MAP (registro mestre do meio auxiliar de produção)
As respectivas opções podem ser encontradas no capítulo produção, dados básicos, meio auxiliar de
produção.
Dependendo da categoria de registro mestre, ainda existem outras opções para registros mestre de
documentos, registros mestre do material e registros mestre do equipamento.

o Registro mestre MAP


O registro mestre MAP contém os dados de administração para os registros mestre de planejamento,
além de informações relativas ao status, local, e eventualmente para a classificação em um grupo ou em
um registro de meios auxiliares de produção. Mediante a conexão com o sistema de classificação, este
registro poderá adquirir outras características definíveis pelo usuário.
o Documento
O registro mestre MAP pode fazer referência aos registros mestre de documentos; os registros mestre de
documento também podem ser utilizados diretamente em listas de tarefas como meios de controle.
Mediante as interfaces da administração de documentos para os sistemas CAD ou para o SAP
ArchiveLink poderão ser exibidos os gráficos e demais tipos de documento ao inspetor.
o Material
Caso sejam necessárias funções lógicas para os meios de controle, como por exemplo, para o
suprimento, administração de estoque ou para o controle de qualidade, recomenda-se efetuar a
atualização de registros mestre do material para os meios de controle.
Lote
Caso cada meio de controle ou grupos de meios de controle devam ser tratados de forma diferente, ainda
será possível criar registros mestre do lote para os materiais. Se os meios de controle forem
administrados como lotes, existe a possibilidade de acionar os controles de calibragem no âmbito da
monitorização de prazos.
o Equipamento
O registro mestre do equipamento abrange as funções do módulo PM para a monitorização, manutenção
e calibragem dos meios de controle.
- Durante a liberação de ordens de produção, o status do equipamento será verificado quanto à
utilidade do mesmo, caso o equipamento tenha sido definido como meio auxiliar de produção.
- Os intervalos de manutenção podem ser controlados conforme a utilização.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 69
R/3 System
________________________________________________________________

- Ao se atingir uma data de manutenção, o sistema gera automaticamente ordens de manutenção.


- Os resultados de calibragem serão arquivados em um histórico.

Outras observações

As seguintes funções ainda não estão contidas no sistema standard. Se necessário efetuar medidas
organizativas, a fim de que tais funções sejam garantidas.
o Monitorização do status de meios de controle que não estão representados como equipamentos ou
registros mestre MAP
Durante a liberação da ordem, o sistema verifica o status dos equipamentos e dos registros mestre MAP.
O usuário deverá efetuar medidas de organização para outras formas de representação de meios de
controle, a fim de garantir que somente os meios de controle permitidos sejam utilizados.
o Monitorização de capacidades de meios de controle
O seguinte será considerado em ordens e operações de controle
- Programação/Planejamento de capacidades
- Cálculo de custos
- Confirmação
O controle de disponibilidade de meios de controle poderá ser realizado com ajuda de um report, que
exibe as atuais utilizações nas ordens de produção.
o Monitorização da localização (inclusão e exclusão de meios de controle)

1.3.3 Engineering Workbench

Neste capítulo, o usuário efetua as configurações para a Engineering Workbench.

1.3.3.1 Definir áreas de trabalho

Nesta etapa, o usuário define as áreas de trabalho do Engineering Workbench para a área de utilização plano
de controle.

Condições

Os perfis para valores propostos devem estar atualizados

Recomendação

Observar a ajuda de campo F1!

________________________________________________________________
70 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

Definir as áreas de trabalho necessárias na empresa.

1.3.3.2 Determinar layout de impressão para MS Word

Nesta etapa de trabalho, o usuário define modelos de impressão (layouts) utilizados para a impressão de
dados de cabeçalho da lista de tarefas e de dados de operação através do Microsoft Word 97.
Dependendo do layout, uma ou mais páginas podem ser imprimidas por cabeçalho da lista de tarefas ou
operação marcados no Engineering Workbench. É possível integrar os seguintes dados em um layout:
o dados individuais do cabeçalho da lista de tarefas ou dados de operação, por exemplo a denominação do
centro de trabalho
o tabelas que contêm os dados de operações, atribuições de componentes, meios auxiliares de produção ou
características de controle
o gráficos
Proceder da forma seguinte:
1. Definir um layout no sistema R/3.
a) Definir uma ou mais tabelas.
b) Determinar o número de gráficos que devem estar contidos em cada impressão.
2. Criar um documento do Word.
a) Criar as tabelas definidas no layout e formatá-las.
b) Criar ligações para os gráficos e campos individuais.
Por fim, a impressão pode ser inicializada a partir do Engineering Workbench. O sistema R/3 envia ao
Word os dados a ser imprimidos. O Word preenche as tabelas criadas, insere os gráficos e imprime o
documento.

Condições

Definir Microsoft Word 97


Para garantir uma interação sem problemas entre o sistema R/3 e o Microsoft Word 97, iniciar o Word e
proceder do seguinte modo:
1. Selecionar extras -> opções.

Surge a caixa de diálogo opções.


2. Selecionar a ficha de registro geral e desmarcar os campos de seleção atualizar automaticamente
ligações e exibir aviso macro.
3. Selecionar a ficha de registro imprimir e desmarcar o campos de seleção atualizar ligações .
4. Selecionar OK e encerrar o Word.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 71
R/3 System
________________________________________________________________

Criar gráficos no sistema R/3


Criar os gráficos que pretende imprimir no sistema R/3. É possível utilizar gráficos com o formato de gráfico
BMP, GIF e JPG.
1. Verificar no customizing do sistema de administração de documentos, se as aplicações de estação de
trabalho estão definidas para os formatos de gráfico. Considerar as especificações seguintes na visão
detalhada:
a) Se pretender imprimir mapas de bit, o sufixo de file deve ser BMP e o tipo MIME
image/x-ms-bmp .
b) Se pretender imprimir files GIF, o sufixo de files deve ser GIF e o tipo MIME image/gif.
c) Se pretender imprimir files JPEG, o sufixo de files deve ser JPG e o tipo MIME image/jpeg.
2. Criar o gráfico como documento no sistema de administração de documentos do sistema R/3. Indicar no
grupo originais a aplicação de estação de trabalho definida no customizing e selecionar o local de
arquivo do gráfico. Por fim, liberar o documento.
3. Em seguida, criar este documento como meio auxiliar de produção e ordenar a respectiva operação no
roteiro. Indicar apenas um número de uma área de numeração determinada (p.ex. 800 - 900) como
número do meio auxiliar de produção, para distinguir os gráficos de outros documentos também criados
como meio auxiliar de produção. Indicar posteriormente estas áreas, se criar um layout no sistema R/3.

Recomendação
Se pretender que determinadas impressões (p.ex. instruções de trabalho) possuam uma aparência de unidade
para toda a empresa, criar um layout como modelo no qual são inseridos os dados gerais, como por exemplo
o logotipo da firma ou as configurações para o formato de página. Copiar este modelo para todos os outros
layouts que pretende criar.
Se pretender imprimir várias operações em uma etapa, criar um layout adicional utilizado para a impressão de
um falso-rosto.
Atividades
Para imprimir dados do cabeçalho da lista de tarefas ou dados de operação a partir do Microsoft Word 97,
criar um layout no sistema R/3 e, em seguida, um documento do Word. Proceder da forma seguinte:
Criar layout no sistema R/3
1. Criar um novo layout na etapa de trabalho modelo do cabeçalho da lista de tarefas, do seguinte
modo:
a) Selecionar entradas novas.
b) Indicar o nome, bem como a denominação do layout.
c) Indicar o número máximo de gráficos que pretende imprimir por plano ou operação.
d) Indicar a área de numeração do meio auxiliar de produção no qual os gráficos foram gravados.
e) Gravar.
2. Definir na etapa de trabalho atribuição de tabelas, as tabelas que pretende imprimir por plano ou
operação. Para isso, indicar os dados seguintes:

________________________________________________________________
72 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

a) Uma chave de seleção livre da tabela


b) A tabela R/3 que fornece os dados ao Word

É possível selecionar a tabela OPR (dados de operação).


c) O número atual da tabela no documento do Word

Além disso, indicar:


d) Se o sistema deve ajustar automaticamente o número de linhas da tabela
e) Que linha é a primeira linha de dados da tabela no documento do Word
3. Gravar.
4. Atribuir um campo de uma tabela R/3 a cada coluna da tabela do Word na etapa de trabalho atribuição
de tabela. Este campo fornce os dados ao Word durante a impressão.
5. Gravar o layout para que possa finalmente processar o documento no Word.
Criar documento no Microsoft Word 97
1. Selecionar um layout e, por fim, modelo para iniciar o Word.
O sistema abre automaticamente um modelo de documentos vazio no Word, que contém os macros
necessários à impressão. Por isso, inicializar o Word sempre a partir do customizing do sistema R/3.
2. Criar uma tabela no Word para cada tabela já definida no customizing.

Ter em atenção que o Word numera as tabelas, em colunas, de cima para baixo e da esquerda para a
direita. Inserir as tabelas, de forma a que o número da tabela corresponda ao número indicado no
modelo no sistema R/3.

Notas: se inserir posteriormente uma tabela em um documento do Word, o Word numera de novo todas
as tabelas seguintes e o layout no sistema R/3 terá de ser atualizado.
3. Inserir, no documento, ligações (caracteres de preenchimento) para os gráficos que pretende imprimir.
a) Selecionar ligação e selecionar o gráfico pretendido da lista de seleção. O Word deve ser mantido
aberto no background.

Os gráficos possuem a chave 'PS_PICTURE', seguida por um número de dois dígitos.


b) Selecionar copiar para o clipboard. O sistema insere a ligação no clipboard.
c) Mudar para o Word e posicionar o cursor no documento sobre local em que pretende inserir a
ligação.
d) Selecionar processar -> inserir conteúdo.

Surge uma caixa de diálogo.


e) Selecionar ligações.
f) Selecionar OK.

A ligação foi inserida.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 73
R/3 System
________________________________________________________________

4. É possível inserir também ligações para campos individuais de uma tabela R/3 junto com as ligações
para gráficos. Proceder do mesmo modo que para a inserção de ligações para gráficos. A lista de seleção
contém, entre outros, todos os campos da tabela OPR dos dados de operação e a tabela TSK dos dados
do cabeçalho da lista de tarefas. É possível inserir todos os campos cujo nome comece por "OPR-" ou
por "TSK-".
5. Após ter inserido todos os objetos que devem receber os dados do sistema R/3, é possível formatar as
tabelas e, se necessário, inserir outros objetos, como p.ex. o logotipo da firma. Estes objetos são
imprimidos pelo Word em cada operação.
6. Selecionar gravar.

Tanto o layout, como o documento do Word são gravados.

1.3.3.3 Definir seleção de campos

Nesta etapa o usuário pode ajustar a seleção de campo para a Engineering Workbench. O usuário encontrará
uma descrição mais detalhada no capítulo Ambiente / Ferramentas / Configuração do sistema/ Seleção de
campos.

1.4 Controle de qualidade


Este manual refere-se à implementação do controle de qualidade.
O sistema R/3-QM efetua o suporte de diversas variantes do controle de qualidade. As principais variantes,
dentro a grande diversidade de possibilidades de controle, são as seguintes:
o forma básica do processamento de lotes de controle, funções parciais possíveis:
- abertura de lote de controle, processamento de lote de controle
- entrada de defeitos para o lote de controle
- encerramento do lote de controle, decisão de utilização com índice de qualidade, ações
subseqüentes, atualização de dados no sistema de informações QM
o processamento de lotes de controle com plano de controle, funções suplementares:
- seleção de plano de controle
- cálculo de amostra com regra de controle dinâmico por lote com base na decisão de utilização
- impressão da documentação (instrução de controle, instrução para retirada de amostra, etiquetas de
amostra)
- entrada de defeitos para a operação e a característica de controle
o processamento de lotes de controle com entrada de resultados, volume completo de funções:
- entrada de resultados de características de controle
- transferência de resultados de controle para a avaliação do lote

________________________________________________________________
74 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- cálculo de amostra com controle dinâmico com base na avaliação de características


o controle com pontos de controle e funções suplementares
- pontos de controle livremente definíveis para uma operação de produção
- confirmação de resultados e defeitos para o ponto de controle
- formação de lotes parciais e lotes com base nos resultados do ponto de controle
O processamento de operações de controle em subsistemas é apoiado por uma interface standard.

Condições prévias

o No caso de uma simples aplicação da variante principal "Processamento simples de lote de controle",
também é necessário processar a seção "catálogo" na documentação "Planejamento de qualidade" para
conhecer a atualização do catálogo de decisões de utilização.
Para preparar a entrada de defeitos é necessário processar o respectivo capítulo na documentação
"Processar notas QM".
o Para aplicar uma variante principal com plano de controle é necessário processar primeiro no manual
"Planejamento de qualidade" o capítulo dados básicos e planejamento de controle.
o A variante básica 'Processamento de lote de controle com entrada de resultados' pressupõe a atualização
de planos de controle ou de especificações de material.

Recomendação da SAP

Visto que o sistema R/3-QM oferece várias variantes básicas que se baseiam uma na outra, é possível
implementar o processamento de ontrole em etapas. Valendo-se desta característica, a implementação do
módulo pode ser efetuada de acordo com as capacidades de projeto da empresa do usuário.

Atividades

1. Determinar, em primeiro lugar,


a) em quais áreas da empresa os controles serão planejados e executados,
b) quais origens de lote de controle vêm ao caso,
c) que variantes principais do processamento de lote de controle são de importância.
2. O usuário deverá decidir-se sobre as etapas nas quais deverá ser implementado o processamento de
controle com R/3-QM.
Considerar que a funcionalidade do plano de controle e características de controle poderá ser ampliada
em etapas.
3. Processar os detalhes no capítulo Processamento de lotes de controle e nos demais capítulos deste
manual. Criar protótipos no sistema de teste para as diferentes formas de controles de qualidade e
informar-se sobre as possíveis formas de controle.

Processamento de lotes de controle


O R/3-QM pode abrir lotes de contole por vários motivos. Estes motivos são distinguidos segundo a origem
do lote de controle.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 75
R/3 System
________________________________________________________________

O R/3-QM suporta várias variantes do processamento dos lotes de controle, que principalmente são
distinguidas conforme o tipo de controle. Os mecanismos de controle necessitados encontram-se nas
seguintes tabelas e dados mestres:
o Origem do lote de controle
o Tipo de controle
o Registro mestre de materiais / configuração de controle
determina o tipo de controle a nível do centro. Os controles propostos para o tipo de controle em parte
ainda podem ser modificados e ampliados na configuração de controle do material.
o Registro info para a relação de fornecimento
- no suprimento
controla a abertura do lote de controle e o tipo de controle para o controle de aceitação
- nas vendas e distribuição
controla a abertura do lote de controle para controles de fornecimento ao cliente
o Plano de controle e outros tipos de planos
- cabeçalho do plano de controle
controla a criação de pontos de controle e o controle dinâmico dos tamanhos da amostra
- operação
controla os processos da entrada de dados e alguns detalhes do processamento dos pontos de
controle
- característica de controle
contém as especificações de controle e controla a entrada de resultados

Recomendação

Por meio das tabelas e dos dados mestre indicados, certificar-se das possibilidades de controlar os controles.
Para esse efeito utilizar a ajuda F1.
Nota: A quantidade das possibilidades de controle na configuração de controle do material depende da
origem do lote de controle à qual o respectivo tipo de controle está atribuído.

1.4.1 Abertura do lote de controle

Nesta seção são determinados os controles efetivos no momento da abertura do lote de controle.

Abertura automática do lote de controle

O sistema cria lotes de controle para as seguintes origens de lotes de controle se o respectivo tipo de controle
for ativado na opção de controle do material:
o Registros de estoque
- 01 Entrada de mercadoria para o pedido

________________________________________________________________
76 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- 04 Entrada de mercadoria da produção


- 06 Retorno do cliente
- 05 Outra entrada de mercadoria
- 02 Saída de mercadoria
- 08 Registro de transferência (p.ex. do estoque de utilização livre para o estoque em controle de
qualidade)
o Produção
- 03 Ordem de produção
- 03 Ordem de processo
- 13 Produção repetitiva
o Monitorização de prazos de lotes
- 09 para a data do controle periódico
- 09 para a data de expiração
o Fornecimentos
- 10 Fornecimentos ao cliente com ordem de cliente
- 11 Fornecimentos ao cliente sem ordem de cliente
- 12 Outros fornecimentos
o Administração de amostras
- 15 lotes de controle para amostras
Para que o sistema crie lotes de controle, o usuário pode ou (em alguns casos) deve especificar o tipo de
controle no tipo de ordem para as seguintes origens de lote de controle:
o Produção
- 03 Ordem de produção
- 03 Ordem de processo
- 13 Produção repetitiva
O tipo de controle especificado no tipo da ordem tem prioridade sobre o tipo de controle do material.
o Manutenção (p.ex. com controle de calibragem)
- 14 Ordens de manutenção
Neste caso o tipo de controle só é determinado através do tipo de ordem.

Abertura manual do lote de controle

No momento, somente uma abertura de lote de controle manual está prevista para as seguintes origens de
controle:
o 07 Auditoria
o 89 Outra origem

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 77
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

1. Estabelecer em quais diferentes processos de lotes de controle existentes nos postos de controle
deseja-se utilizar o sistema R/3-QM.
Para este obejtivo, formar grupos de material com controle homogêneo do processo de controle. Nota:
uma formação semelhante de grupos de material será proposta para a administração de controle de
qualidade no suprimento.
2. Selecionar as origens de lote de controle e tipos de controle correspondentes.
3. Verificar se, vários, diferentes tipos de controle serão necessários por origem, como por exemplo, para
os controles de primeira amostra e controles normais.
Definir estes tipos de controle variantes.
As possíveis origens de lote de controle estão predefinidas no sistema standard. Vários tipos de controle
podem ser atribuídos a cada origem, contudo cada tipo de controle poderá ser utilizado somente para
uma única origem de lote de controle.
4. Caso o usuário deseje executar os controles através de planos, será necessário constatar quais categorias
de plano são adequadas para estas origens e quais utilizações de plano são adequadas para estes tipos de
controle. (As categorias de plano foram predefinidas pelo sistema na tabela TCA01.)
No momento é efetuado o suporte das seguintes categorias de plano:
- Q (plano de controle) para controles gerais
- N (PP-plano de trabalho) para a produção
- M (PP-roteiro para produção repetitiva) para processos de produção simples
- 2 (prescrição mestre) para processos
- E (lista de tarefas por equipamento) para controles de calibragem
- T (plano para local de instalação)
- A (instrução PM) para manutenção geral
Definir as utilizações de plano apropriadas se necessário.
Após o esquema do processamento de lote de controle ter sido determinado, será necessário processar as
etapas pertencentes à abertura do lote de controle. Na seção abertura de lote de controle, o usuário processa a
atualização de tipos de controle, de origens de lote de controle, intervalos de numeração e valores propostos
para o tipo de controle. Além disso será possível processar, se necessário, as etapas em função da origem de
lote de controle.

1.4.1.1 Atualizar tipo de controle

Nesta etapa serão atualizados os tipos de controle e os controles ligados com o tipo de controle.
Certificar-se antes do significado de cada campo desta tabela com base na documentação on-line!

Condições prévias

Dependendo das funções e dos possíveis controles que o usuário deseja utilizar realmente, as seguintes

________________________________________________________________
78 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

condições deverão ser preenchidas antes da tabela poder ser atualizada:


o O catálogo 3 decisões de utilização e as quantidades de seleção correspondentes foram criadas a nível
do centro.
o Esquemas de status para lotes de controle estão determinados.
o Tipos de ordem para custos de controle estão determinados.
o Tipos de nota QM estão determinados.
o As utilizações de plano estão determinadas.
o As chaves de controle para operações de controle foram definidas.
o Os tipos de amostra para a administração de amostras estão determinadas.

Opções standard

A tabela contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o tipo de amostra 9*, A*, ... , Z*

Atividades

1. Determinar a chave com oito caracteres e os textos breves para cada tipo de controle que o usuário
deseja utilizar.
Observar que cada tipo de controle poderá ser utilizado somente para uma origem de lote de controle.
2. Determinar por tipo de controle, quais campos de controle são relevantes.
Determinar o conteúdo dos campos de controle.
3. Se necessário, criar as condições prévias mencionadas acima.

Outras observações

Os valores default para especificação de material terão efeito quando os controles forem planejados
exclusivamente com ajuda de especificações de material e se não existir nenhum plano de controle. O sistema
gera uma operação de controle para estes lotes de controle, com base nestes valores default (nºda operação,
chave de controle e texto da operação).
Nota: se existir um plano, ao invés disso, o sistema atribui as características de controle contidas na
especificação de material à última operação contida no plano, isso se estas características de controle não
forem idênticas com as características de controle no plano.
Se as características de controle contidas na especificação de material forem idênticas com as características
do plano e se, tais características de controle tiverem outros valores default que as características do plano, o
sistema aceita os valores default divergentes da especificação de material ignorando os valores default
contidos no plano de controle.
Se características de controle estiverem ligadas com características de classe, o sistema aceita os valores
default divergentes das características de classe e ignora os valores default contidos na característica de
controle.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 79
R/3 System
________________________________________________________________

1.4.1.2 Atualizar origem de lote de controle e atribuir tipos ctrl.

Na etapa "Origem" são definidos controles em função da origem do lote de controle.


As origens do lote de controle propriamente ditas estão predefinidas. O usuário não tem autorização para
definir as origens, mas poderá determinar para cada origem do lote de controle os seguintes parâmetros:
o o intervalo de numeração
o a cotação para critérios de controle dinâmico
o a categoria de plano
o o status do plano de controle
Mais adiante, o usuário poderá determinar os tipos de controle variáveis por origem. O controle da primeira
amostra com um tipo de controle próprio e utilização de plano correspondente é um exemplo de tipo de
controle variável.

Condições prévias

o Os status de plano de controle estão definidos.


o As possíveis combinações de critérios de controle dinâmico estão definidas. As mesmas já foram
predefinidas no sistema standard; o acesso à respectiva visão V_TQ39 não é possivel mediante o
customizing.

Opções standard

As origens do lote de controle foram predefinidas pela SAP.

Recomendação SAP

Manter as opções contidas no sistema standard.

Atividades

1. Determinar para cada origem do lote de controle existente na empresa do usuário


a) qual intervalo de numeração do lote de controle deverá ser utilizado.
Caso o usuário deseje definir novos intervalos de numeração, o usuário deverá dirigir-se à entrada
de menu atualização do intervalo de numeração.
b) quais critérios de controle dinâmico poderão ser utilizados.
Determinar por origem do lote de controle, a quantidade dos critérios de controle dinâmico que
poderão ser combinados no máximo.
Nota:
Se for executado um controle dinâmico sem plano, o nível de qualidade será administrado para os
critérios de controle dinâmico na origem do lote de controle.
Se for executado um controle com plano, o nível de qualidade será administrado para a interseção
dos critérios de controle dinâmico no plano e na origem do lote de controle. Será possível
determinar valores propostos para os critérios de controle dinâmico no plano com ajuda do
parâmetro de controle utilização de plano .

________________________________________________________________
80 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

c) quais status deverá conter o plano de controle.


Geralmente é utilizado o status 'liberado' contido no sistema standard.
2. Atualizar as propriedades das origens do lote de controle na tabela de controle. Procurar pelos intervalos
de numeração, chaves de controle dinâmico e status de plano.
3. Atualizar os tipos de controle variáveis por origem do lote de controle.
Observar que por origem do lote de controle deverá existir uma variante '01' (zero um)!

1.4.1.3 Atualizar intervalo de numeração

Nesta etapa são determinados os intervalos de numeração para os lotes de controle. Estes intervalos de
numeração serão gravados para a origem do lote de controle; estes são válidos para todo o mandante.
O sistema atribui os números de lote de controle exclusivamente de forma interna, com base nos intervalos de
numeração gravados para a origem do lote de controle; por isso, a definição intervalo de numeração externa
não tem sentido.

Opções standard

Para cada origem do lote de controle foi determinado um intervalo de numeração próprio.

Recomendação SAP

Aceitar as opções standard.

Atividades

1. Estipular a necessidade de números de lote de controle por origem do lote de controle para a empresa.
2. Atualizar os intervalos de numeração para os lotes de controle.

Outras observações

Os objetos de intervalo de numeração poderão ser transportados da seguinte forma:


Selecionar na 1ª tela "intervalo - transportar".
No sistema destino serão eliminados, em primeiro lugar, todos os intervalos do objeto de intervalo de
numeração selecionados, de tal forma que, após a importação somente os intervalos exportados continuarão a
existir. Os números atuais serão importados com o valor existente durante a exportação.

1.4.1.4 Definir valores propostos por tipo de controle

Nesta etapa serão definidos valores propostos para os dados de controle QM do material.
Diferentes processamentos de lotes de controle serão determinados para cada material ou grupo de materiais,
desviando a atualização dos tipos de controle no mestre do material dos valores propostos.
Certificar-se do significado dos valores propostos com base na documentação on-line.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 81
R/3 System
________________________________________________________________

Condições

Antes dos valores propostos poderem ser atualizados, será necessário atribuir o tipo de controle à uma origem
de lote de controle, pois a origem de lote de controle estabelece para quais campos poderão ser gravados
valores propostos para um tipo de controle.

Recomendação SAP

O sistema permite gravar diferentes parâmetros de controle para o processamento de controle por material,
contudo uma variedade de execuções deste tipo não é necessária e nem desejada. Por este motivo,
recomenda-se ordenar os materiais em grupos e determinar um perfil uniforme por grupo para os parâmetros
de controle no mestre do material. Se estes parâmetros forem uniformes por tipo de controle para todos os
grupos de materiais, os mesmos poderão ser aceitos nos valores propostos para o tipo de controle.

Atividades

1. Estabelecer quais parâmetros de controle são relevantes para cada tipo de controle e quais deles serão
predefinidos uniformemente por tipo de controle.
2. Determinar os valores propostos por tipo de controle.
Gravar somente valores propostos que poderão ser aceitos realmente durante a atualização do mestre do
material.
3. Atualizar a tabela de valores propostos.
4. Existem controles que não podem ser predefinidos uniformemente para todos materiais pelo sistema
com ajuda de valores propostos para um tipo de controle, que porém poderiam ser determinados
uniformemente para amplos grupos de materiais. Por esta razão, o usuário deverá determinar para tais
grupos de materiais, perfis de organização para estes controles, que deverão ser mantidos segundo as
instruções, pelo planejador de controle de qualidade.

1.4.1.5 Controle em um movimento de mercadorias

Nesta etapa, o usuário controla a geração de lotes de controle em movimentos de mercadorias ou outros
registros de estoques.
A fim de que o sistema possa gerar um lote de controle em um movimento de mercadorias, a origem do lote
de controle apropriada deve estar inscrita na visão de registro para o tipo de movimento.
Em uma outra visão será possível desativar a geração de lotes de controle para determinados tipos de
movimento.

Condições

A administração de estoques está sendo utilizada.


A administração de estoques administra os materiais no tipo de estoque "em controle de qualidade" também
sem o módulo QM, enquanto nenhum tipo
de controle com administração de estoques estiver ativado na

________________________________________________________________
82 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

configuração de controle dados de controle QM. Enquanto um tipo de controle que administre estoques
estiver ativo, os lançamentos do estoque QM provenientes do estoque QM serão possíveis somente no
módulo QM no âmbito de decisões de utilização de controle para lotes de controle. Ao se modificar a
competência o seguinte deve ser observado: o estoque de um material deverá ser zero "no controle de
qualidade", antes que um tipo de controle que administre estoques seja ativado pela primeira vez e antes que
um tipo de controle que administre estoques seja desativado pela última vez.

Opções standard

No sistema standard já foram entradas origens do lote de controle apropriadas para todos movimentos de
mercadorias, em cujos são possíveis controles. Não será efetuado o suporte da utilização de outras origens do
lote de controle.
Para alguns tipos de movimento, nos quais normalmente não se deseja nenhum lote de controle (em tipos de
movimento-estorno), a abertura de lote de controle estará desativada.

Atividades

o Caso um registro de estoques não crie nenhum lote de controle como esperado, apesar de um tipo de
controle apropriado estiver ativo nos dados de controle do material, a configuração do tipo de
movimento em questão deverá ser verificada, ou seja, se foi inscrita a origem do lote de controle correta
e se a geração do lote de controle não foi desativada.
o Caso nenhum lote de controle divergente da configuração standard deva ser gerado durante o registro de
estoques, será possível desativar a geração do lote de controle indesejada completamente para a chave
de lançamento em questão do tipo de movimento.

Ativação do controle de qualidade com transferência dos atuais lotes de controle

Se um material estiver em controle no momento da ativação do controle de qualidade no módulo QM, isto
significa que será necessário gerar um lote de controle no sistema R/3, a fim de representar a operação
corretamente. Isso será realmente necessário, principalmente se, o material tiver de ser mantido no estoque
em controle de qualidade durante o controle, visto que este tipo de estoque pode ser administrado somente
mediante o lote de controle.
1. No sistema R/3 ainda não existe nenhum estoque deste material,
por exemplo, em uma transferência de dados de um sistema atual ou externo
a) Atualizar e ativar os dados de controle QM no mestre de materiais para o tipo de controle 05
(controle em outra entrada de mercadorias); conforme for necessário o usuário controla ou não a
entrada no >DS:DE.QINSMK>estoque em controle de qualidade para este tipo de controle.
b) Inscrever - talvez provisoriamente - a origem de controle 05 no tipo de movimento 563.
c) Registrar uma entrada com este tipo de movimento para a quantidade existente no controle. O
sistema cria um lote de controle e registra a quantidade do lote no tipo de estoque desejado.
d) Agora será possível executar os registros de estoque necessários - também a partir do estoque em
controle de qualidade
2. No sistema R/3 já existe um estoque em controle de qualidade do material, devido à utilização
posterior do módulo QM em relação à administração de estoques no módulo MM. Neste caso, as
seguintes alternativas estão à disposição do usuário:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 83
R/3 System
________________________________________________________________

a) Eliminar estoque em controle de qualidade antes da ativação do


tipo de controle.
Cuidar em primeiro lugar para que a quantidade contida no estoque em controle de qualidade seja
igual a zero, ou seja, concluindo o controle atual e registrando a quantidade controlada no estoque
de utilização livre (ou bloqueada).
b) Administrar estoque em controle de qualidade com ajuda de lotes de controle.
Criar as condições prévias para isso:
- Definir um tipo de controle adicional para origem de lote de controle 08 transferência
de estoque (tipo de controle 0800 no sistema standard).
- Determinar os valores propostos para este tipo de controle.
- Inscrever este tipo de controle nas opções preliminares a nível do centro.

Após estas condições terem sido criadas, o usuário ativa os tipos de controle nos registros mestre
de materiais com ajuda da transação QA08 para a atualização em massa dos dados de controle
QM.
O sistema cria lotes de controle com o tipo de controle predefinido adicionalmente, conforme cada
material, lote e depósito para os quais os estoques estão situados no controle de qualidade, visto
que os mesmos administram os estoques. Neste caso, o acesso do sistema aos dados de controle
QM não será efetuado no registro mestre de materiais, mas diretamente aos valores propostos
gravados no Customizing para este tipo de controle.
Processar os registros dos estoques em controle de qualidade já existentes com ajuda deste lotes de
controle.

3.

1.4.1.6 Controle no monitoramento de prazos de lotes

Nesta etapa será planejada a abertura de lotes de controle com base na monitorização de prazos em materiais,
cujos estoques serão administrados em lotes.
Duas funções parciais fazem parte da "monitorização de prazos":
o Ajuste do estado de lote quando os prazos forem alcançados
- data de vencimento
- data do próximo controle periódico
o Geração de um lote de controle antes do vencimento da data do próximo controle periódico e registro no
estoque de controle de qualidade.
Um job será ativado para a abertura automática do lote de controle para a monitorização de prazos, que
aciona a monitorização em determinados momentos.
- única

________________________________________________________________
84 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- periodicamente, com um intervalo predefinido

Condições

Os estoques dos materiais monitorizados são administrados em lotes.


No mestre do material, um tipo de controle encontra-se ativado para a origem do lote de controle 09.

Atividades

1. Planejar jobs para abertura de lotes de controle.


a) Definir as variantes de report para a ativação de controles com ajuda da monitorização de prazos.
b) Determinar por centro e material em qual ritmo as datas deverão ser monitorizadas.

Outras observações

Se o intervalo do controle periódico estiver definido no mestre do material, a data do próximo controle
periódico será inscrita durante a criação de um lote.
A data de vencimento será indicada ou manualmente durante a criação do lote ou definida pelo sistema com
base na prazo de vencimento indicada.
Se o tipo de controle para origem 09 (controle periódico) estiver ativado, será possível que um programa
periódico determine todos os lotes a serem utilizados na abertura do lote de controle ou na modificação de
status ou transferência.
Não há nenhuma conexão para transporte para jobs; por esta razão, os jobs devem ser planejados no sistema
produtivo.

1.4.1.7 Controle em uma ordem de produção

Nesta etapa são determinados os controles no âmbito da produção.


Será possível criar lotes de controle para os seguintes tipos de produção ou permitir a geração pelo sistema:
o Ordens produção origem lt.contr.03 <- ctg.plan N (roteiro)
origem lt.contr.03 <- ctg.plan M (rot.prod.repet.)
o Ordens processo origem lt.contr.03 <- ctg.plan 2 (receita mestre)
o Produção repetitiva origem lt.contr.13 <- a ctg.plano pode ser definida
mediante a versão de produção do material

Condições

o Durante a atualização dos planos da respectiva categoria, o usuário deverá prever características de
controle, bem como utilizar chaves de controle correspondentes para as operações.
o A entrada de resultados poderá ser predefinida nos roteiros com base nos pontos de controle. Mais
detalhes referentes às opções necessárias podem ser encontrados no capítulo planejamento de qualidade
/ planejamento de controle / pontos de controle.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 85
R/3 System
________________________________________________________________

Opções standard

Durante a atualização das origens do lote de controle 03 e 13 não terá efeito indicar uma categoria de plano
ou um status de plano, pois tais indicações não serão consideradas durante a seleção de plano para ordens de
produção, ordens de processo e versões de produção repetitiva.

Atividades

1. O sistema seleciona para lotes do controle na produção o tipo de controle preferido ou o tipo de controle
com a variante 01 para a respectiva origem do lote de controle, ao menos que seja indicado um tipo de
controle divergente nas opções preliminares para o tipo de ordem.
Verificar se tipos de controle dependentes do tipo de ordem serão necessários na produção. Se
necessário, o usuário deverá definir estas variantes e - a nível do centro - indicar para o tipo de ordem.
Assegurar-se de que a tabela pertença à área de aplicação produção.
2. Os lotes de controle pertencentes às ordens de produção necessitarão de uma decisão de utilização.
Visto que os lotes de controle não são relevantes para a utilização de quantidades acabadas, somente
será necessário definir um job que efetue a decisão de utilização automática no ritmo indicado após as
ordens terem sido concluídas.
Os resultados de controle não serão considerados por esta decisão de utilização. Desejando que o
sistema reaja de forma diferente do sistema standard, pode-se recorrer à nota 158455.

1.4.1.8 Controle para processamento externo

Nesta etapa são efetuados os preparativos a fim de se executar controles durante entradas de mercadorias de
um processamento externo ou subcontratação (processamento externo com materiais colocados à disposição).
Durante a entrada de mercadorias de um processamento externo, o sistema gera um lote de controle para um
material acabado da ordem de produção, caso for indicado um tipo de controle para a origem do lote de
controle 01 na operação de processamento externo. Se existirem várias operações processadas externamente
em um plano ou ordem, os lotes de controle poderão ser desta forma diferenciados através do tipo de
controle. Determinando uma utilização de plano no tipo de controle, será possível que diferentes planos de
controle sejam selecionados pelo sistema durante a abertura do lote de controle para diferentes
processamentos externos.

Condições

o A chave de controle de operações de produção preve um processamento externo.


o Nas respectivas operações está gravado um tipo de controle atribuído à origem do lote de controle 01.
o Este tipo de controle está ativado no registro mestre do material do material acabado.

Atividades

1. Verificar que controles de entrada são necessários em quais formas de processamento externo.
2. Definir os tipos de controle e utilizações de plano apropriados.

________________________________________________________________
86 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

3. Atualizar estes tipos de controle nos registros mestre do material de materiais acabados e nas operações
de plano correspondentes.
4. Criar, se necessário, planos de controle com utilizações de plano apropriadas.

1.4.1.9 Controle em SD

Nesta etapa é determinado em quais tipos de remessa serão acionados os controles no módulo QM a partir do
módulo de vendas e distribuição SD. Assim
o o usuário atribui uma das seguintes origens do lote de controle ao tipo de remessa predefinido pelo
módulo SD:
- 10 para fornecimento aos clientes com ordem do cliente
- 11 para fornecimento aos clientes sem ordem do cliente
- 12 para outros fornecimentos (sem referência ao cliente)
o atribuir um tipo de controle à combinação origem do lote de controle/ categoria de remessa (no módulo
de vendas e distribuição chamado de utilização).

Condições

o No módulo de vendas e distribuição, os tipos de remessa e as utilizações estão determinadas.


o No módulo QM, as origens do lote de controle e os tipos de controle estão atualizados.
o Os tipos de controle em questão estão ativados nos dados de controle QM do material.

Opções standard

Na maioria dos casos de aplicação não é necessária a abertura de lotes de controle para o fornecimento. Por
este motivo, no sistema standard não está contida nenhuma origem do lote de controle para os tipos de
remessa.

Recomendação

Inscrever origens do lote de controle somente caso os lotes de controle devam ser realmente abertos para o
fornecimento, caso contrário o o sistema teria de buscar pela categoria de fornecimento e pela origem do tipo
de controle atribuído e verificar na opção de controle do controle se o tipo de controle também está ativo.

Atividades

1. Determinar quais tipos de remessa serão definidos no módulo de vendas e distribuição SD. Verificar se
controles de qualidade deverão ser acionados nestes tipos de remessa.
2. Em caso afirmativo:
a) atribuir origens do lote de controle adequados a estes tipos de remessa.
b) atribuir categorias de remessa e tipos de controle apropriados a estas origens do lote de controle.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 87
R/3 System
________________________________________________________________

Nota: Será permitido entrar somente as origens de lote 10, 11 ou 12. Isso também será válido para
controles em caso de devoluções; por esta razão, a origem do lote 06 não pode ser utilizada.

Outras observações

Caso nenhum tipo de controle especial tenha sido determinado para uma combinação de tipo de remessa e
categoria de remessa, o sistema busca um tipo de controle alternativo conforme o seguinte algoritmo:
O sistema busca um tipo de controle preferido na tabela "atribuição origem do lote - tipo de controle", que
está atribuído à origem de lote como variante 01. Mediante este tipo de controle alternativo será efetuada a
abertura de um lote de controle ou lote parcial, caso o tipo de controle localizado na opção de controle do
material esteja ativo.
Se o fornecimento contiver um número do cliente, o controle de qualidade poderá ser influenciado mediante
o registro info referente ao cliente:
No controle QM-SD é possível determinar,
se o controle
- deverá ser concluído antes do registro de entrada de mercadorias,
- poderá ser concluído após o registro de entrada de mercadorias,
ou se
- o cliente mesmo executará o controle (ou seja, nenhum lote de controle será criado).

1.4.1.10 Controle na manutenção

Nesta etapa são efetuadas as opções para as verificações na manutenção, como por exemplo, para os controles
de calibragem de equipamentos.
Além da definição de tipos de controle apropriados para a origem do lote de controle 14, será necessário
constatar a partir da visão do módulo QM se, existe uma combinação de campos do usuário adequada para a
categoria de ponto de controle equipamento para a identificação do equipamento, a fim de poder executar,
por exemplo, os controles de calibragem em equipamentos.
Todas as demais opções relativas a manutenção de equipamentos poderão ser encontradas no guia de
implementação do módulo QM (manutenção).

Opções standard

No sistema standard já estão contidos uma origem do lote de controle correspondente, tipo de controle e
definição do ponto de controle nas tabelas da classe de entrega G.
No caso da origem do lote de controle 14, não é necessária a especificação de uma categoria de plano e de um
status de plano, visto que a mesma não será considerada durante a seleção de plano para uma ordem de
manutenção.
No sistema standard também está contida uma ação subseqüente automática para a atualização dos dados de
equipamento. Os módulos de função pertencentes à esta ação subseqüente
o fornecem os resultados de controle do módulo QM para os valores medidos do equipamento no módulo
PM.

________________________________________________________________
88 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o atualizam o status MAP do equipamento

Atividades

Verificar o customizing em especial no que se refere


1. ao tipo de controle
2. aos valores propostos para o tipo de controle
Estes valores propostos representam as especificações válidas para os tipos de controle da origem do
lote de controle 14.
3. a origem do lote de controle 14 e atribuição dos tipos de controle à origem do lote de controle 14
Nota: Para a origem do lote de controle 14, um intervalo de numeração deverá estar atualizado.
4. as combinações do campo do usuário de categorias do ponto de controle para os objetos de manutenção
equipamento e local de instalação
5. aos tipos de ordem para ordens de manutenção
6. a atribuição de tipos de controle aos tipos de ordem
7. as ações subseqüentes para a decisão de utilização mediante as quais os dados do equipamento serão
atualizados

Outras observações

Utilizar a Recomendação para o manuseio do guia de implementação (Link de hipertexto na estrutura IMG ao
invés da forma indireta pelo texto IMG através do editor SAPscript e a saída em tela).

1.4.2 Encerramento lote de controle

Neste sub-capítulo são processadas algumas funções de customizing relacionadas ao encerramento do lote de
controle.
O encerramento do lote de controle inclui
o Encerramento do controle
Será possível encerrar o controle temporariamente ou definitivamente (encerramento de curto prazo ou
completo), sem efetuar uma decisão de utilização. A entrada de uma decisão de utilização tem como
conseqüência o encerramento de controle. Se, porém, as características a longo prazo ainda estiverem
em aberto, o encerramento do lote de controle será válido somente para o controle a curto prazo.
o Decisão de utilização
As decisões de utilização devem ser definidas no catálogo 3.
o Avaliação de qualidade
Um índice de qualidade para o lote de controle também deverá ser estabelecido juntamente com a
decisão de utilização.
o Atualização do nível de qualidade
Se uma regra de controle dinâmico tiver sido entrada nos dados de controle do material ou no plano.
Como no controle dinâmico por características o nível de qualidade é apenas atualizado para as

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 89
R/3 System
________________________________________________________________

características de controle, que na altura da decisão de utilização já foram encerradas, o sistema não
grava um nível de qualidade para as chamadas características de longo prazo.
o Atualização do sistema de informação de administração de qualidade
Contanto que à origem do lote de controle tenha sido atribuído um grupo de atualização para o sistema
de informação de administração de qualidade e este grupo de atualização esteja ativo.
o Transferência de resultados de controle para as especificações do lote
Contanto que as características de controle baseiem-se nas características da classe do lote, ou contanto
que a transferência da decisão de controle para as respectivas características da classe de lote esteja
definida.
o Ações subseqüentes
Será possível indicar uma ação subseqüente para a decisão de utilização que consista em uma cadeia de
módulos de função
Nota:
Determinadas ações que estão ligadas à origem do lote de controle já são processadas sem que precisem
ser individualmente definidas como ações subseqüentes.
- Registros do estoque de qualidade para lotes de controle de movimentos de mercadorias que
levaram a um registro no estoque de qualidade são efetuados a partir da definição de decisão de
utilização.
Os registros do estoque de qualidade podem ser efetuados a qualquer momento dentro das
transações de decisão de utilização, independentemente do encerramento do controle.
- A atualização da avaliação de fornecedores, no caso de lotes de controle de entradas de mercadoria
para o pedido, ou de respectivas reclamações à produção, é efetuada durante a reavaliação de um
fornecedor.

Outras observações

Uma decisão de utilização que já tenha sido tomada não pode ser anulada, pois a decisão aciona funções
subseqüentes irreversíveis ou que dificilmente podem ser revertidas. Estas são as seguintes:
o Registros de estoques
o Registros de custos
o Atualização do:
- nível de qualidade
- sistema de informação QM
Com o auxílio do exit de cliente QEVA0008, é possível efetuar a função 'Anulação da decisão de utilização'.
O usuário efetua esta anulação sob a própria responsabilidade.
Detalhes adicionais podem ser encontrados no sistema OSS sob a observação nº 33924 e nas observações a
ela ligadas.

________________________________________________________________
90 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.4.2.1 Atualizar catálogo para decisões de utilização

Nesta etapa o usuário atualiza o catálogo 3, previsto para decisões de utilização.

Condições

Antes que seja possível atualizar os conjuntos de seleção para a decisão de utilização, o usuário terá que
efetuar as seguintes etapas incluídas neste capítulo:
o Definir índices de qualidade
o Definir ações subseqüentes
o Definir registro de estoque

Opções standard

Por motivos de teste, o usuário pode transferir os exemplos incluídos no mandante standard 000 para o
mandante teste, consoante o método descrito no capítulo Configuração básica / Instalar mandante.

Recomendação

Tratar os catálogos como dados mestre, ou seja, atualizar as entradas definitivas no sistema produtivo.
Nota: Ao transportar catálogos, os códigos de utilização são transferidos. No entanto, os textos descritivos
não são transferidos.

Atividades

1. Verificar se o tipo de catálogo 3 existe na tabela.


Transferir a configuração standard sem modificações.
2. No catálogo 3, atualizar os grupos de codes e os codes para a decisão de utilização.
3. A nível de centro, atualizar os conjuntos de seleção do catálogo 3.

Outras observações

O usuário encontrará uma descrição mais detalhada no capítulo catálogo.

1.4.2.2 Fixar processo índice de qualidade

Nesta etapa, são especificados os processos para a determinação dos índices de qualidade (IQ).
O processo IQ será determinado no mestre de material a nível do centro nos dados de controle QM. Para isto,
o usuário poderá gravar um valor proposto para o tipo de controle.

Condições prévias

o Nas configurações preliminares a nível de mandante, estão definidos os seguintes valores limite:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 91
R/3 System
________________________________________________________________

- IQ máxima
- IQ mínima
- Limite inferior para boa qualidade
o Se o usuário desejar utilizar processos IQ que recorram a quotas importantes de defeitos das
características, será necessário atualizar as importâncias da característica.
o Se o usuário desejar utilizar os processos IQ que recorram a índices de qualidade das características,
deverá atualizar as classes de defeitos.
o Se o usuário desejar utilizar processos IQ nos quais devem ser analisadas as quotas de refugo, deverá:
- Verificar se os procedimentos para a estimativa das quotas de refugo no customizing estão
definidos,
- Atribuir processos adequados para a estimativa da quota de refugo às características de controle na
lista de tarefas,
- Marcar características de controle nos códigos de controle como relevantes para refugo.

Opções standard

No sistema standard já estão atualizados alguns processos para a determinação do índice de qualidade:
o IQ a partir da decisão de utilização
o IQ a partir da quota de defeito no lote
o IQ a partir das quotas de defeito das características
- A partir da quota máxima de defeitos
- A partir da quota média de defeitos ponderada
o IQ proveniente dos índices de qualidade das características
- A partir do IQ mínimo (o pior)
- A partir do índice de qualidade médio ponderado
A tabela contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o Processo IQ 9*, A*, ... , Z*

Recomendação SAP

o Utilizar os processos contidos no sistema standard.


o Determinar certos processos por tipo de controle; se possível, não diferenciar os mesmos segundo
grupos de materiais ou centros.

Atividades

1. Determinar quais processos deverão ser aplicados para a determinação do índice de qualidade: Neste
caso, será possível diferenciar entre:
- Centro

________________________________________________________________
92 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- Tipo de controle
2. Ajustar a tabela dos processos IQ às necessidades do usuário. Caso os processos contidos no sistema
standard não sejam suficientes, o usuário deverá criar processos adicionais em forma de módulos de
função.
3. Gravar os processos IQ nos valores propostos para o tipo de controle e nos dados de controle do
material.

Outras observações

Exemplo para a representação do processo IQ de acordo com VDA-1.


(VDA = Associação da Indústria Automobilística Alemã)

De acordo com a VDA-1, o melhor índice de qualidade é igual a 100 (IQ = 100), o pior é igual a 1 (IQ = 1).
Nesta área, os fornecedores serão dividos em três classes:
a) IQ >= 96
b) IQ >= 90 e < 96
c) IQ < 90
A fórmula para o cálculo do índice de qualidade é a seguinte:
IQ = 101 - (1 * A1 + 5 * A2 + 30 * A3 + 100 * A4) : A5
Significado:
- A1 = número das entradas de mercadorias sem defeitos
- A2 = número das entradas de mercadorias com defeitos secundários
- A3 = número das entradas de mercadorias com defeitos principais
- A4 = número das entradas de mercadorias com defeitos críticos
- A5 = número de todas as entradas de mercadorias
A fim de reproduzir o processo no sistema de acordo com a VDA-1, proceder da seguinte forma:
1. Definir as classes de defeitos com os seguintes índices de qualidade:
a) Defeito crítico com IQ = 101-100 = 1
b) Defeito principal com IQ = 101 - 30 = 71
c) Defeito secundário com IQ = 101 - 5 = 96
2. Atribuir estas classes de defeitos aos codes definidos no catálogo de defeitos.
3. Gravar codes de defeitos nas características do plano de controle, para o caso de rejeição.
4. Selecionar o processo contido no sistema standard para a determinação de índices de qualidade com
base no IQ mínimo de todas as características de controle.
Deste modo, um lote de controle sem defeitos obtém o índice de qualidade 100, um lote de controle com
defeitos secundários obtém o índice de qualidade 96, um lote de controle com defeitos principais obtém o IQ
71 e um lote de controle com defeitos críticos obtém o índice de qualidade 1. Com base nisto será possível
uma classificação dos fornecedores de acordo com a VDA-1 no sistema de informações QM ao indicar os
limites de classe correspondentes.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 93
R/3 System
________________________________________________________________

1.4.2.3 Planejar decisão de utilização automática

Nesta etapa, o usuário planeja o processamento da decisão de utilização (DU) automática para lotes de
controle.
A DU automática pode ser permitida no mestre de material, por tipo de controle. O sistema efetua a DU
automaticamente, se todas as características sujeitas a controle tiverem sido aceitas e nenhum erro ou notas
QM tiverem sido entrados. (As características opcionais e características no status skip não estão sujeitas a
controle).
Neste caso, o sistema aguarda até que um determinado período tenha decorrido desde a criação do lote de
controle. Durante o decorrer deste período será possível intervir no processamento automático.
O sistema registra a DU automática no texto descritivo DU.
A DU automática deverá ser ativada especificamente. A função correspondente poderá ser encontrada no
menu de aplicação referente ao controle de qualidade em "lista de trabalho". Além da ativação da DU, a
função também contém algumas funções Customizing:
o Definição das variantes de report para a
- Seleção do lote de controle pendente para a DU automática
- Determinação de decisões de utilização correspondentes à estas seleções
o Planejamento do momento no qual a DU automática deve ser efetuada:
- Uma única vez
- Periodicamente
Os lotes de controle para ordens de produção (origem do lote de controle 03) são um caso especial. Para
estes lotes de controle, é necessário efetuar DU formais - mesmo que estes não sejam relevantes para a
utilização efetiva da quantidade de lotes -, após a conclusão das ordens de produção. Estas DUs formais
atualizam simplesmente os status dos lotes de controle para que sejam reconhecidos como encerrados e
arquiváveis. A avaliação do resultado do controle não é relevante para DUs automáticas deste tipo.
Existe um controle de job próprio, sem prazo de ação, para a decisão automática de utilização de lotes de
produção.
Pré-requisito para decisões de utilização automáticas para lotes de controle de ordens de produção é que as
ordens de produção possuam um dos determinados status. As seguintes condições podem ser definidas:
o "Completamente concluídas"
As ordens estão concluídas não só na visão da logística, como também da visão da contabilidade
financeira.
o "Tecnicamente concluídas"
As ordens estão concluídas na visão da logística, mas ainda podem ser processadas pela contabilidade
financeira.
o "Confirmadas".
Para estas ordens, não é esperada nenhuma confirmação.

________________________________________________________________
94 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Condições

As entradas necessárias para a DU automática no catálogo DU e as ações subseqüentes correspondentes


devem estar atualizadas.

Opções standard

No sistema de entrega, os prazos de ação estão definidos para >24 horas, a DU automática propriamente dita
não está ativada.

Recomendação

Aproveitar as facilidades de variantes de report, para que, por exemplo, diferentes codes DU sejam propostos
para decisões automáticas "OK" em função do tipo de controle.

Atividades

1. Indicar para quais centros, tipos de controle e materiais deverá ser utilizada a DU automática.
Determinar isto nos dados de controle do material.
2. Determinar os prazos de ação por centro para intervenções na
a) isenção de controle automática
b) decisão OK automática
3. Determinar os ritmos, de acordo com os quais a DU automática deve ser executada em cada centro e
organizar os processos de ação.
4. Atualizar os momentos ou os intervalos, de acordo com os quais a DU automática é executada.
5. Caso sejam abertos lotes de controle para ordens de produção, também se deve determinar para os
mesmos um ritmo, com o qual a DU automática deve ser efetuada, após as ordens de produção terem
sido concluídas.
Para isto, atualizar também os momentos ou os intervalos.

1.4.2.4 Definir ação subsequente

Nesta etapa serão definidas as ações subseqüentes para as decisões de utilização.


Várias variantes de execução serão possíveis para as ações subseqüentes:
a) ação de disparo manual de processamentos manuais
b) ação de disparo de ações do sistema
c) ação de disparo automática de processamentos manuais -> conexão workflow
d) ação de disparo automática de ações do sistema -> tema desta etapa
As ações subseqüentes acionadas automaticamente e suportadas pelo sistema são de grande interesse. Será
possível definir cadeias de ações subseqüentes a serem executadas em seqüência pelo sistema.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 95
R/3 System
________________________________________________________________

Por cada ação subseqüente, o usuário deverá determinar,


o em qual nível a mesma será efetiva.
Ações subseqüentes automáticas podem ser efetuadas juntamente com a decisão de utilização para
- o lote de controle
- o lote parcial produção
Além disso, o usuário poderá determinar,
o com qual operação empresarial a ação subseqüente será ligada e como a atualização será processada.

Condições prévias

A decisão de utilização-catálogo deverá estar completa de tal forma que, a mesma estará concluída após esta
etapa, assim será somente necessário inscrever os nomes das ações subseqüentes nos codes dos conjuntos de
seleção.

Opções standard

A fim de facilitar a programação de ações subseqüentes aos usuários, o sistema standard contém um modelo
não executável para os módulos de ação subseqüente. O usuário poderá copiar a interface deste modelo, a
fim de criar módulos de função próprios.
No sistema standard também estão contidos alguns exemplos executáveis para módulos de ação subseqüente:
o Mail para uma lista de distribuição com informações para DU e índice de qualidade
o Mail para uma lista de distribuição com informações para DU, índice de qualidade e registro de
estoques
No sistema standard, a lista de distribuição contém somente o nome do usuário que efetuou a decisão de
utilização
o Atualização dos dados do equipamento em um controle de calibração (origem do lote de controle 14)

Recomendação

o Descrever detalhadamente as ações subseqüentes pertencentes à uma decisão de utilização no texto


descritivo do code da decisão de utilização, bem como a ação subseqüente executada automaticamente.
o Não modificar os módulos de exemplo, mas sim utilizar cópias a serem marcadas com um nome
próprio.

Atividades

1. Determinar quais ações subseqüentes para decisões de utilização existem na empresa do usuário.
Verificar neste caso, todos os tipos de controle, centros, decisões de utilização.
2. Determinar para as ações subseqüentes automáticas:
a) A cadeia dos módulos de função e a forma de atualização da mesma
b) As operações empresariais para as ações subseqüentes, logo que a execução do módulo de função
deva ser ligada com a administração de status para o lote de controle.

________________________________________________________________
96 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

3. Atualizar a tabela de ações subseqüentes. Somente após esta atividade ter sido concluída, será possível
atualizar os conjuntos de seleção do catálogo de decisões de utilização.
4. Criar os módulos de função necessários.

Informações adicionais

Atualização do catálogo de decisão de utilização


As ações subseqüentes serão gravadas para o code de um conjunto de seleção do catálogo 3 (decisão de
utilização). O catálogo não diferencia em qual nível (lote de controle ou lote parcial) está definida a ação
subseqüente. A transação de decisão de utilização verifica durante a seleção de uma decisão de utilização e
durante a modificação de uma ação subseqüente se, a ação subseqüente é realmente válida no nível da
respectiva decisão de utilização.
A fim de evitar a seleção de uma decisão de utilização inválida, recomenda-se identificar o nível das decisões
de utilização e das ações subseqüentes correspondentes já durante a atualização do catálogo 3,
o determinando um code próprio por cada nível,
o ou estruturando um conjunto de seleção especial para cada nível.
Caso o usuário não deseje acionar nenhuma ação subseqüente com uma decisão de utilização, será necessário
manter o campo ação subseqüente em branco no conjunto de seleção.
Cadeias de ações subseqüentes
o O módulo QM-SAP permite a utilização de ações subseqüentes em forma de módulos de função. Se
uma ação subseqüente compreende várias ações individuais, estas ações parciais serão numeradas na
seqüência da execução das mesmas e ligadas com um módulo de função próprio.
Ligação com operações
Caso o usuário deseje atribuir uma operação da administração geral de status do lote de controle à ação
subseqüente, esta operação deverá estar prevista para a categoria do objeto do lote e também deverá combinar
com o esquema de status atribuído ao tipo de controle. Ver também a etapa definir esquema de status.
Mediante a ajuda F4 no campo "operação" será exibido quais operações serão consideradas neste caso.
As operações empresariais exercem um papel importante na administração de status dos lotes de controle.
Mais informações a respeito podem ser encontradas no capítulo 'ambiente, funções centrais, administração de
status'.
A fim de selecionar uma operação adequada para a ação subseqüente, a definição das operações empresariais
previstas para as ações subseqüentes da decisão de utilização deve ser exibida, porém não deverá ser
modificada pelo próprio usuário. Para isso, proceder da seguinte forma:
o Exibir a lista das operações empresariais. Selecionar as operações previstas para os lotes de controle
com 'QM*' e selecionar a operação em questão.
o Selecionar a função 'lista de utilizações' (não a função 'ações subseqüentes'!). Aqui, o usuário poderá ver
- que a operação é válida para a categoria de objeto 'lote de controle, ...',
- que status de um lote de controle define e elimina esta operação,
- que status influencia esta operação.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 97
R/3 System
________________________________________________________________

1.4.2.5 Definir registro de estoque

Nesta etapa, será possível ajustar as transferências de estoque ligadas à decisão de utilização.

Opções standard

No sistema standard estão contidos vários tipos de movimento para a transferência de estoques administrados
pelo lote de controle.
A tabela contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o origem do lote de controle 01, 04, 05, 08, 09

Recomendação

Manter a configuração do sistema standard!

Atividades

Verificar se as entradas da tabela devem ser modificadas devido a outros motivos e ajustar as mesmas à
tabela caso necessário.
Os motivos podem ser:
o Determinados tipos de movimento não serão permitidos pelo usuário
o O usuário deseja substituir os tipos de movimento contidos no sistema standard pelos tipos de
movimento 9* modificados pelo próprio usuário.
o O usuário deseja completar os registros de quantidades previstos no sistema standard por outros
registros de quantidades.
A SAP não oferece nenhuma garantia, que cada uma das possíveis variantes para os registros de quantidades
sem um ajuste do programa funcione sem problema. Eventualmente será necessário utilizar a ampliação da
função (customer exit) QEVA0001, a fim de atingir o objetivo desejado.
Utilizar a chave VMENGE08 para registros de quantidades adcionais.
A chave VMENGE09 está reservada para a SAP.
Será possível determinar individualmente as denominações destes registros de quantidades, que surgem na
tela durante o registro no âmbito de decisão de utilização. Será preciso seguir para administração de projetos
para ampliações da função (transação CMOD) e utilizar a função "Modificar ampliações
gerais/Palavras-chaves", a fim de ajustar os elementos de dados (contidos na estrutura RQEVA)
QVMENGE08 ou QVMENGE09. Estes ajustes não poderão ser visualizados e somente serão efetivos na
transação prevista para a decisão de utilização.

Outras observações

Impressão de cartas de acompanhamento em movimentos de mercadoria


Se o sistema não imprimir nenhuma nota de acompanhamento de mercadoria na decisão de utilização,
embora a impressão funcione a partir do MM, isto poderá ter as seguintes conseqüências:

________________________________________________________________
98 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o O parâmetro do usuário NDR = X não está definido.


o Nas opções do módulo MM, a Impressão para registros de estoque da decisão de utilização não foi
considerada.
Proceder da seguinte maneira:
1. Definir no registro mestre do usuário o parâmetro NDR = X.
Isto é necessário na impressão automática, visto que o registro de estoque da decisão de utilização é
processado em background e, por isso, o código de impressão não pode ser definido manualmente.
2. Complementar as opções do customizing no módulo MM.
a) Definir nas Opções gerais para o controle de impressão (transação OMBR), uma versão de
impressão para as transações de decisão de utilização QA11 e QA12.
b) Definir um código de impressão para Entradas de mercadorias e Saídas de mercadorias e
transferência. para os tipos de movimentos em questão.
c) Atualizar para a determinação de mensagens os Registros de condição para os tipos de mensagens
relevantes com o tipo de operação WQ (Transação MN22).
3. O usuário necessita ainda de outras três etapas para poder imprimir etiquetas:
a) Executar todas as funções oferecidas nas Opções para impressão de etiquetas (Transação OMCF).
b) Criar um Registro de condições para Formas de etiquetagem e Tipo de etiquetagem (transação
MN22).
c) Atualizar a forma e o tipo de etiquetagem na visão da armazenagem do material.

1.4.2.6 Transferir decisão de controle para o lote

Nesta etapa são criadas condições para a transferência automática de decisões do lote de controle para a
avaliação do lote.
O sistema copia os seguintes dados do lote de controle na avaliação de lote durante a decisão de utilização:
o decisão de utilização
o índice de qualidade

Condições

As seguintes características de classe deverão existir no mandante atual, e serem atribuídas à classe de lote do
material correspondente:
- LOBM_UDCODE (decisão de utilização)
- LOBM_QSCORE (índice de qualidade)

Opções standard

Estas características estão presentes no mandante standard 000.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 99
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

O usuário deverá constatar se é desejada a utilização da transferência automática da decisão de utilização para
a avaliação de lote e se assim for, deverá proceder da seguinte forma:
1. Copiar as características de classe no mandante atual para a decisão de utilização e para o índice de
qualidade com ajuda da função oferecida.
2. Atualizar uma classe de lotes no sistema de classificação e atribuir as características menciondas acima
à esta classe.
3. Atribuir esta classe de lotes a todos os materiais em questão.

1.4.3 Administração status

Este capítulo subordinado descreve a utilização da administração geral de status para lotes de controle.
Uma explicação mais detalhada da administração geral de status encontra-se no capítulo -> Ambiente ->
Funções Centrais -> administração de status.

1.4.3.1 Definir esquema de status

A administração geral de status pode ser utilizada para lotes de controle,


o a fim de integrar condições próprias no processamento do lote de controle,
(isto ocorre com a ajuda do tipo de controle)
o a fim de determinar operações próprias como ações subseqüentes,
o a fim de definir esquemas de seleção próprios para a seleção do lote de controle.
o a fim de gerar workflows automaticamente devido certos status do lote de controle. Mais informações
podem ser encontradas no capítulo ambiente -> funções centrais -> Workflow.
Nesta etapa é possível definir esquemas de status próprios para lotes de controle. Estes esquemas de status
podem ser atribuídos aos tipos de controle.

Recomendação

Os lotes de controle já passaram por uma série de status do sistema. Por esta razão, recomenda-se não criar
mais status do usuário.

Atividades

1. Verificar se status do usuário adicionais serão necessários para determinados tipos de controle.
2. Definir os respectivos esquemas de status.
3. Atribuir os esquemas de status aos tipos de controle em questão.
Verificar se as variantes de execução predefinidas (com/sem plano de controle/resultados da

________________________________________________________________
100 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

característica) nos valores propostos para o tipo de controle combinam com as categorias do objeto
atribuídas a estes esquemas de status.

Outras observações

Mais informações podem ser encontradas no capítulo ambiente, funções centrais, administração geral de
status esquema de status.

1.4.3.2 Definir esquema de seleção

Nesta etapa é possível definir esquemas de status próprios para lotes de controle com os quais o usuário
poderá localizar lotes de controle com base no status dos mesmos.
O usuário encontra instruções detalhadas a respeito, no capítulo ambiente, funções centrais, administração
geral de status, esquema de seleção.

Recomendação

Não é necessário definir esquemas de status próprios a fim de se poder utilizar esta função, já que os lotes de
controle passam por uma série de status do sistema que podem ser utilizados para seleção.

Atividades

1. Determinar por quais status do sistema e quais status do usuário os lotes de controle poderão passar.
Considerar que os esquemas de status para os status do usuário poderão diferenciar de um tipo de
controle ao outro.
2. Determinar quais ligações lógicas destes status resultam nos esquemas de seleção e definir estes
esquemas.

1.4.4 Determinar entrada de custos de controle

Nesta etapa são efetuadas as opções para a liquidação de custos de controle.


Não será necessário processar esta seção, caso o usuário deseje entrar somente custos de controle para lotes
de controle, provenientes de uma ordem de produção ou de uma ordem de manutenção; os custos serão neste
caso, confirmados ou liquidados mediante a ordem de produção ou ordem de manutenção.

Atividades

1. Observar as instruções no capítulo -> ambiente -> funções centrais -> tipos de ordem QM!
Verificar se os tipos de ordem necessários existem, bem como a configuração dos parâmetros de cálculo
de custos.
2. Determinar por centro os parâmetros de confirmação para os tipos de custos de controle e de ordem.
3. Verificar a liquidação e a análise dos custos de controle

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 101
R/3 System
________________________________________________________________

- atribuindo uma ordem de custos de controle a um material,


- processando um lote de controle para este material e confirmando os custos.

Outras observações

A fim de se poder entrar os custos de controle, as seguintes etapas devem ser executadas:
1. No controlling,
a) os tipos de atividade devem ser definidos para as atividades de controle
b) estes tipos de atividade devem ser atribuídos aos centros de custo
c) uma tarifa deve ser determinada para cada tipo de atividade
d) o centro de custo deve ser indicado nos centros de trabalho
e) os tipos de ordem devem ser definidos para as ordens QM
f) as normas de liquidação devem ser determinadas para os tipos de ordem QM

Nota: Os dados de controlling (tipo de atividade, centro de custo) são válidos apenas por um período de
tempo determinado (por exemplo: exercício).
2. O usuário deverá definir as chaves de controle para operações de controle, bem como definir aí as
seguintes funções:
a) cálculo de custos
b) confirmação
3. Esta chave de controle deve ser gravada nas operações de controle de planos.
4. Os tipos de atividade devem ser indicados nos centros de trabalhos e nas operações de controle dos
planos.
5. As ordens QM deverão ser criadas em um dos seguintes modos:
a) Geração coletiva e arquivamento na opção de controle do material
O tipo de ordem será transferido ou do tipo de controle ou das opções preliminares a nível do
centro.
Tais ordens QM serão transferidas automaticamente para o lote de controle.
b) Geração individual para o lote de controle
O tipo de ordem será proposto ou do tipo de controle ou das opções preliminares a nível do centro.
Após estas condições terem sido preenchidas, será possível entrar as atividades de controle durante a entrada
de resultados de controle e durante a decisão de utilização para o lote de controle.

1.4.5 Administração de amostras

Neste capítulo são efetuadas as opções para a administração de amostras físicas.


Conforme as funções que se deseja utilizar na administração de amostras, será necessário considerar as
seguintes etapas no guia de implementação:

________________________________________________________________
102 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o Caso o sistema deve gerar registros de dados de amostra para os lotes de controle, um tipo de amostra
deverá estar determinado para o tipo de controle em questão.
o Caso os métodos de retirada de amostra devam considerar as unidades comerciais de lote de controle, o
usuário poderá determinar a entrada da unidade comercial durante o registro de entrada de mercadorias
nas opções preliminares a nível do centro.
o Nas opções preliminares a nível do centro pode ser predefinido um método de amostra adequado para a
administração de amostras.
o Caso o usuário deseje entrar os resultados do controle de amostras físicas, uma combinação do campo
do usuário deve estar definida para esta categoria de ponto de controle no customizing do planejamento
de controle na etapa identificação de ponto de controle.
o Caso a retirada de amostra deva ser autenticada mediante uma assinatura eletrônica, um grupo de
autorização de material correspondente deve estar determinado para o material em questão.

1.4.5.1 Definir tipo de amostra

Nesta etapa são definidos os tipos de amostra para a administração de amostras.

Opções standard

A tabela dos tipos de amostra contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado
para o usuário:
o tipos de amostra 9*, A*, ... , Z*.

Recomendação

o Orientar-se pelas entradas de tabela predefinidas no sistema standard durante a definição de novos tipos
de amostra.
o Testar a impressão de etiquetas em primeiro lugar com ajuda dos módulos de função, formulários,
reports de impressão e opções contidos no sistema standard; efetuar então os ajustes.

Atividades

1. O usuário deve se informar sobre as funções de controle ligadas com o tipo de amostra com base na
ajuda F1 e determinar quais tipos de amostra são existentes na empresa.
a) Definir os tipos de amostras na tabela.
b) Verificar se intervalos de numeração dependentes do tipo de amostra serão necessários e atualizar
os mesmos.
c) Verificar se esquemas de status dependentes do tipo de amostra serão necessários e atualizar os
mesmos.
2. Planejar a impressão das etiquetas de amostra.
a) Determinar por tipo de amostra o módulo de função que prepara a impressão de etiquetas de

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 103
R/3 System
________________________________________________________________

amostra e decidir se, as etiquetas deverão ser impressas imediatamente durante a geração dos
registros de dados de amostra.
Nota: utilizar o módulo de função QPRS_LABEL_PRINT_REFERENCE contido no sistema
standard como modelo para a impressão de etiquetas definida pelo próprio usuário!
b) Atualizar o controle de impressão para a impressão de etiquetas.

Outras observações

Será necessário determinar um tipo de amostra para o tipo de controle, caso o sistema deva gerar registros de
dados de amostra para a retirada de amostra devido o cálculo de amostra.

1.4.5.2 Determinar intervalo de numeração

Nesta etapa são determinados os intervalos de numeração para a administração de amostras. Aqui também
estão incluídos intervalos de numeração para
o números de amostras
o números para retirada de amostra
Os intervalos de numeração para amostras são válidos para determinados exercícios.

Recomendação

o Números de amostras
O usuário deverá orientar-se pela configuração standard no caso de números de amostra.
Sugestão: visto que os intervalos de numeração são bastante amplos para os números de amostra, será
possível utilizar os primeiros caracteres como codificação mnemônica para fins de organização.
Nota: O usuário não poderá eliminar o intervalo de numeração 00 porque o programa necessita
deste intervalo quando o usuário criar amostras manualmente e entrar números de amostras
numéricas.
Números de amostras alfanuméricos são controlados somente quanto à sua forma unívoca.
o Número de retirada de amostra
Aceitar a configuração standard para os números para retirada de amostra.

Atividades

1. Estabelecer para quais tipos de amostra serão necessários intervalos de numeração próprios e definir os
mesmos para os próximos exercícios.
2. Verificar se serão necessários intervalos de numeração diferentes da configuração standard para a
retirada de amostras e definir os mesmos.

Outras observações

Os intervalos de numeração deverão ser transportados manualmente.

________________________________________________________________
104 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.4.5.3 Definir unidade comercial de amostras

Nesta etapa são definidas as categorias de unidades comerciais (ou simplesmente unidade comercial) para
amostras.

1.4.5.4 Definir local de armazenamento para amostras

Nesta etapa são definidos locais de armazenamento para amostras.

1.4.6 Determinar controle d/impressão, formulários, progrs.saída

Nesta etapa, o usuário ajusta o controle de impressão para as documentações da ordem (listas) às
necessidades da empresa.
Caso o usuário ainda não conheça bem a técnica de controle de impressão, deverá primeiramente ler as
informações a respeito na seção Outras observações, antes de executar as Atividades !

Condições

o A instalação da impressora foi executada; os destinos de impressão foram definidos.


o Foi determinado se as documentações da ordem deverão ser impressas imediatamente durante a criação
de lotes de controle (dependendo do cálculo de amostra). Tais opções preliminares serão efetuadas:
- Para instruções de retirada de amostra e instruções de controle nas opções referentes ao tipo de
controle,
- Para as etiquetas de amostra nas opções referentes ao tipo de amostra.
o Para o ajuste das documentações da ordem, o usuário necessitará do ABAP-Reporting e do SAPscript.

Opções standard

O sistema standard está equipado de tal forma que as seguintes listas possam ser impressas com ajuda de
exemplos para formulários:
o Instrução de retirada de amostra (instrução para retirada de amostra),
o Etiqueta de amostra,
o Instrução de controle.
As opções de tabela, formulários e reports de impressão predefinidos foram planejados para a fase de teste e
geralmente devem ser adaptados às necessidades individuais.

Recomendação SAP

Antes de modificar as tabelas, o usuário deve imprimir as documentações da ordem para o file spool, com
ajuda das opções standard!

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 105
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

1. Definição da lista
Especificar de forma geral
- Quais listas são utilizadas por classe de lista na empresa,
- Como as mesmas devem ser denominadas.
2. Parâmetro spool
Determinar, por centro e usuário, quais listas de impressão (documentação da ordem) deverão estar
realmente à disposição.
Determinar, para cada uma destas listas, em qual impressora (destino) as mesmas serão impressas,
(Ver também a etapa posterior 'Determinação da impressora'!)
- Se a saída da ordem spool será efetuada imediatamente,
Mediante o tipo de controle ou tipo de amostra será definido se a ordem spool será criada,
automaticamente, a partir da transação.
- Se a mesma deve ser mantida por um determinado tempo no file spool.
3. Tipos de ordem
Verificar se o controle de impressão é o mesmo para determinados tipos de ordem. Eventualmente, o
usuário poderá definir os chamados tipos de ordem de referência e atribuir a estes todos os tipos de
ordem que contenham o mesmo controle de impressão.
Normalmente é mantida a configuração standard.
Nota: se o usuário selecionar um tipo de ordem nesta visão e passar então para as seguintes visões
dependentes do tipo de ordem de referência atribuído, serão exibidas somente as entradas
correspondentes a este tipo de ordem de referência. Se o usuário deseja obter uma síntese geral nas
visões subseqüentes das entradas relativas a vários tipos de ordem de referência, será necessário marcar
anteriormente todos os tipos de ordem de referência em questão.
4. Formulários
Para cada tipo de ordem (referência), centro, impressora (destino) e listas, determinar:
- Qual formulário deve ser utilizado,
- Quantas seções serão impressas em uma página,
- Se deve ser criado um registro próprio de dados para cada lista no file spool,
- Se também devem ser impressos códigos de barra,
- Se durante a reimpressão, a tela de impressão deve ser exibida na tela.
5. Programas de impressão
Determinar para cada tipo de ordem (referência), lista e variantes de impressão, qual report deverá
fornecer o formulário com dados. O report de impressão deverá estar de acordo com o formulário
SAPscript, que foi atribuído ao tipo de ordem (referência).
6. Transações
Determinar, para cada tipo de ordem (referência), centro, planejador MRP e transação:
- Quais listas de uma classe deverão ser realmente impressas,
Nota: na tela detalhada, o sistema exibirá todas as listas ao usuário. Porém, por tipo de ordem,
poderão ser ativadas somente as listas atribuídas a este tipo de ordem nas visões mencionadas

________________________________________________________________
106 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

anteriormente! No sistema standard


- para tipo de ordem QM01 somente lista LG01 (instr. retirada amostra)
- para tipo de ordem QM02 somente lista LV01 (instrução de controle)
- para tipo de ordem QM03 somente lista LG02 (etiqueta de amostra)
- Quais variantes de impressão e quantas saídas de impressão são desejadas,
- Se o código de impressão deverá ser considerado na chave de controle da operação,
Nota: Este código não será analisado nos exemplos de impressão contidos no sistema standard.
- Se as listas de impressão deverão ser criadas como listas individuais.
Nota: Recomenda-se criar as listas de impressão como listas individuais, pois há o risco de as
documentações da ordem serem anexadas em ordens spool antigas e por esta razão, tornarem-se
difíceis de encontrar.
Nota: Os exemplos de impressão contidos no sistema standard não analisam o campo planejador MRP,
mas deve conter a entrada '*'.
Nota: Se não for encontrada nesta tabela nem uma transação especial e nem uma entrada genérica, não
será impressa nenhuma documentação da ordem. Isto ocorre se o usuário gera lotes de controle através
de jobs batch e cria listas de impressão, visto que o sistema, neste caso, não reconhece nenhuma
transação. Por este motivo, recomenda-se não eliminar a entrada genérica contida no sistema standard.
7. Determinação da impressora
Determinar, para cada tipo de ordem (referência), centro, planejador MRP e lista, qual dispositivo de
saída (destino) deve ser utilizado.
- A impressora do centro de trabalho.
Neste caso, o programa RQEEAS20 imprime o cabeçalho da instrução de controle e todas as
operações de controle sucessivas, que devem ser impressas por esta impressora. Isto significa que
se o usuário utilizar uma impressora em cada centro de trabalho e determinar um centro de
trabalho para cada operação, as instruções de controle serão exibidas com base na transação. Se o
usuário, porém, determinar o mesmo centro de trabalho para várias operações sucessivas ou se
utilizar a mesma impressora nos centros de trabalho relativos a estas operações, as instruções de
controle serão agrupadas.
- A impressora do mestre de usuário.
- Uma impressora dependente do usuário, centro e lista.
- Uma impressora dependente do tipo de ordem, centro, planejador MRP e lista.
8. Design de formulário e programação
a) Criar modelos para todas as listas utilizadas na empresa.
b) Encarregar especialistas de criar os formulários SAPscript e reports de impressão necessários.
c) Sugestão: não utilizar os reports contidos no sistema standard para a impressão de formulários do
usuário; copiar os reports com um outro nome!
9. Atualização e teste do controle de impressão
a) Comparar, em primeiro lugar, a impressão das listas de impressão contidas no sistema standard
SAP com as opções standard.
b) Atualizar o controle de impressão conforme as especificações efetuadas anteriormente.
c) Testar o controle de impressão e as listas impressas.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 107
R/3 System
________________________________________________________________

Nota sobre o teste:


- O report PPCO85EI pode ser utilizado como ajuda de teste; este exibe ao usuário as listas
determinadas e os parâmetros das mesmas, relativas à uma combinação predefinida entre usuário,
tipo de ordem, centro, planejador MRP e transação.
- Nas opções para o tipo de controle e o tipo de amostra, será possível determinar, a título de teste,
que o sistema efetue a saída de mensagens de erro detalhadas, em caso de avaria na impressão da
documentação da ordem.
- Nas opções referentes ao tipo de controle e tipo de amostra será determinado se os documentos
deverão ser impressos imediatamente, durante a geração de lotes de controle.

Sugestões para a localização de erros:


- Verificar a instalação do sistema! Observar a etapa -> opções globais -> definir mandante.
- Existem formulários válidos? Caso os formulários standard tenham sido copiados no mandante
atual, deve-se eliminá-los, a título de precaução, após a importação de um novo nível de correção,
ou executar uma comparação com o mandante 000, a fim de certificar-se se os formulários e
reports de impressão continuam compatíveis.
- Estão atualizados os tipos de ordem QM01, QM02 e QM03 (transação KOT2)?
- Foram instaladas as impressoras indicadas nas visões 'listas' e 'controle de dispositivo de saída'
(transação SPAD)?
- Foram definidos os códigos para a saída imediata na visão 'listas', no tipo de controle e no tipo de
amostra?
- Foram ativadas as listas desejadas (e somente estas listas) na visão 'transações'?
- Será efetuada a saída da lista como lista individual?
- Estão contidas na tabela as entradas genéricas necessárias?

STYLE S_DOCUS1

Outras observações, Konzeptinformationen

O mesmo controle de impressão também será utilizado para as ordens de produção; por esta razão, este
controle contém funções e possíveis opções que podem ser utilizadas além do módulo QM.
Uma "lista de impressão" entende-se por um registro completo de documentações de um determinado tipo
(como por exemplo: uma instrução de controle para todas as operações contidas no plano de controle).
As denominações das listas de impressão poderão ser atualizadas em vários idiomas; porém o controle da
impressão das listas não depende do idioma.
Existem as seguintes classes de listas atribuídas aos segmentos de um plano ou ordem e para cada classe de
listas existem no máximo quatro listas:
- Listas gerais no nível do cabeçalho: LG01 bis LG04
- Listas para operação: LV01 bis LV04
- Listas para os componentes do material: LK01 bis LK04

________________________________________________________________
108 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- Listas para a característica de controle: LP01 bis LP04


- Listas para o meio de controle: LF01 bis LF04
O controle de impressão será atualizado em várias visões, as mesmas deverão ser mantidas na seguinte
seqüência.
o Lista
Na visão "definição de lista" serão determinadas todas as denominações em questão nas seguintes listas.
No sistema standard estão contidas as seguintes listas:
- Instrução para retirada de amostra: Liste LG01
- Etiqueta de amostra: Liste LG02
- Instrução de controle: Liste LV01
o Parâmetro spool
Na visão "parâmetro spool" serão determinados os parâmetros spool dependendo do usuário para a
impressão da lista.
No sistema standard está contida uma entrada para <usuário> e <centro>, em cujo detalhe, as listas
LG01, LG02 e LV01 estão marcadas para impressão.
o Tipo de ordem
A impressão da lista pode ser controlada individualmente para cada tipo de ordem (tipos de documento).
A fim de que as documentações da retirada de amostra e de instruções de amostra possam ser impressas
devido diferentes motivos, ou seja, a partir de diferentes transações e em diferentes momentos, no
sistema standard estão previstos tipos de ordem separados para as listas de impressão de controle de
qualidade:
- QM01 para instruções para retirada de amostra
- QM02 para instruções de controle
- QM03 para etiquetas de amostra
Estes tipos de amostra estão definidos para a categoria de ordem 50.
O controle de produção utiliza muito mais tipos de ordem. Já que nem todos tipos de ordem necessitam
de diferentes controles de impressão, será possível simplificar deste modo, a atualização do controle de
impressão. O sistema permite atribuições a um e ao mesmo tipo de ordem de referência a partir de
vários tipos de ordem, bem como atualizar o controle somente para o tipo de ordem de referência.
Visto que esta possibilidade não será necessária no módulo QM, será somente necessário atribuir os
tipos de ordem às mesmas como tipo de ordem de referência:
- QM01 -> QM01
- QM02 -> QM02
- QM03 -> QM03
o Formulário
Os formulários SAPscript servem para a impressão de listas fornecidas com dados do report ABAP. O
usuário determina que lista com qual formulário deverá ser impressa. Será possível selecionar um outro
formulário conforme a impressora.
No sistema standard estão contidos os seguintes formulários e definidos para os tipos de ordem de
referência em questão:
- LG01 QM_SAMPLE_INSTR (instrução para retirada de amostra)

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 109
R/3 System
________________________________________________________________

- LG02 QM_SAMPLE_LABEL1 (etiquetas de amostra)


(exige uma impressora capaz de imprimir código de barras)
- LV01 INSP_INSTRUCTION (instrução de controle)
Utilizar mais tarde estes formulários como modelo para projetos próprios!
O tipo de ordem, o centro e o destino de impressão encontram-se mascarados genericamente nesta visão.
O que significa, que cada lista poderá ser impressa independente do tipo de ordem; na visão
"transações" será decidido qual documentação em qual transação será realmente impressa.
Nota:
- O sistema procura o formulário indicado primeiro no mandante atual.
Se, no mandate atual, o formulário
- não existir
- não existir na linguagem desejada
- não estiver ativo
o sistema procura no mandante 000 por um formulário standard com este nome.
O usuário pode controlar a situação através da situação SE71.
Visto que os reports de impressão são dependentes do mandante, faz sentido manter os formulários
só no mandante 000.
- No standard é gerado para cada operação de impressão uma nova lista spool.
- O código Saída de tela não é analisado no sistema standard.
o Programa de impressão
Para o suprimento de listas com dados, várias variantes podem ser definidas juntamente com o report
correspondente. Por exemplo, as instruções de controle poderão ser representadas minunciosamente ou
brevemente, imprimindo-se ou não os textos explicativos para uma característica de controle.
No sistema standard existe uma variante de impressão para instrução para retirada de amostra, etiqueta
de amostra e instrução de controle:
- * 1 LG01 RQDSES20 (instrução para retirada de amostra)
- * 1 LG02 RQPRPP10 (etiquetas de amostra)
- * 1 LV01 RQEEAS20 (retirada de controle)
O tipo de ordem está mascarado de forma genérica nesta visão. Isto significa que cada documentação
poderá ser impressa independente do tipo de ordem; na visão "transações" será decidido qual
documentação em que transação será realmente impressa.
o Transação
Nesta visão, o sistema será informado para quais tipos de ordem e em quais transações, ou seja, em
quais circunstâncias determinadas listas poderão ser impressas.
Uma série de transações vem ao caso, como por exemplo
- QM01 -> MB01 (EM para pedido) -> LG01 (instrução p/ retirada de amostra)
- QM02 -> QA02 (mod. lote controle) -> LV01 (instrução de controle)
No sistema standard, os tipos de ordem (de referência) estão definidos e os campos <centro>
<planejador MRP> e <transação> encontram-se mascarados de forma genérica. Importante: somente
uma e a mesma lista estará marcada por tipo de ordem para a impressão!
o Determinação de impressora
O sistema busca o dispositivo de saída (destino da impressão) para uma lista de impressão na seguinte
seqüência:

________________________________________________________________
110 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- No centro de trabalho
Somente se nesta visão tenha sido marcado desta forma, o report de impressão também analise o
código e caso uma impressora tenha sido indicada no registro mestre do centro de trabalho.
- Dependendo do modo de determinação determinados nesta visão
- na visão 'determinação da impressora' por planejador MRP
- na visão 'parâmetro spool' por usuário
- no mestre de usuários
No sistema standard está contida uma entrada (por tipo de ordem de referência), na qual os campos
<tipo de ordem> <centro> <planejador MRP> e <lista> estão mascarados de forma genérica.

Nota sobre o manuseio técnico

Será possível utilizar chaves genéricas para a atualização de cada visão de controle de impressão; como por
exemplo: centro *, planejador MRP *, transação *, impressora *, lista *. (A única exceção é a variante de
impressão na visão 'reports'.) O sistema busca uma entrada especificada o mais completo possível. O nível
hierárquico dos campos-chaves diminui da esquerda para a direita.
A chave 'planejador MRP' não será analisada pelos reports de impressão e formulários contidos no sistema
standard. Por este motivo, deve-se conservar a configuração planejador MRP *, enquanto o campo não for
analisado com reports de impressão próprios!

1.4.7 Entrada de resultados de controle

Neste capítulo são determinados alguns aspectos da entrada e do processamento de resultados de controle
relacionados à característica.

Condições prévias

Para efetuar a entrada de resultados de características é necessário efetuar um planejamento de controle.


Informações mais detalhadas encontram-se no manual planejamento de qualidade, nos capítulos dados
básicos e plano de controle. Considerar principalmente a seção "características".

Atividades

Determinar as categorias de resultados de controle que ocorrem na empresa e definir o respectivo


processamento.
Normalmente é efetuada uma distinção entre duas categorias de resultados de controle:
a) Valores de características e outros resultados de características de controle
Referem-se a características planejadas, ou seja, às características gravadas no plano de controle, e
às características não planejadas, ou seja, características que só ocorrem durante o controle. Este
capítulo refere-se única e exclusivamente às opções desta categoria de resultados de controle.
b) Dados de defeitos
São registros de dados que são utilizados para registrar por exemplo, o tipo de defeito, a
localização do defeito, a causa do defeito e a avaliação do defeito. O usuário poderá basear-se nos
lotes de controle, operações de controle ou nas características de controle. As opções para a entrada
de dados de defeitos estão descritas no capítulo notas QM entrada de defeitos.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 111
R/3 System
________________________________________________________________

1.4.7.1 Definir configuração de entradas

Nesta etapa são definidas diferentes funções em background para a entrada de resultados de características de
controle.
O usuário poderá estabelecer que o sistema execute determinadas funções em background juntamente com a
entrada de resultados de controle, logo que determinadas condições tenham sido preenchidas. Mais
informações a respeito poderão ser encontradas na ajuda de campo F1 para os campos desta visão.

Recomendação

Ler com atenção as ajudas de campo F1 para esta visão.

Atividades

1. Com a ajuda de campo F1, o usuário deverá determinar quais funções em background são possíveis para
a entrada de resultados do controle de características.
2. Determinar quais funções em background o usuário deseja utilizar na sua empresa e atualizar as
respectivas entradas na visão.
3. Gravar a configuração de entradas desejadas, de acordo com as necessidades
a) nas Opções preliminares a nível de centro
b) como parâmetros nos registros mestres do usuário
Dica: é possível gerar os parâmetros do usuário partindo da transação para a entrada de resultados.

Outras observações

O usuário não deverá confundir a Configuração de


entrada tratada aqui com a Visão de entrada. Através da visão de entrada, o usuário pode controlar a
representação das características de controle nas sínteses. O usuário pode selecionar entre uma quantidade de
visões de entrada determinadas e determinar no tipo de controle ou na operação de controle a visão de entrada
desejada. A visão de entrada também pode ser definida como parâmetro do usuário.

1.4.7.2 Definir origem dos dados de resultado

Nesta etapa podem ser definidas as origens de resultados de controle para características de controle.
O usuário poderá indicar uma origem do resultado durante a entrada de resultados, enquanto a característica
de controle estiver no status "em processamento". A especificação de uma origem de resultado serve somente
como informação.
Para a além de uma denominação para a origem do resultado, o usuário pode selecionar uma origem dos
dados para os resultados do controle. Se o usuário especificar a origem do resultado para uma característica

________________________________________________________________
112 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

de controle durante o planejamento de controle, os resultados do controle da respectiva característica são


obtidos desta origem dos dados.

Exemplo

Os resultados entrados podem ser provenientes não somente de um controle, mas também de
o dados técnicos
o certificados de qualidade
o especificações do lote

Opções standard

A tabela contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o origem de dados 9*, A*, ... , Z*

Atividades

Verificar se, a definição e entrada de origens de resultados é necessária para as características de controle e
atualizar a tabela se for o caso.

1.4.7.3 Completar atributos dos resultados da característica de cont

Nesta etapa é possível modificar os atributos dos resultados da característica de controle. O usuário poderá
o ajustar as denominações dos atributos existentes
o inserir atributos próprios

Exemplo

É possível completar os atributos existentes no sistema com "X = destacado".

Opções standard

A tabela contém a classe de entrega G.


O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
Atributos U V W X Y Z ( ) [ ] { }

Recomendação

Utilizar os atributos contidos no sistema standard.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 113
R/3 System
________________________________________________________________

1.4.7.4 Definir parâmetros para característica calculada

Nesta etapa são definidos parâmetros de fórmula para os valores de entrada de características de fórmula.
Existem duas possibilidades:
o Os parâmetros de fórmula indicam diretamente os campos de características de entrada.
o Os parâmetros de fórmula indicam os módulos de função que determinam os valores dos campos das
características de entrada.

Exemplo

A fim de determinar a diferença de valores médios de duas características ou amostras, serão necessários os
valores médios de ambas características ou amostras como valores de entrada. Visto que estes valores médios
são existentes no registro de característica, o usuário poderá indicar diretamente os respectivos campos das
características de entrada.
A fim de verificar quantos valores de uma característica quantitativa superam o valor teórico será necessário
um módulo de função que determine isto mediante cálculo.

Opções standard

No sistema standard, os parâmetros de fórmula necessitados com freqüência estão predefinidos. A tabela dos
nomes do campos contém a classe de entrega E. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o nomes do campo Q*, ..., Z*

Recomendação

Manter os parâmetros de fórmula predefinidos.

Atividades

1. Verificar, se necessário, quais parâmetros serão necessários para a característica de fórmula e se, estes
parâmetros já estão predefinidos na tabela.
2. Caso não exista nenhum parâmetro, o usuário deverá definir o mesmo e decidir neste caso
a) se é possível uma referência ao campo nos registros de características,
b) ou se, o valor deve ser determinado com ajuda de um módulo de função.
3. Os possíveis campos da característica, aos quais o usuário poderá ter acesso para a determinação de
valores, já estão predefinidos no sistema de modo completo. Somente em caso excepcional este
sortimento deverá ser ampliado.

Outras observações

Para a determinação dos valores, o usuário poderá utilizar quaisquer campos da tabela de resultados de
característica:
- QAMR resultados sumários para característica

________________________________________________________________
114 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- QASR resultados sumários para amostra


- QASE valores individuais para característica ou amostra

1.4.7.5 Entrar identificador das unidades de amostra

Nesta etapa são definidos os códigos de controle com os quais será possível determinar no cabeçalho do
plano de controle, se e como as identificações de cada unidade de controle serão entradas:
o se as identificações de unidade de controle (por exemplo: nº de série)
- não serão entrados
- podem ser entradas
- devem ser entradas
o se as identificações entradas deverão ser unívocas.
Independente disso, o usuário poderá especificar a administração de unidades de controle nos dados de
controle QM de um material por cada tipo de controle com ajuda de números de série, caso seja indicado um
perfil de números de série nos dados do centro. Neste caso, a entrada de números de série terá prioridade.

Atividades

1. Determinar se e como as identificações de unidade de controle serão entradas.


2. É permitida a eliminação das entradas da tabela em demasia, bem como o ajuste das demais chaves e
textos breves se necessário.
Nota: Porém não não se deve eliminar a entrada <em branco> com o texto breve <em branco> contida
no sistema standard! Esta entrada serve para uma melhor ergonomia da superfície, caso a função não
seja utilizada.

1.4.7.6 Determinar filtro para características de controle

Nesta etapa será determinado quais características de controle serão exibidas em determinadas transações, por
exemplo, na entrada de entrada de resultados e na utilização de decisão.
O controle depende
o dos códigos de controle da característica de controle
- da característica opcional
- da característica obrigatória
o do status de entrada da característica de controle
- no skip
- em processamento
- avaliado

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 115
R/3 System
________________________________________________________________

- encerrado
- fixado
- bloqueado
- transferido a um subsistema para processamento
o da avaliação da característica de controle
Além disso é possível selecionar características para as amostras parciais

Opções standard

No sistema standard estão contidos filtros de característica bastante amplos.


A tabela de modos de importação contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado
para o usuário:
o Tipos de amostra 8*, 9*, X*, Y*, Z*.

Recomendação

Manter a configuração standard. Não eliminar nenhuma entrada!

Atividades

1. Determinar para todas as transações contidas na tabela (por exemplo, para a entrada de resultados
(QE0x) e para a decisão de utilização (QA1x)) se, estas transações serão utilizadas na empresa do
usuário e se os filtros de característica divergem da configuração standard.
2. Ajustar os filtros de característica se necessário.

1.4.7.7 Definir intervalo de numeração para confirmação de caracterí

Nesta etapa será definido o intervalo de números para os números de confirmação das características de
controle.
Os números de confirmação serão atribuídos automaticamente pelo sistema (atribuição de números interna).
Será possível ajustar o intervalo de números e o número atual.

Opções standard

No sistema standard, o intervalo de números de oito caracteres será utilizado completamente.

Recomendação SAP

Manter a configuração standard.

________________________________________________________________
116 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

Determinar se o intervalo de numeração a ser utilizado na empresa do usuário deverá ser menor e corrigir a
configuração do sistema standard.

Outras observações

Os objetos de intervalo de numeração poderão ser transportados da seguinte forma:


Selecionar na 1ª tela "intervalo - transportar".
No sistema destino serão eliminados, em primeiro lugar, todos os intervalos do objeto de intervalo de
numeração selecionado, de tal forma que após a importação somente os intervalos exportados continuarão a
existir. Os números atuais serão importados com o valor existente durante a exportação.

1.4.7.8 Entrar resultados via internet

Nesta etapa o usuário verifica se os pré-requisitos para a entrada de resultados existem na Internet.

Condições

Pela documentação para o seguinte programa é possível saber quais são os pré-requisitosn que têm de existir
no sistema:
o O programa RQEWWM10 é utilizado para a obtenção de dados.
o O programa RQEWWM00 é utilizado para a definição da variante de seleção.

Atividades

1. Determinar os usuários R/3 que devem entrar resultados de controle na Internet e certificar-se de que
estes usuários recebam as autorizações necessárias.
2. Criar variantes do usuário para a seleção de dados.
As variantes possuem a chave U_*, sendo que '*' representa a chave do usuário R/3.
Estas variantes não possuem uma conexão para transporte e, por esse motivo, têm de ser criadas no
sistema produtivo.
Na dimensão da entrega, a variante standard SAP&SOURCEINSP está contida para a seleção de dados.
3. É possível determinar que lotes de controle completos não apareçam mais na lista de trabalho do
seguinte modo:
a) Atribuir ao tipo de controle em questão o seguinte esquema de status, no qual o status do usuário
PAW3 está contido.
O mandante standard contém como exemplo o esquema de status QM_L_002. Este pode ser
incluído no mandante atual do sistema teste com o auxílio da transação QCCU. Considerar as
explicações pertinentes.
b) Utilizar na variante do usuário um esquema de seleção, que somente selecione os lotes de seleção
que não possuam o status PAW3.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 117
R/3 System
________________________________________________________________

1.4.8 Controle dinâmico

Em uma sequência de lotes de controle, o controle dinâmico controla a extensão do controle em relação a
características de controle e tamanhos de amostra de maneira que um objetivo de qualidade predefinido possa
ser alcançado na maioria dos casos. Para alcançar esse objetivo o sistema determina após cada decisão de
utilização as etapas de controle para o lote de controle subsequente a partir de regra de controle dinâmico
predefinida e atualiza a mesma no nível de qualidade. Esta atualização pode ser efetuada em diferentes níveis
de controle dinâmico.

1.4.8.1 Determinar nível de controle dinâmico de referência

Nesta etapa o usuário determina se, durante a nova criação de um nível de qualidade, a etapa de controle
inicial da regra de controle dinâmico deve ser empregada, ou se as etapas de verificação provenientes de um
nível de controle dinâmico de referência proposto pelo sistema devem ser aceitas como etapa inicial.
Caso o sistema não encontre etapa de controle alguma no nível de controle dinâmico de referência proposto,
ele procura em níveis mais gerais; se não encontrar também nestes níveis, o sistema emprega a etapa de
controle inicial da regra de controle dinâmico.

Exemplo

Em um controle com lista de tarefas, o usuário até agora efetuou um controle dinâmico por lotes e deseja, a
partir de agora, efetuar este controle por características. É possível, então, utilizar a etapa de controle
alcançada durante o controle dinâmico por lotes como etapa de controle inicial para o controle dinâmico por
características.

Condições

Controlar segundo o processo de amostras e com uma regra de controle dinâmico.

Opções standard

Os níveis de controle dinâmico já estão interligados.

Recomendação

Manter a configuração standard para os níveis de controle dinâmico de referência.

Atividades

Verificar se existem motivos para desviar-se da configuração standard e efetuar, caso necessário, uma outra
configuração.

Outras observações para a criação manual do nível de qualidade (nível Q).

No momento, com a transação QDL1 só é possível criar manualmente níveis de qualidade para o controle

________________________________________________________________
118 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

dinâmico por lotes no controle com plano de controle, mas não para o controle dinâmico por característica ou
para o controle dinâmico a nível de material/tipo de controle. Em outros casos o sistema cria níveis de
qualidade quando o primeiro lote de controle for gerado. Tais lotes de controle serão controlados no início da
produção com a etapa de controle inicial. Selecionando adequadamente da etapa de controle inicial, é
possível evitar altos custos de controle imediatamente após o início da produção.
Também é possível evitar uma mudança desnecessária das etapas de controle no início da produção
transferindo-se etapas de controle do sistema antigo. Maiores informações se encontram em nosso sistema de
serviço on-line, sob o número de nota 136395.

1.4.9 Sistema de informação

Neste capítulo, o usuário determina como os dados do lote de controle são compactados e atualizados no
sistema de informação para logística.

Configuração standard

O sistema R/3 já contém algumas estruturas predefinidas para relatórios standard.

Recomendação

A SAP recomenda a utilização destas estruturas predefinidas. Ajustar a respectiva parametrização às


exigências da sua empresa.
Consultar um especialista SIL caso necessitar novas estruturas.

Atividades

1. Verificar se os parâmetros de atualização definidos pela SAP correspondem às exigências.


Ajustar, se necessário, os parâmetros dos grupos de atualização no guia de implementação para o
controlling de logística.
2. Verificar se as análises standard definidas pela SAP correspondem às exigências.
Ajustar, se necessário, os parâmetros das análises standard no guia de implementação para o controlling

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 119
R/3 System
________________________________________________________________

de logística.

Informações adicionais

Se as estruturas de informação predefinidas não corresponderem às exigências dos relatórios é necessário


definir adicionalmente estruturas de informação próprias.

Procedimento para análises definidas pelo usuário de características de controle com


índices estatísticos e índices de capacidade de processo.

A seguinte informação suplementar serve como ajuda se for necessário criar análises definidas pelo usuário
para a análise de valores de características de controle com métodos de cálculo próprios que contêm os
seguintes índices:
- valor médio x
- desvio standard s
- índices de capacidade de processo Cp e Cpk
Durante a compactação no sistema standard o SIL calcula o total dos valores de campo, o que não é suficiente
para o cálculo de índices estatísticos ou de índices de capacidade de processo. Para utilizar os algoritmos
necessários é preciso ajustar o code fonte gerado à análise definida pelo usuário. Para isso são necessários
conhecimentos sobre o Data Dictionary assim como sobre a programação em ABAP. Proceder da seguinte
maneira:
1. Para criar a base de dados para a estrutura de informações própria copiar no mandante 000 uma estrutura
de informação já existente que contenha os respectivos campos. Como modelo serve uma das estruturas
de informação S162, S164 ou S166. Gerar a estrutura de informação própria.
2. Definir no mandante atual uma regra de atualização para a estrutura de informação própria. Como
modelo serve a respectiva regra de atualização para a estrutura de informação S162, S164 e S166. Gerar
e ativar a estrutura de informação própria.
3. Incluir o code para o cálculo dos índices no programa de aplicação.
a) Utilizar o file include RMCQCPKC, classe de desenvolvimento QG02 como modelo de cópia e
criar a rotina FORM list_method_sxxx com um nome novo, substituindo 'sxxx' pelo nome da sua
própria estrutura de informação.
b) Modificar nesta rotina FORM a categoria da estrutura de informação transferida s000 para a
categoria da estrutura de informação definida pelo usuário.
c) Atribuir uma identificação ao file include no programa principal pertencente à análise definida
pelo usuário. O programa principal tem o nome RMCYxxx0, sendo xxx o número da estrutura de
informação definida pelo usuário.
d) Ligar a análise definida pelo usuário às rotinas FORM próprias no customizing. Utilizar para isto o
guia de implementação do SIL -> Relatórios -> Análises standard -> Modificar configuração.

1.4.9.1 Definir atualização por origem

Nesta etapa é definida a compactação e a atualização dos dados do lote de controle através da definição de

________________________________________________________________
120 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

um grupo de atualização por origem de lote de controle.

Opções standard

No sistema standard já foram definidos grupos de atualização adequados para todas as origens de lote de
controle possíveis.

Atividades

1. Verificar se as atribuições dos grupos de atualização às origens de lote de controle definidas pela SAP
correspondem às necessidades da sua empresa.
2. Se necessário, acordar a tabela com as necessidades da sua empresa.

Informações adicionais

O grupo de atualização serve para atualizar diversos tipos de transações comerciais de maneira individual na
estatística.
A descrição das regras de atualização para os índices de uma estrutura de informação é sempre efetuada com
relação a um grupo de atualização.
No caso de uma origem de lote de controle não ter nenhum grupo de atualização atribuído, não é atualizado
nenhum dado para o respectivo lote de controle no sistema de informação. A fim de que uma atualização seja
efetuada, o grupo de atualização em questão deverá estar ativo no LIS (Transação OMOR).
Para monitorizar a atualização é possível gravar um protocolo de atualização específico do usuário.

1.4.9.2 Dividir índices de qualidade por classes

Nesta etapa
o são definidas classificações de índices de qualidade (IQ) para lotes de controle no máximo em cinco
classes,
o são atribuídas classificações às estruturas info definidas no SIL para a atualização.

Opções standard

No sistema standard SAP a classificação uniforme assim como a classificação com ponderação exponencial
já estão predefinidas.

Atividades

1. Coordenar as classificações dos índices de qualidade do lote de controle em uma base válida para todo o
empreendimento e atualizar os limites de classe na tabela.
2. Atribuir a classificação de índices de qualidade a cada estrutura info.
3. Atenção: as classificações já utilizadas não poderão ser mais modificadas! Os conteúdos de dados
agrupados nas estruturas de informaçã o em questão deverão ter sido eliminados antes. Somente após

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 121
R/3 System
________________________________________________________________

isso a divisão de classes poderá ser modificada. A seguir, as estruturas de informação têm de ser
preenchidas novamente com os conteúdos de dados mediante a reestruturação enquanto os documentos
de origem ainda não estiverem ativados.

Informações adicionais

No guia de implementação de controlling de Logística poderão ser encontrados mais detalhes a respeito das
estruturas de informações nos capítulos banco de dados e estruturas info variáveis.

1.4.10 Definição de lista

Nesta etapa são definidas as variantes de lista para o processamento de lotes de controle e resultados de
controle.
Será possível definir variantes em parte das listas, tanto para a seleção de campos como para a seleção de
dados; no restante das listas será possível definir somente variantes para a seleção de dados.

1.4.10.1 Definir variantes (técnica Listview)

Nesta etapa são definidas variantes de lista para alguns objetos ou listas de trabalho relativos ao controle de
qualidade.
Neste caso será utilizada uma técnica denominada como visão de lista. Tanto esta técnica como o
procedimento estão descritos no capítulo ambiente, ferramentas, definição de listas.

1.4.10.2 Definir variantes (sem técnica Listview)

Nesta etapa, o usuário define as variantes de lista, nas quais podem ser definidas somente variantes para a
seleção de dados, mas não variantes para a seleção de campos.

1.4.11 Ativar modelo de workflow

Nesta etapa, o usuário ativa o modelo de workflow a ser executado no âmbito de processamento de controle.

Outras observações

O usuário encontra uma descrição mais detalhada a respeito no manual ambiente / funções centrais / ativar
workflow.

________________________________________________________________
122 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.4.12 Subsistemas

Para determinar soluções para tarefas especiais é possível acoplar subsistemas CAQ ao sistema R/3.
Dependendo das condições gerais a serem consideradas, podem ser utilizados diferentes processos:

o Processar o controle de qualidade através da interface QM-IDI


Esta técnica é utilizada no módulo QM para processar operações de controle em subsistemas CAQ.
A interface efetua um intercâmbio de dados em ambas as direções. A transferência de dados é acionada
pelo subsistema; o processo de transmissão é automaticamente efetuado com base em um protocolo
publicado e definido pela SAP e é monitorizado pelo sistema.
A SAP disponibiliza os programas necessários para a transferência de dados para uma série de
plataformas.
O tempo e o esforço necessários para esta solução são bastante altos.

o Chamar resultados de característica via uma interface PC


Esta técnica permite a transferência de registros de dados completos (quer dizer vários campos); ela é
aplicada para transferir registros de resultados para características de controle individuais, por exemplo
valores medidos e observações de controle, de um subsistema para o módulo QM.
A transferência é acionada e monitorizada pelo usuário.
O módulo QM possui uma conexão predefinida (user exit) para a ampliação de funções necessária.
O tempo e o esforço técnico necessários para esta solução são relativamente baixos.

o Transferência de dados via um acoplador eletrônico


Através desta técnica é possível encher campos de entrada individuais em uma tela com valores. Ela
substitui a entrada de cadeias de caracteres manuais através do teclado.
A transferência é controlada e monitorizada pelo usuário.
A interface serial do teclado do terminal R/3 é conectada (ligação em paralelo) com a interface serial do
subsistema, ou seja com o meio de medição eletrônico, através de um acoplador eletrônico. Na maioria
dos casos é utilizada a interface RS232-C para este efeito. Se for necessário é possível adaptar sinais não
compatíveis do meio de medição a esta interface standard.
Esta solução não requer qualquer software de sistema especial.

1.4.12.1 Processar controle de qualidade via interface QM-IDI

Será possível controlar o processamento de operações de controle em subsistemas.


A descrição técnica sobre a definição de interface está localizada na documentação on-line R/3.
Processo:
o O subsistema inicia o processo, requerendo a lista de trabalho do sistema R/3 para os lotes de controle
previstos para o processamento em um centro de trabalho.
o O sistema R/3 transmite deste modo a lista de trabalho atual.
o A partir desta lista de trabalho o sistema poderá solicitar lotes de controle para o processamento.
o O sistema R/3 envia então as especificações do lote para o subsistema e aguarda até obter uma

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 123
R/3 System
________________________________________________________________

confirmação dos resultados pelo subsistema. Enquanto isso o processamento da operação estará
bloqueado no sistema R/3.
o O subsistema pode confirmar:
- Resultados de característica para operação
Condição para tal é o processamento com entrada de resultados de característica para o material.
- Resultados para o ponto de controle
Condição prévia para tal é o processamento com ponto de controle no cabeçalho do plano.
Em caso de rejeição da característica, o sistema R/3 poderá atualizar automaticamente os dados de
defeitos. Condição prévia para tal é que o mesmo esteja previsto na característica de controle no
plano e que a determinação automática do tipo de relatório tenha sido ativada para o centro de
trabalho em questão.
- Decisões de utilização para lotes de controle
O sistema R/3 protocola as operações de transmissão.

Recomendação

Requerer do prestador de serviços do subsistema um certificado da interface autenticado pela SAP.

Atividades

1. Criar condições técnicas e de organização.


Planejar a integração dos subsistemas CAQ com o sistema R/3.
a) Determinar a distribuição de funções.
A SAP presupõe que os dados mestres contidos no sistema R/3 sejam atualizados e que os lotes de
controle sejam gerados pelo sistema R/3.
b) Permitir que os programas de interface sejam colocados à disposição por parte do subsistema.
Remote Function Call (RFC) será utilizada para a interface do subsistema. Por esta razão, os
programas devem ser instalados no subsistema que correspondam à definição de interface. Os
prestadores de serviços dos subsistemas CAQ poderão adquirir um certificado da SAP referente ao
acoplamento bem-sucedido com a interface QM-IDI.
2. Executar opções do sistema
a) Definir a chave dos subsistemas na tabela e determinar os endereços de mail para os logs de
transmissão.
Nota: No sistema standard está contida uma entrada ' *' a ser utilizada para as chamadas sem o
subsistema. Esta entrada não poderá ser eliminada, mas poderá ser modificada somente no que se
refere ao seu conteúdo.
b) Gravar esta chave nos registros mestre dos centros de trabalho.
Já que o processamento é controlado mediante o centro de trabalho, um processamento com plano
deverá estar previsto para os materiais. Além disso, o usuário deverá ter indicado os subsistemas
definidos nos registros mestre - antes da abertura dos lotes de controle - dos centros de trabalho,
nos quais as operações em questão serão processadas.
c) Determinar se, a geração automática de dados de defeitos será necessária. Se assim for, o usuário
deverá ativar então uma determinação automática do tipo de relatório para os centros de trabalho
em questão. Mais detalhes a respeito poderão ser encontrados no guia de implementação da nota

________________________________________________________________
124 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

QM na seção entrada de defeitos. tipo de relatório.


d) Um log de aplicação é escrito para a interface. Será possível permitir a exibição dos protocolos
mediante o report RQEIFML10 e a eliminação mediante o report RQEIFML20.
Certificar-se de que os protocolos sejam eliminados regularmente.

Outras observações

Módulos de função RFC para o download

o Seleção para operações a serem processadas, transmissão da lista de trabalho correspondente


QIRF_SEND_INSP_REQUIRMENTS
o Transmissão de especificações da característica e entradas de catálogo para a lista de trabalho
QIRF_SEND_INSP_DATA_FOR_WL
o Seleção para operações a serem processadas, transmissão de operações, especificações da característica
e dados do catálogo
QIRF_SEND_REQUIRMENTS_GET_DATA
o Atualização das entradas de bloqueio
QIRF_SEND_COMMIT_TO_QM
o Transmissão de entradas de catálogo
QIRF_SEND_CATALOG_DATA

Módulos de função RFC para o upload

o Confirmação de resultados para resultados individuais


QIRF_GET_ORIGINAL_VALUES
o Confirmação de resultados para resultados de amostras
QIRF_GET_SAMPLE_VALUES
o Confirmação de resultados para resultados da característica
QIRF_GET_FEATURE_VALUES
o Confirmação de resultados para pontos de controle
QIRF_GET_INSP_POINT
o Confirmação de resultados para todos os tipos de resultados
QIRF_GET_ALL_DATA_VALUES
o Confirmação de decisões de utilização para lotes de controle
QIRF_GET_USAGE_DECISION

1.4.12.2 Definir aplicações para entrada portátil

Nesta etapa o usuário define as aplicações para a entrada de resultados com sistema portátil. Para cada
aplicação, o usuário determina que formas de entrada são suportadas para a entrada com sistema portátil.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 125
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

1. Verificar se a técnica disponibilizada pela SAP para a entrada de resultados com sistema portátil deve
ser utilizada no empreendimento do usuário.
2. Eventualmente disponibilizar a hardware e a software adicionais necessárias.
3. Descrever as funções disponíveis dos subsistemas criados assim, definindo para cada aplicação os
parâmetros para a atribuição das listas de trabalho e a confirmação de resultados.

1.4.12.3 Chamar resultados de característica via interface PC

Nesta etapa, o sistema é configurado de tal forma que os resultados de característica poderão ser transferidos
de sistemas inferiores mediante uma interface PC.
Nas transações de entrada de resultados de características será possível aceitar dados diretamente dos meios
de controle ou aplicações-PC. Para isso é necessário utilizar uma ampliação de função. No sistema está
contido um coding modelo correspondente para o user exit QEEM0021.
Este coding modelo possibilita o planejamento da transferência de dados a nível da característica e o início da
transferência de dados mediante um botão na entrada de resultados; isso constitui a base para a chamada do
driver de meio de controle.
Os drivers de meio de controle são módulos de função com uma interface predefinida pela SAP; estes são
responsáveis pela obtenção de dados provenientes dos subsistemas. Tais drivers poderão ser instalados no
sistema R/3 como programas ABAP/4 ou também como programas do servidor nos subsistemas.
Os seguintes drivers de meio de controle estão contidos no sistema standard:
o Driver modelo para a transferência de resultados individuais quantitativos do MS-Excel mediante a
técnica OLE.
o Driver modelo para a transferência de resultados individuais qualitativos (codes do atributo) com
observação de controle de um file de PC.
o Driver básico para a transferência de resultados provenientes de sistemas externos (com a possibilidade
de gerar de modo adicional um programa básico em C ou Visual Basic)

Condições

A interface de PC ainda não se encontra completamente integrada no sistema standard durante o release atual.
Por esta razão, o planejamento dos drivers de meio de controle será efetuado nas características de plano com
ajuda dos campos info. Logo que estes campos sejam necessários o usuário deverá encontrar um outro lugar
de arquivamento para estas informações, bem como ajustar o coding modelo de forma adequada.

Atividades

1. Verificar se, os drivers modelos ABAP/4 contidos no sistema são apropriados para os propósitos do
usuário. Caso necessário criar cópias dos mesmos e ajustar estas às necessidades do usuário.
(transação SE37)

________________________________________________________________
126 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

2. Caso o usuário deseje integrar programas acionadores externos, cuidar para


a) que estes programas estejam à disposição nas estações em questão,
b) que os dados necessários para a chamada destes programas sejam gravados nos chamados destinos
RFC.
(transação SM59)
3. Ativar a ampliação de função QEEM0021 com o coding modelo ou com o coding ajustado.
(transação CMOD)

Visão dos drivers de meio de controle

QINT_GET_PCFILE_DATA
Este driver serve de exemplo para um grupo de drivers, que aceitam os resultados de controle provenientes
dos protocolos de medição. Caso o usuário deseje implementar um determinado protocolo de medição, é
necessário copiar este driver e ajustar a cópia ao formato desejado do file.
O driver aceita entradas de catálogo (grupo de codes e code) e observações de controle (texto breve)
provenientes de um file de PC. Este contém uma linha com três campos para cada registro separados por
vírgulas. O primeiro campo contém o code, o segundo o grupo de codes e o terceiro a observação de controle.
O driver importa um determinado número de registros do volume de amostras de uma só vez, onde o file com
os codes poderão ser selecionados mediante um diálogo de seleção de file.
Caso o usuário deseje utilizar este driver, os campos info deverão ser atualizados na característica da seguinte
forma:
- campo info-1: não será utilizado
- campo info-2: não será utilizado
- campo info-3: QINT_GET_PCFILE_DATA
QINT_GET_EXCEL_DATA
Este driver demonstra a transferência de resultados provenientes de aplicações PC para o módulo QM com
ajuda da técnica OLE.
O driver efetua a chamada de uma função MS-Excel definida pelo usuário mediante a técnica OLE. O file
Excel com a função definida pelo usuário, pode ser selecionado mediante um diálogo de seleção de file. O
nome da função Excel será gravado no campo info-1 da característica de controle.
Exemplo para uma função Excel definida pelo usuário:
A função é denominada GetValue e proporciona uma entrada da tabela 1 com base em um número de valor
medido. Nesta tabela, os valores medidos estão localizados na coluna B a partir da linha 5.
Public Function GetValue(Number As Integer) As String
Sheets("Tabelle1").Select
Range("B"&Number + 4).Select
GetValue = Active.Cell.FormulaR1C1
End Function
Caso o usuário deseje utilizar este driver, os campos info deverão ser atualizados na característica da seguinte
forma:
- campo info-1: GetValue
- campo info-2: não será utilizado

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 127
R/3 System
________________________________________________________________

- campo info-3: QINT_GET_EXCEL_DATA


QINT_GET_RFC_DATA
Este driver define a interface para drivers de meio de controle em sistemas externos. Os drivers externos
serão configurados mediante os chamados destinos RFC, que contêm todos os dados necessários para a
chamada de um programa externo.
Existem as seguintes possibilidades para se acionar os drivers externos:
1. Front-End Workstation
Neste caso, o programa externo será acionado na workstation a partir do sistema R/3, em cujo o
Front-End também será processado. Após término da transação R/3, o sistema externo será concluído
pelo sistema R/3.
2. Registro
Neste caso, o programa externo será acionado fora do controle do sistema R/3. Após iniciar, o mesmo
será registrado em um gateway SAP e aguarda para ser requisitado pelo sistema R/3. As funções deste
tipo de driver acionado não poderão ser chamadas somente pelo Front-End Workstation, mas também
por outras workstations quaisquer. (sharing de meios de controle)
Caso o usuário deseje utilizar um driver externo, os campos info deverão ser atualizados na característica da
seguinte forma:
- campo info-1: não será utilizado
- campo info-2: destino RFC do driver ou NONE
- campo info-3: QINT_GET_RFC_DATA

Exemplo

O driver externo para uma balança chama-se 'WG.EXE' e está instalado no diretório 'C:\'. Neste caso, o
destino RFC deverá ser atualizado da seguinte forma:
1. Iniciar a transação 'SM59'
2. Ramificar para as 'ligações TCP/IP'
3. Criar o destino RFC 'WAAGE01'
tipo de ligação 'T'
tipo de ativação 'iniciar'
iniciar na 'Front End-Workstation'
programa 'C:\WG.EXE'
descrição 'balança 01'
4. Gravar as opções
As opções poderão ser verificadas mediante um teste de ligação.
Caso o usuário deseje utilizar este driver para uma característica de plano, o destino RFC 'BALANÇA01'
deverá ser inscrito no campo info-2 e o driver QINT_GET_RFC_DATA deverá ser inscrito no campo info-3.
Caso o usuário deseje criar ele próprio programas acionadores externos, será possível gerar um programa de
servidor RFC apropriado nas linguagens C ou Visual Basic com auxílio da transação SE37, que poderá ser
utilizado como modelo para o driver.

________________________________________________________________
128 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Outras observações

Mais informações a respeito poderão ser encontradas na documentação do grupo de funções QINT.
A descrição referente à técnica RFC pode ser encontrada na documentação relativa a Base -> Development
Workbench -> Remote Communication.

1.4.12.4 Transferir dados via acoplador electrónico

Nesta etapa, o usuário planeja a entrada de valores da característica com ajuda do acoplador eletrônico para
teclado.
O método pode ser empregado de modo apropriado sob as seguintes condições:
o Os dados estão à disposição como sinais eletrônicos, como por exemplo, resultados de medição de uma
balança eletrônica,
o O operador é aquele que aciona e monitoriza a transmissão de dados.

Atividades

1. Determinar quando a entrada de dados com ajuda de um acoplador eletrônico será oportuno (por
exemplo: durante a entrada seqüencial de valores da característica quantitativos).
2. Certificar-se de que a hardware necessária (acoplador eletrônico, conversor de sinais, aparelho de leitura
de código de barras,...)

Outras observações

A harware necessária poderá ser obtida através de vários comerciantes no mercado. Soluções modernas
oferecem a possibilidade ao usuário de programar formatos de transmissão e outros códigos de controle.

1.4.12.5 Definir método de análise para a interface QM-STI

Nesta etapa, o usuário define as análises estatísticas, que o mesmo deseja executar em um sistema externo
com ajuda da interface QM-STI.
Na biblioteca R/3 poderá ser encontrada a descrição da interface QM-STI para as análises estatísticas de
valores de característica.
As análises QM-STI serão definidas através dos métodos de análise e etapas de análise.
Somente os métodos de análise aqui determinados e liberados poderão ser utilizados nas transações QM.

Condições

o São utilizadas características quantitativas com administração de valor individual.


o O usuário deseja analisar os resultados de controle em um sistema de estatística externo.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 129
R/3 System
________________________________________________________________

o O sistema de estatística disponível é dotado de uma interface conforme o QM-STI.

Opções standard

No sistema standard estão contidos os seguintes métodos de análise:


o SAP_DOWNLOAD arquiva o contéudo das tabelas de interface no computador auxiliar como files.
o SAP_EXCEL carrega o conteúdo das tabelas de interface transferido por SAP_DOWNLOAD para uma
pasta de trabalho Microsoft-Excel e representa o run-chart de todos os valores individuais.
o SAP_WEIBULL_REGRESSION determina a distribuição Weibull para as quotas indicadas de unidades
defeituosas.
A tabela contém a classe de entrega G. O seguinte conjunto de nomes está reservado para o usuário:
o Métodos de análise X*, Y*, Z*
o Etapas de análise 1*, ..., 8*

Recomendação

Utilizar a documentação do sistema de estatística conectado durante a criação de etapas de análise, onde
poderão ser encontrados os nomes e os parâmetros das possíveis etapas de análise.

Atividades

Proceder de acordo com a seguinte seqüência:


1. atualizar destinos RFC
2. definir métodos de análise
3. definir etapas de análise

Informação técnica sobre os destinos RFC

Os sistemas de estatística conectados representam do ponto de vista do sistema R/3 programas de servidor,
que serão chamados mediante o Remote Function Call (RFC) da interface QM-STI. A comunicação com os
programas de servidor RFC é efetuada mediante os chamados destinos RFC. Estes serão atualizados com a
transação SM59 e contém informações básicas a respeito de qual programa é utilizado em qual host e como o
mesmo poderá ser atingido mediante a rede.

Recomendação sobre a atribuição de nomes de destinos RFC


Em um sistema R/3 é possível que existam diferentes destinos RFC. Para as análises QM-STI podem ser
utilizados somente os destinos RFC ligados com um sistema de estatística adequado. A fim de que o
usuário obtenha tais destinos, é possível gravar uma chave genérica no método de análise para os
destinos RFC permitidos. O mesmo deverá ser considerados durante a atribuição de nomes dos destinos
RFC.
Se for denominado, por exemplo, os destinos RFC para a interface QM-STI QM_STI_01, QM_STI_02
e QM_STI_03 e as mesmas forem inscritas no método de análise QM_STI_ , serão oferecidos ao
usuário somente os destinos RFC iniciados com o código QM_STI_.
Para a interface QM-STI serão utilizados os destinos RFC do tipo 'T' para as ligações TCP/IP. Ao inicializar

________________________________________________________________
130 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

os programas externos, o tipo de ligação oferece as seguintes possibilidades:

o Inicialização no computador auxiliar


O sistema de estatística será iniciado em um computador auxiliar durante a chamada de uma análise
QM-STI. Nesta variante será atualizado o nome do file e o caminho de diretório do sistema de estatística
no computador auxiliar. Mais detalhes a respeito poderão ser obtidos na documentação do sistema de
estatística.
Dica: caso o usuário deseje utilizar o mesmo destino RFC em diferentes computadores auxiliares,
será necessário instalar o sistema de estatístia nos mesmos diretórios nos computadores auxiliares.
o Inicialização no servidor de aplicação
O sistema de estatística será iniciado no servidor de aplicação durante a chamada de uma análise
QM-STI. Nesta variante será atualizado o nome do file e o caminho do diretório do sistema de
estatística no servidor de aplicação.
o Registro
O sistema de estatística é iniciado sem a influência do sistema R/3 e será registrado no SAP Gateway.
Durante a utilização de um destino RFC destes, o mesmo programa será utilizado no mesmo host. Neste
caso, um ID de programa será atualizado e um SAP Gateway será determinado. und legen ein SAP
Gateway fest. O sistema de estatística registrado utiliza o mesmo ID de programa e o mesmo SAP
Gateway.
Dica: utilizar estas variantes, caso o usuário deseje executar as análises automaticamente em
background.

1.5 Certificado de qualidade


A documentação 'Certificados de qualidade' faz parte do guia de implementação para o módulo QM
(Administração de qualidade).
Certificados de qualidade - a seguir denominados como certificados - são válidos para determinados materiais
e podem ser criados para diferentes objetos no sistema R/3:
o no módulo QM (Administração de qualidade) para o lote de controle
o no módulo MM (Administração de materiais) para o lote
o no módulo SD (Vendas e Distribuição) para o item de remessa
A integração dos certificados no módulo SD causa a sobreposição das opções com as do módulo SD. Visto
que algumas opções devem estar de acordo com as do módulo SD e que é necessário o direito de acesso à
determinadas tabelas, recomenda-se que determinadas tabelas pode ser aconselhável deixar efetuar essas estas
opções sejam efetuadas por um técnico do módulo SD.
Atenção: A criação de certificados não está ativa no sistema standard! Para efetuar a ativação é necessário
o atualizar um esquema de mensagens
o atribuir este esquema de mensagens à respectiva categoria de item de remessa.
Os certificados podem ser criados de modo variável, satisfazendo assim várias exigências, desde um simples
certificado de aceitação (sem indicações sobre características de qualidade), passando pelo certificado de
especificações ( com indicações de valores gerais das características de qualidade) até ao certificado de

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 131
R/3 System
________________________________________________________________

qualidade (com indicações de valores de características de controle determinados no lote específico). Há a


possibilidade de misturar todos estes tipos básicos e criar assim formulários de certificados individuais que
correspondam à todas as exigências em relação ao conteúdo e à forma dos certificados.
A forma e o conteúdo dos certificados podem ser criados assim em consideração do parceiro que receberá o
respectivo item da remessa.
Finalmente também é possível definir de modo flexível a impressão dos certificados e o tipo de envio.

Recomendação

Efetuar um teste da criação de certificados com base nas opções standard dos sistema e nos dados de
exemplo, antes de que sejam efetuadas modificações significativas das opções. Proceder da seguinte forma:
1. Criar as condições prévias:
- Criar um modelo de certificado; atribuir o formulário de exemplo standard QM_QCERT_01.
- Criar um material e cuidar para que todos os dados necessários, como por exemplo, os resultados
da característica, para este material estejam à disposição.
- Definir o controle da impressão.
2. Liberar o modelo de certificado e atribuí-lo ao material.
3. Determinar o envio de mensagens
Determinar um recebedor de certificado explícito (função 'EM'). Utilizar o tipo de mensagem 'LQCA' e
definir o momento de envio como '3'.
4. Gerar fornecimento para o material
- Criar ordem de cliente no módulo SD (Ctg. 'OS')
- Criar fornecimento com item para o material em questão
- Registrar saída de mercadorias
5. Verificar no item da remessa, se o sistema já criou uma mensagem.
6. Acionar o envio do certificado para este item da remessa e verificar se foi criada uma ordem de
impressão para o certificado solicitado.

Outras observações

Estratégia de localização de erro no caso de o sistema não criar nenhum certificado para
o fornecimento.

1. Foi encontrada uma mensagem para o item da remessa?

Transação: modificar fornecimento (Logística -> Vendas e distribuição -> Expedição, Fornecimento ->
Modificar)
Assinalar na tela de entrada rápida o respectivo item e saltar com a ajuda da função do menu Item ->
Mensagens para a tela de entrada rápida das mensagens de itens. Encontra-se aí uma entrada no sistema
correspondente a um certificado de qualidade (por exemplo tipo de mensagem LQCA ou LQCB)?
a) Em caso negativo: ainda não foi localizada nenhuma mensagem.
Utilizar a função Saltar -> Análise de determinação, para obter um protocolo da determinação de

________________________________________________________________
132 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

mensagens. Com um clique duplo (F2) obtém-se informações mais detalhadas sobre várias etapas.
No caso de não se obter um protocolo, será necessário verificar o customizing:
- Existe um esquema de mensagens adequado?
- O esquema foi atribuído à categoria de item de remessa?
As explicações a respeito disso serão fornecidas mais abaixo.
O protocolo indica que dados serviram de base para o sistema determinar uma mensagem.

- Se o usuário não encontrar na mensagem uma linha na qual esteja escrita a observação
"Condição...não preenchida", foi predefinido no customizing, que a mensagem deve ser localizada
automaticamente somente quando uma determinada condição tiver sido preenchida (por exemplo:
picking do fornecimento executado por completo", ou "Saída de mercadorias foi registrada").
Neste caso, então, é correto que a mensagem ainda não tenha sido encontrada. Se o usuário deseja
criar mesmo assim um certificado, deverá simplesmente entrar manualmente o tipo de mensagem
desejada (por exemplo: LQCA ou LQCB); o sistema propõe automaticamente alguns dados que
ainda poderão ser modificados.

- Se o usuário encontrar na mensagem esperada a observação "Mensagem não foi encontrada",


significa que o sistema não encontrou um receptor (registro de condição). A função de detalhe (F2
ou clique duplo) mostra com que chave o sistema tentou encontrar um receptor. Em um outro
modo (Sistema -> Gerar modo), o usuário poderá constatar se existe um registro de receptores para
esta chave. O usuário deverá selecionar, para isso, Logística -> Administração de qualidade ->
Certificado de qualidade, Receptor de certificado -> Exibir; inscrever o tipo de mensagem (por
exemplo: LQCA), e selecionar após a liberação de dados qualquer combinação de chaves. Será
exibida uma tela de seleção, na qual o usuário encontrará a função "Informação de condição". Ao
acionar esta função (e eventualmente, indicar novamente a mensagem), será exibida uma nova tela
de seleção. Através da função "Executar" (F8), será exibida uma lista dos receptores de
certificados que correspondem aos critérios de seleção do usuário.

Se o receptor desejado não estiver contido nestes, o usuário deverá criar um registro de dados com
a ajuda do "Receptor de certificado -> Criar".

Se o receptor for localizado neste, o usuário deveria controlar seu customizing:


- A tabela de condições está inscrita na sequência de acesso?
- A seqüência de acesso está atribuída ao tipo de mensagem?
- O tipo de mensagem está contido no esquema?
- O esquema está atribuído ao tipo de item de remessa?
As explicações para isto estão contidas mais abaixo.
b) Caso positivo: foi localizada uma mensagem.
Qual é o status da mensagem? (O campo "Status" se encontra à esquerda ao lado de "Idiomas".) Os
status têm o seguinte significado:
0 não processado
1 processado com êxito
2 processado incorretamente

- Se a mensagem estiver no status 0, a mesma ainda não foi processada. Marcar a mensagem.
Através da função "Indicações adicionais", o usuário poderá obter detalhes a respeito do
processamento. Foi definido no campo "Hora de envio", o momento em que a mensagem deverá
ser processada. Só mais tarde o usuário poderá contar com uma edição do certificado.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 133
R/3 System
________________________________________________________________

- Se a mensagem estiver no status 1, significa que o processamento da mensagem foi encerrado com
êxito. Verificar se surgiram problemas na edição (Sistema -> Serviço -> Controle de saída,
transação SP01). Provavelmente o acesso à impressão ou ao servidor de telefax não foi possível,
dependendo do meio de saída.

- Se a mensagem estiver no status 2, ela não foi processada corretamente. Possivelmente não foram
encontrados todos os dados. A fim de obter informações mais detalhadas, marcar a mensagem e
pressionar a função "Saltar -> Protocolo de processamento". Através da função "Documentação", o
usuário poderá chamar para cada linha o texto descritivo da respectiva mensagem do programa.
Examinar cada uma das mensagens. As explicações encontram-se no ponto 2.
Consideração importante: se não puderem ser encontrados todos os dados para um material
marcado como "obrigatório" no modelo de certificado, a saída de todos os dados para o respectivo
lote ou, caso o item não contenha nenhum ou apenas um lote, a saída completa de todo o
certificado será impedida.
2. A mensagem foi localizada, mas a mesma está no status "Processada incorretamente", visto que nem
todos os dados foram localizados.
a) Não foi localizado um modelo de certificado.
Para criar um certificado, o sistema necessita de uma atribuição de modelos de certificados válida.
Verificar se existe uma atribuição de modelo de certificado válida para os dados do item de
remessa (material, cliente, ..., data de criação da mensagem). Selecionar para isso Logística ->
Administração de qualidade -> Certificado de qualidade, Modelo de certificado -> Exibir e
pressionar a função "Procurar" (F6). Na próxima tela de seleção, o usuário poderá limitar ainda
mais a seleção. Será exibida uma lista de atribuições de modelos. Através da função "Selecionar",
é possível ramificar para o respectivo modelo de certificado.
Se o sistema não localizar nenhuma atribuição, o usuário deverá criar uma atribuição de modelo de
certificado. Selecionar para isso Logística -> Administração de qualidadde -> Certificado de
qualidade, e então, Modelo de certificado -> Atribuição -> Modificar. Após limitar a seleção e
"Executar", será exibida uma lista das atribuições já existentes para a data fixada e o usuário
poderá efetuar uma nova atribuição.
b) Não foi encontrado nenhum lote.
Pelo menos para uma característica do modelo de certificado foi indicado o controle de qualidade
como origem dos dados (para operações ou resultados). Por isso, o sistema procura encontrar um
lote de controle adequado, considerando as restrições para a seleção de lotes no modelo de
certificado. Além disso, o lote deve ter uma decisão de utilização e não deve ser estornado ou
marcado para estorno. Se forem encontrados vários lotes, o sistema seleciona aquele com a Data de
criação e de controle mais recente (não a Data de criação do lote!). Os lotes parciais são
considerados equivalentes.
Verificar se existe um lote de controle ou um lote parcial correspondente. O usuário deverá
basear-se nas indicações do modelo de certificados. Poderá ser exibida uma lista dos lotes de
controle possíveis, por exemplo, através de Logística -> Administração de qualidade -> Controle
de qualidade, Processamento do lote de controle -> Decisão de utilização -> Exibir, função
"Procurar lote de controle".
O usuário deverá considerar ainda o seguinte: se o material for um material sujeito ao lote, deverá
ser indicado um lote no item de remessa (-> Picking). O sistema procura assim lotes de controle e
lotes parciais para o lote indicado no item de remessa.
c) Não foram localizados todos os dados para algumas características.

________________________________________________________________
134 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Dois fatos podem impedir a saída de um certificado:


- Em uma das características foi definido o código "Obrigatório" no modelo de certificado.
Neste caso, é impedida a saída de dados para o lote de controle ou para todo o certificado.
Verificar quais dados faltam. Modificar a origem dos dados para o material no modelo do
certificado ou fazer com que os dados sejam encontrados.
- Para nenhuma das características no modelo de certificado foi possível encontrar os dados
completos.
Também neste caso, será impedida a saída dos dados para o lote ou para todo o certificado. Se o
usuário criar um certificado sem características, o modelo de certificado poderá conter somente o
cabeçalho, mas nenhuma característica.
3. Customizing: verificar as opções
a) Determinação de mensagens

- Foi atribuído um esquema de mensagens ao tipo de item de remessa?


Verificar as entradas no guia de implementação para -> Certificado de qualidade -> Determinação
de mensagens -> Esquema de mensagens -> Atribuir esquema de mensagens ao tipo de item de
remessa. Se não existir nenhuma mensagem para o tipo de item de remessa selecionado pelo
usuário, atribuir uma esquema adequado.

- Existe um esquema de mensagens adequado?


Verificar as entradas no guia de implementação para -> Certificado de qualidade -> Determinação
de mensagem -> Esquema de mensagem -> Processar esquema de mensagens. Selecionar ->
Navegação -> Controle para obter a lista de tipos de mensagens. No esquema previsto para as
mensagens de itens deve existir ao menos um tipo de mensagem para certificados de qualidade.
Verificar também as Condições indicadas para este tipo de mensagens. Através das entradas
possíveis (F4) o usuário poderá obter mais informações a respeito das condições.

- Verificação do tipo de mensagem (ns)


No guia de implementação para -> Certificado de qualidade -> Determinação de mensagens ->
Determinar tipo de condição deve existir pelo menos um tipo de mensagem para certificados de
qualidade. Verificar na tela de detalhe (F2):
Foi inscrita uma seqüência de acesso?
A mensagem deve ser encontrada através de um acesso de condições
Foram gravados valores propostos para o registro de condições?
Foram efetuadas entradas para o programa de processamento? (botão 'Prog.de Processamento';
SAP standard: RQCAAP00; não é necessária a indicação de um formulário nos certificados.)
Existe uma entrada para os parâmetros de impressão para a determinação da impressora?
O modo de arquivamento proposto (por exemplo: imprimir ou arquivar) está correto?

- A seqüência de acesso está correta?


Selecionar no guia de implementação para -> Certificado de qualidade -> Determinação de
mensagens -> Determinar seqüência de acesso a seqüência de acesso inscrita no tipo de mensagem.
Pressionar para tal -> Navegação -> Acessos. As tabelas inscritas correspondem às necessidades do
usuàrio? Ou seja, o receptor de certificados foi atualizado em uma das combinações de chaves aqui
indicadas?
Em -> Navegação -> Campos, o usuário poderá verificar para cada campo como os dados do item

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 135
R/3 System
________________________________________________________________

de remessa são transferidos para os campos de chaves das tabelas de condições através da estrutura
de comunicação.
b) Envio de mensagens

- Verificar se no Tipo de mensagem foi inscrita a identificação correta para o parâmetro de


impressão. Através das Entradas possíveis (F4), o usuário poderá obter explicações como, por
exemplo: 5 = local de expedição

- Selecionar no guia de implementação -> Certificado de qualidade -> Envio de mensagem ->
Definir parâmetro de impressão. Posicionar o cursor sobre a entrada "Envio". Selecionar na lista
exibida o tipo de mensagem (mensagens) que corresponda aos certificados através de um clique
duplo. Será exibida uma tela de entrada rápida, na qual é possível inscrever dispositivos de saída
para as respectivas unidades de organização (por exemplo: local de expedição). Verificar as
entradas efetuadas.
c) Determinação de resultados de controle

Para poder ler os resultados de controle de características deve ser definido um filtro da
característica. Verificar se a visão V_TQ78 contém uma entrada para a transação QC00 e se o
código de controle corresponde ao standard.

1.5.1 Modelo de certificado

Neste capítulo são efetuadas as opções para os modelos de certificados. Além disso o usuário deve criar os
modelos de certificados necessitados (dados mestre).
Um modelo de certificado determina
o o que o certificado deve conter:
- valores standard
- resultados do controle
- textos
o a origem dos dados do certificado:
- características mestre de controle
- características de lote das especificações de material
o como os dados devem ser representados.
Assegurar-se de que os modelos são compatíveis com as categorias de certificados.

Condições

Se o usuário pretender ter um acesso às características de controle nos certificados, estes têm de ser
atualizados primeiro

________________________________________________________________
136 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o em forma de características no sistema de classificação ou


o em forma de características mestre de controle.

Opções standard

O sistema standard contém no mandante 0 pelo menos 1 formulário exemplo. Este formulário utiliza 4 textos
standard.
o O formulário exemplo está gravado com o nome genérico QM_QCERT*
o Os textos standard estão gravados com o nome genérico QM_QCERT*
Considerar no formulário exemplo os comentários para a janela principal (selecionar elementos de texto!).
Para poder utilizar o exemplo, os respectivos textos standard têm de ser copiados para o mandante atual.

Atividades

1. Elaborar modelos para os certificados.


2. Criar os formulários SAPscript e os textos standard utilizados para esse efeito. Seguir o exemplo
contido no sistema standard.
a) Criar formulários
b) Criar textos standard
3. Criar modelos

Outras observações

Existe a possibilidade de o sistema exibir um certificado criado com um determinado modelo. Para esta
simulação é necessário entrar um item de remessa para um material, cujos dados requeridos (por exemplo os
dados de controle) existam no sistema.

1.5.1.1 Definir esquema status para modelos de certificados

Nesta etapa, o usuário poderá definir esquemas próprios de status para modelos de certificado. Eles serão
atribuídos à categoria de certificado.

Atividades

1. Verificar se o status do usuário para modelos de certificados serão necessários.


2. Definir os esquemas de status correspondentes.

Outras observações

Maiores informações no capítulo Ambiente, Funções centrais, Administração de status geral, Esquemas de
status.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 137
R/3 System
________________________________________________________________

Observação: o usuário poderá conseguir que os modelos de certificado bloqueados possam ser eliminados
com ajuda do status do usuário, isto é, a operação "Eliminar" é permitida no status "Bloqueado". Caso
contrário, apenas os modelos que não foram liberados poderão ser eliminados, ou seja, eles se encontrarão
ainda no status do sistema.

1.5.1.2 Definir ctgs.de certificados

Nesta etapa são definidas as categorias de certificado.


O usuário definirá apenas a chave e os textos breves das categorias de certificado. Se os modelos de
certificados forem determinados, o usuário deverá certificar-se de que os certificados correspondam
realmente à categoria standard.
O esquema de status poderá ser atribuído à cada categoria de certificado.

Recomendação

o Observar que a tabela das categorias de certificado será utilizada tanto no suprimento quanto nas vendas
e distribuição.
o Definir normas standard

Atividades

Determinar quais categorias de certificado serão necessárias na empresa no que diz respeito ao suprimento e à
vendas e distribuição, e definir as mesmas na tabela.

Outras observações

Informações sobre administração de status geral e esquema de status poderão ser encontradas no capítulo
'Ambiente'.

1.5.1.3 Atualizar formulário

Nesta etapa são atualizados os formulários SAPscript para os modelos de certificados.

Condições

O usuário deverá ter conhecimentos sobre o SAPscript, a fim de processar os formulários.

Opções standard

No sistema standard já está contido o formulário QM_QCERT_01 que pode ser utilizado de modo geral.

________________________________________________________________
138 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Recomendação

Utilizar este formulário ou fazer uso do mesmo como base para criações próprias.
Caso sejam necessários ajustes dos certificados, será necessário prosseguir da seguinte forma, a fim de
facilitar a execução:
a) Ajustar formulários
Na maioria dos casos, isto deve ser suficiente para as exigências do usuário. É possível utilizar por
exemplo, a técnica do user exit SAPscript para a seleção de dados adicional. (Mais informações
podem ser encontradas na ajuda ampliada para o comando de controle-SAPscript PERFORM.)
b) Modificar módulos de função para a obtenção de dados
Esta etapa será necessária caso outras origens de dados devem ser permitidas para características.
c) Modificar programas de saída
Somente se uma modificação básica do formulário for necessária, como por exemplo, caso colunas
e linhas devam ser permutadas no certificado, então será necessária executar este processo bastante
complexo.

Atividades

Determinar se serão necessários formulários próprios para os certificados de qualidade e cuidar para que estes
sejam criados de acordo com o sistema standard.
Determinar se serão necessários módulos de função próprios para a obtenção de dados ou se até mesmo, o
programa de saída deverá ser ajustado.

Outras observações

Os formulários devem combinar com os programas de saídas. No sistema standard estão contidos os
seguintes programas de saída:
o RQCAAP00 para certificados e item de remessa
Pode-se ter acesso a este programa no customizing de envio de mensagens, além de poder ser
modificado.
o RQCAAP01 para certificados do lote de controle
o RQCAAP02 para certificados para o lote
o SAPLQC07 para certificados do lote no internet

1.5.1.4 Definir origem dos dados

Nesta etapa são definidas as origens dos dados para os certificados.


Caso o usuário utilize categorias de certificados nos quais estão contidas as especificações de valores para
características de qualidade ou as características de classe, os valores poderão ter a seguinte origem:
o Valores standard para características

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 139
R/3 System
________________________________________________________________

- das características mestre de controle


- das especificações do lote
o Resultados para características
- dos registros de resultados para o lote de controle ou lote parcial
- dos lotes
O usuário poderá determinar textos breves da característica dependentes do idioma independente da origem
das especificações do valor.
- Características provenientes de um modelo de certificado
Se neste não for localizado nenhum texto, o sistema acessará outros registros mestre:
- Características mestre de controle
- Características de classe
Caso os resultados dos lotes de controle e parciais sejam lidos, será necessário identificar estratégias para o
procedimento de isenção de controle na atualização dos modelos de certificado.
Caso os Resultados para pontos de controle ou amostras tenham sido entrados, os valores médios e os valores
individuais do último ponto de controle, da última amostra, de todos os pontos de controle ou das amostras de
um lote de controle serão incluídos no certificado.
O usuário poderá definir chaves para todas as origens de dados listadas e atribuir módulos de função para
obtenção de dados à estas chaves.
Em certas circunstâncias, será necessário incluir nos certificados, dados de materiais divergentes, por
exemplo, quando a mesma substância for vendida em formas diferentes, mas as suas propriedades
permanecerem inalteradas.
Para evitar atribuições incorretas das origens de dados, serão determinadas combinações permitidas de
origens de dados para especificações e valores da característica. Poderão ser determinadas, também, que as
especificações e os valores deverão originar da mesma fonte.

Opções standard

O sistema já contém chaves predefinidas e módulos de função para as origens dos dados. Existem também
propostas para o caso de isenção do controle.
As tabelas possuem a classe de entrega G. Os seguintes conjuntos de nomes estão reservados para o usuário:
o Origem das especificações de controle 9*, A*, ..., Z*
o Origem dos textos da característica 9*, A*, ..., Z*
o Origem dos resultados de controle 9*, A*, ..., Z*
o Estratégia de saída durante Skip 9*, A*, ..., Z*
o Não há nenhuma reserva de conjunto de nomes para as combinações das origens das especificações e
resultados.

Recomendação

o Utilizar as origens dos dados definidas no sistema. Consultar um especialista, caso o usuário deseje

________________________________________________________________
140 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

efetuar suas próprias origens de dados.


o Não modificar os módulos de função contidos no sistema standard, mas sim criar módulos de função
próprios, caso seja necessário. Utilizar os módulos de função como modelos, principalmente para as
interfaces.

Atividades

Com base na documentação on-line para os campos de tabela e módulos de função, o usuário poderá
determinar de onde o sistema obtém os dados da característica no sistema standard. O usuário só terá de
definir origens e módulos de função próprias se esta forma de obtenção não corresponder às suas exigênias.
Para isto, fazer referência às seguintes origens:
1. Origem dos valores propostos
2. Origem dos textos breves
3. Origem dos valores do resultado
4. Estratégia de substituição em caso de isenção do controle
5. Combinações permitidas de origens das especificações e de valores da característica
O report RQCFTQ65 determina, com base nos dados da característica nos modelos de certificado
existentes, as combinações comuns, completando a tabela desta forma.

Outras observações

O usuário poderá controlar quais resultados da característica de controle deverão ser utilizados durante a
obtenção dos dados. No sistema standard, estes são todas características avaliadas. Maiores informações no
capítulo Controle de Qualidade/Entrada de Resultados, palavra-chave Modo de processamento. A entrada de
tabela QC00 é responsável para a obtenção dos dados do certificado.

1.5.1.5 Determinação de modelo

Nesta seção é determinado como os modelos de certificados são encontrados.


A determinação de modelos de certificados utiliza funções da técnica de condições do módulo de Vendas e
Distribuição.
Elemento de base é o assim chamado esquema. Normalmente um esquema pode conter várias linhas com
tipos de condições que são processados sequencialmente. O processamento pode depender de condições.
Cada linha utiliza um determinado tipo de condição, que por seu lado se refere a uma sequência de acesso. A
sequência de acesso determina em que sequência é efetuado o acesso aos registros de condições das tabelas
de condições.
O usuário pode ele próprio definir as chaves das tabelas de condições selecionando um ou vários campos de
um catálogo de campos.
Durante a criação de certificados o sistema procura o modelo de certificado adequado para esta chave. No
caso de não encontrar nenhum modelo através desta chave, ele procura através de outras chaves segundo a
sequência de acesso.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 141
R/3 System
________________________________________________________________

A técnica de condições utilizada na determinação de modelos também é utilizada na determinação de


mensagens. Neste caso as funções da técnica de condições são utilizadas de maneira mais abrangente.

1.5.1.5.1 Tabela de condições p/determinação de modelos

Nesta seção são configurados as tabelas de condições que são utilizadas para o controle da determinação de
modelos. O método utilizado também pode ser aplicado às tabelas de condições para a determinação de
mensagens.

1.5.1.5.1.1 Determinar catálogo de campo para determinação de modelos

Definir, nesta etapa, o catálogo de campos para as tabelas de condição.


Com os campos contidos no catálogo será possível estruturar tabelas de condição para a determinação de
modelos.

Opções standard

O sistema já contém um catálogo de campos muito abrangente.

Recomendação

Utilizar o catálogo de campos contido no sistema standard.

Atividades

Determinar se existe motivo para modificar o catálogo de campos contido no sistema standard e, se
necessário, adaptar o catálogo de campos.

Outras observações

Caso o usuário tenha que incluir campos adicionais no catálogo de campos, ver o capítulo Adaptação do
Sistema, Campo novos no guia de implementação do módulo de vendas e distribuição. Os campos adicionais
para as tabelas de condições dos modelos de certificado devem ser estruturados na estrutura DDIC KOMI. Os
novos campos poderão ser preenchidos com ajuda da ampliação de função QCPA0003 (User-Exit
EXIT_RQCAAP00_001).

1.5.1.5.1.2 Processar tabelas de condições para determinação de modelos

Processar, nesta etapa, as tabelas de condição.


Para criar uma tabela de condições, selecionar primeiro os campos do catálogo de campos que deverão ser
utilizados na determinação de modelos. Por fim, gerar a tabela de condições.

________________________________________________________________
142 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Opções standard

O sistema standard contém vários exemplos para tabelas de condição

Recomendação

o Definir condições especiais apenas enquanto for necessário para poder emitir certificados específicos do
cliente, por exemplo.
o Definir condições o mais globalmente possível utilizando a inclusão do grupo de clientes ou do grupo
de materiais (ao invés do cliente ou do material) na tabela, para manter o número de modelos de
certificado e o esforço de atualização dentro do limite.

Atividades

1. Determinar o critério que deverá ser utilizado no empreendimento para localizar modelos de certificado
a) Quais os campos serão utilizados nos registros de condição?
b) Quais registros de condição formam uma seqüência contínua especial para o acesso global, que
assegura que o sistema sempre localizará o modelo apropriado?
2. Definir e gerar as tabelas de condição necessárias.

1.5.1.5.2 Determinar seqüência para determinação de modelos

Atualizar, nesta etapa, a sequência de acesso segundo a qual o modelo de certificado será localizado.
O sistema procura o modelo de certificado sequencialmente com os registros de condição contidos na
sequência de acesso.

Opções standard

O sistema possui como exemplo, uma sequência de acesso QCA1 que passa de específica a geral com as
tabelas de condição
o Material + cliente + função de parceiro
o Material
o Grupo de mercadorias

Atividades

Definir a sequência apropriada de condições para a aplicação do usuário na sequência de acesso QCA1 ou
definir uma sequência de acesso própria.

Outras observações

Observar que esta opção é efetiva para todos os mandantes!

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 143
R/3 System
________________________________________________________________

1.5.1.5.3 Determinar tipo de condição para a determinação de modelos

Atualizar, nesta etapa, o tipo de condição para a determinação dos modelos de certificado.

Opções standard

No release atual o tipo de condição QCA1 está pré-fixado para a determinação de modelos.

Atividades

Verificar se o tipo de condição QCA1 existe no sistema e se ele contém a sequência de acesso QCA1 ou uma
outra definida pelo usuário.

1.5.1.5.4 Definir esquema para determinação de modelo

Definir, nesta etapa, um esquema para a determinação de modelos.


No release atual há um único esquema predefinido.

Opções standard

O esquema QC0001 está predefinido

Recomendação

Não modificar o esquema predefinido.

Atividades

Verificar se o esquema QC0001 está definido no sistema e se ele refere-se ao tipo de condição QCA1.

1.5.1.5.5 Fixar intervalo de numeração para registros de condições

Determinar, nesta etapa, o intervalo de numeração para registros de condição da determinação de modelos.
Este intervalo de numeração é válido por todo o mandante.

Recomendação

Manter o intervalo de numeração fornecido.

Outras observações

Os objetos do intervalo de numeração podem ser transportados da seguinte maneira:

________________________________________________________________
144 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Selecionar na 1ª tela "Intervalo - Transportar".


Todos os intervalos do objeto do intervalo de numeração selecionado serão, primeiro, eliminados no sistema
de destino, para que apenas os intervalos exportados existam após a importação. Os níveis do intervalo de
numeração serão importados com o mesmo valor do momento da exportação.

1.5.2 Determinação de mensagens

Neste capítulo são efetuadas as configurações para a determinação de mensagens, ou seja o usuário determina
como os recebedores do certificado são encontrados e atribuídos. Recebedor do certificado significa aqui:
função do parceiro (p.ex. emissor da ordem ou recebedor da mercadoria) e tipo de expedição (p.ex. fax,
expedição imediata, idioma inglês).
A concepção técnica da determinação de mensagens corresponde ao da determinação de modelos. Porém, as
opções contidas na concepção são utilizadas de maneira mais extensa na determinação de mensagens.
A determinação de mensagens é descrita mais detalhadamente no guia de implementação para o módulo de
Vendas e distribuição. Considerar por isso o capítulo 'Funções básicas', Mensagens com o capítulo
subordinado determinação de mensagens e a seção proposta de mensagem através da técnica de condição.

1.5.2.1 Tabelas de condições para a determinação de mensagens

Nesta seção são processadas as tabelas de condições para a determinação de mensagens. O método utilizado é
similar ao método utilizado para a determinação de modelos nas tabelas de condições.
Informações detalhadas sobre o processo da determinação de mensagens com a ajuda de tabelas de condições
encontram-se no guia de implementação do módulo SD.

1.5.2.1.1 Determinar catálogo de campo para determinação de mensagens

Nesta etapa são definidos catálogos de campos para as tabelas de condições para a determinação de
mensagens.
O procedimento corresponde ao procedimento de catálogos de campos para a determinação de modelo.

Opções standard

No sistema standard já está contido um catálogo de campos bastante amplo.

Recomendação

Utilizar o catálogo de campos contido no sistema standard.

Atividades

Verificar se será necessário modificar o catálogo de campos contido no sistema standard e ajustar o mesmo se

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 145
R/3 System
________________________________________________________________

for o caso.

Outras observações

Caso novos campos devam ser aceitos no catálogo de campos, considerar as explicações referentes à etapa
'novos campos no capítulo ajuste do sistema no guia de implementação do módulo de vendas e distribuição.
Para certificados, ou seja, para mensagens do item de remessa são relevantes as estruturas KOMKBV2,
KOMPBV2, KOMB.

1.5.2.1.2 Processar tabs.de condições para determinção de mensagens

Nesta etapa são processadas as tabelas de condições para a determinação de mensagens.


O procedimento corresponde ao mesmo procedimento durante a atualização de tabelas de condições para a
determinação de modelo.

Opções standard

No sistema standard estão contidos vários exemplos para as tabelas de condições.

Atividades

1. Determinar os critérios com os quais os recebedores (função do forma de expedição) serão localizados
na empresa do usuário.
2. Quais campos serão utilizados nas tabelas de condições?
Observar que através das tabelas definidas através destes campos será possível definir seqüências de
acesso que passam de um acesso especial para um acesso global.
3. Definir e gerar as tabelas de condições necessárias.

Outras observações

Durante a definição das tabelas, o usuário seleciona os campos adequados como critérios. Após isso, a
seleção será complementada (com ajuda da tecla de função 'visão técnica'), quando for determinado por
campo se o mesmo deverá surgir no cabeçalho ou na linha durante o processamento de registros de condições
de mensagens e se um texto breve deverá ser exibido.

1.5.2.2 Determinar seqüencias de acesso para determin.de mensagens

Nesta etapa são determinadas as seqüências de acesso para a determinação de mensagens.


O procedimento corresponde à definição de seqüências de acesso para a determinação de modelo.
O sistema procura as mensagens (funções do parceiro e formas de expedição) segundo a seqüência dos
registros de condições contidos na seqüência de acesso.

________________________________________________________________
146 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Opções standard

No sistema está contido um exemplo de seqüência de acesso que passa de uma seqüência de acesso específica
até uma geral com os registros de condições
- Organização vendas + canal de distribuição + setor atividade + cliente
- Organização de vendas + cliente

Atividades

Definir as seqüências de acesso adequadas para a aplicação.

Outras observações

o Esta configuração é efetiva para todos os mandantes!


o Observar a documentação referente aos campos 'condição' e 'exclusivo'.

1.5.2.3 Determinar tipos de condições para determ.de mensagens

Nesta etapa são determinados os tipos de condições para a determinação de mensagens.


Os tipos de condições correspondem aos tipos de mensagens contidos em um esquema de mensagens.
O procedimento é o mesmo que o da determinação de tipos de condições para a determinação de modelo;
todavia as possibilidades de controle contidas no tipo de condições serão melhor aproveitadas.
Nos detalhes do tipo de condições, o usuário determina entre outros:
o Acesso mediante a tabela de condições
Geralmente somente esta forma de acesso é adequada.
o Tipo de documento para o arquivo
No sistema standard está definido o tipo de documento QMOCERT.
Além disso, os seguintes valores propostos serão determinados para os registros de condições:
o Meio de mensagem (impressora, fax)
o Data/hora da mensagem
o Função do parceiro, para o qual está determinada uma mensagem
o Parâmetros de impressão
Não é necessário empregar outros campos não utilizados nas opções standard.

Opções standard

No sistema standard, os seguintes tipos de condições estão definidos:


o LQCA (para certificados QM destinados ao recebedor de mercadorias)

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 147
R/3 System
________________________________________________________________

o LQCB (para certificados QM destinados ao recebedor de mercadorias)


Para o arquivo será utilizado QMOCERT como tipo de documento. O arquivamento não está ativo no sistema
standard.

Recomendação

Utilizar os tipos de condições contidos no sistema standard. Caso no sistema do usuário esteja contida uma
conexão de arquivo, será possível ativar a mesma com ajuda de um modo de arquivamento apropriado.

Atividades

1. Verificar os detalhes dos tipos de condições. Considerar as documentações de campo.

Outras observações

Comparar a etapa parceiro por mensagem no que se refere à função do parceiro.

1.5.2.4 Definir condições de exclusão

Nesta etapa é possível definir as condições de exclusão que impedem o acesso a determinados tipos de
condições no esquema de mensagens.

Exemplo

Pretende-se impedir que o mesmo destinário obtenha vários exemplares de um certificado, caso o emissor da
ordem e o recebedor de mercadorias sejam os mesmos.

Opções standard

No sistema standard estão predefinidas várias condições que poderão ser utilizadas como modelo:
o condição de exclusão 012
o condição de exclusão 013
o condição de exclusão 015
o condição de exclusão 016

Recomendação

Utilizar as condições 015 e 016, caso o usuário deseje imprimir o certificado somente quando o item de
remessa não puder ser modificado (impressão após a entrada de mercadorias).
As condições 012 e 013 poderão ser utilizadas, caso o usuário deseje imprimir o certificado antes do previsto
(impressão após picking).

________________________________________________________________
148 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

1. Determinar se poderão surgir condições sob as quais determinados tipos de condições não deverão ser
executados.
2. Formular estas condições em forma de rotinas ABAP/4 FORM.
3. Gravar estas rotinas na tabela e atribuir a aplicação expedição V2 às mesmas.

Outras observações

As condições também poderão ser utilizadas nas seqüências de acesso.


Será possível definir condições próprias. O usuário encontra notas técnicas a respeito no guia de
implementação referente ao módulo de vendas e distribuição no capítulo ajuste do sistema, seção rotinas,
parágrafo condições.

1.5.2.5 Esquema de mensagens

Nesta seção são processados os esquemas de mensagens para a criação de certificados.


O esquema de mensagens contém um ou vários tipos de condições, ou seja pode acionar uma ou várias
mensagens individuais (certificados).

1.5.2.5.1 Processar esquema de mensagens

Nesta etapa é definido o esquema de mensagens.


O esquema de mensagens contém todos os tipos de condições, ou seja, todas mensagens a serem processadas
em seqüência conforme as condições. Existem mensagens em diferentes níveis do fornecimento. Os
certificados são mensagens para o item de remessa. Se o sistema contiver, por exemplo, dois tipos de
condições, deste modo dois certificados poderão ser emitidos.
O esquema de mensagens poderá ligar os tipos de condições neste contidos com as condições que impedem a
continuação de um processamento.

Opções standard

O esquema V20001 contido no sistema standard contém todas as mensagens do item de remessa. Este
esquema se refere aos tipos de condições LQCA e LQCB. Caso este esquema ou as entradas nestes contidos
não estejam atualizados no mandante atual, o usuário deverá copiar as mesmas do mandante 000 (esquema
V20001 e o controle correspondente com os tipos de condições LQCA e LQCB).

Recomendação

Manter o esquema V20001 contido no sistema standard.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 149
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

1. Verificar se é desejado manter os tipos de condições predefinidos no sistema standard.


2. Verificar as condições relacionadas com os tipos de condições.
Considerar os textos descritivos gravados para as condições.

Outras observações

As condições também poderão ser utilizadas nas seqüências de acesso.


Será possível definir condições próprias. Notas técnicas poderão ser encontradas no guia de implementação
do módulo de vendas e distribuição no capítulo ajuste do sistema, seção rotinas, parágrafo condições.

1.5.2.5.2 Atribuir esq.mensagens à ctg.item de fornecimento

Nesta etapa são atribuídos esquemas de mensagens às categorias do item de remessa e a criação de certificado
será ativada.
Existe uma variedade de categorias de item de remessa e dependendo da categoria do item devem ser criadas
diferentes mensagens ou até mesmo nenhuma mensagem deverá ser criada.

Condições

As categorias do item de remessa que podem ser aplicadas já foram determinadas na empresa do usuário.

Opções standard

No sistema standard um esquema de mensagens não está atribuído à nenhuma categoria do item de remessa.

Recomendação

Atribuir o esquema de mensagens V20001 definido no sistema standard às categorias do item de remessa
para as quais o usuário deseja criar certificados.

Atividades

1. Determinar quais esquemas de mensagens devem ser aplicados em quais categorias do item de remessa.
2. Definir estes esquemas de mensagens e atualizar a tabela de atribuição.

1.5.2.6 Fixar parceiro por mensagem

Nesta etapa são determinados os parceiros por mensagem.


Por tipo de condição é determinado o meio de saída e as funções dos parceiros que deverão receber a
mensagem.

________________________________________________________________
150 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Condições

As funções do parceiro estão definidas.


As seguintes funções do parceiro estão predefinidas para os certificados de qualidade:
o WE recebedor da mercadoria
o AG emissor da ordem
o Q1 recebedor do certificado de qualidade no recebedor de mercadoria
o Q2 recebedor do certificado de qualidade no emissor da ordem

Atividades

1. Verificar as funções do parceiro contidas no sistema. Talvez as mesmas ainda deverão ser ajustadas.
2. Atribuir as funções do parceiro adequadas aos tipos de condições (mensagens individuais).

Outras observações

As funções do parceiro também serão necessárias para outras aplicações, como por exemplo, para as notas
QM. O usuário poderá encontrar notas detalhadas relativas à atualização de funções do parceiro no guia de
implementação do módulo de vendas e distribuição no capítulo determinação do parceiro, seção funções do
parceiro.

1.5.3 Processamento de mensagens

Neste capítulo são efetuadas as configurações para a criação de certificados, ou seja o usuário planeja a
impressão dos certificados e o envio das mensagens.

1.5.3.1 Definir parâmetros de impressão

Nesta etapa serão definidos os parâmetros de saída.


Sob a rúbrica "expedição" são exibidos os tipos de condições definidos para a determinação de mensagens,
que o sistema poderá localizar automaticamente. Por tipo de condições, dependendo qual local de saída está
definido como parâmetro de impressão no tipo de condição, o usuário indica um ou vários locais e determina
um dispositivo de saída assim como alguns parâmetros para a saída de impressão por tipo de condição e
local. As informações sobre os parâmetros de saída poderão ser obtidas na documentação de campo.

Condições

Os locais (por exemplo: locais de expedição, escritórios de vendas, ...) estão definidos.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 151
R/3 System
________________________________________________________________

Opções standard

No sistema standard estão contidas entradas para os tipos de condições LQCA, LQCB.

Atividades

1. Determinar quais locais de saída serão utilizados por tipo de condição.


2. Atualizar os parâmetros de saída por tipo de condição e local.

Outras observações

Os locais de saída para certificados - geralmente os locais de expedição - são componentes da estrutura
empresarial. Mais detalhes a respeito dos locais de expedição podem ser encontradas no guia de
implementação da estrutura empresarial, no capítulo logística, vendas e distribuição definir e atribuir locais
de expedição.
o Esta etapa é uma parte da configuração dos parâmetros de impressão no módulo de vendas e
distribuição.

1.5.3.2 Iniciação de envio

Nesta seção serão determinadas as ações de disparo para o envio de certificados.


Será possível definir jobs em batch para o envio em função do momento ou período do envio, que selecionam
ou efetuam a saída de mensagens sob determinados critérios indicados. Para o envio de mensagens existem
quatro momentos de processamento
1. Enviar mediante o próximo processo de seleção
2. Envio com uma referência de tempo
Para os momentos 1 e 2 recomenda-se definir jobs em batch.
3. Solicitação explícita através da função criação de certificado
4. Imediatamente após a gravação do fornecimento
Os jobs em batch utilizam variantes a serem criadas para um programa de seleção.
A técnica utilizada será descrita no guia de implementação do módulo de vendas e distribuição, no capítulo
Funções Básicas, mensagens, Ação de disparo de envio.

1.5.3.2.1 Fixar variantes para report de seleção

Definir, nesta etapa, as variantes para o report de seleção.

Opções standard

O report básico RSNAST00 e os tipos de mensagem LQCA e LQCB existem. Os certificados para item de

________________________________________________________________
152 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

remessa pertencem à aplicação V2.

Atividades

Atualizar as variantes necessárias do report de seleção, dependendo dos tipos de mensagens e meios de
transmissão em questão.

Outras observações

Será utilizada aqui a técnica de controle de mensagem que também será utilizada para a definição da
Ativação da expedição no módulo de vendas e distribuição

1.5.3.2.2 Definir solicitação batch

Definir, nesta seção, as solicitações batch para o envio de mensagens.

Opções standard

O progama de seleção RSNAST00 encontra-se à disposição no sistema standard.

Atividades

Determinar com qual período as mensagens deverão ser selecionadas. Estabelecer os jobs correspondentes.

Outras observações

Cada usuário poderá utilizar um job e uma variante de seleção individuais. Dependendo da configuração, o
job será executado imediatamente após a gravação ou em um determinado momento.
A definição do job está descrita mais detalhadamente no guia de implementação do módulo de vendas e
distribuição no capítulo Funções Básicas, Mensagens Ativação da expedição

1.5.3.3 Atribuir programa de saída a tipo de mensagem e a meio

Nesta etapa, o usu+ario atribui os programas de processamento aos tipos de mensagens (tipos de condição) e
aos meios utilizados.

Opções standard

O programa de processamento de mensagens RQCAAP00 existe para ambos os tipos de condição LQCA e
LQCB no sistema standard.
Existem dois subprogramas que poderão ser utilizados: ENTRY e ENTRY_01.
O subprograma ENTRY_01 obtém um melhor desempenho nos modelos de certificado com muitas
características gerais.
Isto será adquirido, no entanto, através de determinadas restrições. ENTRY_01 processa características gerais

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 153
R/3 System
________________________________________________________________

apenas nos seguintes casos:


- Se eles estiverem marcados como obrigatórios.
- Se eles existirem na classe de lotes do material.
- Se eles se referirem a um material da lista de materiais no modelo de certificado.

Atividades

1. Determinar com quais meios de saída (impressora, fax) será efetuada a saída dos certificados.
2. Caso o programa de processamento RQCAAP00 não preencha todas as exigências, criar um programa
de processamento próprio e atribuí-lo aos tipos de mensagens na tabela.

Outras observações

Nesta etapa o usuário determina os programas de processamento para a saída de certificados para o
fornecimento. Para isso existe o programa de processamento no sistema standard
o RQCAAP00 Saída de certificado para o fornecimento
Além disso, existem ainda no standard os programas de processamento
o RQCAAP01 Saída de certificado para lote de controle
o RQCAAP02 Saída de certificado para o lote
Ambos os programas estão ligados com as transações QC21 e QC22 e não podem ser definidos no
customizing.
Além disso, no sistema standard ainda existe o programa de processamento RSNASTED para os tipos de
condições LQCA e LQCB. Este programa é utilizado para o processamento de certificados com ajuda de
IDocs (meio EDI).

1.5.3.4 Determinar tipos de mensagens com certificado

Nesta etapa o usuário determina com quais tipos de mensagem e meios de transmissão podem ser saídos
certificados de qualidade.
O usuário terá de atualizar estas configurações somente se desejar disponibilizar certificados para itens de
remessa na internet.

Exemplo

Para permitir que os parceiros de negócios possam chamar certificados para o tipo de mensagem LQCA do
arquivo através da internet, o usuário deve entrar o tipo de mensagem LQCA e o tipo de expedição 1 (saída
da impressão) na tabela e definir o código "arquivo".

Condições

A determinação de mensagen deve estar atualizada. Os tipos de mensagens devem ter sido definidos e as
seguintes atribuições devem ter sido atualizadas:

________________________________________________________________
154 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o Tipo de mensagem para um esquema de mensagens válido


o Tipo de mensagem e meio de transmissão para a função do parceiro
o Tipo de mensagem e meios de transmissão para o programa de saída

Opções standard

O sistema standard contém algumas entradas adequadas para os tipos de mensagem LQCA e LQCB.

Recomendação

Observar a ajuda de campo F1 na tabela.

Atividades

Determinar as mensagens e os meios de transmissão necessitados na empresa do usuário. Se o usuário desejar


transmitir certificados para remessas via internet, deverá atualizar as respectivas entradas na tabela.

Outras observações

O arquivamento é somente suportado para os meios de transmissão saída da impressão e telefax. Para outros
meios de transmissão o código Exibição de arquivo da internet não tem conseqüências.

1.5.3.5 Atribuir textos de remetente ao programa de processamento

Nesta etapa, o usuário poderá determinar certos textos de remetente para certificados.
Estes textos de remetente serão necessários apenas para certificados de
o Lote de controle
o Lote
Os textos de remetente serão retirados da organização de vendas nos certificados para o item de remessa.
Os textos de remetente incluem
o Texto de cabeçalho
o Texto de rodapé
o Texto de assinatura
o Remetente
Estes textos de remetente estão atribuídos à empresa

Condições

Os testos correspondentes existem no SAPscript, no mandante atual

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 155
R/3 System
________________________________________________________________

Opções standard

No sistema standard, existe as seguintes atribuições de programa para a empresa 0001


- RQCAAP01
- RQCAAP02
- SAPLQC07 para o cenário Internet

Atividades

Determinar se certos modelos deverão ser definidos para os textos de remetente descritos, a nível da empresa.
Atualizar a tabela, se necessário

1.5.3.6 Definir relação arquivo

Nesta etapa, o usuário poderá definir as ligações para arquivar os certificados de qualidade no arquivo ótico.
Uma instrução mais detalhada poderá ser encontrada no guia de implementação para Basis / Geral /
ArchiveLink / Opções globais / Ligações.

Condições

Existe um arquivo ótico.


Só poderão ser arquivados os certificados para os seguintes Business Objects
o Item de remessa
o Lote de controle
o Certificado no suprimento
Os certificados para o lote não podem ser arquivados.
A conexão com arquivo existe apenas para o meio de saída Impressão, e não para Fax.

Opções standard

No sistema standard estão contidas as entradas:


Business Object | tipo de documento
--------------------------------------|---------------------------------
BUS2045 Certificado p/lote de controle| QMOCERT
LIPS Certificado p/ item de remessa| QMOCERT
BUS2117 Certificado no suprimento | QMICERT para Fax
BUS2117 Certificado no suprimento | QMICERTPDF para file PDF
-----------------------------------------------------------
-------------

________________________________________________________________
156 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Recomendação

Utilizar a configuração standard.

Atividades

Determinar se os certificados deverão ser arquivados, e atualizar, se necessário, as atribuições.

1.5.3.7 Definir processamento IDoc

Nesta etapa, o usuário cria as condições para o processamento de IDoc de certificados de qualidade. Isso
aplica-se tanto aos certificados de saída como aos de entrada.
O controle referente à organização da entrada de certificados é tratado no manual Planejamento de controle /
QM nos Processos de Logística / QM no Suprimento / Processamento do certificado.

Condições

Antes que a expedição de certificados possa ser utilizada com a ajuda de IDocs, é necessária a garantia de que
o sistema realmente crie certificados para o fornecimento. O usuário encontra instruções referentes ao teste de
criação de certificado e à busca de erros no módulo de texto no manual Certificado de qualidade.

Opções standard

1. O arquivamento com o SAP ArchiveLink está configurado. Isto inclui as seguintes opções no
customizing:
a) A categoria de documento PDF está definida (válida para todos os mandantes).
b) O tipo de documento QMICERTPDF está definido.
c) A ligação do tipo de documento QMICERTPDF com o Business Object BUS2117 foi entrada.
2. Na aplicação IDoc estão atualizados os seguintes dados:
a) Na transação IDoc WE41 foi entrado o código de processo para a saída QCERT_OUT.
b) Na transação IDoc WE42 foi efetuada a entrada completa do código de processo para a entrada
QCERT_IN.
c) Na transação IDoc WE81 foi entrada a categoria de mensagem lógica QCERT (válida para todos
os mandantes).
d) Na transação IDoc WE82, a categoria de mensagem QCERT está ligada à categoria de IDoc
QALITY01 ou QALITY02 (válida para todos os mandantes).
e) Na transação IDoc WE57, o módulo de função IDOC_INPUT_QALITY01 ou
IDOC_INPUT_QALITY02 está atribuído à ligação mencionada na etapa anterior (válido para
todos os mandantes).
3. No customizing dos certificados de qualidade existem as seguintes entradas:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 157
R/3 System
________________________________________________________________

a) meio de transmissão 6 para os tipos de mensagem e funções do parceiro em questão, na etapa


"determinação de mensagens" / Parceiro por mensagem.
b) programa de saída RSNASTED com a forma EDI_PROCESSING para o meio de transmissão EDI
na etapa "processamento de mensagens" / Programa de saída.

Recomendação

Transferir as opções standard.


Nota: Utilizando a transação QCCZ, é possível transferir as opções standard para certificados de qualidade ao
mandante atual. Para isto, consultar a etapa de trabalho Instalar mandante.

Atividades

1. Verificar se as opções standard acima mencionadas estão completas. Eliminar eventuais lacunas.
2. A seguir, processar as etapas de trabalho subordinadas
a) Definir portas
b) Determinar parceiros

1.5.3.7.1 Definir portas

Nesta etapa, o usuário define as portas para a transferência de dados com ajuda de IDocs.
Os dados referentes ao acoplamento técnico com o sistema externo são gravados na descrição de portas. Os
IDocs poderão ser transferidos para um subsistema EDI mediante o tipo de porta FILE. O tipo de porta
INTERNET possibilita o envio de IDOcs como anexo para um mail na internet.

Condições

Deve existir pelo menos uma porta para cada sistema externo. Também será necessário que opções sejam
definidas fora da interface-IDoc, a fim de que a porta possa ser utilizada:
o Um subsistema EDI deve ser instalado para o tipo de porta FILE.
o A porta de conversão (SAP Gateway ou MS Exchange Server) deve ser instalado para o tipo de porta
INTERNET.

Atividades

Definir uma porta para a saída ou entrada de certificado.


o Indicar os endereços através dos quais será efetuada a saída ou entrada dos certificados.
o Indicar um módulo de função que identifique os IDocs de saída de modo unívoco.

________________________________________________________________
158 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.5.3.7.2 Definir parceiros

Nesta etapa, o usuário determina os parceiros envolvidos na transferência de dados com ajuda de IDocs.

Condições

o As portas estão definidas para o envio do certificado.


o Existem dados mestre para os parceiros de negócios, ou seja, para os credores (fornecedores) ou
devedores (clientes).

Atividades

Atualizar os seguintes dados do parceiro para a saída de certificado :


o Função do parceiro: KU
o Parâmetros de saída:
- Tipo de parceiro: WE, AG, Q1 ou Q2
- Categoria de mensagem: QCERT
- Tipo de base: QALITY01 (para transferência em forma de texto)
- Tipo de base: QALITY02 (para transferência de valores da característica)
- Aplicação: V2
- Tipo de mensagens: LQCA, LQCB, ...
- Código de processo: QCERT_OUT
Atualizar os seguintes dados do parceiro para a entrada de certificado:
o Função do parceiro: LI
o Parâmetros de entrada:
- Tipo de parceiro: LF
- Categoria de mensagem: QCERT
- Código de processo: QCERT_IN

1.5.3.7.3 Ativar modelo workflow

Nesta etapa o usuário ativa os modelos de workflow que devem ser utilizados no âmbito da transferência de
certificados.

Outras observações

O usuário encontrará uma descrição mais detalhada no livro Ambiente / Funções centrais / Ativar workflow.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 159
R/3 System
________________________________________________________________

1.6 Nota QM
Nesta documentação encontram-se instruções para a utilização da nota QM e da entrada de defeitos.
A nota de qualidade (nota QM) apóia o usuário em uma série de tarefas ligadas ao processamento de
problemas e à execução de medidas de correção, das quais as principais são:
o documentar fatos
o diagnosticar defeitos
o determinar e efetuar medidas
o entrar custos
o administrar status de notas e de medidas
o comunicar com os postos envolvidos
o analisar dados de notas QM
Notas QM podem ser empregadas independentemente de outras funções do módulo R/3-QM. Notas QM
podem ser abertas a partir de outras funções do módulo R/3-QM, especialmente a partir da entrada de
defeitos para o lote de controle.
A entrada de defeitos é uma ampliação da nota QM com o objetivo de entrar de maneira simplificada os
defeitos verificados em controles de qualidade. Dados de defeitos entrados podem ser processados
posteriormente em forma de notas QM.
A entrada de defeitos serve para a documentação de características de defeitos tais como
o tipo de defeito
o localização do defeito
o causa do defeito
o ação
o avaliação de defeitos

Nota

Além da categoria de nota "nota de controle de qualidade", ou simplesmente "nota QM" ou "nota", há ainda
as seguintes categorias de nota especiais:
o Nota geral
Serve para a documentação e processamento de eventos em qualquer cenário
o Nota de serviço
Serve para o processamento de prestações de serviços que ocorrem no âmbito do serviço ao cliente.
o Nota PM
Serve para iniciar e documentar medidas de manutenção.
o Claim
Serve para identificar parceiros responsáveis por desvios ou para refutar reclamações de terceiros que

________________________________________________________________
160 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

responsabilizem a empresa por desvios.


As opções de sistema destas categorias de nota podem ser efetuadas, em parte, em tabelas conjuntas, ou seja,
em algumas tabelas também encontram-se entradas para outras categorias de notas.

Recomendação

Aceitar as opções standard como base.


Executar, em primeiro lugar, as etapas contidas no capítulo abertura de nota. Durante a primeira fase, obter
uma visão geral da configuração. Na segunda fase, é possível decidir sobre o procedimento, bem como
efetuar opções.
Executar então, as etapas contidas no capítulo processamento da nota.
O capítulo entrada de defeitos deverá ser processado somente se o usuário deseja realizar uma entrada rápida
de registros de dados de defeitos durante o controle de qualidade.
Grande parte das opções dependem do tipo de nota. Por esta razão, recomenda-se estabelecer definitivamente
a definição dos tipos de nota durante o encerramento e ajustar novamente as demais opções dependentes do
tipo de nota.

Outras observações

É possível acessar diretamente este guia de implementação utilizando-se a transação QCC2.

1.6.1 Síntese de tipo de nota

Nesta etapa o usuário pode obter uma síntese


o dos tipos de nota existentes no sistema
Todos os tipos de nota para todas as categorias de nota e todas as origens de nota são alistados.
o da configuração de um determinado tipo de nota
O usuário pode exibir todas as atribuições essenciais de parâmetros de nota para um tipo de nota.

Condições

Para poder utilizar a função de síntese oferecida aqui, os tipos de nota e os parâmetros atribuídos à categoria
de nota devem ter sido atualizados pelo usuário.

Recomendação

O usuário deverá considerar esta função como ferramenta para o especialista que deseja obter uma síntese do
customizing para o tipo de nota.

Atividades

Ao implementar as notas, primeiro estudar as seções Criação da nota e Processamento da nota. Em seguida o
usuário poderá utilizar esta função de forma adequada.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 161
R/3 System
________________________________________________________________

1.6.2 Criação da nota

Neste capítulo o usuário define os tipos de nota. Para cada tipo de nota, determinar o layout da tela e os dados
básicos necessários na nota.
Os dados básicos incluem
o os catálogos utilizados no perfil de catálogos para a definição de situações, características de defeitos e
medidas.
O capítulo Administração QM -> Planejamento QM -> Dados básicos -> Catálogos contém instruções
gerais sobre a introdução de catálogos. Por isto, neste ponto serão tratados somente os suplementos
necessários para as notas QM.
o os parceiros participantes.
As notas permitem a utilização de diferentes tipos de parceiros, por exemplo, fornecedores, clientes,
serviços administrativos, usuários do sistema. Isso implica o acesso a dados mestre de outras aplicações.
As seguintes categorias de registros mestre estão atualmente disponíveis para tipos de parceiros no
sistema R/3:
- Registro mestre de usuários do sistema
No sistema R/3 a atualização é efetuada de forma centralizada pela administração de sistema
- Unidade organizacional
Definição no módulo base -> Administração de workflow -> Unidades organizacionais
- Registro mestre HR
Atualização no módulo HR (Planejamento de recursos humanos)
- Registro mestre de fornecedores
Atualização no módulo 'Administração de material/Compras' e na contabilidade de fornecedores
- Registro mestre de clientes
Atualização no módulo SD e na contabilidade de clientes
- Pessoa de contato da parte do cliente
Segmento adicional no registro mestre de clientes que também pode ser atualizado a partir da nota

Estes registros mestre dos parceiros devem ser criados quando os projetos para os respectivos módulos
são implementados. Contactar os departamentos responsáveis após a determinação dos parceiros
necessários para as notas.
A nota pode referir-se a um ou mais objetos que ocorrem na logística como dados mestre ou dados de
movimento. Condição prévia é que os respectivos componentes do sistema R/3 estejam ativos.
o Dados mestre:
- fornecedor/fabricante, cliente
- material / centro
- lote
- (equipamento só na categoria 'nota de serviço')

________________________________________________________________
162 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- (projeto em elemento PEP apenas na categoria 'Claim')


o dados de movimento
- lote de controle
- documento de compra / documento de material
- ordem de produção
- ordem de cliente / fornecimento
Itens de notas podem remeter a itens de listas técnicas ('conjuntos').
(Observação: é possível gravar um valor standard para a utilização da lista técnica na configuração a nível de
mandante.)
Dependendo da origem da nota, são necessários diferentes dados básicos e objetos de referência e,
conseqüentemente, diferentes telas. Para isto, está a serviço a definição de diferentes tipos de notas.
Tipos de notas QM podem ser criadas para as seguintes origens:
o Reclamação de cliente
o Notificação de defeito a fornecedores
o Nota de problema interna
Além disso, especialmente para o Online Software Support há a origem:
o Mensagem R/3 ao SAP Support Line

1.6.2.1 Tipo de nota

Nesta seção são definidos tipos de nota e as funções básicas ligadas com o tipo de nota.

1.6.2.1.1 Definir tipos de notas

Nesta etapa são definidos os tipos de notas de qualidade.


Cada tipo de nota refere-se a uma categoria de nota e a uma origem. A categoria de uma nota é predefinida
com base na sua origem.
Tipos de notas de qualidade podem ser criadas para as seguintes origens:
o Reclamação de clientes
o Notificação de defeito ao fornecedor
o Mensagem interna de problemas
o Mensagem R/3 para SAP Support Line
A origem inclui um controle de tela adequado nas transações da nota.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 163
R/3 System
________________________________________________________________

O tipo de nota implica controles muito amplos que, em função de seu escopo, serão processados em etapas
próprias do guia de implementação.

Opções standard

Através do tipo de nota, o usuário determina a utilização da nota. No sistema standard distingue-se, com base
na origem:
o Tipos gerais de notas de qualidade Q*
- Reclamações de clientes Q1
- Reclamações aos fornecedores Q2
- Mensagens internas de problemas Q3
o Tipos de notas de qualidade para a entrada de defeitos para lotes de controle F*
- Notas de defeitos do controle de saída de mercadorias F1
- Notas de defeitos do controle da entrada de mercadorias F2
- Notas de defeitos do controle durante a produção F3
O tipo de nota $$ está reservado para o serviço on-line SAP (OSS).

Recomendação

Utilizar os tipos de nota predefinidos, caso deseje definir tipos de notas próprios.
Antes de mais nada, determinar os critérios, de acordo com os quais os tipos de notas devem ser distinguidos.
Pontos de referência poderiam ser:
o Origem
Esta distinção permite controles de tela adequados e por isto é necessária.
o Unidades organizacionais, departamentos ou etapas de processos nos quais a nota tem a sua origem ou
aos quais a nota se refere.
Para a entrada de defeitos, o usuário pode utilizar este critério na definição de tipos de relatórios, com o
objetivo de evitar uma multiplicidade excessiva de tipos de nota.
o Parâmetros de controle atribuídos ao tipo de nota.
Esta distinção adicional permite diferentes procedimentos no processamento de notas e pode ser útil.
o Métodos de agrupamento para análises
O sistema de informação de administração de qualidade compacta os índices para notas QM com base
nos tipos de notas. Considerar este aspecto desde o início!

Atividades

1. Determinar os tipos de notas que devem ser utilizados na empresa e definir os respectivos parâmetros:
- Origem
- Perfil do catálogo
(O perfil do catálago poderá ser determinado, também posteriormente, na visão "Catálogos e perfil
do catálogo referentes ao tipo de nota".)

________________________________________________________________
164 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Além disso, o usuário determina:


- Se, na criação de uma nota QM, o Nº da nota deve ser exibido imediatamente.
- O grupo de atualização para a compactação de dados no sistema de informação de administração
de qualidade que será utilizado.

Outras observações

Nas opções para o controle de qualidade é possível fazer referência a um tipo de nota no tipo de controle. O
sistema utiliza este tipo de nota para a entrada de defeitos para o lote de controle.

1.6.2.1.2 Fixar intervalos de numeração

Nesta etapa são determinados intervalos de numeração para as notas. Cada tipo de nota deverá ser atribuído a
um intervalo de numeração. Assim será possível atribuir vários tipos de nota a um intervalo de numeração, ou
seja, a um grupo.

Atividades

1. Determinar quais tipos de nota ou grupos de tipos de nota devem ser diferenciados com base nos
intervalos de numeração. O usuário poderá indicar um título para os grupos se for necessário.
2. Reservar os intervalos de numeração e atribuir os respectivos tipos de nota a estes intervalos de
numeração (grupos).

Outras observações para a atualização dos intervalos de numeração

A fim de inserir um novo grupo (intervalo de numeração) e atribuir um tipo de nota, proceder da seguinte
forma:
1. Ir para o diálogo de atualização. É exibida a tela "Intervalo de numeração Nota".
2. Selecionar -> Grupo / Atualizar (F6). É exibida a tela "Atualizar grupos de intervalos de numeração".
3. Indicar o seguinte:
a) Denominação do grupo
b) Intervalo de números e identificação da atribuição de números externa/ interna
c) A posição atual do número (limite inferior do intervalo de números) em caso de atribuição de
números interna.
4. Abandonar a tela "Inserir grupo" e voltar para a tela "Atualizar grupos de intervalos de numeração". O
grupo recém inserido é exibido agora na síntese.
No final da lista, ou seja, na parte inferior, constam todos os tipos de nota que ainda não foram atribuídos a
um grupo.
5. Marcar um grupo, por exemplo, o grupo recém inserido.
6. Marcar um dos tipos de nota ainda não atribuídos e selecionar ->Processar /Atribuir elemeto a um grupo
(F5).

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 165
R/3 System
________________________________________________________________

Agora o tipo de nota está atribuído a um grupo.

Outras observações para o transporte dos intervalos de numeração

Os objetos do intervalo de numeração podem ser transportados da seguinte forma:


Selecionar na 1ª tela "Intervalo / Transportar".
No sistema destino serão eliminados em primeiro lugar todos os intervalos do intervalo de numeração
selecionado, de tal modo que após a importação constarão apenas os intervalos exportados. As posições de
números serão importadas com os valores existentes no momente da exportação.
Os textos de grupo também fazem parte do transporte.
Não é necessário que os grupos sejam transportados, já que cada tipo de nota conhece seu grupo, ou seja, o
intervalo de numeração do mesmo; isto ocorre durante a atribuição do tipo de nota ao grupo. Desta forma o
agrupamento estará novamente disponível após o transporte dos tipos de nota sem que uma outra função seja
efetuada.
Caso o usuário instale o customizing de notas no mandante-teste seguindo o procedimento descrito na etapa
de trabalho Instalar mandante, deverá transferir do mandante 000 tanto os intervalos de numeração (via
transação QCCN) quanto as opções básicas (p.ex., via transação QCCM para notas QM), a fim de que o
agrupamento seja criado. Para isto, consultar a nota OSS 52390!

1.6.2.1.3 Determinar máscaras de telas

Nesta etapa, se estrutura as máscaras da tela para as notas QM utilizadas.

Condições

Os tipos de nota estão definidos.

Recomendação

Transferir as configurações standard.

Atividades

A Áreas de tela
Será possível atribuir os grupos de informação contidos na nota QM a determinados registros e áreas de tela
e, assim, estruturar as máscaras da tela de forma flexível. Em visões independentes, efetua-se as seguintes
tarefas:
1. Determinar áreas de tela para o cabeçalho da nota
Neste ponto, adicionalmente a uma área de tela relacionada à origem, é possível atribuir até 5 áreas de
tela próprias.
2. Especificar máscaras de tela para a visão simples.
É possível efetuar a seleção de até 5 áreas de tela para as transações de nota simples. Atribuir as áreas de
tela necessárias.
3. Especificar máscaras de tela para a visão ampliada.

________________________________________________________________
166 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Para as transações de nota complexas, é possível determinar registros e atribuir a cada um deles áreas de
tela.
Primeiro, transferir as configurações do mandante 000. Certificar-se de que a configuração standard das
máscaras de tela seja adequada ao teor informativo e funções das notas de qualidade requeridas na
empresa. Otimizar a configuração dos registros e áreas de tela. Proceder da seguinte forma:
a) Obter uma síntese dos registros (tabstrips) e áreas de tela disponíveis e dos campos nelas contidos.
Para isto, é necessária, por origem de nota, uma nota modelo onde é possível efetuar a visualização
das áreas de tela.
b) Atribuir as áreas de telas necessárias aos registros disponíveis e dar títulos adequados aos registros.
Nota: os registros 10\TAB* encontram-se a nível de cabeçalho, os registros 20\TAB* a nível de
item na nota QM.
Conselho: verificar imediatamente o efeito das configurações no modo paralelo com base em uma
nota modelo.
4. Não ocultar os campos necessários.
Pode-se encontrar uma explicação para a técnica aqui utilizada no manual Ambiente / Ferramentas /
Configuração do sistema / Seleção de campos.

Nota: caso nenhuma área da tela tenha sido definida antes da criação de uma nota para o respectivo tipo
de nota, o sistema busca um tipo de nota com a mesma origem de nota no mandante standard 000 e
utiliza as configurações das áreas da tela do mesmo.
Também é possível transferir manualmente a configuração standard do respectivo tipo de nota para o
mandante atual (transação OIMN).

Nota: a área da tela com a nota sobre notas de referência semelhantes somente será visualizada, caso isto
esteja determinado nas configurações para o sistema de informações QM.

Nota (somente para especialistas): as áreas de tela disponíveis serão determinadas por categoria de
mensagem em uma tabela de subtela e poderão ser acessadas através da visão V_TQSUB. Atenção! A
tabela tem efeito em todos os mandantes e possui a classe de entrega E. As entradas predefinidas pela
SAP não podem ser modificadas e nem eliminadas, porque são acessadas pelos programas standard. Por
este motivo, esta visão também não será oferecida para atualização no guia de implementação.

B Primeiras telas
O sistema poderá ser configurado de tal forma que na 1ª tela das notas QM sejam oferecidas telas de entrada
adicionais, atribuindo os respectivos módulos de função e 1ªs telas aos tipos de nota. No sistema contém
exemplos para isso. Encontra-se uma lista destas 1ª telas, chamando-se a referência de texto gravada para a
palavra 1ª tela, ou mediante a ajuda F1 (mas não ajuda F4) na tabela.
1. Verificar em quais origens de nota e tipos de nota isto será necessário. Utilizar os exemplos oferecidos
ou providenciar uma programação própria. Nota: A estrutura RQM01 (SE12) contém todos os campos
que poderão ser transferidos às notas desta maneira.
2. Não ocultar todos os campos necessários. Uma explicação para isso pode ser encontrada no manual
Ambiente / Ferramentas / Configuração do sistema / Seleção de campos.
C Textos descritivos
Será possível controlar a formatação dos textos descritivos na tela da nota. O sistema poderá
- inserir linhas de protocolo automaticamente

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 167
R/3 System
________________________________________________________________

- proteger textos contra modificações


Pode-se obter mais detalhes a respeito na documentação online relativa à respectiva visão.
Verificar se tais funções serão necessárias para determinados tipos de nota.

1.6.2.1.4 Predefinir valores iniciais para transações

Nesta etapa de trabalho, o usuário pode determinar para a transação da nota,


o se um determinado tipo de nota deverá ser definido automaticamente
o qual tela do processamento da nota será controlada automaticamente
o se a 1ª tela será processada de forma visível.

Recomendação

Copiar a configuração standard. Se o usuário utilizar tipos de nota próprias em vez da configuração standard,
deve copiar a configuração standard de modo adequado.

Atividades

Determinar se, para as transações definidas deve-se divergir da recomendação.

1.6.2.1.5 Modificação permitida do tipo de nota

Nesta etapa, define-se as modificações do tipo de nota que são permitidas.


Aqui só serão consideradas as modificações do tipo de nota que são efetuadas ao criar ou modificar notas
com auxílio das chamadas transações simples (IQS21, IQS22).
o Ao criar notas, é possível modificar o tipo de nota sob as seguintes condições:
- A modificação foi explicitamente permitida nesta tabela.
- A nota ainda possui o status 'aberto'.
o Ao modificar notas, é possível modificar o tipo de nota sob as seguintes condições:
- A modificação foi explicitamente permitida nesta tabela.
- A nota ainda possui o status 'aberto'.
- O tipo de nota original contém a origem 'nota geral'.
Só se deve permitir modificações de tipos de nota que não levem a inconsistências.

Exemplo

Primeiramente, foi criada uma nota do tipo 'nota geral' que se deseja transformar em uma nota do tipo 'nota
QM', para também poder gravar dados de defeito nos itens de nota.

________________________________________________________________
168 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Opções standard

A versão de entrega contém várias modificações de tipo de nota que não são consideradas críticas pela SAP.

Recomendação

Utilizar o exit de cliente QQMA0029 para verificar se na modificação do tipo de nota, em função dos valores
de campo, ocorrem inconsistências. No caso de inconsistências, utilizar o exit para evitar a modificação. O
sistema standard contém para cada tipo de nota exemplos de módulos de função para este exit de cliente. No
coding dos respectivos exemplos, são encontrados os erros considerados críticos pela SAP.

Atividades

Verificar quais as modificações de tipos de nota que são necessárias no empreendimento e que não levam a
inconsistências.
Entrar os respectivos pares de tipos de nota na tabela.

Outras observações

É possível modificar o tipo de nota, se for criada uma nova nota e utilizada uma nota existente como modelo.
Estas modificações não são atingidas por esta configuração.

1.6.2.2 Conteúdo da nota

Neste sub-capítulo é definido, com o auxílio de catálogos e perfis de catálogos, o conjunto de valores para as
informações qualitativas contidas na nota. Em seguida, é efetuada a atribuição de catálogos e perfis de
catálogos ao tipo de nota.

1.6.2.2.1 Atualizar catálogo

Nesta etapa, são definidos os conteúdos das notas, considerando a seguinte definição de perfis de catálogo.
Isso significa que
o O usuário determina quais elementos de estrutura da nota serão utilizados e quais informações deverão
estar contidas nestes.
o O usuário organiza e atualiza os catálogos que serão utilizados nas notas e na entrada de defeitos.

Exemplo

Com base na extensão do perfil de catálogo serão necessários, por exemplo, os seguintes catálogos para:
o Descrição do problema (codificação) no nível do cabeçalho da nota
o Características de defeitos no nível dos itens da nota
- Tipo de defeito

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 169
R/3 System
________________________________________________________________

- Local do defeito
- Causa do defeito
o Medidas, ações
As medidas e ações poderão ser determinadas em dois níveis da nota:
- Cabeçalho da nota (medidas imediatas, ações imediatas)
- Item da nota (medidas de correção, ações de correção)
Observação: em notas, o usuário poderá utilizar somente grupos de codes, e nenhum conjunto de
seleção a nível do centro. Como alternativa, é possível restringir a visão dos catálogos com ajuda do
perfil de catálogo.

Atividades

1. Esclarecer, em primeiro lugar, em quais elementos das notas deverão ser administradas informações,
que poderão ser representadas com ajuda de catálogos de conceitos.
A resposta a esta pergunta depende, geralmente
- Da extensão solicitada da documentação de controle de qualidade,
- Das análises necessárias para o acompanhamento de qualidade.
A resposta também poderá depender da finalidade e da origem da nota. As informações poderão ser
diferentes para
- Notificações de defeito perante fornecedores
- Notificações internas de problemas
- Reclamações do cliente
Por esta razão, o usuário poderá definir, posteriormente, tipos de notas diferentes com perfis de catálogo
próprios, conforme estes critérios.
2. Após este esclarecimento preliminar, o usuário deverá organizar os catálogos necessários.
a) Definir os catálogos em um diretório de tipos de catálogos.
Com ajuda dos catálogos predefinidos, formular, posteriormente, os perfis de catálogo para cada
tipo de nota.
b) Atualizar os conteúdos dos catálogos.

O usuário encontra instruções detalhadas relativas à organização dos catálogos no capítulo Planejamento
QM -> Dados básicos -> Catálogo.

Outras observações

Nos itens da nota, o sistema aceita as palavras-chave atualizadas para os devidos tipos de catálogo como
denominação de campo para os campos 'tipo de defeito' e 'local do defeito'.
As denominações de campo estão predefinidas de forma fixa nos registros de dados de defeitos.
O catálogo contém uma conexão manual para transporte. Se o usuário chamar a conexão de transporte, pode
selecionar grupos de codes ou codes isoladamente e recuperá-los em uma solicitação de transporte. Neste
procedimento, não serão transportados textos descritivos.
SAP aconselha processar catálogos como dados mestre e só iniciar a sua atualização no sistema produtivo.

________________________________________________________________
170 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.6.2.2.2 Definir perfil do catálogo

Nesta etapa são definidos perfis de catálogo para notas.


Uma primeira visão para o perfil de catálogo é válida para todas notas. Nesta, o usuário determina
o quais perfis e quais grupos de codes de cada catálogo deverão ser utilizados para as notas.
Mediante a especificação de uma chave genérica para os grupos de codes, é possível efetuar uma seleção
dos grupos de codes contidos no catálogo.
Utilizar para isso os caracteres especiais '+' e '*'. Se for indicado, por exemplo, '+A*' no campo para o
grupo de codes, na seleção estarão contidos somente grupos de codes cujas chaves contêm a letra 'A' na
segunda posição.
o qual classe do tipo 015 deverá ser proposta para a classificação dos itens da nota.
Com ajuda de classes também será possível definir características de problema de modo geral e flexível,
caso as características de problema (tipo do defeito, localização do defeito, motivo do defeito) contidas
na estrutura de dados não possam ser suficientemente descritas com o auxílio dos catálogos.
Se a classe 'problemas na produção' e a característica de classe 'causa' forem atualizadas, será possível
entrar a causa dos problemas de produção como valor da característica.
o que tipo de mensagem do sistema deve ser efetuada, caso o perfil de catálogo não seja respeitado.
Uma outra visão especial para a entrada de defeitos. Nesta, o usuário determina
o com qual unidade de medida e exatidão as avaliações de defeitos devem ser entradas.
Durante a entrada de defeitos, o usuário poderá efetuar uma avaliação de defeitos quantitativa e
complementar, se apropriado, a quantidade com mais uma unidade de medida. Deste modo será possível
utilizar a probabilidade de avaria ou o trabalho de eliminação de erros como critério para uma
ponderação dos defeitos.

Condições

o Os catálogos previstos para as notas foram determinados.

Recomendação

o Determinar a resposta do sistema mediante um aviso (tipo W), caso o perfil de catálogo não seja
respeitado.

Atividades

1. Definir os grupos de codes para cada catálogo contido no perfil de catálogo.


a) Entrar em acordo com todos os outros usuários dos catálogos a respeito da estruturação das chaves
mnemônicas de oito posições para os grupos de codes; prestar atenção particularmente no que diz
respeito à genérica das mesmas. É possível determinar, por exemplo, que grupos de codes próprios
sejam estruturados por tipo de nota e centro e que as primeiras posições na chave do grupo de
codes correspondam ao tipo de nota ou ao centro.
b) Efetuar a atualização dos grupos de codes. A atualização também poderá ser efetuada

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 171
R/3 System
________________________________________________________________

posteriormente.
2. Verificar se a classificação dos itens da nota será necessária. Se necessário, criar as classes no sistema
de classificação e atribuir as mesmas ao perfil de catálogo. A determinação e atualização das
características de classe devem ser efetuadas simultaneamente.
Para a classificação dos itens da nota está previsto o tipo de classe 015.
Se o usuário desejar, poderá entrar os valores das características de classe em um diagrama parcial
durante o processamento dos itens de nota classificados.
3. Caso o usuário deseje utilizar a entrada de defeitos, determinar
a) se é necessária uma avaliação de defeitos e
b) se uma unidade de medida deve ser indicada no perfil de catálogo. A unidade de medida já deve ter
sido definida. Ver também a etapa unidades de medida no capítulo "opções globais e ambiente".

Outras observações

o A cada tipo de nota será atribuído um determinado perfil de catálogo.


Também é possível gravar no mestre do material um perfil de catálogo; este terá prioridade em relação
ao perfil de catálogo do tipo de nota.

1.6.2.2.3 Catálogos e perfis de catálogos para tipo de nota

Atividades

1. Definir quais as informações que devem ser entradas para o item de nota e selecionar o catálogo mais
adequado.
2. Definir o perfil do catálogo para o tipo de nota, se isto não foi efetuado ao criar do tipo de nota.
3. Ativar a classificação dos itens de nota, se desejar utilizar características de classe para gravar
informações adicionais para o item de nota.

1.6.2.3 Parceiro

Neste sub-capítulo são definidos os parceiros que participam da nota.


Dependendo do tipo da nota, diferentes parceiros podem estar envolvidos, os quais podem exercer diferentes
funções.
Para definir a função de parceiro, efetuar os seguintes passos:
o definir esquemas de parceiros com as respectivas funções de parceiros,
determinar para cada função de parceiro o tipo de parceiro correspondente e
atribuir o esquema de parceiro ao tipo de nota.
Os tipos de parceiro possíveis estão predefinidos no sistema.
o Determinar para cada tipo de parceiro os campos exibidos nas listas de parceiros.

________________________________________________________________
172 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.6.2.3.1 Definir esquemas de parceiros

Nesta etapa são definidos os parceiros para o processamento de notas.


Geralmente vários parceiros participam do processamento de notas - parceiros internos e externos.
Dependendo do tipo de nota, os tipos de parceiros e suas funções podem ser diversos. A fim de definir a
função, proceder da seguinte forma:
o Determinados tipos de parceiro estão predefinidos no sistema; para as notas, são possíveis os seguintes
tipos de parceiro:
- cliente (nº do cliente)
- fornecedor (nº do fornecedor)
- pessoa (nº pessoal)
- usuário do sistema (usuário R/3)
- unidade organizacional
o É possível definir funções do parceiro para todas as aplicações de logística de modo centralizado; um
tipo de parceiro deverá ser atribuído a cada função do parceiro; por exemplo: o usuário poderá atribuir o
tipo de parceiro "cliente" (com registro mestre do cliente e nº do cliente) à função do parceiro "autor de
uma reclamação". Neste caso, também é possível denominar uma função superior para uma função do
parceiro; como por exemplo: atribuir a função superior "compras do cliente" à função do parceiro
"encarregado de compras do cliente".
o A seguir serão definidos esquemas do parceiro. Em cada esquema do parceiro é determinado quais
funções do parceiro são permitidas. É possível determinar se uma função na nota poderá ser modificada
ou não , e se a mesma é uma função obrigatória ou não.
o A cada tipo de nota pertence um grupo de parceiros, como por exemplo, autor, processador,
responsável. Por este motivo, o usuário atribui a cada tipo de nota um esquema do parceiro apropriado
que delimite este grupo. Além disso, são atribuídas a cada tipo de nota funções do parceiro exibidas na
tela do cabeçalho da nota. Todas as outras funções do parceiro poderão ser atualizadas na nota na tela de
síntese do parceiro.
É possível marcar um tipo de nota como "sujeita à aprovação". Neste caso, pode-se determinar uma
função de parceiro para o responsável pela aprovação.
o Caso não seja efetuada na nota a entrada de nenhum responvável, responsável pela aprovação ou
responsável pelas medidas, o sistema tenta localizar um parceiro a partir das funções standard do
workflow indicadas para estas funções de parceiro.

Opções standard

As funções do parceiro internas (por exemplo: autor, coordenador, responsável) existem tanto com o tipo de
parceiro 'usuário do sistema' como com o tipo de parceiro 'mestre do pessoal'. O tipo de parceiro 'usuário do
sistema' foi selecionado para todas as funções internas do parceiro. Caso o módulo HR esteja sendo utilizado
e deseje-se trabalhar com 'números pessoais', será necessário permutar somente as seguintes funções do
parceiro:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 173
R/3 System
________________________________________________________________

o Na visão 'funções do parceiro para o tipo de nota'


- Autor AO -> AU
- Coordenador KU -> KO
o Na visão 'definir tipos de nota'
- Responsável (processador de medidas) VU -> VW

Recomendação

Utilizar os esquemas do parceiro contidos no sistema standard e as atribuições dos mesmos para os tipos de
nota, caso não seja justificado proceder-se de outra forma.
Caso a empresa do usuário utilize os módulos R/3 HR-Org e SD, seria vantajoso selecionar o tipo de parceiro
"pessoal" nas funções do parceiro para parceiros internos ao invés do tipo de parceiro "usuário do sistema"
utilizado no sistema standard. Por esta razão, o usuário deverá, sob este aspecto, harmonizar esta com as
demais aplicações.
Caso o usuário deseje utilizar seus próprios esquemas de parceiro, será possível orientar-se pelos tipos de
nota e esquemas do parceiro predefinidos pela SAP.

Atividades

1. Definir as funções de parceiro e os esquemas de parceiro.


a) Definir as funções de parceiro.
Caso necessário, efetuar uma conversão de chave multilíngüe das funções de parceiro.
b) Definir os esquemas de parceiro e determinar as funções contidas em cada esquema.
2. Atribuir um esquema de parceiro a cada tipo de nota.
3. Para cada tipo de nota, denominar as funções de parceiro adequadas para o cabeçalho da nota.

Outras observações

Vários idiomas
É possível utilizar chaves mnemônicas para funções de parceiro. Isto é suportado pelo sistema por meio de
uma conversão de chave para funções multilíngüe. Na atualização das funções de parceiro, esta função pode
ser encontrada em "Ambiente / Conversão de chave para funções". Estas chaves em idioma estrangeiro são
exibidas caso o logon seja efetuado em um idioma diferente do idioma original das funções de parceiro.
Contudo, somente a chave original é que tem efeito, por exemplo, em SE16 ou no sistema de transporte.
Objetos de parceiro
Determinações de parceiro semelhantes são utilizadas em outras aplicações, por exemplo, em Certificados de
qualidade e no Módulo de vendas e distribuição . Por este motivo, é possível que nas tabelas também haja
objetos de parceiro externos.

1.6.2.3.2 Definir campos para a lista de parceiros

Nesta etapa de trabalho são definidos os campos que devem ser exibidos nas listas de parceiros das notas.

________________________________________________________________
174 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Os campos que devem aparecer nas listas podem ser numerados ou marcados como invisíveis. Cada usuário
pode criar a sua própria lista específica a partir desta lista de campos predefinida, podendo só utilizar os
campos numerados e os não marcados como invisíveis. Os campos numerados são exibidos nas transações de
aplicação na respectiva seqüência. Caso um usuário não tenha definido nenhuma seleção de campos, são
exibidos os campos aqui ativados.

Opções standard

O sistema standard contém um catálogo de campos muito abrangente.

Atividades

Selecionar para cada tipo de parceiro os campos de interesse para o usuário.

1.6.2.3.3 Definir mensagens standard para os parceiros

Nesta etapa é possível determinar, para cada tipo de nota, os textos standard de mensagens breves para os
parceiros, os quais são transmitidos pelos seguintes meios:
o Mail (SAPoffice)
o E-Mail (Internet)
o Chamada por rádio (paging)

Exemplo

A partir da tela do parceiro da nota, é possível enviar mensagens breves para os seguintes tipos de parceiros:
o Pessoa de contato
o Cliente
o Usuário
o Pessoal
O sistema envia a mensagem breve ao gravar a nota e define um status de nota correspondente.

Condições

o Os componentes de base SAPoffice ou SAPconnect estão disponíveis no sistema.


o As opções referentes à função de aplicação geral administração de endereços, especialmente os subtipos
de serviço de pager, estão atualizadas.
o Conforme o tipo de parceiro, os meios e serviços (subtipos) deverão ter sido entrados nos respectivos
registros mestre disponíveis ao parceiro.
Observação: se vários serviços tiverem sido entrados, o sistema efetua o acesso aos serviços na seguinte
seqüência hierárquica:
- a) chamada por rádio (paging)

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 175
R/3 System
________________________________________________________________

- b) internet
- c) SAPoffice

Opções standard

Para os textos breves de mensagens, é utilizada a seguinte configuração:


o O objeto de texto TEXT
A escolha deste objeto de referência oferece a vantagem de possibilitar a atualização de textos como
textos standard livres, utilizando a transação SO10. Contudo, ao usuário também é permitido utilizar
quaisquer outros objetos de texto, por exemplo, o texto do cabeçalho da nota (objeto QMEL).
o A identificação de texto (ou: ID de texto) QMQN
A transação SO10 propõe a ID de texto ST. Contudo, a ID de texto QMQN tem a vantagem de
proporcionar a diferenciação entre textos breves de mensagens e outros textos standard.
A transação SE75 tem a função de exibição e processamento de objetos de texto e IDs de texto.

Recomendação

Utilizar o objeto de texto TEXT, configurado no modo standard, e a ID de texto QMQN para todos os tipos
de notas.

Atividades

1. O usuário deverá verificar se é possível (e desejável) utilizar os meios acima mencionados, a fim de
informar os parceiros incluídos na nota. Eventualmente será necessário criar as condições para isso e
a) preparar as bases técnicas
b) efetuar as respectivas opções no sistema R/3 (ver acima)
2. Verificar se os textos standard poderão ser utilizados para as mensagens. Eventualmente será necessário
a) determinar os textos standard
Considerar a etapa formatos de texto / SAPscript no manual ambiente / opções preliminares.
b) atribuir textos aos tipos de nota

1.6.3 Processamento de notas

Nesta seção são definidos alguns controles que são necessários para o processamento de notas.
Isto inclui:
o outros controles relacionados ao tipo de nota, tais como
- prioridade da nota
- monitorização da reação
- controle de impressão
o outros controles

________________________________________________________________
176 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.6.3.1 Controle de reações

Neste sub-capítulo o usuário define como se deve reagir a uma nota:


o Qual a prioridade, ou seja, a urgência.
o O esquema de reação, i.e., em que período e com quais propostas de medidas.

1.6.3.1.1 Definir prioridade

Nesta seção são definidas as prioridades das notas.


O usuário pode definir diferentes tipos de prioridade e atribuir um tipo de prioridade a cada tipo de nota. Para
cada tipo de prioridade o usuário define:
o Que prioridade (posição) corresponde a uma nota,
o Que data de início e data final (em relação à data de criação) as notas devem ter.

Recomendação

Ajustar os parâmetros dos tipos de prioridade após ter obtido valores empíricos suficientes.

Atividades

Determinar que prioridades e datas-base teóricas devem ser válidas para os tipos de notas utilizados na
empresa.
1. Definir primeiramente os diferentes tipos de prioridade.
2. Determinar para cada tipo de prioridade a respectiva prioridade (posição) e as datas-base.
3. Atribuir a cada tipo de nota o tipo de prioridade adequado.

Outras observações

Com base na prioridade, o sistema encontra as datas-base para o cabeçalho da nota; o sistema propõe
automaticamente medidas para o cabeçalho da nota com a ajuda do perfil de resposta e determina as
respectivas datas de processamento. As duas funções de programação são independentes entre si.
Se o usuário selecionar a unidade "dia" para as datas relativas de início e fim, o sistema considera o
calendário de fábrica . No caso de o usuário selecionar outras unidades, por exemplo, "hora" ou "semana",
não serão considerados tempos livres de trabalho.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 177
R/3 System
________________________________________________________________

1.6.3.1.2 Definir monitorização de respostas

Nesta etapa é determinada a monitorização de respostas para notas. Para isso, o usuário determina os perfis de
respostas e os perfis de disponibilidade e atribui estes dois perfis aos tipos de nota.
No perfil de respostas será determinada, segundo a prioridade, uma seqüência de medidas standard que
poderão ser propostas na nota se desejado e que deverão ser concluídas em um espaço de tempo predefinido.
As medidas determinadas pelo sistema com base em um perfil de respostas durante o processamento da nota
são atribuídas ao cabeçalho da nota.
O perfil de disponibilidade determina em que data/hora dos dias da semana será realizado o processamento de
uma nota. Também será possível fixar vários intervalos de tempo por dia da semana para a disponibilidade e
atribuir um perfil de respostas próprio a cada um.

Condições

o O catálogo de medidas está atualizado.

Atividades

1. Definir os perfis de respostas desejados na empresa do usuário para o processamento de notas.


(O campo nível de hierarquia exerce uma função somente em notas de serviços; este não é de
importância para as notas, já que apenas um único perfil de respostas pode ser atribuído a cada tipo de
nota.)
2. Definir os perfis de disponibilidade válidos na empresa e indicar, se necessário, perfis de respostas
adequados para os perfis de disponibilidade.
3. Verificar para quais tipos de nota devem ser predefinidos perfis de respostas ou de disponibilidade e
atualizar estas atribuições.

Observar, durante a definição dos perfis de disponibilidade, a possibilidade de o usuário já ter atribuído um
perfil de resposta a cada perfil de disponibilidade. Este perfil de resposta substitui o perfil eventualmente
atribuído ao tipo de nota. O perfil de reação do tipo de nota só é decisivo caso a nota seja entrada fora do
tempo de disponibilidade.

Outras observações

Tempo de disponibilidade
O tempo de processamento determinado no perfil de disponibilidade é válido somente para as medidas
determinadas no perfil de disponibilidade que o sistema propõe para o cabeçalho da nota. As datas de
processamento resultantes disso são válidas preferencialmente às datas-base originárias da prioridade da nota.
Perfil de disponibilidade no contrato de serviços
Maiores informações sobre o perfil de disponibilidade no contrato de serviços podem ser encontradas na
biblioteca SAP sob Notas (CS-CM-SN/PM-WOC-MN).

________________________________________________________________
178 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.6.3.2 Funções de nota adicionais

Neste sub-capítulo o usuário define as funções adicionais que podem ser chamadas durante o processamento
de notas.
SAP fornece alguns exemplos destas funções no sistema standard; os usuários têm a possibilidade de
adicionar outras funções.

1.6.3.2.1 Definir barra de atividades

Nesta etapa de trabalho o usuário define as funções adicionais (as chamadas "atividades") que podem ser
executadas no decorrer do processamento de notas. Estas funções podem ser definidas e atribuídas a um tipo
de nota utilizando-se uma chave e uma identificação e são propostas durante o processamento de notas ou de
medidas em um segmento de tela exclusivamente previsto para tal (barra de atividades).
É possível controlar a Estruturação da barra de atividades da seguinte forma:
o Para a chamada da função, é possível definir, adicionalmente à identificação, um ícone juntamente com
uma informação rápida explicativa.
o Através do número de ordenação é possível definir a seqüência ordenada em que as funções da barra de
atividades aparecem.
o Além do tipo de nota, é possível indicar um cenário. Caso isto seja efetuado, a função somente surgirá
na barra de atividades se este cenário também estiver atribuído à nota.
o Por meio da seleção de uma categoria de atividade, determina-se as transações nas quais a função é
exibida na barra de atividades.
o Através da "usabilidade", o usuário define se a função está disponível ao nível da nota ou da medida.
É possível controlar a execução da função do seguinte modo:
o Pode-se documentar a execução sob a forma de uma medida ou ação para a nota.
Nota: durante a exibição da nota são propostas apenas as funções que tenham sido definidas com a
característica "sem documentação". O módulo de função atribuído não pode efetuar nenhuma
modificação na nota.
o É possível indicar para cada função um módulo de função definido pelo próprio usuário e processado
durante a chamada. Além disso, também é possível um diálogo com o usuário.
o Caso o usuário efetue a ligação de uma transação empresarial com a função, esta somente será
executada caso o status da nota relativo à transação o permita.
(O sistema verifica a autorização do usuário para esta transação.)
o Caso trate-se de uma medida, seu status pode ser, alternativamente, "liberada" ou "concluída". Além
disso, é possível definir uma tarefa de workflow que é ativada ao ser gravada a nota. Adicionalmente, o
usuário pode entrar um módulo de função que efetua a modificação do contentor de workflow durante a
gravação da nota.
Para cada função também é possível determinar várias funções dependentes (chamadas de "atividades
subseqüentes"). O sistema oferece tais funções dependentes na barra de atividades após ter sido executada a

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 179
R/3 System
________________________________________________________________

função superior. Deste modo, é possível que a seqüência ordenada seja mantida durante o processamento.
Maiores informações sobre a estruturação de um conjunto de regras podem ser encontradas na documentação
do módulo de função QM07_MERGE_ACTIONBOX.

Opções standard

A fim de simplificar a programação dos módulos de função do usuário, o sistema standard contém modelos
não executáveis de Medidas, Ações e modificar contentor de workflow. Deste modelo pode ser extraída a
interface que serve de base aos módulos de função do usuário.
O sistema standard contém alguns exemplos de funções que servem como sugestões e modelos para as
próprias definições do usuário. O usuário encontra os módulos de funções em questão utilizando as seguintes
chaves genéricas:
o QM06_FA* Módulos de função para ações
o QM06_FM* Módulos de função para medidas
Os dados correspondentes a estes exemplos (opções de tabelas e respectivas entradas de catálogo)
encontram-se no mandante 000 do sistema de entrega e, caso necessário, devem ser transferidos ao mandante
atual.

Recomendação

Observar que é possível que outros exemplos úteis sejam incluídos no sistema standard a cada release. É
importante não esquecer-se destes exemplos e efetuar a transferência dos mesmos ao mandante atual, caso
necessário.

Atividades

1. Definir quais funções recorrentes podem ser determinadas em dependência do tipo de nota.
2. Efetuar a definição destas funções. Efetuar, caso necessário, a programação dos módulos de função
requeridos. Seguir os seguintes passos:
a) Definir chave e identificação da função
b) Atribuir a função ao tipo de mensagem
c) Determinar controle da função
d) Entrar um módulo de função com a lógica de processamento desejada (opcional)
e) Definir ícones e texto
f) Entrar grupo de code e code, para a medida ou para a ação, do catálogo atribuído ao tipo de nota,
caso a função deva ser documentada como medida/ação.
Para a medida, indicar um status com o qual a mesma deve estar associada.
3. Verificar se as medidas devem ser complementadas por meio de um workflow e determinar as tarefas de
workflow. Caso o módulo de função contenha um contentor para esta tarefa de workflow, o contentor
também deve ser preenchido.
4. Verificar se as funções devem ser acionadas em uma determinada seqüência ordenada e, caso
necessário, determinar as funções dependentes.

________________________________________________________________
180 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Outras observações

São propostas no cabeçalho da nota apenas as funções para as quais o usuário possui uma autorização.
Sugestão: utilizar a autorização para a utilização de determinados grupos de code para medidas/ações.

1.6.3.2.2 Definir ações subsequentes para medidas

Nesta etapa será possível definir as ações subseqüentes para medidas.


É possível definir cadeias de ações subseqüentes a serem executadas em seqüência pelo sistema.
Para cada ação subseqüente, o usuário deverá determinar,
o em qual nível a mesma será efetiva.
(Só é recomendável o nível da medida).
Além disso, será possível determinar,
o como a atualização será processada,
o em que momento será acionada a ação subseqüente, ou seja, a transação empresarial com a qual esta
ação subseqüente será executada
(O sistema verifica a autorização do usuário para esta transação).

Condições

O catálogo de medidas deve estar definido para a atribuição de ações subseqüentes.


O catálogo de medidas deve estar pronto de tal forma que após a conclusão desta etapa de trabalho, somente
será necessário inscrever os nomes das ações subseqüentes nos codes de medidas.

Opções standard

A fim de facilitar a programação de ações subseqüentes próprias, no sistema standard está contido um modelo
não executável para os módulos de ações subseqüentes. O usuário poderá obter este modelo na interface que
servirá de base para os módulos de função.

Recomendação

o Descrever detalhadamente no texto descritivo do code de medida as ações subseqüentes relativas à


medida. Porém, deve-se diferenciar entre
- ações subseqüentes a serem concluídas manualmente por um dos parceiros e
- ações subseqüentes concluídas automaticamente pelo sistema.
o Não modificar os módulos de exemplo, mas sim utilizar cópias marcando-as com uma denominação
própria.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 181
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

1. Constatar quais ações subseqüentes são existentes na empresa do usuário e quais delas devem ser
automatizadas.
2. Determinar para as ações subseqüentes automáticas:
a) A cadeia dos módulos de função e o modo de atualização da mesma
b) As transações empresariais para as ações subseqüentes, desde que o processamento do módulo de
função deva ser ligado à administração do status para a medida.
3. Atualizar a tabela de ações subseqüentes.
4. Criar os módulos de função correspondentes.

Outras observações

o O sistema permite a introdução de ações subseqüentes automáticas em forma de módulos de função.


Caso uma ação subseqüente envolva várias ações individuais, estas ações parciais serão numeradas
conforme a seqüência de seu processamento e cada uma será ligada a um módulo de função próprio.
o Caso o usuário deseje atribuir uma transação da administração geral de status a uma ação subseqüente,
esta transação deverá estar prevista para a categoria do objeto "medida para a nota". A ajuda F4 no
campo "transação" exibe quais transações vêm ao caso.
As transações empresariais têm um papel importante na administração de status de medidas. Maiores
informações a respeito poderão ser encontradas no capítulo "opções globais", "funções centrais",
"administração de status". Ver também a etapa esquema de status para tipo de nota.
A fim de possibilitar a seleção de uma transação adequada para a ação subseqüente, será permitido
exibir a definição de transações empresariais previstas para ações subseqüentes para medidas. Para tal,
será necessário proceder da seguinte forma:
- Exibir a lista das transações empresariais. Selecionar as transações utilizadas para medidas em
notas mediante 'QN9*' e, em seguida, a transação em questão.
- Selecionar a função 'lista de utilizações' (mas não a função 'ações subseqüentes'!). Aqui pode ser
observado
- que esta transação está prevista para a categoria do objeto 'medida',
- qual status de uma medida é definido e eliminado por esta transação e
- quais status influenciam esta transação.
o As ações subseqüentes para medidas utilizam a mesma técnica que as ações subseqüentes para decisão
de utilização.

1.6.3.3 Controle impressão

Neste sub-capítulo é definido o controle de impressão para a documentação da ordem para as notas:
o tipo e formato da documentação da ordem
o localização da impressão da documentação da ordem

________________________________________________________________
182 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o modo de arquivamento (se uma ligação com o arquivo estiver ativa)

1.6.3.3.1 Definir documentação d/ordem, formulários, progrs.de saída

Nesta etapa de trabalho o usuário define


o qual é a documentação da ordem a ser impressa e arquivada,
o de que forma isto deve ser efetuado e
o em que tipos de notas isto deve ser feito.

Opções standard

O sistema standard contém alguns exemplos predefinidos que não deveriam ser modificados pelo usuário.

Recomendação da SAP

o Durante a atribuição da documentação da ordem aos tipos de nota e durante a seleção da impressora, a
documentação da ordem pode ser chamada de maneira genérica. Por isto, determinar uma nomenclatura
para a documentação da ordem que suporte a seleção genérica.
o A criação dos reports e formulários para uma documentação da ordem própria requer conhecimentos
sobre SAPscript e programação em ABAP/4.

Atividades

1. Determinar a documentação da ordem necessária para as notas.


a) Verificar se, além da documentação da ordem existente no sistema standard, ainda é necessária
documentação da ordem adicional.
b) Se necessário, solicitar a criação dos respectivos reports ABAP e formulários SAPscript para esta
documentação da ordem.
c) Definir esta documentação da ordem na tabela.
2. Definir para cada tipo de documento (tipo de nota), que documentação da ordem deve estar disponível
para a impressão e se esta documentação da ordem já deve ser exibida com um código de seleção.
Observações:
- O usuário pode modificar manualmente o código de seleção durante a impressão.
- O tipo de documento e a documentação da ordem podem ser indicados de forma genérica.

Outras observações

O mesmo controle de impressão também é utilizado para outras aplicações no sistema R/3. As notas estão
permanentemente atribuídas à área de aplicação "N".
Por motivos de utilização geral, o conceito 'tipo de nota' é aqui substituído pelo conceito tipo de documento.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 183
R/3 System
________________________________________________________________

1.6.3.3.2 Definir impressora

Nesta etapa é definido o controle de impressão.


Através do controle de impressão, é possível definir individualmente os dispositivos de saída e os parâmetros
de impressão para cada usuário e documentação da ordem.
Além disso, é possível determinar impressoras e parâmetros de impressão especiais para determinadas
documentações da ordem em dependência de certos conteúdos de campo através de um desvio da impressão
controlado por uma tabela.

Atividades

1. Determinar uma impressora e os parâmetros de impressão correspondentes para os usuários e a


documentação de ordem individuais. Considerar que entradas genéricas são possíveis.
2. Determinar se a saída de impressão de uma documentação da ordem individual deve ser desviada em
função do conteúdo de determinados objetos e campos.
a) Determinar estes objetos e campos. Neste caso, orientar-se pelos objetos e campos propostos pela
SAP e ativá-los, se necessário, para o desvio da impressão.
b) Determinar para cada desvio de impressão ativo os conteúdos apropriados dos campos de controle
e os parâmetros especiais de impressão. As entradas para os campos de controle podem ser
genéricas.

1.6.3.3.3 Definir download

Nesta etapa será definido o download de dados da nota QM em subsistemas.


o O usuário determina os endereços para o download:
- São denominados os endereços TCP-IP dos subsistemas para o Remote Function Call.
- São determinados os nomes dos files nos quais os dados transferidos devem ser gravados.
o São determinadas as estruturas dos dados a serem transferidos para o subsistema via download.

Atividades

1. Determinar os endereços do subsistema e os nomes de file no subsistema.


Em princípio são necessários dois destinos RFC (conexões TCP/IP para a Frontend-Workstation):
a) Para criar as tabelas de estruturas R/3-DDIC em um banco de dados MS-ACCESS (caminho do
programa em Wdsastr.exe)
b) Para copiar as tabelas R/3 conforme MS-ACCESS (caminho do programa em Wdpsatab.exe)
Estes programas podem ser encontrados no Windows-GUI mediante o caminho acesso \ps\access\.
Os demais programas contidos neste diretório serão necessários para um processamento correto,
como por exemplo, VBRUN300.DLL etc.
Além disso, o acesso ao RFC-DLL (librfc2.dll, librfc3.dll, librfc4.dll, librfc5.dll, librfc6.dll,

________________________________________________________________
184 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

vrfc.dll) deve ser garantido (comando de caminho correspondente)


2. Definir as estruturas de dados a serem transferidas para o subsistema. Para tal, o usuário deverá utilizar
as tabelas do sistema nas quais os dados serão colocados à disposição no sistema R/3 para o download.
Os nomes das tabelas R/3 podem ser encontrados na documentação referente ao report-download
RIACCESS.
a) Gerar as estruturas download necessárias. Indicar os destinos RFC definidos em 1.a).
b) Definir o destino RFC-Download e o banco de dados PC. Indicar o destino RFC definido em 1.b) e
o caminho de acesso do banco de dados gerado. Para as notas QM é válida a área de aplicação 'N'.

1.6.3.4 Administração status

Este sub-capítulo descreve a utilização da administração geral de status para notas.


Uma descrição mais detalhada da administração geral de status encontra-se no capítulo Ambiente -> Funções
centrais -> Administração de status.

1.6.3.4.1 Definir esquema de status

Nesta etapa, o usuário define a administração de status das notas.


Notas utilizam a administração geral de status para os objetos R/3.
Uma breve explicação deste conceito encontra-se no final deste texto.
Uma descrição mais detalhada da administração de status e informações sobre a execução técnica
encontram-se no manual "Ambiente", na seção Esquema de status.
No âmbito da administração geral de status, o usuário pode definir também esquemas próprios de status,
complementando os status de sistema predefinidos. Estes esquemas de status podem ser utilizados para
controlar a sequência de determinadas operações. Exemplos de tais operações:
o Liberação de uma medida
o Encerramento de uma nota
Para cada tipo de nota, são admitidos diferentes esquemas de status para:
o O cabeçalho da nota
o A medida

Atividades

1. Verificar se determinados tipos de notas necessitam de status do usuário suplementares.


2. Definir os esquemas de status para notas. Para cada tipo de nota, podem ser determinados esquemas de
status adequados para as categorias de objetos:
a) Cabeçalho da nota
b) Medida

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 185
R/3 System
________________________________________________________________

3. Selecionar, para cada tipo de nota, os esquemas de status apropriados.

Informações adicionais

O sistema R/3 distingue entre status de sistema e status de usuário.


o Status de sistema
O sistema R/3 contém uma série de status que são válidos para todas as aplicações e que podem ser
utilizados por todas as aplicações. Estes status não podem ser modificados.
o Processos empresariais
O sistema SAP contém uma série de processos empresariais que podem ser utilizados por todas as
aplicações. Estes processos empresariais não podem ser modificados.
o Processo empresarial - status de sistema
Para cada transação comercial, será atribuído um status de sistema. Além disso, será determinado se o
respectivo status de sistema deve ser eliminado ou definido durante a transação.
o Objetos - processos empresariais
Além disso, será definido quais processos empresariais são permitidos para quais objetos.
A partir desse procedimento, determina-se quais status de sistema são, no máximo, possíveis para um objeto
e quais status de sistema são definidos para cada processo.
o Esquema de status
O usuário pode definir os seus próprios esquemas de status. Cada esquema de status tem que ser
atribuído a pelo menos um objeto. Cada esquema de status contém um ou vários status permitidos. No
âmbito dos processos empresariais predefinidos pela SAP o usuário pode determinar a reação do sistema
para cada um desses status. No esquema de status, o usuário:
- Define status próprios (status de usuário) e documenta as respectivas funções em um texto
descritivo correspondente -
O status de usuário serve para detalhar, de acordo com sua própria necessidade, as seqüências de
status de sistema pré-definidas pela SAP. Isto só será possível dentro dos esquemas pré-definodos
pela SAP; porém, não será possível substituir status de sistema por status de usuário.
- Pode determinar números de status para status de usuário, que controlam a sequência de
processamento de status de usuário,
- Define um status inicial, que é automaticamente ativado durante a criação do objeto,
- Determina que status de usuário deve ser ativado automaticamente durante o processamento de
uma transação comercial,
- Define que operações são permitidas ou proibidas quando um determinado status está ativo.
o Número de status
Para cada status de usuário pode ser definido um número de status. Com a ajuda do número de status é
determinada a sequência na qual os status de usuário podem ser ativados. Se o usuário não atribuir
nenhum número de status a um status de usuário, este status de usuário poderá ser sempre definido.
Porém, somente um status de usuário com número de status poderá estar ativo, de cada vez. Se um
número de status for atribuído a um status de usuário, será também necessário indicar um número
mínimo e um número máximo de status para este status. Estes números limitam o intervalo de números
de status, do qual o status de usuário subsequente pode ser selecionado.
Durante a atualização do esquema de status o usuário pode, por exemplo, determinar, para cada status dentro

________________________________________________________________
186 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

de um esquema de status, se notas podem ou não ser processadas neste status, se uma marcação para
eliminação pode ou não ser definida. Além disso, o usuário pode determinar, durante a atualização do status,
se a marcação para eliminação deve ser definida automaticamente e se o sistema deve reagir com uma
mensagem de aviso ou uma mensagem de erro, quando uma marcação para eliminação for definida.

1.6.3.4.2 Definir esquema de seleção

Nesta etapa de trabalho são definidos esquemas de seleção para notas. Estes esquemas de seleção servem para
encontrar as notas a partir do respectivo status.
Informações mais detalhadas encontram-se no capítulo 'Ambiente, funções centrais, administração de status,
esquema de seleção'.

Atividades

1. Determinar que status de sistema e, eventualmente, que status de usuário as notas podem ter. Considerar
que os esquemas de status para os status de usuário podem ser diferentes de um tipo de nota para outro.
2. Determinar que ligações lógicas destes status conduzem a esquemas de seleção apropriados e definir
estes esquemas.

1.6.3.5 Definição de lista

Nesta etapa de trabalho o usuário define variantes de lista para o processamento de notas de qualidade (notas
QM).
Diferencia-se entre listas unívocas e listas multiníveis.

1.6.3.5.1 Definir variantes para listas de um nível

Nesta etapa de trabalho são definidas variantes de lista para representações em lista das listas de trabalho para
notas.
Aqui, é aplicada uma técnica denominada de visão de listas. A técnica e o procedimento referente às mesmas
estão descritas no capítulo ambiente, ferramentas, definição de listas.

1.6.3.5.2 Selecionar campos para listas multi-nível

Nesta etapa de trabalho são selecionados campos para listas de seleção multinível. O procedimento
corresponde ao procedimento no caso de listas de nível único.
Existem listas multiníveis para os objetos e objetos parciais:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 187
R/3 System
________________________________________________________________

o nota QM
o parceiro
o item da nota
o ação
o medida
o motivo
As listas multiníveis podem conter mais informações que listas de nível único. Por outro lado não é possível
saltar das listas multiníveis para a exibição ou o processamento dos objetos.

1.6.3.6 Ativar modelo de workflow

Nesta etapa, o usuário ativa os modelos de workflow a serem executados no âmbito do processamento da
nota.

Outras observações

Uma descrição mais detalhada poderá ser encontrada no manual Ambiente / Funções Centrais / Ativar
workflow.

1.6.3.7 Determinar parâmetros de cálculo de custos

Nesta etapa são especificados alguns parâmetros para o tipo de ordem a serem utilizados pelo sistema para a
abertura da ordem QM.
Adicionalmente, é possível especificar uma variante de cálculo para o planejamento de custos para notas
individuais. Maiores detalhes encontram-se na etapa de trabalho Variantes de cálculo no guia de
implementação para notas gerais.
A partir do processamento de uma nota QM é possível abrir uma ordem QM para a entrada e liquidação de
custos originados pelo processamento da nota ou atribuir uma ordem QM já existente. A configuração dos
parâmetros da ordem deve ser efetuada por tipo de nota e centro. Se existir obrigatoriedade de divisão em um
centro, aqui também será possível determinar um valor proposto para a divisão à qual a ordem QM será
atribuída.

Condições

O sistema de controlling CO está pronto para ser utilizado no sistema.

Recomendação

Obter informações através do consultor CO.

________________________________________________________________
188 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

1. Observar as instruções no capítulo Ambiente -> Funções centrais -> Tipos de ordem QM.
Verificar se os tipos de ordens necessários existem, bem como a configuração dos parâmetros de cálculo
de custos.
2. Atribuir por tipo de ordem e centro os seguintes parâmetros:
a) tipo de ordem para a ordem QM
(somente tipos de ordens da categoria de ordem 06 serão oferecidos pelo sistema.)
b) divisão (caso necessário)
c) proposta para a norma de liquidação da ordem QM
para tal estão previstos
- número da ordem (por exemplo: ordem CO)
- centro de custo
- ordem do cliente
3. Verificar a liquidação dos custos de defeitos processando uma nota QM e efetuando a entrada de custos.

Outras observações

A ordem QM está atribuída ao cabeçalho da nota. Por meio da ordem QM é possível entrar os custos de
defeitos e o Controlling pode analisar os custos.
Adicionalmente, é possível entrar independentemente para cada item de nota uma Avaliação de defeitos. Para
isto, consultar a etapa de trabalho Perfil de confirmação no capítulo "entrada de defeitos". Através desta
avaliação de defeitos, é possível à Administração de qualidade ponderar tipos de defeitos e efetuar a análise
no sistema de informação de administração de qualidade.

1.6.4 Entrada de defeitos

Neste capítulo será preparada a entrada de defeitos para lote de controle.

Conteúdos de registros de dados de defeito

Os registros de dados de defeitos obtém informações codificadas e em forma de texto referentes ao tipo, ao
local, à causa do defeito, à ação e à avaliação do defeito. É possível determinar em um perfil de confirmação
quais destas informações estarão realmente contidas no registro de dados de defeito.

Criação de registros de dados de defeito

Enquanto não for efetuada uma decisão de utilização para o lote de controle, os registros de dados de defeito
poderão ser criados com ajuda das seguintes transações:
o Entrada de resultados para característica de controle
- Criação manual de registros de dados de defeito

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 189
R/3 System
________________________________________________________________

- Geração automática de registros de dados de defeito


o Decisão de utilização para lote de controle
o Entrada de defeitos para lote de controle

Atribuição de registros de dados de defeito

Os registros de dados de defeito poderão ser atribuídos nos seguintes níveis de detalhe para o lote de controle:
a) Lote de controle
Esta atribuição é sempre necessária
b) Operação
Esta atribuição não é necessária. A mesma é efetuada manualmente durante a entrada de defeito do
lote de controle.
c) Característica de controle
Esta atribuição não é necessária. A mesma é efetuada manualmente ou quando os registros de
dados de defeito forem criados automaticamente durante a entrada de resultados.
&NOTE: se resultados de controle referentes a amostras múltiplas independentes, pontos de
controle, amostras ou equipamento forem entrados e com isso forem criados automaticamente
registros de dados de defeito em caso de rejeição de uma característica, o sistema gera um registro
de dados de defeito adicional com a atribuição lote de controle/operação/amostra (ou ponto de
controle, amostra, equipamento).

Geração automática de registros de dados de defeito

Se o código de controle Entrada automática de defeitos</ > na característica de controle e um código de


defeito do catálogo 9 for entrado nos dados do catálogo, o sistema gera um registro de dados de defeito com
este tipo de defeito em caso de rejeição de uma característica de controle. A rejeição pode ter como causa o
seguinte:
o Rejeição geral de uma característica
o Rejeição devido à violação de tolerância (ou seja, excedida)
- no limite superior
- no limite inferior
Nota: O registro de dados de defeito é gerado devido a uma regra de avaliação. A regra de avaliação decide
se um registro de dados de defeito e que código será utilizado. Visto que as regras de avaliação estão
gravadas em forma de módulos de função no Customizing, será possível ajustar a geração de registros de
dados de defeito e os seus conteúdos sem modificações no programa.
Exemplo: se resultados para amostras, pontos de controle, etc. forem entrados, o sistema gera um registro de
dados de defeito com a atribuição para lote de controle/operação/característica de controle em caso de cada
rejeição de uma característica de controle. Além disso é gerado no sistema standard um registro de dados de
defeito adicional para lote de controle/operação/amostra (ou ponto de controle, amostra, equipamento), porém
isso não é considerado adequado em toda e qualquer aplicação. Com ajuda da nota OSS 107223 / 1998, o
usuário poderá cuidar para que o registro de dados de defeito não seja gerado gravando-se um módulo de
avaliação próprio ou modificado no customizing.

________________________________________________________________
190 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Opções no customizing

A entrada de defeitos para o lote de controle é considerada do ponto de vista técnico, uma entrada rápida de
itens de nota QM com ajuda de listas de entrada. Os defeitos entrados podem ser processados em forma de
notas QM.
Nota: Uma nota QM gerada a partir da entrada de dados para o lote de controle tem o status 'entrada
de defeitos' e recebe automaticamente o status 'encerrado' com a decisão de utilização para o lote de
controle. Há a possibilidade de eliminar o status 'entrada de defeitos' e de processar a nota mesmo
após ter sido efetuada a decisão de utilização, caso o usuário execute a função 'Ativar nota QM'
durante o processamento do lote de controle ou caso modifique a nota com uma transação de
processamento.

Por este motivo, em primeiro lugar é necessário definir os tipos de notas QM adequados para a entrada de
defeito.
Defeitos aparecem durante controles de qualidade e são entrados para determinados lotes de controle.
Portanto, o usuário deve atribuir um tipo adequado de nota QM a cada tipo de controle nos quais devam ser
entrados defeitos.
Nota: com ajuda do tipo de controle é possível que apenas uma única nota QM seja criada por lote de
controle mesmo se registros de dados de defeito forem entrados para várias operações.
De acordo com o objetivo da utilização dos dados de defeito, são necessárias diferentes estruturas de registros
de dados de defeito. Por isto, o usuário deve definir perfis de confirmação correspondentes.
Por fim, o usuário deseja agrupar os dados de defeito não apenas com base no tipo de controle, mas também
segundo outros critérios. Para isto, definir tipos de relatório correspondentes a estes critérios.

1.6.4.1 Fixar tipo de nota

Nesta etapa serão processados os tipos de nota QM previstos para a entrada de defeitos.
No capítulo 'abertura da nota' está descrita a definição dos tipos de nota. Neste capítulo, o usuário poderá
encontrar instruções detalhadas referentes à configuração dos controles dependentes do tipo de nota.
Na seção tipos de nota do capítulo entrada de defeitos
o verificar as opções dos tipos de nota previstos para a entrada de defeitos. Estas incluem:
- os tipos de nota definidos propriamente ditos e a respectiva especificação de máscaras de tela
- o conteúdo utilizado nos tipos de nota (catálogos e perfis de catálogo)
o complementar as opções relacionadas com o tipo de nota.
- para o perfil de catálogo, o usuário determina a escala para a avaliação de defeitos quantitativa
- o usuário atribui um tipo de nota QM ao tipo de controle.

Condições

O capítulo "abertura da nota" foi processado:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 191
R/3 System
________________________________________________________________

o Os tipos de nota, os catálogos e os perfis de catálogo previstos para a entrada de defeitos foram
definidos.
o Todas as opções dependentes do tipo de nota foram atualizadas.
o A atualização dos parceiros não é necessária para a entrada de defeitos.

Opções standard

No sistema standard, os tipos de nota já estão definidos, os quais são adequados para diferentes origens do
lote de controle e tipos de controle.

Recomendação

o Transferir os tipos de nota standard.


o O usuário deverá orientar-se pelas opções contidas no sistema standard durante a definição de tipos de
nota próprios.
o Utilizar os tipos de nota separados para a entrada de defeitos e para as demais notas QM, de modo que
os dados de defeitos sejam distinguidos de outros dados de problema com base no tipo de nota.

Atividades

1. Verificar os tipos de nota previstos para a entrada de defeitos.


a) Determinar os tipos de nota em questão
b) Verificar os catálogos e perfis de relatório, bem como as suas atribuições ao tipo de nota.
c) Verificar as opções de tela para estes tipos de nota.
2. Para a avaliação de defeitos quantitativa, atribuir unidades de medida aos perfis de relatório em
questão.
3. Atribuir um tipo de nota adequado a todos tipos de controle para os quais está prevista uma entrada de
defeitos.

Outras observações

o Os defeitos poderão ser avaliados de forma quantitativa, caso a avaliação de defeitos seja ativada no
perfil de confirmação. O usuário poderá marcar a avaliação de defeitos com uma unidade de medida
indicada no perfil de catálogo. A unidade de medida deverá ter sido anteriormente definida. Ver também
a etapa unidades de medida no capítulo "ambiente".
o A definição de máscaras de tela (subscreens) pertencentes ao tipo de nota desenvolve um importante
papel durante a atribuição de tipos de nota para os tipos de controle. Estas máscaras de tela devem
combinar com a origem do lote de controle à qual está atribuído o tipo de controle em questão.

1.6.4.2 Definir perfil de confirmação

Nesta etapa são definidos os perfis de confirmação para a entrada de defeitos.

________________________________________________________________
192 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

No perfil de confirmação é determinado quais campos deverão ser exibidos na máscara de tela, caso o usuário
efetue a entrada de defeitos para o lote de controle, e se os mesmos deverão ser preenchidos com dados. O
perfil de confirmação representa, desta forma, os diversos formulários de entrada tradicionais utilizados nos
postos de controle.
Com ajuda dos campos no perfil de confirmação, o usuário poderá aceitar uma série de características de
defeitos, como por exemplo, tipo de defeito e causa do defeito, no registro de dados de defeitos. É possível
localizar os defeitos de modo individual e atribuí-los às unidades de controle. Ações relativas à correção de
defeitos poderão ser marcadas. É possível prever uma avaliação de defeitos quantitativa. Além disso, o
usuário poderá marcar defeitos como sistemáticos.

Exemplo

o Caso o usuário inclua apenas os campos "tipo de defeito" e "número de defeito" no perfil de
confirmação, efetuar a definição de uma entrada de defeitos resumida.
o Mediante a seleção do tipo e local de defeito é possível descrever cada um dos defeitos de forma
unívoca.
o Mediante a seleção do tipo e do local de defeito e do número de série é definida uma entrada de defeitos
individual para a unidade de controle.
(O campo "número de série" contido no perfil de confirmação será, via de regra, controlado pelo
material; ou seja, será efetivo somente caso números de série estiverem previstos na configuração do
tipo de controle para o material em questão. Neste caso, o perfil de catálogo decide se o número de série
deve ou pode ser indicado durante a entrada de defeitos.)
o Com a entrada de outras características de defeitos (causa do defeito, avaliação de defeitos) será
possível completar o perfil de confirmação.
Deste modo é estabelecida a base para as análises Pareto de tipos de defeitos e causa do defeito, tanto
conforme a freqüência como pela importância dos mesmos.
o Os defeitos poderão ser marcados como "sistemático" a fim de poderem ser tratados separadamente
durante as análises.

Recomendação

Definir os perfis de confirmação após ter-se obtido informações suficientes sobre os tipos de relatório. Em
determinadas circunstâncias será necessário um perfil de confirmação próprio para cada tipo de relatório.

Atividades

1. Esclarecer quais tipos de relatório serão existentes na empresa do usuário e quais serão os conteúdos dos
registros de dados de defeitos a serem entrados com estes tipos de relatório.
(Os campos no perfil de confirmação devem combinar com o perfil do catálogo.)
2. Definir os respectivos perfis de confirmação.

Outras observações

No tipo de relatório, o perfil de confirmação será conectado com o perfil de catálogo.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 193
R/3 System
________________________________________________________________

1.6.4.3 Definir tipo de relatório

Nesta etapa são definidos os tipos de relatório para a entrada de defeitos.


O tipo de relatório limita o tamanho e os conteúdos dos registros de dados de defeito. No tipo de relatório é
ligado um perfil de confirmação com um perfil do catálogo. Mediante o perfil de confirmação determinam-se
os catálogos e os campos para a entrada de defeitos, e com o perfil do catálogo determina-se a reserva de
grupos de codes.
Visto que o tipo de nota foi determinado mediante o tipo de controle, o tipo de relatório será necessário para
diferenciar os dados de defeito de modo mais detalhado. Os tipos de relatório podem ser definidos de acordo
com suas finalidades e critérios, além disso é permitido ao usuário dar-lhes o significado que desejar. Para
isso recomenda-se duas coisas:

Recomendação

o Entrada de defeitos
Na prática são necessários os locais que entram os defeitos, ou seja, formulários de entrada próprios. Por
exemplo: um local de execução de controles de amostra pode anotar apenas o tipo e o local do defeito,
enquanto que o local de execução de análises de defeito e reparações também pode anotar a causa, a
avaliação do defeito e as ações. Com ajuda do tipo de relatório é possível predefinir a forma de entrada
adequada para cada local de entrada.
Determinados tipos de relatório podem ser atribuídos a centros de trabalho ou usuários. Além disso, a
cada local do relatório poderá ser atribuído o tipo de relatório adequado via atribuição organizacional.
o Análise de defeito
A definição do tipo de relatório depende na verdade de que análises dos dados do defeito serão
necessárias, pois além do tipo de nota, o tipo de relatório é um critério adicional para a compactação e
análise de dados de defeito no sistema de informações QM. O tipo de relatório é assim um modo de
diferenciação para a análise independente do tipo de nota.

Atividades

1. Determinar conforme quais critérios os tipos de relatórios deverão ser definidos e quais tipos de
relatórios deverão existir. Os tipos de relatório são definidos mediante a atribuição de um perfil de
confirmação e um perfil de catálogo junto com o caminho de pesquisa para a determinação automática
do tipo de relatório a cada tipo de relatório.
2. Caso os tipos de relatório sejam formados de acordo com o critério 'local de controle' e planos de
controle forem utilizados, nos quais os locais de controle estão determinados em forma de centros de
trabalho, estes tipos de relatórios poderão ser atribuídos aos centros de trabalho.
A tabela permite entradas genéricas nos campos centro e centro de trabalho. Nota: Determinar também
um tipo de relatório para o centro '*' e o centro de trabalho '*', a fim de que o sistema encontre um tipo
de relatório válido durante a geração automática de dados do defeito em quaisquer circunstâncias.
3. Constatar se tem-se como objetivo
a) que os tipos de relatório sejam propostos no registro mestre de usuários
(Parâmetro do usuário QFE = chave do tipo de relatório)
b) que o usuário possa modificar os tipos de relatório encontrados automaticamente
(Parâmetro do usuário QF1 = X)

________________________________________________________________
194 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Definir se necessário os Parâmetros do usuário.


4. Verificar se os resultados de controle de Subsistemas deverão ser aceitos e se, em caso de rejeição de
características, deverão ser gerados automaticamente registros de dados de defeitos. Conforme for, será
necessário marcar de modo unívoco um tipo de relatório para o centro de trabalho em questão.

Outras observações para a determinação do tipo de relatório

Será possível atribuir um tipo de relatório ao registro mestre de centro de trabalho e determinar im tipo de
relatório no registro mestre de usuários. Durante a criação de um registro de dados de defeito o sistema
procura o tipo de relatório nesta seqüência.
a) Centro de trabalho
Nota: Durante a atribuição de tipos de relatórios para centros de trabalho são permitidas entradas
genéricas para o centro de trabalho. O sistema seleciona automaticamente durante a entrada de
defeitos para a operação ou característica de controle, um tipo de relatório atribuído da forma mais
individual possível. Se esta atribuição não for unívoca, o usuário deverá selecionar um dos tipos de
relatórios.
Caso registros de defeitos devam ser gerados automaticamente conforme a chave de controle da
característica de controle, mas na operação não estiver indicado nenhum centro de trabalho, o
sistema seleciona o tipo de relatório gravado no centro '*' e centro de trabalho '*'.
b) Registro mestre de usuários
Nota: A fim de gravar um tipo de relatório no registro mestre de usuários, utilizar o parâmetro de
usuário 'QFE' e atribuir ao mesmo o tipo de relatório em questão como centro.
Pretendendo permitir ao usuário, durante a entrada manual de defeitos no âmbito de entrada de resultados ou
da decisão de utilização, selecionar um outro tipo de relatório diferente daquele encontrado pelo sistema, será
necessário utilizar o parâmetro de usuário 'QF1' e atribuir ao mesmo o valor 'X'.
Na entrada de defeitos para o lote de controle, o tipo de relatório pode ser selecionado livremente com ajuda
da transação QF01 mesmo se o parâmetro de usuário QF1 não estiver definido.
Mas se os tipos de relatórios para o centro de trabalho tiverem sido definidos, o sistema permite somente a
seleção entre estes tipos de relatório durante a entrada manual de defeitos para a operação ou para a
característica de controle.

Outras observações para a determinação do perfil do catálogo:

É possível determinar um perfil do catálogo nos seguintes objetos:


a) Registro mestre do material (ou registro mestre por equipamento ou local de instalação)
b) Tipo de nota
c) Tipo de relatório
No tipo de relatório pode-se determinar a partir de qual destes objetos o perfil de catálogo será retirado. O
sistema procura então um perfil do catálogo na seqüência mencionada logo que os campos material e tipo de
nota estiverem marcados no tipo de relatório e o campo perfil do catálogo estiver preenchido. Caso não se
possa determinar nenhum perfil do catálogo deste modo, o sistema reage com uma mensagem de erro durante
a criação de um registro de dados de defeito.
Nota: Ao contrário disso, o usuário poderá criar uma nota QM sem que um perfil do catálogo esteja

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 195
R/3 System
________________________________________________________________

atribuído ao tipo de nota. Assim não haverá campos do catálogo para cada um dos elementos da nota
(reação, tipo de defeito, causa do defeito, ação), mas sim, apenas campos de texto.

Outras observações referentes a especificações da característica

Caso grupos de codes ou conjuntos de seleção sejam determinados na característica de controle a partir de
catálogos contidos no tipo de nota atribuído ao tipo de relatório, isso significa que, os mesmos constituem o
conjunto de valores na entrada de defeitos para a característica de controle. Os grupos de codes contidos no
perfil do catálogo não serão considerados, mas o perfil de confirmação continuará sendo efetivo.

1.6.5 Sistema de informação

Nesta seção é definida


o a atualização das informações das notas de qualidade no sistema de informação QM
o a criação de índices para a frequência de notas de qualidade.
Os dados são exibidos durante o processamento de notas QM e provêm de
- documentos originais ou do
- sistema de informação QM

1.6.5.1 Definir atualização no sistema info QM

Nesta seção é definida a atualização das notas de qualidade no sistema de informação QM através da
definição de um grupo de atualização apropriado para cada tipo de nota QM.

Opções standard

No sistema standard já foram definidos grupos de atualização adequados para todos os tipos de notas QM em
questão.

Atividades

1. Verificar se as atribuições dos grupos de atualização aos tipos de notas QM efetuadas pela SAP
correspondem às necessidades requeridas.
2. Acordar, se necessário, a tabela.

Outras observações

Através do grupo de atualização os diferentes tipos de transações comerciais são atualizados de maneira
individual na estatística.
As regras de atualização para os índices de uma estrutura de informação são sempre descritas com referência
a um grupo de atualização.

________________________________________________________________
196 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Caso um tipo de nota QM não tiver nenhum grupo de atualização atribuído, não é efetuada nenhuma
atualização de dados no sistema de informação para as respectivas notas de qualidade.
Para monitorizar a atualização é possível registrar um protocolo de atualização específico do usuário.

1.6.5.2 Ativar aviso para notas QM com a mesma referência

Nesta etapa, o usuário define para cada tipo de nota, se e como será efetuada uma referência a notas QM já
existentes durante o processamento para o mesmo material, cliente ou fornecedor e fabricante. Será
determinado como deve ser definida a freqüência absoluta das notas QM:
o segundo quais critérios
Os critérios dependem da origem da nota. A freqüência de reclamações de clientes pode ser definida,
por exemplo, em função de materiais, clientes ou em função da combinação material & cliente.
o a partir de quais fontes de dados
As seguintes fontes de dados estão à disposição do usuário:
- os dados originais da nota QM
- os dados compactados no sistema de informações QM
o mediante qual horizonte de tempo no passado
As notas relacionadas serão exibidas pelo sistema no cabeçalho da nota durante o processamento de notas
QM quando a freqüência absoluta definida segundo os critérios estabelecidos for maior que zero.

Condições

Caso o usuário deseje utilizar o sistema de informações QM como fonte de dados, será necessária a
determinação de uma atualização para o tipo de nota correspondente.

Recomendação

Com base na documentação on-line dos campos de tabela contidos na visão, certificar-se das funções
oferecidas.

Atividades

Determinar se a exibição de índices referentes à freqüência de notas é desejada durante o processamento de


notas. Se necessário, atualizar os critérios adequados para a compactação de dados, a fonte de dados e o
controle de exibição de tela para cada tipo de nota.

Outras observações

A parte da tela com a referência a notas QM relacionadas somente será exibida na nota QM, caso esta tenha
sido considerada durante a determinação das máscaras de tela para o tipo de nota.
Caso estas notas existam, a referência a notas QM relacionadas também será exibida na entrada de resultados
e na decisão de utilização para o lote de controle.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 197
R/3 System
________________________________________________________________

Uma nota QM em processamento no momento também é incluída na análise de notas relacionadas.

1.6.5.3 Determinar despesas por não conformidade para a avaliação de

Nesta etapa são determinadas despesas por não conformidade gerais (como custos devido a defeitos)
originadas mediante uma nota QM.
No momento em que o comprador executa a avaliação de fornecedores, o sistema fornece o critério parcial
qualidade/reclamação com um índice que será representado da seguinte forma: se não existirem notas QM, o
fornecedor obtém o índice de qualidade (IQ) mais provável. O IQ diminui em proporção ao número de notas
QM durante o período considerado até o índice de qualidade menos provável ter sido alcançado. Neste caso,
o fator de proporção é a relação entre os danos gerais causados por uma reclamação após uma avaliação do
usuário e o valor ponderado de todos os fornecimentos no período de tempo considerado. O valor dos
fornecimentos, i.e., o faturamento obtido do fornecedores, é ponderado com um fator percentual Percentual
do faturamento.

Qualidade como critério para a avaliação de fornecedores

O critério principal 'qualidade' inclui os três subcritérios avaliados automaticamente 'entrada de mercadorias',
'auditória de qualidade' e reclamação
o Entrada de mercadorias (EM)
A nota EM é calculada mediante os índices de qualidade (IQ) dos lotes de controle consoante a seguinte
fórmula:

IQ = (S1 + S2) / (n1 + n2)

S1 = Total dos índices de qualidade dos lotes de controle


n1 = Quantidade lotes de controle
n2 = Número de fornecimentos para materiais com registro info de qualidade para os quais não
existem lotes de controle.
S2 = n2 * IQmax

O usuário pode expandir as notas EM do fornecedor consoante material e tipo de controle

o Auditória de qualidade:
A nota de auditória é criada através do índice de qualidade médio das auditórias de qualidade ou através
do índice de qualidade da última auditória. O usuário também poderá entrar a nota de auditória
manualmente.

o Reclamações:
A nota de reclamação é calculada através do número das notificações de defeito segundo a seguinte
fórmula:

IQ = IQmin + (IQmax - IQmin) * (1 - (N * K) / (F * U))

IQ = IQmin caso (N * K) > (F * U)

________________________________________________________________
198 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

IQmin = Limite inferior para o IQ


IQmax = Limite superior para o IQ
N = Número de notas QM no período de referência
K = Despesas por não conformidade fixas
F = Percentagem do volume de vendas para
cálculo do IQ
U = Volume de vendas do fornecedor no período de referência

Condições

o A área de valor para os índices de qualidade foi determinada nas opções básicas / Opções predefinidas
ao nível de mandante.
o O período de tempo referente e o fator de faturamento foram determinados nos Dados da organização de
compras para a avaliação de fornecedores.

Atividades

Caso seja empregada a Avaliação de fornecedores no módulo MM-Compras e o usuário deseje utilizar, como
contribuição ao critério qualidade, a avaliação geral de reclamações, será necessário gravar um valor
monetário (número de medida e unidade) por tipo de nota para as despesas por não conformidade gerais.

Outras observações

O fator de proporção mencionado acima contém no denominador o valor ponderado dos fornecimentos às
organizações de compra em questão no período de referência.
Caso este valor seja muito grande, o IQ permanece em seu valor máximo e a influência das reclamações
sobre o IQ (inteiro) só será notável quando o número das notas QM relacionadas seja correspondentemente
grande.
Caso este valor seja inferior os danos gerais devido a uma nota QM, o IQ decresce imediatamente ao seu
valor mais baixo já na primeira nota QM.

1.6.6 Aplicação da nota QM

Este capítulo descreve o procedimento e as opções do sistema necessárias para a execução de processos
provenientes de uma nota QM ou dos processos que incluem uma nota QM.

1.6.6.1 Processar devolução ao fornecedor

Nesta etapa, o usuário efetua as opções necessárias para processar devoluções de recebimentos que são
necessárias, devido a notificações de defeito a fornecedores.
Alguns processos parciais para o processamento de devoluções são iniciados a partir da nota QM. Fazem
parte:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 199
R/3 System
________________________________________________________________

o As transferências de estoque
o Os controles de qualidade
o As devoluções
o Os débitos ou as solicitações de nota de crédito
No controle de entradas ou na armazenagem e processamento sucessivos, podem surgir defeitos no material
fornecido, pelos quais o fornecedor ou o fabricante deve se responsabilizar. Em primeiro lugar, o usuário
deverá criar uma nota QM que documente o problema e sirva de base para as medidas de correção. Para
evitar outros danos, o departamento responsável registra o material existente no depósito a partir do estoque
de utilização livre para o estoque bloqueado ou para o estoque em controle de qualidade (tipos de estoque).
Nota: Se o módulo WM (administração de depósito) estiver ativo e o lote de controle ou, no caso de isenção
de controle, o documento de entrada de mercadorias ainda puder ser determinado, o sistema encontra, através
destes dados, todas as quantidades individuais e os movimentos de mercadorias em questão e ajuda o usuário
a agrupar as quantidades defeituosas em um depósito.
O usuário pode continuar o processamento de várias formas. Eventualmente, a quantidade parcial utilizável
será "separada" e a quantidade parcial não utilizável será processada posteriormente ou transformada em
sucata. Eventualmente, o material inútil será devolvido ao fornecedor, embora um fornecimento de
substituição possa ser solicitado.
Se o usuário optou por uma devolução, esta poderá ocorrer com ou sem referência ao pedido original ou à
entrada de mercadorias. Se a devolução ocorrer com referência ao documento original, o sistema diminui a
quantidade fornecida no pedido original. Caso contrário, o sistema cria um pedido de devolução especial que
serve de base para a devolução em si.
Em ambos os casos é criado um fornecimento, os documentos de acompanhamento (por exemplo: nota de
remessa, notificações de defeito com dados de defeito, report 8D) são impressos, a saída de mercadorias é
registrada e é debitada uma fatura para o fornecedor. Os pedidos de devolução, o fornecimento e as
solicitações de notas de crédito e/ou exibição de débito referem-se à nota QM, a partir da qual foram
acionados. O usuário pode acompanhar o fluxo de documentos na nota.

Condições

o Registro mestre de materiais


O tipo de material deve ser definido de tal forma que, no registro mestre de materias, possam ser
atualizados não somente os dados do departamento especializado de compras como também os dados do
departamento de vendas e distribuição, se a expedição da devolução ao fornecedor tiver que ser
suportada. Para isso, o usuário deverá, por exemplo, determinar nos dados gerais de vendas e
distribuição, um grupo de transporte e um grupo de carregamento.
Nos dados de controle QM, o tipo de controle 08 deve estar ativo para que seja gerado um lote de
controle no estoque em controle de qualidade, durante a transferência.
o Registro mestre de fornecedores
Deve existir para o fornecedor, tanto um registro mestre do fornecedor com um grupo de contas para
fornecedores como também um registro mestre de clientes.
Se o usuário definir, nos dados de compra do fornecedor, o código de controle devolução com
processamento de entregas e expedição, o sistema exige os dados do cliente pertencente ao fornecedor.
Este cliente deve estar ou ser criado com um grupo de contas para emissores de ondem. Os dados da
área de vendas do registro mestre de clientes, como por exemplo, condição de expedição, devem ser
atualizados. Para o débito do fornecedor segundo o procedimento FA-EM, o usuário poderá ativar o

________________________________________________________________
200 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

faturamento automático de entrada de mercadorias para devoluções.


Nota: Se estes códigos de controle não estiverem prontos para a entrada na atualização do registro
mestre, o usuário deverá adaptar o controle de seqüência de telas do grupo de contas do fornecedor.
o Registro info para compras
Se o sistema tiver acesso a um 'registro info para compras' para a relação de fornecimento, serão
propostos pelo sistema preços e condições de pagamento adequados, mesmo não existindo uma
referência ao documento original.
o Processo de liberação
Se o usuário utilizar processos de liberação para a compra, deverá considerar que, ao definir a estratégia
de liberação, o tipo de pedido 'Pedido de devolução' deverá ser excluído do processo de liberação, a fim
de que a devolução possa ser criada automaticamente.

Opções standard

O sistema standard contém todas as partes integrantes e necessárias da nota QM, como:
o Medidas
O usuário poderá encontrar as medidas no catálogo 2, no grupo de codes QM-G2.
o As propostas de medidas para a barra de atividades subseqüentes (Action Box) com seus respectivos
módulos de função. O sistema standard fornece as seguintes funções:
- Transferir de livre para bloqueado
- Transferir de livre para estoque em controle de qualidade
- Efetuar decisão de utilização
- Atribuir documentos de compra
- Criar devolução
- Modificar entrega
o Ações subseqüentes e seus respectivos módulos de função. No standard, são oferecidas as seguintes
ações subseqüentes:
- Efetuar decisão de utilização (UD)
- Criar entrega (DELIVERY)
- Modificar entrega (VL02)

Recomendação

Transferir as opções standard do mandante 000 para o mandante atual.


Se o usuário definir grupos de code e codes próprios no catálogo de medidas devido à nomenclatura (de
forma análoga aos exemplos contidos no standard), deverá adaptar respectivamente as atividades
subseqüentes.
Utilizar a recomendação para o manuseio do guia de implementação (link de hipertexto na estrutura IMG ao
invés do texto IMG de forma indireta pelo editor SAPscript e a saída em tela).

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 201
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

Verificar as seguintes opções no customizing:


1. O estorno da entrada de mercadorias apesar da fatura na revisão de faturas com referência à entrada de
mercadorias deve ser permitido para os tipos de movimentos utilizados para as devoluções:
- 161 Devolução sem referência ao documento original
- 122 Devolução com referência ao documento original
2. Na determinação do parceiro para o fornecimento, o esquema de parceiros RLL (Devolução ao
fornecedor) deve ser atribuído aos tipos de remessa RL (Devolução fornecedor - Devolução com
referência ao pedido) e RLL (Devolução aos fornecedores - sem referência ao pedido).
Nota: O usuário pode encontrar as atribuições dos esquemas de parceiros aos fornecedores na função de
atualização para o esquema de parceiros para o objeto parceiro 'fornecimento'.
3. Visto que na devolução de um recebimento o centro receptor passa a ser o centro cedente, deve ser
atribuída uma área de vendas (organização de vendas, canal de distribuição e setor de atividade) a este
centro.
4. A determinação do local de expedição deve estar definida para a condição de expedição, grupo de
carregamento e centro.

Outras observações

Para isto, o usuário encontra a nota nº 113844, no sistema de serviço on-line.

1.6.6.2 Processar ordem de reparações do cliente

Nesta etapa, o usuário efetua as opções necessárias para processar Devoluções e reparações de materiais que
devem ser processados devido a ordens de reparação dos clientes.
Devem ser considerados os seguintes processos:
o Processo básico: ordem de reparação e de serviço
Este processo serve como base para as seguintes variantes:
o Variante de processo 1: com nota QM (ou nota de serviço)
o Variante de processo 2: com nota QM (ou nota de serviço) e controle de qualidade
o Variante de processo 3: com controle de qualidade
O texto para esta etapa trata especialmente do processo básico e de cada uma de suas variantes.

Recomendação

Utilizar a Recomendação para o manuseio do guia de implementação (link de hipertexto na estrutura IMG em
vez da forma indireta texto IMG através do editor SAPscript e a saída em tela).

Ordem de reparação e de serviço

________________________________________________________________
202 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Condições

O ponto de partida para o processamento é uma ordem de reparação do cliente. A ordem de reparação é um
Documento de venda SD que se refere a um item de reparação e, dependendo do tipo de ordem, a um produto
de serviço.
A partir da ordem do cliente é gerada uma ordem de serviço. Para isto, o tipo de ordem deve ter os seguintes
atributos:
o A ordem deve estar marcada como Ordem de serviço.
o A ordem deve estar marcada para a Restauração.
o A ordem não pode estar marcada como Com receita.
Se estas Condições não forem preenchidas, o sistema reagirá com uma mensagem de erro.

Variante 1: com nota QM e de serviço


Opções standard

Estão definidas no customizing da nota QM as seguintes Ações subseqüentes para medidas para esta variante:
o G_MOVE: Entrar movimentos de mercadorias
o REP_ORD: Criar ordens de reparação
o REP_VE: Notificar decisão à ordem de reparação
No grupo de codes QM-G1O, o catálogo 2 (medidas) contém codes aos quais estas ações subseqüentes estão
atribuídas.
o Code 0014: criar ordem de reparação
Ação subseqüente REP_ORD
o Code 0015: entrar movimentos de mercadorias para a ordem de reparação
Ação subseqüente G_MOVE
o Code 0018: notificar decisão à ordem de reparação
Ação subseqüente REP_VE
No customizing da nota QM já foram definidas para os tipos de notas Q1, S1, S2, S3 Atividades
subseqüentes (medidas/ações geradas) adequadas para esta variante.
o Função: criar ordem de reparação
o Função: entrar movimento de mercadorias
o Função: decisão para ordem de reparação

Recomendação

O usuário deverá transferir a Opções standard do mandate 000 para o mandante atual.
Se o usuário definir grupos de codes e codes próprios no catálogo de medidas por razões relativas à
nomenclatura (analogamente aos contidos nos exemplos do standard), deverá adaptar também as atividades
subseqüentes correspondentes.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 203
R/3 System
________________________________________________________________

Outras observações:

Os números em série não são suportados como objetos de serviço com esta variante.

Variante 2: com nota QM ou de serviço e um relatório através de um lote de


controle
Opções standard

No customizing da nota foram definidas as seguintes ações subseqüentes relativas às medidas para estas
variantes:
o REP_ORD Criar ordem de reparação / atividade subseqüente
O catálogo 2 (medidas) contém no grupo de codes QM-G1 um code ao qual esta ação subseqüente foi
atribuída.
- Code 0014: criar ordem de reparação
Já foi definida no customizing da nota QM para os tipos de notas Q1, S1, S2, S3 uma Atividade subseqüente
(medida/ação gerada) adequada para esta variante.
o Função: criar ordem de reparação

Recomendação

Transferir a Configuração standard do mandante 000 para o mandante atual.


Se o usuário definir codes e grupo de codes próprios no catálogo de medidas por uma questão de
nomenclatura (analogamente aos exemplos contidos no standard), deverá adaptar também as respectivas
atividades subseqüentes.

Atividades

No customizing do Controle em um movimento de mercadorias, a abertura do lote de controle ainda não está
ativa, devendo ser ativada nos seguintes movimentos de mercadorias.
TpMov. EstEspec. CodMov. Consumo Textos tipos de movimento
653 E L E WL devolução de livre utilização

653 E L P WL devolução de livre utilização

653 E L V WL devolução de livre utilização

Variante 3: sem nota e com relatório através de lote de controle


Atividades

No customizing do Controle em um movimento de mercadorias, a abertura do lote de controle ainda deve ser
ativada para os seguintes movimentos de mercadorias:
TpMov. EstEspec. CodMov. Consumo Textos tipos de movimento

________________________________________________________________
204 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

653 E L E WL devolução de livre utilização

653 E L P WL devolução de livre utilização

653 E L V WL devolução de livre utilização

Outras observações

Para isto, consultar a observação nº 114872 no Online Service System.

1.7 Acompanhamento de qualidade


Nesta documentação são definidas as opções para o acompanhamento da qualidade com ajuda do módulo
QM.

Nota

Considerar a relação com a etapa Arquivamento da documentação 'Opções globais e ambiente' -> 'Funções'
A base para o acompanhamento da qualidade é a análise de dados de movimento:
o conjuntos de dados originais, p.ex. para lotes de controle e notas QM
o dados compactados no sistema de informação QM
Após o arquivamento dos conjuntos de dados, análises só são possíveis a partir do arquivo. Porém, isso
requer medidas especiais e determinados acessos aos dados já não são automaticamente possíveis. Por isso,
antes do arquivamento, dados importantes de movimento são transferidos de forma compactada para o
sistema de informação QM (parte do sistema de informação para logística (SIL).

Recomendação

Deveria
o determinar ritmos que combinam um com os outros para as análises e o arquivamento
o arquivar os dados de movimento após o encerramento de todas as análises para o intervalo de tempo
precedente, logo que já não seja necessário recorrer aos dados originais

Atividades

1. Determinar o ritmo para as análises para o sistema de informação para logística (LIS).
Ler também o capítulo "Sistema de informação".
2. Verificar por quanto tempo os dados de movimento originais têm de ser mantidos:
- para análises na base de análises regulares do sistema de informação
- para comprovantes de controles e de resultados do controle (p.ex.em forma de certificados)

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 205
R/3 System
________________________________________________________________

- para análise de notas QM


Informações mais detalhadas encontram-se na etapa "Arquivamento".
3. Organizar os processos no empreendimento de maneira que os conjuntos de dados sejam arquivados
após o encerramento de todas as análises.
4. Organizar os acessos aos conjuntos de dados arquivados.

1.7.1 Sistema de informação administração de qualidade (SIAQ)

Neste capítulo são efetuadas algumas opções para o processamento de dados no sistema de informação para
logística (SIL). Estas opções fazem parte das opções para o SIL. Informações mais detalhadas encontram-se
no guia de implementação "Sistema de informações para logística" "banco de dados estatístico" (Data
Warehouse).
Pormenores encontram-se sobretudo nas seções
- "controle de atualizações"
- banco de dados, ferramentas " reestruturação"
O módulo QM fornece dados dos controles de qualidade, bem como das notas QM para o SIL.
o Controle de qualidade
As opções em questão podem ser encontradas no capítulo Controle de Qualidade / Sistema de
informações.
o Nota QM O usuário encontra as opções em questão no capítulo Nota QM / Sistema de informações.

1.7.2 Avaliação de fornecedores

A avaliação de fornecedores compete primariamente ao departamento de compras. Por isso as funções e o


customizing pertencentes se encontram sobretudo no módulo compras do sistema R/3.
Na avaliação de fornecedores, o módulo QM contribui para o critério qualidade.

Qualidade como critério para a avaliação de fornecedores

O critério principal 'qualidade' inclui os três subcritérios avaliados automaticamente 'entrada de mercadorias',
'auditória de qualidade' e reclamação
o Entrada de mercadorias (EM)
A nota EM é calculada mediante os índices de qualidade (IQ) dos lotes de controle consoante a seguinte
fórmula:

IQ = (S1 + S2) / (n1 + n2)

S1 = Total dos índices de qualidade dos lotes de controle

________________________________________________________________
206 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

n1 = Quantidade lotes de controle


n2 = Número de fornecimentos para materiais com registro info de qualidade para os quais não
existem lotes de controle.
S2 = n2 * IQmax

O usuário pode expandir as notas EM do fornecedor consoante material e tipo de controle

o Auditória de qualidade:
A nota de auditória é criada através do índice de qualidade médio das auditórias de qualidade ou através
do índice de qualidade da última auditória. O usuário também poderá entrar a nota de auditória
manualmente.

o Reclamações:
A nota de reclamação é calculada através do número das notificações de defeito segundo a seguinte
fórmula:

IQ = IQmin + (IQmax - IQmin) * (1 - (N * K) / (F * U))

IQ = IQmin caso (N * K) > (F * U)

IQmin = Limite inferior para o IQ


IQmax = Limite superior para o IQ
N = Número de notas QM no período de referência
K = Despesas por não conformidade fixas
F = Percentagem do volume de vendas para
cálculo do IQ
U = Volume de vendas do fornecedor no período de referência

Atividades

Conferir os seguintes livros do guia de implementação acerca das operações necessárias no customizing:
o Administração de materiais / Compras / Avaliação de fornecedores
- Chave de ponderação
- Critérios
- Dados de organização de compras
o Administração de qualidade / Configurações globais / Configurações preliminares a nível de mandante
Áreas dos índices de qualidade (IQ)
o Administração de qualidade / Controle de qualidade / Encerramento do lote de controle/
Processos IQ
o Administração de qualidade / Controle de qualidade / Abertura do lote de controle
Origem de lote de controle 07
Auditória de fornecedor

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 207
R/3 System
________________________________________________________________

o Administração de qualidade / Nota QM / Sistema de informação/


Avaliação de não conformidade

1.8 Administração de meios de controle


Este capítulo contém instruções referentes ao customizing da administração de meios de controle.
O sistema R/3 oferece diferentes categorias de meios de controle. As informações introdutórias para isso
podem ser encontradas no manual planejamento de qualidade / planejamento de controle / operação / meio de
controle.
A categoria de meio de controle "equipamento" contida no módulo PM oferece o maior volume de funções. O
processamento será possível especialmente mediante uma ligação de funções do módulo PM e dos controles
de calibragem QM. As informações referentes ao planejamento de controles de calibragem podem ser
encontradas no manual controle de qualidade / abertura do lote de controle / na manutenção . Dependendo
das funções provenientes dos módulos PM e QM a serem necessitadas, o usuário deverá aceitar as respectivas
etapas dos guias de implementação destes módulos no projeto de implementação do usuário.

1.8.1 Definir variantes de lista

Nesta etapa, o usuário define as variantes standard para listas, necessárias na administração de
meios de controle.
Neste caso será aplicada uma técnica denominada por listview. A técnica e o procedimento estão
descritas no capítulo ambiente / ferramentas / definição de lista.

1.9 Ambiente
O manual 'Ambiente" do guia de implementação QM
o contém opções gerais, que não podem ou devem ser atribuídas a um manual especial ou a um capítulo.
o as funções customizing centrais serão elucidadas, as quais serão utilizadas em vários componentes do
módulo QM.
o as ferramentas customizing gerais serão preparadas.

1.9.1 Configurações

No capítulo "Opções preliminares" são efetuadas opções centrais.

________________________________________________________________
208 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Recomendação

Durante a estruturação do sistema teste deveriam ser utilizadas inicialmente as configurações contidas no
sistema standard. No decorrer da implementação, depois do processamento do guia de implementação do
módulo QM, estas configurações podem ser adaptadas.

1.9.1.1 Determinar formato de texto

Nesta etapa é determinado o formato de textos descritivos a serem utilizados nos objetos do módulo QM. O
texto do lote de controle e o texto para nota QM a nível do cabeçalho ou a nível do item são exemplos deste
tipo.
Além disso, o usuário atribui textos do remetente utilizados nos formulários SAPscript, aos programas de
dispositivos de saída a nível da empresa. Tais textos serão utilizados por exemplo, como linhas do cabeçalho
ou rodapé de páginas em certificados de qualidade ou em relatórios de controle.

Opções standard

No sistema standard, a largura dos textos está definida de forma uniforme em 72 caracteres.

Recomendação

Manter a configuração standard.

Atividades

1. Verificar se, outras opções de textos SAPscript serão necessárias para determinados objetos do módulo
QM e se este for o caso, modificar as opções. Os respectivos objetos podem ser encontrados com a
chave Q*.
Atenção: as opções são válidas para todos os mandantes!
2. Estabelecer em quais dos seguintes formulários deverão estar contidos textos do remetente e ajustar os
modelos para estes textos por empresa se necessário, à firma do usuário.
a) Relatório de controle (impressão de resultados para características de controle)
b) Certificado de qualidade

Outras observações

o Será possível predefinir a largura de textos divergentes para objetos de plano. Estes têm prioridade em
relação à configuração central do formato de texto.
o Os textos breves têm geralmente uma largura de 40 caracteres; além disso os caracteres existentes
provenientes da primeira linha do texto descritivo não serão exibidos no texto breve correspondente.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 209
R/3 System
________________________________________________________________

1.9.1.2 Completar unidades de medida e quantidade

Nesta etapa são definidas as unidades de medida complementares para a administração de controle de
qualidade.

Atividades

1. Unidades de medida
As unidades de medida são administradas de forma central no sistema R/3 e atualizadas no âmbito das
opções globais. Do ponto de vista da administração de controle de qualidade, pode ser necessário
complementar as unidades de medida, a fim, por exemplo,
- de representar os valores medidos conforme a sua finalidade,
- das unidades para quantidade de amostras adicionais serem colocadas à disposição,
- de representar as quantidades de lote de controle mediante o número e a unidade da unidade
comercial,
- de determinar as unidades de medida para a avaliação de defeitos.
Verificar, se as unidades de medida necessárias no QM existem e se as mesmas estão corretamente
definidas.
2. Grupos de unidades de medida para materiais
Diferentes unidades de medida poderão ser utilizadas para a representação da quantidade de um
material. A fim de simplificar a atualização de registros mestre do material, será possível predefinir
grupos de unidades de medida juntamente com fatores de conversão para a unidade de medida de base.
Verificar se os grupos de unidades de medida previstos para a atualização dos registros mestre do
material estão completos e corretos.

Outras observações

Controle 100%
Para um controle 100 %, o número das casas decimais na unidade de medida de amostra exerce um papel
importante. Isto é válido, se nenhum processo de amostra está ativo, isto é, se o usuário determinar um
controle 100 % no material, ou não determinar um processo de amostra para a característica de controle, ou
também se o tamanho da amostra determinado pelo processo de amostra excede o tamanho do lote e por isso
é reduzido para o tamanho da amostra. Nesse caso, o sistema utilizará especiais regras para a determinação de
amostras com o seguinte resultado:
o Se a unidade de medida da amostra contiver casas decimais, o tamanho da amostra é sempre 1, isto é, o
tamanho da amostra é igual a uma unidade de medida de amostra.
o Se a unidade de medida da amostra não contiver nenhuma casa decimal, 100% do tamanho do lote
deverá ser controlado nas unidades de medida (arredondado).
O usuário também poderá obter um controle 100% através da utilização de um processo de amostra com o
tipo de amostra controle 100% ou processando um controle com processo de amostra percentual e definindo
o tamanho da amostra para 100%. Neste caso o tamanho da amostra é independente do número das casas
decimais e corresponde a 100% do tamanho do lote, medindo em unidades de medida de amostra.
Quota de refugo no lote de controle
No caso de um controle sem entrada de valores de características, a quota de refugo no lote de controle só é

________________________________________________________________
210 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

determinada se a unidade de medida no lote de controle não tiver casas decimais.


Tipo de unidade comercial da amostra física
É possível indicar um tipo de unidade comercial no processo de retirada de amostra por item de retirada de
amostra e tipo de amostra. Este tipo de unidade comercial é utilizado na retirada de amostras físicas e exibido
no registro de dados de amostras. Este não tem nada em comum com as unidades de medida no lote de
controle. Os tipos de unidade comercial são definidos no capítulo Controle de Qualidade / Administração de
Amostra do guia de implementação.

1.9.2 Funções centrais

Neste capítulo é possível efetuar configurações para algumas funções centrais que também são utilizadas em
outros módulos do sistema SAP R/3.

Condição

Para poder efetuar as configurações de maneira apropriada é necessário processar primeiro os restantes
manuais no guia de implementação do módulo QM.

Recomendação

No caso da utilização de funções que se extendam para além do módulo QM, alguns membros da equipe de
projeto deveriam informar-se detalhadamente sobre as respectivas áreas funcionais.

1.9.2.1 Administração de autorizações

Nesta seção será determinado detalhadamente, quais usuários podem executar quais funções na administração
de controle de qualidade e para quais processos empresariais são necessárias autorizações especiais.

1.9.2.1.1 Atualizar autorizações de usuários

Nesta etapa, são determinadas as autorizações detalhadas e os perfis de autorização para os usuários do
módulo QM.
O usuário complementa ou substitui as autorizações globais concedidas ao grupo de projeto no início do
projeto de implementação no âmbito das configurações globais.
A descrição é válida para o caso de o usuário ter que atualizar as autorizações e os perfis manualmente. O
procedimento se divide em três etapas:
o Atualização das autorizações
o Atualização dos perfis de autorização e perfis coletivos
o Atualização dos registros mestre do usuário

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 211
R/3 System
________________________________________________________________

Caso o ususário tenha se decidido pela utilização do gerador de perfil, utilizar a descrição deste.

Condições

A administração superior de autorizações para a empresa deve ter sido determinada:


o O usuário determinou o administrador principal do sistema de autorizações,
o O usuário estabeleceu se uma administração de autorizações própria deverá ser criada para a
administração de qualidade ou não.
Em caso afirmativo, o usuário a determinou e esta foi equipada pelo administrador principal com
competências limitadas para a administração de qualidade.
o O usuário decide se deseja utilizar administradores separados para:
- A atualização de autorizações e perfis
- A ativação de autorizações e perfis
- A atualização de registros mestre de usuário

Recomendação

O usuário deve concentrar o sistema de autorizações. Criar responsabilidades descentralizadas e subdividas


somente se necessário e de acordo com o tamanho e as exigências de segurança da empresa.

Primeira etapa: Atualização das autorizações

Objetos de autorização

Base para a definição das autorizações são os objetos de autorização gravados nos programas e os campos
nestes contidos, aos quais serão atribuídos valores durante a atualização das autorizações.
Objetos abrangentes de autorização :
Funções para... Objeto de autorização
Atualização de tabela S_TABU_DIS
Processamento de transação Q_TCODE
Processamento de material Q_MATERIAL

Objetos de autorização para a atualização dos dados mestre:


Funções para... Objeto de autorização
Atualização do catálogo
- Grupos de codes Q_CAT_GRP
- Conjunto de seleção Q_CAT_SSET
Método de controle conforme status Q_STA_QMTB
Característica de controle conforme status Q_STA_QPMK
Atualização do plano de controle Q_ROUT

________________________________________________________________
212 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Características do plano de controle conforme categoria do plano Q_PLN_FEAT


Acesso aos dados mestre de QM Q_MASTERD

Objetos de autorização para o processamento de controle:


Funções para... Objeto de autorização
Tipo de controle do lote de controle Q_INSPTYPE
Utilização de codes provenientes dos catálogos
- Codes de grupos Q_GP_CODE
- Codes de decisão de utilização Q_UD_CODE
Registros de estoque Q_STCK_CHG
Entrada de resultados Q_CHAR_PRC
Encerramento de controle Q_INSP_FIN
Modificar gráficos de controle de qualidade Q_SPC

Objetos de autorização para nota QM:


Funções para... Objeto de autorização
Processar notas QM
- Geral Q_QMEL
- Operações empresariais Q_VORG_MEL

Objetos de autorização para o certificado de qualidade


Funções para... Objeto de autorização
Modelo de certificado
- Processar Q_CERT_PRF

Opções standard

No sistema standard, está contida uma autorização '<nome do objeto>_A' para cada objeto de autorização,
que permite todas as funções para o objeto em questão.

Recomendação

o Orientar-se por uma nomenclatura fixa para as autorizações.


o Considerar que os usuários que não fazem parte da administração de qualidade, possivelmente
necessitarão de determinados direitos de acesso e visualização destas funções.

Atividades

1. Visualizar os objetos de autorização da administração de qualidade e observar o efeito dos mesmos.


Estes objetos de autorização serão encontrados na classe de objetos 'administração de qualidade'; estes
têm o nome genérico Q_*.
Se o usuário desejar atribuir autorizações limitadas para o customizing, vale o seguinte: às tabelas do
módulo QM foram atribuídos grupos de autorização no sistema, os quais serão encontrados na tabela
TDDAT com a denominação genérica QM-*. Além disso, em certas circunstâncias, serão necessários
grupos de autorização provenientes de outras áreas funcionais. Exemplos destes grupos de autorização:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 213
R/3 System
________________________________________________________________

- PMD e PMTD para o controle da impressão de notas QM.


2. Distinguir cada usuário ou grupo de usuários segundo a especificação de tarefas dos mesmos. Criar
descrições de cargo onde devem estar listados os objetos de autorização em questão. Formular as
autorizações adequadas para estes cargos e para as funções dos mesmos.
3. Atualizar as autorizações necessárias.

Informações adicionais

As autorizações têm uma conexão manual para transporte.

Segunda etapa: Atualização dos perfis

Na segunda etapa, o usuário atualiza os perfis de autorização para os cargos qua tenham experiêcia nas
funções do módulo QM.

Opções standard

O módulo QM contém perfis standard com autorizações abrangentes para os diferentes campos de atividade
dentro da administração de qualidade. Estes perfis podem ser encontrados por meio da nomenclatura Q_*.
No sistema também estão contidos perfis abrangentes para o customizing.
- S_A.CUSTOMIZ Perfil válido para todas as aplicações para funções do customizing
- Z_CUSxx01 Perfil para o customizing no módulo xx (ex: xx = QM)

Recomendação

o Durante a definição dos perfis, considerar também os grupos de usuários que, mesmo não intervindo
ativamente na execução da administração de qualidade, necessitam de informações do módulo QM.
o Orientar-se por uma nomenclatura fixa para os perfis; utilizar as denominações mnemônicas.

Atividades

1. Visualizar as autorizações e perfis de autorizações contidos na configuração standard.


2. Estruturar perfis e perfis coletivos próprios conforme as necessidades.
3. Atribuir perfis adequados a todos os cargos definidos.
4. Ativar as autorizações e perfis.

Informações adicionais

Os perfis têm uma conexão manual para transporte.

________________________________________________________________
214 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Terceira etapa: Atualização do usuário

Na terceira etapa, são atualizados os registros mestre de usuário para cada usuário com acesso às funções
QM.
Recomendação SAP
Já no sistema de testes, limitar as autorizações do usuário à medida necessária. Testar a eficiência da
administração de autorizações para todos os grupos de usuários.

Atividades

1. Criar os registros mestre de usuários.


2. Atribuir perfis de autorizações.
3. Atualizar os parâmetros de usuário.

Outras observações

A atualização do usuário pode ser encontrada no menu de área da administração do sistema. A atualização do
usuário não é considerada como tarefa do customizing; por esta razão, a mesma não estará à disposição no
guia de implementação e também não tem nenhuma conexão para transporte. Contudo será possível transferir
todos os mestres do usuário para o sistema destino com ajuda do copiador de mandante. No sistema standard
está previsto o perfil de cópia SAP_USER. Mais informações sobre o copiador de mandate poderão ser
encontradas nas funções básicas do customizing na etapa definir mandantes.

1.9.2.1.2 Definir grupos de autorização e assinatura eletrônica

Nesta etapa são determinados os grupos de autorização para


o as atividades QM referentes ao material
o os dados mestre na administração de qualidade
Esta etapa será necessária somente se o usuário desejar utilizar os objetos de autorização:
o autorização de material
o autorização de dados mestre
Se o usuário fizer uso da autorização de material, poderá também:
o predefinir um processo de autorização para lotes de controle
o exigir assinaturas digitais (assinaturas eletrônicas)
- durante a retirada de amostra
- durante a entrada de resultados de controle
- durante a decisão de utilização

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 215
R/3 System
________________________________________________________________

Recomendação

A utilização de grupos de autorização traz consigo um certo esforço organizacional. O usuário deve atualizar
grupos de autorização nos dados mestre e conceder as respectivas autorizações aos usuários. Por este motivo,
utilizar com cautela os objetos de autorização!

Atividades

1. O usuário deve determinar se pretende realmente fazer uso dos grupos de autorização. Em caso
afirmativo, determinar
- grupos adequados de material
- grupos adequados de dados mestre
Definir as chaves para os grupos de autorização.
2. Atualizar as autorizações e os perfis necessários para os registros mestre de usuário daqueles usuários
que devem ter direito de acesso.
3. Atualizar os grupos de autorização nos dados mestre em questão.
4. Verificar se são necessários processos de autorização para lotes de controle. Em caso afirmativo,
determinar, para cada grupo de material, o procedimento para a criação de lotes de controle.
5. Determinar se serão necessárias assinaturas eletrônicas. Nos seguintes casos, o usuário poderá solicitar
uma assinatura eletrônica:
- durante a retirada de amostra,
- durante a entrada de resultados,
- durante a decisão de utilização.
Criar, neste caso, as condições técnicas e organizacionais para isto.
a) Determinar um método de assinatura, para ocasiões nas quais se solicita uma assinatura digital.
b) Certificar-se de que as opções básicas necessárias sejam executadas.
c) Certificar-se de que os registros mestre de usuário das pessoas com autorização para assinaturas
digitais sejam atualizados adequadamente.

Outras observações

Autorização de planos de controle e lotes de controle

Em alguns setores da indústria de processo, como por exemplo, na indústria farmacêutica, as regras de Good
Manufacturing Practices (GMP) requerem que determinados dados mestre e modificações do mesmo estejam
sujeitos a um processo de autorização. As ordens de trabalho podem ser executadas somente se tiverem sido
controladas ou autorizadas explicitamente por meio de dados mestre liberados. No módulo QM, são as
seguintes:
o Plano de controle como objeto controlador de dados mestre
A fim de que o plano de controle seja sujeito a um processo de autorização, o usuário deve determinar
uma regra de modificação e um tipo de modificação, no cabeçalho da lista de tarefas.

________________________________________________________________
216 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o Lote de controle no âmbito de uma ordem de trabalho


A fim de que o lote de controle seja sujeito a um processo de autorização, gravar uma identificação no
grupo de autorização de material para a autorização de lote de controle.

Assinatura eletrônica

Sobretudo no setor farmacêutico, mas também em outros setores industriais, as regras Good Manufacturing
Practices (GMP) exigem que determinadas operações sejam executadas, supervisionadas ou autorizadas
somente por usuários com autorizações especiais. No módulo QM, tais operações são:
- Confirmação da retirada de amostra,
- Gravação de resultados de características de controle,
- Gravação de uma decisão de utilização.
A assinatura digital serve como meio auxiliar técnico. Se o usuário autorizado desejar gravar os dados, deverá
entrar, utilizando um leitor de cartões chip, um cartão de identificação que contenha sua identificação de
usuário, e entrar sua senha. O sistema verifica se estas informações correspondem às informações do registro
mestre de usuários, antes que os dados sejam arquivados no banco de dados.
Recomendação: Caso o usuário utilize uma assinatura de usuário com um produto de segurança externo como
método de assinatura, deve então trabalhar no sistema produtivo sempre com verificação. Em caso de
assinaturas sem verificação, não será verificada a validade do certificado de usuário. Por este motivo, este
método de assinatura deve ser utilizado somente para testes.

1.9.2.2 Definir tipos de documento

Nesta etapa são determinados os tipos de documentos para os documentos de controle de qualidade
(documentos QM).
O tipo de documento é um componente da chave de documento no sistema de administração de documentos.
Este controla entre outros
- o intervalo de numeração
- a administração de versão
- a modificação de status durante a atualização
- a estrutura da tela

Condições

O sistema de administração de documentos está à disposição como uma função válida para todas aplicações.

Opções standard

o Para o intercâmbio de documentos QM com fornecedores, existem duas formas de suporte do sistema:
- Condições técnicas de fornecimento (tipo de documento Q02):
Se a chave de controle do material predefine condições técnicas de fornecimento, será necessário

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 217
R/3 System
________________________________________________________________

gravar documentos do tipo de documento correspondente no registro mestre do material a nível do


centro.
- Acordos sobre asseguramento de qualidade (tipo de documento Q01):
Se a chave de controle do material exigir acordos sobre asseguramento de qualidade com o
fornecedor, os documentos do respectivo tipo de documento deverão ser gravados no registro info
QM para relação fornecedor-material (fornecedor * material * centro).
Estes documentos serão utilizados nas operações de suprimento, ou seja, em solicitações de cotação e
pedidos e transmitido ao fornecedor.
No sistema standard SAP estão contidas opções predefinidas para estes tipos de documentos, como por
exemplo:
- A modificação de um documento origina a criação de uma nova versão no sistema.
- A seqüência do status do documento é determinado de modo apropriado.
A determinação e ajuste destes tipos de documentos será tratada no capítulo planejamento de qualidade /
QM no suprimento.
o Para a documentação da administração de controle de qualidade, dois tipos de documentos estão à
disposição:
- Acordos sobre asseguramento de qualidade)
Estes serão gravados no registro de informações do cliente QM.
- Especificações de qualidade (tipo de documento Q04)
Estes serão atribuídos a um material no registro de informações do cliente QM.
Os documentos para o QM em vendas e distribuição têm somente fins informativos; estes documentos -
ao contrário dos documentos para QM no suprimento - não serão processados automaticamente. Por este
motivo, as opções poderão ser definidas livremente para os tipos de documentos correspondentes.

Recomendação

Manter as opções dos tipos de documento contidas no sistema standard.

Atividades

1. Verificar a configuração dos tipos de documento Q01 até Q04 para a administração de controle de
qualidade.
2. Verificar a configuração de outros tipos de documento no sistema standard, logo que estes forem
importantes para a administração de controle de qualidade.

Outras observações

O guia de implementação completo para a administração de documentos pode ser encontrado no capítulo de
funções válidas para todas as aplicações, Administração de documentos. Neste guia, o usuário também
encontra informações sobre a possível configuração referente ao status do documento e à atribuição de
documentos para determinados registros mestre.

________________________________________________________________
218 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.9.2.3 Atualizar tipos de ordem QM

Nesta etapa são efetuadas as opções para as categorias de ordem e tipos ordem a serem utilizadas para as
seguintes funções no módulo QM:
o Controle de impressão para as documentações do controle de qualidade
- instrução para retirada de amostra
- instrução de controle
o Entrada de custos de qualidade
- custos de controle
- custos de defeitos

Condições

o Para a categoria de ordem 50 (lote de controle) os seguintes tipos de ordem deverão estar atualizados
para a impressão da documentação:
- QM01 instrução para retirada de amostra
- QM02 instrução de controle
o Para a categoria de ordem 06 (custos de qualidade) os seguintes tipos de ordem devem estar atualizados:
- QL01 custos de controle, que serão reunidos para vários materiais ou lotes de controle e serão
liquidados periodicamente
- QL02 custos de controle pertencentes a cada lote de controle
- QN01 custos de defeitos
Os valores propostos referentes a estes tipos de ordem devem estar atualizados.
Os reports de análise (relatórios) devem ser importados destes tipos de ordem do mandante standard 000
para o mandante atual e devem ser aí gerados (grupo de relatórios 7K0O para os módulos QM e PM)

Opções standard

No sistema standard, as seguintes condições foram preenchidas.

Recomendação

O usuário deverá conciliar as atividades com a área de Controlling, bem como consultar os especialistas da
área de Controlling, no que diz respeito a determinação, entrada, liquidação e análises dos custos de
qualidade!

Atividades

1. Verificar se os seguintes tipos e categorias de ordem estão atualizados no sistema standard:


a) Categoria de ordem 50 (lote de controle) com os tipos de ordem:
- QM01 impressão da instrução para retirada de amostra

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 219
R/3 System
________________________________________________________________

- QM02 impressão da instrução de controle


b) Categoria de ordem 06 (custos de qualidade) com os tipos de ordem:
- QL01 custos de controle com liquidação coletiva, periódica
- QL02 custos de controle liquidação individual
- QN01 custos de defeitos
2. Verificar se as opções preliminares correspondentes a estes tipos de ordem foram atualizadas.
a) Determinar as variantes de cálculo de custo por centro a serem utilizadas nos custos de
qualidade-tipos de ordem.
b) Determinar nas opções preliminares nos níveis do centro dois tipos de ordem para custos de
controle, um para a liquidação individual e um para a liquidação coletiva periódica. (no capítulo
opções globais / opções preliminares)
c) Determinar por centro valores propostos para os seguintes custos de qualidade-tipos de ordem:
- custos de controle (no capítulo controle de qualidade / processamento de lote de controle)
- custos de defeitos (no capítulo nota QM / processamento da nota )
d) Verificar se os tipos de ordem adequados estão atualizados no controle de impressão para a
documentação de controle. (no capítulo controle de qualidade / processamento de lote de controle)
3. Constatar se outros tipos de ordem ainda serão necessários, por exemplo:
- para se poder distinguir os custos de controle em função da origem do lote de controle ou do tipo
de controle
- para se poder distinguir os custos de defeitos em função do tipo de nota QM.
Atualizar as respectivas entradas da tabela se necessário.

Outras observações

A área de aplicação Controlling CO é responsável pela administração de todos custos no sistema SAP, ou
seja, pelo planejamento, liquidação e análise dos mesmos. Entrada, liquidação e análise dos custos de
qualidade entrados no módulo QM também pertencem à mesma. (O planejamento dos custos de qualidade
será suportado somente durante releases posteriores.) Opções adicionais serão relatadas no guia de
implementação do Controlling no capítulo controlling de custos do produto. O usuário deverá certificar-se de
que as respectivas opções sejam existentes no Controlling ou de que as mesmas tenham sido efetuadas
corretamente. Mais informações poderão ser encontradas no guia de implementação do sistema de controlling
no capítulo controlling de custos do produto contabilidades de objeto de custo
o Geração de ordens-custos de qualidade
- As ordens de custo de controle serão atribuídas pelo usuário a um ou mais materiais, bem como
geradas.
- As ordens de custos de defeito serão atribuídas exatamente à uma nota QM e também geradas.
o Compactação dos custos de qualidade
A fim de distinguir os tipos de custos de qualidade, como por exemplo, custos de defeitos internos e
externos e, poder compactar os mesmos através do controlling, as ordens serão atribuídas à uma classe
predefinida no sistema de classificações SAP e estas serão então distinguidas com base nas

________________________________________________________________
220 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

características desta classe, as quais podem ser definidas como se desejar. Deste modo, distingui-se os
custos de defeitos internos dos externos, indicando a característica "origem" à classe na qual foram
atribuídas as ordens de custos de defeitos e que também permita ambas modalidades "interno" e
"externo" para esta característica de classe. Para isso será necessário ativar a classificação nos
respectivos tipos de ordem.
o Análise dos custos de qualidade
O controlling utiliza reports gerados e que podem ser estruturados de maneira flexível para as análises
de custos. Os preparativos para a aplicação dos mesmos está relatada detalhadamente no guia de
implementação para o sistema de informações da contabilidade de custo do produto. Nota: o grupo de
relatórios 7k0O poderá ser utilizado para a análise de custos de qualidade.
Mais informações a respeito poderão ser encontradas no guia de implementação do sistema de
controlling no capítulo controlling de custos do produto / sistema de informações / contabilidade de
objetos de custo

1.9.2.4 Administração geral de status

Nesta seção do guia de implementação encontra-se uma instrução para a utilização da administração geral de
status.
O módulo QM utiliza a administração geral de status para os objetos
o registro info de qualidade para a relação de fornecimento
o lote de controle
o nota de qualidade
o modelo de certificado
Com a ajuda da administração geral de status é possível
o definir status de usuário próprios para estes objetos, adicionalmente aos status do sistema predefinidos
o definir esquemas de seleção que fornecem listas relacionadas aos status destes objetos

1.9.2.4.1 Definir esquema de status

Nesta etapa, o usuário obtém instruções


o Sobre a aplicação da administração geral de status para objetos do sistema,

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 221
R/3 System
________________________________________________________________

o Sobre a definição de esquemas de status próprios.

Geral

A administração geral de status para os objetos do sistema será utilizada nos seguintes objetos do módulo
QM:
o Registro info de qualidade para a relação de fornecimento material-fornecedor
o Lote de controle
Especificação sobre o tipo de controle
o Certificado de qualidade
- Modelo de certificado
Especificação sobre a categoria de certificado
o nota QM
- Cabeçalho da nota QM
- Medida para a nota QM a nível do cabeçalho e do item
Especificação sobre o tipo de nota

Características da administração geral de status

No sistema R/3, diferencia-se entre o status do sistema e o status do usuário.


o Status do sistema
O sistema contém uma população de status que poderão ser utilizados por todas as aplicações. Estes
status serão atualizados pelo sistema SAP e não poderão ser modificados. Os mesmos são denominados
como status do sistema.
o Operações empresariais
O sistema contém uma população de operações empresariais que poderão ser utilizadas por todas as
aplicações. Estas operações empresariais serão atualizadas pelo sistema SAP e não poderão ser
modificadas.
o Operação empresarial - status do sistema
Para cada operação empresarial, o sistema SAP define um status de sistema e determina se o respectivo
status de sistema deve ser eliminado ou definido durante a operação.
Além disso, o sistema SAP especifica se um determinado status de sistema proíbe determinadas
operações empresariais. Uma operação empresarial será permitida somente se não for proibida por
nenhum status.
o Objetos - operações empresariais
O sistema SAP define quais operações empresariais serão permitidas em quais objetos.
o Resultado
A partir das atribuições mencionadas acima, obtém-se o número máximo de status de sistema em um
objeto e quais status de sistema serão definidos em cada uma das diversas operações.
o Esquema do status para status do usuário
Será possível definir esquemas de status próprios e atribuí-los a um objeto. Um esquema de status
contém um ou mais status definidos pelo usuário. Para cada um destes status poderá ser definido o
comportamento do sistema no âmbito das operações empresariais predefinidas pela SAP.

________________________________________________________________
222 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

O status de usuário serve para detalhar, de acordo com as próprias necessidades, as seqüências dos
status de sistema predefinidos pela SAP. Isto só é possível dentro dos esquemas anteriormente definidos
pela SAP. Porém, não é possível substituir status de sistema através de status de usuário.
No esquema de status, o usuário:
- Define status próprios (status do usuário) e documenta as funções dos mesmos em um texto
descritivo correspondente,
- Determina os números de status para status de usuário, que especificam a possível seqüência da
execução de status do usuário,
- Define um status inicial que será ativado automaticamente durante a criação do objeto,
- Determina qual status do usuário será ativado automaticamente durante a execução de uma
operação empresarial,
- Define quais operações serão permitidas ou não quando um determinado status estiver ativo.
o Número de status
Para cada status do usuário poderá ser definido um número de status. Com ajuda do número de status
será determinada a seqüência, na qual os status do usuário poderão ser ativados. Somente um status do
usuário com número de status poderá estar ativo. Ao atribuir um número de status a um status do
usuário, também será necessário indicar o maior e o menor número de status para este status. Estes
limitam o intervalo de números de status a partir do qual o status subseqüente do usuário poderá ser
selecionado.
Se não for atribuído nenhum número de status a um status de usuário, este poderá ser sempre definido,
também em adição ao status com número de status.
o Chave de autorização
É possível gravar uma chave de autorização para cada status.

Execução

A seguir, estão exibidas as etapas com as quais o usuário poderá completar a administração geral de status
com o próprio status do usuário e atribuir a estes determinadas operações empresariais.
1. Criar um esquema de status.
2. Atribuir o esquema de status às categorias de objeto.
3. Definir os status do usuário.
4. Atribuir operações empresariais aos status do usuário.
5. Traduzir os esquemas de status e os status do usuário.
Nota: Não só os textos breves dos status serão traduzidos, mas também as chaves mnemônicas (nomes)
dos status.
6. Atribuir, se necessário, o status 'chave de autorização' definido anteriormente.

Definir esquemas de status

Para definir um esquema de status, proceder da seguinte forma:


Criar esquema de status
A fim de criar um esquema de status, proceder da seguinte forma:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 223
R/3 System
________________________________________________________________

1. Selecionar "processar -> nova entrada".


2. Entrar uma denominação qualquer para o esquema de status.
3. Entrar um texto explicativo.
4. Indicar um idioma de atualização para o esquema de status.
Modificações e complementos relativos ao esquema de status poderão ser efetuados somente no idioma
de atualização e deverão ser traduzidos para os respectivos idiomas. Desta forma é possível garantir que
as entradas sejam completas e unívocas.
5. Pressionar "Enter", para incluir o esquema de status na lista.
6. Pressionar "Gravar".

Atribuir esquema de status à uma categoria de objeto


Para poder utilizar um esquema de status para objetos de uma determinada categoria de objeto, será
necessário atribuir o esquema à categoria do objeto em questão:
1. Posicionar o cursor no esquema de status que o usuário deseja atribuir à uma categoria de objeto, na tela
"modificar esquema de status: síntese".
2. Selecionar "saltar -> categorias de objeto permitidas".
3. Assinalar as categorias de objeto para as quais o esquema de status poderá ser utilizado.
Considerar que as seguintes categorias de objeto são de importância para a nota QM:
- Cabeçalho da nota
- Medida imediata (a nível de cabeçalho)
- Medida de correção (a nível de item)
4. Pressionar "Gravar".

Definir status do usuário


Para definir um esquema de status, proceder da seguinte forma:
1. Posicionar o cursor no esquema de status que o usuário deseja atualizar, na tela "modificar esquema de
status: síntese".
2. Selecionar "saltar -> status do usuário".
3. Por status do usuário, deve ser entrada uma sigla de quatro caracteres, dependente do idioma, a fim de
identificar o status.
4. Por status do usuário poderão ser efetuadas as seguintes indicações:
a) No campo "ONr", entrar um número de status.
O número de status determina a seqüência, na qual os status de um esquema de status poderão ser
definidos.
b) Além disso, entrar o menor e o maior número de status nas colunas "NONr" e "HONr".
c) Entrar um texto breve.
O texto breve contém uma breve descrição do status.
d) Indicar um texto descritivo para o status do usuário.

________________________________________________________________
224 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Selecionar "saltar -> texto descritivo".


e) Se necessário, marcar um status de usuário como status inicial.
Desta forma, o status será automaticamente definido durante a criação de um objeto. Por esquema
de status, será possível definir apenas um status com número de status como status inicial; porém,
poderão ser definidos vários status sem número de status.
f) Determinar mediante "item", em qual item será exibido o status na barra do cabeçalho da ordem.
g) Determinar mediante "prioridade", qual prioridade o status do usuário tem em um item, se o
mesmo item estiver indicado para vários status ativos.
5. Gravar as entradas.

Atribuir operações empresariais a um status do usuário.


Para atribuir operações empresariais aos status do usuário, proceder da seguinte forma:
1. Posicionar o cursor no status do usuário desejado.
2. Selecionar "saltar -> controle da operação".
3. Selecionar "processar -> novas entradas", para exibir uma lista das operações empresariais existentes.
4. Atribuir as respectivas operações aos status do usuário.
5. Por meio de "influência" será possível ativar, por operação, os seguintes campos:
a) "Sem influência"
A operação não será influenciada pelo atual status do usuário.
b) "Permitido"
A operação será permitida através do atual status do usuário.
c) "Aviso"
A operação será permitida por meio do atual status do usuário com um aviso. Ao usuário caberá
decidir se este aviso será considerado ou não.
d) "Proibido"
A operação será proibida por meio do atual status do usuário.

Para poder executar uma operação empresarial, devem estar preenchidas as seguintes condições:
- Pelo menos um status ativo deverá permitir a operação.
- Nenhum status ativo deve proibir a operação.

6. Por meio das "ações subseqüentes" será possível determinar as conseqüências da execução de uma
determinada operação no status correspondente.
a) "Sem ação"
O status não será nem definido nem eliminado com a operação.
b) "Definir"
A operação define o respectivo status.
c) "Eliminar"
A operação elimina o status correspondente. Deste modo, o usuário não poderá eliminar nenhum

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 225
R/3 System
________________________________________________________________

status do usuário que contenha um número de status.


Estes status poderão ser eliminados somente por meio da definição de um status subseqüente que
também contenha um número de status.
7. Gravar as entradas.

Tradução de esquema de status e status do usuário


O esquema de status e os status de usuário atribuídos a este esquema poderão ser traduzidos para outros
idiomas.
Ao criar uma tradução, deverá ser considerado o seguinte:
o Os status do usuário poderão ser inseridos, modificados ou eliminados somente no idioma de
atualização original.
o Se, em um esquema de status, nem todos os status do usuário tiverem sido traduzidos completamente, o
sistema exibe todos os status do usuário no idioma de atualização original.
Desejando-se traduzir um esquema de status, proceder da seguinte forma:
1. Selecionar "suplementos -> tradução de esquema" na síntese dos esquemas de status.
2. Chamar uma lista das siglas de idiomas, com a tecla F4.
3. Com a tecla "F2", efetuar a seleção desejada.
4. Pressionar "Enter".
5. Traduzir a denominação do esquema de status para o idioma desejado.
6. Gravar a tradução.

Caso o usuário deseje traduzir os status do usuário, proceder da seguinte forma:


1. Posicionar o cursor no esquema de status em questão.
2. Selecionar "saltar -> status do usuário".
O sistema lista todos os status do usuário do esquema.
3. Selecionar "saltar -> tradução do status".
4. Chamar uma lista das siglas de idiomas, com a tecla "F4".
5. Com a tecla "F2", efetuar a seleção desejada.
6. Pressionar "Enter".
7. Traduzir a sigla, o texto breve e o texto descritivo para o idioma desejado.
8. Gravar a tradução.

Informações adicionais

Simulação do status
Com esta função, o usuário poderá simular o desenvolvimento do status para um objeto.
Para um esquema de status, saltar para a tela "categorias de objeto permitidas" e posicionar o cursor em
uma das categorias de objeto permitidas.

________________________________________________________________
226 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o Mediante "suplementos -> simulação de status será possível simular as modificações de status para o
respectivo objeto, modificações estas resultantes da execução de operações empresariais ou da
atualização manual do status.
o A partir da simulação será possível saltar diretamente para a atualização do status da categoria de objeto
correspondente, a fim de se obter mais informações sobre as operações permitidas e proibidas.
o Mediante a função de protocolo, o usuário poderá registrar todas as etapas executadas, assim como
voltar a qualquer momento para ver o desenvolvimento do estado do status.
Info de esquema de status
Através desta função, o usuário obtém uma lista com um resumo das especificações relativas ao esquema do
status, na tela "modificar esquema de status: síntese".
A lista é estruturada da seguinte forma:
o No primeiro bloco, encontram-se as categorias de objeto para este esquema de status.
o No segundo bloco, encontram-se os status do usuário definidos para este esquema.
o No terceiro bloco, será indicado para cada status do usuário quais operações empresariais o status
- permite
- permite com aviso
- proíbe.
Info de categoria do objeto
Com esta função, o usuário obtém uma lista com as indicações referentes ao status do sistema para uma
categoria do objeto, na tela "modificar esquema de status: categorias do objeto permitidas".
A lista é estruturada da seguinte forma:
o No primeiro bloco encontram-se os status do sistema definidos para esta categoria de objeto.
o No segundo bloco estão listadas as operações empresariais permitidas para esta categoria de objeto.

Administração geral de status

Nesta seção está descrita a administração geral de status SAP.

O status

O estado de processamento atual de um objeto é documentado através de um ou mais status.


Um status é um código que preenche as seguintes funções:
o Informa que de um determinado estado foi atingido
(por exemplo: "ordem liberada"),
o O status influencia a quantidade de operações empresariais que podem ser executadas.
Se uma operação empresarial for executada, esta poderá definir ou eliminar um ou mais status para o objeto
em questão.
Para um objeto poderão ser definidos vários status.
Os seguintes status poderão ser definidos simultaneamente, por exemplo, em uma ordem de produção:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 227
R/3 System
________________________________________________________________

o Liberado
o Calculado previamente
o Impresso
o Confirmado
No sistema, os status serão representados como texto de trinta caracteres ou como sigla de quatro caracteres.
Ambas formas de representação dependem do idioma.

o Um status está ativado se estiver sendo utilizado neste momento.


o Um status está desativado caso nunca tenha estado ativo ou tenha estado ativo uma vez, mas já tenha
sido desativado.
Um status pode
o permitir,
o permitir com aviso,
o proibir uma operação empresarial.
Se uma operação com aviso for permitida para um objeto, será exibida uma mensagem de aviso durante a
execução da operação. Apesar do aviso será possível executar a operação empresarial.

Exemplo

O usuário deseja marcar para eliminação uma ordem de produção liberada. Contudo, a ordem não está
marcada com o status "concluído". Neste caso, o usuário obtém uma mensagem de aviso indicando que a
ordem ainda não foi concluída.

Condições

Para que se possa executar uma operação empresarial, as seguintes condições devem estar preenchidas:
o No mínimo um status ativo deve permitir a operação.
o Nenhum status ativo pode proibir a operação.
Na administração geral de status SAP se diferencia entre dois tipos de status:
o O status do sistema
O status do sistema é um status definido pelo sistema com o objetivo de informar o usuário sobre a
execução de uma determinada função em um objeto.
Ao liberar, por exemplo, uma ordem, o sistema define automaticamente o status de sistema "liberado".
Este status poderá ser influenciado somente se for executada uma operação que cause uma modificação
do status do sistema.
o O status de usuário
Um status de usuário é um status definido pelo próprio usuário, que pode ser criado como suplemento
para os status de sistema existentes. É possível definir e ativar vários status de usuário.
Os status de usuário serão definidos em um esquema de status.
Ambos status influenciam as operações empresariais do mesmo modo.

________________________________________________________________
228 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Categoria do objeto

A categoria do objeto tem a função de distinguir objetos com controle de status diferente. A mesma
determina quais status do sistema serão ativados automaticamente durante a criação de um novo objeto e
quais operações serão possíveis.
Cada objeto utilizado pela administração geral de status SAP foi atribuído, pelo sistema, à uma categoria de
objeto.
As categorias de objeto poderão ser as seguintes:
o Projetos
o Ordens internas
o Ordens de produção
o Diagramas de rede

Esquema de status

Um esquema de status é uma quantidade de status de usuário, bem como de regras, que pode ser definida pelo
usuário. O esquema de status pode ser utilizado para uma ou várias categorias de objeto. O esquema de status
que deverá ser utilizado para um objeto, é determinado, geralmete, no customizing.
Em ordens, por exemplo, será determinado, através do tipo de ordem, que esquema de status será utilizado.
Um esquema de status pode ser utilizado em vários tipos de ordem.
Em um esquema de status podem ser definidos tantos status de usuário quantos forem desejados e estes
poderão ser identificados através de uma sigla de quatro caracteres.
Estas siglas de status dependem do idioma e poderão ser traduzidas para outros idiomas. Porém, um esquema
de status poderá ser modificado somente no idioma de atualização do esquema.

Número de status

Status de usuário podem ser utilizados na determinação da seqüência de etapas de processamento de um


objeto. Para isto, será necessário definir um status de usuário para cada etapa e marcá-lo com um número de
status.
Um status que não contenha um número de status, pode ser definido ou eliminado a qualquer momento,
independentemente se outros status do usuário estão ativos ou não.
Porém, somente um status do usuário contendo um número de status poderá estar ativo. Se um outro status do
usuário com número de status for definido, o antigo será eliminado automaticamente.

Exemplo

Durante a construção de um prédio, as etapas da mesma devem ser monitorizadas por intermédio dos status
de usuário.
Em um esquema de status, serão determinados os seguintes status de usuário:

Nºstatus status txtbreve NOrdNr HOrd.Nr


------ ------ -------- ------ -------

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 229
R/3 System
________________________________________________________________

10 PLAN Planejamento 10 20
20 PGEN Autorização plano 10 30
30 BAU Execução obra 30 40
40 ABNA Inspeção obra 30 50
50 ABSL Conclusão obra 50 50

Normalmente, os status são processados na seqüência dos números de status. Contudo não é possível, por
exemplo, mudar diretamente do status "PLAN" para o status "BAU", visto que é permitido mudar do
número de status 10 para, no máximo, o número de status 20. Após o status BAU ter sido alcançado, não será
mais possível voltar para o status "PLAN" ou "PGEN".

Recomendação

Os números de status devem ser atribuídos de tal maneira que os mesmos sejam processados de forma
crescente. A seqüência, na qual os status de usuário com números de status podem ser definidos, poderá ser
controlada através de um número de status mínimo e máximo.

Status inicial

Será possível marcar um status do usuário como status inicial em um esquema de status. Este status será
definido automaticamente durante a criação de um novo objeto (por exemplo: ordem, projeto). Vários status
de usuário podem ser status iniciais, mas apenas um deles pode conter um número de status.

Controle da operação

Um status de usuário pode permitir ou proibir operações empresariais, bem como ser definido ou eliminado
por meio de uma operação.

Exemplo

No exemplo acima, será possível definir o esquema de status de tal modo que o status do usuário "ABSL"
seja automaticamente definido durante a execução da função "processar -> encerrar" (no mestre de
ordens).

Exibição de status

Os status ativos de um objeto serão listados entre si ou exibidos em forma de uma barra de status.
Na barra de status podem ser representadas no máximo oito status paralelamente. O item, no qual um status
do usuário é exibido nesta barra, pode ser definido no esquema de status.
Poderá ser efetuada a saída de vários status no mesmo item. Assim, será determinado no esquema de status,
através da coluna "prioridade", qual status será realmente exibido.
Na exibição de lista serão exibidos todos os status selecionados de acordo com o item e prioridade.

________________________________________________________________
230 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

1.9.2.4.2 Definir esquema de seleção

Nesta etapa, definir os esquemas de seleção de status com os quais o usuário determina combinações de
status para a seleção de objetos (p.ex. ordens ou operações). Um esquema de seleção de status é
especialmente útil se um número grande de objetos for selecionado repetidas vezes de acordo com as mesmas
condições de seleção (p.ex. ordens para a impressão de documentos de trabalho, para liberação coletiva ou
para a criação de análises de ordem).

Processo da seleção

As condições de seleção serão analisadas de cima para baixo. As seguintes regras são importantes:
o Várias linhas consecutivas que estão interligadas com OU serão agrupadas em um bloco e avaliadas
simultaneamente. É necessário que pelo menos uma condição de seleção do bloco seja cumprida.
o 'E' interliga tais blocos ou condições individuais. É necessário que todos os blocos interligados com E
ou condições individuais sejam cumpridos. Uma ordem deixa de fazer parte da análise assim que um
bloco ou condição individual não sejam cumpridos. Isto é, cada vez que um E for inserido, um
parêntesis para a expressão precedente será inserido (forma normal conjuntiva). Para selecionar as
combinações de status desejadas, é eventualmente necessária uma modificação das condições de
seleção.
o Em geral pode-se dizer que: OU interliga mais forte que E!

Exemplo

O usuário deseja definir um esquema de seleção de status com o qual ordens serão selecionadas com as
seguintes combinações de status:
- LIVRE (liberado)
- ABER E MACO (aberto e material confirmado)
Para tal, formular:
LIVRE OU (ABER E MACO)
Mas o sistema interpreta:
(LIVRE OU ABER) E MACO
Ordens com as seguintes combinações de status são selecionadas:
- LIVRE E MACO
- ABER E MACO
Por isso, a formulação inicial deve ser modificada mediante 'multiplicar' para:
(LIVRE OU ABER) E (LIVRE OU MACO)

Estado "Ativado", "Desativado", ou "Nunca ativado"

Também é possível determinar o estado do status através do qual a seleção deve ser efetuada:
o Se o estado Ativado for selecionado, o sistema procura objetos nos quais o estado no dado momento é
ativo.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 231
R/3 System
________________________________________________________________

o Se o estado Desativado for selecionado, o sistema procura objetos nos quais o estado no dado momento
é inativo.
o Se o estado Nunca ativado for selecionado, o sistema procura ordens nas quais o status nunca tenha
sido ativado.

Exemplo

A seguir, um exemplo de um esquema de seleção de status que deve selecionar todas as ordens liberadas,
nomeadamente o material em falta, a disponibilidade de material ou disponibilidade MAP.

Ligação Status Estado


LIVRE (liberado) ativado
E FMAT (falta dispon. de mater.) ativado
OU FMAP (falta dispon. de MAP) ativado
A seleção é executada em duas etapas:
o Primeiro são selecionadas todas as ordens liberadas (i.e. ordens com status ativo "LIVRE").
o Deste grupo, o sistema seleciona todas as ordens com falta de disponibilidade de material ou de
disponibilidade de meio auxiliar de produção (i.e. ordens com status ativo "FMAT" ou "FMAP").
Em seguida serão secionadas todas as ordens com as seguintes combinações de status:
- LIVRE E FMAT
- LIVRE und FMAP
- LIVRE e FMAT e FMAP

código "Não"

Com este código pode-se reduzir o esforço de entrada requerido na atualização de condições de seleção em
casos específicos. Certas condições de status podem ser reproduzidas mais facilmente através do código
"Não".

Exemplo

Condição de seleção sem código "Não":


Ligação Não Estado
<status> _ desativo
OU <status> _ nunca ativo
Condição de seleção idêntica com o código "Não":
Ligação não estado
<status> X desativo

Recomendação

Por razões relativas à performance, condições que limitem substancialmente a seleção devem estar situadas
no início do esquema de seleção de status.

________________________________________________________________
232 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Status do sistema/Status do usuário

Em um esquema de seleção de status é possível indicar tanto o status do sistema como também o status do
usuário. Caso os objetos devam ser selecionados de acordo com o status do usuário, devem ser indicados os
seguintes esquemas de satus.
Se um esquema de status tiver sido atualizado no esquema de seleção de status, este esquema de status terá de
ser atribuído a todos os objetos. Somente quando o esquema de status tiver sido atribuído aos objetos,
ocorrerá uma restrição da seleção via esquema de seleção de status. Um status de sistema gravado
adicionalmente para o esquema de status não considera o sistema sem atribuição de esquemas de status.
A atribuição aos objetos ocorre via:
o perfil do projeto para a definição do projeto e os elementos PEP
o tipo de diagrama de rede para o cabeçalho de diagrama de rede e as operações

Dependência de idioma de um esquema de seleção

Se um esquema de seleção foi criado em um idioma, então pode ser utilizado em todos os idiomas definidos
no sistema. Caso, porém, o status do usuário esteja definido em um esquema de seleção de status, deve-se
certificar de que o status do usuário esteja traduzido no esquema de status correspondente. No caso de não
existir tradução alguma, deve-se entrar o status do usuário no idioma em que ele foi criado.

Atividades

Definir, eventualmente, o esquema de seleção de status próprio do usuário.

1.9.2.5 Ativar workflow

Nesta etapa, o usuário pode ativar workflows a partir do módulo QM.


Neste caso, utilizar o componente SAP Business Workflow. As opções previstas para tal, encontram-se
descritas no guia de implementação referente à base R/3 no manual SAP Business Workflow.

Opções standard

No sistema standard, estão predefinidos determinados eventos workflow e modelos workflow para o módulo
QM. Por meio da transação PFTC_DIS, o usuário encontrará uma síntese completa dos modelos workflow
contidos no standard. Selecionar o tipo de tarefa 'modelo workflow' na transação e, com o auxílio de F4 / F8
no campo 'tarefa', exibir uma síntese estruturada sobre os modelos workflow contidos nos componentes de
aplicação. O usuário poderá expandir o componente QM, selecionar um dos workflows e exibí-los.

Exemplos

o Workflows para o processamento de lotes de controle


Os workflows estão conectados com a administração de status do lote de controle.
- WS 200066 Nenhum plano de controle atribuído

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 233
R/3 System
________________________________________________________________

Condição de início: durante a abertura do lote de controle, não atribuir nenhum plano de controle
univocamente.
Condição de encerramento: um plano de controle será atribuído ao lote.
- WS 200067 Nenhuma amostra foi calculada
Condição de início: durante a abertura do lote de controle, não foi calculada nenhuma amostra.
Condição de encerramento: o cálculo de amostra foi executado.
- WS 200068 Entrada de certificado não foi confirmada
Condição de início: durante a abertura do lote de controle para a entrada de mercadorias, não existe
nenhuma confirmação para a entrada de certificado.
Condição de encerramento: a entrada de certificado será confirmada durante a decisão de
utilização.
- WS 200069 Registros de estoque em aberto
Condição de início: decisão de utilização é efetuada, porém, o lote segue provido de estoque.
Condição de encerramento: os registros de estoque foram concluídos.
- WS 200070 Encerramento de controle não está completo
Condição de início: o encerramento de controle para o controle a curto prazo será definido.
Condição de encerramento: o encerramento de controle para o controle a longo prazo será
definido.
- WS 200071 Decisão de utilização está em aberto
Condição de início: o encerramento de controle para o controle a curto prazo será definido, sem
que seja tomada uma decisão de utilização.
Condição de encerramento: será efetuada uma decisão de utilização.
- WS 200072 Decisão de utilização antes do encerramento de controle
Condição de início: uma decisão de utilização será efetuada, apesar de o encerramento de controle
para o controle a longo prazo ainda estar em aberto.
Condição de encerramento: o encerramento de controle para o controle a longo prazo será
definido.
o Workflows para nota QM
Os workflows estão conectados à administração de status da nota QM. Há modelos workflow para o
cabeçalho da nota e para a medida.
- WS 24500047 Processar nota
Este modelo workflow consiste em três etapas:
1. Etapa:
Condição de início: a nota obtém o status 'aberto' ou 'ativado'.
2. Etapa:
Condição de início: a nota obtém o status 'medidas em aberto existentes'.
3. Etapa:
Condição de início: a nota obtém o status 'todas as medidas concluídas'
Condição final: a nota obtém o status 'encerrado' ou 'marcada para eliminação'.
- WS 200063 Medida criada
Condição de início: uma medida contém o status 'em aberto'.
Condição de encerramento: a medida contém o status 'concluído'.
- WS 200064 Responsável modificado
Condição de início: o responsável pela medida será modificado.
Condição de encerramento: a medida contém o status 'concluído'.

________________________________________________________________
234 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

o Workflows para entrada de defeitos


O Workflow está conectado à administração de status da nota QM através do registro de dados de
defeitos.
- WS 200081 Registro de dados de defeitos gerado
Condição de início: em caso de rejeição de uma característica de controle com entrada de defeitos,
será atribuída uma classe de defeito, para a qual está definida uma ativação de workflow.
Condição de encerramento: a nota QM pertencente ao registro de dados de defeitos será ativada ou
encerrada.
o Workflows para certificado de qualidade durante transmissão eletrônica
- WS 20001057 Transferência de resultados de um IDoc para um lote de controle.
Condição de início: um certificado de qualidade, transmitido eletronicamente, passa para a entrada
do processamento IDoc, sem referência a um pedido.
Condição de encerramento: o workflow deve ser encerrado manualmente.
- WS 03100078 Transferência automática de resultados de um IDoc para um lote de controle de
origem 01 (entrada de mercadorias).
Condição de início: um certificado de qualidade, transmitido eletronicamente, passa para a entrada
do processamento IDoc, com referência a um pedido; foi gerado um lote de controle para o
docomento EM, para o qual está previsto um certificado (Status CERTIFICATE).
O workflow transfere os dados do certificado para as tabelas de resultados do lote de controle para
o documento EM.

Condições

O usuário se informou sobre o SAP Business Workflow através do guia de implementação, bem como
processou cada uma das etapas deste guia de implementação, mencionadas a seguir:
1. Opções globais do sistema
a) Criar destino lógico para tRFC
b) Atualizar dados administrativos referentes ao editor workflow
2. Opções globais de organização
a) Atualizar variantes de plano e definir variantes de plano ativas
b) Atualizar número de prefixo
c) Processar estrutura organizacional

Atividades

1. Determinar quais workflows serão necessários no módulo QM.


2. Executar as opções específicas de tarefas.
a) Atribuir o responsável pelo processamento às tarefas standard (chave: TS*).
b) Ativar os acoplamentos de eventos para os modelos workflow (chave: WS*).
Nota: Ativar o acoplamento de eventos somente nos modelos workflow, mas não nas tarefas
standard! Não é necessária a ativação do acoplamento de eventos nas tarefas standard, pois as
mesmas são componentes do modelo workflow. Se o acoplamento de eventos for ativado tanto nas

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 235
R/3 System
________________________________________________________________

tarefas standard como nos modelos workflow, serão obtidos 2 work itens na entrada.
3. Testar os workflows.

1.9.2.6 Organizar arquivamento

Nesta etapa, o usuário determina os intervalos de tempo para o arquivamento e eliminação dos dados mestre e
dados do movimento do módulo QM. Tais determinações são válidas para um centro.
Além disso, o usuário organiza os processos operacionais relacionados a estes.

Dados mestre
Devido à hierarquia dos dados mestre, o usuário deverá manter a seguinte seqüência durante o arquivamento:
1. Listas de tarefas
2. Características de controle
3. Métodos de controle
Durante o arquivamento de características e métodos de controle, o sistema verifica a utilização dos mesmos
nas listas de tarefas existentes. Nota: As características mestre de controle utilizadas somente como modelo
de cópia no plano de controle, também obterão um código de utilização e ficam assim marcadas no plano de
controle. As mesmas surgirão na lista de utilizações.
O usuário deverá arquivar os planos de controle antes de que as características mestre de controle e os
métodos de controle aí utilizado s possam ser arquivados. Além disso, os dados mestre deverão ser
arquivados e eliminados somente após os respectivos dados de movimento.

Método de controle e característica mestre de controle

É necessário determinar o tempo de retenção para os métodos de controle e para as características mestre de
controle. Com base no tempo de retenção, o sistema calcula o momento antes da data de arquivamento, no
qual um registro mestre devia ter se tornado válido, a fim de que este possa ser eliminado.
O arquivamento é executado em duas fases:
1. Os registros mestre passam automaticamente do status 3 (bloqueado) para o status 4 (pode ser
arquivado).
Tal etapa terá efeito somente nas versões históricas dos registros mestre; as versões válidas atualmente
passam para o status 4 somente manualmente. Somente os registros mestre com status 4 poderão ser
eliminados.
2. Os registros mestre são arquivados e eliminados.

Plano de controle

Não existe tempo de retenção para os planos de controle. Além disso é possível eliminar planos de controle
mesmo sem arquivamento.
A fim de se poder eliminar planos de controle, o usuário deverá definir uma marcação para eliminação nos
cabeçalhos do plano.

________________________________________________________________
236 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Dados de movimento
Dados provenientes do controle de qualidade

As condições prévias para o arquivamento encontram-se listadas na documentação do programa de


arquivamento.
É necessário determinar o tempo de retenção e o tempo de eliminação para os dados do controle de qualidade.
A hierarquia de dados exige a seguinte seqüência durante a eliminação:
1. Resultados individuais
2. Amostras
3. Características e operações
4. Lotes de controle
Esta seqüência é garantida mediante uma escala correspondente do tempo de eliminação.
Os níveis de qualidade não podem ser arquivados, mas estes poderão ser eliminados após o término do seu
prazo de vencimento.

Dados provenientes de notas QM

Não é necessário determinar tempo de retenção para o arquivamento de dados da nota.

Atividades
1. Para cada centro, determinar os requisitos relativos ao tempo de retenção para os dados mestre e dados
de movimento.
Ao determinar o tempo de eliminação dos dados de movimento, é necessário considerar o seguinte:
- o ritmo da compactação de dados para o sistema de informações QM
- o intervalo de tempo, por quanto tempo as análises ainda serão necessárias (por exemplo: para
certificados de qualidade)
- A dependência mútua do módulo QM com outros módulos, por exemplo, da produção e da
administração de materiais.
- Normas relevantes.
2. Atualizar o tempo de arquivamento na tabela por centro.
3. Determinar o responsável pelo arquivamento e pelo procedimento durante o o arquivamento e
eliminação, no que diz respeito à organização.

Informações adicionais
As informações técnicas referentes ao arquivamento podem ser encontradas no manual da administração do
banco de dados.
Os objetos de arquivamento do módulo QM foram definidos (Tr. SM34 ou AOBJ) sob a chave genérica
QM_* no cluster de visões ARCHIVE.
A execução do arquivamento é tarefa da administração do sistema. O sistema de administração utiliza para

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 237
R/3 System
________________________________________________________________

isso, a transação SARA. Nesta transação, o usuário encontra outras informações úteis referentes a cada objeto
de arquivamento do QM.

1.9.3 Ferramentas

Este capítulo descreve algumas ferramentas centrais que podem ser utilizadas para adaptar e ampliar o
módulo QM segundo as necessidades especiais.
As ferramentas só serão necessárias após o processamento dos manuais restantes do guia de implementação
QM.

A etapa instalar unidades organizacionais deveria ser processada imediatamente após a


instalação nova de um sistema, um mandante ou qualquer outra unidade organizacional.

Recomendação

Estas ferramentas são normalmente utilizadas por um consultor.

1.9.3.1 Definição de lista

Nesta seção, o usuário obtém instruções para a definição de variantes para as listas de seleção.
Com ajuda da chamada técnica de visão de lista será possível controlar a representação de listas com as quais
os objetos do sistema R/3 serão colocados à disposição para a seleção. Esta técnica será utilizada no módulo
QM nos seguintes capítulos:
o Característica de controle, método de controle
o QM no suprimento
o Controle de qualidade
o Nota QM
o Administração de meios de controle

Tipo e utilização das variantes


É possível diferenciar entre os seguintes tipos de variantes:
o Variante de seleção para a 1ª tela (variante de report)
Com a ajuda da variante de seleção o usuário pode determinar o comprimento da lista, predefinindo os
valores do campo em uma tela de seleção. Com estes valores é possível controlar a seleção de objetos.
o Layout (Variante de exibição)
Com a ajuda do layout o usuário pode determinar a largura e a apresentação da lista determinando os
campos representados nas colunas. Além da estrutura de colunas o usuário também poderá predefinir
chaves de ordenação e condições de filtragem.
É possível ainda distinguir as categorias nestas duas variantes

________________________________________________________________
238 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

a) Variante standard (Opção preliminar geral)


b) Variante do usuário (Opção preliminar específica do usuário)
c) Variantes gerais (somente em variantes de seleção)
Ao chamar uma lista de objetos (por exemplo: uma lista de trabalho) a partir do menu de aplicação, o sistema
oferece uma tela para a seleção do objeto. Aqui, o sistema seleciona preferencialmente a variante do usuário.
Se não encontrar esta, seleciona a variante standard. Se também não encontrar esta, o sistema oferece uma
tela de seleção para a seleção manual do objeto. O usuário poderá, então, entrar a variante manualmente ou
recorrer às variantes gerais e complementá-las, eventualmente, de forma manual.
Também deve ser indicada uma variante de exibição na tela de seleção. (A possibilidade de propôr uma das
variantes de exibição como variante de entrada não é suportada no módulo QM.)
Através dos valores standard na tela de seleção é possível inicializar, em uma segunda etapa, a pesquisa do
objeto e o sistema gera a lista de objetos. Para exibir a lista, os sistema seleciona a variante de exibição
indicada na tela de seleção. O usuário pode selecionar outras variantes de exibição da lista de objetos exibida
e definir variantes próprias.
Para isso também é efetuada a atualização das variantes standard no customizing.

Atualização das variantes


Variante de seleção
o Variantes standard
No sistema fornecido já consta uma variante standard "SAP&CODE_xxx". "xxxx" é o code da
transação que gera a lista correspondente. O sistema recorre a esta variante caso nenhuma outra variante
de preferência existir.
O usuário mesmo poderá determinar exatamente uma variante standard para a seleção de dados por cada
lista. O sistema grava esta variante standard sob o nome "SAP_TCODE_xxxx".
O sistema dá preferência a esta variante em relação à variante standard "SAP&TCODE_xxxx" sendo
que a mesma tem uma conexão automática de transporte. Nota: em alguns mandantes com gravação
obrigatória não é exibido o popup de solicitação da ordem de transporte como de costume, ou seja, no
momento de gravação da variante, mas sim, ao abandonar o processamento.
o Variantes do usuário
Na transação de aplicação, o usuário pode definir para cada lista e para cada usuário uma variante com
referência ao usuário. O sistema grava as variantes do usuário sob o nome 'U_<Nome do usuário>'. O
sistema dá preferência a esta variante ao invés da variante standard, mas a mesma não tem uma conexão
de transporte.
o Variantes gerais
Além disso, poderão ser definidas na transação de aplicação, outras variantes para cada lista e estas
poderão ser gravadas sob um nome qualquer de livre escolha do usuário. Tais variantes não serão
selecionadas automaticamente pelo sistema e não têm conexão de transporte.
Layout
o Layout standard
No sistema standard existe uma ou várias variantes standard por cada lista para a exibição de listas. A
SAP reservou o conjunto de nomes 1* para estas variantes predefinidas. Além disso, o usuário poderá
determinar por lista quantas variantes standard quiser. A SAP reservou o conjunto de nomes /* para
estas variantes standard definidas pelo usuário.
A atualização destas variantes standard pode ser efetuada não apenas no customizing, mas também na

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 239
R/3 System
________________________________________________________________

transação de aplicação. Com ajuda do objeto de autorização S_ALV_LAYO é possível cuidar para que
somente determinados usuários atualizem os layouts standard. Com esta finalidade é que se deve entrar
o valor 23 no campo ACTVT contido no perfil de autorização destes usuários.
Estas variantes têm uma conexão manual de transporte. Nota: a conexão de transporte pode ser
encontrada em duas etapas. Selecionar em primeiro lugar na função de atualização o caminho de menu
-> Opções / Layout / Administração. É exibida a tela "Layout: Administração". O sistema exibe então a
lista de todos os layouts standard. Marcar as entradas a serem transportadas e selecionar o caminho de
menu -> Layout / Transportar.
o Layout do usuário
Na transação de aplicação podem ser definidos quantos layouts o usuário quiser por cada lista e
gravá-los sob um nome de sua preferência. Estes layouts não têm conexão de transporte. Apesar destas
variantes serem chamadas (erroneamente) de layouts do usuário, as mesmas são selecionadas no módulo
QM sobretudo pelo sistema e não pelo usuário. O sistema seleciona o layout proposto na variante de
seleção.
É possível aceitar layouts - tanto layouts standard como layouts standard - de outros mandantes. Selecionar
para isso na tela "Layout: Administração" o caminho de menu -> Importar ambiente / layout.

Procedimento

Um layout também pode ser proposto durante a definição da variante de seleção. Por este motivo,
recomenda-se a seguinte seqüência na definição da variante:
1. Definir layouts standard no customizing.
Geralmente um único layout standard de preferência do usuário é suficiente. Caso o usuário defina
outras variantes de exibição standard em adição à outra, as mesmas poderão ser utilizadas para variantes
do usuário definidas posteriormente.
2. Definir variantes de seleção standard no customizing.
É possível definir uma única variante de seleção standard. Para isso é necessário propor a variante de
exibição standard definida anteriormente ao efetuar a definição.
3. Definir variantes gerais de seleção na transação.
Normalmente diferentes grupos de usuários têm diferentes tarefas e necessitam por esta razão, de
diferentes variantes de seleção. Assim, recomenda-se efetuar uma referência às variantes de exibição
standard definidas anteriormente no customizing durante a definição de tais variantes. Nota: Visto que
as variantes gerais de seleção não possuem uma conexão de transporte, as mesmas deverão ser criadas
no sistema produtivo.
4. Definir variantes do usuário na transação.
Normalmente, as variantes definidas anteriormente serão suficientes para o usuário, contudo outras
variantes de seleção e variantes de exibição poderão ser definidas na transação. O usuário poderá definir
em especial, uma variante de seleção própria do usuário e referir-se aí à uma variante de exibição
qualquer. Ao efetuar isso, o sistema seleciona esta variante de seleção do usuário com a proposta para a
variante de exibição contida na mesma durante a chamada da transação. Nota: Visto que estas variantes
do usuário não possuem uma conexão de transporte, as mesmas deverão ser criadas no sistema
produtivo.

Atualização

1. Determinar critérios de seleção


Ao chamar a função, é exibida uma máscara com as seguintes seleções possíveis ou uma parte dela:

________________________________________________________________
240 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

- Tela de seleção lista modo de exibição


- Tela de seleção lista modo de modificação
- Atualizar seleção de campo.
Após selecionar as telas de seleção, será exibida uma tela intermediária para a atribuição de tela sem
importância no módulo QM e que será ignorada.
Neste momento é exibida a tela de seleção onde poderão ser efetuadas as entradas para a seleção de
objetos. As informações aí contidas devem ser consideradas, isto é,
- Ajuda geral para a tela de seleção (botão i)
- Documentação de report (-> Ajuda -> Ajuda para aplicação)
- Ajuda de campo (F1)
Com 'avançar', uma máscara será atingida, na qual determinados atributos poderão ser atribuídos para os
campos de seleção. O usuário deve informar-se sobre a importância dos atributos através das
informações relativas aos atributos de variante (botão i).
Gravar a variante de seleção.
2. Selecionar campos
Após a seleção da tela, o usuário alcança a tela de seleção geral. A fim de alcançar realmente a seleção
de campo para a lista, será necessário executar o report e selecionar a função "Layout". Esta função pode
ser encontrada mediante o caminho de menu -> Opções / Layout.
Determinar aqui os campos contidos nas colunas das listas e gravar o layout.

Outras observações

Em cada lista são oferecidas diferentes funções de opções. Mediante as mesmas o usuário poderá otimizar,
por exemplo, a largura da coluna. Certificar-se de que funções são oferecidas e quais destas funções o usuário
deseja utilizar.
Será possível utilizar um Esquema de seleção predefinido como componente de critérios de seleção. Na seção
Administração de status poderão ser encontradas mais informações a respeito.

1.9.3.2 Adaptar sistema

Nesta seção estão contidas todas as etapas de trabalho com as instruções técnicas gerais a serem mencionadas
em outros manuais.

Recomendação

Neste momento deve-se ignorar esta seção do guia de implementação. A mesma ainda será mencionada em
outras etapas de trabalho.

1.9.3.2.1 Adaptar ajuda de pesquisa

Nesta seção, o usuário obtém informações de como será possível revisar ou definir as ajudas para pesquisa

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 241
R/3 System
________________________________________________________________

(antigamente chamados de matchcodes).


As informações relativas a técnica de atualização de ajudas para pesquisa podem ser encontradas na
Biblioteca-R/3 em -> Basis -> ABAP/4 Development Workbench -> ABAP/4 Dictionary -> Ajuda para
pesquisa.

Recomendação

A atualização de ajudas para pesquisa exige conhecimentos técnicos sobre o ABAP/4-Dictionary. Por esta
razão é aconselhável que a atualização das ajudas para pesquisa seja efetuada pela administração do sistema.

Opções standard

No sistema standard estão contidas ajudas para pesquisa suficientes.

Atividades

1. Verificar se as ajudas para pesquisa contidas no sistema standard são suficientes para as necessidades do
usuário.
2. Caso necessário, complementar as ajudas para pesquisa nos respectivos objetos de ajuda para pesquisa.

Outras observações

As ajudas para pesquisa serão criadas para todos os mandantes.


Os objetos de ajuda para pesquisa do módulo QM podem ser encontrados através da chave genérica Q*.
Considerar que um grande número de ajudas para pesquisa poderá sobrecarregar a performance do sistema.
Verificar quais ajudas para pesquisa serão utilizadas nas áreas de trabalho. As ajudas para pesquisa não
utilizadas poderão ser desativadas.
A fim de melhorar a performance do sistema, provavelmente será necessário a estruturação de índices para as
ajudas para pesquisa novas ou modificadas.
A pesquisa de matchcode tradicional foi substituída mediante o release 4.0 por uma ajuda para pesquisa de
maior eficiência. A transação de atualização AD20 é utilizada a partir de então para os objetos de ajuda para
pesquisa; a transação AD21 está à disposição para a atualização dos tradicionais objetos de matchcode.

1.9.3.2.2 Adaptar seleção de campo

Nesta seção, o usuário poderá obter informações de onde e como efetuar uma seleção de campos própria para
as telas.

Condições

Determinar o nome do programa ao qual a tela pertence. Passar para a tela em questão e selecionar a função
de menu -> sistema -> status; anotar o conteúdo do campo 'programa' (DYNPRO).
A fim de saber para quais grupos de tela de um pool de módulos está previsto um ajuste do controle de
campo, o usuário deverá entrar na função de atualização (transação SFAW ou SFAC) somente o nome do

________________________________________________________________
242 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

pool de módulos e selecionar a função 'exibir' ou 'processar'. O sistema exibe uma lista de todos grupos de
tela. A partir desta lista será possível exibir uma lista de todos os campos modificáveis.
O usuário pode ajustar o controle de campo para os seguintes programas QM:

o Característica mestre de controle


Pool de módulos SAPMQSDA
o Substituição central de características mestre de controle
Pool de módulos SAPMQPDA
o Método de controle
Pool de módulos SAPMQSCA
o Plano de controle
Pool de módulos SAPLCPDI (dados do cabeçalho e da operação)
Pool de módulos SAPLQPAA (dados da característica de controle)
o Registro info QM
Pool de módulos SAPMQBAA
o QM no SD
Pool de módulos SAPMQVDM
o Lote de controle
Pool de módulos SAPLQPL1
o Lote de controle-decisão de utilização
Pool de módulos SAPMQEVA
o Entrada de resultados para ponto de controle
Pool de módulos SAPLQAPP
o Certificado de qualidade
Pool de módulos SAPMQCPA (modelo de certificado)
o Nota QM
Pool de módulos SAPLQM03 (primeiras telas)
Pool de módulos SAPLIQS0 (subtelas em geral)
Pool de módulos SAPMQM00 (subtelas-objeto de referência)
Pool de módulos SAPLIPAR (subtelas do parceiro)

Para listas de parceiros existe, para além da técnica geral descrita aqui, uma técnica especial para a
seleção de campo específica do cliente. Mais detalhes a este respeito podem ser encontrados no guia de
implementação para as notas QM.

Execução

Todas as telas para as quais é possível uma seleção de campos, estão agrupadas em grupos de telas. Como por
exemplo, todas as listas ou detalhes referentes a um objeto.
Para cada grupo de telas estão definidos os campos chamados de modificáveis e influentes:
o Para os campos modificáveis o usuário determina mediante códigos, como cada campo será
representado na tela:

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 243
R/3 System
________________________________________________________________

- O campo está pronto para ser entrado (configuração standard)


- O campo pede uma entrada (entrada obrigatória)
- O campo será apenas exibido
- O campo será ocultado
- O campo será destacado
Se for determinado para as listas e detalhes do plano de controle, que o centro de trabalho é uma entrada
obrigatória, o usuário deverá atualizar o centro de trabalho em todos os planos de controle.
o Para os campos influentes é determinado, independente de um valor, como o campo modificável será
representado na tela. Por exemplo, para uma determinada utilização de plano, o centro de trabalho é
uma entrada obrigatória.

Nota

As opções da seleção de campo poderão ser transportadas e são mantidas durante a mudança de release e
upgrade.
Se mediante a modificação de um campo influente um campo modificável tornar-se obrigatório, ou seja, uma
entrada obrigatória, o sistema não verificará se este campo já foi preenchido em todos os objetos existentes.

Opções standard

No sistema standard não estão contidas opções para a seleção de campos.


Os campos modificáveis e influentes estão definidos de modo fixo para cada grupo de telas e não podem ser
ampliados.

Para definir uma seleção de campos, proceder da seguinte forma:

Há várias possibilidades de definir uma seleção de campos:


O usuário atualiza os códigos dos campos modificáveis, indenpendente de um valor influente.
1. Posicionar o cursor em um grupo de tela.
2. Selecionar a tecla de função modificável.
Na tela serão exibidos todos os campos que podem ser modificados para este grupo de telas.
3. Atualizar os códigos e gravar as entradas.
O usuário atualiza um valor influente para um campo influente e a seguir os códigos para os campos
modificáveis
1. Posicionar o cursor em um grupo de telas.
2. Selecionar a tecla de função influente.
Na tela serão exibidos todos os campos para os quais será possível atualizar valores influentes.
3. Selecionar mediante clique duplo o campo influente para o qual o usuário deseja atualizar um valor.
Na tela serão exibidos todos os campos que poderão ser modificados para o valor influente.
4. Atualizar um valor no campo valor influente e os respectivos códigos para os campos modificáveis.
5. Pressionar Enter.

________________________________________________________________
244 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

As entradas serão aceitas.


6. Atualizar outros valores para o campo influente ou selecionar outros campos mediante a tecla de função
influente.
7. Gravar as entradas.
O usuário atualiza um código para um campo modificável e determina os valores dos campos
influentes
1. Posicionar o cursor em um grupo de telas.
2. Selecionar a tecla de função modificável.
Na tela serão exibidos todos os campos que poderão ser modificados para este grupo de telas.
3. Selecionar mediante clique duplo um campo modificável para o qual o usuário deseja atualizar valores
influentes.
Na tela serão exibidos todos os campos influentes.
4. Posicionar o cursor em um campo influente para o qual o usuário deseja gravar um valor e selecionar
novos valores.
Na tela será exibida uma caixa de diálogo.
5. Atualizar o valor e o código para o campo influente e pressionar avançar.
Os valores serão aceitos
6. Gravar as entradas.

Atividades

1. Determinar para qual grupo de telas o usuário deseja modificar os campos.


2. Atualizar os códigos para os campos modificáveis e os valores para os campos influentes.
3. Transportar, eventualmente, as opções. Selecionar para isso seleção de campo -> transportar.

1.9.3.2.3 Exibir síntese de formulários

Nesta etapa, o usuário ajusta os formulários a serem utilizados na administração de qualidade.

1.9.3.3 Eliminar protocolos do log de aplicação

Esta etapa oferece uma função que permite ao usuário eliminar logs, que já não são necessários, do
application log.

Recomendação

Para esta tarefa instalar um batch job que é executado periodicamente.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 245
R/3 System
________________________________________________________________

Atividades

No application log são gravados logs para os seguintes objetos:


o QALS processamento logs de controle
prazo de vencimento = 30 dias
- AUTO_UD decisão de utilização automática
- AUTO_UD_PM decisão de utilização automática ordens
- RECUR_INSP monitorização de prazos para lotes (controle periódico)
o INSPOPER BAPI para business object operação lote de controle
prazo de vencimento = 30 dias
o QMQI QM-IDI interface para subsistemas
prazo de vencimento 2 dias
o QCERT_IN entrada IDoc para certificados electrônicos
prazo de vencimento = 30 dias
Verificar os intervalos de análise dos logs no application log. Definir as datas de eliminação consoante esses
intervalos.

1.9.3.4 Analisar histórico de tabela

Nesta etapa é possível analisar os históricos de tabela.


O sistema está configurado de tal forma, que este registra automaticamente as modificações em todas as
tabelas importantes do módulo QM. O histórico poderá ser exibido ao usuário, a fim de identificar quem e
quando efetuou modificações.

Condições

o As opções técnicas da tabela não foram modificadas no Repository (Dictionary); o código registrar
modificações de dados foi definido.
o O sistema foi inicializado com um perfil que contém o parâmetro rec/client.

Opções standard

As tabelas podem ser encontradas através da denominação genérica Q* e TQ*.

Recomendação

Manter as opções standard das tabelas no Repository.

Atividades

A fim de exibir o histórico, proceder do seguinte modo:

________________________________________________________________
246 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

a) Exibir uma lista de tabelas, para a qual é administrado um histórico; selecionar as tabelas
relevantes.
b) Exibir a lista de seleção dos documentos de modificação.

Outras observações

As análises são válidas para todos os mandantes.


Observar também o ponto Registro de modificações em tabelas no guia de implementação para base.

1.9.3.5 Ampliações de função (customer exit)

O módulo QM contém uma série de interfaces para as ampliações de funções próprias do usuário. Nesta
seção, o usuário obtem instruções a respeito da utilização das mesmas.
As informações gerais sobre a técnica utilizada nestas interfaces podem ser encontradas na documentação
referente à transação SMOD. (utilizar exibição de texto com SAPscript!)
As informações especiais sobre cada uma das interfaces podem ser encontradas na transação CMOD como
documentação referente às ampliações correspondentes.

Interfaces para ampliações de funções próprias do usuário no módulo QM

Será possível obter uma visão geral dos user exit existentes no módulo QM ao executar uma pesquisa
genérica com a ampliação 'Q*' ou com a classe de desenvolvimento 'Q*' durante o acesso à transação SMOD.
As mesmas funções também são oferecidas pelo report RSMOD001 com uma variante correspondente.
A fim de localizar as ampliações de funções para a conexão com o sistema de informações QM, será
necessário executar a pesquisa genérica da seguinte forma:
- MCQ* ampliações durante a atualização de dados do controle de qualidade
- MCI* ampliações durante a atualização de dados da nota de qualidade

1.9.3.6 Business Add In para processamento de lotes de controle

É efetuada a chamada do Business Add In (BAdI) INSPECTIONLOT_UPDATE durante a criação de lotes de


controle e ao ser tomada a decisão de utilização e durante a modificação da mesma.
Maiores informações encontram-se nas documentações dos métodos. Para isto, efetuar a chamada de uma
lista de métodos de interface por meio de um clique duplo sobre o campo "Nome de interface", posicionar o
cursor sobre uma das linhas e selecionar o ícone "Documentação" situado sobre a tabela.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 247
R/3 System
________________________________________________________________

1.9.3.7 Distribuir ALE dados mestre

Nesta etapa, o usuário determina o controle para a distribuição ALE dos dados mestre QM.
Neste caso, diferencia-se entre uma distribuição inicial e uma distribuição de modificação.

Exemplo

Atualmente, é possível uma distribuição ALE para os seguintes dados mestre:


o Dados de controle QM do material
o Método de controle
o Característica de controle
o Catálogo/Grupo de codes

Condições

Os sistemas envolvidos já estão preparados para ALE. Os sistemas lógicos envolvidos devem estar definidos.

Opções standard

O sistema de entrega já está preparado para a distribuição dos dados mestre de QM, na medida do possível.

Recomendação

Normalmente, as opções técnicas ALE não são efetuadas somente no módulo QM, mas em vários módulos
do sistema R/3. Por este motivo, o usuário deve informar-se sobre maiores detalhes relativos à distribuição
com ajuda de ALE, na documentação geral referente a ALE (especialmente no guia ALE).
Deixar que a definição das opções seja feita por um técnico/especialista que disponha de conhecimentos
gerais sobre ALE no sistema R/3.

Atividades

Opções gerais

a) Verificar a existência de opções gerais para a distribuição de dados mestre de QM. Estes dados são
necessários tanto para a distribuição inicial como para a distribuição de modificação. O usuário
encontra uma explicação geral sobre isto no guia de implementação ALE, nos capítulos
"Configurar sistema na rede" e "Modelo de distribuição".
Nota: A distribuição dos dados da administração de qualidade é realizado com ajuda de BAPIs
(módulos de função especiais). Pelo fato de, neste caso, utilizar-se uma outra técnica que a
utilizada na distribuição de dados mestre de material, é necessária a atualização de uma visão
modelo própria no modelo de distribuição.
O modelo de distribuição deve ser atualizado. Isto implica na inclusão de, no mínimo, uma visão
modelo ao BAPI "SaveReplica" para os objetos em questão. Na visão modelo, devem ser entrados
o sistema fonte e o sistema destino. Os seguintes objetos são relevantes:

________________________________________________________________
248 16.01.2003 SAP AG
R/3 System
________________________________________________________________

Objeto Utilização
MatInspectionControl Dados de controle QM do material
InspectionMethod Método de controle
MasterInspectionChar Característica de controle
CodeGroup Catálogo/Grupo de codes

b) Se necessário, o usuário deverá atualizar (transação BD48) uma dependência entre o método
"SaveReplica" e uma categoria de mensagem (por exemplo: MATMAS). Normalmente não se
necessita de tais dependências.
A dependência terá influência na determinação do destinatário para o BAPI. A determinação de
destinatário encontra somente os destinatários que estão previstos tanto para o BAPI como para a
respectiva categoria de mensagem. Se, por exemplo, for atribuído um BAPI à categoria de
mensagem MATMAS, não será mais possível indicar, no modelo de distribuição para este BAPI,
um filtro para o material como valor de objeto.
c) Contanto que isso não tenha sido executado por outras aplicações que utilizam ALE, deve-se gerar
um protocolo de transmissão para a visão de modelo criada no modelo de distribuição, como
descrito acima em a).
d) Contanto que isso não tenha sido executado por outras aplicações que utilizam ALE, o usuário
deverá definir os sistemas destino para chamadas RFC.
e) Contanto que isso não tenha sido executado por outras aplicações que utilizam ALE, o usuário
deverá atualizar um código de processo na entrada (transação WE42). No standard será utilizado,
para a distribuição com BAPI, o código de processo BAPI. A este código de processo será
atribuído um módulo de função (no standard, o módulo de função BAPI_IDOC_INPUT1). O
sistema encontra e chama o módulo de função adequado na tabela TBDME com base nas seguintes
categorias de mensagem:
Categoria de mensagem Utilização
MATQM Dados de controle QM do material
QSMT Método de controle
QPGR Característica de controle
QPGR Catálogo/Grupo de codes

f) Contanto que isso não tenha sido executado por outras aplicações que utilizam ALE, o usuário
deverá atualizar parâmetros de entrada/saída para as categorias de mensagem (transação WE20).
Para isso, será necessário atualizar a respectiva categoria de mensagem com o tipo básico e a porta
do destinatário (->protocolo de transmissão), para os sistemas lógicos em questão (sistema de
emissão e sistema destinatário), nos parâmetros de entrada e saída. Para tal, o código de processo
deve ser indicado, o valor proposto é BAPI.

Opções para a distribuição de modificações

O procedimento depende do fato de documentos de modificação poderem ou não ser escritos


automaticamente para objetos que devem ser distribuídos com ajuda de ALE.
1. Modificação dos dados de controle QM do material
Para os dados de controle Qm do material serão escritos documentos de modificação. Verificar se as
opções para a distribuição de modificações foram determinadas e se o módulo QM foi considerado.

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 249
R/3 System
________________________________________________________________

Executar os seguintes passos:


a) O registro de indicadores de modificação (ou de documentos de modificação) deverá estar ativo de
forma geral no sistema.
b) Ativar os indicadores de modificação para cada um dos dados de controle QM do material.
Para isso, todos os campos da tabela "dados de controle QM"(QMAT) na tabela de distribuição
"DQMAT" deverão estar inscritos para a categoria de mensagem MATQM.
c) Ativar o registro dos indicadores de modificação para a categoria de mensagem correspondente.
d) Atualizar os dados adicionais para a categoria de mensagem. Marcar a categoria de mensagem em
questão nesta tabela e processar os dados correspondentes à mesma. Entrar o módulo de função
que edita os indicadores de modificação (aqui: MASTERIDOC_CREATE_SMD_MATQM) e que
prepara os dados, com ajuda de IDOCs, para a emissão.
2. Para características mestre de controle, métodos de controle e grupos de codes não será registrado
nenhum documento de modificação. A distribuição das modificações será definida da seguinte maneira:
a) Definir, nas configurações preliminares a nível de mandante, o código distribuir características
mestre de controle, distribuir método de controle ou distribuir grupos de codes.

Outras observações

A distribuição dos dados com ajuda de ALE pode originar problemas, em função dos seguintes fatos:
o Se o usuário enviar dados a partir do sistema fonte para os sistemas destino, os dados existentes serão
eventualmente sobrepostos, já com a mesma chave, no sistema destino . Neste caso, o sistema não leva
em consideração se os dados no sistema destino:
- Já foram utilizados,
- São mais recentes que no sistema fonte.
o O sistema envia também dados não liberados a partir do sistema fonte para o sistema destino, ou seja,
não considera o status.
Tomar previdências, para evitar efeitos indesejados provenientes destes fatores.
o Através de medidas organizacionais, criar rigorosas relações master-slave para responsabilidades no
sistema fonte e no sistema destino. Fazer uma clara distinção entre as responsabilidades, definindo
adequadamente o sistema de autorizações. O usuário encontrará maiores detalhes sobre este assunto nas
etapas autorização de usuário e grupos de autorização.
o O usuário não deve modificar os registros de dados no sistema fonte. Em vez disso, criar novos registros
de dados ou novas versões de registros de dados.

________________________________________________________________
250 16.01.2003 SAP AG
Administração de qualidade
________________________________________________________________

Copyright
Copyright 1995 SAP AG. Todos os direitos reservados.

É proibida a reprodução ou a transmissão total ou parcial desta documentação, de qualquer forma


ou por qualquer meio, sem a autorização prévia e por escrito da SAP AG. As informações
contidas nesta documentação estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

SAP é uma marca registrada da SAP AG.

Todos os outros produtos mencionados nesta documentação são marcas registradas ou não
registradas das respectivas empresas.
SAP AG Inhaltsverzeichnis R/3 System
________________________________________________________________

1 Administração de qualidade 1
1.1 Configurações globais 2
1.1.1 Primeiras etapas 2
1.1.2 Instalar mandante 5
1.1.3 Atualizar opções preliminares a nível de
mandante 8
1.1.4 Instalar unidades organizacionais
(centros, ...) 8
1.1.5 Atualizar opções preliminares a nível de
centro 10
1.1.6 Autorizações 11
1.2 QM na logística 13
1.2.1 QM em Suprimento 14
1.2.1.1 Definir chave de controle 16
1.2.1.2 Definir processamento de certificados 17
1.2.1.3 Definir bloqueio do fornecimento 17
1.2.1.4 Definir tipo de documento 18
1.2.1.5 Definir sistema QM 19
1.2.1.6 Definir status da relação de
fornecimento 21
1.2.1.7 Definir variantes de lista 23
1.2.2 QM na produção 23
1.2.3 QM em Vendas e Distribuição 24
1.3 Planejamento de qualidade 24
1.3.1 Dados básicos 26
1.3.1.1 Catálogo 27
1.3.1.1.1 Definir classes de defeitos 29
1.3.1.1.2 Definir tipos de catálogos 31
1.3.1.1.3 Processar catálogos 32
1.3.1.2 Característica de controle, método de
controle 32
1.3.1.2.1 Definir valores propostos para códigos
de controle 34
1.3.1.2.2 Definir peso de características 35
1.3.1.2.3 Definir qualificação do inspetor 36
1.3.1.2.4 Definir chave de tolerância 36
1.3.1.2.5 Definir processo de estimação para quota
de defeitos 37
1.3.1.2.6 Determinar intervalo de numeração 38
1.3.1.2.7 Definir variantes de lista 39
1.3.1.3 Amostra, SPC 39
1.3.1.3.1 Definir determinação de amostra 43

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 iii
R/3 System Inhaltsverzeichnis SAP AG
________________________________________________________________

1.3.1.3.2 Definir grau de controle 44


1.3.1.3.3 Definir avaliação 45
1.3.1.3.4 Controle estatístico de processos 48
1.3.1.3.4.1 Definir critérios SPC 49
1.3.1.3.4.2 Definir tipo de gráfico de controle 50
1.3.1.3.4.3 Determinar intervalo de numeração 51
1.3.2 Planejamento de controle 51
1.3.2.1 Geral 53
1.3.2.1.1 Atribuir ctg.de lista de tarefa ao tipo
de material 53
1.3.2.1.2 Definir utilizações da lista de tarefas 54
1.3.2.1.3 Definir status de plano 55
1.3.2.1.4 Definir grupo de planejamento 56
1.3.2.1.5 Definir variante de síntese 56
1.3.2.1.6 Atualizar perfil para valores propostos 57
1.3.2.1.7 Definir seleção de campos 58
1.3.2.1.8 Determinar largura do texto 58
1.3.2.1.9 Atualizar parâmetros para tipo lista de
tarefas 59
1.3.2.1.10 Atualizar intervalo de numeração para
planos de controle 59
1.3.2.1.11 Transferir plano de controle do sistema
externo 60
1.3.2.1.12 Definir pontos de controle 61
1.3.2.2 Operação 64
1.3.2.2.1 Definir chave de controle para operação
de controle 64
1.3.2.2.2 Definir campos de usuário 65
1.3.2.2.3 Definir estratégias de redução para a
programação 65
1.3.2.2.4 Centro de trabalho (posto de controle) 66
1.3.2.2.4.1 Atualizar chave de modelo de texto 67
1.3.2.2.4.2 Definir qualificação 68
1.3.2.2.5 Característica de controle 68
1.3.2.2.6 Meios de controle 69
1.3.3 Engineering Workbench 70
1.3.3.1 Definir áreas de trabalho 70
1.3.3.2 Determinar layout de impressão para MS
Word 71
1.3.3.3 Definir seleção de campos 74
1.4 Controle de qualidade 74

________________________________________________________________
iv 16.01.2003 SAP AG
SAP AG Inhaltsverzeichnis R/3 System
________________________________________________________________

1.4.1 Abertura do lote de controle 76


1.4.1.1 Atualizar tipo de controle 78
1.4.1.2 Atualizar origem de lote de controle e
atribuir tipos ctrl. 79
1.4.1.3 Atualizar intervalo de numeração 81
1.4.1.4 Definir valores propostos por tipo de
controle 81
1.4.1.5 Controle em um movimento de mercadorias 82
1.4.1.6 Controle no monitoramento de prazos de
lotes 84
1.4.1.7 Controle em uma ordem de produção 85
1.4.1.8 Controle para processamento externo 86
1.4.1.9 Controle em SD 87
1.4.1.10 Controle na manutenção 88
1.4.2 Encerramento lote de controle 89
1.4.2.1 Atualizar catálogo para decisões de
utilização 90
1.4.2.2 Fixar processo índice de qualidade 91
1.4.2.3 Planejar decisão de utilização
automática 94
1.4.2.4 Definir ação subsequente 95
1.4.2.5 Definir registro de estoque 97
1.4.2.6 Transferir decisão de controle para o
lote 99
1.4.3 Administração status 100
1.4.3.1 Definir esquema de status 100
1.4.3.2 Definir esquema de seleção 101
1.4.4 Determinar entrada de custos de controle 101
1.4.5 Administração de amostras 102
1.4.5.1 Definir tipo de amostra 103
1.4.5.2 Determinar intervalo de numeração 104
1.4.5.3 Definir unidade comercial de amostras 104
1.4.5.4 Definir local de armazenamento para
amostras 105
1.4.6 Determinar controle d/impressão,
formulários, progrs.saída 105
1.4.7 Entrada de resultados de controle 111
1.4.7.1 Definir configuração de entradas 112
1.4.7.2 Definir origem dos dados de resultado 112
1.4.7.3 Completar atributos dos resultados da
característica de cont 113
1.4.7.4 Definir parâmetros para característica

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 v
R/3 System Inhaltsverzeichnis SAP AG
________________________________________________________________

calculada 113
1.4.7.5 Entrar identificador das unidades de
amostra 115
1.4.7.6 Determinar filtro para características
de controle 115
1.4.7.7 Definir intervalo de numeração para
confirmação de caracterí 116
1.4.7.8 Entrar resultados via internet 117
1.4.8 Controle dinâmico 118
1.4.8.1 Determinar nível de controle dinâmico de
referência 118
1.4.9 Sistema de informação 119
1.4.9.1 Definir atualização por origem 120
1.4.9.2 Dividir índices de qualidade por classes 121
1.4.10 Definição de lista 122
1.4.10.1 Definir variantes (técnica Listview) 122
1.4.10.2 Definir variantes (sem técnica Listview) 122
1.4.11 Ativar modelo de workflow 122
1.4.12 Subsistemas 122
1.4.12.1 Processar controle de qualidade via
interface QM-IDI 123
1.4.12.2 Definir aplicações para entrada portátil 125
1.4.12.3 Chamar resultados de característica via
interface PC 126
1.4.12.4 Transferir dados via acoplador
electrónico 129
1.4.12.5 Definir método de análise para a
interface QM-STI 129
1.5 Certificado de qualidade 131
1.5.1 Modelo de certificado 136
1.5.1.1 Definir esquema status para modelos de
certificados 137
1.5.1.2 Definir ctgs.de certificados 138
1.5.1.3 Atualizar formulário 138
1.5.1.4 Definir origem dos dados 139
1.5.1.5 Determinação de modelo 141
1.5.1.5.1 Tabela de condições p/determinação de
modelos 142
1.5.1.5.1.1 Determinar catálogo de campo para
determinação de modelos 142
1.5.1.5.1.2 Processar tabelas de condições para

________________________________________________________________
vi 16.01.2003 SAP AG
SAP AG Inhaltsverzeichnis R/3 System
________________________________________________________________

determinação de modelos 142


1.5.1.5.2 Determinar seqüência para determinação
de modelos 143
1.5.1.5.3 Determinar tipo de condição para a
determinação de modelos 144
1.5.1.5.4 Definir esquema para determinação de
modelo 144
1.5.1.5.5 Fixar intervalo de numeração para
registros de condições 144
1.5.2 Determinação de mensagens 145
1.5.2.1 Tabelas de condições para a determinação
de mensagens 145
1.5.2.1.1 Determinar catálogo de campo para
determinação de mensagens 145
1.5.2.1.2 Processar tabs.de condições para
determinção de mensagens 146
1.5.2.2 Determinar seqüencias de acesso para
determin.de mensagens 146
1.5.2.3 Determinar tipos de condições para
determ.de mensagens 147
1.5.2.4 Definir condições de exclusão 148
1.5.2.5 Esquema de mensagens 149
1.5.2.5.1 Processar esquema de mensagens 149
1.5.2.5.2 Atribuir esq.mensagens à ctg.item de
fornecimento 150
1.5.2.6 Fixar parceiro por mensagem 150
1.5.3 Processamento de mensagens 151
1.5.3.1 Definir parâmetros de impressão 151
1.5.3.2 Iniciação de envio 152
1.5.3.2.1 Fixar variantes para report de seleção 152
1.5.3.2.2 Definir solicitação batch 153
1.5.3.3 Atribuir programa de saída a tipo de
mensagem e a meio 153
1.5.3.4 Determinar tipos de mensagens com
certificado 154
1.5.3.5 Atribuir textos de remetente ao programa
de processamento 155
1.5.3.6 Definir relação arquivo 156
1.5.3.7 Definir processamento IDoc 157
1.5.3.7.1 Definir portas 158
1.5.3.7.2 Definir parceiros 158
1.5.3.7.3 Ativar modelo workflow 159

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 vii
R/3 System Inhaltsverzeichnis SAP AG
________________________________________________________________

1.6 Nota QM 160


1.6.1 Síntese de tipo de nota 161
1.6.2 Criação da nota 162
1.6.2.1 Tipo de nota 163
1.6.2.1.1 Definir tipos de notas 163
1.6.2.1.2 Fixar intervalos de numeração 165
1.6.2.1.3 Determinar máscaras de telas 166
1.6.2.1.4 Predefinir valores iniciais para
transações 168
1.6.2.1.5 Modificação permitida do tipo de nota 168
1.6.2.2 Conteúdo da nota 169
1.6.2.2.1 Atualizar catálogo 169
1.6.2.2.2 Definir perfil do catálogo 171
1.6.2.2.3 Catálogos e perfis de catálogos para
tipo de nota 172
1.6.2.3 Parceiro 172
1.6.2.3.1 Definir esquemas de parceiros 173
1.6.2.3.2 Definir campos para a lista de parceiros 174
1.6.2.3.3 Definir mensagens standard para os
parceiros 175
1.6.3 Processamento de notas 176
1.6.3.1 Controle de reações 177
1.6.3.1.1 Definir prioridade 177
1.6.3.1.2 Definir monitorização de respostas 177
1.6.3.2 Funções de nota adicionais 178
1.6.3.2.1 Definir barra de atividades 179
1.6.3.2.2 Definir ações subsequentes para medidas 181
1.6.3.3 Controle impressão 182
1.6.3.3.1 Definir documentação d/ordem,
formulários, progrs.de saída 183
1.6.3.3.2 Definir impressora 184
1.6.3.3.3 Definir download 184
1.6.3.4 Administração status 185
1.6.3.4.1 Definir esquema de status 185
1.6.3.4.2 Definir esquema de seleção 187
1.6.3.5 Definição de lista 187
1.6.3.5.1 Definir variantes para listas de um
nível 187
1.6.3.5.2 Selecionar campos para listas
multi-nível 187
1.6.3.6 Ativar modelo de workflow 188

________________________________________________________________
viii 16.01.2003 SAP AG
SAP AG Inhaltsverzeichnis R/3 System
________________________________________________________________

1.6.3.7 Determinar parâmetros de cálculo de


custos 188
1.6.4 Entrada de defeitos 189
1.6.4.1 Fixar tipo de nota 191
1.6.4.2 Definir perfil de confirmação 192
1.6.4.3 Definir tipo de relatório 193
1.6.5 Sistema de informação 196
1.6.5.1 Definir atualização no sistema info QM 196
1.6.5.2 Ativar aviso para notas QM com a mesma
referência 197
1.6.5.3 Determinar despesas por não conformidade
para a avaliação de 198
1.6.6 Aplicação da nota QM 199
1.6.6.1 Processar devolução ao fornecedor 199
1.6.6.2 Processar ordem de reparações do cliente 202
1.7 Acompanhamento de qualidade 205
1.7.1 Sistema de informação administração de
qualidade (SIAQ) 206
1.7.2 Avaliação de fornecedores 206
1.8 Administração de meios de controle 208
1.8.1 Definir variantes de lista 208
1.9 Ambiente 208
1.9.1 Configurações 208
1.9.1.1 Determinar formato de texto 209
1.9.1.2 Completar unidades de medida e
quantidade 209
1.9.2 Funções centrais 211
1.9.2.1 Administração de autorizações 211
1.9.2.1.1 Atualizar autorizações de usuários 211
1.9.2.1.2 Definir grupos de autorização e
assinatura eletrônica 215
1.9.2.2 Definir tipos de documento 217
1.9.2.3 Atualizar tipos de ordem QM 218
1.9.2.4 Administração geral de status 221
1.9.2.4.1 Definir esquema de status 221
1.9.2.4.2 Definir esquema de seleção 230
1.9.2.5 Ativar workflow 233
1.9.2.6 Organizar arquivamento 236
1.9.3 Ferramentas 238
1.9.3.1 Definição de lista 238
1.9.3.2 Adaptar sistema 241
1.9.3.2.1 Adaptar ajuda de pesquisa 241

________________________________________________________________
SAP AG 16.01.2003 ix
R/3 System Inhaltsverzeichnis SAP AG
________________________________________________________________

1.9.3.2.2 Adaptar seleção de campo 242


1.9.3.2.3 Exibir síntese de formulários 245
1.9.3.3 Eliminar protocolos do log de aplicação 245
1.9.3.4 Analisar histórico de tabela 246
1.9.3.5 Ampliações de função (customer exit) 247
1.9.3.6 Business Add In para processamento de
lotes de controle 247
1.9.3.7 Distribuir ALE dados mestre 247

________________________________________________________________
x 16.01.2003 SAP AG