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2013/2014

1º Semestre

MIEEC ­ Turma 2 Grupo D
● Miguel António Teixeira Costa Leite
● Rui Filipe Monteiro Carneiro Colaço
● Luís Diogo de Lima Coelho e Teixeira Cagigal

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Mestrado Integrado em Engenharia Eletrotécnica e de
Computadores

GERAÇÕES DE
TELEMÓVEIS
➔ De onde viemos?
➔ Onde estamos?
➔ Para onde vamos?
Supervisor: Professor Sílvio Abrantes Moreira
Monitor: Telmo Sousa Lima

Porto, Novembro 2013

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Agradecimentos

Desde  já,  queríamos  deixar  umas  palavras  de  agradecimento  ao


nosso  supervisor,  o  Professor  Sílvio  Abrantes  Moreira,  e  ao  nosso
monitor, Telmo  Sousa  Lima, por  todo  o apoio  e disponibilidade prestados
ao longo do desenvolvimento do trabalho.
Para  além  disso,  não  nos  queríamos  deixar  de  dirigir  a  toda  a
organização da primeira semana do semestre relativa ao Projeto FEUP, na
qual  nos  foi  disponibilizada  uma  infinidade  de  ferramentas  para  o
desenvolvimento de projetos  futuros, em  paralelo com a nossa integração
na faculdade.
E  ainda  a  todos  os  responsáveis  pela  biblioteca,  sem  a  qual  seria
impossível a realização de uma pesquisa mais aprofundada e complexa.

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Resumo
Este  relatório  foi  criado  e  desenvolvido  no  âmbito  da  Unidade
Curricular  Projeto  FEUP,  de  modo  a  que  o  tema  fosse  bem  explorado  e
pudessem  surgir  respostas  para  cada  uma  das  questões  a  ele
associadas:

➢ De onde viemos?
➢ Onde estamos?
➢ Para onde vamos?

Como  forma  de  atingir  esses  objetivos,  foi  feita  uma  abordagem  a
todas  as  gerações  de  comunicações  celulares  desde  a  sua  criação,
permitindo,  desta  forma,  uma  análise  detalhada  da  evolução  dos
telemóveis ao longo dos tempos e da sua necessidade para a sociedade.
Assim,  começando  pela  1ª  Geração  e  terminando  numa  simples
perspetiva  futura  da  5ª,  é  explorado  todo  o panorama  das  comunicações
celulares  na  qual  são  delineadas  as  características  das  diferentes
gerações,  sendo  feita,  posteriormente,  uma  comparação  entre  elas,
refletindo sobre as suas diferenças, tal como vantagens e desvantagens.

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Glossário

❏ FDMA ­ Frequency Division Multiple Access
❏ NMT ­ Nordic Mobile Telephone
❏ AMPS ­ Advanced Mobile Phone System
❏ TACS ­ Total Access Communication System
❏ RTMI ­ Radio Telefono Mobile Integrato
❏ NTT ­ Nippon Telegraph and Telephone
❏ JTACS ­ Japanese Total Access Communication System
❏ WAP ­ Wireless Application Protocol
❏ TDMA ­ Time Division Multiple Access
❏ CDMA ­ Code division multiple access
❏ GMS ­ Global System For Mobile Communications
❏ ITU ­ International Telecommunication Union
❏ GPRS ­ General Packet Radio Service
❏ EDGE ­ Enhanced Data For GSM Evolution
❏ HSCSD ­ High Speed Circuit­Switched Data
❏ UMTS ­ Universal Mobile Telecommunications System
❏ HSPA ­ High Speed Packet Access
❏ EV­DO ­ Evolution­Data Optimized
❏ LTE ­ Long Term Evolution
❏ ADSL ­ Asymmetric Digital Subscriber Line

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Índice

● Introdução………………………………………….……..6

● De onde viemos?......................................................7
○ 1G……………………………………………………7
○ 2G…………………………………………………..10
■ 2,5G…………………………………………...12

● Onde estamos?......................................................13
○ 3G…………………………………………………..13
■ 3,5G…………………………………………...13
○ 4G…………………………………………………..15

● Para onde vamos?..................................................17
○ 5G…………………………………………………..17

● Diferenças ao longo da Evolução………..…………..19

● Conclusão……………………………………………….21

● Bibliografia………………………………………………22

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Introdução
A comunicação é  algo  inerente ao  ser  humano  desde os primórdios
do  nosso  planeta.  Pode  ser  feito,  então,  um paralelismo com o  facto  dos
telemóveis serem essenciais para o estilo de vida do século XXI. Hoje em
dia, quem não tem um?
Efetivamente,  tornaram­se  imprescindíveis  na  vida  de  qualquer
pessoa,  assumindo  um  papel  fulcral  nas  relações  inter­pessoais,  sejam
íntimas ou profissionais.
A  intensa  utilização  deste  tipo  de  redes  sem  fios  exigiu  o
desenvolvimento  de  tecnologias  fundamentais,  especialmente  relativas  a
frequências  mais  elevadas  para  que  as  diferentes  gerações  fossem
utilizadas de forma mais eficiente.
Nas  últimas  décadas,  as  tecnologias  móveis  foram  classificadas de
acordo  com  a  sua  geração,  de  acordo  com  o  tipo  de  serviços,  as
velocidades e as transferências de dados de cada classe.

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De onde viemos?
1ª Geração

A  primeira  geração  (1G)  funcionava  através  de  sistemas  de


comunicações  analógicas. Eram apenas usados para comunicação de voz
no  mesmo  país  e  tinham  uma  qualidade  de  ligação  altamente  variável
devido  às  interferências.  Os sistemas 1G  tinham  diversas limitações, uma
vez  que  se  tratavam  de  sistemas  de  rádio analógicos. A baixa  segurança
que  proporcionavam  era  outra  característica  desvantajosa,  devido  à  falta
de  suporte  de  qualquer  tipo  de  encriptação  facilitando  a  escuta  de
ligações  alheias  através  de  um  sintonizador  de  rádio,  tal  como  a
usurpação de frequências, podendo creditar as ligações noutra conta.
O telefone  e  a sua  bateria  tinham  geralmente  as  dimensões  de  uma
folha  A4  e  eram  muito  pesados,  sendo  transportados  como  malas,
desencorajando  qualquer  pessoa  a  adquirir  um  equipamento.  Devido  às
frequências  utilizadas  por estes sistemas, era necessário que os terminais
apresentassem uma antena de grandes dimensões.

A  1G  utilizava  diferentes  normas  (standard)  de  rede  que  usavam


multiplexagem por divisão em frequência (FDMA), tais como:

● NMT  (Nordic  Mobile  Telephone),  utilizado  nos  países  nórdicos,


Suíça,  Holanda,  Europa  Oriental  e  Rússia,  usando  entre  450  MHz  e
900 MHz;
● AMPS  (Advanced  Mobile  Phone  System),  utilizado  na  América  do
Norte e Austrália, que usava FDMA na banda de 800 MHz;
● TACS  (Total  Access  Communications  System),  usado  no  Reino
Unido;
● C­450 na Alemanha Ocidental, Portugal e África do Sul;

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Estes  sistemas,  devido  à  sua  natureza,  congestionavam facilmente,
pois  o  número  de  canais  disponíveis  era  muito  limitado.  A  rede  era
composta  por  poucas  antenas  de  grande  potência  que  disponibilizavam
um número de canais reduzido.
Em Portugal  o serviço  de  comunicações móveis a  usar  a  tecnologia
de 1ª Geração foi oferecido pela TMN durante 10 anos, de 1989 a 1999.

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AMPS

AMPS  (Advanced  Mobile  Phone  System),  desenvolvido  pela  Bell


Labs,  foi  a  principal  norma  da  primeira  geração  de  telecomunicações
wireless,  composta  por  sistemas analógicos. O AMPS  é  um  sistema  que
utiliza  Frequency Division Multiple Access (FDMA).
No  AMPS,  um canal  de voz é disponibilizado e permanece dedicado
a uma chamada durante toda a sua duração.
O  que  realmente  separa  a  AMPS  de  sistemas  mais  antigos  é  a
funcionalidade  de  configuração  de  chamada.  Em  AMPS,  os  centros  de
células  podiam  atribuir  canais  flexivelmente  para  aparelhos  portáteis
baseados  na  intensidade  de  sinal,  permitindo  que  a  mesma  frequência
fosse  reutilizada  em  vários  locais,  sem  interferência.  Ainda  assim,  como
era  um  padrão  analógico,  era  muito  suscetível  a  estática  e  ruído,  e  não
tinha qualquer proteção contra as escutas de conversa.

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2ª Geração

A  segunda  geração  (2G)  passa  a  ser  digital,  permitindo  a  troca  de


mensagens  escritas  de  texto  e  o  acesso  à  internet  com  baixas
velocidades,  utilizando  a  tecnologia  WAP.  Esta  geração  torna­se  mais
eficiente,  mais  fiável, segura  e  prática. Com  o  aparecimento deste tipo de
tecnologias,  surgiu  a possibilidade de existir um maior número de ligações
simultâneas  nos  mesmo  espectros  de  rádio­frequência.  Assim,  foi
possível  a  integração  de  novos  tipos  de  serviços.  Por  isso,  foi  a  partir
deste  novo avanço  tecnológico  que se deu uma explosão de consumo de
telecomunicações pessoais.
A 2G funcionava segundo dois tipos de norma de rede, TDMA (Time
Division  Multiple  Access)  e  CDMA  (Code  Division  Multiple  Access)
dependendo  do  tipo  de  multiplexadores  usados.  As  principais  normas
eram:
● o GSM (Global System  for  Mobile  Communications)  que  surgiu  na
Europa e funcionava na banda de 450 MHz (TDMA);
● IS­95 nos EUA e CDMA na Ásia.

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GSM

GSM  (Global  System  for  Mobile  Communications) é  uma  tecnologia


móvel  e  uma  norma  bastante  utilizada  pelos  aparelhos  da  segunda
geração.  Diferencia­se  dos  seus  antecessores,  uma  vez  que  o sinal e  os
canais  de  voz  são  digitais,  para  além  de  ter  tornado  o  roaming
internacional bastante comum.
A disponiblização de serviços  a baixo custo é a grande vantagem do
GSM.  Tome­se  como  exemplo  a  troca  de  mensagens  de  texto.  Este
serviço  foi  originalmente  desenvolvido para o GSM, o que possibilita a sua
utilização  sem  grandes  custos.  Por  outro  lado,  a  grande  desvantagem
deste  tipo  de  tecnologia  resulta  do  facto de a norma ser  baseada na rede
TDMA,  que  é  considerada  menos  avançada  que  a  sua  concorrente,  a
CDMA.

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2.5 Geração

Apesar  de  nunca  ter  sido  oficialmente reconhecido  pela ITU, a


2.5G  é considerado  o patamar de transição entre  as  tecnologias 2G
e  3G.  O  termo  surgiu  para  ser  feita  referência  a  serviços  de
transmissão  de dados mais rápidos ainda fornecidos pela tecnologia
2G, permitindo um acesso mais eficiente à internet.
Utiliza  tecnologias  como  GPRS  (General  Packet  Radio
Service),  EDGE  (Enhanced  Data  for  GSM  Evolution),  1XRTT  e
HSCSD (High Speed Circuit Switched Data).
O  EDGE  (também  conhecido  como  2,75G)  é  uma  versão  de
maior  largura  de  banda  do  GPRS  (e  por  isso  muitos  o  chamam  de
E­GPRS), e permite velocidades máximas de até 384 kbps.

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Onde estamos?

3ª Geração
A  tecnologia  3G  permite  a  disponibilização  de  uma  ampla gama  de
serviços,  devido  ao  facto  de  funcionarem  através  de  uma  rede  com
melhorias  na  eficiência  espectral.  Assim,  combinam  num  único  aparelho
as  mais  recentes  tecnologias.  De entre  todas as novidades,  destaca­se  a
transmissão  de  dados  a  longas  distâncias,  permitindo  uma  profunda
utilização  da  internet  móvel,  e  o  suporte  a  qualquer  tipo  de  multimédia,
como vídeos, músicas, fotografias, etc.
Existe  um  conjunto  de  tecnologias  que  se  enquadram  nos sistemas
3G e das quais destacamos o UMTS, WCDMA, EV­DO e HSPA.

3.5 Geração

A  3.5G  surge  a  partir  do  desenvolvimento  de  tecnologia  3G.


Apresenta­se como um passo na direção da futura quarta geração.
Destaca­se  da  terceira  geração,  na  medida  em  que  suporta
velocidades de transferência de dados mais elevadas.

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UMTS

UMTS  (Universal  Mobile  Telecommunication  System)  é  uma  das


principais  tecnologias  de rádio da  terceira  geração  das telecomunicações
wireless.
O  termo  é  adotado  para  designar  a  norma  de  3ª  Geração
estabelecido como evolução para operadoras de GSM.
Mas  a  UMTS  não  trata  apenas  de  rádio:  a rede de acesso  por  rádio
conecta­se à rede principal que é uma evolução do núcleo do GSM.
A  rede  principal  permite  que  as  estações­base  de  casa  se
conectem diretamente à rede principal através das linhas de ADSL.
Assim como  o GSM  se  tornou sinónimo de todo o sistema móvel de
segunda  geração,  a  UMTS  torna­se  agora  o  sinónimo  do  sistema  móvel
de terceira geração.

Fig 1: UMTS Multi­Radio Network  1

1
 “UMTS Multi­Radio Network”, in http://www.4gamericas.org/index.cfm?fuseaction=page&sectionid=246

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4ª Geração

4G é a nova geração de comunicações móveis que vem melhorar os
sistemas  3G  e  à  qual  estão  associadas  desde  logo,  um  conjunto  de
vantagens que  equiparará  a experiência  de  utilização dos serviços móveis
à  das  comunicações  fixas  em  fibra:  maior  velocidade,  maior  largura  de
banda ,  tal  como melhor cobertura e qualidade de rede. Através do 4G, os
utilizadores  terão  a  oportunidade  de  usufruir  de  maiores  débitos  de
transferência  de  dados,  assim  como  de  uma  maior  eficiência  e
performance no acesso a serviços disponíveis na Internet.
Comparativamente  com  o  3G,  os  utilizadores  das  comunicações
móveis  podem, ainda,  através do 4G,  beneficiar de  uma  melhor eficiência
de  utilização  do  espectro  electromagnético,  igualando  a  qualidade  até
agora  só  possível  em  ADSL  ou  fibra  óptica,  mas  num  universo  móvel.
Tecnologias  como  o  WiMax  ou  Long  Term  Evolution  (LTE)  são  os
principais sistemas associados às tecnologias de quarta geração.
Em  suma,  a  tecnologia  4G  possibilita  aos  telemóveis  capacidades
até  agora  atribuídas  apenas aos computadores. A informação vai passar a
estar  ainda  mais  acessível  através  de  uma  rede  de  internet  aberta,  sem
fios,  cuja  velocidade  pode  atingir  até  100  vezes  a  da  rede  3G. Torna­se,
agora,  mais  fácil  incluir  novas  funcionalidades  e  novidades,  actualizando
permanentemente  os  aparelhos,  sem  que,  para  isso,  seja  necessário
adquirir um novo telemóvel.

Fig 2: Evolução das normas2

2
 “Evolução das Normas Tecnológicas”, in http://www.4gamericas.org/index.cfm?fuseaction=page&sectionid=249

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LTE

Long  Term  Evolution  (LTE)  é  a  principal  plataforma  de  tecnologia


rádio  de  quarta geração. Faz parte do caminho evolucionário para ligações
móveis wireless que começou com a norma de GSM.
O  principal  objetivo  da  tecnologia  LTE  é  fornecer  um  grande
desempenho  que  possibilite  a  conjugação  com  redes  antigas,  como  é  o
caso da HSPA.
A  tecnologia  LTE  assume um  protocolo  de  internet (IP)  da  rede  e  é
projetado  para  suportar  voz.  Incorpora  excelentes  técnicas  de  rádio  para
atingir  óptimos  níveis  de  desempenho,  particularmente  em  larguras  de
banda maiores.
Assim,  com  o padrão LTE irá ser possível coexistir com os sistemas
de rede de segunda e terceira geração.
As principais características do LTE são:

● Largura de banda até 20 MHz;
● Aumento da eficiência espectral;
● Latência muito mais reduzida;
● Download até 150 Mbps;
● Compatibilidade com redes anteriores;
● Melhor qualidade de rede.

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Para onde vamos?

5ª Geração

 A 5ª geração (5G) é a próxima grande geração de telemóveis. Não
está ainda disponível mas é possível que em 2020 já o esteja. O que se
sabe sobre esta nova geração é ainda muito abstrato pois foram poucos
os que decidiram comentar sobre esta nova fase da tecnologia wireless
das telecomunicações.
É  de  notar  que  a  cada  10  anos  surge  uma  nova  geração  de  telemóveis:
1980 (1G), 1990 (2G), 2000 (3G), 2010 (4G).
Se  a  5G  refletir  os  prognósticos,  então  as  principais  diferenças
técnicas de um  ponto de  vista  do  utilizador  entre  a  4ª e a 5ª geração deve
ser  algo  mais  do  que  o  aumento  das  velocidades  de  transferência  de
dados.  Por  exemplo,  maior  eficiência  espectral  do  sistema,  menor
consumo  de  bateria,  menor  probabilidade  de  falha  (ou  seja,  melhor
cobertura),  maior  taxa  de  bits  em  maiores  porções  da área de  cobertura,
baixa  latência,  maior  número  de  dispositivos  suportados, menores custos
de  implantação  de  infra  estruturas,  maior  versatilidade  e  escalabilidade,
maior  fiabilidade  das  comunicações,  aperfeiçoamento  das  técnicas  de
modulação e uso de ondas de frequência milimétricas.
E  ainda,  Internet  sem  fios  em  todo  o  mundo,  aplicações  web  que
incluem  uma  capacidade  de  multimédia  completa  para  além  das
velocidades  da  tecnologia  4G,  mais  aplicações  combinadas  com  a
inteligência  artificial  (IA),  sendo  esperado que a vida humana seja rodeada
de  sensores  que podem ser controlados através dos telemóveis de quinta
geração.  Deixará,  também,  de  ter  impactos  negativos  na  saúde  do  ser
humano, algo que sempre levantou muitas críticas negativas, uma vez que,
era  notório  o  impacto  negativo  que  as  gerações  anteriores  tinham  na
saúde humana.

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Sem  dúvida  que  até  2020,  estes  temas  ainda  serão  bastante
debatidos,  uma  vez  que  as  suas  características  consistem  apenas  em
rumores.  Ainda  assim  é  de  esperar  que  exista um  grande  avanço  no que
toca à tecnologia de redes sem fios.

 Fig 3: Aumento de Consumo ao longo das Gerações3

3
 “Aumento de Consumo ao longo das Gerações”, in
http://www.telecomlead.com/4g­lte/fd­lte­drives­4g­smartphones­growth­in­q4­2012­2012/

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Diferenças ao longo da Evolução
Tecnológica

A  evolução  das  tecnologias  de  comunicação  móvel  ao  longo  dos


anos  permitiu o  desenvolvimento  dos aparelhos, na medida em que foram
criadas  novas  aplicações  e  a  própria  comunicação  foi  aperfeiçoada.
Assim, analisando as diferentes gerações, é possível destacar diferenças,
quer  nas  normas  de  rede,  como  nos  telemóveis  em  si,  permitindo  a  sua
comparação  e  uma  exploração  profunda  da  evolução  que  decorreu  entre
as mesmas.

 Fig 4: Principais Diferenças entre as Gerações4

4
 “Principais Diferenças entra as Gerações”

  19
Fig 5: Velocidades de transmissão nas diferentes Gerações5

5
 “Quadro Resumo de Velocidades”, in http://pplware.sapo.pt/wp­content/uploads/2011/06/mobile_tecno.jpg

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Conclusão

Com  a  elaboração  deste  trabalho  e  devido  a  toda  a  pesquisa  feita,


foram tiradas diversas  conclusões  relativas  à evolução das comunicações
celulares.
Ao  longo  dos  últimos  anos  foi  possível  testemunhar  um  aumento
incrível  no  que  toca  à  Indústria  de  redes  sem  fios.  Isto  deve­se  ao
surgimento  de  novas necessidades  e,  sobretudo  ao  facto do ser  humano
querer  sempre  mais  e  melhor.  Como  é  possível  verificar,  na  história  das
comunicações  móveis  demonstra­se  uma  tentativa  para  criar  um  único
padrão  global.  A 1G  introduziu a voz móvel básica. Já a 2G implementou a
capacidade  de  armazenamento  e  a  cobertura.  Seguidamente,  a  3G
conseguiu  velocidades  mais  altas  na  busca  de  dados,  enquanto  a  4G
impôs  um  novo  sistema  e  ainda  velocidades  mais  altas  do que  a 3G.  Da
5G apenas rumores são conhecidos. Teremos de esperar para ver.
Deste modo,  é  fácil observar a influência deste tipo de tecnologia na
nossa  sociedade,  que  está  a  crescer  a  olhos  vistos.  Conseguimos  ver
uma  evolução  notória  no  que  toca  às  comunicações  wireless,  havendo
ainda  muito  por  explorar.  Assim,  no  que  toca  a  este  tópico,  o  fim  da
evolução  não  é  esperado,  o  que  se  deve  à  necessidade  de  novidade,
fazendo com que haja sempre algo novo que ultrapasse o que já foi feito.

  21
Bibliografia

Jornal de Notícias
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1483952 (Acedido a
setembro de 2013)

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http://www.3gpp.org/ (Acedido a outubro de 2013)

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http://airccse.org/ (Acedido a outubro de 2013)

Princeton University
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  22
Technopedia
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TMN ­ Telecomunicações Móveis Nacionais
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http://www.4gamericas.org/index.cfm?fuseaction=page&sectionid=249  (Acedido  a outubro
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  23