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A equipe FileWarez agradece!

- Upado e postado por MuriloBauer

Que Ciência Constrói Discos


Voadores?

Fernando Cleto Nunes Pereira

1995
A equipe FileWarez agradece! - Upado e postado por MuriloBauer

Editora Record
A velocidade constante C da luz no vácuo - a maior possível do universo - é
o alvo principal deste livro. Ela seria o elo comum que torna matéria e
energia aspectos diferentes de uma só entidade. Fernando Cleto estabelece
assim as condições para ampliar as idéias relativistas, sugerindo a
existência de um movimento absoluto, composto pela soma de duas
velocidades variáveis, capaz de apontar na direção de um universo
verdadeiramente holístico.
Os discos voadores, relacionados com a segurança nacional, foram também
alvo de urna exposição de motivos, feita em 1974, ao Estado-Maior das
Forças Armadas, transcrita aqui nos seus principais aspectos.
Ressalte-se ainda que Fernando Cleto escreveu, após muitos anos de
estudos, A Bíblia e os Discos Voadores, livro que aponta para a união de
todas as religiões. Dez anos depois, escreveu Sinais Estranhos, deixando
clara sua mudança de orientação em sua busca permanente de compreender,
passando a dirigir seu maior esforço para o estudo das teorias científicas.
Agora, concluídos mais de dez anos, a trilogia se completa com o
lançamento desta obra: Que Ciência Constrói Discos Voadores?

Sumário
Esclarecimento 7
Capítulo I: Qual a física dos disconautas?
- 1962 – Entrevista ... 11
Discos voadores - Unificação da pesquisa ... 14
Objetivos desta exposição ... 14
A impressionante seqüência de 1954 ... 29
Novamente a FAB (1969) ... 32
Discos voadores roubam eletricidade? ... 33
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Tormenta solar – 1979 ... 34
Sinais estranhos – 1979 ... 35
Mapa do Brasil - Brasil alvo de particular atenção dos "O ANIs" ... 40
Anexo 29 ... 40
Capítulo II: Filosofia e física
Qual a essência da massa-energia? ... 50
O substrato básico ... 52
O que a física teórica ganharia com a identificação
de um substrato básico? ... 53
O primeiro pilar dó movimento ... 58
Um novo conceito de massa ... 60
Direção do movimento - o segundo pilar ... 61
A relatividade de Einstein e a relatividade do movimento absoluto ... 64
Equivalência gravidade-inércia ... 67
Átomo natural (micropulsar) ... 70
Unidade movimento-energia ... 73
Hidroelétrica ... 74
A unidade da física ... 75
Conclusões ... 77

Capítulo III: Novos Caminhos


Relógio universal ... 82
Gravidade natural ... 85
Gravitação universal ... 86
Gravidade nos planetas ... 88
Gravidade e relógio ... 90
Gravidade nas estrelas ... 91
Gravidade nos pulsares ... 93
O que é a eletricidade? ... 95
Física quântica ... 97
Ciclotrons ... 101
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Círculos enigmáticos ... 103
Astronomia ... 111
Variáveis ocultas ... 111
Conexões instantâneas não-locais ... 112
Contactados e abduzidos ... 115
Cosmologia - imaginários buracos negros ... 120
É possível prever o futuro? ... 121
A lei ... 124

Esclarecimento
Este livro tem como principal objetivo despertar a atenção para a unificação
teórica dos conceitos científicos, sem a qual o homem não entrará na era
estelar já dominada pelos construtores dos discos voadores.
Lembro que esta minha convicção da necessidade de uma reformulação dos
conceitos físicos nasceu em 1954, quando eu participava de uma reunião no
Estado-Maior da Força Aérea Brasileira, na abertura do 1º. inquérito oficial
brasileiro para estudar os OVNIs. Pude então perceber, muito admirado,
que os homens ali presentes não conseguiam compreender, à luz das
ciências, certos aspectos do comportamento dos OVNIs relatados por
aviadores. Naquele dia, percebi que ali estava o ponto principal da questão
e, infelizmente, com solução distante no tempo futuro...
(Texto do autor publicado no livro Sinais Estranhos.)

Para tratar do assunto, prefiro a expressão popular DISCOS VOADORES.


No entanto, quando lido com as nossas Forças Armadas, uso a expressão
deles - "OANI" - Objetos Aéreos Não-identificados. Quando escrevo para a
revista OVNI-DOCUMENTO - OVNI de Objetos Voadores Não-
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Identificados -, uso a sigla deles. Também se for preciso usarei o "UFO",
Unidentify Flying Saucer - da língua inglesa.

"As verdades fundamentais são sempre simples e compreensíveis desde que


sejam vistas da exata perspectiva. A ciência terrestre terá que voltar do
galho em que está encalhada e encontrar o tronco principal”.
(Atribuído a um "ufonauta" - 1954- USA, As Chaves do Mistério, de João
Martins, p.55.)

CAPÍTULO I
Qual a Física dos Disconautas?
Desde que iniciei o estudo sério dos Discos Voadores no ano de 1954,
quando a Força Aérea Brasileira abriu o seu primeiro inquérito oficial para
conhecer o assunto, venho através do tempo afirmando e reafirmando a
necessidade de tentarmos avançar na direção do grau cultural dos
construtores dos "discos voadores". Vou recordar alguns pronunciamentos
do passado:

- 1962 – Entrevista
No ano de 1962, dei uma entrevista ao representante da Revista AABB -
CIÊNCIA, Recife, ao meu colega Alcedo Coutinho do Banco do Brasil.
Revendo agora, mais de 30 anos passados, constato que a entrevista, sob o
título "O Enigma do Espaço", apresenta, em alguns aspectos, uma visão
distorcida do Universo. Mas, por outro lado, o principal objetivo do artigo
foi como está registrado:
"Fernando Cleto deixou de lado as particularidades de milhares de casos
relacionados com os 'discos voadores' para abordar de forma preferencial o
misterioso problema da propulsão dos 'objetos aéreos não-identificados'.”
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Na ocasião, o Brasil estava ingressando na era espacial, e no meu artigo vou
direto ao assunto:
Chegamos assim ao ponto em que vamos fundir o assunto dos 'discos
voadores' com o da programação brasileira para pesquisas espaciais. Isto
porque estamos certos de que os 'OANIs' constituem um exemplo vivo e
gritante de que a 'propulsão por campos' já foi encontrada pelas
inteligências que os construíram. E quem na Terra primeiro dominar o
segredo dessa propulsão terá enorme supremacia sobre as demais nações.
Por isso penso que os nossos esforços deveriam desde o primeiro momento
ser voltados para a pesquisa dessa forma de propulsão, o que daria ao Brasil
independência e personalidade no campo científico internacional. Quanto às
pesquisas espaciais já em andamento nos Estados Unidos e União
Soviética, deveríamos nos limitar a enviar observadores e estudantes
estagiários, para acompanhar a sua evolução no lançamento de foguetes de
sondagem meteorológica, utilizando para retransmissões os satélites de
comunicações lançados por outras nações, porém tudo isso sem as
astronômicas despesas que um programa nos moldes dos em uso por outras
potências nos custaria. Para termos uma idéia do preço de um verdadeiro
programa espacial bastaria lembrar que nos Estados Unidos uma
programação anual custa mais de um bilhão e meio de dólares, o que viria a
ser, em nossa moeda, muito mais do que todo o nosso dinheiro em
circulação (1962).
Assim iniciaríamos os nossos esforços por onde russos e americanos
pretendem terminar, tendo em vista os programas hoje traçados, pela
pesquisa em torno da propulsão por campos eletromagnéticos.
Revendo esta minha entrevista, fico um tanto admirado quando lá está
escrito (1962):
"ADVERTÊNCIA - Mas advirto aos brasileiros que vão dirigir as nossas
pesquisas espaciais no sentido de não desprezar os dados que temos no
Brasil sobre 'OANI' espalhados em alguns arquivos particulares, porque
eles constituem um ótimo ponto de partida para se chegar a compreender o
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segredo da 'propulsão por campos', desde que manipulados por cientistas
interessados. Entendo que paralelamente aos programas brasileiros devem
ser estabelecidos profundo estudo e pesquisa permanente em torno do
comportamento do 'OANI', porque eles já constituem um exemplo palpável
daquilo que os nossos cientistas ainda sonham”.
A entrevista vem atestar minha preocupação com a identificação do grau
cultural das inteligências que constroem os "discos voadores" .
Vou transcrever outra parte da entrevista:
COMO SERIA A PROPULSÃO DOS "OANIs"? - Não posso negar que
tenho idéia própria a respeito da propulsão utilizada pelos "discos
voadores" , se bem que a minha idéia não se ajusta com aquelas da ciência
ortodoxa. Isto porque, como sabemos, a ciência, na sua fase atual, considera
que as forças que movem o microcosmo são conhecidas como
eletromagnéticas, enquanto a força que atua no macrocosmo é conhecida
como gravitacional. É um velho sonho da ciência compreender os
movimentos em ambos os mundos, no "muito pequeno" e "no muito
grande", como tendo uma só causa. Assim, um verdadeiro abismo separa
hoje a teoria atômica da gravitacional. Cientistas, filósofos e místicos
procuram uma lei que possa unificar os conceitos atuais, que viria a ser a
"unidade indiferenciada", capaz, por si só, de explicar todos os movimentos
no universo.
No meu entender, para que a "propulsão por campos" possa ser atingida
pela civilização humana, imprescindível se torna que a ciência dê um novo
passo no campo teórico no sentido de identificar a causa da gravidade.
Depois a entrevista prossegue abordando alguns temas por mim já
superados, mas os trechos relembrados valem para mostrar desde quando
venho perseguindo a idéia de unificar os conceitos e de encontrar uma
explicação para que se possa compreender o que seja a gravidade.

Discos Voadores - Unificação da Pesquisa


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Foi em agosto de 1974, portanto três anos antes de me isolar do assunto
"discos voadores", quando deixei de aceitar qualquer convite para
conferências ou programas de televisão etc.
Eu pensava muito na unificação de todos os grupos de estudos dos discos
voadores que existiam no Brasil. Sentindo dificuldades, resolvi então
procurar em Brasília uma importante autoridade da FAB. Depois de um
relato verbal das minhas preocupações, recebi o apoio daquela autoridade,
que até destacou um oficial no Rio para ser um elemento de ligação e apoio.
Tal autoridade argumentou de forma lógica que o órgão apropriado para
minha exposição seria o Estado-Maior das Forças Armadas - EMFA.
Aceitei de pronto a sua sugestão e fiz uma EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS ao
EMFA, Brasília, DF.
O assunto da minha exposição foi A SEGURANÇA NACIONAL E OS
"OANIs" - Objetos Aéreos Não-identificados (sigla usada pela FAB).
Transcrevo a seguir o primeiro capítulo da minha exposição:

Objetivos desta Exposição


INFORMAR à Cúpula Militar do Governo Federal sobre a estranha
presença de FORÇAS DESCONHECIDAS que estão operando de forma
misteriosa, crescente e ostensiva dentro de nossas fronteiras nacionais.
Trata-se de uma presença que atinge todas as nações e que já se constituiu
preocupação para a Organização das Nações Unidas por não ter sido ainda
possível identificar suas origens e objetivos.
OFERECER sugestões práticas e exeqüíveis em favor de um PLANO DE
AÇÃO capaz de manter as AUTORIDADES MILITARES informadas da
evolução tática dessas FORÇAS que, até certo ponto, apresentam
características preocupantes se examinadas pelo prisma de SEGURANÇA
NACIONAL.
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PEDIR que o assunto aqui exposto seja examinado cuidadosamente pelos
Chefes dos Serviços de Informações e, se possível, levado ao conhecimento
do COMANDANTE-EM-CHEFE DAS NOSSAS FORÇAS ARMADAS.

No capítulo 12 da exposição, escrevi:


- PARA OS MILITARES É ESPINHOSA A MISSÃO "OANI" .
Quando uma autoridade superior das Forças Armadas resolve criar uma
comissão para investigar problemas relacionados com atividades de
"OANIs", o oficial destacado para cumprir a missão se sentirá plenamente
justificado e acobertado para o desempenho da ingrata missão de pesquisar
o insólito e impalpável.
Mas tal chefe teria que se utilizar de oficiais e sargentos para uma série de
investigações de âmbito externo e na área civil. Temos fortes razões para
supor que tais subordinados nem sempre estariam preparados para tal tipo
de missão e por isso procurariam desincumbir-se das tarefas de modo mais
rápido e simples, o que, fatalmente, iria prejudicar os objetivos colimados.
Seria até natural que os não-especializados e destreinados no assunto se
sentissem envergonhados de sair em ambiente civil formulando perguntas
incomuns.
Provavelmente ocorreria ainda um certo medo do ridículo entre os próprios
colegas de armas. Esse medo do ridículo tem ocorrido até entre jornalistas
destacados para cuidarem de reportagens relacionadas com os "OANIs".
Poderia então ocorrer que algum dos destacados para tal missão acabasse
apresentando comportamento de tal ordem que os resultados refletissem de
forma negativa para a investigação.
Considere-se ainda que a rigor poucos militares gostariam de interromper a
seqüência normal de suas carreiras que visam aos comandos de tropas, de
navios ou aviões, de bases militares, regimentos, exércitos ou missões no
exterior para cuidarem de estudo e pesquisa tão difícil e ainda encarada por
muitos de forma interrogativa e até jocosa.
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Por outro lado, entendemos que as Forças Armadas não devem correr o
risco de se expor num assunto que por sua própria natureza é contraditório,
provocando divergências até entre os estudiosos. Nada impediria que um
chefe militar se inclinasse para uma das muitas direções possíveis
permitidas pela pesquisa e assim induzisse o governo a se comprometer
publicamente num sentido que posteriormente se revelasse desaconselhável,
sobretudo quando se investiga um fenômeno imprevisível e conturbador.
Daí termos que meditar com segurança numa forma de ação governamental
capaz de assegurar uma vigilância permanente sobre os acontecimentos sem
necessidade de correr o risco de se desgastar.
Assim, cabe-nos procurar um esquema de trabalho capaz de manter o
governo sempre informado, permitindo-lhe a mobilidade necessária para só
aparecer publicamente em circunstâncias especiais.
Prosseguindo na exposição ao EMFA, procurei mostrar que para os
estudiosos do assunto que se apresentariam como voluntários a missão não
seria espinhosa:

13 - PARA OS VOLUNTÁRIOS A MISSÃO "OANI" É


AGRADÁVEL.
Nos últimos 20 anos muitos brasileiros se interessaram pelo assunto e
muitos grupos foram criados neste país, afora o grande número de
estudiosos isolados que se dedicam à pesquisa do apaixonante problema.
Esses estudiosos adquiriram enorme experiência inquirindo milhares de
pessoas e participando de um sem-número de situações que lhes asseguram
um fantástico know-how.
Além disso, muitos desses brasileiros possuem vasta correspondência com
o exterior, obtendo informações valiosas de outras áreas do planeta que são
logo comparadas com os eventos ocorridos aqui.
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Todo esse imenso trabalho tem sido feito com enorme sacrifício de tempo e
de recursos. Essa gente, com uma pequena ajuda, poderia contribuir de
forma muito mais efetiva para manter o governo informado de um dos mais
sérios problemas que terá que enfrentar e para o qual parece não estar
suficientemente organizado.
Para que se tenha uma idéia dos principais estudiosos do assunto no Brasil,
apresentaremos um ligeiro resumo deles:
Partindo do sul do país, enumerei pessoas ou grupos. Não vou reproduzir
esta parte por não saber como tais pessoas ou grupos vivem hoje. Citarei
apenas alguns nomes para homenagear pessoas que conheci de perto e que
muito fizeram pela ufologia:
Felipe Machado Carrión, autor do livro Discos Voadores Imprevisíveis e
Conturbadores. Havia um anexo de n° 34 mencionando seus principais
colaboradores, entre os quais deveria estar o Cel. Schneider, do Exército
brasileiro.
Falando de São Paulo, escrevi: Algumas sociedades que cuidam do assunto,
lideradas pelo Prof. Flávio Pereira, autor de O Livro Vermelho dos Discos
Voadores. Destacam-se entre os paulistas os médicos Guilherme Wirtz e
Max Berezovsky, incansáveis pesquisadores do assunto.
Sobre o então Estado da Guanabara, destaquei: Dr. Paulo Coelho Netto,
autor de livros como A Era Moderna dos Discos Voadores. Mencionei a
ilustre Professora Irene Granchi, com dezenas de trabalhos publicados no
exterior. Trata-se de incansável pesquisadora de campo e dona de notáveis
arquivos contendo centenas de casos nacionais e estrangeiros.
João Martins, engenheiro e jornalista, autor de importantes reportagens
como "A Terrível Missão dos Discos Voadores".
Estado do Rio de Janeiro - mencionei os trabalhos do Dr. Silvio Lago,
sempre relacionados com a parapsicologia.
Estado de Minas Gerais - mencionei o Prof. Hulvio Brant Aleixo,
destacando seu trabalho O Perfil de um Fenômeno.
Da capital do país destaquei o General Moacyr Mendonça de Uchôa.
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Escrevi também sobre o abandono em que se encontrava o restante do país,
de onde só informações de casos sensacionais eram noticiadas.
A exposição de motivos em foco é um atestado da minha preocupação com
a possibilidade de agrupar todos os estudiosos do assunto.

14 - URGE CRIAR UMA ORGANIZAÇÃO NACIONAL.


Alguma medida séria deve ser tomada com urgência no sentido de reunir
essa gente numa só organização central.
O principal objetivo da nova organização seria TENTAR DEDUZIR DA
ESTRATÉGIA QUE SE ESCONDE POR TRÁS DA FANTÁSTICA
ATIVIDADE DOS "OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS”.
Para isso os líderes existentes seriam reunidos e automaticamente
considerados membros da nova organização. Na primeira reunião seriam
elaborados os estatutos, já dentro de um esquema pronto para receber o
apoio governamental, que seria dado de forma discreta. Aqueles que não
aceitassem a idéia de centralização teriam a mais ampla liberdade para
prosseguir em suas atividades. A nova organização teria um nome científico
para facilitar o recebimento de donativos e apoio oficioso.
Assim poderíamos dar início à montagem de um MODELO BRASILEIRO
de trabalho voltado para o enigmático problema dos "OANIs" , valorizando
o imenso esforço de dezenas de pesquisadores voluntários e,
concomitantemente, estabelecendo um seguro ponto de apoio para o próprio
Governo Federal, que, através do Estado-Maior das Forças Armadas,
poderia acompanhar o desenvolvimento dos acontecimentos.
Naturalmente que, se as Autoridades forem sensíveis à nossa exposição,
poderemos então examinar outros modelos, apresentando, inclusive,
algumas idéias no que diz respeito ao apoio financeiro e ao apoio da própria
segurança.
Apesar de termos ponto de vista bem definido quanto aos "objetos aéreos
não-identificados", já expresso publicamente em conferência e em livro,
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não podemos deixar de manter sempre uma janela aberta em nossa mente
para outras considerações possíveis e menos transcendentais,
principalmente quando surgem hipóteses como a que apontamos aqui e que
permitem pressupor ameaça à própria espécie humana.
Com este trabalho entregue ao nosso Estado-Maior das Forças Armadas,
julgamo-nos liberados pelo sentimento de dever nacional cumprido,
dividindo nossas preocupações com os Chefes Militares responsáveis pela
segurança do país e colocando-nos, como sempre, ao inteiro serviço da
Nação.
Que tipo de hipóteses eu poderia ter apontado capazes de constituir ameaça
à própria espécie humana?
Para que o leitor compreenda minha preocupação naquela década de 70,
vou transcrever alguns trechos, recuando na exposição de motivos:

9 - A SEGURANÇA NACIONAL BRASILEIRA


Com relação à nossa própria segurança, examinada do ponto de vista
isolado, temos razões de sobra para justificar este trabalho que objetiva
alertar o nosso Governo no sentido de se organizar para o estudo e pesquisa
dos "OANIs".
Voltemos às palavras do Ministro da Defesa da França, para recordar que
ele pediu ESPÍRITO ABERTO PARA O INEXPLICÁVEL. Não podemos
esquecer que estamos lidando com forças desconhecidas e superiores
tecnologicamente, SEM QUE ATÉ HOJE TENHA SIDO POSSÍVEL
DEFINIR OS SEUS OBJETIVOS. Podemos formular muitas hipóteses,
podemos até abraçar com confiança uma delas, mas, a bem da verdade,
ainda não temos como controlar essas estranhas presenças, e muito menos
meios de impedi-las.

10 - ESPECIAL ADVERTÊNCIA
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Muitos acontecimentos desastrosos têm ocorrido em nosso planeta e em


nossas fronteiras, sujeitos a investigações cujos resultados oficiais nada ou
pouco concluíram. Parece-nos ainda evidente e até natural que os
responsáveis pelos inquéritos nem sempre estejam preparados para
considerar uma interferência extraterrestre justamente por não possuírem
um espírito aberto para aquele INEXPLICÁVEL a que se referiu o Ministro
da Defesa da França.
Nossa pesquisa tomou forma em 1954, quando colaboramos,
voluntariamente, com a FAB. Ali aprendemos muito, e nunca abandonamos
o estudo do assunto nos últimos 20 anos. Procuramos, dentro de nossa
capacidade e das nossas possibilidades, acompanhar a evolução dos fatos.
Estudamos e pesquisamos em várias direções e aprendemos a exercitar
nosso raciocínio com a prática de experimentar atribuir aos "OANIs" ,
sempre que justificável, a responsabilidade por certos acontecimentos não
bem explicados pela ciência ou por inquéritos encerrados sem conclusões
claras.
Podemos citar como exemplo desse nosso treinamento os acontecimentos
que envolveram os paióis de munições do Exército brasileiro, em Deodoro,
no ano de 1958.

a) Nos primeiros 30 minutos do dia 3-8-1958 ocorreram várias e fortes


explosões nos depósitos de munições do Exército localizados em Deodoro,
com a destruição de paióis de munições de infantaria de 37 milímetros,
bombas de canhão de artilharia de 152 mm, morteiros 81 e antigas bombas
de aviação. Essa ocorrência causou na época prejuízo avaliado em bilhões
de cruzeiros e, diga-se, sem perdas de vidas humanas.

b) O guarda-noturno n° 756, Antônio Pacheco, que estava de serviço nas


imediações do paiol, declarou ter visto um JATO DE FOGO cair de um
PEQUENO AVIÃO que voava a baixa altitude sobre Deodoro. Também o
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soldado que estava de guarda na montada confirmou as declarações,
informando que minutos após o AVIÃO estrondava a primeira explosão.
Segundo registro da imprensa da época, mais dois soldados viram o
MISTERIOSO AVIÃO largar algo que foi descrito de diversas formas
como JATO DE FOGO, TOCHA DE FOGO, BOLA DE FOGO, BOLA
VERMELHA E ESPÉCIE DE LUZ AVERMELHADA.

c) Na ocasião, os guardas que prestaram essas informações foram PRESOS


INCOMUNICÁVEIS, e a FAB emitiu declaração pública garantindo que
não havia nenhum avião no ar, naquela hora e dia, sobre aquela área. Os
aeroclubes estavam inativos.

d) As versões do guarda e dos soldados foram


consideradas FANTÁSTICAS.

e) Opiniões técnicas de militares informaram ao público que as explosões


não poderiam ter como causa combustão espontânea, já que era inverno, e a
noite estava fria.

- Finalmente, em 16-9-1958 a imprensa, em comunicado lacônico, noticiava


"NINGUÉM CULPADO PELAS EXPLOSÕES DE DEODORO": elas
foram casuais...(Anexo 27 - notícias da imprensa).
Concluímos mostrando que os responsáveis por aquele inquérito não
estavam preparados para investigar na direção do INEXPLICÁVEL, avião
inexplicável, bola de fogo inexplicável, tocha de fogo inexplicável etc.
Depois prossegui relatando:
Queremos apenas advertir que no caso citado não ocorreram vítimas
humanas e inocentes não foram responsabilizados. Mas é possível que em
outros casos inocentes estejam presos por mera coincidência ou por
inquéritos que não consideraram aquele INEXPLICÁVEL.
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Quando escrevi o trecho acima, não escrevi o que pensava porque não tinha
como documentar os fatos que vou agora relatar. Quando, no Rio de
Janeiro, parte do Elevado Paulo de Frontin desabou sobre alguns carros,
ocorreram mortes. Na ocasião, decorridas ainda poucas horas do acidente,
ouvi numa rádio um repórter interrogando um gerente de um posto de
gasolina que havia naquelas proximidades. Ele declarou que vira uma luz
vinda do céu, que se encontrava encoberto naquela hora. Segundo suas
declarações, quando a luz tocou o elevado, naquele ponto tudo desmoronou
com um estrondo. E se eu tivesse procurado o tal gerente para documentar
melhor suas declarações, teria adiantado alguma coisa? A investigação iria
aceitar a luz INEXPLICÁVEL? A bem da verdade, aquilo me incomodou
tanto que algum tempo depois visitei o referido posto e fiquei sabendo que
o tal gerente era o dono, que já havia vendido o posto, e ninguém ali sabia
mais dele.
Aceitem o caso como uma simples possibilidade de acontecimentos
estranhos.
Vou continuar transcrevendo parte de minha exposição ao EMFA:
Muita coisa estranha tem ocorrido com a aviação comercial nos últimos 20
anos. Ainda recentemente, conforme cópias xerox do anexo 28, dois aviões
internacionais (Alitalia e Air France) tiveram os seus pneus furados na pista
do Aeroporto do Galeão, local que, sabemos, através de muitos
depoimentos, tem sido sobrevoado por "OANIs" desde o início da
construção da nova estação de passageiros. Acrescente-se ao fato que um
carro do Corpo de Bombeiros que foi em socorro de um dos aviões capotou
na pista; temos informações de "OANIs" levantando veículos, deslocando-
os e também fazendo-os capotar. Acrescente-se a tudo isso que dois
passageiros de nível universitário, ambos engenheiros (químico industrial e
engenheiro elétrico), fizeram declarações à imprensa de que a
responsabilidade pelos acidentes cabia aos discos voadores. A afirmativa
não é nossa e nem investigamos o assunto, mas não cremos que os
encarregados do inquérito estivessem preparados para considerar os
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depoimentos dos engenheiros que, com suas afirmações, se enquadram
perfeitamente no INEXPLICÁVEL.
É ainda possível que esteja ocorrendo algo, em âmbito mundial, que vai
além de um simples levantamento antropológico, zoológicos, botânico e
dos demais recursos naturais ou artificiais da Terra.
O exame conjunto de centenas de ocorrências nos permite supor que, além
dos simples testes de natureza psicológica, exista um amplo planejamento
de tipo militar no sentido de preparar um conjunto de informações através
de uma ação efetiva e permanente que já estaria sendo executada pela
aplicação de testes em ações táticas aplicadas de forma subjetiva no sentido
da anulação de nossos meios de defesa quando, simultaneamente, estariam
testando variadas formas para lançar o pânico em diversas situações.
Talvez entre os estranhos visitantes, provavelmente de diversas origens,
alguns já poderiam ter efetuado testes como:

a) observação de todos os tipos de aeronaves em vôo com estudo de certas


reações de tripulações e passageiros;

b) interferência perigosa nos controles dos pilotos automáticos;

c) interferência nas comunicações aéreas podendo dirigir os aviões para


locais diferentes;

d) provocar aceleração ou desaceleração em motores de aviões;

e) tumultuar o tráfego aéreo, criando acidentes em pistas de pouso;

t) destruição de paióis de munições;

g) interrupção de tráfegos rodoviários ou ferroviários, urbano, interurbano


ou interestadual provocando inexplicáveis acidentes como quedas de
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pontes, viadutos, barreiras e incêndios com o conseqüente estudo da
confusão, do pânico ou do tempo gasto para recuperar a normalidade
no local afetado;

h) captura de seres humanos para estudo;

i) devolução de seres humanos portadores de mensagens que tanto podem


gerar confiança ou pavor;

j) interferência em sistemas elétricos de cidades, veículos ou localidades;

1) captação de energia elétrica diretamente das redes distribuidoras;

m) projeção de ondas de choque provocando abalos que parecerão naturais,


confundindo cientistas e alarmando populações;

n) afastamento de populações de certas regiões através de permanentes


ondas de choques e de luzes misteriosas;

o) captura de animais vivos ou somente do sangue deles.

Poderíamos prosseguir esgotando o alfabeto, mas nada melhor do que


apresentar exemplos. São muitos os acontecimentos que reputamos
estranhos e graves e que são do completo desconhecimento de uma
Autoridade Central.
Parece-nos, portanto, oportuno focalizar como simples exemplo mais dois
casos; o primeiro por já constar de um boletim de um Centro de Pesquisas
de "OANIs" situado em Pelotas, RS, conforme comprova o anexo n° 29. (O
relatório é minucioso, detalhando as localidades do Brasil e do lado
uruguaio). Examinando-se o referido anexo, é possível constatar, em relato
detalhado, como 300 ovelhas de raça foram mortas e delas retiradas todo o
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sangue por técnicas desconhecidas, além de fetos retirados por furos de 3cm
de diâmetro. Tal acontecimento poderia ser uma fantasia entre as muitas
fantasias que existem e que nos dão imenso trabalho nesse árduo campo da
pesquisa. Mas ocorre que o caso não é isolado, e já dispomos de outros
elementos de âmbito mundial espalhados no espaço e no tempo que nos
permitem aceitar tranqüilamente a possibilidade da narrativa proveniente de
Pelotas. O interesse dos DISCONAUTAS pelo sangue dos animais, talvez
pelas proteínas que contém, já parece evidente em nossa pesquisa.
Não vou transcrever o outro caso, que data de 1971, quando um "OANI"
esteve parado 5 minutos sobre a área de segurança de Brasília.
Julgo importante transcrever aqui o capítulo 11 da minha exposição de
motivos ao EMFA.

11 - ABALOS SÍSMICOS ESTÃO CONFUNDINDO


OS PRÓPRIOS CIENTISTAS.

Os chamados ABALOS SÍSMICOS ocorridos no Brasil estão causando


estranheza aos próprios técnicos, como atesta a reportagem constante do
anexo n° 31.
Seu título: "TÉCNICOS AINDA NÃO SABEM AS CAUSAS DE SISMOS
NO BRASIL.”
Do texto da referida reportagem queremos destacar:
A série de tremores que passou a chamar a atenção no Brasil foi
desencadeada a partir de 1968, quando várias cidades do Nordeste foram
atingidas.
Populações inteiras de pequenas cidades do interior do Rio Grande do
Norte, Paraíba e Ceará foram acordadas com um CLARÃO NO CÉU,
seguido de abalos que provocaram rachaduras em diversas casas.
Nossa atenção já havia sido despertada muito antes do ano de 1968. Talvez
10 anos antes, e lamentavelmente não encontramos os recortes da época.
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Mas podemos assegurar que no Espírito Santo, na cidade de Vitória,
próximo ao 3° Batalhão de Caçadores, uma bola de fogo saiu do mar e,
tomando enorme velocidade, dirigiu-se para o céu. Naquele momento a
cidade tremeu e ouviu-se uma grande trovoada. A onda de choque derrubou
o teto de um grande galpão de uma fábrica de ferro e aço, e o abalo
repercutiu muito além da capital do estado.
Posteriormente, no dia 16 de janeiro de 1962 ocorreu um abalo na cidade do
Rio de Janeiro. Eram 23:30 horas e milhares de famílias, nos mais diversos
bairros da cidade, assustadas, deixaram suas casas como estavam vestidas.
Nos dias seguintes, geólogos discutiram o fenômeno com pontos de vista
divergentes.
Foi nesta ocasião que firmamos nossa certeza de que aquele abalo foi
provocado artificialmente por uma nave extraterrestre, ou por um "OANI",
que teria quebrado a barreira do som sobre o Rio, provocando uma violenta
onda de choque dirigida contra a cidade.
A propósito, vale recordar uma entrevista publicada pelo jornal O Globo do
dia 19-01-1962, cuja cópia xerox constitui o nosso anexo 32.
Nessa entrevista, o Professor Alceu Diniz Gonçalves, membro honorário da
Sociedade Astronômica da França, declarou que "O ABALO VEIO DO
CÉU" . Disse ainda o Professor que "TERRE MOTO NO RIO É
CIENTIFICAMENTE IMPOSSÍVEL".
Não queremos nos apoiar em nosso próprio depoimento, e por isso pedimos
que examinem a reportagem mencionada e meditem na impossibilidade
científica de ter sido aquele abalo provocado por tremor ou onda de choque
decorrente de um meteorito. Um meteorito ou meteoro teria deixado sinais
inconfundíveis nos céus, como clarão e rastros, dadas as proporções da
onda de choque; estamos convencidos de que a onda, além de
artificialmente dirigida, foi também intencional.
Posteriormente, durante meses seguidos, "OANIs" estiveram no Ceará, no
município de Pereiro, nas proximidades da Serra dos Macacos, ocasião em
que a terra passou a tremer seguidamente, provocando pânico na população
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rural, com rachaduras em várias casas, até que a população, temendo
também estranhas luzes nos céus, começou a abandonar a região.
Na minha comunicação, prossigo escrevendo sobre abalos idênticos em
Minas Gerais, Belém, Natal etc.
Cabe-me ressaltar que em minha exposição de motivos escrevi também
sobre a presença da Marinha de Guerra brasileira.
Sob a alegação de que os OBJETOS AÉREOS NÃO-IDENTIFICADOS SE
LOCOMOVEM NO AR, o Exército e a Marinha sempre procuraram evitar
a incômoda tarefa de investigar o insólito assunto sob a alegação de que a
defesa do espaço aéreo cabe à FAB.
No entanto, um imprevisto ocorreu em 16-01-1958, quando o NAVIO-
ESCOLA ALMIRANTE SALDANHA fazia pesquisa oceanográfica em
cooperação com o Ano Geofísico Internacional e chegava à ilha da
Trindade.
De forma surpreendente, dezenas de tripulantes do referido navio viram um
"OANI" fazendo evoluções em suas proximidades, tendo sido, inclusive,
fotografado algumas vezes por um fotógrafo civil que se encontrava a
bordo.
Essas fotografias chegaram ao Presidente da República da ocasião, tendo
sido depois liberadas para a imprensa, que noticiou o caso em manchetes.
É importante ressaltar que o Almirante Macedo Soares declarou na
oportunidade que para ele as fotos eram verdadeiras. Justificou a sua
convicção baseado em depoimentos de muitos oficiais e civis que se
encontravam a bordo do referido navio quando viram o "OANI" a um só
tempo.
O Globo do dia 24-02-1958 publicou Nota Oficial do Ministério da
Marinha confirmando a autenticidade das fotos e recusando-se, de forma
inteligente, a opinar a respeito do assunto.
Por gentileza de oficiais do Estado-Maior da Armada, tivemos na ocasião
acesso aos arquivos da Marinha, com ordens para lermos os depoimentos
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confidenciais ali arquivados e a recomendação de nunca revelarmos os
nomes dos informantes e dos navios envolvidos nos acontecimentos.
Como eu estava escrevendo para o EMFA, citei alguns casos que deixo de
reproduzir aqui.
Qual a participação do Exército brasileiro?
Em minha exposição, falei sobre a experiência de alguns oficiais quando
não se encontravam investidos de sua funções. Depois prossegui
escrevendo:
Quanto ao Exército como instituição nacional, sabemos apenas que grande
parte de sua oficialidade, como não poderia deixar de ser, tem revelado
interesse por conhecer o assunto, que hoje já faz parte de alguns currículos
universitários em vários países.
No seguimento comentei conferência feita na 6ª. Região Militar e
provocada pelo fato de um "OANI" ter permanecido por duas horas nos
céus da cidade de Salvador, quando expeliu outro objeto que foi avistado
por vários oficiais, sargentos e praças, conforme foi noticiado por O Globo
de 9-12-1957. Prosseguindo dei destaque a um acontecimento que não
envolveu o Exército, mas que no futuro poderá ser de sua responsabilidade
direta:
ZONA DE SEGURANÇA NACIONAL INVADIDA POR UM "OANI" -
UM GUARDADO SERVIÇO ESPECIAL DE SEGURANÇA E
VIGILÂNCIA ATIROU COM SEU REVÓLVER NUMA ESTRANHA
"NAVE", RECEBENDO EM TROCA UM RAIO CEGANTE E
PARALISANTE. O EVENTO OCORREU EM 1970, NA USINA DE
FURNAS, DA CENTRAL ELÉTRICA DE FURNAS, EM ITATIAIA. O
SOLDADO FOI INTERNADO NO HOSPITAL CENTRAL DA
AERONÁUTICA E DEPOIS NO HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA,
PERMANECENDO POR MAIS DE 10 DIAS ISOLADO PELAS
AUTORIDADES, ONDE, SOB HIPNOSE, CONTOU SEMPRE A
MESMA COISA.
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O guarda-vigilante Altamiro Martins de Freitas, do Sesvi, depois de
liberado pelas autoridades e acompanhado por um chefe do Serviço
Especial de segurança, concedeu entrevista à imprensa, comparecendo,
inclusive, à TV Globo, onde, por convite daquela emissora, tivemos a
oportunidade de entrevistá-lo.
Entre as muitas conclusões a que chegamos, meditando sobre o que
aconteceu ali, está a de que as centenas de guardas colegas de Altamiro, que
conheceram os pormenores do episódio, por motivos psicológicos, não
terão coragem para atirar em outros "OANIs" que porventura venham a
invadir aquela importante área sob proteção policial. Vou prosseguir
apresentando trechos da minha exposição de motivos feita ao EMFA para
relembrar a primeira onda de "discos voadores" ocorrida em território
brasileiro.
EM 1959, REVELAMOS NA TELEVISÃO DADOS ATÉ ENTÃO
CONFIDENCIAIS DOS INQUÉRITOs DA FORÇA AÉREA
BRASILEIRA.
Fomos autorizados pelo Coronel João Adil de Oliveira a apresentar, através
de programas de televisão, relatórios e documentos até então confidenciais
dos inquéritos da FAB feitos nos anos de 1952 e 1954. ASSIM NASCEU
ESPONTANEAMENTE UM PRIMEIRO ESQUEMA DE
COOPERAÇÃO EFETIVA, UNINDO EM TRABALHO CONJUNTO OS
ESFORÇOS DA PESQUISA MILITAR COM A CIVIL. PORÉM,
DENTRO DE UM ESQUEMA BASEADO NA CONFIANÇA PESSOAL,
QUANDO O IDEAL TERIA SIDO ALGO MAIS PERMANENTE,
ENVOLVENDO ORGANISMOS, E NÃO APENAS PESSOAS.
Naquela ocasião, preparamos um esquema cuidadoso do que conviria dizer
ao grande público de forma a ALERTAR SEM ALARMAR.
Fizemos então no Canal 9 de televisão, na então capital do país, uma série
de 12 programas, de 20 minutos cada, apresentados aos domingos, sob o
título O Enigma do Espaço. Focalizamos inicialmente o mapa do Brasil,
mostrando de forma global todos os casos assinalados em ordem
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cronológica de datas, ressaltando que a seqüência de acontecimentos
indicava existir alguma inteligência por trás dos "OANIs". Os locais de suas
aparições permitiam supor um planejamento, já que se percebia um
movimento iniciado no sul, evoluindo pelo litoral na direção norte, para
voltar pelo centro do país. Na segunda etapa do programa, analisamos caso
por caso, dando ênfase aos mais evidentes, para mostrar que os estranhos
visitantes tinham efetuado uma espécie de contato preliminar com nossa
civilização, talvez objetivando apurar de perto alguns dos nossos valores.
Para que se tenha uma idéia da primeira onda de "OANIs" sobre o território
brasileiro, e também do nosso primeiro estudo, juntamos o anexo 6,
constituído de um mapa do Brasil com os pontos principais assinalados e
suas respectivas datas; ressalte-se que esses eventos ocorreram numa época
em que poucas pessoas tinham coragem de informar que haviam visto
DISCOS VOADORES.
Vejamos então a seqüência que na época realmente sacudiu a imprensa
brasileira, causando uma certa emoção na opinião pública.
Quando relatamos tais acontecimentos na televisão, entramos nos
pormenores de muitos casos mencionados, apresentando, para os principais,
desenhos ilustrativos bem coerentes com as narrativas.
Depois deste livro pronto, conversando com D. Irene Granschi, sem dúvida
a maior estudiosa do assunto neste planeta, fiquei sabendo que ela dispunha
de uma cópia do meu trabalho ao EMFA. Relembrei então que em 1977,
quando resolvi aposentar-me do estudo dos discos voadores, reuni parte dos
meus principais arquivos, presenteando aquela que eu considerava a mais
indicada. D. Irene sempre manteve um grupo de pessoas ativas em sua
volta batalhando no estudo e divulgação do assunto. Ela foi de uma
gentileza sem par quando devolveu minha EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
com o ANEXO ainda intacto.
Agora posso ampliar um pouco o texto da minha EXPOSIÇÃO DE
MOTIVOS, acrescentando algumas informações nos casos mais
importantes.
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A Impressionante Seqüência de 1954


(Os anexos não serão transcritos.)

24-10-54 - BASE AÉREA DE GRAVATAÍ - dois "OANIs” permanecem


horas fazendo evoluções sobre a Base, o que provocou o 1º. comunicado
mundial feito por uma base militar.

30-10-54 - Flávio Rebelo, senhora e filhos, viajando pela estrada de Tapes -


RS, foram acompanhados por quatro "OANIs" .

02-11-54 - Maurílio Braga Godói, em São Paulo, informou à FAB que


esteve dentro de um "OANI", diante de uma mesa especial que continha um
mapa da América do Sul.

04-11-54 - O caboclo José Alves, de São Paulo, viu em Pontal tripulantes


desembarcados colherem pé de capim, folhas e água, tendo depois o
"OANI" subido na vertical.

07-11-54 - No Rio de Janeiro, o Sr. Levy Pinto Madureira fotografou duas


vezes um "OANI" no Leblon.

11-11-54 - Foram assinalados em Bento Gonçalves, RS.

11-11-54 - Visto por um aviador cruzando o céu da Paraíba, e o fato foi


anotado no diário de bordo do avião PP-ITH pelo Comandante Waldemyr
Costa.
11-11-54 - Avistado também por militares em Fortaleza.

12-11-54 - Novamente assinalado em Porto Alegre.


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12-11-54 - Em Itapetinga, o Professor José Ozi viu "OANI" pousado


quando se sentiu hipnotizado... viu também seus tripulantes.

13-11-54 - Chefe de uma estação ferroviária no Paraná, o Sr. José


Rodrigues viu um "OANI" pousado próximo aos trilhos, com três
tripulantes desembarcados examinando o leito da ferrovia, vestidos com
roupas colantes e berrantes, que depois levantaram vôo.

13-11-54 - Vistos pela Professora Margarina Bastos, em Uray, quando


voava em direção a Londrina, Paraná.

13-11-54 - Em Pernambuco, o piloto civil Severino Cordeiro, voando no


Bonanza PP-DNG, teve que manobrar rápido para evitar choque com um
"OANI".

14-11-54 - Longa observação sobre o Rio de Janeiro mencionada por vários


jornais com entrevista do compositor Pedro Melo.

15-11-54 - Parado no ar sobre uma velha fortaleza em Cabo Frio, segundo


depoimento do Sr. Telmo Braga feito na Escola Técnica do Exército.

16-11-54 - Assinalado sobre Belo Horizonte e descrito pelo Sr. Francisco


Bretas Bhering.

19-11-54 - Visto sobre São José dos Campos.

19-11-54 - O Comandante Giovani Ercoli, da VASP, voando no PP-SQD,


viu juntamente, com a tripulação e passageiros, sobre o Aeroporto de
Congonhas.
20-11-54 - Visto por um aviador militar.
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22-11-54- ESQUADRILHA de 15 "OANIs" avistada pelos Comandantes


Paulo Luiz Ferreira e Armando Bráulio quando voavam abaixo do avião
sobre o Vale do Paraíba.

22-11-54 - Visto pelo radiotelegrafista Arquimedes Fernandes na Base


Aérea de Santa Maria movimentando-se sobre as árvores de eucalipto.

24-11-54 - Em Vacaria, um gaúcho enfrenta "OANI" que estava pousado


no campo e tenta usar o revólver, mas é repelido por força desconhecida,
que o impediu que levantasse o braço.

26-11-54 - Três "OANIs" assinalados sobre Curitiba, conforme depoimento


do Sr. Adolfo Neuman.

02-12-54 - Visto sobre Manaus conforme descrição do Padre Paulo Lima e


outros.

02-12-54 - Em Goiás, o Sr. Henrique Vieira viu pousado com tripulantes


desembarcados colhendo terra. AFAB examinou amostras do solo,
constatando ser matéria apropriada para o fabrico de louça - isolantes de
eletricidade.

06-11-54 - Quinze "OANIs" permanecem cinco minutos sobre Recife.

06-12-54 - Sobre o Parque de Aeronáutica do Campo de Marte, em São


Paulo, três "OANIs" permanecem mais de uma hora e aviões militares
sobem. "OANIs" sobem mais alto e depois sobrevoam a Base Aérea de
Cumbica, também em São Paulo.
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09-12-54 - Olmiro Costa viu, no município Linha Bela Vista, tripulantes
desembarcados carregarem pé de milho e de feijão; ofereceu uma ovelha,
que foi recusada... eram seres de tamanho médio, cabelos compridos, e
respiravam o nosso ar.

12-12-54 - Ainda no Rio Grande do Sul, o Sr. Pedro Moraes esteve diante
de tripulantes anões que arrancaram e levaram um pé de fumo.

13-12-54 - Em Campinas, um verdadeiro show aéreo de "OANIs",


deixando cair material que foi recolhido e examinado, constatando-se a
presença de estanho em elevado grau de pureza.

15-12-54 - O comércio de Curitiba cerrou as portas para assistir a um show


aéreo dado por vários "OANIs", que foram inclusive fotografados, e até o
chefe de Polícia viu.

16-12-54 - Vistos sobre a cidade de Vitória, por cinco minutos.

18-12-54 - ALARME NO PALÁCIO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA


(Catete-Rio); na época o General Juarez Távora encaminhou o relatório do
Comandante da Guarda. Anexo 18.

18-12-54 - Assinalado no Território do Rio Branco, em Boavista, nas


proximidades de um campo de aviação em construção, quando até desceu
na pista de pouso.

18-12-54 - Em Blumenau, foi visto um "OANI" largar outro.

24-12-54 - Estiveram sobre o Rio de Janeiro por mais de duas horas tendo
sido fotografados por O Globo.
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25-12-54 - Registrado no livro de ocorrências da Torre de controle do
Aeroporto de Congonhas - aproximaram-se da cabeceira da pista.

27-12-54 - Assinalado em Minas Gerais (só para efeito de estatística).

30-12-54 - Visto sair de dentro de uma nuvem isolada que pairava sobre o
Aeroporto Santos Dumont (18 horas).

30-12-54 - Visto sobre a cidade de Salvador (última notícia do ano de


1954).

Ao rever, 40 anos depois, tais acontecimentos, recordo alguns momentos de


grande expectativa, emoção e satisfação. Recordo até alguns eventos que
nunca foram registrados.
Quinze anos passados desta grande onda de discos voadores sobre o nosso
território, a Força Aérea Brasileira foi obrigada a entrar novamente no
assunto. Vou transcrever aqui parte do que relatei para o EMFA.

Novamente a FAB (1969)


A PRESENÇA MARCANTE DE "OANIs" NO INTERIOR DE SÃO
PAULO PROVOCA NA 4ª. ZONA AÉREA A CRIAÇÃO DA CIOANI -
CENTRAL DE INVESTIGAÇÕES DE OBJETOS AÉREOS NÃO-
IDENTIFICADOS.
Ratificando o nosso ponto de vista quanto ao número crescente de eventos
relacionados com os "OANIS", podemos afirmar que, se fôssemos
relacionar somente as ocorrências de 1969, teríamos que preencher muitas
páginas contendo umas dezenas de registros.
Segundo o noticiário do Jornal do Brasil de 26-02-1969 e demais notícias
constantes do anexo 21, a Organização criada pela FAB foi chefiada pelo
Major Gilberto Zani e criada em razão de constantes aparições de DISCOS
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VOADORES na cidade de Lins. Segundo o mesmo noticiário, a FAB
chegou a preparar mais 100 relatórios dessas aparições. Os acontecimentos
que envolveram a "CIOANI" verificáveis nos anexos são suficientes para
que se tenha uma idéia da extensão e da seriedade do problema.
Parece-nos importante ressaltar apenas os seguintes tópicos:

- Oficiais ligados ao problema acham que é possível, também, antecipar-se


ao fenômeno. Numa região em que os moradores começam a ver luzes
estranhas ou objetos misteriosos é quase certo que ali irá ATERRISSAR
UM "OANI".

- Aconselha-se, portanto, a eventuais testemunhas de “OANIs” que não


assumam espírito bélico, correndo em busca de armas ou de auxílio, porque
tudo indica não haver necessidade disso. Tanto quanto possível, a
testemunha poderá ter consigo um binóculo e uma máquina fotográfica com
filme bastante sensível.

Discos Voadores Roubam Eletricidade?


Lembro-me que em 1959, quando eu estava fazendo o programa de
televisão O Enigma do Espaço, relatei um caso em que um "disco voador"
passou voando sobre os cabos de alta tensão que ligavam sete cidades do
interior de Minas Gerais. Concluí, como era comum na época, que aquele
"OANI" havia roubado energia elétrica, uma vez que as cidades iam se
apagando uma após a outra à medida que o "OANI" ia passando. Lembro-
me do detalhe das informações dizendo que as chaves que serviam para
ligar ou desligar a energia de cada cidade iam sendo desligadas sem
nenhuma intervenção humana. Depois desta época ocorreram dezenas de
casos de "discos voadores" apagarem bairros, ou cidades, e sempre foi
considerado pelos pesquisadores e por mim como roubo de energia para
abastecimento dos "DISCOS VOADORES" .
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Fiquei muitos anos afastado da pesquisa, uma vez que me dediquei a
avançar na direção do grau cultural e científico das inteligências que
constroem os OBJETOS AÉREOS NÃO-IDENTIFICADOS ou,
popularmente falando, DISCOS VOADORES. Qual a física que conhecem?
Em meus recentes estudos, deparei-me com algo que me fez mudar
totalmente de opinião, e agora estou certo de que os DISCOS VOADORES
nunca roubaram energia, e que a sua simples presença sobrecarrega as
linhas de transmissão que se desligam automaticamente. NA VERDADE,
ELES INUNDAM SUAS PROXIMIDADES COM TANTA ENERGIA
que provocam o desligamento dos circuitos elétricos. Talvez por isso haja
tantos transformadores queimados ou motores parados na presença deles.
Vamos aos fatos: Vou puxar dos meus arquivos o registro que me fez
mudar de idéia.

Tormenta Solar – 1979


JB - 13-06-1961- Uma gigantesca tempestade de radiação solar está
afetando o campo magnético da Terra. A TORMENTA SOLAR PODE
INTERFERIR NO FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA,
INTERROMPER AS COMUNICAÇÕES PELO RÁDIO E ARRANCAR
SATÉLITES DE SUAS ÓRBITAS. A origem do distúrbio é uma grande
mancha na superfície do Sol. Trata-se de uma região mais fria que provoca
erupções de partículas atômicas, lançando jatos de energia no espaço. O
impacto deste rio de radiação faz o campo magnético da Terra mudar de
forma e direção e produz uma série de distúrbios na superfície do planeta. A
EXPLOSÃO LANÇOU UMA ONDA DE CHOQUE
ELETROMAGNÉTICA QUE ATINGIU O NOSSO PLANETA ALGUNS
MINUTOS DEPOIS.
Durante uma tempestade semelhante em 1989, o vento de partículas solares
arrancou vários satélites de suas órbitas.
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A VARIAÇÃO DOS CAMPOS MAGNÉTICOS, DURANTE A
TORMENTA, PODE GERAR CORRENTES ELÉTRICAS QUE
SOBRECARREGAM AS LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA.
FREQÜENTEMENTE OS SISTEMAS SE DESLIGAM
AUTOMATICAMENTE, PRODUZINDO GRANDES BLECAUTES. Este
ano, as companhias de eletricidade dos Estados Unidos estão preparadas.
Elas vão reduzir a carga nas linhas para que a energia da tempestade solar
não desligue os relés de segurança. (COMENTÁRIO MEU REGISTRADO
NO ARQUIVO: Então toda a DISCOLOGIA errou até hoje, pensando que
DISCOS VOADORES roubam energia das linhas de transmissão, quando o
que deve ocorrer é justamente o inverso: ELES sobrecarregam as linhas
com energia, provocando blecautes).

Sinais Estranhos – 1979


Trata-se do primeiro livro da Biblioteca OVNI - DOCUMENTO, feito por
uma editora que imaginou pudesse o assunto oferecer bons rendimentos.
Editou revistas e posteriormente mais um livro escrito por João Martins, As
Chaves do Mistério.Tudo era vendido por reembolso postal, e seu produtor
optou por fechar a editora, pagando-me corretamente os direitos autorais.
Com o referido livro, aposentei-me publicamente do assunto. Foi um livro
muito pessoal, onde relatei momentos especiais de minha pesquisa. Parti do
meu primeiro avistamento de um DV em 1948 e fui até o último, ocorrido
em 8-01-1975 em Guarapari, no Espírito Santo, com muitas testemunhas.
Vou transcrever parte do último capítulo do livro, cujo título é "Sinal
Aberto":
Com este livro quero marcar publicamente meus 30 anos de observações,
experiências e estudos dos OVNIs (1948-1978). Aproxima-se o final do ano
de 1978, e nesta última revisão do trabalho percebo a necessidade de
acrescentar mais este capítulo ao livro. Compreendi em tempo que devo
atualizar o meu pensamento, sintetizando para o leitor, e para mim mesmo,
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um esboço da minha mais recente posição sobre as numerosas interrogações
que a Ovnilogia encerra.
Todo homem que exercita sua faculdade de pensar equaciona, questiona,
duvida, na medida em que novos eventos vão se agregando ao mosaico de
sua memória. Daí a imperiosa necessidade de os estudiosos dos OVNIs
manterem em seu cérebro um "sinal aberto" que lhes permita acompanhar
os caminhos imprevisíveis da OVNILOGIA e, mais ainda, fazer com que
esse "sinal aberto" deixe passar suas mais recônditas experiências para o
domínio desse estudo, ainda embrionário. É assim que procuro pautar a
minha conduta na pesquisa de tão complexo e sobretudo dinâmico estudo.
O leitor certamente deseja saber o que é válido em tudo isso. Ou, em outras
palavras, o que pode ser considerado positivo nessa incessante busca de
dezenas de anos. E as interrogações não param por aí. De minha parte,
pergunto como é possível firmar posição clara e insofismável em assunto
tão polêmico e insólito?
Mais adiante escrevo:
De onde procedem? O que eles são? De uma só constituição biológica?
Qual a ciência privilegiada que conhecem? O que desejam dos seres
humanos? Pacificação? Ocupação do planeta? Extermínio, escravização?
Ou as intenções deles transcendem a nossa própria capacidade de
avaliação?
Interrogações dessa natureza devem bailar freqüentemente no pensamento
dos interessados, absorvendo a atenção dos pesquisadores no mundo
inteiro. Vai daí a necessidade deste capítulo. Procuro aqui e agora, no
íntimo de tudo que conheço sobre a ação dos OVNIs, desenvolver minhas
respostas de forma a construir uma síntese daquilo que hoje (1978) me
parece mais próximo do possível.

1 - Nem todos os OVNIs são tripulados, mas parece-me inegável que, por
trás de todos eles, existem inteligências super-humanas, portadoras de
conhecimentos que transcendem o grau cultural dos humanos.
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2 - Existem OVNIs para os mais diversos tipos de missões e entre eles os


que são tripulados por super-humanos, por robôs, outros teleguiados, e
admito que algumas sondas sejam requintadas projeções holográficas.

3 - Admito a existência de fenômenos luminosos que se confundem com os


OVNIs, mas que não são fenômenos materiais. Geralmente são provocados
pelo inconsciente coletivo ou pessoal de sensitivos, quando estes se reúnem
objetivando contato com seres extraterrestres. Nesses casos, creio que a
pesquisa parapsicológica é mais indicada para a compreensão dessas
aparições.

4 - Essa fusão ou confusão da Ovnilogia com a parapsicologia permite


algumas observações mais prolongadas. Em meus estudos venho admitindo
a hipótese de que as inteligências responsáveis pelos OVNIs já dominam as
forças extra-sensoriais que a nossa nascente ciência parapsicológica busca
compreender.

O conhecimento teórico-físico da "unificação do campo" parece ser


amplamente dominado pelos astronautas que nos visitam. Creio, inclusive,
que essas inteligências já foram muito além, unificando todos os conceitos
do universo físico com a conceituação e operacionalização de um universo
não-físico, que apenas caracterizamos como extra-sensorial, mas que é
parte integrante de uma só realidade cósmica. Assim, a energia que
propulsiona os OVNIs seria, então, procedente em parte desse universo
não-físico, nosso desconhecido, impossibilitando, no momento, sua
compreensão.
O fenômeno da telecinesia, embora citado aqui de passagem, ilustra bem a
hipótese. Quando um sensitivo move alguma coisa material à distância, sem
saber explicar o que se passou, a ciência apenas registra a interferência de
uma energia não-física atuando no mundo físico. Lembro também que o
A equipe FileWarez agradece! - Upado e postado por MuriloBauer
pensamento, que não se propaga por ondas eletromagnéticas, é capaz de
projetar imagens que são registradas por mecanismos cerebrais à distância
nos casos clássicos de telepatia. Poderia ainda acrescentar o caso de
sensitivos que, pela vontade, conseguem imprimir imagens em filmes
virgens.
Com base nestes exemplos de fenômenos extra-sensoriais, peço ao leitor
que medite sobre a possibilidade de as civilizações super-humanas
dominarem essa outra forma de energia que apenas pressentimos.
Daí eu admitir que os OVNIs utilizam, além das energias que conhecemos,
outras formas, como essa não-física e que seria parte integrante do
universo.
Quando, através de relatos, filmes, fotos e outras fontes, estudo o
comportamento desses OVNIs, relaciono alguns dos seus movimentos
como os mais fortes indicadores da superioridade cultural ainda com
comportamentos tipicamente extra-sensoriais. Considero a propulsão dos
OVNIs e as múltiplas possibilidades de seus movimentos como os mais
fortes indicadores da superioridade cultural desses desconhecidos
astronautas.

5 - DESDE 1954 (há 40 anos, portanto) VENHO AFIRMANDO


ENTENDER QUE OS OVNIs SEMPRE TIVERAM, AINDA TÊM E
TERÃO A INICIATIVA EM TODAS AS SUAS AÇÕES, E, POR ISSO
MESMO, NOSSO MAIOR OU MENOR CONHECIMENTO SOBRE
ELES DEPENDERÁ DE UM PLANO QUE É DELES E QUE SÓ
DARÃO A CONHECER SE ASSIM PLANIFICARAM.

6 - Continuo não acreditando - e isso já afirmei em 1969 - na possibilidade


de contatos imediatos do 3° grau com os governos da Terra; admito sim que
façam parte de seus objetivos alguns contatos esporádicos com seres
humanos para atender exclusivamente os interesses de seus programas.
A equipe FileWarez agradece! - Upado e postado por MuriloBauer
Entendo ainda que a humanidade está totalmente desarmada do ponto de
vista cultural, para compreender o estágio atingido por essas inteligências;
bem como também está desarmada do ponto de vista bélico para enfrentá-
los, caso tão desastrosa hipótese venha a ocorrer.

8 - Por isso sempre dei grande importância aos aspectos científicos da


Ovnilogia. Em 1954, marquei dois objetivos para meus estudos: tentaria
racionalizar da melhor forma uma visão global cósmica dos objetivos
desses astronautas extraterrestres e, concomitantemente, tentaria, através do
estudo do material referente aos seus avistamentos, uma visão fIlosófico-
científica nova, objetivando compreender a tecnologia de que dispõem.

Prosseguindo, vou ao item 10 escrevendo: Como desaparecem aos nossos


olhos e tornam a aparecer no mesmo ponto com aspecto de objetos sólidos?
QUE CIÊNCIA APÓIA A TECNOLOGIA QUE PERMITE ESSES
"ABSURDOS"?

11 - Desejaria presenciar um grande esforço científico, coordenado


mundialmente, que fosse desenvolvido com dois objetivos fundamentais:
primeiramente, uma reavaliação dos conceitos físicos em jogo; a seguir,
buscar esse relacionamento entre o universo físico e um não-físico. Isso
porque a ciência física e a outra não-física (parapsicologia) precisam unir
esforços para que se encontre uma unificação global-cósmica, ou seja, uma
lei que espelhe um universo em cujas características estejam inseridas as
não-físicas.

12 - Lembro que essa convicção da necessidade de uma reformulação dos


conceitos físicos nasceu em 1954, quando eu participava de uma reunião no
Estado-Maior da Força Aérea Brasileira, na abertura do 1º. inquérito oficial
brasileiro para estudar os OVNIs. Pude então perceber, muito admirado,
que os homens ali presentes não conseguiam compreender, à luz das
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ciências, certos aspectos do comportamento dos OVNIs relatados por
aviadores. Naquele dia, percebi que ali estava o ponto principal da questão,
e, infelizmente, com solução muito distante no tempo futuro. Iniciei uma
série de leituras que acabou despertando em mim crescente interesse pela
filosofia da física. Mais adiante me convenci de que as nossas teorias
científicas conflitantes nos distanciam da idéia do campo unificado.
Somente depois de 20 anos é que pude obter uma nova imagem mais
unitária do universo, porém apenas qualitativa. É dos meus planos dedicar
um próximo e terceiro livro à filosofia do movimento, com a intenção de
despertar o interesse para a necessidade da unificação de conceitos e
deixarmos para trás a idéia de duas estruturas de espaço independentes uma
da outra, reexaminando o problema do tempo no cosmo. (Escrito em 1978,
publicado em 1979).

13 - O estudo dos OVNIs sempre me interessará, parece-me que ele seria


muito mais bem-sucedido se pudesse contar com o apoio oficioso do
governo brasileiro.

Entendo que a Ovnilogia cresceu tanto nos últimos anos que o registro dos
sucessivos avistamentos de discos voadores não é mais tarefa para o
elogiável esforço de poucos pesquisadores brasileiros diluídos em nosso
imenso território. É claro que estarei atento aos mais importantes fatos que
surgirem nesse campo com o objetivo de verificar se novos subsídios
surgirão, capazes de modificar a visão atual que tenho da Ovnilogia. No
entanto, o apoio decidido do governo parece-me o caminho propício a esse
tipo de pesquisa, que exige grande mobilidade e rápidas comunicações.
Não quero com isso invalidar o maravilhoso esforço de milhares de
estudiosos do assunto que dedicam muitas de suas horas ao estudo dos
OVNIs e à sua divulgação. Todos esses sempre tiveram meu respeito e o
meu apoio.
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Depois de escrever o livro Sinais Estranhos, em 1978, afastei-me totalmente
do debate público sobre o assunto. Mas, no íntimo, sempre alimentei o
desejo de avançar em meus conhecimentos teóricos no sentido de
compreender cada vez melhor o universo. Todas as informações que obtive
sobre as atividades dos "discos voadores" sempre serviram no sentido das
minhas tentativas de compreender melhor o grau cultural das inteligências
que os constroem. Fiz muita ginástica mental, avançando e recuando em
minhas meditações sobre a natureza universal. Vivi grandes períodos de
atividades intelectuais e de benéficos repousos. Mas até mesmo
quando conscientemente desligado do assunto deixava o meu inconsciente
trabalhando na arrumação das peças do grande mosaico cósmico. Errei,
acertei, fiz muitas voltas no meu caminhar, tendo sempre em mente o
Discurso do Método, de Descartes.
Vou a seguir apresentar dois exemplos do material que fez parte dos anexos
da minha exposição ao EMFA. A publicação de todos os anexos com
muitos recortes de jornais tornaria este livro demasiadamente grande.

Mapa do Brasil Brasil


Alvo de Particular Atenção dos "OANIs”

Cinqüenta eventos envolvendo discos voadores foram conhecidos entre os


dias 12-10-54 e 30-12-54. Num espaço de 80 dias, 50 registros foram feitos
no Brasil. Foram assinalados em 14 dos estados do Brasil, assim
distribuídos:
Rio Grande do Sul - 13, Rio de Janeiro - 11, São Paulo - 8, Paraná - 3,
Minas Gerais - 3, Pernambuco e Alagoas - 3, Bahia - 2, Amazonas - 2,
Espírito Santo - 1, Paraíba - 1, Santa Catarina - 1, Ceará - 1, Goiás - 1.

Anexo 29
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Este anexo foi constituído de um boletim da SPIPDV - Sociedade Pelotense
de Investigação e Pesquisa de Discos Voadores (abril-outubro de 1973).
Curioso é que os investigadores gaúchos trataram o caso como se fosse uma
enigmática pesquisa feita em nosso planeta por seres extraterrestres. O
Boletim registrou o seguinte:
"OVELHA MORTA DENTRO DE UM 'CÍRCULO VERMELHO' e com
estranho furo no pescoço.”
Em meados de 1972, mais precisamente entre os meses de junho e julho, o
primeiro fato aconteceu. Em certa manhã foi encontrada uma ovelha morta,
bem no meio do rebanho, em estranha circunstância, pois que o animal
apresentava um orifício de 2cm de diâmetro, no lado esquerdo, logo abaixo
da cabeça, sobre a artéria. Não havia quaisquer vestígios de garras que
pudessem denotar ter sido aquilo obra de algum cão ou mesmo de um mão-
pelada. O orifício aparentava ter sido produzido por uma espécie de punção,
e ao seu redor não se notava qualquer derrame de sangue. A primeira
ovelha, nesse local, apresentava-se completamente limpa.
Mas o mais curioso de tudo foi que, ao redor do animal morto, sobre a
grama, via-se um perfeito "círculo vermelho", feito com o próprio sangue
da ovelha e medindo 1,5 m de diâmetro, supondo-se que isso serviria como
sinalização do local para início de misteriosa pesquisa, pelas razões que a
seguir apontamos:

1° - Nos dias subseqüentes ao do fato acima citado, começaram a surgir


mais ovelhas mortas e semimortas, em pontos diferentes, apresentando
também os misteriosos furos nos corpos, principalmente sobre o pescoço e
o coração. Mas com uma da raça Corriedale, que estava próxima a dar a
cria, o espantoso aconteceu: através de um pequeno furo de 3cm de
diâmetro sobre o ventre do animal, extraíram-lhe o feto.

2° - Nas demais vezes o objetivo dos misteriosos pesquisadores foi a


extração do sangue do animal, e isso se evidenciou quando o capataz da
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fazenda do Dr. Osman resolveu fazer um churrasco de uma ovelha
recentemente morta. Ao abrir o animal, foi notada a ausência completa do
seu sangue. Felizmente, nada de anormal aconteceu ao capataz e às outras
pessoas que comeram da carne em questão.

3º. - Os estranhos fatos não se restringiram somente à fazenda do Dr.


Osman Rodrigues. Os vizinhos mais próximos, criadores também de gado
ovino, foram igualmente atingidos pelo mesmo mal.
As perdas elevaram-se a um total de mais de 300 ovelhas, a maioria de raça
pura. Em conseqüência, grandes prejuízos sofreram os referidos
fazendeiros.

4° - Foram sempre escolhidas ovelhas sadias e de grande porte para a


misteriosa pesquisa. Daí se conclui que teria ocorrido o contrário, caso as
ovelhas tivessem sido atacadas por cães ou mesmo mão-peladas.
Logicamente estes teriam escolhido as mais fracas ou menos robustas, por
oferecerem menor resistência.
O relatório prossegue informando que foram pedidas providências que não
resultaram em nada. Montavam guarda num local e a coisa acontecia em
outro. Passados dois meses, as mortes terminaram, e tudo voltou ao normal.
Mas existem ainda no relatório informações de um objeto luminoso.
O Dr. Osman Rodrigues relata ainda que na área acima referida ele e mais
dois acompanhantes, empregados da fazenda, certa noite tiveram a atenção
despertada para uma luz que provinha de um estranho objeto que se
encontrava no interior de um campo de sua propriedade, onde estavam
muitas ovelhas. Devido ao barulho e à agitação causados por elas, julgaram
que fossem ladrões que estariam roubando as ovelhas e colocando-as em
um caminhão. De imediato, armados de revólver, deslocaram-se até aquele
local, mas para sua surpresa, à medida que se aproximavam do estranho
objeto luminoso, este também ia se distanciando. Aproximaram-se até uns
50 metros do mesmo, após haverem corrido na tentativa de identificá-lo,
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mas mesmo assim conseguia escapar, isto é, mantinha-se sempre à mesma
distância das testemunhas, até que por fim, depois de uma infrutífera
perseguição por mais de 500 metros, desapareceu ou 'apagou-se'. Tratava-se
de objeto de grande porte, mas as testemunhas não puderam ver sua forma
devido à intensa luz branca que se desprendia do mesmo e ofuscava-lhes a
visão.
O relatório de Pelotas fala também de círculos de vegetação queimada e
chamuscada, além de relatar que: "Uma testemunha afirma que observou
luzes como se fossem de lanternas manejadas por pessoas, e que perto
destas estaria um objeto luminoso de maiores proporções.”
Depois de tantos anos afastado da pesquisa direta dos "discos voadores",
volto com algumas agradáveis surpresas. Uma delas é a do aumento do
número de pessoas estudando o assunto. Outra está relacionada com o
exemplar n° 25 da revista UFO do CBPDV - Centro Brasileiro de Pesquisas
dos Discos Voadores, que tenho agora em minhas mãos e cujo editor é A.J.
Gevaerd, que se apresenta cercado por consultores que figuram entre os
melhores nomes da Ufologia brasileira. Fiquei admirado que o centro
nacional de estudos dos "discos voadores" tenha se deslocado do Rio e de
São Paulo para Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Uma revista do porte
da UFO n° 25 vem atestar a indiscutível capacidade de coordenação do
CBPDV.
No momento em que estou revendo o caso das ovelhas ocorrido em 1973, a
revista UFO n° 25 fala justamente da mutilação de animais que vem
acontecendo há décadas em todo o mundo. Fala de cirurgias limpas como
uma que retirou o tecido labial e língua de uma vaca ou de outras onde
órgãos internos foram retirados por pequenos orifícios com precisão
espantosa.
Mas o objetivo maior da reportagem é informar a espantosa descoberta da
mutilação de um ser humano em São Paulo que ficou conhecido como "O
Caso Guarapiranga". A reportagem é da ufologista Encarnación Zapata
Garcia, e muito bem documentada, com fotografias de peritos de medicina
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legal, com a interferência de um promotor de Justiça de São Paulo, além de
policiais. A reportagem é realmente de amedrontar, não deixando margem
para dúvidas. Na capa da referida revista lemos: "EXCLUSIVO - Os laudos
técnicos da criminalística paulista confirmam sinais de mutilação idênticos
aos que ETs produzem em animais." Além do fato documentado, teme-se
que ainda possa existir mais uma meia dúzia de casos semelhantes, que
agora estão sendo estudados.
O que pensar de uma raça alienígena fazendo tais experiências com seres
humanos?
Escrevi A Bíblia e os Discos Voadores em 1968, e nunca duvidei do
interesse dos disconautas pelo sangue dos animais, em especial do gado
bovino, que foi antes de Jesus Cristo levado em quantidades incalculáveis.
Também nunca duvidei de que os deuses astronautas sacrificaram muitas
vidas humanas em seus rituais no continente americano, quando viveram
aqui com os maias, astecas e incas.
A impressão que alguns disconautas deixaram é a de que sempre
necessitaram de sangue, incluindo, em pequena escala, o sangue humano.
Ainda agora, no término deste livro, acabei de ler Ufo Contacto Alienígena,
da psicóloga Gilda Moura. Nele encontrei referências sérias a um outro tipo
de ataque aos seres humanos. Ela descreveu cuidadosamente como um
certo tipo de luz, também conhecida como "chupa-chupa", surgiu no Norte
e Nordeste do Brasil, atacando seres humanos que descansavam deitados
em redes. Tal luz vinha do alto e imobilizava totalmente suas vítimas, com
uma força desconhecida, na região do tórax. Em seguida, retirava sangue -
de preferência do pescoço ou torso -, deixando marcas estranhas e
inconfundíveis. A coluna de luz costuma encerrar sua ação retraindo-se
lentamente. Como resultado, deixaram os humanos com pressão baixa,
aparência pálida e comprovado nível baixo de hemoglobina. Tudo por um
prazo de sete dias, quando normalmente as vítimas se recuperam em relação
ao aspecto físico.
A equipe FileWarez agradece! - Upado e postado por MuriloBauer
Sobre o assunto o Professor Daniel Rebisso Giese, residente em Belém,
escreveu VAMPIROS EXTRATERRESTRES NA AMAZÔNIA. Seu livro
é tão importante para a ufologia que deveria ter tido curso nacional e até
internacional. Ele supera a pesquisa feita pelo 1° Comar, conhecida como
operação Prato, e que pecou por falta de dados médicos. O Professor
Rebisso obteve pronunciamento médico da Dra. Cecim, que examinou 35
vítimas dos chupa-chupas, constatando sintomas iguais aos de manchas
com queimaduras feitas por bomba de Cobal. Ao centro dessas manchas,
encontrou sempre dois pequenos furos, como se fossem feitos por agulhas.
Outro assunto que parece estar recebendo destaque nos meios dos
Ovnilogistas é a possibilidade de seres alienígenas estarem colocando
implantes em seres humanos, assim como os humanos utilizam o marca-
passo em seus próprios corpos ou transmissores de rádio em animais
selvagens para estudarem seus movimentos migratórios. Segundo artigo na
referida UFO n° 25, muitos estudiosos entendem que a idéia de implante é
imaginária. Por enquanto estou entre aqueles que não conseguem perceber
que objetivos estariam por trás dos implantes, principalmente quando
considero que os "disconautas" estão em estágio super-humano. Imagino
que se necessitassem de tal recurso utilizariam uma simples célula humana,
exatamente como as da pele, cabelo ou sangue, implante que não seria
percebido. A idéia de implantes com diâmetros de 2mm é difícil de se
aceitar, e muito menos incrustados no nariz humano. A desconfiança de que
implantes possam estar ocorrendo com seres humanos não é de todo
descabida. No entanto, seria de suma importância encontrar-se pelo menos
um só caso incontestável.

O QUE É UM GRANDE FISICO?


Não é o sujeito que sabe mais física que o outro, mas que tem mais
imaginação. Se a gente tornar as coisas esquemáticas demais, elas deixam
de ser vivas. É através da intuição que a gente descobre as coisas novas.
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(Mário Shemberg, Globo Ciência, ano 3 n° 30 p. 70)

CAPÍTULO II
Filosofia e Física

Enviei para universidades e centros científicos, inclusive nominalmente


para cientistas, cópia de trabalhos contendo o meu pensamento filosófico
sobre a unificação dos conceitos físicos. O título inicial da cosmografia foi
A Filosofia do Movimento, e fiquei com a impressão de que os cientistas de
hoje não consideram mais a filosofia. Tratei então de extrair dos meus
textos a parte mais científica e montar novos textos, na tentativa de obter
respostas.
Obtive duas respostas: Uma de um centro científico e outra de um físico!
Nos dois casos, fiquei decepcionado porque ambos não observaram
cuidadosamente meus textos e preferiram a agressão velada ou ostensiva. O
pior foi que demonstraram total desconhecimento das teorias de Einstein.
Tenho as respostas arquivadas. Uma delas, entre muitas críticas sobre
coisas que não escrevi, censurou-me também por ter elaborado um trabalho
teórico sem a apresentação de nenhuma bibliografia. É bem verdade que
sempre mencionei Einstein em meus estudos e observações. Mas, da minha
resposta, quero destacar o seguinte trecho:
- Quanto à sua primeira crítica sobre forma, devo esclarecer que quando
Einstein publicou o seu primeiro trabalho, que iria revolucionar os
conceitos da Física, ele o fez sem referências bibliográficas e sem citar
nenhuma autoridade.
Quem ele iria mencionar quando estava apresentando algo inteiramente
novo?
Leopold Infeld disse dele:
O estilo é simples e uma boa parte deste artigo pode ser compreendida sem
grandes conhecimentos. Mas a compreensão completa dele requer uma
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mente e um critério amadurecidos, que são mais raros e preciosos do que
qualquer conhecimento pedante. O trabalho de Einstein trata dos problemas
mais básicos; analisa o significado de princípios que pareciam simples
demais para serem analisados. (Zur Elektrodynamic bewegter Korper -
ANNALEN DER PHYSTH, vol. XVII, 1905.) Transcrito do livro Alberto
Einstein, por Leopold Infeld (colaborador de Einstein em Princeton),
Coleção Saber, Lisboa, 1961.
O que sempre me impressionou em Einstein foi a simplicidade das
situações que imaginava para depois tirar delas conclusões de cunho
científico. Um exemplo desse seu modo de evoluir pode ser encontrado no
histórico de como estabeleceu a equivalência GRAVIDADE-INÉRCIA.
Imaginou cientistas fechados em elevadores que se movimentavam dentro e
fora de campos gravitacionais naturais. Formulou também outras situações
com cientistas no interior de carrosséis girando em pleno espaço exterior,
enquanto "observadores", relativamente estacionários, do lado de fora,
analisavam diferentemente o fenômeno decorrente do mesmo evento.
No entanto, o mesmo crítico do meu trabalho parece nunca ter tomado
conhecimento da existência da gravidade inercial.
Ainda da minha resposta para o físico em questão quero destacar:
A seguir você aborda a gravidade. Estou convencido de que encontrei a
resposta que busco há mais de 40 anos. Mas você fala em gravitação e em
fenômeno elétrico como coisas distintas. Repete o que todos os livros
ensinam sobre Newton e Coulomb, reproduzindo suas fórmulas e
concluindo como todos concluem. Depois repete a minha pergunta:
Como explicar a causa gravidade-inércia?
Aí você parece não conhecer a relatividade einsteiniana e o postulado que
iguala gravidade natural com a inercial; nada melhor do que ler o próprio
Einstein.
No livro O Significado da Relatividade, do próprio Albert Einstein -
traduzido para o português pelo Prof. Mário Silva, da Universidade de
Coimbra, em 1958, 5ª. edição, p. 74:
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"A possibilidade de explicar a igualdade numérica da inércia e da
gravitação pela identidade de suas naturezas, dá à Teoria Geral da
Relatividade, na minha opinião, UMA TAL SUPERIORIDADE SOBRE
OS CONCEITOS DA MECÂNICA CLÁSSICA QUE TODAS AS
DIFICULDADES ENCONTRADAS PODEM SER CONSIDERADAS
INSIGNIFICANTES PERANTE O PROGRESSO QUE ASSIM SE
CONSEGUIU.”
É oportuno recordar aquilo que considero básico para a compreensão das
teorias einsteinianas. Primeiro, ele teorizou a Relatividade Especial ou
Restrita, quando descreveu o PARADOXO CRIADO PELA
VELOCIDADE DA LUZ. Mais tarde, formulou A TEORIA GERAL DA
RELATIVIDADE, analisando o problema gravitacional.
Lemos na segunda seção do trabalho de Einstein:
"Todo raio luminoso se propaga num sistema coordenado 'em repouso',
com uma velocidade definida e, independentemente do sistema, quer seja
emitido por uma origem em repouso, quer em movimento." (Zur
elektrodynamic bewegter Korper - ANNALEN DER PHYSTH, vol.
XVII,1905.) Transcrito do livro Alberto Einstein de Leopold Infeld,
Coleção Saber, Lisboa.
Em sua simplicidade, ele quis dizer que os corpos no Universo se movem
sem afetarem ou serem afetados pela velocidade da luz. Tal velocidade
CONSTANTE, conhecida como "C" , não pode ser somada nem diminuída
de nenhuma outra velocidade existente. Se um observador caminha na
direção do Sol a uma velocidade de 100.000 ou 200.000 quilômetros por
segundo, estas velocidades não influirão na medição da velocidade da luz
do Sol, chegando ao corpo do observador. Ela será sempre de 300.000
quilômetros por segundo. Da mesma forma, se o observador se afastar do
Sol em velocidades de 100.000 ou 200.000 quilômetros por segundo, ele
continuará medindo a velocidade da luz, chegando ao seu corpo com a
velocidade de 300.000 quilômetros por segundo. Por isto a velocidade "C"
da luz é uma constante universal, inalterável e independente de qualquer
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forma de movimento. É importante ressaltar que ela não aceita adição ou
subtração.
As dilatações no espaço-tempo só seriam percebidas a partir de
observadores relativamente estacionários que registrariam essas
modificações em outros corpos que se movimentassem mais rápido.
A relatividade einsteiniana ensina que um relógio acoplado a qualquer
sistema em movimento funciona de forma diferente de outro relógio
relativamente estacionário. Em meus estudos, concluí que qualquer corpo,
partícula ou subpartícula possui o mecanismo do relógio universal. Até
mesmo um simples fóton na velocidade "C" seria um relógio parado fora do
tempo, porém conservando intacto seu mecanismo, pronto para voltar a
funcionar ao entrar no tempo.

Qual a Essência da Massa-Energia?


Quando, na década de 50, li um livro de Lincoln Barnett, O Universo e o
Dr. Einstein, fiquei muito interessado em procurar respostas para duas
questões por ele registradas:
Pág. 58 - "Se a matéria se despoja de sua massa e se move com a
velocidade da luz, chamamo-la de ENERGIA ou RADIAÇÃO. Ao
contrário, se a energia se congela e torna-se inerte, de modo que lhe
possamos determinar a massa, chamamo-la de matéria.”
Pág. 59 - "As muitas questões fundem-se numa só que jamais
possivelmente encontrará resposta: QUAL A ESSÊNCIA DESSA
SUBSTÂNCIA MASSA-ENERGIA, QUAL O SUBSTRATO BÁSICO
DE TODA REALIDADE FÍSICA QUE A CIÊNCIA TENTA
EXPLORAR?”
Foi naquela época que este livro começou a nascer em meu pensamento.
Por que E = MC2?
A velocidade C da luz significa pura energia cinética e representa uma
forma de matéria, já que ela e a energia são aspectos diferentes de uma só
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entidade. Assim, pura luz ou energia é a mesma coisa que matéria. Isto
considerado, tenho o direito de pensar e até de afirmar que qualquer
quantidade de massa conserva sempre, por alguma forma ainda
desconhecida, a mesma velocidade da luz. Penso que a energia total do
Universo é uma resultante da velocidade C presente tanto no estado
material como no estado de luz. O M da fórmula de Einstein mencionada
(massa) poderia até ser traduzido como sendo a quantidade de luz ali
presente na forma material. As quantidades de MOVIMENTOS presentes
na matéria e na luz formariam o elo comum aos distintos aspectos da
ENERGIA. Em outras palavras, a igualdade de movimento presente na luz
e a igualdade de movimentos presente na matéria seriam a causa que
justificaria a conservação da energia no Universo. Mas, no momento
apropriado, voltarei ao assunto para um esclarecimento final e completo.
Trabalhei mais de 40 anos procurando sempre uma forma para unificar os
conceitos científicos. Só pude avançar no meu objetivo quando compreendi
que o verdadeiro significado de MASSA repousa na compreensão mais
profunda do que representa o MOVIMENTO no cosmo.
Mais adiante, e no momento certo, mostrarei como troquei a já consagrada
concepção da unidade movimento-massa-energia por unidade mais sintética
MOVIMENTO-ENERGIA, já que entendo que qualquer MASSA não
passa de um conjunto de luz conservando sua energia.
Agora, dispondo de teoria própria e consolidada, venho encontrando as
maiores dificuldades para divulgá-la, como também em conhecer alguém
que conheça muito bem as teorias de Einstein.
Quando procuro revistas ou jornais científicos, pedem logo minhas
credenciais, exigindo títulos. Já as revistas mais populares alegam que meu
trabalho é por demais científico para os seus leitores. Não tenho títulos
científicos, mas sou um pensador que não pára de buscar respostas para
compreender melhor o Universo.
Grande parte dos cientistas não passa de meros compiladores de dados,
enquanto outros estão mergulhados a fundo no estudo das particularidades,
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tomando-se especialistas do detalhe e cada vez mais distantes da
possibilidade de uma visão maior e unificadora do Universo. O
conhecimento tem crescido tanto no detalhe que o cientista acaba se
perdendo no global. Penso que, em conseqüência disso, a filosofia voltará a
ter seu lugar justamente pela capacidade de comparar centenas de
informações das diversas físicas para reuni-Ias num contexto único.

O Substrato Básico
Se for possível retirar o véu que encobre o SUBSTRATO BÁSICO, último
tijolinho responsável pela formação e movimentação de todo o Universo
físico, então sim, será dado o grande salto para a definitiva unificação de
conceitos.
Filosoficamente parece ser muito importante o encontro de uma unidade
final indestrutível e, portanto, absoluta. Einstein acreditava na existência
dela. Vou mostrar a importância teórica e filosófica que representaria o
encontro deste substrato último e finito.
Inicialmente vou conduzir minha exposição por um roteiro fantasioso e
simples para torná-la bem compreensível. Depois, no momento mais
oportuno, usarei a melhor terminologia. Peço que u leitor acompanhe o meu
raciocínio imaginando que tudo que existe no Universo é feito de bolinhas
absolutamente iguais, finais e indestrutíveis.
Considerando que qualquer unidade física seria também uma quantidade de
energia, obviamente cada bolinha seria a unidade final da energia
indestrutível e responsável por sua conservação universal.
Essas bolinhas formariam as galáxias, estrelas, quasares, pulsares, planetas,
cometas, meteoros, moléculas, átomos, prótons, nêutrons ou quarks que
também seriam formados por elas. Qualquer coisa existente no Universo
seria formada pela reunião dessas unidades finais que estamos
fantasiosamente classificando de bolinhas.
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O Que a Física Teórica Ganharia com a Identificação de


um Substrato Básico?
1) O conceito de MASSA (resistência a um novo movimento) seria
modificado, já que todos os corpos formados por unidades iguais, quando
observados isoladamente, apresentariam globalmente a mesma quantidade
de movimento. As MASSAS seriam apenas concentrações de bolinhas
reunidas na formação de um corpo. Mas todos os corpos no Universo, desde
o Sol até um átomo ou um quark, teriam isoladamente a velocidade máxima
de 300.000 quilômetros por segundo - uma velocidade que seria absoluta.
Apenas o maior ou menor número de bolinhas determinaria a maior ou
menor quantidade de matéria ou de energia de cada corpo. A idéia de
resistência ao movimento perderia o sentido. Um corpo teria 5 bolinhas
com a velocidade máxima possível, enquanto outro teria 10 bolinhas com a
mesma velocidade máxima. Com relação ao movimento individual de cada
corpo, todos apresentariam o movimento máximo possível de 300.000
quilômetros por segundo, que classifiquei de movimento absoluto.
Seria possível velocidade tão grande para todos os corpos?

2) BOLINHAS MALEÁVEIS - Para que essas bolinhas pudessem ser todas


iguais no conteúdo e na quantidade de movimento, parece óbvio que elas
teriam que ter algum componente maleável com total elasticidade de
comportamento. Mesmo considerando os aspectos imaginários até aqui
expostos, o leitor deve ter percebido que tais bolinhas não poderiam ter a
forma de tijolinhos rígidos; daí ser necessário imaginar para elas uma nova
característica própria contendo total elasticidade. Quero sugerir dois
componentes variáveis que, estando isolados ou somados, apresentem
sempre como resultado final um total de movimento rigorosamente igual -
absoluto.
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Imagine que o movimento de cada bolinha seja variável, apresentando as
seguintes características:
Movimento das bolinhas: VELOCIDADE EXTERNA e VELOCIDADE
INTERNA.
A soma destas velocidades apresentaria sempre o mesmo resultado, que
seria o movimento máximo possível.
Qualquer forma de movimento isoladamente seria traduzida em termos de
velocidades (distância x espaço). Mas a soma total das velocidades
variáveis seria sempre absoluta, e qualquer distância escolhida seria sempre
vencida pela soma das velocidades interna e externa em igual tempo.
Também em qualquer tempo escolhido haveria sempre um mesmo espaço
vencido.
A característica inalterável dessas bolinhas estaria no fato de que a soma de
suas velocidades variáveis externa e interna seria sempre a maior
quantidade de movimento de velocidade possível no Universo. Assim,
todas as coisas formadas pela reunião dessas bolinhas apresentariam,
isoladamente, como corpos, a mesma quantidade de movimento da luz.

3) INDIVIDUALIDADE E UNIDADE - Filosoficamente, é possível


afirmar que a individualidade de um componente final poderia promover a
tão almejada unificação dos conceitos físicos do Universo. É óbvio que se a
estrutura universal, sempre em movimento, fosse formada pela reunião de
bolinhas iguais e invariáveis no seu conteúdo, o UNIVERSO inteiro, ou
qualquer parte dele, teria como princípio unificador a mesma forma de
movimento e obviamente a mesma lei física.

4) FUNCIONAMENTO - Peço que o leitor acompanhe outra montagem


fantasiosa que vou apresentar com o exclusivo objetivo de criar situações
incomuns para depois tirar delas ilações de natureza científica.
Vou aceitar que tenha existido um passado primordial onde teria ocorrido o
tão cantado e decantado Big-Bang - teoria que defende a existência de um
A equipe FileWarez agradece! - Upado e postado por MuriloBauer
primordial ovo cósmico que teria contido a matéria total do Universo. Tal
ovo teria sofrido - de forma pouco clara - uma fantástica explosão,
espalhando sua energia inteira pelo espaço infinito. Peço que o leitor aceite,
por algum tempo, que após o imaginário Big-Bang toda a matéria antes
reunida tenha se transformado em pura luz, somente luz, e nada mais. Em
tal singular momento, o Universo inteiro teria se transformado em fótons
percorrendo o espaço em velocidades rigorosa mente iguais, da ordem de
300.000 quilômetros por segundo considerada a velocidade máxima
possível. A teoria da relatividade restrita ensina que na velocidade da luz o
relógio pára e o tempo desaparece. Com base nesta teoria, é possível
concluir que o Universo que estou descrevendo estaria sem espaço-tempo.
Todos os seus fótons estariam sem ritmo e sem régua. O cosmo inteiro
estaria transformado em puro movimento de velocidade externa apenas
existente em nosso pensamento, já que o Universo singular descrito,
paradoxalmente, estaria sem tempo, sem espaço, sem vida, apesar de estar
com o movimento maior do Universo.
Como se comportaria a outra variável que seria o movimento interno de
velocidade?
Vou prosseguir no mundo da imaginação para montar outra nova situação
em que se permita conhecer o comportamento do movimento interno das
bolinhas.

5) MOVIMENTO INTERNO DE VELOCIDADE - Após o Big-Bang e


com o Universo convertido em pura luz, ele também ficaria fora do tempo.
Todos os fótons estariam em expansão, fugindo de um ponto central onde
antes teria estado concentrada toda a matéria universal ou o imaginário ovo
cósmico. Obviamente o ponto central da explosão ficaria cada vez mais
vazio.
Curiosamente, o volume do vácuo iria crescendo numa velocidade que
representaria o dobro da velocidade da luz, ou seja, 600.000 quilômetros
por segundo. Cada fóton afastando-se de outro fóton, em direção oposta,
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iria formando no centro um vazio que cresceria em velocidade inexistente
para o Universo físico, e no entanto, admissível para a parte não-física do
Universo, o vácuo central iria crescendo de forma espantosa.
Agora se faz necessário imaginar a existência de uma força considerada
inexistente no Universo. Uma força cuja ação se processaria na RAZÃO
DIRETA DAS DISTÂNCIAS, o que significaria que quanto mais distante
estivesse qualquer onda eletromagnética mais forte seria o puxão que ela
sofreria da nova forma de FORÇA DE ATRAÇÃO. Pensei num modelo em
que o referido vácuo central fosse crescendo para então exercer atração
crescente sobre a luz em fuga, à medida que o volume central vazio fosse
aumentando.
Diante deste modelo imaginário e momentâneo, seria possível deduzir que
todos os fótons em fuga de um centro comum PASSARIAM A TER SUAS
VELOCIDADES DIMINUÍDAS. Assim, o Universo de luz em fuga
começaria a ser retido, e cada fóton iria perdendo um pouco de sua
velocidade; iria baixando de 300 mil quilômetros por segundo para 299.999
km/s, 299.998, 299.990 etc.
A grande pergunta que se faz agora é no sentido de saber o que ocorreria
com a velocidade diminuída em cada fóton. Ela poderia desaparecer ou
sumir como que por encanto? Ou continuaria valendo aquele pilar da física
clássica que sustenta a conservação da energia?
E com base no raciocínio exposto que entendo que o movimento de
VELOCIDADE EXTERNA se transformaria, em igual proporção, numa
forma de movimento de VELOCIDADE INTERNA, dando início ao ritmo
que formaria um mecanismo capaz de servir de RELÓGIO para dar início
ao TEMPO no Universo.
Lavoisier continua vivo, pois "NA NATUREZA NADA SE PERDE E
NADA SE CRIA, TUDO SE TRANSFORMA". O movimento é energia, e
ambos, movimento-energia, se conservam inseparáveis.
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6) COMPOSIÇÃO DAS BOLINHAS - Qual seria a substância
formadora das unidades finais? De que seriam feitos os tijolinhos
responsáveis pelo arcabouço físico do Universo?
Devo muito dos meus insights ao livro de divulgação popular O Tao da
Física. Dizem que seu autor, Fritjof Capra, é criticado por cientistas mais
conservadores. Pessoalmente gostei muito do trabalho dele, apesar de achar
que em alguns temas ele forçou o relacionamento que pretendeu dar
comparando a física atual com os ensinamentos místicos de um passado
humano distante. Tenho opinião muito pessoal sobre o assunto quando
admito que alguma civilização super-humana teria deixado, na forma de
ensinamentos místicos, fragmentos de conhecimentos bem mais avançados
sobre cosmologia do que os nossos.
Vou analisar uma dessas possibilidades procurando relacioná-la com o meu
pensamento. Destaco do citado livro, p. 164:

Forma é vazio, vazio é na verdade forma. Vazio não difere de forma, a


forma não difere de vazio. O que é forma é vazio: o que é vazio é forma.

Será que a unidade final que desejo encontrar poderia ser aparentemente
vazia? E mesmo assim ser responsável pela formação de um Universo
conhecido como físico e portanto material?
Tal unidade poderia ser tão vazia que nunca pudesse ser registrada por
instrumentos?
Apresentando-se invisível, poderia conter nela mesma a maior quantidade
de energia possível (por unidade final) para construir todas as formas
cósmicas existentes?
Peço que o leitor acompanhe o meu raciocínio reexaminando aquele
modelo de Universo imaginário que, após explodir, teria se transformado
em pura luz. Aquele Universo teria então ficado fora do tempo, e nenhum
só movimento seria mais possível em cada fóton. A quantidade inteira de
movimento de velocidade dos fótons estaria do lado de fora em forma de
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velocidade externa. Naquela situação, cada fóton seria apenas uma unidade
de movimento de velocidade - PURO MOVIMENTO. Eles seriam
formados por unidades ainda menores de MOVIMENTO, APENAS
MOVIMENTO, e, paradoxalmente, parados no tempo. Com o uso da
imaginação, é possível arquitetar um Universo assim, pois nele nada
poderia existir para registrá-lo. Ele não teria vida, nem tempo, espaço,
massa, carga elétrica etc. Mas conteria, em potencial, todas as formas e
todas as medidas físicas.
Agora já estou em condições de estabelecer alguns postulados. Mas prefiro,
no entanto, falar em PILARES de um trabalho que sonha com uma só e
única LEI para descrever o comportamento do Universo físico.

O Primeiro Pilar do Movimento


Entendo que o movimento tem duas formas básicas e principais de se
apresentar. Identifico estas formas como sendo de VELOCIDADE
INTERNA e VELOCIDADE EXTERNA; qualquer corpo, desde um átomo
até uma estrela, apresenta sempre em sua composição as duas formas de
movimento de velocidades. A velocidade interna, como diz a própria
palavra, estaria dentro dos átomos que formam a matéria e dentro das
partículas ou subpartículas. Já a velocidade externa no macrocosmo é
aquela situada do lado de fora de cada corpo, como no caso dos
movimentos de rotação e translação do nosso planeta.
Vou dar uma idéia bem prática e realista da existência destas velocidades
variáveis reproduzindo aqui dois registros dos meus arquivos:

VELOCIDADE INTERNA
Do já mencionado O Tao da Física: "Logo após a formulação da teoria
quântica, tomou-se claro que uma teoria completa dos fenômenos nucleares
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não deveria ser apenas uma teoria quântica mas deveria incorporar,
igualmente, a teoria da relatividade. Isto se deve ao fato de que as partículas
confinadas às dimensões do núcleo se movem tão rápido que sua
velocidade se aproxima da VELOCIDADE DA LUZ.”
Mais adiante no mesmo texto:
"Eles percorrem o núcleo de um lado para outro a velocidades de cerca de
64.000 quilômetros por segundo." Seriam movimentos de velocidade
interna.

VELOCIDADE EXTERNA
O Jornal do Brasil de 05-11-1990, escrevendo sobre QUASAR, diz: "O
quasar UM-675 está se distanciando da Terra a uma velocidade de 245.000
quilômetros por segundo.”
Estas duas formas de velocidades (interna e externa), responsáveis pela
formação do estado material do Universo, seriam, em princípio,
isoladamente iguais, podendo ambas atingir a velocidade da luz e, quando
reunidas, conservar a mesma velocidade C, isto é, nunca ultrapassar
trezentos mil quilômetros por segundo. Esta quantidade de velocidade
presente em tudo pode ser classificada de "absoluta" , e por isso resolvi
denominá-la de movimento de velocidade A, tão importante quanto a
velocidade C da luz.
Entendo que a velocidade constante C não é somente própria da luz no
vácuo. Ela é igual para todas as coisas do Universo físico. É o movimento
que não se perde, não se cria e apenas se transforma em permutas de
movimentos variáveis, pois globalmente ele é indestrutível, finito e
absoluto.
Ressalte-se que, quando uma das formas de velocidade aumentar, a outra
será simultaneamente diminuída em proporção rigorosamente igual, numa
forma de permuta que será constante em qualquer alteração do movimento;
uma velocidade nunca poderá ser alterada sem que a outra forma de
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velocidade seja ao mesmo tempo alterada em proporção rigorosamente
igual e inversa. O princípio do movimento "absoluto" é o fundamento de
uma só Lei cósmica e constitui o primeiro POSTULADO do meu
pensamento.
O quadro aritmético a seguir demonstra o movimento "absoluto", cuja
composição permite a visualização do "Relógio Universal" .
Todas as coisas, incluindo você e eu, possuem sempre as velocidades
variáveis que formam o movimento A.
O mais importante em tudo isso é o fato de que o movimento A é
indestrutível, nunca podendo ser aumentado, diminuído ou anulado. Sempre
que ocorrer uma alteração no movimento de velocidade externa ocorrerá,
simultaneamente, igual alteração no movimento contrário que, no caso,
seria de velocidade interna. Estas permutas de velocidades variáveis
ocorrem eternamente POR MENOR QUE SEJA O DESLOCAMENTO DE
UM CORPO garantindo a presença do movimento "absoluto" e a
conservação da energia.

O Movimento Absoluto e o Mecanismo do Relógio


Veloc. externa + Veloc. interna = Mov. Absoluto

------------ ritmo* **
300.000 ZERO 300.000
250.000 50.000 300.000
200.000 100.000 300.000
150.000 150.000 300.000
100.000 200.000 300.000
50.000 250.000 300.000
25.000 275.000 300.000
ZERO 300.000 300.000
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*O Movimento de velocidade interna marca o ritmo do relógio em todos os
corpos do Universo (todos os corpos são formados por uma parte de
velocidade interna). Ressalte-se que a velocidade interna nunca poderia
atingir a sua quantidade máxima porque antes ela explodiria em luz, ao
buscar a velocidade retilínea. Isto significa que nenhum corpo poderá
PARAR no Universo.
**Movimento "absoluto" - a última coluna mostra que a soma das
velocidades variáveis externa e interna sempre apresenta como resultado a
velocidade absoluta do Universo.

Um Novo Conceito de Massa


Considerando tudo que já foi dito, torna-se possível sugerir um novo
conceito de massa, fundamentado na quantidade de unidades de movimento
A reunidas na formação dos corpos. A idéia de resistência oferecida a um
novo movimento não tem mais sentido. Você e eu, o Sol e a Lua, um navio
ou avião, um pássaro ou uma flor, tudo e todos possuem a mesma
quantidade de velocidade "absoluta", de 300.000 quilômetros por segundo.
A quantidade de movimento presente em cada corpo (soma das velocidades
variáveis) é exatamente igual àquela que está na luz.
Qualquer corpo que tiver alterado o seu estado de movimento externo será
simultaneamente compensado por quantidade igual de velocidade interna,
ficando assim garantida a CONSERVAÇÃO do movimento A. Tal permuta
de velocidades externa e interna sustenta a indestrutibilidade do movimento
e a conservação da energia.
A permuta de velocidades externas e internas vai merecer adiante especial
exame e uma explanação específica. Tal mecanismo será de fundamental
importância para que a Física possa finalmente ser unificada. Ele permitirá
que se compreenda por fim o que é a gravidade, a eletricidade e o
magnetismo.
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Direção do Movimento - O Segundo Pilar


O espaço vazio universal que transmite a idéia de IMOBILIDADE,
contendo nele todo o Universo físico, poderia apresentar alguma forma de
curvatura? O nada poderia conter curvatura?
Tudo indica que só o vazio total pode permitir em si todas as formas de
curvaturas.
Como os corpos se movimentariam em linhas curvas? Obedeceriam a
alguma regra universal?
Procurei, em pensamento, penetrar no próprio movimento e acabei por
imaginar uma regra para definir a direção da matéria no espaço: o estado
material sempre se move em linhas curvas, segundo o ritmo do relógio
presente em cada corpo. Entendo que é o espaço imóvel e vazio que permite
em si curvaturas segundo o ritmo dos relógios próprios presentes na
estrutura de cada corpo.
Só depois que estabeleci a equivalência das velocidades variáveis interna e
externa é que pude perceber a importância que adviria da formulação de
uma regra para disciplinar a direção do movimento no vazio espacial.
Passei a sustentar a existência de duas formas principais relacionadas com a
direção do movimento no espaço-tempo:

VELOCIDADE RETILÍNEA - própria da luz no vácuo (relógio parado).

VELOCIDADE CURVILÍNEA - própria das velocidades externas menores


do que a da luz, estando aí incluídos todos os corpos, que teriam
obviamente um ritmo dado pela velocidade interna.
Entendo que se a velocidade externa máxima e retilínea, própria do estado
de luz fosse diminuindo, então sua parte externa iria transformar-se em
velocidade interna, e nessa interiorização o movimento iria procurando
buscar a forma de átomos. Assim, quanto mais o movimento se curvasse,
maior seria a quantidade de velocidade interna, que iria sendo aprisionada
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para formar o estado material (átomos e moléculas). Se ocorresse ao
contrário e um corpo tivesse sua velocidade externa aumentada, maiores
seriam sua tendência no sentido da linha reta e a diminuição do movimento
interno, provocando o enfraquecimento das forças de interação, estando aí
incluída a gravidade.
Com base em regra tão simples, é possível concluir que a curvatura que os
corpos descrevem no espaço-tempo está em parte relacionada com suas
quantidades de velocidades interna e externa, ou seja, com o ritmo de cada
relógio. A curvatura estará intimamente relacionada com o funcionamento
do relógio presente nos corpos. Assim, o Universo físico teria o seu
movimento subordinado a um princípio universal. O aspecto material do
movimento descreve sempre uma linha curva, e o ritmo próprio do relógio
presente nos corpos vai influir na determinação do seu arco de curvatura. É
preciso considerar ainda cada campo gravitacional, já que o mecanismo da
gravidade é de natureza eletromagnética, como vou mostrar na
oportunidade, e é parte importante de cada relógio, capaz de influir na
direção dos outros relógios. É possível concluir que a matéria universal
viaja em linhas curvas, sofrendo influência dos ritmos próprios do relógio
universal presente nela.
Milhões de galáxias seguem suas rotas no espaço, e, caso os seus relógios
não sofram alterações, poderão descrever grandes circunferências para
voltarem ao mesmo ponto em que se encontram em seus "agoras". Seria até
admissível afirmar que o Universo não estaria em expansão com tendência
para a entropia, nem teria morte térmica, devendo prosseguir pela
eternidade em ciclos de construção, destruição e reconstrução dentro dos
parâmetros de um Modelo de Universo Incriado por mim imaginado e onde
é válido buscar o momento em que se formou a Via Láctea ou o instante
em que se formou o sistema solar com os seus planetas, incluindo a Terra.
Entendo que é preciso acabar definitivamente com a idéia de que existiu um
momento da criação. Para que possa existir um Deus ele terá que ser
INCRIADO e, portanto, ABSOLUTO. Filosoficamente, sou panteísta como
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Spinoza, sentindo o Universo como o corpo de Deus na forma de um
sistema inercial fechado, incriado ao infinito.
Os caminhos percorridos pelos corpos estariam diretamente relacionados
com o ritmo do relógio de cada corpo, e quanto maior for o ritmo, maior a
tendência para a curvatura se fechar no espaço-tempo; quanto menor o
ritmo, maior será a tendência para a linha reta (velocidade externa maior),
modificando, simultaneamente, as medidas inseparáveis de espaço-tempo e
onde, entendo, deve ser acrescentado a gravidade e direção para que se
possa afirmar a INSEPARABILIDADE da régua, relógio, peso e leme.
Repito a pergunta: o espaço seria curvo?
A curvatura do espaço seria sempre relativa e proporcional ao ritmo próprio
do relógio universal presente em cada corpo.
Penso que, quando cientistas aceleram partículas em ciclotrons, os ritmos
das partículas diminuem, tornando seus relógios muito lentos; com isso,
ocorreria o enfraquecimento das forças de interação. As partículas ficariam
mais vulneráveis ao espalhamento nos momentos de colisões. A unidade
final do Universo físico não poderia nunca ser visualizada por ser
constituída de puro movimento.
Falei de um relógio de caráter universal cujo mecanismo inteiro sempre
conserva o movimento "absoluto", que é da ordem de 300.000 quilômetros
por segundo. O relógio tem um mecanismo elástico e bastante sensível para
registrar qualquer alteração nos seus movimentos de velocidades externa e
interna que, juntas, somam sempre A. É a imobilidade do espaço (pano de
fundo ou mostrador) mais as variações externa e interna (ponteiros) do
movimento A que permitem a construção deste relógio. O espaço é vazio ao
infinito, permitindo que o MOVIMENTO, obedecendo ao mecanismo do
relógio universal, construa o estado material do cosmo, determinando-lhe a
direção (curvatura).
A conseqüência de tudo é que nenhum "observador" no cosmo - pessoa ou
instrumento - poderá registrar a sua real velocidade interna ou externa, já
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que o espaço-tempo é sempre elástico, no sentido de fazer com que cada um
meça sempre de forma igual a velocidade máxima do universo.
Cada observador é um relógio, é uma régua, é uma balança de molas; ele é
sempre o centro do universo e referencial de todas as medidas de grandezas.
O casamento do móvel com o imóvel, a existência do movimento
"absoluto" com a imobilidade absoluta é que permitem a fusão do espaço
com o tempo, tomando-os inseparáveis. A velocidade interna presente nos
corpos não pode atingir nunca - isoladamente - a velocidade máxima,
porque então deixaria de ser corpo para se transformar em pura luz,
viajando retilineamente,fora do tempo, com seu relógio parado.
Apoiado nos dois pilares expostos, posso então estabelecer o PRIMEIRO
POSTULADO DA MINHA TEORIA:
O UNIVERSO É UM SISTEMA INERCIAL FECHADO, ONDE O
MOVIMENTO É ABSOLUTO.
O "ABSOLUTISMO" permitirá finalmente a elaboração do texto de uma só
lei para descrever o movimento no Universo.
Será que o leitor está percebendo a diferença do meu pensamento com
relação aos postulados relativistas? Estará registrando onde as duas teorias
coincidem e onde diferem?
Acho oportuno dedicar especial atenção à comparação entre a Física
Relativista e a Física Absolutista.

A Relatividade de Einstein e a Relatividade do Movimento


Absoluto
Segundo a Relatividade Especial, a velocidade da luz é a máxima possível
no Universo, sendo classificada como velocidade C (constante Universal),
própria da luz no vácuo; sua quantidade é estimada em 300 mil quilômetros
por segundo.
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No absolutismo, a velocidade C está presente em todo o Universo físico,
que passa a ser visto como um SISTEMA INERCIAL FECHADO onde o
MOVIMENTO "absoluto" é formado pela soma das velocidades variáveis
externa e interna, que juntas somam sempre C. Considerando que o
movimento é "absoluto", achei mais coerente substituir a letra C pela letra
A.
Feita esta primeira comparação, é possível concluir que, enquanto a física
relativista desconhece a existência do movimento "absoluto", a física
"ABSOLUTISTA" faz dele o seu principal fundamento, objetivando
ampliar o enfoque einsteiniano.
Na relatividade, a velocidade C da luz, apesar de sua invariância cósmica,
não pode servir de REFERENCIAL para a medição de um tempo universal.
Assim, nenhum "observador" pode conhecer a sua própria velocidade no
Universo.
Na física absolutista, o movimento A também não pode servir de
referencial, já que tudo no universo possui a mesma velocidade
ABSOLUTA DA LUZ; assim, não pode existir referencial algum fora do
"observador" - que só poderá medir movimentos externos que sejam
diferentes do seu. Ninguém pode conhecer o seu verdadeiro ritmo (sua real
velocidade externa ou interna).
A física relativista ensina que, quando a velocidade de um corpo se
aproxima da velocidade da luz, um relógio nele acoplado passa a andar
mais lentamente. Se tal corpo pudesse atingir a própria velocidade da luz
(não pode), o relógio pararia, ficando fora do tempo.
Na física absolutista, qualquer estado material é feito de unidades de
movimento, que podem ser consideradas reloginhos contendo o movimento
A. São unidades absolutas e ao mesmo tempo elásticas em suas variações
de velocidades externa e interna. Como todos os corpos seriam formados
pela união de reloginhos, conclui-se que qualquer corpo no Universo seria
um relógio. Tudo que fosse válido para uma unidade final A também seria
válido para o Universo inteiro. Sempre que um corpo se aproximasse da
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velocidade externa máxima, sua velocidade interna diminuiria na mesma
proporção (ritmo do relógio). Se o corpo pudesse prosseguir (não poderia
atingir a velocidade externa máxima, que é própria da luz) ele também,
como na relatividade, ficaria fora do tempo com seu relógio parado.
O movimento "absoluto" é a garantia de que ninguém pode medir de forma
diferente a velocidade da luz, uma vez que a capacidade máxima para medir
velocidades é, para todos, a mesma de 300 mil quilômetros por segundo.
Todos os "observadores" universais possuem a mesma velocidade da luz,
independentemente dos seus ritmos estarem diferentes.

Outra diferença está no fato de a relatividade dar grande importância aos


relógios quando eles atingem grandes velocidades, não percebendo a
importância do funcionamento do relógio nos corpos em pequenas
velocidades. Preferiu as leis clássicas de Newton para pequenas
velocidades. Não procurou examinar o crescimento dos ritmos que
aceleram os relógios e obviamente o tempo. Não examinou a possibilidade
de um viajante sair numa viagem de curta duração, pelo relógio da Terra, e
voltar mais velho do que um habitante que tenha permanecido aqui. Para
melhor ilustrar o que estou querendo transmitir, relembro que tenho em
meus arquivos uma notícia vinda do Chile contando que um militar foi
apanhado por um "disco voador" e devolvido cinco minutos depois. Seus
companheiros de patrulha ficaram admirados porque o militar capturado
voltou barbado como se tivesse vivido de dois a três dias durante aqueles
cinco minutos em que foi abduzido.
Ressalto ainda a grande possibilidade de as permutas de velocidades
representarem a "chave" para decodificar o eletromagnetismo no cosmo.
No absolutismo, busco uma só lei para qualquer forma de movimento
examinando todas as situações, inclusive a contração e descontração do
espaço-tempo. O mecanismo do Relógio Universal garante o
envelhecimento QUANTO AO NÚMERO DE "TIQUE-TAQUES",
deforma igual para todos os "observadores" universais. O espaço e o tempo
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se modificam de forma simultânea, mantendo inseparável a unidade
ESPAÇO-TEMPO em todas as situações, incluindo aí gravidade e direção.

Segundo Einstein, o universo é um espaço-tempo quadridimensional, onde


todas as coisas ocorrem nas três dimensões de espaço e mais numa de
tempo. Sustenta ainda que a contração da régua só ocorre na direção do
movimento.
Na relatividade do absolutismo, as três dimensões de espaço são alteradas
com a alteração do Tempo: A RÉGUA PODE SOFRER CONTRAÇÃO
OU DESCONTRAÇÃO, E É ELA QUE VAI MEDIR LARGURA,
ALTURA E PROFUNDIDADE. Entendo que a régua se modifica em
TODAS AS DIREÇÕES e não só na direção do movimento. Quando o
ritmo do relógio vai ficando lento, a régua vai encurtando, e as forças de
interação vão ficando mais fracas, alterando o peso; essas modificações são
perceptíveis por um observador relativamente estacionário e distante e
ocorrem em todos os corpos, inclusive alterando suas curvaturas (espaço,
tempo, gravidade, direção).

Na Relatividade Geral, Einstein estabeleceu a equivalência das forças de


inércia com a força gravitacional.
Qual a explicação para essa equivalência? O que será que ocorre no interior
da matéria?
Examinei em profundidade o tema e vou mostrar como se processa a
gravidade artificial ou natural para que o leitor entenda a razão da
equivalência "gravidade-inércia" tão bem intuída pelo gênio de Einstein.

Equivalência Gravidade-Inércia
Einstein estabeleceu a equivalência das forças de gravitação. com as forças
de inércia. Penso que ela foi intuída, mas não explicada. Desconhece-se o
que acontece na estrutura da matéria quando ocorrem os fenômenos de
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inércia (gravidade artificial) e também nada se sabe dizer sobre o efeito
gravitacional natural.
A primeira dificuldade seria a de se encontrar uma causa única capaz de
explicar as duas formas - artificial e natural - da gravidade.
Revendo os conhecidos exemplos de Einstein sobre a gravidade inercial, é
possível afirmar que quando um elevador sobe uniformemente acelerado
(fora de um campo gravitacional), um passageiro em seu interior ofereceria
resistência à aceleração externa e poderia marcar um peso sobre uma
balança de molas. Já no caso de um carrossel girando em pleno espaço, fora
de qualquer campo gravitacional natural, um passageiro que estivesse em
seu interior seria projetado para fora e ficaria aprisionado em suas paredes
internas. Se fosse também colocada uma balança de molas sob seus pés, o
passageiro exerceria ali uma determinada pressão em forma de peso, que
cresceria com o aumento da velocidade de rotação do carrossel. Ressalte-se
que em ambos os casos o peso ou a força gravitacional artificial seria
decorrente do efeito de permuta constante das velocidades variáveis.
Como explicar a gravidade natural como sendo igualmente decorrente de
efeito inercial natural (permanente permuta de velocidades)?
O nosso planeta, girando em torno do seu eixo imaginário, lembra um
carrossel, mas com os passageiros situados do lado de fora, na superfície. O
movimento de rotação terrestre exerce um empurrão para fora que é forte na
região do equador, provocando ali uma diminuição na força gravitacional
natural. Um peso qualquer retirado do equador terrestre, onde a velocidade
de rotação é supersônica, e levado para qualquer dos pólos, onde a
velocidade de rotação é menor, irá sempre pesar um pouco mais.
Até aqui nada se sabe, nada mesmo, que seja capaz de explicar o que ocorre
na estrutura dos corpos debaixo da gravidade inercial ou natural. Haverá
uma forma única de explicar o fenômeno da equivalência gravidade-
inércia?
Entendo que sim, e posso adiantar que o efeito gravitacional permanente
ocorre sempre que existir permuta de velocidades externa e interna, ou
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ainda interna e externa, em qualquer corpo, em fluxo igual e constante. O
efeito gravitacional está sempre relacionado com a grandeza das
velocidades em permuta e o seu tempo de duração.
Vou examinar o assunto detalhadamente, analisando cada um dos exemplos
aqui citados, como o do elevador, do carrossel e da Terra. Cabe-me lembrar
que quando Eistein construiu suas teorias não existiam os foguetes ou
ônibus espaciais que sobem todos os dias com velocidades uniformemente
aceleradas. Por isso ele usou elevadores em seus exemplos, elevadores em
queda livre num campo gravitacional para simular a ausência de gravidade.
Hoje aviões especiais em queda livre fazem isso no treino de astronautas
simulando a imponderabilidade.
Elevador: imaginem um elevador subindo uniformemente acelerado (nossos
elevadores não procedem assim) e conservando aumento de velocidade
externa suficiente para manter qualquer passageiro aprisionado ao seu piso.
Seu peso estaria diretamente relacionado com a velocidade uniformemente
acelerada do elevador. Neste caso, no corpo do passageiro ocorreria
permuta de velocidades interna e externa. A estabilidade na troca ocorrida
no corpo do passageiro conservaria a permuta sempre igual e a gravidade
estável.

Carrossel: um carrossel, não do tamanho do nosso planeta, mas uma espécie


de astronave com 30 metros de diâmetro e girando no espaço, fora de
qualquer campo gravitacional natural, em velocidade imaginária suficiente
para atirar para fora o seu passageiro (centrífuga), que, em tal situação,
ficaria aprisionado nas paredes internas do carrossel, forçando passagem
com a sua velocidade externa. A permuta constante de velocidades é que
iria estabelecer a gravidade artificial no interior do carrossel.

Aeronaves ou Astronaves: imaginem aviões saindo de vôos de mergulho ou


manobrando em curvas fechadas, astronautas esmagados em suas cabines
nas manobras de lançamentos ou ainda naqueles casos em que manobram
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seus módulos espaciais, posicionando-se de costas, para a reentrada na
atmosfera. Nestes exemplos, o efeito gravitacional inercial ou artificial é
momentâneo, porque a permuta de velocidades ocorre em pequenos
intervalos de tempo. Ressaltem-se ainda as arrancadas ou freadas, em
veículos comuns, quando passageiros são projetados para trás e para a
frente devido à instabilidade das permutas de velocidades variáveis.
E o mistério da gravidade natural? Como explicá-la no mesmo contexto?
No momento oportuno irei descrever com detalhes a minha concepção
sobre a GRAVIDADE NATURAL.

Agora é o momento de examinar os mistérios que cercam o


eletromagnetismo. Isto porque mais adiante ficará evidente que a gravidade
é um fenômeno exclusivamente eletromagnético, da mesma natureza do que
ocorre no microcosmo. É até coerente imaginar que, se o MACRO é feito
de MICROS, o mesmo princípio eletromagnético que rege o movimento do
microcosmo seja transferido, de alguma forma, ao macrocosmo.
Einstein sonhou com uma ponte teórica que fosse capaz de unir as
estruturas espaciais pertencentes ao MICRO com aquelas que formam o
MACRO apresentadas como sendo diferentes pela Ciência. Para ele, a
unificação de conceitos só seria possível se fosse estabelecida a fusão das
duas estruturas numa só estrutura universal. Persigo o mesmo objetivo há
dezenas de anos, e para explicar minhas conclusões vou dar novamente asas
à imaginação e moldar um modelo de ÁTOMO NATURAL.

Átomo Natural (micropulsar)


No início da Física Atômica o modelo microscópico de átomo planetário de
Rutherford aproxima-se do modelo macroscópico do sistema solar. Com o
decorrer do tempo, ele foi abandonado por não explicar os grandes espaços
vazios no interior dos átomos. Queriam saber o que confere à matéria seu
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aspecto sólido. Também a grande estabilidade mecânica dos átomos
concorreu para que o modelo planetário fosse abandonado.
Segundo a Física Quântica, o aspecto sólido da matéria é conseqüência de
um típico efeito quântico vinculado ao aspecto dual (onda-partícula) da
matéria. Destaque-se que tal característica no micro continua sem dispor de
analogia no macro.
O confinamento dos elétrons num átomo resulta em enormes velocidades,
da ordem de 960 quilômetros por segundo. Essas velocidades dão ao átomo
a aparência de uma esfera rígida. Entendem que é assim que os elétrons
conferem à matéria seu aspecto sólido. No entanto, penso que não só o
movimento de elétron mas outros movimentos inerentes ao átomo inteiro
respondem pelo aspecto sólido dos corpos. A Física Quântica imagina
ondas de probabilidades dispostas em diferentes órbitas sem contudo dizer
que os elétrons giram em torno do núcleo, naquele sentido da mecânica
clássica. A interação entre elétrons e núcleos atômicos constitui a base de
todos os sólidos, líquidos, gases e organismos vivos. O núcleo possui
praticamente a massa do átomo, sendo o nêutron o segundo componente do
núcleo, com aproximadamente a mesma massa do próton (2.000 vezes a
massa do elétron), mas sem carga elétrica. Não é intrigante?
Como explicar o convívio de prótons e nêutrons na formação do núcleo dos
átomos? Como um átomo irradia luz? Os físicos imaginam uma NOVA
FORÇA DA NATUREZA que só existe no núcleo; por isso, o classificaram
de NÚCLEONS. Quanto mais comprimidos os núcleos, mais violenta a sua
reação. Entendem que é no núcleon que está a FORÇA NUCLEAR
FORTE, que aumenta quando núcleons se aproximam muito uns dos outros
(duas ou três vezes seu diâmetro). Além destas distâncias, a força nuclear é
fortemente atrativa, e sempre que a distância se torna menor tal força passa
a ser fortemente REPULSIVA, de modo que os núcleons não podem se
aproximar. Entendem que é assim que a força nuclear forte conserva o
núcleo num equilíbrio estável, embora altamente dinâmico.
Em O Tao da Física, Fritjof Capra escreve, à p. 64:
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"Dispomos, isto sim, de diversos modelos 'quântico-relativísticos' que nos


descrevem adequadamente alguns aspectos do mundo das partículas, mas a
fusão das duas teorias quântica e da relatividade numa teoria completa do
mundo das partículas ainda constitui o problema central e o grande desafio
da Física Moderna.”
Não me agrada abandonar a idéia de um modelo natural para o átomo.
Talvez se os grandes espaços vazios existentes nos átomos fossem vistos
como preenchidos por radiações emitidas pelos prótons (micropulsares), o
velho modelo planetário pudesse ser em parte revivido para dar início à
melhor visualização do que ocorre nos átomos.
Peço que imaginem comigo um modelo de átomo bem simples e até
parecido com a descrição que se faz de um pulsar, ou também um pouco
parecido com o sistema solar, mas sem um núcleo explosivo como o do Sol
e das estrelas. Digamos que os átomos possuem um núcleo formado por um
spin com alta concentração de unidades de movimento A espargindo
radiação (luz), que, ao atingir os elétrons, transformam, com o choque,
metade da partícula "elétron" em carga elétrica positiva na face que o
atinge, ficando a outra metade negativa. Penso que os elétrons, assim como
os planetas, possuem sempre uma face recebendo radiação e a outra sempre
sem luz. Caso os elétrons fiquem soltos e mudem de órbita, afastando-se
dos núcleos, deixam de impedir a passagem de uma pequena parte da
radiação (luz) emitida pelo núcleo do átomo, que, em conseqüência,
escaparia passando para outro átomo, que por sua vez repetiria o processo.
O fenômeno ocorreria em cadeia. Imagine então numa hidroelétrica um fio
coletor retirando os elétrons soltos da turbina giratória. Será que somente
elétrons seguiriam pelos fios? Mas os elétrons não possuem a velocidade da
luz, e a eletricidade sim. Então parece claro que a coisa que corre na
velocidade da luz pelos fios condutores tem que ser a radiação emitida
pelos núcleos dos átomos. Ela seria o próprio campo magnético que
envolve todas as correntes elétricas. A força repulsiva existente entre
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núcleos poderia ser mais bem compreendida. A radiação emitida pelos
núcleos vai atingir primeiro as metades dos elétrons dos outros átomos que
estão no escuro, sem receber a radiação emitida pelos seus próprios
núcleos.
A atração entre os átomos poderia ser explicada como eletromagnética,
assim como a repulsão quando da aproximação dos seus núcleos (sinais
diferentes se atraem e iguais se repelem). Entendo ainda que no
macrocosmo haveria similaridade com as estrelas do mesmo potencial de
luz. Com as estrelas classificadas como binárias, ocorreria que uma delas
teria sempre potencial eletromagnética bem menor do que sua companheira,
justificando assim a atração pela menor em busca de energia complementar
para equilibrar o seu relógio próprio.

Mas afinal, o que é eletricidade e o que é magnetismo? Acrescento ainda: o


que é gravidade?
Sempre ensinaram que a Terra é um grande eletroímã, com seus pólos
magnéticos. Se o campo magnético é sempre derivado de correntes
elétricas, seria lógico afirmar que a Terra é uma grande bola
eletromagnética. Caberia então a pergunta: como na grande bola
funcionaria a gravidade?
Tudo me leva a acreditar que a eletricidade é uma corrente de radiação
emitida pelos núcleos dos átomos que, em seu percurso, vai deslocando
elétrons.

Unidade Movimento-Energia
Só a luz pode atingir a velocidade externa máxima. Só ela pode ficar fora
do tempo, espaço e gravidade, sem relógio, sem régua, sem peso ou carga
eletromagnética. Nela desaparecem todas a medidas de unidades físicas. As
medidas só existiriam em estado potencial. Mas se a luz tivesse sua
velocidade diminuída, a velocidade externa se interiorizaria na forma de
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spin, dando origem ao ritmo e, com o movimento de rotação, à força
centrífuga. A luz iniciaria curvatura no espaço proporcionalmente à
velocidade externa diminuída. Chegaria então um determinado momento
em que a velocidade do spin seria tão grande que se transformaria num
micropulsar, espargindo radiação em sua volta. Especulo no sentido de que
as ondas eletromagnéticas emitidas assim formariam a massa neutra dos
átomos. Resta saber, ou imaginar, de que forma surgiria o primeiro elétron
para formar o átomo número 1, que é o de hidrogênio.
Antes de especular sobre a formação de elétrons, vou enfocar por prisma
diferente aspectos do eletromagnetismo.

Hidroelétrica
Vou descrever o que imagino possa ocorrer com turbinas situadas em
estações hidroelétricas.
Essas turbinas são sempre fixadas ou aprisionadas no local das estações.
Quando começam a trabalhar, girando pelo impulso das águas, então seus
movimentos de rotação aumentam, surgindo ali uma quantidade de
movimento de velocidade externa, fazendo com que seus relógios próprios
fiquem diferentes daqueles das estações onde estão localizadas. Basta
imaginar que, se as turbinas pudessem se desprender dos locais onde se
encontram instaladas, elas sairiam rodando e se afastariam do local de suas
instalações.
Mas, operando normalmente, o ritmo dos relógios das turbinas ficaria mais
lento (velocidade externa maior) E COM ISSO OS ELÉTRONS
FICARIAM SOLTOS PARA SEREM COLETADOS. Também a
velocidade externa de rotação das turbinas seria uma forma de movimento
que estaria sempre renovando o processo.
Posteriormente viria o coletor de elétrons buscar a eletricidade que iria
correr pelos fios condutores. Afinal, o que realmente estaria correndo pelos
condutores com o nome de corrente elétrica ou eletricidade? Seriam
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somente elétrons? Claro que não poderiam ser só elétrons, já que eles
caminham em velocidades muito menores do que a corrente elétrica, que
tem a velocidade da luz. O que é finalmente a eletricidade que corre pelos
fios, gerando sempre um campo magnético?
Podem ser unidades de movimento A decorrentes das radiações emitidas
pelos núcleos dos átomos.
No início deste capítulo, falei ligeiramente sobre meu modelo de átomo.
Com uma modificação na forma de se ver o átomo, hoje visto como puro
modelo matemático, parece-me possível uma melhor compreensão do
assunto.
O que vou apresentar pode até ser fantasia. No entanto, servirá para clarear
a idéia que desejo transmitir. É apenas um modelo provisório que permitirá
uma visualização melhor da eletricidade correndo por fios condutores e
difundindo o seu campo magnético.
Antes de iniciar o terceiro capítulo, vou dar uma síntese da unificação de
conceitos que defendo.

A Unidade da Física
PRIMEIRO PILAR
A velocidade C da luz encontra-se sob duas formas principais:
MOVIMENTO DE VELOCIDADE INTERNA (VI) e MOVIMENTO DE
VELOCIDADE EXTERNA (VE). A VI está no interior da matéria
formando seus átomos. A VE está do lado de fora dos corpos.
A soma de VI + VE é sempre igual à velocidade C da luz.
A velocidade C é a unidade final do Universo, uma unidade de puro
movimento, indivisível em sua totalidade e por isso indestrutível, podendo
apenas sofrer variações nas quantidades de seus componentes VI e VE.
Qualquer deslocamento de um corpo provoca de imediato permuta entre os
movimentos de VI e VE ou VE e VI. Estas trocas compulsórias de
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velocidades formam o mecanismo do Relógio Universal, presente em tudo,
conforme o quadro a seguir:

O Movimento Absoluto
Em quilômetros por segundo

Veloc. externa + Veloc. interna = Mov. Absoluto

-------- (ritmo)* **
300.000 ZERO 300.000
250.000 50.000 300.000
200.000 100.000 300.000
150.000 150.000 300.000
100.000 200.000 300.000
50.000 250.000 300.000
25.000 275.000 300.000
10.000 290.000 300.000

*O movimento de velocidade interna marca o ritmo do relógio presente em


todos os corpos do Universo. A velocidade interna de um corpo não pode
atingir 300.000 km/segundo porque antes ele explodiria em luz. Para evitar
a explosão, uma parte do movimento de velocidade interna sempre passa
para o lado de fora em forma de rotação, como nos pulsares, impedindo que
qualquer astro atinja a gravidade de massa infinita.
**Movimento "absoluto" - a última coluna mostra que a soma das
velocidades variáveis forma o movimento absoluto do Universo. As
grandezas da física newtoniana dariam lugar a uma grandeza maior e
central - o movimento absoluto. Os físicos devem considerar o absolutismo
para cuidarem da revisão de toda a estrutura matemática que apóia a física
atual.
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SEGUNDO PILAR
Destaque-se que o movimento universal tem duas direções básicas:
RETILÍNEA - PRÓPRIA DA LUZ NO VÁCUO; CURVILÍNEA -
PRÓPRIA DA MATÉRIA, estando presente em todos os corpos.
A velocidade interna de um corpo determina o ritmo de seu relógio, e
quanto mais acelerado estiver, maior curvatura sofrerá sua direção, maiores
serão sua régua e suas forças de interação. Quando o ritmo acaba
desaparecem relógio, régua e peso, restando apenas luz em sua direção
retilínea.
Espaço-tempo-eletromagnetismo-direção são inseparáveis; basta um se
alterar para que todos sejam alterados simultaneamente.

Conclusões
MASSA - Ela terá um novo conceito, já que todos os corpos possuem o
movimento absoluto. Aquela idéia clássica de resistência oferecida pelos
corpos a um novo movimento desaparece para permanecer apenas a idéia
de quantidade de matéria.
ENERGIA - Considerando que o movimento absoluto passa a ser a
ENTIDADE básica do universo e também a causa da conservação da
energia, seria necessário uma revisão na estrutura matemática que apóia a
Física.
No absolutismo, qualquer corpo será sempre uma quantidade de luz, onde o
movimento A se conserva. E preciso entender a idéia de movimento
absoluto como sendo algo vazio, invisível, indestrutível, finito, sem forma,
mas presente em todas as formas.
Nesta síntese quero ressaltar que a ENERGIA seria o resultado da equação
básica do ABSOLUTISMO: VI + VE = A.
Diferente da teoria da relatividade de Einstein, no absolutismo todo os
observadores sabem que possuem a mesma quantidade de movimento de
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velocidade A. Sabem também que não pode existir nenhum corpo parado
no universo. O ritmo próprio do relógio de cada observador é que seria
desconhecido (distribuição das quantidades de velocidades variáveis no seu
próprio corpo). No entanto, seria possível usar apenas a VELOCIDADE
EXTERNA do absolutismo para medir a diferença de velocidades existente
de um corpo qualquer com relação ao seu próprio corpo, que serviria como
referencial. Não teria importância o estado inercial do referencial. Um
observador mediria a velocidade de um corpo qualquer em relação ao seu
próprio corpo. Depois de conhecida a quantidade de velocidade de tal
corpo, com apoio de absolutismo, seria possível conhecer a diferença de
ritmo dos relógios próprios comparados.
Se considerarmos o segundo pilar aqui exposto, podemos destacar a outra
situação limite da equação principal. Teríamos VE = O (VI = A). No
absolutismo, nada pode existir parado no cosmos. Tudo possui a velocidade
da luz. Então é fácil concluir que VE = O (VI = A) seria o mesmo que VE =
A (seria luz) já que nenhum corpo poderia estar parado no universo.
Essas situações são importantes para que adiante se possa compreender os
violentos movimentos de rotação observados em pulsares ou buracos
negros.

"É de suma importância que se dê ao público em geral a oportunidade de


conhecer, consciente e inteligentemente, as tentativas e os resultados da
pesquisa científica. Não basta que cada resultado seja conhecido, elaborado
e aplicado por alguns poucos especialistas, em cada ramo. Quando a ciência
se restringe a um pequeno grupo, o espírito do povo decai; e ele caminha
assim para a indigência espiritual”.
(Albert Einstein, Princeton, Nova Jersey, 10/7/1948)

CAPÍTULO III
Novos Caminhos
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Terminei a segunda parte deste livro apresentando uma síntese de tudo que
já havia exposto. Dela vou partir em busca do meu objetivo final, que será o
de retirar o véu que encobre A LEI UNIVERSAL - uma só e única Lei que
acredito existir e onde microcosmo e macrocosmo estariam fundidos numa
unidade.
Nesta parte do livro, tenho muitos pontos de dúvidas que esperava avançar
com a ajuda de cientistas que pudessem ter compreendido e apoiado a
existência do movimento absoluto, por mim amplamente divulgado de
forma direta para universidades e centros de pesquisas físicas. É bem
verdade que a maior parte da divulgação foi feita em termos de filosofia.
Não tive a satisfação de receber nenhum apoio em meses e meses de espera,
só me restando prosseguir, como sempre, só. As dificuldades prosseguirão
crescentes, razão por que vou, pelo menos, deixar registradas algumas
especulações na busca de NOVOS CAMINHOS que me parecem apontar
na direção de um texto final da Lei. Vale relembrar que Einstein especulou
muito, como declara em uma carta escrita para Max Bom: "Tornamo-nos
antípodas em nossa visão da ciência. Você acredita em um Deus que joga
dados, e eu, em leis perfeitas no mundo das coisas que existem como
objetos reais, leis que procuro apreender de maneira furiosamente
“especulativa” (p. 179, As Idéias de Einstein, de Jeremy Bernstein, 1973,
Editora Cultrix).
Meu objetivo nesta parte do livro será o de mostrar como a simples idéia do
movimento A poderá abrir novos horizontes para solucionar as grandes
interrogações da Física. No entanto, melhor será se o leitor tiver alguma
compreensão do que seja a RELATIVIDADE einsteiniana e,
concomitantemente, possa entender a relatividade ABSOLUTISTA, onde,
além da régua e relógio, também o peso e a direção se alteram com a
alteração nos ritmos próprios dos corpos. Ressalte-se que o "observador"
que estiver vivendo essas transformações nada perceberá. As alterações
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seriam percebidas por outros observadores que estivessem relativamente
estacionários.

Relógio Universal
Considerando que o movimento "absoluto" é ao mesmo tempo elástico
devido aos seus componentes de velocidades variáveis, e considerando
ainda que o Universo físico tem como componente final apenas unidades de
movimento A, posso concluir que o mesmo princípio mecânico que forma o
movimento absoluto está presente em todo o cosmo. Qualquer coisa pode
ser considerada como sendo um "relógio". Até mesmo a unidade final de
movimento é um reloginho, finito e indestrutível dentro de um Universo
infinito e eterno. O reloginho pode até estar parado em forma de luz no
vácuo, mas sempre que o ritmo estiver presente o seu mecanismo universal
marcará alterações no tempo, no espaço, nas forças de interação e na
direção, e tudo simultaneamente, tomando tais medidas inseparáveis em
suas transformações.
A idéia do tempo se dilatar significa passar mais lentamente. Segundo a
relatividade de Einstein, quando a velocidade de um corpo aumenta
qualquer relógio acoplado a tal corpo terá o seu ritmo mais lento. Quanto
maior a velocidade do corpo, mais lentamente funcionará o seu relógio.
Assim, com o aumento da velocidade externa, o espaço-tempo seria
alterado e qualquer relógio teria seu ritmo desacelerado, marcando um
tempo mais lento - dilatado. Tais fenômenos só são percebidos quando
medidos por um "observador" que esteja distante e relativamente
estacionário. O viajante que estiver com seu relógio e sua régua num corpo
em grande velocidade não perceberá qualquer alteração, nem em sua régua
nem em seu relógio.
Na relatividade de Einstein, DILATAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO significa
relógio mais lento (ritmo menor) e régua mais curta.
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No ABSOLUTISMO, prefiro classificar o ritmo mais lento e a régua mais
curta como conseqüências de CONTRAÇÃO do relógio e da régua. A
dilatação do espaço-tempo ocorre da mesma forma. Mas no Absolutismo é
importante considerar sempre as variações de CONTRAÇÃO e
DESCONTRAÇÃO relacionadas diretamente com as variáveis das
velocidades EXTERNA e INTERNA. Se a velocidade externa aumenta, o
relógio passa a pulsar mais lentamente (o ritmo se contrai) e a régua
também se contrai, ficando menor. Se a velocidade interna aumenta, então
ocorre o inverso, e o relógio passa a pulsar mais rápido,
DESCONTRAINDO-SE com a régua crescendo.
No Absolutismo, não só o espaço e o tempo são inseparáveis mas também o
eletromagnetismo e a direção (leme), com o seu grau de curvatura. No
Absolutismo o espaço, o tempo, o eletromagnetismo (peso) e a direção são
inseparáveis. A qualquer modificação no estado inercial de um corpo
(aumentando ou diminuindo seu estado inercial) surgem alterações
simultâneas e proporcionais em todas as medidas físicas. Assim, sempre
que eu disser que um corpo está com o seu "relógio" muito lento, estou
afirmando que a velocidade externa do referido corpo está muito grande. O
inverso significa que o corpo está com sua velocidade externa muito
pequena e a interna grande (ritmo).
Ainda com base no mecanismo do Relógio Universal, é possível determinar
o grau de curvatura dos corpos no espaço-tempo. Quero, porém, relembrar
o segundo pilar da minha idéia absolutista: o movimento de velocidade no
Universo pode apresentar direções diferentes: RETILÍNEA e
CURVILÍNEA. A primeira é própria da velocidade externa máxima, que
significa a velocidade da luz no vácuo, e a segunda - velocidade curvilínea -
está presente em todas as formas atômicas cósmicas (estado material).
Considerando o exposto, o absolutismo pode estabelecer algumas certezas:

a) a linha reta é própria da luz no vácuo;


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b) a velocidade interna não pode apresentar-se inteira em nenhum corpo
(300.000 quilômetros por segundo) porque muito antes ela buscaria a linha
reta, levando qualquer corpo à expansão e rodopio, permitindo a instalação
da força centrífuga em oposição à força gravitacional. Existe, pois, um
limite para o movimento de velocidade interna que terá que ser avaliado;

c) quanto maior a velocidade externa, menor a velocidade interna e, por


conseguinte, mais lento o relógio, mais curta a régua, menor o peso e menos
curva a direção;

d) quanto menor a velocidade externa, maior a velocidade interna e, por


conseguinte, o tempo será mais rápido, a régua mais comprida, maior o
peso e mais fechada a curvatura no espaço;

e) a curvatura se abre no sentido da linha reta na medida em que o ritmo do


relógio vai ficando mais lento;

f) a curvatura se torna mais curva para dentro na medida em que o relógio


vai ficando mais acelerado - velocidade interna maior. Resumindo, posso
afirmar que o ritmo do relógio determina a curvatura do espaço-tempo.

É de fundamental importância compreender que nenhum "observador" tem


condições de perceber mudanças em seu próprio ritmo, esteja ele acelerado
ou desacelerado. Todas as coisas continuarão da mesma maneira para um
observador isolado; o relógio baterá da mesma forma, a régua conservará o
seu tamanho, assim como o peso e curvatura. As modificações só poderiam
ser percebidas por um outro "observador" que estivesse afastado e
relativamente estacionário.
Agora o leitor já deve estar familiarizado com o meu pensamento para que
eu possa entrar no assunto principal da minha busca: A GRAVIDADE.
AFINAL, O QUE É A GRAVIDADE?
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Haveria alguma forma que permitisse ao homem isolar no ambiente
terrestre o fenômeno da gravidade?
Seria possível ao homem desviar a direção da força de gravidade do centro
da Terra?
Poderia a gravidade ser anulada sem o uso dos violentos empuxos dos
foguetes?
Quando o homem poderá construir objetos cujo desempenho possa ser
semelhante ao dos DISCOS VOADORES?
Sempre imaginei que, se o homem decodificar o segredo da GRAVIDADE
e do ELETROMAGNETISMO, ele poderá utilizar outras formas de
propulsão como as que parecem utilizar os "discos voadores". Não pretendo
construir nada parecido com um disco voador, e nem teria competência para
tal. Mas acredito que a idéia filosófica que abrirá o caminho para tal
realização poderá estar neste livro. Quando Einstein interpretou o efeito
fotoelétrico, que lhe deu o Prêmio Nobel em abril de 1923, não pretendeu
construir a televisão e, no entanto, ela e muitas outras invenções foram
possíveis com a formulação de sua lei concernente ao efeito foto-elétrico.
Tenho uma idéia filosófica central que poderá um dia permitir aos cientistas
tentar anular o efeito gravitacional de forma mais natural do que a da reação
provocado pelos empuxos usados nos foguetes.
Melhor é entrar direto no assunto, apontando o caminho da decodificação
da gravidade.

Gravidade Natural
Quero ressaltar que, escrevendo sobre a teoria geral da relatividade e a
mecânica quântica, Stephen Hawking, em Uma Breve História do Tempo,
diz, à p. 32:
"Infelizmente, entretanto, sabe-se que estas duas teorias são incompatíveis
entre si; não podem ser ambas corretas. Um dos maiores desafios da física
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atualmente, e o tema central deste livro, É UMA NOVA TEORIA
QUÂNTICA DA GRAVIDADE.”
Com a física ABSOLUTISTA do movimento, pretendo mostrar que as duas
teorias em choque poderão ser fundidas numa só e a gravidade poderá ser
vista por um novo prisma, já que o movimento absoluto mostrará que suas
unidades se organizam para transmitir a sensação das coisas sólidas do
mundo material. Estas unidades são responsáveis pelo eletromagnetismo e
pelo efeito gravitacional, tanto artificial como natural.
Entendo que na gravidade natural o mecanismo de permuta de velocidades
é exatamente igual ao já descrito para a gravidade chamada artificial ou
inercial. Isto porque a gravidade natural é também uma resultante inercial
igual àquela descrita para o carrossel. A única diferença é que na Terra
estamos do lado de fora, sendo puxados ou jogados para seu centro,
enquanto no exemplo do carrossel os passageiros estão situados do lado de
dentro e são atirados para fora. Uma força é centrífuga, e a outra, centrípeta.
Mas nos dois casos o fenômeno decorre da permuta entre as velocidades
variáveis externa e interna. É bem verdade que as causas que provocam as
direções dos vetores são de naturezas diferentes. No caso do carrossel, é o
movimento de rotação, e no caso do nosso planeta é a sua necessidade de
buscar movimento-energia externamente, conforme vou explicar.

Gravitação Universal
Meu pensamento só estará completo se conseguir unificar as teorias que
falam da existência de duas estruturas de espaço, uma para o micro e outra
para o macro. Tal unificação foi um dos grandes sonhos de Einstein.
"Einstein trabalhou constantemente na teoria do campo unificado na
tentativa de conjugar gravitação e eletromagnetismo - a despeito da
oposição crítica da maioria dos contemporâneos, tão convencidos de que
ele seguia trilha errada quando ele esteve convencido, por mais de 30 anos,
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de que seguia trilha certa”. (Do livro As Idéias de Einstein, Jeremy
Bernstein, p. 141, 1973.)
A Unidade da Física exige que microcosmo e macrocosmo sejam apenas
COSMO. No entanto, o movimento no microcosmo é regido pela Lei de
Coulomb, onde o eletromagnetismo impera com suas forças de atração e
repulsão. Já no macrocosmo, a física newtoniana entende que só existe
atração gravitacional, e todas as tentativas feitas no sentido de identificar
nele um princípio eletromagnético falharam. Sempre admirei a persistência
e intuição de Einstein, e entendo que as duas estruturas de espaço (macro e
micro) poderão ser unidas numa visão melhor do cosmo.
A Lei Gravitacional de Newton é de 1666 e, apesar de incompleta, é um dos
mais belos exemplos de universalidade quantificada conhecida. Hoje, estou
convencido de que Newton percebeu de forma extraordinária uma
importante parte da verdade quando estabeleceu que "a matéria atrai a
matéria na razão direta das massas e na razão inversa do quadrado das
distâncias".
Por que a minha certeza?
Qual seria a misteriosa razão capaz de justificar ser a força de atração
proporcional às massas?
Desejo retirar o véu que encobre o mistério, deixando a descoberto a
existência do eletromagnetismo, presente também no macrocosmo, onde
atração e repulsão estariam presentes na movimentação dos astros.
Newton considerava a gravidade uma força universal responsável pela
ordem dos astros em suas órbitas. No entanto, Einstein negou a idéia de a
gravidade ser uma força atrativa misteriosa puxando as coisas. Entendia ser
ela apenas a resultante de distorções no próprio espaço-tempo. Para ele, as
massas produzem torção no CAMPO, como se fossem bolas de bilhar sobre
um pano esticado. Qualquer corpo, digamos bolas menores, que passasse
próximo iria fatalmente escorregar para as depressões do pano que, no caso,
estariam representando o CAMPO. Segundo ele, tudo se encontra preso na
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superfície da Terra porque sua massa estaria provocando uma
deformação em sua volta, no tecido do CAMPO.
Qual seria a causa do fenômeno?
Recorde-se ainda que Einstein estabeleceu a equivalência GRAVIDADE-
INÉRCIA, e todos os exemplos de gravidade inercial são decorrentes de
alguma resistência oferecida por algum corpo à mudança de ritmo. No
exemplo do elevador, o corpo do passageiro resiste ao empurrão de uma
velocidade uniformemente acelerada; já no exemplo do carrossel, é a
parede interna que resiste, impedindo a passagem do passageiro atirado
contra ela.
Existe sempre um vetor numa direção, uma força que empurra, provocando
o funcionamento do mecanismo instantâneo de permuta das velocidades
variáveis externa e interna.
Será possível negar a existência de uma força empurrando os habitantes da
Terra contra o solo? Entendo que a mesma força que empurra, em todos os
casos, tanto no elevador como no carrossel ou na Terra, pode transmitir ao
empurrado a sensação de estar sendo puxado. Entendo que o movimento-
energia, na forma de luz, que vem de fora, emitida pelos astros de luz
própria ou fracamente refletidas pelos planetas, é absorvido pela Terra. O
Sol, de explosão em explosão nuclear, vai atirando para o espaço uma
grande quantidade de energia que os corpos sem luz própria buscam na
medida de suas necessidades complementares. Cada astro sem luz própria
capta a quantidade de luz necessária para o equilíbrio do ritmo de seu
relógio próprio.
Penso que Einstein foi tão grande quanto Newton (cada um em seu tempo)
no momento em que percebeu a equivalência gravidade-inércia e a
inseparabilidade do espaço-tempo.
Pessoalmente, sempre fui encantado com os dois cientistas, apaixonado por
suas teorias gravitacionais, mesmo considerando-as incompletas. Newton,
para mim, sempre foi a TESE gravitacional, e Einstein, a ANTÍTESE.
Busquei, durante dezenas de anos, encontrar a SÍNTESE capaz de fundir o
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pensamento dos dois numa teoria definitiva, que inclusive unifique
MACRO e MICRO em COSMO e as físicas em FÍSICA.

Gravidade nos Planetas


Vou examinar agora o problema gravitacional nos planetas e satélites
naturais. É sabido que quanto maior a massa de um planeta, maior é a sua
gravidade. Qual seria sua razão científica capaz de explicar o fenômeno?
Tudo indica que quanto maior a massa do planeta, maior será a
RESISTÊNCIA, e também maior será a RELUTÂNCIA oferecida à livre
circulação do campo eletromagnético. Os planetas puxam movimento-
energia em obediência ao POSTULADO da Conservação do Movimento
Absoluto, que, por sua vez, determina o equilíbrio do ritmo do relógio
próprio de cada corpo.
Entendo que a quantidade de movimento-energia que cada astro busca do
lado de fora determina a intensidade de seu campo gravitacional. Sua
intensidade está diretamente relacionada com a quantidade de velocidade de
escape de cada um. A Terra, por exemplo, buscaria uma quantidade de
velocidade externa de aproximadamente 11 quilômetros por segundo.
Quanto maior a massa de um astro e sua densidade, maiores serão a
relutância e resistência oferecida pelos átomos situados no núcleo,
dificultando a permuta movimento-energia (velocidades).
Peço ao leitor que imagine um corpo qualquer caindo, atraído pela
gravidade terrestre. Sua velocidade externa iria crescendo e a interna
diminuindo até o choque com o solo. No momento do impacto, tal corpo
transmitiria sua quantidade de velocidade externa adquirida na queda livre,
e, no seu interior, o movimento interno se recomporia instantaneamente.
Após o ato de permuta no próprio corpo, o que ocorreria?
Entendo que ele só não continuaria caindo na direção do centro do planeta
porque o solo impediria sua passagem. Mas o que ocorreria com a permuta
de velocidades antes presente no corpo?
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Admito que a permuta continuaria ali presente puxando ou empurrando o
referido corpo em caráter permanente. Aberto um buraco no solo, tal corpo
prosseguiria em queda, permutando cada vez menos velocidades até
cessarem as trocas ao atingir o centro gravitacional do planeta, onde
encontraria a imponderabilidade.

Gravidade e Relógio
Ressalte-se que considero o movimento de rotação (centrífuga) uma outra
forma de a matéria buscar energia externa (velocidade) para diminuir sua
força centrípeta (gravidade).
Segundo minha exposição, estou admitindo que o problema gravitacional
natural é exatamente igual ao problema gravitacional artificial. Ambos são
de natureza eletromagnética!
Farei uma exposição especial para demonstrar meu pensamento, mas no
momento vou ater-me ao título, que fala do relógio.
A Terra, por exemplo, é formada por um número desconcertante de átomos
(reloginhos), que estão com seus tempos próprios, bastante diferentes uns
dos outros. Mas a Terra, como planeta, tem que ter o seu próprio ritmo
global, o tempo da Terra, que seria a média dos tempos marcados pelos
infinitos reloginhos formadores de sua estrutura.
Nosso planeta possui uma série de movimentos, como o de rotação em
tomo do seu eixo imaginário. Somente este movimento faz com que a
gravidade seja menor na região do equador do que nas regiões polares. Os
reloginhos dos átomos situados no equador estão com seus ritmos mais
lentos (velocidades externas maiores) do que os dos átomos situados nos
pólos da Terra. Além disso, é preciso considerar que a cada metro de
profundidade, no equador terrestre, o ritmo fica mais acelerado (a
velocidade externa vai diminuindo) e a menor massa vai diminuindo o
efeito gravitacional. Os pesos, quando levados para o fundo das minas,
pesam menos. Todas as diferenças nos ritmos dos reloginhos componentes
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da estrutura da Terra irão determinar o ritmo médio global do planeta. A
velocidade de "escape" de cada astro deve determinar a medida de
movimento-energia que cada um busca do lado de fora. Na Terra, seria de
aproximadamente 11 quilômetros por segundo a quantidade puxada de fora
para equilibrar o ritmo do relógio do planeta. Sintetizando, eu diria que
cada planeta busca energia em forma de velocidade externa, em quantidade
suficiente para estabilizar o seu próprio relógio global. Na Terra, cerca de
11 (onze) quilômetros por segundo representariam a velocidade média da
diferença existente entre os relógios dos átomos que formam o planeta. Na
Lua, por exemplo, sendo a massa bem menor, sua relutância e resistência
exigem menos busca de complementação de movimento-energia.
Ressalte-se que considero o movimento de rotação (centrífuga) uma outra
forma de matéria, buscar energia externa (velocidade) para diminuir sua
força centrípeta (gravidade).

Gravidade nas Estrelas


Quero pedir especial atenção para o fato de que as estrelas, como o Sol,
emitem ondas eletromagnéticas decorrentes de violentas explosões
nucleares ocasionadas por fusão de átomos de hidrogênio, gerando em
conseqüência átomos de hélio com a liberação parcial de pura energia, em
forma de luz. Penso que os astros sem luz própria buscam na luz das
estrelas a energia de que necessitam para o equilíbrio de seus relógios. No
entanto, o enfoque para a gravidade nas estrelas tem que ser um pouco
diferente daquele a que estamos acostumados na Terra. E qual seria a
diferença?
Vou tomar como exemplo o Sol, que é uma estrela pequena, mas que tem
um volume 1.303.600 (um milhão trezentos e três mil e seiscentas) vezes
maior do que o da Terra e uma gravidade 333 vezes maior, tomando a
velocidade de escape da ordem de 717 quilômetros por segundo, conforme
dados obtidos da Astronomia. A maior parte do Sol tem uma composição
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gasosa, e apenas em seu núcleo existe uma densidade suficientemente
grande para esmagar seus átomos que se tomam mais pesados (talvez
átomos de ferro). Penso que estas imagens que a atual Astronomia
apresenta das estrelas talvez não retrate a realidade dos fatos.
No particular, meu pensamento é por demais revolucionário. E tem que ser
assim se realmente se deseja sair do convencional que marca passo. É
necessário especular em busca de uma saída. O Sol poderia fabricar o
próprio movimento-energia (luz) de que necessita para equilibrar o seu
relógio e vencer a resistência e relutância provocadas pela compacta massa
de seu núcleo sob pressão. O que estou querendo transmitir é que, por
exemplo, caso o Sol pudesse se apagar, conservando sua massa, ele deveria
se comprimir e ter sua força gravitacional bem aumentada. Entendo que a
gravidade local, além de estar ligada diretamente à sua quantidade de
massa, está, simultaneamente, relacionada com a resistência e relutância
resultantes da compactação da massa. É como se grande parte da massa
periférica do Sol, debaixo de explosões nucleares, não pudesse oferecer
resistência e relutância. Tão grandioso, o volume do Sol, inteiramente
gasoso, não teria como provocar gravidade; só o núcleo sob pressão estaria
realmente buscando luz - movimento-energia - e assim provocando o efeito
gravitacional. A maior parte do volume do Sol estaria na forma de gases e
labaredas de fogo alimentando a força de atração do núcleo. Então, por que
as labaredas solares e seu imenso volume gasoso não sofrem maior atração
gravitacional? Será que se uma outra estrela se aproximasse do Sol, ambas
se repeliriam? E os cometas? Na medida em que se aproximam, vão
recebendo luz, e suas caudas vão crescendo em brilho e tamanho. Depois
qualquer cometa, como que abastecido de energia, contorna o Sol com sua
cauda virada em sentido contrário. Contornado o Sol, o cometa volta para a
direção de onde veio, das profundezas do espaço, e ainda assim sua cauda
continua voltada contra o Sol, dando a impressão de que ele caminha em
marcha à ré, já que avança na mesma direção da cauda. Não será
conseqüência de repulsão eletromagnética após o cometa ter adquirido
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carga fornecida pela luz solar? Quero registrar uma observação simples e
conhecida, de que todos os planetas possuem metade de seus corpos sempre
no escuro e a outra metade permanentemente recebendo a luz solar. A luz
solar é refletida para dentro do sistema estelar, e, mesmo sendo pequena a
luminosidade refletida, ela deve gerar algum efeito ao atingir o Sol. É
possível que a reflexão da luz solar pelos planetas possa influir, no sentido
de reabastecer o hidrogênio do Sol. Mas como seria a gravidade na
superfície do Sol, debaixo de permanentes explosões decorrentes de fusão
nuclear? Se algum corpo pudesse resistir ao fantástico calor da superfície
solar, ele conseguiria ficar preso por sua gravidade no mesmo sentido que
ficamos na Terra? Ou será que as sucessivas explosões, com labaredas
muito maiores do que a Terra, acabariam por anular apenas na superfície do
Solo efeito gravitacional que lhe é atribuído? Estou certo de que a
gravidade seria grandiosa nas camadas mais profundas do Sol e também
acima das explosões nucleares.
Mas na sua superfície não consigo imaginá-la como sendo o ponto mais
ativo da gravidade nas estrelas possuidoras de explosões nucleares. Vou, a
seguir, entrar também no tema da ação da gravidade nos astros classificados
como PULSARES. Eles vão me ajudar bastante no esclarecimento final da
minha forma de ver o fenômeno gravitacional.

Gravidade nos Pulsares


Ensinam que, quando uma estrela gigante classificada de supernova
explode, seu núcleo é esmagado, fazendo desaparecer os seus átomos,
ficando então a matéria reduzida a uma massa compacta de nêutrons
(nenhum átomo poderia se conservar). Surgem, então, duas perguntas
importantes: por que teria ocorrido a explosão da supernova? Como o
núcleo que restou vai conseguir se abastecer da energia que antes deveria
receber em decorrência das explosões nucleares ocorridas no próprio corpo
da gigantesca estrela?
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Antes de ser supernova, a grande estrela, com suas explosões nucleares,
teria fornecido movimento-energia para equilibrar a resistência e relutância
de seu próprio núcleo e ainda expelia fabulosas quantidades de ondas
eletromagnéticas para o espaço exterior.
No entanto, após a explosão, seu núcleo deixaria de receber a energia antes
recebida em forma de radiação gerada pelas explosões nucleares. Teria
então que encontrar uma forma de conservar o seu relógio, buscando de
algum modo a quantidade da energia da radiação externa que deixou de
receber. A natureza não poderia nunca modificar o postulado do movimento
absoluto, que é a mesma coisa que conservação da energia. Assim, surgiria
de imediato o movimento de velocidade externa levando o corpo restante da
antiga estrela a girar com a velocidade necessária para se contrapor à
gravidade e amenizar, em parte, a força gravitacional, evitando assim os
hipotéticos "buracos negros". Mas tudo que restasse da estrela gigante, após
entrar em violento movimento de rotação, passaria a expelir ondas
eletromagnéticas na freqüência de rádio, dando origem a um pulsar. Assim,
o núcleo da antiga supernova passaria a se abastecer da energia cinética da
velocidade externa, fabricando-a por meio de violento movimento de
rotação em torno de seu eixo imaginário. Como seria, então, a gravidade na
superfície de um pulsar? Teria força suficiente para prender alguma coisa
em sua superfície? Ou sua gravidade estaria equilibrada com a força
centrífuga, cuja rotação violenta estaria a expelir radiação eletromagnética?
Poderia a radiação expelida ser comparada à do Sol, a ponto de ela poder
capturar um planeta carente de luz (ondas eletromagnéticas)? Poderia um
pulsar trocar a emissão de luz visível de explosões nucleares por emissão de
outro tipo de ondas eletromagnéticas - ondas de rádio, raios X ou gama -
provocada por grandes movimentos giratórios?
Mas a primeira pergunta ficou sem resposta. Por que teria ocorrido a
explosão da supernova? Sim, como explicar as grandes explosões estelares?
Penso que o princípio de exclusão de Pauli e o limite conhecido como de
Chandrasekhar fazem parte de notável percepção científica que representa
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apenas a ponta do iceberg. A verdade inteira está na existência do
movimento absoluto, que, por trocas de movimentos de velocidades
variáveis, se manteria indestrutível. Ressalte-se ainda que todas estas trocas
que se processam em tudo, no menor deslocamento de um corpo, não
passam de fenômenos eletromagnéticos, inclusive a gravidade.
Gostaria de falar de outros problemas afetos à Astronomia, como da
impossibilidade do Big-Bang e de certos absurdos atribuídos aos duvidosos
buracos negros e inexistentes buracos de vermes. Mas é melhor deixar estes
assuntos para o final deste livro, quando farei algumas observações
especiais. Voltarei ainda ao assunto das estrelas de nêutrons, que bem
podem ser formadas de puras unidades de movimento A sob pressão ou
puros núcleos atômicos (prótons) dotados de spins em velocidades
grandiosas. Será que não existe mesmo carga eletromagnética nas chamadas
estrelas de nêutrons? Não seriam elas estrelas de prótons? Poderiam eles,
sob grande pressão, se decompor ou fragmentar em unidades finais de puro
movimento A?
Fico às vezes imaginando se somente quando as unidades de movimento se
apresentam na velocidade externa máxima (luz no vácuo) é que poderiam
existir nêutrons, já que só assim os fótons estariam fora do tempo e
eletricamente neutros.
Mas quando as unidades de movimento estão esmagadas no interior de uma
estrela colapsada, elas não devem ficar eletricamente neutras, mesmo que
não estejam formando átomos. Para que possa existir um corpo formado
exclusivamente de nêutrons, penso que ele teria que estar fora do tempo, e
isso não seria possível.
Terminando esta exposição sobre os mais diversos aspectos da gravidade,
examinarei a seguir o fascinante tema da ELETRICIDADE

O que É a Eletricidade?
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A história registra que a eletricidade por fricção foi descoberta por Tales em
641 a.C. e que durante mais de 2.200 anos nenhum progresso foi feito no
sentido de utilizá-la ou compreendê-la. Só no ano 1.600 d.C. o Dr. William
Gilbert lhe deu o nome de eletrização. Mais tarde, Benjamin Franklin
percebeu a existência da eletricidade estática que se acumula nas nuvens, de
onde raios e faíscas saltavam para outras nuvens ou para o solo. Em 1790,
Luig Galvani, em experiências com rãs, descobriu a eletricidade por contato
entre metais diferentes. Alesandro Volta, estudando o assunto, chegou à
pilha e à bateria voltaica, onde a corrente elétrica decorre de ação química
que gera e mantém uma diferença de potencial.
Depois desses eventos históricos, o homem chegou ao terceiro tipo de
eletricidade, que é o de maior importância e uso pela humanidade e
conhecido como de indução eletromagnética. Constatou-se que qualquer
movimento de um condutor de eletricidade dentro de um campo magnético
provoca, de imediato, uma corrente elétrica, e que toda corrente elétrica
cria, também de imediato, um campo magnético. O mais importante no caso
é a variação no tempo. Variação, aí, é o mesmo que movimento no tempo, e
a corrente elétrica gerada é outra forma de movimento que também gera um
campo magnético. O que estou querendo ressaltar é a presença obrigatória
de deslocamento em todas as etapas do processo de indução
eletromagnética. Segundo meu pensamento, qualquer corpo que se
desloque, um mínimo que seja, seu movimento gera de imediato uma
alteração interna de permuta (troca dos movimentos variáveis) no próprio
ritmo do relógio presente em cada corpo.
O aumento ou diminuição no ritmo do relógio de qualquer corpo provoca,
de imediato, um afrouxamento nos elétrons, que passam a ficar soltos,
facilitando sua liberação. Também um elétron, mudando para órbita mais
distante do seu centro, deixaria passar um pouco da radiação emitida pelo
núcleo do átomo em que se encontra. A radiação emitida se desloca na
velocidade da luz, e, na verdade, essas emissões constituiriam a parte
principal do fluxo de uma corrente elétrica. Melhor seria dizer de uma
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corrente eletromagnética, já que o campo magnético não passaria de
unidades de movimento A emitidas pelo núcleo dos átomos. A corrente
elétrica seria então um fluxo de radiação (luz) emitida pelos núcleos dos
átomos, que na velocidade da luz deslocariam elétrons em sua passagem
pelos fios condutores.
Quanto maior a corrente eletromagnética, maior a passagem da radiação
emitida pelos núcleos atômicos. Sua energia vazaria dos fios condutores,
criando um campo magnético capaz de ser nova fonte de eletricidade. Um
simples fio de cobre, próximo ao campo magnético, daria passagem à
radiação emitida pelos núcleos atômicos, que, mais uma vez, passariam a
deslocar elétrons do fio condutor, repetindo o fenômeno elétrico, ou,
melhor dizendo, eletromagnético.
Acredito muito num modelo de átomo em que o núcleo seria um
aglomerado de unidades de movimento de velocidade A, sob grande
pressão - uma espécie de pulsar microscópico -, onde o spin de cada núcleo
estaria emitindo radiação eletricamente neutra e com a velocidade da luz.
Tal radiação, de unidades de movimento puramente externo, seria a menor
quantidade de qualquer coisa que possa existir no cosmo: tão vazia, tão
insignificante e capaz de atravessar todas as barreiras, assim como fazem o
campo magnético e o campo gravitacional, e até mesmo o pensamento
humano, com suas ondas telepáticas.
Peço que o leitor imagine um corpo em deslocamento rápido perdendo
velocidade externa, como, por exemplo, uma astronave emitindo jato de
retropropulsão. O que ocorreria no corpo da astronave, inclusive com os
seus passageiros?
Penso que a velocidade externa (cinética) passaria para dentro do corpo na
forma de nêutrons, mexendo também com os elétrons, que receberiam nova
ordenação. O importante é que, saindo ou entrando nêutrons, os elétrons são
também movimentados de tal forma que o conjunto de fenômenos pudesse
até ser classificado como ocorrência eletromagnética.
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Física Quântica
E a Física Quântica?
Ela traz em sua base princípios que não me agradam como incertezas,
probabilidades.
Além disso, é bom relembrar que o renomado cientista Stephen Hawking
declarou que as Teorias da Relatividade e da Mecânica Quântica não se
ajustam, e se uma delas estiver certa a outra estará errada.
Meditando sobre o assunto, concluí que foi Einstein o cientista que mais
perto chegou da UNIFICAÇÃO DE CONCEITOS. Além disso, depois de
1925, ele foi radicalmente contra a teoria quântica. Penso mesmo que ele
ficou dependendo de um pequeno insight em seus trabalhos. Pessoalmente,
estou convencido de que para se chegar à desejada síntese universal seria
necessário compreender que a velocidade C da luz está presente na matéria,
que é também uma forma de a luz se apresentar.
Acredito num Universo de ordem e harmonia contendo algum princípio
mecânico, mesmo que de forma paradoxal. A idéia central do meu trabalho,
o movimento absoluto, sempre concorreu para que eu não me interessasse
pelos trabalhos desenvolvidos dentro de ciclotrons. Os choques ocorridos
com partículas artificialmente aceleradas, onde as colisões provocam
"espalhamento", me deixam desconfiado quanto às conclusões dos físicos.
Lendo há cerca de quatro anos O Tao da Física e Uma Breve História do
Tempo, de Fritjof Capra e Stephen Hawking, respectivamente, fiquei
conhecendo melhor as dúvidas e os desencontros com que se deparam os
físicos. Devo até confessar que a leitura dos referidos livros me encorajou a
colocar no papel os meus pensamentos. Talvez quem mais tenha se
aproximado do Absolutismo do meu pensamento tenha sido David Bohn,
com sua Teoria da Ordem Implicada, que se preocupa com a estrutura do
movimento e fala de um "HOLO-MOVIMENTO". Entendo que o
verdadeiro holo-movimento está presente na unidade A do absolutismo.
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Quero destacar que a unidade de movimento A, uma unidade de pura
velocidade capaz de se desdobrar em duas variáveis, é apenas movimento,
não sendo corpuscular nem ondulatória. Trata-se de movimento, que tanto
pode estar na direção retilínea quanta pode se confundir com corpúsculos,
como pode ainda parecer ondulatória em casos especiais em que a luz tem a
sua velocidade um pouco diminuída e os seus fótons adquirem spins. Mas
tudo não passa de ilusões decorrentes do movimento absoluto moldando as
formas materiais do universo. A unificação de uma só teoria para explicar o
comportamento da luz foi outro sonho de Einstein.
Na primeira parte deste livro, procurei mostrar que o conceito de massa se
modifica inteiramente. Isto porque, se todos os corpos estão com a mesma
quantidade de movimento de velocidade, qualquer massa - reunião de
quantidade de unidade de movimento A - só difere de outra massa em razão
da quantidade de unidades A reunidas. A idéia de resistência à mudança de
movimento perde o sentido quando examinada globalmente, uma vez que
todas as coisas estão com a velocidade do movimento absoluto. A idéia de
resistência continuaria valendo isoladamente para movimentos de
velocidade externa. Do ponto de vista global, qualquer resistência a uma
mudança de posição importaria apenas numa permuta de quantidades de
velocidades - interna e externa - em cada corpo deslocado.
Em outras palavras, isso significaria que a resistência externa que fosse
sendo vencida também iria se transformando em resistência interna; se
alguém quisesse deter o corpo, teria que usar igual quantidade de energia
para reverter a situação. Se fosse num foguete em pleno espaço, a propulsão
utilizada para o foguete avançar 3 quilômetros por segundo teria que ser
também utilizada, em forma de retropropulsão, para que o foguete
diminuísse sua velocidade em 3 (três) quilômetros por segundo. E se um
corpo pudesse atingir a velocidade externa máxima (não pode) própria da
luz no vácuo, seu corpo ficaria parado e fora do tempo.
O problema de MASSA muda mais ainda, já que o absolutismo não pode
compreender coisa alguma pertencente ao Universo físico, sem conter
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massa - no sentido de uma quantidade de movimento-energia. Entendo que
a unidade A é o componente final e indestrutível do universo físico,
contendo sempre a energia máxima.
Entendo que as ondas eletromagnéticas, quando atravessando os espaços
vazios, em pleno vácuo sideral, se apresentam paradas no tempo, sem
relógio, sem régua, sem carga elétrica, sem forças de interação e com a
massa em repouso relativo. A isotropia da luz é algo que não pode passar
despercebido. A luz caminha no vácuo sem tempo, régua, peso, mas, no
entanto, vai perdendo densidade em proporção geométrica e na razão
inversa do quadrado da distância. Tal movimento vai marcando uma
espécie de alteração na paisagem do vazio espacial, bastante útil para
informar o afastamento ou a aproximação de um corpo. Só quando a luz
toca alguma atmosfera, como a da Terra, estará entrando no tempo, obtendo
carga elétrica e se interagindo no ambiente. Quando a luz das estrelas passa
por alguma atmosfera ou ambiente que influa em sua velocidade retilínea,
então a diminuição de velocidade provocará de imediato alguma curvatura
na luz, cujos fótons adquirem de imediato o início de spins, que irão se
tomando mais intensos em seus movimentos giratórios, como se estivessem
sincronizados com a diminuição da velocidade externa. Ocorreria a
passagem da parte de velocidade externa para o interior de cada unidade de
movimento; uma espécie de aprisionamento daquela parte da velocidade
externa diminuída.
Quero registrar que tenho sérias dúvidas quanto ao ensinamento, já
consagrado pela relatividade, de que a luz se curva no campo gravitacional
de uma estrela; minha dúvida persiste mesmo conhecendo os resultados das
experiências que são apresentadas como provas de tal curvatura.
Outras possibilidades mais naturais não foram consideradas. Além disso, na
velocidade externa máxima, os fótons se encontram eletricamente neutros
(são os nêutrons do sistema estelar) e, em tal condição, não devem sofrer
interferência gravitacional alguma, uma vez que a gravidade seria um
fenômeno puramente eletromagnético. Prefiro acreditar que uma das causas
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dos desvios medidos em eclipses decorre de atrasos na velocidade da luz
em virtude de ela atravessar regiões com alguma densidade, como nas
proximidades do Sol. É possível até especular no sentido de que a luz de
uma estrela, ao passar também pela borda iluminada da Lua, possa sofrer
algum retardo adquirindo pequena carga eletromagnética, que seria então
atraída pelo cone de sombra da própria Lua, provocando assim pequeno
desvio verificável por observadores situados na Terra debaixo do cone de
sombra lunar.
Vou transcrever uma lista parcial das consideradas bem-sucedidas
mensurações de eclipses ocorridos até o ano de 1952 (1922/1952). Na
primeira coluna, figura o patrocinador da observação e na terceira, o
resultado, acompanhado do erro quotado (em segundos de arco):

(última coluna erro em segundos de arco) ERROS

Greenwich - Austrália, 21 de setembro de 1922 1,77 – 0,40


Potsdan - Sumatra, 21 de setembro de 1929 1,82 – 0,20
Stenberg - URSS, 19 de junho de 1936 2,73 – 0,31
Sendai - Japão, 19 de junho de 1947 2,13 – 1,15
Yerks - Brasil, 20 de maio de 1952 2,01 – 0,27
Yerks - Sudão, 25 de fevereiro de 1952 1,70 – 0,10

Os erros são atribuídos a dificuldades de medições astronômicas. (Esses


dados foram extraídos do livro As Idéias de Einstein).
Será que se fossem considerados apenas a idéia de atrasos na velocidade da
luz os seguidos erros continuariam a aparecer?

No absolutismo, cada observador, isoladamente, esteja onde estiver, com


qualquer ritmo em seu relógio, será sempre o próprio referencial no
Universo para medir os ritmos dos outros relógios.
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Cada observador é um referencial universal registrando as coisas que se
movem mais rápido ou menos rápido do que ele.

Ciclotrons
Na Física Quântica se fala muito em ciclotrons, máquinas feitas para
acelerar partículas com o objetivo de provocar colisões que resultam no
espalhamento de fragmentos das partículas em choque. E é cada vez maior
o número (centenas) de novas partículas que surgem, deixando os físicos
admirados e até atrapalhados. Utilizam o instrumental da matemática para
ajustar o resultado dessas experiências com seus modelos atômicos
artificiais. Lembro muito daqueles astrônomos do tempo em que se
imaginava fosse a Terra achatada e parada. Justificavam matematicamente
os movimentos da estrelas aparecendo ou desaparecendo nos céus. Seus
cálculos encontravam sempre explicações certas para cada movimento
desconcertante ou inexplicável.
Sobre o fascinante assunto, quero especular registrando algumas
observações do ponto de vista teórico.
Quanto maior a velocidade externa de uma partícula, também menor será a
sua força de interação. Se um feixe de partículas submetido a teste pudesse
atingir a velocidade C da luz, estou certo de que as forças de interação
desapareceriam em cada uma das partículas do feixe. Penso que as
partículas aceleradas nos ciclotrons perderiam suas identidades, na medida
em que suas velocidades externas se aproximam da máxima. Iriam
perdendo a interação e deixando soltos seus componentes internos. Como
não poderiam atingir a velocidade externa máxima possível, essas partículas
continuariam conservando uma quantidade mínima de velocidade interna
mantendo um mínimo de interação fraca. Caso essas partículas entrassem
em colisão com outras partículas, o espalhamento ocorreria de forma um
tanto aleatória, dependendo de muitos fatores como velocidades, tipos de
partículas etc. O resultado dessas colisões poderia induzir os pesquisadores
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a erros de interpretação. Após cada colisão, dependendo das partículas
envolvidas e das velocidades usadas, poderiam surgir muitos fragmentos
ocasionais e sem identidade própria.
Mais uma vez vou apelar para a fantasia e pedir que o leitor imagine um
elétron como ínfimos spins, formando uma espécie de cacho de uva
composto por unidades de movimento A. Dentro de um ciclotron aceleram-
se feixes desses cachinhos. À medida que suas velocidades crescem, os
ínfimos spins que formam os cachos vão perdendo a interação dentro de
cada cacho. Isto porque, com o aumento da velocidade externa, a
velocidade interna vai diminuindo proporcionalmente, ocasionando um
movimento (ritmo) muito lento em cada uvinha. Ocorrendo colisão, as uvas
seriam espalhadas para sobreviverem por um fentossegundo (termo
científico para expressar um quatrilionésimo de segundo).
Tal colisão de dois elétrons poderia fragmentar a unidade imaginária
"cacho" em muitas formas diferentes de organização, podendo transmitir a
idéia de que ali estão novas partículas com existências próprias.
Tenho sérias dúvidas quanto aos trabalhos que estão sendo feitos em
ciclotrons, no que diz respeito à classificação de centenas de partículas,
inclusive os quarks.
Além das dúvidas já expostas, a física absolutista entende, de forma clara e
insofismável, que a energia (movimento-energia) de cada partícula, ou
átomo ou molécula, independentemente do seu estado de movimento, é
sempre a mesma. Numa explosão nuclear, uma pequena parte da energia do
átomo quebrado por fissão, ou de átomos unidos por fusão, é sempre
liberada em forma de luz e calor, causando os efeitos já conhecidos. Depois
de quebrado um átomo pesado, surgem dois novos átomos menores e uma
parte mínima que compunha o átomo primitivo é transformada em luz e
calor. Da mesma forma, quando dois átomos de hidrogênio se fundem para
formar um átomo de hélio, também uma parte da energia é liberada. Nesses
exemplos de explosões nucleares, o homem ou partiu um átomo liberando
energia ou montou um novo átomo pela união de dois menores, provocando
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a liberação de movimento-energia. Com essas experiências, o homem
encontrou uma forma de utilizar um pouco da energia aprisionada nos
átomos. Nos ciclotrons, quando o homem provoca colisões, ele transforma
energia cinética (velocidade externa) em energia calorífica (velocidade
interna). Deve estar pensando na utilização prática da energia decorrente
destas colisões.
Será essa uma boa alternativa na busca de novas fontes de energia
utilizável? A melhor saída para a raça humana ingressar na vida interestelar
estaria na busca e compreensão do que são, em sua estrutura mais íntima, a
gravidade e o eletromagnetismo.
A Física Quântica parece perdida com idéias como a do graviton, qualidade
dinâmica do vácuo, interações por troca ou idéias como a de bootstrap
(presilhas de bota) etc.
Nesta última revisão não posso deixar de consignar que, após dezoito anos
de busca, foi anunciada a descoberta do quark TOP, o último de uma
bateria de minúsculas partículas que vinha sendo pesquisada. Os outros
quarks são: UP, DOWN, STRANGE, BOTTON e CHARM. O maior
ciclotron do mundo, o FERMILAB USA, juntamente com seus físicos estão
de parabéns. Eles entendem que os quarks são os tijolinhos finais da
matéria e que agora poderão compreender melhor o Universo.
Paralelamente ao registro, quero relembrar que Einstein acreditava na
existência de um único SUBSTRATO BÁSICO, um só tijolinho final, finito
e indestrutível é responsável pela formação de todo o arcabouço físico do
Universo. Fica então muito claro que os quarks não podem ser aquele
tijolinho final imaginado pelo autor da relatividade.

Círculos Enigmáticos
Ao estar terminando este livro em pleno Natal de 1993, recebi de presente
de um filho o livro O Enigma dos Círculos, de Ralph Noyes, da Editora
Mercuryo. Fiquei encantado com as 67 ilustrações em cores de fotos tiradas
A equipe FileWarez agradece! - Upado e postado por MuriloBauer
do que se chamou inicialmente de CÍRCULOS, devido ao próprio formato,
mas que no correr do tempo foram batizados de PICTOGRAMAS. Dois
idosos ingleses afirmaram serem os autores dos enigmáticos círculos que
apareceram nos campos de cereais da Inglaterra. A revista Veja deu
cobertura aos acontecimentos, traduzindo um artigo da Time. Segundo o
livro em foco, os idosos teriam sido os autores dos círculos desde 1960.
Depois eles ficaram assustados com a repercussão, pois já existiam mais de
2.000 círculos desde 1960, onde ficava evidente a presença de desenvolvida
tecnologia, quando a técnica confessada pelos idosos consistia no uso de
uma enxada. E como poderiam estar em diversos pontos da Inglaterra num
mesmo tempo? Alguns cientistas que examinaram o assunto entendem que
não passariam de uma dúzia os círculos forjados. É importante ressaltar
ainda que a beleza, o tamanho e a complexidade dos pictogramas não
poderiam ser facilmente imitados.
Trata-se de símbolos cujos desenhos foram projetados sobre campos
agrícolas da Inglaterra, provocando baixos-relevos, amassando os campos
de trigo ou de cevada sem prejudicar seu amadurecimento e com a
característica de serem alterados de ano para ano de forma imprevisível e
conturbadora. Usei a expressão imprevisível e conturbadora para prestar
uma homenagem ao já falecido pesquisador brasileiro Luiz Felipe Machado
Carrion, autor do livro Discos Voadores Imprevisíveis e Conturbadores. Ele
afirmava que as inteligências que movem os "OVNIs" parecem brincar com
os pesquisadores, porque quando os estudiosos do assunto acreditam ter
decifrado alguma coisa relacionada com eles, ocorre outra coisa inesperada
e oposta. Lembro-me de que num dos primeiros encontros que tive no Rio
de Janeiro com Carrion, num apartamento em Copacabana, ouvi sua
narrativa sobre uma pesquisa que fazia envolvendo um veículo tipo Kombi
que, viajando numa estrada do Rio Grande do Sul, teria sido levantado do
solo por uma luz desconhecida e intencionalmente capotado. Os lances
ocorridos com os passageiros foram dramáticos. Mas o que me tocou fundo
foi que na intimidade do meu pensamento coloquei algumas dúvidas sobre
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o que me relatava. Após a reunião ele desceu para me levar até a porta do
prédio. Ficamos ainda conversando quando, um pouco adiante, cerca de
100 metros na Rua Barata Ribeiro, vi espantado uma Kombi passar voando
acima do asfalto, em pleno ar e ao mesmo tempo virando de cabeça para
baixo. Não sei se ele viu o que eu vi, mas creio que ouviu gritos de
mulheres que estariam no carro. Evitei comentários e nos despedimos.
Caminhei na direção do acidente e encontrei a Kombi já vazia, virada de
cabeça para baixo, com metade sobre a calçada e metade sobre a rua.
Muitos vidros quebrados e mais ninguém no local. Era muito tarde da noite,
mas a Rua Barata Ribeiro sempre foi muito movimentada. Acredito que
algum carro recolheu os passageiros. O fato é que fiquei bastante
impressionado com a resposta cinematográfica daquela estranha
coincidência. Teria sido mesmo coincidência?
Voltando ao livro dos círculos enigmáticos, encontrei nele alguns cientistas
do tipo padrão que só raciocinam dentro de suas especialidades, lembrando
avestruzes com a cabeça dentro de buracos. Um deles é especialista em
vórtices atmosféricos, tornados, redemoinhos, trombas-d'água e bolas de
relâmpagos. Felizmente sobre ele no mesmo livro, à página 101, George
Wingfield escreve: "Mas a verdade é que o Dr. Meaden já modificou em
diversas ocasiões a sua teoria básica, numa obstinada porém fracassada
tentativa de acomodá-la ao comportamento dinâmico dos círculos".
Ainda no mesmo livro, John Michel lembra o nosso Carrion quando, à
página 45, diz: "Como aconteceu no caso acima, a reação pode tomar a
forma de zombaria, como se o fenômeno estivesse se divertindo com seus
investigadores e derrubar suas teorias." No entanto, o mesmo Sr. Michel,
membro fundador do CENTRO PARA ESTUDOS DOS CÍRCULOS
MISTERIOSOS, parece desconhecer totalmente as incomensuráveis
possibilidades dos "discos voadores" quando escreve: "Em 1988, os que
acreditavam na vida extraterrestre - aquelas pessoas que pensam em termos
de espaçonaves alienígenas - defrontaram-se com um círculo misterioso que
apareceu abaixo de uma linha de alta tensão, os quais impossibilitariam a
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descida de qualquer coisa que estivesse acima. E desde então diversos casos
semelhantes têm se repetido.”
Não acredito que a Ovnilogia inglesa, tão conhecida e respeitada, tenha
concordado com tão frágil argumento de quem examina um OVNI como se
fosse um HELICÓPTERO. É sabido que os OVNIs podem interromper as
correntes elétricas, podem aparecer e desaparecer de um ponto qualquer no
espaço. Considere-se ainda que a simples presença deles poderia inundar de
energia os cabos de alta tensão, que seriam desligados automaticamente nas
estações geradoras. Parece oportuno recordar que já foram vistos OVNIs
emitindo luz controlada que avança lentamente, podendo mudar de direção
fazendo uma curva e prosseguindo até algum objetivo distante. Também foi
visto um OVNI em Brasília emitindo para baixo uma espécie de postes de
luz com profundidades diferentes.
Mas, por outro lado, John Michel deu um passo importante quando
relembrou (página 59): "Jung discerniu o significado dos OVNIs como
agentes e presságio de mudanças de padrões de pensamento humano, e essa
função foi claramente herdada pelos círculos misteriosos, que são uma
continuação - talvez possamos até dizer que são uma solidificação - do
fenômeno OVNIs." Mais adiante prossegue: "A julgar pelo que tem
acontecido até agora parece justificável estender aos círculos misteriosos a
caracterização de OVNIs, feita por Jung, encarando assim os círculos como
sinais de 'grandes mudanças por acontecer, as quais são compatíveis com o
fim de uma era'.”
Michel esqueceu de considerar que o inconsciente coletivo pode estar sendo
manipulado por transcendental poder dirigido por super-humanos. Em
1968, escrevendo sobre "discos voadores", concluí que as inteligências que
os dirigem já dominam os fenômenos que classificamos como extra-
sensoriais. Disse mais, que poderiam estar agindo sobre a humanidade
através de ondas subliminares e que ninguém poderia saber nada sobre seus
propósitos se não fosse da vontade deles. Em 1978, em outro livro, Sinais
Estranhos, apontei a possibilidade de eles utilizarem na propulsão de suas
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naves a misteriosa energia extra-sensorial que também parece estar presente
na telepatia e na ação gravitacional. (Não podem ser barradas por anteparo
material).
Estou desde 1978 desligado dos acontecimentos envolvendo discos
voadores. Toda a minha atenção ficou voltada para entender melhor a
natureza universal, objetivando sempre compreender a gravidade,
eletricidade e magnetismo, para chegar à propulsão dos discos voadores.
Por isso é que quando ganhei o livro do enigma dos círculos tratei de iniciar
imediatamente a sua leitura.
Durante a leitura, fui fazendo sem querer uma série de analogias
interessantes com o meu intenso passado de Ovnilogia. Desfilou pelo meu
pensamento pouso de discos voadores com desembarque de tripulantes e
marcas deixadas no solo. Alguns casos ocorridos em canaviais onde plantas
de cana foram amassadas e retorcidas de forma semelhante à dos círculos
da Inglaterra. Lembrei-me do caso de um ex-oficial médico do Exército de
Israel que relatou em minha presença uma vivência no tempo que serviu ao
exército do seu país. Saiu para atender a um pedido de ajuda numa região
de deserto, tendo encontrado ao lado de um veículo dois soldados mortos.
No local do acidente, viu nas areias do deserto uma enorme bacia de vidro,
dando a impressão de que um corpo voador descera ali e pelo calor teria
transformado a areia em vidro.
No estado do Rio de Janeiro, uma esquadrilha de DV, com uma nave
central maior e circular, cercada por bolas que pareciam capacetes de aço
de soldados (o fato ocorreu durante o dia), passou voando abaixo de um
avião de carreira quando tripulantes e passageiros testemunharam o caso.
Interferência em motores de carros e aviões. Filmes com centenas de
seqüências de 16 quadros por segundo mostrando que uma luz central
maior era acompanhada por bolinhas de luz que formavam verdadeira tela
de proteção ao redor da luz principal. Algumas bolinhas subiam e desciam
na vertical em grandes velocidades, enquanto outras cruzavam o filme na
horizontal em velocidades tão grandes que, em algumas seqüências de 16
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quadros, a bolinha só aparecia num dos quadros, passando perto da luz
maior e atravessando o quadro por inteiro. Recordo um antigo evento de um
corpo luminoso próximo ao Cristo Redentor, no morro do Corcovado.
Tinha a forma de prato e deixava cair uma bolinha de luz seguida por outra
em tempos certos. Tais bolinhas desciam no espaço alguns metros, paravam
e depois partiam velozmente numa direção sempre diferente da anterior.
Recordo um outro caso em que bolas brancas ficavam negras e depois
voltavam a ficar brancas. Bolinhas de luz formando um desenho semelhante
à letra "V" em pleno espaço numa fração de 1/16 de segundo. Centenas de
casos que pesquisei passaram pela minha mente, inclusive um em que uma
bolinha foi deixada por "disconautas" depois de um contato com humanos
num jipe. O curioso é que tal bolinha, atirada contra uma parede, voltava
com força maior do que fora atirada. Teoricamente, se fosse jogada contra o
chão, sairia pulando cada vez mais alto até entrar em órbita da Terra. Era
tão dura que alguém tentou quebrá-la com uma enorme pedra. Após a
violenta pedrada, nunca mais a bolinha foi vista. Isso para não falar dos
eventos de um passado distante onde rios podiam ser interrompidos em seus
cursos por barragens cujas muralhas eram invisíveis. Ou casos
inacreditáveis como aqueles ocorridos, mais de uma vez, quando milhares
de soldados de um mesmo grande exército começam a lutar uns contra os
outros até o extermínio. (Num dos casos, 120.000 mortos.) Em alguns
momentos, meu pensamento saltava no tempo, e quando li que num círculo
apareceu vegetação torcida para a direita e também para a esquerda, voltei
ao tempo de George Adanski para relembrar um dos seus relatos,
descrevendo o recebimento de um negativo que lhe foi devolvido por um
disco voador. Afirmou que quando o disco se retirou uma parte dele girou
num sentido, enquanto um anel na parte de baixo girava em sentido
contrário. Relembrei minha última experiência direta com um DV (1974),
descrita em meu livro Sinais Estranhos, quando uma luz que parecia uma
estrela voando em minha direção emitiu para baixo um feixe de luz muito
branca. Sua extremidade era circular e pairava em pleno ar, mostrando que
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aquela luz era controlada em sua profundidade. O raio de luz em forma de
cone piramidal saiu de uma fonte aparentemente pequena e era muito
branco e bem delineado, tendo parado em pleno ar sob total controle de
profundidade, já que não se difundia, como faróis de automóveis. Parou em
pleno ar numa altura determinada, formando um grande círculo branco.
Depois de passar, desviando-se da minha direção, a fonte de luz ou a coisa
que estava por trás dela pareceu ter oscilado como um pião quando está
perdendo rotação, e o cone inteiro de luz rodopiou. Esta recordação serve
para ponderar que os círculos enigmáticos da Inglaterra podem ter sido
feitos com pequenos corpos emissores de luzes controladas por tecnologia
desconhecida. Existem ainda alguns casos ocorridos em Atafona, estado do
Rio, onde foi assinalada a presença do que se chamou de luz
BIDIMENSIONAL - ELA SÓ TINHA LARGURA E COMPRIMENTO.
Melhor seria dizer que só tinha raio ou diâmetro, porque era sempre circular
e ninguém via a sua fonte. A luz não tinha origem e aparecia na areia da
praia ou sobre o mar, e os que a viam ficavam apavorados. Não parece
extraordinário?
Observem que, depois de transcrever parte de minha exposição ao EMFA,
passei a escrever contando coisas sem a preocupação de apresentar
comprovação. Quero recordar experiências de pessoas que não gostam de
aparecer. É o caso de uma pessoa amiga que muito sigilosamente contou-
me como, numa determinada noite, em seu sítio afastado do Rio de Janeiro,
uma luz partindo do que classificou de DISCO VOADOR tocou uma das
paredes do depósito de sua casa, fazendo ali um estranho buraco. Naquela
noite e no dia seguinte procurou fragmentos do que fora destruído e nada
encontrou do lado de dentro ou de fora. Concluiu que aquele "disco"
teletransportou o material que antes fechava aquele ponto de sua parede.
Outro caso curioso me foi relatado pessoalmente pelo Coronel da
Aeronáutica Luís Renato Matos, evento que até mereceu um artigo. Quero
apenas destacar do relato dele alguns itens importantes. A observação dele
tem maior peso por se tratar de alguém com a formação de aviador militar.
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Sintetizando bem tudo que disse, destaco a presença de um disco voador
parado acima do solo e um pouco distante de um estábulo. Aconteceu no
interior do estado do Rio, na estrada para Campos, numa madrugada.
Próximo ao estábulo, ele viu um mínimo de cinco criaturas com forma
humana e de estatura de 1 metro. Elas se moviam muito rápido em torno do
estábulo feito de alvenaria e todas portavam o que o coronel classificou de
uma espécie de pêras parecendo ferro em brasa, um cabo como de raquetes
de tênis. Estou relembrando este acontecimento não só pelo valor do
depoente mas também para que os estudiosos dos "discos voadores"
incluam em suas tabelas de disconautas os objetos que transportavam.
Recordo também de um caso que pesquisei cheio de dúvidas mas que, se
verdadeiro, seria fantástico e preocupante. Na ocasião, aconselhei ao rapaz
que afirmava ter sido abduzido a guardar total silêncio do caso. Disse-lhe
que se desejasse publicidade ou dinheiro eu poderia entregar seu caso à
imprensa. A notícia poderia causar impacto, mas também ele correria o
risco de ser até chamado de louco. Eu temia divulgar o evento e provocar
que surgissem muitos imitadores da história dele. Falou-me sinceramente
que só queria desabafar, contando o caso para alguém que entendesse do
assunto. Guardaria silêncio.
A verdade é que ele ficou em silêncio durante muito tempo, até que resolvi
aposentar-me do assunto, quando então passei o caso para uma ovnilogista
que parece ter divulgado o caso no exterior. Mas que acontecimento foi
esse tão inacreditável? Simplesmente uma clonagem. Vou apenas recordar a
parte central da pesquisa. O rapaz teria sido abduzido do seu terraço e
ficado preso dentro de uma nave enquanto um sósia dele - que chamava de
cópia fiel -, saído de dentro de uma espécie de ovo transparente,
cumprimentou-o, mostrando-lhe com a ajuda do tato ser também feito de
carne e osso. Avisou que iria ocupar o seu lugar no trabalho e na residência,
o que, segundo o depoente, foi feito durante três dias, tendo seu sósia
cometido alguns erros. Lembro também que, já dispondo desta informação
da clonagem em absoluto segredo, fiquei sabendo sobre um outro cidadão
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que teria sido abduzido do seu automóvel numa estrada do interior de São
Paulo e encontrado depois muito distante, num outro estado, num morro de
uma fazenda no município de Colatina, Espírito Santo.
Acontece que dois médicos que estavam examinando um caso anterior da
mesma pessoa descobriram que ele teria pregado algumas mentiras
relacionadas com documentos e lugares em que teria estado. Por tal motivo,
parece que os referidos médicos desistiram da pesquisa. Uma pessoa que
estava acompanhando o caso aqui no Rio de Janeiro deixou-me ouvir uma
fita gravada com o abduzido de São Paulo durante uma sessão de hipnose
regressiva promovida em Niterói. Num determinado momento, ouvi no
gravador o hipnotizado dizer, sob emoção e espanto, que de dentro da nave
em que estava via por uma tela a imagem dele mesmo lá embaixo, dentro
de um laboratório médico. Em seguida sua voz narrou que depois viu uma
espécie de ovo vir subindo pelo espaço em direção ao veículo em que se
encontrava. Naquele dia comentei o caso com a minha amiga pesquisadora,
e fiquei muito desconfiado de que uma cópia do cidadão abduzido ocupara
o seu lugar para fazer as trapalhadas que ele não soube explicar para os
pesquisadores de sua vida. Deixo o registro para que outros estudiosos do
assunto considerem tal possibilidade. Por falar em hipnose regressiva,
penso que ela é apenas parcial e relativamente válida. Estudei o assunto de
perto, inclusive pesquisando muito tempo um determinado caso, e tenho
sérias restrições ao seu uso como elemento de prova de contato com discos
ou disconautas. Assim, as hipnoses regressivas pré-uterinas seriam também
válidas, e as diversas reencarnações, recuando até mil anos, como já
presenciei, teriam que ser aceitas pela parapsicologia. Isto é possível? O
hipnotizador, mesmo não querendo, influencia o hipnotizado. No entanto,
devido ao meu afastamento da Ovnilogia, vou mais uma vez reexaminar o
assunto.

Astronomia
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Ao estar terminando este livro, tive a satisfação de ler no Jornal do Brasil
de 17/01/1994 um artigo do Professor Ronaldo Rogério de Freitas Mourão
onde ele passa em revisão os principais acontecimentos da Astronomia em
1993.
Vou transcrever: "Uma das mais notáveis notícias de 1993 foi a informação
de que a antena de 300 metros, situada em Porto Rico, havia captado 164
misteriosos sinais do espaço, que podem ser interpretados como mensagens
de civilizações extraterrestres, como revelou o astrônomo norte-americano
Stuart Bowyer, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, durante reunião
anual da Astronomia.“

Variáveis Ocultas
Quero abordar um assunto muito especial e sobre o qual só tomei
conhecimento recentemente. Não consegui nenhum pronunciamento pró ou
contra o meu pequeno estudo. Trata-se de um trabalho curioso que mais
adiante pretendo relacioná-lo com giroscópios de rotações contrárias e
também muito especialmente com a propulsão dos DISCOS VOADORES.

Conexões Instantâneas Não-locais


Poderão existir mesmo as conexões instantâneas não-locais? Só fixei minha
atenção neste assunto quando da leitura do livro Ponto de Mutação, de
Fritjof Capra, nas páginas 77,78,79,80 e 81.
Einstein acreditava que um dia, no futuro, seriam encontradas VARIÁVEIS
LOCAIS OCULTAS, anulando a idéia da existência dessas conexões
instantâneas.
Na página 79 do referido livro está escrito: "A teoria quântica nos ensina
que num sistema de duas partículas com spin total zero, os spins das
partículas em torno de qualquer eixo estarão sempre correlacionados - serão
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opostos -, muito embora existam somente como tendências, ou
potencialidade, antes da mediação ser realizada.”
Essa correlação significa que a medição do spin da partícula 1, em qualquer
eixo, fornece medição indireta do spin da partícula 2, sem perturbar de
forma alguma essa partícula. O ponto fundamental é que podemos escolher
o nosso eixo de medição no último minuto, quando as partículas já estão
bastante distanciadas uma da outra.
No instante em que realizarmos nossa medição na partícula 1, a partícula 2,
que pode estar a milhares de quilômetros de distância, adquirirá um spin
definido - para cima ou para baixo, se escolhermos o eixo vertical, para a
esquerda ou para a direita se o eixo escolhido for horizontal. Como é que a
partícula 2 sabe que eixo escolhemos? Não há tempo para ela receber essa
informação através de qualquer SINAL CONVENCIONAL.
Segundo o próprio Capra, "essas conexões não são sinais no sentido
einsteiniano; elas transcendem nossas noções convencionais de
transferência de informações" .
Pessoalmente, entendo que se essas CONEXÕES fossem reais em sua
existência então todas as idéias relativistas de Einstein baseadas na
velocidade máxima da luz e todas as minhas idéias baseadas no movimento
absoluto estariam comprometidas. Einstein estava certo quando dizia que
nenhum sinal pode ser mais rápido do que a velocidade da luz e que,
portanto, nenhuma medição realizada numa partícula pode modificar,
instantaneamente, o sentido do spin de outra partícula, distante mais de um
segundo-luz. Daí ter achado inadmissível tal existência. Imaginou ele a
possibilidade da existência do que chamou de VARIÁVEIS OCULTAS
LOCAIS, cuja identificação poderia anular a idéia da existência de
conexões instantâneas não-locais.
Meu pensamento procurou penetrar fundo na idéia do significado da própria
palavra MOVIMENTO. Daí eu ter buscado uma resposta para o angustiante
dilema que poderia deitar por terra milhares de horas de meu trabalho já tão
bem estruturado. Usando a meditação, concentrei-me no assunto e percebi
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que todo e qualquer spin possui sempre seus pólos com movimentos de
rotação contrários se considerarmos dois observadores situados cada qual
em um pólo contrário ao do outro. Comparando-se os pólos com torneiras,
constata-se que quando uma se abre girando para a esquerda do "abridor" a
outra estará, ao contrário, girando para a direita. Não importa a forma do
spin, que tanto pode parecer-se com prato ou bola; a verdade é que os pólos
de seus eixos imaginários serão sempre opostos em giros. Tudo se passa
como quando se olha num espelho - imagens iguais mas contrárias. Daí ser
possível afirmar que todo spin possui pólos de rotação contrários, cada qual
tendo a sua imagem refletida no outro. O observador que desejar fazer uma
medição poderá escolher qualquer dos pólos de um spin, porque o outro
pólo, do mesmo spin, será sempre um pólo contrário. Logicamente se dois
spins, com total ZERO, forem medidos em qualquer circunstância,
apresentarão sempre seus spins com total zero, já que um estará anulando o
outro independentemente de qualquer escolha de pólo feita pelo "medidor".
Tenho outras observações com relação ao mesmo assunto. Quando Capra
fala de dois eixos de spins classificados de para cima ou para baixo, é bom
recordar que no espaço vazio não existe para cima ou para baixo, e tudo
dependerá exclusivamente da posição EM QUE SE ENCONTRA O
"OBSERVADOR" ,que tanto poderá estar vendo numa ou noutra posição.
Os mesmos EIXOS vistos na posição vertical, com uma simples mudança
do observador, podem se apresentar posicionados PARA A ESQUERDA
ou PARA A DIREITA. As posições dos eixos serão sempre relativas ao
medidor. Se alguém mede duas partículas com spin total zero estando uma
para a ESQUERDA a outra estará sempre para a DIREITA. No entanto, se
o mesmo medidor resolver mudar e escolher o pólo contrário, "FECHAR"
do spin 1 e o outro pólo contrário" ABRIR" do spin 2, constatará que o spin
total das duas partículas continuará zero, sem que seja necessário a emissão
de qualquer tipo de sinal. Isto porque qualquer spin é dual nas direções das
rotações dos pólos de seus eixos. Eles serão sempre contrários em relação
ao "observador" que olha de frente para a rotação de cada pólo.
A equipe FileWarez agradece! - Upado e postado por MuriloBauer
Se considerarmos os pólos dos spins como se fossem torneiras, iríamos
constatar que, enquanto uma está abrindo, a oposta está fechando, e vice-
versa. O NOSSO PLANETA TAMBÉM TEM SEU MOVIMENTO DE
ROTAÇÃO, E SE EU ME COLOCAR NO PÓLO NORTE OLHANDO
PARA MEUS PÉS E MEU RELÓGIO, CONSTATAREI QUE A TERRA
GIRA NO SENTIDO ANTI-HORARIO. MAS SE EU ME DESLOCAR
PARA O PÓLO SUL E DE LÁ OLHAR PARA OS MEUS PÉS E MEU
RELÓGIO CONSTATAREI EXATAMENTE O CONTRÁRIO, E VEREI
O PLANETA GIRANDO NO SENTIDO HORÁRIO.
Ressalte-se que no espaço não existe eixo PARA CIMA ou eixo PARA
BAIXO, PARA A ESQUERDA ou PARA A DIREITA; TODAS ESTAS
POSIÇÕES DEPENDEM FUNDAMENTALMENTE DA POSIÇÃO EM
QUE SE SITUA OU SE COLOCA O "OBSERVADOR" ou "MEDIDOR"
(referencial).
Por tudo que foi exposto aqui, é possível concluir que sempre que elétrons
tiverem spins com total zero, podem ser separados por anos-luz porque
conservarão o total zero. A dualidade polar de rotações contrárias existentes
em cada spin individualmente (variáveis ocultas) assegura que num sistema
de duas partículas com spin total zero os spins das partículas em torno de
qualquer eixo estarão sempre relacionados como opostos.
Também em qualquer sistema de duas partículas com spin total zero, os
spins das partículas em tomo de qualquer eixo escolhido estarão sempre
correlacionados como OPOSTOS, não só no seu movimento geral, como
também nos pólos individuais de cada spin do sistema. Esta correlação de
polaridades contrárias em cada spin torna também opostos os duplos spins
presentes em cada uma das duas partículas do sistema zero examinado.
Mas se dois spins não se anularem em zero, possuírem direções de rotação
igual e se afastarem mais de um segundo, eles também continuarão
mantendo suas posições.
GOSTARIA QUE ESTAS PUDESSEM SER AS VARIÁVEIS OCULTAS
PREVISTAS POR EINSTEIN!
A equipe FileWarez agradece! - Upado e postado por MuriloBauer

Contactados e Abduzidos
Em 1974, escrevi um artigo no Diário de São Paulo de 1°-12-1974, "Os
Anjos de Deus e os Anjos de Satanás". Meu objetivo foi o de coincidir com
o 6° Colóquio Brasileiro sobre OVNI que estava sendo realizado na cidade
de São Paulo. Naquele dia, o tema do Colóquio foi As Dimensões
Esotéricas da Ovnilogia.
Eu andava preocupado com os rumos que a Ovnilogia estava tomando em
virtude da entrada de grupos espiritualistas, os quais eu conhecia de perto.
Começaram a trocar seus mestres ou entidades por contacto com seres
alienígenas. Os grupos que não aceitavam incorporação como válida e que,
através da mediunidade de seus membros, preferiam o desdobramento
consciente para se comunicarem com seus mestres continuavam trazendo
mensagens exatamente iguais às anteriores, sem qualquer novidade que se
pudesse atribuir ao nível de criaturas que os ovnilogistas consideravam
vivas e possivelmente super-humanas. Observei que grupos parecidos em
crenças recebendo comunicações atribuídas a uma mesma figura
extraterrestre apresentavam mensagens incoerentes e contraditórias,
refletindo o pensamento de cada grupo e também suas antipatias religiosas.
Mais adiante, comecei a observar que os grupos que antes recebiam
mensagens de humanos desencarnados (enviaram muitas para mim)
passaram também a se contactar com extraterrestres, sem que as novas
mensagens deixassem de refletir o mesmo pensamento anterior de cada um
dos grupos. Recuando mais no tempo, lembro de um livro que me fizeram
ler de uma entidade visitando o planeta Marte, onde existiam cidades
flutuando sobre focos de luz. Observei também que os choques começaram
a aparecer no momento em que alguns grupos passaram a incorporar seres
alienígenas (considerados vivos e super-humanos) dos grupos que não
admitiam incorporação. Afinal, os seres extraterrestres eram seres vivos ou
mortos? Comunicavam-se por telepatia ou por incorporação? Diante de
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tantas contradições ocorrendo nesses grupos espiritualistas, passei a me
preocupar com o futuro da Ovnilogia. Qual dos grupos era portador da
mensagem correta? Como encontrar um filtro capaz de permitir a separação
do que são os mestres de ordens como a Rosacruz ou dos humanos
desencarnados ou ainda de astronautas alienígenas presentes fisicamente?
Para quem vai estudar os fenômenos dos pontos de vista psicológico e
psiquiátrico, é mais do que válido aceitar como verdadeiros todos os que se
dizem contactados ou abduzidos. O interesse da pesquisa psicológica é de
natureza inteiramente subjetiva e diferente da ufológica. No entanto,
naquela época eu já estava preocupado em encontrar um filtro para tantas
energias diferentes. Foi quando escrevi, no Diário de São Paulo:
"Depois que ficamos conhecendo melhor a capacidade de nossas forças
extra-sensoriais, tomamos a firme resolução que é a única que podemos
desejar aos que admitem a possibilidade de contactos válidos com seres
extraterrestres”.
Considerando que em várias partes do mundo disconautas têm aparecido
desembarcados de suas naves e deixado provas físicas; considerando que
tudo indica que esses disconautas possuem poderes incomensuráveis e que
também no passado tiveram contatos físicos com humanos; considerando
ser possível o contato físico com qualquer pessoa e ainda deixarem uma
prova física de tal encontro; considerando que segundo os nossos padrões
sociais temos que comprovar todas as ocorrências que fogem da
normalidade; considerando que possuímos um inconsciente capaz de
projetar em nosso consciente fabulações que parecem realidade, e
considerando ainda a possibilidade de a força PSI da coletividade estar
unida como vasos comunicantes, não aceitaremos em hipótese alguma
qualquer comunicação de ser extraterrestre sem que seja acompanhada de
uma prova irrefutável. Repeliremos qualquer idéia de que possamos ser
utilizados como canais de mensagens extraterrestres.”
Mais adiante digo ainda: "Só vemos uma possibilidade de aceitarmos como
procedentes de disconautas as numerosas mensagens telepáticas
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contraditórias que já formam muitos livros no mundo: analisá-las
estatisticamente, englobadamente, como fazendo parte de uma estratégia
ampla de forças extraterrestres interessadas na confusão e no descrédito.“
Continuo desejando que se possa encontrar um filtro que permita distinguir
os dois tipos básicos de mensagens extra-sensoriais. Algo que permita
separar fisicamente uma comunicação espírita de humanos mortos de uma
comunicação telepática de super-humanos vivos.
Lendo o livro de Gilda Moura já citado, tive um insight baseado em fatos
que ocorreram comigo. Ela sugere que se procure medir, por alguma forma
física, as características fundamentais das formas de energias envolvidas
nas diversas situações apresentadas. Lembro-me que certa ocasião, em
minha vida mística, fui procurado por uma senhora que era considerada o
máximo em comunicações extra-sensoriais com conhecidos Mestres do
mundo invisível reverenciados por uma ordem mística internacional que
não aceitava a idéia de "incorporação". Segundo ela, os Mestres apareciam
no campo de sua terceira visão. Certa vez viu dois olhos imensos de um ser
que ela sabia ser vivo e extraterrestre. Mas aquela energia era tão poderosa
que sua cabeça parecia querer explodir. Foi quando apareceu o que ela
identificou como sendo Mestre "M", comunicando-lhe que vinha como
intermediário daquele Ser para que a mensagem pudesse ser por ela
conhecida. Lembro que ela deu grande ênfase ao fato de a poderosa energia
ser de um alienígena. Ainda na mesma linha de raciocínio, recordo um
amigo, muito místico, vidente e acostumado com todos os tipos de
mensagens espirituais, inclusive incorporações das mais diversas origens
espirituais. Um dia telefonou-me bastante agitado para falar-me que iria em
minha residência levar-me uma mensagem escrita em máquina de escrever.
Contou-me que estava tomando banho de chuveiro quando viu dois olhos
imensos de uma figura que reconheceu ser a de uma foto atribuída a um
extraterrestre. Pela sua descrição identifiquei como sendo a mesma figura
do caso anterior, aqui relatado, de um possível extraterrestre fotografado em
Monte Palomar em 1954 (Dolores Barrios). Contou-me então que a sua
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energia era tão poderosa que ele teve que sair do chuveiro nu e molhado e
sentar-se na máquina, sendo obrigado a datilografar um texto que lhe fora
transmitido. Eu tinha comigo aquele retrato do possível extraterrestre.
Tanto a senhora quanto o meu amigo já haviam visto aquela foto. Em
ambos os casos afirmaram que foi aquele ser que mandara as mensagens.
Não estou afirmando que era de um ser extraterrestre. Eu, no íntimo,
acreditava que aquela foto retratava mesmo um disconauta. Relembrando
agora tais eventos, imagino duas possibilidades: ou aquela energia
transmissora era mesmo de um ser extraterrestre, com uma potência muito
acima daquelas com que os dois espiritualistas estavam acostumados a
lidar, ou então o transmissor teria sido meu próprio inconsciente mandando
uma mensagem (tipo pingue-pongue) para que o meu consciente recebesse
de volta como se fosse vindo de forças superiores. Em qual dos absurdos
devo crer?
Mas isso não importa agora, e sim procurar imaginar se não haveria uma
forma de se poder medir as energias que atuam nos mais diferentes casos
conhecidos.
Quero aproveitar para recordar uma das mais notáveis reportagens sobre
"OVNIs" , feita pelo repórter João Martins e publicada na revista O
Cruzeiro em outubro de 1954. A reportagem que vou recordar consta
também do seu livro As Chaves do Mistério. Ele entrevistou nos Estados
Unidos o Sr. Daniel Fry, que trabalhava numa fábrica de motores de
foguetes no Novo México. A reportagem fala de um pequeno "disco
voador" que teria descido em determinada noite num deserto, quando uma
voz partindo do referido "disco" teria convidado Fry para um passeio aéreo.
Mais adiante, Fry foi informado de que a voz que dialogava com ele era de
um extraterrestre que se encontrava em outra astronave, situada bem mais
alto sobre o nosso planeta. Foram trinta minutos de vôo, e o diálogo do
engenheiro com o ufonauta é dos mais notáveis. De tudo que ele teria dito,
quero destacar as seguintes palavras referentes aos cientistas terráqueos:
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Eles avançaram muito e terão muito que retroceder. Um homem avançado
no caminho da ciência é como uma formiga subindo numa árvore: ele sabe
que está subindo, mas não tem visão total do tronco principal. O resultado é
que se perde por galhos secundários e terá que fazer muitas voltas até
chegar ao cimo da árvore. Muitas vezes, chega ao extremo de um pequeno
galho e pensa que já terminou a escalada...
As verdades fundamentais são sempre simples e compreensíveis, desde que
sejam vistas da exata perspectiva. A ciência terrestre terá que voltar do
galho em que está encalhada e encontrar o tronco principal.”
Naquela época (1954), procurei ler sobre o estágio teórico das ciências,
julgando que nelas encontraria respostas para tudo, inclusive explicações
para o comportamento dos "discos voadores". Fiquei bastante decepcionado
com os desencontros e o grande número de interrogações sem respostas.
Procurei estudar o conhecimento aeronáutico e astronáutico existente
comparando sempre com o que eu já sabia sobre os "OVNIs", e passei a ter
a convicção íntima de que de fato os nossos cientistas estavam e ainda estão
caminhando por galhos secundários. Passei a julgar-me com indiscutível
direito de procurar quando e onde teriam ocorrido os desvios na busca da
unidade da Física. Para alcançar o meu objetivo, deveria pôr em dúvida
todas as teorias existentes e evitar ao máximo ser enfeixado pelos seus
ensinamentos. Passei a julgar todas as teorias como incompletas e a fazer
exercícios mentais para encontrar saídas, dando asas à minha imaginação
até em direções que a priori pareciam absurdas.
Hoje, depois de tantos anos, de tantos erros e cabeçadas, estou seguro de
que o primeiro grande desvio ocorreu quando o princípio gravitacional de
Newton deixou de identificar a existência de repulsão no macrocosmo
(eletromagnetismo). O segundo grande desvio, que levou nossa Física para
um galho secundário, ocorreu quando as idéias relativistas de Einstein
deixaram de perceber que a velocidade da luz é a velocidade ABSOLUTA
do Universo. Admito ainda que um terceiro desvio ocorreu quando foi
estabelecido o princípio da incerteza. Penso que, em decorrência desses
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"cochilos" , os cientistas se perderam do tronco principal. No entanto, creio
que, apoiados nas experiências acumuladas sobre tantos modelos
incompletos, poderão partir juntos para enfeixar definitivamente a Lei na
consciência de nosso atual estágio humano.

Cosmologia - Imaginários Buracos Negros


No final de maio, a imprensa em geral informou com destaque a descoberta,
pelo telescópio espacial Hubble, do primeiro "buraco negro", e astrônomos
fizeram algumas afirmativas:
"Agora não precisamos mais de teorias alternativas." "Comprovação
astronômica definitiva encerra décadas de buscas infrutíferas.”
A descoberta teria sido feita no centro de uma galáxia gigante conhecida
como M-87, formada por trilhões de estrelas e distante muitos milhões de
anos-luz.
Isso me faz lembrar que em 1992, com base em informações do satélite
Cobe, Joseph Silk, do Departamento de Física da Califórnia, EUA,
sustentou que o Universo teve origem no Big-Bang, hipótese rejeitada por
muitos astrônomos.
Ainda sobre a descoberta de um Buraco Negro, o astrônomo da NASA,
Stephen Maran, do Centro de Vôos Espaciais Goddard, também porta-voz
da Sociedade Americana de Astronomia, disse:
"Todos os astrônomos razoáveis ficarão convencidos.”
É indiscutível que a NASA e seus astrônomos credenciados possuem hoje
os mais avançados instrumentos de observação astronômicas constituída
pelos Observatórios Orbitais, a exemplo do telescópio Hubble. Mas, por
outro lado, eles não dispõem de uma teoria completa como a do CAMPO
UNIFICADO, procurada por Einstein. Sem o conhecimento de uma teoria
que UNIFIQUE A FÍSICA todo o fabuloso instrumental da NASA fica
prejudicado, deixando os astrônomos ciscando estrelas com vara curta.
Afinal o que é a gravidade?
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Algum cientista é capaz de decodificá-la?
Será que basta medir e conhecer os seus efeitos?
Ou seria de fundamental importância conhecer a sua causa? Sem um
conhecimento perfeito da gravidade, como é possível afirmar a existência
de "buracos negros"?
E se a gravidade não for uma força exclusivamente atrativa?
E se não existir o hipotético Graviton?
E se a gravidade for um efeito eletromagnético?
Qual a razão dos rodopios observados nos centros das galáxias? Será que
em vez de estes centros estarem sugando matéria não poderiam estar
expulsando ondas eletromagnéticas não-visíveis ao olho humano?
O absolutismo entende que nunca houve Big-Bang, e "buraco negro" só
pode existir nos computadores onde os programas são feitos por cientistas
que não possuem um perfeito conhecimento do que seja a gravidade.

É Possível Prever o Futuro?


Sob o título acima, a revista Super-Interessante (Ano 8 fevereiro de 1994)
publicou na íntegra a tradução de um capítulo do novo livro do físico inglês
Stephen Hawking, Buracos Negros e Pequenos Universos, que acaba de ser
lançado na Europa.
O físico inglês continua escrevendo sobre buracos negros e Big-Bang com
muito maior dificuldade de convencer o leitor do que os ovnilogistas
escrevendo sobre "discos voadores". A verdade é que ninguém nunca viu
um buraco negro, ninguém nunca fotografou um buraco negro, nenhum
cientista pode dispor de um buraco negro para examinar em laboratório. Já
os OVNIs foram vistos por centenas de milhares de pessoas de todos os
países e de todas as classes sociais. Foram também fotografados e filmados,
além de terem deixado diversas marcas de sua passagem pelo mundo. Eles
também não podem ser examinados em laboratório, e no entanto alguns
vestígios de suas ações sobre seres humanos ou animais ou marcas no solo
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ou em vegetações têm sido examinados e constituem indícios mais
evidentes do que aqueles em que se apóiam os cientistas que acreditam em
buracos negros.
É bem verdade que muitos cientistas não aceitam a possibilidade de ter
existido um Big-Bang, e é possível que outros duvidem da existência de
buracos negros. No entanto, como diz Super-Interessante em sua capa:
"Stephen Hawking brinca de Nostradamus." E no próprio texto do livro do
cientista ele se coloca sobre o muro quando escreve:
"O Universo estaria então, neste momento, sobre o fio da navalha. Pode-se
perceber que eu pertenço à inveterada tradição dos profetas que garantem
sua retaguarda, predizendo tanto uma coisa como outra.“
Veja o que o próprio Stephen Hawking escreveu em seu livro Uma Breve
História do Tempo: "O que aconteceria se adicionássemos mais massa a
uma anã branca ou a uma estrela de nêutrons ultrapassando o limite? [limite
de Chandrasekhar]. Desmoronaria em densidade infinita”?
Eddington ficou chocado com esta implicação e se recusou a acreditar no
resultado de Chandrasekhar. Julgou que simplesmente não era possível que
uma estrela pudesse se encolher num ponto. Esta era a opinião da maioria
dos cientistas: O PRÓPRIO EINSTEIN ESCREVERA UM TRABALHO
EM QUE AFIRMAVA QUE AS ESTRELAS NÃO DEVERIAM SE
CONTRAIR ATÉ O PONTO ZERO.”
Infelizmente não conheço o referido trabalho de Einstein.
Mas estou sempre tendendo para o lado da intuição e pensamento daquele
que considero o maior dos físicos.
A minha visão absolutista do universo dispensa a necessidade de um Big-
Bang, além de possuir conteúdo teórico holístico suficiente para duvidar da
existência de buracos negros.
Mas, antes, é preciso recordar os fundamentos básicos que geraram as
idéias de buraco negro. O que seria um buraco negro?
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Ele é descrito a partir do colapso de uma estrela em virtude de se esgotar o
seu combustível atômico. Ela encolheria de tal modo até atingir um
determinado raio crítico, conhecido como raio Schwarzschild.
Parece-me difícil conciliar a idéia de movimento absoluto universal com a
teoria que sustenta a existência de buraco negro. Não posso aceitar que um
buraco negro possa ter massa tendendo para o infinito, com a sua gravidade
fazendo tudo desaparecer, inclusive a luz.
Seria possível que no Universo pudessem existir locais com leis físicas
diferentes? Seria possível existirem leis diferentes para pontos diferentes do
cosmo?
Neste particular, o absolutismo poderia servir de padrão para o movimento
holístico. Sua visão unitária do universo não permite leis diferentes para
pontos diferentes do cosmo. O absolutismo sustenta uma só lei universal.
Quais seriam os argumentos básicos para anular a teoria do buraco negro?
Antes quero deixar suficientemente explicada a teoria que sustenta a
existência do buraco negro. Para isto, vou transcrever palavras sobre o
assunto escritas no livro O Tao da Física, de Fritjof Capra (p. 138):
"De acordo com as idéias correntes na Astrofísica, cada estrela alcança um
estágio em sua evolução em que entra em colapso devido à atração
gravitacional de suas partículas. Levando-se em consideração que essa
atração aumenta rapidamente à medida que decresce a distância entre as
partículas, o processo de colapso é acelerado e, se a estrela for
suficientemente maciça (isto é, se apresentar massa mais de duas vezes
superior à do Sol), nenhum processo conhecido pode evitar que esse
colapso se estenda indefinidamente. Em razão da crescente força de
gravidade na superfície estelar, torna-se cada vez mais difícil fugir dela e,
eventualmente, a estrela alcança um estágio no qual coisa alguma - nem
mesmo a luz - pode escapar de sua superfície. O espaço em torno da estrela
fica tão fortemente curvo que toda a luz fica presa nesse espaço e não
consegue escapar. Não podemos ver tal estrela simplesmente porque sua luz
jamais nos alcançará; por essa razão ela é denominada buraco negro.”
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O absolutismo garante que o corpo que estivesse tendendo para um
hipotético buraco negro sofreria de imediato a imposição da Lei do
movimento absoluto, e sua velocidade interna iria se transformando em
externa, numa espécie de movimento de rotação compulsória que
provocaria o equilíbrio gravitacional do corpo pelo crescimento da força
centrífuga advinda do aumento de rotação do astro.
Tal rotação poderia crescer tanto ao ponto de atingir velocidade de milhares
de rotações por segundo. Ela faria diminuir a gravidade no astro, e mesmo
anulá-la totalmente em sua superfície, provocando até a emissão de ondas
eletromagnéticas não-visíveis ao olho humano, do tipo das ondas de rádio,
como nos pulsares. É até possível que os raios X ou raios gama
provenientes das regiões onde estão localizados os hipotéticos buracos
negros tenham origem parecida.
O Movimento Absoluto se opõe à existência de buraco negro afirmando
que as velocidades externa e interna não podem formar nenhum corpo onde
predomine alguma velocidade interna próxima de 300.000 quilômetros por
segundo. Tal velocidade é exclusiva da luz, caminhando retilineamente no
vácuo. Além desta razão, não é possível esquecer que o princípio capaz de
explicar o fenômeno gravidade é de origem eletromagnética.
Também é verdade que nenhum corpo poderia parar no espaço sem que
antes se transformasse em explosão de luz.
Os fundamentos do Movimento Absoluto repousam em dois movimentos
de velocidades variáveis externo e interno. Assim, nenhuma quantidade de
matéria poderia crescer tanto e se compactar tanto ao ponto de vencer a
velocidade da luz. Muito antes, qualquer corpo atingiria violento
movimento de rotação, impedindo que a atração gravitacional pudesse
vencer a tremenda força centrífuga que surgiria como forma de o corpo em
questão adquirir seu equilíbrio buscando energia externa cinética advinda
do próprio movimento de rotação. Tal comportamento retrataria o postulado
do movimento absoluto que, por sua vez, seria o fundamento de uma só lei
universal.
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Mas como deveria ser redigida tal lei?

A Lei
Quando comecei a meditar sobre o universo, tentando compreendê-lo,
fiquei impressionado ao saber que a velocidade de rotação da Terra é
supersônica e portanto maior do que a dos primeiros aviões a jato que
naquele tempo quebraram a barreira do som. Eu, você e o nosso planeta
estaríamos mesmo em tão grande velocidade? Depois soube que é ainda
maior a nossa velocidade de translação. Acrescente-se que o Sol com os
seus planetas e nós, humanos, caminhamos velozmente na borda de nossa
galáxia e, para completar tanto movimento de velocidade, que, por ser
uniforme, não sentimos, ressalte-se que a galáxia onde estamos também
caminha em velocidade grandiosa. Em 1970, cientistas calcularam que a
velocidade da Terra dentro do universo conhecido seria da ordem de 2.200
milhões de quilômetros por hora. Além destas velocidades, que são externas
aos nossos corpos, compreendi ainda que toda matéria universal, como o
Sol, a Terra, os homens, é feita de átomos em cujo interior ocorrem
velocidades que, em alguns casos, aproximam-se da velocidade da luz.
Durante anos acostumei-me à idéia de que faço parte da soma de todas estas
velocidades que mencionei e passei a desconfiar de que a matéria é
resultado da organização do movimento. Estou convencido de que somos
feitos de pura velocidade. Uma coisa parece indiscutível: não existe nada
parado no universo físico. Na imobilidade do vazio espacial, todas as coisas
estão em movimento, e nele será encontrado o princípio que apontará a lei
universal. Foi pensando assim que avancei até aqui.
Neste final, cabe-me relembrar os conceitos básicos do Absolutismo:

a) o movimento é absoluto se considerarmos a elasticidade oferecida pela


permuta dos movimentos de velocidades variáveis externa e interna;
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b) qualquer deslocamento num corpo (acelerando ou desacelerando)
provoca nele mesmo, de imediato, permuta entre seus movimentos de
velocidades interna e externa em quantidades rigorosamente iguais;

c) obviamente o movimento absoluto seria a causa da energia absoluta e


ambos - movimento-energia - se conservariam inseparáveis.
Conseqüentemente, o movimento A seria constituído de pura velocidade, e
sua energia seria igual à energia da luz ali presente. A velocidade da luz
isoladamente indicaria o MOVIMEN TO ABSOLUTO, que passaria a ser a
GRANDEZA BÁSICA do Universo. Assim caberia aos matemáticos a
reestruturação da quantificação da Física como um todo, já que do
movimento A, finito e indestrutível, derivariam todas as medidas da Física;

d) cada permuta de velocidades, por menor que seja, interna por externa ou
externa por interna, representaria elétrons soltos e transferência de
movimento-energia de dentro para fora ou de fora para dentro. Essas
permutas poderiam ser identificadas como fenômeno eletromagnético. Os
núcleos dos átomos estariam emitindo luz (radiação eletricamente neutra)
ou absorvendo energia cinética de fora que seria também eletricamente
neutra.
Quando as permutas de movimento-energia ocorrem demoradamente, em
caráter permanente (como nos casos de corpos com velocidades
uniformemente aceleradas), surge de imediato o efeito gravitacional
artificial. Mas se a permuta ocorrer de forma natural, como em nosso
planeta, então a gravidade poderia ser classificada como um natural efeito
eletromagnético;

e) segundo o absolutismo, o movimento tem duas direções básicas: retilínea


e curvilínea. Quando o movimento se apresenta totalmente externo, ele é
pura luz no vácuo; quando se apresenta misturado, composto de
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velocidades externa e interna, o relógio presente volta a ter ritmo próprio,
determinando sua própria curvatura no espaço;

f) a propagação da luz (no micro ou no macro) se faz perdendo densidade


na razão inversa do quadrado da distância;

g) apresentei um modelo provisório de átomo em que o núcleo seria


formado por uma espécie de micropulsar, contendo apenas prótons para
equilibrar sua massa que, juntamente com a luz emitida (eletricamente
neutra), formam quase a totalidade da massa do átomo. Assim, os
"nêutrons" presentes nos átomos seriam formados pela luz emitida pelos
núcleos atômicos preenchendo totalmente os vazios dos átomos. Por
analogia, é possível imaginar que a luz do Sol estaria preenchendo todos os
imensos espaços vazios do sistema solar com fótons eletricamente neutros
enquanto não tocam nenhuma atmosfera ou corpo. Seria admissível ir
mais longe especulando a possibilidade de o centro do Sol possuir uma
parte muito densa que seria eletricamente negativa (núcleo de ferro) que
estaria buscando movimento-energia da superfície para equilibrar o seu
relógio próprio. Da mesma forma, é possível admitir que nos átomos possa
existir também uma parte central negativa equilibrando seu potencial com a
parte externa do núcleo. Tal modelo natural poderia conduzir o raciocínio
no sentido de admitir que a parte negativa dos átomos não estaria apenas
nos elétrons.

CONSIDERANDO todas as especulações feitas no objetivo da unidade


cósmica, vou descrever como imagino tenha que ser o perfil da lei
universal; tudo que ela precisa conter em seu ENUNCIADO:

1 - Atração e repulsão universal (direções iguais se ajustam e diferentes se


repelem);
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2 - Presença do efeito eletromagnético em qualquer deslocamento, por
menor que seja, aceleração ou desaceleração, com a alteração do ritmo em
todos os corpos ou partículas que funcionam sempre como autênticos
relógios;

3 - Atração ou repulsão levando em consideração a razão direta das


diferenças dos ritmos (positivos ou negativos) dos relógios;

4 - Propagação da luz perdendo densidade na razão inversa do quadrado da


distância. Assim, a Lei Universal poderia ser algo baseado no ritmo
(movimento de velocidade interna) presente em todos os corpos do cosmo
que funcionam como relógios;

5 - Finalmente, um exemplo pode ser dado imaginando-se um satélite


artificial lançado da Terra.
Enquanto ele estivesse com a velocidade de cerca de 11 quilômetros por
segundo no sentido anti-horário da Terra, o satélite artificial estaria
igualando o seu ritmo com o da Terra. Assim, não poderia transferir energia
para o planeta. Mas, à medida que sua velocidade fosse aumentando para
13, 14, 15 quilômetros por segundo, as idéias newtonianas de massa seriam
esquecidas para se considerar, tão-somente, a DIFERENÇA de ritmos
presentes dos corpos Terra e satélite. Quanto maior a diferença em favor do
satélite, mais ele se afastaria da Terra, quando a chamada força centrífuga
atuaria como força de repulsão, dando ao satélite maior energia cinética do
que aquela solicitada pela Terra. Então o satélite se afastaria de acordo com
a diferença de 2, 3,4, ou 10 quilômetros por segundo de diferença do ritmo
negativo de 11 quilômetros por segundo presente no planeta Terra.
Também o inverso é verdadeiro, e se o satélite tivesse sua velocidade
diminuída de 11 quilômetros por segundo ele seria atraído e teria que ir
cedendo movimento-energia até o choque com a superfície da Terra,
quando então estabilizaria sua permuta de movimentos de velocidade,
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dando e recebendo permanentemente 11 quilômetros por segundo de movi-
mento-energia, fenômeno que se traduz como prisão gravitacional.

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