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Jornalista inglês lança

livro sobre Nem, ex-


chefe do tráfico da
Rocinha
Convidado da Flip, Misha Glenny entrevistou
criminoso no presídio

O traficante Nem, em 2011, pouco depois de ser preso no Rio - Marcelo


Carnaval / Foto de Marcelo Carnaval/10-11-2011


POR ANDRÉ MIRANDA
24/06/2016 4:30 / ATUALIZADO 24/06/2016 20:39
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RIO — Numa noite de novembro de 2011,

relata em detalhes o jornalista inglês

Misha Glenny, policiais civis, militares e

federais se encontraram ao redor de um

Toyota escuro na Lagoa Rodrigo de


Freitas, no Rio. Dentro do carro, três

homens vestidos de terno contavam a

fabulosa história de que estavam a serviço

do Consulado do Congo e, por isso, teriam

imunidade diplomática para seguir

adiante. Os policiais não se entendiam

sobre o que fazer, mas era claro que havia

algo escondido naquele carro. ‘‘Aberto o

porta-malas, aparece um magricela

encolhido de lado, com os joelhos até o

peito, de calça preta e camisa listrada de

azul e branco’’, narra Glenny em seu novo

livro, ‘‘O dono do morro — Um homem e a

batalha pelo Rio’’ (editora Companhia das

Letras). Nem, então o poderoso chefe do

tráfico da Rocinha, estava preso.

A história da prisão de Nem, que entrou

para o folclore da tragédia que vive o Rio

no combate ao tráfico de drogas, está no

início e no fim do relato de Glenny, com

uma conclusão difícil de se imaginar

naquela semana em que a polícia carioca

ocupou a Rocinha para a instalação de


uma UPP. Depois de passar três anos

pesquisando sobre o traficante, Glenny

acredita que todo aquele circo foi

planejado pelo próprio Nem.

— Ele se preparou para aquilo. Depois de

quatro anos comandando a Rocinha, Nem

estava estressado, a favela havia se

tornado uma pressão muito grande para

ele. A situação do Rio era tensa. O

secretário de Segurança, José Mariano

Beltrame, havia feito uma promessa real

sobre as UPPs, e o projeto preocupava as

facções criminosas. Nem percebeu que

estava perdendo o controle, e isso era uma

das coisas que ele não conseguia suportar

— avaliou o jornalista, em entrevista num

café de Copacabana.

Glenny levará esses casos e também sua

experiência cobrindo crime organizado

para a Festa Literária Internacional de

Paraty (Flip), que começa na próxima

quarta. Ele estará, na quinta-feira, numa

mesa ao lado de Caco Barcellos —


jornalista que também já traçou um perfil

de um líder do tráfico (Marcinho VP, no

livro “Abusado”, de 2003) — e sabe que,

tal como aconteceu com Barcellos, pode

receber críticas por supostamente

“romantizar” a vida de um criminoso. ‘‘O

dono do morro — Um homem e a batalha

pelo Rio’’ primeiro foi lançado no exterior,

em fevereiro, e chega às livrarias

brasileiras na próxima semana.

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— Havia duas imagens sobre o Nem no

Rio. Metade das pessoas o via como

demônio e outra metade como um tipo de

Robin Hood. Então acho que o livro vai ser

recebido dessa mesma maneira. Metade

vai dizer que apoio traficantes e outra vai

ler com uma história interessante da

cidade — avalia Glenny. — Estou

preparado para isso. Mas acho que o

debate sobre drogas e legalização é tão

crítico no Brasil, que não me importa

muito como vão reagir. É uma discussão

necessária.
Misha Glenny, autor inglês: ‘‘Havia duas imagens sobre o Nem no Rio. Metade
das pessoas o via como demônio e outra metade como um tipo de Robin
Hood’’ - Foto de Fernando Lemos
O jornalista inglês ouviu falar sobre Nem

pela primeira vez em 2007, quando esteve

no Brasil trabalhando em seu livro

‘‘McMáfia", sobre as relações globais do

crime organizado. Ele se interessou pela

trajetória do jovem que, depois de passar

25 anos sem relação alguma com o crime,

acabou pedindo ajuda ao chefe do tráfico

da favela para arcar com os custos do

tratamento de sua filha, que fora

diagnosticada com uma doença rara.


Chamou sua atenção, também, o fato de

haver poucos livros em inglês sobre o

Brasil, um país que acabou sendo

confirmado como sede da Copa do Mundo

de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 e,

que, por isso, despertaria mais curiosidade

mundial. Era o momento certo para um

livro.

— Eu estava no Rio em 2011, quando o

Nem foi preso. Eu queria escrever sobre o

Brasil, mas demorei a decidir porque havia

muitas opções. Pensei em escrever sobre a

batalha entre as igrejas evangélica e

católica ou sobre a situação das mulheres

no Brasil. Mas o que aconteceu na prisão

do Nem, com a cobertura gigante da

imprensa, foi essencial para minha escolha

— explica Glenny.

O primeiro passo foi escrever uma carta

para o próprio Nem, na época cumprindo

pena num presídio federal em Campo

Grande, Mato Grosso do Sul (hoje está em

Porto Velho, Rondônia). Dali foram dez


visitas ao traficante, além de entrevistas

com parentes, moradores da Rocinha,

policiais, jornalistas e outros envolvidos.

Com o secretário de Segurança do estado,

Glenny diz ter estado três vezes. O autor

também estudou português e chegou a

morar na Rocinha por algumas semanas.

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— O Beltrame me chamou a atenção para o

tempo em que as favelas ficaram

esquecidas pelo Estado. É curioso que

Beltrame e Nem tem a mesma analise

intelectual sobre o problema — diz Glenny.

— Eu procurei o Ignacio Cano (sociólogo

da Uerj) e encomendei a ele uma pesquisa

sobre estatísticas de homicídios na

Rocinha antes e durante o comando do

Nem. O fato é que, a partir do momento

em que o Nem estabeleceu sua autoridade,

a taxa de homicídios foi a menor desde

1982. Quando você fala com as pessoas na

Rocinha sobre ele, percebe que havia um

respeito dos moradores por tudo isso. Pela

falta de ação do Estado, mais do que o


chefe de uma organização criminosa, ele

atuava como um primeiro-ministro de 100

mil pessoas.

No livro, Glenny aborda desde o

surgimento das facções criminosas no

presídio de Ilha Grande, durante a

ditadura militar, até o caso do ajudante de

pedreiro Amarildo de Souza, que

desapareceu após ser levado por policiais

da UPP da Rocinha, em 2013. Para o

autor, são polos de uma mesma tragédia. A

questão, agora, é como encarar esses

problemas frente à grave crise econômica

por que passa o país.

— Nos anos 1990, o Rio era um inferno,

então acho que é preciso discutir para se

compreender por que era assim e o que se

deve fazer para não voltar àquele tempo —

afirma. — Quando comecei a trabalhar no

livro, em 2012, eu não tinha ideia da

velocidade com que a crise tomaria o

Brasil. Eu não voltava ao Rio há um ano, e

me impressiona perceber como a crise


afetou a cidade. O impacto nas UPPs é

muito grande, a Rocinha hoje está menos

segura do que no período em que fiz o

livro. Acho que não haverá grandes

problemas durante a Olimpíada. Mas, e

depois? O que acontecerá com o Rio

depois?

Leia mais: https://oglobo.globo.com/rio/jornalista-ingles-lanca-livro-


sobre-nem-ex-chefe-do-trafico-da-rocinha-19572122#ixzz54f3Efxmq
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A estrela bandida
Quem é Danúbia de Souza Rangel, mulher do
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arquitetar a retomada da favela da
Rocinha, no Rio de Janeiro. Mesmo
foragida, ela exibe nas redes sociais cenas
de sua vida luxuosa
Thais Skodowski

22.09.17 - 18h00

A glamourização do crime chegou ao limite do impensável: a


nova estrela das redes sociais é uma foragida da Justiça.
Danúbia de Souza Rangel, 33 anos, é mulher do traficante
Nem e condenada a mais de 20 anos de prisão por tráfico de
drogas, associação ao tráfico e corrupção ativa. Na semana
passada, ela voltou a estampar as páginas dos jornais após
ser despejada da Rocinha, no Rio de Janeiro, pelo traficante
Rogério 157 – ex-parceiro de Nem e atual soberano do morro.
A situação serviu para evidenciar o lado exibicionista da
criminosa. Dadá Rangel, como é conhecida, conta com
dezenas de perfis em redes sociais, além dos que são
administrados por fãs-clubes que levam os nomes de “Diva
Dada Rangel” e “Danubianáticas Rangel”. Uma conta
veiculada a ela no Instagram ganhou mil seguidores só nos
últimos dias. Ousada, ela zomba da polícia nas legendas de
fotos de biquíni “Fase ruim nenhuma vai me derrubar”. Já no
Facebook, em uma página com o nome dela, está escrito que
“Foragida sim, de boa também”.

Divulgação
“Foragida sim, de boa também” Danúbia Rangel, em rede
social
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inRead invented by Teads

Ambiciosa e de gostos luxuosos, a loira entrou no mundo do


crime muito antes de conhecer Nem. Primeiro foi casada com
Luis Fernando Sales da Silva, o Mandioca, do Complexo da
Maré. Com ele teve Beatriz, que morreu aos 14 anos em
decorrência de uma pneumonia. Após a morte de Mandioca, o
escolhido foi o traficante Marcélio de Souza Andrade, também
morto pela polícia. As mortes dos maridos renderam o apelido
de Viúva Negra, substituído quando ela conheceu Nem e
passou a ser a Xerifa da Rocinha. Condenada pela Justiça em
março do ano passado, era considerada foragida apesar de
permanecer no lugar mais óbvio: a própria Rocinha.
1 de 2

Foto: Divulgação
2 de 2

Foto: Divulgação

SENSUAL A loira que não gosta de ficar escondida até zomba


da polícia nos comentários de suas fotos
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tráfico arquitetou com o marido, preso em uma penitenciária
de segurança máxima em Rondônia, a invasão da Rocinha. A
ideia de Nem era retomar o poder do lugar, que está nas
mãos de Rogério 157. Os dois eram aliados, mas romperam
no ano passado. O ataque ocorreu na madrugada de domingo,
mas o bando de Nem não teve sucesso. A polícia entrou na
comunidade na segunda-feira. Ao todo, quatro pessoas foram
mortas e três moradores ficaram feridos.

TÓPICOS
NEMROCINHATRÁFICOVIÚVA NEGRA
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inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.

Conheça a riqueza de Danúbia


Rangel, a xerifa da Rocinha
01 de Janeiro de 2013 às 17h42Imprimir

Atualizada em 13/06/2013 às 13h34


Quando no final de dezembro do ano passado, um helicóptero desceu na
Rocinha, a população respirou aliviada. Não era o da polícia, que costuma trocar
tiros com os perigosos traficantes do local. A aeronave trazia a figura simpática do
Papai Noel para uma festa de Natal naquele mundo de miséria. E mais do que
isso. O homem da barba branca chegou acompanhado de vários artistas famosos
para fazer a festa do Natal sem Fome. Alegria geral. O que Papai Noel nem seus
acompanhantes sabiam era que seu trenó e renas de aço, minutos depois da
descida, realizaria um sonho do traficante Nem, o chefão da Rocinha. Não se sabe
se ele ameaçou o piloto, mas a verdade é que em pouco tempo 'Nem' estavava
confortavelmene instalado no helicópetro e decolava para um sobrevôo romântico
pelo Rio de Janeiro. Isso tudo para agradar sua namorada, Danúbia de Souza
Rangel, uma loura estonteante de 25 anos.

Agora, piloto, dona da empresa e outras testemunhas vão ter que se explicar à
polícia. De Danúbia, já se sabe de seu gosto pelo amor-bandido. É viúva e mãe de
um filho do traficante Mandioca, da Maré. Em segundas núpcias, ficou com o
substituto de Mandioca, uma bandido chamado Marcélio e também morto pela
polícia. Agora divide o teto com 'Nem'. Uma verdadeira viúva-negra.

Danúbia, vaidosa, postou várias imagens em sua página no site de


relacionamentos Orkut, que acabou saindo do ar hoje depois de milhares de
acessos e da publicação de uma reportagem sobre seus mimos de Nem no jornal
O Dia, do repórter Leslie Leitão. Danúbia, por diversas vezes, disse à polícia, que
não tinha mais qualquer relação com o bandido. As fotos mostram o contrário.
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Fonte: vooz | Edição: Patrick Ernandes