Você está na página 1de 101

UNIDADES FUNDAMENTAIS E DERIVADAS

GRANDEZA NOME DA UNIDADE SÍMBOLO


Comprimento metro m
Tempo segundo s
Massa Quilograma Kg
Intensidade de corrente elétrica Ampère A
Temperatura Kelvin K
Intensidade luminosa Candela Cd
Massa de substâncias mol mol
Essas sete unidades são suficientes para medir qualquer outra grandeza

GRANDEZA NOME SÍMBOLO EXPRESSÃO


Força Newton N F=m.a(m.kg/s2)
Pressão Pascal Pa P=F/A(kg/(m. s2)
Frequência Hertz Hz 1/s
Energia, trabalho,calor Joule J τ=F.d(m2.kg/ s2)
Potência Watt W P= τ/t (m2.kg/ s2)
Potencial elétrico Volt V m2.kg/ ( s3. A2)
Resistência elétrica ohm Ω m2.kg/ ( s3. A2)
MEDIDAS MECÂNICAS - Medidas de pressão
Pressão absoluta = Pressão manométrica + Pressão atmosférica
1 [atm] = 1,03323 [kgf/cm2] = 101325 [Pa] = 10,33 [mH2O]
= 760 [mmHg] = 1,01325 [bar] = 14,70 [psi]
Pressão ba(dyn/c Pa(N/m2 atm bar (kgf/cm2) (mm m de psi
m2) ) de coluna
Hg) de H2O
ba(dyn/c 1 0,1 0,987x106 10-6 0,102x10-5 7,5x10-4 10,2x10-6 1,45x10-6
m2)
Pa(N/m2) 10 1 9,87x10-5 10-5 0,102x10-4 7,5x10-3 10,2x10-5 1,45x10-4

atm 1,013x106 1,013x105 1 1,013 1,033 760 10,33 14,69

bar 106 105 0,987 1 1,02 750 10,2 14,5

(kgf/cm2) 9,81x105 9,81x104 0,968 0,981 1 736 10 14,22

(mm de 1,33x103 133 1,31x10-3 1,33x10-3 1,36x10-3 1 1,36x10-3 0,01934


Hg)
m de 9,81x104 9,81x103 9,68x10-2 9,81x10-2 0,1 73,6 1 1,425
coluna
de H2O
psi 68,96x102 6,895 6,807x10- 6,869x10- 0,0703 51,7 70,17x10-2 1
2 2
Manômetro de Coluna Manômetro de Bourdon

MANÔMETROS
TERMÔMETROS
θ C θK − 273,15 θF − 32 θR θRa − 491,7
= = = =
5 5 9 4 9
CALOR
TERMOLOGIA – PARTE DA FÍSICA QUE ESTUDA AS LEIS
QUE REGEM OS FENOMENOS CALORÍFICOS
TERMOMETRIA –ESTUDA A TEMPERATURA

CALORIMETRIA –TEM POR OBJETIVO A MEDIDA DA


QUANTIDADE DE CALOR

TERMODINÃMICA –ESTUDA A TRANSFORMAÇÃO DE


ENERGIA CALORÍFICA EM MECÂNICA E VICE-VERSA

CONCEITO DE CALOR–ESTÁ ASSOCIADO AO ESTADO DE


AGITAÇÃO TÉRMICA DAS MOLÉCULAS DE UM CORPO 8
MEDIDA DE CALOR
CALORIA –
É A QUANTIDADE DE CALOR
QUE ADICIONADA A 1 GRAMA DE
AGUA
ELEVA A SUA TEMPERATURA DE
1OC
Formas de propagação de calor:

• Condução
A • Convecção
• Radiação
PRINCÍPIOS TECNOLÓGICOS
DA LOCOMOTIVA A VAPOR
TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA

O PRIMEIRO A IDEALIZAR A ESPANSÃO MULTIPLA FOI ARTHUR WOOLF (1776-1837)


TURBINA A VAPOR
MUDANÇAS DE ESTADO
CALDEIRAS
TIPOS DE CALDEIRAS
EXISTEM DIVERSAS FORMAS DE
EXISTEM DIVERSAS FORMAS DE
CLASSIFICAÇÃO DAS CALDEIRAS:
1 QUANTO À LOCALIZAÇÃO ÁGUA-GASES
A) FLAMOTUBULARES
VERTICAIS
HORIZONTAIS
FORNALHAS CORRUGADAS
FORNALHAS LISAS
TRASEIRA SECA
TRASEIRA MOLHADA
B) AQUOTUBULARES
TUBOS RETOS
TUBOS CURVOS

C) MISTAS
CALDEIRA FLAMOTUBULAR
CALDEIRA FLAMOTUBULAR VERTICAL
COMBUSTIVEL SÓLIDO/LÍQUIDO
CALDEIRA FLAMOTUBULAR

FORNALHA LISA FORNALHA CORRUGADA


CALDEIRA AQUOTUBULAR
CALDEIRA
MISTA
TIPOS DE CALDEIRAS
2 QUANTO À ENERGIA EMPREGADA PARA O AQUECIMENTO

A) COMBUSTÍVEIS CONVENCIONAIS

SÓLIDOS

LÍQUIDOS

GASOSOS
TIPOS DE CALDEIRAS
2 QUANTO À ENERGIA EMPREGADA PARA O AQUECIMENTO

B) ELÉTRICAS
JATO-DE-ÁGUA
DE RESISTÊNCIAS
ELETRODOS SUBMERSOS
3
1
4 2
5

1 A Energia Elétrica é produzida por um Gerador.


O Gerador possui um eixo que é movido por uma
2
Turbina.
A Turbina é movida por um Jato de Vapor sob forte
3 pressão. Depois do uso, o vapor é jogado fora na
atmosfera.
4 O Vapor é produzido por um Caldeira.
A Caldeira é aquecida com a fissão nuclear. O
5 resíduo da reação vai poluir o meio ambiente
durante 150.000 anos.
TIPOS DE CALDEIRAS
CALDEIRAS SOLARES

CALDEIRAS DE ÁGUA QUENTE

CALDEIRAS DE FLUIDO TÉRMICO


TIPOS DE CALDEIRAS
5 QUANTO À CIRCULAÇAO DE ÁGUA

CIRCULAÇÃO NATURAL

CIRCULAÇÃO FORÇADA
TIPOS DE CALDEIRAS
6 QUANTO AO SISTEMA DE TIRAGEM

TIRAGEM NATURAL
TIRAGEM FORÇADO
TIRAGEM INDUZIDA
GERADOR DE VAPOR (CALDEIRA),
“Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a
produzir e acumular vapor sob pressão superior à
atmosférica utilizando qualquer fonte de energia.”
vaporization

líquid gas
condensation
Quando começamos a aquecer a água, esta
inicialmente tem sua temperatura elevada até ser
atingido o ponto de ebulição. A partir deste ponto,
a água começa a ser transformada do estado
líquido para o estado de vapor
VAPORIZAÇÃO DA ÁGUA A PRESSÃO
CONSTANTE
DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA DE UMA
CALDEIRA
GARRAFA DE NÍVEL
FOTO CÉLULA
SISTEMA DE VÁLVULAS
DE DESCARGA DE
FUNDO
DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA DA CALDEIRA
MANOMETRO

VÁLVULA DE SEGURANÇA

INJETOR
FRAGILIZAÇÃO POR HIDROGÊNIO

3 FE + 4 H2O FE3O4 + 8 H
4 H + C CH4 (metano)
GRAFITIZAÇÃO

ESFEROIDIZAÇÃO GRAFITIZAÇÃO
Explosão de caldeira em BH
VASOS DE PRESSÃO
NAS
INDÚSTRIAS DE PROCESSO
INTRODUÇÃO
Vaso de Pressão – Todo recipiente estanque, de
qualquer tipo, dimensão, formato ou finalidade, capaz de
conter um fluido pressurizado. Inclui-se desde uma
simples panela de pressão de cozinha até os mais
sofisticados reatores nucleares.
ONDE OS VASOS SÃO UTILIZADOS ?
• Refinarias de Petróleo
• Indústrias químicas e petroquímicas
• Indústrias de alimentos
• Indústrias farmacêuticas
• Centrais termoelétricas
• Terminais de armazenagem e distribuição de
Petróleo
• Instalações de processamento de petróleo e
gás natural ou GLP em terra ou mar.
CLASSIFICAÇÃO E Vasos de armazenamento e de acumulação
FINALIDADES DOS
„

Torres de destilação, Fracionadoras,


VASOS DE PRESSÃO
„

retificadoras, absorção, etc.


Vasos não sujeitos a chama „ Reatores diversos
„ Esferas de armazenamento de gases
„ Trocadores de calor (aquecedores,
resfriadores,condensadores, refervedores

Vasos sujeitos a chama • Caldeiras


• Fornos
ARMAZENAMENTO DE GASES
„ Os gases são quase sempre armazenados sob a forma liquefeita(líquidos), para
que se possa ter um grande peso armazenado em um volume relativamente
pequeno
„ Relação peso/volume menor
„ Armazenagem de gases em forma gasosa é geralmente antieconômica devido ao
pequeno peso específico ou densidade d=m/v
PROCESSOS DE GASES
• Nos processos realizados sob pressão é geralmente necessário a
acumulação intermediária de líquidos ou gases, entre as diversas
etapas do processo e para estabilizar a operação, compensando
variações de vazão e nível, e para evitar que os fluídos sejam
comprimidos e recomprimidos com gastos desnecessários de energia,
essas acumulações intermediárias são feitas em vasos de pressão.
PROJETOS DOS VASOS DE PRESSÃO
• Ao contrário do que
acontece com quase
todos os equipamentos
como máquinas,
veículos, objetos e
materiais de uso
corrente, a grande
maioria dos vasos de
pressão não são
fabricados em série, e
sim projetados e
construídos por
encomenda para
atender, em cada caso
a uma finalidade ou
condição de
desempenho e serviço,
e os projetos são
quase sempre
individuais para cada
vaso a ser construído.
FORMATOS, PARTES PRINCIPAIS, TIPOS PRINCIPAIS
POSIÇÃO DOS VASOS DE PRESSÃO
„ A parede de pressão de um vaso se compõe do:
1. Casco do vaso(shell) – pode ser cilíndrico, cônico ou esférico;
2. Tampos do vaso(heads)- pode ser elíptico, hemisférico,
toriesférico ou cônico
• Quanto à posição de instalação os vasos podem ser:
¾ Verticais(mais caros e ocupam menor área)
¾ Horizontais(mais comuns e usados para acumulação)
¾ Inclinados(exceções, usados quando o serviço exigir, por exemplo
para escoamento por gravidade de materiais difíceis de escoar.
VASO DE PRESSÃO ESFÉRICO
• Teóricamente, o formato ideal de um vaso de pressão é uma esfera, com o
qual se chega à menor espessura de parede e ao menor peso, em
igualdade de condições de pressão e de volume contido em relação aos
outros tipos de vasos.
ƒ Só se prestam para armazenamento
ƒ São caros
ƒ Difíceis de se fabricar
ƒ Ocupam muito espaço
ƒ Raramente podem ser transportados inteiros
PRINCIPAIS FORMATOS VASOS DE PRESSÃO
VASOS DE PRESSÃO NOÇÕES GERAIS
PRESSÃO INTERNA – É a pressão de operação que trabalha
dentro do equipamento que pode variar desde pressão inferior
a atmosférica, ou seja abaixo de zero sendo chamada de
pressão de vácuo, até a pressão acima da atmosférica

Pi < 0 Pi > 0

PRESSÃO EXTERNA- É a pressão exercida pela área externa


do equipamento para seu interior, e pode trabalhar tanto no
vácuo, se dentro de uma câmara de pressão negativa, ou
pressão igual ou maior à atmosferica, em local de pressão
positiva

Pe > 0
Pe < 0
FINALIDADES DOS VASOS
Vasos usados como misturadores, trabalhando
com pressão interna
Vasos usados como
reatores, revestidos
com camisas
trabalhando com
variações de pressão
interna e
externa

Vasos usados como


degaseadores Vasos usados como
operando nas filtros de cestas
variadas pressões trabalhando com as mais
variadas pressões e
podem trabalhar como
separadores
FORMAS DE FIXAÇÃO DOS VASOS

Vasos verticais fixos por saias Vasos verticais fixos por pernas

Vasos fixos por sapatas Vasos horizontais de fixação de berços

Vasos horizontais fixos por sapatas Vasos enterrados


TIPOS DE TAMPOS
TAMPO ABAULADO TORIESFÉRICO E ELIPSOIDAL-
Vasos para armazenagem de líquidos-Compressores,
caldeiras, misturadores,degasadores, etc.
TAMPO HEMISFÉRICO-Vasos de alta pressão e por
necessitar aumentar a área para diminuir a pressão,ou seja,
diminuir as tensões de esforços, usa-se o tampo
hemisférico, que apresenta a maior área possível
TAMPO CÔNICO-Vasos que trabalham a baixas pressões e
servem para silos de armazenagem de produtos a granel, silos
de armazenar produtos em forma de pós, ciclones,
misturadores e potes para dosagem de produtos granulados
em geral.
TAMPO TOROCÔNICO-Trabalham com pressões mais altas que
os cônicos e servem para trabalhar com produtos gasosos de
média pressão, como silos de produtos líquidos de alta
temperatura, produtos vapores de pressões médias para parte
superior de caldeiras e para armazenar produtos viscosos.
BOCA DE VISITA -quando houver necessidade de entrada de um
homem para manutenção ou limpeza(man hole). foram
padronizadas de 18”, 20” e 24”.
NR 13
CALDEIRAS
E
VASOS DE PRESSÃO
„
CALDEIRAS
13.1.9 Para os propósitos desta NR, as caldeiras são
classificadas em 3 categorias conforme segue:

a) Caldeiras da categoria “A” são aquelas cuja pressão de operação


é igual ou superior a 1960 KPa (19,98 Kgf/cm2).

b) Caldeiras categoria “C” são aquelas cuja pressão de operação é


igual ou inferior a 588 KPa (5,99 Kgf/cm2) e o volume igual ou
inferior a 100 litros.

c) Caldeiras categoria “B” são todas as caldeiras que não se


enquadram nas categorias anteriores.
Pressão
1960 KPa
(19,98 gf/cm2)

588 KPa
(5,99 Kgf/cm2)
100 L Volume (litros)
Vasos de
Pressão
Grupo de Potencial de Risco
1 2 3 4 5
Classe de Fluído P.V ≥
100
P.V <
100
P.V <
30
P.V <
2,5
P.V
< 1
P.V ≥ P.V ≥ P.V ≥
30 2,5 1

Categorias
“A”
- Fluido inflamável,combustível com temperatura igual ou
superior a 200 °C
- Tóxico com limite de tolerância ≤ 20 ppm I I II III III
- Hidrogênio
- Acetileno

“B”
- Combustível com temperatura menorque 200 °C
- Tóxico com limite de tolerância> 20 ppm
I II III IV IV

“C”
- Vapor de água
- Gases asfixiantes simples
I II III IV V
- Ar comprimido

“D”
- Outro fluido II III IV V V
“Sem Serviço Próprio de Inspeção de
Equipamentos"
Categoria Exame Exame Teste Hidrostático
do Vaso Externo Interno ou Pneumático

I 1 ano 3 anos 6 anos

II 2 anos 4 anos 8 anos

III 3 anos 6 anos 12 anos

IV 4 anos 8 anos 16 anos

V 5 anos 10 anos 20 anos


2
( ) % *+ (
),
(%-! . /01

* + + ,- !+

( ) (
3
* 2

! 0

.
/

(
(
( /
1 2 ( 3
( 0
! " ! # "
#

4 5 ( 6 ( (( 0 ( 0 7 8
5
( 0
9! 0 :

)
)

*
6
( 0
9! 0 :

5 2

+ (0 2 (1
;<( ,
" #
6 ( ( ( (
(
,
7
8

# $ %

# $

# $

!
"
11
( 0
9- 0 :

/ 2

) (0

1
12

/ 2 1

2 !3 ,
* #> ( ?
-0 -0 ?-- 4 5
6# 4 3 37
L.I.I.

-:
13
/ 2 1

( /1
#
4 8 8 3
4 5 6# 4 3 3 7
* 2 16
. 306 2 ;1
1 9 1

3 , 3 ,
# <2
/ #

B
B ! ! (
Combustível
0% 100% Combust.
L.I.I. L.S.I.
POBRE EXPLOSIVA EXPLOSIVA
RICA
Pouco Gás Muito Gás e pouco Ar 0% Ar
100%Ar
18

/ $ (0 ( 2 (1 (
9! < $ @ :
27
/2 *+ 2 ;1
/ A
BBB
! ;<(B
5 0

!! "

# $
$ % &' (
" ) =; 0 B
5 0 ' $
* $ &
!! + ,&-" # . & &
$ / . & !! + 0&1" # &
#> !! & & AA>
!!)
31
/ 2 1
4 5 # . $(
) # " , #

+"
DJ H E ;> E 7
8 3: C K D; HE 3 %

L 2 C D> 1

E"'> 4
"#FC> .$
CFD> .$ $
#& > 4 6% 6% &
6% & 6
A& #> 7 & &
8 & 8 & 3
GA> 4 6% & $ 9
:
33
/ 2 1
4 5 # . $(

+" 2 > 9 7>

!
"

B
M ; ( ( ( (
(

- B

# ,
% 6 (
8 3: # "
34
; 2- FFFF
;
N ( #

-
/
%
, #
(
" 6
" , ( #
;
! # ( ( (0

"
(0 2 "
$ ( ; (0 -H
41
2 / 29 ( 6 0
$ =2 9 +:

K % , ## 1 ( ( < '
# . $(

+ 4 L &
8 3: C D;<<
.GR$ C >J 7
L43.6- $ C ;H

+2 B
37 * ? 2 / "-- 9 &4
* ? 2 / #-- 9 4
? ( 2 + ? * --- " --- 9"4
0 ) > --- " --- 9 ?' 4
B / *+ 1 --- " --- 9 &- / I
? B D> > " --- ' --- I
? -0 B "> , 9 #F### :F
42
$ + P Q -! + ! + + 9 +:

+ O +" (0 2
(
8
J ( 2/ F
"9 >:
6 ) ;< JE 3 4 # " 7

R DE 3 4 ) 7

6 ) DJ JE 3 4
+" 9"# C> : #F### +
+" 9 C C> :
7

> #% DJ HE 3 4
#
+ 9 > R #F### :
43
9, M +

SSS
44
2 / 29 ( 6 0
% <( 0/ 9J" :
% <( 0/ 9J" 0 J ;T :

J" (
; (( 1 (
(
( )
( ;
F
( (
6 (
3 ( 0 F

? R
?H R #
- H R ##

J" 2
4 K 9K4
/ *+ 4 7 7 / '- -- 9 4
/ / *+ "-- &-- 9 4
> / /H '-- $-- 9 ?' 4
> ( ( = L --- 9 /
45
( 0
9 & (; :

$ R ,

13(

8 3:
46
( 0
9 1 ? :

#
0 (
5 0 ( $
(
, (

+ B# H
'
6% 8 3 $
' 6? % %
. 6% 6
47
( 0
9 :

) *

A 3 ( 3 (
, % %
' U ! &
48
( 0
9 (0 5 :

(5 (

$ 0 ; % 7
1 1
1 (
T (
( ( ,
( (
( ( 1 5
( 0
9 ( ( =; (:

3 ( 0 ; ( (;
(( (
( 1 (
( 5 / 7
# &
9
6% . 6?
$ 3
* 2

( ( =; (
L 2
3
)
1 &;
( ((< 0
0 0= 9 (; ( N :F
? ( ( B 2( 1
) (
6?
3
;N 0 ; (
> '
6% '
* 2 53

N (
55
FFFFF ( (B

- ( # %

EEE ! 1 &(
2 & 2 (/ F

Q
EEE , ( ( ( % <(
57
7 2 / M 1 1 /

) ( (N (=
/5

" (0 2
58
( 0
9 :

$
,

;
59
( 0
9 5 (
(; :

9
( 6 (
( 1
60
( 0
9 5 ( (; :

"
63
( 0
9 (( :

$ ( ,

+ ( 1 ( (
) L5 B (

*
(

: 4 . !
ML 0NFOF
66
( 0
9 1( :

( (
*

Q
67
( 0
9 ) :

(
68
( 0
9H ; :

L 0
( 0
(
(
71
( 0
9 5 ( (:
L
( 0
(
(

( ( &
(
76
( 0
9 5 ( (:

6
8 3:
; /1 ( (0
-H
( 6 8W
.
S
%
80
( 0
9 5 (:

1 N *
, ! #

#
) ) . )) 8Q 9 6LR
#
#
# 7

) ) . )) 8Q 9 6LR
# 7
5 ( 1
# 7
81
( 0
9 5 (:

, 7

)
) . ))
8Q 9 6LR

#
B 82

) H ;
$ L 3 % D=
( 7

M * 7
R 7
V ( 7
( 6L7
Q * R :
B 83

1( (
: 6 %
% X< ( 7

M * 7
R 7
V ( 7
( 6L7
Q * R :
8 6 ) 7
) , 7
) 7
4 : S L 7
R ' 7
+ ) 7
* 7
84
( 0
9 1 ( ; 1 (:

, 0 (
( ( ( 0 (
$
" # " ,
* #

'# + (
(
7 #
S
86
( 0
9 :

$ %
1

1; U ( 1( V
) ) ; ( ; (
( 2 ( ( ; ( V
0 1 F