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ABRIL/1999

ANO 34 R$ 315l~
NO 5,80

~
TECNOLOGIA -INFORMATICA - AUTO

Fontes Chaveadas, Controles de Potência ...


·melhores com o

SMARTCARD
MINl8CURSO
C01pS
PARTE FINAL
MICROONDAS:
l' 01000 IMPATT
COMO FUNCIONA:
APARELHOS DE
VISÃO NOTU RN~

, jlmmUllL IUJ·
CON·TROLE DE
'PONTO ""'-

ELETRONIC
')
l'
I

Cerca de 60.000 exemplares deste curso já foram vendidos


com o nome de "Curso Prático de Eletrônica".
Agora, seu autor professor Newton C. Braga, revisou toda a
obra e escreveu, mais 40 páginas passando a ter, esta edição, o
tílulo de "Curso Básico de Eletrônica".
Nossa missão é abrir as portas do mundo fantástico da ele-
trônica e incentivar os leitores a dar o primeiro passo rumo às
profissões do futuro.
A eletrônica está presente em toda parte dos rádios aos tele-
fones celulares, dos televisores aos computadores, dos equipa-
mentos médicos aos robôs das indústrias.
Os que trabalham em áreas que manejam dispositivos de
alta tecnologia, como instaladores de computadores, programa-
dores, engenheiros e analistas de sistemas, especialistas em
software, técnicos em comunicações, operadores de equipamen-
tos médicos e muitos outros são exemplos de profissionais que,
entendendo como funciona a base desses dispositivos podem
lucrar muito com o curso.
Professores e Alunos das escolas de segundo grau que ago-
ra devem escolher uma matéria Eletiva pela nova LDB podem
optar por uma que realmente se enquadra nas necessidades do
mundo atual que é a eletrônica e usar este livro como texto bá-
sico para seu aprendizado.

exCE
Collection! Express
SISTEMA PARA GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS
Um software especialmente para publicações de Eletrônica
Uma ferramenta para os profissionais da área
Características:
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~r~II~:!'I':l'l![;l;:..II.!!::::,'::'lII!l..::..l:l·Il'Il!I'Ç'~D' !II.'ooI<IIII!I •••••••••••••••••• (;IlI·II·li!··

Cadastrado uma parte da coleção de sua revista Saber Eletrô- ~~mD~~U·~


F~ S!+er;~o ~i\o COllleúdo Clpn lndicn

nica. (do número 276 jan/96 ao 310 nov/98)


Eletrônica Total do nº 72 ao 84 - Fora de Série do nº 19 ao 24.
Classificado por assunto, título, seção, componentes, palavras-
chaves e autor.•
Permite acrescentar novos dados das revistas posteriores.

Requisitos mínimos:
PC 486 ou superior, Windows 95 ou mais atual,16 Mbytes
de RAM e 9 Mbytes disponíveis no Disco rígido

R$ 44,00
SABER PUBLICIDADE E PROMOÇÕES LTDA.
Verifique as instruções na solicitação de compra da última
página. Maiores informações - Disque e Compre (011) 6942-
8055. Rua Jaci~to José de Araújo, 309 - Tatuapé - São Paulo - SP
Editorial
SR/ISI •••••

ELETROnl[R Editora Saber Ltda.


Diretores
Hélio Fittipaldi
Thereza Mozzato Ciampi Fittipaldi

Revista Saber Eletrônica


Diretor Responsável
Hélio Fittipaldi

A Escola Politécnica da USP, através do Diretor Técnico


Newton C. Braga
LSI - Laboratório de Sistemas Integráveis,
departamento dirigido pelo Prof. Dr. João A. Zuffo, Editor
Hélio Fittipaldi
desenvolveu o PROISI - Programa de Integração de
Sistemas de Informação, nos últimos sete meses. A idéia Fotolito
D&M
é aproximar empresas e universidades, estabelecendo
um ambiente cultural, tecnológico e científico propício à Conselho Editorial
Alfred W. Franke
geração de inovações. Fausto P. Chermont
Hélio Filtipaldi
João Antonio Zuffo
A era da informação exige um novo perfil de José Paulo Raoul
Newton C. Braga
profissional capacitado a inovar e com uma sólida formação
cultural para enfrentar um mundo globalizado. Impressão
Cunha Facchini

A Universidade de São Paulo e especialmente o Distribuição


Brasil: D1NAP
LSI, sai na frente para ajudar à construir um Brasil melhor. Portugal: ElectroLiber
Veja mais, na seção de notícias, e, em nosso "site", os
SABER ELETRÔNICA
discursos da cerimônia, na integra. (ISSN - 0101 - 6717) é uma publica-
ção mensal da Editora Saber LIda.
Redação, administração, assinatu-
Nesta edição, se encerra o Mini-Curso dos ra, números atrasados, publicida-
de e correspondência:
Microcontroladores COP8 e também registramos a R. Jacinto José de Araújo, 315 - CEP.:
volta do nosso colaborador Lenardo Senna que 03087-020 - São Paulo - SP - Brasil.

entre as suas diversas ocupações e a Audi, que Telefone (011) 296-5333


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Sumário NQ315 - Abril/99

CAPA
Controle de Ponto Eletrônico 04
C()()/~()~ 11
••••••••.••.••.•••••••••••••..•••••••.••.•••••••

Hardware
Identificação dos cabos RS-232-C 34

Service
Dipolo de meia-onda 64 Faça-você-mesmo
Práticas de Service 68 Luz de emergência inteligente 35
Badisco - Campainha e identificador
de linha ocupada 44
Diversos Circuitos de segurança .48
Achados na Internet 52
Como funcionam os aparelhos
de visão noturna 14
Mini-Curso COP8 20
o ano dos Smart Cards 28 Componentes
Calculando um estabilizador de tensão 32 Diodo Impatt 56
Conheça o MOSFET 38
Entrada telefônica residencial 41
Indicador de carga remota 61

SEÇÕES
Notícias 18
Up to date 26
USA em notícias 46
Seção do leitor 72

Os artigos aS.sinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores. É vedada a reprodução total ou parcial
dos textos e ilustrações desta Revista, bem como a industrialização e/ou comercialização dos aparelhos ou idéias
oriundas dos textos mencionados, sob pena de sanções legais. As consultas técnicas referentes aos artigos da
Revista deverão ser feitas exclusivamente por cartas (AlC do Departamento Técnico). São tomados todos os
cuidados razoáveis. na preparação do conteúdo desta Revista, mas não assumimos a responsabilidade iegal por
eventuais erros, principalmente nas montagens, pois tratam-sede projetos experimentais. Tampouco assumimos a
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como corretos na data do fechamento da edição. Não assumimos a responsabilidade por alterações nos preços e na
disponibilidade dos produtos ocorridas após o fechamento.
Controle de
Ponto
Eletrônico Eduardo Divino Dias Vilela

Orientador: Prof. Celso Henrique Ribeiro


Departamento de Eletrônica (DON) E.F.E.ltajubá

Este artigo apresenta as obtendo-se uma melhora na relação se deparam com a necessidade de
custo/benefício do investimento feito oferecer soluções de códigos de bar-
diretrizes básicas do projeto
no produto - utilizou-se para isso um ras para seus clientes, pois um pro-
de um equipamento para sistema com o microcontrolador 8031. blema que tem se mostrado evidente
controle de freqüência/aces- Para a obtenção de um produto funci- é a entrada de dados: os dados de-
onal, é também necessário o desen- moram muito mais tempo para ser
so de pessoal através de có-
volvimento de um software que dê um digitados do que para ser processa-
digo de barras, e de um segundo tratamento aos dados, mas dos.
software em ambiente para disponibilização dos mesmos, o Nos segmentos de automação co-
Windows para supervisão do que possibilita uma interface de aces- mercial e industrial, onde esse proble-
so padronizado, podendo ser ma é vital, pensou-se identificar cada
sistema. O módulo faz a lei-
construídos os aplicativos que o usu- produto por intermédio de uma etique-
tura dos cartões e armazena ário do sistema julgar convenientes ta que pudesse ser lida automatica-
o código em RAM, juntamen- para o uso destes dados. mente, sendo criado o conceito de ar-
te com a data e hora atual e, mazenar as informações dos produtos
em papel na própria etiqueta. Isso sig-
ao final de um período deter- Os Elementos do Projeto nificaria um custo praticamente nulo
minado, estas informações para a identificação.
são adquiridas pelo PC para
o projeto desenvolvido é constituí- Logo, a função básica dos códigos
do basicamente por cinco partes: o de barras não é outra senão a de au-
o tratamento adequado. Código de Barras, o Microcontrolador, mentar, com segurança, a velocidade
a Comunicação Serial, o Software de entrada de dados em sistemas
o volume do conhecimento tem 'Monitor' da placa e o Software para informatizadosDadas estas justificati-
aumentado como nunca nos dias atu- Tratamento dos Dados no PC. vas, o uso do Código de Barras em
ais e, para contornar este agravante Serão abordadas as várias partes, cartões de ponto é apenas mais uma
na manipulação das informações, têm para que ao final tenhamos uma visão das aplicações desta tecnologia. Exis-
surgido inúmeras ferramentas de for- perfeita do funcionamento do protóti- tem diversos padrões, e atualmente os
ma a facilitar ou até mesmo tornar po desenvolvido. mais utilizados são:
exeqüível o trabalho com aquelas, sen-
do que uma destas ferramentas é o - UPC A - Utilizado em pontos de
processo de Codificação em Barras, Código de Barras venda (EUA);
que torna rápida a entrada de dados - EAN 13 - Idem, no resto do mundo;
para processamento computacional. o Código de Barras é um assunto - 3 de 9 - Utilizado em aplicações
Entretanto, os dados devem ser trata- que está em constante abordagem em industriais;
dos antes de serem processados digi- diversas situações no cotidiano. Clien- - ISBN - Variação do EAN para livros;
talmente, e s'endo possível, este trata- tes analisam a possibilidade de im- - ISSN - Variação do EAN para
mento deve ser feito sem a necessi- plantação de códigos de barras em revistas.
dade de um PC dedicado para tal fim, seus negócios, revendas comumente

4 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


o código consiste numa série de (decodifica 6 tipos e suas variantes),
barras escuras verticais, entre as quais caracteres de início/fim de transmis-
há espaços claros, sendo que, as di-
ferentes combinações de escuros e
claros, com larguras variadas, forne-
t
(sarda
lY~
Fendapara
são via serial, taxa baud, paridade,
número de stop bits, de/ayentre trans-
missões, tom de áudio gerado para

l
cem a codificação para os elementos sinalização etc. Ver figura 4.
do sinal passagemdo cartlo
pertencentes ao conjunto dos
caracteres utilizáveis num dado códi-
go. O código adotado foi o 39 (ou 3 de ••
~J A placa do módulo completo
9) - criado em 1974 e inicialmente ado- Fig. 2 - Desenho
tado em vários setores nos EUA em mecânico do leitor - slot reader. Os microcontrGladores têm revolu-
1982. cionado o projeto de circuitos eletrô-
Código 39 é uma simbologia de vel (vermelha), emitem luz nicos digitais e de outros sistemas que
código de barras com um conjunto de infravermelha. Isso permite que se até então eram puramente analógicos,
caracteres alfanuméricos completos: cubra os códigos de barras (de cra- devido a sua enorme versatilidade de
um único caractere inicial/final e sete chás, por exemplo) com filmes espe- Hardware e Software. Reúnem num só
caracteres especiais. O nome 39 de- ciais que não permitem a passagem chip vários elementos que, nos siste-
corre da estrutura do código, compos- de luz visível e sim, apenas luz mas baseados em microproces-
ta por TRÊS elementos de largura to- infravermelha. Esse procedimento per- sadores, eram desempenhados por
tal de NOVE elementos da barra. Os mite que os crachás não possam ser chips independentes, como RAM,
nove elementos compõe-se de cinco reproduzidos em copiadoras comuns, ROM, temporizadores, contadores de
barras e quatro espaços cada um. aumentando a segurança dos mes- evento, canal de comunicação serial,
mos. Na figura 3 é mostrada a saída portas de I/O etc. Assim, obtém-se
do circuito elétrico. vantagens tanto no tamanho reduzido
o hardware/software da placa como na facilidade de programação,
pois seus periféricos são vistos pela
Vs
o slot reader CPU interna como memória.
Para que seja feito todo o tratamen-
A leitura é feita através de emis- Vo to de nível básico para os dados de
são de feixes de luz, e detecção dos entrada, a parte de interface com o
que são refletidos, obtendo-se dessa GND usuário do sistema de ponto, e ao
forma um trem de pulsos na saída do mesmo tempo, proporcionar autono-
circuito leitor - uma caneta óptica, uma SHIELD mia para o microcomputador PC onde
pistola óptica, um CCD ou, como foi o software de supervisão estará sen-
adotado aqui, um s/ot reader. Ver a fi- do executado, foi desenvolvido um cir-
gura 1. cuito microcontrolado, cujo principal
Fig.3 - Saída do circuito elétrico do slot.
elemento é o IJC 8031, um dos mem-
Cartão com barras
bros da família 8051, um microcon-
-+
Sentido de
o decodificador trolador desenvolvido pela Intel.
O microcontrolador 8031 é seme-
passagem A escolha feita para a decodi- lhante ao micro 8051 com exceção da
11111 ficação do sinal proveniente do s/ot
reader foi implementada em hardware,
ROM interna, pois o 8051 é um dispo-
sitivo de desenvolvimento em larga
Branco: HI via firmware, através de um chip dedi- escala, possuindo para tanto a opção
cado da HP (Hewlett Packard), o qual do desenvolvimento do software que
Sinal elétrico
é em si mesmo um microprocessador, este deverá executar e gravação, pelo
gerado pelo leitor
o que possibilita uma grande versatili- fabricante, deste software no próprio
Preto: LO dade e facilidade de manuseio dos chip, durante o processo de fabrica-
Fig. 1 - Sinais gerados na saída do slot reader. dados, pois além de permitir a confi- ção do mesmo. Na figura 5 é mostra-
guração do modo de operação por da a arquitetura interna do 8051.
Estes pulsos devem ser decodifi- hardware - através do estado de seus No projeto, utilizou-se uma memó-
cados, ou por hardware ou via pinos de configuração, também pos- ria EPROM externa para o programa,
software. O s/ot reader é um leitor de sibilita via software, pois o CI possui uma RAM de 32 kBytes para dados
código de barras, onde o dispositivo capacidade de comunicação com ou- [6], o que possibilita uma autonomia
permanece fixo, enquanto o operador tros sistemas de duas formas: de manutenção dos dados remota-
desliza a etiqueta no vão do s/ot, sen- barramento multiplexado de 8 bits ou mente de aproximadamente 3 mil re-
do necessária velocidade constante. via porta serial full-dup/ex. Através gistros de entrada/saída utilizando-se
destas interfaces, são parametrizadas cartões semelhantes aos utilizados na
Figura 2.
Por motivo de segurança, existem todas as opções de funcionamento, biblioteca da EFEI, ou seja, com 10
s/ot readers que, ao invés de luz visí- tais como tipo de código que será lido dígitos de código e com o

5
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
Fig. 4 - CI e circuito de decodificação.

C39 Voc +5V


125 EA
UPC
10M
CDB
G28 10 pF
U2S
RST
U5S
CSS 1N4148
+5V
BRO
BR1
1N4148
STB 10 k!.l
EX3
BPR
C3C
12C
CST
GRB 0,047pFI
ICD 10mH
üEE
UE1
FRQ
PTO
PT1
TRO 4 C2+ 13
+5VRxD
T20uT
RTS
TxD
J-{5V
TxD
R21N
R11N
T10UT
V- 1614 OV.
C1•
-
3 C1-
TR1 11 T11N
C2 9 R20UT
121 C1+
R10UT
LED
78
RxD
SERIAL
V+ 2
RTS
LEVEL
C3
10 T21N CTS
CONVERTER
~ C2-
Voe
GND

CTS

SDI SDI
XTAL1

I I XTAL2 . I GND

HBCR-161X

armazenamento da data atual no iní- aguarde mais nove caracteres corres- ção serial entre o PC e o Módulo Re-
cio do expediente, e hora/minuto do pondentes ao código do cartão, para moto. A seguir, na figura 7 , é dado o
instante de cada passagem de cartão em seguida ler os registros internos fluxograma do programa utilizado.
pelo s/ot. Ver o diagrama do circuito que contém dados relativos a hora e
na figura 6. Após a inicialização , o pro- minuto atuais, gravando então estes
grama fica em /oop, executando a lei- dados na RAM externa. A comunicação serial
tura dos registros do timer referentes Analogamente, ao ocorrer uma in-
a 'hora', 'minutos' e 'segundos', para terrupção, tem-se a seguinte tabela A comunicação implementada en-

.. ... . .
em seguida escrevê-Ios num disp/ay para o comportamento da comunica- tre a placa remota e o computador PC
matricial de LEDs . -• ••- -•• 1:1
I PC®TIMER
HP®RAM
PC® LCD
RAM®PC
Ao passar um cartão no s/of reader, 'T' 'I..:+ 16 FLUXO DE
'O'
T+6DADOS
Variável
+ 9 I FRAME DE DADOS
I 'D' CHAVE
'I..: decodificador
o CI faz sua tarefa,
'O'
e
envia um trame de dados para o ~C,
iniciando com o caractere 'O', caracter
este que será tomado como chave na
rotina de tratamento de interrupção
serial, fazendo com que o programa

6 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


P2.0-P2.7 PO.O-PO.7
Fig. 5 - Arquitetura da família 8051.

··
··
·
Vcc :

L~
··
·
J:""~

PCON I SCON
THO
Tl1

SBUF I IE I IP
INTERRUPT BlOCK
SERIAl PORT BlOCK
TIMER BlOCK

PSEN
ÜC/Ja:(!)
TIMING
1-1-CONTROl
:J_
I-W
z
Oa:
••

ALE
ANO ~a:
,- W
RST

EA

OSCllLATOR

XTAL11 I XTAL2

P3.0-P3.7 P1.0-P1.7

foi através do padrão RS-232C , o que para um wireless link (via rádio), da permite a comunicação sem fio para
estabelece um limite máximo de dis- empresa inglesa Radiometrix, contu- distâncias da ordem de 120 metros em
tâncias entre eles de 15 m, obtendo do, o contato direto ainda não foi pos- locais abertos e de 30 metros em in-
assim, uma transmissão sem atenua- sível e não se encontrou representan- teriores de áreas construídas.
ção crítica. te da empresa no Brasil, impossibili- Mesmo sem a utilização do link de
Entretanto, também foi estudado tando dessa forma a importação do rádio, a distância coberta pelo próprio
um circuito de conversão RS-232C módulo até o momento. Este módulo padrão RS-232C já é suficiente para

SABER ELETRÔNICA NQ315/99


7
o Software do PC
Fig. 6 - Diagrama do circuito. 8031

O software, desenvolvido para su-


IRAM internal pervisionar o processo, que deve ser

I SFRs I
executado num PC no máximo ao fi-
nal de um período calculado, dado
pela quantidade de memória disponí-

Mascara
SERIAL ~ InterrupçóeS
TIMER

Lêbuffef
SERIAL
~
um nu'-m-e-ro-c-o-ns~i~derave
ções.
InicializaÇêo
de variáveis
A comunicação foi implementada
segundo a seguinte tabela:

Tabela 2
Parâmetros da
comunicação serial
Configuraç60
Tipo de cabo Trançado do display HP
Taxa Baud 9600
N° de bits de dados 8
Stop bits 1
Paridade Não há
Handshake Não há
InleializaçAo
doLCD
Portanto, a seqüência de bits fica
da seguinte forma: Ver na figura 8. s
Para converter o sinal nível TIL
para RS-232C foi utilizado um único
s
Nove conj. de
circuito integrado, denominado daclosd
MAX232, da Maxim. RAMplPC
Este circuito, adicionado de 4 ERIAL
capacitores, é capaz de gerar os ní- N
veis de tensão compatíveis com o pa-
Ajusta TlMER
drão RS-232C, bem como converter
comdaclos
os sinais procedentes do PC para ní- vindosd
veis TIL.
ERIAL
O CI possui quatro 'portas' internas,
que podem ser utilizadas independen-
temente, possibilitando assim, com um
único CI, a implementação da comu-
nicação serial full-duplex e mais duas
linhas de controle, conforme é ilustra-
Fig. 7 - Fluxograma do programa
do na figura 9.
principal e rotina de tratamento da
interrupção da seria!.

Lógica '1' +5V

Lógica 'O' OV
Fig. 8 - Frame de um byte enviado via seria!.

8 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


~J Nane I·;}
1&
ht. rotina de tratamento da interrupção
indicada para o caso, ou seja, escre-
Data
Palidade:
bit'S:
Stop
Sinaisbits:
Controle:
BaudRatEf
Cornm Port: ~ It verá numa linha do display LCD a
~~ mensagem recebida. Ver figura 12.
'---" .....
R~- ~OtF~v '7 .•
<4 C2 .•
- Uma segunda opção dada ao
S
~~~ operador é que este, tendo observa-
,.~~ Mi\X232
do uma discrepância entre o valor da
data do sistema remoto e a data atual
ou, o valor de hh/mm/ss mostrado no
displayde LEDs e a hora atual, faça a
correção acessando a janela 'Atuali-
zar relógio do Módulo Remoto'. Obser-
var figura 13.
Ó 19o e Nesta janela é exibida a data e a
hora do sistema do PC, e para atuali-
ACé'SSO: dr;;,1I'1,,\,1I'
[C'd" zar o módulo remoto, basta clicar no
botão 'OK'. Não é exibido um campo
Fig. 11- Janelade configuraçãoda COMseria!.
para entrada dos dados referentes a
controle, o operador deve possuir uma data/hora atual, pois isto é possível
senha para acesso - isto foi definido fazer pelo próprio sistema operacional
desta forma para que, do modo que o do PC.
Fig.9 - MAX232- conversorTTURS-232C. circuito está desenvolvido, esteja ha- - Uma terceira opção dada ao ope-
bilitada apenas a escolha da porta rador é a janela "Geração de Código
vel no módulo remoto e pela taxa de serial, pois esta varia de micro para de Barras", onde digita-se uma se-
uso diário do sistema, valor este que micro, entretanto com a evolução fu- qüência válida de caracteres no cam-
como já citado anteriormente está na tura do circuito, pode ser necessária a po de entrada e é gerada a seqüência
ordem de 3000 leituras de cartão. implementação de alguma das outras gráfica de barras correspondentes aos
O Software é composto basica- funções de controle, apenas necessi- caracteres digitados, conforme mostra-
mente por uma tela principal, de onde tando de uma senha para o acesso e do na figura 14.
é possível acessar qualquer outra ja- modificação. Esta janela também possibilita a
nela, via menus ou também através de Após a configuração da comunica- impressão do código, utilizando-se
speed buttons dispostos ao longo de ção serial e a conexão do módulo re- impressora com boa resolução gráfi-
uma barra de botões, logo abaixo da moto com o PC, o operador tem as ca, possibilitando a confecção de car-
linha de menus, como é ilustrado na seguintes opções de acesso à placa: tões experimentais para testes no sis-
figura 10. - O envio de uma mensagem de tema.
Através do menu Configurações, 16 caracteres de comprimento, men- - Uma última opção fornecida é a
acessa-se a janela de definições do sagem esta que será precedida pelo janela de visualização do banco de
protocolo de comunicação entre o PC caractere ASCII '~, o qual indicará ao dados, once, existe a opção de
e a placa remota. Ver figura 11 8031 que este está recebendo uma cadastramento de novos usuários do
É nesta janela que se configura o mensagem de 16 caracteres de com- sistema de forma que, ao dar um
endereço da COM que estará primento, e que deve desviar para a upload dos dados armazenados no
conectado ao cabo para o link serial -
opção esta normalmente acessível.
Para modificar outras opções, tais Fig. 12- Edição/enviode lCt) Mens~uu~m
como taxa baud, stop bits e sinais de mensagemparao LCD.
Mensagem

-IArqutvo EFEI TOI1991


ConflgunlçUes
~ [Controle de Fre'lU6w:-d-1
Aiud-
.• I~ Recadastmmento.

~l§J~[I]

Fig. 10 - TelaPrincipaldo software. Fig. 13 - Janelade atualizaçãodo relógio.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 9


"'"'
I~·II·Ifj; Imprimir I
Código de Barras Banco de Dados

10000008243
I~Impressoral I!
+

ll~OK~~
Código Nome
1000008247

[CÓdigo
0000073~9
000007887

Fig. 14 - Geraçãolimpressão de código de barras. 000008245 103/11/97


~lõõõõõã247-=103/11/97
000008252 03/11/97
sistema remoto, é preenchida uma ta- 000008727 03/11/97
bela contendo os seguintes campos: 000008800 03/11/97
Fig. 15 - Dados
Código do Usuário, a Data, o Horário
de Entrada e o Horário de Saída.
aquisitados tabelados •
pelo aplicativo. + ••

Esta tabela é gerada no formato


'.DBF' do Paradox, um sistema de ban- ra 16. O Delphi possui todo um con- trabalho por dois motivos: primeiro, que
co de dados muito utilizado e difundi- junto poderoso de ferramentas para o objetivo proposto era apenas o de-
do, tornando fácil a implementação de manipulação de banco de dados com senvolvimento de um software que fi-
aplicativos que usem estes dados, uma sub-Iinguagem padrão SQL em- zesse a leitura dos dados do sistema
como, por exemplo, a geração de fo- butida no ambiente, e também a defi- remoto e os disponibilizasse num for-
lha de pagamento com base em ho- nição de tabelas, definição e utiliza- mato mais acessível ao usuário, fican-
ras trabalhadas, o acompanhamento ção de queries para consulta inteligen- do as incrementações a cargo deste,
do grau de absenteísmo dos operári- te a tabelas, e até mesmo, a progra- conforme o contexto específico da apli-
os de uma fábrica etc. Na figura 15, mação Cliente-Servidor para utilização cação e; segundo, que o assunto rela-
tela com a tabela descrita. de banco de dados distribuídos em cionado a desenvolvimento de siste-
Esta facilidade de geração de rede, e possui também um outro ver- mas para manipulação de banco de
aplicativos de manipulação de banco sátil pacote: um gerador de relatórios, dados é muito rico e abrangente, re-
de dados é bastante facilitada pelo o ReportSmith. querendo um gasto relativo de tempo.
ambiente de desenvolvimento utiliza- Entretanto, a parte de geração de
do, o Delphi. Ver sua estrutura na figu- aplicativo não foi aprofundada neste
Conclusão

Fig. 16 - Ambiente de desenvolvimento Delphi. Ao final deste


ReportSmith roteiro, quando é
possível ter uma
visão mais
sistêmica do pro-
BDE jeto, o leitor pode
Delphi Applieation
Configuration notar o quão es-
Utility sencial é para o
I Report I amante da Ele-
trônica estar em
contato com as
Borland Database Engine (BDE)/DAPI inovações
tecnológicas,
inovações estas
que a cada dia
ReportSmith Drivers
tendem a usu-
"""""" -"""""""1"""."""""" •••• "1" fruir ao máximo o
TCP/IP, SPXlIPX, ete '
que a Eletrônica
pode fornecer
Remote Data Sourees em cada área no
Oracle auxílio ao desen-
Sybase volvimento. _
Informix
InterBase

10 SABER ELETRÔNICA NQ315/99


I
I
I
I I
=-1-1

Quando se projeta um circuito de controle de potência, um dos


maiores problemas a enfrentar é a dissipação do calor gera-
do. Com o advento dos Power-FETs de baixíssimas resistên-
cias no estado de condução, o problema foi bastante reduzido,
mas ainda assim persiste, pois com correntes elevadas, mes-
mo as resistências existentes significam uma considerável pro-
dução de calor.
A nova série de transistores de efeito de campo de potência da
Siemens, batizada de Coa/-MOS reduz ainda mais as resistências
entre o dreno e a fonte no estado de condução, além de melhorar
outras características desse tipo de semicondutor, proporcio-
nando ao projetista uma nova gama de
opções para seus
projetos de circui-
tos de potência
como fontes
chaveadas,
controles de
potência etc.

~e.~

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 11


Dentre as principais vantagens Figura 1
desta nova série de semicondutores, FIonxÀ
destacamos as seguintes: (Q m!!?)

18 New Horizons
- Redução das perdas por condução For High·Voltage
15
num fator igual a 5, quando compa- AtlnXA~I'J(8l'\lOSS~ Applications
radas com as obtidas por um chip 12
de mesmo tamanho usado na
elaboração de um transistor 9
convencional.
S
.# ••••••
- Redução das perdas por comuta- 3 -.-t Cool MOS"
ção de um fator igual a 2 e das
. •• -
perdas por condução de 35%,
quando comparado a transistores :,: ...•.......
o 200 400
de mesma capacidade de corrente. 600 800 v(8RlOOS 1000

- Diminuição expressiva do tamanho


dos dissipadores de calor pela
minimização das perdas quando tre o dreno e a fonte, que ocorre com de comporta, o que significa menos
usando a mesma área ativa do o aumento da corrente, é bem menor perdas na comutação e também a pos-
chip. nos Coa/-MOS do que nos transisto- sibilidade de se operar em frequências
res comuns, significando muito menor mais elevadas, conforme mostra a fi-
- Redução na quantidade de compo- dissipação de calor nas mesmas con- gura 2.
nentes necessários para um dições de operação. Na figura 3 temos uma aplicação
mesmo projeto. Dependendo da aplicação é pos- destes novos semicondutores para
sível uma redução tão grande do ta- uma instalação de lâmpada fluores-
manho do componente, em vista da cente.
Na figura 1 temos as curvas de menor dissipação, que a utilização da Operando em frequências eleva-
Ronx A em relação às tensões V(br)ddS tecnologia de montagem em superfí- das acima de 100 kHz, estes transis-
dos MOSFETs comuns, quando com- cie (SMT) torna-se viável. tores têm um desempenho melhor que
paradas com os Coa/-MOS. Um outro ponto importante é que os transistores comuns, além de terem
Por estas curvas é possível perce- o tamanho menor do dispositivo leva a vantagem de apresentar um diodo
ber que o aumento da resistência en- a uma capacitância menor na região intrínseco polarizado inversamente,

1,4
1,2
i . UFS-IGBT (25ºC)
UFS-IGBT (150ºC)
r.m.s. 1
Cool MOSfM (25ºC)
Current/Chip 0,8
Cool MOSfM (150ºC)
Area
0,6 ~ •••••••••••••••••••••••••••••••• _••••••••
Standart MOSFET (25ºC)
[A/mm~]
0,4
Standart MOSFET (150ºC)
0,2 ~ .••••••
Power dissipation
Figura 2 o
0,1 10 100 1000 per chip area: 2.5Wmm2

Frequency [kHz]

PFC (optlonal)

01 Figura 3

Uln
85...240 V~
I~
........-

JST1.

12 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


evitando assim problemas com osci-
lações parasitas. Fig. 4 . Circuito de Controle
Na figura 4 mostramos outra apli- Cool MOS" ACswltch de Cargas (450 W) com 2
cação em que um par de transistores transistores.
·

Coo/-MOS pode controlar uma carga II
de 450 W na rede de 240 V com uma I

o
dissipação de apenas 3 W. Essas ca- • AO-swltch
240 V-AC
racterísticas abrem um enorme cam- · 50ft starter

po de novos circuitos como, por exem- II · Oimmer


I
plo, dimmers e outras aplicações inte- III
ligentes que podem ser implemen- I
tadas em eletrodomésticos.
""I li

A família Cool-MOS
~-I~er.\
C1!l1~1! .' Tel; ghel~ C€
A família Coo/-MOS de transisto-
-;] jIkinkl
res de 600 V da Siemens consta de
SIEMENS tipos que possuem resistências Rds
MOftl •••• ,," Aio'm •• 118m." M.,p

COftlp •• ! O''''i.w ~•• d",1I 8.,ouo", N.wI J,', UIOUlboll" • L.;I.II •• de 70 mO a 6 O, em invólucros que
• vão desde o D-pack passando pelos
Welcome to Power Semlconductor. para montagem SMD até os TO-218 e
TO-247.
oolMOSTM
CoolMOS 1M I1!reehure lÜPi Na figura 5 temos os componen-
363K
CoolMOS 1M Dªt§l!h@@t.
tes desta família com as suas possí-
CoolMOS 1M ~r@§1! Rel@§§§1! veis aplicações.
CooIMO$ iM G@n@r@1
f'roduct
InfQrm@tion
CcolMOS iM f'roduol "'ªmily II.mlno wllcomn you 10 Ihl 1111. o'lhl .rI
lÜPi ,SOK
In
CoolMOS 1M Crol!§ R@!@renc@
MlghVoll.g. MOI Tr.n.lllor.1
r"('I(llh"'f\~ 'fhll t\h wnf'lQfiA~ ·w .t.f
[f!1 ~~n~gaInlemel

, ,
CF lamp ballast Lamp Ballast I-Ilgt power 8MFl8, reeonant bridge converter
Battary cMargar Low/Medlum power SMPS FIrO Weldlng oonverter

SO 2.50 1.40 n SOOm n n


9S0m 380m 190mO '70m n

T,
O-Pak/I-Pak ,0-220 ,0-218


10-24'7 _

• •
SPO(60)N60SS SPP(2CS)N60SS SPP(1C4)N60Ssl SPP(n95)N60S51 SPP(n60)N60Ssl Spp(nrJ5)N60S51 SPW(O 1 Il)N60S51 SPW(n 0'7)N60S5
SPU(SC)N60SS

poso-a 02-pak D2·pak 02.pak Oll_pak 02.pak


-, ",

PSO(SO)NSOS5 ISPB(2n5)NSOS51 SPB(104)N60S51 SPB(095)N60Ssl SPB(OeO)N60SSI SPB(Q35)NSOSSI SPB(019)N60SS

SOH23

SPN(Sn)N60S5 I SPO(205)
SPU(2Q5)NSOSS
O-Pak/I-Pak

NSOS51SPO(1
SPU(1 (4)NSOS51
C4)N60S5 5PD(0
SPU(096)NSOS5
."
O-Pak/I-pak

9S)NS056ISF'D(Q
SPU(OSO)N60S5
6O)N60S5
O·Pak/l-Pak O-Pak/l'Pak

~ªI·of·Qlg

SOH23 501-223 80,·223

SF'N(205~SPN(1 04)N60SSISPN(095)N60SSI L
Fig. 5 • Componentes da família Cool-MOS e suas possíveis aplicações.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 13


COMO
FUNCIONAM OS
APARELHOS
".,
DE
VISAO NOTURNA
~e.~
Um equipamento eletrônico muito usado para fins militares, por
exploradores, por pesquisadores e até mesmo em segurança é o
visor noturno ou "equipamento de visão no escuro". Veja neste ar-
Fig.1 - tigo como ele funciona e para que serve. existem empresas
Aparelho de
Visão Noturna especializadas que os vendem normalmente e até via Internet.
comum,

Ver no escuro não é apenas um Os visores noturnos, que podem militar restrito, não podendo ser encon-
atributo de alguns animais como a co- ser monóculos ou binóculos seme- trados para venda. Hoje no entanto, os
ruja. Na verdade, por mais sombrio que lhante ao mostrado na figura 1, utili- visores são aparelhos comuns e po-
esteja para nossos olhos, sempre exis- zam recursos eletrônicos interessan- dem ser comprados em casas
tirá presente uma quantidade mínima tes para amplificar a luz ambiente que especializadas e até mesmo pela
de luz (e radiação infravermelha) ilu- nossos olhos não conseguem ver, e Internet.
minando os objetos e é esta luz que com isso gerar imagens nítidas daqui- Neste artigo explicaremos seu fun-
possibilita a utilização de recursos ele- lo que para nós estaria completamen- cionamento e como podem ser usa-
trônicos para se enxergar sob estas te no escuro. Não faz muito tempo es- dos.
condições. tes visores eram equipamentos de uso
Site para obter mais informações.
iJfffiJI:Iim;:
o QUE FAZEM
Conforme explicamos, por mais
!]~-~
At\Jolllor Póglno escuro que esteja um ambiente, sem-
iníci,,1
pre existe uma pequena quantidade de
luz presente, ou mesmo radiação
• infravermelha. Nossos olhos não po-
"It "It, ~ • "It dem ver esta radiação, e assim tudo
J parece escuro. Mas esta radiação ilu-
mina as coisas, como a luz comum, o
~""'.~"
'fr~' .~-V\!c :
Á~; V
o m e'. que, significa que se tivermos um apa-
relho com sensibilidade suficientemen-
te adequada, podemos tornar os ob-
WORLD'S LARGEST jetos sob esta radiação muito fraca per-
feitamente visíveis, conforme mostra
INVESTIGATIVE a figura 2.
RESOURCES ON THE Os aparelhos consistem, portanto,
INTERNET! em amplificadores de luz, capazes de
aumentar a intensidade da luz ambi-
THOMAS INVESTIGATIVE PUBLICATIONS. INC • ente em até 30 000 vezes, projetando
.:.J
fi ZOno_d~!rlt~m!l1 esta imagem numa tela fosforescente

14 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


onde possamos vê-Ia. Para estes apa-
Intensificador
relhos temos duas possibilidades,
de imagem
mostradas na figura 3. Podemos apro- (x 30 000)
Luz ambiente
veitar exclusivamente a iluminação muito fraca
ambiente existente como a de uma
noite estrelada ou mesmo escura em
que existe luz, mas nossos olhos não
têm sensibilidade para vê-Ia, ou ain-
da, iluminar a cena com alguma for-
ma de luz que não possamos ver como
.............
..................
a luz infravermelha. Imagem ....•.. ''''''' ...
Para este caso, existem aparelhos
de visão que vêm com uma pequena
lanterna de infravermelho embutida
para iluminar a cena que deve ser ...•...•. ~:;:::::::::::::;'~
Luz refletida
pelo objeto
•••• Objeto f J
vista. Observe que neste caso, com o Fig. 2 - Como funciona o intensificador (princípio básico).
visor vemos a cena iluminada, mas
quem está no local sem o aparelho não
enxerga absolutamente nada, pois não Luz ambiente
podemos perceber a radiação infraver- Intensificador
melha. Os próprios fabricantes dos
aparelhos de visão noturna vendem
de imagem
....•....
,t....~...
acessórios como, por exemplo, holo- ~
fotes e lanternas de radiação infraver-
melha, que podem ser usados em con-
.-......•.
------.-.•.-..--"'Q
Objeto
junto com os visores, veja a figura 4.
Instalando um desses holofotes no
pátio de uma empresa, para o intruso
poderá parecer tudo escuro, mas o vi-
gilante com seu visor noturno terá uma
....... " ..::~~~ . .
imagem perfeita da presença do mes- ..
:.:::'.:.:'-:.:":: ~"".. ~~ ~:.,.~ [].

mo, pois para ele estará tudo claro! ... ••••• ••.••• 'Objeto
Os vigias, por outro lado, poderão
detectar intrusos escondidos até mes- Intensificado r
mo em locais muito escuros, usando de imagem
a versão do aparelho que possui a lan- Fig. 3 - Aproveitando a fraca luz ambiente ou iluminando a cena.
terna infravermelha incorporada, ou

Fig. 4 - Iluminação infravermelha de pátios.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 15


Ocular

Tela
fosforescente

Lente
eletrônico
Elétron
..................
•••• acelerado F t'
Circuito (

Pilhas
Eletron ••••••••••• ,....

,~
liberado (\\
~.:.,' j
·t·- ••••••••• ~~
•••••••.• ~::t:::.
+
/ons
ampliada
Imagem
Pilhas
+
.., ................. Alta
'
tensão
Fotón

Circuito
Fig. 5 - O circuito interno do Visor Noturno. Fotocatodo inversor

mesmo sua própria lanterna. A ampli- fóton de entrada que causou a libera- suficiente para isso. De fato, num am-
ficação de até 30 000 vezes da luz ção inicial. A luz liberada na tela de biente interno, num quarto ou sala, por
ambiente torna impossível para qual- fósforo é então muito mais forte que a exemplo, não há luz natural suficiente
quer um esconder-se na escuridão. correspondente ao fóton de entrada, para iluminá-Io a ponto de excitar o cir-
podendo ser visualizada com facilida- cuito com bons resultados.
de. Observe que o aparelho não dis- Neste caso, a presença de uma
COMO FUNCIONA tingue cor, ou seja, a frequência cor- fonte artificial, preferivelmente não vi-
respondente ao fóton incidente, pois sível por humanos, é altamente reco-
Na figura 5 temos a estrutura bási- os fótons liberados na tela são todos mendável.
ca interna de um visor noturno. Os da mesma cor. Isso gera uma jmagem
fótons de luz ambiente incluindo uma com características interessantes: OS TIPOS
faixa da radiação infravermelha, além de esverdeada ela tem os tons
incidem num fotocatodo submetido a mais claros onde a luz ou emissão é No comércio, encontramos à ven-
uma tensão negativa muito alta. O re- mais intensa. da tanto monóculos como binóculos de
sultado é que estes fótons liberam elé- O circuito interno do visor, além da visão noturna com preços que, nos
trons, que então são acelerados por válvula amplificadora especial, inclui Estados Unidos, variam entre 300 e
um forte campo elétrico em direção a uma fonte de alta tensão para polarizá- 1200 dólares.
um anodo carregado positivamente. 10, acelerando dessa forma os elé- Estes visores podem incluir, ou não,
Com o choque, os elétrons liberam trons, conforme diagrama de blocos a lanterna infravermelha e muitos fa-
não apenas um, mas muitos fótons, visto na figura 6. bricantes vendem acessórios interes-
que então correspondem ao único Os tipos comuns usam de 2 a 4 santes como:
pilhas pequenas que podem funcionar a) Lanterna de bolso para
CONHECENDO E durante muitas horas. infravermelho.
RECICLANDO SOBRE Temos ainda a considerar os ca- b) Filtros infravermelhos que colo-
Fontes Chaveadas / CD Player / Antenas sos em que precisamos alimentar uma cados diante de uma lanterna comum,
Parabólicas e Sist. Coletivos / Telefone a transformam numa lanterna
fonte infravermelha adicional para ilu-
Celular / Manutenção de Monitores infravermel ha.
minar a cena quando não existe luz
(lançamento até junho 99)
c) Holofotes que ligados na rede de
Livros ilustrados com diagramas. 20% de '"
!2 Alta 110 V, para iluminar pátios ou salões

--
desconto ao mencionar este anúncio. r::.
'" tensão com infravermelho, facilitam assim o
Q)
Esquemas avulsos, manuais de serviço e '"
~ uso dos sistemas de visão noturna.
usuário, reparação e manutenção em
eletrônica, dentre outros. Os leitores interessados em mais
Inversor informações sobre visão noturna po-
PEÇA CATÁLOGO GRÁTIS
derão digitar "Night Vision" em qual-
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quer programa de buscas na Internet
(com circulação ininterrupta desde 1926) Pilhas
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Av. Mar. Floriano. 167-Centro-RJ- Cep:20080-005
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Anote Cartão Consulta nº 99324 que gera alta tensão a partir de pilhas.
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Notícias Notícias JGt~i
CERIMÔNIA DE
ASSINATURA DO PROISI

A Universidade de São
Paulo anuncia o Programa
de Integração de Sistemas
de Informação - PROISI,
uma iniciativa desenvolvida
pelo Laboratório de Siste-
mas Integráveis (LSI) da Es-
cola Politécnica, que visa
aproximar empresas e uni-
versidades, estabelecendo
um ambiente cultural,
tecnológico e científico pro-
pício à geração de inova-
ções. O objetivo do PROISI
é a capacitação de recursos Na foto o Dr. Francisco Romeo Landi (à direita), da FAPESP; Dr. Dante lacovone, presidente da Motorola do Brasil; Dr. Carlos
humanos através da difusão Giardini, vice-presidente de Semicondutores da Motorola; Prol. Dr. Fernando Galembeck, vice-reitor da Unicamp; Prol. Dr. Jacques
dos conhecimentos Marcovitch, reitor da USP; Héctor de Jesus Ruiz, vice-presidente executivo da Motorola, Fábio Pintchovski, vice-presidente da
Motorola; Dr. Benjamin Funari Neto, presidente da ABINEE.
tecnológicos a partir do se-
gundo grau até a formação
de especialistas dos cursos de edifício de quatro andares contará com que envolvem a doação de equipa-
doutoramento em várias disciplinas. sala limpa de 1.200 metros quadrados, mentos.
Segundo o coordenador e classe de aula 1.000 m2, e outros 1.800 O acordo também garante investi-
idealizador do projeto, Prof. Dr. João metros quadrados reservados às áre- mentos para treinamento, abrindo a
Antonio Zuffo, a era da informação as de apoio, auditório para 336 luga- possibilidade de intercâmbio de técni-
exige um novo perfil de ser humano res e 8 salas flexíveis, destinadas à cas nos laboratórios da Motorola nos
capacitado a inovar. O PROISI vem ao realização de vídeo conferência, au- Estados Unidos. Nos próximos dois
encontro deste novo cenário, afirma las e reuniões. A instalação da sala lim- anos deverão ser aportados cerca de
Zuffo. Como infra-estrutura do PROISI pa estará sob a responsabilidade da US$ 20 milhões, somente para as ins-
serão construídas novas instalações Meissner + Wurst. A estimativa é que, talações.
para o LSI, com recursos privados e após concluído, o prédio do PROISI Segundo do Dr. Héctor de Jesus
incentivos fiscais. comportará cerca de 400 funcionári- Ruiz, vice-presidente executivo da
Com área total de 9.500 metros os, além de fluxo diário de 500 visi- Motorola Inc. e presidente do Setor
quadrados, o projeto arquitetônico do tantes. O primeiro passo para a de Produtos Semicondutores, "o
edifício do PROISI foi desenvolvido viabilização do PROISI foi a assinatu- LatinChip disponibilizará infra-estrutu-
pelo professor Paulo Bruna. Seguindo ra do acordo que envolve a USP, a ra de microeletrônica de última gera-
o conceito de prédios inteligentes, o Unicamp e a Fundação Centro Tecno- ção, tornando-se o mais avançado
lógico para Infor- ambiente educacional no mundo, fora
mática - CTI, do Mi- dos Estados Unidos, na área de
nistério da Ciência e semicondutores" .
Tecnologia para a O responsável pela coordenação
instalação do da doação de equipamentos e ferra-
"LatinChip", primeira mentas ao LatinChip é o brasileiro
fábrica de protótipos Fábio Pintchovski. Vice-Presidente do
de chip destinada ao Laboratório de Pesquisa e Desenvol-
desenvolvimento de vimento de Produtos de Semicon-
microeletrônica e sis- dutores da Motorola em Austin, Texas,
temas integrados do EUA, Pintchovski comanda o desen-
país. volvimento da mais avançada
Como primeira tecnologia CMOS (Complementary
parceira privada a Metal Oxide Semicondutor). Além dis-
apostar no projeto, a so, ele e sua equipe serão consulto-
Motorola participa res do projeto durante a construção, e
com investimentos seus técnicos os responsáveis pelo
Prol. Dr. João A. Zuffo, assinando o acordo. iniciais substanciais programa de intercâmbio de treina-

18 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


Notícias Notícias :r·lotíc
mento e capacitação de acadêmicos, técnicos e estudantes que atuarão no
estudantes e profissionais latino-ame- projeto.
ricanos que virão a gerenciar e operar O LatinChip irá expandir as com-
o LatinChip. petências e infra-estrutura técnica das
Inicialmente, o LatinChip contará duas universidades, assim como do
com a tecnologia de 0,8 micron, per- CTI. Para ilustrar o tipo de soluções
mitindo a fabricação de circuitos inte- avançadas DigitalDNA ™ que o
grados com pelo menos um milhão de LatinChip trará para a pesquisa edu-
transistores. cacional, Héctor Ruiz utiliza como
Num prazo de cinco anos, preten- exemplo um microcontrolador do tama-
de-se migrar para tecnologias ainda nho de uma unha.
mais avançadas, como a de 0,5 micron "Dentro de um chip deste tamanho,
e a seguir 0,35 micron. que contém mais de 1,5 milhões de
O LatinChip possibilitará às indús- transistores, está a inteligência neces-
Dr. Benjamin Funari Neto, presidente da ABINEE.
trias e instituições acadêmicas latino- sária para controlar todas as funções
americanas a obtenção de circuitos de seus aparelhos de TV, como canais,
integrados dedicados ou gate arrays cor, volume, tudo", explica Dr. Ruiz. O Unicamp; Prof. Dr. Antonio Marcos de
por elas projetados, ou em coopera- microcontrolador foi desenvolvido no Aguirra Massola, diretor da Escola Po-
ção com o centro de projetos da fábri- Centro de Tecnologia de Semicon- litécnica da Universidade de São Pau-
ca, visando a prototipagem acelerada, dutores da Motorola, em Jaguariúna. lo; Prof. Dr. João Antonio Zuffo, coor-
validação e integração de sistemas. O software para o chip foi criado pelo denador do Laboratório de Sistema
"Como resultado, iremos aumentar o novo Centro de Tecnologia e Integráveis e pelo Prof. Dr.Jacobus W.
conhecimento na área de semicon- Semicondutores da Motorola, inaugu" Swart, diretor do Centro de Compo-
dutores em todo o continente", expli- rado na última terça-feira, em Santia- nentes Semicondutores da Unicamp -
cou Pintchovski, que, como ex- go, no Chile. CCS.
uspiano, está entusiasmado com a ini- "Este é o conceito DigitalDNA da Pela Motorola, o acordo conta com
ciativa. Motorola, agora ainda mais enriqueci- a assinatura de Fábio Pintchovski,
"A idéia do LatinChip nasceu há do pela inovação e tecnologia latino vice-presidente e diretor do Laborató-
sete meses e agora se torna realida- americana. O mais importante para rio de Pesquisa e Desenvolvimento de
de. Isto prova o comprometimento das nós é que, com este acordo os estu- Produtos Avançados de Semicon-
partes envolvidas para o aprimora- dantes latino-americanos poderão de- dutores da Motorola; Gustavo Arenas,
mento dos profissionais da América senvolver e fabricar chips tão avança- vice presidente e diretor Geral do Se-
Latina, visando crescimento da alta dos quanto este, nas instalações do tor de Produtos Semicondutores da
tecnologia e o desenvolvimento da LatinChip', acrescenta Ruiz. Motorola para região da América Lati-
economia. Dará aos estudantes da O presidente da Motorola do Bra- na e Caribe; Dante lacovone, presiden-
América Latina a real experiência com sil, Dante lacovone, destacou a impor- te da Motorola do Brasil e vice-presi-
processos e equipamentos de tância, para a Motorola, do trabalho dente e gerente Geral do Setor de Co-
semicondutores avançados", acres- com as universidades brasileiras para municações Pessoais na América La-
centou Pintochovski, cuja equipe es- a instalação do LatinChip no campus tina (Cone Sul); Andreas Wild, cientis-
tará treinando nos Estados Unidos os da USP. "Com mais de 1.600 empre- ta chefe do Setor de Produtos
gados no Brasil, a Motorola Semicondutores da Motorola para a re-
está comprometida com o de- gião da América Latina e Caribe e di-
senvolvimento de oportunida- retor dos Centros Regionais de Exce-
des educacionais que aprimo- lência da Motorola na América Latina;
rem a formação de recursos e Antonio Calmon, diretor do Setor
humanos. Produtos Semicondutores para Amé-
O LatinChip trará esta rica Latina.
oportunidade e, com certeza, Na estimativa do professor Zuffo, o
as vantagens serão compar- prédio do LatinChip estará concluído
tilhadas pela Motorola e toda no ano 2000, quando serão iniciadas
a indústria de alta tecnologia as operações.
na América Latina", afirma Para a conclusão do PROISI no-
lacovone. O acordo do vos parceiros da iniciativa privada de-
LatinChip foi assinado pelos verão se integrar ao projeto.
reitores Prof. Dr. Jacques Veja em nosso site os discursos
Marcovitch, da USP; Prof. Dr. completos desta cerimônia.
o ex-ministro Dr. Oziris Silva presente na cerimônia. Hermano M.F. Tavares, da www.edsaber.com.br -

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 19


MI,Nil~C:uiAS·.a, .",__
Jt..-I ~ .. __ o· ~ __ ~ 11_' 1 "-_~, ~_/.

....,,}~~,
~~:c:» . Parte 4

Nessa última parte do Mini-Curso ire-


mos mostrar a interrupção por "Timer"
na prática de um projeto de um alarme
automotivo didático.

Luiz Henrique Corrêa Bernardes


Ihcb®mandic.com.br

Interrupções exemplo. Como já vimos anteriormen- SL 1 e SLO - Seleciona a divisão do


te o Timer T1 é um Timer de 16 bits c10ck da interface Microwarel
Sempre que observamos um "Data (TMR1 LO e TMR1 HI) que possui dois Plus (00 =2, 01 = 4, 1x = 8)
Sheet" de um microcontrolador en- registradores de autocarga T1 RA
contramos descrição de suas interrup- (T1 RALO e T1 RAHI) e T1 RB
ções, mas, o que realmente é uma (T1 RBLO e T1 RBHI) de 16 bits tam- IEDG - Seleção da polaridade da
interrupção? bém. Configuraremos o Timer T1 no borda de Interrupção Externa
Falando de uma maneira modo 1 sem "toggle" do pino T1A e ( O = Borda de Subida , 1 =
simplificada, seria interromper a exe- programaremos para gerar interrupção Borda de Descida)
cução do programa principal e execu- quando o TMR1 LO e TMR1 HI che-
tar um outro programa e ao seu final garem a zero e for feita a autocarga
retornar no ponto de parada do pro- de T1 RA. Nesse caso ocorrerá uma MSEL - Seleciona G5 e G4 como si-
grama principal. interrupção a cada X ciclos onde X é nais SK e SO da interface
Mas isso não parece uma chama- a soma de T1 RA mais T1 RB MicrowarelPlus
da de subrotina? Sim, mas a dife-
rença básica é que uma subrotina é
executada através de uma instrução Registradores de Controle T1 CO - Controle de Liga/Desliga do
no programa ( JSR ), já a interrupção no COP8SAX TimerT1 nos modos 1 e 2 ou
é executada por uma solicitação de flag de interrrupção pendente
'hardware' que pode acontecer em Registrador CNTRL controla o do T1 Underflow com o timer
qualquer parte do programa. TimerT1 e a interface MicrowarelPlus no modo 3
possuindo os seguintes bits:

Interrupções no COP8 T1C3 7


Bit O T1 C1 - Bit de controle de modo do
T1C2 MSEL
IEDG
T1CO
SL1
T1C1
SLO TimerT1
São várias, na família COP8XSA
temos:
- TimerTO - TimerT1 T1 C2 - Bit de controle de modo do
- Externa - Port L wakeup TimerT1
- MicrowarelPlus - Software Trap
Vamos nos ater à interrupção de T1 C3 - Bit de controle de modo do
Timer T1 que será utilizada em nosso TimerT1

20 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


Registrador PSW contém os mWPND - Interrupção - Uma vez disparado o alarme,
seguintes bits: MicrowarelPlus somente sairá dessa condição
acionando um botão segredo ( vale
HC Bit 7
O TOEN - Habilita Interrupção do Timer .salientar que o nosso alarme está
TO fora da especificação do Novo
T1ENA
T1PNDA
EXEN
BUSY
EXPND
GIE
Código Nacional de Trânsito, que
TOPND - Interrupção Pendente Timer limita o tempo que um alarme
TO auto motivo pode ficar com uma
sirene ligada ).
LPEN - Habilita Interrupção do Port L . Para desligar o Alarme o usuário
(Multi-Input Wakeupllnterrupt) deverá passar o chaveiro magnéti-
co no "reed-relay" e dentro de 15
Bit7 - De uso genérico segundos ligar a chave de ignição,
se não conseguir ligar a ignição o
GIE - Habilitação Global de Interrup- Alarme irá disparar.
ção (Habilita interrupções) Alarme Automotivo Didático

EXEN - Habilita Interrupção Externa Para exemplificar o uso do Timer e o Circuito


sua interrupção, iremos fazer um Alar-
BUSY - Flag de ocupado a interiace me Automotivo. Nos referimos a ele A figura 14 mostra a simplicidade
MicrowarelPlus como "Didático" por utilizar uma ar- o circuito, onde foi utilizado um
quitetura simples e de fácil entendi- COP8SAA de 16 pinos em que utili-
EXPND -Interrupção Externa Penden- mento. Para ser um alarme zamos somente 5 pinos
te automotivo profissional teríamos que
fazer uma arquitetura de programação
T1 ENA- Habilita Interrupção do Timer mais elaborada prevendo mais fun- o Fluxograma
T1 ou entrada de captura T1A ções e sistemas de recuperação de
erros, mas mesmo com essas limita- Na figura 15, o Fluxograma simpli-
T1 PNDA- Flag de Interrupção Penden- ções acreditamos ser um excelente ficado do Alarme é dividido em duas
te do Timer T1 ponto de partida para o leitor fazer o partes, uma do programa principal e
seu próprio sistema. outra da interrupção, notar que ele foi
C - Flag do Carry Como já mostramos no Mini-Cur- montado a partir das descrições aci-
so parte 3, a descrição do projeto e ma.
HC - Flag de Half Carry sua documentação tem uma importân-
cia muito grande, por isso começare-
mos por elas: o programa
Registrador ICNTRL possui os
seguintes bits: A listagem anexa mostra o progra-
Descrição do Alarme ma do Alarme, os comentários descre-
- Bit
Bit 7
O vem as instruções.
TOEN
TOPND
T1PNDB
mWEN
mWPND - Um alarme simples que quando A interrupção de Timer foi progra-
EN T1ENB
violado dispara uma sirene. Seu mada para "interromper" o programa
acionamento (liga/desliga) é feito principal a cada 10 ms, quando isso
através de um chaveiro com imã acontece é feito o "debounce" dos
em cima de uma chave "reed-relay" sensores (imã, porta, ignição e botão
colocada no vidro do veículo. segredo). Para o debounce são ne-
- Quando o Alarme é ligado, a sirene cessários 3 ciclos de interrupções
toca uma vez (período de 500 totalizando 30 ms, significa que para
milissegundos) que o programa considere a chave
T1 ENB - Habilita Interrupção TimerT1 - Quando o Alarme é desligado, a acionada, esta deve estar acionada
para entrada de captura T1B sirene toca 2 vezes pelo menos durante 30 ms.
- O alarme dispara em duas condi- Dentro do programa principal o lei-
T1 PNDB - Flag de Interrupção Pen- ções: tor pode observar que são utilizado
dente da entrada de captura "f1ags"que representam os sensores ,
T1B 1- Alarme ligado e porta aberta esses" flags "(bits) são setados de
2- Desligar o alarme sem ligar a ig- acordo com o resultado do debounce.
mWEN - Habilita Interrupção nição dentro de um intervalo de 15 Para configurar o Timer no modo
MicrowarelPlus segundos. temos que carregar o registrador

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 21


o
(+ 5 V)
35 V Vdd
'<I 100Vdd
uF 1100 nF
+ 12 V Di
-C4 -C3
D2T
~OOnF + 12 V
~-r C2 ~oonF

G4/S0 G3fT1A
Q1 Botão segredo
G5/SK G2fT1B
BC337 G6/SI G1/WD
G7/CKO GO/INT ~
Figura 14 CKI RESET
Vcc Vdd
LO L3
L1 L2 Chave

U1 de ignição
Ô--OVdd
COP8SAA

CNTRL com 80 hexadecimal (ver des- Acompanhando a sequência do


crição do CNTRL acima), o bit T1 ENA programa da Interrupção, o leitor de- Conclusão
do registrador PSW habilita a interrup- verá se questionar como funciona a
ção quando ocorrer a carga do Timer instrução VIS. Aqui encerramos o Mini-Curso
através do registrador T1 RA, já o bit Ela é utilizada para "vetorar" uma do COP8, como dissemos no iní-
GIE do PSW libera a possibilidade de interrupção, observando a cio o objetivo era o de levar infor-
ocorrer as interrupções que tiverem ''TABELA_VIS:'' no programa, o leitor mações aos leitores para que pu-
habilitadas ( no nosso caso a de Timer nota várias possibilidades de interrup- dessem desenvolver suas própri-
por Carga do T1 RA), se nenhuma in- ções sendo que todas exceto a de as montagens e também acompa-
terrupção estiver habilitada mesmo T1 M1A (T1 RA) apontam para o fim nhar os projetos que utilizam o
que GIE esteja setado não ocorrerá da interrupção ("RESTaRE:" na COP8.
nenhuma interrupção (exceto por listagem do programa ). Acreditamos ter conseguido al-
software). Já a T1 M1A aponta para a rotina cançar os nossos objetivos, visto
Quando ocorre uma interrupção, o TIMER_ T1 que é a nossa rotina de o grande número de correspon-
PC é carregado com FF em debounce. dências, e-mails de leitores fazen-
hexadecimal, se o leitor observar na Portanto a instrução VIS busca um do perguntas e enviando elogios,
listagem do programa verá que são endereço na TABELA_VIS para fazer críticas e sugestões. Agradece-
salvos alguns registradores que são um desvio do programa. mos a todos esses leitores e a to-
utilizados no programa principal. Isso Para ligar/desligar o Timer é utili- dos os outros que acompanharam
se deve que uma interrupção pode zado o bit T1COdo registrador CNTRL, os artigos nesses 4 meses
ocorrer em qualquer ponto do progra- com ele desligado o Timer não é Finalizamos deixando uma
ma e se o mesmo estiver utilizando, decrementado e portando não é gera- mensagem de incentivo e apoio ao
por exemplo, o acumulador "A", a in- da interrupção. leitor para que continue nessa tri-
terrupção restaurará seu valor origi- As demais rotinas do programa lha de aprimoramento do conheci-
nal ao final da interrupção (veja o label principal podem ser observadas utili- mento tão importante para a vida
"RESTaRE:" no programa) e não pro- zando o fluxograma em conjunto com profissional .
vocará nenhum erro no programa prin- a Iistagem do programa e de seus co- Até o próximo Mini-Curso !
cipal. mentários.

22 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


Programa Interrupção

Principal
Leitura-velha = Leitura atual "O R" Leitura-velha

Loop. principal

Não

Figura 15

Sim

23
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
Listagem do Programa
;********************************************************; LD PORTLC,#B'OOOOOOOO ; Configura port L
;* PROJETO : Alarme Automotivo Didatico como entrada
; * ARQUIVO : alarme. asm * ,.
LD PORTGD, #B' 00000000 ; ConÍigura sem pUll up
; * VERSAO : 1.0 05/02/99 LD PORTGC,#B'00100000 ; Configura Bit 5 do
;* Autor : Luiz Henrique Correa Bernardes * .
port G como Saida
;* lhcb@mandic.com.br *; (sirene)
;********************************************************; LD B,#CHAVES Carrega ponteiro com o
Port G5 --> Sirene endereco do Registrador
Port LO --> Ima "Chaves"
Port L1 --> Porta LD N_BOUNCE,#N_VEZES ; Prepara contador de
Port L2 --> Ignicao debounce
Port L3 --> Botao Segredo
;*******************************************************; LD CNTRL,#B'10000000 Configura o Timer no
Modo 1 (sem toggle
.incld COP8SAC.INC ; Inclui o arquivo T1A)
COP8SAC.INC LD T1RALO, #OXOO Carrega registrador A
LD T1RAHI, #OX20
SIRENE 5 LD T1RBLO, #OXOO Carrega registrador B
lMA O LD T1RBHI,#OX20
PORTA 1 SBIT T1ENA,PSW Habilita interrupcao por
IGNICAO 2 timer
SEGREDO 3 SBIT GIE,PSW Habilita todas interrupcoes
TEMPO_ESPERA 30 Equivale no Loop a SBIT TlCO,CNTRL Liga timer
+/- 15 segundos
N_VEZES 3
LOOP_PRINCIPAL:
;******************************************************** RBIT SIRENE,PORTGD Desliga Si rene
RBIT ALARME, FLAG Desliga Flag de
.sect conÍiguracao, conÍ Alarme Ligado
.db B'01001101 ConÍiguracao do ECON
Habili tando: LOOP_SECUNDARIO:
Power On Reset IFBIT ALARME,FLAG VeriÍica se alarme
Clock com RC ligado se nao pula
Desabilitando: JP ALARME_LIGADO Vai para a rotina
Watch Dog Timer de alarme ligado
Protecao
Halt ALARME_DESLIGADO:
.endsect IFBIT lMA, [B] Verifica se Ima
;********************************************************
acionado (O --> Liga
alarme)
.sect REGISTER,REG DeÍine o registrador JP LOOP_SECUNDARIO Desvia para o loop
TEMPO: .dsb 1 para contagem de secundaria
Tempo (Delay)
TEMP01: .dsb 1 para contagem de LIGA_ALARME:
Tempo (Delay) IFBIT lMA, [B] Espera desligar Ima
TEMPORIZADOR: .dsb 1 para debounce JP LIGA_ALARME 1 Ima desligado (1)
da chave JP LIGA_ALARME Ima ligado ainda (O)
esquerda
N_BOUNCE: .dsb 1 para contar numero de LIGA_ALARME_1:
vezes de leitura das SBIT ALARME,FLAG Liga Alarme (Ílag)
chaves SBIT SIRENE,PORTGD Liga Sirene
.endsect JSR DELAY 500MS Chama subrotina de
Delay de 500
;********************************************************
milisegundos
.sect FLAG,RAM DeÍine o registrador RBIT SIRENE,PORTGD Desliga si rene
FLAG: .dsb 1 Byte de flag JP LOOP SECUNDARIO Desvia para o loop
ALARME ~ O Flag de alarme ;secundario
ligado/desligado
CHAVES: .dsb 1 Registro de leitura das ALARME_LIGADO:
chaves com bounce IFBIT lMA, [B] Verifica se Ima
LEITURA_VELHA: .dsb 1 Registro auxiliar acionado (O --> Liga
de lei tura de alarme)
chaves JP VE PORTA_ABERTA Desvia verificar
.endsect
porta
;******************************************************** DESLIGA_ALARME:
.sect CODIGO,ROM Programa principal IFBIT lMA, [B] Espera desligar Ima
INIT: JP DESLIGA_ALARME_1 Ima desligado (1)
LD PORTLD,#B'OOOOllll ConÍigura os pull up JP DESLIGA_ALARME Ima ligado ainda (O)
do port L

24
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
DESLIGA_ALARME_l: TIMER_Tl:
RBIT ALARME,FLAG Liga Alarme (flag) LD A,PORTLP ; Le chaves
SBIT SIRENE,PORTGD Liga Sirene OR A ,LEITURA_VELHA ; Op. Or da
JSR DELAY_500MS Chama subrotina de leitura atual com
Delay de 500 velha
milisegundos DRSZ N_BOUNCE ; Decrementa n. de
RBIT SIRENE,PORTGD Desliga Sirene bounce
JSR DELAY_500MS Chama subrotina de JP FIM TIMER_Tl
Delay de 500 milisegundos TIMER_Tl_NEW:
SBIT SIRENE,PORTGD Liga Si rene X A,CHAVES ; Coloca resultado
JSR DELAY_500MS Chama subrotina de em chaves
Delay de 500 milisegundos LD LEITURA_VELHA,#OXOO
RBIT SIRENE,PORTGD Desliga Sirene ; Zera para nova
JP VE_IGNICAO Desvia para o loop ; leitura
secundario LD N_BOUNCE,#N_VEZES
Carrega contador de
VE_PORTA_ABERTA: ; Bounce com numero
IFBIT PORTA, [B] Ve se porta esta ; de vezes
aberta (O) entao pula JP FIM_TIMER_Tl 1
JP LOOP_SECUNDARIO Desvia para o loop
secundario FIM TIMER_Tl:
JP LIGA_SIRENE Porta aberta durante X A,LEITURA_VELHA
Alarme ligado ; Salva operacao 'OR'
aciona a Si rene
VE_IGNICAO: FIM_TIMER_Tl_l:
LD TEMPORIZADOR,#TEMPO_ESPERA ; Carrega RBIT TlPNDA, PSW Reset bit de
temporizador com interrupcao pendente
; tempo de espera (T1RA)
JP RESTORE Desvia para final
VE_IGNICAO_l: da Interrupcao
IFBIT IGNICAO, [B] Ve ignicao se
desligada (O) entao .endsect
pula
JP LOOP PRINCIPAL Ignicao ligada vai ;******************************
para loop principal .sect TABELA_VIS,ROM,ABS=OX1EO Interrupcoes

VE_TEMPO: .ORG OlEO


JSR DELAY_500MS Chama subrotina de .ADDRW RESTORE DEFVIS
Delay de 500 .ADDRW RESTORE PORTL
milisegundos .ORG 01F2
DRSZ TEMPORIZADOR .ADDRW RESTORE MICINT
JP VE_IGNICAO_l .ADDRW RESTORE TIM1B
.ADDRW TIMER_Tl TIM1A
LIGA_SIRENE: .ADDRW RESTORE TIMO
SBIT SIRENE,PORTGD Liga sirene .ADDRW RESTORE EXTINT
IFBIT SEGREDO, [B] Ve botao segredo .ORG OlFE
acionado .ADDRW RESTORE SOFTIN
JP LIGA_SIRENE Nao acionado,
espera acimar .endsect
JP LOOP_PRINCIPAL Acionado vai para
.******************************
loop principal
(desl. sirene) .sect delay,rom Subrotina DELAY (aprox .
.endsect 500 milisegundos)
DELAY_500MS:
.****************************** LD TEMPO,#OFF
.sect INTERRUPCOES,ROM,ABS=OXFF ; Interrupcoes LD TEMP01,#OA6

LABEL1:
DRSZ TEMPO Decrementa TEMPO ate' que
fique zero
JP LABELl Volta Decrementar
novamente
DRSZ TEMPOl Decrementa TEMPOl ate'
que fique zero
JP LABELl ,.-
;Volta decrementar novamente
RET ; Retorna
.endsect

i******************************

.end INIT ; Fim do Programa

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 25


UP-~T
~

E:JATE
por: Leonardo Senna

Fonte de Alimentação Minúscula é composto de três terminais: alimen- um microprocessador. Com ele é pos-
tação, terra e saída TIL, que permite sível construir, por exemplo, um
Um produto atraente da gigante seu interfaceamento direto com equalizador de sete bandas estéreo ou
japonesa ROHM é a fonte de alimen- decodificadores ou ~p. 12 bandas mono. Externamente são
tação com entrada de 120v DC, saí- Para ambientes ruidosos, a empre- necessários amplificadores ope-
da regulada de 5v DC e 100mA de sa EVERLlGHT oferece um produto racionais, capacitores e resistores.
corrente máxima. similar ao da ROHM - mas acondici- Pelas linhas de controle data, c10ck e
Trata-se de um circuito integrado onado em uma gaiola metálica. A ali- strobe, o ~P instrui o LMC835 em quais
híbrido com 31 mm x 18mm de área e mentação para qualquer dos compo- bandas se deseja atuar com 25 pas-
apenas 1,5mm de espessura. nentes é de 5v, e seu consumo entre sos de 6 ou 12 db de ganho para cada
Para montar uma fonte de alimen- 2 e 3 mA. A distância máxima de uma delas.
tação completa, além do circuito acionamento pelo transmissor é de 8 Na ilustração 2, uma aplicação tí-
BP5030 (nome de batismo da ROHM), metros. Foto 2. pica do LCM835 é dada para o funcio-
são necessários: uma ponte de retifi- namento como equalizador estéreo de
cação completa para 200v AC e 0,1A, sete bandas.
dois capacitores eletrolíticos de 10mF As bandas de Z1 a Z7 são com-
/ 250v na entrada e 100mF / 50v na postas individualmente por um circui-
saída. E pronto! A fonte está comple- _.:-_- •••••••..~'--<
... '"-~_."- --~._- ':~••• -
ta. Chave de vídeo da National.
Foto 2 - Receptor de IR.
Por suas dimensões tão diminutas, S1A cf."o
as possibilidades de aplicação são in- S2A <1'!':J-DA
finitas - é o início do adeus aos trans- Chave Analógica para .
.
Sinal de Vídeo S1B O'!'"o
formadores . Foto 1.
S2B ~':J-DB
S1C ~o
Chavear sinais de vídeo agora fi- •
cou mais fácil, com o circuito integra-
S2C
of:J-DC
do PI5V330 da Pericom. S1D ~o
O CI é composto de quatro chaves, S2D ;:=J-DD
com dois canais cada uma,
1741
EN
Vcc
DC
DO
S1C
S2D 2 6-PIN
58W16
63 Q1611
12
816 IN
16
15
109
bidirecionais, conforme bloco de Dia- S1D
grama Funcional. GNDMediante
S1B
S1A
DA
S2B
DB
S2A os sinais EN
I
S2C 1314
DECODER 1 DRIVERS
I
I
IN
de controle EN e IN (veja Tabela Ver-
/ // dade), o chaveamento é realizado.
A resistência do funcionamento de
Foto 1 - Com o circuito híbrido da ROHM, é
possível construir uma fonte de alimentação cada chave é de apenas 3 ohms com
menor que uma caixa de fósforo. 200mhz de banda e capacidade de
fornecimento de corrente de impressi-
Receptor de IR da ROHM onantes 100mA.
O PI5V330 deve ser alimentado por
o circuito integrado RPM 6940 da fonte de 5v simples e é indicado para
ROHM é um receptor de raios RGB e vídeo composto.
infravermelhos destinado a equipa-
mentos eletrônicos domésticos como, EN IN ON Switch
por exemplo, TV, vídeo, OVO, etc. A Equalizador Digital
O O S1A, S1B, S1C, S1D
freqüência de trabalho para esses Controlado por IJP
O 1 S2A,S2B, S2C, S2D
equipamentos é fixada em 40KHZ, e 1 X Disabled
o RPM6940 é destinado exclusiva- O LMC835 da National é um acha-
mente para esse fim. Na foto 2, pode- do para aqueles que necessitam Fig. 1 - Diagrama de blocos, pinagem
se observar que o receptor da ROHM equalizar um sinal de áudio a partir de e tabela verdade do PI5V3301

26 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


to sintonizado na freqüência de traba- prática, um IlP munido de um progra- ções. Equalizadores Hi-Fi, instrumen-
lho, conforme a tabela de valores abai- ma. tos musicais e receptores são algumas
xo, que começa em 63Hz e termina A National mostra em seu site di- das possibilidades de utilização do
em 16KHz. O "Word Generator" é, na versas outras sugestões de aplica- LMC835 .•

+15V -15V
Aplicaçãopara equalizadordigital.

470 n
I
1 pF

IN
OVOUTB

+7,5 V
+ 15 VDCIN
240 n ADJ

1 pF

'-1'-1'-1'-1'-1'-1'-1
10 kn
, Z1 , 'Z2"
, "
Z3 , , Z4 "

, I' I' I' I L_, L_, L_,,


" " "
Z5 "
"
Z6'
"
, Z7 ,
DATA r------,
I ,
STROBE , WORD ,
28 127 18 117
16 115 CLOCK: GENERATORI
, ,
14
18
17
16
15
114
113
112
111
19
110 Vss D.GND LC6
\ LC7
LC2 LC3 LC4 LC5
CLOCK
D.GND A1N5 A1N6 AIN7 LC8 LC9 LC10 LC11 LC12 LC13 LC14 Vdd DATA
STROBE
I I -----
D.GND
•... ..•,

,
, -, --I --I -. --I --I,
" " " " " "

47 pF , Z1 , 'Z2" Z3 " Z4 " Z5 " Z6" Z7'


,--
, ,-- ,-- ,-- ,-- ,-- ,--,
" " " " " "

-7,5 V -15 VDCIN

01 pF OVOUTA
7

CircuitoSintonizado(Z1 a ll).
PIN"LC" PIN 2,3 OR 26
6,8 kn
10 nF ,....,.------,,
RLEAK
Tabelade valoresparaos
+ 15 V -15 V circuitossintonizadosde Z1 a ll. 'LO= CL RL RO
1
ao = 3.5, a12db = 1.05
Z1 L (Hz) C (F) C (F) RL (O) Ro (O) fO -27TVLOCO
Z1 63 1 Il 0.1 Il 100 k 680
Z2 160 0.47 Il 0.033 I.l 100 k 680
Z3 400 100 k 680 ~
QO =YCoRo2
0.15 Il 0.015 Il
Z4 1k 0.068 Il 0.0068 Il 82 k 680 ROQO
Z5 2.5 k 0.022 Il 0.0033 Il 82 k 680 Q12dB = RO+ 1590
Z6 6.3 0.01 Il 0.0015 I.l 62 k 680
Z7 16 k 0.0047 I.l 680 P 47 k 680
(1590n=55 k//16 k//11 k//8k//3kn)

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 27


OANODOS
SMART CARDS
~e.~

Todos os dias recebemos notícias


sobre as novas aplicações para os Cartões "espertos" que podem substituir dinheiro, conter infor-
Smart Cards. A versatilidade desta
mações importantes para o comércio ou mesmo para outras ativi-
nova forma de invenção tecnológica,
que reúne num pequeno cartão todos dades profissionais, estão chegando. Com chíps embutidos, estes
os recursos eletrônicos de um compu- cartões reúnem as características de documento portátil com a dos
tador, não tem limites.
computadores. Veja neste artigo o que são os Smart Cards e o que
A tendência é que os Smart Cards,
assim como os cartões de banco, os prometem para o futuro, além de algumas dificuldades que ainda
computadores e outros dispositivos de devem ser superadas.
novas tecnologias passem a fazer par-
te de nosso dia a dia nos ajudando a
viver melhor e eliminando certos tipos tome decisões em função das informa- A idéia do uso do Smart Card não
de trabalhos desnecessários. Enfim, ções que entram ou que saem. Tudo é muito nova. Começou realmente a
prevê-se o dia em que o Smart Card depende do grau de complexidade do se difundir nos anos 80 quando a
vai ser obrigatório para todas as pes- chip que está embutido. France Telecom adotou estes cartões
soas auxiliando desde as atividades Como o nome sugere, diferente- para acessar seu sistema de comuni-
do dia a dia até servindo para que você mente dos cartões magnéticos, os cações como cartão telefônico.
prove que é quem diz ser. Smart Cards são inteligentes, e podem Nos Smart Card dessa época ha-
fazer muito mais. via fusíveis internos no pequeno chip,
Uma outra tecnologia que já está que representavam a quantidade de
A DIFERENÇA se tornando obsoleta é a do cartão chamadas que poderiam ser realiza-
holográfico, ou de leitura óptica. Nele das, ou seja, o número "carregado".
Existe uma grande diferença entre as informações que devem ser arma- Cada vez que o Smart Card fosse usa-
os Smart Cards e os cartões magnéti- zenadas como, por exemplo, o núme- do, um certo número de fusíveis seria
cos ou os cartões ópticos. Nos cartões ro de chamadas que ele pode fazer; queimado até que, quando todos esti-
magnéticos as informações são gra- se for um cartão telefônico, são colo- vessem queimados (cartão zerado),
vadas numa banda magnética que tem cadas na forma de barras de leitura ele perderia sua validade.
uma capacidade limitada e não pode óptica. Cada vez que o cartão é usa- Este tipo de cartão não poderia ser
tomar qualquer tipo de decisão. Esta do, as barras que correspondem a uma recarregado, já que uma vez queima-
banda além de tudo é sensível, já que unidade ou uma chamada são "quei- do o fusível, não poderia mais ser re-
pode ser danificada tanto fisicamen- madas" por um sistema de aquecimen- feito. Tratava-se de um cartão
te, como pelo contacto com campos to. Desta forma, a cada vez que o car- descartável.
magnéticos fortes. tão é usado, o número armazenado Atualmente, temos tecnologias di-
Já no Smart Card, existe um chip decresce de um certo número de uni- ferentes realizando as mesmas fun-
embutido cujas informações gravadas dades (conforme o tempo ou distân- ções e, nestes casos, as vantagens do
podem ser alteradas, e mais ainda, cia) até que, quando ele for zerado, Smart Card são evidentes. Os inúme-
pode ser dotado de um programa que não poderá mais ser utilizado. ros benefícios que a possibilidade de

28 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


se embutir um chip num cartão fazem valor da compra ser debitado, como Numa das faces do cartão podem
desta nova tecnologia a mais promis- também quando colocado novamente existir contactos folheados de ouro
sora dos próximos anos. num "caixa automático" ser recarre- para conexão do cartão com as má-
Os chíps embutidos nos cartões gado com um certo valor limite. quinas de leitura. O ouro, por não se
possuem muito mais recursos que No caso de cartões de chamadas oxidar com facilidade, e ainda propor-
tarjas magnéticas ou barras ópticas, e telefônicas ou transporte, a qualquer cionar excelente contacto elétrico, é
isso leva à possibilidade de muito mais momento o usuário poderia comprar importante para garantir o funciona-
usos para o Smart Cardo Muito mais uma nova carga cujo tamanho ele po- mento do sistema de interface do car-
do que servir de cartão telefônico, o deria determinar. tão com a máquina.
Smart Card pode ser usado para uma Finalmente, temos o nível mais ele- Nos tipos mais simples, o que te-
infinidade de aplicações onde valores vado em que o circuito embutido no mos é uma PROM ou Programmab/e
e informações entrem em jogo. cartão seria muito mais do que uma Read On/y Memory ou memória
Cartões de bancos, cartões de simples memória, e sim um verdadei- programável somente de leitura, ou
acesso a áreas restritas, cartões de ro microprocessador com programas ainda uma EEPROM (memória de lei-
controle de entrada e saída de funcio- gravados capazes de aumentar a se- tura programável eletricamente).
nários de uma empresa, cartões de gurança das transações, ou mesmo Existe também a previsão de que
controle de estoque, cartões de pas- tomar decisões diante o uso. nos cartões que usam memórias não
sagens de metrô e de ônibus, cartões Na figura 2 mostramos as diferen- voláteis possam ser encontradas ba-
de identificação e controle de tes tecnologias usadas. terias embutidas (de longa duração)
frequência em escolas são alguns dos capazes de manter a informação por
exemplos de aplicações em que os longos intervalos de tempo.
Smart Cards devem ser empregados CONSTRUÇÃO Estas memórias podem ser progra-
nos próximos anos, e com frequência madas através de máquinas especi-
cada vez maior. O Smart Card nada mais é do que ais, após o que, o valor programado
um cartão plástico com as mesmas pode ser decrementado cada vez que
dimensões de um cartão de crédito ele é usado, ou de um valor que de-
AS TECNOLOGIAS comum, mas que, internamente, pos- pende da sua finalidade.
sui um mícro-chip que pode conter as Os cartões que precisam ser
A idéia básica do Smart Card é informações gravadas numa das três recarregados não podem fazer uso da
embutir um chíp "inteligente" num car- técnicas que descrevemos anterior- tecnologia do fusível, já que eles não
tão, o qual pode ser acessado por mente. podem ser restaurados num processo
mecanismo de leitura e gravação. Na As dimensões são padronizadas de recarga.
prática, existem três tecnologias que de modo que os sistemas de leitura e Para os cartões mais avançados,
são mais usadas para se fazer isso gravação podem, com o tempo, se tor- que justificam o enorme interesse por
com recursos diferentes. nar universais. esta tecnologia, o que temos é a utili-
A mais simples é a do cartão
descartável que contém informações Informação Uso
pré-gravadas no processo de fabrica-
ção e, quando elas forem deletadas, o
cartão perderá sua utilidade e deve ser
descartado. É o caso dos cartões te-
lefônicos, que saem "carregados" com
um certo número de chamadas e, a) Tipo mais simples

quando elas se esgotam, devem ser Informação Uso


descartados.
O segundo tipo, um pouco mais
complexo, é o que pode ser
"recarregado" durante o processo de
uso. É o caso de cartões que poderi-
am ser usados também em sistemas
de telecomunicações, transporte e
b) Segundo tipo
,--.
j
Recarga

Atualização
de informação
banco. A qualquer momento o cartão Informação
deste tipo pode ser "ligado" a uma
máquina apropriada e ter seus valo-
res ou informações recarregados ou
modificados.
No caso de um cartão de banco,
por exemplo, ele conteria o valor do
saldo da conta corrente e, a cada vez c) Terceiro tipo
-c:J:-
que fosse usado, não só poderia o Fig. 2 - Os tipos de Smart Cards.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 29


Controle
Fig. 3 - O Smart card "Sem fio". mas, torna-se muito simples com o uso
do Smart Cardo
Para os tipos de contato direto,
basta passar o cartão nos locais de
controle, que então registrará não só
memória a entrada do funcionário no local,
como também o horário e talvez até o
motivo!
Para os tipos sem contato a coisa
é muito mais simples: a porta do local
T X = Transmissor ou uma roleta será liberada pela sim-
RX = Receptor ples aproximação do funcionario au-
torizado, mas não abrirá para quem
I+-- 80 cm--+I não tiver o cartão.
Mais do que isso, o cartão será o
zação de um microprocessador de registro da hora de sua passagem pelo próprio crachá que o funcionário deve
grande capacidade com memórias local. usar e que permite sua identificação
capazes de armazenar informações OUTRAS APLICAÇÕES em qualquer ponto da empresa em
que podem chegar a mais de 1 Mbyte. que isso seja necessário, por meio de
Estes microprocessadores podem O ponto de partida foi o uso do recursos eletrônicos.
incluir programas criptográficos capa- Smart Card como cartão telefônico, O segundo tipo de aplicação, que
zes de garantir que o acesso às infor- mas, pelo que o leitor pode perceber, também deve ter seu uso extremamen-
mações só ocorra através de pessoas existem milhares de outras aplicações te difundido nos próximos anos, é
autorizadas, tornando assim seu uso possíveis. como bilhete para sistemas de trans-
o mais seguro possível. Como a idéia básica é facilitar as portes e comunicações.
Na verdade, quando se pensa no coisas para todos (quem não gostaria A grande vantagem do uso de car-
uso destes cartões em qualquer tipo de poder entrar com pacotes no me- tões inteligentes neste sistema é que
de transação que envolva valores, o trô sem a necessidade de tirar do bol- pode-se não apenas registrar a sim-
grande problema a ser enfrentado é a so cartões ou dinheiro para liberar uma ples passagem de alguém por uma
possibilidade de fraudes. roleta, ou pagar uma conta sem se- roleta de estação, ou entrada de um
Uma outra tecnologia importante, quer precisar tirar o cartão do bolso!), ônibus, mas também ter-se um
que está sendo utilizada em alguns os Smart Cards já passam a ser vis- controle exato de quem é esse
cartões, é a que faz uso da transmis- tos pelo público geral como algo que passageiro.
são de dados sem contato. vem para ajudar. Pode-se então registrar dados im-
A Mitsubishi, por exemplo, é uma portantes como a origem desse pas-
das empresas pioneiras no desenvol- sageiro, o seu destino, a última vez que
vimento de Smart Cards que não ne-
o Smart Card pode fun- utilizou o cartão, enfim, dados que
cessitam de contato com o sistema cionar como uma extensão podem ser úteis para se planejar com
que vai ser interfaceado. de sua conta corrente no ban- precisão a melhor maneira de funcio-
Estes cartões possuem um siste- co, ou ainda como um reser- namento do sistema de transporte que
ma da acoplamento magnético ope- ele usa.
rando numa velocidade de 25,6 kbps, vatório de dinheiro que você Finalmente, temos a aplicação fi-
e que funciona a uma distância de até pode usar aos poucos à me- nanceira para o controle de contas
80 cm! bancárias, negócios e compras.
dida que necessitar.
Isso significa a possibilidade de O Smart Card pode substituir o di-
você passar por uma entrada de um nheiro com vantagem, pois, além do
sistema de transporte qualquer (me- Nos dias de hoje, entretanto, três usuário estar perfeitamente seguro
trô ou ônibus) sem a necessidade de aplicações básicas para os Smart Card que o valor armazenado ou que ele
tirar o cartão do bolso! estão tomando maior vulto e devem pode liberar, não será usado por ter-
O cartão se comunicará com o sis- ser as que vão abrir caminho para as ceiros em caso de roubo ou perda, ele
tema de controle, o qual liberará o demais, tornando o usuário cada vez não precisa transportar valores que
acesso (abrindo a porta, por exemplo), mais íntimo desta tecnologia. podem ser muito mais facilmente rou-
e ao mesmo tempo será dada baixa A primeira aplicação é o uso do bados ou perdidos.
de uma unidade no número de passa- Smart Card para controle de acesso
gens carregadas neste cartão. em áreas restritas.
Você poderá entrar em determina- Esta aplicação, que pode ser im- O DINHEIRO
das áreas restritas e assim, sem pre- portante em repartições públicas, in- ELETRÔNICO
cisar retirar o cartão do bolso, ou ain- dústrias e outros locais em que o aces-
da, se ele for o próprio crachá, haverá so de pessoas não autorizadas em É justamente a possibilidade do
sua identificação instantânea, com o certos setores pode significar proble- Smart Card substituir o dinheiro em

30 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


muitas aplicações que faz desta
tecnologia algo revolucionário.
O Smart Card pode funcionar como
sidade de usar um cartão que nos
identifica e que diz tudo o que faze-
mos, faz muitos pensarem no Grande
~m'
;.'
~,~ '"8J'
a~ .",_ /
ç.•...
"""'" ..""".;«'7.=
-r
~.~.c:..ff·e··
./'_ J
.,i
'~;'
~ _"w
''f,
_~,'
~ ~
,.
~

uma extensão de sua conta corrente Irmão, da obra de Orwel . 1tlfIJ~'~'m'


'lw~..:::l';
•~ J '0' "
,ir,O'.=-->,W .v._~ ~ _ ••

no banco, ou ainda como um reserva- Uma sociedade em que nossa pri-


tório de dinheiro que você pode usar vacidade seja invadida não só pelos Pitou? Não dependa de
aos poucos à medida que necessitar. governos, mas também por empresas terceiros!!! Conserte você
Um recurso adicional que está sen- que poderão levantar curvas de nos- mesmo: Computador, televisão,
do incluído nestes cartões que devem sos hábitos através de nossas com- rádio, vídeocassete, forno de
substituir o dinheiro, é um conector pras e nos "empurrarem" o que bem
microondas, compa~t,:~,*disc,
especial que permite que o usuário desejarem, saberem exatamente por chuveiro e toda g4iiPfiNê de /,~'\ '.·c:',._,.,.,.,»,

acesse informações que ele necessi- onde andamos e para onde vamos instalações e/~t[icg$.:résídenciais,
ta usando para isso um código espe- pelo uso dos cartões de transporte e
cial que só ele conhece. também saberem exatamente come rCiaise~~~~~rrrYâis.{~,cj.l,,;ÍSSO
está.ao:;s~r;;alcance, SBm}·s'lir de
&.14dt.f?..,';::";"'''<>::::')\~~k~~:P'
O cartão poderá então ser plugado com quem falamos pelos cartões te-
a uma calculadora ou a um computa- lefônicos, é algo que precisa ser ana- ca~;~;~1I':;éÓm.~(f?,<~Jk';;l;J./fsos
das
lisado . Occldenlê!:
. ,··à'9Rlfools.
".-
dor, e trocar dados importantes com Em temp'Qr!'de crise, economize
seu proprietário como, por exemplo, Se hoje os Smart Cards podem ser consertando, instalandá e/ou
fazer o levantamento das despesas "rastreados" em distâncias de até 80
montando até mesmo o seu
num certo período, verificar o saldo, em, o que não esperar para o futuro,
próprio computador e, por que
identificar o destino de certo pagamen- se pudermos ser encontrados pelo não fazendo destas atividades
to etc. nosso cartão em qualquer ponto da
uma nova fonte de' renda?
Um dos sistemas usados para esta Terra que nos encontremos!
finalidade na Europa é o Mondex, que
pertence a um consórcio entre o
National Westminster Bank, o Midland
O que não dizer da possibilidade
de se "implantar" diretamente estes
chips nas pessoas, de modo que a .Montagem e Manutenção de
Cursos I
Bank, a British Telecom e mais 17 ou- nossa identificação e a nossa locali- Computador
tros bancos, e que também tem 51% zação, enfim, nossa conta bancária • Eletrônica Básica
• Eletrotécnica
de suas ações controladas pelo passe a fazer parte do nosso próprio
Mastercard. corpo! .Instalações Elétricas
Com o cartão do sistema Mondex, .Refrigeração e Ar Condiêionado
No momento, as preocupações • Videocassete
que já funciona na Inglaterra desde maiores são com a segurança nas • Forno de Microondas
1995, é possível comprar quase tudo, transações e com as tecnologias que • Compact Disc
desde usar os telefones que conte- devem ser adotadas por todos os paí- • Rádio • Áudio • Televisão
nham recursos para leitura do siste- ses.
• Eletrônica Digital
ma, artigos em lojas e até pagar con- No dia em que os Smart Cards fo- • Microprocessadores
tas em bares e restaurantes. rem usados por todos, contiverem .Software de base
chips de grande sofisticação e servi- elnformáticaBásica:DOS- WINDOWS:
rem para tudo, pode ser necessário a
o GRANDE IRMÃO criação de algum mecanismo para Occidental SchoolS$J
garantir que o mais importante de tudo Av. Ipiranga, 795 - 4º andar
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"sem fio"
I---~---I
fNome

/1 1-------1
1 Endereço 1

Transmissor
+
~ I Bairro 1

Receptor ICidade --------- 1

ICEP Estado __ I
Fig. 4 - O Smart Card no controle de acesso. L .J

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 31


PARA O PROJETISTA

CALCULANDO UM
ESTABILIZADOR DE
I-.J

TENSAO
~e.~

o que propomos ao leitor é o pro-


jeto de um estabilizado r de tensão do o cálculo de circuitos eletrônicos é algo que todos os técnicos e
tipo série usando dois transistores e
engenheiros devem dominar e os estudantes devem treinar ao
que tem o diagrama de blocos mos-
trado na figura 1. máximo. Se bem que existam muitos circuitos integrados que con-
Com transistores bipolares conven- tenham as funções que precisamos para um projeto, há casos em
cionais NPN, o circuito teria a configu- que o próprio montador tem que calcular um circuito completo a
ração bastante conhecida dos leitores,
que é mostrada na figura 2.
partir de componentes discretos. Nesta edição mostramos o cálcu-
Partindo para um caso real, vamos lo empírico de uma etapa de regulagem de tens~o usando transis-
supor que desejamos as seguintes tores e diodos zener.
características para o nosso projeto:

Ve = tensão de entrada = 22 V
Vs = tensão de saída = 12 V
IL = corrente de carga = 1 A reguladores que usem também os parâmetros dos componentes usa-
Rs = resistência int. da fonte = 8 12 transistores PNP, desde que o diodo dos, caso os resultados levem a com-
RL = resistência de carga = 12 12 zener seja invertido bem como as po- ponentes com valores absurdos ou
laridades das tensões aplicadas. difíceis de encontrar.
oprocedimento dado a seguir Observamos também que o leitor
pode servir de base para o projeto de deve ter sensibilidade para modificar
PROCEDIMENTO

Vent
Elemento
Vs
a) Escolha do diodo zener
série Para este tipo de circuito pode-se
escolher um diodo zener que tenha

Figura 1
Rcl 1112

1C2
i
1B1

• Amplificador
R1 tensão entre 1/3 e 2/3 da tensão de
saída, nos casos comuns.
Um procedimento normal consiste
em se escolher um diodo zener com
metade da tensão de saída.
Normalmente
Isso nos leva ao valor 9,1 V (9V1)
• que é bastante comum no mercado de

OV
um zener
1'+' ov
componentes.
O tipo de 1 W pode ser encontrado

32 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


com facilidade, o que nos permite
calcular, para efeito de projeto, qual Q1 Ic
Vent (TIP31) ---.
é a máxima corrente que ele pode
admitir: Vs = 12 V
IL=1 A
Vz = 9,1 Ri
pz = 1 W 160 mA 230 n
Iz(max) = ?

Iz(max) = Pz!Vz
Figura 2 R2
V2 1 kn
Iz(max) = 1/9,1
(9,1 V)
OV OV
Iz(max) = 0,109 A ou 109 mA

b) Cálculo da tensão V2 (que apa- A corrente de coletor será dada


rece sobre o resistor R2) e portanto pela corrente de carga:
na base do transistor Q2 e cálculo da
corrente 12 que passa pelo resistor Rc v CE =V • + DV.-Vs (1 + RL ~~RL) Ic(max) = Icarga = 1 A
no circuito da figura 1.
Observe que a tensão V2 é a ten- Calculando o resistor Rc:
são zener (Vz) mais a queda de ten- Para esta finalidade usamos a
Onde: Vce - tensão máxima entre
são que ocorre na junção base-emis- fórmula:
coletor e emissor (V)
sor do transistor Q2, que é da ordem
Ve - tensão de entrada da etapa (V)
de 0,6 V. Rc = (Ve - DVe - VL - VsE)/12
DVe - variação máxima da tensão de
Rc = (22 - 5 - 12 - 0,6)/0,06
entrada (V)
Assim: Rc = 4,4/0,6
Vs - tensão de saída (V)
Rc = 73,3 O
Re - resistência interna da fonte (O)
V2 = Vz + 0,6 O valor comercial mais próximo
RL- resistência de carga (O)
V2=9,1 +0,6 pode ser 82 O.
DR, - variação máxima da resistência
V2 = 9,7 V
de carga (O)
Dissipação:
A corrente 12 será a corrente do P = Rc X 12
Vce = 22 + 5 - 12(1 + 8/15)
coletor de Q2 mais a corrente de base P = 82 X 0,062
Vce = 27 - 18,4
de Q,. P = 82 x 0,0036
Vce = 8,6 V
Levando em conta a tensão V 2' a P = 0,2952
corrente 12 será dada por: Adotar P = 0,5 W ou P = 1 W
Observe que DVe é a variação má-
xima da tensão de entrada (para mais)
12 = ILN2 d) Determinação dos parâmetros
enquanto que DRL é a variação máxi- deQ2:
12 = 1/9,7
ma da resistência de carga (para
12=0,103Aou 103 mA Vce(max) > Vs + Vbe
mais).
Um transistor com uma tensão en- Vce(max) > 12 + 0,6
Como este valor é maior do que a tre coletor e emissor de mais de 20 V
Vce(max) > 12,6 Volts
máxima corrente que o zener pode deve funcionar satisfatoriamente no
aceitar, por conveniência adota-se um circuito. Ic(max) = 12 - Ib1 = 30 mA
valor menor com uma margem de se-
gurança.
Para efeito de cálculo adotamos:

+ 12 V
12 = 60 mA

c) Cálculo do resistor Rc em '" 220 n


série com o transistor Q2 para uma cor-
rente de 80 mA.
Veja que o transistor usado para Q,
deve ter certas características mínimas
para poder funcionar neste circuito.
I100~F
Assim, para Vce (tensão máxima
Figura 3
entre coletor e emissor) adotamos a 1000~FI
seguinte fórmula:

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 33


Supondo um ganho maior que 50, -----INFORMAÇÕES ÚTEIS _
temos:

hfe = 50
IDENTIFICAÇÃO DOS CABOS RS-232-C
Ic2 = 30 mA
Conector Adaptador Serial - Macho de 25 pinos O-sub
Ib2 =?
Pino NC
<-<
>
NC
GNO
TX
OCO
RI >-1/0
----Indicador
Transmissão
-Blindagem,
+Loop
-Loop
uso
CTS
OSR
RTS
RX
OTR --Recepção
Terra
Portadora
de
Livre
Requisição
Ajuste
de dede
corrente
corrente
para
Terminal de terra
o
chamada
de
desinal
dados
deenvio
para
dosdados
dosdados
dadosou
dados outra
dados
dados
envio
prontodetectada
pronto finalidade
recebidos
transmitidos
transmitidos
recebidos
Ib2 = Ic2/hfe
12
22
18
19
21
23
4
52
25
20
24
11
1073 à 17 (sentido do sinal)
8
9
6 1
Ib2 = 0,03/50
Ib2 = 0,0006
Ib2 = 0,6 mA

e) Cálculo de R, e R2
Uma condição importante para o
funcionamento estável deste circuito
é que 10 seja bem maior que a corren-
te Ib2.
Isto é necessário para se evitar que
o circuito divisor de tensão seja carre-
gado.
Um procedimento normal é fazer a
corrente 10 pelo menos 20 vezes mai-
or que Ib2. Para 0,6 mA podemos ado-
tar 10 mA para 10 com segurança.

o valor do resistor R2 será dada


por:

R2 = V/lo
R2 = 9,7/0,01 Conector adaptador alternativo - macho de 9 pinos O-sub
R2 = 970 Q
Pode-se adotar 1 kQ como valor Pino <
>
- - -- Indicador
GNO
TX
OCO Transmissão
RI
uso
1/0
RX
OTR
OSR
RTS
CTS --Terra
- Terminal
Portadora
-Recepção para
Requisição
Ajuste
Livre de
para ochamada
dede
dede
de
sinal
dadosdados
paradados
dados
recebidos
envio enviodetectada
pronto
pronto
comercial mais próximo.
6
2
54
39
8
7 (sentido do sinal)
1

o valor de R1 será dado por:


R1 = (Vs - VYlo
R1 = (12 - 9,7)/0,01
R1 = 2,3/0,01
R1 = 230 Q

o valor comercial mais próximo é


220Q.

CONCLUSÃO
Adaptador 089 para 0825 - Conector de 25 pinos para 9 pinos RS-232C
Usando transistores comuns bem
08-9 TX
RIUso
08-25
204
86
222
3-- Transmissão
7
5 Indicador de dados
conhecidos podemos chegar à confi- RX
OCO
GNO
OTR
OSR
RTS
CTS -Recepção
Oetecção
---Livre
Terra
Terminal
Ajuste dede
para
Requisição
para de
de ochamada
da dados
dados portadora
dados
sinal
para
envio envio
pronto de dados
pronto
3
29
5
6
8
741
guração final de nossa etapa, confor-
me mostrado na figura 3.
Sugerimos aos leitores que
recalculem a mesma etapa usando
diodos zener de 10 V alterando tam-
bém a tensão de saída para outros
valores.
A montagem do circuito numa
matriz de contacto pode ajudar bas-
tante o leitor a verificar na prática os >= saída de sinal < = entrada de sinal
resultados obtidos pelos cálculos .• NC = não conectado I/O = entradas ou saídas

34 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


A

LUZ DE EMERGENCIA
INTELIGENTE

~e.~

Uma ou mais lâmpadas de 12 V


(alimentadas por bateria) acenderão
se, e somente se, o local do sensor Sem usar relés ou circuitos integrados especiais, este projeto é total-
ficar escuro, e ao mesmo tempo ocor- mente baseado em Transistores de Efeito de Campo de Potência (Power
rer um corte de energia da rede. Esta
é a finalidade deste interessante pro- MOSFETs). Com características inéditas, ele tem um excelente desem-
jeto que tem uma configuração dife- penho e pode servir de base para outras aplicações.
rente, baseada exclusivamente em
transistores de efeito de campo de
potência (Power MOSFETs).
De fato, as aplicações dos transis-
tores de efeito de campo de potência COMO FUNCIONA lor dependente da bateria usada. O
são muito mais frequentes em circui- valor indicado no diagrama é para uma
tos em que eles são disparados por Na figura 1 temos um diagrama de bateria comum com uma carga da or-
outros estágios como, por exemplo, em blocos que mostra as funções realiza- dem de 50 mA.
fontes chaveadas, saídas de vídeo, das pelo sistema de iluminação de O transformador também fornece
etapas de controle etc, funcionando emergência. por meio de O2 o sinal de indicação de
apenas como elemento secundário do Na entrada temos um transforma- existência de energia na rede. Este
projeto. dor que fornece alimentação para a sinal mantém polarizado o transistor
No entanto, os transistores de efei- carga lenta de uma bateria de 6 ou 12 de efeito de campo 01 de tal forma que
to de campo de potência possuem al- V, que pode ser de Nicad, ou do tipo ele põe em curto o LOR através do
gumas características que permitem chumbo-ácido selada. diodo 03, na presença desta energia.
seu aproveitamento de forma indepen- Observando o diagrama da figura Isso significa que, quando há ilu-
dente como elementos ativos básicos 2, a tensão de carga da bateria é minação ambiente, o LOR mantém-se
de muitos tipos de projetos. retificada por 01, enquanto que R3 faz na condição de baixa resistência, e
Um exemplo prático disso é o cir- a limitação da corrente sendo seu va- com isso 02 na condição de corte. A
cuito que descrevemos, no qual dois
transistores de efeito de campo de
potência são usados num sistema de Transformador
iluminação de emergência inteligente
que dispensa, inclusive, o uso de relés.
A grande sensibilidade desses
componentes permite que trabalhem ~
diretamente com os sinais de sensores
Detector
e acionem cargas de alta corrente de corte
como lâmpadas, sem a necessidade Sensor
de energia
de elementos intermediários tipo eta- Fig. 1 - Diagrama de blocos do de luz.
sistema de luz de emergência.
pas de amplificação e relés.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 35


_
220 Q/2 W+
02
10kQ
I
1 ~Q
1N4002
81_

D'·
Nicad
6/12 V

R3 i R4 ~
1: kQ
~ Rs ~/:~V
20:a:A
O potenciômetro P, serve como um
ajuste de sensibilidade para que o dis-
paro ocorra em função da falta de ilu-
minação no nível desejado. Note que
o LOR deve ser instalado num tubo
apontado para longe da lâmpada a fim
de que não ocorra realimentação.
O tempo em que a lâmpada pode
ser mantida acesa a partir do momen-
to que ocorrer um corte de energia,
depende tanto da sua potência, quan-
T1 to da capacidade da bateria.
C1
6/12 V Sugerimos o uso de uma lâmpada
10 ~F de 12 V com corrente na faixa de 200
300 mA
a 500 mA, instalada num pequeno re-
Fig. 2 • Diagrama da luz de emergência. fletor para iluminar uma sala de escri-
tório ou ambiente de médias dimen-
lâmpada é então mantida sem alimen- Se nestas condições o ambiente sões.
tação. ficar escuro, o LOR tem sua resistên-
Se, na presença de luz houver um cia aumentada a ponto de permitir que
corte de energia, o LOR ainda man- P,1Rs polarizem o transistor 02 de MONTAGEM
tém o transistor 02 com a comporta modo que ele conduza a corrente.
praticamente aterrada, e com isso no Nessas condições, a lâmpada acen- Na figura 2 temos o diagrama com-
corte. A lâmpada permanecerá apa- de. pleto do sistema de Luz de Emergên-
gada. Observe que, se ficar escuro na cia Inteligente.
No entanto, se houver um corte de presença de energia, O, mantém o O aparelho pode ser montado com
energia, o transistor O, também é le- transistor 02 cortado via 03, pois ater- base na placa de circuito impresso
vado ao corte. ra a sua comporta. mostrada na figura 3.

)A
Fig. 3 . Placa de circuito impresso.
A bateria pode ser externa.

~ºI
-r
~3
,
81

T1
i_(l 6/12 V
(*)

(*) Fora da placa se muito grande

36
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
o transistor Q2 precisa ser monta-
do num radiador de calor de acordo
.....

LISTA DE MATERIAL
- -- •
I
com a potência das lâmpadas contro-
ladas. L

Qualquer Power MOSFET com cor- Semicondutores:


rente a partir de uns 2 ou 3 A pode ser °1,°2 - IRF640, IRF630 ou equivalen-
Aprenda
usado. tes - qualquer Power MOSFET - ver
O resistor R4deve ter o maior valor texto
possível a partir de 1 kQ, pois ele de- °1,°2- 1N4002 ou equivalentes-
diodos retificadores de silício
termina o consumo em repouso do
03 - 1N4148 - diodo de silício de uso
de
na Profissões
Melhor Escolé!&
?HJY
aparelho, "roubando" um pouco da À DISTÂNCIA OU POR FREQÜÊNCIA
geral
corrente de carga.
Experimentos feitos com o protóti-
Resistores: (1/8 W, 5%)
O E ELETRODOMÉSTICOS
ELETRICIDADE BÁSICA
po revelaram que a maioria dos FETs
R1 - 33 kQ
O
--
testados suporta resistores de até ~ PROJETOS Df CIRCUITOS
R2, Rs - 10 kQ ELETRONICOS
10 kQ, sem problemas. R3 - 220 Q 1 2 W - ver texto ~
O resistor R3 deve ser compatível
com a corrente de carga da bateria que
R4 - 1 kQ a 10 kQ - ver texto
P 1 - 1 MQ - potenciômetro
I O PRÁ T/CAS DIGITAIS

vai ser usada. Para uma bateria de


carro de 12 V, ele deve ser reduzido Capacitores:
O ELETRÔNICA INDUSTRIAL
I O
--
para 82 a 100 Q com dissipação de C1 - 10 I1F/25 V - eletrolítico MINICOMPUTADORES E
~ MICROPROCESSADORES
pelo menos 4 W.
O transformador também depende
da bateria, sendo usados tipos con-
Diversos:
LOR - LOR comum O ELETRÔNICA DIGITAL

forme sua tensão. A corrente pode fi-


car entre 300 e 500 mA.
F1 - 500 mA - fusível
T, - Transformador - primário de O PRÁTICA DE
CIRCUITO IMPRESSO
acordo com a rede local, e secundário
O capacito r C1 tem por finalidade
evitar que o circuito dispare com cor-
de 6 V ou 12 V x 300 mA ou mais - ver
texto
O FORNOS MICROONDAS

tes muito curtos da energia, ou mes- X1 -Lâmpada de 6 V ou 12 V - cor-


mo transientes que poderiam até so- rente de 200 mA a 2 A, conforme a
brecarregar o transistor Q,. Seu valor capacidade da bateria
não é crítico, podendo ficar entre 1 e
Placa de circuito impresso, suporte de
100 ~F.
fusível, caixa para montagem, cabo de
COM O SENSACIONAL
Como sensor, qualquer tipo de
LDR comum pode ser usado, sem pro-
força, radiador de calor para o CURSO MIOS MSD
transistor 02' soquete para a lâmpada, voei Windows • Word'- Exeql. POW8r Point
blemas . fios, solda, etc. • Digitaçãa • Att8SS • (or81 Draw '
DI." Introdu!,!! à Micro-Inform6tica • Intllrnll~

~
FÁCIL ',MAISI í
voei OUIM FAZ
AJUSTE E USO O RIrMOII APRINDI PARA SIMPRII

Inicialmente, ligue a unidade com Mantendo o LDR tampado e ligan-


.,J' , " e receba este curso,
uma bateria carregada .
Tampe momentaneamente o LDR
do a unidade à rede de energia, a lâm- _AGUEsóR$
. no endereço que indicar. 59,00
pada deverá apagar. Retoque o ajus-
e ajuste P 1 para que a lâmpada te de Pl' se isso não ocorrer.
acenda. Verificado que o sistema funciona,
faça a instalação definitiva, tomando
cuidado com o posicionamento do ITAIPU - IPDTEL
sensor. R. CLEMENTE ÁLVARES, 470 - LAPA - SP
F: (011) 261.2305
Na figura 4 damos uma idéia de
como o sistema pode ser instalado,
A. Informações gratuitas sobre o curso de
com o LDR apontado para um local
que não receba a luz da própria lâm- N
N
pada alimentada pelo aparelho.
B. O curso em promoção dlli o
O COMPUTAÇAO
Equipamento
Uma aplicação interessante para Cujo pagamento estou enviando em: c
o.

este sistema é no sentido de detectar D


O
Cheque pessoal
Cheque-Correio
à ARGOS - IPDTEL sc
19
cn
o corte de energia em sistemas de o
alarme. NOME 1 üo
.",
No caso, a lâmpada pode ser subs- RUA., , N° . 1::
'"
Ü
tituída por uma sirene ou outro siste- AP. ' CIDADE. . Q)

ma de aviso. - Õ
c
Fig.4 - Modode instalara luz de emergência. ESTADO CEP. . «
37
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
CONHEÇA
O MOSFET
Os transistores de efeito de campo não são componentes novos.
Na verdade, em teoria foram concebidos antes mesmo dos transis-
tores bipolares comuns. No entanto, com a possibilidade de obter-
se este dispositivo na versão de alta potência, o MOSFET se tor-
nou um componente extremamente popular e já começa a ser o
preferido em muitas aplicações. Neste artigo falaremos do MOSFET
comum, seu princípio de funcionamento e algumas aplicações prá-
ticas, deixando para o futuro a abordagem da sua versão de potên-
cia, que exije um espaço maior.

~e.~
Os transistores de efeito de cam- unido ao eletrodo de fonte (source), se
Película de
po, diferentemente dos transistores bem que existam aplicações que exi-
bipolares comuns, são típicos amplifi- Gate /óxido metálico jam transistores em que esse eletro-
cadores de tensão, e não de corrente. /~te
N do seja polarizado de forma indepen-
Enquanto a corrente de coletor de um dente.
transistor comum é função da corren- Substrato
Para usar o transistor de efeito de
te de base, num transistor de efeito de Canal
campo de canal N, o circuito básico é

---
campo, a corrente de dreno é função Fig. 2 - A estrutura de um MOSFET. o mostrado na figura 4.
da tensão de comporta, conforme in-
+
dica a figura 1.
Uma fina película de óxido de me-
Id vG = o
tal isola a região de comporta (gate)
da região do canal que liga o dreno vG =-1 V
(drain) à fonte (source). vG = -2 V
~IC
Dependendo da polaridade dos
-:~fd
v;~
materiais semicondutores usados, po-
demos ter MOSFET, de canais N ou P,
vG = -3 V

Vds
Transistor de conforme mostram os símbolos da
Transistor Fig. 4 - Configuração básica
efeito de campo figura 3. e característica do MOSFET.
bipolar
O eletrodo normalmente ligado ao
Fig. 1 - O transistor de efeito de campo substrado nas aplicações comuns, é Com uma tensão nula de compor-
MOS é um típico amplificador de tensão. ta, a corrente de dreno tem um valor
dreno dreno
que depende da tensão de alimenta-
MOSFET é a abreviação de Metal- ção até o ponto de saturação. Para
Oxide-Semiconductor Field Effect (G) (G) cortar a corrente de dreno, a compor-
Transistor ou Transistor de Efeito de ta deve ficar negativa em relação à
source
gat~eD) Substratogate~D)
source Substrato
Campo de Óxído de Metal tensão de fonte. Quanto mais negati-
Semicondutor. (S) (S)
Canal N Canal P va ela ficar, menor é a corrente que
Na figura 2 temos a estrutura pode fluir entre o dreno e a fonte, con-
simplificada de um MOSFET. Fig. 3 - Tipos de MOSFET.
forme mostra o gráfico junto à figura.

38
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
Observe que estas curvas são bas- cação de pequenos sinais de áudio até O indutor que serve de carga para
tante semelhantes às obtidas com vál- frequências relativamente elevadas. a saída é ajustado para se obter com
vulas (principalmente dos tipos As aplicações que daremos a se- o trimmer o ganho máximo do circuito
pentodo) e que polarizando o compo- guir podem ser elaboradas em função na frequência de 10 MHz, mas, depen-
nente na sua região linear, ele se tor- de tipos comuns, como os 40673 da dendo da aplicação estes componen-
na um excelente amplificador de si- RCA ou ainda 3N187 e equivalentes tes podem ser alterados. Observe que
nais. da série 3N. uma das comportas tem uma polari-
zação fixa dada por R2 e R3 de modo
a levar o componente a uma corrente
TIPOS CIRCUITOS PRÁTICOS de repouso ideal para a aplicação.

Além dos tipos de comporta única, 1. AMPLIFICADOR DE 2. SEGUIDOR DE FONTE


os MOSFETs comuns podem ser en- BANDA LARGA Um seguidor de fonte é um ampli-
contrados nas versões de comporta O circuito mostrado na figura 7 ficador que tem um ganho de tensão
dupla com os símbolos mostrados na pode amplificar sinais que vão desde unitário, porém uma elevadíssima
figura 5. a faixa de áudio até 10 MHz. impedância de entrada e uma

G1 Subo C1
G1 G2
G2 Subo 22~F
~D ~
~
S b) comport; dupla
a) Comporta dupla com substrato

rR1 .l
l'
ligado a fonte (S)
Fig. 5 - MOSFETs de comporta dupla.
1 Mil
Entrada

Como estes componentes podem


operar em frequências bastante altas,
os tipos de comporta dupla se pres-
tam à operação como misturadores de
sinais.
1 .:.

112v
B1

Levando-se em conta que os


MOSFETs são bastante sensíveis às
descargas estáticas, o manuseio deve Fig. 7 - Amplificador de 50 Hz até 10 MHz.
ser feito com muito cuidado no senti-
do de não se tocar na comporta, sob A faixa muito larga de frequências impedância de saída muito baixa. O
pena de danificar o componente de de operação e sua impedância de en- circuito da figura 8 mostra uma aplica-
modo irreversível. trada da ordem de 1 MO torna-o ideal ção deste tipo, que pode ser conside-
O que ocorre é que a descarga como etapa de entrada para instru- rada equivalente ao seguidor de ten-
"fura" a finíssima camada de óxido que mentos, tais como frequencímetros ou são normalmente feito com amplifica-
isola a comporta do canal, tornando o mesmo osciloscópios. dores operacionais.
componente imprestável. A intensidade máxima do sinal de Neste caso a amplitude máxima do
Os tipos comuns são protegidos entrada (a partir do qual temos a sa- sinal de entrada, antes do qual se ob-
contra esse problema com a inclusão turação) é da ordem de 100 mVrms. tém a saturação, é da ordem de 2 V e
de diodos de proteção na própria pas- A amplitude máxima do sinal de a amplitude máxima do sinal de saída
tilha, conforme mostra a figura 6. saída é de 1 Vrms. é da ordem de 1,5 Vrms.

+ 18 V

G1 C1
G2

Diodos
"PU C3
rC4
47~F

Entrada 220 nF
de proteção
1--0
Fig. 6 - MOSFET cem diodos de proteção.

A característica de elevadíssima
impedância de entrada dos MOSFETs
1 Saída

1
Z saída = 260
(1,4 Vrms)

il
torna-os ideais para inúmeras aplica-
ções que envolvem desde a amplifi- Fig. 8 - Seguidor de fonte, onde qualquer MOSFET de comporta dupla pode ser usado.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 39


Dentre as aplicações recomenda-
das para este circuito podemos citar o
casamento de impedâncias de fontes
de sinais de áudio como, por exem-
12r
Entrada
1 MO
sensibilidade)
+ 7,5 V

1 mH
plo, microfones. de áudio

3. PROVADOR DE
BOBINAS E CAPACITORES
1 10 nF
O circuito da figura 9 é uma ponte
que serve para medida de capaci-
tâncias e indutâncias e faz uso de um
transistor de efeito de campo MOS de
equivalente
canal duplo, alimentado por umaten-
são de 9 V. Fig. 9 - Provador de bobinas e capacitores.

O princípio de funcionamento é
simples: aplica-se o sinal de um gera- * Ligue o indutor nos terminais de ria de 9 V e o eletrodo sensor pode
dor de sinais na entrada (a frequência prova. ser uma pequena argola de fio des-
vai depender da ordem de grandeza * Coloque a chave S, na posição L. cascado ou ainda uma esfera de me-
da indutância ou da capacitância me- * Ligue a alimentação e o gerador de tal.
dida - normalmente ela estará entre sinais. Para testar, atrite um pente ou ca-
20 Hz e 20 kHz para medidas de * Vá ajustando a frequência até obter neta num pedaço de tecido e aproxi-
capacitância entre 50 nF e 50 000 j..JF uma deflexão do ponteiro do me-o do sensor.
e indutâncias entre 5 mH e 6000 mH, instrumento indicador. Se isso não A agulha do instrumento indicador
com os valores de capacitância e ocorrer, ajuste a sensibilidade e/ou deve oscilar fortemente.
indutância de referência usados. mude a faixa de frequências.
O procedimento para uso na me- * Anote a frequência em que o salto
dida de capacitâncias é o seguinte: da agulha ocorrer e aplique a CONCLUSÃO
fórmula seguinte para calcular a
a) Capacitância indutância: Os circuitos que vimos são ape-
* Ligue o gerador de sinais na nas alguns exemplos de aplicação
entrada do circuito: quanto menor o L = 1/(0,39 x f x f) dos transistores de efeito de cam-
capacitor, mais elevada deve ser a po MOS de comporta dupla de
frequência usada. Os valores são para um capacitor baixa potência.
* Ligue o capacitor aos terminais de C2 de 10 nF e a indutância é obtida Existem muitas possibilidades
prova. em j..JH. de uso para este componente de
* Coloque a chave S, na posição C. características excepcionais.
* Acione a alimentação e o gerador. Lembramos que existem diver-
* Vá ajustando a frequência do 4. ELETROSCÓPIO sos circuitos integrados de amplifi-
gerador até obter uma deflexão do O circuito mostrado na figura 10 é cadores operacionais que incorpo-
ponteiro indicador em determinado de um simpleseletroscópio eletrôni- ram nas suas etapas de entrada
instante. Ajuste a sensibilidade co, que pode ser usado com vantagem estes transistores e que, portanto,
caso não seja possível detectar nas aulas de Física substituindo o tra- podem ser utilizados em circuitos
esta deflexão ou tente nova faixa dicional eletroscópio de folhas de ouro. equivalentes. -
de frequências. O circuito é alimentado por uma bate-
* Leia a frequência no gerador e
calcule a capacitância pela fórmu-
la:

C = 1/(0,0395 x f x f)
M1
50 pA
Esta fórmula é válida para o caso
de L, ser de 1 mH.

b) Indutância ~
-
I
(*) Ver texto
* Ligue o gerador de sinais na _9V
entrada. Observe que maior
indutância significa a escolha inicial
de frequências mais baixas. Fig. 10 - Eletroscópio sensível.

40 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


ENTRADA
A
TELEFONICA
RESIDENCIAL
'PedM- rlte~ ~

POSTE PARTICULAR tuído, ou instalado outro auxiliar, para da via pública (poste de 6,00 m com
que a linha telefônica seja ligada engastamento E = 1,20 m).
Entende-se por poste particular, dentro dos padrões. L = 6,15 m do piso acabado, quan-
aquele que será utilizado para a do a posteação da concessionária de
entrada da linha telefônica, podendo energia elétrica estiver do lado oposto
ser de concreto armado ou de ferro ALTURAS MíNIMAS DO POSTE da via pública (poste de 7,50 m com
tubular, com 76 mm ( 3" ) de diâmetro. engastamento E = 1,35 m), figura 1.
Algumas medidas são padronizadas,e L = 4,80 m do piso acabado, quan-
o poste que não permitir as alturas do a posteação da concessionária de
mínimas indicadas deverá ser substi- energia elétrica estiver do mesmo lado UTILIZAÇÃO

LINHA TELEFÔNICA BLOCO CONECTOR


o poste particular para entrada te-
lefônica deve ser utilizado sempre que:
- houver recuo do imóvel;
- não seja possível assegurar as
alturas mínimas do fio telefônico em
CURVA DE relação ao piso acabado da rua.
180·
(BENGALA)
FITA DE AÇO
INOX
ENTRADA DIRETA
ELETRODUTO DE 20 mm PELA FACHADA
PARA ENTRADA
TELEFÔNICA
L 1º CASO - Com caixa 4" x 4" ou
Fig.1 - As veneziana na fachada:
dimensões do
Neste caso, o fio telefônico deve
poste.
ser instalado desde a primeira caixa
CAIXA DE para a tomada, conectada aos termi-

~:::::
CURVA
LONGA
•...,
,..,.".

..•..
.... ~~~~~:-
\---
TUBULAÇÃO
nais L, e L2 da tomada padrão, figura
2, passando pela caixa de entrada do
imóvel até os terminais do bloco
conector, instalado na fachada do imó-
900 20 mm vel, figura 3, para que a concessioná-
ria o conecte à rede pública naquele
I I
I I ponto.
II II E
II I 2º CASO - Eletroduto saindo pelq
I
_,,;.
•..
fachada (bengala):

41
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
e caixas aparentes para a passagem
dos fios. A fiação deve ir desde a pri-
meira caixa até o conector que rece-
berá a linha telefônica.

OBSERVAÇÕES

- Para os três casos anteriores,


deve ser instalado na fachada, um su-
porte com bloco conector, roldana para
fio e parafuso de fixação, de acordo
com os desenhos das figuras 5 e 6:

Neste caso, o fio deve ser instala- ENTRADA COM POSTE


do desde a primeira caixa para a PARTICULAR
tomada, conectado aos terminais L, e ~
L2 da tomada padrão, saindo pela ben- 12 CASO - Direto na fachada, com
gala e indo até os terminais do bloco caixa 4" x 4" ou veneziana. 1 - Bloco coneclorBLE-2
conector, instalado na fachada do imó- 22 CASO - Com eletroduto saindo 2 - Suporte de ferro galvanizado
3- Roldana de porcelana
vel, para que a concessionária o pela fachada (bengala). 4- Parafuso de aço M1 Ox 65 mm
5-Arruela lisa
conecte à rede pública. Nos dois casos acima deve ser ins-
6- Porca quadrada ou sexlavada
Obs: A entrada direta pela facha- talado na fachada um suporte de ferro Fig.5 - BlococonectorBLE-2.
da só é permitida em imóveis sem galvanizado com roldana de porcela-
recuo. Para as casas com recuo é ne- na e parafuso para a fixação do fio,
cessário o poste particular de acesso. figura 7.
32 CASO - Com furo na fachada O suporte deve ficar a aproxima-
(casa que não possui tubulação em-
butida):
O furo da fachada deve ser feito
com uma pequena inclinação para
damente 20 cm da caixa de entrada
ou da bengala,
o caso.
na fachada, conforme

No poste deve ser instalado o su-


BLOCO
CONECTÓfi r.:
XT2-P -o
cima, de maneira a evitar a infiltração
da água de chuva. Após a furação, in-
troduzir nos dois lados do furo um tubo
de proteção plástico TPP, figura 4. A
porte com bloco conector, roldana e
parafuso. Nesta situação o fio deve ser
instalado sem emendas, da primeira
caixa para a tomada.
~::çft
instalação interna deve ser do tipo 32 CASO - Com tubulação total-
aparente, isto é, através de canaletas mente embutida:
Instala-se no poste particular o su-
porte completo, passando-se o fio pela
tubulação até a tomada, devendo o fio @
ser instalado sem emendas.
@

RECOMENDAÇÕES 1-Abrigodealuminio
2 - Bloco conector XT2P
3 - Suporte de ferro galvanizado
- Os fios telefônicos devem ser pu- 4 - Roldana de porcelana
xados através das tubulações com 5- Parafuso de aço M1 Ox 65 mm
Fig. 3 - O blococonectorna fachada. auxílio do arame-guia, evitando-se Fig.6 - BlococonectorXT2-P.
trancos que rompam os condutores.
DETALHE - Se possível a passagem dos fios FAZENDO AMARRAÇÃO DO FIO
DA INCLINAÇÃO TUBO TPP
deve ser feita por duas pessoas.
DO FURO ~
- Se for necessário, facilitar o 1 - Passe o fio telefônico pela cavi-
deslizamento dos fios na tubulação, dade da roldana. Use um pedaço de
use talco industrial ou doméstico. Nun-
fio FI 2x22 cinza para fazer a amarra-
ca use graxa, vaselina ou similar. ção, encaixando-o na mesma cavida-
~~o 4,50 m - Não passe nenhum outro tipo de de onde está o fio FE, figura 8.
RUA fio pela tubulação telefônica, tais como 2 - Com duas pontas do fio FI uni-
antena de TV, interfone, energia elé- das, dê 8 voltas em torno do fio FE,
Fig.4 - ColocartuboTPP
para proteçãoe acabamento. trica, etc ... figura 9.

42 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


fixam a porcelana (se for o caso) na São indicados para instalações ur-
base metálica. banas e rurais, com derivação a partir
3 - Fixe o bloco conector. Caso for das caixas de distribuição até as en-
fixação em parede, o aspecto deverá tradas de assinantes. O FE é fabrica-
ficar como mostrado na figura 11. do em duas versões:

- FE 160 - formado por condutores


de 1,6 mm de diâmetro;

Fig.7 - Suportedeferro - FE 100 - formados por condutores


galvanizado a fogonafachada. de 1,0 mm de diâmetro.

3 - Abra a ponta livre do fio FE e, O FE é apresentado geralmente


com o fio de amarração, dê 4 voltas em rolo de 400 metros, envolto por tira
no fio do lance, terminando a amarra- de papel e contendo etiquetas espe-
ção com uma laçada, figura 10. cificando a sua secção, como por
Fig.11- Fixação
dosblocosemparede. exemplo: FE-100 2x18 (18 AWG). Para
se distinguir o fabricante e o ano de
FIXAÇÃO DOS BLOCOS ALGUNS CUIDADOS fabricação são gravados ao longo do
fio, a intervalos de 50 cm, o nome, a
1 - Identifique as peças componen- - Lembre-se de que você estará tra- marca ou o código do fabricante e o
tes do bloco. balhando em cima de uma escada, ano de fabricação.
2 - Se for um bloco XT2-P, revise o portanto tome medidas de segurança.
aperto de todos os parafusos, cuidan- - Cuidado com os fios da energia
do para não apertar muito os dois que elétrica, use capacete. FIO FEB
- Prepare antecipadamente o fio FI,
que servirá de amarra. Os fios de instalação externa FEB,
são constituídos por dois condutores
de liga de cobre e estanhados, de bi-
MATERIAL EMPREGADO tola 0,65 mm, isolados cada um com
uma capa de PVC, sendo o condutor
o instalador de linhas telefônicas A com capa na cor Branca e o condu-
utiliza principalmente os seguintes tor B na cor Azul. Os dois condutores
materiais: fio de instalação externa FE e uma alma de aço ou fibra de vidro,
ou FEB, roldanas, suportes, blocos, figura 13, são envoltos numa capa úni-
fita, fecho e Máquina Eriband. ca de PVC ficando o conjunto auto-
Fig.8 - Primeiropasso. sustentável, podendo sofrer tração
durante a esticamento.
FIO FE
ALMA DEAÇO
OU FIBRA DE VIDRO
Os fios de instalação externa FE, \

são constituídos por dois condutores BRANCO


paralelos de liga de cobre, isolados CONDUTORA
com capa plástica de PVC de cor pre-
ta. A capa plástica possui canaleta di-
~i,
~!JIiii.;;.,

visória em ambas as faces, que iden- AZUL


Fig.9 - Segundo
passo. tifica a separação dos dois conduto- CONDUTOR B
res. Podemos identificar o fio A do fio
B por meio de um friso moldado na Fig.13 - FioFEB65 comalma.
própria capa do FE no condutor A, fi-
gura 12. ROLDANAS

FIO~~L/~ Fig.12 - FioFE2 x


18 (FioDrop).
São peças de porcelana, de cor
branca, figura 14, que servem para fi-
xar os FEs. Existem dois tipos de rol-
danas para instalação de telefones:
roldana simples (RP-1) e roldana du-
pla (RP-2). As roldanas simples apre-
FRISO / //
Fig.10 - Terceiro
passoe sentam uma só cavidade e as duplas
detalhedaamarração final. apresentam duas cavidades.As rolda-

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


43
nas são presas em suportes através
de parafusos para fixá-Ias. Não se uti-
lizam duas roldanas simples no mes-
mo parafuso. Não se utiliza roldana
BADISCO COM
simples com uma ou mais roldanas
duplas. As roldanas simples só serão
usadas na propriedade do assinante
CAMPAINHA E
quando houver necessidade de pas-
sar um FE.
IDENTIFICADOR DE
...
"LINHA OCUPADA
'PedM- ~te~ ?1teúe
~

Fig. 14 - Roldana RP-1 e RP-2.

SUPORTES

São peças galvanizadas que têm O circuito de fonia é amplificado também pode receber chamadas, isto
por finalidade a fixação das roldanas. com transistores, sendo utilizado é, possui campainha eletrônica.
O suporte padronizado é o D ou L e é eletreto na transmissão; portanto não Caso o leitor não encontre um
usado em artefatos de madeira ou al- são necessárias as trocas constantes monofone com suporte para fixação de
venaria, conforme a conveniência do da cápsula transmissora, como ocor- eletreto, damos uma dica: nos primei-
serviço. re nos equipamentos em que ela é de ros telefones fabricados com esse tipo
carvão. Todos os componentes que de componente, utilizava-se uma es-
fazem parte do circuito eletrônico são pécie de borracha, cortada de tal for-
de fácil aquisição. ma que era alojada dentro do
O cordão utilizado no badisco é monofone, com uma certa pressão.
encapado com PVC, possuindo um Essa borracha, batizada por nós de
comprimento de 1.700 mm. Esse tipo Sola de Sapato, tinha um furo onde
de cordão é vendido por metro, e é o se encaixava o eletreto.
mesmo utilizado nos aparelhos tele- Convém também falarmos sobre a
fônicos. O leitor necessitará também chave HH utilizada no protótipo. Ad-
de duas buchas para cordão telefôni- quirimos numa loja um badisco comum
FITA co, do tipo padrão, para fazer as ter- sem nenhum opcional, chamado por
minações do cordão. nós de Badisco Popular, tendo o seu
Demos uma incrementada no cir- circuito conforme a figura 1. Esse
cuito, incluindo um identificado r de li- badisco costuma vir com uma chave
FECHO
nha ocupada, que mantém o LED ace- HH de alavanca, e, como tem um gru-
Fig. 15 - Fita de aço e fecho. so quando a linha está livre ou em po de contatos sobrando, aproveita-
boas condições e, obviamente apaga- mos o mesmo em nosso protótipo.
do quando a linha estiver ocupada ou Outros tipos de chaves até mais
FITA DE AÇO
ERIBAND E FECHO com algum defeito. Nosso BATRETO confiáveis, poderão ser utilizadas,
DE AÇO INOX
CHAVE HH
É uma fita de aço resistente, não
muito maleável, que serve para pren- La
der o suporte ao poste.
Já o fecho serve para prender a fita
Fig. 1 - Circuito
de aço ao poste, funcionando como encontrado nos
uma espécie de selo, devendo ser uti- badiscos simples.
lizada a Máquina Eriband, figura 15 .•

Lb

44
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
2,2 kQ 1 IJF/250 V
.----1
I -
I
La
I
, -_1
+
KA 2418
10 1J/50V
11 21 4
22 kQ
I
I
I
Chave HH I
:5' :

I
I
I
LED
BT
DISCO I :II
I
I SC
I 327
Lb 1_~~~~T_5::
AZ.

Fig. 2 - Circuito completo para BATRETO.

basta o leitor adaptá-Ias e reconfigurar numa freqüência apenas. Utilizamos chave HH, 2,6 mm, figura 4, os demais
o desenho da placa. também a cápsula receptora no lugar furos são de 1 mm. O capacitor de 1
do buzzer. ~F x 250 V e o LED são soldados do
lado oposto da placa, devendo ser fei-
DIAGRAMA to um furo de 3 mm no monofone para
CIRCUITO IMPRESSO o encaixe do LED. A tampa do
o diagrama completo é apresen- monofone, nos locais onde são aloja-
tado na figura 2, onde aplicamos um A placa de circuito impresso, figu- dos os parafusos, possí abas que de-
circuito integrado KA 2418 como ra 3, tem dimensões de 148 mm x 26 vem ser cortadas, pois, se não forem
oscilador da campainha. Note que não mm. Os dois furos maiores de passa- retiradas, o monofone não fechará. A
utilizamos o capacitor que normalmen- gem dos parafusos que fixam a tam- chave HH deve ser invertida, isto é, a
te é colocado no pino 3 desse integra- pa do monofone, têm diâmetro de 8 posição DESLIGA fica do lado da cáp-
do; foi um artifício para que oscile mm e os seis furos dos terminais da sula receptora. -

Fig. 3 - Lado

l~~;ri
cobreado.

~\~:!:!:f;tojj~
~ U~ :)H ,. Q.'lHi OJp 'IJ o.o~!
SOLDAR FIOS NUS
Fig. 4 - Lado dos componentes e detalhes. PARA SEREM LIGADOS CAPACITOR DO
NOS TERMINAIS OUTRO LADO
DA CHAVE DA PLACA

LA -§ill- / _',-tE§- ~ I I

o
O -I1I[}-
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;1 Bel JJ~'::!~~I -Gil-
-tE§-,....
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VM AZ 3~I O I ~
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,--... OTX
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+ j 1/50 I
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 45
\!? - ~ em
'~~\\jfr~~~ \'~\/NO t~ ·
leIaS JEFF ECKERT

mina que tipo de gasolina é necessá- COMPUTADORES E REDES


ria, verifica os fundos no cartão de cré-
dito do motorista e então abre a tam- A Microsoft Corp, ao defender-se
pa do tanque e enche-o, tudo sem a contra o Departamento de Justiça dos
intervenção humana. Estados Unidos, no caso anti-truste,
Para mais informações, acesse o argumentou que o Internet Explorer
~~7site brasileiro da SAE em http:// (IE) é uma parte integral do Windows
~:#!;;ff www.saebr.org.br/.<I
~;7
98, e que se removida ele pode rodar
'c4/7" --------------- mais devagar ou mesmo não rodar.
:itt,~(/
,?7~W As perpectivas para ampliação das Mas os fãs do Netscape Navigator
~r%:iff~ aplicações da telefonia pela internet ficarão satisfeitos em saber que um
i%~~· recuaram significativamente devido a site da Web mantido por Shane
7!z-z~,#
Federal Communication Commision Brooks, um estudante australiano da
(FCC). Universidade de Maryland, mostra
TECNOLOGIAS AVANÇADAS Ignorando, pelo menos temporari- como isso pode ser feito.
amente, as decisões individuais de 29 De acordo com Brooks, tirar o IE
Em março a conferência de Socie- estados, o FCC decidiu que o ato de na verdade aumenta a velocidade do
dade de Engenheiros Automotivos conectar um computador a um servi- Windows 98 e ainda libera 35 MB de
(SAE) em Detroit, Michigan, fizeram ço de discagem telefônica através de espaço no disco.
uma análise da eletrônica no automó- um provedor (ISP) é essencialmente, Para detalhes acesse: http://
vel para os próximos anos. Os moto- em natureza, "inter-estadual", muito www.98Iite.net.
ristas podem esperar diversas inova- mais que uma transação local.
ções que incluem computadores on- Esta redifinição pode permitir que àS ngtíciae: n~g e:ãg ggae: ~a.ra.
line e on-board, sensores eletrônicos as companhias telefônicas locais ta- quem está esperando comprar um
empregando radar e micro-ondas para xem os acessos ISPs com base em monitor LCD por 500 dólares ainda
controle de navegação e prevenção tarifas por-minuto, o que atualmente é este ano.
contra colisões, air-bags inteligentes, ilegal. Notícias recentes revelam que o
reconhecimento de voz e muitos ou- O resultado líquido é que conexões preço de 1998 dos monitores na ver-
tros dispositivos. de voz pela Internet, que se espera ser dade eram mais baixos em 10% e a
Tudo isso, é claro, vai exigir siste- essencialmente tendência é que neste ano ain-
mas de geração de energia mais po- grátis, podem ago- da subam mais.
tentes e um plano a longo prazo deve Isso garante que o padrão
aumentar para 42 V o atual sistema ra custar
que .mais_do
as Ilgaçoes / """--"'1[,.· ·1
de tecnologia CRT que ainda
de 12 V. mvencionais representa 92% do mercado
Talvez o mais intrigante (talvez não telefone, matando de monitores ainda vai perma-

'a
muito prático) é uma bomba de gaso- assim qualquer in- ~ necer entre nós por um bom
lina desenvolvida pela Shell Oil Co., tempo.
que recebe informações via transmis-
sor de RF instalado no carro e deter-
volvimento de uma
telefonia pela Internet.
" I..f~~ ' Os vendedores de
monitores LCD vai ainda con-
centivo ao desen-

46 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


centrar seus esforços em adicionar Dois Reguladores de tensão PowerPC também anunciou um chip
recursos, baixar os custos de produ- monolíticos fora de linha para alta ten- de 450 MHz para os computadores
ção para aumentar as margens de lu- são, que combinam um MOSFET para Macintosh.
cros. excitar um transformador no mesmo O dispositivo terá dois novos
A Eletronics Industries Alliance chip com o circuito de controle, foram vetores de instruções para gráficos,
(ElA) em parceria com Intraspect lançados pela Motorola. execução melhorada para ponto- flu-
Software and Computer Sciences Com esta solução num único chip tuante, suporta multiprocessamento
Corporation (CSC) anunciou a criação pode-se ter uma redução do número simétrico, e uma performance de RAM
do "ElA - Y2K Knowledge Center" uma de componentes externos com dimi- estática equivalente a 1,6 Gigabyte/
fonte baseada nos membros para lo- nuição da área da placa e do custo. segundo com barramento interno de
calizar e antecipar problemas Y2K. Empregando o processo 100 MHz.
O Y2K Knowledge Center, é proje- SMARTMOS (tm) os dois novos regu-
tado para permitir que os 2100 empre- ladores, tipos MC33363B e MC33365
sas membro da ElE, acessar, compar- são especificamente projetados para INDUSTRIA E PROFISSÃO
tilhar e usar experiências e informa- operar a partir da tensão retificada da
ções críticas Y2K. rede de 240 ou 120 VAC. A Hewlett-Packard anunciou planos
Compilando informações relevan- Eles são integrados para uso em para um realinhamento estratégico da
tes o centro vai tornar fácil para os aplicações off-line AC-dc e de-de como empresa que vai criar duas novas
membros usar web automação de escritórios, empresas independentes, uma base-
browser e E-mail para produtos de consumo e ada na sua linha de equipamentos de
aprender o que os cole- industria. O MC33363B teste e a outra em computação.
gas descobriram, testa- tem num chip um O plano é que nova empresa de
ram e resolveram nos SESEFET (tm) de 700V/ equipamentos de medida vai incluir os
problemas Y2k. 1A, um FET de partida de equipamentos desta área mais com-
O centro foi criado 450V e um oscilador com ponentes, análise química e equipa-
especificamente para o ciclo ativo controlado, um mentos médicos.
uso dos membros da ElA comparador/limitador de Os negócios em questão represen-
mas como esta notícia corrente, um amplificador tam 7,6 bilhões de dólares do rendi-
de acesso irrestrito foi de erro, e recursos adicio- mento total de 47,1 bilhões no ano fis-
divulgada não custa pe- nais como proteção contra cal de 1998.
gar mais informações em sobre-tensão e shutdown Até o momento desta notícia o
http://www.eia.org e térmico. nome da nova empresa de medidas
c1icar em Y2K. O MC33365 tem os ainda não havia sido escolhido.
mesmos recursos exceto a A nova empresa de Computação e
proteção contra sobre-tensão que é imagem vai continuar operando sob o
CIRCUITOS E COMPONENTES substituída por comparada para nome Hewlett - Packard.
monitorar a tensão da rede.
A Microtune Inc, uma nova empre- Para seus servidores de linha a Em março a IBM e a Dell Computer
sa em Plano, Texas, desenvolveu o que IBM anunciou que terá disponível uma anunciaram um pacto estratégico de
ela diz ser o primeiro sintonizador de versão de 450MHz do processador de 16 bilhões de dólares, acreditando-se
TV num único chip. 65-bit PowerPC ainda este ano, com ser o maior já feito deste tipo entre in-
A família de "sintonizador num chip" uma versão de 550 MHz logo em se- dústrias de tecnologia da informação.
oferece uma solução integrada para a guida. Como parte do contrato a Dell vai
midia de alta velocidade em faixa lar- Para aplicações em desktops vão receber tecnologia de armaze-
ga incluindo cabo digital, TV e satélite existir versões de 480 e 580 MHz. namento, micro eletrônica redes e
proporcionando uma transição entre a O aumento da velocidade foi con- displays da IBM., para integração nos
tecnologia analógica para digital. seguido pela troca das interligações de seus computadores.
Baseada em tecnologia patentea- alumínio pelo cobre, o que também No futuro, o acordo deve incluir as
da e padrões industriais o microtuner permite a integração de 34 milhões de outras tecnologias avançadas da IBM
(tm) funciona como um componente transistores em lugar de apenas 12 como o silicon-on-insulator.
de processamento para vídeo de alta milhões. A Motorola que está desen- O arranjo deve demorar 7 anos e
definição, audio de alta qualidade e volvendo sua própria versão do depende de patentes e licenças cru-
dados de alta velocidade, telefonia IP zadas entre as duas empresas e a
para uso doméstico e comercial via colaboração no desenvolvimento de
cabo terrestre ou redes de satélites. tecnologias de produto.
O primeiro produto em linha e o Inicialmente a Dell vai ter acesso
Microtuner 2000 que custa US 19,50 as drives de alta capacidade da IBM,
em quantidades de 10.000. Ele é fa- cartões adptadores de rede, display de
bricado pela IBM pelo processo painel-chato, SRAM de alta perfor-
BICMOS de 0,8 micron. mance e chips para o consumo. _

~
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 47
~--------------------------------------
iC1RCUITOS DE SEGURANÇA
r--------------------------------------
I
I
I -----------l.
L ..,L ~ e. ~ ,I
I
I
I
A preocupação com a segurança
--- JI
doméstica ou dos estabelecimentos
I
comerciais e industriais é tamanha em
nossos dias, que podemos encontrar
II
Veja neste artigo alguns circuitos práticos de segurança que
podem funcionar de maneira independente ou ser agregados aos
nas casas especializadas uma série
muito grande de dispositivos e equi- I
sistemas de alarmes comerciais, melhorando seu desempenho e
pamentos prontos para esta finalida-
de. No entanto, os dispositivos são II
até acrescentando novas funções.

projetados para aplicações que procu-


ram abranger o maior número possí-
------------------------~
vel de situações e que, portanto, po-
dem não atender a uma necessidade propriedade, o que torna o sistema vul- Assim, ao chegar o proprietário,
nerável, conforme mostra a figura 1. passa por um instante um imã sobre o
específica de um cliente ou de sua
Com o circuito simples da figura 2, reed-switch escondido, fazendo com
própria casa.
qualquer sistema de alarme pode ser que novamente o alarme fique desar-
Em casos como esse, a única so-
desativado por um tempo ajustado mado pelo tempo suficiente para ele
lução é a montagem de dispositivos
entre alguns segundos e vários minu- entrar e desligar todo o sistema do lado
que tenham as características própri- interno.
tos, dando tempo assim para que o
as para a aplicação, e isso exige duas
usuário saia e feche a porta principal, O circuito tanto pode ser alimenta-
coisas importantes: ter o circuito e a
antes de tudo ser ligado. do pela rede de energia, no caso de
habilidade para a sua elaboração.
Este circuito é ideal para os siste- um sistema de alarme que não conte
Neste artigo, apresentamos alguns
mas de alarme que não são ativados com bateria própria, como pela bate-
circuitos simples que podem ser usa-
no instante exato em que um dos ria do alarme. Observe que o consu-
dos em sistemas de segurança de for-
sensores é energizado. Desta forma, mo maior deste circuito apenas ocor-
ma independente, ou ainda agregados
para desarmar o alarme ao chegar, o re no curto intervalo de tempo em que
aos equipamentos comerciais que não
usuário tem um certo tempo depois de ele mantém o alarme desativado (relé
tenham as funções sugeridas.
aberta a porta principal. fechado). Para o circuito integrado 555,
Se o sistema não contar com um o consumo na condição de espera é
DESARME TEMPORIZADO retardo de disparo, agrega-se ao cir- de 0,5 mA, ou muito menos, se for
cuito da figura 2 um interruptor mag- usada a versão CMOS deste compo-
A maioria dos sistemas de alarme nético, que ficará escondido do lado nente. O ajuste do tempo em que o
externo da propriedade a ser protegi- alarme permanece desativado é feito
dá um certo tempo para que o dono
da, conforme ilustra a figura 3. em P,.
da propriedade saia, depois que o
mesmo foi ligado, antes de ativar o
senso r principal na porta de entrada.
No entanto, dependendo do siste-
Ao sistema
ma usado, principalmente se for mais
de aviso
simples, esse recurso pode não estar
disponível, exigindo-se assim o uso de
uma chave externa para tal finalidade.
de,.~e
,ao>Interruptor e at;"ção ----.
externo d,"" .
,. "" "" .
Aos
O que se tem então é um interruptor sensores
que ativa o alarme do lado de fora da Fig. 1 - Um interruptor externo de desarme torna vulnerável um sistema de alarme.

48
SABER ELETRÔNICA Nº 315199
Reed-Switch
+ 12 V
(desarme externo)
(bateria do sistema)

R
+12

22 kn 8 4
6
8 14
7
12V Ao
555 sistema

BC548
de 555
2 alarme

l
I
Ó 21 13
Disparo 470 pF
Ó
-I!' Fig. 2 - I?ressionando-se SI O alarme é desativado pelo tempo ajustado em PI'
-10
S~?~

470
Desarme
pFI
interno

TEMPORIZANDO UMA SIRENE Fig. 3 - Passando um imã perto de XI o alarme


o sistema de aviso (sirene, buzina etc).
desarma pelo tempo ajustado em PI.
Ao mesmo tempo, o capacitor C, car-
Nada mais desagradável do que ter rega-se através do resisto r R, e do
um vizinho que tem seu alarme dispa- potenciômetro até ser atingida a ten- Para uso doméstico, alimentado
rado durante a noite sem qualquer são, que é reconhecida como nível alto pela rede de energia, temos o circuito
possibilidade de se desarmar a sirene. na entrada da porta do circuito inte- mostrado na figura 5.
O disparo de sirenes provocado por grado. A vantagem deste circuito é que
descargas estáticas, animais ou mes- Neste momento, a saída do circui- apenas o dispositivo que faz barulho
mo defeitos dos circuitos não é algo to integrado que estava no nível alto, é desativado depois de algum tempo,
raro, e pode causar sérios dissabores e portanto energizando o relé que ali- permanecendo os demais dispositivos
às pessoas que moram perto do local mentava a carga externa, passa ao de alerta como lâmpadas, e eventuais
em que isso ocorre. nível baixo, desativando o relé, e com sistemas de proteção (eletrificadores
Na verdade, o Novo Código Nacio- isso a carga externa. etc) ainda ativados.
nal de Trânsito prevê como infração Com o capacitar usado, o tempo Se o sistema doméstico empregar
grave o disparo acidental de alarmes de acionamento pode ser ajustado bateria, pode ser usado o circuito da
que perturbem pessoas. Um circuito entre 5 minutos aproximadamente e 30 figura 4.
interessante que pode ser acrescen- minutos, tempo mais do que suficien- O tempo de acionamento do circui-
tado aos sistemas de alarme e que é te para alertar vizinhos ou vigilantes e to de aviso em cada caso é ajustado
simples de montar, é o temporizador espantar eventuais intrusos (sem o em P,_
de acionamento. perigo de não deixar ninguém dormir Um ponto importante deste circui-
Temos duas versões possíveis: mais, se isso ocorrer numa madruga- to é que, se for usado um relé de
para uso doméstico e para uso da!). contactos duplos, o contato não utili-
automotivo. Note que o consumo do circuito só zado no controle do sistema de aviso
Na figura 4 temos um circuito sim- é maior durante o intervalo em que o externo pode ser empregado para
ples de uso automotivo que consiste sistema é ativado, pois ao ser levado agregar funções ao sistema.
num temporizador CMOS. ao corte, o circuito passa a consumir Uma sugestão interessante é a
Quando o alarme é disparado, o uma corrente que não vai além de fra- mostrada na figura 6 e consiste no
relé fecha seus contatos, alimentando ção de mA. envio de um sinal via rádio ou via rede

]
a um vizinho que deva ser avisado da
presença de intrusos, mas que fique
em local onde eventualmente não pos-
+ 12 V
sa ouvir o sistema de aviso.
Ao fechar o relé que ativa o siste-
Relé ma de aviso, um sinal é emitido a um
do alarme receptor distante, ativando um siste-
ma remoto de alarme.
O mesmo contato também pode
Sirene
ser usado para ativar algum tipo de
ou
automatismo que afaste o intruso
buzina
como, por exemplo, algum dispositivo
que faça barulhos de pessoas (um gra-
vador), mas que não fique acionado
de modo permanente.
Fig. 4 - Temporizando O acionamento de uma sirene com um circuito externo.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 49


UM ALARME DE
GAVETA E ARMÁRIO

escritórios,
Pequenosestabelecimen-
roubos em I do R
tos comerciais e industriais
] I'
a~~me
Lâmpadas,
ete

'"

e mesmo residências são


6+6V
difíceis de detectar, se não 300 mA
for usado algum dispositivo
que "pegue o ladrão no
momento exato do roubo".
O circuito que descreve-
mos a seguir foi usado, na
Sirene
prática, para flagrar uma
(110/220 V)
servente que se aproveita-
va da saída da secretária 1000 pFI
para abrir com uma chave
Fig. 5 - Temporizando uma sirene alimentada pela rede de energia.
falsa a gaveta de sua escri-
vaninha, e roubar dinheiro
de um caixa para pequenas despesas
da empresa que era controlado por
ela.
outros dispositivos
O que ocorria é que depois de vol- ~I"""--' 12V
tar do almoço, ao abrir a gaveta, a se- Relê À sirene e /
cretária passou a notar falta de dinhei- do alarme
ro no seu caixa. Para saber como isso
((
acontecia pois a gaveta era trancada
a chave, resolvemos utilizar o cirQJ.Jito " V /
da figura 7. No vizinho
Este circuito contém um sensor fei- Fig. 6 - Agregando um transmissor a um sistema de alarme.
to com um pedaço de fio de cobre rí-
gido, que deve ser cortado e dobrado ção, o alarme continuaria disparado, A potência do toque do sistema de
de acordo com a utilização. pelo fato de ter uma "trava" ou aviso deste alarme depende da sua
Assim, no caso da gaveta, o fio foi temporização. alimentação. Podemos dizer que com
posicionado de modo a manter o in- Colocado na gaveta da secretária 4 pilhas pequenas já se tem um bom
terruptor aberto ao ser colocado na (apenas poucas pessoas da empresa barulho, mas para aplicações em que
gaveta fechada, conforme mostra a fi- foram avisadas, e portanto estavam se deva realmente avisar muitas pes-
gura 8. atentas), ele tocou justamente no in- soas, pode-se utilizar 6 ou 8 pilhas com
Ao abrir a gaveta, o fio voltaria à tervalo para almoço da secretária. o transistor montado num pequeno
sua posição normal acionando o cir- Correndo para a mesa dela, as radiador de calor. Para desligar o alar-
cuito que então dispararia, produzin- pessoas tiveram a surpresa de ver a me, deve-se prever uma chave em lo-
do um forte som de sirene. servente assustada diante da gaveta cal oculto, ou ainda um sistema por
Veja entretanto que, mesmo que a aberta, segurando ainda uma cópia da meio de reed-switch, caso em que o
gaveta fosse fechada novamente, ou chave que havia conseguido não se barulho só cessa com a passagem de
ainda o fio recolocado em sua posi- sabe como ... um pequeno imã no local apropriado ...

7 3 -1
I
555
2

Gaveta
Alarme
"J.
Sensor
I470pF
Fig. 8 - Quando a gaveta é aberta, as lâminas
Fig. 7 - Um "alarme de gaveta". se tocam disparando o alarme.

50 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


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3 - Fonte de alimentação
as chamadas originadas 4 - Cabo de interface para simulação de
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ACHADOS NA
INTERNET~
Novos sites e novas informações úteis para os leitores que têm
acesso à Internet são focalizadas nesta seção. Faça uma visita aos
sites interessantes e grave seus endereços em sua lista de prefe-
rências.

~e.~
Um·problema que tem sido relata- No entanto, digitando este endere- É bem possível que a empresa seja
do por alguns leitores é a dinâmica da ço, pode ocorrer que seja enviada uma agora encontrada e, navegando den-
Internet, que faz com que muitos sites mensagem de erro, quer porque o do- tro de suas páginas (a maioria possui
apareçam e desapareçam rapidamen- cumento não se encontra mais dispo- sistemas de busca interna) possamos
te, não dando tempo aos usuários para nível, ou porque houve uma mudança encontrar nosso documento. Se isso
acessá-Ios e obter as informações de localidade. "Errar 404 not found", não for possível, poderemos usar o E-
desejadas. ou ainda, "não localizado" são as men- mail para perguntar como obter a do-
Associado a esse problema, temos sagens mais comuns neste caso. cumentação desejada.
as mudanças de endereço que ocor- A idéia é então eliminar a parte fi-
rem em muitos casos quando uma nal do endereço e tentar somente com
documentação importante muda de a parte que leva à empresa e, eventu- A TERRA VISTA DO ESPAÇO
lugar, e o velho endereço de acesso almente, ao departamento de
armazenado no computador não vale semicondutores digitando: Veja a casa do vizinho do alto a
mais. partir das imagens obtidas de um sa-
A Internet é extremamente dinâmi- http://www.xyz.com/semi/ télite russo ou americano.
ca e devemos estar preparados para
isso.
D Welcome ~ ~ICroSOft T er!B~_~rve~~~crosoft Int~rn~t E~~ore~ ~ ~f€J 13
Uma pequena sistemática pode
tanto ajudar a encontrar "sites perdi- (3 ~
Página .; Pesquisar Favoritos Histórico Canais
dos", bem como encontrar documen- ~\'
inicial ~ W
tos quando o endereço muda, ou con-
tém algum erro.
O que se faz é digitar apenas o
nome principal da empresa ou do site,
deixando a procura do documento in-
teressado para ser feita uma vez den-
tro do site. World Imagery Database 'l~t~Qt~1buto~s
Vamos dar um exemplo:
Se o leitor está procurando o
Have you ever wondered what your neighborhood
looked Iike from space, or wished you could get an
aerial shot of your favorite vacation spot? Welcome to
:--.~;~:
COMPAQ .:.:,

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52 SABER ELETRÔNICA NQ315/99


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dos Unidos disponíveis Uá que foi fei- Conheça o C ISA
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nagem pelos russos), se bem que exis- Lãmpadas de 12V
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tam outras regiões do mundo cober-
tas.
Basta então clicar na região dese-
jada, e com ampliações sucessivas
pode-se obter uma definição de ima-
gem de 1 pixel para 8 a 32 metros. Além de informações de grande gravação do assobio, que é produzido
utilidade para os que trabalham com nesta faixa de frequências pelos rai-
eletrônica e radiotransmissão e sobre os. Para os leitores que não sabem,
VLF EM PORTUGUÊS os produtos da Keletron para a área as VLFs são muito usadas para o es-
de sonorização ambiente e outros, o tudo das tempestades, já que uma boa
Para os leitores que desejam ter leitor poderá acessar a Lei das Rádi- parte do espectro de rádio-emissão
informações sobre a escuta de os Comunitárias e o Decreto Lei dos raios ocorre nesta gama de
frequências muito baixas VLF (entre Radiocom Norma 02/98 Radiocom. frequências.
30 kHz e 300 kHz), sugerimos a visita As frequências de operação dos
ao site do nosso colaborador Yoji telefones celulares banda A e B tam-
bém podem ser encontradas neste FAIRCHILD SEMICONDUCTOR
Konda, da Keletron Fontat no endere-
ço: site.
Mas, o mais interessante é justa- Um site de grande importância
http://www.yojikonda.com mente a escuta das VLFs, onde pode- para todos que trabalham com eletrô-
se dar o download em Real Audio da nica é o da Fairchild Semiconductor
no endereço:

http://www.fairchildsem.com/
index.html

Nele temos a possibilidade não só


de acessar informações sobre compo-
SIEMENS De.lse" Find Contael Home
nentes desta empresa com destaque
lhe Compaoy Praducts & Solutions lnveslor Relations Jobs & Carner Press aos transistores de efeito de campo de
potência, como também obter Data
Sheets e Application Notes, que po-
The address VOU are searching for could not be
found or is not available any more. dem ser gravados no formato PDF.
Please check your input or use the Para encontrar informações sobre
Keyword Search in the Siemens Homepage um componente, basta entrar em
"Product Selection Guide" e digitar o
Search for:
que se deseja.
L Im:lEl
f __
SIEMENS SEMICONDUCTOR

o acesso ao site da Siemens


Semiconductor é de grande importân-

53
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
cia para os leitores pelo conteúdo. Não
só os componentes desta empresa
podem ter suas características consul- ~.- .,~~ L!J
Página J; Pesquisar Favoritos
tadas, como também poderão ser inicial

acessadas informações de grande uti- Endereço!~ http://www.2xtreme.net/d••ge/


lidade para projeto.
O endereço do site da Siemens é:
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sem iconducto risrlsearch. htmI board layouts, and control software. It's alI here!

CAUTIO::'if:This is a hands-on "Do It" Web site.


Digitando em "Search af Type
Names", por exemplo o SLB0587 I Introduction I FREE Plans I FREE SofuNare I Complete Kits I FAO I
(Dimmer Para Lâmpadas Halógenas
que publicamos num projeto na Revis- PROJECT > UsingPC Parallel Port for IIO
ta 312), o leitor poderá acessar todas
PROJECT > MicroLab - Better than 10 Parallel Ports for IIa
as informações sobre este componen-
te no formato PDF para gravação e PROJECT > Using PC Garoe Por! - DTMF Mie Piekup
impressão.

USANDO A ~ iJ ~ ~ H a sy;'ay - H [!] C0!;jTROL. L


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para o uso da Porta Paralela é: ETEL
Muitos leitores nos escrevem pe-
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do PC no controle de dispositivos, ou parport.html lpaussú-SP tem um site que deve ser
ainda na aquisição de dados pela Por- visitado por todos aqueles que preten-
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pode ser obtida na Internet (em inglês) circuitos incluindo: circuito prático, cir- O endereço da ETEL é:
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No documento que apresentamos QBasic:
a seguir temos circuitos práticos e até No site da mesma empresa (http:// No site, o leitor pode clicar em "cur-
o acesso a um programa de controle www.2xtreme.net/dage) pode-se tam- sos" e ver as modalidades oferecidas
que pode ser usado para projetos prá- bém obter outros documentos técni- pela escola.
ticos e experimentais. O endereço da cos relativos a interfaceamento do PC Ipaussú fica próximo de Ourinhos,
DAGE Scientific e da documentação inclusive usando a porta serial. no final da rodovia Castelo Branco; e
é uma cidade bastante acolhedora.
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balho reconhecido .•

54 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


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terísticas os restringem a aplicações

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co conhecidos dos técnicos comuns e

01000 mesmo de muitos engenheiros que


não trabalham nas áreas em que eles
são mais usados. Exemplos destes

IMPATT
componentes são os diodos Tunnel e
Gunn, além de outros empregados em
circuitos de microondas. Neste artigo
focalizamos mais um componente des-
ta família, o diodo Impatt, usado em
~e.~ circuitos de altas frequências.

As características e a "avalanche" nos dispositivos práticos podem ocor- ra em frequências tão altas como 100
de determinados tipos de junção que rer muitas variações. GHz.
apresentam uma condição de resistên- No fundo podemos dizer que se tra-
cia negativa, fazem com que sejam ta de uma junção PN, embora um pou-
ideais para a produção de sinais de co mais sofisticada pelas regiões in- FUNCIONAMENTO
frequências muito altas, na faixa de termediárias, o que não nos impede
microondas, como, por exemplo, as entretanto de classificar o dispositivo O funcionamento básico do com-
que são típicas dos diodos Tunnel e como um diodo. ponente ocorre em duas áreas distin-
Gunn. O símbolo + empregado na figura tas. A primeira é a região de avalanche
Um componente muito importante significa que se trata de uma região ou injeção onde os portadores de cor-
desta família é o diodo Impatt, cujo semicondutora que tem um grau de rente (elétrons ou lacunas) são gera-
nome deriva de IMpact Avalanche dopagem um pouco maior que as re- dos. A segunda é a região de impulso,
Transit Time. giões normais. através da qual os portadores de car-
Este diodo pode ser usado para Vemos então que, graças a estas ga passam levando um certo tempo.
produzir sinais na faixa de 3 a 100 regiões, existe um campo elétrico um Este tempo de trânsito é funda-
GHz, com potências de saída que fi- pouco mais intenso na região N de mental para o funcionamento do dis-
cam normalmente entre 0,1 e 1 W, modo a confinar o fenômeno da positivo uma vez que levam o circuito
superiores as de outros componentes avalanche numa região menor do com- a uma espécie de ressonância, geran-
da mesma família já citados. ponente. do o sinal na frequência desejada.
A idéia básica do diodo Impatt é A região marcada com I indica um Na operação normal o diodo Impatt
de W. Schockley, dos laboratórios da semiconductor intrínseco que possui é polarizado no sentido inverso de
SeI! Telephone e vem de 1954. Inicial- uma baixa densidade de cargas. Esse modo a atingir a tensão de ruptura in-
mente Schockley propôs o uso de uma setor do componente funciona prati- versa da junção PN.
junção PN no seu dispositivo, mas, camente como um isolante até o mo- O campo elétrico na junção PNPO
posteriormente, para se obter um com- mento em que portadores de carga produzido por regiões P e N altamen-
ponente prático, a idéia precisou ser são injetados vindos de outras regiões. te dopadas é muito forte.
aperfeiçoada por W. T. Read em 1958, O diodo proposto por Read a partir da Isso significa que a tensão apare-
que passou ao uso de uma junção forma básica, é mostrado na figura 2. ce numa região bastante estreita, o
completa do tipo P+/N/I/N+. As dimensões muito pequenas
No entanto, um dispositivo prático dessa estrutura permitem que ela ope-
só apareceu pela primeira vez em
1965, utilizando além da estrutura pro- N+ N
posta por Read, diversas outras.
Anodo

ESTRUTURA
p+
Na figura 1 temos a estrutura bási- Anodo

ca de um Diodo Impatt, lembrando que Fig. 1 - Estrutura básica do diodo Impatt. Fig. 2 - Estrutura de um diodo Impatt na prática.

56 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


que faz com que os portadores sejam Todavia, logo após sua criação os duzem módulos contendo diodos
acelerados com muita intensidade. portadores de carga começam a atra- Impatt já preparados para funcionar
Quando estes portadores colidem vessar a região N+, estabelecendo como fontes de potência de sinais na
com a estrutura cristalina do material, assim a corrente externa. faixa de microondas.
eles liberam mais portadores de car- Veja pelos gráficos que, enquanto Uma destas fontes, por exemplo,
ga, que também são acelerados e que a corrente demora um tempo curto indicada como IP-6, pode gerar sinais
por sua vez também colidem com áto- para fluir pela região de aceleração, a de 26,5 GHz a 40 GHz com uma po-
mos da estrutura cristalina, liberando tensão se mantém por mais tempo. tência de 30 W (pulsos de 100 ns e
mais portadores num efeito em Note que esta defasagem faz com ciclo ativo de 1%), ou podem produzir
avalanche. que ao se aplicar uma tensão ao com- uma saída de 0,5 W com pulsos de
O resultado final da aplicação da ponente, a corrente fica fora de fase. 0,1 a 1 ms e ciclo ativo de 50%.
tensão mínima de ruptura com a libe- Assim, se a tensão correta for aplica- A empresa que anuncia estes com-
ração de uma certa quantidade de da ao componente, ele entra em osci- ponentes indica que pode fabricar
portadores de carga é a diminuição da lação, podendo gerar sinais de módulos geradores de microondas
resistência do componente. Temos frequências muito altas. para qualquer frequência dentro da
então uma região de resistência ne- faixa de 20 a 140 GHz.
gativa, fundamental para que ocorra a Essa empresa também trabalha
oscilação. OUTROS TIPOS com módulos que usam diodos Gunn.
Lembramos que na região de
resistência negativa um aumento da Um componente derivado do diodo
tensão provoca uma redução da Impatt e com nome parecido, é o USOS
corrente. Trapatt. Esse nome componente vem
Observe entretanto que no diodo de Trapped Plasma Avalanche- A possibilidade de se usar este
Impatt este efeito não ocorre com a Triggered Transit e consiste num diodo componente para gerar sinais na fai-
corrente que polariza o componente oscilado r de microondas. xa de microondas de 3 a 100 GHz com
diretamente, mas sim sobre a tensão O Trappat é formado por um diodo muita facilidade, sem a necessidade
alternada, que é gerada pelas diferen- semicondutor numa cavidade coaxial de muitos componentes torna-o ideal
ças de fase que surgem com o movi- ressonante. Quando devidamente po- para aplicações em alarmes, radares
mento dos portadores de carga em larizado, ondas de alta frequência são e equipamentos de telecomunicações
ondas dentro do próprio componente. emitidas dentro da cavidade. que operem nesta faixa de
Isso significa que, quando um si- Com a reflexão, estas ondas frequências.
nal AC é aplicado a este componente, realimentam o processo de emissão, Para polarizar o diodo Impatt no
os picos de corrente ficam 180 graus levando o dispositivo à oscilação. ponto de funcionamento, normalmen-
defasados dos picos de tensão. te são exigidas tensões na faixa de
Esta defasagem é resultante de 75 a 150 V. Um ponto importante que
dois atrasos que ocorrem no compo- OIOOOS IMPATT COMERCIAIS deve ser considerado na sua aplica-
nente: o primeiro, decorrente da inje- ção, é o elevado nível de ruído que
ção de cargas e o outro, decorrente Algumas empresas como a Insight aparece junto ao sinal devido ao pro-
do tempo de trânsito. Products (http://www,insight- cesso de avalanche que ocorre no
Na figura 3 vemos o que ocorre product.com/products/solid2.htm) pro- componente. -
com os sinais no diodo Impatt em vis-
ta do que falamos.
Fig. 3 - Sinais num diodo Impatt.
Quando a tensão aumenta a pon-
to de ocorrer a ruptura inversa da jun- Campo
ção, a produção de portadores de car- elétrico
ga não ocorre imediatamente, mas é (ou tensão)
retardada. Isso acontece porque essa
produção de portadores não depende
apenas do campo elétrico presente,
mas também do número de portado- Geração de
res que já estejam presentes. portadores de
Depois que o campo elétrico pas- carga
sa do valor de pico, o número de por-
tadores continua a crescer alcançan-
do um máximo 90 graus após o pico
de tensão de entrada. Corrente
Quando o campo torna-se negati- externa
vo, o processo de geração de porta-
dores pára, e então a corrente come-
ça a cair.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 57


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O chip que veio do frio - Dispositi- nicos Hugo Gernsback
INDICADOR DE
CARGA REMOTA
~e.~

Que tipo de aplicações pode ter


um circuito que dispara um alarme
quando a corrente que alimenta algum Eis um circuito interessante para aplicações industriais,
deixa de circular? comerciais e domésticas: ele indica quando uma carga
As possíveis aplicações para o remota está sendo alimentada, disparando um alarme
projeto que descrevemos a seguir vão
mostrar que se trata de algo bastante caso a corrente seja cortada ou ocorra algum problema de
útil podendo atender às necessidades funcionamento.
de nossos leitores.
Monitoração de alarmes: o circuito
pode ser usado para indicar quando a
alimentação de um alarme remoto é Monitoração de funcionamento máquina industrial que não pode
cortada, o que pode ser feito por um de cargas remotas em geral: uma parar, por exemplo, pode ser constan-
intruso, conforme mostra a figura 1. geladeira num local distante, ou uma tamente monitorada à distância bas-
tando para isso que no fio que a ali-
menta seja intercalado o aparelho, veja
a figura 2.'
Alarme de falta de energia: como
Fig. 1 - O circuito detecta quando
a alimentação do alarme é cortada.
o circuito dispara também com o corte
da energia, ele pode ser usado para
monitorar o funcionamento de freezers
Alarme
e geladeiras, tocando o alarme caso

- ~I/

~//I\:::::'
eles sejam desligados por algum mo-
tivo. O circuito tem fonte de alimenta-
ção própria e o seu transdutor fornece
Interrupção
um sinal com bom volume sonoro.
por um intruso
Mas, a vantagem importante des-
te circuito é que além de não "roubar"
Aquecedor numa estufa energia de forma perceptível do apa-
relho alimentado, seu isolamento da
rede é total garantindo-se assim se-
"'" gurança no seu uso.

COMO FUNCIONA

Um transformador com baixíssima


Fig. 2 - O indicador avisa se o aquecedor remoto deixar impedância de primário retira a
de funcionar (queimar ou ocorrer outro problema).
corrente da rede de energia através
de sua ligação em série com o apare-

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 61


~
13 7 C=:J

••• C4
--
CI1 = 4093

100 pF
+
AS1 6/9 V

' I,
IDl
-
B1

Fig. 3 - Diagrama completo do indicador de carga remota.

lho alimentado. Assim, só teremos cor- 4093, que funcionam como um buffer- MONTAGEM
rente induzida no secundário deste amplificador digital.
transformador, se houver circulação de A carga desta etapa é um Na figura 3 temos o diagrama com-
corrente pela carga. transdutor piezoelétrico de bom rendi- pleto do Indicador de Carga.
O circuito funciona bem com cor- mento que vai gerar o tom audível. A disposição dos componentes
rentes a partir de uns 100 mA, existin- Na condição de repouso, com os numa placa de circuito impresso é
do um ajuste de sensibilidade que per- osciladores inibidos, a corrente drena- mostrada na figura 4.
mite que ele detecte não apenas o da pelo alarme é da ordem de 0,5 mA, O transformadorT, é enrolado num
corte da alimentação, mas eventuais o que significa uma excelente durabi- pequeno anel de ferrite (núcleo
quedas de consumo (que podem es- lidade para as pilhas ou baterias usa- toroidal) de 1,5 a 2,5 cm, e não é críti-
tar associadas a algum problema ou a das na alimentação. Com o toque do co. O enrolamento primário tem 10
algum evento que deva ser acusado). alarme, a corrente drenada sobe para espiras de fio grosso, de acordo com
A pequena tensão que obtemos no aproximadamente 5 mA. a corrente exigida pela carga. Para
secundário do transformador é aplica-
da a um diodo que a retifica e a um
capacitor que a filtra, de modo a pola-
rizar de uma forma suave a base de Fig. 4 - Placa de
um transistor (Q,). circuito impresso do
indicador de carga
P, deve ser ajustado para que o remota.
transistor vá ao corte quando a carga
estiver sendo alimentada com sua cor-
rente normal.
Com a saturação do transistor, é
aplicado um nível baixo às entradas
de duas portas NAND de um 4093
CMOS, que funcionam como
osciladores. Estes se mantêm inibidos
com a aplicação do nível baixo em ~
suas entradas.
[O X1
Um dos osciladores gera o tom de O]
áudio cuja frequência é determinada Pl

I
R2 Cll
por C2 e R3' enquanto o outro gera a
intermitência com a frequência deter-
11 :

d4
minada por C3 e R4' O leitor pode me-
xer à vontade nos valores destes com-
ponentes de modo a obter o sinal de ~1'
aviso desejado. T1

fO
Quando a corrente deixa de circu-
lar pela carga, o transistor deixa de ser
polarizado e com isso o seu coleto r vai
ao nível alto, habilitando os dois
osciladores.
I + Z, ~2Q

f"oJ
Q O /-ºl
~To",
6/9 V

Os sinais gerados podem então ser


aplicados às duas portas restantes do

62
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
Furo para

-Q)!)
X1 ~

~
A TElETRONIX é uma empresa
localizada no Vale da Eletrônica,
Fig. 5 - Sugestão de caixa para montagem.
voltada para o mercado de radio.
correntes até 2 a 3 A pode ser usado para intercalar em série com o circuito comunicação, que fa~rica sis~~
o fio 22 ou 20. mas para transmissão FM estéreo
monitorado, conforme mostra a figura
O enrolamento secundário tem de 6. É importante lembrar que este cir- com qualidade e tecnologia.
30 a 40 espiras de fio fino, 28 ou mais cuito vai trabalhar com a tensão da
Os melhores equipamentos de
fino. Dependendo da aplicação, pode rede e que, portanto, está sujeito a
estúdio para sua emissora.
ser necessário alterar o número de tensões perigosas. Deve ser tomado
o máximo de cuidado com os isola- - Transmissores de FM Homologados
espiras deste enrolamento para se (10,25,50, 100 e 250W)
obter o funcionamento correto do cir- mentos do setor de entrada.
-Geradores de Estéreo
cuito. O transistor e o diodo admitem
-Compressores de Áudio
equivalentes, e o transdutor é do tipo -Chaves Híbridas
piezoelétrico. INSTALAÇÃO E USO -Unk's de VHF e UHF
Os resistores R3 e R4 que determi- - Processadores de Áudio
nam a frequências dos osciladores O circuito é ligado em série com a
- Amplificadores Autom.otivos
podem ser alterados numa ampla carga a ser monitorada. Uma vez
faixa de valores.Todo o conjunto deve feita sua conexão e ligada a carga,
ser instalado numa pequena caixa acione S1' Ajuste então P 1 para que o

-
plástica e conforme a aplicação circuito, pare de emitir sons.
podemos incluir o cabo e a tomada Se este ajuste não for conseguido, ~'-dÇ
~ FMde5!lW-
(figura 5) . talvez seja necessário aumentar o . ,
Se o aparelho for para monitoração
remota, pode-se ter uma caixa com
dois bornes, ou tomada de parafusos
número de espiras do secundário do
transformador T1• Comprovado o fun-
cionamento, é só fazer a instalação
definitiva do aparelho. -
\",,~"\,......,
\-\-1 ,=-1
.~.t!!Jl...=J L ..•..·L····
•••
,
í
'n•••• ..
._,
.1-
'\ - 1.'. ..
fM YJlAHSMI'ft'lJ,Jo ".d
1::-
$II'$C$O
- ':::~,
<>.>;'~
-

11 u_' ,,_ • -- -- I1 !IIld!1k j1~ l~l3<?rt.!ge".J ~'S.t!!n!!._-


LISTA DE MATERIAL
ii
Semicondutores: i
C2 - 47 nF - cerâmico ou poliéster
CI1 - 4093 - circuito integrado CM08 C3 - 470 nF - cerâmico ou poliéster
Q1 - BC548 ou equivalente - transistor Diversos:
, NPN de uso geral T1 - Transformador toroidal - ver texto
D1 1N4148
- ou equivalente - diodo de 81 - Interruptor simples : ~=-.b--~,:_~ ~l :
uso geral X1 - Transdutor piezoelétrico
Resistores: (1/8 W, 5%) B1 - 6 ou 9 V - 4 pilhas ou bateria
R1 - 1 kQ R2 - 100 kQ Placa de circuito impresso, suporte de
~~!!!º~
:
R3 - 47 kQ R4 - 2,2 MQ pilhas ou conector de bateria, caixa _Com'pre~sor~e
P1 -

Capacitores:
10 kQ - trimpot

C1, C4 - 100 IJF/12 V - eletrolítico


,.,. ~ -'1!"
para montagem,
toroidal para o transformador,
solda etc.
núcleo de ferrite
fios,

,..,
: ~_._--~--~-~_._-
~ " ofr;.o",

TElETRONIX, a melhor opção


para quem deseja montar ou
f'.,J
Carga
remota , equipar sua própria rádio"seia el,a
..--Interromper
prº,fi~sional OÜ comúnitária•...
. '. www.teJetronix.com.br~
8
~
Consuf(e~noscé'cômprove ~
nossas vantagens ~
'-'
• C>
Fig. 6 - Outro modo de
usar o indicador. A
Saída
carga remota deve ser
o único aparelho na
TEI,ETRONIX ~.,.
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linha. _S1 ,\

Rua PedroSancho Vilela, 571 • Sta Rlta do Sapucaí • MG


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SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 63


SERVICE

o DIPOLO DE MEIA ONDA


~e.~

Quando uma onda eletromagnéti-


ca é interceptada por um condutor, A antena mais comum e universalmente conhecida, a partir da
surgem no mesmo correntes induzidas
qual são projetados e mesmo avaliados outros tipos de antena, é o
cujas características vão depender do
formato do objeto, de suas dimensões, dipolo de meia onda. Se o leitor é estudante de Telecomunicações
e da própria frequência do sinal inter- ou um profissional da área que deseja rever seus conhecimentos
ceptado.
sobre esta antena, este artigo pode ser de grande utilidade. De
Se o objeto tem um formato não
definido, como mostra a figura 1, as modo didático, o dipolo de meia onda tem suas características e
correntes induzidas circulam em per- aplicações abordadas de maneira que todos possam entender.
cursos fechados, dissipando a ener-
gia da onda interceptada na forma de
calor. em que as tensões induzidas apresen- de modo a maxlmlzar a tensão
No entanto, podemos aproveitar a tam o mesmo valor, não haverá dispo- induzida quando ele intercepta uma
energia do sinal interceptado para ex- nibilidade de energia externa e ele não onda eletromagnética de alta
citar um circuito externo, caso em que funcionará eficientemente como ante- frequência.
o objeto será usado como uma ante- na. Neste caso, a diferença de poten-
na. Ver figura 2. Para que o objeto funcione como cial induzida no circuito externo pode
É claro que, se ligarmos o objeto uma antena, é importante que ele te- ser suficientemente grande para que
ao circuito externo a partir de pontos nha formato e dimensões calculados haja sua excitação, e o objeto funcio-
nará de modo eficiente como uma "an-
Condutor tena", figura 3.
Correntes
Demonstra-se que um objeto que
induzidas
foi dimensionado para funcionar como
uma eficiente antena na recepção de

))))

um sinal de determinada frequência,
também será eficiente na transmissão
de sinais desta frequência quando
Ondas correntes correspondentes forem obri-
eletromagnéticas gadas a circular por ele.
Na prática, usamos as antenas tan-
Fig. 1 - Correntes são induzidas em qualquer condutor que intercepte uma onda.
to receptaras como transmissoras em
muitos sistemas de telecomunicações,
Correntes que vão desde a TV e FM comuns até
a telefonia celular, pagers, comunica-
ções via satélite, GPS e muitos outros.
As antenas usadas nestes siste-

00''') ) ) Não
Ao
mas podem ter os mais diversos for-
matos e dimensões, dependendo da
há tensão
circuito faixa de frequência de operação,
diretividade, sensibilidade e alguns
Fig. 2 - O objeto deve ter forma tal que as correntes não fiquem limitadas ao seu interior.
outros fatores desejados.

64 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


-
- v -
Na prática, demonstra-se que, se
o elemento for mais grosso, o compri-
mento deve ser menor em relação às
dimensões da onda, de modo que os
Sloal) ) ) efeitos que estas dimensões têm (que
Ao são opostos) sejam compensados.
circuito Uma fórmula empírica pode ser
usada para calcular o comprimento de
Fig.3 - Umobjetopodeserusadocomoantenasea correnteinduzidapuderserenviadaaocircuito.
um dipolo de meia onda em função da
Todavia, a ligação no ponto indica- espessura dos elementos usados:
No entanto, todas elas partem da
do não é uma regra.
antena mais simples em seu princípio L = 150 x k/f
Estudos mostram que os fios po-
de funcionamento, que é justamente
dem ser ligados em pontos intermedi-
o dipolo, assunto de nosso artigo.
ários de cada elemento, conforme ilus- Onde: L é o comprimento da ante-
tra a figura 5, através do que se deno- na em m

o DIPOLO DE MEIA ONDA mina de "adaptado r delta". f é a frequência de operação em


Com a ligação em pontos diferen- MHz
tes dos elementos, podemos modifi- k é uma constante que depende da
o dipolo de meia onda é formado
car a impedância da antena de modo relação entre o comprimento e a es-
por dois elementos condutores dispos-
que ela case melhor com as caracte- pessura dos elementos, podendo ficar
tos da maneira indicada na figura 4, e rísticas da linha de transmissão entre 0,9 e 0,99 nos casos mais co-
cujas dimensões estão diretamente muns.
usada.
relacionadas com a frequência do si-
Em outras palavras, o adaptador se Na prática, para antenas que ope-
nal que deve ser recebido (ou trans-
comporta como se fosse um casador ram na faixa de VHF (TV e FM) o valor
mitido).
de impedâncias. de k pode ser tomado como 0,95.
Como podemos ver, a distância
Um ponto importante que deve ser
entre as extremidades do dipolo
levado em conta ao se falar que o Exemplo:
corresponde à metade do comprimen-
to da onda. dipolo de meia onda tem dimensões Vamos calcular como exemplo o
equivalentes à metade do comprimen- comprimento que deve ter um dipolo
A onda eletromagnética ao incidir
to da onda do sinal a ser trabalhado, é de meia onda para operar na
nesta antena, conforme ilustra esta fi-
que, nos metais a velocidade de pro- frequência de 100 MHz.
gura, terá seus valores de pico nas
pagação dos sinais é menor do que
extremidades da antena de modo que L=?
a tensão induzida obtida é máxima. no ar (e no vácuo).
Isso significa que, na prática, as k = 0,95
A antena dipolo pode ser compa- f= 100 MHz
dimensões dos elementos de uma
rada a um circuito ressonante tipo sé- antena de meia onda devem ser um
rie com uma impedância teórica nula
pouco menores do que a correspon- L = 150 x 0,95/100
na frequência de ressonância.
dente à metade do comprimento de L = 1,424 m
No entanto, demonstra-se que, na
onda, conforme mostra a figura 6.
realidade, este dipolo comporta-se
Um outro fator relevante que deve
como uma resistência que deve absor- IMPEDÂNCIA
ser considerado no dimensionamento
ver a potência de radiação, cujo valor
prático de uma antena, é que a espes-
é calculado em 72 Q. Liga-se então o sura do elemento e não só seu com-
fio ao circuito externo no centro do O valor 72 Q para a impedância de
primento, influem em suas caracterís- um dipolo supõe as condições ideais,
dipolo onde temos uma condição de ticas. que corresponderiam a uma espessu-
tensão nula e corrente máxima, dei-
Os elementos possuem indutân- ra nula para os elementos.
xando-se uma pequena separação, de
cias e capacitâncias que dependem da No entanto, na prática, pode-se al-
acordo com a figura 5.
espessura do elemento, além de seu terar esta impedância de diversas for-
comprimento. mas, além de outras características da

..···---···
...1
Corrente
antena como, por exemplo, seu fator
.•.... - , de qualidade (fator Q).
............•.... 14 Separação _I
: •••• 'A./2 •• •• ",:

f ~ . ~. , . '. o 02 'A.
:+
::' 'n=::
h
-+; ~ 02~-'" ' ..• :

~'.. ",,\~ 'j ______


.t__ :...........•.... ::
Tensão Elementos
. :4 Dipolo _:
condutores
:4 'A./2 _:
}.. (Lãmbda) ~ comprimento de onda Linha de descida
Fig.6 - O dipolodeveserumpoucomenor
Fig.4 -O dipolodemeiaonda. Fig.5 - O adaptador
"delta". quea metadedocomprimento daonda.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 65


c1uir que, se temos de projetar uma
}Iemento

====1 I
lino antena para trabalhar numa faixa mui-
to estreita de frequências, como por
[::::>, r<=::J
exemplo numa estação fixa de teleco-
Faixa
estreita
.•.•
J..~~..•I
'1:\'
'Ia
(MHz)
municações, os condutores usados no
dipolo devem ser os mais finos possí-
~~

Elemento grosso veis, de modo a obtermos maior O, ~.'~


II ~ I uo,--- -' I
veja ilustração da figura 8.
Por outro lado, se a antena for usa-
Fig. 9 - Dispositivos de elementos que
da para trabalhar com uma faixa mais
larga
Faixa .A' :
...... "~I~"..• I (MHz)
larga de frequências, como, por exem-
plo, em TV, devemos usar elementos
alargam a faixa de sintonia de uma antena.

Fig. 7 - Elementos mais grossos mais grossos.


diminuem a seletividade da antena. Na prática, existe uma solução in-
teressante para se evitar o uso de um
Frequência elemento muito grosso para uma an-
tena que deva ter uma faixa larga,

~
)Li"
...... L ... '10
~I (MHz)
como, por exemplo, no caso de V,
Demonstra-se que a utilização de
disposições de elementos finos como
as mostradas na figura 9 se compor- Dipolo
tam como se fossem grossos.
Fig. 10 - Uma antena de UHF de faixa larga.
jElemento Esta técnica é bastante conhecida,
lino
por exemplo, nas populares antenas
Fig. 8 - Antenas para faixas "pé de galinha" para TV. A partir deste plano a sensibilida-
estreitas devem usar elementos finos.
As antenas de UHF para TV tem o de se reduz com a obtenção de um
elemento dipolo na forma de "gravata padrão na forma de um 8 de acordo
o que acontece é que, em certas borboleta", observe a figura 10. com a figura 12.
aplicações. como por exemplo em TV Se levarmos em conta os sinais
e mesmo telecomunicações, a antena que venham apenas num plano hori-
deve ser dimensionada para ter um DIRETIVIDADE zontal, podemos perceber que o dipolo
certo ganho não apenas numa pode recebê-Ios com igual sensibilida-
frequência, mas sim numa faixa de Uma das características mais im- de quando eles vêm tanto de frente
frequências, vide figura 7. portantes de uma antena é a sua como por trás.
diretividade. Devemos, contudo, observar que a
o
fator de qualidade (O) mede jus- No caso do dipolo de meia onda, característica de diretividade na forma
tamente a largura da faixa que a ante- não se pode captar os sinais com igual de 8 só é válida quando a frequência
na pode receber e é dado por: eficiência quando eles incidem de di- dos sinais corresponde à frequência
ferentes direções. para a qual a antena foi dimensionada.
0= Xc/R A sensibilidade máxima ocorre Se sinais de frequências diferen-
quando os sinais incidem segundo um tes como, por exemplo, harmônicas,
Onde: plano perpendicular ao plano determi- incidirem nesta antena, lóbos podem
O é o fator de qualidade nado pelos elementos e uma linha aparecer mudando completamente
Xc é a reatância capacitiva da an- qualquer perpendicular a ele, como suas características, conforme mostra
tena (O) mostra a figura 11. a figura 13.
R é a resistência própria do con-
dutor usado (O)
...... :
Observe que usando materiais de
baixa resistividade e de diâmetro mai- -. Plano

or, diminuimos o valor do denomina- - .,:. ~ • " :". : 'li perpendicular ao dipolo
•••••••• " , •• I ••••• :

~.L :~---
dor do segundo membro da expres-
são, o que significa aumentar o fator
de qualidade da antena. I •••••• ~."' ••
~ Dipolo

Note que a impedância de uma I ," •• , ••


I ,," ' •••••••
I .., ••••
antena se mantém constante apenas
no seu centro, e que ela aumenta em :: ;.' ". ~: •• , ,.)
,14: •.••• Direções dos sinais

direção às extremidades numa propor- ~ ••••••• no plano perpendicular ao dipolo


ção tanto maior quanto mais fino seja "

o condutor usado. Isso nos leva a con- Fig. 11 - Direções dos sinais para a máxima sensibilidade.

66 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


CONCLUSÃO
: Trás Fig.12- Padrãodesensibili-
•• ~. ';" ~ ' •• o dadedeumdipolo.
Não basta simplesmente
ter os elementos do dipolo ":.< ..::'.....~....::.. >:)
dimensionados de maneira .' '".': : : "/066' Sensibilidade
.' •••• :: ••••,..
:-. •••• ,: '0"33" '..
relativa
correta à operação numa de- 45° •••••• ' #
: '~ •• :
••••••••
"" •••• ,
}' 45
terminada frequência para li, : " •
, •"f..', , Dlpolo
obter o melhor desempenho
sob determinadas condições.
.
~,I
~,. r .••
.
I • ..
III

.. ~f : ':"/0,33
Uma antena é um elemen- .. "c; .... : .."..': ""'....
'.'
,••••
•••••••• ~·0.66 ,
to crítico com muitos fatores •••• II •
I I.,. ••••
' ••••••••
"''''l,' .•.•~.•.•••.•... ~ .•...•.•.•.• I" :-:1
influindo no seu desempe- I' .••• \ I " ••.••• o

nho . 45°' ••••• .•.••


". ~ .•.!: .•.•...•.
••••••••• 45

O técnico de telecomuni- : Frente

cações ou simplesmente o
profissional instalador de an-
·, Fig.13- Padrãoobtidopara
,· umafrequência harmônica
tenas de TV e outros equipa-
....:
.......
dacorrespondente ao
mentos deve estar atento, .... ,' .. .
,. ·· . dipolo.
., .
~ . .. "
procurando entender muito
. . . ..
. ' ./
,
....
bem como elas funcionam . ••••
.. '.' ". t

É fundamental para o su- ". ::: .' ..


cesso do profissional enten- •.•. :.~.::
c:=========:=:=:~~. .•..•.•.••
~'.. Dlpolo
, ..... -:.~~: ;::: ..
der de que modo pequenas .... :. ~ .

coisas, aparentemente sem ••


.... ,':
I "
" \. .
••
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importância, podem modifi- I
••
••••
,
I
I
••
•• ,
I

car o desempenho de uma


.,'
\:., : ::.
antena. - ··:
·

MANUTENÇÃO EM EQUIPAMENTOS HOSPITALARES


O OBJETIVO deste curso é preparar técnicos para reparar equipamentos da área hospitalar, que utilizem
princípios da Eletrônica e Informática, como ELETROCARDIÓGRAFO, ELETROENCEFALÓGRAFO, APA-
RELHOS DE RAIO-X, ULTRA-SOM, MARCA-PASSO ete,

Programa:
Aplicações da eletr.analógica/digital nos equipamentos médicos/hospitalares •.,
".
I !
Instrumentação baseados na Bioeletricidade (EEG,ECG,ETc.)
Instrumentação para estudo do comportamento humano
Dispositivos de segurança médicos/hospitalares
Aparelhagem Eletrônica para hemodiálise
Instrumentação de laboratório de análises
Amplificadores e processadores de sinais
Instrumentação eletrônica cirúrgica -J.~
Instalações elétricas hospitalares Maiores informações ligue através ' --..•. ~::---
Radiotelemetria e biotelemetria de um fax e siga as instruções. Tel: Válido até 10/05/99
Monitores e câmeras espe~~ (011) 6941-1502 - SaberFax 2030.
Sensores e transdutores ~"'~." .--:-:---'.
Medicina nucl~ar
Ultra-sonografia
Eletrodos
;~/"I
'":.~
"~'I
•. ~'" ..
i'~"I~.:':".-:::!~
Raio-X

PREÇO DE LANÇAMENTO R$ 297,00 (com 5% de desc. à vista + R$ 5,00 despesas de envio)


ou 3 parcelas, 1 + 2 de R$ 99,00 (neste caso o curso também será enviado em
3 etapas + R$ 15,00 de desp. de envio, por encomenda normal ECT.)
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~." SABER PUBLICIDADE E PROMOÇÕES LTDA.
,.
PRATICAS
DE SERVICE
Esta seção é dedicada aos profissionais que atuam na área de reparação. Acreditamos,
desta forma, estar contribuindo com algo fundamental para nossos leitores: a troca de informa-
ções e experiências vividas nas assistências técnicas. Esperamos que estas páginas se tor-
nem uma "linha direta" para intercâmbio entre técnicos. Os defeitos aqui relatados são envia-
dos à nossa redação pelos leitores, sendo estes devidamente remunerados. Participe, envie
você também sua colaboração!

APARELHO/MODELO: ficou comprovado que o capacitor


Televisor em Cores Mod. TCT-14TR-1 C-813 era realmente o único respon- GILNEI CASTRO MULLER
sável pelo defeito. Santa Maria - RS
MARCA: Panasonic
Nota: O circuito regulador STR-
DEFEITO: 50103 é usado em muitos outros tele-
Funcionamento intermitente visores de diversas marcas de fabri-
cação nacional. Para facilitar o enten-
RELATO: dimento do defeito, damos também
O funcionamento normal do seu circuito equivalente na figura 3.
aparelho só ocorria durante alguns se-
gundos depois de ligado. Em seguida,
C813 TSH
observava-se um estreitamento da
imagem, conforme mostra a figura 1. FIL

Medindo a tensão primária logo , C813 R805 TRC


CI
°806
"1 ~F 10 n
após a ponte de diodos retificadores, 250 V (6,3 V)
Visto
constatei que a mesma estava de frente capacitar intermitente
normal até o pino 3 do circuito inte-
grado regulador CI-Q-801; porém na
+B SL + 103 Vcc
sua saída, no pino 4 a tensão era re-
duzida para valores entre 60 V e 70 V.
Depois de substituir a maioria dos
capacitores eletrolíticos da fonte, sem
Figura 1
Saída regulada

Figura 2
1[
nenhuma modificação na situação
r - - - • - - - - )F_R_591 O} _
do problema, resolvi tirar o capacitor
C-813 do circuito que apresentava
uma capacitância menor do que
0,2 ~F, e ainda uma intermitência nos
contatos de um dos terminais no inte-
rior do componente.
Substituí o capacitor C-813 por
outro de 1 ~F/250 V, e o problema foi
solucionado. Ver figura 2. Depois de
duas horas de funcionamento normal, 2J - - - - - - - - - Fi~~r~;
-- --

68 SABER ELETRÔNICA Nº 315/99


.Ir

A TICAS DE SERVICE
APARELHO/MODELO:
Rádio-Gravador
C4
r---'I
Portátil Estéreo RG- .•.:r
3
'3
I I 088
R14 I ~
CI1
'):- '~ , v3~ 09
05

C29 •• I 2
Ij~
700
T4
MARCA: Polivox

DEFEITO:
~

l~C;
AM/FM sem som

RELATO:
Ao colocar o aparelho para funcio-
nar, somente havia reprodução de som
da fita. Examinando-o notei que os si-
nais de AM e FM eram processados
por um CI duplo das Fls de AM e FM.
Verificando as tensões neste CI,
observei que eram diferentes das
indicadas no diagrama, levando-me à
suspeita de que o componente, do tipo
I-lPC1018C, estivesse com defeito.
Feita a troca do CI, o problema JOSÉ LUIZ DE MELLO
desapareceu. Rio de Janeiro - RJ

APARELHO/MODELO:
Videocassete GNO NE PBH"O
GNO
734561
2 CTL
CTL
(-) (+)CN305

AUOIO
HEAO HEAO
AUOIO
ERASE HEAO CONTROL REC
TO NC riO
MARCA:
Semp X47, X27 e
Sanyo VHR 9401 BR

DEFEITO:
Reproduz com chuvisco as fitas nele
gravadas.
CN001
RELATO:
REC CURRENT (+) 1
Ao colocar para reproduzir uma fita REC CURRENT (-) 2
gravada em outro vídeo, transcorreu a
TP1
reprodução normalmente. No entanto,
ao reproduzir uma reprodução feita no Depois de analisar, substitui a Ca-
próprio aparelho a imagem apresen- beça de Áudio e Control CTL, e obtive JOAQUIM FERNANDO C. DE
tava chuviscos. o funcionamento normal.
OLIVEIRA
Verifiquei também que o contador Obs.: veja que este defeito foi o Rio de Janeiro - RJ
de tempo tinha funcionamento inter- mesmo para três tipos de aparelhos
mitente, permanencendo a maior par- de videocassete, conforme indicado na
te do tempo parado. MARCA.

SABER ELETRÔNICA Nº 315/99 69


,.
PRATICAS DE SERVI
APARELHO/MODELO:
TVC 1 Chassi C2010B (automotivo)

MARCA: Sharp

DEFEITO: r •..•
Traço horizontal na imagem

RELATO:
Ao ligar o televisor, verifiquei que
aparecia uma linha horizontal na tela. °711
Inicialmente medi a tensão no CI501
(Saída Vertical). Nos pinos 3 e 6, onde
deveria ter 25 V, a tensão era de
0,25 V. Oe posse do esquema,
observei de onde deveria vir esta ten-
são chegando ao diodo 711. Verifiquei
a tensão no catodo deste diodo, en- estava aberto. Assim, efetuada sua ANTONIO BENEDITO DE SOUZA
contrando os 25 V, mas não no anodo. troca, o televisor voltou a funcionar Salto do Itararé - PR
Indo ao resistor R741 , constatei que normalmente.

r-------------------------------.
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L ~

APARELHO/MODELO:
TV P&B 12" Modelo TX07
R401
MARCA: Philips 33 kO

DEFEITO: ~
Perda de sincronismo horizontal Ao
TS391
RELATO:
Ao comparador
Analisei todos os componentes de fase
desde o estágio comparador de fase,
os diodos 0381/BAW62 e 03821
BAW62 , encontrando-os em bom es- contrei nenhum com problemas. Final-
tado. A seguir, medi as tensões no tran- mente decidi trocar o trimpot R394 e,
sistor TS392/BC558, encontrando-as para minha surpresa, o defeito não ANTONIO BENEDITO DE SOUZA
normais. Verifiquei então todos os de- mais se manifestou. Salto do Itararé - PR
mais componentes associados ao es- Obs: o trimpot tinha um problema
tágio oscilador horizontal, e não en- intermitente.

70
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
4r

ATICAS DE SERVICE
APARELHO/MODELO: , HCR
C430 YOKE
-- 9 24 V
TV 12 P&B modelo 381

MARCA: Philco
TR403
27 nF

PT303
r-:
DEFEITO:
sem alta tensão

RELATO:
Ao ligar o televisor, constatei que o
som estava normal, mas a tela estava
escura. Ao pesquisar, verifiquei que
não havia alta tensão. Assim, come-
cei pelo setor de alta tensão em
busca de algum componente com
problemas. Depois de mais de uma
hora, não encontrando o defeito, Levantei então o trafo TR402 que
parei. No dia seguinte, ao testar nova- o terminal que vai ao terra estava no PERV DOS SANTOS
mente o televisor, os movimentos no seu lugar, porém quebrado na solda. Pelotas - RS
aparelho fizeram com que a alta ten- Soldando o componente, o aparelho
são voltasse por uma ou duas vezes. voltou a funcionar normalmente.

APARELHO/MODELO:
Receiver Model 1360 R16

MARCA: Gradiente .1:9111.IR 25


IC2 •
DEFEITO: Ca
FM sem som
-+-I
RELATO:
16 15 14 13 12 11 10 9
ao ligar o aparelho, notei que só o
FC 10,7 MHz CI L1
AM funcionava normalmente; porém,
(CA3189)
ao colocar a chave seletora na posi-
2 3 4 5
ção FM, não havia som, embora o in-
dicador de nível de sinal indicasse que
havia recepção. A agulha atingia até o C4
nº 4 e os LEDs do "tuning display"
funcionavam normalmente, mas não CI
com defeito
havia som. Com o pesquisador de
sinais na posição FM, encontrei sinal
no filtro cerâmico FC2 tanto na entra-
da, como na saída. Este componente
é ligado ao pino 1 do CI1 (CA3189), C6
FI de FM. Resolvi então fazer a troca
do circuito integrado, com o que o
problema foi eliminado.

JOSÉ LUIZ DE MELLO


Rio de Janeiro - RJ

71
SABER ELETRÔNICA Nº 315/99
~( §}+1 §}+I
POWER FETS
SEÇ~C» I:» C»
ACHADOS NA INTERNET
LEI_C»FC §}+1~I
equipamentos comerciais, não raro
ª
dando defeitos que ocorrem, e nos
Alguns leitores nos escreveram A sugestão de alguns leitores de pedindo a solução.
pedindo aplicações de Power FETs em reunirmos todos os endereços de Infelizmente, não temos condições
amplificadores de potência de áudio. "Achados na Internet" que interessam de atender este tipo de consulta, não
Estes leitores também nos pediram aos praticantes de Eletrônica numa só pela falta do próprio esquema do
informações sobre a qualidade dos única publicação é válida, mas esbar- aparelho, como também por fugir à fi-
amplificadores que usam tais transis- ra num pequeno problema. nalidade de nossa empresa.
tores. De fato, a inexistência da Conforme temos salientado sem- O que fazemos é publicar artigos
distorção por Cross-over característi- pre na própria seção "Achados na técnicos e responder a questões so-
ca dos transistores bipolares permite Internet", muitos sites mudam de en- mente referentes a eles. Nem mesmo
que projetos simples com Power FETs dereço ou mesmo desaparecem de adaptações ou transformações que
forneçam potências muito altas com forma imprevisível, o que significa que, muitos leitores pretendem fazer em
baixíssima taxa de distorção. A facili- em pouco tempo, os tais endereços . projetos publicados estão ao nosso
dade com que podemos contar com poderiam ter uma grande maioria in- alcance, pois geralmente envolveriam
estes transistores hoje, visto que são validada. desenhar um novo projeto e fazer sua
usados nas fontes chaveadas de mui- É por isso que sugerimos que os experimentação.
tos equipamentos de uso comum, prin- leitores marquem em seus Os leitores que têm problemas com
cipalmente computadores, torna-os "bookmarks"os que sejam mais impor- equipamentos comerciais dispõem de
atraentes para projetos de amplifica- tantes e de tempos em tempos façam- diversas alternativas para encontrar
dores de alta qualidade. Ihes uma visita para confirmar "se ain- soluções, e que podem ser muito me-
Já publicamos em nossa revista da estão lá". Os livros de endereços lhores:
projetos de Amplificadores de Potên- da Internet precisam constantemente a) Escrever para o próprio fabrican-
cia com FETs de potência, mas ser atualizados. te ou acessar seu site na Internet, e
estamos analisando novas configura- fazer a consulta direta.
ções de modo a facilitar a escolha dos b) Colocar a questão no nosso
leitores que desejam aplicações práti- MOTORES DE PASSO Forum de Service na Internet (http://
cas desses componentes em áudio. edsaber.com.br). Outros leitores que
Conforme explicamos na consulta já passaram pelo mesmo problema
anterior, os endereços da Internet podem ajudar a encontrar a solução.
copa E CONTROLE REMOTO mudam com facilidade e até desapa-
recem.
o Controle Remoto de 3 canais Isso aconteceu com o endereço ARTIGOS DE
mostrado na edição anterior mostra indicado na revista anterior no artigo REVISTAS ANTIGAS
uma combinação da tecnologia dos sobre controle de motores de passo
circuitos híbridos da Telecontrolli com (pg 52). A quantidade de cartas e E-mails
o COP8. Assim, leitores nos escreveram que recebemos de leitores pedindo
Muitos leitores interessados em alertando que não acharam a página projetos específicos é muito grande, e
modificar as características originais indicada para Stepper Motor Controller frequentemente deixa em dúvida so-
do projeto nos pediram informações Connection Diagrams. bre o que realmente se deseja.
mais completas de como fazer isso, o Digitando este título no mecanis- A Revista Saber Eletrônica existe
que pelas especificações individuais mo de busca AltaVista, o leitor poderá há mais de 20 anos, e isso significa
de cada um se torna impossível de encontrar a página desejada. centenas de projetos já publicados.
fazer por carta. Na verdade, nossa sugestão para Assim, quando um leitor nos pede
O que recomendamos aos interes- os leitores que não encontram o que o circuito de "um amplificador de áudio
sados em desenvolver os projetos a desejam a partir de endereços dados, de mais de 20 W", realmente ficamos
partir destes dois elementos é a leitu- é justamente usar os títulos nos pro- em dificuldades para fazer uma indi-
ra do artigo da Revista 313 no qual gramas de busca. A possibilidade de cação pois temos dezenas de proje-
analisamos o funcionamento dos achar novamente o que se deseja, tos ...
Módulos Híbridos (receptor e transmis- mesmo quando há uma alteração de Estamos colocando gradualmente
sor) da Telecontrolli e as lições do Cur- endereço, é muito grande. na Internet os índices das revistas an-
so de COP8, que darão os elementos tigas, o que deverá facilitar bastante
para que o próprio leitor programe este àqueles que desejam projetos antigos.
componente para a aplicação que tem INFORMAÇÕES SOBRE O que pedimos aos leitores é que,
em mente. PRODUTOS COMERCIAIS ao solicitarem informações sobre pro-
Ficará claro pela leitura do curso jetos publicados, sejam bastante es-
que não existem limites para o que se Não são poucos os leitores que pecíficos, para que possamos fazer a
pode fazer com o COP8. enviam pedidos de informações sobre indicação correta. _

~P2 EJ.+.
Método econômico e prático de trei- VIDEOCASSETE
namento, trazendo os tópicos mais 001- Teoria de Videocassete
importantes sobre cada assunto. Com 002- Análise de Circuitos de Videocassete
a Vídeo Aula você não leva só um 003- Reparação de Videocassete
professor para casa, você leva também 004- Transcodificação de Videocassete
uma escola e um laboratório. Cada 005-Mecanismo VCR/Vídeo HI-FI
015-Câmera/Concordes-Curso Básico
Vídeo Aula é composta de uma fita
036-Diagnóstico de defeitos-
de videocassete e uma apostila para Parte Elétrica do VCR
acompanhamento. 037-Diagnóstico de Defeitos-Parte
Mecânica do VCR
054-VHS-C e 8 mm
057-Uso do Osciloscópio em Rep. de TV
eVCR
075-Diagnósticos de Def. em Camcorders
077-Ajustes Mecânicos de Videocassete
078-Novas Téc. de Transcodificação em
TVeVCR
096-Tecnologia de CIs usados em
Videocassete
006- Teoria de Televisão 017-Secretária Eletrônica 106-Dicas de Reparação de
007-Análise de Circuito de TV 018-Entenda o Te!. sem fio Videocassete
008-Reparação de Televisão 071-Telefonia Básica
009-Entenda o TV Estéreo/On Screen 087-Repar. de Tel s/ Fio de 900MHz
035-Diagnóstico de Defeitos de Televisão 104-Teoria e Reparação de KS (Key Phone
FAC-SÍMILE (FAX)
045- Televisão por Satélite System)
051-Diagnóstico em Televisão Digital 108-Dicas de Reparação de Telefonia OlO-Teoria de FAX _
011-Análise de Circuitos de FAX
070-Teoria e Reparação TV Tela Grande
084-Teoria e Reparação TV por Projeção/ 012-Reparação de FAX
Telão 013-Mecanismo e Instalação de FAX
MICRO E INFORMÁTICA 038-Diagnóstico de Defeitos de FAX
086-Teoria e Reparação TV Conjugado co
VCR 022-Reparação de Microcomputadores 046-Como dar manutenção FAX Toshiba
095- Tecnologia em CIs usados em TV 024-Reparação de Videogame 090-Como Reparar FAX Panasonic
107-Dicas de Reparação de TV 039-Diagn. de Def. Monitor de Vídeo 099-Tecnologia de CIs usados em FAX
040-Diagn. de Def. de Microcomp. 110-Dicas de Reparação de FAX
041-Diagnóstico de Def. de Drives 115-Como reparar FAX SHARP
LASER I 043-Memórias e Microprocessadores
014-Compact Disc Player-Curso Básico 044-CPU 486 e Pentium
034-Diagnóstico de Defeitos de CPD 050-Diagnóstico em Multimídia ÁUDIO E VÍDEO .
042-Diag. de Def. de Vídeo LASER 055-Diagnóstico em Impressora 019-Rádio Eletrônica Básica
048-Instalação e Repar. de CPD auto 068-Diagnóstico de Def. em Modem 020 -Radi otransceptores
088-Reparação de Sega-CD e CD-ROM 069-Diagn. de Def. em Micro Aplle 033-Áudio e Aná!. de Circ. de 3 em ~
091-Ajustes de Compact Disc e Vídeo 076-Inforrnática p/ Iniciantes: Hard/ 047-Home Theater
LASER Software 053-Órgão Eletrônico (Teoria/Rep.)
097-Tec. de CIs usados em CD Player 080-Reparação de Fliperama 058-Diagnóstico de Def. de Tape Deck
114-Dicas de Reparação em CDPNídeo 082- Iniciação ao Software 059-Diagn. de Def. em Rádio AM/FM
LASER 089-Teoria de Monitor de Vídeo 067-Reparação de Toca Discos
092-Tec. de CIs. Fanulia Lógica TIC 081- Transceptores Sintetizados VHF
ÁREAS DIVERSAS DE ELETRÔNICA 093-Tecnologia de CIs Fanulia Lógica 094-Tecnologia de CIs de Áudio
C-CMOS 105-Dicas de Defeitos de Rádio
016-Manuseio de Osciloscópio 100-Tecno!. de CIs-Microprocessadores 112-Dicas de Reparação de Áudio
02l-Eletrônica Digital 101-Tec. de CIs-Memória RAM e ROM 119-Aná!. de Circ. Amplif. de Potência
023-Entenda a Fonte Chaveada
113-Dicas de Repar. de Microcomput. 120-Análise de Circuito Tape Deck
029-Administração de Oficinas 116-Dicas de Repar. de Videogame 121-Análise de Circo Equalizadores
052- Recepção/ AtendimentolVendas/ 133-Reparação de Notebooks e Laptops 122-Análise de Circuitos Receiver
Orçamento 138-Reparação de No-Breaks 123-Análise de Circo Sinto AM/FM
063-Diag. de Def. em Fonte Chaveada 141-Rep. Impressora Jato de Tinta 136-Conserto Amplificadores de Potência
065-Entenda Amplificadores Operacionais 142-Reparação Impressora LASER
085-Como usar o Multímetro
143-Impressora LASER Colorida
111-Dicas de Rep. de Fonte Chaveada ELETROTÉCNICA E
118- Reengenharia da Reparação REFRIGERAÇÃO
128-Automação Industrial COMPONENTES ELETRÔNICOS
135-Válvulas Eletrônicas 030-Rep. de Forno de Microondas
E ELETR. INDUSTRIAL 072-Eletr. de Auto - Ignição Eletrônica
073-Eletr. de Auto - Injeção Eletrônica
025-Entenda os Resistores e Capacitores 109-Dicas de Rep. de Forno de
026-Ent. Indutores e Transformadores Microondas
TELEFONE CELULAR 027 -Entenda Diodos e Tiristores 124-Eletricidade Bás. p/ Eletrotécnicos
049-Teoria de Telefone Celular 028- Entenda Transistores 125- Reparação de Eletrodomésticos
064- Diagnóstico de Defeitos 056-Medições de Componentes 126-Inst. Elétricas Residenciais
de Te!. Celular Eletrônicos 127-Instalações Elétricas Industriais
083-Como usar e Configurar o Telefone 060-Uso Correto de Instrumentação 129-Reparação de Refrigeradores
Celular 061-Retrabalho em Dispositivo SMD 130-Reparação de Ar Condicionado
098-Tecnologia de CIs usados em Celular 062-Eletrônica Industrial (Potência) 131-Rep. de Lavadora de Roupa
103-Teoria e Reparação de Pager 066-Simbologia Eletrônica 132- Transformadores
117-Téc. Laboratorista de Te!. Celular 079-Curso de Circuitos Integrados 137-Eletrônica aplicada à Eletrotécnica
139-Mecânica aplicada à Eletrotécnica
140-Diagnóstico - Injeção Eletrônica
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Praf. Sergio R. Antunes M05 - LUZ,COR E CROMINÂNCIA
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M08 -INFORMÁTICA BÁSICA
Didáticas e Objetivas M09 - FREQUÊNCIA, FASE E PERíOD
M10- PLL, PSC E PWM
M 11 - POR QUE O MICRO DÁ PAU
M 13 - COMO FUNCIONA A TV
M14 - COMO FUNCIONA O VIDEOCASSETE
M15 - COMO FUNCIONA O FAX
M16 - COMO FUNCIONA O CELULAR
*05 - SECRETÁRIA EL. TEL. SEM FIO 26,00 M17 - COMO FUNCIONA O VIDEOGAME
*06 - 99 DEFEITOS DE SECR./TEL S/FIO 31 ,00 M18 - COMO FUNCIONA A MULTIMíDIA (CD-ROM/DVD)
*08 - TV PB/CORES: curso básico 31,00 M19 - COMO FUNCIONA O COMPACT D/SC PLAYER
*09 - APERFEiÇOAMENTO EM TV EM CORES 31 ,00 M20 - COMO FUNCIONA A INJEÇÃO ELETRÓNICA
*10 - 99 DEFEITOS DE TVPB/CORES 26,00 M21 - COMO FUNCIONA A FONTE CHAVEADA
11 - COMO LER ESQUEMAS DE TV 31,00 M22 - COMO FUNCIONAM OS PERIFÉRICOS DE MICRO
*12 - VIDEOCASSETE - curso básico 38,00 M23 - COMO FUNCIONA O TEL. SEM FIO (900MHZ)
16 - 99 DEFEITOS DE VíDEOCASSETE 26,00 M24 - SISTEMAS DE COR NTSC E PAL-M
*20 - REPARAÇÃO TVNCR C/OSCILOSCÓPIO 31,00 M25 - EQUIPAMENTOS MÉDICO HOSPITALARES
*21 - REPARAÇÃO DE VIDEOGAMES 31,00 M26 - SERVO E SYSCON DE VIDEOCASSETE
*23 - COMPONENTES: resistor/capacitor 26,00 M28 - CONSERTOS E UPGRADE DE MICROS
*24 - COMPONENTES: indutor, traio cristais 26,00 M29 - CONSERTOS DE PERIFÉRICOS DE MIGROS
*25 - COMPONENTES: diodos, tiristores 26,00 M30 - COMO FUNCIONA O DVD
*26 - COMPONENTES: transistores, Cls 31 ,00 M36 - MECATRÔNICA E ROBÓTICA
*27 - ANÁLISE DE CIRCUITOS (básico) 26,00 M37 - ATUALIZE-SE COM A TECNOLOGIA MODERNA
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