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POLÍCIA MILITAR DO PARÁ

DIRETORIA DE ENSINO E INSTRUÇÃO


ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR “CEL FONTOURA”

Portaria Nº0XX/2006 – DE

O Diretor de Ensino da PMPA, no uso de suas atribuições legais, conferida pelo Art.
12 Inciso II alínea “b” do Dec. n. º 3626 de 30 de AGO 99 (RAPM).

RESOLVE:

Art. 1º - Aprovar o MANUAL DO ALUNO OFICIAL PM, para o CFO 2006,


documento que passa integrar o acervo da APM “CEL FONTOURA” como fonte de consulta
das normas atinentes ao Corpo de Alunos.

Art. 2º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as


disposições em contrário
Registre-se, Publique-se e Cumpra-se.

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO

1. HISTÓRIA DA POLÍCIA MILITAR DO PARÁ


2. RESUMO HISTÓRICO DA APM CEL FONTOURA
3. ESTRUTURA DA APM
4. ENSINO
5. ATIVIDADES DOCENTES
6. ATIVIDADES DISCENTES
7. DEVERES E DIREITOS
8. FREQUÊNCIA E PONTUALIDADE
9. EXCLUSÃO DO CURSO
10. AVALIAÇÃO DO ENSINO E APRENDIZAGEM
11. CONSELHO DE ENSINO DA APM
12. DISCIPLINA
13. HIERARQUIA
14. PROCEDIMENTOS
15. DIRETORIO ACADÊMICO
16. FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES
17. DISPOSIÇÕES FINAIS
APRESENTAÇÃO

Este Manual do Aluno Oficial dispõe sobre o funcionamento da ACADEMIA DE


POLÍCIA MILITAR “CEL FONTOURA”.

Tem por finalidade consignar informações necessárias aos Alunos Oficiais sobre às
normas escolares, administrativas e disciplinares, de forma que eles possam atingir os
propósitos da APM na sua formação.

1. HISTÓRICO DA POLÍCIA MILITAR DO PARÁ

A Polícia Militar do Pará

A Polícia Militar, tem sua origem anterior à Custa da Lei da Regência de 10 de


Outubro de 1831, assinada por FRANCISCO DE LIMA E SILVA, JOSÉ DA COSTA
CARVALHO, JOÃO BRÁULIO MUNIZ e DIOGO ANTÔNIO FEIJÓ. Suas raízes estão em
1818.
Ao longo de sua história, a Corporação sofreu várias transformações, não só na sua
estrutura organizacional, como também em suas denominações, tendo em vista o processo de
adaptação histórica das diversas fases por que passaram tanto o Império como a República.
A vida da Polícia Militar é uma página orgulhosamente de fineza e desassombro nas
horas de lutas, assim como, de exemplar resistência moral nas adversidades.
Em sua trajetória, passou por uma série de dissabores e reveses, com extinção, revoltas
e refrega na Capital e no Interior do Estado.
Na guerra do Paraguai, o Pará enviou em 29 de Março de 1865 o que tinha de melhor
organizado, seu Corpo Provincial de Caçadores de Polícia (Polícia Militar), que sobre o
Comando do Ten Cel JOAQUIM CAVALCANTE ALBUQUERQUE BELO, embarcou com
a denominação de 13º Corpo de Voluntários da Pátria.
Durante a Cabanagem, lutou ao lado dos Cabanos, quando se proclamou a República
em 15 de Novembro de 1889, comungou com o povo paraense que queria acabar com o jugo
anárquico.
Recordamo-la hoje, na sua grande atuação em Canudos, disciplinada e ensangüentada,
heróica e entusiasta, brava e generosa, sendo a primeira a sugerir na vanguarda do combate de
25 de setembro de 1897 e a última a recuar na ordens de retirada; na revolução do 26º BC,
hoje 2º BIS, em 26 de julho de 1924, combatendo os insurretos nas ruas de Belém, sem dar-se
conta de que se achava nua e faminta, mas sempre fiel à disciplina e à ordem.
Na revolução de 1930, quando sozinha enfrentou forças que lhe eram superiores,
vencendo-as e as colocando em fuga, criando a legenda histórica de ter sido o Pará, o único
Estado Brasileiro cujo o governo constituído não foi deposto pelas armas. E finalmente, no
movimento armado de 06 de setembro de 1932, quando estudantes e civis tomaram de assalto
o Quartel da Guarda Civil e a chefatura de Polícia, e foram vencidos pela eficiência da Força
Estadual.
Esse é um breve histórico da Polícia Militar do Pará.
Honremo-la.

2. Resumo Histórico da APM “Cel Fontoura”


A ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR “Cel Fontoura”, Berço de Comandantes e
Líderes.
A Academia é um órgão de execução da Diretoria de Ensino da Polícia Militar do
Estado do Pará e teve seu embrião no Centro de Estudos Policiais Militares – CEPOM, no ano
de 1989, quando foi realizado o primeiro Curso de Habilitação de Oficiais da PMPA.
Através do Decreto Governamental n.º 6784 de 20 de Abril de 1990, foi criada a
Academia de Polícia Militar, como parte integrante da estrutura organizacional da Diretoria
de Ensino.
Atualmente, funciona com o Curso de Formação de Oficiais PM em nível superior,
recebendo também alunos das polícias militares co-irmãs da Amazônia conforme convênio de
cooperação de Ensino da Corporação.
A Academia de Policia Militar “Cel. Fontoura” integra o Instituto de Ensino e
Segurança do Pará (IESP), considerado como um Campus da Universidade do Estado do Pará
– UEPA, desde o dia 15 SET 99, onde tem funcionado de forma integrada às outras forças do
Sistema de Defesa Social, que compartilham o mesmo espaço com bem mais recursos,
aparelhos e laboratórios que garantem o aperfeiçoamento do processo de ensino-apredizagem
e a melhor formação e qualificação de seus efetivos.
3. ESTRUTURA DA APM

A ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR “CEL FONTOURA”, está subordinada


diretamente a Diretoria de Ensino e Instrução com a seguinte estrutura orgânica:

I – Comando;
II – Divisão de Ensino;
III – Divisão Administrativa;
IV – Corpo de Alunos;
V – Formação Sanitária;

O Comando é constituído de:

I – Comandante da Academia;
II – Subcomandante da Academia;
III – Ajudante-Secretário;
IV – Secretário de Relações Públicas;
V – Secretário de informação;

A Divisão de Ensino é constituída de:

I – Chefe;
II – Seção Técnica-Pedagógica;
III – Seção de Meios Auxiliares e Publicações;
IV – Seção de Orientação Educacional;
V – Seção de Educação Física;
VI – Corpo Docente;
VII – Corpo Discente.

A Divisão administrativa é constituída de:

I – Chefe;
II – Tesouraria;
III – Almoxarifado;
IV – Aprovisionamento;
V – Seção de Pessoal;
a) PCSv;
b) Banda de Música.

O Corpo de alunos é constituído de:

I – Comandante:
II – Subcomandante;
III – Grupamento de Oficiais Alunos;
IV – Grupamento de Alunos Oficiais;

A Formação Sanitária é constituída de:

I – Oficial Médico;
II – Oficial Dentista;
III – Enfermeiro

4. ENSINO

O Ensino na APM é desenvolvido de modo a privilegiar a assimilação ativa de


conhecimentos ligados a área de Defesa Social, possibilitando a aliança entre a teoria e a
prática. A metodologia de Ensino deve propiciar ao aluno oficial efetiva participação no
processo de construção de conhecimento. A aula, como forma de organização do ensino deve
privilegiar total liberdade ao corpo discente, no sentido de que a assimilação de
conhecimentos ocorra de forma plena.
As disciplinas são divididas por blocos temáticas, os quais são:

Nº DISCIPLINAS 1º ANO 2º ANO 3º ANO TOTAL


1º 2º 1º 2º 1º 2º
SE SE SE SE SE SE
M M M M M M
1 Metodologia Trabalho Científico 60 60
2 Introdução ao Estudo do Direito * 60 60
3 Psicologia da Violência * 60 60
4 Defesa Pessoal I* 30 30 60
5 Direito Constitucional * 60 60
6 Português Instrumental * 40 40
7 Informática I 30 30
8 O.L.PM I 60 60
9 Armamento e Munição * 60 60
10 Instrução Policial Militar Básica 40 40
11 Policiamento Montado 40 40
12 Policiamento Ostensivo Geral 50 50
13 Policiamento de Guarda 50 50
14 Policiamento Rodoviário e de Trânsito 30 30
15 Op. Def. Int. Def. Ter. (ODIDT) 50 50
16 Emergência e Socorro de Urgência* 30 30
17 Prevenção e Combate a Incêndios 20 20
18 Educação Física I 60 60 120
19 Ordem Unida I 30 30 60
20 Gestão da Qualidade 30 30
Estágios Supervisionados 150 150
Estágio Instrução Básica Amb. Selva 100 100
(E.I.BAS)
ORIENTAÇÃO E Supervisão de Curso
Seminários Temáticos 36 36
621 675 -
CARGA HORÁRIA - 1º ano 1296

-
1 Defesa Pessoal II* 30 30 60
2 O.L.PM II 60 60
3 Educação Física Militar II 60 60 120
4 Ordem Unida II 30 30 60
5 Metodologia do Ensino e aprendizagem 60 60
6 Teoria Geral do Processo 60 60
7 Fundamentos da Ciência Administrativa 60 60
8 Criminalística Aplicada* 40 40
9 Medicina Legal Aplicada* 30 30
10 Direitos Humanos* 40 40
11 Direito Administrativo* 60 60
12 Direito Penal * 60 60 120
13 Direito Penal Militar 90 90
14 Direito Civil* 60 60
15 Administração Pública 30 30
16 Fundamentos de Polícia Comunitária* 30 30
17 Direito Ambiental* 30 30
18 Policiamento Tático 30 30
19 Tiro Defensivo 60 60
20 Processo Decisório I* 36 36
21 Sociologia do Crime e da Violência* 30 30
22 Informática aplicada 30 30
23 Telecomunicações Aplicada* 30 30
24 Metodologia da Pesquisa 30 30
Estágios Supervisionados 70 80 150
Orientação e Supervisão de Curso
Seminários Temáticos 36 36
746 696 -
CARGA HORÁRIA – 2º ano 1442 -

1 O.L.PM III 40 40
2 EFM III 50 50 100
3 Ordem Unida III 30 30 60
4 Tiro Defensivo III 50 50
5 Economia Política 30 30
6 Contabilidade e Finanças Públicas 30 30
7 Oratória 30 30
8 Teoria de Polícia 40 40
9 Criminologia 40 40
10 Direito Processual Penal* 60 60
11 Direito Processual Penal Militar 90 90
12 Policiamento Ambiental 30 30
13 Legislação Especial* 60 60
14 Planejamento Operacional 60 60
15 Gerenciamento de crises * 40 40
16 Operações Policiais 40 40
17 Policiamento de Choque 60 60
18 Metodologia da Pesquisa 40 40
19 Técnica de Polícia Judiciária 30 30
20 Processo Decisório Aplicado 30 30
21 Estatística Aplicada 30 30
22 Atividade de Inteligência 30 30
23 Relações Interpessoais* 30 30
24 Defesa Pessoal III* 30 30 60
Estágios supervisionados 150 150
Estágio de Operação Policial 100 100
Seminários Temáticos 36 36
Orientação e Supervisão de Curso
826 570 -
CARGA HORÁRIA – 3º ano 1396 -
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Estágio Supervisionado 150 150 150 450
Orientação e Supervisão de Curso 200 200 200 600
CARGA HORÁRIA TOTAL 1296 1442 1396 4134
* Disciplinas da base comum do Ministério da Justiça.

5. ATIVIDADES DOCENTES

Na condução das aulas, os professores e instrutores deverão orientar suas atividades de


forma a:
a. Manter os alunos permanentemente incentivados;
b. Estabelecer a cooperação sincera e honesta dos alunos entre si e com o professor;
c. Habilitar os alunos a pedirem esclarecimentos sobre assuntos ministrados durante
as aulas;
d. Incutir e desenvolver hábitos de trabalho mental, de atenção e reflexão;
e. Utilizar todos os recursos, com clareza e precisão de linguagem, para bem se fazer
compreender;
f. Estimular a dedicação ao trabalho de desenvolver a confiança no esforço pessoal;
g. Orientar o aluno quanto à técnica mais apropriada para o estudo da matéria;
h. Verificar constantemente a aprendizagem dos alunos de modo que se possa
habilitar-se, a indispensável fixação dos pontos essenciais de cada assunto ensinado;
i. Estimular a cooperação entre alunos através do trabalho em grupo;
j. Incentivar a pesquisa em todas as áreas e fase de ensino.

6. ATIVIDADES DISCENTES

O Corpo Discente compor-se-á de todos os alunos matriculados regulamente nos


cursos oferecidos pela Academia.
Semanalmente, em cada turma, um aluno exercerá a função de CHEFE DE TURMA, a
chefia de Turma constitui oportunidade para o que o aluno revele atributos de personalidade
no campo da chefia e Liderança.
Os chefes de turma serão designados na ordem (antigüidade) na respectiva turma e
serão substituídos, em seus impedimentos, pelo aluno que o seguir na antigüidade.

São atribuições do chefe de turma:


a. Manter a ordem e a disciplina em qualquer situação, particularmente nos intervalos
de aula e deslocamento do pelotão;
b. Participar qualquer ocorrência com a turma que impliquem em medidas
disciplinares e administrativas;
c. Zelar pela ordem e limpeza da sala de aula;
d. Anotar os alunos que se atrasam ou faltarem às aulas ou qualquer outra atividade,
para fins de registro;
e. Conduzir a turma sempre em forma para os locais necessários, deslocando-se em
passo ordinário;
f. Providenciar com antecedência para que os meios auxiliares de instrução,
necessário ao ensino, estejam em dia, hora e local designados pelos professores e
instrutores;
g. Manter sob sua responsabilidade o material da sala de aula e local de instrução;
h. Apresentar a turma ao instrutor, ao inicio de cada tempo de aula e no término, os
alunos, neste caso, deverão levantar-se à sua entrada, e saída (sempre em posição de
sentido);
i. Caso o instrutor não apareça, após 15 minutos previsto para o inicio da instrução,
o chefe de turma deve passar o comando ao subchefe de turma e comunicar o fato à
Divisão de ensino;
j. Quando as turmas estiverem reunidas, o chefe de turma mais antigo funcionará
como chefe de turma conjunto.

7. DEVERES E DIREITOS

São deveres dos alunos discentes:


São deveres do corpo discente, além dos previstos na legislação em vigor:
I - freqüência às atividades escolares;
II - participação nos exercícios e nas apresentações internas e externas;
III - obedecer, rigorosamente, às exigências da coletividade militar;
IV - obedecer cuidadosamente os horários das aulas e refeições;
V - contribuir em sua esfera de ação para o prestígio do estabelecimento de ensino a que
pertence;
VI - dirigir-se ao local de instrução munido do material didático indispensável à sessão
de ensino programada;
VII - cooperar para a boa conservação dos imóveis do estabelecimento, do seu material
escolar, móveis e utensílios diversos;
VIII - apresentar-se, quando em trajes civis, de forma decente;
IX - aguardar, no local de instrução, a chegada do professor ou instrutor;
X - obedecer às ordens do chefe de turma e do instrutor, tratando-os sempre com
respeito;
XI - ser assíduo e pontual no cumprimento de seus trabalhos;
XII - dirigir-se aos órgãos administrativos escolares percorrendo os trâmites
regulamentares;
XIII - justificar a falta ou atraso a qualquer atividade de serviço ou instrução;
XIV - não usar meio ilícito na produção de trabalho intelectual ou em avaliação;
XV - devolver, no tempo devido, os livros que retirar da biblioteca ou outros meios
auxiliares;
XVI - tratar com urbanidade os colegas e os subordinados;
XVII - levar ao conhecimento de seu superior imediato qualquer irregularidade que
tenha conhecimento;
XVIII - atendimento às convocações e determinações de autoridade competente.

Observações:
a. Na Academia, o emprego de meios fraudulentos, além dos aspectos escolares
envolvidos, é considerado transgressão disciplinar de natureza GRAVE.
b. Os professores/instrutores não deverão transigir nesse aspecto, já que ele faz parte
da formação ética e profissional do nosso aluno.
c. Considera-se uso de meios fraudulentos para obtenção de melhor resultado, para si
ou outrem, na verificação de aprendizagem:
I. A utilização de qualquer meio ou introdução em local de realização de provas, de
objeto ou artificio considerado não permitido para a sua execução;
II. Toda ação não permitida, visando a modificar o resultado de quaisquer
verificações.
d. Além das sanções previstas nos regulamentos, faz parte da punição disciplinar a
atribuição da nota 0 (zero) na referida verificação da aprendizagem.
e. A obtenção de nota inferior a 7,0 (sete) em qualquer disciplina poderá caracterizar
falta de dedicação aos estudos, que resultará em transgressão da disciplina policial
militar.

7.2 Conduta dos Alunos durante as aulas:


a. Pouco antes do início de cada tempo de instrução, os alunos já deverão estar no
local onde se desenvolverá a atividade;
b. É vedado fumar nas salas de aulas, corredores e durante a execução de qualquer
trabalho ou exercício;
c. O aluno que desejar fazer qualquer pergunta ou for chamado deverá se levantar e
permanecer em pé até o final da troca de perguntas e respostas. Deverá falar sempre
em tom de voz que permita ser ouvido por todos os presentes;
d. Os alunos poderão ser chamados para participarem de atividades inopinadas;
e. Nenhum instrutor poderá dispensar o aluno de uma atividade da qual deve
participar, sem conhecimento prévio do Comando do Corpo de Alunos:

7.3 São direitos dos alunos:

a. Solicitar ao instrutor os esclarecimentos que julgar necessários }à boa compreensão


dos assuntos que lhe são ensinados;
b. Freqüentar as diversas dependências da Academia de acordo com as normas
estabelecidas;
c. Usufruir do Diretório Acadêmico e dele fazer parte;
d. Reunir-se aos colegas para organizar agremiações de cunho educativos (cívico,
literário, artístico, recreativo) nas condições estabelecidas ou aprovadas pelo
Comando.
e. Solicitar revisão de provas. Visa a dar oportunidades aos alunos que se julguem
prejudicados nas provas quanto à correção e apuração dos resultados. Deve-se
entender, contudo, que o pedido de revisão de provas não deve constituir conduta
sistemática e freqüente. O aluno com este procedimento pode indicar distúrbios de
ordem moral ou psicológica, que, a uma administração escolar avisada, cabe eliminar.
O aluno que não concordar com o resultado da nota ou menção de sua prova, poderá
solicitar, com razões fundamentadas, no prazo de 48 horas após tomar conhecimento
do resultado, a revisão da mesma à Divisão de Ensino da APM, devendo
primeiramente participar tal intenção ao seu Comandante de Pelotão;
Beneficiar-se da assistência médica, odontologia e hospitalar;
g. Como forma de reconhecimento a atributos e condutas e condutas destacadas,
quando o Comando assim entender, como menção este poderá dispensar, recompensar,
elogiar e indultar o aluno que com o seu proceder fizer jus.

8. FREQÜÊNCIA E PONTUALIDADE
a. É obrigatória a freqüência e a pontualidade do aluno aos trabalhos escolares (aulas
ou sessões de instruções, atividades extra-classe, verificações correntes, sessões se
estudo e formaturas), que são considerados atos de serviço;
b. A fiel observância dos sinais que determinem início das aulas, será considerado
como exteriorização de atitude disciplinar;
c. O aluno que por motivos pessoais, necessitar faltar à Academia ou dela se retirar,
antes do término da jornada, procurará o Comandante de Pelotão, o qual após apreciar
o fato e as razões, levará ao conhecimento do Comandante do Corpo de Alunos para
decisão;
d. O aluno que não puder comparecer a qualquer trabalho programado deverá, tão
logo, possa participar o fato á Academia, por telefone ou outro meio;
e. As faltas e os atrasos serão verificados pelos Chefes de Turma e pelo instrutores no
início de cada tempo de aula, sendo anotadas no livro de acompanhamento }à
assiduidade e pontualidade;
f. Será considerado atraso o aluno que por ocasião do toque de início de aula não
estiver presente no local de instrução;
g. Aluno que faltar, chegar atrasado ou não assistir integralmente a uma ou mais
sessões, perderá por tempo de aula:
I. 01 (um) ponto, se a falta for justificada;
II. 03 (três) pontos, se a falta não for justificada;
h. O aluno que atingir um número de pontos perdidos superiores a 10% da carga
horária do ano letivo do curso será REPROVADO;
i. As faltas e atrasos não justificados a qualquer ato de serviço estarão sujeitos às
sanções disciplinares;
j. Serão justificadas apenas as faltas que decorrem de força maior (imprevisível) que
são:
I. Acidente em serviço;
II. Moléstia grave;
III. Baixa a hospital;
IV. Licenciamento temporário concedido pela Junta de Inspeção de Saúde
Geral (JISG);
V. Dispensa, nojo;
VI. Outras, a juízo do Comandante do estabelecimento.

k. O aluno que faltar, por motivo justificado, a qualquer prova poderá realizá-la em
Segunda chamada. Os pedidos de realização de provas em Segunda chamada devem
ser dirigidos à Divisão de Ensino pelo interessado, através do Corpo de Alunos, no
prazo máximo de 48 horas, cessado o motivo que o impediu de comparecer ao
trabalho escolar, anexando ao requerimento o comprovante de impedimento da
realização da prova na data de sua aplicação.

l. Os alunos baixados, quando a sua condições físicas assim o permitirem, deverão


estar presentes em toda as atividade, mesmo que não possam delas participar ou
executar os exercícios exigidos.

9. EXCLUSÃO DO CURSO

Será excluído do Curso o Aluno que:


a. Tiver deferido, pelo Comandante, seu requerimento de exclusão do Curso;
b. Exceder 10% da carga horária do ano letivo do curso em pontos perdidos;
c. Após julgamento realizado, comprovadamente e de conformidade com as norma
fixadas no Estabelecimento, revelar conduta que o incompatibilize para o
oficialato;
d. For reprovado pela segunda vez;
e. Incidir em quaisquer das condições de incapacidade física permanente para
prosseguimento no curso; conforme o caso, poderá ser trancada a matrícula, se a
incapacidade física for temporária, devidamente comprovada em inspeção de
saúde;
f. Não obtiver nota mínima de aprovação em cada grupo de matérias ou final.

10. AVALIAÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

A verificação do rendimento escolar será feito por disciplina, abrangendo os aspectos


de assiduidade e eficiência, cada uma eliminatória por si mesma.
Entende-se por assiduidade, a freqüência as atividades de cada disciplina, e por
eficiência, o resultado dos estudos ou atividades desenvolvidas pelo aluno avaliado através de
provas e, ou, trabalhos exigidos no decorrer do período letivo, bem como quando for o caso
de exame final ou recuperação.

10.1 Os processos empregados para a medida da aprendizagem são:


a. Verificação Corrente ( VC )
Tem por fim avaliar o processo conseguido pelo aluno em certa faixa do programa.
A data de realização é fixada e divulgada com antecedência;
b. Verificação Final Especial ( VFE – 2ª Época )
Visa avaliar o aluno que não alcançou a aprovação em 1ª Época. Sua realização não
poderá ultrapassar 15 (quinze) dias após divulgado o resultado da VF. O resultado a
ser computado será o valor mínimo necessário à aprovação, se atingir, mesmo que a
nota obtida tenha sido superior.
c. Verificação de Estudos ( VE )
São processos utilizados, com ou sem conhecimento prévio do aluno, para avaliar o
processo obtido em parte da faixa do programa, que, ao final, será obtido de uma
Verificação Corrente ( VC ).
d. Verificação Especial ( V Esp. )
Objetiva avaliar a aprendizagem, por meio de trabalho em grupo ou individual, a
critério do instrutor / professor.
e. Verificação Final ( VF )
Tem por finalidade avaliar a consecução dos objetivos na totalidade dos assuntos
ministrados no ano ou período letivo.
f. Avaliação Conceitual (AC )
Tem por finalidade apreciar o rendimento do aluno quanto ao seu comportamento
escolar profissional.
10.2. Condições de Aprovação:

a. Obtiver nota igual ou superior a 7.0 no conceito de aptidão profissional e na média


final do curso;
b. Obtiver nota diferente de zero na verificação final, alcançada a média mínima de
7.0 na matéria e no curso.

10.3. Será considerado reprovado o aluno que:

a. Obtiver nota inferior a 7.0 no conceito de aptidão profissional, na média de


aproveitamento por matéria ou na média final do Curso;
b. Obtiver nota igual a zero na Verificação Final;
c. Ficar na dependência de mais de 3 (três) verificações de recuperação no mesmo
ano do curso;
d. Ultrapassar o limite de pontos perdidos para o curso;
e. Não obtiver freqüência superior a 75% do curso.

10.4. Os alunos do CFO que forem aprovados com VEF (2ª Época) no 1º e 2º Ano,
serão classificados após os aprovados em 1ª Época no ano letivo seguinte, contudo tal
situação não influenciará para a classificação final do curso, devendo, entretanto, ser
considerada na avaliação conceitual (AC).

10.5. Para efeito de classificação geral, será considerada a ordem decrescente de média
global, sem considerar o item anterior.

10.6. Para obtenção da média final do curso ou estágio, calcula-se a média ponderada
entre médias obtidas, atribuindo-se mesmo peso para todas as disciplinas.

10.7. No cálculo da média final do curso ou estágio, será usada aproximação de até
milésimos; quando houver empate, o primeiro critério a ser considerado deverá ser o
maior número de aprovação em disciplinas em 1ª Época, e o segundo critério a idade
maior.

10.8. No caso do CFO, calcula-se a média final do curso, através da média ponderada
entre as notas finais dos anos letivos, atribuindo-se peso 2(dois) à média final do
último ano, e peso 1(um) às médias dos dois anos anteriores.

11. CONSELHO SUPERIOR DA APM


O Conselho Superior da APM compõe-se de:
I. Presidente;
II. Membros;
III. Secretário.

O Presidente do Conselho Superior da APM é o Diretor de Ensino e Instrução da


PMPA.
São membros do Conselho Superior da APM:

I. O Comandante da APM;
II. O Comandante do CFAP;
III. Um representante docente (professor ou instrutor);
IV. Um representante discente;
O Secretário do Conselho de Ensino será nomeado pelo Presidente do Conselho e não
terá direito a voz nem a voto.
O Conselho Superior da APM é o órgão máximo da instituição e será sempre o órgão
de última instância para decidir sobre as questões de ensino, administrativas e de natureza
disciplinares graves.
Compete ao Conselho Superior da APM;
I. Fixar a política geral da APM
II. Aprovar o Plano Geral de Ensino da APM;
III. Aprovar as mudanças que forem necessárias para aperfeiçoamento do presente
regulamento;
IV. Apreciar, quando couber, o veto do Comandante da APM e Conselho de
Ensino;
V. Julgar os recursos interpostos contra decisões nas esferas inferiores e que já
tenham sido apreciados pelo Conselho de Ensino e pelo Comandante da APM;
VI. Decidir sobre questões disciplinares graves em qualquer setor da APM e
determinar os procedimentos a serem seguidos pelo Comandante e Diretor da APM;
VII. Apurar responsabilidades dos diversos Comandos, Chefias, quando se fizer
necessário, com base nos instrumentos legais da instituição;
VIII. Emitir parecer e fixar normas em matérias de sua competência, quando
solicitado;
IX. Decidir sobre matérias omissas a esse Regulamento e que excedam a
competência do Conselho de Ensino ou do Comandante da APM;
X. Fixar o calendário anual de suas reuniões ordinárias e convocar mediante
comunicação interna, as reuniões extraordinárias, quando alguma questão de solução
imediata assim exigir.

12. CONSELHO DE ENSINO DA APM

O Conselho de Ensino compõe-se de:


I - Presidente
I. Membros;
II. Secretário.

O Presidente do Conselho de Ensino da APM é o Subcomandante da APM.


São membros do Conselho de Ensino da APM:
I- O Chefe da Divisão de Ensino;
II- O Comandante do Corpo de Alunos;
III- O Chefe da Seção Técnica-Pedagógica;
IV- O Chefe da Seção de Orientação Educacional;
V- Um professor ou instrutor;
VI- Um representante discente;
VII- O Chefe da Seção Psicológica.

O secretário do Conselho de Ensino será nomeado pelo Presidente do Conselho e não


terá direitos a voz nem a voto.
Compete ao Conselho de Ensino da APM:

I- Julgar anualmente o Corpo Discente com base nos Conceitos de Aptidão para
prosseguimento no curso, além do ingresso no Oficialato para alunos Oficiais;
II- Elaborar, junto com o chefe da Divisão de Ensino e a Seção Técnica-
Pedagógica, o Plano Geral de Ensino a ser apresentado ao Comandante da APM, que o
submeterá aprovação superior;
III- Atuar como supervisor e comprometido com o bom andamento das atividades
gerais de APM;
IV- Julgar, em primeira instância, todos os recursos que estejam ligados aos
aspectos pedagógicos da APM, tais como:
a) revisão de provas;
b) trancamento de matrícula;
c) reabertura de matrícula;
d) reprovação por conteúdo ou freqüência;
e) exclusão por reprovação de conteúdo ou incapacidade física.
V- Em qualquer dos casos anteriores citados, já deve existir uma tomada de
decisão preliminar e deverão ser oriundos da Divisão de Ensino;
VI- A avaliação do desempenho geral dos professores e instrutores da APM, com
base nas informações oriundas da Divisão de Ensino, e encaminhar o relatório ao
Comandante da Instituição, para as providências que se fizerem necessárias;
VII- As questões disciplinares de natureza leve, com penalidades impostas pelo
Comandante de Corpo de Alunos, terão abrigo de recurso no referido Conselho.

13. DISCIPLINA
Sendo a APM a fonte de onde promana a doutrina para a Corporação, deve a mesma
servir de modelo em todos os seus segmentos, constituindo, por conseguinte, uma ESCOLA
DE EXEMPLOS.
A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis,
regulamentos, normais e disposições em vigor, traduzindo-se pelo perfeito cumprimento do
dever por parte de todos e de cada um dos componentes. Cabe aos corpos docentes, discentes
e técnico-administrativo da Academia manter a fiel observância aos preceitos de ordem e
dignidade.
A espontaneidade e a correção dos sinais de respeito são índices seguros do grau de
disciplina das Corporações Militares, bem como a educação moral e instrução profissional de
seus elementos.
Há, na atualidade, uma certa tendência para a liberdade dos costumes e o
afrouxamento dos padrões tradicionais.
No meio militar, tal relaxamento tem provocado, por um lado, a inobservância de
certas normas regulamentares e, de outra parte, o alheamento e desinteresse por parte dos
quadros em coibir tais transgressões.
14. HIERARQUIA
É a base que dá origem à obediência e à disciplina.
Visa a conferir progressivamente a autoridade. É o sentido de distinção entre os
diversos postos e cargos.
A precedência hierárquica entre os militares é regulada pelo posto ou graduação,
salvo nos casos de precedência funcional, estabelecidos em lei.
O fato de alguém hierarquicamente ser superior não significa ser mais e que os
outros são menos.
O relacionamento entre o superior e o subordinado deve ser reciprocamente de
bondade, compreensão, paciência, atenção, camaradagem e, sobretudo, de respeito. Caso
Contrário, o relacionamento funcional cai no descrédito, a autoridade necessária deixará de
existir e a organização perecerá.
O aluno Oficial na escala hierárquica é superior a Subtenente e, quando de serviço no
âmbito de sua turma, tem precedência ao outro que não esteja de serviço.

15. PUNIÇÕES DISCIPLINARES


Quando a ação educativa, conduzida através de exemplos e conselhos, não for
suficiente para evitar os desvios de conduta, a ação disciplinar será exercida, considerando-se
que os alunos de APM estão sujeitos a estas normas e ao RDPM.

16. PROCEDIMENTO
16.1 Alvorada: às 06:00 h
Ao ser dado o toque de alvorada, os alunos residentes e aqueles quer pernoitaram na
Academia levantar-se-ão prontamente para providenciar higiene pessoal;
Aluno deverá trajar calção e camisa ao menos, e utilizará o banheiro que for
designado;
Em seguida, o aluno arrumará e limpará seu alojamento
Para o desjejum, a APM entrará em forma às 06:00 h, e após a verificação do
pessoal, deslocar-se-á ao refeitório.

16.2. Início do Expediente

a. Ás 07:00 h, todos os Alunos entrarão em forma para o início das atividades


dos dia;
b. Nesta oportunidade, será verificada a assiduidade, higiene e uniforme, bem como
serão transmitidas as ordens e instruções pertinentes.

16.3. Passagem de Serviço

Para as funções de dia à APM, acorrerá no 1º intervalo de aula, na presença do


Comandante do Corpo de Alunos, sendo que nos dias que não houver expediente, a passagem
ocorrerá perante o Oficial de Dia à APM.

16.4. Almoço
As 12:40 h, os alunos entrarão em forma, deslocando-se, em seguida, até o refeitório.
A ordem de entrada para o local da refeição, deverá ocorrer em coluna por um, tendo por base
o 3º ano CFO, completando-se os lugares na mesa.

16.5. Início do 2.º Expediente

Até as 14:00 h, os alunos terão livre horário, quando então deverão entrar em forma
para serem encaminhados para suas atividades.

16.6 Jantar

Procedimento idêntico ao almoço, deve ser adotado por ocasião do jantar. Os alunos
deverão entrar em forma às19:00 h.

16.7. Horário Livre

Poderá ser utilizado a vontade pelo aluno, não podendo se ausentar da APM sem
prévio consentimento.

16.8. Horário de Estudo

a. A previsão desta atividade ficará a cargo do Oficial de dia à APM;


b. Os alunos que desejarem estudar após as 22:00 h nas salas deverão
solicitar ao Oficial de Dia à APM.

16.9. Revista do Recolher

Será procedida as 21:00 h pelo Aluno de Dia ao Corpo de alunos sob supervisão do
Oficial de Dia à APM, entrando os alunos em forma no Corpo da Guarda.

16.10. Silêncio: às 22:00h

a. Após o toque de silêncio, os alunos deverão recolher-se aos seus alojamentos e


guardar o mais absoluto silêncio;

b. Entre o toque de silêncio e o de alvorada, o Oficial de dia à APM ou o Aluno de


Dia ao Corpo de Alunos, poderá certificar-se da presença dos alunos por meio de
revista, para identificá-los.

16.11. Uniforme

a. É vedada a permanência de alunos em uniforme de educação física no refeitório,


cantina e biblioteca;
b. Agasalho de educação física será permitido nas dependência do refeitório quando
não houver expediente, o uniforme para expediente será o 5º A (Instrução).

16.12. Liberação
Dos dias e horários previstos sem atividades, os alunos poderão ser liberados desde
que não tenham sido enquadrados disciplinarmente.
16.13. Lavandeira

Todas as quintas-feiras deverão ser apanhadas novas mudas de roupa de cama. Não
será permitida a lavagem de roupa nas pias dos lavatórios.

16.14. Barbearia

Os alunos deverão utilizar-se da barbearia nos horários que não tenham atividades
programadas ou que não venham a ser utilizadas.

16.15. Atendimento Médico Odontológico

Será realizado na Formação Sanitária do IESP, e na Clínica Odontologica da PMPA,


em caso excepcional, os alunos que necessitarem de atendimento deverão dirigir-se ao
Comandante de pelotão, para que seja estipulado o horário de sua visita. Idêntico
comportamento deverá ser adotado para o atendimento médico fora da APM.

16.16. Higiene

a. A Higiene é essencial em uma coletividade.


b. A APM/IESP possuem amplas instalações e, por isso, necessita permanentemente
do empenho de todos para sua adequada manutenção.
c. A contribuição dos alunos é imprescindível, devendo a APM primar por uma
rigorosa conduta de limpeza em todo o alojamento.
d. A participação inicia-se com o asseio individual (banho diário, higiene bucal, unhas
aparadas, cabelo cortado, uniforme limpo e passado).

16.17. Alojamento

a. Diariamente serão procedidas revistas nos alojamentos, com o objetivo de avaliar as


condições gerais e de higiene;
b. Todos os alunos que ocuparem as suas instalações serão co-responsáveis pelos bens
nelas existentes;
c. Para que impere um bom convívio é necessário que cada um renuncie a hábitos e
costumes que prejudiquem os demais.
d. Nos alojamentos, o aluno poderá ficar à vontade, desde que não transgrida os
princípios elementares da boa educação e as normas da academia, sendo proibido
fumar, ingerir bebida alcoólica, utilizar aparelhos de som e televisão no seu interior.
e. Quando um oficial entra em um alojamento ou vestiário ocupados por tropa, o
militar de serviço ou quem primeiro avistar aquela autoridade comanda: “
ALOJAMENTO (VESTIÁRIO) ATENÇÃO!. ”Comandante de Cia (ou função de
quem chega)”. As praças, sem interromperem suas atividades, no mesmo local em que
se encontram, suspendem toda a conversação e assim se conservam até o comando de
“ À VONTADE” Art. 69 do RCONT.
f. Exigências na revista:
I- As camas devem estar arrumadas dentro do padrão;
II- Os móveis, banheiros e sanitários devem permanecer limpos;
III- Os armários devem estar organizados;
IV- Não será permitido serem guardados alimentos perecíveis nos alojamentos.
16.18. Refeitório

a. Os alunos devem adentrá-los em silêncio, completando as mesas que lhe são


determinadas;
b. A alimentação será servida após ordem do Of. De dia à APM, seguida a
precedência hierárquica;
c. Aluno que se atrasar para as refeições, deve pedir permissão ao Of. de dia à APM
ou ao mais antigo presente, para avançar ao refeitório
d. Ao término das refeições, é responsabilidade dos alunos deixarem suas respectivas
mesas limpas.

17. DIRETÓRIO ACADÊMICO


É o centro de intercâmbio cultural, social esportista dos alunos da APM, que, como
entidade jurídica de representação estudantil, deve permanentemente buscar unir a todos,
preservando e incentivando a classe para mútua cooperação. A soma de esforços na
consecução dos mesmos objetivos eleva e cria progressos para o Corpo de Alunos, sendo que
a participação, por menor que possa representar, é necessário, importante e imprescindível.
As atividades serão elaboradas e reguladas pela diretoria, com apreciação do comando
da APM.

18. FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES


Os alunos concorrerão às escalas de serviço, exercendo as seguintes funções:

17.1. Na Academia:
a. Auxiliar do Oficial de Dia à APM- 3º ANO/CFO
b. Cmt da Guarda – 3º ANO/CFO
c. Aux. Do Cmt da Gda – 2º ANO/CFO
d. Sentinelas – 1º ANO/CFO

17.2. No Corpo de Alunos:


a. Aluno de Dia ao Corpo de Alunos – 3º ANO/CFO
b. Chefe de Turma – 1º, 2º, 3º ANO/CFO
c. Aux. do Aluno de Dia – 2º ANO/CFO
d. Plantões – 1º ANO/CFO.

17.3. Serviços externos


Além dos serviços referentes à segurança do quartel, visando à manutenção e o
higiene do patrimônio, os alunos participarão de operações de policiamento executadas
pelas unidades do CPM, oportunidade em que colocarão em prática os conhecimentos
teóricos adquiridos.

18.4. Tutor
Na APM deve imperar um ambiente de camaradagem, companheirismo,
amizade e solidariedade, vínculos afetivos que a profissão PM exige para que se
configure o sólido e necessário espírito de corpo.
Para que este se cristalize, é necessário que impere uma vontade ferrenha e
coesa de que todos devem comungar dos mesmos propósitos, porque juntos e
irmanados, o índice de erros diminuíra e o sucesso da vitória será uma constante.
Na APM, o aluno inicia uma profissão que exige, para seu pleno crescimento,
uma recíproca e permanente cooperação. Portanto, a função do tutor, designação dada
aos alunos do 3º ANO/CFO, é de fundamental importância para colocar em prática o
ensino aprendizagem.

19. DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS


a. O presente Manual do Aluno Oficial PM não dispensa e nem substitui normas, leis,
regulamentos e diretrizes que também necessitam ser suficientemente conhecidas;
b. As atribuições da APM e seu funcionamento são regidas pelas prescrições contidas
no RAPM;
c. A regulamentação das atividades extra-classe e curricular ( marchas, serviços
externos, operações, viagens de estudo, desfiles, solenidades, palestras, eventos
culturais e sócio-desportivos ) bem como os desfiles internos, escalas de serviço e
horários a serem cumpridos pelo corpo de alunos, serão divulgadas no momento
oportuno;
d. Desconhecimento das orientações constantes neste Manual do AI. Of. PM por parte
do aluno, considerar-se-á transgressão às normas, pois exterioriza uma atitude que
refere falta de interesse para com os assuntos que dizem respeito à Academia.