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COMO MELHOR ORGANIZADORES


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E-BOOK COORDENADOR DE PESQUISA, EXTENSÃO E DESENVOLVIMENTO - ASPED

Arthur Vieira de Lima


Não desperdice papel, imprima somente ANALISTA DE PESQUISA, EXTENSÃO E DESENVOLVIMENTO - ASPED
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A532

Anais do I Encontro Integrado de Pesquisa, Extensão e Desenvolvimento do Unipê /


Organizado por André César Falcão, Arthur Vieira de Lima, Claudia Facini dos
Reis. Unipê: João Pessoa, 2018.

546p.

ISBN 978-85-87868-70-1

1. Produção Acadêmica. 2. Pesquisa. 3. Ensino. 4. Extensão. I. Título.

UNIPÊ / BC CDU 001.89


APRESENTAÇÃO
O presente volume apresenta resultados
do VII Encontro de pesquisa, extensão do
Unipê, realizado com um novo formato,
caracterizando um momento de integração entre
extensionistas e pesquisadores, denominado
de I encontro integrado de Pesquisa e Extensão
e desenvolvimento, objetivando apresentar a
todos os discentes, docentes e sociedade civil,
os trabalhos de pesquisa e extensão realizados
no Centro Universitário de João pessoa - UNIPÊ.
Todos os trabalhos apresentados nesse volume
representam esforços de alunos e professores
do Unipê, visando discussões sobre inovação e
difusão de conhecimentos obedecendo sempre a
missão, visão e valores institucionais.

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SUMÁRIO
ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO PARA TODOS...................................................................................................................15

LABORATÓRIO DE PRÁTICAS EM GESTÃO ESTRATÉGICA - DISCOVERY...................................19

UBTECH ORIENTA VOCÊ: PLANEJAMENTO DE CARREIRA................................................................24

ARQUITETURA

A INFLUÊNCIA DA ARQUITETURA MODERNISTA NOS ESCRITÓRIOS CONTEMPORÂNEOS:


A BUSCA PELA COERÊNCIA ENTRE A OBRA E O DISCURSO..........................................................27

ATUALIZAÇÃO DE MAPA CLIMÁTICO URBANO PARA A CIDADE DE JOÃO PESSOA/PB.......29

DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA DISCIPLINAS DE RESTAURO E HISTÓRIA


DA ARTE DO CURSO DE ARQUITETURA UTILIZANDO EQUIPAMENTOS DE VISUALIZAÇÃO
INTERATIVA - ÓCULOS DE REALIDADE VIRTUAL PRODUZIDOS NO FABLAB..........................33

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL EM ESCOLAS PÚBLICAS ATRAVÉS DE TECNOLOGIAS DE


REALIDADE VIRTUAL - PARCERIA ENTRE UFPB E UNIPÊ................................................................37

GESTÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL: INTERFACES DO SABER....................................................41

HABITAÇÃO CENTRAL: ANÁLISE DA HABITABILIDADE NO CENTRO HISTÓRICO DE JOÃO


PESSOA COMO AUXÍLIO À CONSERVAÇÃO............................................................................................45

HABITAÇÃO NO CENTRO HISTÓRICO: ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA PROPROPRIETÁRIOS DE


RESIDÊNCIAS NA ÁREA CENTRAL DE JOÃO PESSOA.......................................................................50

MIES: MODULAÇÃO, INOVAÇÃO E ESTRATÉGIAS SUSTENTÁVEIS - CITS..................................53

OCUPAÇÃO URBANA E AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS..........................................................................59

PAISAGEM URBANA: UMA ANÁLISE CRÍTICA DA IMAGEM DA CIDADE DE JOÃO PESSOA..63

PROJETO E FABRICAÇÃO DE PROTÓTIPOS DEFORMÁVEIS


UTILIZADOS NO ENSINO DAS ESTRUTURAS ATRAVÉS DO FABLAB...........................................71

QUANDO O PROJETO ARQUITETÔNICO É UM RISCO.........................................................................75


REABILITAÇÃO EM ESPAÇO PÚBLICO DE LAZER E CONVIVÊNCIA .............................................77

READEQUAÇÃO HABITACIONAL À PESSOAS COM


NECESSIDADES ESPECIAIS NA CIDADE DE JOÃO PESSOA/PB...................................................80

REVIVA DESIGN.................................................................................................................................................84

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

ESCOLA DE COMPUTAÇÃO SOLIDÁRIA...................................................................................................88

FÁBRICA DE SOFTWARE DO UBTECH OFFICE/UNIPÊ – CLÍNICA-ESCOLA DE TI.................92

CIÊNCIAS CONTÁBEIS

SABADÃO DO IMPOSTO DE RENDA...........................................................................................................97

IMPACTO DAS CARACTERÍSTICAS DE MERCADO E INSTITUCIONAIS


NA QUALIDADE DA INFORMAÇÃO CONTÁBIL DAS COMPANHIAS ABERTAS BRASILEIRAS,
NORTE AMERICANAS E EUROPEIAS..........................................................................................................101

DESIGN

FABRICAÇÃO DIGITAL + MODA....................................................................................................................109

PAISAGISMO DA PRAÇA DO SITIO BRAVO: UM MODELO DE NEGÓCIO.......................................113

UMA COMPRA PRAZEROSA PARA TODOS: VISUAL MERCHANDISING APLICADO PARA


DEFICIENTES AUDITIVOS..............................................................................................................................121

DIREITO

A IMPARCIALIDADE COMO PILAR DA CREDIBILIDADE DO SISTEMA JUDICIÁRIO E SUA


PERCEPTÍVEL SUPRESSÃO NAS DECISÕES PROFERIDAS PELA SUPREMA CORTE
BRASILEIRA.........................................................................................................................................................127

A ATUAÇÃO DO PODER PÚBLICO MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA


FRENTE À CAUSA ANIMAL E SUA REPERCUSSÃO NA SAÚDE DA POPULAÇÃO.....................129

PROJETO DE PLANO METROPOLITANO DE DESENVOLVIMENTO


INTEGRADO DA REGIÃO METROPOLITANA DE JOÃO PESSOA.......................................................132

OS IMPACTOS DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS NOS CONTRATOS


DE CONCESSÃO DO SETOR ELÉTRICO: O CASO DA MP579/2012...............................................134
OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO SOB
A PERSPECTIVA DE ATUAÇÃO NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA/PB..........................................136

PROJETO DE EXTENSÃO BASE...................................................................................................................149

CAJUP - CENTRO DE ASSISTÊNCIA JURÍDICO POPULAR...............................................................153

CONSTITUIÇÃO, PROPRIEDADE, DESENVOLVIMENTO


NA AMÉRICA LATINA E CIDADANIA AMBIENTAL....................................................................................156

DIALOGISMO E INTERAÇÃO EM LINGUAGEM FORENSE - A INTERAÇÃO VERBAL ENTRE OS


PARTICIPANTES DA MEDIAÇÃO NO ÂMBITO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA..................................159

DIREITO INFRAESTRUTURA CONTRATUALIZAÇÃO: PILARES DO DESENVOLVIMENTO........162

FERRAMENTAS DE CONTROLE SOCIAL DO TRIBUTO:


CONSTRUINDO A CIDADANIA ATIVA – NAF............................................................................................165

FUNÇÃO INTERGERACIONAL DOS CONTRATOS:


EFEITOS DA SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NAS RELAÇÕES CONTRATUAIS.......168

FUNÇÃO SOCIAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS............................................170

MEIO AMBIENTE DO TRABALHO E DESENVOLVIMENTO – INSTRUMENTOS


DE PROTEÇÃO AO TRABALHADOR FRENTE AO USO DE NANOMATERIAIS...............................173

METODOLOGIAS EDUCACIONAIS PARA PREVENIR E SOLUCIONAR CONFLITOS..................175

PROJETO DE EXTENSÃO DIREITOS FUNDAMENTAIS E TRABALHO INFANTIL – PRODFTIN 177

TIPIFICAÇÃO DO DANO MORAL SOB A ÓTICA DA


SEGUNDA INSTÂNCIA DO JUDICIÁRIO TRABALHISTA.......................................................................181

EDUCAÇÃO FÍSICA

CONDIÇÕES DE TRABALHO E FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA


QUE ATUAM NA REDE ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO DAS REGIÕES NORTE E SUL DE JOÃO
PESSOA / PARAÍBA..........................................................................................................................................184

ANÁLISE DAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE DOCENTES DA REDE PÚBLICA


DE JOÃO PESSOA/PB.....................................................................................................................................189

ESCOLA DE TREINAMENTO RESISTIDO - ETRES.................................................................................194

ESPORTES URBANOS: DESAFIOS CORPORAIS...................................................................................196


EXTENSÃO DE HIDROGINÁSTICA ..............................................................................................................199

EXTENSÃO DE NATAÇÃO ..............................................................................................................................203

HIDROGINÁSTICA NA TERCEIRA IDADE...................................................................................................206

LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO FÍSICA – LAF-UNIPÊ/SANNY


MULTIDISCIPLINAR – FISIOLOGIA DO MOVIMENTO............................................................................210

POSTO DE ATENDIMENTO DE PRIMEIROS SOCORROS-PAPS........................................................213

ENFERMAGEM

ANJOS DA ENFERMAGEM..............................................................................................................................219

ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA (ASCD).........................................................221

BURNOUT ENTRE OS TRABALHADORES DE SAÚDE:


CONHECER, PREVENIR E DIALOGAR........................................................................................................223

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA ESCOLA:


IMPORTÂNCIA DE SUA APLICAÇÃO NA ADOLESCÊNCIA..................................................................226

ESPAÇO AMAR, GESTAR E PARIR: EMPODERANDO MULHERES E FAMÍLIAS............................230

ESTIMULAÇÃO NEURAL EM PESSOAS IDOSAS: PROPOSTA MULTIDISCIPLINAR...................233

INOVAÇÃO EM SAÚDE: DESENVOLVENDO PRODUTOS PARA INSULINO DEPENDENTES NA


ATENÇÃO BÁSICA.............................................................................................................................................236

CAPACITAÇÃO DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA PARA ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO....239

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA COMO FERRAMENTA


TECNOLÓGICA PARA O PROCESSO DE CUIDAR..................................................................................241

PRÁTICAS ASSISTIDAS E AÇÕES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE RELACIONADAS


À IMUNIZAÇÃO: FORTALECENDO COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DOS DISCENTES NA
ATENÇÃO PRIMÁRIA ........................................................................................................................................244

ENGENHARIA CIVIL

A INTERVENÇÃO DOS RESULTADOS PÓS OBRA EM UMA EMPRESA DA CONSTRUÇÃO CIVIL


NA CIDADE DE JOÃO PESSOA....................................................................................................................249

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO JAGUARIBE EM JOÃO PESSOA-PB...................252


APLICAÇÕES DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NA ENGENHARIA CIVIL........................................255

COMPARATIVO ENTRE ARGILA EXPANDIDA E POLIESTIRENO


EXPANDIDO EM CONCRETO LEVE DE ALTO DESEMPENHO (CLAD).............................................257

ENGENHARIA CIVIL NAS ESCOLAS: O UNIPÊ DESPERTANDO JOVENS DO 3º ANO DO ENSINO


MÉDIO PARA A IMPORTÂNCIA E BELEZA DESTE CURSO ATRAVÉS DA MATEMÁTICA............261

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA ÁGUA PARA ARTEFATOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL....................264

ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE SOLOS REFORÇADOS


COM FIBRAS DE POLITEREFTALATO DE ETILENO EM ATERRO DE RODOVIAS.......................269

ANALISE TÉCNICA DA ABORDAGEM DO MEIO FÍSICO NOS ESTUDOS DE IMPACTO


AMBIENTAL (EIAS) PARA FINS DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE GRANDES OBRAS DE
ENGENHARIA......................................................................................................................................................276

FISIOTERAPIA

EFEITO DO TREINAMENTO MUSCULAR RESPIRATÓRIO EM ATLETAS..........................................280

ANÁLISE DA MARCHA EM HEMIPARÉTICOS:


PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO COM ÓRTESE SUSTENTÁVEL.......................................................283

EQUOTERAPIA COMO MODALIDADE TERAPÊUTICA...........................................................................288

ESCOLA DE POSTURAS.................................................................................................................................293

FISIOTERAPIA DESPORTIVA:
INCENTIVANDO O DESEMPENHO FÍSICO E RESPIRATÓRIO DO ATLETA.....................................300

FISIOTERAPIA E CUIDADOS PALIATIVOS EM ONCOLOGIA..............................................................304

FONOTERAPIA DE GRUPO PARA PROFISSIONAIS DA VOZ – GVOZ.............................................309

FUNCIONALIDADE NA UTI: EM BUSCA DO MOVIMENTO E DA VIDA..............................................313

GRUPO DE APOIO AOS PAIS E CUIDADORES


DE CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS (GAPCCE)...........................................................317

PILATES SOBRE RODAS: REPERCUSSÕES DA PRÁTICA


NA SAÚDE FUNCIONAL DE CADEIRANTES POR LESÃO MEDULAR TRAUMÁTICA...................320

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES:


RACIONALIDADES DO CUIDADO EM SAÚDE.........................................................................................325
PROGRAMA DE ATENÇÃO AOS CUIDADORES (PAC)
DE PESSOAS COM DISTÚRBIOS NEUROFUNCIONAIS.......................................................................328

PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRADA À CRIANÇA COM MICROCEFALIA..................................332

RESAT: (RE) PENSANDO AS AÇÕES EM SAÚDE


DO TRABALHO COMO ESTRATÉGIA DE VALORIZAÇÃO DOS FATORES HUMANOS................336

VALORES DE REFERÊNCIA PARA A FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA...................................341

FONOAUDIOLOGIA

AVALIAÇÃO DA LINGUAGEM E MEMÓRIA EM IDOSOS HIPERTENSOS E DIABÉTICOS...........350

AVALIAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM ESCOLARES DA PARAIBA....................................................354

ESTRATÉGIAS FONOAUDIOLÓGICAS PARA UM ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL.....................356

INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA NOS


TRANSTORNOS NEUROLÓGICOS EM ADULTOS E IDOSOS..............................................................359

OFICINA DE ESTIMULAÇÃO PARA A MELHORA


NA PRODUÇÃO DE FALA DE CRIANÇAS COM DESVIO FONOLÓGICO.........................................363

PROGRAMA DE AVALIAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA DOS DISTÚRBIOS VOCAIS..........................367

REABILITAÇÃO VESTIBULAR: UMA AÇÃO FONOAUDIOLÓGICA.....................................................369

GESTÃO AMBIENTAL

GESTÃO AMBIENTAL, SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA


ENERGÉTICA APLICADA AO SETOR EMPRESARIAL............................................................................374

PLANO DE GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO UNIPÊ: FASE 1 DIAGNÓSTICO ...................379

“PRASSA” - PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS E SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL DO UNIPE.............381

PLANO DE INTEGRAÇÃO ENTRE PROJETOS SUSTENTÁVEIS DO CENTRO


UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA - UNIPÊ PROJETO UNIPÊ SUSTENTÁVEL........................385

GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

CLUBE DE PROGRAMAÇÃO DO UNIPÊ.....................................................................................................388


GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

GESTÃO DE PESSOAS NA PRÁTICA SIMULADA....................................................................................393

RHUM – ORIENTANDO E DESENVOLVENDO PESSOAS – DISCOVERY........................................397

GESTÃO FINANCEIRA

SALA DE FINANÇAS E MERCADO DE CAPITAIS....................................................................................402

GESTÃO PÚBLICA

LICITAÇÃO E VISITAS TÉCNICAS: UMA ANÁLISE À LUZ DA LEI N.º 8.666/93..........................410

PUBLIC – DISCOVERY....................................................................................................................................413

LOGÍSTICA

JUNIOR ACHIEVEMENT...................................................................................................................................418

PLANILHAS INTELIGENTES...........................................................................................................................422

PROJETO DISCOVERY - CAD SOLUTIONS.............................................................................................426

MARKETING

BUREAU CRIATIVO DE MARKETING, DESIGN E ECONOMIA CRIATIVA..........................................431

OBSERVATÓRIO DO CONSUMO. ENTENDO HÁBITOS E MUDANÇAS


NO COMPORTAMENTO DE CONSUMO NA CIDADE DE JOÃO PESSOA.........................................434

MEDICINA

AÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO MONITORAMENTO


E INTERVENÇÃO NA FALHA TERAPÊUTICA EM PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS..............438

AMBULATÓRIO MULTIDISCIPLINAR PARA TRATAMENTO DA DOR DO UNIPÊ............................440

CORRELAÇÃO ENTRE ESTRESSE, PRESSÃO ARTERIAL


SISTÊMICA E O COTIDIANO DO ESTUDANTE DE MEDICINA.............................................................444

ESTUDO DAS CARACTERÍSTICAS SÓCIO DEMOGRÁFICAS E O ITINERÁRIO TERAPÊUTICO


DAS MÃES COM FILHOS ACOMETIDOS POR MICROCEFALIA NA PARAÍBA...............................450
FORMAÇÃO MÉDICA:
RELAÇÃO ENTRE CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO E PRÁTICA PROFISSIONAL...........................452

INFRAVERMELHO E MACHINE LEARNING NA PREDIÇÃO


AUTOMÁTICA DE RISCO PARA ÚLCERAS EM PÉS DIABÉTICOS: PESQUISA
E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA APLICADA À PREVENÇÃO DE DOENÇAS ...........................455

MANEJO DA DOR EM PACIENTES HOSPITALIZADOS: IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DA DOR


COMO 5º SINAL VITAL EM HOSPITAL ESCOLA DE JOÃO PESSOA...............................................458

PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO, CLÍNICO E IMUNOLÓGICO DOS PORTADORES DE HIV/AIDS


ATENDIDOS NO HOSPITAL DE REFERÊNCIA DE JOÃO PESSOA....................................................461

RELAÇÃO ENTRE ESTEATOSE HEPÁTICA E OS FATORES


DE RISCO CARDIOMETABÓLICOS EM CRIANÇAS EM DE CAMPINA GRANDE- PB..................464

SEGURANÇA DO PACIENTE NO UNIPÊ:


INTEGRANDO EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA A SERVIÇO DA COMUNIDADE.................................466

UNIPÊ ASSISTE..................................................................................................................................................469

PROJETO COM CIÊNCIA.................................................................................................................................471

ODONTOLOGIA

ANJOS DO SORRISO.......................................................................................................................................474

ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA NO PROGRAMA DE


ATENÇÃO INTEGRADA À CRIANÇA COM MICROCEFALIA..................................................................478

ATENÇÃO AOS PORTADORES DE PRÓTESES DENTÁRIAS REMOVÍVEIS TOTAIS OU PARCIAIS


ATENDIDOS NA CLÍNICA ESCOLA DE ODONTOLOGIA DO UNIPÊ: RELATO DE EXPERIÊNCIA...481

COMPARAÇÃO ENTRE DOIS MÉTODOS DE


ESTIMATIVA DE IDADE ATRAVÉS DE IMAGENS PANORÂMICAS......................................................485

CONDIÇÃO ORAL DE DEPENDENTES QUÍMICOS DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA.............490

CUIDADO BUCAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES


COM DEFICIÊNCIA E FATORES ASSOCIADOS.......................................................................................493

DIAGNÓSTICO ODONTOLÓGICO EM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA..............................................498

EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL EM AMBIENTE HOSPITALAR...........................................................500


O GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) NA ODONTOLOGIA...502

PROJETO APOLÔNIAS DA PARAÍBA..........................................................................................................504

LIGA ACADÊMICA DE ANATOMIA HAROLDO DINIZ – LAAHD ..........................................................507

SERVIÇO DE PREVENÇÃO E DIAGNÓSTICO ORAL – SEPDO..........................................................510

PSICOLOGIA

ABRACE A CAUSA: INTERVENÇÃO PARA PACIENTES DO ESPECTRO AUTISTA......................514

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NA PRÁTICA CLINICA................................................................................516

CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE UMA ESCALA PARA AVALIAÇÃO DAS HABILIDADES


SOCIAIS................................................................................................................................................................520

“ESCUTA AMPLIADA E ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL ÀS MÃES DE BEBÊS COM MICROCEFALIA


EM CONSEQUÊNCIA DO VÍRUS ZIKA”.......................................................................................................524

EXTENSÃO EM PSICOLOGIA JURÍDICA....................................................................................................526

ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL......................................................................................................................531

PROGAMA DE ESTIMULAÇÃO COGNITIVA E SOCIO EMOCIONAL A PESSOA IDOSA IDOSO EM


SITUAÇÃO ASILAR............................................................................................................................................533

RECONSOLIDAÇÃO DE MEMÓRIA E PSICOTERAPIA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA...............538

SERVIÇO DE ESCUTA AO ADOLESCENTE INFRATOR NUMA VISÃO FENOMENOLÓGICA-


EXISTENCIAL......................................................................................................................................................540

TREINAMENTO DE HABILIDADES SOCIAIS EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIO DE


PSICOLOGIA.......................................................................................................................................................542
AD
MI
NIS
TRA
ÇÃO
ADMINISTRAÇÃO PARA TODOS
Curso promotor do projeto: Curso de Administração

Cursos integrados: Curso de Contabilidade e os Superiores em tecnologia: Gestão


Financeira, Gestão de Marketing, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Pública e
Logística.

Coordenador(a): Semíramis Mangueira de Lima

Colaboradores(as): Sheylla da Silva Mendes

Discentes: Alanda Franciola Dos Santos Guimarães, Alêssa Bruna Gomes Dos Santos,
Alexandre Silva Dantas, Amanda Carla De Oliveira Bezerra, Amélia Mickaela Dutelle,
Atila Henrique Costa, Camila Maria Bezerra Holanda, Daniel De Normando Pequeno,
Daniel Dos Santos Silva, Debora Daniele Pontes Rodrigues, Eduardo Rodrigues Alves,
Emily Maria Carvalho Alves, Giovanne Martins De Paiva Júnior, Gustavo José Da C. Silva,
Jacqueline Rocha Alves Coutinho, Jane Pontes Da Silva, Jennifer Rubia Rodrigues Da
Silva, Jessica Mayara Pereira Da Conceição, Jusseli Ingridy B. Inácio, Karmen Raiany De
Alexandria, Lucas Araujo De Macena, Maraisa De Fátima Alves Machado, Maria Harilma
Pinheiro Da Silva, Michael De Oliveira Silva, Mikaele Araújo Rodrigues, Najla Menezes,
Natalia Lima Diniz Pinto Brandão, Nathalia Gabriel Gomes, Raissa Ferreira De Araújo,
Renne Nunes Dos Santos, Sidney Cordeiro De Lima.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( x )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( x ) Outros, Quais? Usuários da Fundação Centro
Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad).

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto é desenvolvido no Campus da Instituição,


bloco C, salas de 42 até 62. Paralelamente, o projeto é realizado na Coordenadoria de
Produção e Profissionalização – CORPU, localizada na Funad.

Cronograma de execução do projeto: No Campus da Unipê, está sendo realizado


aos sábados pela manhã, entre 8hs e 11 hs. Na Funad, é realizado às segundas-feiras
entre 14hs e 17hs. O projeto teve início em 10 de março e tem prazo de encerramento
previsto para dia 14 de junho.

Resumo: O modelo de extensão proposto é multidisciplinar e envolve saberes


das diversas áreas do conhecimento, como a contabilidade; a gestão de recursos

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humanos; a administração; as técnicas de vendas e a gestão de pessoas. É constituído
por docentes e discentes da instituição, comprometidos em socializar conhecimento
e gerar oportunidades para a comunidade de baixa renda. O projeto institucional
de extensão universitária, denominado “Administração para Todos”, tem como
finalidade contribuir para o fortalecimento da relação existente entre a instituição
e a comunidade, além influenciar, de forma positiva, a capacitação profissional e a
inserção de jovens no mercado de trabalho, com vistas a gerar, desta forma, ganhos
de bem estar social. Justifica-se pelo fato de que o desemprego entre os jovens de
baixa renda está diretamente vinculado ao baixo nível de instrução e a pouca ou quase
nenhuma qualificação profissional.

Objetivo: Oferecer cursos de capacitação, por meio da extensão institucional, às


comunidades carentes a fim de proporcionar oportunidades de inserção no mercado
de trabalho. De forma específica: desenvolver nos alunos da graduação a capacidade de
ministrar aulas, pondo em prática os conhecimentos adquiridos em sala; desenvolver
junto às comunidades carentes, um programa de qualificação profissional que
possibilite a esse público maiores oportunidades de ingressar no mercado de trabalho
e; desenvolver parcerias com a iniciativa privada a fim de incrementar os nossos
cursos com: ajuda de custo com passagens, uniforme, material a ser utilizado em
sala de aula etc.

Metodologia de execução: Os cursos desenvolvidos no projeto “Administração para


Todos” trazem noções básicas em cinco áreas afins aos cursos de Administração, CST
em Gestão de Recursos Humanos e Ciências Contábeis; são elas: Noções em Gestão
de Pessoas; Assistente Administrativo; Excelência em Vendas e Atendimento; Gestão
Empreendedora de Micro negócios e Assistente Contábil.

O projeto oferta, anualmente, 480 vagas que são distribuídas entre os cinco cursos
distintos do seguinte modo: 80 vagas para cada um deles, com exceção do curso de
Assistente Administrativo, no qual são oferecidas 160 vagas.

A cada semestre do ano letivo, é realizada a seleção dos discentes da instituição que
deverão participar do projeto como monitores e instrutores. Eles são selecionados a
partir da publicação de edital específico de extensão universitária, o qual impõe, como
requisitos, a realização de uma prova discursiva e submeter-se a uma entrevista,
a qual é realizada por um avaliador, que pode ser o coordenador do projeto ou os
demais docentes participantes. No momento da entrevista, o discente é avaliado em
relação a sua disponibilidade, participação em outros projetos da instituição ou de
outras instituições, ao nível de interesse, levando-se em consideração os aspectos

16
financeiros e/ou experiência, e a qual categoria de extensionista no projeto fará parte,
se monitor ou instrutor.

A partir da seleção mencionada, os discentes receberão a capacitação pedagógica e a


formação específica pelos profissionais da instituição, distribuídas pelas quantidades
de horas empregadas e áreas específicas, ambas realizadas exclusivamente em um
único dia da semana.

Resultados alcançados/esperados: Em todos os anos de projeto, participaram


aproximadamente 350 pessoas da comunidade por semestre, totalizando cerca de 8
mil membros da comunidade. A cada semestre, um terço dos participantes conseguem
entrar no mercado de trabalho ainda durante os cursos. Com relação aos discentes,
metade deles já possuem emprego ao termino do curso devido aos conhecimentos,
habilidades e atitudes desenvolvidas durante sua permanência no projeto. Desde 2017.1,
o projeto também atende a demanda interna da instituição, realizando atualização
profissional com os colaboradores da própria Unipê. No tocante a Funad, participam
20 Portadores de Deficiências nos cursos de qualificação por semestre, sendo estes,
convidados a participarem de seleção para tornarem-se futuros colaboradores da
Unipê.

Além disso, muitos dos membros da comunidade que participam do projeto, acabam
por ingressar em cursos de graduação da Unipê nos semestres seguintes.

Acervo fotográfico:

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Figura 1: Atividade do projeto
Fonte: acervo próprio (2018)

Figura 2: Atividade do projeto


Fonte: acervo próprio (2018)

Figura 3: Atividade do projeto


Fonte: acervo próprio (2018)

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LABORATÓRIO DE PRÁTICAS
EM GESTÃO ESTRATÉGICA -
DISCOVERY
Curso promotor do projeto: Administração

Cursos integrados: Logística, Ciências Contábeis, Marketing, Gestão Financeira, Gestão


em Recursos Humanos

Coordenador(a): Gislene Pereira da Silva

Discentes: Adolfo Barbosa Magalhães; Adrya Beatriz Freire de Assunção; Ana Clara de
Freitas Coura; Bárbara Helen Cavalcante de Souza; Bianca Pereira Bezerra Gama; Bruna
Gabrielle da Silva Barbosa Dias; Cássia Kelly Araújo do Nascimento; Emylene da Silva
Miguel; Glauco Menezes Gonçalves; Hanna Ericka Travassos Rocha; Henrique Sobral
Franzão; José de Arimateia Cavalcante Lins Júnior; Juan Vitor Costa Leite; Mayara Luzia
Araújo da Silva; Milena Victorino Soares

Público alvo Beneficiário do projeto: (X) alunos – UNIPÊ, (X) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ, (X) Outros, Quais? PROCON-PB.

Local onde o projeto se desenvolve: o projeto acontece por meio de encontros


semanais realizados às sextas-feiras, no Laboratório de Informática 8, na própria
Instituição de Ensino. Ademais, são realizadas visitas ao Procon-PB, localizado ao
Parque Sólon de Lucena, 234, Centro, que acontecem na própria sexta-feira ou em
qualquer outro dia da semana, a partir da necessidade do projeto e disponibilidade do
Órgão.

19
Cronograma de execução do projeto:

MARÇO ABRIL MAIO JUNHO


Descrição da etapa 09 16 23 04 06 11 16 17 20 04 08 09 11 18 25 01 08
Apresentação do
projeto, dinâmica de
boas vindas
Elaboração do
plano de trabalho
e prospecção de
clientes
Treinamento da
equipe de alunos
Reunião de captação
do cliente
Levantamento
dos dados da
organização-cliente
Pré-diagnóstico
Diagnóstico
situacional
Elaboração da
proposta de
intervenção
Reunião de
aprovação da
proposta de
intervenção junto ao
cliente
Conclusão das
atividades do
primeiro semestre
com feedback dos
resultados obtidos

Observação: todos os encontros foram realizados das 14h às 17h.

Resumo: O projeto tem como objetivo intervir na realidade de uma organização,


otimizar seu desempenho, bem como propiciar aos discentes uma experiência
real em consultoria empresarial, a partir da interdisciplinaridade e interação entre
discentes de diversas áreas da Gestão, unindo conhecimentos e técnicas variadas desse
campo. Se constitui em um Laboratório de Práticas em Gestão Estratégica, que em
seu primeiro semestre de execução tem o Procon-PB como alvo de intervenção.
Parte da premissa de suprir uma inquietação que, normalmente, é apresentada pelos
acadêmicos: a integração entre teoria e prática. Ao mesmo tempo, busca atender a
uma demanda latente identificada nas organizações locais que, muitas vezes, são
gerenciadas sem que haja aplicabilidade de conhecimento técnico e especializado
na área de Gestão. Uma vez que cada situação organizacional requer soluções únicas,
o Laboratório de Práticas estimula o espírito crítico, analítico e a atualização permanente

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dos acadêmicos envolvidos. Como metodologia de atuação, se baseia nas etapas de uma
consultoria empresarial, em que, inicialmente, os alunos são treinados a identificar
“doenças empresariais”, a partir da aplicação de ferramentas variadas de diagnóstico
situacional, após, é proposto um plano de intervenção, segue-se à implantação das
ações, acompanhamento e avaliação dos resultados, concluindo com a detecção
das lições aprendidas. Desse modo, na fase final do projeto deve-se proceder a uma
avaliação objetiva junto ao órgão beneficiado, buscando obter seu nível de satisfação.

Objetivo: Intervir na realidade de uma organização e na vida dos discentes envolvidos,


com vistas ao desenvolvimento mútuo, relacionando ensinos teóricos à prática,
a partir da interdisciplinaridade e campo de experimentação de ideias, soluções e
estratégias, ao aproximar academia à realidade do mercado de trabalho, por meio de
um Laboratório de Práticas em Gestão Estratégica.

Metodologia de execução: O método e a estratégia de ação se baseiam no processo de


consultoria empresarial, como tal, inicialmente é prospectada e captada a organização-
cliente, em seguida, realizam-se pesquisas de campo para identificar as doenças
organizacionais, a fim de gerar um diagnóstico de sua situação, após, é proposto
um plano de intervenção, com soluções estratégicas específicas e direcionadas à
realidade organizacional, concluindo o primeiro semestre de desenvolvimento do
projeto com a reflexão do aprendizado. No segundo semestre segue-se à implantação
das ações, acompanhamento, controle e avaliação dos resultados, concluindo o
serviço com a detecção das lições aprendidas. Salienta-se que ao longo das etapas,
reuniões frequentes com a organização-cliente, visando direcionar os trabalhos e as
propostas são práticas recorrentes.

Resultados alcançados/esperados: os resultados esperados perpassam por 3


dimensões. A primeira contempla o estudante, pois este se torna mais preparado para
atuar em sua área de formação, além de possibilitar uma correta aplicabilidade das
ferramentas da gestão estratégica, uma vez que o mesmo está submetido à supervisão
de um professor para realização de suas atividades; também, o discente passa a
valorizar mais o conhecimento teórico; desenvolve sua capacidade de resolução de
problemas reais; qualifica seu currículo, e se bolsista, agrega ainda mais valor a ele,
por ser resultado de um processo seletivo; ainda, possibilita a participação em eventos
acadêmicos que propagam o conhecimento obtido por meio dessas atividades. Na
segunda dimensão considera-se a Instituição, que fortalece sua imagem no mercado,
ao ser vista como atuante na comunidade local. Na terceira dimensão promove-se
uma otimização dos resultados, maior eficiência e eficácia nos processos internos da

21
organização alvo de intervenção, que podem ser avaliadas através de indicadores de
desempenho organizacional.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Primeira atividade do projeto


Fonte: acervo próprio (2018)

Figura 2: Equipe do projeto na sala de reuniões do Procon-PB


Fonte: acervo próprio (2018)

22
Figura 3: Reunião para feedback das atividades
Fonte: acervo próprio (2018)

Figura 4: Reunião de direcionamento das atividades da semana


Fonte: acervo próprio (2018)

23
UBTECH ORIENTA VOCÊ:
PLANEJAMENTO DE CARREIRA
Curso promotor do projeto: Administração

Cursos integrados: Gestão Financeira, Marketing, Gestão de Recursos Humanos,


Logística e Ciências Contábeis

Coordenador: João Cordeiro Guedes

Colaboradora: Cristiana Cartaxo de Mello Lula

Discentes: Jordânia Gouveia Batista, Alana Dias da Costa, Fábio Rocha Rodrigues de
Lima

Público alvo Beneficiários do projeto: Alunos do UNIPÊ

Local onde o projeto se desenvolve: Laboratório 09 do Centro de Tecnologia do UNIPÊ

Cronograma de execução do projeto: Todas as segundas-feiras, em dois horários:


11:30h e 17h.

Resumo: Orientar os alunos sobre como planejar sua carreira profissional. Envolve
capacitá-los com habilidades técnicas, humanas e conceituais. Procura mostrar as
oportunidades do mercado de trabalho e as áreas em que eles podem atuar. Procura
capacitá-los para entrevistas de emprego, dinâmicas de seleção, como adquirir
técnicas para treinar pessoas, para ministrar palestras e dirigir reuniões. Aborda
também quais as características que o mercado de trabalho exige de um gestor, além
de mapear oportunidades de emprego e disponibilizá-las para os alunos.

Objetivo: Dar aos alunos um “norte” para que eles possam compreender a importância
do curso de graduação que estão fazendo e como poderão se beneficiar destes
referidos cursos na área profissional e pessoal. O projeto também objetiva mapear
oportunidades de emprego para disponibilizá-las para os alunos.

Metodologia de execução: Aulas teóricas sobre requisitos para ser um bom profissional;
simulações diversas sobre entrevistas de emprego e dinâmicas de seleção; trabalhos
e debates em grupo; apresentação individual; práticas sobre didática básica; leitura
(individual ou em grupo), interpretação e discussão de textos.

24
Quais serviços de referência: Elaboração de currículo; Dicas para apresentação
pessoal em entrevistas de emprego e em dinâmicas; Ofertas de emprego.

Resultados alcançados/esperados: O projeto começou em 2018.1 e atende mais de


42 alunos, sendo a maioria do curso de administração. Os resultados têm sido positivos
e notamos um crescimento na visão dos alunos no que tange a se prepararem para
o mercado de trabalho. Nota-se comprometimento dos alunos em participarem do
projeto.

25
AR
QUI
TE
TU
RA
A INFLUÊNCIA DA ARQUITETURA
MODERNISTA NOS ESCRITÓRIOS
CONTEMPORÂNEOS:
A BUSCA PELA COERÊNCIA
ENTRE A OBRA E O DISCURSO
Curso Promotor do Evento: Arquitetura e Urbanismo

Coordenador(a): Profa. Ms. Christiane Nicolau Rosendo Ferreira

Colaboradores: Profa. Ms. Deborah Padula Kishimoto e Prof. Ernani Henrique dos Santos Junior

Discentes: Arthur Nascimento, Jamille Denise Gosson, Caroline Albuquerque, Lucas


Figueiredo, Armando Pascoal, Gabriel Lucas Leodegário Silva, Igor Neves.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto parte de uma leitura nacional de obras
modernistas referenciadas e mapeamento de edificações arquitetônicas dentro do
Estado paraibano, com foco principal em João Pessoa – PB.

Cronograma de execução do projeto: A pesquisa se desenvolve com atividades


contínuas repassadas aos discentes variando entre atividades de curto, médio e longo
prazo. Os encontros acontecem semanalmente, uma vez por semana, na instituição
de ensino – UNIPÊ.

Resumo: A pesquisa parte da inquietação entre o discurso e a prática na produção e


publicação de projetos arquitetônicos entre os anos de 2000 até 2015. Como a forte
presença do repertório desenvolvido pela vanguarda modernista (1930-1960) é utilizada
para apresentar e justificar a construção das atuais obras de arquitetura. O fato é que
ao analisarmos a obra e o discurso de determinados escritórios de arquitetura da
contemporaneidade nos questionamos quanto à coerência entre a forma e o conceito.
Assim, partimos da hipótese de que a influência modernista presente nos discursos
de alguns arquitetos contemporâneos existe mais predominantemente no discurso

27
do que na concepção projetual, devido à força do movimento moderno e a influência
desta na sociedade de seu tempo. Vários autores, como por exemplo, Mahfuz (2004)
e Unwin (2013) citam os conflitos e crises na definição do campo disciplinar da
Arquitetura e Urbanismo, e suas transformações ao longo dos anos. Ao tratarmos do
ensino da arquitetura, a formação do docente e sua atuação em sala de aula não
podem ser ignoradas, já que a influência na forma de ler e produzir o projeto está
diretamente ligado às suas próprias experiências profissionais, assim como seus
repertórios arquitetônicos. A partir da inquietação originada nos debates em sala de
aula da disciplina de projeto arquitetônico, esta pesquisa foi idealizada com o intuito
de analisar a influência da vanguarda modernista e buscar características em obras
atuais que mostrem a coerência com o discurso, trazendo respostas para a forma
arquitetônica atual e como está se configura em meio a nossa sociedade.

Objetivo: analisar a influência da vanguarda modernista tão presente nos discursos


dos arquitetos contemporâneos e buscar características em obras atuais que mostrem
a coerência com o discurso, trazendo respostas para a forma arquitetônica atual e
como esta se configura em meio a nossa sociedade.

Metodologia de Execução: Os procedimentos metodológicos adotados para o


desenvolvimento desta pesquisa seguirão as seguintes etapas: Embasamento Teórico
e Conceitual: Consultas e discussões para repertório teórico e referencial projetual;
Pesquisa Documental em Universidades de Arquitetura e Urbanismo, Aquisição
de dados físicos e Instrumentos de coleta de dados; Sistematização e Análise das
informações: Visitas de campo a escritórios de arquitetura locais, levantamento de
informações de caráter qualitativo. Articular as informações coletadas, escrever os
relatórios de entrevistas com arquitetos selecionados. Recorte de projetos a serem
redesenhados e analisados segundo objetivo desta pesquisa; Produção de pranchas:
Articular projetos selecionados, definir diretrizes de análises e sistematizar informações
e padronização das pranchas com informações analisadas; Desenvolvimento de
Artigos e Textos para publicação: Desenvolver artigos a serem submetidos a revistas,
anais e seminários relacionados ao tema e produzir cartilha com características da
arquitetura contemporânea e rumos da arquitetura na contemporaneidade.

Resultados alcançados/esperados: Alcance de 15 alunos participantes na pesquisa e


uma produção concluída de sete artigos científicos, vinte e seis banners de análise de
obras arquitetônicas conceituadas e dezesseis resenhas de textos a partir das leituras e
debates (estruturas utilizadas como esboço para novos artigos). Em 2018.1 já temos cinco
resumos expandidos enviados para o evento Docomomo 2018, sendo 2 para o formato de
artigo e apresentação oral e outros 3 para apresentação na forma de banner.

28
ATUALIZAÇÃO DE MAPA CLIMÁTICO
URBANO PARA A CIDADE DE JOÃO
PESSOA/PB
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Cursos integrados: Não há.

Coordenador(a): Prof. Vladimir Sobral de Souza.

Colaboradores(as): Prof(s) Sheila Freire e Jean Carlo Fechine Tavares.

Discentes: Ellen Luanda T. de Souza e Mariely Maria Souza Rodrigues.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) Alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( )


Funcionários e colaboradores – UNIPÊ, ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Reuniões do grupo: Centro Universitário de João


Pessoa - Sala I183;

Cronograma de execução do projeto:

Etapas desenvolvidas até o momento

DESCRIÇÃO DA ETAPA (MM/AA) DIA E HORA REUNIÃO

1. INÍCIO DAS ATIVIDADES DO GRUPO DE PESQUISA


• Apresentação do trabalho ao grupo; 03/2018 Terça-feira às 11:10h
• Apresentação dos integrantes;
• Formação de equipes.

2. COLETA DE DADOS
• Dados climáticos – Aeroporto Castro Pinto, LES e INMET;
• Dados de Planejamento e Uso do Solo - Secretaria de 03/2018 Terça-feira às 11:10h
Planejamento (SEPLAN);
• Mapas temáticos de Souza (2010);

3. AVALIAÇÃO DE DADOS
03/2018 Terça-feira às 11:10h
Classificação de dados coletados;

4. TRATAMENTO DO DADOS
04/2018 a
Formatação dentro de parâmetros da plataforma SIG e da Terça-feira às 11:10h
07/2018
metodologia de classificação climática;

29
Resumo: A proposta deste projeto de pesquisa é reproduzir cartograficamente o
clima urbano da cidade de João Pessoa, a partir de análises de aspectos físicos que se
interrelacionam e influenciam o clima local. Para tanto, será empregado um sistema
de classificação climática do meio urbano desenvolvido por Katzschner (2006) que
caracteriza o clima segundo uma consideração do balanço de energia da cidade,
determinado pela sua carga térmica e potencial dinâmico, e um Mapa Climático
Urbano (MCU) desenvolvido por Souza (2010). Deste modo, áreas da cidade serão
classificadas e valoradas segundo suas capacidades de elevação da temperatura do
ar e de obstrução dos escoamentos dos ventos, aspectos que impactam diretamente
no conforto ambiental. Estas avaliações serão fundamentadas no conhecimento
científico do comportamento climático dos Topoclimas, que são definidos pelas
características das construções, da topografia, da vegetação, da presença de corpos
d’água e dos espaços abertos. Para tanto, deve-se produzir mapas que representem
características físicas do espaço urbano com base em dados de topografia, de uso
e ocupação do solo, de cobertura vegetal, de hidrografia, de rugosidade, de imagens
de satélite e de levantamento de campo. Para o armazenamento, o processamento
e a apresentação das informações do espaço geográfico estudado, utilizar-se-á um
Sistema de Informação Geográfica (SIG), que é amplamente empregado nos estudos de
mapeamento urbano. Com a sistematização deste dados espera-se produzir um MCU
atualizado para a cidade de João Pessoa, que demonstrará áreas da cidade propensas,
do ponto de vista físico-territorial, a produzir impacto positivo ou negativo no conforto
térmico da população. O Mapa climático Urbano também pode permitir uma avaliação
da atual ordenação e futura expansão da estrutura urbana, ditada pelas diretrizes do
Plano Diretor vigente, pautada no clima urbano que influencia tanto a qualidade de
vida e a saúde da população quanto o consumo de energia das edificações.

Objetivo: Este projeto de pesquisa tem como objetivo geral a elaboração de um mapa
temático que reproduza o clima urbano da cidade de João Pessoa, com base no
conhecimento de características dos topoclimas da região e nas análises e avaliações
de aspectos físicos urbanos que influenciam o balanço de energia da cidade.

Metodologia de execução: Este projeto de pesquisa dá continuidade a um trabalho


desenvolvido por Souza (2010) que buscou retratar o clima urbano da cidade,
pautado na estrutura física-territorial do município e seus efeitos na percepção
do conforto térmico da população, na forma de um mapa climático urbano.

Devido ao dinamismo do clima e do constante crescimento e expansão urbana


inerente às cidades, os mapas climáticos devem ser regularmente atualizados. Deste
modo pode-se entender se o ordenamento ditado pelo plano de gestão urbana

30
municipal (plano diretor) está sendo coerente com o conforto ambiental da população.
Este é um projeto de pesquisa de cunho exploratório, confirmatório e explicativo.
Exploratório pois buscará definir um fenômeno ainda pouco desconhecido ou explorado,
ampliando o conhecimento sobre ele. Neste caso trata-se do clima urbano da cidade
de João Pessoa e, consequentemente, seu impacto no conforto térmico da população.

Confirmatório uma vez que a pesquisa incide sobre algo que já se tem uma ideia
do que está acontecendo. Em pesquisas do clima urbano realizadas na cidade
de João Pessoa constata-se alteração do clima local causado estrutura da cidade
e, principalmente, que estão gerando afetando a qualidade de vida da população.

Por último, esta pesquisa está centrada na preocupação de identificar fatores


determinantes ou contributivos ao desencadeamento de fenômenos climáticos e
sua relação com a conforto ambiental, logo entende-se também como uma pesquisa
explicativa.

Resultados alcançados/esperados: Na primeira etapa foi feito o levantamento de


séries de dados climáticos e de dados espaciais da cidade de João Pessoa, tendo
como objetivo a construção do banco de dados destinado às análises espaciais e à
produção dos mapas no software ArcMap. Esta etapa deverá foi dividida em três fases:

• na primeira fase, realizou-se a coleta de dados climáticos da cidade (temperatura


do ar, precipitações, direção e velocidade de ventos), junto à estação meteorológica
do aeroporto Castro Pinto e o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), visando o
conhecimento dos elementos climáticos da cidade e do movimento dos ventos. O
Atlas de Vento, construído por Silva (1999) para a cidade de João Pessoa, também será
consultado;

• na segunda fase, foi feita uma pesquisa de campo, bucando o levantamento


fotográfico dos principais topoclimas encontrados na cidade, tendo em vista a
constatação de su-as atuais características físicas;

• na terceira fase foram coletados dados espaciais referentes a estrutura físi-ca da


cidade de João Pessoa (Mapa urbano digital, Mapa de curvas de nível, imagens de
satélite, etc.), objetivando a produção dos mapas referentes ao estudo de carga térmica
e de potencial dinâmico da cidade. Estes dados encontram-se disponibilizados pela
Secretaria de Planejamento de João Pessoa (SEPLAN). Estes dados ainda estão em
tratamento para adequação à pesquisa.

31
Espera-se finalizar esta terceira fase para iniciarmos o processamento dos mapas
temáticos até meados de julho.

Acervo fotográfico:

Fotos de alguns topoclimas da cidade:

Figura 1: Topoclima de corpos d’água Figura 2: Topoclima de corpos d’água


Local: Parque Solon de Lucena Local: Bairro Jardim Veneza e Ernani Sátiro

Figura 3: Topoclima de área verde Figura 4: Topoclima de área verde


Local: Parque Arruda Câmara – bairro Centro Local: Região sul do bairro Cuiá

Figura 5: Topoclima de Cidade Figura 6: Topoclima de Cidade


Local: Bairro Manaíra Local: Bairro Tambaú

32
DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL
DIDÁTICO PARA DISCIPLINAS DE
RESTAURO E HISTÓRIA DA ARTE
DO CURSO DE ARQUITETURA
UTILIZANDO EQUIPAMENTOS
DE VISUALIZAÇÃO INTERATIVA -
ÓCULOS DE REALIDADE VIRTUAL
PRODUZIDOS NO FABLAB
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo – UNIPÊ

Cursos integrados: Arquitetura e Urbanismo – UFPB

Coordenador(a): Demetrius Lacet Ramalho da Silva

Discentes: Emmanuell Carlos Leite, Thaís Travassos de Azevedo, Maria Eduarda Tavares
de Souza, Bárbara Gama

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: Labcriativo – Unipê

Cronograma de execução do projeto: Quintas-feiras (14:00 às 17:00hs).

Resumo: As ferramentas utilizadas pelos seres humanos acompanham o seu tempo


e as mudanças de paradigmas. Vygotsky (1999)1 destacava que são os instrumentos
técnicos e os sistemas de signos, constituídos historicamente em seu meio
sociocultural, as ferramentas capazes de estabelecer uma relação de mediação entre
o homem e o mundo. Assim, adquirindo a capacidade de criar essas “ferramentas”,
os seres humanos, ao mesmo tempo em que as concebem, restabelecem a sua

1 VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

33
relação com os seus pares e com o seu meio, transformando-o, assim como, a si
mesmo. Tal postura reforça a necessidade de constante atualização dos meios e
ferramentas do ensino e da aprendizagem por exemplo. Os nascidos pós década
de 80 já são considerados ‘nativos digitais’ e, naturalmente, aprendem a usar toda
espécie de mídias digitais criando mundos paralelos que convivem entre o real e o
digital. O acesso às notícias e atualidades é diferente para essa nova geração, que
busca informações em diversos formatos diferentes. Segundo Palfrey e Gasser (2011)
educadores estão preocupados com dois fatores essenciais: o fato de estarem em
descompasso com seus alunos; e a desatualização do sistema educacional face às
mudanças decorrentes do novo panorama digital. Nesse caminho, e com finalidades
educativas, esse trabalho procura apresentar uma nova abordagem para auxiliar o
ensino de disciplinas teóricas do curso de arquitetura e urbanismo que tratam, em sua
essência, do aprendizado de arquiteturas históricas de diversas épocas, localizadas
em lugares remotos. Entendemos que em um cenário ideal seria importante para
o enriquecimento do repertório do aluno conhecer as obras edificadas e sítios dos
mais diversos estilos espalhados pelo mundo, porém, na prática, as aulas de campo
normalmente se valem dos monumentos locais, enquanto no contexto de sala de
aula, os recursos utilizados são fotos, projeções ou filmes.

Metodologia de execução: Nosso estudo utilizou a tecnologia da realidade virtual


interativa para transportar virtualmente um grupo de alunos para uma edificação
religiosa local, não conhecida por eles, enquanto um segundo grupo de alunos visitou
a mesma edificação presencialmente. Foram utilizados equipamentos de baixo custo
de forma que todos puderam participar do experimento. Os dois grupos de alunos
obtiveram as mesmas informações dos professores, por meio de um tour guiado com
um trajeto pré-definido, porém dando a liberdade para que todos pudessem explorar
o ambiente de forma independente enquanto o professor contextualizava com o
conteúdo. Posteriormente, os dois grupos de alunos responderam as questões de um
aplicativo especialmente criado para a experiência.

Resultados alcançados/esperados: Os resultados apontaram a eficácia do método


quando utilizado em conjunto com as explanações do professor, principalmente
em termos de avivamento da lembrança, para quem esteve fisicamente no local e
a sensação de “teletransporte” para quem não esteve. Além disso, gravamos uma
matéria para a TV REDE BRASIL explicando o projeto. Como desfecho da pesquisa,
esperamos testar a aplicação em um turma da disciplina Teoria e História da
Arquitetura e Urbanismo II no UNIPÊ.

34
Acervo fotográfico:

Figura 1: Atividade do projeto


Fonte: acervo próprio (2018)

Figura 2: Atividade do projeto


Fonte: acervo próprio (2018)

35
Figura 3: Atividade do projeto Figura 4: Atividade do projeto
Fonte: acervo próprio (2018) Fonte: acervo próprio (2018)

Figura 5: Atividade do projeto


Fonte: acervo próprio (2018)

36
EDUCAÇÃO PATRIMONIAL EM
ESCOLAS PÚBLICAS ATRAVÉS
DE TECNOLOGIAS DE REALIDADE
VIRTUAL - PARCERIA ENTRE UFPB
E UNIPÊ
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo – UNIPÊ

Cursos integrados: Arquitetura e Urbanismo – UFPB

Coordenador(a): Demetrius Lacet Ramalho da Silva

Colaboradores(as): Profa. Maria Berthilde Moura Filha

Discentes: Emmanuell Carlos Leite, Thaís Travassos de Azevedo, Maria Eduarda Tavares
de Souza, Bárbara Gama

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) Comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: Labcriativo – Unipê, LPPM - Laboratório de


Pesquisa, Projeto e Memória – UFPB.

Cronograma de execução do projeto: Segundas-feiras – UFPB e Labcriativo (14:00 às


17:00hs). A cada 15 dias acontece em uma das instituições.

Resumo: Sempre foi do interesse do homem em toda a história salvaguardar a


memória visual dos lugares, seja em desenhos, pinturas ou fotografia. Com o advento
dos equipamentos de registro digital de imagem, a forma de apresentação vem se
modificando e aplicações de realidade virtual vem sendo utilizadas para proporcionar
visitas virtuais mais convincentes tornando essa experiência mais próxima da visita
física. Nesse sentido, este trabalho busca apresentar uma nova abordagem fazendo
uso da interação proporcionada pela Realidade Virtual para o ensino de uma área
pouco explorada, mas de grande importância, que é a Educação Patrimonial.

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Objetivo: Diante do desafio de abordar a temática da educação patrimonial nas
instituições de ensino público na Paraíba, que ainda acontecem de forma muito rara, o
presente trabalho em um acordo de cooperação técnico-científico entre UNIPÊ e UFPB
teve como objetivo levar para estas escolas através de oficinas utilizando recursos
tecnológicos de realidade virtual, a discussão da educação patrimonial objetivando a
disseminação do conhecimento, a conscientização para a preservação do Patrimônio
Cultural e o enriquecimento individual e coletivo.

Metodologia de execução: A pesquisa foi desenvolvida por meio de um estudo de


caso exploratório, com abordagem quanti-qualitativa, em uma escola pública da
cidade de João Pessoa – PB, utilizando realidade virtual disponível nas plataformas
Google Cardboard e Google Expeditions acessado de um smartphone (app) tendo como
visualizador interativo o óculos Google Cardboard. Para o experimento foi escolhida
uma turma e dividida em dois grupos. Um grupo foi levado para uma visita física à um
monumento importante da cidade, enquanto o outro viu apenas imagens projetadas
do seu interior. Fazendo uso dos óculos de realidade virtual, ambos os grupos visitaram
virtualmente o ambiente em questão e responderam um questionário preparado para
essa finalidade.

Resultados alcançados/esperados: Oficinas de educação patrimonial na Escola


Municipal Índio Piragibe e produção de artigos publicados nos seguintes eventos:

Artigo - II Simpósio Científico ICOMOS Brasil – Belo Horizonte - MG

Artigo - EDULEARN18 - 10th annual International Conference on Education and New


Learning Technologies - Espanha

Artigos - XXII SIGraDi 2018 – Technopoliticas – USP – São Paulo - SP

38
Acervo fotográfico:

Figura 1: Atividade do projeto


Fonte: acervo próprio (2018)

Figura 2: Atividade do projeto


Fonte: acervo próprio (2018)

39
Figura 3: Atividade do projeto
Fonte: acervo próprio (2018)

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GESTÃO DO PATRIMÔNIO
CULTURAL: INTERFACES
DO SABER
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Cursos integrados: Design de Interiores

Coordenador(a): Mirella de Almeida Braga

Colaboradores(as): Deborah Padula Kishimoto e Maiara Ateciene dos Santos Belo

Discentes: Fagner de Sousa Santos, Arthur Nascimento F. Teixeira, Lucas Almeida de


Souza, Aryana de Assunção Santiago, Igor Vinicius de A. Neves, Rafael Martins de Moura,
Rogna Aparecida C. Galdino, Barbara Rocha Cariello, Eliza de Araújo Chaves, João Victor
Ferreira da S. Santos, Joanne Fernandes Alves, Lucas Delfino, Lygia Alves P. Alexandre,
Anne Karoline Brasil Farias, Jaiane Oliveira de Lima Santos, Maria Luiza Xavier Chaves,
Hebert de Azevedo Costa, Natalia Carneiro de Lima, Maykhow Douglas, Micaellen Brito.

Público alvo beneficiários do projeto: moradores dos bairros do Castelo Branco e


Jaguaribe e alunos do Unipê.

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa, Bloco I,


salaI181.

Cronograma de execução do projeto: Sextas-feiras, das 16:00 as 18:00 (presencial)

MÊS DATA ATIVIDADES

MARÇO
02 DIVULGAÇÃO ALUNOS APROVADOS
Horário 09 Pesquisa e análise de campo nos bairros estudados (Divisão
de equipe)
16:00 as 18:00
16 Apresentação do material recolhido (socializado)
23 Amostragem para evento Saau/ iesp
ABRIL 13/04 Reunião para análise da documentação recolhida para o
projeto (culminância final)
Horário 24/04 Apresentação do Projeto de Extensão na Saau/Iesp.
14:00 as 18:00

41
MAIO 04/05 Reunião de articulação do evento Asped.

Horário 09/05 Reunião com Presidente da Associação dos Moradores do


Castelo Branco
14:00 as 18:00
JUNHO
04 Reunião para culminância final do projeto
Horário
09 Entrega do produto final para as comunidades: Jaguaribe e
15:00 as 17:00 Castelo Branco
11 Entrega do relatório final

Resumo: O projeto “Gestão do Patrimônio Cultural: interfaces do saber”, oferecido


pelo programa de extensão do Centro Universitário de João Pessoa – Unipê, junto ao
Curso de Arquitetura e Urbanismo, tem como objetivo a realização de trabalhos de
identificação, reconhecimento e salvaguarda/preservação de referências culturais
imateriais e materiais em dois bairros da cidade de João Pessoa, o bairro do Jaguaribe
e o bairro do Castelo Branco. A singularidade desses dois bairros é fruto da nossa
pesquisa. Contamos com extensionistas, divididos em equipes (duas) que reversam a
pesquisa nos dois referidos bairros.

Objetivo: Identificar os tipos de relação que acontecem num bairro, como elas ocorrem
e a importância dessas relações, entendimento da dinâmica entre moradores do
bairro e visitantes, turistas, etc.

Metodologia de execução:
1. Transdisciplinaridade
2. Trabalho cooperativo
3. Estudo de caso e diagnostico nos bairros
4. Leitura de textos e/ou artigos científicos
5. Experiências de campo, recolhimento do material
6. Avaliação multifacetada de conhecimento

Resultados alcançados/esperados: Participação dos alunos em eventos da área


do Patrimônio cultural, disponibilizando resultados obtidos ao longo do projeto de
extensão.

Recolhimento de material para composição do inventário dos bairros, Jaguaribe


e Castelo Branco. Imagens captadas nas visitas de campo. Entrevistas e contatos
estabelecidos com moradores e visitantes dos referidos bairros. Elaboração do produto
final para culminância do projeto.

42
Acervo fotográfico:

Figura 1: Produtos da feira de quarta-feira – Jaguaribe


Fonte: Fotos realizadas por Igor Neves, abril 2018, editadas por Deborah Kishimoto.

Figura 2: Produtos ofertados para venda na Feira de quarta-feira – Jaguaribe


Fonte: fotos realizadas por Lygia Alexandre, abril 2018, editadas por Deborah Kishimoto.

43
Figura 3: Jaguaribe
Fonte: Fotos elaboradas por Igor Neves abril 2018, editadas por Deborah Kishimoto.

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HABITAÇÃO CENTRAL:
ANÁLISE DA HABITABILIDADE
NO CENTRO HISTÓRICO DE
JOÃO PESSOA COMO AUXÍLIO À
CONSERVAÇÃO
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Cursos integrados: Design de Interiores

Coordenador(a): Lizia Agra Villarim

Colaboradores(as): Ana Gomes Negrão, Flávia Dantas da Nóbrega

Discentes: Jaine Cânido de Góis, Yasmim Lesiê da Silva Medeiros; Abel Taiguara Gomes
da Costa; Ilane Abreu de Vasnconcelos; Daniel Araújo Romaniuc; Solange Rufino da
Silva

Público alvo Beneficiários do projeto: alunos – UNIPÊ; e Comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: Bloco de arquitetura e urbanismo e pesquisas


in loco realizadas no centro histórico de João Pessoa e/ou em cadastro de dados de
imóveis da prefeitura Municipal de João Pessoa.

Cronograma de execução do projeto: O projeto teve inicio em 2017.2, logo já foram


realizadas as etapas de Capacitação dos envolvidos, sendo de agosto a setembro
de 2017; e Levantamento de dados cartográficos, demográficos e estudo de uso e
ocupação do solo, em setembro e outubro de 2017. A terceira etapa prevista para o
primeiro semestre da pesquisa foi o estudo morfo-tipologico da área, que tomou
como referencia a delimitação do centro histórico de João Pessoa estabelecido pelo
IPHAN, ocorrendo entre outubro e novembro de 2017. Realizada esta etapa, porém foi
constatado que a mesma não seria representativa para o projeto e, de março a abril do
corrente ano, foi realizado a expansão do levantamento, desta vez, no tocante a poligonal
estabelecida pelo IPHAEP. Em paralelo, foi realizado um levantamento bibliográfico para
subsidiar os conceitos que fundamentam a pesquisa, em especial o de habitabilidade.

45
Concluída esta etapa, no presente (maio de 2018) o grupo encontra-se estabelecendo
os indicadores de habitabilidade, ou seja, correlacionando o levantamento in loco com
as conclusões da análise bibliográfica. A próxima etapa será a análise da demanda
imobiliária, que necessitará de um novo levantamento, bem como, auxiliará no
estabelecimento dos critérios de análise. Sendo prevista para iniciar em junho, com
pausa para o mês de férias dos alunos, e retomar em agosto, finalizando no citado
mês. Em paralelo será solicitada a autorização do comitê de ética para a aplicação de
questionários com a população residente no centro (sendo estabelecido amostragem
mediante critérios de estatística) o que ocorrerá em setembro, com aplicação em
outubro e novembro de 2018.

Resumo: A população residente nos centros históricos diminui progressivamente,


confirmando a desvalorização dessa porção como local habitacional. Esse processo
deve-se ao modelo de crescimento nacional, onde, na atualidade, existe o “estímulo
a produção de novas unidades habitacionais e novas espacialidades” (BERNARDINO;
LACERDA,2015), as representações de decadência e obsolência associada aos edifícios
históricos, e, ainda a visão de intocabilidade naqueles exemplares reconhecidos
como patrimônio cultural. Porém, a importância do uso habitacional é apontada pela
Carta de Petrópolis (1987) como uma “função primordial do espaço edificado”, onde
a manutenção da população residente nos centros históricos garante a continuidade
das “atividades tradicionais” e da “ambiência”. Essas considerações foram, então,
correlacionadas ao contexto da habitação no Brasil, o que resultou em cenários
contraditórios: de um lado, o deficit habitacional e as condições precárias de áreas
residenciais locais; do outro, a existência de um conjunto de edificações passíveis
de sediar a atividade habitacional em área com (possível) potencial, capacidade
e necessidade de resgatar sua função como local de moradia. Assim, o presente
projeto de pesquisa trata de uma pesquisa analítica que tem por objetivo identificar se
existe viabilidade na promoção do uso residencial no centro histórico de João Pessoa
como forma de promover a sua conservação a partir da análise das condições de
habitabilidade.

Objetivo: Este projeto tem por objetivo identificar se existe viabilidade na promoção
do uso residencial no centro histórico de João Pessoa como forma de promover a sua
conservação a partir da análise das condições de habitabilidade.

Metodologia de execução: O projeto trata-se de uma Pesquisa Analítica, que, para


o desenvolvimento de um estudo qualitativo, necessita de atividades de avaliação
aprofundadas, sendo, ainda, baseadas em coletas de dados oriundas de ferramentas
observacionais (análise da paisagem, levantamento morfológico, análise de dados

46
demográficos e cartográficos, etc). Esta opção, considera que os levantamentos
desenvolvidos não envolvem modificações do cenário observado, apenas coleta
e análise de dados (sendo estes dados estatísticos, cartográficos, estudos tipo-
morfológicos, etc). Isto é, a pesquisa busca não apenas uma descrição do contexto em
estudo, mas também explicar as motivações, condicionantes e possíveis tendências.

Por tratar-se de uma análise de porção urbana, e por entendermos que a cidade
é construída historicamente, o desenho da pesquisa será longitudinal. Com isso,
foi desenvolvido um estudo da evolução urbana na área, pois a abordagem e o
entendimento das distintas temporalidades e suas consequências urbanas são
necessárias para o compreensão do contexto atual. Esta postura metodológica está
em acordo com o campo teórico a qual a pesquisa faz parta, a Conservação Integrada
(CI), onde a cidade é vista, como dita, como um palimpsesto, neste caso, num primeiro
momento, de coleta e análise de dados, serão feitos estudos retrospectivos; e, após
os resultados, são realizadas prospecções/projeções baseadas nas perspectivas
históricas e no contexto atual (traduzidos na forma de vocações e tendências).

Em busca pelo estado da arte sobre o tema, constatou-se que, embora a discussão já
tenha se iniciado em outras cidades, no caso de João Pessoa, Paraíba, ainda carece de
análise, pois os estudos encontrados abordam tipologias arquitetônicas ou problemas
específicos da habitabilidade do CHJP.

Resultados alcançados/esperados: No semestre de 2017.2 o projeto deu continuidade


aos levantamento, o que, como dito no cronograma, ainda não foi concluso. Ou seja,
ainda há não possibilidade de estimar o público alvo da pesquisa, visto que os dados
ainda estão em fase de análise.

47
Acervo fotográfico:

Figura 1: Análise do Uso do Solo no Varadouro por pavimento (indicação dos usos do pavimento
térreo).
Fonte: Projeto.

Figura 2: Análise do Uso do Solo no Varadouro por pavimento (indicação dos usos do primeiro
pavimento).
Fonte: Projeto.

48
Figura 3: Análise do Uso do Solo do centro histórico de João Pessoa (delimitação IPHAEP) por pavimento.
Fonte: Projeto.

49
HABITAÇÃO NO CENTRO
HISTÓRICO: ASSISTÊNCIA TÉCNICA
PARA PROPROPRIETÁRIOS DE
RESIDÊNCIAS NA ÁREA CENTRAL
DE JOÃO PESSOA
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Coordenador(a): Fernanda Rocha de Oliveira

Colaboradores(as): Deborah Padula Kishimoto; Kelly Christine Silva de Lima

Discentes: Arthur Diniz Almeida; Gabriella Almeida de Oliveira; Ivana Accioly; Maria
Luisa Carvalho Lopes

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ, ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto se desenvolve em diferentes locais: na


universidade (reuniões na sala H171), em campo (no centro histórico de João Pessoa)
e, quanto aos períodos de realização de pesquisa, por necessitar apenas do uso do
computador, ocorre onde estiverem os extensionistas.

Cronograma de execução do projeto: as pesquisas e atividades de campo ocorrem


ao longo da semana, de acordo com a disponibilidade dos extensionistas; as reuniões
para planejamento atualização das solicitações feitas pelas professoras coordenadora
e colaboradoras são realizadas às sextas-feiras, semanal ou quinzenalmente (a
depender dos prazos demandados).

Resumo: Diante dos sucessivos incentivos ao uso da Lei de Assistência Técnica para
Habitação de Interesse social, o presente projeto prevê a capacitação teórica e prática
de alunos para a captação destes incentivos, bem como a execução das atividades
profissionais a ela correlacionadas, de modo ético e integrado às necessidades da
comunidade pessoense. Seu diferencial é adotar como parte dos critérios de seleção
do imóvel que será contemplado a sua localização no centro histórico de João Pessoa,

50
haja vista a carência do uso habitacional nessa área para a cidade e sua importância
estratégica para a sociedade pessoense. Serão diferentes métodos e materiais para
cada uma das etapas previstas, dentre as quais estão a pesquisa de campo, os
levantamentos bibliográficos, documentais, normativos e arquitetônicos (métricos e
fotográficos), bem como a realização de processo projetual de intervenção. Além dos
produtos práticos esperados (plantas e maquete arquitetônica), vê-se um potencial
acadêmico (atualização do corpo docente e preparação dos alunos egressos para
um nicho especializado de mercado) e outro social, já que se vislumbra, neste tipo
de ação, um potencial de valorização não somente pontual de edificações, mas de
toda a área próxima (dado o caráter de novidade que poderá produzir), bem como um
estímulo ao cuidado e às relações de pertencimento com o território.

Objetivo: O presente Projeto de Extensão almeja capacitar teórica e praticamente alunos


do curso de Arquitetura e Urbanismo para a captação de incentivos de assistência
técnica em habitação de interesse social, bem como para a execução das atividades
profissionais a ela correlacionadas, de modo ético e integrado às necessidades da
comunidade pessoense.

Metodologia de execução: O projeto conta com diferentes procedimentos


metodológicos: realização de pesquisa bibliográfica e de campo – para entendimento
dos pré-requisitos de aplicação da ATHIS e busca por um objeto de estudo adequado
a eles; aplicação de questionário; realização de conversas para entendimento das
necessidades do(a) proprietário(a) do objeto de estudo; realização de levantamentos
fotográficos e métricos da edificação de estudo, bem como sistematização dessas
informações em meios digitais; aplicação dos conhecimentos relacionados a
Restauração e Revitalização de bens culturais para proposição de Projeto de Intervenção
para adequação da edificação a melhores condições de moradia; criação de manual
informativo sobre todo o processo; elaboração de textos e apresentações em eventos
para compartilhamento das experiências em ambientes acadêmicos.

Resultados alcançados/esperados: O projeto está em seu primeiro semestre de


vigência, mas já vem apresentando alguns resultados. A partir dos estudos realizados a
respeito da aplicação da lei ATHIS (sobretudo no cenário pessoense), foram elaborados
materiais informativos (em formato de folder, com linguagem simplificada) para
ser entregue a possíveis futuros contemplados por esse benefício. Também foram
elaboradas reflexões críticas sobre as potencialidades e os limites dessa lei, que
foram submetidas e aceitas em um Simpósio Científico de abrangência nacional.
Ainda para esse semestre são esperados outros tipos de resultados: confecção de um
manual com as informações necessárias para a aplicação da ATHIS e realização de

51
um estudo de caso para elaboração de projeto arquitetônico de intervenção em bem
de valor cultural, que poderá ser consultado por discentes e interessados, e servirá de
base para a realização de diversos outros projetos de mesma natureza. Em semestres
futuros, o número de imóveis (e proprietários/as) contemplados poderá aumentar
significativamente, considerando o investimento de base já realizado.

Acervo fotográfico:

Figura 01: Logomarca criada no âmbito do Projeto de Extensão. Autoria: Ciro Ferreira.

Figura 02: Folder apresentado junto aos proprietários de imóveis selecionados como possível
público-alvo do projeto. Elaboração conjunta, extensionistas.

Figuras 03 e 04: Exemplos de imóveis analisados nas visitas de campo, candidatos a serem
contemplados pelo projeto.

52
MIES: MODULAÇÃO, INOVAÇÃO E
ESTRATÉGIAS SUSTENTÁVEIS -
CITS
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Cursos integrados: Engenharia Civil

Coordenador (a): Camila Sales Nóbrega de Santana

Colaborador (a): Isis Amaral Méro

Público alvo beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPE, o mercado em geral

Local onde o projeto se desenvolve: LABCRIATIVO- Laboratório de Prototipagem Unipê,


junto extensão CITS – Cidade de Inovações e Tecnologias Sustentáveis do Unipê

Cronograma de execução do projeto:

Mobiliários urbanos 2018.1 – 2018.2

Descrição da etapa Início (MM/AA) Término(MM/AA)


Análise do mercado 02/18 02/18
Elaboração da especificação 03/18 03/18
Elaboração Parâmetros Qualidade 04/18 04/18
Elaboração dos critérios de avaliação 05/18 05/18
Elaboração da lista dos fornecedores 06/18 06/18
Recebimento das respostas dos fornecedores 06/18 06/18
Avaliação técnica das propostas 08/18 08/18
Revisão Design Protótipo 08/18 08/18
Início processo de Prototipagem 09/18 09/18
Revisão Ergonomia 09/18 09/18
Eficiência energética 09/18 09/18
Teste Pigmentação 09/18 10/18
Teste de salubridade 10/18 11/18
Revisão Conforto Ambiental 11/18 12/18

53
Resumo: Um dos principais desafios da atualidade é o papel da energia no
desenvolvimento mundial, através da busca pela construção de modelos que possam
ser considerados sustentáveis para a humanidade. Esses devem ser capazes não
só de contribuir para superar os problemas atuais – panorama social, econômico
e ambiental, como passíveis de garantir a própria vida por meio da proteção e
manutenção dos sistemas naturais.

Neste contexto, optou-se em realizar uma extensão de campo exploratória para


ser desenvolvida no LABCRIATIVO- Laboratório de Prototipagem Unipê, junto
extensão CITS – Cidade de Inovações e Tecnologias Sustentáveis do Unipê, com
a criação de um modelo tridimensionais condizentes com sustentabilidade.

Partindo do pressuposto, o projeto de extensão proposta tem como objetivo


além da eficiência energética a relação MODULAÇÃO e PORTABILIDADE, estratégia
que possibilita escolher o formato de configuração das cabines de acordo
com a necessidade. Os materiais escolhidos para a produção do projeto, serão
estudados e analisados como o polietileno de alta densidade com tratamento
químico contra raios ultravioletas, painéis fotovoltaicos e sistema de automação.

Das simulações, devem ser extraídos testes e calibração do modelo computacional
representativo dos modelos criados para em análises de desempenho térmico. O
mesmo deve também ser capaz de verificar a influência da utilização do aquecimento
solar passivo para melhoria do conforto nos períodos de inverno e de verão, variando
as aberturas das esquadrias. Portanto, a pesquisa se detém ao monitoramento termo-
energético da edificação devendo fornecer informações e meios viáveis para que se
possa empregar estratégias de forma consciente à eficiência energética.

Objetivo: Propor uma criação de protótipo para banheiros químicos com enfoque na
inovação, design, tecnologia, avaliação da iluminação, ventilação e conforto no Centro
Universitário de João Pessoa, João Pessoa – Paraíba.

a) Desenvolver estudos, pesquisas, protótipos, projetos, trabalhos técnicos e de design


para o meio acadêmico e mercado;

b) Desenvolver protótipo que venham a ser contratados, dentro das competências


relativos às áreas de inovação, tecnologia, design e sustentabilidade, considerados de
relevante interesse acadêmico e de mercado;

54
c) Fomentar a formação ético-profissional dos alunos, incutindo-lhes, a par da
competência técnica, noções estritas de responsabilidades profissional e social, no
campo de suas atividades profissionais.

Metodologia de execução: A extensão Modulação, Inovação e Estratégias Sustentáveis


CITS foi implementado no ano de 2017 no curso de Arquitetura e Urbanismo com
intuito de atender a demanda crescente de alunos que pretendiam trabalhar em
estudos relativos à sustentabilidade e inovação. A instituição adotou esta metodologia
com intuito de fomentar pesquisas e extensões em áreas de interesse social e de
mercado. O projeto foi implementado no curso de engenharia civil no semestre
2017.2 do corrente ano letivo. Esse projeto irá beneficiar os alunos da instituição e
coordenadores das unidades acadêmicas, por meio de um processo de planejamento
e controle claramente definido. A Equipe do Projeto está organizada de acordo com
suas unidades acadêmicas, cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil,
cujos resultados são acompanhados pelos coordenadores da extensão e pelo setor
institucional responsável por Extensão e Pesquisa- COESE.

Dentro da estrutura existem profissionais, denominados professores coordenadores/


orientadores, responsáveis por:

• Manter o relacionamento e o atendimento aos alunos;

• Orientar e acompanhar o desenvolvimento do trabalho;

• Garantir o cumprimento das entregas respeitando o cronograma institucional;

• Conduzir o processo de ensino aprendizagem.

Além dos coordenadores da extensão e os alunos participantes o quadro da equipe


técnica é composto por um gestor administrativo, responsável pela condução
dos processos, um laboratorista na área de Prototipagem e uma secretária
responsável por manter o atendimento e controle de assiduidade dos alunos.

Os alunos e professores coordenadores utilizam as instalações do Laboratório de


Prototipagem nos semestres letivos em horário comercial em dois turnos, manhã das
8:00hs até 12:00hs e no turno da tarde de 13:00hs até 17:00hs, durante os cinco dias
úteis semanais, totalizando 20 horas por turno semanal. Sendo prevista a ampliação
para o turno da noite no ano de 2018.

55
Quadro 1 - Início da Operação

Adaptação Elaborar e disponibilizar aos professores


coordenadores os documentos da metodologia
adotada;

Ajustar os documentos ao modelo um modelo


MEC;

Definir um repositório para o armazenamento da


documentação.
Treinamento Treinar toda equipe da extensão
Acompanhamento de projetos Orientar o gestor e professores auxiliando na
análise e avaliação contínua dos projeto;

- Gerar relatórios tecendo comentários para cada


uma das áreas de conhecimento definidas;
Métricas e indicadores - Informar desempenho dos alunos, prazos e
riscos;

- Informar tendências do projeto;


Monitoramento dos alunos Monitorar o desempenho dos alunos
Monitoramento de projetos Monitorar o projeto de extensão por meio de
indicadores coletados.

As restrições:

As restrições são fatores de limitação no projeto, sendo eles:


- Normas e legislações;
- Prazos;
- Restrições técnicas e tecnológicas;
- Restrições de recursos;
- Orçamento;
- Envolvimento das áreas afetadas;
- Disponibilidade dos participantes para atividades de treinamento;
- Dosagem entre burocracia e necessidade de documentação;
- Manutenção de alguma estabilidade nas prioridades organizacionais;
- Mudança do modelo de trabalho das áreas envolvidas;

56
PRINCIPAIS PRODUTOS A SEREM ENTREGUES:

Estruturação do projeto

- reuniões para definição e validação do escopo e responsáveis;


- elaboração do plano de projeto e todos os templates para operacionalização e
validação;
- mobilização da equipe interna;

Operacionalização

- definição com a equipe responsável e com os usuários dos serviços, das


ferramentas e dos processos;
- execução e controle de atividades;
- elaboração de relatórios de status de acordo com o plano de comunicação.

Modelo de manutenção evolutiva

- análise do relatório de evolução e maturidade;


- elaboração de um plano de médio prazo.

RESPONSABILIDADES:

Responsabilidades Institucionais

- Todas as informações técnicas;


- Documentação técnica que sejam indispensáveis;
- os recursos materiais;
- o hardware e o software que se fazem necessários.

Responsabilidades dos coordenadores e gestores do Projeto

- supervisionar todas as etapas e o andamento dos trabalhos;


- gerir, juntamente com os coordenadores de curso, qualquer mudança no escopo
ou nas demais áreas;
- seguir os procedimentos descritos no planos.

57
Quadro 2 - Critérios de aceitação e implementação de projetos feitas pelos docentes
e coordenadores:

PRODUTO DESCRIÇÃO
Estruturação do projeto - Plano de projeto aprovado;
- equipe mobilizada;
Operacionalização - serviços ferramentas e processos;
- atividades realizadas;
- principais stakeholders envolvidos e
atualizados.
Disponibilização de base na internet - Sistema web operando
Definições e modelos de treinamento - Alinhamento com os cursos de referência.
Conteúdo programático - Alinhamento com os cursos de referência.
Elaboração de modelos de treinamento - Alinhamento com o conteúdo aprovado.
Modelos de manutenção evolutiva - Entrega do documento com atual estágio

Laboratórios utilizados
• Laboratório de Materiais;
• Laboratório de Conforto Ambiental;
• Laboratório de Prototipagem;
• Laboratório de Impressão e Plotagem;

Resultados alcançados e esperados: A criação do protótipo surgiu diante de uma


atividade desenvolvida na disciplina de Interiores III, estando vinculada à linha de
pesquisa design, negócios, cultura e tecnologia com ênfase na qualidade energética
construtiva e nos respectivos materiais de acabamento, modulação e portabilidade.

Viabilidade e Resultados: Com a missão de projetar 2018, propõe-se projeto de


mobiliários urbanos. Ambos seguindo rigorosamente as exigências previstas nas
normas técnicas, buscando trazer melhor conforto ao usuário. A proposta deve atender
diversificados públicos, lançando uma linha popular e uma linha de luxo onde o
diferencial entre as linhas acontece através da utilização de produtos complementares,
como perfis também portáteis e modulares que podem se moldar à necessidade
através de conectores.

No ano de 2017 foram desenvolvidos banheiros químicos desde seus estudos iniciais,
propostas de mercado, novos materiais, revisão do design do protótipo, testes de
pigmentação e resistência junto com a revisão do conforto térmico e detalhamentos
do equipamento.

58
OCUPAÇÃO URBANA E AS ÁGUAS
SUBTERRÂNEAS
Curso promotor do projeto: Engenharia Civil

Cursos integrados: Arquitetura e Urbanismo / Ciências da Computação

Coordenadora: Ms Vânia Paiva Martins

Colaboradora: Ms Maria Jacy Caju Do Egito

Discentes: Rafael Santos Cruz, Cayo Iaslley Nunes de Lima, Carlos Alisson Aragão
Bezerra, Francisco Talison Furtado de Amorim,

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Laboratório de química no complexo laboratorial


de engenharia civil, Biblioteca do Unipê.

Cronograma de execução do projeto: Segunda-Feira (18:00 às 19: horas)

Resumo: O meio ambiente urbano é uma mistura de componentes naturais e


antrópicos. Nas últimas décadas a acelerada expansão das cidades provocou
profundos impactos no ecossistema urbano. O presente estudo pretende verificar
se o processo de adensamento urbano na costa litorânea do município do João
Pessoa provocou rebaixamento do lençol freático nos últimos vinte anos. Para isto,
serão utilizados dados de relatórios de sondagem de percussão ou de simples
reconhecimento, denominado SPT, do processo de ocupação urbana e dos índices
pluviométricos. O método adotado será a localização dos furos de sondagem nos
overlays do município, levantamento do processo de ocupação do solo urbano e
análise dos dados pluviométricos utilizando a ferramenta CAD, e o software QGIS.
Com isso, poderá ser gerado um banco de dados sobre as condições hidro geológicas
dos bairros pesquisados para estudos a serem desenvolvidos por professores e
alunos da instituição, como também de outros pesquisadores interessados no tema.
Vale ressaltar que esta pesquisa será desenvolvida por alunos da engenharia civil,
arquitetura e do curso Ciências da Computação. A temática sobre recursos hídricos

59
e ocupação urbana é pertinente na área da Engenharia Civil e provoca a busca do
conhecimento abrangendo distintas áreas da mesma.

Objetivo: Verificar se ocorreram modificações na profundidade do lençol freático


nos últimos 20 anos nos bairros da costa litorânea do município de João Pessoa-
PB, através de um levantamento de informações obtidas em relatórios de sondagem
de percussão ou de simples reconhecimento, denominado SPT (Standard Penetration
Test).

Esta pesquisa tem como objetivos específicos:

I. Elaboração de um banco de dados com sondagens realizadas nos últimos vinte


anos;

II. Elaboração de mapa com as informações coletadas;

III. Elaboração de mapas com observações feitas em campo;

IV. Elaboração de mapas de uso do solo.

Metodologia de execução: Trata-se de uma pesquisa exploratória, com a finalidade de


verificar rebaixamento do lençol freático e as consequências deste rebaixamento nos
bairros costeiros do município de João Pessoa. Quanto a natureza da pesquisa, é um
estudo quantitativo e de campo com levantamento comparativo de dados temporais
em Relatórios de Sondagem.

Resultados alcançados/esperados: O levantamento de dados demonstrou que na


avenida João Maurício no bairro de Manaíra entre os anos de 2005 e 2009, levando
em consideração o índice pluviométrico, verificou-se a ocorrência de rebaixamentos
similares ar serem realizadas as sondagens. O nível do lençol freático passou de uma
profundidade média de 1,49 m para uma profundidade média de 2,93 m.

O estudo das consequências do adensamento urbano sobre as águas subterrâneas


é bastante complexo, tanto do ponto de vista ambiental como do ponto de vista da
ocorrência de recalque futuros nas edificações existentes na costa litorânea do
município de João Pessoa.

60
Acervo fotográfico:

Figura 1: Mapa de Localização da Área Objeto de Estudo (via QGIs).


Fonte: Autores (2018).

Figura 2: Mapa de Localização da Área Objeto de Estudo em 2005 (via Google Earth).
Fonte: Autores (2018).

61
Figura 3: Mapa de Localização da Área Objeto de Estudo em 2005 (via Google Earth).
Fonte: Autores (2018).

Figura 4: Mapa de Permeabilidade da Área Objeto de Estudo em 2005 (via QGIs).


Fonte: Autores (2018).

62
PAISAGEM URBANA: UMA ANÁLISE
CRÍTICA DA IMAGEM DA CIDADE
DE JOÃO PESSOA
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Coordenador(a): Marcela Dimenstein

Colaboradores(as): Andrei de Ferrer e Arruda Cavalcanti

Discentes: Armando José Batista Fernandes Pascoal, Arthur Diniz Almeida e Letícia
Queiroga Sousa de Morais

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto está vinculado ao curso de Arquitetura


e Urbanismo do UNIPÊ e trabalha com a paisagem urbana em dois bairros da cidade:
Aeroclube e Roger.

Cronograma de execução do projeto: As reuniões do grupo ocorrem quinzenalmente


às quintas-feiras, porém as visitas in loco ocorrem segundo a necessidade e de acordo
com a disponibilidade dos participantes.

Resumo: O meio urbano é, hoje, lar da maior parte da população mundial, e por
consequência, grande parte das experiências humanas têm ocorrido em espaços
urbanizados. A Organização das Migrações Internacionais (2015) afirma que,
atualmente, as cidades que mais crescem demograficamente e economicamente no
mundo, apesar de percalços históricos e problemas sociais latentes, estão localizadas
em países em desenvolvimento. A realidade destas aponta para a necessidade de
se pensar em soluções inteligentes, sustentáveis, inclusivas e que envolvam as
possibilidades da criatividade dos setores produtivos e inteligência dos planejadores
urbanos (GEHL, 2010).

Considerando paisagem urbana como a arte de organizar visualmente o conjunto de


edifícios, ruas e espaços que compõem a cidade (CULLEN, 2006), o projeto de pesquisa

63
“Paisagem urbana: uma análise crítica da imagem da cidade de João Pessoa” se
propõe a estudar e analisar criticamente a paisagem produzida na capital paraibana.

João Pessoa é hoje canteiro de uma série de obras de infraestrutura viária, como: os
trevos de Mangabeira e Geisel, o novo viaduto sobre o Rio Jaguaribe. Obras estas que se
alinham ao viés funcionalista e que relegam os aspectos da imagem da cidade a um
segundo plano, numa expectativa de que a beleza surja a partir da contribuição dos
espaços para um ‘bom funcionamento’ da cidade.

Com esta pesquisa, pretendemos realizar leituras da paisagem urbana em diferentes


áreas da cidade, buscando identificar as áreas mais ricas e mais pobres em termos
de qualidades espaciais, levantando os elementos específicos que as dotam de tais
qualidades. Foram selecionadas quatro áreas da cidade, sendo duas delas parte do
núcleo tradicional, nos bairros de Roger e Jaguaribe, e duas áreas de ocupação mais
recente, nos bairros do Aeroclube e Mangabeira. Aqui nessa apresentação focaremos
nossos esforços nos bairros do Roger e Aeroclube.

Objetivo: A presente pesquisa tem o intuito de realizar uma leitura da paisagem urbana
de João Pessoa. Mais especificamente, buscamos perceber os elementos que compõe
a paisagem das diferentes áreas selecionadas, compreendendo e comparando a
forma como o arranjo destes geram potencialidades e fragilizadas na qualidade do
espaço.

Metodologia de execução: O projeto está em atividade desde o semestre 2017.2 e conta


com 06 discentes devidamente matriculados no curso de Arquitetura e Urbanismo.

Iniciamos nossas atividades com as leituras das bibliografias básicas da pesquisa


que contam com textos de Jan Gehl (2010), Cullen (2006), Lynch (2006), dentre outros.
A partir das leituras e discussões em grupo, delimitamos o objeto de estudo para 04
bairros da cidade: Aeroclube, Roger, Jaguaribe e Mangabeira.

As primeiras visitas de percepção visual e sensorial das áreas trabalhadas iniciaram-


se no final de 2017.2 e possibilitaram uma leitura urbana comparativa de dois dos
bairros aqui estudados: Roger e Aeroclube. As pesquisas apontavam a construção da
paisagem cultural como algo complexo, devido ao número de variáveis e do fato das
percepções geradas serem responsáveis pela sua constituição, já que não se restringe
ao visível, mas traz uma carga de sentimentos, valores e crenças (FILHO; OLIVEIRA,
2013). Logo, além das observações de campo, optamos por utilizar a metodologia de
mapas mentais desenvolvidos por Salete Kozel (2009).

64
O procedimento adotado foi o de cartografar o processo perceptivos dos moradores
e daqueles que possuíam alguma vivência nos bairros. Para a realização de tal
tarefa, o grupo foi dividido com a finalidade de fazer entrevistas com a população,
que aconteciam geralmente entre 15hs e 18hs, quando há maior fluxo de pessoas
circulando. Na abordagem com os transeuntes enfatizou-se que o trabalho era feito
por estudantes universitários e era pedido aos entrevistados que respondessem à
questão “Represente através de imagens o que significa o bairro do Aeroclube/Roger
para você”. Para o processo de interpretação dos mapas foi utilizado o método proposto
por Kozel (2009): Interpretação quanto à forma de representação dos elementos na
imagem; Interpretação quanto à distribuição dos elementos na imagem; Interpretação
quanto à especificidade dos ícones: Representação dos elementos da paisagem
natural; Representação dos elementos da paisagem construída; Representação dos
elementos móveis; Representação dos elementos humanos; Apresentação de outros
aspectos ou particularidades. Ao todo, foram coletados 10 mapas mentais em cada
bairro (Aeroclube e Roger) para análise.

Resultados alcançados/esperado: Com as observações de campo conseguimos gerar


um estudo comparativo entre os dois bairros e identificamos diversas especificidades
contrastantes como: ano de ocupação inicial, localização geográfica, tipologia de
edificações, renda média dos habitantes, delimitação e dimensão de lotes.

Também foram identificados seus pontos de maior concentração de pessoas, grandes


equipamentos urbanos, dentre outros, o que indicava uma maior probabilidade de
participação dos indivíduos na pesquisa. A aplicação dos mapas mentais mostrou a
percepção da paisagem urbana daqueles que vivem que circulam pelos dois bairros
e apontou diferenças significativas.

65
Figura 1: Mapa mental 1 - M.L., 23 anos (moradora). Aeroclube, João Pessoa, 2018

O mapa 1 apresenta ícones e letras, elementos da paisagem construída dispostos de


maneira separada. Para fazer sua análise foi necessário coletar algumas informações
emitidas pela autora durante a entrevista. Ela representa as rotatórias pelas quais passa
em seu percurso de carro quando sai de casa. Além disso representou dois parques
públicos que estão localizados em um bairro tangente ao Aeroclube. Representa um
pequeno shopping do bairro onde costuma comer, sua casa e o edifício onde morava
anteriormente. Esse mapa mostra o distanciamento da autora em ralação ao bairro,
reflexo do lugar onde mora, o edifício mais alto do bairro, no 32º pavimento.

Figura 2: Mapa mental 2 – L.F., 45 anos (moradora). Aeroclube, João Pessoa, 2018

O segundo mapa apresenta ícones e letras, dispostos em perspectiva, com elementos


da paisagem construída. A análise do mapa, juntamente com o discurso traz um

66
equipamento que dá nome ao bairro - o Aeroclube. O mapa trouxe uma representação
comum aos outros mapas coletados no local, a simbologia trazida pelo avião e a pista
de decolagem.

Figura 3: Mapa mental 3– J.F., 29 anos (trabalha no bairro). Aeroclube, João Pessoa, 2018

O mapa 3 retrata a falta de infraestrutura que existe nas vias, buracos na pista, ainda
representa o carro, simbolizando o trânsito do lugar, além dos edifícios altos e o sol
representando o calor. A falta de afetividade com o bairro marca o discurso da autora,
expressando apenas os problemas no bairro.

67
Figura 4: Mapa mental 4 – A.A., 70 anos (morador). Roger, João Pessoa, 2018

No quarto mapa existem diferentes ícones dispostos em forma de perspectiva, com


elementos humanos e edificados. A fala do autor do mapa somada a sua representação
traz signos que simbolizam sua relação afetuosa com o bairro: as pessoas aqui
simbolizam a amizade, as casas unidas representam a vizinhança, onde todos se
conhecem e se ajudam, a igreja representa a religião no lugar.

Figura 5: Mapa mental 5 – J.S., 21 anos (moradora). Roger, João Pessoa, 2018

O mapa 5 apresenta ícones gráficos de forma dispersa, com elementos representando


a natureza. Para interpretar esse mapa foi necessário recorrer ao discurso da autora,
que buscou representar um coração simbolizando o sentimento de afeto que possui
pelo bairro, mas apoiado sobre as mãos e com uma rachadura, significando a sensação
de insegurança que ele sente ultimamente, uma vez que recentemente foi assaltada.

68
Mas em contrapartida desenha uma flor simbolizando a esperança de que os crimes
diminuam.

Acervo fotográfico:

Figura 01: 1º Encontro da pesquisa no IAB/PB, 2017.

Figura 02 e 03: Encontro da pesquisa no Piollin e na Bica, Roger, 2017.

69
Figura 04 e 05: Encontro da pesquisa no Parque Parahyba, Jardim Oceania, 2018.

Referências:

CULLEN, Gordon. Paisagem Urbana. Lisboa: Edições 70, 2006.

GEHL, Jan. Cidade para Pessoas. São Paulo: Perspectiva, 2010.

FILHO, F.S.M.; OLIVEIRA, I. J. A utilização de mapas mentais na percepção da paisagem


cultural da cidade de Goiás/GO. CULTUR: Revista de Cultura e Turismo, Ilhéus, ano 07,
n 03, p. 31-45, 2013.

KOZEL, Salete. As linguagens do cotidiano como representações: uma proposta


metodológica possível. Disponível em: http://observatoriogeograficoamericalatina.org.
mx/egal12/Teoriaymetodo/Metodologicos/04.pdf . Acesso em: 07 de maio de 2018.

LYNCH, Kevin. A Imagem da Cidade. São Paulo: Martin Fontes, 2006.

70
PROJETO E FABRICAÇÃO DE
PROTÓTIPOS DEFORMÁVEIS
UTILIZADOS NO ENSINO DAS
ESTRUTURAS ATRAVÉS DO
FABLAB
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Cursos integrados: não há cursos integrados.

Coordenador(a): José Giuseppe Pereira Branquinho

Colaboradores(as): Rodrigo José Lucena de Medeiros

Discentes: Alexandre Jackson da Silva Lima, Emanuela Vanessa Coutinho do


Nascimento, José Osmar Tenório Filho.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa, Bloco de


Arquitetura e Urbanismo, sala H171.

Cronograma de execução do projeto: A pesquisa está sendo desenvolvida em horários


adequados à agenda dos discentes, porém especialmente nas segundas-feiras são
realizadas as aplicações da metodologia nas aulas de estruturas I e nas terças-feiras
são as reuniões de acompanhamento e construção dos resultados. Depois das fases
de pesquisa bibliográficas, estudos preliminares e projeto e execução dos protótipos,
a pesquisa se encontra na fase de uso dos protótipos como ferramenta metodológica
de ensino.

Resumo: Os cursos de Arquitetura e Urbanismo têm a particularidade de agrupar


disciplinas e assuntos que abrangem uma ampla gama de aspectos. Nesse sentido,
o ensino dos componentes curriculares voltados para o estudo e compreensão dos
sistemas estruturais é um tema que sempre promoveu investigações por parte dos

71
pesquisadores. Estudos mostram que há certo desinteresse por essas matérias
não pelo teor técnico que elas apresentam, mas sim pela maneira que as mesmas
são apresentadas para os alunos. O uso de maquetes estruturais deformáveis, que
demonstram visualmente o comportamento de cada elemento estrutural e suas
composições, pode ser uma solução para despertar um maior interesse dos alunos.

A partir disso, a proposta deste projeto é baseada na utilização deste recurso para
promover um maior estímulo entre os discentes no que diz respeito às disciplinas
deste eixo curricular e, também, iniciar os alunos colaboradores no processo de
fabricação de peças projetadas por eles. Para isso serão propostas atividades, com a
participação de alunos e colaboradores, que envolvam uma revisão bibliográfica do
assunto, o projeto e a manufatura dos modelos reduzidos. As peças dos protótipos
serão produzidas utilizando o Laboratório de Prototipagem Unipê, para que os mesmos
possam servir de instrumento didático de ensino. Posteriormente será feita uma
análise qualitativa sobre os resultados do uso destes protótipos em aulas nas turmas
da disciplina de Estrutura I, componente do segundo período do curso de Arquitetura
e Urbanismo desta instituição.

Objetivo: Desenvolver um conjunto de protótipos estruturais deformáveis e usá-los como


instrumento de ensino em aulas específicas do componente curricular Estrutura I.

Metodologia de execução: Na realização deste estudo são adotados procedimentos de


revisão bibliográfica, contempladas todas as etapas do processo projetual, execução e
montagem dos modelos deformáveis, bem como a aplicação dos conceitos físicos das
deformações e esforços existentes em vários tipos de sistemas estruturais básicos.
Para a realização de tais procedimentos os alunos utilizam ferramentas digitais de
modelagem e desenho como também ferramentas de confecção de maquetes físicas.

Resultados alcançados/esperados: Até o presente momento foram feitas pesquisas


bibliográficas sobre o assunto específico e projetados e fabricados quatro protótipos
deformáveis. Tais modelos reduzidos simulam os sistemas estruturais básicos cabos,
arcos, treliças e vigas. Durante as aulas da disciplina Estrutura I, do segundo período
do curso de Arquitetura e Urbanismo, estas maquetes são utilizadas para conceituar
e demonstrar, através do tato e visualmente, esforços inerentes a cada um dos
elementos estruturais já citados. Espera-se, ao final da aplicação da metodologia,
buscar um panorama do uso destes protótipos avaliando o impacto desta metodologia
no aprendizado do aluno. A partir destes primeiros resultados será possível analisar os
possíveis ajustes e novos elementos que serão desenvolvidos posteriormente.

72
Acervo fotográfico:

Figura 1: Alunos realizando experiência tátil nos protótipos, tocar e sentir os fenômenos físicos.
Fonte: Projeto.

Figura 2: Aula sobre comportamento estrutural dos arcos.


Fonte: Projeto.

73
Figura 3: Demonstração de esforços em treliças e cabos.
Fonte: Projeto.

74
QUANDO O PROJETO
ARQUITETÔNICO É UM RISCO
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Cursos integrados: não há cursos integrados.

Coordenador(a): Kelly Christine Silva de Lima

Colaboradores(as): Bruno Miguel Fernandes Moreira, Rebecca Vanessa Bandeira


Rodrigues de Souza.

Discentes: Liliana Wanderley Guedes; Kallinny Pimentel da Silva.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) funcionários


e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Toda a comunidade acadêmica.

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa, Bloco de


Arquitetura e Urbanismo, sala H171.

Cronograma de execução do projeto: A pesquisa é desenvolvida durante o período da


tarde, de segunda a sexta, porém especialmente nas segundas-feiras e nas terças-
feiras é reservado espaço para as reuniões de acompanhamento e construção dos
resultados. De caráter teórico e de coleta de material bibliográfico, a pesquisa não
apresenta necessidade de horários preestabelecidos, pois os discentes têm acesso
aos bancos de dados do Centro de Informação a todo momento. Contudo, algumas
etapas são exigidas, registro de todos os resultados, horários de pesquisa e alimentação
da pasta compartilhada com os artigos encontrados e selecionados.

Resumo: O projeto arquitetônico é um produto complexo, fruto de um processo de


desenvolvimento de ideias que levam em consideração as condicionantes relacionadas
com o terreno, forma, função e construção. As decisões tomadas durante este processo,
muitas vezes evidenciam mais a estética e a harmonia dos espaços construídos, além
do conforto e os desejos do usuário. A norma ABNT 15.575:2013 determina que todos os
projetos devem possuir as condições ideais de segurança no uso e operação, contra
o fogo e estrutural; além de habitabilidade e sustentabilidade; tais requisitos legais,
visam o atendimento das necessidades dos usuários e a determinação do tempo de
vida útil do projeto e edificação. Entretanto, mesmo com as exigências legais e técnicas,

75
o projeto arquitetônico pode conter em suas características condições inseguras,
ou seja, aspectos traduzidos como elementos construtivos do objeto arquitetônico
que podem provocar acidentes e doenças não apenas na fase de construção, mas
também após sua ocupação.

Objetivo: Realizar uma revisão sistemática em publicações nacionais ou internacionais,


a cerca de temas que estejam relacionados com a ocorrência de riscos de acidentes,
ambientais e patrimoniais, consequências do processo de projetual.

Metodologia de execução: Na realização deste estudo são adotados procedimentos


de revisão bibliográfica e documental em publicações digitais disponíveis no banco
de dados do Centro de Informação, por meio da revisão sistemática. Para a seleção
das publicações, são usados os critérios: estar disponível para o download, ter sido
publicada dentro dos últimos dez anos, estar alinhada ao tema de pesquisa. Para a
análise de dados estão sendo utilizados os procedimentos da revisão sistemática,
com o apoio de softwares como o Word e o Excel.

Resultados alcançados/esperados: Até o presente momento foram identificados


nas publicações selecionadas, algumas particularidades: os trabalhos que levantam
a problemática da pesquisa estão associados ao projeto arquitetônico em temas
residenciais, hospitalares e institucionais (especialmente espaços escolares); os
artigos exploram as necessidades de alguns tipos de usuários como: os mais
vulneráveis aos riscos como os idosos, as crianças, as pessoas com deficiência e
as pessoas em estabelecimentos de cuidado com a saúde; algumas palavras-chave
foram acrescentadas na pesquisa como Sustentabilidade, Desenho Universal e
Biossegurança; além dos conceitos de segurança presentes na norma de desempenho,
foi identificada a citação da segurança patrimonial como fator de risco; e também foi
observada a preocupação com os riscos em atividades que envolvam preparação de
risco nos projetos de intervenção em áreas históricas. O estudo ainda se encontra em
fase de pesquisa e coleta de material bibliográfico. Espera-se obter ao final do estudo
um produto da revisão sistemática que é o registro em artigo científico do estado da
arte dos temas trabalhados; material informativo de fácil divulgação e uma cartilha
com recomendações sobre os riscos que o projeto arquitetônico pode conter.

76
REABILITAÇÃO EM ESPAÇO
PÚBLICO DE LAZER E
CONVIVÊNCIA
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Coordenador(a): Prof. Me. Sebastião Cezar Paredes do Amaral

Colaboradores(as): Prof. Dr. Pier Paolo Bertuzzi Pizzolato, Profa. Esp Cíntia Pedroza
Bezerra.

Discentes: Katiane Suenne de Brito Almeida, Heloisa Cristine Souza Lima Barbosa,
Pedro Alves da Silva, Fabiane Maria Nunes Noé, Fernanda Amorim da Cruz

Público alvo Beneficiários do projeto: (X) alunos – UNIPÊ, (X) Comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: Os trabalhos envolvidos na realização de projeto


de revitalização de praça pública ocorrerão tanto na cidade de Santa Rita (na fase
de levantamento de dados) como depois nos ateliês do Centro Universitário de João
Pessoa – UNIPÊ – curso de Arquitetura e Urbanismo.

Cronograma de execução do projeto:


DESCRIÇÃO DA ETAPA INÍCIO TÉRMINO
reuniões Fevereiro - 2018 Abril - 2018
visitas ao local Fevereiro - 2018 Fevereiro - 2018
levantamentos arquitetônicos e Março - 2018 Abril - 2018
planialtimétricos
Consulta à prefeitura e outros órgãos Março - 2018 Março - 2018
públicos
Leitura da bibliografia Fevereiro - 2018 Maio - 2018
Desenvolvimento de desenhos Abril - 2018 Junho - 2018
Maquete Abril - 2018 Junho - 2018
Reunião final de entrega Junho - 2018 Junho - 2018

Resumo: A cidade de Santa Rita encontra-se localizada junto à João Pessoa e, como
município integrante da conurbação formada pelas relações econômicas, sociais e
de serviços da Capital e região, sofre de vários problemas estruturais urbanos. Apesar
de ser um município bastante antigo dentro da configuração da ocupação de espaço
e ter uma economia calcada tanto na indústria como na produção agrícola (até hoje
é grande produtora de derivados da cana-de-açúcar) depende em grande medida

77
de serviços do polo formado pela Capital e Cabedelo e seus munícipes acabam por
utilizar cada vez mais as oportunidades que outras cidades da região oferecem, entre
elas as opções de lazer e convívio.

A proposta de reestruturação e revitalização de praça localizada em Santa Rita, vem


atender os anseios de suprir um espaço de convívio moderno, capaz de promover as
relações sociais e de lazer da comunidade localizada na região.

Objetivo: Desenvolver projeto arquitetônico e urbanístico que atenda às necessidades


impostas pela Associação de Moradores de moradores do Bairro de Santa Cruz,
observando as principais teorias contemporâneas sobre espaços públicos.

Metodologia de execução:

• Realização de reuniões (tanto no local como no próprio Centro Universitário) junto à


associação de moradores para levantar as bases para o programa de necessidades
e entender quais são os anseios da população;

• Realização de visitas ao local, para tomadas de fotos e levantamentos arquitetônicos


e planialtimétricos para subsídios ao projeto;

• Visita e consulta à prefeitura e outros órgãos públicos que podem impactar o


projeto;

• Leitura da bibliografia pertinente e discussão sobre as proposições advindas da


reflexão ao tema;

• Desenvolvimento de desenhos em forma de croqui de estudos, levantamentos e


proposta final do projeto a ser implantado.

• Maquete do terreno em escala para estudo volumétrico e posterior apresentação


Aos moradores, para facilitar o entendimento da proposta a ser apresentada e
debater possíveis alterações contribuições.

Resultados alcançados/esperados: A meta a ser alcançada é o projeto da revitalização


da praça, com capacidade de apresentar à associação parceira sua implantação,
detalhamento dos espaços, desenhos explicativos e ilustrativos dos ambientes
resultantes, detalhamento dos equipamentos a serem instalados e planilha parcial
dos custos para a implantação do projeto. Para alcançarmos esta meta, estão sendo
realizadas várias reuniões e visitas ao local para interação com a população, realizar
um detalhamento maior do programa de necessidades, realização de medições e

78
coletas de dados junto à prefeitura e órgãos públicos envolvidos e entrega nos prazos
fixados dos itens referenciados junto aos moradores.

Acervo fotográfico:

Figura 01 – Equipe reunida no local objeto do projeto de extensão


Fonte: Acervo do Projeto.

Figura 02 – Praça objeto do projeto de extensão – Santa Rita /PB


Fonte: Acervo do Projeto.

79
READEQUAÇÃO HABITACIONAL À
PESSOAS COM NECESSIDADES
ESPECIAIS NA CIDADE DE JOÃO
PESSOA/PB
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Coordenador(a): Prof. Vladimir Sobral de Souza.

Colaboradores(as): Prof(s) Rui Rocha Jr, Sheila Freire e Deborah Kishimoto.

Discentes: Hebert de Azevedo Costa, Heloisa C. Souza l. Barbosa, Matheus José


Rodrigues Gomes, Victor Vinícius A. Barbosa, Juliana Amaral Leite e Ana Carolina O.
Sousa.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) Alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


Funcionários e colaboradores – UNIPÊ, ( x ) Outros, Quais? Pacientes da Clínica de
Reabilitação do Unipê.

Local onde o projeto se desenvolve: Reuniões do grupo: Centro Universitário de


João Pessoa - Sala I183; Encontros com os PcDs: Clínica de Reabilitação do Unipê;
Levantamento de campo: Residência dos PcDs.

Cronograma de execução do projeto:

DESCRIÇÃO DA ETAPA (MM/AA) DIA SEMANA HORÁRIO


1. captação dos pcds 03/2018 segunda, quarta ou sexta-feira 13:50

2. coleta de dados 04/2018 segunda, quarta ou sexta-feira 13:50


3. discussão e início da proposta 05/2018 sexta-feira 13:50

Resumo: Dados do censo do IBGE (2010) apontam que 45,6 milhões de pessoas
declararam ter ao menos um tipo de deficiência no Brasil, ou seja, 23,9% da população
brasileira. Esta significativa parcela da população não tem orientação ou apoio para
uma readequação de sua residência para esta nova condição de vida. Este projeto
de extensão tem como proposta apoiar a readequação de unidades habitacionais de
interesse social de pessoas que adquiriram deficiência física (PCD). Esta readequação

80
ocorrerá, inicialmente, pela investigação de pessoas que passaram por um momento
de intenso stress físico e que, consequentemente, necessitarão de apoio para a
adaptação de suas residências do ponto de vista da acessibilidade. Em seguida haverá
um levantamento da estrutura física da residência do PCD buscando-se avaliar a
dimensão da readequação de sua unidade habitacional diante da real necessidade
da pessoa, uma vez que a deficiência física depende da sua real condição físico-
motora. Com a esta avaliação, será desenvolvido um projeto arquitetônico seguindo as
normas, conceitos e legislação pertinentes à acessibilidade entre elas a NBR 9050 e,
principalmente, a avaliação da condição físico-motora do habitante. Com este projeto
pretende-se apoiá-lo com a captação dos recursos financeiros para a viabilização da
reforma e readequação de sua residência, assim como também, participar da gestão
da obra.

Objetivo: O objetivo deste projeto de extensão é participar da reabilitação de pessoas


que adquiriram deficiência física por meio de uma análise e ajuda técnica na
readequação de sua habitação levando em consideração o seu novo modo de vida.

Metodologia de execução: Na primeira etapa buscamos captar, por meio da clínica


de reabilitação do curso de Fisioterapia do Unipê, um número de pacientes que
apresentem deficiências físicas-motoras e que estejam em processo de reabilitação.
Para embasar o processo de seleção, foram criados questionários com o objetivo
de levantar informações tais como: dados pessoais, dados financeiro, histórico
e situação do acometimento, relação familiar, entre outros. Após a construção
dos questionários ocorreram reuniões com os Pcds. Finalizado a aplicação dos
questionários, foram selecionados três participantes. Este número está adequado
a capacidade de orientação e produção da equipe. Esta etapa ocorreu nos meses
de março e abril. O objetivo da segunda etapa é o levantamento físico da moradia
dos PcDs e a investigação da real situação de sua deficiência e limitação. Esta etapa
ainda está em desenvolvimento. Para cada PcD um professor e dois alunos foram
os responsáveis por coletar dados físicos da residência, com foco principalmente
nas condições de acessibilidade interna e externa no que tange especificamente ao
mobiliário e estrutura física habitacional, buscando conhecer de que forma a realidade
local está possibilitando e criando situações restritivas. Esta etapa ocorreu no mês
de abril e ainda continua no mês de maio. Na terceira etapa deverá ocorrer uma
ampla discussão e problematização sobre o espaço de inclusão, tendo em vista os
dados coletados e analisados no processo da pesquisa. Na quarta etapa, a partir dos
resultado obtidos, será construído uma proposta de projeto arquitetônico de reforma
com base na bibliografia atual, sobre a temática da diversidade e da acessibilidade, e

81
na documentação e legislação atual sobre a temática da pesquisa e, especialmente
a luz da “Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência” (BRASIL, 2008).
Embasado na aprovação do projeto arquitetônico de reforma, a quinta etapa tratará
da análise de viabilidade financeira para a reforma da unidade residencial. Para
tanto, serão avaliados programas governamentais de financiamento habitacional que
melhor se enquadrarão na condição do PcD. Na sexta e última etapa será conduzida
a gestão da obra de reforma da edificação com o apoio dos integrantes deste projeto
de pesquisa.

Resultados alcançados/esperados: Para o processo de captação dos PcDs atendidos


por este projeto de extensão, as atividades de construção de questionários, coleta e
tratamento de dados, análise de informações e seleção dos PcDs está concluída. O
levantamento de informações físicas das residências foco deste trabalho ainda está
em processo de construção. Apenas a coleta de dados de uma residência foi iniciado.
Este processo se mostrou demorado devido a agenda dos PcDs que nem sempre
podem receber os professore e alunos. Espera-se que ao fim destes levantamentos
in loco, o desenvolvimento do projeto de extensão passe a depender mais da equipe
formada por professores e alunos, estando mais próximo do cronograma pretendido.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Residência de um PcD. Imagens internas.


Fonte: Projeto.

82
Figura 2: Imagem da entrada da residencia.
Fonte: Projeto.

83
REVIVA DESIGN
Curso promotor do projeto: Arquitetura e Urbanismo

Cursos integrados: Design de Interiores

Coordenador(a): Flávia Cristina Coutinho Bezerra

Colaboradores(as): Rebecca Vanessa Bandeira Rodrigues de Souza

Discentes: Maria Rayane Silva Nascimento, Rafaela Soares de Farias, Bruno Henrique
Miranda da Costa Feitosa, Bruno Feliphe Silva Brandão, Julianna Karla dos Santos
Henrique Pereira

Público alvo beneficiários do projeto: alunos Unipê

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa, Bloco H,


sala H188, atelier de plástica

Cronograma de execução do projeto: Segundas-feiras, das 15:00 as 17:00 (presencial)

MÊS DATA ATIVIDADES

MARÇO 05 DIVULGAÇÃO ALUNOS APROVADOS


Horário
15:00 as Discussão sobre a temática (Que tipo de material a ser trabalhado? Qual será o produto?)
12
17:00 Solicitar aos alunos uma pesquisa sobre peças de design feitos com material reciclado.
19 Apresentação da pesquisa sobre a temática (Powerpoint)

ABRIL 09 Apresentação da proposta (construção de um moodboard)


Horário
15:00 as
17:00 Desenvolvimento do projeto do mobiliário (apresentar uma maquete para testes de
23
resistência do material, tamanho, espessura do material)
MAIO
Horário 14/15 Apresentação do projeto de extensão
15:00 as
17:00 21 Corte dos moldes para montagem do mobiliário (FABLAB)
JUNHO
Horário
15:00 as 04 Corte dos moldes para montagem do mobiliário (FABLAB)
17:00
11 Entrega do relatório final e o protótipo em escala 1:1

84
Resumo: O projeto visa ações educativas vinculadas ao desenvolvimento de
alternativas de reciclagem e reutilização de materiais oriundos do lixo urbano,
assumindo o desafio de disseminar os princípios da Educação Ambiental.

Além disso, tem o intuito de disseminar a reflexão e a ação da cidadania para os


desafios da gestão de resíduos, através da incorporação de valores e atitudes
ambientalmente corretos, assim como o incentivo para a pesquisa, ensino e extensão,
com a participação de professores e alunos universitários de várias áreas, tais como,
arquitetura, design, engenharia de alimentos, engenharia de produção e gestão
ambiental.

Objetivo: Criar mobiliários a partir do reaproveitamento de resíduos, com intuito


de expandir a prática de oficinas de manufatura e artes, além de incumbir a
responsabilidade da competência técnica, noções de responsabilidade profissional e
social no campo de suas atividades profissionais.

Metodologia de execução: As ferramentas básicas de trabalho serão: reaproveitamento


de resíduos sólidos e manufaturas tridimensionais. Para tanto, o experimento é
realizado em três módulos: 1º Módulo: realizado na atelier de plástica do curso de
Arquitetura e Urbanismo do UNIPE, o desenvolvimento da pesquisa de materiais,
leitura de textos sobre criatividade, forma, função, materiais técnicos e reutilizáveis,
como também experimentos de manufaturas de protótipos para ação posterior na
comunidade. 2º Módulo: aplicação das experiências realizadas na oficina, com a
comunidade. 3º Módulo: seminários de avaliação dos resultados conseguidos na
comunidade e programação de ações posteriores. Todas as etapas são supervisionadas
pela professora orientadora.

Resultados alcançados/esperados: Aplicação dos conteúdos teóricos em


experimentos práticos; conscientização do desenvolvimento sustentável a partir do
consumo responsável, da minimização da geração de resíduos; incentivo ao aluno na
busca de métodos de empreender a partir do reaproveitamento de resíduos sólidos.
Número de beneficiários: 20 alunos.

85
Acervo fotográfico:

Figuras 01 e 02: Corte do papelão no laboratório criativo Fablab.


Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

Figuras 03 e 04: Execução da poltrona, teste de resistência do material


Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

86
CIÊNCIA DA

COM
PU
TA
ÇÃO
ESCOLA DE COMPUTAÇÃO
SOLIDÁRIA
Curso promotor: Ciência da Computação

Cursos integrados: Gestão da Tecnologia da Informação, Redes de Computadores e


Sistemas para Internet.

Coordenador: Pedro de Araújo Amorim Fernandes

Colaboradora: Isabelly Camila Diniz de Oliveira

Discentes: Andressa Gabrielly Macedo Marçal, Cicera Vanessa Marques Sampaio


Sidrim, Diego Rustnnes Bandeira dos Santos, Emanuel da Costa Mesquita, Glaucio
Varela da Costa, Guttemberg José Batinga de Freitas Medeiros, Hercules Costa da Silva,
Iahgo Souza Barros, Isa Matias Santos Silva, Jose Leonardo Soares de Lucena, Rafael
Matheus Pereira de Castro, Rivaldo Gomes da Silva, Valter de Sousa Filho, Marcio Cunha
de Souza, Leonardo Diniz de Oliveira, Anderson Henrique de Luna, Daniella Gadelha
Soares da Silva, Eduardo Caetano de Araújo, João Sérgio de Sousa Figueiredo Filho,
Pollyana Cruz Justino, Thalles Andrey da Silva Rodrigues, Weslley Macêdo Felix, Állam
Brunno Rodrigues da Silva, Bruna Araújo Candeia, Bruno Henrique Silva Bezerra,
Jefferson Guanabara Azevedo de Lemos, Jonatha Mendonça de Oliveira, Lenício de
Souza Melo Junior, Marcus Raffael Oliveira da Silva, Renato da Silva Galdino e Vanessa
Dutra Gomes.

Público alvo beneficiários do projeto: Alunos do UNIPÊ, Comunidade e Funcionários/


Colaboradores do UNIPÊ.

Local onde o projeto se desenvolve: Campus do UNIPÊ: situado na Br 230, Km 22,


Água Fria, João Pessoa (PB), 58053-000. As aulas ocorrem nos laboratórios F115 e F118,
equipados com 30 computadores (60 no total); Associação Beneficente São José:
situada na Rua José Feliciano da Silva, 816, bairro Mangabeira VIII, João Pessoa –
PB, 58059-350. As aulas ocorrem num laboratório equipado com 12 computadores;
Sociedade Amigos de Braços Abertos: situada na Rua Florestal, S/N, Bairro das
Indústrias, João Pessoa – PB, 58083-095. As aulas ocorrem num laboratório com 8
computadores.

88
Cronograma de execução do projeto:
DATA MÓDULO CONTEÚDO

03/03/2018 Acolhimento e Introdução à Informática

10/03/2018 Módulo 01 Windows e Internet

17/03/2018 Revisão e Avaliação 01

24/03/2018 MS Office Word Básico


07/04/2018 Módulo 02 MS Office Word Básico
14/04/2018 Revisão e Avaliação 02
21/04/2018 MS Office Excel Básico
28/04/2018 Módulo 03 MS Office Excel Básico
05/05/2018 Revisão e Avaliação 03
12/05/2018 MS Office PowerPoint
Módulo 04
19/05/2018 Revisão e Avaliação 04
26/05/2018 Reposição/Final Reposição e Prova Final
02/06/2018 Introdução à Programação

09/06/2018 Módulo Extra Introdução à Programação

16/06/2018 Revisão e Avaliação 05


23/06/2018 Encerramento Entrega dos Certificados

Resumo: Surgida em 1999, com o objetivo de promover a inclusão sociodigital de


adolescentes provenientes de famílias de baixa renda, a Escola de Computação
Solidária (ECS), por meio do curso de Introdução à Informática, já formou mais de três
mil adolescentes. As aulas da ECS ocorrem aos sábados, das 8:00hrs às 12:00hrs, no
Campus do Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ) e em Instituições parceiras.
O curso ofertado é ministrado por alunos da graduação do UNIPÊ, majoritariamente
dos cursos de Ciência da Computação, Gestão da Tecnologia da Informação, Redes
de Computadores e Sistemas para Internet. A ECS se prepara para uma nova fase,
buscando ampliar suas ações intra e extra muros, além da oferta de novos cursos.

Objetivo: Promover a inclusão sociodigital de adolescentes em situação de


vulnerabilidade socioeconômica.

Metodologia de execução: O curso de Informática Básica é semestral, ocorrendo


aos sábados, das 8:00-12:00hrs. Ao fim de cada módulo (Introdução à Informática,
Windows, Internet, MS Office Word, MS Office Excel, MS Office Powerpoint e Introdução
à Programação), os discentes passam por uma avaliação de aprendizagem e, ao fim,
precisarão obter média global igual ou superior a 7,0 para serem aprovados.

89
Resultados alcançados/esperados: Ao fim do curso, espera-se que os discentes
estejam capacitados tecnicamente para prosseguirem seus estudos acadêmicos,
com formação inicial, no que tange à informática, para ingressarem no mercado
de trabalho, por meio do Programa Jovem Aprendiz ou oportunidade similar e
com consciência para serem agentes multiplicadores em sua família e na sua
comunidade. Não obstante, para os alunos da Instituição, responsáveis pela
operacionalização do curso, busca-se despertar o senso de responsabilidade
social, solidariedade, além do desenvolvimento de competências e habilidades
complementares à formação acadêmica dos mesmos.

Desde 1999, quando ocorreu o primeiro curso de Introdução à Informática da


Escola de Computação Solidária, mais de três mil adolescentes já foram formados
no referido curso.

Dentro do Planejamento da ECS para os próximos semestres, buscar-se-á ampliar


as parcerias externas, de forma a ampliar os recursos financeiros disponíveis e
a estrutura física onde os cursos poderão ocorrer. Não obstante, novos cursos
como Programação, MS Office Avançado (Word, Excel e PowerPoint) e Montagem &
Manutenção, estão sendo gestados.

Outrossim, em parceria com o RH do UNIPÊ, cursos específicos deverão ser formatados


para fomentar ações de Educação Corporativa na Instituição.

90
Acervo fotográfico:

Figura 1: Encerramento da ECS (2014).


Fonte: Acervo do Projeto, 2014.

Figura 2: Associação Beneficente São José (2017).


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

91
FÁBRICA DE SOFTWARE DO
UBTECH OFFICE/UNIPÊ –
CLÍNICA-ESCOLA DE TI
Curso promotor do projeto: Ciência da Computação

Cursos integrados: parcerias com os cursos de Odontologia, Fisioterapia, Direito e


Medicina

Coordenador (a): Profº Ms. Walace Sartori Bonfim; walace.bonfim@unipe.br

Colaboradores (as): Profª Dra. Aline Marques de Moraes; aline.marques@unipe.br, Profº


Esp. Antonio Carlo Demingos da Silva; antonio.demingos@unipe.br, Profº Ms. Ricardo
Roberto de Lima; ricardo.roberto@unipe.br, Profº Ms. Thiago Rodrigues Medeiros; thiago.
medeiros@unipe.br, Profº Esp. Victor Guimarães Pinheiro; victor.pinheiro@unipe.br

Discentes: 100 discentes participaram no ano de 2017: 47 em 2017.1 e 53 em 2017.2


Pabllo Matheus Lima de Paulo, Diógenes Emidio Leódido, Thalles Andrey da Silva
Rodrigues, Marcel Marques Matias, Matheus José Leite Ferreira Mendes, Daniel Farias
Henriques.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Campus do UNIPÊ, Bloco K 220 e CT 04.

Cronograma de execução do projeto: de segunda a sexta-feira, das 14:00hs às 18:00hs.

Resumo: A informatização dos setores produtivos e de serviços, tais como empresas,


indústria, comércio e hospitais, e a consolidação de métodos e técnicas da Engenharia
de Software têm possibilitado a evolução dos processos de produção de software,
resultando na geração de tecnologias customizadas aos mais diversos setores de
aplicação. Neste contexto, o Projeto de Extensão Fábrica de Software – PFS apresenta-
se como uma clínica-escola que oportuniza aos discentes dos cursos de graduação
do UBTech TI a ambiência adequada às práticas, associadas aos objetivos específicos
de cada curso, para a formação do perfil profissional que o atual mercado de
trabalho requer. A Fábrica de Software, inserida nas linhas e eixos temáticos “Design,

92
Negócios, Cultura e Tecnologia - Inovação e tecnologia” traz demandas do mercado
para desenvolvimento de software nas modalidades sistemas de informação
na WEB, aplicativos para dispositivos móveis, ferramentas de produtividade com
interface homem-máquina inovadoras, sistemas especialistas, jogos educativos
e de entretenimento, e ferramentas e processos para administração de redes de
computadores, exercendo a inter e transdisciplinaridade necessárias à formação de
um profissional diferenciado para ingresso no mercado de trabalho.

Objetivo: Ser o campo de prática dos cursos do UBTech TI e estabelecer o elo entre a
sala de aula e o mercado de trabalho, oportunizando ao discente construir seu portfólio
com vistas à sua inserção no mercado de trabalho. As parcerias com instituições
públicas e privadas da região com foco no desenvolvimento de produtos de tecnologia
da informação, bem como o apoio interno e externo a projetos comerciais e projetos
de pesquisa e extensão existentes no UNIPÊ, viabilizam a formação diferenciada
dos discentes nas três dimensões conhecimentos, habilidades e atitudes, e ainda,
a capacitação contínua dos extensionistas nas áreas de gerenciamento de projetos,
engenharia de requisitos, interfaces homem-máquina, programação, engenharia
de qualidade e teste, gerência de configuração, administração de redes e jogos de
entretenimento e educacionais.

Metodologia de execução: O Projeto de Extensão Fábrica de Software - PFS tem como


premissa criar um ambiente empresarial real semelhante às mais bem-conceituadas
empresas de desenvolvimento de software da região nordeste, no qual o discente
realiza as práticas associadas aos objetivos específicos de seu curso, sempre no
âmbito de projetos reais demandados pelos diversos setores produtivos e de serviços.
As atividades realizadas no projeto são planejadas e organizadas em conjuntos
de tarefas segundo seus objetivos: prospecção de novas demandas; seleção e
acolhimento de novos extensionistas; planejamento; construção e implantação de
soluções; acompanhamento e transferência tecnológica para o cliente; gerenciamento
da execução das atividades de produção e capacitação contínua dos extensionistas. A
seleção e acolhimento de novos extensionistas ocorre através do Processo de Imersão
da Fábrica, que faz a seleção e a inserção dos novos discentes nos diferentes perfis
da linha de produção de software. Este processo merece destaque por ser inovador e
exclusivo, pois aplica de forma integrada a metodologia PBL – Problem Based Learning,
a Engenharia de Software e o método ágil de gerenciamento de projetos SCRUM. A
seleção é dividida em duas semanas: na primeira ocorre um ciclo de palestras, dadas
pelos docentes colaboradores juntamente com os extensionistas veteranos, que
trazem a realidade atual do mercado e como esta realidade se reflete na Fábrica de

93
Software; na segunda semana ocorrem workshops orientados a problemas reais dentro
de cada área de atuação profissional, momento em que os candidatos vivenciam a
experiência do trabalho colaborativo e em equipe, focado na resolução de problemas
e executado segundo as cerimônias do SCRUM. Neste contexto ocorre uma espécie de
‘seleção natural’ entre os discentes, e os que chegam até o final da imersão estarão
preparados para assumir atividades em projetos de maior complexidade com clientes
reais e cumprir a máxima da Fábrica de Software: “entrega do escopo demandado, no
prazo definido e com a qualidade que satisfaz o cliente”.

Resultados alcançados/esperados: Os resultados alcançados/esperados podem


ser observados nos seguintes contextos: extensionista; dos clientes internos e
externos; da produção de software. No contexto do extensionista: aquisição de novos
conhecimentos, desenvolvimento de novas habilidades e amadurecimento da
atitude profissional (CHA); crescimento pessoal nos aspectos de trabalho em equipe,
compartilhamento de conhecimentos, responsabilidade e corresponsabilidade;
desenvolvimento de novas competências, a exemplo da área de testes, de jogos e de
interfaces homem-máquina. No contexto dos clientes internos e externos: produção
e entrega de produtos de software com efetiva transferência tecnológica desses
produtos; entrega de recurso humano melhor qualificado para contratação e retenção
de talentos na região. No contexto da produção de software: execução de processo
de desenvolvimento bem definido, maduro e fundamentado nas melhores práticas
do mercado de TI e nas recomendações da literatura; utilização de novas tecnologias
de desenvolvimento de software; concepção e concretização de soluções inovadoras
customizadas para cada cliente.

Acervo fotográfico

Figura 1- Um dia normal de trabalho (2017.1)


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

94
Figura 2 - Equipe da Imersão Fábrica de Software 2017.1
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 3- Homologação do Escritório de Testes (2017.1)


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

95
CIÊNCIAS

CON

BE
IS
SABADÃO DO IMPOSTO DE RENDA
Curso promotor do projeto: Ciências Contábeis

Cursos integrados: Administração

Coordenador(a): Paulo César Pereira da Silva

Colaboradores(as): Ailza Silva de Lima

Discentes: Isabella de Lima Custodio, Davi Roberto Dantas Moura, Lesilaine Alves
Santos, Joseilton Gomes de Lima Filho, Suennia da Silva Regis Araujo, Maria Graciele
de Paiva Santos, Daiane Neres da Silva, Josiane Mirelle da Silva, Andreza Lucas da Silva,
Hemakson Well Vasconcelos de Sousa, Maria Beatriz de Medeiros Caetano, Weslley Silva
Gomes, Gleizielly Barbalho Pereira, Luiz Carlos Lima da Silva Junior, Evelyn Fernandes
da Silva, Maria Isa da Silva Araujo, Douglas Bento Dias, Vinicius de Morais Muniz, Lidiane
dos Santos Pereira, Allana Maria Limda do Amaral, Moniky Emilly Alves Melo, Anacarla
Aureliano Braga, Klewertton Carlos Tenorio de Oliveira, Ananda Rebeka ataly Mendonça
de Andrade Queiroga, Joverladio Pereira Geraldo, Bruna Sousa de Lima, Maxwell Ruan de
Lima Martins, Maria Mychelly Gomes Evangelista, Izabely Karoline Araujo Castro, Tatiana
Prudencio Vieira, Monara Soares Aurelio, Stephanie Rayssa Souza, Victor Nobrega Souta
Maior, Ysabelle Gomes Vieira, Juliana Ramos de Oliveira Ribeiro, Rayssa Soares Serrano
Ferreira, Karina Ferreira Cassé, Deyse Gabriela da Silva Rodrigiues, Aline da Rocha Moraes,
Jessica Bezerra de Melo, Lais Brito da Silva, Camilla Maria da Silva Delfino, Afhonso
Fabrycio de Sousa Ramos, David Miguel Costa Duarte, Delosmar Lacerda dos Santos
Filho, Bruna Patricia da Silva Carvalho, Carlos Augusto Florentino de Lima, Francisco
de Assis Feitosa Neto, Hobbys Pierre Xavier Bezerra, Maria Layssa Gomes Frade,Lucas
Toscano Quele, Liliane Pacheco dos Santos, Any Carolainy de Oliveira Farias.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: BR 230 - Km 22, Água Fria - CEP 58053-000 – João
Pessoa – PB – Complexo de Tecnologia – Laboratório 09.

Cronograma de execução do projeto: Todas as terças-feiras das 16:40 as 18:30.

Resumo: O imposto sobre a renda ou imposto sobre o rendimento de qualquer


natureza é uma taxa incidente sobre os rendimentos das pessoas físicas e os lucros

97
auferidos das pessoas jurídicas, é facultado por legislação específica à dedução de
algumas despesas, entre elas instrução e saúde própria e de dependentes. A dedução
é realizada com nas informações financeiras de cada contribuinte, com tabela própria,
determinada pela Secretaria da Receita Federal. Desenvolver nos alunos de graduação
a capacidade de compreender a sistemática do imposto de renda, preencher e
entregar a declaração de imposto de renda das pessoas físicas é o objetivo do projeto
de Extensão do Sabadão do Imposto de Renda. A metodologia de execução do projeto
consiste em estudos, na literatura e na legislação sobre impostos e tributos e sobre
o imposto de renda. Consiste ainda, na realização de aulas teóricos práticas com os
alunos extensionistas, com exposição de temas abordando a legislação do imposto
de renda. Realização de plantões de dúvidas e treinamento no programa gerador do
imposto de renda, para posterior preenchimento e entrega da Declaração de Ajuste Anual
do Imposto de Renda das Pessoas Físicas. Considera-se como resultados do projeto
de extensão a capacitação e treinamento de 60 (sessenta) discentes por semestre,
a absorção do conhecimento, pelos discentes, sobre o imposto de renda. Ainda, a
aquisição, pelos discentes, de competências e habilidades para o preenchimento e
entrega das declarações de imposto de renda da pessoa física conforme os preceitos
da legislação aplicável ao caso. O atendimento de aproximadamente 100 (cem)
pessoas, que tiveram suas declarações preenchidas e entregues, no campus, por
alunos extensionistas do projeto.

Objetivo: Desenvolver nos alunos de graduação a capacidade de compreender a


sistemática do imposto de renda, preencher e entregar a declaração de imposto de
renda das pessoas físicas.

Metodologia de execução: Consiste em estudos, na literatura e na legislação sobre


impostos e tributos e sobre o imposto de renda. Consiste ainda, na realização de aulas
teóricos práticas com os alunos extensionistas, com exposição de temas abordando
a legislação do imposto de renda. Realização de plantões de dúvidas e treinamento
no programa gerador do imposto de renda, para posterior preenchimento e entrega
da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda das Pessoas Físicas. Os discentes
são treinados com dados fictícios de uma pessoa física no programa gerador da
Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física. O projeto funciona
todas as terças-feiras de cada semana no laboratório 09 do complexo de tecnologia,
onde o preenchimento e entrega das declarações das pessoas da comunidade
acontece sempre no último sábado do mês de abril de cada exercício. Os serviços de
referência são o estudo e o preenchimento da Declaração de Ajuste Anual do Imposto
de Renda da Pessoa Física.

98
Resultados alcançados/esperados: Considera-se como resultados do projeto de
extensão a capacitação e treinamento de aproximadamente 60 (sessenta) discentes
por semestre, a absorção do conhecimento, pelos discentes, sobre o imposto
de renda. Ainda, a aquisição, pelos discentes, de competências e habilidades
para o preenchimento e entrega das declarações de imposto de renda da pessoa
física conforme os preceitos da legislação aplicável ao caso. O atendimento de
aproximadamente 100 (cem) pessoas, especialmente no primeiro semestre letivo
de cada ano, que tiveram suas declarações preenchidas e entregues, no campus,
por alunos extensionistas do projeto. A agregação de responsabilidade social aos
discentes e a comunidade quando da solicitação de doação de 3 kg de alimentos
não perecível por pessoa, doados em troca da prestação de serviços e revertidos a
instituições carentes.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Execução do projeto


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

99
Figura 2: Execução do projeto
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 3: Execução do projeto


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

100
IMPACTO DAS CARACTERÍSTICAS
DE MERCADO E INSTITUCIONAIS
NA QUALIDADE DA INFORMAÇÃO
CONTÁBIL DAS COMPANHIAS
ABERTAS BRASILEIRAS, NORTE
AMERICANAS E EUROPEIAS
Curso promotor do projeto: Ciências Contábeis

Cursos integrados: Ciências Contábeis, Administração e Gestão Financeira

Coordenador: Prof. Me. Marcelo Paulo de Arruda

Colaboradores: Profa. Me. Ailza Silva de Lima, Prof. Me. Alan dos Santos Oliveira e Prof.
Me. Thiago José Silva Pena

Discentes: Amanda Kelly do Nascimento Azevedo Xavier, Débora Daniele Pontes


Rodrigues, Eduarda Beatriz Neves da Silva, Fábio Rocha Rodrigues de Lima, Felipe
Feliciano da Silva, Jusseli Ingridy Brasiliano Inácio, Maria Clara Paulino Felinto de
Carvalho, Marilia Gabrielly Santos de Souza e Weslley Silva Gomes.

Público alvo beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ, ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), Sala
59, Bloco C.

Cronograma de execução do projeto: Sextas-feiras as 17 horas

Resumo: A informação contábil se constitui de ponto de extrema importância para


a tomada de decisões, seja nas pequenas empresas ou em grandes corporações,
com isto entender as características das companhias e de mercado que impactam
na qualidade da informação contábil reportada por estas companhias é de grande
relevância. Alguns autores (WATTS, 2003; BALL; SHIVAKUMAR, 2005, BUSHMAN; PIOTROSKI,

101
2006) afirmam que a qualidade da informação contábil pode sofrer influência de
diversos fatores, como o sistema de governança, regulação contábil e sistemas de
normas, tributação, auditoria, ambiente institucional, entre outros, ou seja, tem-se um
gama de características relacionadas a própria empresa e ao mercado que impactam
nos atributos da qualidade da informação contábil. Neste sentido, esta pesquisa
analisará tais características, elencando e verificando o impacto das mesmas nos
mais diversos atributos da qualidade da informação contábil (gerenciamento de
resultados, persistência dos resultados, conservadorismo, value relevance, qualidade
na mensuração dos accruals, nível de disclosure, entre outros). A pesquisa contribuirá
com a literatura existente, além de auxiliar companhias no momento da evidenciação
das suas informações financeiras e ajudar órgãos reguladores na possível elaboração
de normativos relacionadas a publicação de informações financeiras.

Objetivo: O objetivo geral desta pesquisa será verificar a influência das características
do mercado de capitais e das companhias na qualidade da informação contábil
(medida mediantes os atributos tratados na literatura) reportada pelas companhias
brasileiras, norte-americanas e europeias.

Metodologia de execução: Os discentes são orientados a lerem artigos base para os


assuntos relacionados ao projeto. Como o objetivo geral do projeto é bastante amplo,
cada professor define um tema de pesquisa específico (relacionado ao objetivo do
projeto) a ser pesquisado em conjunto com os discentes participantes do projeto.
Ao longo do semestre, os discentes são instruídos a escrita científica, onde, após
conclusão do artigo, o mesmo é submetido a evento científico da área, garantindo
ao discente, além de produção acadêmica, a oportunidade de debater com outros
pesquisadores da área.

Resultados alcançados/esperados: Conforme exposto no item anterior, cada docente


trabalha em um artigo específico. No semestre vigente, os trabalhos que estão em
desenvolvimento são:

a) O impacto da Remuneração dos Executivos no nível de Assimetria Informacional;

b) A influência da Sustentabilidade Empresarial na Persistência dos Lucros e dos


Fluxos de Caixa;

c) O impacto da Remuneração dos Executivos na Suavização dos Resultados;

d) A influência do processo de combinação de negócios na Qualidade da Informação


Contábil;

102
e) Os estágios do Ciclo de Vida e a influência dos mesmos no Value Relevance;

f) A cobertura dos analistas e seu impacto no Conservadorismo Contábil e na


Persistência dos Resultados.

Pode-se verificar que os trabalhos em andamento relacionam determinada(s)


característica(s) das companhias ou do mercado com algum atributo da qualidade da
informação contábil, estando de acordo com o objetivo do presente projeto.

Acervo Fotográfico

Figura 1: Reunião entre discentes e docentes.


Fonte: Acervo do Projeto.

103
Figura 2: Discente debatendo com o docente sobre a pesquisa.
Fonte: Acervo do Projeto.

104
Figura 3: Reunião entre docentes do projeto.
Fonte: Acervo do Projeto.

105
Figura 4: Docente explicando aos discentes a pesquisa.
Fonte: Acervo do Projeto.

106
Figura 5: Docentes participantes do projeto.
Fonte: Acervo do Projeto.

107
DE
SI
GN
FABRICAÇÃO DIGITAL + MODA
Curso promotor do projeto: CST Design de Moda

Cursos integrados: CST Design de Moda

Coordenador(a): Uyara de Sousa Travassos Barbosa

Colaboradores(as): Suellen Silva de Albuquerque, Victória Fernandez Bastos e Lucyana


Xavier de Azevedo

Discentes: Bruna Alves Nunes Santos; Meguy Magalhães Ávila de Araújo, Elyenai Gileno
Onias Fernandes, Giulia Lima de Morais e Karla Tamyres Santos de Nascimento

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Comunidade acadêmica da
área do Design de Moda.

Local onde o projeto se desenvolve: Acontece no Bloco H do Unipê, usando a sala H


179 (Teciteca) e o Lab Criativo, também localizado nas instalações do Unipê.

Cronograma de execução do projeto: As reuniões do projeto acontecem uma vez por


semana, às segundas-feiras, das 15h às 18h. Além de serem realizadas pesquisas e
produção textual em horários extra, sendo executado no local mais conveniente para
os participantes.

Resumo: O projeto de pesquisa ‘Fabricação Digital + Moda’ investiga as ferramentas


de Fabricação Digital aplicadas a superfícies têxteis, dentro do campo do Design de
Moda. Tem como finalidade determinar parâmetros para a utilização, em particular,
da tecnologia de corte a laser em superfícies têxteis de uso comum para o
desenvolvimento de produtos de moda. A pesquisa se faz pertinente devido ao cenário
descrito por alguns autores como a “Terceira Revolução Industrial” está tão presente
nos processos de desenvolvimento de produtos, processo esse que descentraliza
tecnologias computadorizadas, proporcionando acesso a pessoas comuns ou
designers de pequenas produções.

Objetivo: Pesquisar as aplicações e ferramentas de fabricação digital e metodologias


voltadas à inovação para o desenvolvimento de produtos de moda e têxteis.

109
Metodologia de execução: Alinhado com as tendências mundiais de desenvolvimento
de novos negócios, este projeto de pesquisa utilizou a proposta metodológica do
Design Thinking, apresentado por Vianna (2011), o conceito faz uso de ferramentas
colaborativas para o desenvolvimento de projetos. Seguindo essa proposta, as etapas
de desenvolvimento da pesquisa se deram da seguinte forma:

Imersão Preliminar:
(a) Pesquisa Bibliográfica, por meio de um mapeamento de publicações científicas a
respeito de Fabricação Digital e Design de Moda, nos dois anos anteriores, e revisão
teórica e conceitual do Estado da Arte (GIL, 2016);

(b) Pesquisa Documental por meio de análises de projetos de moda que se utilizam
de ferramentas de Fabricação Digital, documentários e sites especializados. As duas
primeiras etapas resultaram na publicação de um artigo no 13º Colóquio de Moda, com
o título de “Projeto de pesquisa fabricação digital + moda: uma reflexão sobre esta
relação”;

Imersão em profundidade:

(c) Oficinas de introdução ao maquinário de corte a laser e experimentos realizados no


laboratório de Fabricação Digital da Instituição e Ensino;

Análise e Síntese:

(d) Pesquisa Experimental, que teve como objetivo verificar como o corte a laser e a
gravação se comportam em diferentes tipos de materiais têxteis. Essa etapa foi dividida
em três experimentos iniciais, determinando variáveis para obtenção de critérios de
execução do processo de corte a laser em superfícies têxteis. Os três experimentos
iniciais foram testes de corte em: diferentes composições e materiais têxteis;
variações de potência do maquinário; e, diferentes suportes. Essa etapa resultou na
publicação de um artigo científico no 13º Colóquio de Moda, com o título de “Pesquisa
experimental de aplicação de corte a laser em superfícies têxteis: um relato sobre os
procedimentos de pesquisa do projeto “fabricação digital + moda”;

Ideação e Prototipação:

(e) Análise e elaboração de catálogo: Fase na qual o projeto se encontra, que consiste
na análise dos dados obtidos na etapa descrita no tópico (d). Estão sendo analisadas,
através da tabulação dos dados de forma quantitativa, com informações de potência,
velocidade e estilos de cortes (desenho vetorial), por exemplo, e qualitativa, a partir
da explanação de como o material têxtil se comportou ao ser submetido aos cortes

110
e gravações à laser a depender de sua composição e gramatura. Para a publicação
dos dados, será elaborado um catálogo digital e físico (com os materiais que foram
utilizados) para a divulgação para toda a comunidade acadêmica da área do design
de moda.

Resultados alcançados/esperados: Espera-se que com essa pesquisa, possa-


se ampliar as possibilidades de aplicação das ferramentas de Fabricação Digital
nos projetos em Design; aproximar o Curso de Tecnologia em Design de Moda das
tecnologias disponíveis para o desenvolvimento de produtos; desenvolver Pesquisa
Cientifica e Experimental dentro do curso tecnólogo; e, apresentar material didático
que sirva de referência no desenvolvimento de projetos de moda em um universo
maior que o da instituição.

A partir da pesquisa já realizada, foram publicados 02 artigos completos nos Anais 13º
Colóquio de Moda no ano de 2017, um deles relatando a fase 1 da pesquisa referente a
pesquisa bibliográfica e o segundo descrevendo a fase dos primeiros experimentos.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Experimento 01 – Variação de Composição dos Materiais Têxteis.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

111
Figura 2: Experimento 02 – Variação de Tamanho do Vetor e Potência do Maquinário.
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 3: Experimento 03 – Variação de Suporte.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 4: Experimento 04 – Corte e gravação em tecido de malha.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 5: Experimento 04 – Corte e gravação em tecido de malha.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

112
PAISAGISMO DA PRAÇA DO SITIO
BRAVO: UM MODELO DE NEGÓCIO
Curso promotor do projeto: CST Design de Interiores

Cursos integrados: CST Design de Interiores; CST Gestão Ambiental; Arquitetura e


Urbanismo

Coordenador(a): Suellen Albuquerque

Colaboradores(as): Saulo Leal e Sônia Matos

Discentes: Aleika Inácio da Silva, Arnou Paiva de Lima Junior, Igor Oliveira Pacheco,
Antoine Rodrigue Essala, Fernando Silva dos Santos, Bruna Carollina Carvalho Esteves
de Barros, Lara Antunes de Andrade.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade: Vilarejo


do Sítio Bravo – Boa Vista – PB

Local onde o projeto se desenvolve: Acontece em dois locais:

• Bloco H do Unipê, na sala H 178 (Teciteca) para reuniões semanais;

• Centro de Vivências Geoparque do Cariri Paraibano – CVGCAP, Sítio Bravo, Zona


Rural, PB-160, Boa Vista – PB;

Cronograma de execução do projeto: As reuniões do projeto acontecem uma vez


por semana, às terças-feiras, das 16h às 18h. Além de serem realizadas pesquisas
e produção em horários extra, sendo executado no local mais conveniente para os
participantes. A programação das atividades seguem o planejamento do projeto, com
os devidos ajustes quando necessário.

Resumo: Na região Nordeste encontra-se alguns dos maiores déficits de


desenvolvimento socioambiental e econômico do país. Como factual desse descaso
pode ser citada a condição em que se encontra o Bioma da Caatinga que poderia ser
menos negligenciado pelas políticas públicas sociais, econômicas e de conhecimento
científico. Nesse contexto, surge como Projeto de Extensão - Paisagismo para a
Praça do Sitio Bravo: um modelo de negócio, em desenvolvimento no Sítio do Bravo,
localizado na Zona Rural no município de Boa Vista/PB. O Sítio do Bravo ocupa uma

113
área de 20.000 m², onde residem aproximadamente 200 pessoas, tangencia o extremo
Leste da APA do Cariri Paraibano, conhecida como Lajedos do Bravo.

De beleza ímpar e ainda desconhecido para a maioria dos paraibanos, é constituído


por um grande maciço rochoso onde há também um conjunto de grandes matacões
arredondados, decorados com arte rupestre. Lideranças da comunidade e outras
pessoas que valorizam e apoiam o projeto, constituíram uma associação, Centro de
Vivências Geoparque do Cariri Paraibano – CVGCAP, para estimular o desenvolvimento
socioeconômico da região através da implantação de atividades culturais, sociais e
educativas nas comunidades do entorno da APA do Cariri, sediada na comunidade rural,
e da valorização do potencial da região para a prática de ecoturismo, identificando as
espécies, valorizando seus usos e benefícios para a região e respeitando, sobretudo,
o bioma local.

Objetivo: Identificar as espécies, seus usos e seus benefícios para a região respeitando
o bioma local; Repercutir os anseios e necessidades da comunidade local; Elaborar
o projeto de paisagismo para área central do Vilarejo Sitio Bravo, município de Boa
Vista, Paraíba, visando transformá-lo em um modelo de negócio a ser disseminado
em outras regiões que também sofrem com o processo de desertificação.

Metodologia de execução: A metodologia aplicada é o “Design Thinking – uma


abordagem antropocêntrica para inovação que usa ferramentas dos designers para
integrar as necessidades das pessoas, as possibilidades da tecnologia e os requisitos
para o sucesso dos negócios”, conceitua Tim Brown, autor do livro Change by Design.

No Design Thinking, temos como ponto de partida o valor da empatia, da invenção
e da interação com o cliente, ou seja, a compreensão e o estabelecimento de uma
relação com o público para o qual desenvolvemos um projeto ou produto. Para o
desenvolvimento e implementação do Projeto, foram estabelecidas as seguintes
etapas:

- Imersão Preliminar: aproximação da realidade e experimentação dos fatos com


visita à comunidade, levantamento de dados técnicos (topográficos e do ecossistema),
identificação do “cliente”;

- Imersão em profundidade: desenvolvimento de empatia a partir da mobilização


social com a comunidade, compreendendo suas perspectivas, crenças, anseios e
necessidades, reuniões de sensibilização, entrevistas, maquete de estudo, valorização
das lideranças locais, elaboração das diretrizes do projeto como foco nas pessoas que
irão usar/ocupar o espaço;

114
- Análise e Síntese, Ideação: estudo preliminar de dados e informações para a
elaboração do programa de necessidades, definição do programa paisagístico,
zoneamento e partido geral; Mantendo a filosofia do processo Design Thinking, a ideação
será realizada por meio dos resultados obtidos na fase de imersão. As lideranças
mapeadas na fase de imersão em profundidade forão convidadas para colaborar no
desenvolvimento de soluções, respondendo um questionário semiestruturado. Além
disso, foi elaborado uma maquete de estudo com a situação atual da área de atuação,
para que a comunidade interfira propondo as intervenções que julgam pertinentes.
Como etapa final será feita a prototipação.

O projeto alcança sua fase final culminando o objetivo da extensão acadêmica, no


desenvolvimento do projeto de paisagismo na comunidade local, resultando no
Anteprojeto. E ainda, de forma complementar e não menos importante, a elaboração
do Plano de Negócios para implantação do projeto, documento que irá registrar todo
processo de gestão e analisar a viabilidade econômica e financeira para o modelo de
negócios, instrumento que será utilizado para captação de recursos econômicos e
financeiros.

Resultados alcançados/esperados: Espera-se que o projeto de paisagismo da


praça seja um atrativo turístico para a região, tornando-se o ponto de recepção aos
turistas que visitam a APA do Cariri. Etendemos ainda, que aproximar a academia da
comunidade é um meio para promover o desenvolvimento de projetos sustentáveis.

A partir das etapas já realizada, foi desenvolvido:

• Relatório levantamento bibliográfico;


• Levantamento fotográfico;
• Estação Total da área do projeto;
• Entrevista com a comunidade;
• Plano de Necessidades;
• Maquete da situação atual – estudo;
• Estudos preliminares, zoneamento e etc;
• Croquis e estudos – Propostas de mobiliário urbano.

No quadro a seguir apresentamos as etapas desenvolvidas nos períodos 2017.2 e 2018.1


(em andamento), da qual participaram os professores, o coordenador do projeto, os
alunos participantes da Extensão, líderes locais e os moradores da comunidade do
Bravo.

115
Resultados/Etapa Descrição
Assuntos abordados na pesquisa bibliográfica:
Relatório com
levantamento Desertificação;
bibliográfico; Espécies Arbóreas com potencial de utilização;
Viveiros e Tipos de Viveiros;
Materiais nativos e/ou aplicáveis;
Mobiliário Urbano.
Visita técnica Inicial

Imersão Preliminar Visita técnica Inicial


-Levantamento
fotográfico,
reconhecimento da
área de intervenção.

O estudo de uso e ocupação do solo tem como objetivo identificar a atividade


predominante do entorno, evidenciar a ausência de determinada atividade e separar
as áreas de acordo com suas funções.

Imersão em
Profundidade:

Levantamento
Topográfico – Tipo
Estação Total

116
A pesquisa e coleta de dados foi realizada com moradores e pessoas com algum
tipo de vínculo com a Comunidade do Bravo, aplicadas através de um questionário e
os entrevistados responderam através de recurso de áudio e escrita.

Questionário
Imersão Preliminar
-Entrevista com a Qual a sua relação com Vilarejo do Bravo?
comunidade e Você gostaria de uma Praça? O que você gostaria que tivesse nesta Praça?
Quais as atividades de lazer/recreativas que você faz no Vilarejo?
Quando você pensa no Cariri que imagens, paisagens vem a sua mente?
Qual sua opinião sobre a arte rupestre?
Sobre o Turismo, você acha bom?
Quais as festas/comemorações são realizadas no Vilarejo?
Você acredita que é importante o plantio de árvores no Vilarejo? Porque?
Na sua visão qual a importância do Geopark do Cariri para Vilarejo do Bravo?

O Programa de Necessidades é a sintetização das falas dos entrevistados,


destacando os aspectos mais relevantes das respostas para esta análise.

Análise do Discurso:

Elaboração do
Programa de
Necessidades

117
Terreno- Curvas de Nível e Limites.
Maquete da situação
atual – estudo;

Croquis Mobiliário
Urbano.

Maquete da situação atual – estudo.

Resultados esperados/ alcançados: Espera-se que com essa extensão, possa-se


ampliar as possibilidades de aplicação dos conhecimentos e habilidades dos alunos,
por meio de uma propositura prática. Além de aproximar os discentes da sociedade.

A partir do projeto em desenvolvimento será possível desenvolver uma cartilha com


identificação e caracterização das espécies nativas, além do projeto de paisagismo
da Praça para o Vilarejo Sitio Bravo (área pública central – aproximadamente
8.000 m2), que contemple: Dimensionamento de Espaços; Aspectos Paisagísticos;
Agrupamentos arbóreos; Aspectos Ambientais (Sombreamento, Temperatura e
umidade do ar, Ventilação, áreas de socialização/ contemplação/ valorização da flora
local; Clima, Necessidade de água, Solo, Aspecto energético, Crescimento das plantas

118
e Biodiversidade); Mobiliários Urbanos; Iluminação e Representação de Elementos
Paisagísticos

Acervo fotográfico do projeto:

Figura 1: Área central da praça - Vilarejo do Bravo - Boa Vista – PB


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

REFERÊNCIAS

ALEX, Sun, Projeto da Praça: convívio e exclusão no espaço público/Sun Alex. São
Paulo: Editora Senac São Paulo.2008

BAGNOLI, Eduardo e FIALHO, Djair Araújo. Os Lajedos Polidos da Pré-história do


Nordeste Brasileiro. Local e ano (inédito).

CABRAL, Elisa Maria. O Potencial Arqueológico do Cariri. In: Cabral et alli, Os Cariris
Velhos da Paraíba. João Pessoa, União Editora / Editora Universitária, UFPB – CCHLA –
PRPG – PRAC/COEX, 1997. 88 p.

119
COMISSÃO Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD). Nosso Futuro
Comum. 2 ed., Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1991.

DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano no Processo de Planejamento. São


Paulo; Pini, 1990.

FIALHO, D. A. Nordeste Viver e Preservar, Rede Globo - Pedra do Ingá e Lajedo do Pai
Mateus. (Entrevista, Programa de TV) exibido em 27/10/2007. Duração: 12 min.

GÖTSCH, Ernst. Break-thropugh in agriculture. Rio de Janeiro: AS-PTA, 1995.

LAGES, G. A.; NASCIMENTO, M. A. L. Potencial geoturístico ao longo do Plutão Bravo


(e arredores), Cabaceiras-Paraíba, Nordeste Brasileiro. In: 44º Congresso Brasileiro de
Geologia, 2008, Curitiba. Anais do 44º CBG. Curitiba : SBG - Núcleo Paraná, 2008. p. 404.

LIMBERGER, Lucienne Rossi Lopes, SANTOS, Nara Rejane Zamberlan. Caderno Didático
Paisagismo 1. Universidade Federal de Santa Maria. Março 2000. 63p

SANTOS, Milton. Pensando o espaço do homem. São Paulo: EDUSP, 2004. 96p.

SOARES, M.C.; BENSUAN, N. e FERREIRA NETO, P. S. Entorno de unidades de conservação:


estudo de experiências em UCs de proteção integral./Maria Clara Couto Soares (coord.),
Nurit BENSUAN, FERREIRA NETO, Paulo Sérgio. Rio de Janeiro: FUNBIO, 2002. 112p.

120
UMA COMPRA PRAZEROSA PARA
TODOS: VISUAL MERCHANDISING
APLICADO PARA DEFICIENTES
AUDITIVOS
Curso promotor do projeto: Design de Interiores

Cursos integrados: Design de moda e design de interiores

Coordenador(a): profa. M.E Maura Maldonado

Colaboradores(as): Pablo Nogueira

Discentes: Tania Evyllyn Dias Da Silva; Isabela Lopes Nunes; Mariana Vitória Salustino
Dos Santos; Giulia Lima De Morais; Bruna Bezerra Meireles; Yasmin Ferreira Da Silva;
Rayani Barbosa Da Costa.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: CENTRO UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA- UNIPE:


os encontros se realizam na sala de atendimento ao discente do curso de Design de
Interiores, bloco H do Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ

Cronograma de execução do projeto: O projeto iniciou-se no semestre 2017.1 e terá


duração até 2018.2. Os encontros acontecem nas segundas feiras às 17 hrs.

Resumo: O presente projeto tem como objetivo desenvolver um estudo de visual


merchandising, juntamente com a proposta de adequação de loja para deficientes
auditivos. O visual merchandising trata-se de técnicas de organização de loja, visando
aumentar a visibilidade do produto, potencializar vendas, gerar informações visuais
sobre marca e produto, criar um ambiente agradável de vendas, fidelização de público
consumidor/cliente, entre outros. Demetresco (2016) fala sobre o assunto como um
grande espetáculo orquestrado pela visualidade, ou seja, já não se trata apenas do
trabalho operacional de alocação de produtos, mas algo mais profundo como contar
uma estória, firmar a identidade de marca, estimular as compras e trazer conforto e

121
bem-estar aos clientes (Sackrider, et. al, 2009). Esta proposta de trabalho se debruça
sobre a questão da inclusão social e do aperfeiçoamento da receptividade em ponto-
de-venda para consumidores surdos. O estudo é fruto de uma pesquisa que vem
sendo desenvolvida entre professores e alunos no Centro Universitário de João Pessoa
- Unipê (João Pessoa/BR). Com abordagens de Design de Moda, Design de Interiores e
Arquitetura tomando o desafio de compreender o universo do deficiente auditivo e
suas limitações na busca por soluções que lhes possibilitassem maior facilidade e
bem estar no ato da compra. Nesse sentido, este artigo tem como objetivo analisar o
comportamento do consumidor portador de deficiência auditiva. Este recorte se deu
visando estimular os alunos dos cursos de Design de Moda, Design de Interiores e
Arquitetura para trabalharem com o desafio de compreender o universo do deficiente
auditivo, suas limitações e encontrar soluções possíveis que suprissem suas
necessidades ao facilitar o ato da compra tornando este um momento prazenteiro/
lúdico. Entende-se que este levantamento pode contribuir para desenvolvimento de
uma nova linha de visual merchandising voltado para consumidores especiais. Sabe-
se que os deficientes auditivos (DA) são aqueles que não contemplam completamente
o sentido da audição. É importante explicar que existem vários graus de deficiência
auditiva e que o DA e o surdo trazem problemáticas distintas. Deficiência auditiva é
considerada como a diferença existente entre o desempenho do indivíduo e a
habilidade normal para a detecção sonora de acordo com os padrões estabelecidos
pela American National Standards Institute ANSI- 1989. Este estudo foi iniciado através
de um exame bibliográfico sobre os temas centrais visual merchandising e DA o que
nos levou a definir como metodologia a pesquisa de natureza quali-quantitativa,
visando uma maior aproximação do ambiente estudado, observando nuances e
permitindo maior interferência e/ou participação do pesquisador. A pesquisa qualitativa
se deu a partir de encontros e discussões em grupo com professores e fonoaudiólogos
da clínica escola da instituição onde o projeto foi realizado. Devido à dificuldade de
comunicação com o público alvo em questão, falou-se com especialistas no assunto
e que acompanham o desenvolvimento do DA para entender o seu universo, formas
de convívio, desenvolvimento dos outros sentidos devido a ausência ou perda de
audição, entre outros. Um dos pontos mais destacados pelos profissionais que tratam
os distúrbios de audição, foi que os DA são muito ágeis e têm um maior interesse por
tecnologias. Fato constatado devido a não necessidade de comunicação auditiva para
o manejo das tecnologias em computadores em geral. A partir deste dado decidiu-se
continuar a pesquisa com uma etapa quantitativa que se deu a partir da aplicação de
um questionário, enviado através da ferramenta WhatsApp com tabulação pelo Google
formulário, gerando dados numéricos e porcentagens sobre as perguntas. Após a
quantificação e compreensão das necessidades de compra dos deficientes auditivos,

122
foi feita a observação participante em lojas de vestuário para verificar como estes
estabelecimentos estão preparados para receber estas pessoas. Visitas in loco, na
cidade de João Pessoa (Brasil – PB) permitiram coletar dados sobre o funcionamento
de diversas lojas e a verificação das possíveis dificuldades encontradas pelo
consumidor surdo. Por fim, foi selecionada uma empresa/loja e desenvolvida uma
proposta de alteração do visual merchandising para o atendimento deste público
especial. Como explicado na metodologia, a etapa qualitativa apresentou resultados
no sentido do entendimento geral sobre o comportamento e relações sociais do DA.
Os profissionais entrevistados apontaram que existe uma tendência em os DA se
restringirem aos grupos sociais de semelhantes. Relatou-se ainda um posicionamento
de grande aceitação da deficiência, ou seja, eles se manifestam avessos a fazerem
acompanhamento vocal e colocarem aparelhos auditivos no sentido de demonstrar
orgulho em ser DA. Por fim, os especialistas na área, foram enfáticos na predileção do
DA pelo uso de computadores, tecnologia e smartphones, equipamentos estes que
podem dispensar o uso da audição. Este contexto levou a condução da segunda
etapa da pesquisa do tipo quantitativa. Esta se deu a partir da aplicação, através do
celular, de um questionário (11 perguntas) com jovens surdos. Os principais pontos
questionados foram sobre: (1) se fazem compras sozinhos ou acompanhados, (2)
principais dificuldades de compra, (3) elementos que facilitariam a compra. Foram
entrevistados um total de 79 pessoas onde o perfil dos respondentes está na faixa
entre 19 e 31 anos, sendo 48% do gênero masculino e 52% do gênero feminino. Destes
54,5% estão concluindo ou possuem grau superior, enquanto outros 34% possuem
apenas o ensino médio. Quando questionados sobre a preferência de compra, 64,6%
apontaram a necessidade de realizar compras acompanhado enquanto outros 35,4%
optam por realizar suas compras sozinhos. Quando perguntado sobre o acompanhante
53,2% afirmaram ser alguém da família, enquanto 26,6% consideram o acompanhante
como sendo o (a) namorado ou cônjuge. O restante 20,3% considera ser acompanhado
por amigos. Contudo, quando questionado se o usuário precisa de auxílio, 62%
consideram que não precisa enquanto apenas 38% apontam que sim, necessita de
auxílio na compra de artigos. Em comparação com as questões de anteriores voltadas
a preferência por acompanhamento observa-se um equilíbrio paradoxal. Contudo,
este equilíbrio pode indicar uma série de possibilidades como, ou os usuários não
gostariam de ser auxiliados no momento da compra, ou que gostariam de ter maior
liberdade, ou que sentem insegurança de frequentar um espaço não adaptado as
suas necessidades. Mas que acima de tudo demonstram a necessidade de se sentirem
autônomos. Esta afirmação pode ser reforçada pela questão que busca detectar a
preferência por tipos de atendimento. Quando questionados quanto a preferência por
lojas com auxílio de atendentes, ou de lojas de departamento, onde se oportuniza um

123
modelo de autoatendimento, apenas 24,1% afirmam preferir o auxílio de um atendente
no momento da compra. Não fica claro o motivo pela qual os questionados afirmam
tal opção. Contudo, o constrangimento no momento da compra parece ser algo ainda
muito presente no cotidiano deste usuário que quando questionado sobre sofrer
constrangimento no ato da compra, 60,3% dos respondentes afirmam que sim, já
sofreram ou sofrem algum tipo de constrangimento enquanto 39,7% consideram que
não sofrem constrangimentos. As limitações de comunicação em um ambiente de
compra para DAs é algo que deve ser estudado com cautela. Aspectos que envolvem
desde o layout até a comunicação detalhada de um produto podem interferir
negativamente na percepção deste pelo DA. Quando questionados sobre qual a maior
dificuldade de compra apresenta-se aspectos como pedir um tamanho diferente de
uma peça de vestuário que foi considerado por 62,3% dos usuários. Perguntar sobre
uma peça que não esta exposta foi apontado como um problema por 64,9% dos
entrevistados. E, pedir outras cores de um determinado produto foi apontado por
66,2%. Ou seja, para o DA, o ambiente de compra se soma aos obstáculos diários de
comunicação em geral. O questionamento específico sobre “quais as principais
dificuldades de compra” levaram ao entendimento deste ponto. Deste modo, a compra
se faz mais difícil por não poder operar ações simples como apenas perguntar sobre
uma peça que não está visível ou pedir variações de cores e tamanhos. Esta investigação
contribuiu para entender as limitações de compra dos deficientes auditivos. A inclusão
social é uma necessidade real que traz benefícios para este grupo especial de
consumidores, mas também para as empresas como um todo. Já que estas
aumentariam o número de potenciais clientes, além de fortalecer a imagem de marca
como sendo loja inclusiva fidelizando um maior público. As tecnologias de varejo aqui
sugeridas não foram desenvolvidas em função do cliente DA, mas, são ferramentas
financeiramente acessíveis para pequenos comércios, que auxiliariam o ato de
compra do público em questão e por fim agregariam valor à outros clientes também.
Sendo este trabalho fruto de um projeto de pesquisa, propõe-se futuramente um
aprofundamento no tema, na identificação de novos caminhos para facilitar a compra,
bem como torná-la mais prazerosa a este grupo. Também se faz necessária a
observação de outros grupos como portadores de deficiências motoras, deficiências
visuais, entre outros. Propõe-se também um direcionamento acerca de internet das
coisas, buscando um melhor entendimento dos recursos disponíveis e melhores
estratégias de aplicação no varejo para atenter estes usuários. Como ganho para as
pesquisas em visual merchandising temos o olhar do visual merchandising para
grupos especiais e especificamente voltado para a inclusão social, até mesmo
desenvolvendo e aplicando tecnologias que atendam aos demais grupos de clientes.
Este projeto trata-se da proposta de utilização de ações de visual merchandising, em

124
uma loja de moda, no sentido de auxiliar a compra de deficientes auditivos. O visual
merchandising é uma técnica de preparação do varejo para a exposição de produtos.
Esta técnica visa a melhor apresentação das ofertas, de modo a incentivar, persuadir,
convencer e levar o consumidor à comprar. O visual merchandising é mais do que
organização de objetos, é também a criação de ambientes agradáveis, lúdicos, que
contem histórias e acrescentem valor, significado e identidade às marcas. Esta é uma
ação que vem crescendo, nos dias de hoje, mais empresas têm se apropriado deste
artifício, inclusive utilizando métodos acrescidos de processos que utilizem a
exploração dos cinco sentidos. É sabido que deficientes auditivos têm percepções
diferentes de cheiro, gosto e até visão. Dado a ausência da audição, outros sentidos
são aguçados e funcionam diferentes daquelas pessoas que não apresentam
dificuldades auditivas. Neste sentido, é intenção deste projeto, compreender a forma
de percepção do ambiente de compra, bem como as dificuldades encontradas pelos
deficientes auditivos em sua atividade de consumo em lojas de moda. Esse
entendimento se dará através de entrevistas com o público alvo. As respostas
possibilitarão o desenvolvimento de proposta de melhorias e aplicação do visual
merchandising em uma loja de moda, para a sua adaptação para receber os
consumidores deficientes auditivos.

Objetivo: Levantar requisitos essenciais à melhor leitura espacial para deficientes


auditivos no momento da compra a partir de técnicas de visual merchandising.
Metodologia de execução: os encontros acontecem semanalmente, alternamos o
aprofundamento do estudo com apresentação dos professores colaboradores e
apresentações de pesquisas desenvolvidas pelos alunos. Além disso fizemos alguns
encontros com pessoas surdas, bem como com profissionais da clínica escola de
fonoaudiologia para discussões em grupo sobre o tema. Os encontros acontecem nas
segundas feiras às 17 hrs e não oferecemos serviços à comunidade.

Resultados alcançados/esperados: A pesquisa tem um objetivo acadêmico e


científico de estudos na área de visual merchandising. Tivemos como principal
resultado a aceite do artigo para a participação e apresentação do projeto em um
Congresso Internacional que acontecerá no mês de maio na cidade de Madri.

125
DI
REI
TO
A IMPARCIALIDADE COMO PILAR
DA CREDIBILIDADE DO SISTEMA
JUDICIÁRIO E SUA PERCEPTÍVEL
SUPRESSÃO NAS DECISÕES
PROFERIDAS PELA SUPREMA
CORTE BRASILEIRA
Representante do grupo de estudos: Sheylla Tiburtino Lacerda de Araújo Fonsêca

Integrantes do grupo: Esdras Ramon da Costa Serafim, Jessyla Gomes Melquiades,


João Gabriel Falcão da Cunha Lima Alves, Marília Queiroz de Medeiros, Yasmin Ohana
dos Santos Batista.

Público alvo Beneficiários do grupo: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros.

Locais onde o grupo se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ

Resumo: Este grupo de estudo tem como alvo investigar o contraste da prática judicial
através de pesquisas e discussões sobre matérias relacionadas à imparcialidade nas
decisões proferidas pela Suprema Corte Brasileira, dando importância ao discurso
proposto pelo Direito Constitucional pátrio.

Objetivo: Examinar a vulnerabilidade da imparcialidade na era do ativismo judicial


destacando as deliberações do Supremo Tribunal Federal.

Metodologia de execução: Promoção de discussões e reflexões sobre o tema, produção


de fichamentos e utilização do estudo estratégico com encontros quinzenais.

Resultados alcançados/esperados: Fomentar o estudo sobre a fragilidade da


imparcialidade nos julgados do STF, tendo como foco a análise das decisões nas
arguições de impedimento e suspeição, assim como refletir sobre a função da
imparcialidade para a solidez do prestígio do Poder Judiciário.

127
Conclusão: Conforme visto, visamos ao enquadramento dos estudos do grupo a um
tema de suma relevância à aplicabilidade do Direito, isto é, aos institutos da aplicação
prática do ordenamento jurídico, buscando ao final, propor condições que auxiliem o
veredito imparcial.

Acervo fotográfico

Figura 1: Reunião do Grupo com participação da Prof.ª Priscilla Maciel, em 11/05/2018.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Reunião do Grupo com participação da Prof.ª Priscilla Maciel, em 11/05/2018.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

128
A ATUAÇÃO DO PODER PÚBLICO
MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA
FRENTE À CAUSA ANIMAL E SUA
REPERCUSSÃO NA SAÚDE DA
POPULAÇÃO
Curso promotor do projeto: Direito

Coordenador: Glauber de Lucena Cordeiro

Discentes: Alex Gomes de Paiva; Polyana da Nóbrega Farias de Oliveira

Público alvo beneficiário do projeto: toda a comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: município de João Pessoa/PB

Cronograma de execução do projeto: sextas-feiras, das 14h às 17h

Resumo: A relação do homem com os animais data de tempos muito remotos.


A evolução social foi seguida também pelo estreitamento desse vínculo. Como
consequência, observa-se o reflexo desses laços nos ordenamentos jurídicos de
países do mundo inteiro e no Brasil não é diferente. Em uma análise superficial,
pode-se identificar que a Declaração Universal dos Direitos Animais foi proclamada
pela UNESCO, Órgão da ONU, em 1978, há 40 anos, em Bruxelas, com o objetivo de
criar motivações e fatos para que os Países, Estados e Municípios em todo o planeta
criassem formas de proteger os animais, muitas vezes vítimas de tratamento indigno.
A Constituição Federal Brasileira de 1988, ao prever, em seu art. 225 §1, inc. VII, a
proteção da fauna e da flora, confere tutela constitucional aos animais e impõe tal
dever de proteção ao Poder Público. Aos mais resistentes a esse entendimento, deve-
se ressaltar que tratar de direito dos animais vai muito além, é uma questão de saúde
pública, de economia, de educação, etc. Um animal abandonado, por exemplo, pode
disseminar doenças, causar acidentes de trânsito, reproduzir-se desenfreadamente,
entre tantas outras consequências negativas, principalmente para os centros urbanos.
De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, a saúde dos animais está

129
intimamente ligada à saúde dos seres humanos. Outra relação pouco identificada
pelo público em geral é a relação entre maus-tratos aos animais e violência social.
Os agressores de animais apresentam como característica em comum a prática de
atos de violência contra seres mais vulneráveis, que em determinado momento é
um animal, mas que poderá reverberar contra crianças, mulheres e idosos. Diante do
exposto, é inegável a necessidade de atenção especial pelo Poder Público à proteção
e promoção do bem-estar animal no enfrentamento indireto das mazelas sociais
nos centros urbanos.

Objetivo: Identificar a atuação do poder público municipal de João Pessoa na proteção


do direito e bem-estar dos animais e sua repercussão na saúde da população.

Metodologia de execução: A presente pesquisa trata-se de um estudo quanti-


qualitativo, com abordagem histórica, baseada na legislação vigente acerca das ações
desenvolvidas pelo poder público municipal de João Pessoa no sentido de assegurar
a proteção e o bem-estar dos animais, com potencial reflexo na saúde da população.
Para isso, será utilizada a técnica de levantamento, com o intuito de investigar a
existência de legislação ou projetos de lei, dados estatísticos ou dados históricos
sobre a temática, bem como a técnica documental, a fim de aprofundar a análise dos
dados levantados.

Resultados esperados: Espera-se encontrar um número reduzido de ações municipais


voltadas para a proteção e bem-estar animal, sendo estas limitadas e insuficientes
para garantir a saúde plena da população, principalmente das áreas mais periféricas da
cidade. Em contrapartida, estima-se identificar um avanço no surgimento de projetos
de lei com foco na causa animal, que aumentam a responsabilidade do Município,
obrigando-o a incrementar a sua atuação.

130
Acervo fotográfico:

Figura 1: Levantamento de imagens do projeto


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Levantamento de imagens do projeto Figura 3: Levantamento de imagens do projeto


Fonte: Acervo do Projeto, 2017. Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

131
PROJETO DE PLANO
METROPOLITANO DE
DESENVOLVIMENTO INTEGRADO
DA REGIÃO METROPOLITANA DE
JOÃO PESSOA
Curso promotor do projeto: Direito

Coordenador: Glauber de Lucena Cordeiro

Discentes: Leticia Aguiar Neves e Thaís Emmanuella Isidro Alves

Local e dia na semana onde ocorrem as ações: O projeto é oriundo do Projeto de


Pesquisa “Integração Municipal, Gestão e Tecnologia: Ações do Governo Eletrônico nas
Políticas Públicas Metropolitanas” da própria Instituição, por isso, não há “ações” e sim
reuniões (ocorrendo necessidade presencial - realizar-se-á nas segundas-feiras). 

Resumo: O projeto enfatiza a região metropolitana de João Pessoa, formada por 12


municípios, dos quais nem todos apresentam Plano Diretor. Assim, em virtude do
Estatuto da Metrópole – Lei 13.089 de 2015 que assevera o Plano de Desenvolvimento
Urbano Integrado das Regiões Metropolitanas busca-se através de um estudo entre
os planos diretores existentes, uma sistemática comparativa, a fim de construir uma
visão de metrópole, definindo seus objetivos, principais temas e áreas, bem como
suas prioridades, para assim, formar o PDUI da Região Metropolitana de João Pessoa.

Objetivo: Promover uma analogia com os demais planos metropolitanos do país


adequando à nossa realidade Pessoense.

Metodologia de Execução: Comparativo dos planos diretores das cidades que


integram a região metropolitana de João Pessoa buscando pontos em comum para a
elaboração do plano integrado.

Resultados Alcançados/Esperados: Um esboço/base de Plano de Desenvolvimento


Urbano Integrado

Conclusão: Com esse projeto pode-se sistematizar um instrumento de


desenvolvimento e de governança interfederativa com participação de todos os entes

132
públicos e da sociedade civil, de forma integrada e compartilhada, servindo de alicerce
para a elaboração de proposta para o PDUI, compatibilizando todos os planos diretores
de cada município que integra a unidade territorial urbana.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Projeto em execução


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Projeto em execução


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

133
OS IMPACTOS DAS MEDIDAS
PROVISÓRIAS NOS CONTRATOS DE
CONCESSÃO DO SETOR ELÉTRICO:
O CASO DA MP579/2012
Curso promotor do projeto: Curso de Direito

Coordenadora do projeto: Maria Marconiete Fernandes Pereira

Colaboradora: Priscilla Maciel de Menezes Silva

Discente: Esdras Ramon da Costa Serafim

Público alvo beneficiários do projeto: ( X ) Alunos- Unipê; ( ) Comunidade;


( ) Funcionários e colaboradores do Unipê; ( X ) Outros. Quais? Gestores públicos,
advogados e profissionais que trabalham no setor elétrico.

Local onde o projeto se desenvolve: No Centro Universitário de João Pessoa- UNIPÊ,


na nova coordenação do Curso de Direito, cabine n.4.

Cronograma de execução do projeto: As reuniões ocorrem todas as quartas e sextas-


feiras das 11h às 11:30h

Resumo: Não é de hoje que as intervenções do Estado no setor elétrico se dão


através de medidas provisórias. No entanto, é importante analisar (i) se os requisitos
constitucionais de urgência e relevância estão sendo preenchidos no caso concreto,
(ii) se há ou não usurpação de competência das atribuições da Agência Reguladora
de Energia Elétrica (ANEEL) e (iii) se o art. 4º, da Lei n.º 9.427/1996, que preconiza que
processos decisórios que afetam direitos dos agentes econômicos do setor elétrico ou
dos consumidores, serão precedidos de audiência pública convocada pela ANEEL, está
sendo respeitado. Contudo, o debate se concentrará nas repercussões provocadas pela
publicação da MP 579/2012, que teve por finalidade reduzir 20% do valor das tarifas, nas
vésperas da corrida eleitoral, justamente em um momento em que havia uma crise
hídrica, e com acionamento das termelétricas fazia-se necessário um aumento não
uma diminuição do preço da energia. Neste sentido, a discussão se voltará à análise

134
das consequências deste sinal equivocado do governo nos contratos de concessão
de energia elétrica.

Objetivo: Analisar os impactos das mudanças do setor elétrico realizadas por meio
de medidas provisória, sobretudo por meio da MP 579/2012 e as suas repercussões na
garantia do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão de energia
elétrica, instrumental para prestação de um serviço módico e adequado.

Metodologia de execução: A metodologia utilizada é dedutiva, posto que as conclusões


são retiradas a partir de premissas já existentes, conhecidas por meio de pesquisas
doutrinárias e jurisprudenciais, sobretudo do Supremo Tribunal Federal, bem como
resultados de auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas da União.

135
OBJETIVOS DE
DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO
SOB A PERSPECTIVA DE ATUAÇÃO
NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA/
PB
Membros: Valter Witalo Nelo Lima, Arleciane Emilia de Azevêdo Borges, Waleska Bezerra
de Carvalho Vasconcelos.

RESUMO: Dentre os objetivos de desenvolvimento do milênio, são objetos desse estudo


o sétimo, que trata da garantia da sustentabilidade ambiental, e o oitavo, que consiste
em estabelecer parceria mundial para o desenvolvimento. Parte-se da premissa
de que a sociedade civil e as instituições públicas e privadas são corresponsáveis
pelo desenvolvimento sustentável do país por meio do pressuposto da cooperação
para obter a transformação do contexto social em que estão inseridos, tanto a nível
econômico como histórico-cultural. Objetiva-se analisar os resultados do sétimo e
do oitavo ODM no município de João Pessoa/PB. O estudo está respaldado por uma
abordagem qualitativa, constituindo uma pesquisa explicativa, de documentação
indireta e bibliográfica mediante os métodos indutivo, de interpretação e sociológico
proposto por Savigny. Com relação ao sétimo ODM, a meta 10 (Reduzir à metade, até
2015, a proporção da população sem acesso sustentável à água potável segura) e
a meta 11 (Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso a
saneamento e serviços essenciais) alcançaram eficiência entre os anos de 1991 e
2010 no referido município. Referente ao oitavo ODM no município supracitado, os
dados apresentados encontram-se minimamente compilados, dificultando a análise
completa acerca da eficiência das metas. No entanto, as desigualdades sociais, que
se refletem no acesso aos meios de comunicação, estão sendo reduzidas. Constata-
se que o município de João Pessoa/PB avançou consideravelmente em relação ao
cumprimento do sétimo e do oitavo ODM, alicerçando o caminho para alcançar as
metas no ano de 2015, conforme pactuado diante das Nações Unidas.

Palavras-chave: desenvolvimento, sustentabilidade, cooperação global.

136
INTRODUÇÃO

Na Assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro de 2000,


189 nações firmaram um compromisso para combater a extrema pobreza e outros
males da sociedade. Esta promessa acabou se concretizando nos 8 Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio (ODM) que deverão ser alcançados até 2015. Salienta-se
que o Brasil é signatário da Declaração do Milênio e, para tanto, insere-se nas ações do
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) que tem como foco de
trabalho abranger cada vez mais o desenvolvimento de capacidades, o fortalecimento
e a modernização institucionais de Estados e municípios, com uma crescente
participação do setor privado e da sociedade civil nos projetos (PNUD, 2015).

O Brasil avançou muito em relação ao cumprimento dos ODM e pavimentou o caminho


para cumprir as metas até 2015. O desempenho brasileiro só foi possível em função de
uma série de políticas públicas colocadas em curso nos últimos anos que trouxeram
impactos positivos sobre os ODM. Há bons indicadores, mas há muitos desafios
a serem vencidos. Para cada um dos objetivos existem políticas públicas que vêm
aproximando o Brasil do cumprimento das metas. Em algumas áreas o país tem que
avançar. Em outras, os indicadores positivos já são realidade (ODM, 2015).

De modo geral, os objetivos relacionados com a fome, a educação, a igualdade de


gêneros, a saúde e o meio ambiente revestem de importância vital para o crescimento
econômico global. Logo, além de convenientes por si só, os Objetivos do Milênio
representam uma parte da acumulação de capitais e uma parte do caminho para
o desenvolvimento igualitário mundial, o qual a cooperação internacional pode
proporcionar a aliança global para promover a realização das metas e o investimento no
desenvolvimento. Desse modo, visa somar necessidades e capacidades provenientes
de toda a rede global, realizando uma ampla quantidade de atividades, com a finalidade
de reverter condições políticas e econômicas (MANCCINI, 2015).

Nessa seara, nos últimos anos, o desgaste do meio ambiente associado ao crescimento
econômico tem suscitado vários debates em todo o mundo. Percebe-se que problemas
ambientais e socioeconômicos estão interligados devido ao desequilíbrio do binômio
consumo – produção e suas relações causais sobre o meio-ambiente e a saúde
humana (MELO, 2006).

Atualmente, os efeitos degradantes ao meio ambiente associados ao crescimento


econômico e os padrões de consumo desses recursos vêm ocupando posição
de destaque nas discussões de nível mundial. Surge, então, o conceito de

137
desenvolvimento sustentável, que trata do equilíbrio entre a utilização dos recursos
naturais, o crescimento econômico e a distribuição de riquezas (LUCENA, CAVALCANTE,
CÂNDIDO, 2011).

Cabe destacar que o termo “cooperação” começou a ganhar ênfase no plano


internacional com a Carta das Nações Unidas (art. 1º, § 3º), quando ali se previu ser
um dos propósitos da ONU “conseguir uma cooperação internacional para resolver os
problemas internacionais de caráter econômico, social, cultural ou humanitário, e para
promover e estimular o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais
para todos, sem distinção de raça, sexo, língua ou religião” (MAZZUOLI, 2011).

A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 consagra, em seu artigo 4º,


II e IX, os princípios da prevalência dos direitos humanos e da cooperação entre os
povos para o progresso da humanidade, em que indubitavelmente se inclui a proteção
do meio ambiente, nestes termos: “Artigo 4º - A República Federativa do Brasil rege-se
nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: (...) II – prevalência dos
direitos humanos; (...) IX – cooperação entre os povos para o progresso da humanidade”.
A preservação do meio ambiente está elencada em seu “Artigo 225º - Todos têm
direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo
e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade
o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” (BRASIL,
2015).

Sendo assim, os problemas decorrentes da degradação ambiental têm assumido


alcance cada vez mais global, tornando premente a soma de esforços dos Estados a
fim de evitá-los, impedindo também novos danos ao meio ambiente como meio de
resguardar as gerações futuras. Essa ação conjunta estatal se faz por meio do instituto
da cooperação internacional, que encontra na seara ambiental um universo vasto de
possibilidades e também desafios (MAZZUOLI, AYALA, 2012).

Especificamente no que tange à cooperação para fins de proteção e melhoramento


do meio ambiente, o Princípio 24 da Declaração de Estocolmo sobre o Meio Ambiente
Humano (1972) dispôs o seguinte:

Todos os países, grandes ou pequenos, devem empenhar-se com espírito de


cooperação e em pé de igualdade na solução das questões internacionais relativas à
proteção e melhoria do meio. É indispensável cooperar mediante acordos multilaterais
e bilaterais e por outros meios apropriados, a fim de evitar, eliminar ou reduzir, e
controlar eficazmente os efeitos prejudiciais que as atividades que se realizem em

138
qualquer esfera possam acarretar para o meio, levando na devida conta a soberania e
os interesses de todos os Estados (COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA USP, 2015).

Esse estudo é fruto do Projeto de Pesquisa de Iniciação Científica intitulado “Objetivos


de Desenvolvimento do Milênio sob a perspectiva da atuação do Estado da Paraíba”,
sendo executado nos anos de 2012 e 2013 por dois discentes do Curso de Direito do
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ) e sob a orientação de uma docente do
referido curso. A problematização do projeto supracitado pauta-se em fomentar uma
reflexão sobre determinados princípios do direito público que devem ser resgatados
para a construção de um novo modelo de gestão pública por participação e resultados,
pautados na aplicação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), no Estado
da Paraíba.

Dentre os ODM do Pacto do Milênio da ONU, são objetos desse estudo o sétimo, que trata
da garantia da sustentabilidade ambiental, e o oitavo, que consiste em estabelecer
parceria mundial para o desenvolvimento. Parte-se da premissa de que a sociedade
civil e as instituições públicas e privadas são corresponsáveis pelo desenvolvimento
sustentável do país por meio do pressuposto da cooperação para obter a transformação
do contexto social em que estão inseridos, tanto a nível econômico como histórico-
cultural.

O presente trabalho objetiva analisar os resultados do sétimo e do oitavo ODM no


município de João Pessoa/PB.

MÉTODO

A análise da metodologia contempla as nomenclaturas e as classificações


metodológicas correlacionadas ao assunto proposto, enunciando-se a seguir
conforme os estudos de Marconi e Lakatos (2002), Oliveira (2003, 2002).

Com referência à natureza da vertente metodológica, este trabalho é permeado por


uma abordagem qualitativa, uma vez que se estuda a preocupação socioeconômica
a partir da indicação de funcionamento de políticas governamentais direcionadas ao
desenvolvimento autossustentável para o cumprimento do sétimo e do oitavo ODM.

Relativo ao objetivo geral, trata-se de uma pesquisa explicativa em razão da análise


dos indicadores que são monitorados pelo governo federal, visto que a interpretação
sociológica constituirá parâmetros da realidade para o alcance das metas do sétimo
e do oitavo ODM a nível local.

139
No tocante à técnica de pesquisa, o estudo consiste em documentação indireta
mediante o levantamento de dados agrupados em tabelas estatísticas e relatórios
construídos pelo Grupo Técnico para o Acompanhamento dos ODM, como também
levantamento de toda bibliografia já publicada e que tenha relação com o tema a ser
estudado (obras literárias em geral e imprensa escrita).

Com relação ao procedimento técnico, contempla-se dois tipos de procedimentos: (I)


Pesquisa documental por meio de fontes estatísticas compiladas pelo Grupo Técnico
para o Acompanhamento dos ODM. (II) Pesquisa bibliográfica na medida em que se
analisam recursos como livros, artigos de periódicos científicos, documentos oficiais,
manuais, materiais derivados da internet, a própria lei na forma da Constituição da
República Federativa do Brasil de 1988 e outras legislações específicas.

Referente ao método de abordagem, o método indutivo é empregado a partir de


situações particulares de análise do cumprimento da meta 7 “garantir a sustentabilidade
ambiental” e da meta 8 “estabelecer parceria mundial para o desenvolvimento” para
a obtenção do desenvolvimento do milênio.

Concernente ao método jurídico, o método de interpretação é utilizado no que


se refere aos dados obtidos. Para tal, deve-se correlacionar essa pesquisa com o
universo teórico que lhe fundamentou, em virtude da opção por um modelo que serve
de embasamento à interpretação do significado de informações e fatos colhidos no
Grupo Técnico para o Acompanhamento dos ODM. Nessa seara, o método sociológico
proposto por Savigny é demonstrado no instante em que o direito se caracteriza por
um fenômeno cultural, que se desenvolve no espaço e no tempo, representando
comportamento de governos e sociedades civis com o intuito de regular a vida social.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O UNIPÊ desenvolve projetos de inclusão e sustentabilidade, firmando parcerias com


empresas privadas, instituições e organizações. Para sediar o Observatório dos ODM,
um convênio foi assinado, no dia 17 de maio de 2012, entre o UNIPÊ e as Nações Unidas.

Nessa perspectiva, o UNIPÊ sediaria o Observatório do Milênio da Paraíba para


monitorar o cumprimento dos oito ODM na Paraíba, sendo instituídos pela ONU a
fim de que sejam cumpridos até 2015 por vários países para melhorar a qualidade
de vida no mundo. Para isso, foi assinado um Termo de Cooperação Técnica
com a Fundação Solidariedade e o Núcleo Gestor do Movimento “Nós Podemos
Paraíba”, no dia 18 de maio de 2012, no Hotel Tambaú, município de João Pessoa/
PB, com a presença do secretário geral da Presidência da República do Brasil.

140
No entanto, até a presente data, não foi possível o início da análise dos indicadores
monitorados pelo Observatório do Milênio da Paraíba no UNIPÊ, em razão de não ter
sido implantado devido alguns entraves de cunho administrativo que impossibilitam
o efetivo desempenho da parceria entre tal instituição privada e o órgão internacional
da ONU.

7º ODM: A garantia da sustentabilidade ambiental

O sétimo ODM que corresponde à garantia da sustentabilidade ambiental inclui metas


relativas à qualidade ambiental dos meios físico e biótico e dos assentamentos
humanos. Para o monitoramento dessas metas postuladas pelas Nações Unidas, foi
atribuído um conjunto composto por indicadores referentes a temas tão diversos,
como: cobertura florestal, emissões de dióxido de carbono, destruição da camada de
ozônio, conservação da biodiversidade, acesso a água potável e esgoto adequados e
população urbana em assentamentos precários (BRASIL, 2010).

Seguem dados publicados pelos Relatórios Dinâmicos: monitoramento de indicadores,


sendo publicados no Portal ODM e compilados até o ano de 2010 com referência ao
município de João Pessoa/PB.

Gráfico 1 – Percentual de moradores urbanos com acesso a


água ligada à rede e esgoto sanitário adequado - 1991/2000/2010

Dados: Relatórios Dinâmicos: monitoramento de indicadores, 2015.

O abastecimento de água potável, o esgoto sanitário e a coleta de resíduos são alguns


serviços que melhoram a qualidade de vida das comunidades. Neste município, em
1991, 88,1% dos moradores urbanos tinham acesso à rede de água geral com canalização
em pelo menos um cômodo. Em 2010, esse percentual passou para 94,9%. Em 1991,
75,1% dos moradores urbanos tinham acesso à rede de esgoto adequada (rede geral
ou fossa séptica), passando para 71,0% em 2010 (PORTAL ODM, 2015).

141
Gráfico 2 – Percentual de moradores urbanos com serviço de coleta de resíduos - 1991/2000/2010

Dados: Relatórios Dinâmicos: monitoramento de indicadores, 2015.

Em 1991, 84,1% dos moradores urbanos contavam com o serviço de coleta de resíduos.
Em 2010, este percentual aumentou para 99,2%. Em 2010, 91,9% dos moradores urbanos
tinham energia elétrica distribuída pela companhia responsável (uso exclusivo) (PORTAL
ODM, 2015).

Gráfico 3 – Proporção de moradores urbanos segundo a condição de ocupação - 1991/2000/2010

Dados: Relatórios Dinâmicos: monitoramento de indicadores, 2015.

Em 2010, havia 91.368 moradores urbanos vivendo em aglomerados subnormais


(favelas e similares). Para ser considerado proprietário, o residente deve possuir
documentação de acordo com as normas legais que garantem esse direito, seja ela
de propriedade ou de aluguel. A proporção de moradores, em 2010, com acesso ao
direito de propriedade (própria ou alugada) atingiu 95,3%, respectivamente 71,9% e
23,4% (PORTAL ODM, 2015).

Com relação ao sétimo ODM, a meta 10 (Reduzir à metade, até 2015, a proporção da
população sem acesso sustentável à água potável segura) e a meta 11 (Reduzir pela
metade, até 2015, a proporção da população sem acesso a saneamento e serviços
essenciais) alcançaram eficiência entre os anos de 1991 e 2010 no referido município.

142
8º ODM: A formação de uma parceria mundial para o desenvolvimento

O 8º ODM prega a formação de uma parceria mundial, objetivando ter um


desenvolvimento equânime entre os países, parceria esta a ser realizada quer seja
entre entes governamentais, quer seja com a iniciativa privada.

No que se refere às iniciativas no âmbito nacional para cumprimento deste ODM, pode-
se observar uma atuação incisiva do Estado brasileiro nas maiores cúpulas de decisões
internacionais, realizando um trabalho de abertura da economia internacional para
os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, assim como possibilitando um
relacionamento em par de igualdade com os países desenvolvidos.

Na atuação como colaborador dos países em desenvolvimento, o Brasil atua de


forma a respeitar a soberania e a não intervenção nos assuntos internos dos países
destinatários do apoio, por meio da cooperação técnica, pela qual são compartilhados
conhecimentos e experiências brasileiros para áreas consideradas relevantes pelos
países receptores. Coerentemente com os esforços empreendidos no âmbito dos
programas nacionais de combate à pobreza e à exclusão social, o Brasil tem instado
a comunidade internacional a assumir a responsabilidade pela segurança alimentar
global (BRASIL, 2010).

O Brasil tem colaborado efetivamente de forma propositiva para a construção de uma


agenda internacional a favor do desenvolvimento e expandido sua participação em
organismos e programas internacionais, procurando propor e negociar mudanças nas
regras de governança global sobre fluxos financeiros, regras de comércio mundial
mais justas para os países pobres e ampliação da participação dos países em
desenvolvimento nos organismos internacionais. Porém, a grave crise internacional
que afetou principalmente os países industrializados fragilizou velhos conceitos
de governança global, sobretudo no que se refere às relações com os países em
desenvolvimento (BRASIL, 2010).

As ações de cooperação técnica com países em desenvolvimento, em especial com


os da América do Sul, da América Central e da África, de que o Brasil participa são
inspiradas no conceito de diplomacia solidária, na qual se colocam à disposição de
outros países em desenvolvimento as experiências e os conhecimentos de instituições
especializadas domésticas, através de ações com transferência de conhecimento e
tecnologias, baseada em uma agenda comum entre os países, sem a imposição de
condicionalidades e desvinculadas de interesses comerciais ou fins lucrativos, nas
áreas consideradas mais relevantes pelos próprios países parceiros (BRASIL, 2010).

143
Conforme a meta 12 dos ODM, que visa avançar no desenvolvimento de um sistema
comercial e financeiro aberto, baseado em regras previsíveis e não discriminatórias,
o Brasil vem participando ativamente, e de forma propositiva, para garantir o êxito da
Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC). Denominada oficialmente
de Rodada do Desenvolvimento, e em curso desde 2001, a Rodada de Doha tem como
objetivo central tornar o sistema multilateral do comércio mais justo e equilibrado, de
forma a contribuir para a promoção do desenvolvimento socioeconômico (BRASIL, 2010).

O Brasil tem oferecido crescente e significativa assistência técnica para o


desenvolvimento. Entre 2003 e 2009, o governo brasileiro promoveu a negociação,
aprovação e implementação de mais de 400 acordos, ajustes, protocolos e
memorandos de entendimento com governos de países em desenvolvimento da
América Latina, Caribe, África, Ásia e Oceania. Esse mesmo período testemunhou
um crescimento superior a 150% no número de países beneficiários da cooperação
brasileira (de 21 para 56 países), com uma carteira de projetos e atividades da ordem
de US$ 90 milhões. Somente na África, a cooperação brasileira atende atualmente a
22 países, com um orçamento total de aproximadamente US$ 45 milhões. A pauta
de cooperação brasileira foi fortemente potencializada a partir da intensa agenda de
missões presidenciais brasileiras ao continente africano nos últimos anos. Para a
América Latina têm sido destinados US$ 40 milhões; e outros US$ 5 milhões para o
Timor Leste (BRASIL, 2010).

Nestas e em outras iniciativas o Estado brasileiro tem se destacado na seara


internacional, promovendo a democracia para acesso dos países subdesenvolvidos
e em desenvolvimento mediante as benesses que a globalização pode disponibilizar
e cumprindo o oitavo ODM. Não se pode dizer o mesmo na seara interna do Estado
brasileiro, uma vez que o âmbito de alcance do oitavo ODM é minimamente reduzido
quando considerada a participação dos Estados-membros e dos municípios, mais
especificamente tratar-se-á no presente estudo do município de João Pessoa na Paraíba.

Em acesso aos Relatórios Dinâmicos: monitoramento de indicadores que apontam


a contribuição dos entes federados no cumprimento dos ODM, relatórios estes
disponibilizados no site do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento –
PNUD, o oitavo ODM (a formação de uma parceria mundial para o desenvolvimento)
teve sua enorme abrangência, quando considerada no aspecto internacional, reduzida
ao acesso aos meios de comunicação e internet, quando se trata dos Estados e
municípios brasileiros.

Tal fato demonstra que apesar das várias formas que estes entes podem contribuir,
promovendo não só o seu desenvolvimento, mas contribuindo para o desenvolvimento

144
de outros entes, estão sendo deixados de lado, não sendo aproveitada a posição
estratégica que ocupam.

As desigualdades sociais também se refletem no acesso aos meios de comunicação.


Por isto, o oitavo objetivo trata desta questão. No supracitado município, em 2010, a
proporção de moradores urbanos com acesso a microcomputador era de 46,5%;
essa proporção diminui para 39,7% se considerado o acesso a microcomputador
com internet. No meio rural, 9,6% tinham acesso a microcomputador e 9,6% acesso
a microcomputador com internet. A proporção de moradores com acesso a telefone
celular, em 2010, no meio urbano, era de 95,3%; no meio rural, 87,6% (PORTAL ODM,
2015).

Gráfico 4 – Proporção de moradores com acesso a microcomputador e internet – 2010

Dados: Relatórios Dinâmicos: monitoramento de indicadores, 2015.

Muitos jovens preocupam-se em conciliar estudos e trabalho. Ao analisar os jovens


de 15 a 17 anos que estavam trabalhando, percebe-se que, em 2013, 40,7% deles
trabalhavam de 41 a 44 horas semanais, o que pode influenciar negativamente nas
horas disponíveis aos estudos. Quando analisada a faixa etária de 18 a 24 anos, esse
percentual vai para 74,1%. O rendimento médio mensal dos jovens de 15 a 17 anos era
de R$ 648,10, em 2013; enquanto que, entre jovens de 18 a 24 anos o rendimento era
de R$ 931,30 (PORTAL ODM, 2015).

Gráfico 5 – Percentual dos trabalhadores formais com idade de 15 a 24 anos segundo as horas semanais
trabalhadas - 2013

Dados: Relatórios Dinâmicos: monitoramento de indicadores, 2015.

145
Referente ao oitavo ODM e as contribuições dadas pelo município de João Pessoa/PB,
são os dados acima que podem ser apresentados, tendo em vista que há um órgão
específico para realizar tal apuração. Todavia, há uma minimalização da abrangência
de tão importante ODM, que sequer poderia ter sido deixado de lado haja vista a
interdependência que se vivencia hodiernamente.

CONCLUSÕES

De acordo com os dados extraídos dos Relatórios Dinâmicos: monitoramento


de indicadores, constata-se que o município de João Pessoa/PB avançou
consideravelmente em relação ao cumprimento do sétimo e do oitavo ODM, alicerçando
o caminho para alcançar as metas no ano de 2015, conforme pactuado diante das
Nações Unidas.

O sétimo ODM busca garantir a proteção de um direito constitucional pertinente a todos


os indivíduos, que consiste em um meio ambiente ecologicamente equilibrado, sendo
propício à saúde e ao bem-estar das presentes e das futuras gerações. Para tanto,
o acesso à informação de cunho ambiental relativo a processos de degradação e
recuperação é fundamental para as estratégias globais de cooperação entre os entes
federados.

Ressalta-se a importância salutar do Estado nesse processo quando da criação e


execução de políticas públicas, bem como da elaboração e obediência às leis que
regulamentam os crimes ambientais. Também se faz imprescindível uma eficaz
participação da sociedade civil enquanto agente fiscalizador da atuação governamental,
buscando melhorias na qualidade de vida de todos.

Frisa-se que a ordem pública global acerca das ações políticas brasileiras está
embasada no princípio da dignidade da pessoa humana, enfatizando o bem
coletivo e projetando suas consequências em realidades sociais e ambientais, de
modo a satisfazer as necessidades humanas mínimas para uma vida digna. Dessa
forma, acordos internacionais intencionam preservar e melhorar o meio ambiente,
assegurando o desenvolvimento sustentável e respeitando o próprio direito à vida,
consequentemente protegendo um pressuposto dos direitos humanos fundamentais.

O oitavo ODM tem sido foco de grande parte da atuação internacional brasileira, não
só na autopromoção desse Estado, mas no auxílio ao desenvolvimento dos demais,
respeitando o princípio do direito objetivo ao desenvolvimento, bem como se pautando
no status de interdependência e globalização predominante na contemporaneidade.

146
Todavia, estas políticas se concentram apenas nas mãos do governo central, uma
vez que os governos das localidades – Estados-membros e municípios – são de
certa forma esquecidos, pois suas potencialidades são subutilizadas no alcance do
supracitado objetivo.

A literatura é farta quando se posiciona favoravelmente a eficiência das políticas locais,


devido ao posicionamento estratégico que os municípios ocupam, porém nem sempre
a teoria se aplica à prática, principalmente em um caso complexo como este que
envolve inúmeros órgãos governamentais, dentre outras peculiaridades, ressaltando
apenas que há uma deficiência na logística governamental e no interesse para o bom
funcionamento da burocracia.

Por fim, o monitoramento dos dados foi considerado um dos maiores desafios para
a concretização do Pacto do Milênio, pois existem dificuldades quanto à ausência
de dados estatísticos compilados oficialmente e à existência de dados incompletos
sobre determinadas metas, ocasionando problemas que comprometem a construção
e a alimentação de bancos de dados acerca dos indicadores.

Então, almeja-se a necessidade do desenvolvimento de mecanismos estatísticos


para que o tratamento dos dados seja capaz de refletir a organização das ações
consolidadas dos indicadores a partir de informações completas quantitativa e
qualitativamente com acesso irrestrito a todos os cidadãos.

REFERÊNCIAS

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Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos. Supervisão: Grupo Técnico
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Acesso em: 13 out. 2015.

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MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.

MAZZUOLI, V. O. Curso de direito internacional público. 5. ed. rev., atual. e ampl. São
Paulo: Ed. RT, 2011.

MAZZUOLI, V. O.; AYALA, P. A. Cooperação internacional para a preservação do meio


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v. 8, n. 1, p. 297-327, jan./jun., 2012.

MELO, C. M. ISO 26000: uma análise da elaboração da norma internacional de


responsabilidade social. 2006. 132f. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal
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Disponível em: <http://www.odmbrasil.gov.br/arquivos/artigo-como-esta-o-brasil-
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em: <http://www.pnud.org.br/odm.aspx>. Acesso em: 13 out. 2015.

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<http://www.relatoriosdinamicos.com.br/portalodm/8-todo-mundo-trabalhando-
pelo-desenvolvimento/BRA002025095/joao-pessoa---pb>. Acesso em: 13 out. 2015.

148
PROJETO DE EXTENSÃO BASE
Curso promotor do projeto: DIREITO

Coordenadora: Waleska Bezerra de C. Vasconcelos

Colaboradora: Hélcia Macedo de Carvalho Diniz e Silva

Discente Colaboradores(as) - Extensionistas: Irlly Tammara Alves De Araujo, Mariana


De Lima Rodrigues, Thalyta Anisio Maia , Rossana, Cavalcanti Freire Ventura, Samila
Pereira Gomes Dos Santos, Felipe Batista Cavalcante, Crislayne Kelly Roberto Dantas,
Allana Karine De Lemos Silva, Larissa Vilar Silva, Ramilly Sebadelhe Valério Rocha,
Tânia Zuily Cabral Vitamatos, Robero Eugênio Rodrigues, Luana Dos Santos Xavier, Jiulia
Aparecida Brito Da Silva, Jeferson Renato Da Silva, Dayanne Ferreira Da Silva 

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Estudantes de escolas
públicas e/ou provadas.

Local onde o projeto se desenvolve: Sala A 14 (Bloco), com reuniões periódicas


aos sábados, exceto aqueles que antecederão a semana de prova determinada no
calendário da instituição para o curso de Direito.

Cronograma de execução do projeto:

Primeira Segunda Terceira Nas sextas-feiras Após a 3ª


ETAPAS POR ESTÁGIO Semana Semana Semana que antecedem as avaliação
semanas de prova

Seleção dos novos 1 Estágio –


extensionistas Sábado /
manhã

Divulgação do Projeto X

Período de Inscrição 1 Estágio –


Sábado / manhã
Atividades de
estudos: elaboração 1 Estágio - 2 Estágio - 3 Estágio
de mapas mentais

Atividades Externas 2 Estágio


nas Escolas Manha /
tarde

Informativo do Base Três edições, uma a


cada estágio
Entrega dos X
certificados

149
Resumo: O Projeto de Extensão Base é uma ação desenvolvida no Curso de Direito/
UNIPÊ, envolvendo estudantes dos três primeiros períodos. O trabalho intelectual volta-
se para a aplicação de metodologias ativas, tais como: elaboração de mapas mentais
com base nos conteúdos abordados em cada componente curricular, adequando-
se ao período e a dificuldade de cada etapa do curso. Além disso, os extensionistas
visitam escolas públicas e/ou privadas, a partir da orientação da coordenação do
projeto com o fim de aplicar metodologias ativas visando trabalhar o desempenho do
estudante para que seja aprimorada a capacidade de resolução de problemas na vida
escolar e, por conseguinte, no exercício da cidadania.

Objetivo: Aperfeiçoar a metodologia de estudo dos discentes do curso de Direito do


Centro Universitário de João Pessoa

Metodologia de execução: O Projeto BASE funciona com encontros aos sábados pela
manhã, na sala A 14 (Bloco A), cujo objetivo é o de capacitar os extensionistas, para que
sejam mediadores no processo de orientação dos participantes para a elaboração
de mapas mentais. Como mecanismos de execução são realizados debates de
estudos dos mapas mentais construídos e feito a interação de conhecimentos sobre
os assuntos estudados por componente curricular. No treinamento dos participantes,
dividiremos os estudantes em grupos, sob a supervisão de um extensionista.
Neste encontro, a coordenadora professora Hélcia dará uma palestra explicando o
funcionamento do projeto e tudo sobre a metodologia de estudo abordada, no caso,
mapas mentais, treinados por Prof. Luciano Almeida e coordenado por Hélcia Macedo
e Waleska Vasconcelos.

Resultados alcançados/esperados: Visita à escolas com a realização de Oficinas


de Estudos. Elaboração de mapas mentais e fichamentos. O número de beneficiários
atendidos em 2017.2 foi de aproximadamente 150 estudantes.

Histórico de resultados alcançados e esperados: Sala do curso de Direito – Reunião


ordinária. Auditórios do Unipê - Eventos promovidos pelo Projeto.

REFERÊNCIAS
BRASIL. INSTITUTO PAULO MONTENEGRO. Indicador de Analfabetismo Funcional 2011-
2012. Disponível em: http://www.ipm.org.br/ipmb_pagina.php?mpg=4.02.00.00.00&-
ver=por. Acessado em: 08 de maio de 2013.

DE ASSIS, Maria Cristina: Metodologia do trabalho científico. Disponível em: http://


portal.virtual.ufpb.br/biblioteca-virtual/files/pub_1291081139.pdf Acessado em: 09 de
maio de 2013.

150
HERMANN, W. ; BOVO, V. Mapas mentais: enriquecendo Inteligências. São Paulo: Idph, 2005.

THIESEN, Juarez da Silva: A interdisciplinaridade como um movimento de articula-


ção no processo de ensino-aprendizagem. Disponível em: http://www.periodicos.
udesc.br/index.php/percursos/article/viewFile/1541/1294 Acessado em: 09 de maio
de 2013.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Projeto em execução


Fonte: Projeto

Figura 2: Projeto em execução


Fonte: Projeto

151
Figura 3: Projeto em execução
Fonte: Projeto

Figura 4: Projeto em execução


Fonte: Projeto

152
CAJUP - CENTRO DE ASSISTÊNCIA
JURÍDICO POPULAR
Curso promotor do projeto: Direito

Cursos integrados: Enfermagem, Odontologia

Coordenador(a): Lucilene Solano de Freitas Martins

Discentes: Ranielle Costa Medeiros, Waleska Batista da Silva, Eriberto Gama da Silva,
Igor José Nóbrega de Andrade, Rita de Cássia Lima de Assis, Maria Natalya Batista da
Câmara, anderson Lucas Melo e Thiago da Silva Moura

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Cristo: Centro de Referência da Cidadania Cícero


Lucena (CRC) - Rua Professora Luiza Fernandes Vieira s/nº: 3ª e 5ª Feiras; Mangabeira:
CRC – Rua Joaquim Dantas s/nº: Fone: 32386793. 2ª e 4ª Feira; Associação Beneficente
São José – Rua José Feliciano da Silva nº 816 e anexo 804. Mangabeira VIII – Cep.:
58059-350: Fone: 32387825: 2ª e 6ª Feira; Funcionários 2: CRC – Fernando Carrilho
Milanez – Rua Francisco Gomes de Oliveira s/nº. Perto da Praça Bela: 2ª e 4ª Feira;
Costa e Silva: CRC – Rua Dr. Arlindo Correia, s/nº: 3ª e 5ª Feiras; Água Fria: UNIPÊ – BR
230, km 22.sala E 89. Cep.: 58053-000: 3ª e 5ª Feira

Cronograma de execução do projeto: É realizado de Segunda a Sexta feira, das 13:30


às 17:00.

Resumo: O CAJUP, presta serviços a toda a comunidade, realizando atendimentos


de esclarecimento e orientação jurídicas, bem como realiza ações sociais aos
necessitados.

Objetivo: Dar oportunidade ao aluno, de praticar a teoria ministrada em sala de aula,


assim como tornar o acesso a justiça mais próximo das comunidades carentes.

Metodologia de execução: O aluno se desloca a comunidade e em uma sala presta


assistência jurídica, encaminhando cada caso, dependendo da matéria, aos núcleos
de pratica do UNIPÊ.

153
Resultados alcançados/esperados: Por semestre é realizado cerca de 50
atendimentos por núcleo até 2017.2. Vê-se que a população é atendida em suas
demandas, não arcando com nenhuma despesa, e espera-se que suas questões
sejam solucionadas pacifico ou judicialmente. Assim como beneficia um melhor
entendimento do aluno da matéria vista em sala de aula.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Projeto em execução


Fonte: Projeto

Figura 2: Projeto em execução


Fonte: Projeto

154
Figura 3: Projeto em execução
Fonte: Projeto

155
CONSTITUIÇÃO, PROPRIEDADE,
DESENVOLVIMENTO NA AMÉRICA
LATINA E CIDADANIA AMBIENTAL
Período no qual o aluno pode participar: A partir do 4º período com aprovação em
todas as disciplinas dos períodos anteriores.

Curso promotor do projeto: Direito.

Coordenadora: Iranice Gonçalvez Muniz

Colaboradores: André Ricardo Fonseca da Silva

Discentes: Adna Bheatriz de Oliveira Alencar, Ana Raquel Gomes da Silva Rozeno,
Anderson Barbosa Ramos, Beatriz Moura Dias, Dayanne Ferreira da Silva, Evenllyn
Kalianne Nascimento da Silva, Lyandra Maria Fernandes de Sá Targino, Sheylla Tiburtino
Lacerda de Araújo Fonsêca.

Público alvo Beneficiários do projeto:( ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros.

Locais onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ

Resumo: Consagrada na Constituição Federal, em seu artigo 207, que prevê a


indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, a importância da iniciação
científica está em constituir a tríade para a consolidação da educação a nível superior
de múltiplas formas. Dentre as quais, permite a análise do conteúdo visto em sala de
aula sob uma ótica alternativa, estimulando o senso crítico, a discussão aprofundada,
proporcionando a saída do automatismo, propondo novos caminhos par atender os
conflitos sociais de forma eficaz, oferece diversas fontes de conhecimento, estimula
a união e apoio entre os discentes, planejamento de projetos e ações visando repassar
o conhecimento adquirido. Desse modo, conjuga as funções técnica, racional e crítica.

Objetivo: Com base na iniciação científica do Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ)
foi criado em 2017 o Grupo de Pesquisa Constituição, Propriedade, Desenvolvimento
na América Latina e Cidadania Ambiental, devidamente certificado.

156
Este grupo de pesquisa tem como objetivo geral pesquisar o direito de propriedade
nas constituições da America Latina e como se desenvolve políticas públicas para a
preservação do meio ambiente como um direito humano. Objetivos específicos:

- Estudar o direito de propriedade constitucionalmente protegida, na perspectiva do


desenvolvimento sócio/ambiental e no contexto da América Latina.

- Estudar o direito à memória e à verdade como elemento-chave da justiça de transição


brasileira, chilena e argentina.

Metodologia de execução: Reuniões quinzenais, leituras discussões e produção de


fichamentos.

Resultados alcançados/esperados: Participação e apresentação em eventos


acadêmicos; elaboração e publicação de uma cartilha sobre direitos fundamentais
constitucionalmente protegidos; publicação de artigos em periódicos nacionais.

Bibliografia básica:

BOBBIO, Norbeto. A Era dos Direitos. Rio de Janeiro: Campus.

CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Direito Constitucional e Teoria da Constituicão.


Lisboa: Almedina.

CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Direito Constitucional Ambiental Brasileiro.  Rio


de Janeiro: Saraiva.

HESSE, Konrad. A Força Normativa da Constituição. Ver editora

LEFF, Enrrique. Aposta pela vida. Rio de Janeiro: Vozes

SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras. 

157
Acervo fotográfico:

Mulher expondo Feira Exposição Mulheres expõem Homem expõe


seu trabalho feira agroecológica de produtos seus produtos em produto em feira
agroecológica na UFPB em agroecológicos feira agroecológica, agroecológica,
na UFPB em 04/05/2018. na UFPB em UFPB, em UFPB, em
04/05/2018. 04/05/2018. 04/05/2018. 04/04/2018.

158
DIALOGISMO E INTERAÇÃO
EM LINGUAGEM FORENSE - A
INTERAÇÃO VERBAL ENTRE OS
PARTICIPANTES DA MEDIAÇÃO NO
ÂMBITO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Curso promotor do projeto: DIREITO

Coordenador(a): Profa. Dra. Rivaldete Maria Oliveira da Silva

Colaboradores(as): Profa. Dra. Hélcia Macedo de Carvalho Diniz e Silva

Discentes: Isabela Camargo Sodré, Taynah Lys Medeiros Gomes, Vitória Ferreira de
Carvalho.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) Alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


Funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: no UNIPÊ, na sala de aula A14 (Bloco A) e na sala
de reuniões da Coordenação do Curso de Direito.

Cronograma de execução do projeto: as reuniões acontecem semanalmente (quarta-


feira) das 16:00 às 18:00.

Resumo: A realidade da linguagem se materializa nas enunciações construídas por


meio da palavra, que segue os atos de compreensão e interpretação da vida humana,
produzindo seu efeito de sentido nas mais diversas situações em que o diálogo seja
constituído entre dois ou mais indivíduos socialmente organizados. Esta pesquisa se
justifica por compreender que advogados e mediadores são sujeitos de atividades
judiciais que se materializam na e pela linguagem, utilizando a língua, dialógica por
natureza, por meio da palavra que se concretiza como signo ideológico no fluxo da
interação verbal e estabelece sentidos diferenciados no contexto em que está inserida.
Dessa maneira, o sujeito é responsável pelo que diz nas relações ideológicas, sociais
e históricas com outros sujeitos também responsáveis, formadores, mediadores e,
extremamente, dependentes da sociedade em que vivem. Essa relação contínua

159
ocorre pela assimilação das palavras alheias e pela criação constitutiva das respostas
entre os envolvidos no processo de interação.

Objetivo: Esta pesquisa tem por objetivo analisar a interação verbal entre os participantes
da mediação no âmbito da violência doméstica com base na teoria bakhtiniana.

Metodologia de execução: Para as reflexões, são evidenciados os pressupostos


teóricos de Bakhtin (2009, 2010) e de outros autores como Brait (2010), Sobral (2009) e
Faraco (2009), a fim de que se aprofundem particularidades discursivas em de conflito.
Assim, realiza-se uma pesquisa de abordagem qualitativa e natureza bibliográfica,
aprofundando os questionamentos discursivos e semânticos do processo judicial.

Resultados alcançados/esperados: Contribui-se, assim, para a compreensão das


relações dialógicas entre mediador, vítimas e ofensores na solução de um impasse.
Espera-se fornecer subsídios aos mecanismos de uso do discurso em um campo
específico do conhecimento: o Direito.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Encerramento das atividades 2017.2


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

160
Figura 2: Reunião do grupo DELF - abril 2018
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 3: Encerramento das atividades 2017.2


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

161
DIREITO INFRAESTRUTURA
CONTRATUALIZAÇÃO:
PILARES DO DESENVOLVIMENTO
Curso promotor do projeto: Direito

Coordenador(a): Maria Marconiete Fernandes Pereira

Nome completo do discente Colaboradores(as): Priscilla Maciel de Menezes

Nome completo do discente Discentes: Álvaro George Rosas de Albuquerque Júnior,


Bárbara Natasha Arruda de Oliveira, Renallyson Cavalcante do Nascimento, Esdras
Ramon da Costa Serafim.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Bloco C – Curso de Direito – sala 16 ou sala da


Revista no mestrado.

Cronograma de execução do projeto: reuniões quinzenais: quartas-feiras às 11horas


e/ou sextas-feiras ás 17 horas.

Resumo: O papel de desconstruir velhos paradigmas e propor novos, tem na tessitura


constitucional o condutor determinante, emergindo como diretriz normativa. Assim,
a premissa principal a ser assumida é a de os aspectos jurídicos da Administração
Pública, a instrumentalidade e a atuação finalística estão alicerçadas na estrutura
da Constituição, a partir das quais o Estado-Administrador deverá se organizar
para proteger, promover e compatibilizar direitos individuais e interesses gerais da
coletividade. Se o Estado tem se transformado no decorrer da história, o direito como
instrumentalizador do sistema estatal também recebeu impactos de mutações
refletidas nas atividades estruturais. Com efeito, o direito não se mantém na
neutralidade, indiferente ao contexto socioeconômico que lhe serve de inspiração,
haja vista a dinâmica da Administração Pública em que o direito a norteia, com lastro
em direito administrativo, em construção de uma adaptabilidade de regime flexível e
consensual. Nessa adaptabilidade de gestão pública voltada a negócios públicos em
serviços estruturantes, por meio das parcerias público-privadas, a escolha pública

162
de atividades econômicas se fundamenta numa contratualização de interface Estado
e iniciativa privada, provocando transformações institucionais tanto nos aspectos
teóricos como funcionais, e buscando suprir as falhas de mercado. Nesse arcabouço
evidencia-se a resultante “fuga para o Direito Privado” permitindo a proliferação de
formas de contratualização no âmbito da Administração Pública, com parcerias com o
setor produtivo empresarial. Nessa abordagem duas vertentes de pesquisa tornam-se
fundamental: primeiro, o ambiente de incentivos e de eficiência a serem analisados sob
a perspectiva da Análise Econômica do Direito, dentro de uma teoria comportamental
dos envolvidos, estado e iniciativa privada, e segundo a transparência pública resultante
das atuações públicas. Análise Econômica do Direito permite o avanço de análises
além das normativas, permitindo uma posição do direito contratual sob a ótica de
eficiência, ou seja, na busca do desenvolvimento por meio de políticas públicas. Para
tanto, a produção e aplicação das normas contratuais precisam de interpretação com
critérios e parâmetros instrumentais que conduza a compreensão da realidade pública,
desta forma permitir uma análise do processo real de implementação das normas, o
que requer uma transparência para conhecimento da sociedade. Nesse arcabouço de
implicações na busca do desenvolvimento em áreas estruturantes, há de se verificar
as repercussões econômicas e sociais desses arranjos negociais. Dessa maneira, a
interrelação entre o Direito Administrativo Econômico e o Direito da Infraestrutura com
uma interrelação de desenvolvimento revela-se um campo propiciador para uma
pesquisa, no intuito de buscar indicar propostas salutares.

Objetivo: Analisar a intervenção do Estado e a interrelação com a iniciativa privada


em serviços públicos por meio do contrato administrativo sob a ótica da Análise
Econômica do Direito.

Metodologia de execução: Levantamento bibliográficos, através de estudos e


fichamentos à legislação e textos indicados nas referências bibliográficas.

Resultados alcançados/esperados: Histórico do número de beneficiários atendidos


até 2017.2.

Histórico de resultados alcançados e esperados.

1. PEREIRA, Maria Marconiete Fernandes; LEITE, Glauco Salomão. Processo e Sindicância


Administrativa. In: Nascimento, Carlos Valder; DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella; MENDES,
Gilmar Ferreira (Coord.). Tratado de Direito Municipal. Belo Horizonte: Fórum, 2018.

2. OLIVEIRA, Bárbara Natasha Arruda de. PEREIRA, Marconiete Fernandes. As parcerias


público privadas (PPPs) na otimização da crescente demanda de pacientes na

163
saúde. CONPEDI – XXVII Encontro Nacional do Conselho Nacional de Pesquisa e
Pós-Graduação em Direito – Salvador/BA, de 13 a 16/06/2018.

3. PEREIRA, Maria Marconiete Fernandes. O Regime de Contratações Administrativas da


Análise Econômica do Direito. CONPEDI – XXVII Encontro Nacional do Conselho
Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Direito – Salvador/BA, de 13 a
16/06/2018.

Como resultados esperados, continuar produzindo artigos e participação em eventos


acadêmicos.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Reuniões do Projeto.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Reuniões do Projeto.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

164
FERRAMENTAS DE CONTROLE
SOCIAL DO TRIBUTO:
CONSTRUINDO A CIDADANIA ATIVA
– NAF
Curso promotor do projeto: Direito

Cursos integrados: Ciências Contábeis e Gestão Pública

Coordenador(a): Francisco Leite Duarte

Docentes colaboradores: Jane Kelly Batista Ramalho Pedroza, Fernando Bezerra


Wanderley Basto, Glauber de Lucena Cordeiro, Sulamita Escarião da Nóbrega,

Outros professores colaboradores: Walace Sartori Bonfim, Ludinaura Regina Souza


dos Santos, Carlos Braulio da Silveira Chaves,

Parceiros: France Tavares de Medeiros

Nome completo dos discentes Colaboradores (as): Alex Rodrigues de Lima, Maria
Brígida Barbosa Bento, Gabison Neves de Assunção, Bianca Paiva de Araújo, Thamyres
Mirelle Melo oliveira, Joelson Tássio Cerqueira Silva, Katia Jaqueline dos Santos Catão
Ana Bezerra Cavalcanti Maculan, Victória de de Kássia Ferreira Queiroz, Alister Alves
Moreirra, Walyson Roberto Araújo de Lima, Jéssica Nascimento Lima, Kellen Araújo da
Nóbrega Dias.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, (x ) Comunidade, ( x )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: As reuniões ocorreram na Sala 11, Bloco – A do


UNIPÊ

Cronograma de execução do projeto: Na primeira fase, as reuniões têm ocorrido nas


sextas feiras, uma no mês, no mínimo.

Resumo: O projeto de pesquisa insere-se no âmbito das discussões sobre o exercício


da cidadania participativa e tem como pressuposto o fato de que o controle social do

165
tributo é um aliado importante na sedimentação da atividade de tributação, entendida
esta, como um dever fundamental do cidadão. O Projeto objetiva implementar ações
comprometidas com a Educação Fiscal, particularmente conhecer, desenvolver e
disseminar ferramentas aliadas da gestão pública, incentivando o controle social do
tributo como forma de efetivo exercício da cidadania.

Metodologia de execução: Metodologicamente, o projeto se aliou ao Núcleo de


Assessoramento Contábil e Fiscal – NAF-UNIPÊ, bem como à fábrica de software
do UBTECH/UNIPÊ para mapear e estudar as condições materiais, bibliográficas e
operacionais de desenvolvimento de um aplicativo sobre educação fiscal. Para tanto
já realizou as seguintes atividades:

a) Seleção de alunos: 23 de fevereiro de 2018

b) Primeira reunião (Apenas professores – apresentação, esclarecimentos de dúvida,


alinhamento das atividades): Dia 26 de março de 2108

c) Segunda reunião (Apenas professores – Definição da estrutura do aplicativo e


escolha dos professores responsáveis): Dia 14/03/2018

d) Terceira reunião (professores e alunos- Distribuição de atividades por alunos e por


professores): Dia 10/04/2018

e) Outras atividades controladas pelo grupo watzzap. (Orientações de leitura de


materiais, participação em cursos EAD, seminários, etc.)

Resultados alcançados/esperados: Espera-se que até o final do semestre, tenha-


se condições de fornecer à fábrica de software do UNIPÊ os insumos necessários
à construção o aplicativo. Para tanto, no semestre de 2018.1 está sendo feito o
mapeamento de coleta de informações e alinhamento de estratégias de estudo em
linhas de investigação.

Histórico do número de beneficiários atendidos até 2017.2: Nenhum. O projeto está


em fase de coleta de dados, por se tratar de um projeto de pesquisa, sua aplicabilidade
depende da fase final do projeto.

Histórico de resultados alcançados e esperados: Como se trata de um projeto que


pressupõe sua renovação e atualização, seus resultados só surgirão após a construção
do Aplicativo. Para o semestre de 2018.1 se propôs um mapeamento das informações
necessárias à construção do aplicativo.

166
Acervo fotográfico:

Figura 1: Reunião de trabalho Aplicativo cidadania ativa


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Encontro de professores e alunos –App cidadania ativa


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

167
FUNÇÃO INTERGERACIONAL
DOS CONTRATOS: EFEITOS
DA SUSTENTABILIDADE
SOCIOAMBIENTAL NAS RELAÇÕES
CONTRATUAIS
Curso promotor do projeto: Direito

Cursos integrados: Não há

Coordenador(a): Prof. Dr. Alfredo Rangel Ribeiro

Colaboradores(as): Profs. Maria Cristina Paiva Santiago e Francisco Freire de Figueiredo


Filho

Discentes: Camila Simões Gomes, Alex Fabiano Alves Oliveira e Jayme Holanda Aguiar

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Instalações do curso de Direito do Unipê.

Cronograma de execução do projeto: Quartas-feiras, das 09h20 às 10h.

Resumo: Tradicionalmente, a teoria geral dos contratos parte da percepção liberal pela
qual os negócios jurídicos existem para satisfazer interesses meramente individuais
e patrimoniais, sedimentando os princípios contratuais clássicos relacionados
à autonomia privada. O advento do Estado Social e o reconhecimento de relações
contratuais matizadas pela disparidade entre os contratantes trouxe à teoria contratual
a tendência socializante em voga do início do século XX, erigindo a função social, a
boa fé objetiva e o equilíbrio material das partes ao patamar de princípios contratuais.
Todavia, as vertentes epistemológicas emergentes do “Conhecimento Prudente para
uma Vida Decente” de Boaventura Souza Santos, a “Epistemologia Ambiental” de
Enrique Leff e a “Nova Física” de Fritjof Capra suplantam os paradigmas que embasaram

168
a teoria contratual clássica, direcionando a função social dos contratos para as futuras
gerações.

Objetivo: Verificar os efeitos do princípio constitucional da sustentabilidade


socioambiental sobre a teoria geral dos contratos e sobre o princípio da função social
dos contratos.

Metodologia de execução: A pesquisa parte de três vertentes epistemológicas


emergentes: o “Conhecimento Prudente para uma Vida Decente” de Boaventura
Souza Santos, a “Epistemologia Ambiental” de Enrique Leff e a “Nova Física” de Fritjof
Capra, que simultaneamente transcendem a ciência tradicional e propõem as bases
ecológicas do conhecimento. Em linhas gerais, esse paradigma epistemológico
emergente propõe um saber transformativo inter e transdisciplinar, que reabilita
métodos integrados, híbridos ou mesmo sincréticos, suplantando, por meio dos
raciocínios retórico-argumentativos, o hermetismo da linguagem lógico-matemática
própria da ciência cartesiana, capaz de ampliar os limites que a teoria contratual
tradicional impôs à função social dos contratos. A execução do projeto se dá a partir
de reuniões periódicas, virtuais ou presenciais, seguidas de pesquisas bibliográficas e
elaboração de textos científicos pelos discentes pesquisadores.

Resultados alcançados/esperados: Por se tratar de projeto de pesquisa, o público


beneficiado pelo conhecimento produzido é difuso, não sendo possível nominar
ou individualizar os beneficiários. Nada obstante, os discentes pesquisadores são
diretamente beneficiados pelo projeto.

169
FUNÇÃO SOCIAL E
RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS
EMPRESAS
Curso promotor do projeto: Direito

Cursos integrados: Não há

Coordenador(a): Hertha Urquiza Baracho

Colaboradores(as): Fernando Antônio Vasconcelos; Kaiana Coralina do Monte Vilar,


Leilah Luahnda Gomes de Almeida.

Discentes: José da Silva Alves Júnior; João Victor Fernandes Nogueira; Merisvan Júnior
Santos Soares; José Lucas Soares; Allana Karine de Lemos Silva; Heberth Henrique
Palhano Crispim; Irlly Tammara Alves de Araújo; Acenereide Alanka Santos de Melo;
Karolayne Dayse dos Santos Silva.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto desenvolve suas atividades nas


dependências do UNIPÊ (biblioteca, salas de estudos), em horários pré-estabelecidos.

Cronograma de execução do projeto: Especificamente, promove reuniões periódicas,


às quartas-feiras, a partir das 11h00. Ademais, conta com a formação de equipes
menores, sob a orientação dos professores colaboradores, que realizam encontros
extras durante o mês.

Resumo: Trata-se de pesquisa bibliográfica que tem como objetivo refletir sobre a
concepção da função social e responsabilidade social da empresa, com base na
constituição econômica. A leitura da Constituição Federal de 1988 propicia uma
interpretação da livre iniciativa associada à valorização do trabalho humano, à
existência digna e à justiça social. Neste ínterim, estuda-se a empresa sustentável
que se preocupa não apenas com o econômico, mas com o social, o cultural e com
a ética.

170
Objetivo: Tem por objetivo geral estudar a Função Social da Empresa e analisar as
ações de empresas comprometidas com o Desenvolvimento Sustentável.

Metodologia de execução: Dentre os procedimentos metodológicos de técnicas


adotadas pelo projeto, estão reuniões periódicas com os membros do grupo para
tratar das questões relevantes ao procedimento das atividades. Neste sentido, exerce
suas funções a partir do levantamento bibliográfico por meio de leituras e acareamento de
literaturas, elaboração de trabalhos científicos, apresentações dos trabalhos desenvolvidos em
eventos científicos, pesquisas em doutrinas e legislações estrangeiras.

Resultados alcançados/esperados: Com a pesquisa de iniciação cientifica os docentes


incrementam o potencial educativo e os alunos avançam em relação ao estudo e a
elaboração de artigos científicos. Destarte, trabalhos como “A responsabilidade social
empresarial como mecanismo à proteção integral de crianças e adolescentes”,
de autoria do discente José da Silva Alves Júnior, nas modalidades pôster e artigo
científico; “Responsabilização das Empresas por violação dos direitos humanos”, de
autoria do discente José Lucas Soares; bem como a elaboração de uma coletânea
sobre à responsabilidade social empresarial, coordenada pela docente Hertha Urquiza
Baracho e de vários artigos apresentados em Eventos do CONPEDI. Além disso, outros
trabalhos estão sendo produzidos a fim de abordar os limites da empresa e da atuação
estatal, a Compliance como fundamento da Responsabilidade Social Empresarial e a
promoção da ética, ou a verificação se a Corte Interamericana de Direitos Humanos,
através do caso “fazenda Brasil Verde” considera o direito social ao trabalho digno
como um direito fundamental.

Acervo fotográfico:

Figura 1. Reunião do Grupo de Pesquisa


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

171
Figura 2. Pesquisadores do Projeto Função Social e Responsabilidade Social Empresarial
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 3. Apresentação de artigo científico na Costa Rica


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

172
MEIO AMBIENTE DO TRABALHO
E DESENVOLVIMENTO –
INSTRUMENTOS DE PROTEÇÃO AO
TRABALHADOR FRENTE AO USO
DE NANOMATERIAIS
Período no qual o aluno pode participar: a partir do 6º período do curso de Direito

Curso promotor do projeto: Direito

Coordenador(a): Flávia de Paiva Medeiros de Oliveira

Discentes: Armstrong dos Santos Leal, Caroline Silva Bezerra, Gabriela Pereira Victor,
Natália Miranda Tavares.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ; ( x ) Comunidade.

Local onde o projeto se desenvolve: Nas salas de aula do Bloco C, em qualquer sala
que estiver disponível no horário marcado.

Cronograma de execução do projeto: O projeto se desenvolve a partir de levantamento


bibliográfico de textos nacionais e internacionais com reuniões semanais às quintas-
feiras com a equipe de pesquisa;

Resumo: O estudo das consequências jurídicas do nanomateriais ainda é pouco


discutido no Direito brasileiro, embora amplamente abordado no cenário internacional,
onde é vastamente regulado e objeto de constante preocupação pelos juristas. A
presente pesquisa pretende analisar o ordenamento jurídico internacional de regulação
de tais materiais e avaliar quais os parâmetros que a normativa internacional prevê
que poderão ser utilizados pela ordem jurídica interna para regular tal matéria, já que
o uso desses materiais pode apresentar riscos para a saúde humana, notadamente,
de trabalhadores e fornecedores e para o meio ambiente em geral.

173
Objetivo: analisar a normativa internacional e interna sobre o tema; comparar a
normativa pátria e a alienígena para fins de delinear as bases de uma futura normativa
nacional;

Metodologia de execução: A pesquisa utiliza o método comparativo, que será efetivado


por meio de análise bibliográfica sobre o tema.

Resultados alcançados/esperados: Como resultado parcial, observa-se a


completa ausência de regulação sobre o tema dos nanomateriais, inclusive, com
desconhecimento do trabalhador e do consumidor com relação ao risco de tais
partículas para a saúde humana

174
METODOLOGIAS EDUCACIONAIS
PARA PREVENIR E SOLUCIONAR
CONFLITOS
Período no qual o aluno pode participar: 4º Período com aprovação na unidade
curricular de Direito Constitucional

Curso promotor do projeto: Direito

Cursos integrados: Psicologia e Direito

Coordenadora: Leilah Luahnda Gomes de Almeida

Colaboradores: Sulamita Escarião da Nóbrega

Discentes: Ana Kalline Soares Castor, Anderson Barbosa Ramos, Bianca Paiva de Araújo,
Brenda Hellen Simões Silva, Damiana Rodrigues Dantas, Éricka Monique de Freitas
Xavier, Evelyn Kezia Pereira da Silva, Evenllyn Kalianne Nascimento da Silva, Gabriella
Martins Jacinto Ferreira, Hebert Henrique Palhano Crispin, Janay Ribeiro Pereira, João
Victor Dantas da Nóbrega Machado, Lucas de Vasconcelos Alves, Patrícia Tamires Gomes
dos Santos Silva, Ruth Arruda Diniz, Sabrina Emilly Evangelista Ribeiro, Suzanne Spinelli
de Figueirêdo Pessoa, Talissa Morais de Figueiredo, Vitória Estefani Meireles Mendonça,
Waldir Henrique Silva Batista.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros.

Locais onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ

Cronograma de execução do projeto: As reuniões presenciais acontecem nas


quartas-feiras às 11:00, quinzenalmente, na sala B38, Unipê, para apresentação do
material que vem sendo desenvolvido. A capacitação em EAD, para esse semestre,
possui carga horária de 40 horas aula, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal. As
apresentações presenciais (campanhas) estão agendadas para dia 30 de maio.

Resumo: Ligado aos Direitos Fundamentais, como Educação, Saúde, Cultura e meio
ambiente, trata-se de um projeto que visa expandir os horizontes da população,
fornecendo-lhes meios alternativos para solucionar conflitos e evitar o litígio por meio
de políticas educacionais alternativas.

175
Objetivo: Conscientizar os estudantes da rede municipal de ensino e os vulneráveis
sociais sobre seus direitos básicos como cidadão, construindo o pensar sob novos
cenários e criando perspectivas para esse grupo e para a sociedade de uma forma geral.

Metodologia de execução: Encontros quinzenais, discussão sobre métodos lúdicos e


alternativos de abordagem voltado para o público-alvo, leitura e capacitação EAD dos
extensionistas em uma parceria firmada entre o projeto e a Polícia Rodoviária Federal,
trabalhando o tema “Educação para o trânsito”.

Resultados alcançados/esperados: Realização de visitas quinzenais, por alunos


do Curso de Direito, às escolas estaduais ou municipais ou Centros de Assistência
Social Municipal, visando a realização de peças teatrais, aulas, palestras, workshops
e distribuição de material informativo em HQs (Histórias em Quadrinhos), sendo a
temática desenvolvida para esse semestre correlata à Segurança no Trânsito.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Lançamento FETRAN em Figura 2: Capacitação Figura 3: Capacitação com agente


João Pessoa em 26 de março de dos discentes presencial da Polícia Rodoviária Federal em
2018. realizada no dia 23 de abril 23 de abril de 2018.
de 2018 em parceria entre o
projeto e a Polícia Rodoviária
Federal.

Figura 4: Lançamento FETRAN em Figura 5: Capacitação EAD para os


João Pessoa em 26 de março de extensionistas promovida em parceria
2018. com a Polícia Rodoviária Federal.

176
PROJETO DE EXTENSÃO DIREITOS
FUNDAMENTAIS E TRABALHO
INFANTIL – PRODFTIN
Curso promotor do projeto: Direito

Coordenador(a): MICHELINE MARIA MACHADO DE CARVALHO

Discentes: Álvaro Souza Silva, Élidi Anne Fernandes Da Rocha, Fabíola De Fatíma
Camelo Pereira, Hanna Nóbrega Raia De Araújo, Luiza Miranda Lima, Maria Clara De
Paiva, Nady Jakelle Queiroz Dias, Rafael Lopes De Figueiredo, Tiago Da Cruz Medeiros,
Wellyson Medeiros Lucena.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Em escolas públicas e instituições de proteção


e apoio à criança e o adolescente. Nas escolas públicas é direcionado aos alunos do
ensino médio e aluno do EJA (Escola para Jovens e Adultos).

Cronograma de execução do projeto: o projeto se apresenta durante a semana, nos


turnos da manhã, tarde e noite, conforme o agendamento prévio feito nas escolas.

Resumo: O Projeto de Extensão Direitos Fundamentais e Trabalho Infantil – PRODFTIN


começou suas atividades no semestre letivo de 2016.1. A partir do semestre 2016.2
passou a ser projeto aprovado e acompanhado institucionalmente pela ASPED.

O presente projeto de extensão tem o objetivo de desenvolver, junto à comunidade do município


de João Pessoa, ações de conscientização, debate, esclarecimento de direitos fundamentais.
Em especial, para o combate, prevenção e erradicação do trabalho infantil. Com a finalidade
de promover o empoderamento da comunidade sobre os direitos fundamentais das crianças
e adolescente, apresentando as consequências do trabalho infantil e quais os direitos do
trabalhador jovem.

A proposta de ação escolhida para alcançar os objetivos propostos pretende, conhecer,


refletir e dar significados a realidade da exploração do trabalho infantil em João Pessoa,
e das questões e demandas subjacentes a proteção dos direitos fundamentais.

177
Neste sentido, o projeto de extensão tem como proposta atuar nas comunidades e
escolas públicas, onde a equipe do projeto desenvolve atividades de conscientização,
debate, esclarecimento de direitos para o combate, prevenção e erradicação do
trabalho infantil, e temas transversais de proteção dos direitos fundamentais.

O percurso metodológico seguido pelos acadêmicos do Curso de Direito está pautado


numa consciência crítica da realidade da infância e juventude afetada pelo fenômeno
trabalho infantil, e em estudos das questões de vulnerabilidades sociais e jurídicas
sobre a proteção dos direitos fundamentais.

É feito um trabalho cooperativo entre a equipe do projeto de extensão, a comunidade e


a instituições envolvidas, que contribua para um processo dialógico de enriquecimento
mútuo, em especial para a formação profissional e pessoal dos acadêmicos e da
professora responsável.

Considerando essa proposta, o projeto de extensão se desenvolve em etapas que


se complementam, que são a intervenção social e a produção de conhecimentos
específicos sobre a temática de proteção dos direitos fundamentais e trabalho
infantil.

Os serviços desenvolvidos pelo projeto são: desenvolvimento de estudos e pesquisas


sobre as problemáticas envolvendo a proteção dos direitos fundamentais; promoção
de palestras e eventos de debates e conscientização de direitos fundamentais;
realização de seminários/ palestras no UNIPÊ junto a comunidade acadêmica sobre
a proteção dos direitos fundamentais, em especial o trabalho infantil e direitos do
trabalhador jovem.

As apresentações consistem em temas de proteção dos direitos fundamentais. Os


temas são estudados e preparados pelos alunos. Temos apresentações sobre: trabalho
infantil, direitos do trabalhador jovem; mudanças da reforma trabalhista; bullying,
racismo, e desigualdade de gênero.

O cronograma de atividades no semestre de 2018. 1 foi dividido em etapas para serem


cumpridas. Nos meses de março e abril foram feitas reuniões para preparação do
material de apresentações das escolas. Os extensionistas debateram, pesquisaram e
elaboraram os materiais das apresentações. Nos meses de maio e junho acontecerão
as apresentações.

Nos dias 14 e 15 de maio vão apresentar no evento integrado de pesquisa e extensão


realizado pela ASPED; Nos dias 15, 16 e 17 de maio vão apresentar palestras no Seminário

178
Direitos Fundamentais, Práticas e Instrumentos de Proteção. Esse evento está sendo
organizado pelo PRODFTIN e CAJUP. Nos dias 22 e 23 de maio a apresentação será na
escola pública Índio Piragibe; Em 24 e 29 de maio na Escola Zumbi dos Palmares; Em
30/05 e 12/06 na Escola Francisca Moura; Nos dias 13 e 14 de junho na Escola Chico
Xavier.

Desde o início de suas atividades, em 2016.1, o Projeto Direitos Fundamentais e Trabalho


Infantil – PRODFTIN visitou um total de 12 (doze) escolas, sendo 6 (seis) estaduais e
6 (cinco) municipais. Esse grupo de escolas passou a ser visitado semestralmente
de forma alternada. Além de visitas às escolas, os extensionistas fizeram pesquisas
em várias entidades responsáveis sobre cadastro, recrutamento e capacitação de
jovens para o mercado de trabalho. Ademais, foram organizados/realizados 3 (três)
seminários, dentre os quais 2 (dois) sobre trabalho infantil, eixo-temático do projeto e
um seminário sobre o tema Infância e Juventude.

As atividades extensionistas nessas escolas foram muito bem recebidas, com


participação dos professores e alunos nos debates desenvolvidos nas escolas. Um
ponto a se destacar, é o fato de que a maioria das escolas visitadas no semestre
de 2017.2 foram escolas que tinham sido visitadas no semestre anterior e pediram
para continuar recebendo as visitas do PRODFTIN colocando a visita no calendário das
atividades da escola. Um resultado da satisfação e qualidade das apresentações que
são feitas.

O sucesso do PRODFTIN vem do compromisso e dedicação dos alunos do projeto que


cada vez mais vem aumentado o leque de temas que são levados para as escolas e
eventos que o projeto participa. Além de aumentar os assuntos que são explorados
nas apresentações, serão ampliados também as instituições que vão receber a visita
e atuação do PRODFTIN em 2018.2.

179
Acervo fotográfico das atividades do PRODFTIN:

Imagem 1: Atividade no Lyceu paraibano


Fonte: Projeto.

Imagem 2: Atividade na Escola Municipal Nazinha Barbosa Da Franca


Fonte: Projeto.

180
TIPIFICAÇÃO DO DANO MORAL
SOB A ÓTICA DA SEGUNDA
INSTÂNCIA DO JUDICIÁRIO
TRABALHISTA
Curso promotor do projeto: Direito.

Coordenador: Prof. Dr. Paulo Henrique Tavares da Silva

Discente: Israel Oliveira Mendes

Discentes: Ivy Nunes dos Santos Lima, João Victor bento da Silva, Israel Oliveira Mendes,
Felipe Alves Fernandes, Valéria Félix da Silva, Catianne Macena de Oliveira Ferreira,
Elaine Cristina da Conceição Silva.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto se desenvolve a partir de uma


reunião no Centro Universitário de João Pessoa-UNIPÊ, em uma das salas de pós-
graduação pautando diretrizes e, a partir disso, temos um grupo virtual para melhor
compartilharmos ideias e fazer a cooperação necessária ao desenvolvimento do
projeto.

Cronograma de execução do projeto: O projeto é realizado quinzenalmente em


horários previamente definidos entre o coordenador e os discentes.

Introdução: O ora projeto de iniciação visa o estudo dos pedidos de indenização


por danos morais e materiais decorrentes da relação de trabalho (art. 114, VI, da CF).
Também busca identificar de que maneira essas pretensões comparecem nas ações
trabalhistas e de que forma os juízes de 2ª instância estão enfrentando os temas
principais relacionados à afetação moral, procurando identificar, inclusive, possíveis
patamares de valor quando se estabelece um quantum indenizatório.

Método: A metodologia quanto ao tipo de estudo é uma pesquisa de natureza


jurídica-exploratória e quali-quantitativa, através da análise documental por meio da

181
técnica do estudo de casos. Quanto aos Instrumentos se dá pela análise de casos
jurídicos correlatos ao estudo e Pesquisa bibliográfica e documental. Já quanto aos
procedimentos de coleta de dados, as decisões judiciais foram coletadas, analisadas e
tabuladas, a partir do método do estudo de caso e da análise de conteúdo, procurando
identificar componentes que se relacionem com o objeto de pesquisa. Resultados: A
partir dos dados analisados e da discussão sobre o tema “tipificação do dano moral
sob a ótica da segunda instância do Tribunal Regional do Trabalho-13ª região”. Verificou-
se, que do total dos julgados procedentes no que se refere ao tema DANO MORAL
analisados no período, 56% provieram da 1ª Turma do TRT 13ª Região, 7% do Pleno do
TRT 13ª Região e 37% da 1ª Turma do TRT 13ª Região. E também que dos 23 (vinte e três)
tipos de danos morais constatados nos acórdãos, os 05 (Cinco) mais recorrentes foram:
003- Dano Moral Coletivo; 011- Por Acidente/Doença do trabalho, quando o empregador
não cumpre, seja por dolo ou culpa, as normas de segurança e medicina do trabalho;
013- Por assédio moral quando for configurada a manipulação perversa e o terrorismo
psicológico, assim compreendidos a degradação nas condições de trabalho, seja por
meio do rigor excessivo, incumbir o empregado com tarefas inúteis, isolamento etc;
014- Por Atraso salarial ou Atraso na rescisão contratual; 017- Por falta de Anotação da
CTPS ou Anotação desabonadora na CTPS.

182
EDUCAÇÃO


SI
CA
CONDIÇÕES DE TRABALHO E
FORMAÇÃO DOS PROFESSORES
DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUE ATUAM
NA REDE ESTADUAL DE ENSINO
MÉDIO DAS REGIÕES NORTE E SUL
DE JOÃO PESSOA / PARAÍBA
Curso promotor do projeto: Educação Física.

Cursos integrados: Licenciatura em Educação Física.

Coordenador(a): Lauro Pires Xavier Neto

Colaboradores(as): Lígia Luís de Freitas; Sílvia Azevêdo Sousa.

Discentes: Bruno Otavio da Silva Albino; Moisés Horus Andrade Sousa

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ /


Sala 233, Bloco L.

Cronograma de execução do projeto: Nas Terças-Feiras / horário 17:00 às 19:00.

Resumo: O presente estudo intitulado Condições de Trabalho e Formação dos


Professores de Educação Física que Atuam na Rede Estadual de Ensino Médio das
Regiões Norte e Sul de João Pessoa / Paraíba, tem como objetivo desvelar as condições
de trabalho e as condições de formação em que se efetiva o trabalho do professor de
educação física na rede de educação estadual do ensino médio das regiões norte e
sul do município de João Pessoa / Paraíba, com a finalidade de orientar a promoção de
melhorias nas políticas de formação de professores para este componente curricular
da educação básica e nos currículos de formação de professores das instituições
de ensino superior da região. O que já sabemos sobre as condições de trabalho e

184
condições formação dos professores de educação física que atuam na rede estadual
de João Pessoa / Paraíba? Embora a produção que investiga os professores no
Brasil seja vasta e fecunda, a resposta a esta questão que trata especificamente do
segmento dos professores de educação física não é facilmente obtida em uma revisão
do balanço da produção do conhecimento sobre formação e condições de trabalho
de professores no Brasil, tão menos na Paraíba. A população da pesquisa serão os
professores de educação física que atuam na Rede estadual de Ensino médio das
regiões norte e sul do município de João Pessoa / Paraíba. Serão utilizados recursos da
técnica da amostragem estratificada de escolas da rede pública estadual da Paraíba
considerando-se as características da divisão geográfica do município de João Pessoa,
abrangendo as escolas que compõem as regiões norte e sul do município de João
Pessoa; considerando-se no Estado a diversidade de ciclos de níveis de escolaridade
oferecidos (educação básica: fundamental e médio), com validação, após definição
da amostragem no Estados, na margem de 2% para mais ou para menos, com
intervalo de confiança de 95%. Para o levantamento das informações sobre trabalho e
formação dos professores que atuam na rede pública estadual do ensino médio das
regiões norte e sul de João Pessoa / Paraíba, recorreremos aos documentos oficiais,
à entrevista com os coordenadores pedagógicos e à entrevista com os professores
que atuam no chão da escola. Esta delimitação de fontes de documentação direta e
indireta demanda uso de métodos de pesquisa bibliográfica, documental e de campo.

Objetivo: Desvelar as condições de trabalho e as condições de formação em que se


efetiva o trabalho do professor de educação física na rede estadual do Ensino Médio das
Regiões Norte e Sul de João Pessoa - Paraíba, com a finalidade de orientar a promoção de
melhorias nas políticas de formação de professores para este componente curricular
da educação básica e nos currículos de formação de professores das instituições de
ensino superior da região.

Metodologia de execução: Para o levantamento das informações sobre trabalho


e formação dos professores que atuam na rede pública Estadual das regiões
norte e sul do município de João Pessoa do Estado da Paraíba, recorreremos aos
documentos oficiais, à entrevista com os coordenadores pedagógicos pelo controle e
acompanhamento do pessoal e à entrevista com os professores de educação física
que atuam no chão da escola. Esta delimitação de fontes de documentação direta e
indireta demanda uso de métodos de pesquisa bibliográfica, documental e de campo.

A pesquisa bibliográfica procurará por investigações que estiveram preocupadas com


o conhecimento das efetivas condições de trabalho e formação a partir das quais
atuam os professores de educação física na rede de educação básica da Paraíba.

185
A pesquisa documental MARCONI; LAKATOS (2011), levantará, compilará, catalogará,
descreverá e analisará os dados referentes às condições de trabalho e formação
dos professores de educação física produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Ministério da
Educação (MEC), ou arquivados nas Secretarias dos Estados da Paraíba. Os documentos
serão analisados conforme os procedimentos de análise de conteúdo MARCONI;
LAKATOS (2011), TRIVIÑOS (2011).

A pesquisa de campo MARCONI; LAKATOS (2011), buscará dados sobre as condições de


trabalho e formação dos professores da rede pública estadual das regiões norte e sul
de João Pessoa - PB, recorrendo a coleta de dados direta.

Na ausência de dados concretos sobre a realidade dos professores, os processos de


políticas e planejamento da formação de professores de educação física, especialmente
nas licenciaturas, que preveem uma carga horária de 600 horas de prática de ensino
e estágio, estão assentados em impressões subjetivas pontuais decorrentes da
relação imediata dos professores em formação, supervisores de campo e professores
do ensino superior durante as situações de estágio. O desconhecimento dos dados
objetivos sobre o corpo de professores de educação física que atuam na educação
básica do estado da Paraíba impossibilita, o desenvolvimento de políticas de melhoria
da qualificação do professores e o desenvolvimento de qualquer política, assentada
em bases realmente existentes, de formação das crianças e jovens matriculados na
educação básica, esteja esta política voltada ao rendimento esportivo, à promoção
da saúde, ao domínio dos conhecimentos sobre a cultura corporal, ou às políticas de
extensão do tempo escolar ou escola integral.

Frente a este desconhecimento, nossa hipótese é que há significativa distância


entre: a) as condições de trabalho e formação dos professores do quadro de pessoal
da rede pública estadual que oferta a educação básica na Paraíba; b) a elaboração
das proposições pedagógicas para a educação física empreendida por quadros
das instituições de educação superior; c) a formação de professores de educação
Física nos cursos superiores e as proposições de políticas para a educação física na
educação básica.

A coleta de dados irá levantar e catalogar informações acerca das condições de


trabalho dos professores de educação física da rede pública estadual do ensino médio
da regiões norte e sul do município de João Pessoa - PB, considerando-se: o tempo de
serviço, tipo de vínculo empregatício, carreira, salários, jornada de trabalho, quantidade
de turmas, escolas e turnos em que lecionam, quantidades de alunos por sala de aula

186
em que atuam, distância local de trabalho e local de moradia, tempo de deslocamento
do local de trabalho ao local de moradia, carga horária de planejamento de ensino
comparada com a jornada total em sala de aula, atuação em projetos e programas,
infraestrutura disponível para o ensino de educação física nas escolas considerando-
se equipamentos e instalações para a realização do trato com o conhecimento da
ginástica, dança, jogos, lutas e esportes na educação básica.

Os dados serão coletados a partir de entrevistas semiestruturada Triviños(2011), Lakatos


(2011) com os coordenadores pedagógicos, entrevista estruturada (MARCONI; LAKATOS,
2011) e conduzida com auxílio de formulários (TRIVIÑOS, 2011) com os professores
de educação física que atuam na rede de ensino estadual do ensino médio das
regiões norte e sul de João Pessoa / Paraíba, inicialmente (nesta primeira fase de
desenvolvimento dos instrumentos) a partir de amostra estratificada.

Os dados coletados durante a pesquisa em sua fase documental e de campo serão


compilados em acervo físico e catalogados em planilha EXCEL (programa de planilha
eletrônica escrito e produzido pela Microsoft para computadores que utilizam o sistema
operacional Microsoft Windows e também computadores Macintosh da Apple Inc.
Seus recursos incluem uma interface intuitiva e capacitadas ferramentas de cálculo,
construção de gráficos e relatórios), planilha que ficará arquivada em sistema de
computação nas nuvens DROPBOX partilhado com todas as instituições colaboradoras.

Resultados alcançados/esperados: O conhecimento das condições realmente


existentes do trabalho e formação dos professores de educação física que atuam na
rede de educação estadual das regiões norte e sul do município de João Pessoa do
estado da Paraíba, permitirá a melhoria do planejamento de políticas de formação
inicial e continuada de professores de educação física para a educação básica, assim
como melhorias do planejamento de políticas de formação em educação básica
para a população de crianças e jovens matriculados na rede estadual de ensino da
educação básica.

No âmbito do desenvolvimento de Ciência, Tecnologia e Inovação, dispomo-nos


a levantar dados mais consistentes sobre as condições de trabalho e de formação
realmente existentes, integrando-os aos dados já levantados, tabulados e analisados
pela Administração Pública e Organizações Não-Governamentais (ONG), tais como
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada (IPEA), Ministério da Educação (MEC), Organização das Nações Unidas (ONU),
Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), entre outros. Logo esperasse
que a atual pesquisa auxilie o planejamento de políticas educacionais voltadas ao
aprimoramento da formação e da atuação de professores de educação física para o
trabalho pedagógico com a educação física nas redes estaduais de ensino.

187
Também nas terças-feiras na sala 233, bloco L do centro universitário de João Pessoa
– UNIPÊ, ocorre um grupo de estudos voltado a formação continuado para docência.

Acervo fotográfico:

Figura 1: EEEFM Professora Daura Santiago Rangel


Fonte: Projeto.

Figura 2: EEEM Lyceu Paraibano


Fonte: Projeto.

Figura 3: EEEFM Compositor Luís Ramalho


Fonte: Projeto.

188
ANÁLISE DAS CONCEPÇÕES E
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE
DOCENTES DA REDE PÚBLICA DE
JOÃO PESSOA/PB
Curso promotor do projeto: Educação Física.

Coordenador(a): Lauro Pires Xavier Neto.

Colaboradores(as): Lígia Luís de Freitas e Sílvia Azevêdo Sousa.

Discentes: Adriano Coutinho dos Santos, Deyvidi Henrique de Andrade e Gabriel Guedes
da Silva.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Unipê - Centro Universitário de João Pessoa, BR


230 – km 22, Água Fria – CEP 58053-000, João Pessoa – PB, Sala 233, bloco L.

Cronograma de execução do projeto: Todas as Terças-Feiras, das 17h às 19h.

Resumo: A pesquisa Análise das concepções e práticas pedagógicas dos docentes


da rede pública de João Pessoa/PB objetiva analisar as concepções e práticas
pedagógicas de docentes do ensino fundamental da Rede Pública de Ensino de João
Pessoa-PB, bem como estabelecer ações concretas no tocante a formação em serviço
de professores e professoras desses níveis. O Projeto destina-se a escolas públicas da
Zona Sul de João Pessoa/PB. A amostra é composta por cinco Escolas Públicas de João
Pessoa/PB da Zona Sul, escolhidas por conveniência (escolas parceiras do estágio
supervisionado), nas quais contempla-se um grupo de docentes da educação infantil,
o ensino fundamental I e II, total que representou 20% do quadro de profissionais que
compõem as escolas participantes. Essa pesquisa é de natureza qualitativa, descritiva
e de campo, do tipo documental (GIL, 2008), aproxima-se de uma pesquisa-ação,
utiliza para a análise dos dados a Análise de Conteúdo de Bardin (1992), o método
crítico-dialético (GAMBOA, 1998) e o método observacional (GIL, 2008). Foram utilizados
como instrumentos para a coleta de dados, questionário e roteiro de observação. A

189
pesquisa encontra-se em andamento, cujas análises foram realizadas apenas em
três escolas. Até o presente momento, como resultado, encontra-se um TCC em fase
de conclusão, um artigo apresentado na IX FIPED, cujas análises foram realizadas com
três PPP’s, e com cinco professores de Educação Física. Analisou a relação teórico-
prática entre as concepções apresentadas nos PPP’s com as aulas dos respectivos
professores, na tentativa de observar a coerência da materialização das concepções
presentes nos documentos.

Objetivo: Analisar as concepções e práticas pedagógicas de docentes da rede pública


de ensino de João Pessoa/PB.

Metodologia de Execução: A pesquisa se caracteriza de natureza qualitativa, descritiva


e de campo do tipo documental (GIL, 2008). Está sendo realizada em instituições
de ensino público municipal de João Pessoa, podendo alguma de suas etapas, a
exemplo da análise dos dados, acontecer em instalações mais adequadas para
esse procedimento. Mostrará qual o modelo das práticas pedagógicas atuais de uma
amostra de professores de Educação Física da rede municipal de João Pessoa, e qual
a relação que essa prática tem com a concepção adotada pelo professor e com o
projeto político pedagógico da escola. Aproxima-se de uma pesquisa-ação, utilizando
para a análise dos dados a Análise de Conteúdo de Bardin (1992), o método crítico-
dialético (GAMBOA, 1998) e o método observacional (GIL, 2008). Foram utilizados como
instrumentos para a coleta de dados, questionário e roteiro de observação.

Resultados Esperados: O campo da pesquisa qualitativa é uma referência que congrega


diferentes correntes que possuem em comum a oposição aos métodos experimentais
nas ciências humanas e sociais. E é neste sentido que nos aproximamos de uma
vertente da pesquisa qualitativa – a pesquisa-ação (RICHARDSON, 2015). Neste aspecto,
espera-se cumprir as etapas da pesquisa-ação (ação-reflexão-nova ação). Espera-se
identificar as diferentes concepções e práticas pedagógicas, acompanhamento das
relações formativas interdisciplinares, troca de experiências entre docentes através
da realização de seminários, oficinas temáticas, exibição de filmes e documentários e
projetos de estudo/intervenção nas escolas e realização da formação continuada em
serviço.

Onde encontra-se a pesquisa

Primeiras ações: Análises dos documentos dos PPP’s, cujo mesmo foi analisado a
partir das categorias do método crítico-dialético, que “utiliza técnicas bibliográficas

190
e históricas com estudos de textos, documentos, registros, etc” (GAMBOA, 1998, p. 112).
Identificou três grandes grupos de concepções pedagógicas.

Quadro 1 – Distribuição de dados segundo categorias de concepção

DADOS DOS PPP’s

CONCEPÇÃO TEÓRICO- CONCEPÇÃO DE CONCEPÇÃO DE CONCEPÇÃO DE


ESCOLAS
METODOLÓGICA HOMEM EDUCAÇÃO SOCIEDADE

Sujeito ativo, Interação contínua


Sociedade moderna
participativo, entre ser humano e
e em constante
construtor e meio, construindo
SÓCIO-INTERACIONISTA transformação que
ESCOLA A utilizador de nas relações sociais
(VYGOTSKY) exige novas ações e
conhecimentos em conhecimento, valores,
comportamentos do
suas relações intra representações e
homem.
e interpessoais. identidades.

Sujeitos com
Vivências de diversas Sociedade
saberes, valores
situações que democrática a partir
e atitudes que
desenvolvam as da organização
subsidiem
relações interpessoais e participação
SÓCIO-INTERACIONISTA posicionamentos
ESCOLA B e proporcione a de diferentes
(VYGOTSKY) críticos,
participação da vida segmentos sociais
responsáveis
científica, cultural, na tomada de
e construtivos
social e política do país decisões e no
nas diferentes
e do mundo. controle coletivo.
situações.

A partir de várias
COGNITIVISTA (PIAGET) metodologias,
Sociedade
Cidadão integrado desenvolvendo uma
globalizada.
e útil à sociedade, prática docente que
SÓCIO INTERACIONISTA Não expõe as
habilitado e capaz ressalta a importância
(VYGOTSKY) perspectivas dessa
de enfrentar a de construção
sociedade em
competição no dos potenciais de
ESCOLA C LIBERTADORA (PAULO relação ao meio e ao
campo de trabalho. aprendizagem e de
FREIRE) homem.
reflexão crítica dos
alunos.

Fonte: Dados da pesquisa, (2018).

No segundo momento houve a aplicação do questionário temático em apenas três


escolas da rede municipal de João pessoa. O referido questionário, nos subsidiou
identificar as relações entre a concepção pedagógica do professor e sua relação
concepção da escola.

Onde desejamos chegar

Verifica-se a necessidade de uma formação continuada no município. Portanto,


esperamos aplicar uma formação na rede municipal de João pessoa, visando formar
os professores de modo a reduzir essa dissociação entre a concepção do professor e
a da escola.

191
Acervo fotográfico:

Figura 1: Encontro para desenvolvimento do Projeto.


Fonte: acervo dos pesquisadores

192
Figura 2: Programação para execução do projeto.
Fonte: acervo dos pesquisadores

Figura 3: Campo de Pesquisa 1.


Fonte: acervo dos pesquisadores

193
ESCOLA DE TREINAMENTO
RESISTIDO - ETRES
Curso promotor do projeto: Educação Física

Coordenador(a): Marcos Antonio de Araujo Leite Filho

Discentes: Yuri Emanuell de Sousa Santos; Kassio Nascimento Morais; Ronaldo Oliveira
Torres de Souza; Danyella Farias Alves; Maria Gabriela Rocha Estevam; Eliana Alves de
Brito; Pietrosviky Janossés Pereira Nunes; Bruno Henrique Ferreira da Silva e Manoel
Marcelino F. De Souza Junior.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Academia de Musculação do UNIPÊ Cronograma


de execução do projeto: Segunda, terças e quintas das 16:30 ás 17:30

Resumo: Promover a melhoria na qualidade de vida, saúde e na estética corporal em


usuários praticantes de Treinamento com pessoas e campo de estágio prático para os
discentes do curso de Educação Física do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ.

Palavras Chave: Musculação; Qualidade de Vida; Projeto de Extensão

Metodologia: A ETRES é um dos projetos de extensões mais antigos do UNIPÊ.


Atualmente o projeto encontra-se atendendo 30 alunos (usuários), com idades entre
18 a 60 anos, de ambos os sexos. São utilizados exercícios com pesos, livre e em
maquinas articuladas. As atividades são realizadas de acordo com a supervisão de 01
(um) professore, 08 (oito) estudantes extensionistas voluntários e 01 (um) extensionista
com incentivo, totalizando 09 discentes. É importante destacar que as atividades são
desenvolvidas durante 04 (quatro) meses na sala de musculação do Centro Universitário
de João Pessoa - UNIPÊ, no turno tarde (16:30 às 17:30 h) nas segundas, terças e quintas.
Todos os usuários são avaliados inicialmente em relação as características clinicas,
antropometria e composição corporal por meio da bioimpedância, modelo Inbody
720, antes e após o termino das atividades. Para o acompanhamento das atividades,
utiliza-se uma ficha de musculação, onde são registrados os dados dos perfis do
aluno, exercícios, cargas, repetições e intervalos, configurando assim, monitoramento
de todas as atividades desenvolvidas e consecutivamente a identificação da evolução

194
dos indivíduos. Quanto ao aluno extensionistas, os mesmos passar por diversos
treinamentos, permitindo unir o conhecimento prático com o teórico. Resultados:
durante as sessões de treinos, constata-se nos usuários, melhorias visíveis na
diminuição da massa de gordura corporal e ampliação da massa muscular, nos níveis
de ansiedade e depressão, redução de dores articulares dos membros inferiores,
melhor capacidade física, maior resistência física e amplificação da força muscular.

Conclusão: As atividades oferecidas resultaram uma vida mais saudável, maior


interação social e melhorias na qualidade de vida dos usuários participantes do
projeto. Quanto aos discentes, permitir que sejam adquiridas experiências no ramo
do treinamento com pesos (musculação), preparando-os para o mercado a partir do
planejamento das atividades, do contato com o público/usuário.

EXTENSIONISTAS SEMETRE 2013.1 EXTENSIONISTAS SEMETRE 2013.2

195
ESPORTES URBANOS:
DESAFIOS CORPORAIS
Curso promotor do projeto: Educação Física

Cursos integrados: Nenhum

Coordenador(a): Rogério Fonseca dos Santos

Nome completo do discente: Mateus Ruggeri Martins, Adriano Coatti Junior, Hugo
Germano R. Silva, Mercia da Paz Melo Costa, Naysa Campos Soares, Rodolfo Fonseca
Seixas, Rogerio da Silva Pereira, Jonatha Nascimento de Oliveira, Tamires Pâmela
Nascimento Matias.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos - UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores - UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Complexo desportivo Educação Física, sala de


ginástica artística, bloco L e área aberta procima a caixa d’agua.

Cronograma de execução do projeto: quartas e sextas das 17:15 as 18:30.

Resumo: Os esportes radicais urbanos são atividades da atualidade que são praticadas
entre jovens de 16 aos 30 anos, muito embora exista muitas pessoas que praticam
esses esportes em outras faixa etárias. Essas atividades estimulam a tomada
de decisão e resolução de problemas e que melhor apresenta a manifestação da
inteligência corporal na educação física. São vários os esportes urbanos podemos citar
a corrida orientação Sprint, rapel, escalada, slackline, patins, skate entre outros. Esses
esportes podem desenvolver vários benefícios tais como velocidade, resistência, força,
estratégia, habilidades motoras, trabalho em grupo, percepção, atenção, equilíbrio
dinâmico e precisão de movimentos.

O projeto de extensão Esportes Urbanos Desafios Corporais, tem como objetivo


possibilitar a pratica de alguns esportes urbanos enquanto atividade física, criando
condições para conhecimento, pesquisas e desenvolvimento dos esportes radicais no
meio universitário e comunidade em geral.

Objetivo: Possibilitar a pratica de alguns esportes urbanos enquanto atividade física,


criando condições para conhecimento, pesquisas e desenvolvimento dos esportes
radicais no meio universitário e comunidade em geral.

196
Metodologia de execução: O projeto funciona com a oferta de atividade física com
base em alguns esportes urbanos. Os treinos iniciam com um aquecimento e a pratica
dos esportes Parkour, Slackline e iniciação a corrida de orientação Sprint, Escalada
indoor.

Resultados esperados: Ao iniciar o projeto os participantes realizaram teste um


teste de equilíbrio dinâmico, ao final do semestre será repetido o mesmo teste,
esperamos encontrar melhorias no equilíbrio dinâmico dos participantes, nossa
pespectiva é também que as pessoas possam ter um contato seguro e orientado com
os esportes urbanos de aventura e que lhes possam contribuir no conhecimento de
novas sensações, fisicas e psicossociais que promovam o bem estar e melhoria na
qualidade de vida.

Beneficiários: O projeto Escalada Esportiva que deu origem ao projeto atual teve início
oficialmente em 14.2 tendo um numero de beneficiário médio 40 a 50 pessoas por
semestre e uns 40 extensionistas nesses 10 semestres.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Atividade de escalada Figura 2: Atividade de Parkour

197
Figura 3 - Atividades de aventura urbana (Arvorismo)

BIBLIOGRAFIA:

Bernardes, L. C. Atividades de Aventura para Profissionais de Educação Física. São


Paulo: Phorte editora. 2013, 1ª edição.

PEREIRA. Dimitri Wuo, ARMBRUST. Igor. Pedagogia da Aventura: Os esporte Radicais de


aventura e de Ação na escola. Jundiaí: Fontoura, jun. 2010.

SILVA DA. C. F. C., VIDAL. L. M. S., SILVA DA. S. A. C, CATUNDA M. G. Slackline: Uma fita como
ponte para a educação através da aventura. Cadernos de Extensão do Instituto
Federal Fluminense. Campos dos Goytacazes, RJ, v.2, p. 25-30, 2016.

Us Beco D’ Sampa. Arquivo da TAG: Esportes Urbanos; Ciclismo; Skate; Slackline;


Parkur. Disponível em: www.usbecosp.wordpress.com/tag/esportes-urbanos-
ciclismo-skate-slackline-parkur/; acesso em 28.08.2017.

198
EXTENSÃO DE HIDROGINÁSTICA
Curso promotor do projeto: Educação Física

Coordenador(a): Dr.ª Silvana Nóbrega Gomes

Nome completo do discente Colaboradores(as): José Ronaldo Eduardo da Silva,


Edvaldo de Oliveira Costa Filho, Rebeca Cristina da Silva Santos, Stéfany Nayara Pereira
da Conceição, Sivanês Diniz de Veras, Luiz Henrique dos Santos da Cruz Marques,

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Na piscina do Centro Universitário de João


Pessoa – UNIPÊ. Endereço: Br 230 - Km 22 S/N - Campus do UNIPÊ - 58053-000 JOAO
PESSOA – PB, próximo ao bloco F.

Cronograma de execução do projeto: A extensão é realizada nos dias de Segunda


e quarta-feira, das 17:00 hrs às 18:30. Sendo a Hidroginástica das 17:00 às 17:50 e a
natação 17:50 às 18:30.

Resumo: A extensão de natação e hidroginástica tem como objetivo promover e


possibilitar a construção do saber experiencial para os discentes do curso de Educação
Física relacionado com a produção e reflexão do conhecimento cientifico, através do
serviço a comunidade. Metodologia: O projeto é desenvolvido sob a coordenação da
disciplina Atividades aquáticas II, sendo coordenado pela Docente Prof.ª Drª Silvana
Nóbrega Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, voluntários para as
aulas de Hidroginástica. São disponibilizadas 60 vagas para turma de hidroginástica
para pessoas na faixa etária de 20 a 80 anos. As atividades são desenvolvidas
nas segundas, quartas e quintas-feiras, das 17:00 as 17:50 horas. Carregando um
diferencial através das contruções e aplicações de novas propostas metodologicas
nas aulas de hidroginástica. Resultados: Foi realizada a capacitação dos discentes
envolvidos, que agora em sua maioria já estao inseridos no mercado de trabalho
na hidroginástica(estágios); Foram realizadas publicações de artigos científicos
em congresso e revistas; Melhoria na qualidade de vida dos participantes de hidro,
verificado através de todos os parâmetros avaliados (força, flexibilidade, resistência,
composição corporal, etc); Bem como a elaboração e aplicação de novas formas de

199
periodizar e planejar treinos de natação e hidroginástica. E assim esperamos para os
próximos semestres.

Objetivo: Promover e possibilitar a construção do saber experiencial para os discentes


do curso de Educação Física relacionado com a produção e reflexão do conhecimento
cientifico, através do serviço a comunidade.

Metodologia de execução: O projeto é desenvolvido sob a coordenação da disciplina


Atividades aquáticas I e II, sendo coordenado pela Docente Prof.ª Drª Silvana Nóbrega
Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, voluntários para as aulas de
Hidroginástica e natação. São disponibilizadas 60 vagas para turma de hidroginástica
para pessoas na faixa etária de 20 a 80 anos. As atividades são desenvolvidas nas
segundas e quartas-feiras, das 17h:00 as 18:40.

Em 2017.2 foram ministradas aulas tradicionais de Hidroginástica e iniciou-se a


elaboração e construção de uma nova metodologia nas aulas de hidroginástica, e
a preparação dos discentes voluntários para avaliação dos participantes para assim
garantir um alcance real dos resultados obtidos. Assim, em 2018.1 a hidroginástica,
inovou com a apresentação de uma nova proposta metodologicas nas aulas. E para
tanto, estão sendo realizados questionários e testes iniciais e finais, que servem como
parâmetro tanto para a prescrição inicial, como para verificar os resultados obtidos
com maior fidedignidade.

Além de toda a preocupação com os benefícios físicos, a extensão de hidroginástica


também inovou com um diferencial na atenção especial da socialização dos seus
participantes, promovendo o chá da tarde, que é um momento após a aula destinado
para a confraternização e interação social dos participantes através de um lanche, algo
que tanto benefício o aspecto social, bem como desperta sutilmente a importância
dos cuidados e bons hábitos alimentares.

Resultados alcançados/esperados: Em 2017.2, a turma de hidroginástica contou


com 60 participantes, os quais obtiveram resultados altamente favoráveis, tais como:
melhorar da flexibilidade, diminuição do peso corporal, redução de dores articulares
e musculares, melhora na auto-estima, como também uma melhorar significativa
quanto à interação e inserção social. Para 2018.1 há uma expectativa de melhores
resultados no nível de força, resistência aeróbica, flexibilidade, composição corporal,
pressão arterial, qualidade de vida e socialização.

Dessa forma, foi realizada a capacitação dos discentes envolvidos, que agora em sua
maioria já estão inseridos no mercado de trabalho na área de natação e hidroginástica;

200
Foram realizadas publicações de artigos científicos em congresso e revistas; Melhoria
na qualidade de vida dos participantes da natação e hidro, verificado através de todos
os parâmetros avaliados (força, flexibilidade, resistência, composição corporal, etc);
Bem como a elaboração e aplicação de novas formas de periodizar e planejar treinos
de natação e hidroginástica. E assim esperamos para os próximos semestres.

Acervo fotográfico:

Figura 1 - Aula de hidroginástica, alunos realizando exercícios para MMII.


Fonte: Projeto.

201
Figura 2: Alunos desfrutando com alegria a aula de hidroginástica.
Fonte: Projeto.

Figura 3: Momento de relaxamento, parte final da Aula.


Fonte: Projeto.

202
EXTENSÃO DE NATAÇÃO
Curso promotor do projeto: Educação Física

Coordenador(a): Dr.ª Silvana Nóbrega Gomes

Nome completo do discente Colaboradores(as): Amanda Samara, Edvaldo de Oliveira


Costa Filho, Jamily Barbosa Bezerra, José Ronaldo Eduardo da Silva, Luiz Henrique dos
Santos da Cruz Marques, Maria Eliziane Caitano Pereira, Pablo Modesto de Araújo, Rebeca
Cristina da Silva Santos, Sivanês Diniz de Veras, Stéfany Nayara Pereira da Conceição,
Tarcisio Araújo de Castro.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Na piscina do Centro Universitário de João


Pessoa – UNIPÊ. Endereço: Br 230 - Km 22 S/N - Campus do UNIPÊ - 58053-000 JOAO
PESSOA – PB, próximo ao bloco F.

Cronograma de execução do projeto: A extensão é realizada nos dias de Segunda e


quarta-feira, das 17:50 às 18:30.

Resumo: A extensão de natação tem como objetivo promover e possibilitar a


construção do saber experiencial para os discentes do curso de Educação Física
relacionado com a produção e reflexão do conhecimento cientifico, através do serviço
a comunidade. Metodologia: O projeto é desenvolvido sob a coordenação da disciplina
Atividades aquáticas I, sendo coordenado pela Docente Prof.ª Drª Silvana Nóbrega
Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, voluntários para as aulas de
natação. São disponibilizadas para turma de natação (iniciação) serão oferecidas 25
vagas para crianças na faixa etária de 08 a 14 anos. As atividades são desenvolvidas
nas segundas e quartas-feiras, das 18:00 as 18:40. Carregando um diferencial através
das contruções e aplicações de novas propostas metodologicas, trazendo novas
reflexões e proposta para aprendizagem da natação infantil. Resultados: Foi realizada
a capacitação dos discentes envolvidos, que agora em sua maioria já estao inseridos
no mercado de trabalho na área de natação; Foram realizadas publicações de artigos
científicos em congresso e revistas; Bem como a elaboração e aplicação de novas
formas de periodizar e planejar treinos de natação. E assim esperamos para os
próximos semestres.

203
Objetivo: Promover e possibilitar a construção do saber experiencial para os discentes
do curso de Educação Física relacionado com a produção e reflexão do conhecimento
cientifico, através do serviço a comunidade.

Metodologia de execução: O projeto é desenvolvido sob a coordenação da disciplina


Atividades aquáticas I e II, sendo coordenado pela Docente Prof.ª Drª Silvana Nóbrega
Gomes e 16 discentes do curso de Educação Física, voluntários para as aulas de
Hidroginástica e natação.

São disponibilizadas 60 vagas para turma de hidroginástica para pessoas na faixa


etária de 20 a 80 anos. Para turma de natação (iniciação) serão oferecidas 25 vagas,
para crianças na faixa etária de 08 a 14 anos. As atividades são desenvolvidas nas
segundas e quartas-feiras, das 17h:00 as 18:40.

As aulas de Natação em 2017.2 foram desenvolvidas aulas de adaptação ao meio


líquido e iniciação aos nados Crawl e Costa.

Resultados alcançados/esperados: Na natação todos os alunos participantes foram


adaptados ao meio líquido e alcançaram com sucesso a aprendizagem do nado Crawl
e Costa. Além do sucesso nos objetivos das aulas, também tivemos a produção de
um TCC dos nossos alunos, que teve publicação no Congresso Brasileiro de Natação
Infantil. Dessa forma, foi realizada a capacitação dos discentes envolvidos, que agora
em sua maioria já estão inseridos no mercado de trabalho na área de natação; Foram
realizadas publicações de artigos científicos em congresso e revistas; Melhoria na
qualidade de vida dos participantes da natação; Bem como a elaboração e aplicação
de novas formas de periodizar e planejar treinos de natação e hidroginástica. E assim
esperamos para os próximos semestres.

204
Acervo fotográfico:

Figura 1 - Aula de natação infantil


Fonte: Projeto.

Figura 2 - Adaptação ao meio líquido.


Fonte: Projeto.

205
HIDROGINÁSTICA
NA TERCEIRA IDADE
Curso promotor do projeto: Educação Física.

Cursos integrados: Não se aplica.

Coordenador: Prof. Me. Bruno Teixeira Barbosa.

Colaboradores: Não se aplica.

Discentes: Anita Beatriz Silva R. de Melo, Thalisson Lumeira de Andrade, Carlos Henrique
de Lira Ferreira, Cibele Beatriz Sousa, Rosane Letícia Santos da Silva, Ana Luisa Uchôa
de Azevedo, Wanduy Brindeiro Neto, Antônio Batista Chaves de Meneses, Cinthya Piquet
de Medeiros Pires, Jéssica Virgínia Barbosa da Silva, Elizabeth Maria Oliveira da Silva,
Maria Thalita Medeiros da Silva, Morgana Rios de Oliveira, Sérgio Ricardo Alves Filho,
Samuel Lucas Ribeiro da Silva, Ruan Vitor Sales da Silva, Tarciara Pereira Bacurau,
Marcella Mayra Gervázio de França, Adrielly Karoline de Morais Bispo, José André Silva
de Andrade, Rodolfo Emanoel de Oliveira.

Público alvo e beneficiários do projeto: Comunidade idosa da cidade de João Pessoa/


PB.

Local onde o projeto se desenvolve: Complexo aquático do Centro Universitário de


João Pessoa – Unipê.

Cronograma de execução do projeto: O projeto acontece 02 (duas) vezes por semana


(terça-feira e quinta-feira). Cada sessão de hidroginástica tem duração de 55 minutos,
sendo realizada das 16:00 às 17:00 horas.

Objetivo: Melhorar a qualidade de vida da população idosa mediante intervenção de


exercício físico em ambiente aquático.

Metodologia de execução:

1) População: O projeto insere em suas atividades sujeitos com idade igual ou superior
a 60 anos sem limitações físicas que impeçam a prática do exercício físico em
ambiente aquático e que apresentem atestado médico que comprove a aptidão do
sujeito em participar de um programa de exercício físico regularmente. Os sujeitos são

206
recrutados via processo de inscrição realizado no site da instituição Unipê. Atualmente,
o projeto de extensão Hidroginástica na Terceira Idade conta com a participação de 45
idosos de ambos os sexos, com predominância do sexo feminino; 2) Procedimentos:
O referido projeto ocorre 02 (duas) vezes por semana e cada sessão de hidroginástica
tem duração de 55 minutos (16:00-17:00 hrs). As sessões de hidroginástica seguem
um protocolo de evolução de intensidade a partir da inserção de acessórios que
oferecem resistência ao meio líquido (por exemplo: espaguete flutuador); estas
evoluções ocorrem. As sessões de hidroginástica estão foram divididas em 3 fases,
a saber: aquecimento (10 minutos), parte principal (40 minutos) e volta à calma (5
minutos). O corpo discente envolvido no projeto foi dividido em trios para que, em
cada sessão de hidroginástica, os idosos disponham de um professor principal (voz
ativa) e dois professores secundários (assistentes). Esta metodologia foi adotada para
que todos os discentes extensionistas tivessem a oportunidade de estar à frente de
uma aula de hidroginástica. A partir do segundo semestre de atividades da extensão
Hidroginástica na Terceira Idade a disposição dos alunos em trios se mostrou valiosa
para os alunos novatos que, uma vez inseridos em um trio com alunos veteranos,
tiveram (e continuam tendo) a oportunidade de, antes de assumir uma aula, colaborar
para a mesma na qualidade de assistente; 3) Avaliação: Os discentes extensionistas
são avaliados dia-a-dia por meio de reuniões que são realizadas após todas as
sessões de hidroginástica para discussão de erros e acertos cometidos. Além de
levar em consideração a satisfação do público da referida extensão universitária, as
reuniões servem para discussão de abordagens técnicas apropriadas para uma aula
de hidroginástica.

Resultados esperados/alcançados: O presente projeto de extensão pretende atingir


os seguintes resultados: 1) Para a comunidade: a) Promover integração social entre
idosos residentes na cidade de João Pessoa (PB); b) Permitir que a população idosa
experimente vivências diversas com os discentes do curso de Educação Física do
UNIPÊ; c) Aproximar os idosos das atividades da pesquisa, valorando sua presença
para a formação acadêmica dos discentes extensionistas. Para o corpo discente
do Unipê: a) Permitir que o discente disponha de trabalhos acadêmico-científico
para apresentação e publicação em anais de congressos, simpósios e seminários
nacionais/internacionais; b) Publicações de artigos originais em periódicos científicos
nacionais e/ou internacionais com qualis A e/ou B; c) Cooperar para o ingresso de
discentes da extensão em programas de pós-graduação na área de educação física;
d) Permitir que o discente do curso de educação física do Unipê adquira experiência no
ramo das atividades aquáticas, preparando-o para o mercado a partir do planejamento
das aulas, do contato com o público/usuário e do compromisso com pontualidade,

207
frequência e avaliação das atividades desenvolvidas no âmbito da extensão. Dito isto
e entendendo que a extensão universitária Hidroginástica na Terceira Idade está em
andamento e alinhada com as ações do Grupo de Estudos do Exercício Físico aplicado
à Saúde (GEEFAS – www.geefas.com) coordenado pelo Prof. Me. Bruno Teixeira Barbosa,
os resultados esperados veem se concretizando na medida que, subjetivamente, é
perceptível que os idosos interagem entre si e entre os discentes extensionistas de
maneira afetiva e carinhosa e, objetivamente, com a produção e publicação de artigos
científicos já publicados no site da referida instituição (link: http://unipe.br/2018/01/10/
grupo-de-estudos-do-unipe-tem-artigo-aceito-em-periodico-internacional/) e em
fase de submissão e de elaboração. Além disso, as experiências adquiridas pelo corpo
discente têm sido de grande qualidade devido à excelente relação docente-discente
que permeia o trabalho da extensão universitária Hidroginástica na Terceira Idade.

Acervo fotográfico:

Para mais informações, acessar https://www.geefas.com/ ou, para mais fotos,


acessar https://www.geefas.com/galeria.

Figura 1. Equipe de discentes extensionistas do semestre letivo 2017.2.


Fonte: Projeto.

208
Figura 2. Celebração do outubro rosa com os idosos da extensão universitária no semestre letivo
2017.2.
Fonte: Projeto.

Figura 3. Procedimento de tabulação de dados coletados para pesquisa com os idosos integrantes da
extensão universitária Hidroginástica na Terceira Idade.
Fonte: Projeto.

209
LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO
FÍSICA – LAF-UNIPÊ/SANNY
MULTIDISCIPLINAR – FISIOLOGIA
DO MOVIMENTO
Curso promotor do projeto: Educação Física

Cursos integrados: Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina e Pós


Graduação – UNIPÊ.

Coordenador(a): Prof. Dr. Ramon Cunha Montenegro

Colaboradores(as): Prof. Dr. Eric de Lucena Barbosa, Prof. Dr. Felipe Brandão dos Santos
Oliveira, Prof. Dr. Marcos Araújo Leite Filho, Prof. Ms. Luís Paulo Nogueira Cabral Borgues
e Renata Gouveia Nunes (Técnica).

Nome completo do Discente: Deborah Borges dos Santos, Eliana Alves de Brito, Freed
de Souza Menezes, Marcos Antônio Camilo de Almeida, Nicolle Sheyla de Carvalho
Soares Silva.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( x )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais? Atletas

Local onde o projeto se desenvolve: Laboratório de Avaliação Física – Ginásio


Poliesportivo do UNIPÊ.

Cronograma de execução do projeto: Segunda, Terça, Quarta e Quinta (08h às 18h) e,


na Sexta (08h às 17h).

Resumo: O Laboratório de Avaliação Física LAF – UNIPÊ/SANNY, foi estruturado com o


objetivo de incentivar e colaborar com as atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão
do UNIPÊ. Tal realização enfatiza o reconhecimento das instituições envolvidas pela
excelência de seus serviços educacionais, formando profissionais capacitados para
o mercado de trabalho com senso crítico e inovador, conscientes dos seus deveres
de cidadãos. As instalações e equipamentos do LAF-UNIPÊ/SANNY destinam-se ao
atendimento das necessidades e peculiaridades dos cursos de Educação Física e

210
demais cursos da área de Saúde, tendo em vista a garantia da qualidade de ensino e
a formação de profissionais aptos a vencerem os desafios no mercado de trabalho.
O Laboratório funciona nos turnos manhã e tarde no Ginásio Poliesportivo com os
atendimentos direcionados aos alunos, a comunidade, aos funcionários e as empresas
conveniadas.

Objetivo: Incentivar e colaborar com as atividades de ensino, pesquisa e extensão do


UNIPÊ.

Metodologia de execução: O projeto centraliza-se na necessidade de um ambiente


que auxilie o Curso de Educação Física e os cursos da área da saúde do UNIPÊ na
execução de práticas pedagógicas integradoras e interdisciplinares de excelência,
possibilitando o envolvimento dos Professores, Alunos e Funcionários. Contudo,
são integradas três áreas específicas, ou seja: Laboratório de Fisiologia do Esforço,
Laboratório de Biomecânica e Laboratório de Avaliação Antropométrica, os quais
favorecem as vivências e aprendizagens adequadas ao volume de atendimentos
ofertados pela Instituição.

As atividades são realizadas durante o período letivo de cada semestre e, para ter
acesso ao LAF-UNIPÊ/SANNY, o Professor responsável pela atividade deverá preencher
o Formulário de Agendamento, descrevendo todos os procedimentos que serão
realizados. Todas as pesquisas que vierem a ser apoiadas pelo LAF-UNIPÊ/SANNY
deverão apresentar, antecipadamente, o documento de aprovação do Comitê de Ética
em Pesquisa do UNIPÊ.

Os Professores, alunos e usuários que utilizam o LAF-UNIPÊ/SANNY, antecipadamente


assinam o Termo de Responsabilidade, comprometendo-se em observar as diretrizes
do regulamento interno. Dentre as atividades, o LAF proporciona a avaliação da
composição corporal, a classificação e predisposição para a pratica esportiva
com a Dermatoglífia, a avaliação do desempenho cognitivo, a análise de testes
neuromotores como a Força Dinâmica e Estática (máxima e submáxima), a verificação
da Flexibilidade, a determinação da atividade elétrica dos músculos (Eletromiografia),
a análise da capacidade pulmonar (Espirometria), a Avaliação Postural, a identificação
da Capacidade Ventilômetria Máxima (VO2Máx) entre outros.

Resultados alcançados/esperados: Desde a criação do Laboratório, agosto de 1999,


foi possível identificar grandes avanços na produção acadêmica, com trabalhos
de conclusão dos cursos de graduação submetidos e publicados em periódicos
nacionais e internacionais, como também, a produção de dissertações e teses em

211
programas stricto sensu, além das diversas participações dos alunos em Feiras
de Profissões nas Escolas da Grande João Pessoa, interagindo com a população e
divulgando as atividades que o curso de Educação Física oferece.

Conforme os resultados descritos no Gráfico 1, foi possível verificar um aumento


significativo do número de avaliações físicas realizadas com a comunidade que
pratica atividades físicas nos Programas de Extensão do Curso de Educação Física,
como também, cresceu a execução de aulas práticas nos componentes curriculares
das disciplinas dos cursos das áreas de saúde e, a busca de alunos e professores pelo
desenvolvimento de trabalhos científicos. Com isso, conclui-se que o Laboratório de
Avaliação Física do UNIPÊ favoreceu a criação de um ambiente propicio a busca pela
excelência educacional, social e humana dos seus usuários.

212
POSTO DE ATENDIMENTO DE
PRIMEIROS SOCORROS-PAPS
Curso promotor do projeto: Educação Física

Cursos integrados: Odontologia, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Educação


Física e Medicina.

Coordenador(a): Vinícius de Gusmão Rocha

Colaboradores(as): Adriano Lourenço de Sousa; Albertina Martins Gonçalves;Antônio


Carlos Narciso;Dariele Dias Dutra;Francisco de Assis Pinheiro Filho; Gisele Barros Soares;
Jorge Antônio Diaz Castro;Natália Herculano Pereira;Veruscka Ramalho Araruna;Zaira
Veríssimo de Aguiar.

Discentes: Anna Cecília de Farias Ferreira Lima;Bárbara Elen Teodósio;Carina Ávila


T. Brasil;Maria Alice Gomes Nunes;Sarah Maciel Cavalcante de Arruda;Silvania Victor
Ferreira.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( X ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Bloco K, sala 222.

Cronograma de execução do projeto: No módulo I, as atividades do curso do turno


da tarde acontecem nas segundas e sextas das 14 ás 16;30min. No turno da noite,
acontecem nas segudas e quartas das 19 ás 21:30min. No módulo II, refere-se aos
atendimentos, que funciona semanalmente nos três horários, sendo: manhã (7h50 -
12h), tarde (13h50 - 18h) e noite (18h - 22h).

Resumo: Todo atendimento em primeiros socorros tem como prioridade o


conhecimento a população para realização da assistência, tendo em vista, que
as efetuadas no local do acontecimento do evento emergencial colaboram para a
sobrevivência da vítima. Ainda destacada a importância da capacitação das pessoas
leigas sobre esse conhecimento com o intuito de sua participação no atendimento em
primeiros socorros inicial de qualquer tipo de acidente ou evento pode ser benéfica
(OLIVEIRA, 2015). A criação de projetos de pesquisa e extensão é de suma importância
para oferecer um retorno imediato à população envolvida nas atividades do campo.

213
Principiando-se da conjectura que socializar o conhecimento em primeiros socorros
entre a sociedade e universidade mediante à construção do dialogo compartilhem
os saberes que envolve a temática em questão (VERONESE, 2010). Neste sentido, foi
desenvolvido um projeto de extensão, intitulado “Posto de Atendimento em Primeiros
Socorros (PAPS)”. Esse projeto deu origem no Curso de Educação Física do Centro
Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), no ano de 2000. Objetivo Geral. Capacitar alunos
dos cursos de Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina
e Odontologia, em Primeiros Socorros básico e avançado. Prestar assistência dos
Primeiros Socorros em Posto de Atendimento em Primeiros Socorros. Metodologia.
Para o ingresso ao projeto, é publicado edital semestralmente, para seleção dos
alunos interessados, oferecendo um curso de primeiros socorros, com duas turmas
com 30 alunos por turma. Para fazer parte do projeto de primeiros socorros, os
discentes são submetidos a uma seleção a qual ao se inscreverem será avaliada
o Coeficiente de Rendimento Escolar – CRE, e o período que está cursando, sendo
critério ser estudando a partir do 3º período. Com isso, os candidatos a socorristas
serão classificados atendendo a totalidade de vagas disponíveis para cada curso
integrado. O discente participa de dois módulos durante sua estada no projeto. O
primeiro módulo, o aluno participa de um curso de primeiros socorros com carga
horária 90hs, com aulas teórico/prático. Ao término do primerio módulo, o aluno
avança no semestre seguinte para o segundo módulo, onde o discente coloca em
prática os conhecimentos adquiridos frente às diversas situações que se apresentam,
através de plantões presenciais. Esses plantões são realizados por meio de escalas
organizadas pela equipe de extensão na qual os socorristas que estão finalizando
o primerio módulo passam a ter plantões semanalmente nos três horários, sendo:
manhã (7h50 - 12h), tarde (13h50 - 18h) e noite (18h - 22h) no Posto de Atendimento de
Primeiros Socorros (PAPS). O projeto de extensão visa à qualificação e a preparação
do aluno quanto ao agir em situações de urgência e emergência, frente à realização
assistencial de atendimento pré-hospitalar de qualidade, competência e segurança.
São oferecidos atendimentos que vão desde um simples quadro clínico, como cefaleia,
pico hipertensivo, síndromes de comportamento entre outros, até chegando a casos
mais comprometedores como convulsões, traumas, fraturas e acidentes com veículos;
casos esses, que muitas vezes necessita do apoio de Atendimento Pré-Hospitalar (APH)
como os bombeiros e o Serviço Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os discentes
envolvidos no projeto, após treinamento, atuam ainda e também em práticas de
educação de atendimento em primeiros socorros em eventos como jogos escolares
do município e campeonatos que ocorrem dentro e fora da instituição, solicitados por
meio de ofícios. O PAPS, em todos os anos de atuação até agora exercidos, vem sendo
destaque na formação de discentes e docentes, da instituição tornando-se referência

214
e portal de conhecimento para os envolvidos. Além de um trabalho competente voltado
para os atendidos no campus, visando o bem estar, assistência imediata e humanizada
do paciente. Resultados. Form realizados mais de 500 (quinhetos) atendimentos no
ano de 2017, entre divesos tipos de agravos em urgências clínicas e traumáticas, vistos
no gráficos abaixos.

Dados do ano de 2017:

215
216
Acervo fotográfico:

Figura 1: Atendimento de trauma


Fonte: Projeto.

Figura 2: Urgência Clínica


Fonte: Projeto.

Figura 3: Urgência Clínica


Fonte: Projeto.

217
EN
FER
MA
GEM
ANJOS DA ENFERMAGEM
Período no qual o aluno pode participar: 2° ao 6° período

Curso promotor do projeto: Bacharelado em Enfermagem

Cursos integrados: Bacharelado em Enfermagem

Coordenador(a): Rozileide Martins Simões Candeia

Colaboradores(as): Erika Holmes Amorim

Discentes: Joacil dos Santos Silva Junior, Tamires Dayanna Alves Resende, Vinicius
de Morais Santos, Talita Gomes da Silva, Lilian Maria Seregatti, Ana Emília Alcântara de
Avelar, Roseane Ferreira da Silva, Mariana Emanuelle Maia

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Complexo de Pediatria Arlinda Marques situado a


R. Alberto de Brito, s/n - Jaguaribe, João Pessoa - PB, 58015-320 e no Conselho Regional
de Enfermagem da Paraíba – COREN/PB situado a rua Av. Maxímiano Figueiredo, 36 -
Centro, João Pessoa - PB, 58013-470

Cronograma de execução do projeto: O projeto é desenvolvido semanalmente nas


dependências do CPAM e atividades teóricas com soma total de 10 horas semanais.

Resumo: O Instituto Anjos da Enfermagem, concentra a 12 anos, suas ações com base
em 3 Pilares: Formação - Assistência - Pesquisa, sequência formatada na lógica das
suas atividades e atuações; já que o Instituto inicia suas ações preparando pessoas
para uma formação e ciência do cuidado; acreditando que após esta formação
estas mesmas pessoas estejam impactadas por nossos serviços e promovam uma
assistência mais humanizada e de excelência.  Ao final da realização dessas duas
ações precedentes, o Instituto pesquisa! Pesquisa, para construir uma ciência onde
a educação em saúde, ludoterapia e humanização da saúde; estejam fortalecidas  e
inseridas em qualquer processo de ensino e trabalho. O Projeto é desenvolvido em
parceria com o Conselho Federal de Enfermagem - COFEN e o Conselho Regional de
Enfermagem – COREN/PB.

219
Objetivo: Nosso objetivo é provocar a mudança de comportamento, aprendizagem
e resgate de valores, que promova a melhoria da atenção dos profissionais e futuros
profissionais de enfermagem dada a todos os seus clientes.

Metodologia de execução: O projeto se deu através das visitas intra-hospitalares


no qual os alunos desenvolve a técnica de Brinquedo Terapêutico, sob supervisão.
Somos especialistas em Brinquedo Terapêutico – BT, aplicamos essa técnica durante
nossas ações e a estudamos, criando conteúdo e estudando seus métodos com a
finalidade de aperfeiçoamento. Através do Brinquedo Terapêutico podemos confortar a
criança em situação hospitalar, além de educá-la sobre sua saúde de maneira lúdica.
Trabalhamos também com estratégias de: Ludoterapia, Contação de História, Arte com
Balões e Musicoterapia.

Resultados alcançados/esperados: Durante o semestre de 2017.2 foram desenvolvidas


53 visitas intra-hospitalares, sendo 790 crianças atendidas, 11 reuniões científicas,
4 eventos extramuros, 2 campanhas sociais, nos quais foram arrecadados 120 kits
de higiene infantis e 42 cestas básicas, 4 datas comemorativas intra-hospitalares,
participação no Congresso CBCENF com apresentação de 3 produções científicas.

Acervo fotográfico:

Figuras 1 e 2: Atividades todas desenvolvidas pelos Anjos com as diversas formas de atividades:
Musicoterapia, Educação em Saúde, BT, Ludoterapia e Datas Comemorativas intra-hospitalares
Fonte: Projeto.

220
ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA
COM DEFICIÊNCIA (ASCD)
Curso promotor do projeto: Enfermagem

Cursos integradores: -

Coordenador: Fabiana Angelo Ferreira

Colaboradores: Amanda Soares, Elizanete Magalhães Melo e Erlaine Souza da Silva

Discentes: Claudiane Maria de Almeida, Felipe Bento dos Santos, Glayce Ribeiro Lima,
Guilianna Oliveira de Menezes, Lidiane Mariz de Lima, Tauanne Mendes Melo Silva
Pinheiro

Público alvo beneficiário do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) funcionários


e colaboradores – UNIPÊ (x ) Outros, Quais? Crianças na faixa etária de 0 (zero) a 10 (dez)
anos.

Local onde o projeto se desenvolve:

Clínica Escola de Fisioterapia do Unipê – sala 127.


Cronograma de execução do projeto: Segunda e quarta-feira, das 14:00 às 16:30
horas.

Resumo:

O Projeto de Atenção à Saúde da Criança com Deficiência (ASCD) tem como objetivo
desenvolver e implementar práticas de cuidado à criança com deficiência na
faixa etária de 0 a 10 anos de idade, através de ações educativas, da consulta de
acompanhamento do Crescimento e Desenvolvimento (CD) e de ofertas de atividades
lúdicas. É realizado Na Clínica Escola de Fisioterapia do Unipê. A metodologia é baseada
nas seguintes etapas operacionais: Sensibilização e capacitação dos discentes
participantes do projeto; Aproximação do público alvo; Implementação da consulta de
acompanhamento do Crescimento e Desenvolvimento (CD), Organização e produção
do conhecimento científico. A avaliação dos bolsistas e discentes colaboradores se
dá de maneira contínua durante todo o período de vigência do projeto, considerando
aspectos como: responsabilidade, participação, disponibilidade, compromisso,

221
atividade e assiduidade frente as atividades propostas. Serão avaliados ainda o
desempenho dos alunos a partir das discussões programadas, o cumprimento de
prazos, o exercício efetivo de suas atividades e construções conjuntas na perspectiva
da avaliação formativa, para que se analise de maneira consistente o empenho a partir
do alcance das ações e dos resultados conquistados.

Objetivo: Implementar práticas de cuidado à criança com deficiência na faixa etária


de 0 a 10 anos.

Metodologia de execução: São realizadas consultas de enfermagem com o intuito de


avaliar e acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças com deficiência,
bem como o seu desenvolvimento cognitivo, e a partir dos problemas identificados,
traçar planos de cuidados que visem diminuir os impactos causados pelas patologias
de base das crianças. Os atendimentos são realizados nas segundas e quartas-
feiras, no turno da tarde. Cada criança é avaliada mensalmente, sendo essa avaliação
anotada no prontuário individual da criança, para que seja feito o acompanhamento
do seu desenvolvimento físico e cognitivo.

Resultados alcançados /esperados: O projeto teve início em 2017.2, tendo no referido


semestre sido realizadas 9 (nove) atendimentos, sendo 5 crianças avaliadas três
meses consecutivos e 4 (quatro) por dois meses. Para o semestre vigente temos como
meta de atendimento 20 crianças com três retornos mensais cada uma. Ainda como
meta, temos para esse semestre a produção de um artigo científico para publicação
em 2018.2.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Atendimentos a criança Figura 2: Assistência de enfermagem executadas


com Microcefalia em 2018.1 pelas discentes no período 2017.2 e 2018.1

Fonte: Projeto. Fonte: Projeto.

222
BURNOUT ENTRE OS
TRABALHADORES DE SAÚDE:
CONHECER, PREVENIR E
DIALOGAR
Curso promotor do projeto: Enfermagem

Cursos integrados: Não há

Coordenador (a): Elizanete de Magalhães Melo

Colaboradores (as): Francilene Figueiredo da Silva Pascoal e Marjorie Dantas Medeiros


Melo

Discentes: Fabrício Carvalho da Silva; Hingrid Araújo Souto; Marisa Martins Fernandes
Dias; Monaiza Rosas Prudêncio Pinto; Nathália Prado de Oliveira Manta; Rejane Ferreira
de Oliveira Mota; Joice Marques Benício; Juliete Pereira de Souza; Ryta de Kassya da
Silva Nóbrega e Tiago Borges dos Santos

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Trabalhadores da saúde dos
hospitais vinculados ao UNIPÊ (Hospital Flávio Ribeiro e Hospital Padre Zé).

Local onde o projeto se desenvolve: Os encontros acontecem na sala 285 do Espaço


de Vivência – EVA – do UNIPÊ

Cronograma de execução do projeto: Os encontros ocorrem semanalmente nas


terças-feiras, das 15:00 as 18:00 horas.

Resumo: O Projeto Burnout Entre os Trabalhadores de Saúde: Conhecer, Prevenir e


Dialogar, tem como objetivo socializar o conhecimento sobre a Síndrome de Burnout
aos trabalhadores de saúde, por meio de implementações de práticas de ensino-
aprendizagem. O mesmo é realizado no Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ
e serviços hospitalares vinculados ao UNIPÊ, localizados no município de Santa Rita
e João Pessoa, Estado da Paraíba. – PB. A metodologia será baseada nas seguintes
etapas operacionais: Sensibilização e capacitação dos discentes participantes do

223
projeto; Aproximação do público alvo; Implementação das práticas educativas em
serviços de saúde, Organização e produção do conhecimento científico. A avaliação
dos discentes colaboradores se dá de maneira contínua durante todo o período de
vigência do projeto, considerando aspectos como: responsabilidade, participação,
disponibilidade, compromisso, atividade e assiduidade frente às atividades propostas.
Também são avaliados o desempenho dos alunos a partir das discussões programadas,
o cumprimento de prazos, o exercício efetivo de suas atividades e construções
conjuntas na perspectiva da avaliação formativa, para que se analise de maneira
consistente o empenho a partir do alcance das ações e dos resultados conquistados.

Palavras-chave: Burnout. Saúde. Trabalhadores.

Objetivo: socializar o conhecimento sobre a Síndrome de Burnout aos trabalhadores


de saúde, por meio de implementações de práticas de ensino-aprendizagem.

Metodologia de execução: O Projeto está sendo desenvolvido, com encontros


semanais, nas terças-feiras, na sala 285 do Espaço de Vivência – EVA – do UNIPÊ,
localizado no município de João Pessoa - PB. Nestes encontros são desenvolvidas
atividades de formação, planejamento e produção científica. Os discentes integrantes
do projeto estão cursando a partir do 2º período, podendo participar desde o 1º e ser
renovado a cada semestre. São alunos do Curso de Enfermagem. As despesas ao
longo do desenvolvimento da pesquisa são de responsabilidade do coordenador,
colaborador e dos alunos, pois o Centro Universitário de João Pessoa não disponibiliza
material para a execução das atividades de educação em saúde.

Resultados alcançados/esperados: No período de 2017.2 foram realizadas atividades


de capacitação dos membros do projeto, assim como a confecção de material
educativo. A temática Burnout ainda é pouco conhecida. Discentes que se inscreveram
para o projeto, apresentavam pouco conhecimento sobre a síndrome. Como
nivelamento, lançamos mão de leitura, pesquisa e socialização dos conhecimentos,
em nossos encontros semanais. A partir desse nivelamento iniciou-se a produção
de folder (apêndice), slides e cartazes para serem utilizados como socialização do
conhecimento sobre a Síndrome de Burnout aos trabalhadores de saúde, por meio de
implementações de práticas de ensino-aprendizagem.

224
Acervo fotográfico:

Figura 1. Coordenadora, docente colaboradora e discentes do curso de enfermagem em encontro


semanal no EVA-UNIPÊ
Fonte: Dados da pesquisa, 2017.

Figura 2. Coordenadora, docente colaboradora e discentes do curso de enfermagem em encontro


semanal no EVA-UNIPÊ
Fonte: Dados da pesquisa, 2018.

225
EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA
ESCOLA: IMPORTÂNCIA DE SUA
APLICAÇÃO NA ADOLESCÊNCIA
Curso promotor do projeto: Enfermagem

Cursos integrados: Não tem outro curso integrado

Coordenador(a): Camila Teixeira de Carvalho Dias

Colaboradores(as): Núbia de Souza Rufino; Erlaine Souza da Silva.

Nome completo dos discentes: Bárbara Elen Teodósio de Araújo; Kaline Dias de
Araújo; Larissa Karlla Nascimento de Oliveira; Maria Fernanda Gomes Gouveia Lins;
Marina Fabricio Ribeiro Pereira; Yasmin Germana Alves Ferreira; Rafaela Guilherme do
Nascimento.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( x ) Outros, Quais? Alunos da escola

Local onde o projeto se desenvolve: O Projeto é desenvolvido na Escola Estadual de


Ensino Fundamental e Médio Francisco Campos, localizada no bairro dos Bancários,
no município de João Pessoa - PB

Cronograma de execução do projeto: as atividades são desenvolvidas semanalmente,


na Quarta-feira, sendo realizada uma reunião mensal para definição das atividades.
São desenvolvidas atividades com alunos a partir do 6º ano do Ensino Fundamental,
até o 3º ano do Ensino Médio, porém, são utilizadas abordagens diferentes, na
realização das atividades de educação em saúde, por se tratarem de faixas etárias
diferentes, existindo essa necessidade de adaptação do tipo de abordagem. Quarta –
feira período da tarde.

Resumo: Nos dias atuais, estudos vêm sendo desenvolvidos, de forma cada vez mais
intensa, a respeito do período da adolescência, tendo em vista as necessidades
particulares deste grupo, que envolvem tanto a questão hormonal, fisiológica,
quanto psicológica. O Projeto de extensão tem por finalidade incentivar os alunos a
trabalharem a educação em saúde voltada para os adolescentes, de uma referida

226
escola, sendo desenvolvidas atividades de educação em saúde para os adolescentes,
sobre os mais diversos temas delimitados e relevantes na fase em que vivenciam.
O Projeto está sendo desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Fundamental e
Médio Francisco Campos, localizada no bairro dos Bancários, no município de João
Pessoa - PB. As atividades são desenvolvidas semanalmente, nas quartas-feiras. Os
alunos integram o projeto estão cursando a partir do 4º período de enfermagem,
pois já cursaram a disciplina de “Saúde da Criança e do Adolescente”, do Curso de
Enfermagem. Foram desenvolvidas inúmeras ações na escola, com temas como:
gravidez na adolescência, Infecções Sexualmente Transmissíveis, drogas, dentre
outros. As atividades desenvolvidas foram extremamente relevantes, pois os alunos
demonstraram bastante interesse nas atividades e puderam retirar suas dúvidas a
respeito dos temas, sendo excelentes oportunidades de trocas e aprendizados entre
os acadêmicos de enfermagem e os adolescentes.

Palavras-chave: Educação. Saúde. Adolescência.

Objetivo: incentivar os alunos a trabalharem a educação em saúde voltada para os


adolescentes, de uma referida escola, sendo desenvolvidas atividades de educação
em saúde para os adolescentes, sobre os mais diversos temas delimitados e relevantes
na fase em que vivenciam.

Metodologia de execução: O Projeto está sendo desenvolvido na Escola Estadual de


Ensino Fundamental e Médio Francisco Campos, localizada no bairro dos Bancários,
no município de João Pessoa - PB. A escolha do local ocorreu por ser uma escola
de referência no ensino fundamental e médio, possuindo um número bastante
satisfatório de estudantes. Além disso, a escola já se mostrou disponível, em outras
oportunidades, para a realização deste tipo de atividade, por parte do UNIPÊ. As
atividades são desenvolvidas semanalmente, na Quarta-feira, sendo realizada uma
reunião mensal para definição das atividades. São desenvolvidas atividades com
alunos a partir do 6º ano do Ensino Fundamental, até o 3º ano do Ensino Médio, porém,
são utilizadas abordagens diferentes, na realização das atividades de educação em
saúde, por se tratarem de faixas etárias diferentes, existindo essa necessidade de
adaptação do tipo de abordagem. Os alunos que integram o projeto estão cursando
a partir do 4º período, pois já cursaram a disciplina de “Saúde da Criança e do
Adolescente” do Curso de Enfermagem. Além disso, apresentam o CRE acima de 7.
As despesas ao longo do desenvolvimento da pesquisa são de responsabilidade dos
alunos e do orientador, pois o Centro Universitário de João Pessoa não disponibiliza os
materiais para a execução das atividades de educação em saúde.

227
Resultados alcançados/esperados: O trabalho tem contribuido para que a escola
se sensibilize sobre a importância de promover essa metodologia de aprendizado,
que pode ser bastante criativa e gerar bons resultados, que os profissionais de saúde
possam refletir sobre a importância de realizar esse trabalho em parceria com a escola,
dando continuidade ao trabalho desenvolvido após o término do projeto, auxiliando
no conhecimento desses adolescentes, sobre os diversos temas que se relacionam
com eles. No período de 2017.2 foram realizadas atividades de educação em saúde
com cerca de 500 alunos, do ensino fundamental e médio. Inúmeras atividades
foram realizadas, como: palestras, dinâmicas, rodas de conversa, a respeito dos mais
variados temas, dentre eles: gravidez na adolescência, drogas, Infecções Sexualmente
Transmissíveis, Vacina do HPV, dentre outros.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Discentes e docente do curso de enfermagem em abordagem educativa sobre drogas na


adolescência
Fonte: Dados da pesquisa, 2017.

228
Figura 2: Dinâmica para abordagem da Gravidez na adolescência.
Fonte: dados da pesquisa, 2018.

229
ESPAÇO AMAR, GESTAR E PARIR:
EMPODERANDO MULHERES E
FAMÍLIAS
Curso promotor do projeto: Enfermagem

Cursos integrados: Não há.

Coordenador(a): Morganna Guedes Batista

Colaboradores(as): Luanna Silva Braga, Michelle Alves de Carvalho e Aline Freire Falcão.

Discentes: Railyne Leonardo Cruz, Breno Da Costa Lourenço, Débora Julyana B. Dantas,
Jaylane Da Silva Santos, Lidiane Mariz De Lima, Rafaela Guilherme Do Nascimento,
Rayla Borges Martins, Yanne Janine G. A. Morais.

Público alvo beneficiários do projeto: ( X ) Alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Academia de Saúde Colinas do Sul II - Rua


Aposentada Clotilde Maria da Conceição, s/n, Gramame.

Cronograma de execução do projeto: Atividades quinzenais de rodas de conversas


com gestantes e/ou seus acompanhantes, acontecem na Academia de Saúde Colinas
do Sul II, as sextas-feiras, das 14 às 16:30 horas. Concomitantemente, outro grupo
planeja e/ou estuda na biblioteca UNIPÊ para as próximas rodas.

Resumo: Muitas experiências obstétricas são dolorosas e cheias de trauma, devido as


mudanças que ocorreram nos cenários de parto ao longo dos anos. Desta forma, é
mister que o profissional realize atividades educativas baseada em evidências, a fim de
compartilhar experiências, minimizar dúvidas e proporcionar tranquilidade. O objetivo
do projeto é desenvolver rodas de conversa para gestantes, familiares e profissionais
da Estratégia de Saúde da Família sobre direitos reprodutivos no ciclo gravídico-
puerperal e boas práticas obstétricas. As rodas de conversa serão desenvolvidas
quinzenalmente em uma academia de saúde no município de João Pessoa, onde
estaremos desenvolvendo dinâmicas, recursos lúdicos, audiovisuais em conjunto e
com auxílio do grupo. Com relação aos participantes do projeto, são selecionados

230
8 (oito) discentes do Curso de Graduação em Enfermagem que já tenham cursado
o 3º (quarto) período do curso. Além disso, participarão das atividades do projeto 25
mulheres (grávidas e tentantes) com seus companheiros e\ou seus acompanhes,
profissionais do serviço de saúde e demais estudantes que estejam vivenciando o
serviço na oportunidade do projeto. Os benefícios da roda são a curtos e longos prazos,
as participantes estarão empoderadas para lidar com suas escolhas, autonomia para
mulher e família, decisão compartilhada, promoção da saúde, planejamento de uma
gestação consciente e um parto/nascimento respeitosos.

Objetivo: Refletir e orientar as mulheres e suas famílias sobre os processos e direitos


da gestação, parto e puerpério através de informações baseadas em evidências
científicas.

Metodologia de execução: A sistematização dos encontros obedece: Apresentação


e integração: etapa em que serão usadas dinâmicas para descontrair e vincular as
pessoas do grupo, podendo ser articulada em conjunto com o tema da discussão.
Desenvolvimento do tema: de acordo com a temática a ser trabalhada, serão utilizadas
técnicas mobilizadoras para facilitar a introspecção, reflexão e abertura do grupo.
Socialização das experiências: processo de troca que coletiviza as vivências e o
conhecimento. Descontração/Relaxamento: momento final e necessário a retomada
do clima inicial após a vivência grupal, em que foram discutidos temas que mobilizam
emoções.

Resultados alcançados/esperados: Já passaram pelo projeto 72 mulheres e suas


famílias, mais da metade das mulheres (66% tiveram seus filhos de parto normal),
algumas mulheres referem que o projeto passou confiança e satisfação na gestação
e parto. Nenhuma mulher que acompanhamos morreu. Nenhum óbito fetal/neonatal.
Das 72 mulheres, apenas (6) afirmam que sofreram violência obstétrica e não teve
suas escolhas respeitadas. 98% das mulheres chegaram na maternidade em fase
ativa, ou seja após 5cm, isso demonstra que o projeto alcançou a proposta de evitar
internamento precoce (isso diminui chances de intervenções desnecessárias e
violência obstétrica). O grupo de Whatsapp consegue ser uma ferramenta maravilhosa
de rastreamento, vigilância e informação, 100% delas participam.

231
Acervo fotográfico:

Figura 1: Roda de conversa 2017.2


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: I Feira de saúde do Projeto Amar, Gestar e Parir- Abertura


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

232
ESTIMULAÇÃO NEURAL EM
PESSOAS IDOSAS:
PROPOSTA MULTIDISCIPLINAR
Curso promotor do projeto: Enfermagem

Cursos integrados: Educação Física e Psicologia

Coordenador(a): Maria Auxiliadora Freire Siza

Colaboradores(as): Marcos Antônio de Araújo Leite Filho e Regina Irene Diaz Moreira
Formiga

Discentes: Caroline Peppe Macedo Toscano, Fernanda Ferreira de Oliveira Santos,


Dayana Cipriano Veloso, Nathalia Prado de Oliveira Manta, Marina Sarmento Braga
Ramalho de Figueiredo, Rejane Ferreira de Oliveira Mota, Rayla Borges Martins, Marisa
Martins Fernandes Dias, Jaylane da Silva Santos, Kaline Ferreira Gomes, Maria Rafaella
Freire Ferreira Saturnino de Oliveira, Matheus Gabriel da Silva Matias, Antonio Jesus
Soares.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Laboratório de avaliação física – LAF UNIPÊ


SANNY

Cronograma de execução do projeto: Este semestre está sendo só de treinamento


dos alunos para que no próximo semestre eles possam estar seguros para utilizar os
instrumentos de estimulação neural para coleta dos dados. Os encontros estão sendo
todas as quintas feiras as 16:30h, no laboratório LAF ou em sala de aula no bloco EVA.

Resumo: A fragilidade física é uma síndrome com múltiplas causas e contributos, que
se caracteriza por diminuição de força, resistência e reduzida função fisiológica, o que
condiciona o indivíduo à vulnerabilidade, maior dependência e/ou morte.

233
Objetivo geral: Analisar os benefícios físicos e mentais provocados por uma
intervenção através da estimulação neural não invasiva e imagética a um grupo de
pessoas idosas.

Metodologia: O percurso metodológico será feito através de uma pesquisa descritiva


transversal com abordagem quantitativa. Será desenvolvido no Laboratório de avaliação
física – LAF UNIPÊ SANNY. Os Instrumentos a serem utilizados são: Instrumento
com Dados sócio demográficos, MEEM, Escala de Fragilidade de Edmonton(EFS),
Dinamômetro, Protocolo de Imagética e Estimulador neural. A amostra será constituída
por 80 idosos (ambos os sexos), treinados, ou seja, realiza exercícios físicos na
musculação há mais de 03 meses, sendo selecionados de forma não probabilística
por conveniência. Os participantes serão distribuídos em 04 grupos de 20 participantes
cada. Os dados serão analisados pelo SPSS-20, posteriormente disposto em tabelas e
gráficos. Foi aprovada pelo Comitê de Ética em pesquisa com seres humanos.

1º grupo: Medirá a força isométrica, executará flexões de braço, realizará sessão de


Imagética e finalizará medindo a força;

2º grupo: Medirá a força isométrica, executará flexões de braço e realizará sessão de


Imagética e estimulação neural não invasiva e finalizará medindo a força;

3º grupo: Medirá a força isométrica, fará sessões de estimulação neural não invasiva
e finalizará medindo a força;

4º grupo: grupo Controle – Medirá a força isométrica sem nenhuma intervenção.


Repetira esse teste juntamente com os outros grupos.

Os grupos com intervenções farão entre 8 e 10 movimento (flexão e extensão de braço)


com carga aproximadamente entre 70% a 80% de uma repetição máxima. Destaca-
se que ambos os grupos serão submetidos a dois momentos antes das intervenções
para as análises da força muscular, verificado por meio de um dinamômetro digital
com tempo de intervalo de 10 minutos.

Instrumentos de estimulação e treinamento cerebral: Para o treinamento


mental através da imagética será utilizado um protocolo de exercícios mentais,
especificamente desenvolvidos para esse estudo, composto por exercícios de
indução neural sinestésica, onde o indivíduo é induzido a “sentir” seus grupamentos
musculares mais fortes devido à ativação por estímulos mentais. O outro tipo de
estimulação aplicado nesse projeto será a estimulação neural por treinamento de

234
biofeedback, que consiste no bombardeio da retina com luz estroboscópica e do
sistema auditivo com batidas bineurais.

Esse treinamento será caracterizada por 15 sessões de 15 minutos de estimulação


cerebral não invasiva, divididos em períodos de 5 minutos à 8, 10 e 15 hertz (Hz)
respectivamente, associadas ou não a imagética. A coleta de dados será nos meses
de setembro e outubro de 2018.

Resultados alcançados/esperados: Serão atendidos 80 idosos maiores de 60 anos,


espera-se que ao final da pesquisa, a força de MMSS, estimuladas via neural, esteja
aumentada.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Óculos Com Luzes de Led


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 1: Estimulador Neural


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

235
INOVAÇÃO EM SAÚDE:
DESENVOLVENDO PRODUTOS
PARA INSULINO DEPENDENTES NA
ATENÇÃO BÁSICA
Curso promotor do projeto: Bacharelado em Enfermagem

Cursos integrados: Bacharelado em Enfermagem

Coordenador(a): Profª Ma. Luciana Ferreira de Souza

Nome completo do docente Colaboradores(as): José Madson Medeiros Sousa, Hebe


Janaina Duarte, Keyth Sulamitta de Lima Guimaraes.

Nome completo dos Discentes: Joacil dos Santos Silva Junior, Rejane Ferreira de
Oliveira Mota, Claudiane Maria de Almeida

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: BR230, KM 22 s/n. Bloco EVA, sala 273.

Cronograma de execução do projeto: O projeto foi desenvolvido quinzenalmente nas


quintas-feiras no turno da tarde, ao decorrer do semestre. Alcançamos os objetivos
de Revisão de Literatura a cerca do tema, no período de Setembro a Dezembro/2017. A
etapa seguinte, compreende a atividade de aperfeiçoamento do projeto e submissão
ao Comitê de Ética em Pesquisa, a ser desenvolvida no período de março a junho de
2018.

Resumo: Os custos do tratamento por descontinuidade no tratamento da diabetes


associado ao número elevado de amputações e por consequência elevado custo
para o setor previdenciário no Brasil e ainda, não menos importante, a necessidade
de se oferecer um tratamento capaz de manter a qualidade de vida do indivíduo
com doença crônica justifica a necessidade de se estudar novas abordagem para o
tratamento do diabético. Em especial, para aqueles que apresentam dificuldade no
entendimento das atividades que compõe o tratamento, nesse caso, optamos pelos

236
usuários analfabetos. Assim, temos como hipótese que a utilização de instrumentos
que evitam o erro na dosagem da insulina contribui para a manutenção dos valores
glicêmicos em patamares aceitáveis para a saúde dos indivíduos.

Objetivo: O objetivo geral do presente trabalho é desenvolver um produto de auxílio


na dosagem correta de insulina (protótipo de dispositivo marcador de doses), sendo
uma alternativa de baixo custo para os usuários. Para o alcance deste, o percurso
metodológico foi fundamentado por Rosenfeld et al (2006), no que concerne as três
grandes macro fases de atividades, tendo como resultado esperado um produto
finalizado e testado que possa ser difundido para os usuários do Sistema único de
Saúde – SUS.

Metodologia de execução: A primeira etapa do projeto tratou-se de um estudo


primário, utilizando o modelo proposto por Rozenfeld et al (2006) para o Processo de
Desenvolvimento de Produto. O modelo proposto é dividido em três macros fases, são
elas: Pré – Desenvolvimento, Desenvolvimento e Pós – Desenvolvimento. Durante a
realização do desenvolvimento do produto, serão utilizadas algumas técnicas para a
realização e coleta de informações a respeito do tema propostos. Foi realizada revisão
integrativa para o tema “Inovação em Saúde” e “Diabetes e Analfabetismo” e também
será realizada uma pesquisa de campo, com abordagem qualitativa com enfermeiras
da Atenção Básica do município de João Pessoa, a fim de elencar as estratégias
educacionais utilizadas pelas enfermeiras no cuidado de pessoas com diabetes. Por
fim, será realizado um estudo observacional para aferir o produto desenvolvido e sua
eficiência na redução do erro de dosagem de insulina e uma pesquisa experimental
para testar a eficiência do produto no controle dos índices glicêmicos dos usuários
insulinodependentes.

Resultados alcançados/esperados: O acervo literário que embasa a presente


pesquisa deu-se através de buscativas em variadas bases de dados até o período
de 2017.2 com descritores voltados à tecnologia no cuidado à pessoa diabética e
inovação em saúde com fins seletistas e analíticos para uma avaliação criteriosa
dos estudos que traduzem a realidade brasileira. A exposição individual dos trabalhos
nos permite aprofundar os conhecimentos inerentes à inovação e tecnologias em
saúde destinada a pacientes insulinodependentes por meio da junção de cada autor
e referenciarmos, na busca pela visão da ciência acerca dessa problemática. Após
avaliação criteriosa, nota-se que os estudos em sua maioria reflete uma carência de
pesquisas e relatos acerca desta temática, dificultando a difusão da mesma entre
profissionais e consequentemente entre usuários insulinodependentes. Grande parte
dos autores citaram três principais barreiras que impedem o avanço e a propagação

237
dessas tecnologias, são elas a ausência de recurso destinado à tecnologia e inovação
em saúde, o não engajamento de profissionais pesquisadores e a escassez de ações
voltadas para a prevenção e promoção de saúde para a população. Desta feita, discutir
essa temática reflete não somente na questão do número de tecnologias disponíveis,
mas na acessibilidade dos usuários a essas tecnologias, tendo em vista que grande
parte desses usuários são de baixa renda e não possuem acesso direto e constante
às inovações que possuem alto custo financeiro. Assim, ressalta-se a necessidade
e a dificuldade dos usuários quanto ao manejo de tecnologias, sendo necessárias
intervenções e alternativas eficazes que contribuam para a administração do paciente
em sua residência de forma segura, não deixando margem para erros de dosagem
e consequentes danos à saúde do usuário insulinodependente. No mais, faz-se
referência à educação permanente para que os profissionais sejam motivados a se
tornarem pesquisadores e influenciadores de uma saúde com boas práticas seguras,
benéficas por completo, gerando resultados a quem se utilizar delas. Dessa forma, a
inovação em saúde abrangerá mais potencialmente todas as áreas da saúde gerando
benefícios à população posteriormente.

238
CAPACITAÇÃO DE SUPORTE
BÁSICO DE VIDA PARA
ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO
Curso promotor do projeto: Enfermagem

Cursos integrados: Enfermagem, Medicina e Odontologia

Coordenador(a): Tatiana Ferreira da Costa

Colaboradores(as): Keylla Talitha Fernandes Barbosa, Laisa Ribeiro de Sá e Patrícia


Cruz de Araruna

Discentes: Gabriela Costa de Figueiredo, Maria Gabriela Cintra Borba, Caio Alberto
Garcia Demes, Raphael Henrique de Lima Freire, José Humberto de Oliveira Lisboa
Júnior, Rayanne Rodrigues Santos, Wagner Silva Cunha, Isadora Lopes de Sousa Pires,
Larissa Gabriella Alves Fernandes, Ana Cláudia Marinho Lyra, Tainelly Souza de Vieira,
Roberto Ney Santos Batista Junior, Barbara Madruga Cavalcanti.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ

Local onde o projeto se desenvolve: Desenvolvido no Centro Universitário de João


Pessoa no Complexo Laboratorial (COLAB).

Cronograma de execução do projeto: O projeto é desenvolvido presencialmente nas


sextas-feiras no período da tarde.

Resumo: A principal causa de óbitos no Brasil está relacionada com as doenças do


sistema circulatório que podem culminar com uma Parada Cardiorrespiratória (PCR).
Por se tratar majoritariamente de uma manifestação no âmbito pré-hospitalar, a
melhor forma de auxiliar na diminuição das mortes é a identificar precocemente a
situação e prestar os primeiros socorros. Nesse sentido, a capacitação do leigo para
atendimento precoce em situações de emergência é fundamental para salvar vidas
e prevenir sequelas uma vez que o treinamento em suporte básico de vida (SBV)
promove habilidades específicas que possibilitam a identificação da PCR.

239
Objetivo: Esse projeto possui como objetivo realizar capacitação de manobras de
ressuscitação cardiopulmonar a estudantes do terceiro ano do ensino médio das
escolas públicas e privadas.

Metodologia: Para consecução dos objetivos, os discentes atuaram em três etapas


seguidas e orientadas pelos docentes do projeto, compostas. Primeira etapa
foi realizado o treinamento teórico-prático sobre manobras de ressuscitação
cardiopulmonar com os discentes extensionistas, no laboratório da clínica escola. Na
segunda etapa, os alunos apresentaram para os docentes o que foi ensinado. E por
fim, os discentes realizaram a capacitação com estudantes do terceiro ano ensino
médio, sob a supervisão dos docentes.

Resultados: Durante o período de 2018.1 foi realizado o treinamento dos extensionistas


em encontros semanais nas dependências da Clínica Escola Florence Nightingale
do Centro Universitário de João Pessoa. Durante o mês de maio foram desenvolvidas
duas ações, uma externa no Colégio IE em que foi possível participar da feira de
profissões e dessa forma ensinar as manobras de RCP, e uma interna, em que
foi possível receber os alunos do terceiro ano do Colégio GEO que receberam
treinamento teórico e prático sobre a temática do projeto. Estima-se que cerca de
80 pessoas participaram dos treinamentos, alcançando os objetivos do projeto.

Figura 1: Discentes do Colégio GEO Figura 2: Discentes extensionistas promovendo o


recebendo treinamento teórico sobre as treinando sobre as manobras de RCP no Colégio IE
manobras de RCP Fonte: Acervo do Projeto, 2017.
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

240
SISTEMATIZAÇÃO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
PERIOPERATÓRIA COMO
FERRAMENTA TECNOLÓGICA PARA
O PROCESSO DE CUIDAR
Curso promotor do projeto: Bacharelado em Enfermagem

Cursos integrados: Bacharelado em Enfermagem

Coordenador(a): Erika Holmes Amorim

Colaboradores(as): Ronny Anderson de Oliveira Cruz, Jiovana de Sousa Santos, Brígida


Karla Fonseca Anízio

Discentes: Joacil dos Santos Silva Junior, Virginia Rodrigues de Oliveira, Yohana Kelly
da Silva nascimento

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Hospital e Maternidade Flávio Ribeiro Coutinho,


situado a Av. Dr. Flávio Ribeiro Coutinho, 202 - Centro, Santa Rita - PB, 58300-220, nas
salas de Bloco Cirúrgico do Complexo hospitalar, como Também no Centro Universitário
de João Pessoa – UNIPÊ, situado a BR 230 KM 22 s/n, bloco EVA, salas 284.

Cronograma de execução do projeto: A parte teórica do projeto foi desenvolvida


semanalmente nas quintas-feiras das 14:00 as 17:00, e as visitas de investigação,
análise e implantação de protocolos, foi conforme agendamento institucional de
acordo com a demanda, porém ambas no decorrer do semestre.

Resumo: Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) como ferramenta


tecnológica para o cuidar em saúde. Trata-se de um projeto de extensão que propõe
a integração de duas unidades curriculares essencialmente “Unidades Complexas” e
“Processo do Cuidar”, mas que trabalha todos os aspectos do processo de formação do

241
enfermeiro, uma vez que a assistência prestada pelos extensionistas se fará no pré-
operatório, transoperatório e pós- operatório. Com isso, tem-se o intuito de aprimorar
os saberes dos discentes acerca da Sistematização da Assistência de Enfermagem
no Perioperatória, assim como auxiliar e proporcionar aos clientes cirúrgicos um
melhor preparo para a cirurgia e sua recuperação, através da promoção de educação
permanente para os mesmos e para a equipe de trabalho. Consiste na implantação
dos protocolos de Cirurgia Segura para promover uma segurança ao paciente nos
processos cirúrgicos.

Objetivo: Implementar o processo da Sistematização da Assistência de Enfermagem


Perioperatória como ferramenta tecnológica para o cuidar em saúde por meio das
atividades propostas para o discente; Aplicar o protocolo de Cirurgia Segura no período
perioperatório

Metodologia de execução: Capacitação e sensibilização dos discentes: os alunos


foram capacitados semanalmente por meio de estratégias teórico-práticas, as quais
foram aplicadas de forma presencial uma vez na semana no Centro Universitário de
João Pessoa. Nestas foram utilizados estudos de casos, leituras de textos, livros e
artigos científicos, dependências e materiais do COLACE. Salienta-se que o aluno pode
trazer consigo suas experiências para aprimorar o projeto de extensão. Realização
das atividades práticas do projeto: realização de visitas semanais aos referidos
estabelecidos de saúde acompanhados pelos docentes responsáveis pelo projeto.
Nestes locais, o aluno conheceu, interagiu e aplicou os conhecimentos teórico-práticos
aprendidos durantes os momentos de capacitação e sensibilização, e escolheu a cada
mês um caso com o qual participou dos cuidados e obteve todo o acompanhamento
do paciente para a realização de um estudo de caso a apresentação do mesmo aos
demais membros no encontro do mês seguinte.

Resultados alcançados/esperados: O Principal resultado do projeto no semestre


2017.2 foi a implantação do Check-List de Cirurgia Segura nas 4 salas cirúrgicas e do
mapa cirúrgico do Hospital e Maternidade Flávio Ribeiro Coutinho, Capacitação dos
profissionais para a execução, visto que existe uma barreira a ser enfrentada. Foram
implantados, também, instrumentos de operacionalização da Sistematização da
Assistência de Enfermagem no Perioperatório (SAEP), todos esses para promover a
segurança do paciente em processos tão invasivos.

242
Acervo fotográfico:

Figura 1: Lousas de Check list implantados nas quatros salas do HMFRC.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Execução do time out por aluno do projeto.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

243
PRÁTICAS ASSISTIDAS E AÇÕES
DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE
RELACIONADAS À IMUNIZAÇÃO:
FORTALECENDO COMPETÊNCIAS E
HABILIDADES DOS DISCENTES NA
ATENÇÃO PRIMÁRIA
Curso promotor do projeto: Enfermagem

Cursos integrados: Medicina

Coordenadora: Rita de Cassia Cordeiro de Oliveira

Colaboradores: Ana Eloisa Cruz de Oliveira, Carla Braz Evangelista, Francisco Nêuton
de Oliveira Magalhães.

Discentes: Ana Claudia Marinho Lyra, Ana Emília Alcântara de Avelar, Bruno Gonçalo
Souza de Araújo, Edja Bezerra Fidelis, Eliane de Fátima dos Santos Barbosa, Gustavo
Cordeiro Bezerra, Lucas Medeiros Nóbrega, Maria Alice Gomes Nunes, Maria Milaneide
Lima Viana, Matheus Araruna de Souza, Matheus Alheiros Cassundé, Okio Luiz Vaz de
Carvalho Cunegundes, Rayanne Rodrigues Santos, Roberto Botura Costa, Sarah Ramos
de Melo Dias e Silva.

Público-alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, (X ) Comunidade ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Municipal de Imunização (CMI),


popularmente conhecido como “Lactário da Torre”, localizado a Rua Prefeito José
Bezerra, s/n, Bairro da Torre, João Pessoa/PB, CEP: 58.040-690; Nas Unidades de Saúde
da Família em João Pessoa pertencentes aos cinco Distritos Sanitários de Saúde de
João Pessoa e nas escolas públicas do município e escolas particulares de João
Pessoa.

244
Cronograma de execução do projeto:
SEGUNDA- TERÇA- QUARTA- QUINTA-
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS* SEXTA-FEIRA
FEIRA FEIRA FEIRA FEIRA

Práticas assistidas no CMI 13:30 às 16h 13:30 às 16h

Ações de educação em saúde nas USF/


18:30 às 20h 08:00 às 10h 14:00 às 16h
UBS e escolas

Reuniões/visitas técnicas Realizadas quinzenalmente/mensalmente

Realizadas individualmente ou por equipe de alunos de periodicidade


Pesquisa científica
mensal e a distância.

*
Para o desenvolvimento das atividades, os alunos são divididos por grupos para atender ao que foi planejado
durante a semana (ações educativas nas escolas, nas USF/UBS e práticas de vacinação no CMI).

Resumo: a imunização vem se destacando nas últimas décadas, como um dos


maiores avanços na área da saúde em todo o mundo, ocasionando um declínio
acelerado das doenças preveníveis pelos imunobiológicos, bem como das mortes
causadas por estas doenças. A extensão universitária como prática acadêmica que
interliga a universidade e suas atividades de ensino e pesquisa, com as demandas
da maioria da população, possibilita a formação do profissional cidadão e se
credencia, cada vez mais, junto à sociedade como espaço privilegiado de produção
do conhecimento significativo para superação das desigualdades sociais existentes.
A saúde é considerada uma área eminentemente interdisciplinar e a integração das
disciplinas no âmbito dos cursos preparam recursos humanos para atuar nesse
campo, certamente poderá levar a formação de profissionais mais comprometidos
com a realidade de saúde e com sua transformação. Sob este prisma, e considerando
que a integralidade das ações de educação em saúde envolve todos os profissionais
de saúde, este projeto visa por meio da interdisciplinaridade envolver os discentes do
curso de enfermagem e medicina para realizarem ações pertinentes à imunização no
município de João Pessoa, visando o fortalecimento das competências e habilidades
destes discentes para atuarem na atenção primária.

Objetivo: desenvolver atividades práticas pertinentes ao manuseio, conservação


e administração de imunobiológicos e ações educativas sobre a importância da
imunização na prevenção das doenças e promoção da saúde.

245
Metodologia de execução: Inicialmente foi entregue à secretária de Saúde do Município,
na Gerencia de Educação em Saúde (GES) uma cópia do projeto para obtenção do
Termo de Anuência para autorização das atividades educativas nas escolas e USF/UBS
do município. Foi realizada uma oficina para nivelamento dos conhecimentos dos
discentes sobre as questões que envolvem a Política Nacional de Imunização (PNI).
Nessa oficina, contamos com a presença de um profissional/técnico da SMS de João
Pessoa, referência em imunização, para abordar temas sobre: normas e rotinas da sala
de vacinação e atualização do calendário nacional de imunização – 2018. Estão sendo
realizadas reuniões técnicas mensais com todos os envolvidos no projeto e também
reuniões por grupos de alunos e professores/colaboradores inseridos em atividades
específicas (práticas no CMI e ou ações educativas, visitas técnicas, pesquisa científica)
de acordo com o cronograma estabelecido. São disponibilizadas para os discentes
fontes bibliográficas: artigos científicos, protocolo e manuais para subsidiar à leitura
e elaboração de texto técnico/cientifico. Dentre as atividades desenvolvidas durante
a semana para atender aos objetivos do projeto (conforme cronograma acima), estão
sendo realizadas as seguintes ações: Administração de vacinas com usuários no
Centro Municipal de Imunização em João Pessoa sob supervisão docente; registro nos
cartões de vacinas e no Sistema de Informação do PNI (SiPNI) das vacinas aplicadas no
CMI sob supervisão docente; Acompanhamento/observação das atividades de rotina
desenvolvidas pelos técnicos responsáveis pelo programa de imunização nos DSS
de João Pessoa; pesquisa científica sobre os efeitos adversos da vacina no sistema
nervoso. Há também, a elaboração de material didático: planilhas de freqüência, fichas
de registro das atividades de educação em ação desenvolvida entre os grupos de
alunos e material educativo para uso nas ações de educação em saúde. Com relação
às ações de educação em saúde nas escolas e USF, fazemos um agendamento/
contato prévio com essas instituições por meio de ofício e ou email solicitando
autorização para a realização das ações. Para o desenvolvimento destas atividades
são produzidos panfletos, cartazes e folhetos informativos com conteúdos variados
envolvendo a vacinação por grupos de usuários (crianças, adultos, idosos, gestantes,
trabalhadores/profissionais de saúde). São utilizados também recursos de multimídia:
datashow, notebook, caixas de som, entre outros para apresentação do material
produzido. Dentre as estratégias adotadas para as atividades educativas, utilizamos as
rodas de conversa com os usuários/pais nas escolas e unidades de saúde, para que
os mesmos possam expressar e compartilhar seus saberes, experiências, dúvidas e
anseios acerca da temática abordada pelos discentes.

Resultados alcançados/esperados (2018.1): Já foram beneficiados com as ações


de educação em saúde nas escolas, unidades de saúde e instituições públicas do

246
município de João Pessoa, em média 128 pessoas, dentre eles: escolares, pais, usuários
da unidade e funcionários. Em relação às atividades desenvolvidas no projeto para o
desenvolvimento das habilidades e competências dos discentes sobre a temática do
projeto, podemos destacar: a experiências e troca de saberes vivenciada por eles nos
respectivos campos de atuação do projeto. Como resultados esperados, almeja-se
contribuir com a qualidade da assistência prestada aos usuários do CMI e unidades
de saúde que frequentarão os cenários do projeto, bem como contribuir na formação
e sensibilização dos escolares, pais e professores, que participarão das ações de
educação em saúde.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Oficina de nivelamento sobre normas e rotinas na sala de vacina com técnico da secretaria
de saúde do munícipio – Colace/Unipê.
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Ação educativa na escola municipal Redegundis Feitosa – Acadêmicos de Enfermagem


Participação dos Anjos da Enfermagem
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

247
ENGENHARIA

CI
VIL
A INTERVENÇÃO DOS RESULTADOS
PÓS OBRA EM UMA EMPRESA DA
CONSTRUÇÃO CIVIL NA CIDADE DE
JOÃO PESSOA
Curso promotor do projeto: Engenharia Civil, Gestão de Tecnologia da Informação e
Sistemas para Internet;

Coordenador(a): Julyana Kelly Tavares de Araújo; Julyérica Tavares de Araújo; Klebber


de Araújo Pedrosa; Wanessa Cartaxo Soares.

Discentes: Icaro Yuri Pereira Dias, Italo Johnes de Carvalho, Caroline de Farias de Araújo,
Leonardo Nogueira, Marla Gabriela de O. Marcolino, Mikaella Mylian Coutinho Braz Silva,
Otávio Igor Leite Lopes, Flaviana Leite Valencio, Martina Sales de Rezende, Icaro Garcia
da Nobrega, Marcel Marques Matias, José Victor Fernandes, Marcelo Victor Gouveia de
Lucena.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros – Empresa no ramo da construção
civil.

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto é desenvolvido na própria instituição


(Unipê) com o auxílio de seu acervo bibliográfico e ferramentas computacionais para
a produção do sistema que será usado pelos alunos para a coleta das informações.
São utilizadas duas salas de aula do bloco G da instituição (G151 ou G155), onde são
realizados os encontros semanais com os integrantes do projeto.

Cronograma de execução do projeto: Os encontros são semanais e ocorrem todas


as quintas-feiras no período das 17:30h às 18:30h, onde são realizadas apresentações
referentes aos referenciais bibliográficos pesquisados pelos integrantes e sobre o
sistema que está sendo idealizado pelos alunos dos cursos de informática do grupo.

Resumo: Construir no Brasil tornou-se um desafio para a sobrevivência no mercado.


As empresas da construção civil têm buscado investir em soluções de qualidade
e baixo custo, bem como investir na minimização do desperdício. Além disso,

249
priorizou-se a modalidade denominada assistência técnica pós-obra, que tem por
objetivo assistir aos clientes de acordo com as reclamações realizadas através de
uma ouvidoria nas respectivas empresas. Sendo assim, este projeto visa organizar
e analisar os dados de assistência técnica de uma construtora com intuito de traçar
um perfil das falhas dos produtos construídos e entregues no período de 2017. Vale
ressaltar que a extensão desse projeto é de grande valia, pois os discentes envolvidos
estão aprendendo a manusear e gerar relatórios gerenciais, bem como analisar
dados utilizando ferramentas estatísticas. O projeto tem como objetivo estimular
os discentes a pesquisarem artigos científicos sobre o objeto de estudo, como
também incentivá-los a realizarem apresentações orais e fazer o uso de softwares
estatísticos para melhorarem suas habilidades na academia, uma das metas a serem
alcançadas neste projeto. A empresa que está fornecendo as informações referentes
às reclamações dos clientes segundo a assistência pós obra é classificada como
médio porte, atuante há aproximadamente 8 anos no mercado da construção civil da
cidade de João Pessoa. A estratégia da empresa é construir edificações nos padrões
do programa do governo federal Minha Casa Minha Vida. Atualmente, está sendo
realizada uma revisão bibliográfica em artigos, periódicos e revistas sobre o objeto
de estudo e os temas relacionados. Para crescimento intelectual sobre o tema, nos
encontros semanais os discentes realizam apresentações orais sobre as revisões
bibliográficas até então realizadas. Para construção do perfil de falhas, está sendo
desenvolvida uma ferramenta computacional para coletar os dados e posteriormente,
gerar os relatórios para a empresa gerenciar de forma eficiente e a curto prazo suas
falhas nos empreendimentos.

Objetivo: Construir uma ferramenta computacional para uma empresa do ramo da


construção civil com intuito de melhorar a sua coleta de notificações de falhas no
período de assistência técnica pós obra.

Metodologia de execução: Na primeira etapa, os discentes do curso de engenharia


civil realizaram apresentações orais para discussões sobre o tema com o grupo,
onde foram selecionados artigos para construção de uma revisão bibliográfica.
Paralelamente, os discentes da área de informática iniciaram a construção da
ferramenta computacional procurando atender as necessidades da empresa, e com
base nos artigos foram dadas as contribuições para a construção da ferramenta.
Atualmente, os encontros estão sendo realizados com o objetivo de analisar e discutir
acerca da norma ABNT NBR 15575:2013 (Edificações habitacionais – Desempenho) com
os alunos de engenharia civil e informática, visando o conhecimento da norma e
aprimoramento da ferramenta. Posteriormente, a próxima etapa será a visita a uma

250
das obras da empresa e análise dos dados da assistência técnica pós obra com o uso
de ferramentas estatísticas e do sistema em desenvolvimento.

Resultados alcançados/esperados: Com base na análise do levantamento


bibliográfico e da norma de desempenho, o sistema pôde se aprimorar às necessidades
da empresa. Com as apresentações orais realizadas durante as reuniões, os alunos
puderam compreender a importância da assistência técnica na construção civil
desde o momento da concepção do projeto até os pós obra. Além disso, os alunos de
informática puderam interagir com os alunos de engenharia civil, criando assim uma
interdisciplinaridade entre os cursos.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Apresentação oral.


Fonte: Elaborado pelos autores, 2018.

Figura 2: Sistema.
Fonte: Elaborado pelos autores, 2018.

251
ANÁLISE DA QUALIDADE DA ÁGUA
DO RIO JAGUARIBE EM JOÃO
PESSOA-PB
Curso promotor do projeto: Engenharia Civil

Cursos integrados: Gestão Ambiental, Psicologia e Direito

Coordenador(a): Lucivânia Rangel de Araújo Medeiros

Colaboradores(as): André Luiz Queiroga Reis

Discentes: Carlos Henrique Alves Guedes; Daniel Henrique Bezerra da Silva Tales
Lourenço da Silva

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário João Pessoa – UNIPÊ no


Laboratório de Saneamento. Endereço: Rodovia BR-230, km 22, s/n - Água Fria, João
Pessoa - PB, 58053-000

Cronograma de execução do projeto: Segue abaixo o cronograma a ser acompanhado


no desenvolvimento do projeto:

ATIVIDADES 2018
Mês
FEV. MARÇ. ABR. MAI. JUN. JUL.

Revisão bibliográfica

Levantamento dos pontos de coleta

Oficina de Campo para manipulação dos kits de campo

Coleta e análise das amostras

Análises estatísticas, interpretação e discussão dos dados

Elaboração e Apresentação de Relatórios


Publicação de trabalhos científicos

252
Resumo: A água é um bem comum a todos, e utilizada de diversas formas na vida
humana, precisando de cuidados ambientais para que não ocorra a poluição e
assim deixe de ser aproveitada por quem precisa. Com isso, se faz necessário um
monitoramento regular e suficiente para saber o estado real de qualidade da água e até
que ponto pode ser consumido, usufruído pela população em seu meio. Porém nem
sempre os órgãos responsáveis têm a frequência de atualização sobre a qualidade da
água, dando a comunidade uma falsa realidade de consumo, por isso é necessário que
ocorra o enquadramento do corpo de água adequado através do que é determinado
pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente, para que não haja conflitos. A análise da
qualidade da água do Rio Jaguaribe com base no IQA e a avaliação a realidade de seu
enquadramento em relação à Resolução CONAMA 357/2005 é o objetivo desse trabalho.
Em consequência disso, obter resultados que beneficiem a população que vive ao seu
redor.

Palavras-chave: Água. Rio Jaguaribe. Qualidade da Água. CONAMA.

Objetivo: Analisar a qualidade da água do rio Jaguaribe com base no IQA (Índice
de Qualidade de Água), e avaliar a realidade de seu enquadramento em relação à
Resolução CONAMA 357/2005.

Metodologia de execução: O tipo de pesquisa estabelecido é o exploratório, que


segundo Gil (2008) tem como principal finalidade desenvolver, esclarecer e modificar
conceitos e ideias, apresentando menor rigidez no planejamento. Pode-se classificar
também como Estudo de caso, que conforme o mesmo autor é uma pesquisa que
envolve um estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira que
possibilite o seu vasto e minucioso conhecimento. Além de ser qualitativa, uma vez
a examinar os resultados obtidos, e do mesmo modo, expor os mesmos de forma
criteriosa. Para a coleta de dados, a princípio, é utilizado como ferramenta de busca
e maior compreensão sobre o tema, uma pesquisa bibliográfica em livros, artigos,
teses e dissertações para maior conhecimento sob o tema proposto. Posteriormente,
desempenhar o reconhecimento da área em estudo para selecionar os pontos de
coleta e em seguida realizar o levantamento das amostras da água. As amostras de
água coletadas no rio Jaguaribe serão transportadas ao laboratório de Saneamento do
UNIPÊ em caixa térmica, de modo que mantenha todas as suas propriedades originais.
Todas elas são analisadas no período de 4 a 6 horas posteriores à coleta.

253
Para cada amostra coletada, são realizadas as análises dos seguintes parâmetros:

• pH: Medição em pHmetro.

• Cor: Método Colorimétrico.

• Condutividade: Condutivímetro.

• Turbidez: Medição em Turbidímetro.

• Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): Método Winkler.

Os fatores a ser analisados seguirão a metodologia do Standard Methods for the


Examination of Water or Wasterwater (1999).

Resultados esperados: Dessa forma, com a execução dos ensaios laboratoriais, será
feito a coleta das amostras das águas, e análise da qualidade do mesmo e de seus
resultados, com isto, espera-se que os resultados na análise da qualidade da água
do rio jaguaribe sejam positivos, de forma a beneficiar toda a população residente
ao seu redor, que depende diretamente de suas águas, e para isto, é necessário o
enquadramento correto do rio Jaguaribe em relação a Resolução CONAMA 357/2005.
Além disso, é essencial a identificação dos agentes causadores da poluição na bacia
do rio Jaguaribe, o que interfere diretamente na sua qualidade e dos seus afluentes.
Posteriormente, será primordial elaborar uma cartilha para alertar a população sobre
a atual situação do Rio, se o mesmo estará apto para consumo humano após um
tratamento convencional ou avançado, à irrigação, pesca amadora, à recreação de
contato secundário (contato com a água é esporádico, a possibilidade de ingerir água
é pequena).

Referências Bibliográficas:

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social., São Paulo, 6 ed. 2008.

BRASIL. Resolução CONAMA 357 de 17 de março de 2005. Brasília, DF, 2005.

254
APLICAÇÕES DE CONCEITOS
MATEMÁTICOS NA ENGENHARIA
CIVIL
Curso promotor do projeto: Engenharia Civil

Coordenador(a): Nayana Lôbo Maia

Colaboradores(as): Syana Monteiro de Alencar Ramos

Discentes: Kaliel Gomes Andrade, Otávio Soares da Silva Neto,

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa, UNIPE, bloco
F, sala 108.

Cronograma de execução do projeto:

Terça-feira, as 18 h
Sexta-feira, as 15 h 30 min

Resumo: Disciplinas de Matemática, como Cálculo Diferencial, Cálculo Integral,


Álgebra linear e Álgebra Vetorial, são extremamente importantes para a formação do
profissional na Engenharia, sendo as primeiras disciplinas que um aluno tem contato
na graduação. No entanto, muitas vezes o aluno não consegue ver de forma direta a
importância e as aplicações dos conteúdos dessas disciplinas em seu curso, área de
seu interesse. O projeto tem como propósito proporcionar ao maior número de alunos
possível esse contato com essas aplicações, despertando assim seu interesse pela
matemática, mostrando sua importância em seu curso, e proporcionando ao aluno,
além disso, os primeiros contatos com a pesquisa científica.

Objetivo: Fazer um levantamento bibliográfico, estudar essa bibliografia, visualizando


as aplicações matemáticas na Engenharia Civil, e produzir um artigo como resultado
final.

255
Metodologia de execução: Pesquisa científica, com seleção de artigos e leitura dos
mesmos. Encontros semanais para discussão sobre o que foi aprendido e orientação
quanto à produção do artigo, objetivo final do projeto.

Resultados alcançados/esperados: Elaboração de um artigo como produto final,


além do aprendizado dos alunos. Dois alunos foram beneficiados: Otávio Soares da
Silva Neto e Kaliel Gomes Andrade. Foram produzidos dois artigos científicos.

256
COMPARATIVO ENTRE ARGILA
EXPANDIDA E POLIESTIRENO
EXPANDIDO EM CONCRETO LEVE
DE ALTO DESEMPENHO (CLAD)
Curso promotor do projeto: Engenharia Civil

Cursos integrados: Arquitetura

Coordenador (a): Carlos Maviael de Carvalho

Colaboradores(As): Vítor Emanuel Granito Pontes, Wilson Cartaxo Soares

Discentes: Luã Martins Rufino, Plínio Campos de Assis Neto, Marcella de Sena Barbosa,
Radamez Siqueira Gomes, Lucivan Leandro Bezerra

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto de pesquisa se desenvolve de forma


prática no Complexo Laboratorial de Engenharia. Além disso, são realizadas reuniões
frequentes a fim de estudos bibliográficos e discursões entre alunos e professores,
para que possamos analisar os resultados encontrados e a partir disso direcionar os
estudos para testes futuros. O laboratório se encontra no Centro Universitário de João
Pessoa – UNIPÊ, localizado na Rodovia BR-230, s/n- Água Fria.

Cronograma de execução do projeto: O trabalho é executado de segunda à sexta no


Complexo Laboratorial de Engenharia, nos turnos da manhã, tarde e noite de acordo
com a disponibilidade do grupo, que são divididos em sub-equipes de acordo com os
horários disponíveis.

Resumo: O referido projeto de pesquisa busca promover estudos acerca do material


mais utilizado na construção civil: o concreto. Nele é pesquisado formas de produzir
eficientemente 4 tipos de concretos especiais: concreto de alta resistência, concreto
leve, concreto reforçado com fibra e concreto auto adensável. Anualmente os resultados
obtidos com estas pesquisas são apresentados no Congresso Brasileiro do Concreto

257
(CBC), promovido pelo Instituto Brasileiro do Concreto (IBRACON). Esta instituição premia
os melhores concretos em quatro categorias: o COCAR, CONCREBOL, APO e “Quem sabe
faz ao vivo” (QSFV). Para a participação no evento, os alunos da UNIPÊ formaram uma
equipe de pesquisa intitulada POZOBALL, que busca promover estudos e experimentos
para o desenvolvimento dos referidos concretos de tal forma que os produtos gerados
obtenham a melhor eficiência e o máximo desempenho. Além disso, a equipe
incentiva os alunos de engenharia da UNIPÊ a realizarem pesquisas sobre materiais
de construção e áreas afins, objetivando a publicação dos mesmos no congresso,
gerando maior reconhecimento na área acadêmica para a instituição. Na categoria do
COCAR (Concreto colorido de alta resistência) é pretendido a confecção de concreto que
apresente alta resistência mecânica ao esforço de compressão axial e que ao mesmo
tempo seja colorido. No CBC de 2018, o IBRACON estabeleceu como característica
desse concreto ser do tipo pós-reativo, sendo constituído predominantemente por
materiais de baixa granulometria. Este tipo de concreto apresenta as seguintes
características: Alta ductilidade, alta resistência e impermeabilidade. Tal fato ocorre,
pois, para sua produção usa-se basicamente materiais finos e densos, provendo a
este concreto uma alta densidade e baixa porosidade. Assim permitindo a fabricação
de elementos estruturais esbeltos, resistentes e com capacidade de vencer grandes,
como é o caso da passarela de Sherbrooke, no Canadá. Já o CONCREBOL apresenta
como objetivo principal conceber uma esfera de concreto leve que obedeça aos
critérios estabelecidos pelo IBRACON. Estudos bibliográficos incluem desde materiais
sobre o assunto como o próprio regulamento, aonde temos que interpretar a fórmula
proposta para a pontuação final da competição e atentar para os materiais permitidos,
inclinando para alternativas sustentáveis sempre que possível como, por exemplo, a
utilização de agregados reciclados de blocos cerâmicos e de outros materiais, quando
pertinente. Considerando o grande peso próprio que as estruturas convencionais em
concreto armado possuem, uma opção natural que visa minorar essa problemática
e melhorar ainda mais as potencialidades desse elemento é a utilização do concreto
leve estrutural. O concreto com agregados leves apresenta-se como um material
de construção consagrado em todo o mundo, com aplicação em diversas áreas da
construção civil, como edificações pré-fabricadas, pontes e plataformas marítimas.
Também está sendo estudado pelo nosso grupo uma forma de reaproveitar a água que
é utilizada para lavar a betoneira após sua utilização, visando uma economia desse
recurso tão importante nas atividades diárias. O concreto auto adensável (CAA) tem
como principal característica uma grande fluidez, ou seja, uma alta trabalhabilidade,
podendo ser moldado em fôrmas preenchendo cada espaço vazio através de seu
peso próprio, não necessitando qualquer tipo de vibração ou compactação externa,
tornando-o adequado para uso em áreas residenciais, próximas a hospitais ou nas

258
indústrias de pré-moldados. Além disso, proporciona também uma considerável
melhora do acabamento final dos elementos, aumento da velocidade de concretagem
e redução de custos com mão-de-obra. Realizar testes em concreto auto adensável
se enquadra como o objetivo principal do “Quem sabe, faz ao vivo” (QSFV), equipe
essa que treina antes para confeccionar o produto “ao vivo”, diferentemente das outras
modalidades. A equipe do APO, que quer dizer “aparato de proteção ao ovo” é uma
estrutura de concreto armado tridimensional, que busca o máximo de resistência
frente aos carregamentos dinâmicos a ele impostos. O desafio proposto é de projetar
e construir um pórtico em concreto armado, conforme o modelo estabelecido em
regulamento, que seja capaz de resistir a cargas crescentes de impacto durante o
ensaio de carregamento dinâmico previsto neste concurso. Para participar do mesmo
devem ser formadas equipes compostas por estudantes dos cursos de tecnologia ou
graduação em arquitetura e engenharia civil, de materiais, química ou de produção,
de qualquer estado do Brasil ou de outros países, desde que os alunos estejam
matriculados no ano letivo em curso autorizado pelo Ministério da Educação (MEC) ou
respectivos organismos de educação superior dos países estrangeiros. A importância
de um projeto de pesquisa com essa magnitude é de fundamental importância para
o desenvolvimento do curso de engenharia civil no UNIPÊ, pois o projeto busca aliar os
conhecimentos adquiridos no decorrer dos 5 anos da graduação. E ao mesmo tempo
faz com que nós, alunos, sejamos desafiados a desenvolver inovações que tragam ao
projeto os resultados buscados. É importante salientar que o UNIPÊ é a única instituição
paraibana que leva seus alunos ao congresso nacional.

Objetivo: Desenvolver de forma eficiente e com máximo desempenho, 4 tipos de


concreto: concreto de alta resistência, concreto leve, concreto reforçado com fibra
e o concreto auto adensável. Em paralelo a este objetivo, busca-se apresentar os
resultados obtidos no 60° Congresso Brasileiro do Concreto, através da participação
na competição promovida pelo IBRACON, que engloba as categorias do COCAR, APO,
CONCREBOL e “Quem sabe faz ao vivo” (QSFV). É pretendido também o incentivo aos
alunos de engenharia da UNIPÊ a realizar pesquisas na área de mateiras de construção
e áreas afins, apresentando estas pesquisas no mesmo evento.

Metodologia de execução: O projeto de pesquisa funciona atendendo e tomando


como base o regulamento proposto pelo IBRACON, objetivando confeccionar produtos
finais à serem submetidos na competição do Congresso Brasileiro do Concreto. Os
encontros são realizados frequentemente (de segunda à sexta) e os serviços da equipe
implicam no estudo da tecnologia dos concretos pretendidos, com uma intensa
pesquisa bibliográfica para posteriormente pôr em prática todo o conteúdo absorvido

259
no Complexo Laboratorial de Engenharia. São tomados como referência os resultados
das competições anteriores.

Resultados alcançados/esperados: Já no terceiro ano de existência, o projeto


de pesquisa acresceu inúmeros estudantes da instituição conferindo o mesmo
destaque à nível nacional nas competições que intendemos a participar. Hoje em
dia, muitos engenheiros civis formados pelo UNIPÊ que, quando estudantes fizeram
parte da equipe, se encontram em lugares de destaques no mercado de trabalho ou
em áreas de especializações como alunos de mestrado em grandes universidades,
empreendendo como proprietários de empresas de construção civil, incorporando
o corpo de engenheiros de grandes construtoras, entre outros cargos de evidência.
Apesar de já termos conquistado resultados satisfatórios até o atual momento, temos
expectativas de maiores avanços e conquistas levando em consideração a crescente
de resultados que tivemos nesses 3 anos.

Acervo fotográfico:

Figura 1. Esfera de concreto finalizada.


Fonte: Acervo pessoal (2017).
Figura 2. Apresentação do projeto aos novos alunos da UNIPÊ.
Fonte: Acervo pessoal (2018).

260
ENGENHARIA CIVIL NAS ESCOLAS:
O UNIPÊ DESPERTANDO JOVENS
DO 3º ANO DO ENSINO MÉDIO
PARA A IMPORTÂNCIA E BELEZA
DESTE CURSO ATRAVÉS DA
MATEMÁTICA
Período no qual o aluno pode participar: A partir do 3º período

Curso promotor do projeto: Engenharia Civil

Coordenador (a): Syana Monteiro de Alencar Ramos

Colaboradores (as): Nayana Lôbo Maia

Discentes: Arthur de Sousa Moreira Lima, Dryelle Tuanne de Souza, Jailson Silva Alves,
Josemir Gregório de Andrade Júnior, Lais Maria Ramalho de Almeida, Maria Eliza Pontes
Pereira, Raquel Cristina Neves Leite, Sérgio Thales Amaro Alves, Walter Ribeiro Cirne.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: João Pessoa e cidades circunvizinhas.

Cronograma de execução do projeto:

DESCRIÇÃO DA ETAPA INÍCIO (MM/AA) TÉRMINO (MM/AA)

Abertura do edital com vaga para 08/2017 08/2017


20 alunos;

Seleção para preenchimento das vagas 08/2017 08/2017

Formação dos grupos 08/2017 08/2017

261
Planejamento e elaboração das 08/2017 09/2017
palestras

Visitas às escolas 09/2017 10/2017

Apresentação dos resultados e metas 11/2017 11/2017


alcançadas

Elaboração do relatório final 11/2017 12/2017

Resumo: A dificuldade em decidir em qual curso superior estudar e qual carreira


profissional seguir é uma realidade da grande maioria dos alunos dos terceiros anos
das escolas públicas e privadas em todo o Brasil. O presente projeto tem como principal
objetivo despertar jovens para a beleza e importância do curso de Engenharia Civil
através da matemática. O público alvo será alunos terceiranistas das escolas públicas
e privadas de João Pessoa e cidades circunvizinhas. Para tanto, serão realizadas
palestras de curta duração, com interatividade e dinamismo. A meta é alcançar 20
escolas e 600 alunos e dessa forma tentar ajuda a decidir na escolha de sua carreira
profissional.

Objetivo: Despertar Jovens das escolas Públicas e Privadas da Cidade de João


Pessoa e circunvizinhança para a importância e beleza da Engenharia Civil através da
matemática.

Metodologia de execução: O projeto aconteceu durante todo o semestre de 2017.2. No


1º mês foram divididas as esquipes e elaboradas as palestras (5 equipes). No 2º mês
buscou-se parcerias com as escolas que se interessassem pelo projeto. 3º e 4º mês
foram realizadas as palestras e no 5º mês foi elaborado o relatório e discutidos os
pontos fracos e fortes encontrados durante a execução. Cada equipe apresentava-se
com roupa característica de engenheiro civil (botas, capacetes) e apresentava uma
palestra interativa e dinâmica de 20 min, finalizando com aplicação de um questionário.

Resultados alcançados/esperados: Foram alcançadas 14 escolas sendo públicas


e privadas. Aproximadamente 590 alunos foram beneficiados com as palestras
apresentadas. Segundo o questionário aplicado 47% dos alunos questionados, disseram
não possuir mais dúvidas sobre qual curso escolher e após a discussão cerca de 27%
dos alunos disseram agora estar motivados a cursar o curso de Engenharia Civil.

262
Acervo fotográfico:

Figura 1: Escola Estadual de Ensino Médio Cônego Luiz Gonzaga de Oliveira


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Escola Monsenhor Pedro Anísio Bezerra Dantas


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

263
ESTUDO DA INFLUÊNCIA DA
ÁGUA PARA ARTEFATOS NA
CONSTRUÇÃO CIVIL
Curso promotor do projeto: Engenharia Civil

Cursos integrados: Gestão Ambiental e Arquitetura

Coordenador(a): Lucivânia Rangel de Araújo Medeiros

Colaboradores(as): Carlos Maviael de Carvalho e Isabelly Cícera Dias Vasconcelos.

Discentes: Ana Glazielle Araújo Rodrigues, Cláudio Henrique Sousa Lima, Hayanna
Botêlho de Menezes Marinho, Líria Sousa Carreiro, Luiz Eduardo Vieira de Figueiredo e
Tales Lourenço da Silva.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário João Pessoa – UNIPÊ no


Laboratório de Saneamento, Complexo Laboratorial de Engenharia e no Laboratório de
Química. Endereço: Rodovia BR-230, km 22, s/n - Água Fria, João Pessoa - PB, 58053-
000

Cronograma de execução do projeto:

Atividades 2018
Mês
FEV MARÇ ABR. ABR. MAI. JUN JULH.
Revisão bibliográfica
Levantamento dos pontos de coleta
Oficina de Campo para manipulação dos kits
de campo
Coleta e análise das amostras. Confecção dos
corpos de prova
interpretação e discussão dos dados
Elaboração e Apresentação de Relatórios
Publicação de trabalhos científicos

264
Resumo: A exigência do mercado vem crescendo quando se fala em materiais e
sistemas construtivos, requerendo desta maneira um maior controle tecnológico
com a finalidade de inibir possíveis patologias. O concreto é o principal material de
construção, e traz em sua essência grandes volumes de água como solvente que
reagem diretamente com os outros componentes de maneira a ser o principal
responsável pela por sua resistência mecânica. Nesse contexto, o objetivo desta
pesquisa é monitorar a interferência dos tipos de água quanto a sua qualidade de
pH, temperatura, acidez e alcalinidade, avaliando desta maneira as alterações
nas propriedades mecânicas do concreto seguindo as orientações da ABNT NBR
15900:2009. Para isto, desenvolve-se um traço de concreto convencional em
laboratório e confeccionar corpos de prova com amostra de águas coletadas em três
obras localizadas no município de João Pessoa/PB seguindo as diretrizes da ABNT NBR
12821:2009 e ABNT NBR 12654:1992, observando desta maneira uma maior gestão na
qualidade dos materiais. Por fim, realizará ensaios de compressão nos corpos de prova
cilíndricos de acordo com a ABNT NBR 5739:2007 para tomar como base uma avaliação
com abordagem utilizada de maneira qualitativa e utilizando objetivos exploratórios e
descritivos.

Objetivo: Avaliar a qualidade da água utilizada em três obras do município de João


Pessoa/PB, analisando as alterações nas propriedades mecânicas dos materiais
compostos no concreto de acordo com os critérios da ABNT NBR 15900:2009.

Metodologia de execução: A pesquisa está sendo realizada no Complexo Laboratorial


de Engenharia e no laboratório de saneamento do Centro universitário de João
Pessoa – UNIPÊ, além de três obras que possui como finalidade habitação residencial.
Apresentou-se como tipo de pesquisa classificado por estudo de caso de caráter
exploratório e qualitativo, visto sua análise crítica e desenvolvimento de observações
a partir dos resultados. Para a execução do projeto, a princípio foi realizado um
levantamento bibliográfico na literatura (artigos, teses, livros e dissertações) com a
finalidade de reunir informações sobre as alterações mecânicas provindas de diferentes
características de águas utilizadas no amassamento do concreto tomando base os
critérios da ABNT NBR 15900:2009. Após isto, foram realizadas as coletas das amostras
da água de amassamento na obra. Para a coleta das amostras de amassamento,
foram seguidas as diretrizes da ABNT NBT 15900:2009 – 2, especificadamente o item
5, no qual trata do procedimento de coleta para ensaios em laboratório. Conforme
item 5.2, durante a visita as obras, foram coletados 5 litros de água de cada poço em
recipientes plásticos do tipo polietileno tereftalato (PET) perfeitamente higienizadas
para posterior analise e confecção dos corpos de prova. A coleta da água se deu

265
através de uma bomba de extração que estava em operação no momento, sem que
houvesse interferência de resíduos provindo dos dutos. Após a coleta das águas de
amassamento, as amostras foram avaliadas de acordo com a ABNT NBR 15900:2009,
parte 3, em que visa a presença de detergentes, oléos e gorduras, cor, odor, materiais
sólidos, matérias orgânicas e medição do potencial hidrogeniônico (pH). Para a
realização da análise preliminar, tomou-se como base o item 6 da ABNT NBR 15900 – 3,
onde foram realizados ensaios no laboratório de química do Centro Universitário de
João Pessoa (UNIPÊ). Nos testes de qualidade da água foram observados os parâmetros
de PH, temperatura, acidez e alcalinidade de acordo com Standard. Methods for the
Examination of Water and Wastewater. Posteriormente a análise total das águas de
amassamento, serão executados outros experimentos laboratoriais como as amostras
de concreto produzido “in loco”, determinação de suas consistências, procedimento
de moldagem e cura do corpo de prova, e ensaios de compressão nos corpos de
prova cilíndricos. Por fim, serão realizadas comparações entre os resultados obtidos
através dos ensaios, apresentando desta maneira o ganho de resistência ao seguir as
diretrizes da ABNT NBR 15900:2009.

Resultados esperados:

• Exposição da aptidão ou não da água de amassamento utilizada nas obras em


estudo, segundo a ABNT NBR 15900:2009.

• Chegar a uma conclusão sobre a interferência da água de amassamento na


resistência mecânica do concreto produzido nas respectivas obras;

• Definir o melhor dos traços de concreto de acordo com a qualidade das amostras
de água.

• Propor sugestões de controle sobre a qualidade da água utilizada no concreto,


tanto em seu armazenamento e manuseio, como também na dosagem.

Referências Bibliográficas:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15900:2009: Água para Amassamento


do concreto – Parte 1. Rio de Janeiro: ABNT, 2009.

____. NBR 15900:2009: Água para Amassamento do concreto – Parte 2. Rio de Janeiro:
ABNT, 2009.

____. NBR 15900:2009: Água para Amassamento do concreto – Parte 3. Rio de Janeiro:
ABNT, 2009.

266
____. NBR 15900:2009: Água para Amassamento do concreto – Parte 6. Rio de Janeiro:
ABNT, 2009.

____. NBR 15900:2009: Água para Amassamento do concreto – Parte 7. Rio de Janeiro:
ABNT, 2009.

____. NBR 15900:2009: Água para Amassamento do concreto – Parte 9. Rio de Janeiro:
ABNT, 2009.

____. NBR 15900:2009: Água para Amassamento do concreto – Parte 11. Rio de Janeiro:
ABNT, 2009.

____. NBR 12821:2009: Preparação de Concreto em laboratório– Procedimento. Rio


de Janeiro: ABNT, 2009.

____. NBR 12654:1992: Controle tecnológico de materiais componentes do concreto.


Rio de Janeiro: ABNT, 1992.

____. NBR 5738:2003: Concreto – Procedimento para moldagem e cura de corpos-


de prova. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.

____. NBR 5739:2007: Concreto – Ensaios de compressão em corpos de prova


cilíndricos. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.

____. NBR 12655:2015: Concreto – Preparo, controle e recebimento. Rio de Janeiro:


ABNT, 2015.

____. NBR 6118:2014 Concreto – Projeto de estruturas de Concreto - Recebimento.


Rio de Janeiro: ABNT, 2014.

267
Acervo fotográfico:

Figura 01: Local de coleta da água de amassamento.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 02: Análise preliminar da presença de detergentes, óleos, gorduras e cor.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

268
ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE
SOLOS REFORÇADOS COM FIBRAS
DE POLITEREFTALATO DE ETILENO
EM ATERRO DE RODOVIAS
Curso promotor do projeto: Engenharia Civil

Cursos integrados: Nenhum

Coordenador(a): Isabelly Cícera Dias Vasconcelos

Colaboradores(as): Julyana Kelly Tavares de Araújo, Julyerica Tavares de Araújo

Discentes: Glauton de Moura Macêdo, Ravena Luzia Ferreira Lima, Tales Lourenço da
Silva e Virna Iayane Montenegro de Carvalho.

Público alvo Beneficiários do projeto: (x) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário João Pessoa – UNIPÊ no


Complexo Laboratorial de Engenharia. Endereço: Rodovia BR-230, km 22, s/n - Água
Fria, João Pessoa - PB, 58053-000

Cronograma de execução do projeto:

O cronograma de execução do projeto foi baseado pelo esquema abaixo.

ETAPAS INÍCIO TÉRMINO


Levantamento da Bibliografia 07/2017 10/2017
Reunião com a equipe do projeto: leituras para fundamentação teórica,
07/2017 08/2017
discussão e definição das atividades de campo e de coleta de dados
Coleta de dados 08/2017 08/2017
Realização dos ensaios laboratoriais 09/2017 02/2018
Análises estatísticas, interpretação e discussão dos dados 10/2017 04/2018
Elaboração e entrega do relatório final 05/2018 05/2018
Publicação de trabalhos científicos 06/2018 07/2018

269
Resumo: A Engenharia Civil é a área que mais cresce em todos os lugares, sendo
responsável pelo desenvolvimento do país. Contudo, com a falta de planejamento
e organização, muitos materiais são desperdiçados e resíduos sólidos são gerados,
consequentemente, isso reflete na origem de impactos ambientais e na qualidade
de vida da população. As embalagens de garrafa de politereftalato de etileno (PET)
são alguns dos materiais mais descartados de forma inadequada no meio ambiente,
no qual demora anos para se decompor, gerando impactos ambientais. Em termos
geotécnicos, o solo com a garrafa descartada no meio ambiente poderiam trazer
grandes benefícios para todos, como a destinação correta e reaproveitamento dos
materiais, respectivamente, para aterros de rodovias, por exemplo. A inserção de
materiais e/ou aditivos no solo favorece a minimização da utilização de recursos
naturais, além de reduzir os custos. A pesquisa consiste na análise da inserção de
diferentes proporções de fibras de PET para um ganho de resistência no solo destinado
a aterros de rodovias. Para isto, realizaram-se ensaios de caraterização física do solo
(Análise Granulométrica e Limites de Atteberg), compactação e CBR (California Bearing
Ratio). As garrafas PET foram cortadas em fibras menores e inseridas nas amostras
de solo com as proporções de: 0,1%, 0,2%, 0,3%, 0,4% e 0,5%. Após a realização dos
ensaios e análise dos dados, é definida qual proporção obtém melhor resistência com
relação ao solo natural.

Palavras-chave: PET. Aterro de Rodovias. Resistência.

Objetivo: Verificar a resistência do solo adicionada às fibras de garrafa PET em


diferentes proporções para utilização em aterros de rodovias.

Metodologia de execução: O projeto iniciou no segundo semestre de 2017, nas


primeiras reuniões os componentes do grupo receberam as orientações de como
funcionaria o projeto, quais ensaios seriam realizados e quais as normas seriam
estudadas para dar início às atividades práticas no complexo laboratorial de Engenharia
Civil. As normas utilizadas como base foram as Normas Brasileiras (NBR´s) referentes
aos ensaios realizados, do Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNER)
e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Após o estudo das
normas e definida a ordem dos ensaios, o grupo iniciou as atividades práticas e nas
reuniões semanais apresentavam o andamento do projeto para a coordenadora do
mesmo. Foram realizados os ensaios de granulometria, limite de liquidez (LL), limite
de plasticidade (LP), compactação e CBR. Os ensaios de granulometria, LL e LP foram
realizados para o solo sem mistura de fibras de PET, já os ensaios de compactação e
CBR foram repetidos para solo sem mistura e com mistura de 0,1%, 0,2%, 0,3%, 0,4%, e

270
0,5% de fibras de garrafa PET cortada em tamanho pequeno de aproximadamente 0,5
x 0,5 cm, com o peso de cada proporção determinado logo abaixo.

Tabela 01 - Quantidade das fibras em relação ao peso do solo usado nos ensaios.

Classificação Proporção Peso da fibra (g)


Solo A 0,0% (sem mistura) 0,0
Solo B 0,1% 6,0
Solo C 0,2% 12,0
Solo D 0,3% 18,0
Solo E 0,4% 24,0
Solo F 0,5% 30,0

Fonte - Arquivo pessoal, 2017.

Dessa forma, o projeto encontra-se na etapa final, no qual os resultados foram


colhidos e analisados para garantir que o solo ao ser reforçado com fibras de garrafa
PET adquira uma resistência considerável em relação ao seu estado natural, e assim,
destiná-lo a aterro de rodovias.

Resultados alcançados/esperados: Após a coleta e análise de dados esperados,


foram definidos os resultados através dos ensaios de caraterização física do solo
através da análise granulométrica e Limites de Atteberg, sendo expostos a seguir.

Gráfico 01 - Curva Granulométrica – solo sem mistura.

Fonte - Arquivo pessoal, 2017.

271
Gráfico 02 - Limite de Liquidez.

Fonte - Arquivo pessoal, 2017.

Tabela 02 - Resumo dos resultados para a caracterização do solo.

Fonte - Arquivo pessoal, 2017.

Desse modo, o solo foi classificado de acordo com o sistema do Highway


Research Board – HBR adotada pela AASHTO (American Association of State Highway
and Transportation Officials), sendo definida na classe A-4 (ver tabela 03). O material
destacado é o seguinte: um solo siltoso, e comportamento geral como subleito de
fraco a pobre.

272
Tabela 03 - Classificação do solo pelo Sistema Rodoviário.

Após esta etapa, foram realizados os ensaios de compactação e CBR de cada


solo, para obter a umidade ótima (Wót.) e Massa Específica seca máxima (ρd máx) e
o Índice de Suporte Califórnia (ISC), respectivamente, e assim, estabelecer o solo que
tem uma boa resistência e rigidez, e baixa compressibilidade. Sendo assim, foram
criados os gráficos no Software Excel para a construção da curva de compactação de
cada proporção e de CBR, simultaneamente.

Gráfico 03 - Curvas de Compactação dos solos.

Fonte - Arquivo pessoal, 2017.

273
Tabela 04 - Valores interpretados das curvas de compactação.

Fonte - Arquivo pessoal, 2017.

Gráfico 04 - Percentual do ISC de cada solo.

Fonte - Arquivo pessoal, 2017.

Referências Bibliográficas:

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM (DNER). DNER: 51 – Análise


granulométrica. 1994.

______. DNER: 49 – Determinação do índice de Suporte Califórnia utilizando amostras


não trabalhadas. 1994.

______. DNER: 122 – Determinação do limite de liquidez. 1994.

______. DNER: 82 – Determinação do limite de plasticidade. 1994.

______. DNER: 41 – Solo - preparação de amostras para ensaios de caracterização.


1994.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. DNIT 164/2013 – ME –


Solos – Compactação utilizando amostras não trabalhadas – Método de Ensaio. 2013.

274
Acervo fotográfico:

Figura 1: Ensaio de Expansão da amostra inundada - CBR (Californa Bearing Ratio)


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Amostras do ensaio de Limite de Plasticidade.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

275
ANALISE TÉCNICA DA ABORDAGEM
DO MEIO FÍSICO NOS ESTUDOS
DE IMPACTO AMBIENTAL (EIAs)
PARA FINS DE LICENCIAMENTO
AMBIENTAL DE GRANDES OBRAS
DE ENGENHARIA
Curso promotor do projeto: Engenharia Civil

Cursos integrados: Gestão Ambiental; Gestão Pública.

Coordenador: Henrique Elias Pessoa Gutierres

Colaborador: André Luiz Queiroga Reis

Discentes: Gabriel Gomes Passos de Caldas Lacerda, Jefferson Bruno Gomes de Lima,
Otávio Soares da Silva Neto, Vitória Duarte Souza Neves.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Campus do UNIPÊ – bloco de Engenharia Civil

Cronograma de execução do projeto: Segunda-feira (17:00h – 19:30h), Terça-


feira (17:00h – 19:30h) e Quinta-feira (14:00h – 17:00h). O restante da carga horária é
preenchida com reuniões e levantamentos feitos pelos discentes, em dias e horários
estabelecidos entre eles, bem como atividades desenvolvidas individualmente, em
casa ou na biblioteca do UNIPE.

Resumo: As obras de engenharia necessitam de uma análise prévia sobre a viabilidade


ambiental das áreas a serem impactadas e, em se tratando de grandes obras, que
se caracterizam por um significativo poder de degradação ambiental, a legislação
ambiental brasileira exige a elaboração e a apresentação do Estudo de Impacto
Ambiental (EIA) e o seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para fins de

276
licenciamento ambiental. Contudo, além de contribuir com os projetos de engenharia
e a execução dos mesmos, os profissionais da engenharia civil também contribuem
através da elaboração desses estudos ambientais, especialmente nos aspectos
relacionados ao meio físico. Sendo assim, o presente projeto tem o objetivo de analisar
a abordagem do meio físico nos EIAs/RIMAs encaminhados para licenciamento
ambiental nos órgãos ambientais da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, entre
os anos de 2010 a 2016. O desenvolvimento do estudo toma como base uma pesquisa
aplicada e descritiva sob o método documental, a partir do levantamento dos EIAs
arquivados no órgão ambiental da Paraíba e no caso dos outros dois estados, junto aos
endereços eletrônicos para aquisição dos arquivos digitais. Por meio da elaboração
de uma matriz de critérios adotada para a análise da abordagem do meio físico de
cada empreendimento, busca-se orientar o levantamento dos dados e reduzir a
subjetividade da análise. O projeto se propõe a desenvolver atividades de campo em três
empreendimentos, considerando o estágio das obras, de forma a permitir a avaliação
do que consta no estudo e a realidade analisada in loco. O projeto espera contribuir
com o aprimoramento da abordagem do meio físico nesses estudos, identificando
a possível existência de estudos ambientais deficientes em informações, aspectos
metodológicos, falta de clareza e objetividade, o que compromete a transparência,
o alcance e a eficiência desses estudos para que surtam o efeito desejado pela
sociedade. Sendo assim, a interdisciplinariedade do projeto se justifica pela interação
entre docentes e discentes dos cursos de Engenharia Civil, Gestão Ambiental e Gestão
Pública.

Palavras-chave: Engenharia Civil; Estudo de Impacto Ambiental; Licenciamento


ambiental; Meio físico.

Objetivo: Analisar tecnicamente a abordagem do meio físico nos Estudos de Impacto


Ambiental (EIAs) de grandes obras de engenharia, protocolados para licenciamento
ambiental nos órgãos ambientais estaduais (Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do
Norte) entre os anos de 2010 e 2016.

Metodologia de execução: O desenvolvimento do projeto consiste numa pesquisa


aplicada e descritiva sob o método documental. Os procedimentos para aquisição
dos dados consistirão no levantamento dos EIAs no Centro de Documentação do
órgão ambiental do estado da Paraíba (Superintendência de Administração do Meio
Ambiente - SUDEMA) e nos endereços eletrônicos na internet dos órgãos ambientais
de Pernambuco (CPRH) e do Rio Grande do Norte (IDEMA). A partir da leitura e análise
dos estudos ambientais obtidos, o trabalho elaborará uma matriz de critérios adotada
para o levantamento dos aspectos e dados referentes à abordagem do meio físico

277
de cada EIA. Após a coleta e tratamento dos dados, os mesmos serão organizados e
apresentados em tabelas e gráficos, e discutidos por meio de reuniões no formato
“aula expositiva” pelos membros do projeto, demonstrando os resultados obtidos após
a aplicação dos critérios de análise para cada estudo. Planeja-se também a execução
de atividades de campo em três áreas de empreendimentos que protocolaram seus
EIAs/RIMAs no órgão ambiental do estado da Paraíba, buscando correlacionar aquilo
que consta nos estudos ambientais e o que vem sendo executado na realidade das
áreas desses empreendimentos. Os dados adquiridos serão analisados e organizados
por meio de software de planilha eletrônica, que permitirá construir gráficos e tabelas
para uma melhor apresentação e análise dos dados obtidos no campo e junto aos
órgãos ambientais estaduais. De posse de todas as informações acima indicadas, o
projeto procederá à sistematização dos dados. Uma vez sistematizadas as informações
recolhidas ao longo da pesquisa, a fase de análise dos dados será construída à luz do
estudo bibliográfico realizado sobre o tema.

Resultados alcançados/esperados: O desenvolvimento do projeto também resultará


na geração de informações e dados científicos e técnicos sobre a abordagem do
meio físico na elaboração dos Estudos de Impacto Ambiental / Relatórios de Impacto
Ambiental (EIAs/RIMAs) na realidade de três estados nordestinos, servindo como
referência para os órgãos ambientais licenciadores, bem como aos profissionais
e empresas que atuam na área ambiental responsáveis pela elaboração desses
estudos, além do público acadêmico interessado na área ambiental e nos estudos
do meio físico, permitindo o aperfeiçoamento na elaboração e análise dos futuros
estudos ambientais. Considerando que o projeto conseguirá gerar e apresentar dados
atualizados da realidade dos Estudos de Impacto Ambiental, será possível divulgar
esse material por meio de eventos técnico-científicos, exposição durante as aulas
dos componentes curriculares anteriormente citados, a realização de palestras
(empresas privadas, órgãos públicos e entidades civis), além da submissão de artigos
para revistas científicas com Qualis e publicações de capítulos de livros.

278
FI
SIO
TE
RA
PIA
EFEITO DO TREINAMENTO
MUSCULAR RESPIRATÓRIO
EM ATLETAS
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Coordenador(a): Zênia Trindade de Souto Araújo

Colaboradores(as): Nícia Farias Braga Maciel; Rosa Camila Gomes Paiva.

Discentes: Rayane Maria Pessoa de Souza; Luana de Morais Bernardo; Jordan Camilo
Gonçalves Bezerra; Suyane Laihesly Alves de Lima; Silvania Victor Ferreira; Daniella
Vasconcelos da Silva; Marina Oliveira dos santos Lima e Brenda Carvalho de Assis.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( x )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( x ) Outros, Quais? Atletas.

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica Escola de Fisioterapia do UNIPÊ.

Cronograma de execução do projeto: Foi realizado durantes as terça-feira e quinta-


feira das 16:30 às 18:30.

Resumo: As evidências científicas apontam que o treinamento muscular respiratório


(TMR) é mais efetivo em desportos onde os músculos respiratórios sejam submetidos
a um maior trabalho ventilatório. Assim, o presente estudo objetiva determinar o efeito
do TMR na função muscular de atletas. Trata-se de um ensaio clínico randomizado,
onde os sujeitos selecionados foram submetidos à avaliação clínica por meio da
aferição dos sinais vitais e força dos músculos respiratórios. Para isso, utilizamos:
estadiômetro; oximetro de pulso; cronômetro digital; manovacuômetro analógico.
A amostra foi composta por 15 sujeitos que foram alocados em 3 grupos, por meio
de sorteio, conforme a modalidade do TMR administrado: Grupo Controle (GC) – 5
sujeitos que realizaram o treinamento muscular inspiratório (TMI) com carga mínima
9cmH2O; Grupo Treinamento Muscular Inspiratório de Força (GTMIF) – 5 indivíduos que
foram submetidos a modalidade com carga 40% PImáx; Grupo Treinamento Muscular
Inspiratório de Endurance (GTMIE) – 5 indivíduos que foram submetidos a modalidade
com carga 15% PImáx. O estudo obedeceu a Resolução 466/12 do Conselho Nacional
de Saúde. As análises descritiva e inferencial foram realizadas através do programa

280
Statistical Package for the Social Sciences - SPSS 20.0, sendo atribuído um nível de
significância de 5%. Espera-se com este estudo demonstrar os efeitos do TMR na
função muscular de atletas através de duas modalidades de treinamento otimizando
o seu desempenho. Além de favorecer uma maior compreensão sobre o TMR nesta
população.

Objetivo: Avaliar o efeito do treinamento muscular respiratório na função muscular


respiratória de atletas.

Metodologia de execução: A população foi composta por 15 atletas que procuram


o serviço de fisioterapia desportiva na Clínica Escola de Fisioterapia do UNIPÊ. A
amostra foi probabilística aleatória simples, composta por 10 atletas de ambos os
sexos. A pesquisa já foi aprovada pelo CEP/UNIPÊ sob o nº 1.832.745. Todos os sujeitos
selecionados foram esclarecidos e orientados quanto à natureza e ao significado
do estudo proposto, assinando um termo de consentimento livre e esclarecido para
inclusão dos mesmos na amostra. Todos os indivíduos selecionados foram submetidos
à aferição: pressão arterial, frequência cardíaca, saturação periférica de oxigênio,
frequência respiratória e dados antropométricos. A manovacuometria foi realizada
para avaliar a força muscular respiratória, inferida pelas pressões respiratórias
máximas (PImáx e PEmáx). Todos os métodos utilizados estão validados na literatura
médica. Os sujeitos incluídos no estudo foram avaliados e reavaliados pelo mesmo
pesquisador sempre no mesmo período do dia. Após o procedimento de avaliação
os sujeitos foram alocados aleatoriamente através de sorteio em envelope lacrado
para distribuição em 3 grupos experimentais distribuídos conforme a modalidade do
TMR administrado: Grupo Controle (GC) = 5 sujeitos que realizaram o treinamento TMR
com o Thershold® IMT com carga mínima 9cmH2O realizando 3 séries de 25irpm;
o Grupo Treinamento Muscular Inspiratóriode Força (GTMIF) = 5 indivíduos que foram
submetidos a modalidade de TMR com o Thershold® IMT com carga mínima 40%
PImáx realizando 3 séries de 25irpm; o Grupo Treinamento Muscular Inspiratório de
Endurance (GTMIE) = 5 indivíduos que foram submetidos a modalidade de TMR com
o Thershold® IMT com carga mínima 15% PImáx realizando 6 séries de 2 minutos.
Todos os grupos realizaram o treinamento 2 dias/semana durante cinco semanas; as
pressões respiratórias máximas foram ajustadas semanalmente. Todas as sessões de
treino foram supervisionadas e os sujeitos encorajados a manter o regime normal de
treino.

Resultados alcançados/esperados: Na população estudada não observamos


diferença estatística na força muscular respiratória dos grupos estudados. Entretanto,
percebeu-se aumento da Pimáx pré e pós (GTMIE: 141,42±84,74 vs 148,57±53,67, p=0,82;

281
GTMIF: 95,00±47,95 vs 152,50±101,77, p=0,18) e Pemáx pré e pós intervenção (GTMIE:
112,14±33,39 vs 112,85±24,97, p=0,95; GTMIF: 80,00±21,21 vs 105,00±12,90, p=0,06).

Acervo fotográfico:


Figura 1: Avaliação da FMR em atletas handebol de areia.
Fonte: Arquivos pessoais, 2017.

Figura 2: Comunidade acadêmica em evento promovido pela base de pesquisa.


Fonte: Arquivos pessoais, 2017.

282
ANÁLISE DA MARCHA EM
HEMIPARÉTICOS:
PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO
COM ÓRTESE SUSTENTÁVEL
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Coordenadora: Aliceana Ramos Romão de Menezes Araújo

Colaboradores: Pollyana Soares de Abreu Morais, Natália Herculano Pereira

Discentes: Silvânia Victor Ferreira, Ellen Maria dos S. Oliveira, André Gonçalves Pereira,
Camila Vieira Diniz, Sergina Melo de L. Mota

Público alvo Beneficiário do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ; ( X ) Comunidade; ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ; Outros, quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto acontece no bloco G (clínica escola de


fisioterapia) e H (laboratório I) do centro universitário de João Pessoa-PB, localizado na
BR 230 Km 22, Água Fria, João Pessoa – PB

Cronograma de execução do projeto: O projeto funciona nas terças e quartas-feiras


das 16:30 às 18:10.

Resumo: O Acidente vascular encefálico (AVE) gera déficits funcionais no indivíduo,


ocasionando comprometimento da marcha. Dentre os recursos utilizados para a
assistência fisioterapêutica estão as órtese, que são fabricadas com materiais de alto
custo, não contemplando as camadas sociais economicamente menos favorecidas.
A possibilidade de reaproveitar materiais na produção de órtese diminui o impacto
ambiental e ajuda indivíduos na recuperação da funcionalidade, minimizando as
incapacidades físicas e melhorando a qualidade de vida. Assim, surgiu a necessidade
de intervir nas sequelas motoras, em especial na marcha de indivíduos hemiparéticos,
a partir da aplicação de uma órtese sustentável.. Este estudo é um ensaio clínico,
do tipo before and after, composto por um grupo de 20 participantes de ambos os
sexos, com hemiparesia. O mesmo tem como objetivo desenvolver órtese sustentável
e avaliar sua eficácia na funcionalidade da marcha. Para a coleta dos dados serão

283
utilizados os seguintes instrumentos: ficha de avaliação de fisioterapia em neurologia;
teste de Tinetti; do time Up and Go (TUG) e do Dynamic Gait Index (DGI), bem como a
mensuração do comprimento do passo, da passada, a largura do passo, a velocidade e
a cadência. Todos serão realizados na avaliação inicial (sem órtese) e em uma segunda
avaliação (com a órtese). Os resultados serão. A análise dos dados será realizada
através do programa SPSS 20.0 (Statistical Package for the Social Science) atribuindo-
se o nível de significância de 5%. Será utilizada a estatística descritiva (média e desvio
padrão) e o teste de Kolmogorov-Smirnov para normalidade dos dados. Espera-se que
o uso das órteses melhore a funcionalidade da marcha, porém isso só será possível
a partir da análise dos dados que darão subsídios às discussões dos resultados e às
considerações finais.

Objetivo: Avaliar a eficácia da utilização de um órtese sustentável na marcha de


indivíduos hemiparéticos.

Metodologia de execução: Trata-se de uma pesquisa primária, experimental,


prospectiva, descritiva, de natureza quantitativa. Um ensaio clínico do tipo “antes e
depois” (before and after) nos quais todos os indivíduos recebem o mesmo tratamento
e a condição é avaliada em dois momentos da intervenção (LAKATOS, 2017). Nesse caso,
a condição será a marcha de indivíduos hemiparéticos. A população estudada consta
20 usuários de ambos os sexos com diagnóstico de acidente vascular cerebral (AVE)
que são assistidos na clínica escola de fisioterapia nos componentes curriculares
de neurofuncional e saúde do idoso. A pesquisa acontece nas terças e quartas-
feiras das 16h:30min às 18h:10min nas dependências da Clínica escola de fisioterapia
UNIPÊ (bloco G) e no laboratório de fisioterapia (bloco H). Alguns instrumentos serão
utilizados a fim de viabilizar a pesquisa. São eles: ficha de avaliação geral e neurológica
adaptada da unidade curricular fisioterapia em neurologia para a coleta dos dados
gerais e específicos do AVE; para avaliação da marcha serão utilizados: o teste de
Tinetti que avalia a marcha e equilíbrio, que é composto por uma escala de 22 tarefas,
sendo13 para avaliação do equilíbrio e 09 para avaliação da marcha (TINETTI, 1986);
o time Up and Go (TUG), que tem como objetivo avaliar o grau de mobilidade e o
equilíbrio funcional a partir do tempo que o indivíduo leva para levantar de uma
cadeira de aproximadamente 46 cm de altura do assento e 65cm do braço. O mesmo
deve caminhar 3m, virar e voltar para sentar-se na cadeira, assim será avaliada a
agilidade da marcha (PODSIADLO; RICHARDSON, 1991) e a versão brasileira do Dynamic
Gait Index (DGI) para avaliar o desempenho funcional da marcha, ou seja, a capacidade
que o indivíduo tem de adaptar sua marcha a partir da de mudanças nas demandas.
O mesmo é composto de oito tarefas em diferentes contextos sensoriais, como:

284
superfícies planas, mudança de velocidade da marcha, contornar obstáculos, subir e
descer escadas, giros sobre o eixo corporal. Composto por oito itens pontuados de 0 a
3, nos quais 0 indica grave comprometimento e 3 habilidade normal, tendo pontuação
máxima de 24 (CASTRO; PERRACINI, GANANÇA, 2006). Ainda serão utilizados outros
instrumento para subsidiar a pesquisa, como: cronômetro digital da marca Kadio
Kd1069 e cones para demarcar distância percorrida, ambos para calcular a tempos
e distância, respectivamente, dados necessários para cálculo da velocidade da
marcha; folhas de papel 60 e rolo e tinta para plantígrafo para realizar as marcações do
comprimento do passo, da passada e largura do passo; câmera fotográfica e filmadora
da marca Canon PC1680 para ajudar na avaliação qualitativa da marcha; réguas; lápis
e goniômetro para mensuração da amplitude articular. Os materiais usados para a
confecção das órtese serão plásticos, canos de PVC, tecidos, velcros, linha, agulha,
espuma, atadura gessada, gesso em pó, hastes de alumínio, elásticos, papel filme,
estilete, tesoura, papel toalha, bacia plástica; dentre outros. Para a coleta dos dados,
os seguintes trâmites foram respeitados: Primeiramente o projeto foi encaminhado
para o comitê de ética em pesquisa do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ. No
momento está a espera do parecer final. Assim que emitido o parecer, o pesquisador
responsável entrará em contato com os pacientes que já foram previamente escolhidos
a partir dos dados dos componentes nos quais eles são assistidos. Será realizado o
convite para que o mesmo participe da pesquisa e nesse momento será apresentado
o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para que o mesmo assine, caso
deseje participar. A pesquisa contará com as seguintes etapas: Na primeira etapa,
haverá uma avaliação das condições gerais e neurológica do indivíduo através de
uma ficha adaptada da utilizada na unidade curricular fisioterapia em neurologia;
na segunda etapa, os participantes serão encaminhados para o laboratório I para
iniciar a avaliação da marcha através da observação clínica, através de uma avaliação
qualitativa do padrão de marcha realizado pelo participante. Nesse mesmo dia serão
extraídos dados como: velocidade, onde o participante irá percorrer uma distância de
10m demarcados por cones e será cronometrado o tempo gasto por ele. A partir desses
dados se aplicará a fórmula d/t em m/s e cadência que será contado o número de
passos/min; na terceira etapa serão aplicados os instrumentos validados para análise
da marcha (Teste de Tinetti, Up and Go e o Dynamic Gait Index (DGI)); a quarta etapa
será realizada para realização do plantigrafia, através da impressão plantar sobre uma
passarela de papel. Nesse momento haverá a pintura da planta de ambos os pés com o
uso de rolo e tinta para plantígrafo. Essa fase permitirá a mensuração do comprimento
e largura do passo e da passada e o padrão de apoio plantar; a quinta etapa será
para realização das medidas do segmento para a confecção da órtese sustentável,
através de ataduras gessadas para o molde negativo e do tamanho e circunferência

285
do membro com o uso da fita métrica (anexo 1). A confecção se dará inicialmente com
o desenho da órtese, escolha do modelo e e dos materiais, respeitando a biomecânica
local, o direcionamento de forças e o nível de deformação do material escolhido a
partir do objetivo de funcionalidade, verificado nas etapas da avaliação. A confecção da
mesma utilizará de alguns critérios, como: funcionalidade, estética e conforto. Após a
produção da órtese, os participantes irão realizar as provas (quantas forem necessárias)
para que haja um maior ajuste possível. Assim que a órtese estiver concluída, todas
as etapas do processo de avaliação serão aplicadas com o participante fazendo uso
da mesma. Todas as etapas serão filmadas para auxiliar no processo de avaliação e
reavaliação da pesquisa. Durante cada atendimento deverão ser coletados os sinais
vitais, tais como: Pressão arterial (PA); frequência cardíaca (FC) e saturação periférica
de oxigênio (SpO2), obtidas através de oximetria de pulso em uma das extremidades
dos MMSS e Frequência Respiratória (FR). Os dados deverão ser coletados no início e no
final cada etapa. A intervenção será realizada no período de junho a dezembro de 2018,
com duração média prevista de 01 hora de atendimento de forma individualizada, em
ambiente privado, em dias e horários a combinar com o paciente, de acordo com a
sua disponibilidade e a do pesquisador. Todos os pesquisadores serão treinados para
que não haja divergência de resultados.

Resultados alcançados/esperados:

• Revisão dos tipos de AVE, da marcha humana e de suas variáveis;

• Discussão entre discentes e docentes sobre os instrumentos que serão utilizados


para a coleta dos dados;

• Prática demonstrativa acerca da aplicabilidade de cada instrumento;

• Levantamento dos pacientes que são assistidos no componente neurofuncional


e saúde do idoso de acordo com os critérios de inclusão, a saber: usuários com
diagnóstico de AVE; com sequelas motoras de membros inferiores e/ou superiores;
com idade entre 18 a 60 anos; de ambos os sexos; que possua bom nível de
cognição; que desenvolva marcha; e que aceitem participar voluntariamente após
ter assinado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).

• Elaboração de resumos e apresentação na IX jornada de fisioterapia com as


seguintes temáticas (Figuras 1 e 2):

286
Acervo fotográfico:

Figura 1: Apresentação de trabalho na IX jornada de fisioterapia UNIPÊ


Fonte: Acervo da pesquisa, 2017.

Figuras 2 e 3: Protótipo de órtese para auxílio da marcha (visão dorsal e visão plantar).
Fonte: Acervo da pesquisa, 2017.2

287
EQUOTERAPIA COMO MODALIDADE
TERAPÊUTICA
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Cursos integrados: Não existe

Coordenadora: Carla Patrícia Novaes dos Santos Fechine

Discentes: Danielle Ferreira de Santana Silva; Álisson Igor Santos de Assis; Thauany dos
Santos Gonçalves; Karolynne Augusta Bezerra Maroja; Mayrá Luana de Aguiar Chaves

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: A equoterapia é desenvolvido na Aspeq (Associação


Paraibana de equoterapia), localizada na Rua Roberto Paulo Moreira Coutinho, 64,
Cidade Recreio, João Pessoa – PB. A Associação é uma entidade filantrópica sem fins
econômicos, com personalidade jurídica de direito privado, duração indeterminada e
com atuação em todo o Estado da Paraíba, tendo sede e foro em João Pessoa. Inscrita
no Conselho Municipal e Federal de Assistência Social, Conselho Municipal da Criança
e do Adolescente, Conselho da Pessoa com Deficiência é de utilidade Pública Federal,
Estadual e Municipal, tem por missão, atender pessoas com deficiências no estado da
Paraíba, atuando nas áreas de saúde, educação e de esportes através da equoterapia.

Cronograma de execução do projeto: As atividades são realizadas nas segundas e


sextas das 13:30 às 17:30 na Aspeq.Como pré requisito para o atendimento, todos
os extensionistas deverão realizar um curso de equitação com os profissionais da
Aspeq.

Na segunda-feira das 15:30 às 16:30 hs são realizados estudo de casos e discussão de


artigos científicos com os alunos, e nos outros horários atendimento dos praticantes
com uma equipe multidisciplinar formada por psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta,
pedagogo e instrutor de equitação.

Resumo: A equoterapia, método que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem


interdisciplinar, apresenta benefícios motores e psicológicos, visto que os praticantes
durante a terapia se deparam com a possibilidade de desenvolver/melhorar a

288
coordenação, equilíbrio, auto estima e a socialização. O projeto surgiu da necessidade
de ampliar a visão dos discentes para outras terapias complementares, saindo dos
consultórios tradicionais para uma realidade diferente que agrega o envolvimento
de uma equipe interdisciplinar, natureza, praticante e família. O objetivo do projeto
é oferecer atendimento integral e humanizado às crianças, adolescentes e adultos
com disfunções neuromotoras através da equoterapia, como modalidade terapêutica,
proporcionado uma melhora na sua qualidade de vida. As atividades são desenvolvidas
duas vezes por semana, na Aspeq (Associação Paraibana de Equoterapia) localizada no
bairro Cidade Recreio, Município de João Pessoa. São atendidas crianças, adolescentes
e adultos na faixa etária de 3 a 55 anos, de ambos os sexos, com patologias diversas
dentre as quais destacam-se: paralisia cerebral, lesão medular, acidente vascular
encefálico, síndromes neurológicas, déficit cognitivo e de linguagem, Transtorno do
Espectro Autista (TEA), dentre outras. Os resultados demonstraram que o projeto de
extensão proporciona uma vivencia teórico prática, estimulando a criação de trabalhos
de pesquisa na área e contribuindo para a construção do conhecimento no âmbito
científico.Também proporciona aos discentes uma experiência de um atendimento
integral e humanizado com uma equipe interdisciplinar composta por pedagogos,
fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e equitadores. Nesse sentido, percebe-se
a importância da equoterapia na qualidade de vida e funcionalidade dos praticantes
, visto que a mesma melhora o controle postural, tônus muscular, coordenação
motora, reações de equilíbrio e a socialização. Além disso, o projeto proporciona
aos discentes o contato e interação com a família dos praticantes, estabelecendo um
vinculo terapeuta, família e praticante, imprescindível no processo de reabilitação de
crianças e adultos com disfunções neuromotoras.

Objetivo: Proporcionar aos discentes a prática da equoterapia, com uma equipe


interdisciplinar, em um centro de referencia no município de João Pessoa. Oferecer
atendimento integral e humanizado às crianças, adolescentes e adultos com
disfunções neuromotoras através da equoterapia, como modalidade terapêutica,
proporcionado uma melhora na sua qualidade de vida.

Metodologia de execução: O projeto funciona duas vezes por semana na ASPEQ, com
carga horária de 4 horas/dia, oferecendo atendimento a comunidade do município
de João Pessoa e cidades vizinhas. Os alunos participam da avaliação do praticante
com auxilio de uma equipe interdisciplinar e posteriormente do atendimento com o
docente e os profissionais. São realizadas:

• Aulas práticas de equitação sobre encilhamento, montaria, retirada de emergencia,


cuidados com o praticante, auxiliar guia, lateral, dentre outras.

289
• Aulas teóricas com equipe da ASPEQ (psicólogo, fonoaudiólogo e psicopedagoga e
fisioterapeutas)

• Evolução dos prontuários dos praticantes diariamente

• Discussão de artigos científicos para aprofundamento da elaboração da


programação terapêutica.

• Acompanhamento do atendimento realizado pela equipe durante as sessões de


equoterapia

• Avaliação e elaboração da programação terapêutica dos praticantes;

• Participação nos estudos de caso dos praticantes com a equipe da Aspeq.

Resultados alcançados/esperados: Os praticantes e seus cuidadores relatam melhora


no desenvolvimento da aprendizagem, memorização, concentração, socialização,
organização do esquema corporal. Além da aquisição simetria da atividade muscular
de tronco , melhorando equilíbrio e coordenação motora, regulação de tônus, gerando
um ganho nas funções motoras grossas, especialmente na marcha em praticantes com
algum tipo de deficiência motora.Portanto,relatam benefícios motores, psicológicos
e sociais. O projeto de extensão proporciona aos discentes uma experiência positiva
no sentido de oferecer um atendimento integral e humanizado envolvendo uma
equipe multidisciplinar formada por pedagogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos,
psicólogos e equitadores, ampliando assim seu olhar terapêutico. Espera-se prestar
um atendimento de qualidade, integrado e humanizado à comunidade, envolvendo
os discentes, professores e profissionais da Aspeq, com o intuito de melhorar a
funcionalidade e a qualidade de vida dos praticantes.

Início das atividades em 2011.2

O projeto de extensão, Equoterapia como modalidade terapêutica, teve início


em Fevereiro de 2012 e surgiu pela necessidade de agregar e ampliar a visão dos
discentes sobre outras terapias complementares direcionadas as crianças e adultos
com disfunções neuromotoras.

2012.1 - A Equoterapia realizou um total de 85 atendimentos, sendo 8 praticantes


entre crianças e adultos de ambos os sexos, com disfunções neuromotoras, na faixa
etária de 3 a 55 anos.

290
2012.2 - A Equoterapia realizou um total de 96 atendimentos, sendo 10 praticantes
entre crianças e adultos de ambos os sexos, com disfunções neuromotoras, na faixa
etária de 3 a 55 anos

2013.1 - A Equoterapia realizou um total de 96 atendimentos ,

2013.2 - A Equoterapia realizou um total de 95 atendimentos

2014.1 - A Equoterapia realizou um total de 93 atendimentos

2014.2 - A Equoterapia realizou um total de 94 atendimentos

2015.2 - Durante o semestre foram realizados aproximadamente 80 atendimentos

2016.1 - Foram beneficiados 20 (doze) praticantes, sendo 08 (oito) do sexo feminino


e 12 (doze) do sexo masculino, com faixa etária variando de 4 anos a 55 anos .Dentre
as patologias mais comumente tratadas na equoterapia, encontram-se: paralisia
cerebral, autismo, sindromes genéticas e transtorno do deficit de atençaõ. Durante
o semestre foram realizados aproximadamente 80 atendimentos com a equipe da
equoterapia

2016.2 - Foram beneficiados 18 (dezoito) praticantes, sendo 08 (oito) do sexo feminino


e 10 (dez) do sexo masculino, com faixa etária variando de 3 anos a 57 anos .Dentre
as patologias mais comumente tratadas na equoterapia, encontram-se: paralisia
cerebral, mielite, autismo, sindromes genéticas e transtorno do deficit de atençaõ.
Durante o semestre foram realizados aproximadamente 50 atendimentos com a
equipe da equoterapia.Houve uma redução no número de atendimentos em virtude
do não repasse de verbas do estado e da prefeitura para a Aspeq, dificultando os
atendimentos com a equipe interdisciplinar

2017.1 - A Equoterapia realizou um total de 180 atendimentos na Aspeq. Esse aumento


no número de atendimentos justificou-se pela necessidade de aumentar mais um
dia da extensão, que antes era uma vez na semana e atualmente são dois dias na
semana.

2017.2 - Foram beneficiados 20 (doze) praticantes, sendo 08 (oito) do sexo feminino


e 12 (doze) do sexo masculino, com faixa etária variando de 4 anos a 55 anos .Dentre
as patologias mais comumente tratadas na equoterapia, encontram-se: paralisia
cerebral, autismo, sindromes genéticas e transtorno do deficit de atençaõ. Durante o
semestre foram realizados aproximadamente 80 atendimentos.

291
Acervo fotográfico:

Figura 1: Atendimento equoterapia


Fonte: Dados da pesquisa, 2018.

Figura 2: Atendimento equoterapia


Fonte: Dados da pesquisa, 2018.

292
ESCOLA DE POSTURAS
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Cursos integrados: Não existe

Coordenadora: Profa. Rawlla Eriam Oliveira Costa Aversari

Colaboradora: Profa. Ana Cristina da Nóbrega Marinho Torres

Discentes: Anna Beatriz Malta Silva, Beatriz da Silva Nascimento, Bruna Martins da
Silva, , Daniella Vasconcelos da Silva, Débora Maggy Pessoa Menezes, Erika Ribeiro dos
Santos, Gerlane de Paiva Silva, Isabele J. Lemos da Silva, Janaína Kelly Morais dos
Santos, Karine Melo Kis, Mayara Manuella Lemos Furtunato, Suellen Morais dos Santos,
Talita Gonçalves Rodrigues.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto Escola de Posturas é desenvolvido


na Clínica Escola de Fisioterapia e nos ambientes laborais: NTI, ASCON, PROAC, Unipê
Virtual, Marketing e Setor Financeiro no UNIPE, localizada na BR 230 s/n, João Pessoa,
PB.

Cronograma de execução do projeto: As atividades são realizadas toda quinta-


feira das 13 às 14h40m no Laboratório I da Clínica- Escola de Fisioterapia.

No espaço laboral de setores do campus do UNIPE: NTI, ASCON, PROAC, Unipê Virtual,
Marketing e Setor Financeiro na sexta-feira no turno da manhã.

Na segunda-feira das 16 às 18h o estudo de casos com alunos e preparação das


atividades desenvolvidas no projeto.

Todas as atividades que são executadas no projeto são previamente


organizadas, pelos alunos e professoras responsáveis.

293
Resumo: A Escola de Posturas trabalha a reorganização postural do indivíduo por
acreditar que a postura é o arranjo característico que cada indivíduo encontra para
sustentar o seu corpo e utilizá-lo na vida diária, envolvendo uma quantidade mínima
de esforço e sobrecarga, conduzindo à eficácia máxima do corpo. Nos países
em desenvolvimento a educação é o principal eixo na divulgação e orientação à
população no que se refere à saúde e a qualidade de vida, possibilitando os indivíduos
desenvolveram hábitos saudáveis. A incidência dos problemas relacionados aos
desequilíbrios posturais são muito frequentes sendo necessário um programa
de educação postural, objetivando a conscientização corporal, prevenção e
compensação aos desequilíbrios do corpo. Cuidar da postura no trabalho, no
lazer e em casa são atitudes que promovem a saúde e ajudam a combater os
desvios posturais. A Escola de Posturas tem como objetivos prevenir e corrigir os
desequilíbrios musculares, bem como reduzir os episódios de algias, melhorar e
corrigir as alterações posturais, melhorando a qualidade de vida dos indivíduos
assistidos, aumentando a consciência corporal diminuindo o afastamento do
seu ambiente de trabalho e absenteísmo e a capacidade de desempenho laboral.
Como a Escola de Posturas é um método de reeducação postural, desenvolvida
em grupo, duas vezes por semana, com duração de duas horas, com orientações
posturais, palestras de anatomia, exercícios de relaxamentos, alongamentos e
fortalecimentos, técnicas de Pilates e RPG. Os indivíduos atendidos apresentaram
redução das alterações posturais como hiperlordose, hipercifose, escoliose e
hérnias de disco, diminuição do seu quadro álgico, melhor desempenho das suas
atividades de vida diária. Despertou nos indivíduos assistidos o interesse de buscar
técnicas que visam à prevenção dos desequilíbrios musculares, alcançado através
da educação em saúde e da consciência corporal melhora da imagem corporal e
os alunos envolvidos despertaram o interesse pela fisioterapia preventiva e surgiu
deste projeto quatro monografias de conclusão de curso e o interesse de egressos
na saúde do trabalhador ingressando em especializações e atuação profissional
nesta área.

Objetivo: Reduzir as algias da coluna devida a posturas inadequadas adotadas durante


atividade laboral e de vida diária.

Prevenir e corrigir os desequilíbrios musculares, bem como reduzir os episódios de


algias, melhorar e corrigir as alterações posturais, melhorando a qualidade de vida dos
indivíduos assistidos, aumentando a consciência corporal.

Metodologia de execução: Atendimento a comunidade com orientações posturais,


exercícios de alongamento, fortalecimento e relaxamento, avaliação postural

294
adequando e cinesioterapia a necessidade de cada indivíduo assistido. A incidência
dos problemas relacionados aos desequilíbrios posturais são muito frequentes,
sendo necessário um programa de educação postural, objetivando a conscientização
corporal, prevenção e compensação aos desequilíbrios do corpo. Cuidamos da postura
no trabalho, no lazer e em casa atitudes que promovem a saúde e ajudam a combater
os desvios posturais. Como a Escola de Posturas é um método de reeducação
postural, desenvolvida em grupo, duas vezes por semana, com duração de duas
horas, com orientações posturais, palestras de anatomia, exercícios de relaxamentos,
alongamentos e fortalecimentos, técnicas de Pilates e RPG.

São realizadas:

• Aulas teóricas sobre anatomia da coluna, posturas corretas nas AVDs.

• Aulas práticas com atendimento a comunidade com exercícios de relaxamentos,


alongamentos e fortalecimentos da coluna vertebral, membros superiores e
inferiores.

• Aulas teóricas sobre orientações posturais nas atividades laborais e domésticas,


importância da respiração e sistema locomotor na manutenção de uma boa
postura corporal.

• Avaliação da clientela atendida e evolução dos prontuários diariamente.

• Discussão de artigos científicos que subsidiaram a elaboração da programação


terapêutica.

• Acompanhamento do atendimento realizado pelos discentes durante as sessões


da escola de posturas.

• Avaliação e elaboração da programação terapêutica dos praticantes;

• Participação nos estudos de caso dos clientes da escola de posturas com a equipe
do projeto através do relato de experiências.

• Planejamento das atividades pelos discentes através da leitura de artigos e


materiais referentes aos temas abordados.

• Construção da metodologia a ser adotada pelo grupo durante as atividades.

• Evolução dos prontuários dos praticantes diariamente

295
• Discussão de artigos científicos que subsidiaram a elaboração da programação
terapêutica.

Acompanhamento do atendimento realizado pela equipe durante as sessões da


Escola de Posturas e Cinesioterapia Laboral.

São assistidos na Escola de Posturas os pacientes da clínica Escola, os cuidadores,


a comunidade; Na cinesioterapia laboral serão assistidos os colaboradores do UNIPE
dos setores do NTI, ASCON, PROAC, Setor Financeiro e Biblioteca. Também daremos
assistência nas feiras de profissões e Ações Sociais.

Resultados alcançados/esperados:

Os indivíduos assistidos na Escola de Posturas relatam melhora nas algias da coluna,


melhora na sua qualidade de vida, além de aprenderem muito com as aulas, melhorando
sua consciência corporal na prevenção e correção dos desequilíbrios musculares.
Com base nos conhecimentos teóricos e na aplicação prática dos mesmos, o objetivo
de proporcionar aos usuários da Escola de Posturas a modificação dos hábitos de
vida, de forma a promover o autocuidado e reduzir a demanda por serviços de maior
complexidade foi alcançado com êxito.

A realização do Projeto permiti aos alunos uma visão mais ampla do processo
terapêutico no que diz respeito à prevenção de distúrbios da coluna vertebral, o
que modifica o olhar reabilitador que os profissionais tendem a adquirir ao longo da
graduação. Além disso, a Escola de Posturas representa um meio de disseminar novos
conhecimentos e despertar o interesse acadêmico por mais uma área que está em
constante crescimento como parte da Fisioterapia.

Os discentes vivenciam de um Método Clássico da Fisioterapia que é a Escola de


Postura, introduzida no Brasil por Knoplich e na Paraíba por Cláudia Gatto, com uma
abordagem atual e pertinente para o mercado de trabalho através de atendimento
holístico e palestras educativas realizadas nas atividades do projeto.

Início das atividades em 2011.2

2011.2 – A Escola de Posturas realizou um total de 513 atendimentos, sendo 157 deles
no programa Escola de Posturas, 128 atendimentos na fábrica de software, 130 no NTI
e 98 na biblioteca.

296
2012.1 - A Escola de Posturas realizou um total de 465 atendimentos, sendo 168 deles
no programa Escola de Posturas, 108 atendimentos na fábrica de software, 107 no NTI
e 82 na biblioteca.

2012.2 - A Escola de Posturas realizou um total de 489 atendimentos, sendo 179 deles
no programa Escola de Posturas, 116 atendimentos na fábrica de software, 113 no NTI
e 81 na biblioteca.

2013.1 - A Escola de Posturas realizou um total de 566 atendimentos, sendo 56 deles


no programa Escola de Posturas, 35 atendimentos na biblioteca, 400 atendimentos no
NDI e 110 no NTI.

2013.2 - A Escola de Posturas realizou um total de 547 atendimentos, sendo 120 deles
no programa Escola de Posturas, 35 atendimentos na biblioteca, 292 atendimentos no
Fábrica de soft e 100 no NTI.

2014.1 - A Escola de Posturas realizou um total de 588 atendimentos, sendo 300 deles
no programa Escola de Posturas, 108 atendimentos na fábrica de softwre e 180 no NTI.

2014.2 - A Escola de Posturas realizou um total de 513 atendimentos, sendo 157 deles
no programa Escola de Posturas, 128 atendimentos na fábrica de software, 130 no NTI
e 98 na biblioteca.

2015.2 - A Escola de Posturas realizou um total de 355 atendimentos, sendo 158 deles
no programa Escola de Posturas, 70 atendimentos no Unipê Virtual, 70 na ASCON e 57
no Setor Financeiro.

2016.1 - A Escola de Posturas realizou um total de 357 atendimentos, sendo 118 deles
no programa Escola de Posturas, 96 atendimentos no Unipê Virtual, 82 na ASCON e 61
no Setor Financeiro.

Também foram realizadas atividades conjuntas com o projeto de extensão de


massoterapia (estes dois projetos representam o curso de fisioterapia por desenvolverem
atividades comunitárias) em ações sociais no Espaço Cultural do Campus do UNIPÊ
no mês de abril assistindo a 97 indivíduos sendo 68 do sexo feminino e 27 de sexo
masculino, outra atividade realizada este semestre foi a ação social na Semana de
Prevenção de Acidentes de Trabalho na A&C assistindo 125 funcionários, sendo 85 do
sexo feminino e 40 do sexo masculino perfazendo um total de 232 atendimentos.

297
2016.2 - A Escola de Posturas realizou um total de 724 atendimentos, sendo 449 deles
no programa Escola de Posturas, 50 atendimentos no Unipê Virtual, 58 na ASCON e 54
no Setor Financeiro e 113 no NTI.

2017.1 - A Escola de Posturas realizou um total de 423 atendimentos, sendo 109 deles
no programa Escola de Posturas, 168 atendimentos nos ambientes laborais (Unipê
Virtual, PROAC, ASCON, Setor Financeiro e NTI), 66 nas Lourdinas e 78 no Marista.

2017.2 - A Escola de Posturas realizou um total de 407 indivíduos atendidos durante


assistência coletiva, sendo 154 deles no programa Escola de Posturas, 163 nos
ambientes laborais (NTI, ASCON, PROAC, Unipê Virtual e Setor Financeiro), 48 aluos
do curso de Arquitetura do UNIPÊ foram assistidos no dia 03/11/17 com técnicas de
relaxamentos no auxílio na preparação do ENADE e 42 homens foram assistidos no
dia 25/11/17 durante a ação do novembro azul realizado pelo UNIPÊ em parceria com
alguns projetos de Extensão na praia do Cabo Branco.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Setor Financeiro


Fonte: Projeto.

298
Fonte: Dados da pesquisa, 2018.

Figura 2: Setor Escola de Posturas


Fonte: Dados da pesquisa, 2018.

299
FISIOTERAPIA DESPORTIVA:
INCENTIVANDO O DESEMPENHO
FÍSICO E RESPIRATÓRIO DO
ATLETA
Curso promotor: Fisioterapia.

Coordenador: Nícia Farias Braga Maciel.

Colaboradores: Rosa Camila Gomes Paiva, Zênia Trindade de Souto Araújo.

Discentes: Maysa Pereira Alves, João Vitor dos Santos Mangueira, Pamella Mayla Coelho
da Silva, Thayanne Carrazzoni da Silva, Anna Beatriz Malta da Silva, Beatriz Leite Nobrega,
Karinna Ferreira Diniz, Camila Lauanda Barbosa Fernandes, Valéria Vitoriano Gomes
Almeida, Jéssica Andressa de Oliveira Assunção, Kaemmily Oliveira Felix da Silva, Thaisy
Thauany Patrício Cordeiro, Davi Montenegro Leal Fernandes, Athyllas Aparecido Ferreira
da Silva, Giovanna Martins Hilst, Luiza Mirella Barreiro Calumbi, Jéssica Andessa de
Oliveira Assunção, Jamily Evellyn Soares de Sena, Jardel Neves Cavalcanti Filho, Ellany
Maria Franco Alves, José Luiz Pessoa de Moura, Erlon Abrantes de Andrade, Luana de
Morais Bernardo, Eduardo Henrique Dias Araújo, Tony Carlos Fagundes, Aléxia Thiphanny
Ferreira da Costa, Rafael Lima Barbosa.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( x ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( x ) Outros, Quais? Indivíduos que pratiquem
exercícios físicos regulares e atletas.

Cronograma: Terças e quintas, de 16:30 às 18:30.

Resumo: Devido ao despreparo e a falta de orientação adequada, muitas pessoas estão


sofrendo lesões osteomioarticulares, que as impedem de manter a continuidade do
exercício. Muitos atletas necessitam diminuir temporariamente a atividade decorrente
de traumas gerados no esporte. Ademais, além das disfunções físicas, constata-se um
descondicionamento cardiorrespiratório que prejudica a performance do desportista. A
partir daí, percebe a necessidade da Fisioterapia Desportiva, atuando para incrementar

300
o desempenho físico e respiratório do atleta, como também, prevenir e tratar as lesões
ocasionadas durante o esporte.

Objetivo: Realizar atendimentos fisioterapêuticos em atletas da cidade de João Pessoa-


PB, visando à avaliação e reabilitação das suas condições musculoesqueléticas e
cardiorrespiratórias.

Métodos: O projeto de extensão é desenvolvido na Clínica escola de Fisioterapia


do UNIPÊ e consta das seguintes etapas: treinamento dos discentes selecionados,
avaliação física e respiratória, atendimento fisioterapêutico ao atleta, realização de
estudos associados, discussão de estudos na área, apresentação de palestras e prática
fisioterapêutica em eventos esportivos. As duas primeiras semanas do projeto são
destinadas ao treinamento e capacitação dos métodos de avaliação física e respiratória,
como também, técnicas de tratamento fisioterapêutico no atleta. Os pacientes, ao
serem admitidos no projeto, passam por uma avaliação física e respiratória, que
consta de avaliações com protocolos pré-determinados, utilizando os recursos de
avaliação fisioterapêutica. Na Clínica-escola de Fisioterapia, é realizada a avaliação
desportiva clássica e análise da manuvacuometria e ventilometria. O atendimento
clínico é realizado uma vez por semana (terças) na Clínica-escola de Fisioterapia do
UNIPÊ. A demanda de pacientes é espontânea e são atendididos atletas com as mais
diversas afecções osteomioarticulares, com o escopo na melhora da performance
física e respiratória. Nas quintas-feira, são realizadas discussões de artigos científicos
sobre temáticas da área, com o intuito de aprimorar o conhecimento sobre na área
e estimular o pensamento crítico-reflexivo. Após estudo e discussão dos temas que
envolvam a Fisioterapia Desportiva, os alunos realizaram apresentações públicas
para explanarem o tema estudado, com o intuito de estimular as habilidades de
apresentação e discussão dos assuntos, como também, incentivá-los a atitudes de
desenvoltura e extroversão diante de um público. Vale resaltar que como pré-requisito
para participar do estudo, a participação do discente é dividida em duas maneiras
distintas: Os ouvintes são os que assistirão e participarão das discussões dos
atendimentos, mas sem realizar nenhuma intervenção, sendo que o requisito para
participar é a aprovação na disciplina de Agentes Terapêuticos Bioelétricos e Biotérmicos.
Já os alunos que irão intervir e realizarão os atendimentos fisioterapêuticos têm como
requisito, a aprovação nas disciplinas de Fisioterapia Traumatológica e Ortopédica e na
de Fisioterapia Pneumofuncional.

Resultados: Em relação ao atendimento, no semestre 2017.2 houve um aumento do


quantitativo de atletas, que possibilitou uma diversificação de condutas a partir das
necessidades individuais, além do uso recursos e técnicas fisioterapêuticas atuais,

301
como: Threshold; Dry Needling, Mobilização passiva contínua (CPM); Kinesiotape; rolo
e arco de pilates; weight Ball; utilização da estação de musculação, dos aparelhos
do stúdio de Pilates, das esteira e bicicletas estacionárias, assim como, de outros
materiais disponíveis na clínica escola. As principais modalidades esportivas atendidas
no projeto foram: handebol, volei, ciclismo, futebol, musculação, futebol americano.
Até o período de 2017.2, foram assistidos 44 atletas, respeitando a necessidade de
cada indivíduo, com um total de 235 atendimentos. Vale salientar que de todos dos
atletas, 10 eram do sexo feminino e 34 do sexo masculino, com idades que variaram
de 17 a 45 anos. Dentre as lesões osteomioarticulares mais recorrentes, encontram-se
a condromalacea patelar, pubalgia, condropatias, síndrome do impacto subacromial,
distensões musculares e lesões meniscais. Com relação as palestras, os temas
abordados foram “Kinesiotape: Mitos e verdades”, “Crossfit: Análise biomecânica e
lesões associadas”, “Pubalgia: Diagnóstico diferencial e tratamento”, totalizando um
público de ouvintes de 252 pessoas, dentre estudantes de fisioterapia, educação
física e visitantes. Houve também uma palestra interna para os extensionistas, com
a professora convidada Vanessa Montenegro, sobre a Terapia de Restrição Induzida do
Fluxo Sanguíneo, permitindo que os alunos tivessem a oportunidade de aprimorar seus
conhecimentos na área. Os discentes ainda realizaram atendimentos fisioterapêuticos
em eventos, como o Campeonato Brasileiro de Handebol de Areia e o Campeonato
Internacional de Tênis de Praia. Dessa forma, conclui-se, portanto, que o projeto tem
atingido seu escopo e vem produzindo resultados satisfatórios, engrandecendo a
formação dos discentes em Fisioterapia na área de desportiva.

302
Acervo fotográfico:

Figura 1: Primeiro dia do projeto, no semestre, com aula de avaliação respiratória.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Atendimento aos atletas.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

303
FISIOTERAPIA E CUIDADOS
PALIATIVOS EM ONCOLOGIA
Curso promotor do projeto: O projeto de extensão “Fisioterapia e Cuidados Paliativos
em Oncologia” está vinculado ao curso de Fisioterapia desde que surgiu em sua
primeira versão.

Cursos integrados: Alguns cursos têm colaborado informalmente com o trabalho


desenvolvido no projeto, mesmo que de maneira ainda tímida, a exemplo de Medicina
e Enfermagem. Para o futuro, temos planos de torná-lo um projeto institucional que
abarque todos os cursos de saúde, Direito, Engenharia Civil e Arquitetura.

Coordenador: Desde que foi criado o Projeto é coordenado pela Prof.ª Dr.ª Jânia de
Faria Neves.

Colaboradores: atualmente, 2018.1, atuam como colaboradoras, na “maternagem” que


é nossa jornada, a Prof.ª Ana Cristina da Nóbrega Marinho e a Prof.ª Pollyana Soares de
Abreu Morais. Também já esteve conosco a Prof.ª Aliceana Ramos Romão de Menezes
Araújo.

Discentes: Camila Fernandes Pontes dos Santos, Danielle Ferreira de Santana Silva,
Allisson Igor Santos de Assis, Annara Camila de Albuquerque Menezes, Beatriz Leite
da Nóbrega, Thalles Batista Cavalcanti de Paiva, Amanda Raquel Nascimento Oliveira,
Amanda Gonçalves Barbosa, Amanda da Silva Fernandes, Valéria Vitoriano Gomes
Almeida, Adryelle Soares de Andrade, Ana Rafaela de Almeida Gomes, Angela Raquel
Silva dos Santos, Eryka Nascimento da Silva, Geane Silva de Santana, Hugo Martins de
Oliveira, Karoline Ramos Nunes da Silva, Luiz Vitor Lacerda Pereira, Rayara de Cássia dos
Santos Evangelista, Ricardo R. Behar Amorim, Silvania Victor Ferreira, Valeska Christina
Sobreira de Lyra, Vinicius Albuquerque Matos Barbosa.

Público alvo e beneficiários do projeto: Os cuidados prestados no projeto destinam-


se aos pacientes com diagnóstico de câncer. Esses pacientes devem estar em
tratamento neoadjuvante, como a quimioterapia, ter realizado cirurgias (para os casos
em que o procedimento se faz necessário) ou estarem em tratamentos pós-cirúrgicos.
Estão incluídos, ainda, os pacientes de cuidados paliativos. Em virtude das atividades
paralelas do projeto, ainda se beneficiam familiares, alunos do curso de Fisioterapia
e de demais cursos do UNIPÊ, pacientes que estão sob tratamento na Clínica Escola

304
de Fisioterapia do UNIPÊ, alunos de outras faculdades e universidades que desejam
conhecer o projeto e, em breve, egressos do curso de Fisioterapia. Em uma parceria
com a assessoria de comunicação do UNIPÊ – ASCOM, a comunidade ainda conta
com folderes de educação em saúde que são disponibilizadas na página do curso
no Facebook® em uma estratégia intitulada “OncoOnLine”. Dessa forma, as ações do
projeto podem ter atingido de maneira direta e indireta, centenas, talvez milhares de
pessoas.

Local onde o projeto se desenvolve: A base do projeto está fixada na Clínica Escola
de Fisioterapia do UNIPÊ, que fica localizada no campus do UNIPÊ, no endereço BR
230 - Km 22, Água Fria - CEP 58053-000 João Pessoa – PB. É nesse local em que são
prestados os cuidados aos pacientes e em que acontecem as estratégias “Grupo de
Estudos e Casos - GEC” e “Sala de Espera Educativa”. As demais estratégias acontecem
em outros locais da instituição, como auditório e salas de aula do bloco G.

Cronograma de execução do projeto: O atendimento aos pacientes ocorre


semanalmente, nas terças-feiras e quintas-feiras das 16:20h às 18:00h, nas quartas-
feiras, das 07:50h às 09:30h e nas sextas-feiras, das 09:30h às 11:10. Já GEC encontra-se
mensalmente, em dias e horas variáveis a depender da disponibilidade dos interessados,
para discutir os casos clínicos mais ricos ou para discutir artigos científicos. A “Sala
de Espera Educativa”, o “Ciclo de Formação e Informação em Fisioterapia e Cuidados
Paliativos em Oncologia”, assim como a estratégia “OncoOnLine”, acontecem em
dias que se baseiam no calendário do ministério da saúde sobre os diversos dias de
combate ao câncer. Nesse calendário, há datas específicas para cada tipo de câncer.

Resumo: O câncer é uma doença complexa e multifatorial que se apresenta como um


importante problema de saúde pública, dados seus desfechos econômicos, sociais,
psíquicos e biológicos. Para 2018 são esperados no Brasil, aproximadamente, 634.880
novos casos de câncer, dos quais 324.580 em homens e 310.300 em mulheres.
Nesse sentido, a disponibilidade de serviços de tratamento e reabilitação são alguns
dos maiores entraves na construção dos itinerários terapêuticos dos pacientes
oncológicos, uma vez que uma rede de serviços não existente ou desarticulada
aumenta a peregrinação e a mortalidade e morbidade adicional. Além disso, em
virtude dos tratamentos agressivos, podem se instalar complicações que requerem
cuidados imediatos. Considerando isso, a atuação da Fisioterapia nos pacientes com
perspectiva de cura e os pacientes de cuidados paliativos pode trazer benefícios
significativos para melhorar a qualidade de vida dos doentes. Essa possibilidade de
trazer os cuidados paliativos para um projeto de extensão leva em consideração a
fragilidade desses doentes nessa fase final de vida que, costumeiramente, queixam-

305
se de não serem mais cuidados com o devido zelo, já que a equipe de saúde entende
a aproximação da terminalidade de suas vidas como uma perda de tempo e recursos.
A expectativa em médio e longo prazos é que o projeto possa facilitar o acesso da
população a cuidados fisioterapêuticos dentro de uma rede integrada no próprio UNIPÊ,
haja vista que, no município de João Pessoa, não há um serviço público especializado
desse porte vinculado a uma instituição de ensino superior, principalmente, para
os cuidados paliativos. O projeto tem potencial, ainda, para ser ampliado e se tornar
interprofissional a partir de estratégias conjuntas com outros cursos, além de uma
fonte de pesquisa rica. Para isso, um projeto de pesquisa guarda-chuva está em fase
de construção. A base epistemológica do projeto é o cuidado em saúde entendido, aqui,
como uma vastidão que inclui dimensões biológicas, sociais, econômicas, psíquicas,
espirituais e filosóficas. Todos os cuidados prestados aos pacientes integrantes do
projeto seguem as normas e rotinas da clínica escola, o código de ética em Fisioterapia
e as condutas realizadas são baseadas em evidências científicas. Além dos cuidados
fisioterapêuticos realizados na Clínica Escola de Fisioterapia do UNIPÊ, o projeto realiza
estratégias formativas, como o Ciclo de Formação e Informação em Fisioterapia e
Cuidados Paliativos em Oncologia e o Grupo de Estudos e Casos – GEC. Paralelamente
se desenvolvem as ações de educação em saúde presenciais, com a Sala de Espera
Educativa, e a distância, através do OncoOnline.

Palavras-chave: Fisioterapia. Câncer. Cuidados Paliativos.

Objetivo: Estruturar um serviço de referência em Fisioterapia no tratamento,


reabilitação e cuidados paliativos para pacientes com diagnóstico de câncer e de e
educação permanente para acadêmicos de Fisioterapia.

Metodologia de Execução: O projeto está estruturado para realizar atividades


de cuidados fisioterapêuticos para os pacientes, formativas para os discentes, e
informativas para a comunidade, de forma que pode-se resumir a atuação da seguinte
forma:

- Fisioterapia no tratamento, reabilitação e cuidados paliativos para pacientes com


diagnóstico de câncer nas terças e quintas-feiras, das 16:20h às 18:00h, nas quartas-
feiras, das 07:50h às 09:30h e nas sextas-feiras, das 09:30h às 11:10h.

- Ciclo de Formação e Informação em Oncologia e Cuidados Paliativos, com


apresentação de um produto formativo ou informativo relacionado ao câncer, seus
cuidados e necessidades do paciente oncológico.

306
- Grupo de estudos e casos (GEC) realizado, ao menos, quinzenalmente, para discutir
casos clínicos e artigos científicos.

- Grupo de trabalho para cumprimento da agenda de participação em eventos,


produção de trabalhos, atividades internas do projeto, dentre outros, realizado mediante
a necessidade.

- Sala de Espera Educativa composta por estratégia de educação permanente realizada


na sala de espera da clínica escola com informações básicas sobre câncer e sua
prevenção.

- OncoOnline é um conjunto de atividades de educação permanente realizado em


parceria com a ASCOM/UNIPÊ com informações básicas sobre câncer e sua prevenção
publicada nas páginas do curso de Fisioterapia nas redes sociais.

Resultados alcançados/esperados:

Quase todos os objetivos traçados inicialmente para o projeto, assim como os que foram
surgindo, se mantêm sendo cumpridos: a estruturação do serviço e as estratégias
formativas e informativas. A exceção é Rede Integrada de Atenção e Cuidados Paliativos
em Oncologia - RIACUPO, que não foi estabelecida ainda. Através dessa rede pretende-
se atuar junto a esses pacientes de maneira interprofissional a partir de um projeto
terapêutico singular (PTS)

307
Acervo Fotográfico:

Figura 1: Atendimento em grupo: educação permanente com cinema, 2017.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Sala de espera educativa, 2017.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

308
FONOTERAPIA DE GRUPO PARA
PROFISSIONAIS DA VOZ – Gvoz
Curso promotor do projeto: Fonoaudiologia

Coordenador(a): Larissa Nadjara Alves Almeida;

Colaboradores(as): Ana Celiane da Nóbrega e Ugulino; Ana Karina Cascudo Alves


Fahning; Rafael Nóbrega Bandeira;

Discentes: Andressa Pofírio Neves de Andrade, Caique Sousa Catunda, Dayane Silva
da Nóbrega, Larissa da Silva Enrique, Pedro Monteval De Brito Netto, Deborah Soares
Brandão Rodrigues, Luciano Pedrosa de O. Filho, Milka Martins De Santana, Mychelle
Jeniffer S. S. Ferreira, Yasmin de Souza Cavalcanti;

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( X ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Adultos que utilizam a
voz como um instrumento de trabalho, como professores, recepcionistas, vendedores,
redialistas, cantores, entre outros, chamados Profissionais da Voz.

Local onde o projeto se desenvolve: Se localiza na Clínica Escola de Fonoaudiologia


do Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ, ocupando 2 salas por turno.

Cronograma de execução do projeto: O projeto acontece semanalmente, toda


quarta-feira, nos turnos da manhã e tarde. São realizados dois grupos de atendimento
por turno.

Resumo: Podem surgir problemas que impedem sua produção natural de tal forma
que ela não consegue cumprir o papel de transmissão da mensagem verbal e
emocional, caracterizando a instalação de uma disfonia (BEHLAU, 2008). A disfonia
causa impacto no desempenho comunicativo do indivíduo, e consequentemente
em seu bem estar e qualidade de vida, que pode resultar em prejuízos sociais,
profissionais e emocionais (PARK E BEHLAU, 2009; BRETAS, 2011).Queixas e sintomas
vocais estão presentes em diferentes populações, mas indivíduos que exercem
profissões com grande exigência vocal, ou seja, utilizam a voz como seu principal
instrumento de trabalho, são chamados profissionais da voz - cantores, professores,
teleoperadores, atores, locutores, jornalistas, radialistas, entre outros. Estes, correm
mais o risco de desenvolver problemas de voz (SCHNEIDER, SATALOFF, 2007; FERREIRA

309
et al, 2010), pois além da grande demanda vocal estão expostos à fatores de risco
vocais ambientais, organizacionais e pessoais (COSTA et al, 2013; ALMEIDA et al, 2014).É
comum esses profissionais procurarem atendimento nos serviços de fonoaudiologia
para aperfeiçoamento vocal, que promove ações de prevenção de problemas de voz
e auxilia o indivíduo a desenvolver um ajuste preferido para sua atuação profissional,
ou para reabilitação da voz, quando já instalada a disfonia (BEHLAU, 2008; FERREIRA et
al, 2010; ALMEIDA, 2016).Sabe-se que a fonoterapia é um tratamento com evidências
científicas para o tratamento da disfonia(MACKENZIE et al, 2000; FINGER; CIELO, 2007;
VIEIRA; ATALLAH, 2009; BEHLAU et al, 2013). A terapia vocal pode ser realizada em
diferentes modalidades, de forma individual ou de grupo (RIBEIRO et al, 2012), ambas
com o objetivo de reduzir as alterações vocais e os impactos profissionais, sociais e
emocionais resultantes da disfonia. A primeira modalidade é mais tradicional, visto
que no auge do surgimento da Fonoaudiologia, o modelo clínico-assistencialista
dominava as práticas de saúde, restringindo-se a atendimentos individuais. Essa
modalidade é mais estudada e comprovada cientificamente como efetiva no
tratamento para os distúrbios da voz (MACKENZIE et al, 2000; VIEIRA; ATALLAH, 2009;
SOUZA et al, 2011). Atualmente, sabe-se que que a terapia de grupo é uma experiência
positiva em Fonoaudiologia (SOUZA et al, 2011; RIBEIRO et al, 2012), além de efetiva no
tratamento das disfonias, melhorando a qualidade vocal e reduzindo os sintomas
vocais e exposição à fatores de risco (SIMBERG et al, 2006; SEARL et al, 2011; LAW et
al, 2012; SANTOS et al, 2014). Essa modalidade ainda atua com eficácia na promoção
e prevenção da saúde vocal da população em geral e de profissionais da voz, como
descrito na literatura (SIMBERG et al, 2006; ALMEIDA, QUEIROZ TELLES, 2009; LAW et al;
2012).Sabe-se que o grupo terapêutico auxilia os profissionais da voz na melhoria dos
aspectos vocais e eliminação dos fatores etiológicos e mantenedores da disfonia, por
isso o serviço será importante.

Objetivo: Oferecer fonoterapia vocal de grupo para profissionais da voz.

Metodologia de execução: Após divulgação do projeto em mídias sociais, os


profissionais que utilizam a voz como instrumento de trabalho entram em contato
com a Clínica-Escola de Fonoaudiologia – UNIPÊ e recebem informações sobre o
projeto, dias e horários de atendimento. A cada semestre, as vagas do atendimento são
direcionadas à um público diferente. Em 2017.2, participaram do projeto cerca de 45
cantores, clássicos e modernos, de ambos os sexos, que foram alocados nos grupos
terapêuticos da quarta-feira de acordo com disponibilidade de horário, manhã ou tarde.
Todos passaram por avaliação vocal, antes do início dos atendimentos, e reavaliação,
logo após oito sessões, através da gravação da voz no Laboratório de Análise Acústica

310
da Voz, da clínica-escola referida, com registro das vozes e coleta da autoavaliação
vocal, através do Protocolo de Triagem Vocal adaptado (PTVa), Questionário de Qualidade
de Vida em Voz (QVV), Índice de Desvantagem Vocal (IDV) e Escala de Sintomas Vocais
(ESV). Os tratamentos foram realizados através de abordagem eclética, e o programa
fundamentado em práticas de terapia direta e indireta, com evidências científicas
descritas na literatura, de acordo com as demandas coletivas.

Resultados: Ao comparar a avaliação pré e pós terapia, observou-se melhora


significativa da Qualidade de Vida em Voz (p=0,002), redução da desvantagem (p=0,04)
e dos sintomas vocais (p=0,0001), comprovando a efetividade do programa terapêutico
para melhoria dos aspectos relacionados ao desempenho vocal dos cantores. Além
disso, quando perguntado sua opinião a respeito do o programa terapêutico, eles
demonstraram alto nível de satisfação, visto que maioria deles afirmaram estar
muito satisfeitos. (Análise inferencial: Teste T-student; sig<0,05*). Para execução das
sessões e atividades, bem como sua discussão, o grupo de extensionistas se reuniu
semanalmente com a coordenadora.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Alunos e Profissionais durante A Avaliação Acústica da Voz


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

311
Figura 2: Grupo Terapêutico - alunos e profissionais da voz durante sessão
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

312
FUNCIONALIDADE NA UTI:
EM BUSCA DO MOVIMENTO
E DA VIDA
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Cursos integrados: Fisioterapia

Coordenador(a): Dostoievsky Ernesto de Melo Andrade e Ana Maria Delgado Santos.

Colaboradores(as): Caína Marinho Patriota; Eva Laressa Cavalcante Leite Santos; Éryka
Nascimento da Silva; Fernanda Alves Dionisio; João Lucas da Silva Pereira de Melo;
Thiago Bichara Lauritzen; Silvania Victor Ferreira; Thaisy Thuany Patricio Cordeiro; Yago
Almeida Da Silva; Paula Cyntia S. Silva; Isabelle Cristina Salles Galdino; Suyane Laihesly
Alves De Lima.

Nome completo do discente: Caína Marinho Patriota; Eva Laressa Cavalcante Leite
Santos; Éryka Nascimento da Silva; Fernanda Alves Dionisio; João Lucas da Silva
Pereira de Melo; Thiago Bichara Lauritzen; Silvania Victor Ferreira; Thaisy Thuany Patricio
Cordeiro; Yago Almeida Da Silva; Paula Cyntia S. Silva; Isabelle Cristina Salles Galdino;
Suyane Laihesly Alves De Lima.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( x ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: UTI geral e cardiológica do hospital municipal


Santa Isabel de João Pessoa

Cronograma de execução do projeto: Sexta-Feira, das 13h ás 16h.

Resumo: O projeto intitulado como funcionalidade na UTI em busca do movimento


e da vida, nasceu com a intenção de promover uma melhor assistência ao paciente
crítico no que diz respeito a mobilizações precoce, tendo em vista que diversas
abordagens científicas abrangem a importância deste tipo de atenção fisioterapêutica
nas unidades hospitalares e como a falta dela pode repercutir de maneira negativa
na qualidade de vida desses pacientes submetidos a esses processos, bem como na
dificuldade da sua reinserção na sociedade. Além do mais, necessário se faz promover

313
uma mudança de cultura e paradigmas sobre a atuação do fisioterapeuta nesses
ambientes, considerando que trata-se de um profissional generalizado e que como
tal deve realizar atendimento amplo no paciente, visualizando não apenas as suas
limitações respiratórias nos centros de unidade de terapia intensiva, mas também
avaliar e traçar protocolos de atenção motora para prevenir complicações advindas
do repouso prolongado no leito, como também prestar uma assistência humanizada
ao doente. Como consequência da implantação de protocolos de movimento à beira
do leito, estudos demostram que a partir dessas ações o paciente consegue ser
retirado precocemente do ventilador mecânico, como também, prevenir contraturas
e deformidades, por conseguinte reduzindo o tempo de internação. Além dos fatores
elencados no que diz respeito a melhora da função do sistema osteomioarticular, o
projeto também tem como função proporcionar uma maior interação multiprofissional,
buscando promover uma melhor assistência ao paciente crítico por meio de ações
interdisciplinares. Toda esse conjunto de ações contribui para que o acadêmico
empreenda sua atividade no cuidado crítico e agregar esses princípios na assistência
mudando a cultura do cuidado. Desta forma é possível no projeto consolidar
as experiências práticas com um modelo de aporte científico reforçado com
desenvolvimento de trabalhos acadêmicos. Outrossim uma das finalidades desse
trabalho é proporcionar ao acadêmico além do emponderamento na abordagem
com o paciente, o desenvolvimento de todas as ações que este projeto realiza, tendo
em vista que o verdadeiro protagonista nesse cenário são os alunos. Ações como o
desenvolvimento de eventos científicos, tal como I e II Encontro de Funcionalidade
na UTI e o I Workshop partiram de ideias propostas pelos coordenadores e abraçadas
pelos acadêmicos, além disso a elaboração de equipamentos sustentáveis, como o
ciclo ergômetro, halteres, caneleiras, bastões, placa de atividades funcionais, entre
outros, também fizeram parte de atividades propostas pelo projeto.

Objetivo: Disseminar a cultura da mobilização precoce no meio acadêmico e entre os


profissionais atuantes na Terapia intensiva, como também viabilizar uma assistência
fisioterapêutica generalizada ao paciente, repercutindo na diminuição das sequelas
provindas do imobilismo e por conseguinte promovendo uma melhor qualidade de
vida após o processo de hospitalização.

Metodologia de execução: O projeto Funcionalidade na UTI acontece todas as sextas


feiras no Hospital Municipal Santa Izabel, localizado na Praça Caldas Brandão, S/N,
Tambiá, João Pessoa-PB. Os atendimentos fisioterapêuticos acontecem todas as
sextas-feiras no horário das 13:00 ás 15:00, onde são divididos em dois ambientes,
porém dentro do mesmo hospital, sendo um grupo direcionado a assistência ao

314
paciente crítico na unidade de terapia intensiva cardiológica e outro na unidade
semi-intensiva realizando a troca dos locais semanalmente para que assim todos os
acadêmicos tenham a oportunidade de vivenciar experiências diferentes. No segundo
horário das 15:00 ás 16:00 todos os acadêmicos e coordenadores reúnem-se em um
ambiente para discussão de assuntos que tenham relevância cientifica, agregando no
conhecimento de todos presente.

Resultados alcançados/esperados: Os resultados obtidos é mudar a consciência de


um trabalho assistencial que promova a funcionalidade e coloque a assistência crítica
sob o regime da assistência funcional com perspectiva de oferecer melhor qualidade
de vida e possibilidade de reinserção social. Essa mudança de cultura inserida no
objetivo do projeto torna o acadêmico motivador e multiplicador desse modelo e
contribua para a campanha do “mobiliza ja” que foi adotado no projeto de expandir o
ideal funcional para que os profissionais adotem. Conseguimos atingir esse objetivo
com dois eventos científicos organizados pelos acadêmicos em que se abriu para
a comunidade científica e profissionais o oportunidade de discutir o tema além de
campanhas filantrópicas com finalidade de consolidar tal pretensão. Os objetivos
esperados é manter a exposição da marca “Mobilize Já” e continuar com a campanha
de reflexão e mudança de consciência.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Acadêmica realizando protocolo de mobilização


Fonte: Acervo pessoal, 2017.

315
Figura 2: Exercício ativo de flexão de ombro orientado pelo acadêmico
Fonte: Acervo pessoal, 2017.

316
GRUPO DE APOIO AOS PAIS E
CUIDADORES DE CRIANÇAS
COM NECESSIDADES ESPECIAIS
(GAPCCE)
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Coordenador(a): Profa. Dra. Meryeli Santos de Araújo Dantas (Fisioterapia)

Colaborador(a): Profa. Ms. Carla Patrícia Novaes dos Santos Fechine (Fisioterapia)

Discentes extensionistas: Fernanda Freire da Silva; José Cidelino Neto; Wellen Andrade
da Silva; Leila Bezerra dos Santos.

Público alvo Beneficiários do projeto: Discentes do curso de fisioterapia, Pais e/ou


cuidadores de crianças com necessidades especiais assistidas na unidade curricular
fisioterapia na saúde da criança e do adolescente.

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica-Escola de Fisioterapia do Unipê. Bloco G.


Água Fria, João Pessoa - PB, 58033-455.

Cronograma de execução do projeto: Encontros semanais, às segundas-feiras 7:50


as 9:30h e nas quartas-feiras 9:30 as 11:10 reuniões para discussão do cronograma e
atividades do grupo.

Resumo: O nascimento de uma criança com deficiência confronta todas as


expectativas dos pais e é desencadeado um processo de luto que faz com que a
família busque medidas de enfrentamento. A intervenção de um grupo terapêutico
surge como incremento de informações para a superação dos conflitos. Diante dessa
realidade criou-se no ano de dois mil e nove o projeto de extensão, grupo de apoio
a pais e cuidadores de crianças com necessidades especiais, direcionado aos pais
e cuidadores de crianças que estão em atendimentos em uma unidade curricular.
Enquanto as crianças estão em atendimento os pais e cuidadores estão participando
do grupo terapêutico.

Palavras-chave: Cuidado; Trabalho em Grupo; Crianças.

317
Objetivo: oferecer um apoio e direcionamento aos pais e cuidadores de crianças com
necessidades especiais acerca de suas dificuldades vivenciais, além de dispor de
um tempo para os cuidados inerentes a sua saúde. Enquanto as crianças estão em
atendimento os pais e cuidadores estão participando do grupo terapêutico.

Metodologia: As atividades são realizadas desde o ano de 2009, semanalmente na


Clínica Escola de Fisioterapia, uma vez por semana e no turno matutino. É proposto aos
participantes dinâmicas reflexivas, rodas de conversa, exercícios cinesioterapêuticos
baseados na realidade do grupo, técnicas de relaxamento, atividades multidisciplinares,
sempre respeitando as necessidades e as colocações do grupo. Nesses encontros
são usados diversos materiais para o auxílio das atividades propostas como bastão,
tatame, som, CD e material lúdico, de acordo com a proposta do dia.

Resultados: Os resultados demonstraram que o grupo terapêutico ajudou os cuidadores


transformando-se em uma medida de enfrentamento do impacto do diagnóstico,
onde a partir do relato de outras famílias os cuidadores foram encontrando motivação
para seguir sua vida e aceitar a nova realidade. Os cuidadores utilizaram o grupo para
ampliar o âmbito de conhecimento sobre o diagnóstico do filho, proporcionando
um maior discernimento sobre a disfunção neuromotora, além de proporcionar
momentos de reflexão, relaxamento e descontração.

Conclusão: Por meio desse estudo, percebe-se a importância do acompanhamento à


estrutura familiar visando promover o restabelecimento emocional dos integrantes da
família. É notável a importância de grupos terapêuticos como apoio para que a família
possa encontrar conforto, diante da situação inesperada, buscando-se um trabalho
interdisciplinar e humanizado facilitando o enfrentamento do diagnóstico. Assim,
demonstra-se a importância do projeto como uma melhoria na qualidade de vida
dessas pessoas e um espaço de troca de experiências ajudando no enfrentamento
das dificuldades do dia-a-dia.

318
Acervo fotográfico:

Figura 01: Atividades de Relaxamento


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 02: Exercícios de auto alongamento


Fonte: Dados da pesquisa, 2015.

319
PILATES SOBRE RODAS:
REPERCUSSÕES DA PRÁTICA
NA SAÚDE FUNCIONAL DE
CADEIRANTES POR LESÃO
MEDULAR TRAUMÁTICA
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Cursos integrados: Não há

Coordenador(a): Luciana Maria de Morais Martins Soares

Colaboradores(as): Iara Fialho Moreira

Discentes: Suzana Burity Pereira Neta; João Vitor Mangueira; André Gonçalves Pereira;
Rayara de Cássia dos Santos Evangelista; Maysa Pereira Alves; Emerson Belarmino
de Freitas; Glenda Yohana Maria do Nascimento Pereira de Araújo; Juliana de Oliveira
Silva; Viviane Vasconcelos Lira; Camila Santana Marques da Nóbrega; Elza Carollyne da
Silveira Cruz; Vanessa Raquel Soares do Santos.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( x ) Outros. Quais? Pessoas acometidas por
lesão medular traumática

Local onde o projeto se desenvolve: Descrever o local, endereço completo e/ou


número das salas de aula, bloco. Estúdio de Pilates da Clínica Escola de Fisioterapia
do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPE, localizado na Br 230, Água Fria.

Cronograma de execução do projeto: Descrever os dias da semana e horários que


o projeto é executado. Atendimento aos participantes ocorre semanalmente, nas
segundas-feiras/quartas-feiras das 13 às 14:40h e das 16h às 17:40h. Demais atividades
de gestão ocorrem semanalmente, nas terças-feiras das 15 às 17h.

Resumo: O número de vítimas com incapacidades físicas tem igualmente alarmado


a população em geral. De acordo com o Ministério da Saúde (BRASIL, 2012), o número

320
de pessoas com incapacidades físicas adquiridas cresceu muito nos últimos anos,
representando 56,6% das deficiências. Acredita-se que esse crescimento ocorreu em
resposta a um aumento da violência urbana, transição epidemiológica das doenças
e transição demográfica, que permitiram a longevidade populacional. Diante desse
contexto, evidencia-se um contingente de pessoas com incapacidade física adquirida,
dependentes de um suporte social, econômico e terapêutico-funcional. Pensando
nessa perspectiva de promoção de autonomia funcional, em 2011 foi lançada a Política
Nacional de Saúde Funcional (PNSF), proposta com base nas leis 8080/90, 8142/90 e
o decreto 7508/11, que objetivou democratizar a participação de novos atores sociais,
favorecendo uma discussão ampliada da Constituição Federal no campo da Saúde.
Segundo o documento publicado em 2011, a PNSF visa potencializar o desempenho
funcional, otimizando as atividades consideradas limitadas e evitando a restrição da
participação social, e, propõe ações de cuidado que contemplem a visão ampliada do
ser humano (BRASIL, 2011). Assim, apesar da inserção dessas pessoas em programas
de reabilitação física ser garantida, evidencia-se que após atingir certo patamar de
funcionalidade, essas pessoas se sentem desmotivadas a continuar em programas
convencionais de reabilitação. Nesse contexto a prática do método Pilates emerge não
só como uma técnica que utiliza o movimento como princípio fundamental, através do
método é possível prover um espaço para a reeducação corporal e ganho de aptidões
físicas gerais de modo globalizante. Souza, Nunes e Miranda (2016) descrevem que o
método Pilates objetiva melhorar a força, flexibilidade, equilíbrio e controle corporal. Os
exercícios que estabelecem o método envolvem contrações isotônicas (concêntricas
e excêntricas) e, principalmente, isométricas, com realce no que Joseph denominou
power house (ou centro de força), que é constituído pelos músculos abdominais,
transverso abdominal, multífido e músculos do assoalho pélvico, que são encarregados
pela estabilização estática e dinâmica do corpo.

Objetivo: Elaborar, aplicar e avaliar os resultados obtidos após programa de intervenção


com o método Pilates na funcionalidade de pessoas acometidas por lesão medular
traumática.

Metodologia de execução: Como o projeto funciona? Datas de realização, tipo de


serviços oferecidos, mecanismos de execução. O presente projeto de pesquisa refere-
se a um estudo de caso múltiplo, de campo, descritivo e abordagem quantitativa. O
mesmo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CAAE nº 67227617.5.0000.5181)
e funciona desde 2017.1, com amostra constituída por pessoas cadeirantes de
ambos os sexos, entre 18 e 40 anos, com paraplegia ou tetraplegia após episódio de
comprometimento neurológico de origem traumática com sequela de lesão da medula

321
espinal. O mesmo foi ofertado pela primeira vez no semestre 2017.1, para discentes a
partir do 5º período do curso de Fisioterapia do UNIPE, sendo selecionado o número de
8 pesquisadores que se reuniam em encontros na frequência de 3x/semana, sendo
2 destes para atendimento terapêutico supervisionado ao participante do estudo e
um para discussões teóricas. Atualmente, o mesmo conta com duas docentes e 12
pesquisadores distribuídos em dois horários distintos, mantendo a mesma estrutura de
encontros semanais. Os discentes colaboradores ingressantes no projeto, são treinados
quanto à aplicação dos instrumentos de coleta de dados e a aplicação do programa
de intervenção com base no método Pilates pela coordenadora do projeto, assim
como tem atividades teórica que os auxiliem a compreender as etapas de elaboração
e efetivação da pesquisa científica e suas diferentes formas de expressão. Como
instrumentos de coletas de dados são utilizados: American Spinal Injury Association
– ASIA, Bateria de Testes para Avaliação da Autonomia Funcional de Adultos com Lesão
na Medula Espinal, Bateria de avaliação do CORE e o Medida De Independência De
Medula Espinhal (SCIM - Versão III). O programa de intervenção aplicado na frequência
de 2x/semana com duração de 60 minutos totalizando 24 atendimentos. O mesmo é
dividido em: alongamentos gerais, ativação e fortalecimento do core, mobilização da
coluna vertebral, fortalecimento de membros superiores e tronco, mobilização de MMII
e liberação miofascial. Os exercícios adaptados são realizados junto aos aparelhos
próprios do método: Barrel, Cadillac, Reformer, Wall Unit e Wunda Chair.

Resultados alcançados/esperados: Histórico do número de beneficiários atendidos


até 2017.2. Histórico de resultados alcançados e esperados. Ao longo desse tempo, o
projeto avaliou 11 pacientes mas apenas 7 se enquadravam nos critérios estabelecidos
no estudo. Os resultados objetivos parciais têm mostrado a melhora da resistência
muscular, amplitude de movimento e força, ganho de equilíbrio de tronco que
possibilitam maior funcionalidade e autonomia na realização de transferências
e demais atividades de vida diária. Além dos aspectos motores, evidenciam-se os
aspectos psicológicos, onde tem se verificado uma melhora subjetiva da autoestima,
da percepção corporal e aumento da qualidade de vida. É visto e esperado que o
método Pilates, além de ser adaptável às pessoas cadeirantes por a lesão medular
traumática, constitua uma ferramenta física importante para a melhora da autonomia
dessas pessoas e uma opção de exercitação física após o processo de reabilitação
ou como coadjuvante a esse. O Pilates sobre Rodas aplica um método de intervenção
inovador totalmente adaptável para as pessoas com deficiência. Por esta razão tem
sido reconhecido em Encontros Científicos, onde já foi premiado com 1º, 2º e 3º lugares
no Encontro Nordestino de Pilates 2017, realizado em Rio Grande no Norte; 1º lugar de
melhor trabalho apresentado na IX Jornada de Fisioterapia do Unipê, VI Encontro de

322
Egressos, II Encontro de Funcionalidade e VI Mostra de Órteses Sustentáveis do Unipê
em 2017.2. Ademais, o projeto participou do programa de atualização profissional do
Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, onde tratou do tema
central do projeto de pesquisa, assim como a V Fórum de Debates das Faculdades
Asper: Terapias Manuais em foco. O grupo pretende ainda publicar os protocolos de
intervenção em formato de e-book com vistas a ser finalizado ainda esse semestre,
além da oferta de curso de curta duração para capacitar mais profissionais dentro
dessa metodologia inovadora.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Exercitação do core stabilization.


Fonte: Arquivo pessoal, 2018.

323
Figura 2: Exercitação do swan dive.
Fonte: Arquivo pessoal, 2018.

324
PRÁTICAS INTEGRATIVAS
E COMPLEMENTARES:
RACIONALIDADES DO CUIDADO
EM SAÚDE
Período no qual o aluno pode participar: Os alunos interessados a participarem do
projeto de extensão devem estar cursando o terceiro período do curso de fisioterapia
e medicina.

Curso promotor do projeto: Os cursos de Fisioterapia e Medicina do Centro Universitário


de João Pessoa – PB.

Coordenador(a): Risomar da Silva Vieira.

Discentes: Alexandre Ferreira da Silva Vale; Állison Igor Santos de Assis; Amanda
Raquel Nascimento Oliveira; Anna Laura Maciel de Melo; Ayalla Jenyffer França da Silva;
Danielle Ferreira de Santana Silva; José Luiz Pessoa de Moura; Maria Madalena Rocha
Silva Teles; Thyalli Ferreira de Souza Nascimento; Zhilda da Mota Nunes.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O Projeto intitulado de “Práticas Integrativas e


Complementares: Racionalidades do Cuidado em Saúde” realiza atividades nas salas
do bloco H do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ localizado na BR 230 – Km
22, Água Fria, CEP 580053-000/ Paraíba. Além disso, também atua na Unidade de Saúde
de Família (USF) Integrada do bairro José Américo com endereço 129, R. Oselmar de
Castro Barreto, 63 - José Américo de Almeida, João Pessoa – PB e na Escola Municipal
de Ensino Fundamental Radegundes Feitosa Nunes com localidade na R. Dona Candida
Formiga de Sousa, José Américo, CEP 58074-081, João Pessoa – PB.

Cronograma de execução do projeto:

O referido Projeto funciona nas sextas-feiras no período vespertino, entre as 14h e


17h. Ainda, quando se faz necessário, são realizadas atividades nas quintas-feiras no
horário das 14h às 17h.

325
Resumo: Com a proposta da inserção dos acadêmicos de Fisioterapia e Medicina
acerca das práticas integrativas e complementares (PICS), o projeto de extensão
Práticas Integrativas e Complementares: Racionalidades do Cuidado em Saúde,
enfatiza a integração de saberes e a construção de novos conhecimentos sobre as
PICS levando em consideração a Portaria nº 971 de 03 de maio de 2006. Além disso,
é destaca a formação profissional pautada no olhar crítico e reflexivo no processo
saúde-doença, assim como a utilização das PICS como forma de promoção da saúde
e prevenção de agravos na atenção básica. O projeto foi iniciado em agosto de 2017,
com funcionamentos semanais, sendo desenvolvidas ações no locais próximos
ao território da universidade, a exemplo da Unidade de Saúde da Família (USF), na
comunidade, na Escola Municipal de Ensino Fundamental e no Centro Universitário
UNIPÊ. Baseado no princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), o projeto promove por
meio da participação a interação entre acadêmicos e comunidade, sendo perceptível
a presença da universalidade, integralidade e equidade nas atividades realizadas cuja
consequência é o estabelecimento de vínculos com o território. Destarte, o projeto
de extensão vem proporcionando aos discentes motivação e respeito aos saberes
populares e científicos, relação direta com a comunidade e aproximação com o SUS. O
desenvolvimento das ações é de suma importância na formação em saúde visto que
contribuem para um cuidado integral, eficiente e resolutivo, estimulando relação com
os serviços de saúde e com a coletividade. Logo, existem barreiras para a inclusão
efetiva das PICS nas graduações como também uma resistência e ignorância por
parte de alguns profissionais sobre seu uso, entretanto, o projeto incentiva maiores
conhecimentos sobre a área e o fortalecimento das PICS como ferramenta importante
na melhora da qualidade de vida da população.

Objetivo: O projeto objetiva proporcionar aos acadêmicos um contato com as Práticas


Integrativas e Complementares contribuindo para um cuidado integral, assim como
o envolvimento com o território, estabelecimento de vínculos e interação com a
comunidade.

Metodologia de execução: O projeto funciona como um círculo acadêmico de PICS,


com realização de pesquisas, extensão e aprendizagem nas práticas integrativas e
complementares em saúde. As atividades são executadas semanalmente nas sextas-
feiras e eventualmente nas quintas-feiras, nos horários entre 14h e 17h. Quanto a
metodologia, são realizados estudos em grupo sobre as práticas integrativas, reuniões
de planejamento de atividades, rodas de conversa no ambiente da universidade
voltadas aos cuidadores dos pacientes da clínica-escola de fisioterapia do UNIPÊ,
realização de oficinas teórico-práticas, visitas técnicas e intervenções nas Unidade de

326
Saúde da Família e na Escola Municipal do bairro José Américo. Referentes aos serviços
prestados à comunidade, destaca-se o uso de metodologias lúdicas como peça teatral
e gincanas sobre as PICS, oficina de relaxamentos com meditação, aromaterapia e
massoterapia em grupo, além da utilização de desenhos como forma de avaliação
dos indivíduos. Outro fator relevante diz respeito ao início da construção do horto de
plantas medicinais no ambiente escolar. O Projeto funciona todas as sextas feira, das
13: 00hs às 17: 00hs, podendo ter outras ações/atividades nas quintas feira bem como
em outros momentos de acordo com a necessidade.

Resultados: O desenvolvimento da proposta é realizado a partir de uma base


teórica e prática com atividades envolvendo os diversos agentes do processo numa
elaboração dialogada, incluindo oficinas, rodas de conversas, reuniões de estudos e
planejamentos, visitas e ações na comunidade e instituições comunitárias, (Unidade
Saúde da Família e Escola), ações educativas com os estudantes da escola, com os
usuários da unidade, com grupos em tratamento na Clínica-Escola de fisioterapia/
UNIPÊ, elaboração de cartilhas, plantio de plantas medicinais, apresentação de
trabalhos em eventos, regionais, nacionais e internacionais entre outras possibilidades
no decorrer do projeto. No decorrer do semestre 2017.2, foram atendidas em média
60 pessoas, nas diversas atividades do projeto. Para este semestre esperamos poder
contemplar um maior de pessoas, possibilitando uma melhor qualidade de vida a
partir das Práticas Interativas e Complementares em Saúde.

327
PROGRAMA DE ATENÇÃO
AOS CUIDADORES (PAC) DE
PESSOAS COM DISTÚRBIOS
NEUROFUNCIONAIS
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Cursos integrados: Não há

Coordenador(a): Luciana Maria de Morais Martins Soares

Discentes: Brenda Claudino Moreira Pessoa; Maria Vitória de Barros Dias Silva; Míria
Mendonça Ferreira Galvão; Vivian Soares da Silva; Jessica Andressa de Oliveira
Assunção; Michelle Pâmela de Meneses Barbosa.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros. Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Laboratório 1 da Clínica Escola de Fisioterapia do


Centro Universitário de João Pessoa – UNIPE, localizado na Br 230, Água Fria.

Cronograma de execução do projeto: Atendimento aos cuidadores ocorre


semanalmente, nas segundas-feiras das 13 às 15h. Demais atividades de gestão
ocorrem semanalmente, nas quartas-feiras das 13 às 15h.

Resumo: O cuidador familiar apresenta-se como ator social principal na dinâmica dos
cuidados sociais necessários às atividades de vida diária dos portadores de lesões,
que têm sua independência comprometida. Na maioria das vezes, os cuidadores
assumem funções para as quais não foi preparado e as executa muitas vezes sem
interrupções ou substituições, o que termina por acarretar em sobrecarga de trabalho
e consequente desgaste físico e emocional, pressupondo um risco de tornar doente
e igualmente dependente o cuidador. O projeto surgiu da necessidade, observada
pelos acadêmicos e professores participantes da Liga Acadêmica de Neurologia e
Funcionalidade (LANF), em se dar uma atenção especial aos cuidadores dos pacientes
atendidos no componente curricular Fisioterapia Neurofuncional, que por muitas vezes

328
queixavam-se de dores e inabilidade em lidar com as especificidades do cuidado de
pessoas com disfunção neurológica.

Objetivo: Ofertar cuidado e educação para cuidadores de pessoas acometidas por


distúrbios neurofuncionais.

Metodologia de execução: O mesmo está disposto em encontros semanais,


realizados nas segundas-feiras de 13h às 14h30min, durante o horário de atendimento
da unidade curricular Fisioterapia Neurofuncional na Clínica Escola de Fisioterapia
do UNIPÊ. O programa é estruturado para permitir o ingresso de discentes do curso
de Fisioterapia desde o terceiro período, o quais deverão desenvolver atividades de
educação em saúde direcionada aos cuidadores de pessoas acometidas por distúrbios
neurofuncionais assistidos na Clínica Escola, levando em consideração sua rotina e
necessidades. A maior parte da programação é voltada à informação, facilitada por
dinâmicas em grupo, rodas de conversa e aulas teórico-práticas. Além disso, são
ofertadas atividades lúdico-recreativas de caráter preventivo visando otimizar as
potencialidades psicofísicas dos cuidadores, que ocorrem sempre em associação à
teoria. No intuito de nortear essas práticas, o PAC utiliza como instrumento de coleta
de dados a Avaliação do Estilo de Vida – Pentáculo do Ministério da Saúde (2008), que
avalia um conjunto de componentes que refletem as atitudes, valores e oportunidades:
nutrição, atividade física, comportamento preventivo, relacionamentos e estresse,
totalizando 15 itens analisados em uma escala que varia de 0 (absolutamente não
faz parte do seu estilo de vida) a 3 (a afirmação é sempre verdadeira no seu dia-a-
dia; faz parte do seu estilo de vida). Ao final, considerando as respostas aos 15 itens,
o cuidador deve colorir um pentáculo, construindo uma representação visual do seu
estilo de vida atual. Diante dessa análise, é elaborado um cronograma de atividades
(Quadro 1) que abranjam as necessidades dos cuidadores, contando sempre com
a colaboração de discentes de diferentes áreas de atuação e com o calendário de
saúde do Ministério da Saúde.

Quadro 1. Cronograma das atividades planejadas para o semestre 2018.1.

MARÇO
26/03 DIA MUNDIAL DA ÁGUA (22/03) E DIA DA SAÚDE E DA NUTRIÇÃO (31/03).
28/03 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 02/04/18.
ABRIL
02/04 PALESTRA SOBRE TRANSTORNOS MENTAIS (ANSIEDADE, DEPRESSÃO).
04/04 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 09/04/18.
09/04 DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA O CÂNCER (08/04).
11/04 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 16/04/18.

329
23/04 DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE À HIPERTENSÃO ARTERIAL.
16/04 DIA NACIONAL DA VOZ.
18/04 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 23/04/18.
25/04 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 30/04/18.
30/04 MASSOTERAPIA.
MAIO
02/05 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 07/05/18.
07/05 NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS EM CASA.
09/05 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 14/05/18.
14/05 OFICINA DE ARTESANATO [1].
21/05 OFICINA DE ARTESANATO [2].
23/05 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 18/05/18.
28/05 DIA INTERNACIONAL DE LUTA PELA SAÚDE DA MULHER
30/05 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 04/05/18.
JUNHO
04/06 FEIRA DE EXPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ARTESANATO
06/06 REUNIÃO DE PLANEJAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE 11/06/18.
11/06 DIA MUNDIAL DA IMUNIZAÇÃO (09/06).
13/06 ENCERRAMENTO.

FONTE: Acervo do projeto, 2018.

Resultados alcançados/esperados: Histórico do número de beneficiários atendidos


até 2017.2. Histórico de resultados alcançados e esperados. O PAC procura ofertar uma
assistência multidisciplinar aos cuidadores de pessoas com distúrbios neurofuncionais
através de atividades semanais enriquecendo-os de informações e dinâmicas em
grupo para promover um bem-estar físico, mental e emocional. Entende-se que desta
forma, os cuidadores são desvinculados de suas atividades rotineiras para vivenciar
coletivamente e compartilhar informações. Ao longo desses anos verifica-se o suporte
a um contingente de aproximadamente 30 cuidadores, de diferentes sexos e idades,
e o recrutamento de cerca de 20 extensionistas. Como frutos acadêmicos, pode-se
citar a participação do grupo em eventos científicos e a elaboração de um trabalho
de conclusão do curso onde a proposta fundamental é propor um aplicativo móvel
para cuidadores de pessoas acometidas por sequelas neurofuncionais após Acidente
Vascular Encefálico. Verifica-se que o projeto proporciona benefícios tanto aos
cuidadores, quanto aos discentes ao permitir um olhar diferenciado sobre a fisioterapia
ao aproximar os discentes da comunidade, da realidade social dos mesmos, e por
meio da exercitação do cuidado ampliado.

330
Acervo fotográfico:

Figura 1: Avaliação do estilo de vida dos cuidadores participantes do PAC.


Fonte: Acervo do projeto, 2018.

Figura 2: Palestra sobre o Dia Nacional da Voz


Fonte: Acervo do Projeto, 2018

331
PROGRAMA DE ATENÇÃO
INTEGRADA À CRIANÇA COM
MICROCEFALIA
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Cursos integrados: Psicologia, Fonoaudiologia, Enfermagem e Odontologia

Coordenador(a): Profa. Ma. Sheva Castro Dantas de Sousa (Fisioterapia)

Discentes extensionistas: Fisioterapia: Fernanda Alves Dionisio, Viviane Maria Patrício,


Maria Luiza da Silva, Maria Clara Ferreira Sá, Ianka Maria Bezerra, Karine de Melo Kis,
Anna Beatriz Malta, Palloma de Oliveira, Gerlane de Paiva, Bianca Dantas Barbosa, Bruna
Martins da Silva, Janaina Kelly Morais. Enfermagem: Lidiane Mariz de Lima, Guilianna
Oliveira, Tauanne Mendes, Claudiane Maria Almeida, Glayce Kelly Lima, Felipe Bento dos
Santos. Psicologia: Mayara Monique de Almeida Santos, Ingrid Mayara da Silva Leite,
Jhaimyson Soares dos Santos. Fonoaudiologia: Vinicius Costa da Silva, Ewelin Maria
Almeida Lemos, Honória Honorato Neta, Severino Gonçalves. Odontologia: Mariana
Cavalcanti Lacerda, Hannah Pereira Costa, Elisa de Oliveira Pereira.

Público-alvo Beneficiários do projeto: Discentes dos cursos integrados, crianças


com microcefalia por zika vírus e seus responsáveis.

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica-Escola de Fisioterapia do Unipê. Bloco G.


Água Fria, João Pessoa - PB, 58033-455.

Cronograma de execução do projeto: Encontros semanais, às segundas-feiras e


quartas-feiras, das 14:40 às 16:20.

Resumo: Em Abril de 2015 o Brasil apresentou uma epidemia de microcefalia, no


mesmo período em que o Zika Vírus (ZIKV) surgia como doença exantemática aguda
no país, sobretudo na região Nordeste. Estudos revelaram a associação da microcefalia
com o Zika vírus (ZIKV) e a afinidade do vírus por células do sistema nervoso central
(SNC), ocasionando um quadro clínico variado conforme a idade gestacional em que
a mãe foi acometida pelo vírus, no entanto, o atraso do desenvolvimento motor da
criança é o sinal clinico mais frequente. Diante a complexidade da apresentação

332
clínica da doença, é essencial o acompanhamento dessas crianças por uma equipe
multiprofissional.

Objetivo: Entendendo a importância do cuidado integrado à essa população, objetiva-


se oferecer um serviço de assistência multiprofissional, em um mesmo ambiente, a
fim de facilitar o deslocamento das crianças e seus responsáveis, e potencializar os
efeitos terapêuticos.

Metodologia: As atividades de extensão são realizadas desde Fevereiro de 2017,


inicialmente apenas com o serviço de fisioterapia, e em 2017.2 integrado ao serviço de
fonoaudiologia. Atualmente, são oferecidas intervenções da fisioterapia em solo e no
centro de terapia aquática, de fonoaudiologia, com abordagem na linguagem, audição
e deglutição, ações preventivas de higiene bucal e acompanhamento da eclosão
dentária pela odontologia. A equipe de enfermagem registra o seguimento dessas
crianças quanto ao crescimento, medidas antropométricas e perímetro cefálico. Além
disso, enquanto as crianças estão em atendimento, as mães recebem suporte da
equipe de psicologia, que proporciona atividades em grupo e intervenções individuais,
quando necessário. Todas as atividades são desenvolvidas na clínica escola de
fisioterapia do UNIPÊ, sendo os serviços de fisioterapia e fonoaudiologia oferecidos
segundas-feiras e quartas-feiras, semanalmente, das 14:40h às 16:20h e os demais
serviços acontecem no mesmo horário, toda segunda-feira. No período de 2017.1 foram
atendidas 15 crianças, acompanhadas por 7 extensionistas e 4 professoras, em 2017.2
foram atendidas 22 crianças, acompanhadas por 14 extensionistas e 11 professores
e em 2018.1 somos 12 professores e 28 extensionistas, dando suporte à 27 crianças.
O projeto é referência no município por utilizar instrumentos de avaliação validados
para o acompanhamento da evolução da população e por oferecer um tratamento
integrado e diferenciado.

Resultados esperados/alcançados: no período de um ano, as integrações e parcerias


estabelecidas no projeto de extensão apresentaram um impacto surpreendente entre
os discentes extensionistas, que tiveram a oportunidade de compreender conceitos
de interdisciplinaridade e desenvolveram o senso crítico quanto a necessidade de
encaminhamentos para um melhor resultado terapêutico. Refletiu na melhora do
quadro clínico das crianças, sobretudo nos aspectos motores, respiratórios, cognitivos
e da linguagem, pela atuação integrada de todos os profissionais participantes. As
mães compreendem melhor sobre a patologia da criança, bem como foram treinadas
no cuidado domiciliar e, por fim, até o momento foram desenvolvidos a partir deste
projeto de extensão, 6 trabalhos de conclusão de curso, foi publicada uma cartilha
de estimulação motora voltada para a população em questão, um capítulo de livro

333
e 5 trabalhos foram aceitos e apresentados em forma de banners em congressos
nacionais e internacionais.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Intervenção fisioterapeutica em solo


Fonte: Dados da pesquisa, 2018.

334
Figura 2: Fisioterapia aquática em crianças com microcefalia
Fonte: Dados da pesquisa, 2018

Figura 3: Intervenção odontológica


Fonte: dados da pesquisa, 2018.

335
RESAT: (RE) PENSANDO AS AÇÕES
EM SAÚDE DO TRABALHO COMO
ESTRATÉGIA DE VALORIZAÇÃO
DOS FATORES HUMANOS
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Cursos integrados: Enfermagem e Medicina

Coordenador(a): Leonildo Santos do Nascimento Júnior

Colaboradores(as): Cleane Toscano Souto Bezerra, Keyth Sulamita de Lima Guimarães


e Rafaela Gerbasi Nóbrega.

Discentes: Caio César Vaz Lacet Gondim, Eliane Melo do Nascimento, Gerlane de
Paiva Silva, Gesia Marilaid da Silva Honório, Gustavo Cordeiro Bezerra, João Lucas da
Silva Pereira de Melo, Juliana Tenório Gonçalves, Karolina Galdino Neves, Karoliny Alves
Pereira, Lorenna Marinho Ferreira, Lucas Lima Muniz de Albuquerque, Marcio Ivan Treml
Filho, Maria Aline Simões Bento, Mariana Moroni, Marta Cavalcante dos Santos, Nathália
Layla de Oliveira Silva, Rayane Maria Pessoa de Souza, Rubem Ramalho Brunet Vieira de
Almeida, Silmara Alves de Santana Silva e Wellington Freire De Sousa

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( X ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica Escola de Fisioterapia do Unipê, localizada


no Bloco G do Campus do Centro Universitário de João Pessoa – Unipê, que está situado
na BR 230 - Km 22, Água Fria - João Pessoa – PB.

Cronograma de execução do projeto: Os atendimentos ao público acontece as


segundas e quintas – feiras no período de 17h as 18h 30m e as discussões/reuniões
acontecem nas quintas-feiras das 18h 30m as 19h 30m.

Resumo: Este projeto tem o objetivo de desenvolver ações multidisciplinares no


cuidado aos trabalhadores em situação de vulnerabilidade ou adoecimento oriundo
da interface homem-trabalho, por modo a preservar a sua funcionalidade e sua

336
dignidade humana, interferindo positivamente em sua qualidade de vida e na sua
produtividade. São desenvolvidas as seguintes ações: atenção individual ou coletiva
a trabalhadores acometidos por DORT’s na Clínica Escola de Fisioterapia do Unipê;
orientações e modificações para a interação saudável entre o trabalhador e os outros
elementos do seu ambiente de trabalho, à luz da ergonomia com a participação da
gestão e dos trabalhadores e a realização de atividades educativas em saúde em
instituições/empresas parceiras. Com a execução das ações supracitadas pretende-
se, através da articulação ensino e extensão, capacitar os alunos extensionistas para o
cuidado integral em saúde do trabalhador. Para além disso, espera-se promover uma
maior qualidade de vida para os trabalhadores assistidos pelo projeto, assim como a
melhoria da salubridade e da dignidade nos processos e ambientes de trabalho em
que encontram-se inseridos.

Objetivo: Desenvolver ações multidisciplinares no cuidado aos trabalhadores em


adoecimento musculoesquelético relacionado ao trabalho, numa perspectiva de
atenção integral, com intervenções individualizadas e a inserção em grupos operativos,
com vistas à promoção e a proteção da saúde dos trabalhadores

Metodologia de execução: o projeto oferece serviços tanto no âmbito preventivo, como


melhorias e intervenções em processos de trabalho das instituições parceiras, quanto
no restabelecimento da funcionalidade dos trabalhadores, através da assistência
ambulatorial a trabalhadores adoecidos sob a perspectiva de uma atenção integral
e em articulação com a Rede Nacional de Assistência em Saúde do Trabalhador. Na
acolhida, que acontecem para suprir demanda espontânea e as de encaminhamentos
do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – CEREST, o trabalhador é recebido
por uma equipe composta por acadêmicos dos cursos que participam do projeto para
que sejam apresentadas queixas e também seja colhido o histórico dessa queixa,
assim como a anamnese ocupacional, onde são questionados aspectos relacionados
ao estado atual e pregresso de trabalho. Na sequência, o trabalhador é encaminhado
a avaliação multidisciplinar, conduzida por acadêmicos e sob supervisão dos
docentes dos cursos de Fisioterapia, Enfermagem e Medicina, onde são coletadas
informações que compreendam o exame físico, o estado nutricional, e aspectos que
avaliem a qualidade de vida e a funcionalidade do trabalhador que será assistido pelo
projeto. A ficha de avaliação foi construída de forma participativa, onde foram feitas
considerações dos profissionais envolvidos na elaboração do projeto. Após essa etapa,
tem-se a construção do plano individual de cuidados, que é iniciado com reuniões,
onde todos os participantes do projeto estão presentes, onde são traçados objetivos e
propostas terapêuticas baseadas nas informações partilhadas entre os integrantes que

337
foram responsáveis pela acolhida e pela avaliação do trabalhador em questão, sendo
que cada trabalhador recebe um grupo de discentes como cuidadores para execução
da proposta. A proposta terapêutica varia de acordo com o impacto provocado pela
sintomatologia nos pacientes, sendo que o tratamento pode ser menos complexo e
abrangente em casos iniciais; entretanto, nos casos de caráter crônicos, ou com vários
segmentos acometidos, é importante que seja definido um programa de tratamento,
com metas a curto e a longo prazo. A execução do plano de cuidados se dá através
de atendimentos na Clínica Escola de Fisioterapia do Unipê, em horário noturno, nas
segundas e quintas-feiras, através de ações que se darão de forma individual ou em
grupos (quando encaminhados para a Escola de Posturas), através de critérios de
especificidades dos casos que serão demandados na Clínica Escola. O horário noturno
de atendimento foi estratégia pensada para que um maior número de trabalhadores
tenha acesso oportuno ao serviço.

Resultados alcançados/esperados: Conforme análise quantitativa das ações


desenvolvidas pelo projeto de extensão, foram acolhidos 98 trabalhadores, desde
Março de 2017 até Dezembro de 2017. Deste total, 53 pacientes foram assistidos de
acordo com o plano de cuidados traçados para que metas individuais fossem
alcançadas a curto e longo prazo. Todos passaram pelo processo de avaliação antes
do atendimento e passam por novas avaliações ao término do tratamento proposto.
As queixas mais frequentes referem-se dor no punho, dor no ombro, dor na coluna,
além dos trabalhadores com diagnóstico concluído de tendinites, espondilose lombar,
sindrome do manguito rotador. Ao todo foram 238 atendimentos pós avaliação, onde
foram utilizados recursos como exercícios terapêuticos, eletrotermofototerapia e
massoterapia, além da prescrição de medicamentos – analgésicos, antiinflamatórios
e ansiolíticos - e orientações quanto ao seu uso de forma adequada, assim como
foram oferecidas terapias complementares como acupuntura e a formação de grupos
de controle de sintomas em pacientes crônicos, como a formação de um grupo de
trabalhadores através da Escola de Posturas, que é derivado da denominação inglesa,
“Back School” e tem por base uma proposta de intervenções teóricas e práticas com
objetivos preventivos e de tratamento de indivíduos com queixas relacionadas a
coluna vertebral, onde além dos aspectos físicos, há uma propositura de intervenção
em aspectos sociais e psico-somáticos, através de uma abordagem participativa e
de melhoria da qualidade de vida dos indivíduos que sofrem com queixas de algias
de coluna. Foram realizadas, ainda, quatro intervenções em ambientes laborais, que
tinham o objetivo de fazer um levantamento dos riscos, principalmente os ergonômicos
e biomecânicos, durante o exercício das ações laborativas pelo trabalhador assistido
pelo projeto. Essa metodologia tinha como proposta oferecer um panorama real do

338
processo de trabalho para mapeamento dos riscos aos quais o trabalhador encontrava-
se exposto, sendo feito uma observação do arranjo físico (layout), a distribuição dos
instrumentos e informação existente no local, tais como a luz, cor, paredes, tetos,
piso, máquinas e mobiliários, para que seja conduzido um mapeamento preliminar
de riscos e, em cada ambiente de trabalho avaliado, foi proposto uma reestruturação
de processos ou materiais de trabalho. Com a intervenção, o projeto do local de
trabalho é pensado à luz da ergonomia, utilizada como instrumento preventivo ou
corretivo. Em 2017, foi publicado um capítulo no livro “Saúde: os desafios do mundo
contemporâneo” construído pelos participantes do projeto intitulado “Articulação
entre serviços de saúde como estratégia de fortalecimento do cuidado em saúde do
trabalhador”, assim como fora apresentados trabalhos construídos pelos participantes
em eventos científicos, a saber, no I Congresso Nacional de Saúde e Meio Ambiente, no
VIII Fórum Internacional de Saúde, Envelhecimento e Representações Sociais e no XXV
Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia. No mesmo ano, foram aprovados trabalhos
no 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva – que será realizado em Julho de 2018 –
e no 8º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária – que será realizado em Junho
de 2018. Ainda assim, os envolvidos no projeto estiveram presentes em intervenções
de educação em saúde em empresas parceiras, como palestras no Abril Verde e em
Semanas Internas de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT, assim apresentamos
as ações do Projeto no Feirão do Estudante de 2017 (no stand patrocinado pelo Unipê).

339
Acervo fotográfico:

Figura 1: Intervenção com o tema “Saúde Postural” na Escola de Posturas


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2: Atendimento coletivo através da metodologia Escola de Posturas


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

340
VALORES DE REFERÊNCIA PARA A
FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Cursos integrados: Não há.

Coordenadora: Natália Herculano Pereira

Colaboradoras: Ana Carolina Nuves Bovi, Andréa Carla Brandão da Costa Santos, Maria
Elma de Souza Maciel Soares.

Discentes: Athyllas Aparecido Ferreira da Silva, Beatriz Nayanne Machado da Silva


Ferreira, Mikaella de Almeida Silva Formiga, Mirelly Fernandes dos Santos, Rylmara
Karla Rolins Feitosa, Thaisy Thuany Patrício Cordeiro, Valeska Christina Sobreira de Lyra.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( x ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica Escola de Fisioterapia do Unipê, Bloco G,


Sala 125, BR 230, Km 22, Água Fria, João Pessoa, PB.

Cronograma de execução do projeto: Terças e Quintas – 16h30min ás 18h10min.

Resumo: Há uma notável variabilidade entre os valores de referência propostos para a


força muscular respiratória (FMR), decorrente de fatores individuais e/ou metodológicos
inerentes a cada estudo, o que torna a sua aplicabilidade questionável. Trata-se de
uma pesquisa de campo, de caráter descritiva e transversal. Amostra contará com
184 indivíduos adultos de João Pessoa/PB com idade entre 20 a 49 anos que não
apresentem problemas cardiorrespiratórios e músculo-esqueléticos, serão excluídos
aquelas que não se enquadram na faixa etária estabelecida e que apresentam história
de tabagismo atual. As pressões respiratórias serão medidas com o indivíduo na
posição sentada utilizando um manovacuômetro Ger-Ar®, um bucal achatado e um
clipe nasal, serão avaliados peso e altura usando uma balança digital (Finizola®) e
estadiômetro (Sanny®). Para descartar os problemas respiratórios será utilizado o
espirômetro KoKo®Spirometer. Para avaliar a força de preensão palmar será utilizado
o dinamômetro Jamar, e para avaliar a circunferência abdominal e a relação cintura
quadril utilizará uma fita métrica. Também será aplicado o Questionário Internacional

341
de Atividade Física (IPAQ) versão curta para determinar o nível de atividade física
dos indivíduos. A análise dos dados será realizada através do programa SPSS 15.0
(Statistical Package for the Social Science) atribuindo-se o nível de significância de
5%. Será utilizada a estatística descritiva com cálculo de medidas de tendência central
(média) e de dispersão (desvio padrão) e de proporção. Para verificar a normalidade
dos dados será utilizado o teste de Kolmogorov-Smirnov. Serão utilizados testes de
comparação e correlação e por fim, será utilizado um regressão linear múltipla para
estabelecer valores médios preditos e limites inferiores de normalidade para as
pressões respiratórias máximas e propor equações preditivas para força muscular
respiratória.

Objetivo: O objetivo desse trabalho será comparar os valores encontrados das pressões
inspiratórias máximas (Pimáx.) e pressões expiratórias máximas (Pemáx.) com os
valores preditos pelas diferentes equações propostas na literatura e propor equações
preditivas, estabelecer valores médios preditos e limites inferiores de normalidade
para as PRM e seguindo recomendações propostas pela American Thoracic Society
e European Respiratory Society (ATS/ERS) e a Sociedade Brasileira de Pneumologia e
Tisiologia (SBPT) em uma amostra da população adulta de João Pessoa/PB com idade
entre 20 a 49 anos.

Metodologia de execução: A metodologia desta pesquisa transcorrereu conforme a


linha descritiva, tendo caráter transversal e comparativo, com intenção de verificar
paridades e disparidades, bem como realizar comparações entre os indivíduos
pesquisados e as equações de referências, e assim desvendar as imprecisões
existentes, podendo estas, ser entre grupos de iguais ou diferentes características,
a exemplo dos indivíduos do sexo masculino e feminino com a mesma ou diferente
faixa etária. Será realizada nas terças e quintas das 16h30min ás 18h10min, na sala
125 da Clínica Escola de Fisioterapia do Unipê, bloco G do Centro Universitário de João
Pessoa – UNIPÊ. Abrange os indivíduos adultos saudáveis da cidade de João Pessoa/
PB com idade entre 20 a 49 anos, que estajam inteiramente de acordo com os critérios
de inclusão e exclusão da referente pesquisa. Para o cálculo amostral, foi considerado
o nível de significância estatística de 5%, poder de 90% e efeito estimado em 20%.
O tamanho do efeito (d Cohen) utilizado foi baseado nos cálculos das diferenças
entre as médias das PImáx e PEmáx em homens e mulheres, em cada faixa etária,
apresentadas no estudo de Pereira et al. (2015), tendo-se obtido o número amostral
de 184 indivíduos. A força muscular respiratória será obtida com a mensuração
dos valores da pressão inspiratória máxima (Pimáx.) e pressão expiratória máxima
(Pemáx.) na posição ortostática, utilizando o aparelho Manovacuômetro analógico

342
(Ger-Ar®) com limite operacional de -300 á +300 cmH2O. Durante as manobras o
manovacuômetro será conectado a uma traquéia de plástico e a extremidade desta á
um bocal achatado rígido também de plástico e será utilizado um clipe nasal, com o
intuito de evitar o escape de ar pelo nariz. Para mensuração do peso e estatura, será
utilizado uma balança digital (Personal Line PL 150 da marca Finizola®) e estadiômetro
(Sanny®), com resoluções de 100 g e 0,5 cm, a qual será calibrada previamente a cada
medida. Para a medição da relação cintura-quadril, será utilizado uma fita métrica
antropométrica (metragem) constituída por um material inelástico. Os indivíduos
foram orientados a ficar na posição ortostática, com os braços ao lado do corpo, pés
juntos e abdômen relaxado. A mensuração da circunferência abdominal (cintura)
será realizada aplicando firmemente a fita métrica na região média entre a borda
inferior da última costela e a borda superior da crista ilíaca. A mensuração do quadril
será realizada aplicando firmemente a fita métrica na extensão posterior máxima
dos glúteos. Será utilizado o questionário de atividade física o IPAQ versão curta, que
considera a contagem de horas, duração e intensidade que o indivíduo realiza suas
atividades, sendo composto por oito questões abertas e informações que permitem
estimar o tempo despendido por semana em diferentes dimensões de atividade física
(caminhadas e esforços físicos de intensidades moderada e vigorosa) e de inatividade
física (posição sentada). Os participantes inicialmente serão submetidos á uma
anamnese, coletando informações relacionadas aos hábitos de vida, como fumo e
doenças prévias ou atuais, baseadas nas diretrizes para testes de função pulmonar
(SOUZA, 2002). Em seguida, será aplicado o Questionário Internacional de Atividade
Física, versão 6 (International Physical Activity Questionnaire – IPAQ) e verificado
peso, altura e relação cintura-quadril. E por fim, Por fim, será mensurada a força da
musculatura respiratória, com o uso de um manovacuômetro, para a medida da Pimáx.
e da Pemáx. Pretende-se utilizar a estatística descritiva com cálculo de medidas de
tendência central (média) e de dispersão (desvio padrão) para caracterizar o perfil da
amostra, e de proporção para as variáveis categóricas. Para verificar a normalidade
dos dados será utilizado o teste de Kolmogorov-Smirnov. A partir dos resultados, serão
utilizados testes de comparação de médias e testes de correlação para comparar os
valores de Pimáx. e Pemáx. com os valores preditos pelas diferentes equações de
referências propostas na literatura e estimar a relação entre a Pimáx. e Pemáx. com
sexo, idade, altura, peso e relação cintura-quadril e estimar a relação entre a Pimáx.
e Pemáx. com a força de preensão palmar. Posteriormente, será utilizado Modelo de
regressão linear múltipla para estabelecer valores médios preditos e limites inferiores
de normalidade para as pressões respiratórias máximas e propor equações preditivas
para força muscular respiratória para a amostra estudada.

343
Resultados alcançados/esperados:

• Treinamento de todos os instrumentos que serão utilizados na pesquisa:


Manovacuômetria, espirometria, dinamometria, medição de peso e altura e relação
cintura-quadril e aplicação do questionário IPAQ (Figura 1 e 2).

• Construção da ficha de avalição.

• Construção do folder para divulgação do projeto, fazendo uma lista de cadastro


dos interessados (Figura 3).

• Aula e discussão sobre metodologia da pesquisa e estatística.

• Utilização de um banco com alguns dados já prontos, visto que esse projeto derivou
da monografia realizada por Natália Herculano Pereira em 2010.

• Submissão e apresentação de vários trabalhos para congressos (Figura 4 e 5):

1. VALORES DE REFERÊNCIAS OBTIDAS E PREVISTAS DE PRESSÃO RESPIRATÓRIA


MÁXIMAS EM ADULTOS JOVENS

Autores: Valeska Christina Sobreira de Lyra; Andréa Carla Brandão da Costa dos Santos;
Juliana de Oliveira Silva; Viviane Vasconcelos Vieira; Pollyana Soares de Abreu Morais;
Maria Elma de Souza Maciel Soares; Natália Herculano Pereira.

Apresentado no IV Congresso Brasileiro de Educação em Fisioterapia, em 2017.

2. VALORES DE REFERÊNCIA PARA FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM ADULTOS:


EQUAÇÕES PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA

Autores: LYRA, Valeska Christina Sobreira de; ARRUDA, Sarah Maciel Cavalcanti de;
SANTOS, Andrea Carla Brandão da Costa; MORAIS, Pollyana Soares de Abreu; PEREIRA,
Natália Herculano.

Apresentado no II Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde, em 2017.

3. CORRELAÇÃO ENTRE AS FORÇA DA MUSCULATURA RESPIRATÓRIA E A RELAÇÃO


CINTURA QUADRIL EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS

Autores: Valeska Christina Sobreira de Lyra; Sarah Maciel Cavalcanti de Arruda; Andréa
Carla Brandão da Costa Santos; Pollyana Soares de Abreu Moraes; Natália Herculano
Pereira.

344
Apresentado na IX Jornada de Fisioterapia do Unipê; do VI Encontro de Egressos; do II
Encontro de Funcionalidade e da VI Mostra de Órteses Sustentáveis do Unipê, em 2017.

4. COMPARAÇÃO ENTRE OS VALORES DAS PRESSÕES RESPIRATÓRIAS MÁXIMAS


PREVISTAS COM OS VALORES PREDITOS POR EQUAÇÃO

Autores: Mirelly Fernandes dos SANTOS; Maria Clara Ferreira SÁ; Pollyana Soares de
Abreu Moraes; Andréa Carla Brandão da Costa Santos; Natália Herculano PEREIRA.

Apresentado na IX Jornada de Fisioterapia do Unipê; do VI Encontro de Egressos; do II


Encontro de Funcionalidade e da VI Mostra de Órteses Sustentáveis do Unipê, em 2017.

5. RELAÇÃO ENTRE A FORÇA DE PREENSÃO PALMAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA:


UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores: Mirelly Fernandes dos Santos; Sarah Maciel Cavalcanti de Arruda; Natália
Herculano Pereira

Apresentado e publicado em capítulo de livro no Congresso Nacional de Saúde e Meio


Ambiente (CINASAMA) em 2017.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Treinamento da espirometria.


Fonte: Dados da pesquisa, 2017.

345
Figura 2: Apresentação do trabalho no Congresso Nacional de Saúde e Meio Ambiente (CINASAMA) em 2017.
Fonte: Dados da pesquisa, 2017.

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2002.

348
FO
NO
AU
DIO
LO
GIA
AVALIAÇÃO DA LINGUAGEM
E MEMÓRIA EM IDOSOS
HIPERTENSOS E DIABÉTICOS
Período no qual o aluno pode participar: 2º período

Curso promotor do projeto: Fonoaudiologia

Cursos integrados: Não há.

Coordenador(a): Ivonaldo Leidson Barbosa de Lima

Colaboradores(as): Annacarla Carvalho Alves de Lima, Eva Carolina Fonseca de


Rezende Cruz; Maria Edvany de Melo Pereira

Discentes: Alana Emily Granja Fidélis, Ana Paula de Almeida Cunha, Fernanda dos
Santos Cardozo, Gilcélia dos Santos Araújo, Naize Shirley Santos da Silva;

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Unidade de Saúde da Família – USF Padre Hildon
Bandeira localizada na Rua Severino Procópio, Torre, João Pessoa; e no Clube da Pessoa
Idosa, localizado na Rua Ana Guedes Vasconcelos, S/N, Altiplano, João Pessoa.

Cronograma de execução do projeto: As ações do projeto foram realizadas na terça-


feira às 7 horas da manhã na USF Padre Hildon e nas quartas-feiras, às 10 horas da
manhã, no Clube da Pessoa Idosa.

Resumo: O aumento da prevalência das doenças crônicas não transmissíveis, em


especial hipertensão e diabetes, requer uma maior atenção da saúde pública, no
intuito de identificar as possíveis implicações dessas doenças na qualidade de vida
dos sujeitos. Desse modo, a linguagem e a memória são aspectos essenciais para a
qualidade de vida de qualquer pessoa. Esses aspectos sofrem déficits com o processo
de envelhecimento saudável, contudo não é evidente na literatura científica como a
hipertensão e a diabetes podem influenciar nessas habilidades.

Objetivo: Avaliar a linguagem e memória de idosos com hipertensão e diabetes.

350
Metodologia de execução: Trata-se de um estudo de campo, descritivo, observacional
e transversal, que foi aprovado pelo Comitê de ética da instituição de origem. A
pesquisa é desenvolvida por alunas do curso de Fonoaudiologia, treinadas para a
execução da avaliação fonoaudiológica. A pesquisa é realizada toda terça e quarta
nos respectivos locais, USF Padre Hildon Bandeira localizado na Torre e no Clube da
Pessoa Idosa no Altiplano. O público-alvo são idosos (≥ 65 anos) sem e com doenças
crônico degenerativas, os indivíduos com doenças crônico degenerativas incluídos
na pesquisa são os que apresentam diabetes e hipertensão, que aceitaram participar
da pesquisa mediante a assinatura do termo de Consentimento Livre e Esclarecido
e autorização dos respectivos locais. As pesquisadoras desenvolvem as seguintes
atividades: desenvolvimento de trabalhos científicos a partir da leitura de artigos sobre
o tema e avaliação das habilidades linguísticas de idosos com hipertensão e diabetes
e suas funções mnemônicas, por meio da Bateria Breve de Rastreio Cognitivo (Nitrini
et al., 1994; 2004) e de um protocolo desenvolvido para esta pesquisa que contempla
aspectos da linguagem e audição dos idosos.

Resultados alcançados/esperados: Fizeram parte da pesquisa 65 idosos de 2017.2


e 2018.1. Dos 65 participantes da pesquisa: 8 foram idosos diabéticos, 24 hipertensos,
12 hipertensos e diabéticos e 21 sem doenças crônicas degenerativas associadas. Por
meio da aplicação dos protocolos nos locais de pesquisa, cerca de 4 participantes
apresentaram resultados relevantes em relação a memória e foram encaminhados
para o projeto de Extensão de (Intervenção Fonoaudiológica nos Transtornos
Neurológicos em Adultos e Idosos) - PRONEURO na Clínica Escola de Fonoaudiologia
do Unipê, para dá início a estimulação da memória. Espera-se com a pesquisa da
perpetuação do conhecimento teórico atrelado a prática, promovendo desta forma,
a aquisição de conhecimentos e atitudes frente à formação ético-profissional e
humanizada para os discentes como futuros profissionais. Com relação à aquisição
de benefícios e pontos positivos, ressalta-se o levantamento da relação entre as
doenças crônicas não transmissíveis e os aspectos neurocognitivos, propiciando
assim o desenvolvimento de novos conhecimentos frente ao público que se pesquisa,
a fim de garantir estimulação precoce das habilidades de linguagem e memória em
idosos hipertensos e diabéticos. Além disso, visou intensificar o aumento de produções
científicas nesse contexto.

351
Acervo fotográfico:

Figura 1: Docente responsável e discentes da pesquisa


Fonte: Projeto.

Figura 2: Pesquisadoras no Clube da Pessoa Idosa


Fonte: Projeto.

352
Figura 3: Pesquisadoras na USF Padre Hildon Bandeira
Fonte: Projeto.

Figura 4: Construção do banco de dados das pesquisa


Fonte: Projeto.

353
AVALIAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA
EM ESCOLARES DA PARAIBA
Apresentação em Painel Convencional.

Curso promotor do projeto: Fonoaudiologia

Cursos integrados: Não há.

Coordenador(a): Ruth Lopes do Nascimento

Colaboradores(as): Ana Karina Cascudo A. Fahning, Ariana Elite

Discentes: Crisélia Kaline Cavalcante Freitas, Dallyanne Gomes Ribeiro Felix, Dolôres
Karoline Delgado Martins, Erika Maria Lima Dos Santos, Marcus Augusto De Oliveira Neto,
Maria Beatryz Souza Urtiga De Freitas, Rita De Kássia Almeida Bezerra, Taize Fablicio Da
Silva, Valmara Lopes Da Silva, Wendson Da Silva Teixeira

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) Crianças/Escolares

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto será realizado na Escola Municipal


Maria Lúcia, em Mamanguape. Mas, os encontros ocorrem nas tardes das quintas-
feiras.

Cronograma de execução do projeto: os encontros ocorrem nas quintas-feiras no


horário de 14h40 às 16h20.

Resumo:

Introdução: A fonoaudiologia nas escolas visa incrementar o desenvolvimento


comunicativo dos alunos, promovendo um ambiente de aprendizagem. Primeiramente
será realizada uma triagem fonoaudiológica, através da aplicação do protocolo
fonoaudiológico, para a detecção das alterações que prejudicam o desenvolvimento
da aprendizagem escolar. Realizando ainda ações de educação em saúde com o
intuito de fomentar as necessidades epidemiológicas na escola. Objetivos: Analisar
as alterações fonoaudiológicas do estudante no ambiente escolar, favorecendo a
compreensão prática dos discentes de fonoaudiologia do Centro Universitário João
Pessoa -UNIPÊ. Justificativa: o presente estudo justifica-se pela necessidade de
vivência dos discentes ao que se refere ao cenário de prática no campo da educação em

354
seu processo de formação, assim como a investigação, avaliação, encaminhamento e
tratamento dos problemas fonoaudiológicos em escolares levantados neste cenário.
Metodologia: Este projeto trata-se de um estudo exploratório descritivo, no qual serão
avaliados estudantes de escola da rede publica Escola Municipal Maria Lúcia, parceira
do UNIPÊ, localizada no município de Mamanguape na Paraíba. Será realizada triagem
e identificação de possíveis alterações fonoaudiológicas em 40 escolares na faixa
etária de 4 a 12 anos. Essas triagens serão executadas por discentes de Fonoaudiologia
do UNIPÊ com a supervisão dos professores, profissionais de Fonoaudiologia. Como
instrumento avaliativo será utilizado protocolo adaptado direcionado nas áreas de
linguagem oral e escrita, voz, motricidade orofacial e auditiva, de forma específica
para maior facilidade na aplicação e coleta dos dados posteriormente. A pesquisa
utilizará o método qualitativo com análise estatística, realizada no programa Epi Info
versão 6.04d. Os dados da pesquisa serão pré-codificados e analisados quanto a
consistência. Ainda serão submetidos ao programa Validate, objetivando diminuir as
bias das informações coletadas. Em cumprimento a Resolução 466/12 do Conselho
Nacional de Saúde – CNS, o projeto foi submetido ao Comitê de Ética, do UNIPÊ.

Palavras-chave: Fonoaudiologia. Avaliação. Estudantes. Escolas.

Objetivo: Analisar as alterações fonoaudiológicas em crianças de 4 a 12 anos na Escola


Municipal Maria Lúcia, em Mamanguape.

Metodologia de execução: A pesquisa será de campo, segundo as fontes de informação,


com abordagem quantitativa e do tipo descritiva segundo os objetivos. A obtenção dos
dados ocorrerá através da avaliação fonoaudiológica com a aplicação de um Protocolo
Adaptado de Avaliação Fonoaudiológica Infantil, em 40 crianças na faixa etária de 4 a
12 anos, referente a alterações nas áreas da Linguagem, Voz, Motricidade Orofacial e
Audiologia baseado nos respectivos protocolos: ABFW, GRBASI, PAFORE e Protocolo de
avaliação auditiva infantil.

Resultados alcançados/esperados: a coleta será realizada no fim de maio de após


aprovação do comitê de ética. De acordo com as incidências, nos estudos anteriores
que existe uma maior quantidade de alterações nas áreas de Linguagem e na
<otricidade Orofacial.

Não temos fotos dos estudos realizados nas quintas feiras e a coleta através da
avaliação será realizada posteriormente.

355
ESTRATÉGIAS
FONOAUDIOLÓGICAS PARA UM
ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL
Curso promotor do projeto: Fonoaudiologia

Coordenador(a): Maria Edvany de Melo Pereira

Colaboradores: Eva Carolina Cruz, Ivonaldo Lima

Discentes: Daynana Alice da S. Simões, Érika Maria Lima dos santos, Jamire Diely
Faustino Clementino, Luana Holanda Passos, Marcelle Ingrid Sobral Neves, Paloma
Ludimila E. Félix, Rafaela Rodrigues de Meireles, Tainara Alexandre Rocha de Melo,
Willins Soares da Silva Lima.

Público alvo beneficiários do projeto: Idosos que estão inseridos nos grupos das
unidades de saúde do Distrito V

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto é realizado nas unidades de saúde


do distrito V que possui grupos de idosos. Inicialmente estão sendo realizadas nas
Unidades de saúde São Rafael, Timbó I, Padre Hildon e Unidade de saúde dos Bancários,
essas unidades oferecem os espaços dentro do seu território de abrangência.

Cronograma de execução do projeto: O projeto é realizado nas terças e quartas, de


quinze em quinze dias, com duração de uma hora.

Resumo: Estão sendo realizadas oficinas para estimular a memória e linguagem,


cada grupo e contemplado com as atividades uma vez por mês e ao final das oficinas
são aplicados um questionário para os idosos, com a finalidade de identificar se
houve impactos positivos das práticas extensionistas, bem como aspectos que
podem continuar a serem trabalhados nessas oficinas. As oficinas fonoaudiológicas
desenvolvidas estão voltadas à promoção da saúde do grupo. Espera-se que as
atividades desenvolvidas nesse projeto possam contribuir com a melhoria da
qualidade de vida dessa população promovendo um envelhecimento saudável aos
idosos dessas comunidades.

356
Palavras-chave: Envelhecimento saudável, Fonoaudiologia, memoria, qualidade de
vida.

Objetivos: Promover saúde fonoaudiológica nos grupos de idosos.

Objetivos Específicos

• Aplicar estratégias fonoaudiológicas nos grupos de idosos das unidades de saúde


da família

• Promover oficinas para estimulação da memória;

• Identificar aspectos da comunicação humana que interfiram na qualidade de vida;

• Desenvolver estratégias interdisciplinares com as equipes de saúde;

Metodologia de Execução: São realizados contatos com as apoiadoras das unidades


contempladas e marcado dia e horários para execução das atividades dentro dos
grupos. Nesse contato solicitamos o apoio dos profissionais das Unidades de saúde
e do NASF para efetuar as atividades de maneira interdisciplinar. Após esse contato
os extensionistas se reúnem e elaboram as atividades que serão executadas e
desenvolvidas para estimular a memória, linguagem, através de oficinas e atividades
lúdicas que propicie essa estimulação, também são aplicados questionários com os
idosos e os profissionais das unidade de saúde e do NASF.

Resultados alcançados/esperados: Apesar do pouco tempo podemos perceber o


interesse e a participação com entusiasmo nas atividades, os idosos referem também
que já sentem melhoras na memoria. Foram beneficiados com as oficinas em media
110 idosos. Quanto aos profissionais percebe-se uma participação mais ativa do
enfermeiro, agentes de saúde e do educador físico do NASF. No que diz respeito aos
extensionistas, o projeto esta gerando 2 trabalhos de conclusão de curso. Espera-se
que possamos melhorar cada vez mais os aspectos da comunicação, memoria e
qualidade de vida dessa população.

357
Acervo fotográfico:

Figura 1: Execução do projeto.


Fonte: Projeto.

358
INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA
NOS TRANSTORNOS
NEUROLÓGICOS EM ADULTOS E
IDOSOS
Curso promotor do projeto: Fonoaudiologia

Cursos integrados: Medicina e Psicologia

Coordenador(a): Ivonaldo Leidson Barbosa Lima

Colaboradores(as): Rafael Nobrega Bandeira, Chirlene Santos da Cunha Moura, Larissa


Nadjara Alves Almeida.

Discentes: Paloma Ludimila Cunha Félix, Kaline Ferreira Gomes, Júlia Maria Lucena,
Thaís Júlia Barbosa Salvador, Rita de Kássia Almeida Bezerra, Lidiane Laurinda Maria
Elias de Holanda., Gilcélia dos Santos Araújo, Shoyama Nadja da Silva Franco e Santos,
Wendson da Silva Teixeira, Rute da Silva Albuquerque, Naize Shirley Santos da Silva,
Álef Matheus Ferreira de Paulo, Polyana Maria Cruz Collaço, Taize Fablício da Silva, José
Victor Pereira Fernandes, Luciano Pedrosa de Oliveira Filho, Caroline Souza de Abreu,
Clarice Maria de Freitas.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores –UNIPÊ ( x ) Outros, Quais? Adultos e idosos com
doenças neurodegenerativas, vítimas de traumas ou tumores encefálicos, pós-AVE,
entre outros transtornos neurológicos.

Local onde o projeto se desenvolve: É localizado no Curso de Fonoaudiologia do


Centro Universitário de João Pessoa- UNIPÊ. O projeto ocupa de 6 salas de aula no total,
sendo elas localizadas na Clínica de Fonoaudiologia do UNIPÊ.

Cronograma de execução do projeto: O projeto ocorre toda quarta-feira de 13:00hr às


17:00hrs e toda quinta-feira das 08:00hrs às 12:00hrs.

359
Resumo: A expectativa de vida da população brasileira passou de 50 anos, nos anos
1950, para 74,8 anos, em 2013. Com isso, observa-se um aumento de alterações que
comprometem o desenvolvimento da linguagem e memória no público adulto e
idoso, como a doenças vasculares, tumores encefálicos, infecções, traumas cerebrais
e doenças neurodegenerativas. O projeto foi construído visando promover maiores
experiências aos estudantes no atendimento desse público, tendo em vista que a
maior procura por atendimentos na Clínica-Escola do Unipê é da população infantil.
A Fonoaudiologia, então, deve continuar a se aprimorar para melhorar as práticas de
reabilitação voltadas a adultos e idosos com incapacidades, visando aumentar sua
sobrevivência e qualidade de vida.

Objetivos das atividades: Desenvolver ações de cunho fonoaudiológico junto a adultos


e idosos com transtornos neurológicos, com foco na intervenção em linguagem e
memória.

Metodologia de execução: O projeto atende aos princípios éticos da resolução


466/12 do Conselho Nacional de Saúde e é desenvolvido por alunos do curso de
Fonoaudiologia, treinados para a execução da intervenção fonoaudiológica. Na
tentativa de construção de um serviço integrado e interdisciplinar, participam do
projeto alunos de Psicologia e Medicina. O público-alvo são adultos e idosos com
doenças neurodegenerativas, vítimas de traumas ou tumores encefálicos, pós-AVE,
entre outros transtornos neurológicos que comprometam a linguagem e memória
dos indivíduos. Os estudantes desenvolvem as seguintes atividades: anamnese e
avaliação fonoaudiológica – com ênfase em linguagem, memória, audição, voz,
motricidade orofacial e disfagia, de acordo com a necessidade do paciente; terapia
fonoaudiológica – observando os dados obtidos na avaliação; acompanhamento aos
cuidadores; e discussões de casos. As Unidades de Saúde da Família, Hospital Padre
Zé, Hospital Trauma e CAISI são os serviços de referência do projeto.

Resultados alcançados/esperados: Espera-se a construção de um espaço de


crescimento acadêmico colaborativo para os alunos, favorecendo a relação teoria
e prática, e contribuindo para a formação ético-profissional e humanizada dos
estudantes. Além disso, objetiva-se desenvolver um serviço interdisciplinar, voltado
a intervenção fonoaudiológica em adultos e idosos com transtornos neurológicos,
favorecendo o cuidado à saúde dessa população que, muitas vezes, não tem um
acesso efetivo a atenção à saúde da comunicação. Com os atendimentos no projeto,
visa-se a ampliação das habilidades comunicativas e funções mnemônicas dos
usuários, promovendo uma melhor qualidade de vida para esse público e seus
cuidadores e familiares. As atividades do projeto começaram no segundo semestre de

360
2017 e contava com sete extensionistas de Fonoaudiologia. Neste período 20 pacientes
e seus familiares foram beneficiados com os serviços prestados no projeto. Em 2018
as atividades do projeto foram ampliadas, com a entrada de estudantes do curso de
Medicina e Psicologia para fornecer um maior suporte aos pacientes e familiares.
Assim como foi ampliado o número de extensionistas de Fonoaudiologia no projeto,
que passou de sete para 14, no intuito de para assistir um maior número de pessoas
da comunidade. Ressalta-se, por fim, o intuito de aumento da produção científica
nessa área, que ainda é escassa na Fonoaudiologia nacional.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Cartazes de Divulgação da Extensão


Fonte: Projeto.

361
Figura 2: Equipe da extensão no período 2017.2
Fonte: Projeto.

Figura 3: Seleção dos extensionistas para o período 2018.1


Fonte: Projeto.

362
OFICINA DE ESTIMULAÇÃO PARA
A MELHORA NA PRODUÇÃO DE
FALA DE CRIANÇAS COM DESVIO
FONOLÓGICO
Curso promotor do projeto: Fonoaudiologia

Cursos integrados: Não há

Coordenador(a): Prof.ª Dr.ª Chirlene Santos da Cunha Moura

Colaboradores: Prof. Me. Ivonaldo Leidson Barbosa Lima, Prof. Me. Victor Costa Alves
Medeiros Vieira

Discentes: Gilcélia dos Santos Araújo, Janiele Anselmo Franco da Silva, João Paulo
Samuel Ribeiro, Josivânia Farias da Silva, Julia Sulpino Pinheiro Ribeiro , Lenise Evellia
Vieira Silva, Michelly Caren Gregorio de Sousa

Público alvo Beneficiários do projeto: Comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica Escola de Fonoaudiologia do Unipê –


unidade de Audiologia, sala de Audiologia Educacional

Cronograma de execução do projeto: Toda quarta-feira das 7h30 as 8h30

Resumo: O desvio fonológico se evidencia por uma alteração na fala, de causa não
definida, que é caracterizada pela dificuldade na representação mental da regra
fonológica para a produção de fonemas. As crianças com desvio fonológico apresentam
dificuldades específicas na organização do sistema fonológico, necessário para
o aprendizado da linguagem oral e, por conseguinte, da escrita. A justificativa para
este estudo baseia-se na alta prevalência dos casos de transtornos fonológico na
infância e a ininteligibilidade de fala destas, manifesta pela imprecisão da mensagem
direcionada ao interlocutor. Logo, o objetivo geral da ação extencionista é estimular
a organização do subsistema fonológico da linguagem de crianças com desvio
fonológico. Metodologicamente, a extensão tem como alvo a seleção de crianças para
compor a amostra, selecionada aleatoriamente com base nos seguintes critérios de

363
inclusão: 1) ter hipótese diagnóstica de desvio fonológico; 2) estar na fila de espera para
atendimento fonoaudiológico na Clínica de Fonoaudiologia do UNIPÊ e 3) não estar em
outro atendimento paralelo para o caso de desvio fonológico durante o período da
intervenção. Uma vez que se trata de uma pesquisa ação, a coleta dos dados ocorre
durante a realização da intervenção fonoaudiológica para o desvio fonológico com
base no Modelo de Ciclos de Mota (2014). A extensão funciona com encontros semanais
no dia de quarta feira, no horário das sete e trinta as oito e trinta da manhã, por meio
de atividades lúdicas de estimulação da fala das crianças participantes, como jogos
(trilha, lince, bingo, memória), tabuleiros de imagens, gravuras com o fonema alvo,
pinturas, dentre outros. Para a análise dos dados, na admissão do participante e ao final
do semestre são feitos registros em áudio para que os dados da fala sejam transcritos
foneticamente para a posterior análise quantitativa dos dados, a fim de mensurar
os ganhos obtidos quanto à inteligibilidade de fala após a estimulação fonológica.
A extensão é parte de um projeto maior que foi aprovado pelo Comitê de Ética em
Pesquisa, sob o CAAE de número 68037917.9.0000.5176 e parecer de número 2.117.018.
No segundo semestre de 2017 foram atendidas quinze crianças, sendo que nem todas
chegaram a participar regularmente até o final do período previsto. Os resultados do
levantamento da frequência do uso de processos fonológicos comuns em oito dos
participantes indicaram que os processos fonológicos mais utilizados entre as crianças
foram, em ordem decrescente: simplificação do encontro consonantal (32,58%);
simplificação de líquida (26,70%); frontalização de palatal (17,20%); frontalização de velar
(7,23%) e idiossincráticos (2,27%). Quanto à coocorrência de processos fonológicos,
os resultados numéricos demonstraram que seis participantes a apresentam e que
o processo de frontalização de velar e o idiossincrático apresentam-se como os
processos fonológicos mais frequentes de coocorrências. Além disso, ao estimular a
produção adequada dos fonemas, espera-se contribuir para a organização do sistema
fonológico das crianças participantes da intervenção fonológica. As conclusões deste
estudo serão apresentadas de forma a colaborar com o campo científico de estudos
da fonologia e fornecer, diretamente aos participantes da pesquisa, o benefício da
adequação de sua fala.

Palavras-chave: Fonoaudiologia. Transtorno fonológico. Criança.

364
Acervo fotográfico:

Figura 1: Algumas componentes da extensão


Fonte: Projeto.

Figura 2: Festa de confraternização fim de 2017.2


Fonte: Projeto.

365
Figura 3: Cartela para trabalho com o fonema /v/
Fonte: Projeto.

Figura 4: Jogo do Lince Figura 5: Jogo de trilha para trabalho com o fonema /v/
Fonte: Projeto. Fonte: Projeto.

366
PROGRAMA DE AVALIAÇÃO
FONOAUDIOLÓGICA DOS
DISTÚRBIOS VOCAIS
Curso promotor do projeto: Fonoaudiologia

Cursos integrados: Nenhum

Coordenador(a): Ana Celiane da Nóbrega e Ugulino

Nome completo do discente Colaboradores(as): Rafael Nóbrega Bandeira, Ana Karina


Cascudo A. Fahning, Nadjara Alves Almeida

Nome completo do discente Discentes: Larissa da Silva Henrique, Islany Wanderley


da N.R.Machado, Ewelin Maria Almeida Lemos, Alline Sobral Silva da Costa, Marcelle
Ingrid Sobral Neves

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ ( x ) Comunidade


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( x ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica-Escola de Fonoaudiologia, 1° Andar do


Bloco G, no laboratório de Voz situado na unidade de Audiologia, nos seguintes dias e
horários: Segunda-feira das 9h às 11h; Quarta-feira das 10h às 12h e Quinta-feira das
8h às 10h.

Resumo: Para realizar uma avaliação vocal efetiva faz-se necessário compreender
a multidimensionalidade da voz, exigindo assim, uma avaliação mais completa que
envolva informações da análise perceptivo-auditiva, acústica, autoavaliação, exame
de laringe, entre outros. Objetivo: Realizar avaliação multidimensional da voz do
indivíduo, otimizando seu atendimento no estágio supervisionado em fonoaudiologia,
na área de voz. Métodologia de execução: Os indivíduos, de ambos os sexos, e em
qualquer faixa etária e profissão, com queixa vocal, diagnóstico de distúrbio de voz ou
que queira um treinamento da sua voz deverá entrar em contato com a clínica-escola
de Fonoaudiologia do UNIPE para agendar seu horário na programa de avaliação.
Nesse serviço, o indivíduo será submetido a uma avaliação multidimensional da voz,
que consta em: ser submetido à gravação da voz no laboratório de análise acústica,
responder protocolos de autoavaliação vocal pré-estabelecidos e ser encaminhado

367
para exame da laringe com o médico otorrinolaringologista, caso no ato da triagem não
apresente nenhum laudo laríngeo, ou para exames ou tratamentos complementares.
Vale salientar que, o seleto grupo de discentes desta extensão será treinado quanto ao
sistema de gravação da voz e aplicação dos protocolos de autoavaliação, minimizando,
assim, as interferências dos avaliadores. Resultados esperados: Com a adoção desse
processo de avaliação vocal espera-se otimizar o atendimento na área de voz quando
este indivíduo iniciar o processo de acompanhamento com os estagiários. Pois
atualmente, quem realiza todos esses processos são os estagiários e para isso, levam
em torno de três sessões para finalizar a avaliação e iniciar a terapia. Com a criação da
triagem vocal permitirá que o paciente inicie brevemente seu processo de reabilitação
vocal. Mas vale salientar que o estagiário deverá ter acesso a essa avaliação, inclusive
para compreender o caso que irá atender e elaborar os protocolos. Assim, o aluno
estagiário estará em contato com todo o processo de avaliação vocal que nessa fase
de aprendizagem é de suma importância. Conclusão: Abreviar o início do tratamento
vocal e padronizar as gravações vocais, a fim de facilitar o uso das amostras vocais
para pesquisas científicas.

368
REABILITAÇÃO VESTIBULAR:
UMA AÇÃO FONOAUDIOLÓGICA
Apresentação em Painel Convencional.

Período no qual o aluno pode participar: 6º ao 8º

Curso promotor do projeto: Fonoaudiologia

Cursos integrados: Não há.

Coordenador(a): Karla Cybelle Bezerra Cavalcanti Alcoforado

Colaboradores(as): Annacarla Carvalho Alves de Lima, Janaina Benicio Marques e


Tatiana Carneiro da Cunha Almeida

Discentes: Aline Ferreira da Silva, José Victor Pereira Fernandes, Nilmara Thalita Alves
Araujo, Álef Matheus Ferreira de Paulo, Veridiana Rosa da Silva, Maria Alaíde Fernandes
de Andrade, Honoria Honorato de Souza Neta, Ingried Prímola Aguiar, Luciano Pedrosa
de Oliveira Filho e Shoyama Nadja da Silva Franco e Santos.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) Comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto acontece na clínica escola de


Fonoaudiologia, sala de audiologia Educacional, no UNIPE, Bloco G, 1º andar

Cronograma de execução do projeto: os atendimentos são nas quintas-feiras nos


horários de 8h as 9h, 9h as 10h e 13h30 às 14h30

Resumo: O projeto de extensão reabilitação vestibular: uma ação Fonoaudiológica


tornou-se um serviço de referência no Estado por ser o primeiro da Paraiba a dar
oportunidade de atendimento em grupo e/ou individual e tratamento aos pacientes
acometidos por labirintopatias sem a necessidade do uso de medicamentos,
porém, com apanhamento médico e Fonoaudiológico específicos a cada caso. Os
atendimentos constam com a participação de 03 (três) docentes Fonoaudiólogas e
01 (médica); 10 (dez) discentes do curso de fonoaudiologia dos 6º e 7º períodos; e 30
(trinta) pacientes em tratamento neste período.

369
Objetivo: Promover assistência fonoaudiológica aos pacientes acometidos por
labirintopatias

Metodologia de execução: Seleção de prontuários de pacientes que realizaram exame


de vectoeletronistagmografia na clínica escola do UNIPÊ e apresentaram características
de labirintopatias, bem como encaminhamentos recebidos de otorrinolaringologistas
de outros serviços de pacientes com as mesmas alterações; oferecemos a realização
de fonoterapia: visando minimizar as alterações observadas; realização de orientação
ao paciente e/ou ao cuidador com relação aos exercícios a serem realizados em casa;
encaminhamento a outros serviços especializados, quando há a necessidade, sendo
o nosso projeto a referência para serviços em reabilitação vestibular no Estado da
Paraiba.

Resultados alcançados/esperados: Iniciamos o projeto com 2 (dois) pacientes e,


atualmente, temos um total de 30 pacientes em atendimento neste período. Temos,
em banco de dados, o cadastro total de 73 pacientes e 17 altas fonoaudiológicas.
Esperamos, que até o final do semestre, aconteçam, pelo menos, mais 8 altas. Esse
número depende da execução dos exercícios em casa, por parte dos pacientes, e da
frequência ativa destes.

370
Acervo fotográfico:

Figura 1: Encerramento da extensão no período 2017.2


Fonte: Projeto.

Figura 2: Pacientes realizando exercícios de estimulação do reflexo vestibulo ocular


Fonte: Projeto.

371
Figura 3: Pacientes realizando exercícios de estimulação do reflexo vestibulo ocular e postural
Fonte: Projeto.

Figura 4: Pacientes realizando exercícios de estimulação do reflexo vestibulo ocular e postural


Fonte: Projeto.

372
GESTÃO

AM
BI
EN
TAL
GESTÃO AMBIENTAL,
SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA
ENERGÉTICA APLICADA AO SETOR
EMPRESARIAL
Curso promotor do projeto: Gestão Ambiental

Cursos integrados: Arquitetura e Engenharia Civil

Coordenadora: Adriana de Souza Nascimento

Colaboradores: Pier Paolo Bertuzzi Pizzolato, Priscila Pereira Souza de Lima

Discentes: Ayane Gabryelle Dias Clementino, Emanuel Dantas Gomes Pereira, Dryelle
Tuanne de Souza, Sérgio Thales Amaro Alves, Bianca do Nascimento Morais, Rafael
Medeiros Jaruzo, Leonardo da Silva Medeiros, Gabriel Gomes Passos de Caldas Lacerda,
Martina Sales de Rezende, Maria Eduarda Severo Simões, Moises da Silva Oliveira, Andréa
Cintia Fernandes Saraiva Maia, Sharly Michel Costa de Oliveira, Emanuela Sampaio
Teixeira de Moura, Arthur de Souza Martins Netto, Beatriz Cardoso Pires Ferreira, Mayara
Marques da Costa, Larissa Iohana Nicolau de Morais, Bianca Targino de Sena, Leonardo
Candido do Nascimento Rego.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) Alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( X )


Funcionários e Colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Empresas do setor industrial e comercial


localizadas em João Pessoa –PB e Pernambuco – PE; Instituição Unipê: Bloco A –
Sala 03/ Auditório; Fab Lab – Laboratório de Fabricação Digital – Bloco G – Sala 194;
Contêiner Solar – Localizado ao lado da quadra de vôlei Unipê. *Encontros realizados
Terças e Quartas (11 ás 12:30).

374
Cronograma de execução do projeto 2018.1

DESCRIÇÃO DA ETAPA INÍCIO (MM/AA) TÉRMINO (MM/AA)


Seleção de discentes 26/02/2018 28/02/2018

Visitas técnicas
Brainstorming
01/03/2018 15/06/2018
Modelagem 3D Auto Cad/ SketchUp
Confecção de Protótipos Luminárias

Medições (Luxímetro)
09/05/2018 10/05/2018
Protótipos confeccionados

I Encontro integrado de Pesquisa e Extensão Unipê 14/05/2018 15/05/2018

Palestra Apresentação do Projeto à UFPB


À definir data
(CEAR) – Centro de Energias Alternativas

Início de inserção de Luminárias na Casa CITS


22/06/18
Projeto Unipê Sustentável

Impressão Protótipo – Impressora 3D 22/06/18 22/06/18

Encerramento do projeto 01/07/2018 01/07/2018

Fonte: Autores, 2018.

Resumo: A gestão ambiental empresarial pode ser compreendida como uma das
principais alternativas para a atenuação dos problemas socioambientais. Essa
ferramenta tem sido utilizada como uma forma estratégica empresarial em prol do
diferencial competitivo. E, um dos caminhos para vivenciar uma gestão ambiental
eficiente é promover a Sustentabilidade e a Eficiência Energética através de práticas
realizadas no cotidiano da empresa. No entanto, muitos empresários ainda possuem
dificuldades de diagnosticar corretamente os problemas existentes e implementar as
medidas de sustentabilidade e eficiência energética mais adequadas pelo simples
fato de não obterem informações corretas sobre benefícios trazidos por tais práticas.
O objetivo deste projeto é conscientizar os setores industriais e comerciais sobre a
importância da gestão ambiental, sustentabilidade e eficiência energética, informando-
os, através de visitas técnicas, palestras realizadas in loco, entre outras alternativas,
como os mesmos podem tornar seus processos mais sustentáveis e competitivos.
Deste modo, dentro do contexto de ensino do Unipê, no qual preza oferecer experiências
práticas para seus alunos, objetiva-se despertar nos graduandos, na comunidade
acadêmica e nos empresários a percepção da importância da Sustentabilidade e do
seu papel central no processo.

375
Objetivo Geral

• Conscientizar os setores industriais e comerciais sobre a importância da gestão


ambiental, sustentabilidade e eficiência energética.

Objetivos Específicos

• Aprofundar o conhecimento dos alunos em gestão ambiental, por meio de palestras


e visitas técnicas.

• Despertar nos graduandos, a percepção da importância da Sustentabilidade e do


seu papel central no processo.

• Analisar ações de sustentabilidade já implantadas, em fase de implantação e a


serem implantadas nas empresas analisadas.

• Realizar palestras e workshops em empresas e na instituição abordando vantagens


da eficiência energética;

• Confeccionar e aplicar lâmpadas sustentáveis na instituição de modo a contribuir


para o Projeto Unipê Sustentável.

Metodologia de execução: A extensão ocorre por meio de visitas técnicas dos


integrantes do projeto nas empresas escolhidas e parceiras da instituição, para
realização de palestras ou mini treinamentos em dia pré-determinados pelo gestor
da empresa e coordenador do projeto. Munidos de grande conhecimento e material
elaborado, um dos objetivos específicos é promover o aprofundamento e a integração
de toda a comunidade acadêmica, através de workshops e palestras realizadas na
instituição. Além disto, através de check lists e brainstormings a equipe desenvolve
um protótipo de luminária eficiente que será futuramente instalado no Projeto CITS no
qual faz parte do Unipê Sustentável. Dessa maneira, espera-se que não somente os
integrantes estejam integrados a temática, e sim, toda a comunidade acadêmica esteja
apta a aprofundar seus conhecimentos em Gestão Ambiental e Eficiência Energética.

Resultados alcançados/esperados:

• Oportunidade prática dos ensinamentos vistos em sala de aula;

• Oportunizar empregabilidade e/ou estágio através de parcerias Empresa x


Instituição;

• Mobilização da comunidade acadêmica com os temas abordados;

376
• Estímulo do trabalho em equipe;

• Melhorar as práticas de gestão ambiental das empresas abordadas;

• Confecção de artigos científicos em evento e/ou periódico;

• Disponibilização de Eco Point Solar na Instituição;

• Consciência ambiental;

• Workshop, palestras institucionais;

• Confecção de Luminárias Sustentáveis;

• Impressão de protótipo (Luminária) em impressora 3D.

Acervo fotográfico Etapa Projeto 2017.2

Figura 1: I Workshop Instalação de Placas Solares. Alunos do Projeto de extensão.


Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

377
Figura 2: I Workshop Instalação de Placas Solares. Alunos do Projeto e comunidade acadêmica.
(Instalação OFFGRID)
Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

Figura 3: Fab Lab – Laboratório de Fabricação Digital. Definição de modelo de Luminária a ser
empregado na Casa CITS (Com Laje) e Sem Laje.
Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

378
PLANO DE GESTÃO DE
RESÍDUOS SÓLIDOS DO UNIPÊ:
FASE 1 DIAGNÓSTICO
Curso promotor do projeto: Gestão Ambiental

Cursos integrados: Administração e Engenharia civil.

Coordenador(a): Susane Ribeiro

Colaboradores(as): Klérton Rodrigues Forte Xavier, Ivys Medeiros da Costa

Discentes: Susane Ribeiro, Klérton Rodrigues Forte Xavier, Ivys Medeiros da Costa

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ

Cronograma de execução do projeto: As reuniões para alinhamento das atividades


acontecem as sextas feiras no bloco J na sala 207, e as atividades são realizadas todos
os dias da semana dependendo da demanda.

Resumo: O presente projeto tem como objetivo diagnosticar os resíduos sólidos


gerados no Centro Universitário de João Pessoa – Unipê e o gerenciamento a
estes atribuídos. Para tanto, caracteriza-se como estudo de caso e se justifica pela
necessidade de avaliar a gestão dos resíduos sólidos do Unipê. A coleta de dados
será realizada de forma primária a partir da coleta de dados in loco e secundária
compondo a busca por informações já consolidadas que servirão de norteamento
para o diagnóstico a realizar. Para a realização da pesquisa prevê-se a coleta de dados
por meio de “check list” e análise dos dados com auxílio do arquivo no formato XLSX
(Excel 2003/2007) de modo a facilitar a organização das informações, bem como a
tabulação dos resultados por gráficos, tabelas e quadros. Os resultados previstos para
esta pesquisa visam possibilitar interação com a sociedade, melhorias nas políticas
ambientais institucionais, geração de um banco de dados, além de publicações de
trabalhos em periódicos científicos e congressos nacionais e internacionais. Visualiza-
se ainda que os benefícios econômicos e sociais do projeto são imensuráveis, pois

379
envolvem economia de recursos naturais e redução de custos institucionais com o
gerenciamento eficaz dos resíduos.

Objetivo: Diagnosticar os resíduos sólidos gerados no Centro Universitário de João


Pessoa – Unipê e o gerenciamento a estes atribuídos.

Metodologia de execução: A definição de geradores de resíduos sólidos dada pela


Lei nº. 12.305/2010 é ampla, pois abrange todas as pessoas físicas ou jurídicas, entes
públicos ou privados, cujas atividades geram resíduos sólidos e inclui expressamente
o consumo. As implicações e desafios descritos na política supracitada requerem uma
postura interdisciplinar envolvendo temas relacionados à Economia, Gestão Pública
e Cultural. A formulação do Plano de Gestão de Resíduos Sólidos (PGRS) contempla
3 etapas principais: Diagnóstico, Planejamento das ações, Elaboração do Plano de
Gestão de Resíduos propriamente dito e Implantação do PGRS.

Resultados esperados: Através do conhecimento adquirido e da participação em


conjunto com a Central de Resíduos da instituição, um dos principais resultados
esperados é a conscientização e a integração da comunidade acadêmica, através
de workshops, informes e palestras realizadas na instituição. Além disso, a equipe
pretende desenvolver uma cartilha de informação e um Plano de Gestão a ser
utilizado no Projeto CITS no qual faz parte do Unipê Sustentável. Os benefícios a serem
promovidos com a realização do projeto estão correlacionados a efetiva gestão de
resíduos sólidos, destacando-se as economias pela redução no consumo de energia,
água e materiais de expediente; a conformidade com a legislação ambiental, reduzindo
assim, os riscos de penalidades pela geração de passivos ambientais; o estímulo a
práticas responsáveis comprometidas com os valores da instituição e a geração de
oportunidades de pesquisa.

Também, enfatiza-se a promoção da pesquisa aberta à participação da população,


visando à difusão das conquistas e dos benefícios resultantes da pesquisa científica
e tecnológica geradas na instituição;

380
“PRASSA” - PRÁTICAS
SUSTENTÁVEIS E SENSIBILIZAÇÃO
AMBIENTAL DO UNIPE
Curso promotor do projeto: Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental

Cursos integrados: Enfermagem e Marketing

Coordenador(a): Profª. Drª. Aline Carolina da Silva

Nome completo dos docentes Colaboradores(as): Profª MSc. Jousianny Patricio da


Silva e Profª MSc. Nadezhda Bezerra Batista.

Nome completo dos discentes: Egina Leila Sousa de Lima, Dilaercio Oliveira S.
Nascimento, Tárcia Albuquerque C. Lira, Cristiane da Silva Gomes, Daniel Warella Pitsch,
Jefferson Santos de Almeida, Edvan da Silva Santos, Valdênia Bezerra Rodrigues da
Silva.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais? Comunidade do Varjão
em João Pessoa e comunidade Unipê.

Local onde o projeto se desenvolve: Comunidade do Varjão, Reuniões do projeto


ocorrem às terças-feiras no bloco A sala 3. O desenvolvimento do projeto se dá na
comunidade do Varjão localizada na Rua São Geraldo, Varjão. CEP 58070-200.

Cronograma de execução do projeto:

Tabela 1: Cronograma “PRASSA”

Descrição da etapa Início (MM/AA) Término (MM/AA)


Diagnóstico: conhecendo a àrea mar/18 mai/18
Visita in loco mai/18 jun/18
Aplicação questionário jun/18 jun/18
Tabulação qualiquantitativa jun/18 jun/18
RELATÓRIO PARCIAL jul/18 jul/18
Plano Estratégico ago/18 ago/18
Práticas sustentáveis de saúde pública set/18 set/18
Ações de sensibilização ambiental out/18 out/18

381
Tabulação dos resultados out/18 out/18
Formulação dos Indicadores Socioambientais nov/18 nov/18
RELATÓRIO FINAL dez/18 dez/18

O projeto é desenvolvido todas as terças e quintas no período da tarde.

Resumo: O Projeto de extensão denominado Práticas Sustentáveis e Sensibilização


Ambiental do UNIPÊ (PRASSA), objetiva promover práticas e ações junto à comunidade
interna e externa visando contribuir para minimização dos impactos ocasionados
pelas ações antrópicas sobre o meio ambiente e saúde pública, bem como, possibilitar
alinhar a educação ambiental e extensão universitária. Acredita-se que as ações
do referido projeto assegurarão, no âmbito educativo, a interação e a integração
equilibrada das múltiplas dimensões da sustentabilidade ambiental.

Objetivo: Promover práticas de sustentabilidade e ações de sensibilização ambiental


junto à comunidade interna e externa do Unipê, almejando contribuir para minimização
dos impactos de saúde pública ocasionados pelas ações antrópicas sobre o meio
ambiente.

Metodologia de execução: Para execução, o projeto foi dividido em etapas: ETAPA 1:


Diagnóstico – Relatório analítico com registro fotográfico e tabulação de questionários
previstos para aplicação; ETAPA 2: Plano Estratégico de Ações – Serão delimitadas
atividades junto a comunidade interna e externa do Unipê, cujas ações previstas
contarão com planilha de indicadores para monitoramento da efetividade dos
resultados futuros. Nesta etapa será entregue plano por problemática delimitada;
ETAPA 3: Práticas Sustentáveis e Sensibilização Ambiental – Esta etapa caracteriza-
se pela execução do planejamento realizado. Para monitoramento da realização das
atividades serão feitos registros fotográficos e aplicação de planilha de indicadores
socioambientais. ETAPA 4: Tabulação dos resultados do projeto – Para conclusão das
etapas mensuradas, mesmo sabendo que o projeto não terá finalização tendo em vista
as ações de educação ambiental serem permanentes, será realizada tabulação dos
resultados e publicado em evento nacional. Esta etapa se concretizará por meio de
artigo científico. A soma dos resultados (diagnóstico + aplicação prática para resultados
otimizados) possibilitará a formulação de indicadores de sensibilização ambiental
que monitorarão as práticas a serem implantadas. Entre os processos metodológicos
a serem aplicados tem-se (Figura 1):

382
Figura 1: Metodologia Subprojetos “PRASSA”
Fonte: Elaborado pelos autores, 2018,

Resultados alcançados/esperados: Com a finalização do projeto prevista para


2018.2 prevê-se contribuições significativas para comunidade estudada no que tange
ações simplificadas de saúde ambiental. Para os discentes envolvidos os resultados
mensuram aprendizagem significativa quanto interdisciplinaridade e responsabilidade
civil junto a comunidade, tendo em vista a missão social dos futuros profissionais.

383
Acervo fotográfico:

Figura 1: Roda de estudos projeto “Prassa”


Fonte: Acervo do projeto, 2017.

384
PLANO DE INTEGRAÇÃO ENTRE
PROJETOS SUSTENTÁVEIS DO
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE JOÃO
PESSOA - UNIPÊ
PROJETO UNIPÊ SUSTENTÁVEL
Curso promotor do projeto: Gestão Ambiental

Cursos integrados: Engenharia Civil, Arquitetura, Desing de Interiores.

Coordenador(a): Susane Ribeiro

Colaboradores(as): Aline Carolina da Silva, Antonio da Silva Sobrinho Júnior, Pier Paolo
Bertuzzi Pizzolato, Pablo Felipe Dias Nogueira.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( x )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ

Cronograma de execução do projeto: Todos os dias da semana dependendo da


demanda.

Resumo: O presente projeto objetiva interligar todos os projetos desenvolvidos no


Centro Universitário de João Pessoa – Unipê, que tenham viés sustentável, buscando
a interação e integração entre cursos envolvidos, professores e alunos, atendendo
aos pilares da sustentabilidade, na busca de um desenvolvimento sustentável.
O desenvolvimento de protótipos, ações e projetos voltados para conservação e
preservação ambiental e melhoria da qualidade de vida fazem parte do plano de
metas que busca o desenvolvimento de ações que contribuam com a difusão de
informações com ênfase no desenvolvimento sustentável, a inserção da comunidade
interna em projetos voltados sustentabilidade, a redução de consumo, o combate
ao desperdício e o manejo de resíduos sólidos adequado são alguns dos resultados
previstos. Os resultados previstos para esta pesquisa visam possibilitar interação com
a sociedade, melhorias nas políticas ambientais institucionais, geração de um banco

385
de dados, além de publicações de trabalhos em periódicos científicos e congressos
nacionais e internacionais. Visualiza-se ainda que os benefícios econômicos e sociais
do projeto são imensuráveis, pois envolvem economia de recursos naturais e redução
de custos institucionais com o gerenciamento eficaz dos resíduos.

Objetivo: Interligação de todos os projetos desenvolvidos no Centro Universitário de


João Pessoa – Unipê, que tenham viés sustentável, buscando a interação entre cursos,
professores e alunos, atendendo os pilares da sustentabilidade, na busca de um
desenvolvimento sustentável, desenvolvendo uma política de gestão e conscientização
ambiental, voltada para o desenvolvimento sustentável em âmbito Institucional.

Metodologia de execução: A formulação do Plano de integração entre projetos


sustentáveis do Centro Universitário de João Pessoa – Unipê, contempla 4 etapas
principais: (a) Diagnóstico dos projetos a serem envolvidos, (b) Planejamento das ações
de interação, (c) Elaboração do Plano de ação e (d) Implantação do projeto institucional
UNIPÊ SUSTENTÁVEL.

Resultados esperados: Sustentabilidade é o termo usado para definir as práticas que


visam suprir as necessidades humanas sem comprometer o futuro das próximas
gerações sendo diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material
sem agredir o meio ambiente. A fim de demonstrar a importância das práticas
ambientais e verificar o resultado das ações de sustentabilidade adotadas, adotaremos
o conceito de sustentabilidade na interação dos projetos desenvolvidos nos cursos do
UNIPÊ, com o intuito de tornar a instituição cada vez mais sustentável.

386
GESTÃO EM
TECNOLOGIA DA

IN
FOR
MA
ÇÃO
CLUBE DE PROGRAMAÇÃO
DO UNIPÊ
Curso promotor do projeto: Gestão da TI

Cursos integrados: UBTECH/TI

Coordenador: Thyago Maia Tavares de Farias

Discentes: Alexandre Matheus D. dos Santos, Andressa Gabrielly M. Marçal, Arthur


Silveira Vasconcelos, Diego da Silva Carvalho, Adeeb Venancio da Silva, João Calixto
da Silva Neto, José Victor F. Matias, Alysson Silva de Morais, Aryosvalldo Cleef de Souza,
Felipe Ermeson de L. Silva

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Laboratórios do Centro de Tecnologia do UNIPÊ

Cronograma de execução do projeto: As atividades do projeto ocorrem aos sábados,


das 08hs às 12hs.

Resumo: Competições de programação, destinadas a alunos de graduação e


início de pós-graduação na área de Computação e afins, promovem a criatividade,
a capacidade de trabalho em equipe, a busca de novas soluções de software e a
habilidade de resolver problemas sob pressão. Segundo a Sociedade Brasileira de
Computação, a cada ano, instituições de ensino e grandes empresas da área têm
valorizado os alunos que participam de competições de programação. Atualmente,
existem competições estaduais, regionais, nacionais e até internacionais, promovidas
por grandes Empresas de tecnologia da informação e órgãos de fomento reconhecidos
mundialmente. Várias universidades do Brasil desenvolvem projetos com o objetivo de
treinar alunos e desenvolver concursos locais com foco na escolha dos melhores
times que irão representá-las em competições de programação. A meta do Clube de
Programação do UNIPÊ é motivar os alunos do Centro Universitário de João Pessoa
a participar de competições de programação. O público alvo seria alunos destaque
nas disciplinas de programação dos cursos da UBTECH/TI (Ciência da Computação,
Sistemas para Internet, Gestão da TI e Redes de Computadores). Dessa forma, alunos
do UNIPÊ poderiam trabalhar de forma contextualizada e competitiva todo conteúdo

388
abordado em sala de aula e estudar de forma autodidata conteúdos não previstos
nos atuais planos de ensino das disciplinas de programação. Tais competições são
uma excelente ferramenta para que os alunos possam adquirir competências e
habilidades acadêmicas e profissionais fora da sala de aula e representar o UNIPÊ em
competições de programação.

Objetivos: Promover a participação dos alunos da UBTECH/TI em competições de


programação; Organizar competições de programação, envolvendo alunos do UNIPÊ e
convidados; Realizar palestras e workshops com foco em Programação, Estruturas de
Dados e Matemática Computacional para a comunidade acadêmica da UBTECH/TI; -
Descobrir talentos na nossa universidade e criar oportunidades para que estes alunos
possam desenvolver seu potencial, estimulando seu aperfeiçoamento através cursos
de treinamento e premiações.

Metodologia de Execução:

Os alunos extensionistas estão aptos a participar das seguintes atividades do Clube de


Programação do Unipê:

• Palestras e Workshops (com temáticas específicas para competições e desafios de


programação);

• Treinamentos Semanais (realização de atividades similares às realizadas em


competições oficiais);

• Competições Locais Mensais (afim de realizar treinamento e avaliação continuada


das equipes);

• Coding Dojos na categoria Randori;

• Participação de competições de programação Estaduais, Regionais, Nacionais e


Online.

Resultados alcançados/esperados: Desde 2012, o projeto tem motivado alunos com


grande interesse e/ou alto desempenho na disciplina Algoritmos e Programação
nos cursos da UBTECH/TI a participar de competições de programação. O projeto foi
representado em quatro edições regionais da Maratona de Programação ACM-ICPC (em
2012, 2015, 2016 e 2017), uma edição da fase local da Olimpíada Brasileira de Informática
(em 2017), três edições da Olimpíada Paraibana de Programação (em 2015, 2016 e 2017),
duas edições da Maratona IFPB POP (em 2016 e 2017) e uma edição da Maratona da
Fábrica de Software do UNIPÊ (em 2015). Seguem alguns resultados obtidos:

389
• 402º lugar nacional (639 equipes participantes) na fase regional da Maratona ACM-
ICPC de 2015;

• 404º lugar nacional (785 equipes participantes) na fase regional da Maratona ACM-
ICPC de 2016;

• 516º lugar nacional (837 equipes participantes) na fase regional da Maratona ACM-
ICPC de 2017;

Independente da classificação obtida em tais competições, vários alunos do UBTECH/


TI têm estudado por conta própria tópicos relacionados a Algoritmos e Programação,
motivados a participar de eventos desse tipo. Tal experiência deu mais um elemento
motivador para o autodidatismo por parte dos discentes de Algoritmos e Programação.
Com a oficialização do Clube de Programação do UNIPÊ em 2017, os Alunos do UNIPÊ
começaram a ser preparados de maneira mais eficiente para competições de
programação, trabalhando de forma contextualizada e competitiva todo conteúdo
abordado em sala de aula e estudando de forma autodidata vários conteúdos, inclusive
os não previstos nos atuais planos de ensino das disciplinas de programação que são
abordadas em tais competições.

Acervo fotográfico:

Figura 1 - participação do Clube de Programação em uma etapa regional da Maratona ACM-ICPC


(2012), em Campina Grande-PB.
Fonte: Projeto.

390
Figura 2 - participação do Clube de Programação em uma etapa regional da Maratona ACM-ICPC
(2015), em Olinda-PE.
Fonte: Projeto.

391
GESTÃO DE
RECURSOS

HU
MA
NOS
GESTÃO DE PESSOAS
NA PRÁTICA SIMULADA
Curso promotor do projeto: Gestão de Recursos humanos

Cursos integrados: Gestão de Recursos Humanas / Psicologia

Coordenador(a): Niérika Raqueline do Nascimento Barbosa

Colaboradores(as): Não aplicável

Discentes: Ana Claudia C. Oliveira; Cleytson Barbosa de Lira; Daniella Martins de Oliveira;
Élida Santos Rocha; Gabriel Dantas dos Santos; Genilson Carneiro da Silva; Gisely
Regina F. da Silva; Gustavo José da C. Silva; Jarlington dos Santos Leal; Jessica Mirely C.
Colares; Maria Josenilda A. N. Moreira; Matheus Henrique Formiga; Raquel Cristina da S.
Souza; Raniere de Carvalho Pinto; Raiolanda Bezerra Coelho; Vanessa dos Santos Silva

Público alvo Beneficiários do projeto: (X) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( )


Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Laboratório de Aprendizagem Digital (LAD) –


Centro de Informação.

Cronograma de execução do projeto: Encontros semanais às sextas, das 13:00 às


16:30.

Resumo: Desenvolver a práticas de diversas atividades, voltadas aos diferentes


subsistemas de Gestão de Pessoas. - Subsistema de Provisão de Pessoas: Recrutamento
e Seleção - Subsistema de Aplicação de Pessoas: Integração de novos colaboradores,
Avaliação de Desempenho, Análise e Descrição de Cargos - Manutenção de Pessoas:
Projetos motivacionais - Desenvolvimento de Pessoas: Treinamentos.

Objetivo: Desenvolver diferentes práticas voltadas aos subsistemas de Gestão de


Pessoas, de acordo com a necessidade de nosso cliente.

Metodologia de execução: Encontros semanais, que possibilitam discussão em


grupo, focando na análise e execução de diferentes atividades voltadas a Gestão de
Pessoas.

393
A prática está voltada para a necessidade pontual de nossos clientes.

Serviços oferecidos:

• Subsistema de Provisão de Pessoas: Recrutamento e Seleção

• Subsistema de Aplicação de Pessoas: Integração de novos colaboradores, Avaliação


de - Desempenho, Análise e Descrição de Cargos.

• Manutenção de Pessoas: Projetos motivacionais

• Desenvolvimento de Pessoas: Treinamentos

Resultados alcançados/esperados: Até o presente momento foram realizados


quatro treinamentos para os colaboradores do Centro de Informação e Inovação,
voltados para a temática de Inteligência emocional, alcançando 24 colaboradores.
Atualmente estão sendo confeccionados novos treinamentos, a saber: “Superando
traumas emocionais e sendo autor do seu próprio sucesso” e “Aprendendo a lidar
com emoções e dificuldades cotidianas”. Futuramente desenvolveremos atividades,
de acordo com as necessidades pontuais de nosso cliente.

394
Acervo fotográfico:

Figura 1 - Treinamento de Inteligência Emocional.


Fonte: Projeto.

395
Figura 2 - Treinamento de Inteligência Emocional.
Fonte: Projeto.

396
RHUM – ORIENTANDO E
DESENVOLVENDO PESSOAS –
DISCOVERY
Curso promotor do projeto: Gestão de Recursos Humanos

Cursos integrados: Cursos do Ubtech Business

Coordenador(a): Janayna Souto Leal

Nome completo dos discentes Colaboradores(as): Cássia Kelly Araújo do Nascimento,


Raquel Cristina da Silva Souza; Rayana Ferreira Meireles; Luzivania Dias Nunes Baltazar;
Suellen de Menezes Soares; Ana Raquel dos Santos Cavalcante; Kalina Lígia Santana de
Souza; Yane da Silva Pereira; Ayslane Kelly Vicente da Silva; Ivane Taynara Alcântara de
Lima; Eduardo Bruno Pereira de Melo; Renato de Lucena Nunes; Marcus Vinicius Borges
de Lima; Flávio Henrique Souza Leite

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ, ( x ) Outros, Membros da Fundação de Apoio
ao Portador de Deficiência (Funad).

Local onde o projeto se desenvolve: Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador


de Deficiência (Funad), Rua Orestes Lisboa - Pedro Gondim, João Pessoa - PB, 58031-
220.

Cronograma de execução do projeto: Terças e quintas-feiras, das 14 às 17h.

Resumo: A competição no mercado de trabalho tem afetado o mercado de instituições


de ensino, fazendo que haja alta necessidade de busca por diferenciais e efetividade
no ensino. A área de mercado Recursos Humanos é uma das que mais imprime
exigências competitivas sobre as instituições de ensino, por sua área de atuação
ter bastante oferta de pessoal, demandando alta qualificação e experiência prática
em suas seleções, fazendo com que os alunos busquem locais que ofereçam tais
demandas. Assim, dentro da necessidade do Unipê de oferecer experiências práticas
capazes de diferenciar seus egressos, o projeto de extensão RHum – Orientando e
Desenvolvendo Pessoas se propõe a colocar alunos para atuar em atividades reais

397
de Recursos Humanos na Fundação de Apoio à Pessoa com Deficiência (FUNAD)
objetivando contribuir para a empregabilidade de seus usuários.

Objetivo: Aprofundar o conhecimento dos alunos em Recursos Humanos por meio de


treinamentos, correção de currículo e simulação de entrevistas para a Fundação de
Apoio a pessoa com deficiência (FUNAD).

Metodologia de execução: A extensão ocorre por meio da visita periódica dos alunos
na FUNAD para mini treinamentos, correção ou criação de currículo e simulação de
entrevista com os usuários e de visitas a algumas empresas com o intuito de verificar
as condições de acessibilidade para os portadores de deficiência. Estas atividades
ocorrem em dias pré-determinados e da realização das mesmas atividades em
paralelo quando solicitado pela comunidade.

Como o projeto funciona: O projeto funciona às terças e quintas-feiras, das 14h às 17h.
O mesmo oferece formação em elaboração curricular e orientação comportamental
em entrevistas em que os extensionistas fazem estas formações para os membros
participantes da FUNAD. Além disso, os alunos também têm a oportunidade de realizar
visitas as organizações, juntamente com a equipe da FUNAD, para verificar as condições
de acessibilidade dessas empresas para os portadores de deficiência. Como resultados,
o projeto pretende auxiliar cada vez mais na inserção dos participantes da instituição
citada, ajudando-os em como melhorar a desenvoltura deles em processos seletivos
de trabalho, capacitando-os no seu preparo para o mercado de trabalho.

Resultados alcançados e esperados: O projeto já atendeu mais de 100 pessoas que


passaram pela FUNAD, além da prestação do treinamento em escolas públicas e
comunidades de bairro da cidade de João Pessoa e de cidades circunvizinhas como
Bayeux.

398
Acervo fotográfico:

Figura 1 – Equipe reunida com a coordenadora da FUNAD


Fonte: Projeto.

Figura 2 – Dia D da Empregabilidade na FUNAD


Fonte: Projeto.

399
Figura 3 – Atendimento na FUNAD
Fonte: Projeto.

400
GESTÃO

FI
NAN
CEI
RA
SALA DE FINANÇAS
E MERCADO DE CAPITAIS
Curso promotor do projeto: Gestão Financeira

Cursos integrados: Administração e Contabilidade.

Coordenador(a): Débora Gerlane Gomes de Alcântara

Colaboradores(as): Ailza Lima e Igor José de Araújo

Discentes: Anderson de Almeida Pinheiro, Rosana Mamede Bezerra, Juliana Pereira de


Souza, Juliana Moreira da Silva Lima, Eduarda Beatriz Neves da Silva, Rodrigo Feliciano
Vicente, Francisco Henrique Santos Pereira, Marcelo Gonçalves Belo, José Vanderson
Nazário Rodrigues, Lucas Perez Leal, Esdras Almeida Guimarães, Laleska Lima R. de
Vasconcelos, Victor Gomes Neiva, Gabriel de Assis da Silva Caroca, Halany Martins
Pereira, Natan de Oliveira Costa, Ozana Albuquerque Domingos dos Santos, Kelvyn Belli
da Silva Oliveira, José Igor de Oliveira Costa, Emanuele Farias Cândido de Andrade,
Etiene Maiara Brito de Oliveira, Miguel Cavalcanti Lago, Selton Soares Santiago e David
José da Silva Neto

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( X ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Laboratório 06 do CT – Unipê

Cronograma de execução do projeto: Terças, Quintas e Sextas das 17:00 às 18:30

Resumo: O entendimento de finanças, mercado de capitais e gestão de investimentos


é imprescindível à capitalização das empresas, à administração das finanças
pessoais e ao processo de desenvolvimento econômico, principalmente com o
aumento da competitividade global. O projeto “Sala de Finanças” tem como objetivo
geral desenvolver conceitos, competências e habilidades que auxiliem na formação
de nossos discentes para o mercado de trabalho. Precisamos despertar o interesse
dos alunos em especializar-se no mercado financeiro e de capitais. Esta área oferece
muitas oportunidades, tendo, inclusive, carência de profissionais que atendam as
certificações exigidas. A título de objetivos específicos busca-se: expor periodicamente
indicadores de conjuntura econômica, em murais da instituição, facebook e portal

402
Unipê; proporcionar conhecimentos práticos sobre as técnicas de decisões de
investimentos e financiamentos; realizar análise técnica e fundamentalista de
empresas com ações na Bolsa de Valores; estudar, analisar e divulgar informações
sobre o mercado de capitais brasileiro; promover workshops, palestras, minicursos
de extensão à sociedade, na área de finanças empresarial e pessoal; e oferecer
orientação à investimentos no mercado financeiro.

Objetivo: oportunizar um espaço de reflexão teórico-prático do ambiente de finanças,


com foco no mercado financeiro e de capitais.

Metodologia de execução: as etapas obedecem ao calendário institucional dos


estágios, ou seja, no primeiro estágio realiza-se a análise de conjuntura econômica;
no segundo estágio a análise fundamentalista; e no terceiro estágio a análise técnica,
encerrando, pois, as atividades no final do semestre.

1ª Etapa - Análise de Conjuntura Econômica – consiste na elaboração de boletins


semanais, mensais e trimestrais e publicação diária de noticiários em murais,
facebook e portal Unipê. Os alunos realizam pesquisas em fontes e veículos confiáveis
sobre temas atuais que abrangem economia, política e sociedade. A exemplo, temos
as análises de indicadores de: Inflação (IPCA, IGP-M); Taxa de Juros; PIB; Desemprego;
Importações e Exportações; Investimentos; Taxa de câmbio; Risco país; Dívida Pública;
Previdência; Linhas de Crédito; Financiamentos; e outros.

2ª Etapa - Análise Fundamentalista - Se compõe pelo conjunto de estudos e


análises debruçados nos fundamentos macro e microeconômicos das empresas
que operam no mercado, normalmente empresas listadas na BM&FBOVESPA. Esta
abordagem parte, portanto, de dados econômicos e financeiros provenientes do
entorno econômico no qual a empresa atua e dos próprios resultados operacionais
decorrentes de sua atividade para medir seu desempenho. Compreende a análise de
indicadores de liquidez, estrutura de capital, rentabilidade e também indicadores de
bolsa, a saber: LPA (Lucro por Ação); VPA (Valor Patrimonial por Ação); Tempo de Retorno
do Capital, Rentabilidade da Ação (ASSAF NETO e LIMA, 2010). Para esta atividade, os
alunos produzem relatórios e boletins que mapeiam a situação atual das empresas e
as perspectivas futuras.

3ª Etapa - Análise Técnica - Esta é mais voltada para os indicadores de bolsa e


gráficos, com o objetivo de identificar como está o crescimento da empresa com foco
na variabilidade, tendências de preços, reversões e movimentos de preços. Conforme
a CVM (2014), a análise técnica tem sua sustentação nas informações representadas

403
graficamente, demonstrando o desempenho do mercado e indicando o melhor
momento para a compra e venda. Mesclada com a análise fundamentalista, indica o
que comprar e o valor potencial dos ativos.

Home Broker - é o sistema que possibilita a negociação de ações e outros ativos


financeiros diretamente através da internet. A utilização do home broker facilita o
conhecimento do mercado de títulos e de ações. Como atividade da sala de finanças,
desenvolve-se o uso do home broker, através de simuladores disponibilizados pela
própria Bolsa de Valores ou outras instituições, como a UOL e Folhainvest.

OUTRAS ATIVIDADES E AÇÕES DE EXTENSÃO:

Coaching financeiro – “Coaching” vem de “Coach”, nome dado a quem aplica a


ferramenta. É uma palavra da língua inglesa que tem dois significados: “treinador” e
“condução”, ou ainda, “condutor”.

Educação Financeira é uma área de treinamento comportamental que mais cresceu


no Brasil na última década. A estabilidade econômica que o país passou a viver após
a implantação do Plano Real, em 1994, abriu o mercado de financiamentos de longo
prazo e facilitou o crédito (SOCIEDADE BRASILEIRA DE COACHING,1999). A partir daí,
muitas pessoas se endividaram e o papel do Coaching foi se tornando cada vez mais
necessário. Esse profissional conta com experiência e habilidades para entender
pessoas, seus problemas, anseios e o que as motiva. Manter as finanças em dia
tem sido uma tarefa cada vez mais difícil, então nada melhor do que contar com um
especialista que ajudará a resolver essa questão. (INSTITUTO BRASILEIRO DE COACHING,
2015). A proposta da Sala de Finanças é capacitar o nosso alunado para a prática
simulada do Coaching, com o estudo de situações reais do dia a dia das pessoas e
empresas, haja vista que para a atuação profissional é necessária a realização de
cursos que concedam a certificação, a exemplo dos oferecidos pelo Instituto Brasileiro
de Coaching.

Apoio metodológico aos TCC’s – Os cursos de Ciências Contábeis Administração e


Gestão Financeira do UNIPÊ estão cada vez mais investindo na formação financeira
dos alunos e despertando-os para áreas do conhecimento até então não exploradas.
A maior dificuldade refere-se aos mecanismos metodológicos que envolvem
entendimento da matemática, estatística e econometria. O domínio de Softwares e
banco de dados que viabilize os resultados das pesquisas são os maiores entraves. Para
tanto, com a colaboração de professores que dominam esses conteúdos e possuem
potencial para a prática dessas ferramentas, concomitante à aquisição dos softwares

404
e assinatura dos bancos de dados pela UNIPÊ, as produções já estão acontecendo
com resultados satisfatórios desde o semestre 2015.2

Workshops – Visando a exposição de todos os conteúdos e aprendizados obtidos


com o projeto de extensão é desenvolvida a prática do workshop com o objetivo
de replicar os conhecimentos sobre as seguintes análises: conjuntura econômica,
fundamentalista, técnica e também sobre educação financeira e finanças pessoais.
A ideia dessa técnica é fazer com que o público participe ativamente e interaja com o
acontecimento.

Workcines – para essa atividade selecionamos filmes na área financeira que são
assistidos coletivamente em auditório com o objetivo de extrair conhecimentos e
lições financeiras.

Oficinas - Apesar de ser uma ação eminentemente prática, importa que na Oficina, tal
como em outras modalidades de formação, sejam criadas situações de socialização,
em que cada um dos participantes relate as suas práticas efetivas, as partilhe com os
colegas, as questione, e que a partir deste trabalho equacione novos meios do saber
fazer. (Ministério da Educação,RJFC,2014).

Para a prática desta formação contamos com a colaboração dos membros da sala de
finanças (professores e alunos), professores de unidades curriculares afins, demais
alunos da instituição, e convidados externos. O objetivo é apresentar as práticas em
desenvolvimento e detectar a necessidade de introduzir novas atividades úteis à
associação teórico-prática dos conteúdos estudados em sala

Palestras –As palestras da Sala de Finanças abordam aspectos da Educação Financeira


e Finanças pessoais e está direcionada à diversos públicos: Escolas, Instituições de
classe, Empresas, Aposentados e outros.

Divulgação de Indicadores no facebook e portal Unipê - Das redes sociais


primitivas à tecnologia que temos atualmente, vieram o Facebook, Twitter, LinkedIn,
Instagram,Google Plus, entre outras, que são sites de redes sociais. Graças a essas
facilidades tecnológicas a distância entre emissor e receptor de informações foi
encurtada. Uma das ações da sala de finanças diz respeito a divulgação de noticiários
e indicadores de conjuntura econômica, política e sociedade. Acontece uma produção
semanal de boletins com publicações diárias no facebook, e dentro em breve no portal
Unipê, realizadas pelos alunos estagiários e extensionistas.

405
Minicursos de Educação financeira - Aqueles que tiverem Educação Financeira
estarão mais preparados para economizar e analisar os produtos oferecidos pelo
mercado financeiro, produtos que responderão melhor às suas necessidades e perfis.
Isto trará efeitos positivos para os níveis de investimento e no crescimento econômico,
em geral.

No conteúdo programático dos minicursos são abordados os seguintes temas:


formas de aplicar e investir o dinheiro; orçamento financeiro; planejamento para a
aposentadoria; como gerir as finanças do seu negócio; evitar dívidas; como fazer uma
boa compra; e independência financeira.

Aulões preparatórios para as Certificações Profissionais da ANBIMA (CPA 10 e CPA


20) – Os profissionais que atuam como funcionários de bancos necessitam dessas
certificações que os habilitam a trabalhar com produtos financeiros de renda fixa e
renda variável. São qualificações imprescindíveis para a efetivação de estagiários e
para a ascensão de funcionários. Esse semestre os encontros ocorrem no seguinte
calendário: 24/04; 08/05; 15/05; e 29/05.

Balcão de Finanças – grande evento relizado durante três dias a cada semestre
oferecendo orientações e dicas sobre investimentos e finanças pessoais para a
comunidade acadêmica. Essa ação conta com a parceria de instituições bancárias e
outras instituições a exemplo da XP Investimentos e |SEBRAE –PB. Para este evento são
criadas ilhas de atendimento de a cordo com a área de interesse, sejam elas: Finanças
pessoais -planejamento e controle orçamentário; programas de aposentadoria; crédito
e financiamentos; formalização de empresas e formação de preços; Investimentos
de renda fixa e variável; Abertura de conta bancária universitária. Esse semestre o
evento ocorre nos dias 16, 17 e 18 maio.

Resultados alcançados/esperados:

1. VISITA AO BANCO CENTRAL –RECIFE - público de 100 pessoas entre graduação e Pós-
graduação.

2. REALIZAÇÃO DE PALESTRAS: 10 no total , com público de empresas e escolas –


atingindo uma média de 500 pessoas

3. OFICINAS – 03 no total, com um público de 100 alunos Unipê.

4. WORSHOP – 02 no total , com público de 150 pessoas, inclusive da pós graduação


em Finanças, cada um realizado em auditórios Burity e EVA.

406
5. WORKCINE – 01 no total, com público de 150 pessoas, inclusive da pós graduação,
em auditório da UNIPE.

6. AULÕES PREPARATÓRIOS PARA A CPA 10 E 20 – 3 EDIÇÕES, totalizando um público de


40 a 50 pessoas.

7. BALCÃO DE FINANÇAS – 2ª EDIÇÃO – totalizando um público médio de 700 pessoas


entre alunos, professores e funcionários –UNIPE.

8. PARTICIPAÇÃO EM ENTREVISTAS DE RÁDIO ( CBN E TABAJARA) – Não contabilizado

9. ACESSOS DO PÚBLICO PELA REDES SOCIAIS – Não contabilizado

10. TOTAL ESTIMADO DE ALCANCE DO PROJETO (2015.2 À 2018.1) : 2.000 pessoas.

Acervo fotográfico:

Figura 1. PALESTRA UNICRED


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

407
Workshop – Sala de Finanças
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Palestra Educação Financeira HJ Construtora


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

408
GESTÃO


BLI
CA
LICITAÇÃO E VISITAS TÉCNICAS:
UMA ANÁLISE À LUZ DA LEI
N.º 8.666/93
Curso promotor do projeto: Gestão Pública

Cursos integrados: Administração e Contabilidade

Coordenador(a): Priscylla Kelly de Almeida Barreto

Colaboradores(as): Alessandra Cabral Meireles da Silva, Ivys Medeiros da Costa

Discentes: Andréa Patrícia Teotônio de Lira; Anne Kelly Pinheiro de Andrade; Diego
Anderson Grisi Barbosa; Jean Francisco T de Oliveira; Jéssica Nascimento Lima; Jhúlia
Vittória Lima Frazão; Maria José Gomes da Silva; Patrícia Gonçalves dos Santos;Patricia
Maria Malaquias da Silva; Samuel Higor de Lima Linhares; Thaís Maria Nascimento
Pedra Rica dos S. de Santana; Thalia do Nascimento Mendes.

Público alvo Beneficiários do projeto:

( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade, ( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ


( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Unipê. Lab. Sala 10

Cronograma de execução do projeto: Segundas-feiras, das 17hs até 18:30hs

Resumo: Este projeto de extensão constitui-se na visitação de grupos de discentes,


sob a orientação do professor coordenador do projeto, a Órgãos Públicos da Capital-
PB. Os discentes, após participarem das visitas aos Órgãos, deverão elaborar um artigo,
com a seguinte problemática: analisando as disposições constitucionais e as da Lei
da Licitação, o órgão visitado está em consonância com os princípios administrativos
aplicados à Licitação?

Para a realização do Projeto, serão feitas solicitações às Gerências dos Setores de


Licitação da Paraíba, acompanhadas da relação dos discentes interessados, com seus
respetivos números de matrícula e identidade. Nestes mesmos ofícios serão acordados
datas e horários das visitações. Na visitação serão observadas a prática da licitação,

410
seus desafios e as vantagens do seu uso adequado, observando a responsabilidade dos
gestores à frente do processo. Os discentes, assim como funcionários poderão fazer
questionamentos a estes gestores, se eles permitirem. Como atividade de avaliação,
os discentes deverão entregar um artigo e um vídeo. Será disponibilizado para os
discentes um modelo de artigo padrão. A confecção e filmagem em vídeos têm como
objetivo complementar a observação do aluno pesquisador, sobre a realização das
atividades, averiguando a distinção entre teoria fundamentada na norma jurídica n.
8666/93 e a prática real. Almeja-se filmagem em vídeo caseiro com aparelho celular,
pelo aluno pesquisador, com duração de um a três minutos, contendo as informações
básicas sobre o resultado final positivo dos certames licitatórios.

Objetivo: O objetivo geral do Projeto é fazer os alunos conhecerem na prática um


processo de licitação e, a partir dos conhecimentos que têm sobre os princípios
administrativos aplicáveis a Licitação, formularem um juízo crítico sobre as condições
de cumprimento destes princípios e a adequação do órgão ao que determina a
legislação específica.

Metodologia de execução: Será enviado um Ofício para um Órgão (a definir), com


solicitação para a realização das visitas e definição das suas datas e horários.

Em anexo, será encaminhada uma mensagem, contendo sucinta exposição do projeto


e a listagem dos interessados em participar das visitas, com seus nomes, números de
identidade e números de matrícula.

A atividade será desenvolvida na forma de duas visitas por semestre, com a orientação
do professor Coordenador do projeto e a supervisão da Direção do setor de Licitação
visitado. A Direção dos setores de Licitação poderá ser questionada sobre as práticas
da licitação, volumes e valores de contratos.

Ao final, será elaborado um artigo, pelos participantes, no qual será exigido, além do
relato sobre a licitação presenciada, a formulação de uma análise crítica, sob o prisma
constitucional, da aplicação dos Princípios Administrativos aplicados a Licitação, bem
como da Lei de Licitação.

Após, os discentes deverão confeccionar vídeos com o objetivo de complementar a


observação do aluno pesquisador, sobre a realização das atividades, averiguando a
distinção entre teoria fundamentada na norma jurídica n. 8666/93 e a prática real.

Resultados alcançados/esperados: Como resultados, espera-se que o discente que


participar do projeto, adquira conhecimento sobre licitação e consiga ser capaz de

411
fazer uma análise crítica da teoria com a prática da licitação à luz da lei 8.666. Espera-
se, também, que os artigos sejam lidos e os vídeos sejam assistidas por um público
diversificado e que o conhecimento sobre licitação seja expandido.

Acervo fotográfico:

Figura 1 - Mapeamento das visitas técnicas


Fonte: Projeto.

Figura 2 - As Professoras Priscylla Kelly Barreto, Ivys Medeiros e Alessandra Cabral reunidas em 05
de março de 2018, para o mapeamento dos locais das visitas técnicas, sendo definidos o Governo do
Estado e Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba.
Fonte: Projeto.

412
PUBLIC – DISCOVERY
Curso promotor do projeto: CST em Gestão Pública

Cursos integrados: Cursos da Ubtech Business

Coordenador(a): Márcio Reinaldo de Lucena Ferreira

Colaboradores(as): Josivan de Oliveira Ferreira / Otávio Roberto Martins Dantas

Discentes: Alana Carneiro Marques; Alister Alves Moreira; Fernanda Pinheiro Medeiros
Almeida; Jéssica Nascimento Lima; Kawany Stelen da Silva Oton; Letícia Pereira dos
Santos; Marcelo Bernardo de Macena Filho; Mikaelle Nascimento Melo; Rafael Correia
Menezes; Reginaldo Raimundo de Macêdo Filho; Rogerio da Silva Carvalho Filho; Rogerio
Rodrigues Henriques Júnior

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Servidores de prefeituras,
Oscips, OS e ONGs.

Local onde o projeto se desenvolve: O Projeto mantem encontro semanal, nas quintas,
Laboratório 08, bloco dos laboratórios, das 16h às 18h, para confecção de material
e planejamento das atividades. Todos os semestres é realizado um “Public Day” na
instituição, com oferta de oficinas nas áreas de Licitação, Planejamento, Qualidade,
Atendimento, Controle Interno e Projetos. São ofertados produtos aos parceiros, como:
consultorias, diagnósticos, oferta de oficinas e palestras.

Resumo: A partir de um contexto em que o processo de democratização vem


demandando maior conscientização dos cidadãos em relação aos seus direitos,
por outro lado, nos deparamos com uma imensidão de problemas que reclamam
por ação governamental condicionada pela necessidade de manter o equilíbrio na
gestão pública. Desse modo, origina-se de forma fortalecida uma nova cultura na
gestão, preocupada com a eficiência e eficácia de suas ações, não permitindo mais
dispêndios de recursos públicos em algo que não se reverta em soluções capazes de
solucionar eficientemente os problemas sociais. Essa é a condição encontrada hoje
por nossos gestores ao se depararem com a realidade de seus municípios. Verifica-
se dessa forma, uma oportunidade de participação mais ativa da academia junto a
gestão dos municípios, órgãos públicos e entidades do terceiro setor (ONGs, OSCIPs,
etc.), no sentido de colaborar para a otimização da Res Pública.

413
Objetivo: Otimizar a formação profissional dos discentes do CST em Gestão Pública
e demais cursos da UBTECH BUSINESS, que tenham afinidade com o projeto,
desenvolvendo atividades práticas junto aos mesmos, através do envolvimento na
prestação de consultorias as prefeituras, fundações e organizações do Terceiro Setor,
pertencentes ao estado da Paraíba.

Metodologia de execução: Inicialmente são selecionados os discentes que


participarão do projeto durante o semestre. A ideia é que sejam selecionados o mínimo
de dois alunos por área de trabalho dentro do projeto (Planejamento Estratégico, Gestão
de Projetos, Ferramentas da Qualidade, Licitação, Controle Interno e Atendimento (Obs.:
As áreas foram definidas em 2016, a partir da pesquisa que foi realizada, tendo sido
selecionadas como as de maior necessidade para a otimização da gestão municipal).
Os alunos envolvidos juntamente com os docentes responsáveis desenvolverão as
atividades inerentes ao projeto. Basicamente são desenvolvidos materiais para a
realização de oficinas e palestras, junto aos parceiros do projeto, como também, a
realização de consultorias. Os encontros são semanais para desenvolvimento das
atividades. São realizadas reuniões colegiadas (envolvendo os alunos do projeto), com
utilização da técnica do Brainstorming, a fim de que sejam listadas possíveis soluções
para os problemas detectados junto as organizações-alvo. Os alunos sob orientação
dos docentes envolvidos no projeto elaboram os relatórios com apresentação dos
problemas detectados e possíveis soluções que poderão ser implementadas. Os
alunos também são capacitados para apresentação dos resultados e desenvolvimento
de atividades de treinamento junto as organizações alvo.

Resultados alcançados/esperados: O Projeto está trabalhando com a oferta de


oficinas voltadas para as seguintes áreas: Introdução a Licitação, Planejamento
Estratégico Governamental e Situacional, Ferramentas da Qualidade, Elaboração
de Projetos, Excelência no Atendimento ao Cidadão e Práticas de Controle Interno;
Palestras: “Uma Proposta de Modelo de Prefeitura” e “Importância dos Indicadores
para a Gestão Pública”; Consultorias na área da Gestão da Qualidade: Qualidade no
Atendimento, Programa 5S e ISO 9000 (Foram envidadas propostas para a FUNASA/PB).
Foram enviadas duas propostas para realização do PUBLIC DAY nos municípios de Capim
e Mamanguape, objetivando capacitar cidadãos e servidores da prefeitura. Em 2016
foi realizado diagnóstico sobre os característicos da qualidade, no UPA Oceania, com
aplicação de questionários junto aos usuários daquela unidade, sendo os resultados
apresentados através de relatório. Foram realizadas duas edições do PUBLIC DAY na
instituição, respectivamente, em 2017.1 e 2017.2, com oferta de 150 vagas em cada uma

414
delas, totalizando 300 inscritos. Para esse semestre estaremos realizando mais uma
edição com oferta de 150 vagas.

Acervo fotográfico:

Foto 01: Banner digital do evento “Public Day”


Fonte: Projeto.

415
Foto 02: Turma concluinte de uma das Oficinas do “Public Day”.
Fonte: Projeto.

416
LO
GÍS
TI
CA
JUNIOR ACHIEVEMENT
Curso promotor do projeto: Logística

Cursos integrados: Logística, Administração, Ciências Contábeis, Ciências da


Computação, Marketing, Gestão Financeira e Gestão Ambiental.

Coordenador(a): Yuri Laio Teixeira Veras Silva

Colaboradores(as): Hélio Araújo, Ionara Sarai, Nathallya Ethyenne, Fábio Cruz, Flavio
Maracaja e Ivys Medeiros.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Alunos de Escolas Públicas.

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto é executado a partir de oficinas,


workshops e programas realizados em Escolas Estaduais da Paraíba, com foco nos
alunos de ensino médio. Por sua vez, os treinamentos para capacitação dos discentes
que realizarão os programas são realizados no Centro Universitário de João Pessoa, na
sala 02 do bloco A e no Laboratório 06 do Complexo de Tecnologia.

Cronograma de execução do projeto: O projeto é executado todos os dias da semana,


geralmente no turno da tarde, em diversas escolas estaduais na cidade de João
Pessoa. A depender do programa a ser executado (Miniempresa; Conectados com o
Amanhã; Finanças Pessoais; Vamos Falar de Ética; etc), há um cronograma específico,
com docentes responsáveis e discentes competentes para ministra-los. A gestão
dos treinamentos, execução dos programas, alocação de docentes e discentes e
fechamento de parceiras são realizados pela coordenação do projeto.

Objetivo: O projeto tem como objetivo geral desenvolver competências de


empreendedorismo, inovação tecnológica, educação financeira, éticas e
socioambientais em jovens do ensino fundamental e médio da rede pública da
Paraíba. Através do uso de metodologia ativas, os programas buscam proporcionar
conhecimentos que geram caminhos para empregabilidade e criação de empregos
para jovens de nosso estado. Representando uma das maiores organizações sociais
incentivadoras de jovens do mundo, a Junior Achievement os estimula e desenvolve
para o mercado de trabalho através de workshops, oficinas e programas que, através
de práticas simuladas e dinâmicas, possibilitam o desenvolvimento de competências
importantes para os jovens de baixa renda. O projeto é desenvolvido através da oferta

418
de programas nas escolas, guiadas por discentes e docentes do Centro Universitário
de João Pessoa, através de um treinamento previamente realizado acerca da temática,
metodologia e dinâmica do programa em questão.

Resultados alcançados/esperados: Como se trata de um projeto novo, iniciado no


semestre 2018.1, os resultados até o momento fazem menção ao start do projeto, com
a devida execução dos treinamentos dos programas, ofertados tanto pelo coordenador
do projeto, como pela gestora nacional da Junior Achievement, assim como pelo
início dos primeiros programas sendo colocados em prática. Como resultados
esperados, é planejado o atendimento de 1500 alunos de escolas estaduais através
dos programas, com o desenvolvimento de 32 projetos de empresas, assim como
protótipos de produtos voltados para a inovação tecnológica e para a promoção de
acessibilidade. Em outra frente, espera-se a capacitação de outras 22 turmas, através
do programa empresário-sombra, onde os alunos serão guiados por empresários em
seu cotidiano, desenvolvendo relatórios práticos baseados na experiência vivida e em
observações sistemáticas em campo. Por sua vez, o programa Bootcamp of Innovation
vislumbra o desenvolvimento de ferramentas de inovação baseado em dinâmicas e
metodologias ativas, permitindo aos alunos o despertar para o empreendedorismo
sob o ponto de vista da inovação tecnológica, assim como suas contribuições para o
mundo através de valores socioambientais sustentáveis. Além disso, todos os demais
programas possuem produtos/projetos específicos como parte de sua execução, são
eles: Conectados com o Amanhã; Nosso Planeta, Nossa Casa; Finanças Pessoais e
Vamos Falar de Ética.

419
Acervo fotográfico:

Figura 1 - Docentes Envolvidos no Projeto Junior Achievement


Fonte: Projeto.

Figura 2 - Discentes do Programa Miniempresa


Fonte: Projeto.

420
Figura 3 - Prática de Construção de Layout Simulada
Fonte: Projeto.

421
PLANILHAS INTELIGENTES
Curso promotor do projeto: CST em Logística

Cursos integrados: Todos dos UBTECH Business (Administração, Ciências Contábeis,


Gestão Ambiental, Gestão Pública, Marketing, Gestão de RH, Gestão Financeira)

Coordenador(a): Daniel dos Santos Brandão

Nome completo do discente Colaboradores(as): Lidiano Germano Silva de Araújo

Nome completo dos Discentes: Antônio Francisco Da Silva; Ayumi De Oliveira Farias;
Bianca Periera Bezerra Gama; Bruno Felipe Campelo Afonso; Danivia Florindo Silva;
Delosmar Lacerda Dos Santos Filho; Ellen Pessoa De Brito Lima; Fábio Teixeira Alves;
Fernando Rolim Paredes; Flavio Henrique Souza Leite; Geleade Gomes De Medeiros;
Guilherme Henrique Viana De Andrade; Jacqueline Dos Santos Ribeiro; João Henrique
De Souza Moura; João Lucas Vieira Barreto; José Carlos Castro Macedo Filho; José
Roberto Júnior Da Silva Gomes; José Wellington Gonçalves Brasil; Juliana Ramos De
Oliveira Ribeiro; Larissa Oliveira Silva; Luiz Felício Dos Santos Júnior; Maria Layssa
Gomes Frade; Nizia Raquel Targino dos Santos; Pablo Fiqueiredo Alves; Rafael Soares De
Oliveira; Roberto Helio Borges Junior; Roseane Soares Pereira; Sandegundes Rodrigues
de Oliveira; Vanessa Leite Batista; Vitor Henrique de Oliveira Farias

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Laboratório 03 do CT.

Cronograma de execução do projeto: Aos sábados, das 08h às 12h. (CH: 28H)

Resumo: A gestão empresarial sempre foi vista como algo de grande responsabilidade
e que requer alto grau de organização. O uso de aplicativos ou sistemas de gestão mais
complexos, auxiliam na organização e gerência das finanças e do relacionamento com
os clientes de uma empresa, onde é possível analisar, através de gráficos e indicadores,
toda as receitas e despesas, gerando relatórios inteligentes para tomada de decisão.
Existem vários softwares de aplicações empresariais a disposição no mercado, como
os ERPs e CRMs, que são responsáveis pela gestão de todos os setores da organização.
Outros softwares mais específicos, para uma determinada atividade, que também
pode trabalhar em conjuntos com outros programas no compartilhamento de dados

422
são os aplicativos office. Os aplicativos do pacote Office são bastante utilizados e
muito eficientes quando se domina as ferramentas, por serem de fácil instalação nos
computadores e portáteis e não precisar de tanto esforço para configura-los.

Este projeto de extensão tem por objetivo capacitar o aluno extensionista no uso e
nos conceitos referentes a planilhas eletrônicas, tendo como meta a preparação
destes para o mercado de trabalho, visto que as empresas de um modo geral acabam
utilizando bastante este tipo de ferramenta em seu dia a dia. Com este objetivo, o
treinamento dos extensionistas por parte de nossa instituição poderá ser de grande
valia, além de causar um impacto positivo na vida profissional e acadêmica, torna-se
um diferencial no mercado, tanto para os discentes como para o público externo.

Objetivo: Capacitar por meio da vivência e por meio de atividades práticas os principais
sistemas de informação e aplicações de escritórios para gestão de planilhas eletrônicas,
tornando os alunos aptos na utilização prática de ferramentas e aplicativos modernos
utilizados em ambiente computacional na área de gestão de negócios.

Metodologia de execução: O projeto tem duração semestral, com as aulas sendo


realizadas em laboratórios de informática, aos sábados, de maneira intercalada. Com
foco na prática do aluno, os conceitos são vistos juntamente com a operação de
planilhas na busca de tornar a vivência uma realidade. As atividades aplicadas visam
colocar o extensionista na simulação de resoluções de problemas existentes na vida
profissional real. Futuras soluções para o projeto é a de oferecer soluções em planilhas
para cases reais, tanto da UNIPÊ como de clientes externos.

Resultados alcançados/esperados: Por estas em seu primeiro semestre, os


resultados ainda são preliminares. O projeto inicialmente ofereceu 30 vagas, com 51
inscritos para o processo seletivo. Ao todo foram selecionados 30 alunos com mais
5 em lista de espera. Os resultados esperados para este semestre são: capacitação
de alunos em conceitos de planilhas eletrônicas, capacitação de alunos em nível
intermediários para se tornarem futuros instrutores ou monitores em planilhas
eletrônicas e a expansão do número de vagas para semestres posteriores.

423
Acervo fotográfico:

Figura 1. Aula Inaugural


Fonte: Projeto.

Figura 2. Aula Inaugural – segunda parte


Fonte: Projeto.

424
Figura 3. Aulas práticas em laboratório
Fonte: Projeto.

425
PROJETO DISCOVERY -
CAD SOLUTIONS
Curso promotor do projeto: Logística

Cursos integrados: Engenharia Civil, Arquitetura, Design de Interiores, Gestão Ambiental,


Administração.

Coordenador(a): Prof. Esp. Bárbara Karoline Lacerda Arnaud

Nome completo do discente Discentes: Allan Leal de Araújo, Andréa Cintia Fernandes
S. Maia, Andreza Kelly Almeida da Silva, Célio Romualdo Pereira, Daniel Warella,
Deywison da Silva Sobreira, Eliomar Nunes Gomes, Emyliorran Lacerda de Carvalho,
Erick Gonsalves da Silva, Giordanna Bruna P. Lins de Almeida, Fábio Teixera Alves, Ícaro
Yuri Pereira Dias, Iranilde de Santana, Isaías Silva, Jairo Ferreira Gomes, José Roberto
da Silva, Kaique Rodrigues Cordeiro, Lucas Dantas de Paiva, Márgiju Damon A. Barboza,
Milayne Raphaelly da Silva Melo, Nathália Fernanda Cavalcanti Coelho, Pedro Gabriel
Gomes de Carvalho, Pedro Henrique Nóbrega Gomes, Rafael Nóbrega Cordeiro, Rogério
dos Santos Menezes, Rodrigo da Silva Lima Florentino, Sandro Antôino de Oliveira,
Stefeni Luan da Silva Medeiros, Suênia Ingryd Costa Souza, Taynara Kelly Souza da Silva,
Vitor Fernandes de Andrade, Deywison da Silva Sobreira.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: UNIPE. O encontro ocorre no UNIPE, no bloco do


Centro de Tecnologia, CT, no laboratório 06, 1º. Andar.

Cronograma de execução do projeto:

Encontro 01 - INTRODUÇÃO: Por quê das formas; Como e por quê se projeta; Localização;
Posição do sol; Tamanho de quartos;

Encontro 02 - DIMENSIONAMENTO EM ARQUITETURA; Mobiliários ; Ergonomia

Encontro 03 - LAYOUT INTELIGENTE - Aula prática

Encontro 04 - AutoCAD (apresentação do Programa)

426
Encontro 05 - AutoCAD (Draw)

Encontro 06 - AutoCAD (Modify)

Encontro 07 - AutoCAD (Execução de uma planta-baixa)

Encontro 08 - AutoCAD (Layout Inteligente)

Encontro 09 - Fluxo

Encontro 10 - Conforto Ambiental

Encontro 11 - Execução de um Layout em uma Fábrica de Tecidos

Encontro 12 - Execução de um Layout em uma Residência

Encontro 13 - Adaptação de uma residência par uma Lanchonete

Encontro 14 - Adaptação de uma residência para uma Clínica

Encontro 15 - Trabalho Final: Propor uma mudança de Layout para uma das
coordenações do UNIPE.

As reuniões do Projeto de Extensão - CAD Solutions, ocorrem todas as segundas-feiras


das 16:20 as 18:00

Resumo: O layout é algo essencial em qualquer ambiente em que se vá desenvolver


alguma atividade humana, é indispensável para o bom andamento do processo
produtivo, visto que uma empresa precisa de espaço e uma boa distribuição da sua
linha de produção. Essa questão não deve ser apenas discutida em grandes fábricas,
mas os pequenos comércios e fábricas de pequeno porte, também sofrem com
a má distribuição do layout interno, até mesmo as residências necessitam de um
bom estudo de layout para que se torne funcional. Na arquitetura, o Layout significa
a organização de um mobiliário, incluindo, disposição dos objetos e bancada,
posicionamento de interruptores e tomadas, localização de aberturas para ventilação
como portas e janelas. Um ambiente desenvolvido sem um mínimo de estudo, pode
ocasionar em sérios riscos para o bom funcionamento das atividades. Dessa forma, o
Projeto de Extensão foi criado para capacitar os alunos do UNIPE a executarem layouts
de forma inteligente e funcional através da ferramenta AutoCAD, além de ensinar aos
alunos a desenvolverem uma maior prática na utilização do programa computacional.

427
Objetivo: Capacitar os alunos a desenvolverem soluções práticas de layout; -
Desenvolver o pensamento lógico para práticas de organização; - Ensinar a criação de
layouts a partir da plataforma CAD;

Metodologia de execução: O projeto é executado em reuniões semanais onde os


alunos aprendem a desenvolver habilidades na utilização do Programa computacional
AutoCAD, possibilitando a realização de Layouts Inteligentes. Os encontros ocorrem toda
segunda-feira em um dos laboratórios fornecidos pelo UNPIE no Centro de Tecnologia.

Resultados alcançados/esperados: O projeto encontra-se em seu primeiro semestre


de execução, mas espera-se que os alunos integrantes do proejto saiam capacitados
para executarem Layouts funcionais, melhorando o aproveitamento das edificações e
colaborando na redução de custos desnecessários.

Acervo fotográfico:

Figura 1. Alunos desenvolvendo um Layout Funcional de um restaurante


Fonte: Acervo pessoal, 2018

428
Figura 2. Alunos desenvolvendo um Layout Funcional de um restaurante
Fonte: Acervo pessoal, 2018

429
MAR
KE
TING
BUREAU CRIATIVO DE MARKETING,
DESIGN E ECONOMIA CRIATIVA
Curso promotor do projeto: Marketing

Cursos integrados: Cursos do UBTECH Business, Design de Interiores, Design de Moda

Coordenador(a): Lívia Nogueira Pellizzoni

Colaboradores(as): Estela Maris de Medeiros e Oliveira

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, (x ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Sala F119

Cronograma de execução do projeto:

Todas as quintas-feiras, das 14 às 16:30hs

Descrição da etapa Início (MM/AA) Término (MM/AA)


Prospecção de parcerias Fevereiro/2018 Março/2018
Firmamento de parcerias Março/2018 Abril/2018
Elaboração de projetos de consultoria Março/2018 Abril/2018
Desenvolvimento de consultoria técnica Abril/2018 Junho/2018
Elaboração de relatório final da consultoria técnica Junho/2018 Julho/2018

Resumo: Este projeto visa o desenvolvimento de consultorias técnicas


multidisciplinares de extensão das áreas de Marketing, Design e Economia Criativa
a empresas pertencentes ao varejo de João Pessoa, com a participação de docentes
e alunos dos cursos de Marketing, Design de Interiores, Design de Moda e de outros
cursos do UBTECH Business, visando o desenvolvimento da prática profissional e a
aproximação com o mercado de trabalho. Atualmente está atendendo duas empresas,
sendo ambas panificadoras.

Objetivo: Desenvolver a capacidade técnica e analítica dos discentes na elaboração


de soluções para o mercado varejista e, consequentemente, oferecer soluções às
empresas do varejo em João Pessoa.

431
Metodologia de execução: O projeto utiliza como ferramenta de diagnóstico e
apresentações de soluções, o Design Thinking constituindo quatro etapas. A primeira
etapa, denominada “imersão”, consiste no levantamento de possíveis problemas
identificados pelos alunos nas empresas estudadas. Para isso foram realizadas visitas
como cliente oculto e entrevistas com gestores, funcionários e clientes. A segunda
fase, conhecida como “ideação”, é a fase de análise, onde os alunos compilam as
informações obtidas na fase anterior, ao ponto que buscam referências e soluções
para os problemas identificados. Tendo em vista a característica multidisciplinar no
projeto, além do princípio de co-criação do Design Thinking, as etapas de análise do
material coletado e geração de ideias é realizado coletivamente entre os alunos dos
diferentes cursos e professores. Posteriormente, na terceira fase de prototipação, os
projetos serão apresentados aos empresários, contendo as soluções desenvolvidas
que serão testadas na quarta fase, denominada “desenvolvimento”.

Dadas as características multidisciplinares do projeto, as soluções a serem oferecidas


às empresas varejistas são: melhoria no atendimento, organização de vendas,
melhorias do espaço físico, melhoria da experiência de consumo, ações de promoção,
desenvolvimento de soluções de imagem e uniformes, assessoria logística. As reuniões
acontecem uma vez por semana no Unipê, além de visitas aos estabelecimentos em
datas e horários combinados com os gestores.

Resultados alcançados/esperados: Atender duas empresas no semestre 2018.1 e


mais três empresas no semestre 2018.2.

432
Acervo fotográfico:

Figura 1 - Apresentação aos alunos do processo de trabalho e ferramentas utilizadas no projeto.


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2 – Reunião com empresária para entender as demandas de cada panificadora nas quais o
projeto poderá atuar
Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

433
OBSERVATÓRIO DO CONSUMO.
ENTENDO HÁBITOS E MUDANÇAS
NO COMPORTAMENTO DE
CONSUMO NA CIDADE DE JOÃO
PESSOA
Curso promotor do projeto: MARKETING

Cursos integrados: Administração e Gestão Pública

Coordenador(a): Sandra Ferreira de Lima

Colaboradores(as): Lorena Barbery

Discentes: Joewerton Henrique de Matos Ferreira, Gabriela Andrade Cunha, Thais do


Carmo Queiroz, Camila Falcão Araújo Costa.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Bloco A, Sala1 e Laboratório de Informática

Cronograma de execução do projeto:

Data Ação
01/03 a 15/04 Estudo e definição da Pesquisa de mercado
16/04  Definição do problema e objetivos de pesquisa

17/04 a 04/04  Definição da metodologia, técnicas e instrumentos de pesquisa


04/05/2018  Fechamento do(s) instrumento(s) de pesquisa
0/05/2018 a 20/05 Coleta dos dados
21/05 a 29/05 Análise dos dados coletados

30/05 a 06/06 Fechamento do relatório


07/06 a 11/06 Discussão sobre os resultados da Pesquisa - Proposta de disseminação dos resultados.

Resumo: Este projeto de extensão tem como objetivo desenvolver pesquisas de


mercado para empresas públicas, privadas ou do terceiro setor que busquem

434
entender hábitos ou mudanças de hábitos de consumo na cidade de João Pessoa, e
que sirvam de ferramenta de tomada de decisão para gestores em todas as áreas. O
observatório está desenvolvendo sua primeira pesquisa visando identificar como os
usuários de redes sociais se informam sobre locais para comer e sobre experiências
gastronômicas, na cidade João Pessoa. A pesquisa encontra-se em fase de coleta de
dados, que está utilizando como meio a internet.

Objetivo: Identificar como os usuários de redes sociais selecionam e/ou escolhem


informações sobre locais para comer ou para ter experiências gastronômicas na
cidade de João Pessoa

Metodologia de execução: O projeto funciona em dois dias e horários diferentes:


um encontro à noite e outro pela manhã. Devido ao interesse de vários alunos do
primeiro período noturno, a coordenação do projeto programou os encontros em dois
momentos, para que o maior número de alunos possível pudesse participar do projeto.
Nas primeiras reuniões foram discutidos dois textos metodológicos sobre pesquisas
qualitativas e quantitativas na área do marketing. Os alunos participantes também
contaram com uma palestra sobre pesquisa de mercado em Marketing proferida pelo
Prof. Doutor André de Paulo Rego. Após o período de estudos, iniciou-se o período de
elaboração do projeto de pesquisa, em que foi definido o problema da pesquisa, as
hipóteses, os objetivos e ainda a metodologia. Todo esse processo ocorreu durante os
meses de março e abril. No mês de maio iniciou-se a fase de coleta de dados pela
internet, utilizando como metodologia a pesquisa quantitativa, com a amostragem
não-probabilística, e utilizando um método conhecido como “bola de neve”, em que o
pesquisador entrevista todas as pessoas que vão aparecendo, acionando sua rede de
conhecidos/amigos e solicita que cada um deles acione um outro conhecido/amigo
para responder a pesquisa até completar o tamanho definido.

Resultados: A amostra prevista de respostas são de 484. O processo de coleta de


dados está previsto para terminar no dia vinte e um de maio, e análise dos resultados
e formulação do relatório até o inicio do mês de junho.

435
Acervo Fotográfico:

Figura 1 – Palestra Prof. André de Paula


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

Figura 2 – Reunião do grupo de pesquisa – Definição do projeto de pesquisa


Fonte: Acervo do Projeto, 2017.

436
ME
DI
CI
NA
AÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO
MONITORAMENTO E INTERVENÇÃO
NA FALHA TERAPÊUTICA EM
PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
Curso promotor do projeto: Medicina.

Cursos integrados: Enfermagem, Psicologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Odontologia.

Coordenador(a): James Tomaz Morais.

Discentes: Kellyne Mayara do Nascimento Maciel; Polyana Maria Cruz Collaço; Mateus
Santiago de Souza.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( x ) Outros, Quais? Pacientes HIV-positivo
atendidos no ambulatório de infectologia do Complexo Hospitalar Clementino Fraga.

Local onde o projeto se desenvolve: Complexo Hospitalar Clementino Fraga - R. Estér


Borges Bastos, 599 - Jaguaribe, João Pessoa - PB, 58015-270.

Cronograma de execução do projeto: semanalmente, conforme cronograma de


atendimentos da equipe de infectologia e assistência social do hospital.

Resumo: Estudos sobre falhas ao tratamento demonstram que diversos fatores


contribuem para a determinação da falha: fatores ligados às características física
do paciente, fatores ligados à vida emocional e psíquica do paciente, fatores ligados
à assistência (ambulatorial) em saúde que o paciente recebe, fatores sociais (vida
familiar, vida afetiva, vida profissional), fatores societais (preconceito com a pessoa
vivendo com HIV/AIDS, amparo e previdência social), políticas públicas de saúde,
dentre outras. Desta feita, as intervenções biopsicossociais são imprescindíveis para
o controle e a reversão do quadro. É preciso prover atenção integral para problemas
complexos como a falha e a intervenção nos três níveis de atenção à saúde é um dos
instrumentos que contribuem para a redução da falha terapêutica. É neste contexto
que se insere o presente projeto.

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Objetivo: Monitorar a falha terapêutica em pessoas vivendo com HIV/AIDS no estado da
Paraíba de forma a favorecer sua reversão e prevenir novas falhas.

Metodologia de execução: O andamento do projeto requer o acompanhamento


sistemático de paciente em três fases/níveis concomitantemente: FASE 1: Levantamento
epidemiológico, FASE 2: Análise de falha terapêutica, FASE 3: Acompanhamento
dos pacientes e escuta clínica. A escuta é realizada individualmente em salas do
ambulatório, a qual objetiva identificar e intervir sobre elementos que possam estar
interferindo sobre a falha-terapêutica no paciente.

Resultados alcançados/esperados: Pessoas vivendo com HIV/AIDS em falha


terapêutica receberão assistência mais ágil, na medida em que cargas virais superiores
a 1000 cópias por mililitro (falha terapêutica) possam ser identificadas com rapidez
e precisão. Esta ação inicial impactará na definição de atenção especial para estes
pacientes, de forma que voltem a ter acesso a tratamento multiprofissional eficaz.
A equipe responsável pela condução do projeto está preparada para prover apoio
biopsicossocial em saúde, de forma que sejam asseguradas todas as condições
necessárias para a reversão do quadro de falha terapêutica atual e a prevenção de
falhas futuras. A ação gera benefícios diretos no sentido de reduzir o risco de novos
contágios no paciente e na população em geral, prevenir quadros infecciosos graves
em decorrência de carga viral elevada e evitar óbitos.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Entrada do Complexo Hospitalar de Doenças Infectocontagiosas Dr. Clementino Fraga.


Fonte: desterro1.com

439
AMBULATÓRIO
MULTIDISCIPLINAR PARA
TRATAMENTO DA DOR DO UNIPÊ
Curso promotor do projeto: Medicina

Cursos integrados: Fisioterapia, Psicologia, Enfermagem e Educação física.

Coordenador: Francisco Nêuton de Oliveira Magalhães

Colaboradores: Jânia de Faria Neves, Rita de Cássia Cordeiro de Oliveira e Jayana


Ramalho Ventura.

Discentes: Anna Débora Ferreira da Silva, Maria Eduarda Neiva Novaes Antunes Lima,
Potira Yanay de Souza Barcellos, Rhayssa Lorena Silva Brazão e Sara Barrio Almeida.

Público alvo beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ; ( x ) Comunidade;


( x ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ; ( x ) Outros: Pessoas com algias craniofaciais,
síndromes dolorosas pós-maninectomia, dor relacionada no membro fantasma,
síndrome dolorosa miofascial, neuralgia pós-herpética, dor oncológica, distrofia
simpático-reflexiva, dor no lesado medular, espasticidade, dor relacionada ao câncer
e outras dores de difícil controle.

Local onde o projeto se desenvolve: Rodovia BR-230, km 22, s/n. Clínica de Fisioterapia
do Centro Universitário de João Pessoa, Bloco G, Bairro Água Fria, João Pessoa/PB,
58053-000, com um total de 2 salas usadas. Contato: (83) 2106 9271.

Cronograma de execução do projeto: encontros teóricos todas as segundas-feiras


das 17:30 às 19:00. Ademais, inclui atendimento ambulatorial programado para os dias
06/04, 11/05, 25/05 e 13/06 das 8:00 às 17:00h.

Resumo: A abordagem multidisciplinar é o método preferido com relação aos cuidados


de portadores de síndromes álgicas de sua etiologia. O objetivo primário do tratamento
da dor, preconizado pelo projeto, é promover cuidados humanizados e efetivos para
aqueles que são acometidos por dores agudas ou crônicas (SILVA; FASSA; VALLE, 2004).
A experiência dolorosa é regulada por uma série de fatores biológicos, emocionais,
sociais e até culturais. Diante da compreensão de que a dor é uma experiência

440
individual, podemos entender que a sua intensidade é variável em decorrência
de vários fatores que independem do tipo e intensidade do estímulo nociceptivo
(MERSKLEY, 2010). Dados obtidos com o projeto podem, futuramente, ser utilizados em
estudos, mas para isso, qualquer pesquisa será submetida a apreciação do Comitê de
Ética em Pesquisa, seguindo as diretrizes da Resolução 466/12, do Conselho Nacional
de Saúde. Todos os cuidados prestados aos pacientes integrantes do projeto seguirão
as normas e rotinas da clínica escola, o Código de Ética em Médica e Fisioterapia e,
além disso, asseguramos que as condutas realizadas serão baseadas em evidências
científicas.

Objetivo: Estruturar um serviço acadêmico integrado de assistência multidisciplinar


para pacientes com dores crônicas para no município de João Pessoa.

Metodologia de execução: O atendimento ambulatorial acontecerá de forma


multidisciplinar, aplicando escalas de dor para seguimento e avaliação da eficácia
das terapias instituídas. A cada retorno, o paciente será visto pelos profissionais
dos cursos supracitados, os quais, ao final do atendimento, decidirão qual a melhor
estratégia para o tratamento do paciente, de forma individualizada. Posteriormente,
poderão surgir pesquisas deste ambulatório as quais seguirão as normas éticas em
vigência.

Resultados alcançados/esperados: Instituir um serviço ambulatorial de dor com


base no conceito de cuidado integral e multidisciplinar e formar profissionais capazes
de reconhecer e atuar nesse contexto. Além disso, o projeto tem potencial para ser
ampliado e tornar-se base de uma pós-graduação, a partir de estratégias conjuntas
com outros cursos. O projeto foi iniciado no semestre de 2018.1 por isso ainda não há
resultados.

441
Acervo fotográfico:

Figura 1 – Clínica de Fisioterapia – Bloco G – Unipê


Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

Figura 2 – Recepção da Clínica de Fisioterapia


Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

442
Figura 3 – Membros do projeto
Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

Referências

SILVA, M. C.; FASSA, A. G.; VALLE, N. C. J. Dor lombar crônica em uma população adulta do
Sul do Brasil: prevalência e fatores associados. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.
20, n. 2, p. 377-385, 2004.

MERSKLEY, B. N et al. Classification of chronic pain: descriptions of chronic pain


syndromes and definitions of pain terms. 2 ed. Seattle Press, 2010.

443
CORRELAÇÃO ENTRE ESTRESSE,
PRESSÃO ARTERIAL SISTÊMICA E
O COTIDIANO DO ESTUDANTE DE
MEDICINA
Curso promotor do projeto: Medicina

Coordenador (a): Janine Agra Padilha

Colaboradores (as): Sabrina de Figueiredo Ramalho

Discentes: Amanda Suelem Vitorino Sales, Danielle Helany Rosa de Souza, Gabriel
Pereira Reichert, Josélio Rodrigues de Oliveira Filho, Laís Nóbrega Vieira, Lyndon Johnson
Serra Junior; Mariana Leocádio de Sousa Bastos.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), no


bloco de medicina, em uma sala previamente reservada.

Cronograma de execução do projeto: O projeto é realizado de segunda a sábado, nos


horários de intervalo entre as aulas.

Resumo: A hipertensão arterial sistêmica é considerada um grave problema de


saúde pública, atingindo milhares de pessoas em todas as faixas etárias. Quando
associada ao estresse excessivo, um dos seus agentes causadores, ambos se tornam
progressivamente mais prevalentes, acarretando consequências cada vez mais
expressivas no cotidiano da população.

Dessa forma, tendo em vista que os estudantes de medicina, assim como os médicos
já formados, são colocados sobre condições de estresse constante, além da relação
entre esse fator e o surgimento de diversas doenças, como a hipertensão arterial
sistêmica, surge a necessidade de mais estudos sobre os temas para melhorar a
qualidade de vida desses futuros profissionais.

444
Objetivo: Identificar e analisar as correlações entre estresse, pressão arterial sistêmica
e o cotidiano do estudante de medicina.

Metodologia de execução: O projeto de pesquisa é um estudo descritivo e longitudinal,


que conta com uma amostra aleatória formada por voluntários do universo de
alunos do curso de graduação em Medicina, do Centro Universitário de João Pessoa.
A coleta de dados se dá em três momentos distintos no que diz respeito à aferição
da pressão arterial: períodos que antecedem, sucedem e durante o período de
provas. A pesquisa está sendo realizada no bloco de medicina do Centro Universitário
de João Pessoa, em salas de aula, previamente agendadas. Além da aferição da
pressão arterial, são utilizados dois instrumentos, sendo eles: o Questionário Sobre
Qualidade de Vida (SF-36), o Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20) e também a ficha
de acompanhamento individual. Para aferição da pressão arterial se faz necessário o
uso de esfigmomanômetro aneroide devidamente calibrado e estetoscópio, seguindo
as recomendações da 7a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial. A análise de dados
será descritiva com medidas de tendência central e inferencial. Os resultados serão
significativos quando apresentarem um nível de significância de 5% (p < 0,05). O estudo
respeita as exigências contidas nos termos da Resolução nº 466/2012 do Conselho
Nacional de Saúde (CNS) do Ministério da Saúde (MS).

Resultados alcançados/esperados: A presente pesquisa ainda se encontra em fase


de execução, devido a isso ainda não se obteve resultados precisos. Contudo, a partir
dessa, almeja-se identificar a correlação existente entre o estresse, os sinais vitais e
as atividades do cotidiano acadêmico do estudante de Medicina. Logo, pode servir de
base para uma reflexão em torno de novas propostas de acompanhamento acadêmico
que visem melhorar a adaptação do estudante de Medicina à rotina acadêmica.

445
Acervo fotográfico:

Figura 1: Aferição da pressão arterial pelo método palpatório


Fonte: Própria (2018)

446
Figura 2: Aferição da pressão arterial pelo método auscultatório
Fonte: Própria (2018)

447
Figura 3: Aferição dos sinais vitais: frequência cardíaca
Fonte: Própria (2018)

REFERÊNCIAS:

AGUIAR, S. M. et al.. Prevalência de sintomas de estresse nos estudantes de medicina.


Jornal Brasileiro de Psiquiatria. 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/jbpsiq/
v58n1/a05v58n1>. Acesso em: 02 mai. 2018.

BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença


crônica: Hipertensão Arterial Sistêmica. Cadernos de Atenção Básica. 2013. Disponível
em: <http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/caderno_37.pdf>. Acesso
em: 02 mai. 2018.

448
COUTO, H. A.; VIEIRA, F. L. H.; LIMA, E. G.. Estresse ocupacional e hipertensão arterial
sistêmica. Rev Bras Hipertens, vol 14(2). 2007. Disponível em:<http://s3.amazonaws.
com/academia.edu.documents/31248424/11-ocupacional.pdf?AWSAccessKeyId=A
KIAJ56TQJRTWSMTNPEA&Expires=1480794774&Signature=h4z6rFYec%2BFtf8UoNcWF
HWh8sfc%3D&response-content disposition=inline%3B%20filename%3DEstresse_
ocupacional_e_hipertensao_arter.pdf>. Acesso em: 02 mai. 2018.

CREMESP. Relatório sobre a Mortalidade de Médicos. Saúde do Médico. Ed. 292. São
Paulo. Mar. 2012. Disponível em: <http://www.cremesp.org.br/pdfs/Mortalidade%20v%20
220312.pdf>. Acesso em: 02 mai. 2018.

MARTINS, L. A. N.. Saúde Mental do Médico e do Estudante de Medicina. Psychiatry on line


Brasil. 1996. Disponível em: <http://www.polbr.med.br/ano96/saudment.php>. Acesso
em: 02 mai. 2018.

NOBREGA, A. C. L.; CASTRO, R. R. T.; SOUZA, A. C.. Estresse mental e hipertensão arterial
sistêmica. Revista Brasileira de Hipertensão, vol. 14(2). 2007. Disponível em: <http://
departamentos.cardiol.br/dha/revista/14-2/08-estresse.pdf>. Acesso em: 02 mai. 2018.

PEREIRA, F. S. F. et al.. PREVALÊNCIA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA EMESTUDANTES


DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE DE MEDICINA DA

UNIVERISDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, 2007. VIII Encontro Interno – XII Seminário


de Iniciação Científica, Universidade Federal de Uberlândia (UFU). 2008. Disponível
em: <https://ssl4799.websiteseguro.com/swge5/seg/cd2008/PDF/IC2008-0014.PDF>.
Acesso em: 02 mai. 2018.

SANTOS, K. O. B. et al. Avaliação de um instrumento de mensuração de morbidade


psíquica: Estudo de validação do Self-Reporting Questionnaire (SQR-20). Revista
Baiana de Saúde Pública. Jun./Set. 2010. Disponível em: <http://rbsp.sesab.ba.gov.br/
index.php/rbsp/article/viewFile/54/54>. Acesso em: 02 mai. 2018.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. 7a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial.


Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Volume 107, no 3, supl. 3. Set. 2016. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/abc/v107n3s3/0066-782X-abc-107-03-s3-0049.pdf>. Acesso
em: 02 mai. 2018.

449
ESTUDO DAS CARACTERÍSTICAS
SÓCIO DEMOGRÁFICAS E O
ITINERÁRIO TERAPÊUTICO DAS
MÃES COM FILHOS ACOMETIDOS
POR MICROCEFALIA NA PARAÍBA
Curso promotor do projeto: Medicina

Coordenador(a): Michelle Sales Barros de Aguiar.

Discentes: Mariana Araújo Pinto Lucena, Ana Vitória Mangabeira Mascarenhas, Luciana
Pedrosa de Figueiredo, Maria Heloísa Bezerra Vilhena, Marina Guimarães Ferreira, Ana
Mel Maria Souza Vasconcelos Rocha, Matheus Pereira Fernandes, Raissa Sarmento
Gadelha Marques, Anna Claudia Silva de Araújo, Vivianne Almeida da Nobrega, Nathalia
Oliveira Marques.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) funcionários


e colaboradores – UNIPÊ (X) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Descrever o local, endereço completo e/ou


número das salas de aula, bloco.

Cronograma de execução do projeto:


MÊS
2018

ATIVIDADE Maio Junho Julho

Coleta dos dados X X

Elaboração e entrega do Relatório Parcial X X

Transcrição/tabulação dos dados X

Análise dos dados X

Elaboração e entrega do Relatório Final X

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Resumo: O objetivo pesquisa é analisar as características sociodemográficas das
localidades mais afetadas pelo ZIKAV e o itinerário terapêutico das mães com filhos
acometidos por microcefalia na Paraíba. No Brasil, cuja área endêmica principal é a
região nordeste, de acordo com o Ministério da Saúde, durante os anos de 2015 e 2016
foram notificados 10.232 casos suspeitos de microcefalia relacionados ao vírus ZIKAV.
O estudo é quantitativo, descritivo e exploratório. Será realizada a pesquisa com 98
mães através de uma amostragem não probabilística por conveniência na FUNAD. A
estatística descritiva e inferencial serão as técnicas de análise de dados da pesquisa.

Objetivo: Analisar as características sociodemográficas das localidades mais afetadas


pelo ZIKAV e o itinerário terapêutico das mães com filhos acometidos por microcefalia
na Paraíba.

Metodologia de execução: O estudo será de natureza quantitativa quanto à técnica de


análise. Quanto à natureza é uma pesquisa básica, pois não tem finalidades imediatas,
o conhecimento será utilizado em outras pesquisas aplicadas. Quanto aos objetivos
a pesquisa é descritiva e exploratória, pois busca descrever as características da
amostra e busca também explorar conceitos sobre o tema.

Resultados alcançados/esperados: A pesquisa ainda se encontra processo de


assentimento pelo Comitê de Ética, por conta disso ainda não se obteve resultados
definitivos. Espera-se que os resultados corroborem com a constatação do itinerário
terapêutico percorrido pelas mães das crianças acometidas de microcefalia,
identificando as regiões mais afetadas desse itinerário.

451
FORMAÇÃO MÉDICA:
RELAÇÃO ENTRE CURRÍCULO
DE GRADUAÇÃO E PRÁTICA
PROFISSIONAL
Curso promotor do projeto: Medicina

Coordenador(a): André Petraglia Sassi

Nome completo dos Discentes: Eduardo Alfeu Peixoto Paredes; Elisa Pinto Seminotti;
Franklin Max Trindade Silva; Júlia Caroline Leite Falcão; Micael Barbosa Bezerra Vieira
de Lima Renato Correia Souto; Thaynara Sarmento Oliveira de Almeida; Vanessa
Maria Jurema Furtado Carvalho; Vanina Castro Dória de Almeida

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Campus Unipê - BR 230 - Km 22, Água Fria, CEP
58053-000 - João Pessoa/Paraíba. Sala das reuniões do projeto – Sala S 424.

Cronograma de execução do projeto: As atividades do projeto de pesquisa são divididas


em duas frentes – 1. Reuniões para treinamento de pesquisadores, discussões teóricas,
apresentação das produções e planejamento das ações: ocorrem semanalmente
nas segundas-feiras ou nas quintas-feiras das 17:00 às 20:00 horas; 2. Atividade de
coleta de dados da pesquisa: a coleta de dados ocorre conforme disponibilidade dos
estudantes e participantes da pesquisa, com agendamento prévio para a realização
das entrevistas e aplicação do questionário. Pode ocorrer de segunda a sexta-feira das
8:00 às 18:00 horas.

Resumo: Este estudo se dedica à discussão e compreensão dos processos sociais


que fazem parte da formação médica a partir das reformulações no âmbito dos
cursos de graduação. Os objetivos são: conhecer as concepções dos estudantes de
medicina sobre o ser médico e sobre o exercício da profissão médica; identificar,
em diferentes etapas do curso de medicina, as percepções dos estudantes sobre a
identidade profissional; compreender se os processos de mudança nos currículos

452
das escolas médicas estão relacionados com a formação profissional e conhecer
as concepções de medicina e da profissão médica de estudantes em diferentes
fases do curso. Para isso, vem sendo utilizado um percurso metodológico qualitativo
e exploratório, com a utilização de diversas técnicas de trabalho de campo, como
observação participante, aplicação de questionários e entrevistas. Na primeira fase da
pesquisa, foram entrevistados 21 estudantes de graduação em medicina utilizando a
técnica bola de neve até saturação das informações coletadas. Ainda foram revisados
todos os Planos de Aula de todas as Unidades Curriculares do Curso de Medicina do
primeiro ao oitavo períodos. As próximas fases preveem a aplicação de questionários
e realização de entrevistas com docentes do curso. Pelo fato da pesquisa ocorrer junto
a seres humanos, foram seguidos os princípios éticos contidos na resolução 466/2012
do CNS/MS. Espera-se, com a realização da pesquisa, perceber se os estudantes
de medicina trazem representações sobre a profissão desde antes do ingresso na
universidade, além dos processos de socialização durante o curso para adquirirem o
saber médico e os preceitos normativos da medicina. Inicialmente no curso, os neófitos
mantêm uma posição idealista, que vai se modificando no sentido da aquisição de
forte competência técnica voltada para o diagnóstico e tratamento das doenças. Para
se modificar o foco da formação da doença para o cuidado, os currículos das escolas
médicas vêm se transformando, em meio a processos de resistências devido ao poder
profissional. Notaram-se esses processos de resistências através da identificação
de formatos de aula tradicionais, na base da exposição predominantemente e de
avaliações do tipo prova. Além disso, a imagem de profissional identificada é de um
homem branco, bem arrumado, detentor se status e com boa condição econômica.

Objetivo: Compreender, considerando diferentes fases do curso de graduação em


medicina, como ocorre o processo de formação da identidade profissional médica
diante da relação entre as práticas formativas e o currículo estruturado a partir dos
elementos normativos mais atuais.

Metodologia de execução: Esta investigação segue um percurso que vai desde as


concepções de estudantes de graduação de medicina sobre a profissão médica,
considerando diferenças entre fases do curso e entre instituições, passa por reflexões
sobre a construção de uma identidade profissional em tempos de reformulações no
processo de formação, dando ênfase aos movimentos de mudanças no currículo
das escolas médicas e a implantação das Novas Diretrizes Curriculares. Para tanto, a
abordagem a ser adotada contempla estratégias de pesquisa que desvelem atitudes,
comportamentos, sentimentos e sentidos atribuídos sobre tais processos, como
também estudos e documentos relacionados. Para entender o contexto no qual

453
esse fenômeno ocorre adotamos a abordagem qualitativa de pesquisa, de caráter
exploratório, em razão de oferecer aprofundamento sobre a realidade social a ser
estudada. Sendo assim, ela permite a observação de vários aspectos da vida social
em pequenos grupos, possibilitando o conhecimento aprofundado de um evento
e propiciando a explicação de comportamentos (VÍCTORA, KNAUTH & HASSEN, 2000).
Para realizar essa investigação, procuramos exercitar a observação de campo, pelo
acompanhamento sistemático de estudantes de graduação de medicina. Observar
estudantes recém-ingressos na universidade, bem como aqueles que estão em
fase final de formação, a fim de ter uma visão do processo formativo do curso. Essa
observação se justifica pelo pressuposto de que há muitos elementos que não
podem ser apreendidos por meio da fala ou da escrita. Dizem ainda que o ambiente,
os comportamentos individuais e grupais, a linguagem não verbal, a sequência e
a temporalidade em que ocorrem os eventos são fundamentais não apenas como
dados em si, mas como subsídios para a interpretação posterior dos mesmos. Além
da observação, esta pesquisa conta também com a aplicação de questionários a
estudantes, professores e gestores de instituições de ensino, que serão analisados.
Documentos instucionais como Planos de Aula foram observados um a um para
análise das metodologias e formas de avaliação mais aplicadas no curso.

Resultados alcançados/esperados: Foram realizadas 21 entrevistas até o momento,


todas com estudantes do curso de medicina do primeiro ao oitavo períodos. Também
foram analisados todos os Planos de Aula de todas as Unidades Curriculares do curso,
do P1 ao P8 para observação das estratégicas metodológicas e de avaliação. Estão
sendo tratados os dados e o processo próximo será a realização de entrevistas com
docentes e gestores do curso, bem como a observação em outra universidade para
análise comparativa.

Referências:

VÍCTORA, C.G., KNAUTH, D. R. & HASSEN, M. N. A. Pesquisa qualitativa em saúde. Uma


introdução ao tema. Porto Alegre: Tomo Editorial. 2000.

454
INFRAVERMELHO E MACHINE
LEARNING NA PREDIÇÃO
AUTOMÁTICA DE RISCO PARA
ÚLCERAS EM PÉS DIABÉTICOS:
PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA APLICADA À
PREVENÇÃO DE DOENÇAS

Curso promotor do projeto: Medicina

Coordenador (a): Mônica Isabel Abrantes Leite Costa

Colaboradores: Luciane Balbinot

Discentes: Cláudia Monic Silva de Lima, Eduardo Porto Carreiro C. Leão Filho, Geraldo
Carlos Drieskens Carvalho dos Santos, Helena Chaves de Queiroga, Lidie Anne Diniz
Viégas, Marina Brasileiro Cesar Leitão e Renata Cristina Bium Alencar

Público alvo beneficiário do projeto: ( x ) Comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: Unidade Básica de Saúde do José Américo. As


reuniões do projeto acontecem no NAPED situado no bloco de Medicina.

Cronograma de execução do projeto: Serão desenvolvidas as coletas das imagens


termográficas e questionários às sexta -feiras. Reuniões estruturantes através de
rodas de conversas ocorrem ás segundas -feiras no NAPED do curso de medicina.

Resumo: Diabetes mellitus é um grave problema de saúde pública, cujas complicações


comprometem parte do orçamento da saúde com tratamentos e hospitalizações nas
fases de agravamento, como ulcerações e amputações. O diagnóstico precoce do
“pé diabético” e medidas de controle terapêutico diminuiriam a prevalência de tal
complicação e proporcionaria melhor qualidade de vida à população acometida por
diabetes. O desenvolvimento de novas tecnologias e modelos matemáticos, capazes
de realizar análises preditivas de neuropatias de fibras finas, podem auxiliar na
prevenção destas, e otimizar a assistência primária a este grupo de risco. A validação
crescente da tecnologia de termologia por infravermelho permite que utilizemos tal

455
recurso no intuito de desenvolver algoritmos capazes de oferecer diagnóstico preditivo
com certo grau de precisão, sem riscos biológicos ou físicos ao paciente e à equipe
de trabalho. Além de possibilitar a monitorização remota do paciente em risco para
amputação de partes dos membros inferiores.

Objetivo: Criação de um banco de dados de imagens termográficas para análise de


padrões em pés de pacientes diabéticos, objetivando a criação de um software para
análise automática das imagens e predição sobre o risco de complicações ulcerativas,
na população estudada, alvo de cuidados em atenção primária de saúde.

Metodologia de execução: Após aprovação do comitê de ética e pesquisa do UNIPÊ e


anuência da Prefeitura Municipal de João Pessoa (Secretaria de Saúde), serão recrutados
aleatoriamente, pacientes adultos, diabéticos, inscritos no programa de atenção
primária da UNIDADE DE SAÚDE INTEGRADA DO JOSÉ AMÉRICO, que serão submetidos à
anamnese e exame físico, realizados pelos pesquisadores e colaboradores, na Clínica
Escola do UNIPÊ, onde será realizada a captura de imagens infravermelho (comprimento
de onda < 700nm) podais, com paciente em decúbito dorsal horizontal, em maca, na
sala climatizada a 23°C, após 10 minutos de imersão podal em água morna estática
a 30°C. As capturas serão armazenadas em computador dos pesquisadores, para
inserção em banco de dados de imagens categorizadas, para uso em software com
capacidade de realizar classificação supervisionada em Machine Learning.

Resultados alcançados/esperados:O uso dos recursos de captação de imagem


termográfica atuais, associados à Inteligência Artificial devem ser fortes aliados
na obtenção das evidências que permitam a construção de instrumentos com a
finalidade preventiva e de seguimento em população de risco para desenvolver NFF,
pois a idiopática deve-se a DM ou IG ocultas.

Acervo Fotográfico.

456
Figura 1: Imagem termográfica (visão ascendente).
Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

Figura 2: Imagem termográfica (visão descendente).


Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

457
MANEJO DA DOR EM PACIENTES
HOSPITALIZADOS: IMPLANTAÇÃO
DA AVALIAÇÃO DA DOR COMO 5º
SINAL VITAL EM HOSPITAL ESCOLA
DE JOÃO PESSOA
Curso promotor do projeto: Medicina-Unipê

Cursos integrados: Educacao física, enfermagem, fisioterapia, nutrição e psicologia.

Coordenador(a): Francisco Nêuton de Oliveira Magalhães

Colaboradores(as): Rita de Cássia Cordeiro de Oliveira; Jânia de Faria Neves; Jayana


Ramalho Ventura

Discentes: Emilly Gomes Couto Figueiredo, Maria T ereza Teodoro Fernandes, Yasmim
Loiola Souza, Débora Henrique da Silva, Wagner Silva Cunha, Hortência de Souza
Miranda, Aline Morais Lopes, Camila Martins de Albuquerque Freitas, Bárbara Madruga
Cavalcanti.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Os pacientes hospitalizados
no Hospital Padre Zé

Local onde o projeto se desenvolve: Hospital Padre Zé (Avenida Des. Boto de Menezes,
657-Tambiá, João Pessoa-PB, 58020-670) / Clínica Escola de Fisioterapia do UNIPÊ (BR
230, km 2, s/n-Água Fria, João Pessoa-PB, 58053-000). O projeto tem aulas teóricas
semanais, por volta de 17:30, bem como as visitas ao hospital será adequado ao
horários.

Resumo: A dor continua sendo uma das grandes preocupações da humanidade


e estima-se que atinge cerca de 30% da população. No ambiente hospitalar, sua
prevalência pode atingir entre 45-80% dos pacientes hospitalizados e menos de 50%
dos pacientes recebem tratamento adequado da dor. Paralelamente aos avanços nos
conhecimentos sobre dor, também tem crescido a busca por métodos eficazes de

458
avaliação e tratamento da dor. O manejo adequado da dor requer uma capacitação
adequada dos profissionais da saúde, educação dos pacientes e acompanhantes e
também dos gestores das instituições. Desde 2000, as sociedades médicas para o
estudo da dor e sistemas de acreditação hospitalar vêm estimulando a implementação
da dor como 5º sinal vital, ao lado da pressão arterial, ritmo cardíaco, respiração e
temperatura, pois, sua avaliação sistemática é a única maneira de mensurar a eficácia
das intervenções, compará-las e estudar variáveis clínicas no controle da dor. Dessa
forma, objetivamos implantar protocolos de avaliação da dor como 5º sinal vital no
Hospital Padre Zé (HPZ) dada a necessidade dos pacientes e, também, em razão de ter-
se tornado hospital escola. Nesse contexto, deverão ser instituídas escalas de avaliação
da dor a serem aplicadas pela equipe de enfermagem e repassadas aos demais
membros da equipe a fim de serem tomadas medidas para o tratamento adequado da
dor, pretendendo abranger todos os pacientes internados, incluindo aqueles com dor
oncológica. Portanto, este projeto tem o potencial de se tornar um serviço permanente
e ser um polo de educação continuada em dor no UNIPÊ e contribuir na formação das
novas gerações de profissionais da saúde. Os dados coletados neste projeto seguirão
as normas da resolução 466/12 e poderão ser publicados.

Objetivo: O objetivo deste projeto é levantar dados e propor o manejo multidisciplinar


da dor como 5º sinal vital no Hospital Padre Zé por meio da avaliação da presença de
dor, nível de conforto e satisfação relatados pelo paciente e a funcionalidade observada
pela equipe multiprofissional.

Métodos: A população do estudo será composta por pacientes adultos internados nas
enfermarias do Hospital Padre Zé, de acordo com os critérios de inclusão e exclusão
descritos, no período de vigência do projeto. A amostra, calculada através de métodos
estatísticos com nível de significância 5%, contará com cerca de 132 pacientes
selecionados através de escolha randomizada.

Resultados: Projeto em andamento.

459
Acervo fotográfico:

Figura 1- Hospital escola Padre Zé.


Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

Figura 2– Corredor ala de internação do Hospital Padra Zé.


Fonte: Acervo do Projeto, 2018.

460
PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO,
CLÍNICO E IMUNOLÓGICO DOS
PORTADORES DE HIV/AIDS
ATENDIDOS NO HOSPITAL DE
REFERÊNCIA DE JOÃO PESSOA
Período no qual o aluno pode participar: A partir do 5°período

Curso promotor do projeto: Medicina

Coordenador (a): Larissa Negromonte Azevedo

Colaboradores (as): Tatiana Pimentel de Andrade Batista/ Suely Coelho Tavares da Silva

Discentes: Danielle de Oliveira Antunes, Laís Medeiros Diniz, Raíssa Osias Toscano de
Brito, Victor Lima Dantas, Gustavo Rodrigues Silva de Araújo, Mariana Moreira de Oliveira
Fama.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Complexo Hospitalar de Doenças


Infectocontagiosas Dr. Clementino Fraga. Endereço: R. Ester Borges Bastos, 599 -
Jaguaribe, João Pessoa - PB, 58015-270

Cronograma de execução do projeto: O projeto de pesquisa foi submetido ao


Comitê de Ética da Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba, em conformidade
com a Resolução 466/12, e aprovado com CAEE 71277817.6.0000.5186 em 08/08/2017.
Além disso, foi obtido o termo de anuência do Complexo Hospitalar de Doenças
Infectocontagiosas Dr. Clementino Fraga no mesmo período. Após a aprovação pelo
Comitê de Ética, a pesquisa foi iniciada e os prontuários, cuja notificação de HIV/AIDS
ocorreu em 2015, foram sorteados. Entre Agosto e Novembro de 2017, foi realizada a
coleta de dados em prontuários do ano de 2015, além da criação do banco de dados.
Em Dezembro de 2017, foi realizada a análise estatística das informações referentes
ao ano de 2015. A pesquisa foi reiniciada, em Fevereiro de 2018, com o sorteio dos

461
prontuários cuja notificação de HIV/AIDS ocorreu no ano de 2016. Em seguida, os dados
foram coletados entre Fevereiro e Março. Em Abril 2018, foi realizada a digitação das
informações obtidas de 2016 em banco de dados, assim como a análise estatística.
A análise comparativa dos dados obtidos a partir dos prontuários de 2015 e 2016 e a
discussão dessas informações estão em andamento.

Resumo: A AIDS é marcada por mudança epidemiológica e terapêutica desde o


surgimento dos primeiros casos no Brasil, havendo nos primeiros anos da epidemia o
acometimento de pessoas do sexo masculino e residentes em capitais, em seguida
ocorrendo a interiorização e feminização da doença. Diante desse contexto, esse
estudo teve o objetivo de descrever o perfil sociodemográfico, clínico e imunológico
das pessoas vivendo com HIV/AIDS, diagnosticados nos anos de 2015 e 2016,
acompanhadas em hospital de referência de João Pessoa-PB. O estudo foi descritivo,
observacional, retrospectivo e transversal, com coleta de informações de prontuários
a partir de formulário padronizado. Os dados obtidos foram digitados em banco do
EXCEL e a análise estatística foi realizada com auxílio do STATA 12.0.

Objetivo: Descrever o perfil sociodemográfico, clínico e imunológico dos pacientes


portadores de HIV/AIDS, diagnosticados nos anos de 2015 e 2016, acompanhados em
hospital de referência de João Pessoa-PB.

Metodologia de execução: A população de estudo foi constituída por portadores de


HIV/AIDS, maiores de 18 anos de idade, com diagnóstico dessa patologia nos anos de
2015 e 2016, acompanhados no Complexo Hospitalar de Doenças Infectocontagiosas
Dr Clementino Fraga, em João Pessoa-PB. Segundo a Vigilância Epidemiológica desse
hospital de referência, foram notificados 443 e 445 casos nos anos de 2015 e 2016,
respectivamente. A partir dessa informação, para um estudo com nível de confiança
de 95% e erro amostral de 5%, definimos uma amostra de 206 pacientes para o ano
de 2015 e 210 para o ano de 2016. Os prontuários dos pacientes foram selecionados a
partir de amostragem aleatória simples, por meio de sorteio, possibilitando a mesma
chance de seleção entre os pacientes. Foram excluídos da pesquisa, pacientes
menores de 18 anos de idade, gestantes, aqueles que tiveram apenas uma consulta
médica ambulatorial no primeiro ano de diagnóstico, transferências e óbitos. A partir
de formulário autoral, os dados foram coletados dos prontuários sorteados. Após a
coleta dos dados, as informações foram codificadas e digitadas em banco de dados,
sendo realizada a análise estatística por meio do STATA 12.0.

Quais serviços de referência: A partir das orientações dadas pela coordenação da


pesquisa, o grupo de discentes realizou o sorteio dos prontuários para alcançar a

462
amostra definida pelo cálculo amostral do projeto. Após o sorteio dos prontuários, os
discentes, organizados em dois grupos, realizaram a coleta dos dados em prontuários
em dias úteis e horários definidos em conjunto com o setor de arquivo do Complexo
Hospitalar de Doenças Infectocontagiosas Dr. Clementino Fraga. Durante o período de
coleta dos dados, o grupo de pesquisa se reunia para discutir artigos referentes ao tema,
limitações encontradas durante a coleta e dúvidas encontradas no preenchimento do
instrumento de coleta de dados. Após a coleta dos dados, os discentes construíram o
banco de dados com as informações obtidas e, em seguida, a análise estatística foi
realizada pela coordenação da pesquisa. Nessa atual fase da pesquisa, os discentes
estão comparando os resultados dos anos de 2015 e 2016 e elaborando a discussão
das informações alcançadas a partir do levantamento de artigos na literatura.

Resultados alcançados/esperados: Para alcançar o número de prontuários definido


pelo cálculo amostral, foi necessário avaliar 264 prontuários de 2015 e 256 prontuários
de 2016. Foram excluídos 58 prontuários de 2015, pois o ano de diagnóstico foi anterior
ao definido no estudo, e 46 prontuários de 2016, dos quais 40 tiveram o diagnóstico
HIV/AIDS anterior ao definido no estudo e 06 pacientes porque não retornaram para
reavaliação médica no hospital de referência após a primeira consulta. A diferença
entre o ano de notificação de HIV/AIDS e o ano de diagnóstico era esperada pelo
estudo, uma vez que a infecção pelo HIV foi classificada como doença de notificação
compulsória a partir da Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Com isso, casos
diagnosticados apenas com a infecção pelo HIV, anteriores a 2016, foram notificados
de modo retroativo pela Vigilância Epidemiológica. A partir dos dados coletados, será
possível identificar o perfil epidemiológico, clínico e imunológico dos pacientes que
tiveram o diagnóstico de HIV/AIDS em 2015 e 2016, cujos resultados e discussão serão
divulgados posteriormente.

463
RELAÇÃO ENTRE ESTEATOSE
HEPÁTICA E OS FATORES DE
RISCO CARDIOMETABÓLICOS
EM CRIANÇAS EM DE CAMPINA
GRANDE- PB
Curso promotor do projeto: Medicina

Coordenador(a): Michelle Sales Barros de Aguiar.

Colaboradores(as): -

Discentes: Alynne Pires Fonsêca; Camilla Duarte de Almeida; Larissa Edilza de Lima;
Marília Muniz Medeiros; Polyana Maria Cruz Collaço; Tobias Sampaio de Lacerda; Vivianne
Almeida da Nóbrega.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) funcionários


e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Descrever o local, endereço completo e/ou


número das salas de aula, bloco.

Cronograma de execução do projeto:


MÊS
2018

ATIVIDADE Maio Junho Julho

Coleta dos dados X X

Elaboração e entrega do Relatório Parcial X X

Transcrição/tabulação dos dados X

Análise dos dados X

Elaboração e entrega do Relatório Final X

464
Resumo: O aumento da prevalência da obesidade infantil nos últimos tempos é
decorrente do processo de modernização e do sedentarismo dos infantis. Muitas
crianças se privam de praticar atividades físicas e de se divertir ao ar livre para
ficar assistindo televisão, ou jogando em vídeo games e tablets. Como resultado da
modificação desses hábitos temos a diminuição da qualidade de vida dessa população,
acarretando, porquanto, em patologias como a esteatose hepática. Além disso, os
pacientes com esteatose hepática possuem uma maior chance de apresentar doenças
cardiometabólicas, uma vez que apresentam maior risco de apresentar aterosclerose
e Diabetes Mellitus.

Objetivo: Avaliar a relação entre a doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) e
os fatores de risco cardiometabólicos em crianças obesas no município de Campina
Grande/PB.

Metodologia de execução: O projeto, iniciado em 2016, está sendo desenvolvido a


partir de revisão bibliográfica feita em bases de dados e artigos científicos publicados
em periódicos da área da saúde. Além disso, será feita análise de dados coletados na
UEPB.

Resultados alcançados/esperados: A pesquisa ainda se encontra processo de


assentimento pelo Comitê de Ética, por conta disso ainda não se obteve resultados
definitivos. Todavia, esta tem o objetivo de analisar na prática a relação entre A
Esteatose Hepática e os fatores de risco cardiometabólicos observados em crianças
em Campina Grande. Servindo, assim, para expandir o material científico acerca disso,
além de fornecer ferramentas de tomadas de decisões em saúde para a comunidade
local, maternidades e a comunidade científica.

465
SEGURANÇA DO PACIENTE NO
UNIPÊ: INTEGRANDO EDUCAÇÃO
E TECNOLOGIA A SERVIÇO DA
COMUNIDADE
Período no qual o aluno pode participar: a partir do P4

Curso promotor do projeto: Medicina

Cursos integrados: enfermagem, computação, fonoaudiologia, fisioterapia

Coordenador(a): Maria Alenita de Oliveira

Nome completo dos discentes: Rafaella Lauthier; Joselio Rodrigues de Oliveira Filho;
Vitor Henrique Campoy Guedes, Anestella de lima Pinto, Camilla Lins Aquino de Souza,
Vanessa Maria Jurema Furtado, Edynnara Priscyla Souza de Melo, Martin Duarte de
Oliveira, Hanna Beatriz Avelino de Andrade, Bruno Oliveira de Melo, Maria Amada Pereira
Leite, Larissa Gabriella Alves Fernandes.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, (X ) Comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: Hospital Flavio Ribeiro Coutinho, Hospital Padre
Zé e Hospital Municipal Santa Isabel

Cronograma de execução do projeto: Etapa I (Etapas diferentes de acordo com o


hospital avaliado).

Relatório da avaliação diagnostica

Elaboração do Plano de Segurança

Plano de ação para a melhoria do


atendimento hospitalar
Infraestrutura necessária para a
implantação das metas

Revisão dos formulários do hospital

Elaboração do questionário de
avaliação das metas de acordo com
o protocolo MS

466
Identificação da equipe do NSP
Ajustes de dimensionamento das
equipes criticas
Revisão protocolo de higiene de
mãos meta 5
Treinamento institucional lavagem
de mãos
Revisão dos Regimentos e
comissões
Treinamento da equipe de
enfermagem SAE
Implantação dos novos formulários
Implantação da meta
01(identificação segura ) e meta 02(
comunicação efetiva)
Implantação da meta 3 ( uso seguro
de medicamentos) fase I

Etapa II: (Etapas diferentes de acordo com o hospital avaliado)

Avaliação das metas implantadas

Implantação do protocolo de
lPP-meta 06
Implantação do protocolo de
prevenção de queda meta 6
Implantação meta 3 –uso seguro
de medicamentos fase II
Implantação meta 4:cirurgia
segura
Treinamento qualificação da
recepção
Descrição passo a passo fase I

Avaliação dos indicadores antes e


após o NSP

1. Reunião mensal: a noite, local HMSI;

2. Ações programadas para melhoria da segurança de acordo com o cronograma;

3. Coleta de dados.

Resumo: A melhoria da assistência à saúde é preocupação de toda a Sociedade. A


inclusão deste tema de forma integrada traz melhoria na qualidade assistencial através
da qualificação dos profissionais no cuidado do paciente. O Convenio entre o UNIPE e
hospitais conveniados e do campo de prática, tem como objetivo cooperação técnica
e acadêmica, buscando a melhoria da assistência e do atendimento à população
desassistida. Na busca do aperfeiçoamento no atendimento da população, os hospitais
em conjunto com a UNIPÊ elegeram como prioridade a melhoria da segurança do

467
paciente, paralelo ao papel social desempenhado pelo hospital na comunidade. A
implantação do Núcleo de Segurança do Paciente leva a melhoria da segurança através
da redução do risco do paciente aos eventos adversos com a qualificação do processo
de trabalho, bem como a melhoria dos indicadores assistenciais e administrativos
como o tempo de permanência hospitalar, maior adesão a protocolos essenciais
como os recomendados pelo Ministério da Saúde, entre outros, o de Higiene de mãos.

Objetivo: Desenvolver ações voltadas à segurança na assistência à saúde com


finalidade de difundir uma cultura de segurança nas instituições de ensino e de
assistência com redução dos riscos e melhoria dos indicadores assistenciais de modo
a: Avaliar a cultura de segurança dos hospitais participantes do projeto; Desenvolver
atividades lúdicas com apresentações teatrais sobre temas relacionadas a segurança
do paciente; Desenvolver músicas com o tema segurança do paciente com o objetivo
de criar a cultura de segurança nos hospitais; Avaliar a adesão as metas internacionais
de segurança; Desenvolver ações para a melhoria da adesão as metas internacionais
de segurança; Avaliar a adesão a implantação do protocolos de segurança do paciente
e implantar projeto de melhoria, modelo PDCA de acordo com os resultados; Higiene
de mãos, identificação , comunicação uso seguro de ,medicamentos ,protocolo de
queda, lesão por pressão ,higiene de mãos.

Metodologia de execução: O aluno deverá estar disponível para ações relacionados


ao cronograma estabelecido, de acordo com o horário individual das ações, de
segunda a sexta nos três turnos, ou outro dia, caso seja necessário, sendo incluso
eventualmente o fim de semana em atividades extraordinárias. Todo a atividade
obedecerá a escala de atividades a partir do Horário Individual 2018.2 do aluno cedido
pela SEGEN, as atividades serão desenvolvidas nos hospitais conveniados de acordo
com o cronograma estabelecido de atividades.

Resultados alcançados/esperados: Avaliação diagnostica do PNASS e Manual de


Acreditação do Hospital Padre Zé e Flavio Ribeiro Coutinho, com: Implantação dos
protocolos de higiene de mãos e identificação segura no hospital Padre; Avaliação
da cultura de segurança do paciente do Hospital Municipal Santa Isabel; Participação
em campanhas de conscientização das metas internacionais de segurança; Envio de
trabalhos para congressos e revistas; Avaliação do protocolo de higiene de mãos.

468
UNIPÊ ASSISTE
Curso promotor do projeto: Medicina

Cursos integrados: nenhum

Coordenador(a): James Tomaz-Morais

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( x ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Universitário de João Pessoa.

Cronograma de execução do projeto: Cronograma individual para cada ação


integrada.

Resumo: O Unipê Assiste surge como alternativa de captação de propostas, projetos,


ideias e parcerias que possam tornar palpável todo o potencial de serviços do Unipê
para a Comunidade Interna. Acadêmicos, funcionários e seus familiares receberão
um olhar especial das equipes que compõem o projeto, enfatizando-se os pontos que
envolvem problemas e necessidades locais, estejam divididos por grupos, questões,
dificuldades, etc., ou não. A observação e o acompanhamento constante das demandas
e necessidades institucionais circularão em torno dos seguintes preceitos básicos:
produtividade do trabalho, treinamento e educação continuada, saúde organizacional
e assistência (em saúde, jurídica, social, psicológica). Outras conjunturas envolvendo
cultura e sustentabilidade, deverão estar sempre alinhadas às propostas.

Objetivo: Identificar, pactuar, planejar, realizar e acompanhar ações assistencialistas


que possuam impacto no desempenho e saúde da comunidade UNIPÊ, incluindo
funcionários, acadêmicos e familiares.

Metodologia de execução: As ações do projeto serão realizadas mediante a


identificação continuada de problemas, serviços e populações de interesse na
comunidade UNIPÊ, assim como o levantamento direto por feedback de representantes
dos setores da instituição. O detalhamento dos pontos deverá culminar em ações de
intervenção temporária ou continuada, conforme a presença de projetos acadêmicos
na instituição que possam manter sua realização. Os serviços oferecidos terão como
alvo a comunidade de acadêmicos, funcionários e seus familiares, dentre os quais
incluem ações de bem-estar, desempenho e educação.

469
Resultados alcançados/esperados: Com a execução do presente projeto espera-se
diminuir o presenteísmo e absenteísmo no trabalho e em sala de aula, melhorar o bem-
estar geral da comunidade UNIPÊ, unir as equipes de trabalho em prol do bem-estar
coletivo e da produtividade do trabalho, propiciar a identificação e o acompanhamento
de demandas em saúde e direito na comunidade UNIPÊ, criar e implantar plano de
educação global para funcionários, acadêmicos e familiares, apoiar membros da
comunidade UNIPÊ em sofrimento psíquico. Cada ação deverá desenvolver uma
estratégia simples para mensuração de seu impacto antes, imediatamente após
e meses depois de sua execução, quando aplicável. O UNIPÊ Assiste mensurará os
impactos destas ações com objetivo nas futuras tomadas de decisão sobre as mesmas
em equipe.

470
PROJETO COM CIÊNCIA
Curso promotor do projeto: Medicina

Cursos integrados: Fonoaudiologia, Psicologia, Medicina

Coordenador: André Petraglia Sassi

Colaboradores: Karla Cybelle Bezerra Cavalcanti Alcoforado

Discentes: André Ferreira Souto Maior, Andressa Ferreira Souto Maior, Antonio Rialtoam
de Araujo Filho, Fernanda Ferraro, Honória Honorato Neta, Jaime José Melo, Júlia Caroline
Leite, Manoela Dantas Machado, Polyana Maria Cruz Collaço, Potira Barcellos, Rhayssa
Lorena Silva, Raissa Sarmento Gadelha Marques, Vanina Castro Dória de Almeida

Resumo: O Projeto Com Ciência envolve a Educação popular em meio as atividades


interativas multidisciplinares dentro da comunidade Aratu a fim de dissipar o
entendimento da autonomia em saúde entre os moradores. Realizam-se encontros
práticos e teóricos, envolvendo rodas de conversa, planejamento de atividades,
auriculoterapia e atendimentos direcionados por demanda. Muitos foram os resultados
alcançados desde sua criação em 2015.2: o ganho de confiança da comunidade e o
estreitamento de relações extensionistas-moradores, através das consultas, debates,
oficinas lúdicas e a criação do Centro Comunitário de Saúde do Aratu. O projeto continua
na busca por apoiar a concretização dos direitos de Aratu enquanto cidadãos.

Objetivo: Interação e apoio à Comunidade Aratu por meio da Educação popular; Troca
de conhecimentos entre extensionistas e comunidade; Auxiliar na concretização de
direitos em saúde coletiva, alcançando autonomia; Efetivar ações e atendimentos
conforme demanda dos moradores.

Metodologia: O Projeto é construído por 28 pessoas, 26 discentes e dois docentes


orientadores, um médico e uma fonoaudióloga. Os alunos são do UNIPÊ dos
cursos de medicina (17), psicologia (3) e fonoaudiologia (6) de diferentes períodos.
Mensalmente, há um encontro de planejamento, um teórico, e três atividades práticas
na comunidade do Aratu. As visitas à comunidade são feitas na casa de uma moradora
e líder comunitária, no centro comunitário de saúde do Aratu, ou caminhando pela
área ocupada. Dentre as atividades realizadas estão atendimentos específicos, por
demanda espontânea, rodas de conversa e auriculoterapia. As ações são anunciadas

471
para a população com o apoio de lideranças locais e o número de participantes varia
conforme a atividade desempenhada e a disponibilidade dos moradores.

Resultados: O Projeto Com Ciência promoveu, ao longo dos últimos semestres,


reuniões semanais entre seus integrantes, bem como destes com a Comunidade do
Aratu. Os encontros realizados no Unipê visam à estruturação do projeto, planejamento
das ações e capacitação dos extensionistas. Todos os temas debatidos e estudados
pelo grupo surgem das demandas da comunidade e das necessidades próprias de
embasamento teórico. A proposta levada pelo projeto, de escutar as pessoas através
de rodas de conversa, surtiu bons efeitos. Estabeleceu-se uma relação de confiança
mútua, que permitiu o debate de temas pertinentes, como a violência doméstica;
a construção de momentos lúdicos, como café da manhã com música; a criação
de oficinas de fuxico e pintura, sendo esta voltada para as crianças. Ao se utilizar da
educação em saúde, abordada sob a ótica da Educação Popular, o projeto valoriza
as pessoas, seus valores e suas histórias, sua cultura e conhecimento, estimulando
o germinar da autonomia que, aos poucos, faz com que elas se reconheçam como
cidadãs, que podem e devem lutar por condições dignas de sobrevivência. Os primeiros
frutos dessa empreitada podem ser representados pela formação de uma unidade
entre os moradores, cujas ideias e propósitos objetivam a melhoria da comunidade,
e a criação do Centro Comunitário de Saúde do Aratu. Este resultou da doação de
uma casa, por parte de um morador, e da articulação com a Secretaria de Saúde do
município, possibilitando atendimento médico uma vez por semana no local. Trata-se,
pois, de pequenos avanços conquistados coletivamente que representam bastante
crescimento para uma comunidade desassistida por tanto tempo.

Conclusão: É sabido que a educação em saúde tem se expandido visando formar


profissionais que possam ver além do horizonte das práticas tradicionais. Para isso, o
contato com pessoas da comunidade – componentes de um universo paralelo ao de
muitos estudantes – é imprescindível, visto que promove sentimentos diversos, variando
desde empatia, deslumbre até revolta com a realidade social que lhes é explicitada. É
possível entender as distintas demandas comunitárias e buscar soluções embasadas
numa relação simbiótica entre esta e o extensionista, objetivando empoderar e proporcionar
autonomia. Busca-se isso não só no que concerne à saúde, mas à cidadania, onde o saber
científico deixa de ser protagonista e cede o lugar aos diversos saberes. Como afirma
Paulo Freire (1987): “Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes”.

REFERÊNCIAS

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

472
O
DON
TO
LO
GIA
ANJOS DO SORRISO
Período no qual o aluno pode participar: Sétimo período

Curso promotor do projeto: Odontologia

Coordenador(a): Fernanda de Araújo Trigueiro Campos

Colaboradores(as): Consuelo Fernanda de Souza Macedo

Discentes: Bianne Maria de Melo Costa e Sabrine Isley Souza Pontes

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade, ( ) funcionários


e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais? Crianças e acompanhantes das enfermarias
do hospital Arlinda Marques.

Local onde o projeto se desenvolve: nas enfermarias do Hospital pediátrico Arlinda


Marques.

Cronograma de execução do projeto: Saúde e Bem-estar, Bingo dos alimentos,


Amigos do dentista, Odontobola, Atenção, papais! Um novo amiguinho chegou, super-
dente, Conhecendo os alimentos, Higienização oral após ingestão de alimentos e
remédios Mitos e verdades, Orientações gerais.

Saúde e Bem-estar: Palestra sobre higienização, alimentação, prevenção e promoção


de saúde, importância de ir ao dentista, importância do 1°molar. Breve introdução sobre
cada tópico. Álbum seriado + Macromodelo.

Bingo dos alimentos: Palestra sobre alimentação. Cartilha plastificada com imagens
de alimentos cariogênicos e não-cariogênicos acompanhada de caixa com dentes
felizes e tristes/limpos e sujos= dinâmica do jogo. +brindes.

Amigos do dentista: Palestra sobre a importância de ir ao dentista + Higienização.


Apresentar instrumentais + Macromodelo.

Odontobola: Palestra sobre higienização + Macromodelo. Brinquedo/Caixa formato


bola com perguntas dentro + música + brindes.

Atenção, papais! Um novo amiguinho chegou: Palestra sobre importância de ir ao


dentista + Importância do 1°molar. Álbum seriado.

474
O super-dente!: Palestra sobre alimentação + Higienização + Prevenção e promoção
da saúde. Álbum seriado + Macromodelo.

Conhecendo os alimentos: Palestra sobre alimentação + Levar embalagens/fotos


dos alimentos acompanhados de saquinhos de açúcar com quantidade equivalente +
Orientações de saúde geral e bucal.

Higienização oral após ingestão de alimentos e remédios:

Orientações.

Mitos e verdades: Pesquisar os mais frequentes e orientar.

Orientações gerais: Encerramento com orientações gerais sobre saúde oral.

Resumo: O ambiente hospitalar é um fator de ansiedade para qualquer pessoa,


principalmente para uma criança e seus familiares, os cuidados da saúde bucal
muitas vezes não são determinados como prioritários por pais/cuidadores por não
terem conhecimento acerca da sua importância principalmente durante o tempo
de internação. Ressaltando a relevância das ações de promoção de saúde para
esses pacientes. O Projeto de extensão é desenvolvido com a finalidade de levar o
conhecimento acerca dos cuidados com a saúde bucal para crianças e cuidadores
de maneira lúdica e divertida. As atividades educativas são ministradas em cada sala
do hospital, através de macro modelos, com demonstração da correta técnica da
escovação, uso do fio dental, teatrinho de fantoches, jogos de pergunta e respostas, tudo
de maneira atrativa para eles, e com o intuito de afastá-los um pouco da realidade, do
ambiente negativo que é o hospital. O projeto já existe há 3 anos e atende cerca de 80
pessoas semanalmente. A atividade proporciona uma interação entre os extensionistas
e as crianças, construindo um conhecimento acerca dos cuidados com a higiene
oral e conscientizando os pais e até mesmo os funcionários do hospital sobre esses
cuidados. Dentro dessa conjuntura a atividade lúdica vem ganhando espaço, uma
vez que, mesmo doente, a criança sente necessidade de brincar. É por intermédio
dessa ação que ela poderá aproveitar os recursos físicos e emocionais disponíveis
naquele contexto específico para elaborar uma nova situação. Com isso devemos
interligar a situação do paciente hospitalizado que além de vulnerável, encontra-se
desestimulado em relação à saúde oral, com a promoção da mesma, estimulando a
criança a criar hábitos saudáveis, mesmo em situações adversas.

Palavras-chave: Criança; Saúde Bucal; Escovação.

475
Figura 1: Orientação da dieta Figura 2: Palestra Amigos do dentista
Fonte: Projeto. Fonte: Projeto.

Figura 3: Bingo dos alimentos


Fonte: Projeto.

476
Figura 4: Equipe Anjos do Sorriso 2018.1
Fonte: Projeto.

Figura 5: Dinâmica dos alimentos


Fonte: Projeto.

477
ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA
NO PROGRAMA DE ATENÇÃO
INTEGRADA À CRIANÇA COM
MICROCEFALIA
Curso promotor do projeto: Fisioterapia

Cursos integrados: Psicologia, Fonoaudiologia, Enfermagem e Odontologia

Coordenador(a): Profa. Ma. Sheva Castro Dantas de Sousa (Fisioterapia)

Docentes do Curso de Odontologia: Artemisa Fernanda Moura Ferreira; Camila Santos


de Mattos Britto; Rosa Virgínia Dutra

Discentes extensionistas do curso de Odontologia: Mariana Cavalcanti Lacerda,


Hannah Pereira Costa, Elisa de Oliveira Pereira.

Público alvo Beneficiários do projeto: Crianças com microcefalia por zika vírus e
seus responsáveis.

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica-Escola de Fisioterapia do Unipê. Bloco G.


Água Fria, João Pessoa - PB, 58033-455.

Cronograma de execução do projeto: Encontros semanais, às segundas-feiras, das


14:40 às 16:20

Resumo: No ano de 2015, iniciou-se no Brasil o surto de infecção pelo vírus Zika
(ZIKV). A síndrome congênita do ZIKV causa danos neurológicos nos recém-nascidos
e em casos mais graves, pode causar a microcefalia, que é acompanhada de grande
comprometimento funcional e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, o que
requer o acompanhamento dessas crianças por uma equipe multiprofissional.
Objetivo: Entendendo a importância do cuidado integrado à essa população, objetiva-
se oferecer cuidados em saúde bucal como parte integrante de um tratamento
multiprofissional. Metodologia: A Integração da Odontologia ao Projeto de Extensão
iniciou no semestre 2017.2. Atualmente são realizadas avaliações odontológicas
semanais, com preenchimento de ficha clínica, onde são registrados os dados

478
referentes ao acompanhamento da cronologia de irrompimento dental; a avaliação
da presença de anomalias dentais, de cáries, de doenças periodontais, de hábitos
parafuncionais (como o bruxismo, apertamento e sucção digital) de alterações nos
tecidos moles e da oclusão. Durante o atendimento, os responsáveis pelas crianças
recebem orientações de higiene oral e de dieta. Além disso, é realizada a escovação
supervisionada, em conjunto com o(a) acompanhante, orientando acerca da melhor
maneira de realizá-la, bem como, dos artifícios que podem ser utilizados para essa
finalidade. Para tanto, cada criança inscrita no projeto recebeu de brinde uma escova
dental. As ações são preventivas e, quando diagnosticada a necessidade de tratamento,
é feito o agendamento na Clínica Escola de Odontologia, no componente de Pacientes
Especiais, onde podem ser realizadas limpezas, restaurações e eventuais cirurgias.

Resultados esperados/alcançados: Os discentes extensionistas tiveram a


oportunidade de compreender a importância da interdisciplinaridade no manejo de
crianças com microcefalia. Com relação às crianças atendidas, foi possível observar
alterações na cronologia de irrompimento dental, principalmente o atraso desta, como
também a presença de anomalias dentais, dentre as quais a fusão, a geminação e
a microdontia foram as mais prevalentes. Foi possível supervisionar a efetividade
da higienização realizada pelos acompanhantes das crianças, colaborando para
melhorar o cuidado domiciliar em saúde bucal através de orientações sobre a forma
de higiene mais adequada para cada caso e a confecção de dispositivos auxiliares
para melhorar a eficiência do processo, o que foi extremamente positivo, já que não
foram observados problemas bucais decorrentes de má higienização como a cárie
e a doença periodontal. Além disso, foi possível detectar as manifestações orais de
hábitos deletérios comuns em crianças com microcefalia, a exemplo do bruxismo,
que decorre de uma alta atividade neuromuscular. Estes resultados possibilitam o
planejamento de ações específicas capazes de melhorar a qualidade de vida destas
crianças.

479
Acervo fotográfico:

Figura 01: Realização de escovação dental


Fonte: Dados da pesquisa, 2018

Figura 02: Avaliação Odontológica Figura 03: Momento de interação com a criança
Fonte: Dados da pesquisa, 2018 Fonte: Dados da pesquisa, 2018

480
ATENÇÃO AOS PORTADORES
DE PRÓTESES DENTÁRIAS
REMOVÍVEIS TOTAIS OU PARCIAIS
ATENDIDOS NA CLÍNICA ESCOLA
DE ODONTOLOGIA DO UNIPÊ:
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Curso promotor do projeto: Odontologia.

Coordenadora: Gilka Soares Sampaio Andrade.

Discentes: Endi Nóbrega Cavalcante de Medeiros, Fernanda Moisés Dantas de Sousa,


Giovanna de Souza Trajano, Giullianna de Andrade Silva e Karoline Linhares Mota
Rodrigues.

Público alvo beneficiários do projeto: Portadores de próteses dentárias removíveis


atendidos na clinica escola do Unipê e discentes do curso de Odontologia do Unipê.

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica Escola de Odontologia do Centro


Universitário de João Pessoa – UNIPÊ, localizado à Rodovia BR-230, Km 22, s/n, Água
Fria, João Pessoa-PB. Cronograma de execução do projeto: Segunda-feira à tarde,
quarta-feira manhã e tarde e quinta-feira à tarde.

Resumo: Esse projeto teve início há aproximadamente 3 anos, a partir de pesquisa


realizada na disciplina de Estomatologia, onde, após realização do exame micológico
da mucosa dos pacientes usuários de prótese removível total e parcial, constatamos
alto índice de candidose, bem como outras alterações e patologias, causadas pelo
má utilização e falta de higienização do aparelho protético. Verificou-se a necessidade
de fazer um acompanhamento diferenciado deste público alvo, que vem crescendo.
O objetivo principal do projeto é orientar quanto a higienização, desinfecção, uso
correto das próteses, diagnosticar lesões na cavidade oral e indicar o tratamento
ideal. Inicialmente, os alunos extensionistas, efetuam triagem dos possíveis pacientes
portadores de prótese total ou parcial removível na disciplina de Clínica Integrada e

481
Estomatologia, na Clínica Escola de Odontologia do UNIPÊ, aplicando questionários,
nas segundas e quintas feira à tarde e quarta feira pela manhã e tarde. São avaliados
o perfil dos pacientes, quanto ao nível de instrução acerca da higienização correta
das próteses, análise de lesões presentes na cavidade oral e sua correlação com o
mau uso das mesmas. São oferecidas instruções sobre a conduta adequado do uso,
higienização e desinfecção dos aparelhos protéticos, como também distribuição de
folder informativo e educativo. Àqueles que necessitam de tratamento das patologias
da mucosa bucal, é aplicada a terapêutica adequada. Se houver a necessidade da
substituição do aparelho protético, são encaminhados para substituição do dispositivo.
Até o semestre de 2017.2 foram atendidos e aplicados questionários em
251 pacientes. Ademais, realizamos palestras para os alunos da graduação,
atingindo uma média de 100 alunos por semestre, orientando-os a fim de difundir
essas informações. O Projeto de Extensão serviu de base para um Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) que foi publicado na Sociedade Brasileira de Pesquisa
Odontológica (SBPqO), apresentações em Congressos e Palestras, e, atualmente
em análise estatística e preparo de material para novas apresentações.
Sendo assim, o projeto de extensão não beneficia somente os usuários como
também os discentes, contribuindo de forma diferenciada para uma experiência de
aprendizagem humanizada, levando conhecimento numa perspectiva integral aos
pacientes além de conscientizá-los que os cuidados com a prótese estão intimamente
ligados a saúde bucal.

482
Acervo fotográfico:

Figura 1 - Palestra realizada com os alunos da graduação.


Fonte: Projeto.

Figura 2 - Aplicação do questionário – Atendimento ao paciente.


Fonte: Projeto.

483
Figura 3 - Estomatite protética - Lesão encontrada na cavidade bucal no atendimento aos usuários.

Fonte: Projeto.

484
COMPARAÇÃO ENTRE DOIS
MÉTODOS DE ESTIMATIVA DE
IDADE ATRAVÉS DE IMAGENS
PANORÂMICAS
Período de participação do aluno: Manhã

Curso promotor do projeto: Odontologia

Coordenador: Mara Ilka Holanda de Medeiros Batista

Discente: Naiane Vieira Campos

Público alvo: Comunidade

Local de desenvolvimento: unidade do centro de diagnóstico médico por imagem –


Cedrul, localizado na avenida Camilo de Holanda, nº 52 – centro, João Pessoa.

Cronograma: o projeto é executado uma vez por semana, através da análise das
imagens radiográficas.

Resumo: Trata-se de um estudo documental, retrospectivo e descritivo, com


abordagem quantitativa que tem o objetivo de analisar a aplicabilidade de dois
métodos de estimativa de idade por meio da mineralização dentária utilizando
radiografias panorâmicas. Realizado no Centro de Diagnóstico por Imagem – CEDRUL
com uma amostra não probabilística de 100 radiografias panorâmicas de pacientes
atendidos entre janeiro de 2016 e junho de 2016, selecionadas de acordo com os
critérios de inclusão da pesquisa. A coleta de dados é realizada por um examinador
devidamente calibrado, inicialmente pelo primeiro método de estimativa de idade
de Nicodemo, Moraes e Médici Filho (1974) e em seguida pelo método de Demirjian,
Goldstein e Tanner (1973), sendo os resultados registrados em formulário próprio para
a aplicação dos métodos. São avaliados sete elementos dentários em formação do
arco inferior do lado esquerdo, através da comparação da imagem radiográfica de
cada dente em formação. Os dados coletados são analisados estatisticamente, para
verificar se existe diferença entre a Idade Cronológica e a Idade Dentária para os dois
métodos estudados. Como resultado esperado, acredita-se que utilizando os métodos

485
de estimativa de idade através da mineralização dentária tenha uma boa acurácia na
taxa de acerto, quando comparada com a idade cronológica dos indivíduos.

Objetivo: Analisar a aplicabilidade de dois métodos de estimativa de idade por meio


da mineralização dentária utilizando radiografias panorâmicas, sendo eles o método
de Nicodemo, Moraes e Médici Filho (1974) que foi baseado numa amostra populacional
brasileira e o método de Demirjian, Goldstein e Tanner (1973), baseado em população
europeia.

Metodologia de execução: O universo do estudo foi composto por radiografias


panorâmicas de pacientes de diferentes idades, atendidos entre março de 2016 e julho
de 2016, na CEDRUL, localizada na cidade de João Pessoa, Estado da Paraíba. A amostra
foi determinada de acordo com os critérios de inclusão e exclusão da pesquisa,
totalizando 100 imagens radiográficas panorâmicas. Foram considerados critérios de
inclusão: radiografias de pacientes com idade mínima de 5 anos e idade máxima de
16 anos, que continham os sete dentes em formação no arco inferior, excluindo-se
os terceiros molares, de ambos os sexos, e deveriam apresentar, necessariamente,
padrão técnico de boa qualidade com máximo de nitidez, mínimo de distorção e grau
médio de densidade e contraste.

Foi utilizada uma ficha individualizada com dados contendo informações sobre o
sexo, idade cronológica real em meses, idade estimada para cada elemento dentário
em ambos os métodos.

Após as radiografias serem selecionadas para o estudo, de acordo com os critérios


de inclusão e exclusão, foram retiradas 10% de imagens, com o objetivo de realizar o
procedimento de calibração do examinador. Para tanto, foi convidado um profissional
com experiência, considerado o padrão-ouro na análise das radiografias, para a
avaliação dos estágios de mineralização/calcificação dos dentes. A concordância
interexaminadores foi avaliada através do teste de Kappa.

Inicialmente, a análise das radiografias foi realizada através do primeiro método de


estimativa de idade, seguindo a cronologia de mineralização proposta por Nicodemo,
Moraes e Médici Filho (1974), onde foram avaliados sete elementos dentários em
formação do arco inferior, através da comparação da imagem radiográfica de cada
dente em formação com a tabela pré-elaborada de Nicodemo, Moraes e Médici Filho
(1974) e anotando os dados em fichas individualizadas, contendo informações sobre o
sexo, idade cronológica real em meses, idade estimada para cada elemento dentário
em ambos os métodos.

486
Numa segunda etapa, estas mesmas radiografias serão analisadas de acordo com
o método de Demirjian, Goldstein e Tanner (1973) e serão avaliados os estágios de
calcificação de cada dente, atribuindo aos estágios correspondentes a classificação
crescente de A a H. Para este método, os dentes avaliados serão os mesmos sete
elementos dentários selecionados no método anterior. Em seguida, a letra atribuída
ao estágio de desenvolvimento, em que cada dente se encontra, será convertida em
um valor numérico, com o auxílio de uma tabela, individualizada para cada gênero.
Os valores atribuídos aos sete dentes serão somados e passarão a representar o
escore de maturidade do indivíduo. Com este escore de maturidade, será diretamente
realizada a conversão para a Idade Dentária, com o auxílio de outra tabela, específica
para cada gênero.

Os dados coletados serão inseridos em uma planilha de dados do programa SPSS


Professional Statistics (20.0) para Windows e analisados estatisticamente, para a
verificação da diferença entre a Idade Cronológica e a Idade Dentária para os dois
métodos estudados.

Resultados esperados: Até o momento foi realizado a calibração do examinador,


onde foi obtido um valor de Kappa com concordãncia ótima (0,81 - 0,99). A análise do
primeiro método, Nicodemo, Moraes e Médici Filho (1974) está sendo finalizada e em
seguida iniciar o segundo método para poder realizar a análise estatística.

487
Acervo fotográfico:

Figura 1: Estágios de desenvolvimento dos dentes permanentes reproduzido por Demirjian, Goldstein
e Tanner (1973).

488
Figura 2: Estágios de mineralização dos dentes permanentes proposto por Nicodemo, Moraes e Médici
Filho (1974).

Figura 3: Tabela da cronologia de mineralização dos dentes permanentes de Nicodemo, Moraes e Médici
Filho (1974). (Os dados referem-se a meses de vida extra- uterina).

489
CONDIÇÃO ORAL DE
DEPENDENTES QUÍMICOS DO
MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA
Curso promotor do projeto: Odontologia

Coordenadora: Maria Cristina Tavares de Medeiros Honorato

Colaboradoras: Gilka Soares Sampaio Andrade, Laudenice de Lucena Pereira e Patrícia


Guerra Peixe Gonçalves

Discentes: Kalygia Gabriele Cavalcante Alves de Souza, Elyude Estefane Pereira Alves
e Maria de Fátima Herculano do Amaral

Público alvo Beneficiários do projeto: Alunos do Unipê e usuários dos serviços


ofertados pela Clínica Escola de Odontologia do Unipê

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica Escola de Odontologia do Centro


Universitário de João Pessoa-Unipê, situado à Rodovia BR-230, Km 22, s/n, Água Fria,
João Pessoa-PB

Cronograma de execução do projeto: Segunda, quinta, sexta-feira pela manhã das


8:40 às 12:00 e quinta-feira à tarde das 14:40 às 17:00.

Resumo: O consumo abusivo de drogas lícitas e/ou ilícitas vem crescendo


significativamente nos dias atuais, podendo provocar uma série de danos à saúde oral
dos seus usuários. Considerando-se essa problemática verificou-se a necessidade
de aprofundamento sobre o tema.

Objetivo: Alertar os usuários de drogas, mais comumente tabaco e álcool, sobre


os riscos à saúde aos quais essa população está exposta, atuando na detecção e
prevenção de lesões orais relacionadas a este hábito nocivo.

Metodologia de execução: O projeto funciona nas segundas, quartas e quintas-feiras


no turno da manhã das 8:40 às 12:00; e nas quintas- feiras à tarde das 14:40 às 17:00,
durante todo o período letivo, da seguinte forma: os pacientes usuários de drogas
identificados durante o atendimento na Clínica de Estomatologia através da anamnese

490
e exame físico, como também nas diversas clínicas em funcionamento na Clínica
Escola de Odontologia do Unipê, são abordados para receber orientações pertinentes
acerca dos riscos à saúde oral, esclarecendo-se a importância da prevenção de lesões
orais, especialmente o câncer de boca. Tipos de serviços oferecidos: Distribuição de
folders educativos com ilustrações sobre o autoexame bucal; Detecção de alterações
bucais. Serviços de referência: Clínica de Estomatologia oferecendo procedimentos
de biópsia de lesões orais para o diagnóstico e conduta dos casos.

Resultados alcançados/esperados: Este projeto teve início há mais de dois anos,


com histórico de 150 pacientes contemplados até o período de 2017.2, alcançando-se
como resultados a boa aceitação e interesse do público alvo nos serviços prestados,
surtindo efeitos desejados, de orientações sobre prevenção de lesões orais. Espera-
se que o paciente possa atuar como um multiplicador de informações, e que tais
informações sejam repassadas às pessoas do seu convívio. Além disso, o projeto pode
contribuir para a capacitação profissional do acadêmico, fazendo com que o mesmo
saiba identificar e agir frente ao surgimento de lesões orais associadas ao uso de
drogas, garantindo o diagnóstico e atendimento adequado ao paciente. Como produto
este trabalho gerou um Trabalho de Conclusão de Curso e um vídeo sobre o autoexame
bucal, a ser utilizado na Clínica Escola de Odontologia do Unipê, beneficiando não só
pacientes como também alunos do curso. Planeja-se, ainda, a produção de artigo
para publicação.

Acervo fotográfico

Figura 1- Entrega de folder explicativo


Fonte: Projeto.

491
Figura 2 – Paciente atendido
Fonte: Projeto.

492
CUIDADO BUCAL DE CRIANÇAS
E ADOLESCENTES COM
DEFICIÊNCIA E FATORES
ASSOCIADOS
Curso promotor do projeto: Odontologia

Coordenador (a): Andreia Medeiros Rodrigues Cardoso

Colaborador (es): Camila Santos de Mattos Brito, Laudenice Lucena Pereira e Rosa
Virgínia Dutra

Discentes: Mariana Cavalcanti Lacerda, Raissa Paula Lacerda, Karina Tomé Fragoso,
Danielle da Silva Guimarães, Jomária De Sousa Galdino e Thais Pontes De Araújo.

Público alvo Beneficiários do projeto: Pessoas com deficiência e os seus cuidadores

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto de pesquisa é desenvolvido no Centro


Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), que está localizado na Rodovia BR-230, KM 22,
s/n - Água Fria, João Pessoa - PB. A coleta de dados da pesquisa com os cuidadores
e os atendimentos as pessoas com deficiência foram realizados na clínica escola de
odontologia, dispondo de atendimentos nas áreas de dentística restauradora, cirurgia,
endodontia e periodontia.

Cronograma de execução do projeto: O projeto intitulado Cuidado Bucal de Crianças e


Adolescentes com Deficiência e Fatores Associados, apresenta dois tipos de atividades,
uma voltada a pesquisa, com coleta de dados realizada por meio de entrevista com
os cuidadores dos pacientes, com a aplicação de dois instrumentos, e a outra, com a
oferta de atendimento para as pessoas com deficiência, sendo essa última realizada
junto com o Projeto de Pesquisa “DOPNE”. A aplicação dos instrumentos aos cuidadores
é realizada durante as atividades clínicas da disciplina de Paciente Especiais do 9º
período que ocorre na clínica de odontologia do UNIPÊ, nas quartas-feiras nos horários
das 9:30 as 12:00 e das 14:40 as 17:10, já os atendimentos clínicos acontecem junto
com o projeto DOPNE nas quintas-feiras, na clínica de odontologia do UNIPÊ, de 13:50

493
as 16:20 horas, além disso, nesse momento, também acontece a coleta de dados com
os cuidadores presentes nessa atividade.

Objetivo: Descrever o cuidado bucal domiciliar realizado nas crianças e adolescentes


com deficiência e a qualidade de vida dos seus cuidadores. Além disso, relatar a
experiência com o atendimento clínico odontológico das pessoas com deficiência.

Metodologia de execução: Trata-se de um estudo transversal e quantitativo que está


sendo realizado na clínica escola do curso de Odontologia do UNIPÊ. A população
do estudo foi constituída pelos cuidadores das crianças e adolescente com
deficiência de 1 a 19 anos. Participaram do estudo 11 cuidadores. Foram coletados
dados socioeconômicos, de utilização do serviço odontológico, comportamentais,
sistêmicos e de qualidade de vida do cuidador (WHOQOL-bref) por meio de entrevista
com o responsável pela criança ou adolescente e registrados nos instrumentos, pelos
pesquisadores. A avaliação dos hábitos alimentares inclui a consistência da dieta e
número de lanches cariogênicos, enquanto o dos hábitos de higiene bucal, é composto
pela frequência de escovação, dificuldade e momento da escovação. A análise de
dados foi feita de forma descritiva, no SPSS, versão 20. O projeto foi aprovado pelo
CEP do UNIPÊ. Em relação aos atendimentos clínicos odontológicos, são oferecidos
cuidados bucais de atenção integral, incluindo procedimentos preventivos, cirúrgicos
e restauradores.

Resultados alcançados/esperados: Na análise dos dados coletados com os


cuidadores, observou-se uma prevalência que as crianças e adolescentes são com
maior frequência do sexo masculino (63,6%), com idade média de 14 + 5,9 anos. A
maior parte dos cuidadores eram as mães (72,7%), possuíam em média 42 anos e
apresentavam mais de 8 anos de estudo (72,8%), mas nenhum deles possuíam
formação em nível superior. A maior parte dos cuidadores não receberam orientação
sobre a alimentação dos pacientes (63,6%). A prevalência da consistência da dieta foi
sólida (72,7%). Quanto aos hábitos de higiene bucal, 54,5% dos cuidadores relataram
que não tinham recebido orientação. A freqüência de escovação relatada foi 3
vezes ao dia (36,4%) e 45,5% dos cuidadores relataram ter dificuldade para realizar
a higiene bucal nos pacientes. A percepção sobre a saúde bucal dos pacientes foi
considerada ruim (45,5%). Quanto a habilidade de comunicação a maioria possuía
deficiência moderada (36,4%). Com relação a qualidade de vida dos cuidadores, a
maioria deles relataram necessitar de algum tratamento médico diário, sendo 54,6%
deles de bastante a severo. De acordo com os dados coletados, grande parte deles
não conseguem aproveitar a vida em nada ou quando conseguem é muito pouco,
mas apesar de tudo acham de grande sentido a sua vida (81,9%). Os dados também

494
mostraram que a habilidade de concentração na maioria dos cuidadores é bastante.
O ambiente físico em que convivem consideraram um ambiente saudável. Muitos
têm energia para suas atividades diárias. Mas relataram ter as vezes sentimentos
negativos (45,5%). Quanto as atividades de lazer, a maioria relata (54,6%) não ter tempo
ou quando o possuem é muito pouco. Apresentam uma boa relação com pessoas em
geral e recebem o apoio dos amigos. O acesso ao serviço de saúde, em sua maioria
(54,6%) os cuidadores encontram-se insatisfeitos de alguma forma.  Além dos dados
coletados, na pesquisa científica, foram realizadas reuniões de formação em
iniciação cientifica, o fortalecimento de pesquisas na Linha de Cuidado em Saúde
Bucal no curso de Odontologia do UNIPÊ, a integração do ensino-extensão-pesquisa,
já que esse projeto está sendo desenvolvido junto com à clínica da disciplina de
Pacientes Especiais e o projeto de extensão DOPNE, aproximação dos discentes com
as pessoas com deficiência e o cuidado bucal ofertados aos pacientes.

495
Acervo fotográfico:

Figura 1 – Aplicação de questionário com cuidadores


Fonte: Projeto.

Figura 2 – Aplicação de questionário com cuidadores


Fonte: Projeto.

496
Figura 3 – Atendimento clínico odontológico de paciente com deficiência mental
Fonte: Projeto.

497
DIAGNÓSTICO ODONTOLÓGICO EM
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Curso promotor do projeto: Odontologia

Coordenador(a): Laudenice de Lucena Pereira

Colaboradores(as): Rosa Maria Virginia Dutra de Oliveira

Discentes: Louandrys Montenegro Vieira; Laurenzy Montenegro Vieira; Gabriela


Vasconcelos Barbosa

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( x ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Pacientes com deficiência

Local onde o projeto se desenvolve: FUNAD e UNIPÊ

Local: Rua Orestes Lisboa, s/n, Pedro Gondim e Clínica Escola de Odontologia da UNIPÊ

Cronograma de execução do projeto: Quintas-feiras à tarde

Objetivo: Verificar a necessidade odontológica em pacientes com deficiência e


atende-los.

Metodologia de execução: Pessoas com Deficiência tendem a necessitar de maiores


cuidados em relação à saúde, principalmente a bucal. Em contrapartida, enfrentam
dificuldades para encontrar os serviços apropriados às suas demandas prioritárias,
seja pela falta de profissionais qualificados ou dispostos em tratar esses pacientes.
O encaminhamento interprofissional torna-se corriqueiro pela crença errônea da
suposta necessidade de equipamentos odontológicos especiais. Tal fato resulta no
agravo das condições de saúde desses pacientes, e comprometendo a qualidade de
vida dos mesmos. Diante do exposto, vimos à necessidade de reforçar a necessidade
de adoção condutas de métodos efetivos de prevenção, bem como aumentar as
possibilidades assistenciais, bem como inserir no cenário de prática dos graduandos,
a fim de prevenir a continuidade do verdadeiro descompasso nas práticas de
referência e contra referência desses indivíduos. Dessa forma, o projeto Diagnóstico
Odontológico em Pessoas com Deficiência, surge como uma forte possibilidade
de reforçar o atendimento desses usuários da Rede SUS, que são assistidos pela

498
Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (FUNAD). Esse projeto
funcionará na Clínica Escola de Odontologia do Centro Universitário de João Pessoa,
a fim de fornecer atendimento Odontológico em diversas especialidades incluindo
Odontologia Preventiva, Estomatologia, Dentística, Endodontia, Cirurgia, e as demais
que forem julgadas necessárias à medida que as avaliações vão sendo realizadas, bem
como a atenção primária para os portadores e os seus responsáveis. Após avaliação
clínica, serão selecionados pacientes com as maiores necessidades de tratamento
odontológico, respeitando-se às condições sistêmicas, e, portanto a segurança do
paciente, do profissional e do aluno.

Resultados alcançados/esperados: Foi realizada a triagem na FUNAD com 157


pacientes e foram atendidos até então na Clínica Escola 79 pacientes, no período
letivo de 2017.1, 2017.2 e 2018.1 .

499
EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL EM
AMBIENTE HOSPITALAR
Curso promotor do projeto: Odontologia

Coordenador(a): Fábio Gomes dos Santos

Colaboradores(as):

Discentes: Allan Andrade da Silva; Cristiane Monteiro Barreiro de Araújo; Thais de


Oliveira Sousa; Yasmim Fontes Marinho;

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( )funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Hospital Padre Zé, localizado na Av. Des. Boto de
Menezes, 657 - Tambiá, João Pessoa - PB, 58020-670.

Cronograma de execução do projeto: Segundas-feiras, tarde.

Resumo: Os cuidados em saúde bucal em ambiente hospitalar abrangem ações de


prevenção e intervenções cirúrgicas, contribuindo para a recuperação sistêmica do
paciente.

Objetivo: Realizar atividades educativas e treinamento para os pacientes, cuidadores


e equipe multidisciplinar.

Metodologia de execução: Semanalmente, uma equipe composta por quatro


estudantes do curso de Odontologia, sob supervisão do coordenador do projeto, realiza
palestras com pacientes internados nas enfermarias de curta e longa permanência
do Hospital Padre Zé e com seus cuidadores, enfatizando os benefícios da higiene
bucal na redução no tempo de internação e diminuição dos riscos de infecções, em
especial, a pneumonia nosocomial. As atividades educativas são realizadas por meio
da demonstração de técnicas de higiene bucal com auxílio de um macro modelo dos
arcos dentários, escova-de-dentes e fio dental. Além disso, foram confeccionados
panfletos educativos sobre os cuidados com os tecidos orais e peribucais e folders
ilustrando as lesões orais mais prevalentes. Os extensionistas também realizam
exame intra-oral da mucosa, gengiva, língua e dentes a fim de identificar alterações

500
patológicas e a higiene oral de pacientes críticos de acordo com o Protocolo Operacional
Padrão (POP) elaborado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira. Durante o
exame clínico, se alguma lesão intra-oral for identificada o coordenador do projeto,
junto à equipe médica e de enfermagem do hospital, intervém adequadamente. É
importante destacar que os pacientes e cuidadores atendidos são acompanhados
semanalmente enquanto estiverem internados no hospital.

Resultados alcançados/esperados: No semestre 2017.2 foram atendidos 51 pacientes


e nos meses de março e abril de 2018 foram atendidos 37 pacientes. Mesmo com o
número reduzido de integrantes no semestre atual, a meta é que sejam atendidos
até o final do semestre o dobro do ano passado. O projeto, de fato, está ainda no seu
primeiro ano de implementação, contudo queremos consolidar sua importância frente
a equipe médica e de enfermagem. O hospital não possui um cirurgião-dentista em
seu quadro de funcionários. Espera-se que seja criado um banco de dados de saúde
bucal por meio de um prontuário odontológico, elaborado pela equipe do projeto, que
traça o perfil do paciente e avalia a condição e necessidade de tratamento oral e,
assim, criando um fluxo de atendimento pós-internação.

501
O GERENCIAMENTO DOS
RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE
SAÚDE (RSS) NA ODONTOLOGIA
Período no qual o aluno pode participar: Livre

Curso promotor do projeto: Odontologia

Coordenador(a): Rubenia Cristina Gomes de Medeiros

Discentes: Victor Matheus Rodrigues de Sousa; Leônido Justino Pereira da Silva.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve:Clínica Escola de Odontologia.

Cronograma de execução do projeto: Não há dias específicos, visto que é um projeto


de pesquisa.

Resumo: Os resíduos de serviços de saúde (RSS) oriundos da prática odontológica


requerem gerenciamento e descarte adequado, pois podem gerar acidentes de
trabalho e/ou contaminar o meio ambiente. Considerando a importância do tema, o
objetivo dessa pesquisa foi avaliar o conhecimento dos formandos de Odontologia do
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ) sobre o Gerenciamento dos RSS. Foram
pesquisados 30 alunos, os quais responderam um questionário sobre o tema. Dentre
a amostra, apenas 36% afirmaram que o tema foi abordado em alguma disciplina do
curso, porém 85% já tinham tido contato com o tema em cursos extracurriculares
sobre biossegurança. Todos os alunos que responderam o questionário concordam
que os RSS podem fazer mal saúde e prejudicar o meio ambiente se não gerenciados
de forma correta, porém apenas 25% conhecem as resoluções RDC nº306/2004 da
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a Resolução nº358/2005 do Conselho
Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) que dispõem sobre o gerenciamento dos RSS.
Foram identificadas ainda algumas deficiências quanto à identificação do tipo de
resíduo gerado e com relação à forma correta de armazenamento de alguns resíduos.
Concluiu-se que existe entre os graduandos conhecimento satisfatório com relação à
maioria dos aspectos práticos sobre o encaminhamento dos resíduos produzidos pelos

502
consultórios dentários, porém conhecimento precário sobre a legislação pertinente.
Percebe-se, portanto, uma maior necessidade de abordar durante a graduação temas
de biossegurança direcionados ao descarte de resíduos.

Objetivo: Avaliar o conhecimento dos formandos de Odontologia do Centro Universitário


de João Pessoa (UNIPÊ) sobre o Gerenciamento dos RSS.

Metodologia de execução: O projeto em questão trata-se de uma pesquisa cuja


coleta dos dados se dá através da aplicação de um questionário, contendo perguntas
do tipo objetivas, sobre o tema em questão. Para a coleta o pesquisador se dirige à
Clínica Escola de Odontologia do Unipê e convida os graduandos do 5º ao 9º período
do curso de Odontologia a participar deste estudo, preenchendo o questionário
elaborado para a coleta de dados. Os participantes serão convidados a se dirigir a um
local reservado e os questionários deverão ser respondidos pelos participantes sem
nenhuma interferência do pesquisador ou de terceiros.

Como o projeto funciona? Datas de realização, tipo de serviços oferecidos (catálogo),


mecanismos de execução. Quais serviços de referência.

Resultados alcançados/esperados: Considerando a importância do tema, e que este


é pouco discutido durante a graduação, esperamos com esse estudo discutir o assunto
entre alunos e professores, bem como alerta-los sobre a importância do tema fazer
parte da formação dos profissionais de saúde. Em virtude da importância do tema
para os profissionais da área de saúde, espera-se que os acadêmicos de odontologia
do Centro universitário de João Pessoa possuam conhecimento satisfatório sobre o
Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde.

503
PROJETO APOLÔNIAS DA PARAÍBA
Curso promotor do projeto: Odontologia

Cursos integrados: Design de Moda

Coordenador(a): Profa. Jacqueline Duarte Rocha – Odontologia

Docente do curso Design de Moda: Gabriela Jales Maroja

Discentes extensionistas: Odontologia: Victor Araújo Gomes, Rhuan Isllan dos Santos
Gonçalves, Juliana Kelly de Medeiros.

Público alvo Beneficiários do projeto: Mulheres vítimas da violência doméstica do


Município de Santa Rita – PB.

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica-Escola de Odontologia do Unipê. Água


Fria, João Pessoa - PB, 58033-455.

Cronograma de execução do projeto: Encontros semanais, às sextas-feiras, das


13:50 às 16:20.

Resumo: Segundo pesquisas recentes, a cada quatro minutos, uma mulher dá


entrada no SUS, vítima de violência no Brasil. Dentre as sequelas deixadas por
estes atos violentos, destacam-se as fraturas e perdas dentárias, as quais geram
comprometimento da função, estética e exclusão social. Fragilizadas, estas mulheres
ficam desprovidas de autoestima, e sua reinserção social, quando procuram os
mecanismos de controle e defesa, é tão difícil quanto a decisão de se esquivar de
tamanho maltrato. O Projeto Apolônias da Paraíba é inspirado na iniciativa da ONG
Turma do Bem, o projeto Apolônias do Bem, que proporciona tratamento odontológico
gratuito a mulheres vítimas de violência doméstica. Santa Apolônia era a filha de um
aristocrata que viveu em Alexandria, no Egito, por volta do ano 249, que fora vítima da
perseguição aos cristãos. Ela foi torturada e sentenciada à morte, tendo sido os seus
dentes e ossos da face fraturados, gerando uma dor lancinante, mas que não abalou
a sua fé. Desde então, seu exemplo, fora tomado como ato de resistência aos maus-
tratos, e a mesma é hoje a padroeira da Odontologia e dos que sofrem com problemas
bucais. A versão paraibana do projeto vem sendo desenvolvida por estudantes de
graduação em Odontologia do Centro Universitário de João Pessoa, UNIPÊ, e tem
como objetivo reabilitar o sorriso de mulheres vitimadas pela violência doméstica,

504
resgatando a autoestima e favorecendo a reinserção no meio social e no mercado
de trabalho. Como componente solidário, este Projeto também sofre intervenção do
curso de Design de Moda, onde estudantes e professores trabalham em paralelo à
recuperação da saúde oral, empoderando as mulheres no tocante aos conhecimentos
de moda, comportamento e postura, tendo como objetivo comum o restabelecimento
do sorriso pleno, como produto de uma mulher resgatada e com autoestima elevada.
Desde o início de 2017, já foram assistidas 9 mulheres do distrito agrícola de Lerolândia,
município de Santa Rita-PB. Todas apresentaram perdas dentárias significativas, tendo
dentre as indicações odontológicas: dentística, periodontia, cirurgia e prótese. Este
trabalho tem como objetivo, apresentar a experiência desta etapa inicial do projeto,
dando destaque para o relato de 2 casos clínicos de mulheres com seus sorriso
realidade, com a finalidade de divulgar, nortear a replicação desta iniciativa em outras
localidades.

Acervo fotográfico:

Figura 01: Recepção e acolhimento das pacientes


Fonte: Dados da pesquisa, 2018

505
Figura 02: Orientações de higiene oral Figura 03: Atuação do curso Design de Moda
Fonte: Dados da pesquisa, 2018 Fonte: Dados da pesquisa, 2018

506
LIGA ACADÊMICA DE ANATOMIA
HAROLDO DINIZ – LAAHD
(Grupo de Estudo)

Curso promotor do projeto: Odontologia

Cursos integrados: Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia e Medicina

Coordenador: Professor Marcos Aurélio Vasconcelos Lima Júnior

Colaboradores: Professora Catarina Maria de Andrade Figueiredo Guimarães Maia;


Professor Thales Henrique de Araujo Sales

Discentes: Ana Beatriz Pires de Medeiros, Auréliane Dulcie Jackalyn Daluz, Carlindo
Maxshweel Querino da Silva, Severino Gonçalo dos Santos Filho, Thaisy Thuany Patrício
Cordeiro.

Público alvo beneficiários do projeto: Alunos – UNIPÊ e comunidade

Local onde o projeto se desenvolve: Complexo Laboratorial de Anatomia (COLAB),


Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ, BR 230 – Km 22, Água Fria – João Pessoa/
PB.

Cronograma de execução do projeto: Quinta-feira , das 18h até 20:30 [Reunião]

Resumo: A Liga Acadêmica de Anatomia Haroldo Diniz (LAAHD), é uma congregação de


caráter cientifico, autônoma, civil, sem fins lucrativos, apolítica e laica, com fundação e
inicio de atividades em 12 de agosto de 2015. Sua duração é por tempo indeterminado,
tendo como sede o Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ, localizado na cidade
de João Pessoa, Estado da Paraíba. A LAAHD traz em seu nome uma homenagem a
um dos maiores anatomistas da Paraíba, o Professor Haroldo de Figueirêdo Diniz,
que recebeu o título de “Proficiência em Anatomia Humana por notório saber”, pela
Sociedade Brasileira de Anatomia. Esse título é resguardado pela Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional e é conferido a professores que mesmo não possuindo
Doutorado, possuem um conhecimento notável e digno de louvor sobre determinado
assunto. Dessa forma, reverenciamos esse grande homem, que fez história na
anatomia através dos seus ensinamentos.

507
Objetivos: A finalidade da LAAHD é a congregação entre os diversos cursos da Área
de Saúde, utilizando a Anatomia Humana como fundamento comum no aprendizado,
contribuindo na formação acadêmica dos seus membros, durante a graduação.

Metodologia da execução: Organização de eventos, oferecendo minicursos, palestras,


simpósios, encontros científicos e exposições de trabalhos, onde o principal tema seja
a Anatomia Humana. Utilização do projeto AprendANATO, onde são ministradas aulas
teóricas e práticas durante o período letivo, a fim de aprimorar os conhecimentos
anatômicos para diversos cursos da área da saúde. Elaboração de trabalhos científicos
e promoção de atividades para a comunidade.

Resultados alcançados/esperados: Nas últimas edições do AprendANATO realizadas


no semestre 2017.2, obteve-se a participação de 130 estudantes do Unipê e outras
universidades da região metropolitana de João Pessoa. Espera-se alcançar um
número maior de estudantes, tendo em vista a integração multiprofissional que a
LAAHD proporciona aos integrantes.

Acervo Fotográfico:

Foto 1: Após uma aula do AprendAnato dada por Silvania Victor e Joana Domitila, todo mundo reunido
ao redor do nosso professor homenageado Haroldo Diniz (2017.1)
Fonte: Projeto.

508
Foto 2: Aula do AprendAnato sobre o Sistema Nervosos dada por Jessica e Erika (2017.2)
Fonte: Projeto.

Foto 3: Aula pratica do AprendAnato dada pelo Professor Haroldo Diniz (2017.2)
Fonte: Projeto.

Foto 4: Aula pratica do AprendAnato dada por Silvania Sobre o Sistema Esquelético (2017.2)
Fonte: Projeto.

509
SERVIÇO DE PREVENÇÃO E
DIAGNÓSTICO ORAL – SEPDO
Curso promotor do projeto: Odontologia.

Coordenador(a): Laudenice de Lucena Pereira.

Colaboradores(as): Patrícia Guerra Peixe, Gilka Soares Sampaio Andrade e Maria


Cristina T. M. Honorato.

Discentes: Priscila Albuquerque Freire, Matheus de Oliveira Neco, Maria Camilla L.


Coelho, Luíza Leal Mendes, Gabriela Vasconcelos Barbosa, Naiara Viegas da Silva Santos.

Público alvo Beneficiários do projeto: (x) alunos – UNIPÊ, (x) Comunidade, (x)
funcionários e colaboradores – UNIPÊ.

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica Escola de Odontologia do UNIPÊ. Endereço:


Rodovia BR-230,km 22, s/n - Água Fria, João Pessoa - PB, 58053-000. Sala:Q 332 e Q333.
Bloco: Q.

Cronograma de execução do projeto: Quarta-feira pela manhã (08:50 – 12:00) e Sexta-


feira à tarde (13:50 – 17:00).

Objetivo: consolidar-se como referência municipal no diagnóstico das principais


afecções da complexo maxilofacial.

Metodologia: o SEPDO é caracterizado, por natureza, em um serviço voltado para o


tripé ensino, pesquisa e extensão. Neste, os alunos de graduação serão treinados e
capacitados para desenvolverem habilidades no que diz respeito ao diagnóstico
estomatológico, suprindo uma lacuna desta especialidade, dentro da Rede SUS, além
do ambiente acadêmico. Ao mesmo tempo, alunos de iniciação científica poderão
desenvolver projetos de pesquisas clínicas, epidemiológicas, apresentar e escrever
casos clínicos e apresentar trabalhos em eventos científicos, além de em revistas
especializadas. A captação de pacientes acontece por meio de encaminhamentos
feitos pela rede pública de atenção básica da saúde bucal. A coleta e arquivamento
dos dados acontece através de prontuário eletrônico, sob a responsabilidade da
Profa. Laudenice de Lucena Pereira, cujo servidor se encontra no UNIPÊ. Exames de

510
imagem (radiográficos) serão realizados, e os laudos microscópicos, foram emitidos
por parceria com a UFRN.

Resultados alcançados/esperados: foram atendidos em média 960 pacientes desde


o período de 2016.2 até 2017.2. Inicialmente, os pacientes foram atendidos no Centro
de Especialidades Odontológicas da Torre até o semestre de 2017.1. A partir de 2017.1, os
atendimentos passaram a ser realizados na Clinica Escola de Odontologia do Centro
Universitário de João Pessoa (UNIPÊ).

Acervo fotográfico:

Figura 1: Granuloma piogênico em lábio inferior.


Fonte: Projeto.

Figura 2: Aspecto do lábio após remoção da sutura.


Fonte: Projeto.

511
Figura 3: Língua pilosa, notar aspecto após a raspagem da língua.
Fonte: Projeto.

Figura 4: Granuloma piogênico em lábio inferior


Fonte: Projeto.

512
PSI
CO
LO
GIA
ABRACE A CAUSA:
INTERVENÇÃO PARA PACIENTES
DO ESPECTRO AUTISTA
Período no qual o aluno pode participar: a partir do 7º período

Curso promotor do projeto: Psicologia

Cursos integrados: Psicologia

Coordenador (a): Sandra Helena Mousinho Benevides

Colaboradores (as): Mônica Domingos Bandeira

Discentes: Alef Cordeiro da Costa Silva; Amanda Gleiciane de Lima Oliveira; Amos Batista
de Lucena Lima; Ana Zea Carneiro Henriques Cartaxo; Arlanny Evely de Albuquerque
C Ferreira; Clara Alves Medeiros; Dayana Pequeno de Oliveira; Débora Henrique da
Silva; Edphamela de França Maciel; Isla Cezzani Martins Batista da Silva; Joel Jonathan
Carvalho Tavares; Karla Karolayne Oliveira da Silva; Patricia Lima Diniz Albuquerque;
Renata Rayana Fernandes de Souza.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( x ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Projeto realizado no Centro Universitário de


João Pessoa (UNIPÊ), localizado na BR 230 - Km 22, Água Fria - CEP 58053-000 João
Pessoa – PB. As reuniões de supervisão são realizadas na sala 98 do bloco F (bloco de
psicologia), as intervenções são realizadas na clínica Escola de Psicologia da mesma
instituição.

Cronograma de execução do projeto: O projeto possui carga horária de 4 horas


semanais, sendo executado às quintas-feiras das 8 às 12 horas.

Resumo: O projeto de extensão propõe prestar atendimento às crianças com Transtorno


do Espectro Autista (TEA) e seus familiares. Este é vinculado ao curso de Psicologia do
Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ, coordenado pela Prof. Sandra Mousinho.

514
Objetivo: Prestar atendimento a criança com TEA e seus familiares.

Metodologia de execução: O projeto funciona nas quintas-feiras pela manhã, de 8 às


10h é realizado supervisão com a professora coordenadora e os alunos extensionistas,
de 10 às 12h são realizados atendimentos na Clínica Escola de Psicologia do UNIPÊ. O
projeto realiza treinamento e orientação para pais, atendimento individual e em grupo
de crianças com TEA.

Resultados alcançados/esperados: Como resultados alcançados, a extensão


promove conscientização aos pais, avaliação à criança autista e capacitação de
estudantes no contexto de intervenção ao autismo. A extensão pretende ainda iniciar
musicalização como processo de intervenção, e programa de mindfulness para a
criança autista.

Acervo fotográfico:

Fonte: Acervo dos autores.

515
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NA
PRÁTICA CLINICA
Período no qual o aluno pode participar: 4º ao 8º

Curso promotor do projeto: Psicologia

Cursos integrados: Não há.

Coordenador(a): Mary Ellen Valois de M. Cândido

Discentes: Patrícia Lima Diniz Albuquerque; Raissa Ester Maia de Barros; Eva Milena de
S. Mota; Isabele Pereira Priro; Felipe Fernandes da Silva; Landerson Carlos M. de Souza;
Vanessa dos Santos Silva; Rayanne dos Santos Sales; Sabryna Caroline A. Targino; Taís
Soares Andrade; Palloma Linhares Medeiros.

Nome completo do discente: Patrícia Lima Diniz Albuquerque

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica Escola de Psicologia do UNIPÊ.

Cronograma de execução do projeto: As supervisões e reuniões do projeto correm


todas as segundas-feiras das 16h às 18:30h, e os atendimentos acontecem todos os
dias da semana mediante a hora e dia agendado com o usuário, dando um total de 8h.

Resumo: O projeto, Avaliação Psicológica na Pratica Clinica que faz parte do curso
de psicologia, ocorre na Clínica Escola de Psicologia do UNIPÊ e tem a coordenação
da professora Mary Ellen Valois de M. Cândido. As supervisões e reuniões do projeto
correm todas as segundas-feiras das 17h às 18:30h, e os atendimentos acontecem
todos os dias da semana mediante a hora e dia agendado com o usuário. Os
atendimentos são destinados as toda a sociedade, estudantes e funcionários da
instituição. Em resumo, avaliação psicológica é considerada como um dos recursos
complementares para a formulação do diagnóstico. Além disso, se constitui em
importante dado para o processo psicoterápico. Sabe-se que na maioria das vezes
os clientes deixam de informar dados essenciais quando da realização de sua
anamnese. Assim, através de provas psicológicas pode-se descobrir informações

516
essenciais que irão facilitar o processo do psicodiagnóstico. Neste sentido a Clínica-
Escola de Psicologia do UNIPÊ visa o desenvolvendo de atividades para seus alunos,
com intuito de priorizar a avaliação psicológica como forma de aprendizagem, para
que conheçam e trabalhem com as principais provas psicológicas abrindo-se assim,
uma formação na área do psicodiagnóstico, favorecendo também, a sociedade uma
forma de atendimento gratuito, contribuindo, o UNIPÊ, com este programa de extensão
que a sociedade possa utilizá-lo. Neste trabalho desenvolve-se uma apresentação
sobre a avaliação psicológica, enfatizando sua importância e relevância para um
processo de encaminhamento e de ampliação do conhecimento da problemática
do ser. Para se efetivar o objetivo proposto, realizamos um levantamento sobre os
casos atendidos na instituição através de dados sócio demográficos, testes utilizados
e encaminhamentos feitos para o público atendido por este serviço. Situamos este
trabalho em uma exposição teórica citando a definição, contexto sócio histórico e
objetivos da avaliação psicológica no Brasil, como suas tendências e perspectivas
além de abordar aspectos sobre a ética e formação profissional necessários para se
desempenhar esta atividade. Esse projeto tem como objetivo principal, capacitar o
aluno para a realização da Avaliação Psicológica no contexto da psicologia clínica.
Ao encontros ocorrem de forma semanais com duração de 8h/a, com um total de 15
alunos do 4º ao 8º período que já cursou ou está cursando o componente curricular
referentes a Avaliação Psicológica I e II, onde os discentes tem suporte teórico através
de aulas expositivas dialogadas sobre o Processo da Avaliação Psicológica, bem como
os instrumentos que nela se aplica para fim de investigação diagnóstica, além de
instrumentos que não são aplicados no decorrer da graduação. Os instrumentos que
dão suporte a extensão são compostos por testes psicológicos que fazem rastreio do
nível das funções executivas, escolares e de personalidade, bem como anamneses,
escalas, inventários utilizados para o mesmo fim. Os discentes também participam de
discursões sobre os estudos de casos com a supervisão da professora orientadora/
coordenadora do projeto, onde são discutidas as principais queixas dos casos,
avaliação de quais instrumentos serão utilizados, bem como a correção e avaliação
destes instrumentos, por fim é elaborado o laudo psicológico de cada paciente. Os
atendimentos aos usuários são realizados de forma individual, sendo um discente
aplicador e um observador para cada usuário. Um dos principais resultados é capacitar
os discentes no processo da Avaliação Psicológica (AP), bem como fornecer auxilio
psicodiagnóstico a comunidade em geral. Como o projeto ocorre em um senário de
clinica escola, ele beneficia a comunidade, estudante e funcionários da instituição. São
atendidos por semestre mais de 20 usuários, que ao final do processo são beneficiados
com o psicodiagnóstico e encaminhamento pra o tratamento necessário. Desde o seu
início em 2003, já foram atendidos mais de 100 usuários, sendo entre eles crianças,

517
jovens e adultos de João Pessoa e municípios. Nesse interim, o projeto capacita
os discentes de forma teórica e prática e beneficia a comunidade de forma geral.
Onde já tiveram diagnósticos de: Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade;
Transtorno de Conduta; Ansiedade; Retardo Mental; Hiperatividade; Transtorno de
Personalidade; detectando também traumas emocionais e comportamentais que
dificultavam o bem estar e convívio dos usuários. No qual após o processo puderam
ser encaminhados para tratamento adequado, afim de receber suporte necessário
para desenvolver melhor suas habilidades e com isso ter uma vida mais funcional.
Espera-se continuar com esse trabalho para que se possa desenvolver cada vez mais
benefícios par a comunidade e aprendizado que ultrapassam as barreiras das salas
de aula, proporcionando aos discentes uma prática fundamental para sua formação
como futuros psicólogos.

Objetivo: Capacitar o aluno para a realização da Avaliação Psicológica no contexto da


psicologia clínica.

Metodologia de execução: O projeto de extensão tem encontros semanais com


duração de 8h/a, com um total de 15 alunos que já cursou ou está cursando o
componente curricular referentes a Avaliação Psicológica I e II, onde os discentes tem
suporte teórico através de aulas expositivas dialogadas sobre o Processo da Avaliação
Psicológica, bem como os instrumentos que nela se aplica para fim de investigação
diagnóstica, além de instrumentos que não são aplicados no decorrer da graduação.
Os instrumentos que dão suporte a extensão são compostos por testes psicológicos
que fazem rastreio do nível das funções executivas, escolares e de personalidade, bem
como anamneses, escalas, inventários utilizados para o mesmo fim. Os discentes
também participam de discursões sobre os estudos de casos com a supervisão da
professora orientadora/coordenadora do projeto, onde são discutidas as principais
queixas dos casos, avaliação de quais instrumentos serão utilizados, bem como a
correção e avaliação destes instrumentos, por fim é elaborado o laudo psicológico
de cada paciente. Os atendimentos são realizados de forma individual, sendo um
discente aplicador e um observador para cada usuário.

Resultados alcançados/esperados: Um dos principais resultados é capacitar os


discentes no processo da Avaliação Psicológica (AP), bem como fornecer auxilio
psicodiagnóstico a comunidade em geral. Como o projeto ocorre em um senário de
clinica escola, ele beneficia a comunidade, estudante e funcionários da instituição. São
atendidos por semestre mais de 20 usuários, que ao final do processo são beneficiados
com o psicodiagnóstico e encaminhamento pra o tratamento necessário. Desde o seu
início em 2003, já foram atendidos mais de 100 usuários, sendo entre eles crianças,

518
jovens e adultos de João Pessoa e municípios. Nesse interim, o projeto capacita
os discentes de forma teórica e prática e beneficia a comunidade de forma geral.
Onde já tiveram diagnósticos de: Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade;
Transtorno de Conduta; Ansiedade; Retardo Mental; Hiperatividade; Transtorno de
Personalidade; detectando também traumas emocionais e comportamentais que
dificultavam o bem estar e convívio dos usuários. No qual após o processo puderam
ser encaminhados para tratamento adequado, afim de receber suporte necessário
para desenvolver melhor suas habilidades e com isso ter uma vida mais funcional.
Espera-se continuar com esse trabalho para que se possa desenvolver cada vez mais
benefícios par a comunidade e aprendizado que ultrapassam as barreiras das salas
de aula, proporcionando aos discentes uma prática fundamental para sua formação
como futuros psicólogos.

519
CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE
UMA ESCALA PARA AVALIAÇÃO
DAS HABILIDADES SOCIAIS
Curso promotor do projeto: Psicologia

Cursos integrados: não se aplica

Coordenadora: Charlene Nayana Nunes Alves Gouveia

Colaboradores(as): Silvana Queiroga da Costa Carvalho Ventura

Discentes: Aline Nascimento dos Santos Silva; Maria Paula de Aguiar Fracasso; Amanda
Gleiciane de Lima Oliveira; Jorge Alisson Duarte Landim; Afonso Henrique Anjos de Melo;
Ana Luiza Batista Reinaldo; Thayna de Farias Silva; Bruno Lins da Silva; Lucas Firmino
do Nascimento; Alef Cordeiro da Costa Silva; Rayanne Galdino Guimarães; Waleska
Karla Ramos de Macêdo; Karla Karolayne Oliveira da Silva

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Comunidade acadêmica

Local onde o projeto se desenvolve: As reuniões acontecem na sala 95 do bloco F


do Centro Universitário de João Pessoa. A coleta dos dados será realizada nas salas de
aula da mesma instituição, assim como em outras instituições de ensino superior da
Paraíba e de outros estados.

Cronograma de execução do projeto: sextas-feiras, das 16h30 às 17h30.

Resumo: As habilidades sociais são classes de comportamentos existentes no


repertório do indivíduo que compõem um desempenho socialmente competente.
Atualmente, verifica-se a escassez de instrumentos de uso livre e gratuito para
avaliação das habilidades que abordem todas as dimensões desse construto. Este
projeto visa construir uma escala válida e precisa para avaliação das habilidades sociais.
O instrumento será construído com base no modelo de construção baseado nos três
polos (teórico, empírico, analítico), elaborado por Pasquali (1999). No polo teórico, será
enfocada a teoria acerca do construto e a construção dos itens do instrumento. No polo
empírico, será realizada a coleta de dados com o novo instrumento. Por fim, no polo
analítico, serão estabelecidos os procedimentos de análises estatísticas dos dados, a

520
fim de reunir evidências acerca dos parâmetros psicométricos, tais como validade de
construto e consistência interna (precisão). Espera-se como resultado a construção
de uma escala de avaliação das habilidaes sociais válida, precisa, gratuita, resumida e
autoaplicável, que possa ser utilizada amplamente pela comunidade científica.

Objetivo: Objetiva-se construir uma escala válida e precisa para avaliação das
habilidades sociais dos universitários.

Metodologia de execução: A construção do instrumento será realizada com base


no modelo dos três polos (teórico, empírico, analítico), elaborado por Pasquali (1999).
Na fase do domínio teórico, participarão 5 representantes da população alvo, que
comporão o grupo focal. Na fase do domínio empírico, será realizada a aplicação da
versão preliminar com amostra-piloto 150 participantes. Todos serão selecionados
pela técnica de amostragem não probabilística por conveniência, sendo incluídos
os participantes que aceitem colaborar com o estudo e excluídos os participantes
menores de 18 anos.

Serão utilizados como instrumentos um questionário para traçar o perfil


sociodemográfico dos participantes; uma ficha de avaliação de itens será encaminhada
para os especialistas para a análise de juízes; e o novo instrumento, construído neste
estudo, que contemplará todos os domínios do construto de interesse.

Os instrumentos serão respondidos individualmente, após a explanação do objetivo


da pesquisa e da garantia do anonimato e da confidencialidade das respostas.
Serão obedecidas todas as recomendações referentes à pesquisa envolvendo seres
humanos, conforme a resolução nº 466/12 do CNS/MS.

No polo teórico, serão realizados estudos sobre a teoria pertinente as habilidades


sociais, a fim de construir a definição operacional do construto. Em seguida, com base
na definição operacional, serão construídos os itens que potencialmente comporão
o instrumento. Estes serão encaminhados para a avaliação dos juízes (validade de
conteúdo), que receberão uma ficha de avaliação onde julgarão cada item como bom,
regular ou ruim. Serão mantidos no instrumento os itens que forem unanimemente
julgados como bons. Posteriormente, os itens serão levados para apreciação por
grupo focal (validade semântica e aparente), onde os participantes irão relatar como
eles compreendem cada item e os pesquisadores irão julgar se a compreensão
corresponde a ideia original do item. Após esse procedimento, serão feitos os ajustes
necessários para adequação da semântica dos itens.

Passando-se para o polo empírico, será realizada a aplicação da versão preliminar do


instrumento com uma amostra piloto. Este estudo possibilitará a análise preliminar

521
das propriedades psicométricas da escala. Conforme estes resultados, novos
ajustes poderão ser feitos, tais como exclusão ou acréscimo de itens, alteração no
escalonamento ou no formato das respostas, etc. Depois destes ajustes, o instrumento
será aplicado na amostra a que se destina para, em seguida, serem realizados os
procedimentos do polo analítico.

Nesta etapa, serão realizadas as análises estatísticas dos dados. Com estas análises
será possível verificar a estrutura fatorial da escala (validade de construto), assim
como a consistência interna do instrumento (fidedignidade). Por fim, a partir dessas
análises, serão escolhidos os itens que, de fato, formarão o novo instrumento e
excluídos aqueles que apresentarem características psicométricas insuficientes.

Para verificar evidências de validade de construto, será procedida uma análise


fatorial, com o objetivo de identificar a dimensionalidade do instrumento de medida,
assim como a contribuição dos itens para cada fator. Será realizada uma análise
fatorial exploratória, através da técnica Análise Fatorial Comum (AFC), para verificar
a dimensionalidade da escala. Posteriormente, será realizada uma análise fatorial
confirmatória, por meio da técnica de Modelagem por Equação Estrutural, a fim de
confirmar a estrutura teórica proposta. A fim de verificar a precisão da medida, os
dados serão submetidos à análise da técnica alfa de Cronbach. As análises serão
processadas por meio do programa SPSS, AMOS e MPlus.

Resultados alcançados/esperados: Estão sendo desenvolvidas as ações referentes


ao polo teórico para construção da definição operacional do construto. Até o final
do semestre, espera-se a concluir a análise das entrevistas com grupo focal e a
elaboração dos itens preliminares, para que sejam encaminhados para análise dos juízes.

Espera-se como resultado final a construção de uma escala de avaliação das


habilidaes sociais válida, precisa, gratuita, resumida e autoaplicável, que possa ser
utilizada amplamente pela comunidade científica.

Acervo fotográfico:

Figura 1: Modelo utilizado para construção e validação da escala.

522
Figura 2: Primeiro encontro com alunos participantes da pesquisa.

Figuras 3: Discussão teórica sobre as Habilidades Sociais

523
“ESCUTA AMPLIADA E
ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL
ÀS MÃES DE BEBÊS
COM MICROCEFALIA EM
CONSEQUÊNCIA DO VÍRUS ZIKA”
Curso promotor do projeto: Psicologia

Cursos integrados: Fisioterapia, Fonoaudiologia, Enfermagem e Odontologia (Programa


de Atenção Integrada a Bebês com Microcefalia)

Coordenador(a): Profa. D.ra. Francisca Marina de Souza Freire Furtado

Discentes extensionistas: Ingrid Mayara da Silva Leite; Jhaimyson Soares dos Santos;
Mayara Monique de Almeida Santos.

Público alvo Beneficiários do projeto: Mães de bebês com microcefalia

Local onde o projeto se desenvolve: Clínica-Escola de Fisioterapia do Unipê. Bloco G.


Água Fria, João Pessoa - PB, 58033-455.

Cronograma de execução do projeto: Encontros semanais, às segundas-feiras, das


14:40 às 16:20.

Resumo: No Brasil, o aumento no número de casos de microcefalia em bebês em


decorrência da infecção pelo vírus da Zika tem se mostrado fator de preocupação
e desafio para os pesquisadores e profissionais da saúde, mas, sobretudo, para as
famílias – em especial, as mães - as quais têm vivenciado uma rotina excessiva de
exames, consultas, visitas aos serviços de saúde e cuidados diários aos bebês, a maioria
com dedicação exclusiva. Neste cenário, vários são os fatores de vulnerabilidades que
podem estar permeando este processo mãe-bebê-cuidados, podendo ser fonte de
angústia, estresse e esgotamento, resultando em sofrimento mental materno.

Objetivo: Entendendo a importância do cuidado interdisciplinar em saúde, objetivou-


se oferecer espaço de diálogo e escuta ampliada às mães de bebês com microcefalia

524
atendidos na Clínica-Escola de Fisioterapia do Unipê, visando melhorias em sua saúde
mental e na sua qualidade de vida.

Metodologia: As atividades de extensão fazem parte do Programa de Atenção Integrada


a Bebês com Microcefalia, programa de intervenção interdisciplinar realizado no Centro
Universitário de João Pessoa/ UNIPÊ, no qual fazem parte os cursos de Fisioterapia,
Fonoaudiologia, Enfermagem, Odontologia e Psicologia. As atividades tiveram início no
semestre 2018.1, quando o curso de Psicologia passou a integrar o projeto. Os encontros
são realizadas por meio do diálogo e da reflexão promovida em grupos-operativos
em saúde, tendo por finalidade a escuta ampliada às demandas e necessidades
apresentadas pelas mães de bebês com microcefalia. Dentre as temáticas trabalhadas
estão: a rotina das mães; o autocuidado; as relações interpessoais e afetivas; dinâmica
familiar; expectativas e projetos de vida. As atividades acontecem na Clínica-escola
de Fisioterapia do Unipê, semanalmente, às segundas-feiras, das 14:20 às 16:20, no
horário em que os bebês estão em atendimento com os demais profissionais de
saúde envolvidos no projeto. Atualmente, estão em acompanhamento 06(seis) mães.

Resultados esperados/alcançados: Apesar de dificuldades iniciais relacionadas


à formação, estruturação e coesão do grupo, considerando a especificidade da
maternidade no contexto da microcefalia e as vulnerabilidades em saúde, as atividades
têm permitido avaliar e agir sobre aspectos que interferem na saúde mental destas
mães, possibilitando traçar estratégias que permitem auxiliá-las no seu autocuidado
e no cuidado dos seus filhos, prevenindo o sofrimento e promovendo sua saúde.
Ademais, também têm contribuído com a qualificação interdisciplinar dos estudantes
de Psicologia para lidar com este público, além de possibilitar reflexões para a
construção, atualização e efetivação de ações de intervenção direcionadas para esta
parcela da população.

525
EXTENSÃO EM
PSICOLOGIA JURÍDICA
Período no qual o aluno pode participar:a partir do 7º (sétimo) período

Curso promotor do projeto: Psicologia

Cursos integrados: Não há.

Coordenador(a): Ms Elvira Daniel Rezende

Colaboradores(as): Drª Daniela Heitzmann Amaral Valentim de Sousa; Ms Ivana Suelly


Paiva Bezerra de Melo

Discentes: Ana Kalline Soares Castor; Cynthia Rafaela Souza Mendonça; Diana Gomes
da Silveira Gondim; Emanuella Henriques Souto Maior; Iorhanna Camily Guedes da
Silva; Lenildo do Nascimento Nunes; Luana Antero da Silva; Maressa Marques da Costa;
Maria Josenilda Avelino da Nóbrega Moreira; Mayara Monique de Almeida Santos; Mônica
Félix de Brito; Tainá Maia Barros.

Público alvo Beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( X )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( X ) Outros, Quais? Poder Judiciário

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto se desenvolve em dois momentos


distintos: atendimento interno (realizado na Clínica Escola de Psicologia da Unipe,
localizada no bloco F do Campus do Centro Universitário de João Pessoa/PB, Br 230,
Km 22, Água Fria, João Pessoa/PB) e atendimento externo (realizado nas instalações da
ONG Aldeias Infantis SOS Brasil, localizada na Av. Hilton Souto Maior, nº 555, Mangabeira,
João Pessoa/PB). As supervisões e discussões teóricas ocorrem na sala 96, do bloco F
do Campus do Centro Universitário de João Pessoa/PB, Br 230, Km 22, Água Fria, João
Pessoa/PB.

Cronograma de execução do projeto: As discussões teóricas e supervisões


acontecem às segundas-feiras, no período das 17h00 às 19h00, na sala 96 do bloco
F do Centro Universitário de João Pessoa – Unipe. O atendimento externo ocorre
sempre às sextas-feiras, das 08h30 às 11h30. Por sua vez, o atendimento interno é
agendado segundo a disponibilidade de salas da Clínica Escola, em conjunto com as
possibilidades do discente e do usuário que será atendido, de acordo com o horário

526
de funcionamento normal da Clínica, qual seja, das segundas às sextas, das 09h00
(primeiro atendimento) às 21h00 (último atendimento).

Resumo: A Psicologia Jurídica é uma área de especialização do profissional de


psicologia, cujas atribuições envolvem a atuação no âmbito da Justiça e de instituições
governamentais e não governamentais que trabalham com pessoas em conflito com
a lei. O psicólogo jurídico utiliza dos conhecimentos próprios à sua área de formação
profissional de modo a contribuir para a promoção dos direitos humanos, a prevenção
da violência e a construção da cidadania. O núcleo de Psicologia Jurídica atende, pois,
à demandas encaminhadas pelo Poder Judiciário (especialmente Varas de Família e
da Infância e Juventude), Conselhos Tutelares, Aldeias Infantis SOS, oferecendo escuta
especializada, avaliação psicológica, acompanhamento e atendimento a família e a
seus membros individualmente, elaboração de laudos, pareceres, informes, relatórios
e mediação familiar.

Objetivo: O objetivo geral da Extensão em Psicologia Jurídica é oferecer ao público


em conflito com a lei serviço especializado de acolhimento, escuta e intervenções no
sentido de promover uma maior qualidade de vida aos envolvidos com as questões
legais. Como objetivos específicos destacam-se: auxiliar o discente à apropriar-se das
técnicas e estratégias próprias à transformação de conflitos; oferecer atendimentos
em sessões individuais e conjuntas à famílias em conflito de forma a permitir
que estas restabeleçam vínculos de comunicação; contribuir para a promoção da
saúde de infantes e adolescentes em situação de retorno à família após período de
institucionalização.

Metodologia de execução: O projeto desenvolve-se em três fases que ocorrem


simultaneamente. A primeira fase envolve uma preparação teórica através da
leitura, fichamentos e discussões de conteúdos previamente selecionados pelas
orientadoras, que abordam a Psicologia Jurídica, bem como de treinamento prático
acerca da atuação no estágio externo. A segunda fase é realizada nas Aldeias Infantis
SOS Brasil, sempre às sextas feiras no período da manhã: os alunos participantes
são organizados em duplas de atuação que ficam responsáveis pelo atendimento
de famílias inteiras. Especificamente nessa fase externa, é desenvolvido um projeto
denominado Fazendo Minha História, que envolve a criação de um ‘álbum’ de recortes,
desenhos, imagens, fotografias e demais itens que contem a história da família,
propiciando uma visão prospectiva concernente ao que pode ser feito favoravelmente
por cada membro da família. Por fim, a terceira fase envolve o atendimento interno,
através da escuta especializada individual e/ou conjunta e da aplicação de técnicas
próprias de comunicação e transformação de conflitos. Entre as técnicas supra

527
mencionadas, destacam-se o estabelecimento de rapport, a escuta ativa, perguntas
sem julgamento, reciprocidade escuta-fala, prioridade à questão relacional e validação
de sentimentos com empatia. De tal modo, observa-se que o Núcleo de Psicologia
Jurídica oferece catálogo de serviços de referência precipuamente em conexão com
as Varas de Família, Infância e Juventude, Conselhos Tutelares e Aldeias Infantis SOS
Brasil.

Resultados alcançados/esperados: A título exemplificativo, apresenta-se os dados


relativos ao semestre 2017.2. Com relação ao estágio interno realizado na Clínica
Escola: o processo seletivo foi realizado no mês de agosto, sendo aprovados seis
estagiários. No mês de setembro foram realizados 4 (quatro) encontros de discussão
teórica, sempre às segundas. Tais encontros prosseguiram durante todo o semestre.
Os atendimentos ao público iniciaram no mês seguinte (outubro) e foram finalizados
em dezembro. Foram atendidos 15 (quinze) usuários, em um total de 55 (cinquenta
e cinco) sessões, perfazendo uma média de 18 (dezoito) atendimentos por mês.
Ademais, foram computadas 3 (três) faltas dos usuários. Com relação ao estágio
externo, realizado nas Aldeias Infantis SOS Brasil, seguem os dados: foram atendidas
3 (três) famílias, perfazendo o total de 15 (quinze) usuários. Foram realizados 14
(quatorze) atendimentos. O semestre foi finalizado com um encontro entre todos os
participantes do projeto. Diante dos dados apresentados, e em razão do contínuo
aumento da demanda, optou-se por abrir novas vagas para estagiários. No semestre
de 2018.1, por exemplo, foram aprovados 11 (onze) estagiários. Estima-se que o número
de usuários atendidos tenha aumento proporcional.

528
Acervo fotográfico:

Figura 1: Reunião de treinamento do Projeto Fazendo Minha História, com a participação dos membros
das Aldeias Infantis SOS Brasil.
Fonte: Projeto.

Figura 2: Visita de equipe às instalações das Aldeias Infantis SOS Brasil.


Fonte: Projeto.

529
Figura 3: Parte da equipe reunida para a discussão teórica e elaboração de estratégias de atuação.
Fonte: Projeto.

530
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL
Curso promotor do projeto: Psicologia

Coordenador: Fernando Guimarães de Menezes

Discente:Diana Gomes da Silveira Gondim;Thales Ambrósio da Silva Ribeiro; Juliana


Machado Franco; Helisa Oliveira Pereira de Souza; Brenda Priscilla Farias Soares; Renata
de Almeida Maia Pereira; Grazyelly Kelly de Lima Souza; Maria Rafaella Saturnino.

Público alvo beneficiários do projeto: ( x ) alunos UNIPÊ ( x ) comunidade ( x )


funcionários e colaboradores- UNIPÊ ( ) Outros, Quais? ___________

Local onde o projeto se desenvolve: Clinica de Psicologia da UNIPÊ.

Cronograma de execução do projeto: O projeto e desenvolvido todas as sexta-feira


manhã 09:00 as 11:00 e tarde 14:40 as 16:40

Resumo: O projeto em tela pretende desenvolver processo de atendimento a


comunidade no âmbito da orientação vocacional. Ofertado pelo curso de psicologia
do Centro Universitário de João Pessoa, cuja configuração pleiteia atender alunos no
fluxo normal de escolaridade bem como os que pretendem ampliar suas experiências
escolares (ex-alunos), de diversos bairros da cidade de João Pessoa e alunos do UNIPÊ
no papel de extensionistas, ampliando seu processo de profissionalização no campo
da psicologia. Os procedimentos técnicos envolvem aplicação de testes psicológicos
validos de acordo com as Lei 4119/62 (que regulamenta a formação e a atuação do
psicólogo) e a resolução CFP nº 002/2003, os referidos testes psicológicos constituem
instrumentos úteis no aprofundamento e potencialização do conhecimento dos
alunos para o processo da orientação vocacional tais como: questionários, dinâmicas
de grupo. O atendimento acontece em grupos ou individual durante 5(cinco) encontros
com duração de 2(duas) horas cada, totalizando dez horas. Esse projeto pretende
atuar na definição profissional desses alunos no tocante ao conhecimento pessoal
contribuindo para uma boa escolha profissional. As atividades tiveram o intuito de levar
estes jovens a encontrar sua identidade profissional e construir um projeto de vida
baseado na sua vocação e seus interesses. Ao escolher mais adequadamente uma
carreira profissional estes jovens estarão proporcionando a se mesmo um repensar
de suas vidas e um planejamento de sua futura transição escola-trabalho. Conclui-se

531
que estes adolescentes tiveram uma nova reflexão e discussão sobre suas metas a
serem alcançadas em suas próprias vidas.

Palavras-chave: orientação vocacional; atendimento a comunidade; orientação;


vocação.

Objetivos: Prestar atendimento à comunidade em orientação vocacional.


Oferecer estágio no campo da extensão para alunos do curso de psicologia.

Metodologia de execução:

Preparação dos alunos extencionista em relação a parte teórica e pratica da orientação


vocacional.

• Leitura de manuais dos testes psicológicos aplicados a orientação vocacional.


• Vivencia de prática da orientação com os alunos

1º encontro: Entrevista com os clientes


2º encontro: vivências de testes psicológicos e dinâmicas de grupo
3º encontro: vivências de testes psicológicos e dinâmicas de grupo, questionários.
4º encontro: vivências de testes psicológicos e dinâmicas de grupo
5º encontro: entrevista de devolução.

Resultados alcançados/esperados: Alunos do UNIPÊ: Alunos capazes de desenvolver


projetos para uma orientação vocacional.

Clientes: com mais informações a respeito da sua decisão profissional.

Acervo fotográfico: Não é possível de apresentação

Referencias blibliográficas

BOCK, Ana Mercês Bahia./ et al./ A escolha profissional em questão. 2 ed., São Paulo:
Casa do Psicólogo, 2002.

Bohoslavsky, R. (1993). Orientação vocacional: a estratégia clínica. 9 ed. São Paulo:


Martins Fontes.

BOHOSLAVSKY, R. Orientação vocacional: A estratégia clinica. São Paulo: Martins


Fonte. 1977.

532
PROGAMA DE ESTIMULAÇÃO
COGNITIVA E SOCIO EMOCIONAL
A PESSOA IDOSA IDOSO EM
SITUAÇÃO ASILAR
Período no qual o aluno pode participar: A partir do 4º período

Curso promotor do projeto: Psicologia

Coordenadora: Regina Irene Diaz M. Formiga

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Associação Metropolitana de Erradicação da


Mendicância (AMEM), localizada na BR 230, Mata da AMEM, município de Cabedelo – PB.

Cronograma de execução do projeto: Terças das 08:00 as 11:00

Colaboradores(as): Alanna Virgínia Andrade da silva; Gean Lucas de Pontes; Haendel


Morais de Oliveira; Jessica Jacob de Miranda Leite; Kaline Ferreira Gomes; Kisia Rebeca
Alves Pontes; Liliane Alves Pontes; Rafaela de Paiva Chianca Dias; Rayanne dos Santos
Sales; Sabryna Caroline Alves Targino.

Resumo: O aumento da expectativa de vida, provocado pelo declínio nas taxas de


fecundidade e de mortalidade promoveram uma mudança na base demográfica das
nações. O processo de envelhecimento populacional deixou de ser característica dos
países centrais e passou a ser também realidade dos países periféricos. Em meio a
essa realidade, torna-se instigante entender as várias dimensões que envolvem essa
fase do desenvolvimento humano e principalmente desconstruir as crenças de que
o avanço da idade traz apenas prejuízos e patologias. O curso de Psicologia do Centro
Universitário – UNIPE, desde 1999, promove um programa de estimulação cognitiva
sócio emocional a pessoa idosa que objetiva estimular as funções cognitivas, visando
melhoria nos processos psíquicos, e na agilidade mental. O programa é desenvolvido
semanalmente em uma Instituição de Longa Permanência da região metropolitana
de João Pessoa – PB. A metodologia utilizada é fundamentada em atividades de

533
estimulação cognitiva, reflexões da história de vida, escuta psicológica individual
e grupal. Constatamos assim, que as pessoas idosas que participam efetivamente
do programa apresentaram melhora na comunicação verbal inter e extra grupal,
preservação da memória semântica e procedimental, melhor adaptação ao contexto
institucional e melhora nas relações sociais. Resultando em ganho qualitativo, tanto
para os alunos envolvidos, quanto para as pessoas idosas participantes e para a
sociedade, que futuramente terá profissionais humanizados e melhor habilitados para
atender esse segmento populacional que cresce continuamente.

Palavras-chave: Estimulação cognitiva, Pessoa idosa, Envelhecimento.

Entendemos que cada pessoa envelhece de uma maneira, que cada pessoa é única
e que o envelhecimento é apenas mais uma fase de desenvolvimento normal, sendo,
portanto, as atividades desenvolvidas, considerando sempre as diferenças individuais.

534
A participação do grupo é livre e semi dirigida ocorrendo por meio da aprendizagem
colaborativa.

535
É indispensável fazer um levantamento dos tipos de atividades e ferramentas utilizadas
para a estimulação cognitiva que serão contempladas durante todo o processo.

O alongamento corporal realizado sempre no inicio da atividade favorece a integração


grupal e auxilia na realização das atividades de estimulação cognitiva.

536
Atividades direcionadas para reflexões da história de vida e a escuta psicológica
individual e grupal, oportunizam a pessoa idosa uma melhora nas relações sociais.

A metodologia utilizada é fundamentada no apoio psicológico e escuta, em reflexões


da história de vida de cada participante, em técnicas de estimulação cognitiva e oficinas
criativas. Constatamos que essa experiência tem contribuído para formação dos
acadêmicos como cidadãos éticos e críticos, despertando a responsabilidade
social enquanto estudantes e futuros profissionais. Em relação à população
atendida verificamos uma melhora na comunicação inter e extra grupal
dos idosos, melhor adaptação ao contexto asilar; aumento da auto-estima; melhora
nas relações sócio emocionais entre os idosos, entre os idosos e os funcionários e/ou
cuidadores. Portanto, consideramos que as atividades desenvolvidas pelo projeto
tem tido um ganho qualitativo, tanto para os alunos envolvidos, quanto
para os idosos participantes e para a sociedade, que futuramente ter A
metodologia utilizada é fundamentada no apoio psicológico e escuta, em reflexões da
história de vida de cada participante, em técnicas de estimulação cognitiva e oficinas
criativas. Constatamos que essa experiência tem contribuído para formação dos
acadêmicos como cidadãos éticos e críticos, despertando a responsabilidade
social enquanto estudantes e futuros profissionais. Em relação à população
atendida verificamos uma melhora na comunicação inter e extra grupal
dos idosos, melhor adaptação ao contexto asilar; aumento da auto-estima; melhora
nas relações sócio emocionais entre os idosos, entre os idosos e os funcionários e/ou
cuidadores. Portanto, consideramos que as atividades desenvolvidas pelo projeto
tem tido um ganho qualitativo, tanto para os alunos envolvidos, quanto para
os idosos participantes e para a sociedade, que futuramente ter

537
RECONSOLIDAÇÃO DE MEMÓRIA
E PSICOTERAPIA: UMA REVISÃO
SISTEMÁTICA
Período no qual o aluno pode participar: 6° Período

Curso promotor do projeto: Psicologia

Cursos integrados: não há

Coordenador: Ismael Ferreira da Costa

Colaboradores (as): Afonso Henrique Anjos de Melo, Amanda Gleiciane de Lima


Oliveira, Edja Fernanda M. Maia, Felipe Fernandes da Silva, Joel Jonathan Carvalho
Tavares, Josenilson Gonçalves Batista, Landerson Carlos Martins de Souza e Maressa
Marques da Costa.

Público alvo beneficiários do projeto: ( X ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: O projeto é desenvolvido na sala F98 do bloco G.

Cronograma de execução do projeto: As reuniões ocorrem todas as quartas-feiras,


às 17:00 horas.

Resumo: Um dos elementos mais centrais e relevantes a serem manuseados em


psicoterapia são as memórias. Em modelos cognitivos de terapia a reestruturação
de elementos mnemônicos é um de seus principais objetivos, imprescindível para
uma real efetividade no processo psicoterápico. Os conhecimentos produzidos
atualmente no campo de estudos das neurociências têm possibilitado uma melhor
compreensão dos aspectos neurobiológicos relacionados a mudança de memórias
previamente consolidadas, processo denominado de reconsolidação, que tem levado
ao desenvolvimento de propostas teóricas que atribuem significativa importância a
reconsolidação no tratamento de diversos transtornos mentais. O objetivo deste estudo
é reunir evidências que fundamentem o processo de reconsolidação de memórias e
suas possíveis implicações em contexto psicoterápico. O estudo foi realizado a partir
de uma revisão sistemática nas bases de dados Pubmed, Sciencedirect e Web of

538
Science com os descritores: memory reconsolidation AND (psicotherapy OR therapy),
as buscas foram realizadas por três grupos de juízes, foram selecionados artigos sem
limite de tempo para o ano de publicação e sem restrição de idioma, tendo como
amostra humanos e sem limite de idade da amostra. O estudo está em andamento,
no momento as buscas dos artigos nas bases de dados foi finalizada, sendo iniciada a
leitura integral dos 41 artigos selecionados. Espera-se ao fim da revisão expor evidências
acerca de processos de reconsolidação de memória em processos terapêuticos e
compreender quais os mecanismos que possibilitam a ocorrência desse fenômeno
em contexto clínico, identificando meios de manejá-lo na prática psicoterápica.

539
SERVIÇO DE ESCUTA AO
ADOLESCENTE INFRATOR NUMA
VISÃO FENOMENOLÓGICA-
EXISTENCIAL
Período no qual o aluno pode participar: A partir do 5º período

Curso promotor do projeto: Psicologia

Coordenadora: Maria Jozina Ferreira

Público alvo Beneficiários do projeto: ( ) alunos – UNIPÊ, ( X ) Comunidade, ( )


funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Centro Socioeducativo Edson Mota (CSE) -


Localizado em mangabeira, município de João Pessoa – PB.

Cronograma de execução do projeto: Terças e quintas das 08:00 as 12:00 horas

Colaboradores(as): Bianca Martins Bezerra, Brenda Priscila Farias Soares, Carina


Fabrício Ferreira, Cyntihia Borges Luiz, Carolina Vilar Queiroz, Ellayne Cristina de Andrade
Meira, Ellis Nara Oliveira Nascimento Mangabeira, Gean Lucas de Pontes Silva, Gabriela
Cabral Vieira, Geremias Alves da Silva Júnior, Gracilene da Silva Varelo Bonfim, Jéssica
Medeiros Paulino, Judy Ellen Araújo de Brito, Jonas Augusto Félix dos Santos, Matheus
Rei Soares Sousa, Mônica Félix de Brito, Paloma Barbosa da Silva, Paula Denize Gomes
de Lira, Renata de Almeida Maia Pereira, Reginaldo da Silva, Roberta Cristina Pinheiro da
Silva, Waleska Karla Ramos de Macedo.

Por ser o adolescente o objeto de estudo deste projeto impõe-se à importância


de entendê-lo no contexto de suas relações. Sendo este indivíduo um ser que se
encontra em fase de desenvolvimento e que, na vivência de suas perdas infantis,
passa por momentos de grandes oscilações, levando-o muitas vezes, a apresentar
comportamentos que fogem dos padrões, passando a ser considerado “delinquente”.
Muitos desses comportamentos são apenas respostas a essas mudanças que
ocorrem de forma brusca, necessitando de acompanhamento e assistência na
recondução de suas práticas e sobrevivência no contato social. O Público alvo são

540
os adolescentes em conflito com a lei que estão sob medida sócio-educativa de
internação. As ações realizadas são escutas individuais e grupais. Nos atendimentos
individuais, trabalhamos exercitando as condições facilitadoras propostas por Rogers:
congruência, empatia e aceitação incondicional. Nos atendimentos grupais, utilizamos
à técnica dos grupos operativos de Pichon Riviére, que consiste em promover um
processo de aprendizagem, que nessa concepção é sinônimo de mudança. Nessa
proposta, trabalhamos algumas temáticas no sentido de desenvolver alguns fatores
de prevenção, como: autoestima, juízo crítico, plano de vida e criatividade, capacidade
essa que se desenvolvidas grupalmente poderão se tornar fatores protetores de
risco, nos quais esses jovens estão expostos. A técnica tem favorecido na promoção,
prevenção e atenção à saúde integral do adolescente.

Palavras-chave: Adolescentes, medidas sócio-educativas, ato infracional.

Trabalhando as relações familiares – Dia da família

Trabalhando as relações familiares – Dia da família

541
TREINAMENTO DE HABILIDADES
SOCIAIS EM ESTUDANTES
UNIVERSITÁRIO DE PSICOLOGIA
Curso promotor do projeto: Psicologia

Cursos integrados: Não se aplica

Coordenador(a): Silvana Queiroga da Costa Carvalho Ventura

Colaboradores(as): Charlene Nayana Nunes Alves Gouveia

Discentes: Pedro Mendes Neto, Andressa Ferreira Souto Maior, Andresa Von Szabo
Medeiros, Bruno Sbruzzi, Catiuce Cardoso de Souza, Dommenique Carvalho de
Lacerda, Liliane Alves Pontes, Angelina Dias de Araújo, Adriana Carla Costa Dunda,
Evelyn Vitória Ferreira Bustorff Quintão, Estér Fernandes Lima Ramos, Lúcia Antony
Gomes de Matos Andrade, Isabella Oliveira dos Santos e Tamires Ferreira Gouveia

Público alvo Beneficiários do projeto: ( x ) alunos – UNIPÊ, ( ) Comunidade,


( ) funcionários e colaboradores – UNIPÊ ( ) Outros, Quais?

Local onde o projeto se desenvolve: Os encontros acontecem na sala 75, do bloco D,


do Centro Universitário de João Pessoa.

Cronograma de execução do projeto:

O projeto ocorre na segunda-feira das 16h30 as 17h30.

Resumo:

Objetivo: Promover nos estudantes universitários o aperfeiçoamento do seu repertório


de habilidades sociais, por meio do treinamento das habilidades sociais (HS), como
forma de auxiliá-los para a vida acadêmica e profissional.

Metodologia de execução: O projeto de extensão é dividido em 12 encontros,


sendo dois deste destinados a aplicação de ferramentas pré-teste e pós-teste para
mensuração das habilidades sociais (Inventário de Habilidades Sociais, Escala de

542
Assertividade versão brasileira – Rathus, Escala de Ansiedade de Hamilton e Escala de
Agressividade) e os outros 10 encontros destinados a aplicação do protocolo.

Os temas abordados no encontro são baseados no protocolo de intervenção de


Carvalho et al (2015): 1) Contrato relacional e Psicoeducação do conceito das HS; 2)
Estabelecimento das Relações Sociais; 3) Direitos Humanos Básicos; 4) Teoria dos
comportamentos Sociais (Passividade, Agressividade e Assertividade); 5) Prática dos
comportamentos Sociais (Passividade, Agressividade e Assertividade); 6) Fazer e
receber críticas e elogios; 7) Fazer e receber pedidos; 8) Falar em público; 9) Manejo
da raiva e expressão de incômodo, desagrado e desgosto; 10) Avaliação e feedback do
processo.

São utilizadas técnicas específicas da abordagem Cognitivo-Comportamental nas


intervenções grupais, tais como: psicoeducação, role-plays, ensaio comportamental e
resolução de problemas. Destaca-se que a intervenção é caracterizada como caráter
educativo.

Resultados alcançados/esperados: O projeto de extensão iniciou no semestre 2016.1


com duas turmas, contendo 12 participantes cada. No semestre seguinte, também
foi desenvolvido com duas turmas. A partir do semestre 2017.1, passou a ser realizado
grupos de 14 participantes com uma única turma. No total, participaram do projeto 90
alunos, destes 14 compõem o grupo atual.

Percebe-se, por meio dos autorrelatos e da observação, que as informações e


os conhecimentos passados nos encontros foram incorporados no repertório
comportamental dos participantes, promovendo o amadurecimento ou incorporação
das habilidades sociais. Percebe-se também que houve um aumento no desempenho
social dos participantes, desenvolvendo a automonitoria e, consequentemente,
melhorando a suas relações interpessoais. Avaliando estatisticamente os dados
coletados no pré e pós-teste, percebe-se efeito do programa de intervenção e uma
melhora no repertório de habilidades sociais dos participantes.

Destaca-se que, por se tratar que um treinamento de caráter psicoeducativo realizado


em grupo, o processo de conhecimento e mudança varia de participante para
participante.

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Acervo fotográfico:

Figura 01: Prática de um grupo da extensão do semestre 2016.1.


Fonte: Projeto.

Figura 02: Registro de um encontro de extensão do semestre 2016.1


Fonte: Projeto.

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Figura 03: Encerramento dos grupos de extensão do semestre 2016.2
Fonte: Projeto.

Figura 04: Momento da Psicoeducação sobre o tema de Habilidades Sociais no semestre 2017.1.
Fonte: Projeto.

Figura 05: Grupo de extensão do semestre 2017.2


Fonte: Projeto.

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