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Curso de

LICENCIATURA BIETÁPICA EM ENGENHARIA CIVIL


1. Plano de estudos:
Estabelecimento de ensino: Instituto Politécnico de Leiria
Unidade orgânica: Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Curso: Engenharia Civil
Grau: Licenciatura
Área científica predominante do curso: Engenharia Civil

1º Semestre

QUADRO N.º 2

ÁREA TEMPO DE TRABALHO (HORAS)


UNIDADES CURRICULARES TIPO (2) CRÉDITOS OBSERVAÇÕES
CIENTÍFICA (1) TOTAL CONTACTO (3)

Análise Matemática CB semestral 162 TP:75 OT:5 6


Álgebra Linear CB semestral 135 TP:60 OT:5 5
Física CB semestral 162 T:30 TP:30 PL:15 OT:5 6
Desenho Técnico CE semestral 135 TP:60 OT:5 5
Topografia CE semestral 162 TP:30 PL:45 OT:6 6
Inglês CC semestral 54 TP:30 OT:4 2

(1) Área Científica: sigla de acordo com o quadro nº 1.


(2) De acordo com a alínea c) do n.º 3.4, do anexo II do Despacho nº7287-B/2006 de 31 de Março.
(3) Horas de contacto: T: ensino teórico; TP: ensino teórico-prático; PL: ensino prático e laboratorial; TC: trabalho de campo; S: seminário; OT: orientação tutorial.

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Estabelecimento de ensino: Instituto Politécnico de Leiria
Unidade orgânica: Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Curso: Engenharia Civil
Grau: Licenciatura
Área científica predominante do curso: Engenharia Civil

2º Semestre

QUADRO N.º 3

ÁREA TEMPO DE TRABALHO (HORAS)


UNIDADES CURRICULARES TIPO (2) CRÉDITOS OBSERVAÇÕES
CIENTÍFICA (1) TOTAL CONTACTO (3)

Estatística CB semestral 81 TP:45 OT:5 3


Matemática Aplicada CB semestral 162 TP:75 OT:5 6
Estática Aplicada CB semestral 135 TP:54 PL:6 OT:5 5
Desenho e Computação Gráfica CE semestral 135 TP:15 PL:45 OT:5 5
Programação CC semestral 162 TP:30 PL:45 OT:5 6
Geologia de Engenharia CB semestral 135 T:15 TP:36 PL:9 OT:5 5

(1) Área Científica: sigla de acordo com o quadro nº 1.


(2) De acordo com a alínea c) do n.º 3.4, do anexo II do Despacho nº7287-B/2006 de 31 de Março.
(3) Horas de contacto: T: ensino teórico; TP: ensino teórico-prático; PL: ensino prático e laboratorial; TC: trabalho de campo; S: seminário; OT: orientação tutorial.

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Unidade orgânica: Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Curso: Engenharia Civil
Grau: Licenciatura
Área científica predominante do curso: Engenharia Civil

3º Semestre

QUADRO N.º 4

ÁREA TEMPO DE TRABALHO (HORAS)


UNIDADES CURRICULARES TIPO (2) CRÉDITOS OBSERVAÇÕES
CIENTÍFICA (1) TOTAL CONTACTO (3)

Mecânica de Solos e Fundações I CE semestral 162 T:30 TP:30 PL:15 OT:5 6


Resistência de Materiais I CE semestral 135 T:15 TP:42 PL:3 OT:5 5
Hidráulica Geral EC-HA semestral 162 T:30 TP:39 PL:6 OT:5 6
Materiais de Construção CE semestral 135 TP:50 PL:10 OT:5 5
Processos Gerais de Construção EC-C semestral 108 TP:56 TC:4 OT:5 4
Planeamento Regional e Urbano EC-PT semestral 108 T:15 TP:30 OT:5 4

(1) Área Científica: sigla de acordo com o quadro nº 1.


(2) De acordo com a alínea c) do n.º 3.4, do anexo II do Despacho nº7287-B/2006 de 31 de Março.
(3) Horas de contacto: T: ensino teórico; TP: ensino teórico-prático; PL: ensino prático e laboratorial; TC: trabalho de campo; S: seminário; OT: orientação tutorial.

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Curso: Engenharia Civil
Grau: Licenciatura
Área científica predominante do curso: Engenharia Civil

4º Semestre

QUADRO N.º 5

ÁREA TEMPO DE TRABALHO (HORAS)


UNIDADES CURRICULARES TIPO (2) CRÉDITOS OBSERVAÇÕES
CIENTÍFICA (1) TOTAL CONTACTO (3)

Mecânica de Solos e Fundações II CE semestral 162 T:30 TP:37 PL:8 OT:5 6


Resistência de Materiais II CE semestral 135 T:15 TP:42 PL:3 OT:5 5
Hidrologia e Recursos Hídricos EC-HA semestral 135 T:15 TP:45 OT:5 5
Teoria de Estruturas EC-E semestral 135 T:15 TP:45 OT:5 5
Instalações em Edifícios EC-C semestral 108 TP:60 OT:5 4
Vias de Comunicação I EC-PT semestral 135 T:15 TP:42 PL:3 OT:5 5

(1) Área Científica: sigla de acordo com o quadro nº 1.


(2) De acordo com a alínea c) do n.º 3.4, do anexo II do Despacho nº7287-B/2006 de 31 de Março.
(3) Horas de contacto: T: ensino teórico; TP: ensino teórico-prático; PL: ensino prático e laboratorial; TC: trabalho de campo; S: seminário; OT: orientação tutorial.

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Curso: Engenharia Civil
Grau: Licenciatura
Área científica predominante do curso: Engenharia Civil

5º Semestre

QUADRO N.º 6

TEMPO DE TRABALHO (HORAS)


UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA (1) TIPO (2) CRÉDITOS OBSERVAÇÕES
TOTAL CONTACTO (3)

Betão Armado I EC-E semestral 162 T:30 TP:41 PL:4 OT:6 6


Saneamento Básico EC-HA semestral 135 TP:60 OT:5 5
Vias de Comunicação II EC-PTA semestral 162 T:15 TP:55 PL:5 OT:5 6
Planeamento de Obras e Segurança EC-C semestral 162 T:30 TP:45 OT:5 6
Inovação e Empreendedorismo CC semestral 54 TP:30 OT:4 2
Opção I EC-E/EC-C/EC-HA/EC-PT semestral 135 5 Optativa (4)

(1) Área Científica: sigla de acordo com o quadro nº 1.


(2) De acordo com a alínea c) do n.º 3.4, do anexo II do Despacho nº7287-B/2006 de 31 de Março.
(3) Horas de contacto: T: ensino teórico; TP: ensino teórico-prático; PL: ensino prático e laboratorial; TC: trabalho de campo; S: seminário; OT: orientação tutorial.
(4) Créditos a obter entre as unidades curriculares do Quadro Nº 8. As horas de contacto dependem da unidade curricular, conforme definido no Quadro Nº 8.

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Unidade orgânica: Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Curso: Engenharia Civil
Grau: Licenciatura
Área científica predominante do curso: Engenharia Civil

6º Semestre

QUADRO N.º 7

TEMPO DE TRABALHO (HORAS)


UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA (1) TIPO (2) CRÉDITOS OBSERVAÇÕES
TOTAL CONTACTO (3)

Betão Armado II EC-EC semestral 162 T:30 TP:45 OT:5 6


Física das Construções EC-EC semestral 81 T:30 TP:24 PL:6 OT:5 3
Projecto de Engenharia Civil EC-EC semestral 216 PL:60 OT:15 8
Seminário CC semestral 81 S:30 3
Opção II EC-E/EC-C/EC-HA/EC-PT semestral 135 5 Optativa (4)
Opção III EC-E/EC-C/EC-HA/EC-PT semestral 135 5 Optativa (4)

(1) Área Científica: sigla de acordo com o quadro nº 1.


(2) De acordo com a alínea c) do n.º 3.4, do anexo II do Despacho nº7287-B/2006 de 31 de Março.
(3) Horas de contacto: T: ensino teórico; TP: ensino teórico-prático; PL: ensino prático e laboratorial; TC: trabalho de campo; S: seminário; OT: orientação tutorial.
(4) Créditos a obter entre as unidades curriculares do Quadro Nº 9. As horas de contacto dependem da unidade curricular, conforme definido no Quadro Nº 9.

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Unidade orgânica: Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Curso: Engenharia Civil
Grau: Licenciatura
Área científica predominante do curso: Engenharia Civil

Unidades curriculares optativas (Opção I)

QUADRO N.º 8

ÁREA TEMPO DE TRABALHO (HORAS)


UNIDADES CURRICULARES TIPO CRÉDITOS OBSERVAÇÕES
CIENTÍFICA TOTAL CONTACTO

Estruturas Metálicas e Mistas EC-E semestral 135 TP:60 OT:5 5 Optativa


Gestão de Empreendimentos EC-C semestral 135 TP:60 OT:5 5 Optativa
Engenharia de Tráfego e Transportes EC-PT semestral 135 TP:30 PL:30 OT:5 5 Optativa

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Estabelecimento de ensino: Instituto Politécnico de Leiria
Unidade orgânica: Escola Superior de Tecnologia e Gestão
Curso: Engenharia Civil
Grau: Licenciatura
Área científica predominante do curso: Engenharia Civil

Unidades curriculares optativas (Opção II e III)

QUADRO N.º 9

ÁREA TEMPO DE TRABALHO (HORAS)


UNIDADES CURRICULARES TIPO CRÉDITOS OBSERVAÇÕES
CIENTÍFICA TOTAL CONTACTO

Conservação e Reabilitação de Edifícios EC-C semestral 135 TP:50 PL:10 OT:5 5 Optativa
Fundações e Estruturas Especiais EC-E semestral 135 TP:60 OT:5 5 Optativa
Tratamento de Água de Abastecimento e de Águas Residuais EC-HA semestral 135 TP:60 OT:5 5 Optativa
Sistemas de Informação Geográfica EC-PT semestral 135 TP:30 PL:30 OT:5 5 Optativa

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Fichas Resumo das Unidades Curriculares do Curso de


Engenharia Civil

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Unidade Curricular ANÁLISE MATEMÁTICA


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
1º Semestre 6 CB

T T/P PL TC S OT O
Horas de contacto: 80 Horas totais de trabalho: 162
75 5

[1] Conhecimento e compreensão de conceitos matemáticos e suas propriedades.


[2] Capacidade em relacionar conceitos matemáticos.
[3] Capacidade em interpretar gráficos e outras formas de visualização.
Resultados de [4] Capacidade em modelar problemas envolvendo conceitos matemáticos.
aprendizagem [5] Capacidade em aplicar conceitos matemáticos na modelação e resolução de problemas ligados às
ciências de engenharia.
[6] Capacidade em usar simbologia matemática na resolução de problemas.
[7] Capacidade em usar um espírito crítico na análise dos resultados.
Funções trigonométricas inversas: estudo intuitivo e gráfico; equações e inequações envolvendo
funções trigonométricas; derivadas; coordenadas polares; funções sinusoidais.
Funções de duas ou mais variáveis: visualização do domínio e gráfico; curvas de nível; limite e
Conteúdo continuidade; derivadas parciais e direccionais; extremos.
programático Integração: primitivas; integral definido; integral duplo; aplicações (áreas, volumes, equações
diferenciais de variáveis separáveis).
Funções vectoriais: curvas definidas parametricamente; operadores diferenciais; integrais de linha;
superfícies; aplicações.
Ensino teórico-prático – Apresentação dos conceitos e princípios da Análise Matemática.
Exemplificação e aplicação a problemas reais. (RA [1]-[4], [6]). Resolução de exercícios. Elaboração
de relatórios e recolha de informação complementar. (RA [4]-[7]).
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula, para
conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do aluno e
esclarecer dúvidas (RA [1]-[7]).
Os resultados de aprendizagem [1]-[3] e [5]-[7] são avaliados individualmente através de provas
escritas individuais.
Avaliação Os resultados de aprendizagem de [4]-[7] são avaliados através do desempenho (individual ou em
grupo) dos alunos em trabalhos/projectos/desafios de pesquisa, envolvendo a elaboração de relatório
e/ou apresentação oral.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Laboratório de Apoio Informático.
Bibliografia recomendada:
Recursos Howard Anton, “Cálculo, um novo horizonte”, Vol. I e II, Bookman, 2000.
D. Hughes – Hallett & A. M. Gleason & W. G. McCallum et al, Calculus, 2nd edition, John Wiley &
Sons, 1998.
J. Stewart, “Cálculo”, Vol. I e II, 5ª Edição, Thomson Learning, 2005.

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Unidade Curricular ALGEBRA LINEAR


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
1º Semestre 5 comum CB

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
60 5 trabalho:

[1] Conhecimento, compreensão e relacionamento de conceitos de Álgebra Linear e elementos de


Geometria Analítica e suas propriedades.
[2] Capacidade para interpretar e explicar resultados de forma crítica.
Resultados de
aprendizagem [3] Capacidade para resolver problemas envolvendo conceitos de Álgebra Linear e elementos de
Geometria Analítica.
[4] Capacidade para aplicar conceitos de Álgebra Linear e elementos de Geometria Analítica a novas
situações.
Matrizes e Sistemas de Equações Lineares. Determinantes. Vectores nos Espaços Bi e
Conteúdo
Tridimensionais. Espaços Vectoriais Euclidianos. Espaços Vectoriais Arbitrários. Valores e Vectores
programático
Próprios. Transformações Lineares.
Ensino teórico-prático – Apresentação e discussão dos conceitos e princípios de Álgebra Linear e
elementos de Geometria Analítica. (RA [1]). Acompanhamento dos alunos na aplicação dos
conhecimentos adquiridos. (RA [2], [3] e [4]).
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula, para
conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do aluno e
esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem [1]-[3] são avaliados através de provas escritas individuais.
Avaliação Os resultados de aprendizagem [1]-[4] são avaliados através do desempenho (individual ou em grupo)
dos alunos em trabalhos/projectos/desafios de pesquisa, envolvendo a elaboração de relatório e/ou
apresentação oral.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Laboratório de Apoio Informático.
Software específico.
Bibliografia recomendada:
- Anton, H., Rorres, C., Elementary Linear Algebra : applications version, 8ed, John Wiley & Sons, 2000.
Recursos - Anton, H., Busby, R., Contemporary Linear Algebra, John Wiley & Sons, 2003.
- Magalhães, L. T., Álgebra Linear como Introdução a Matemática Aplicada, Texto Editora, 4ed, 1992.
- Giraldes, E., Fernandes, V. H., Santos, M. H., Álgebra Linear e Geometria Analítica, McGraw-Hill,
1994.
- Steinbruch, A., Winterle, P., Introdução à Álgebra Linear, McGraw-Hill, 1990.
- Steinbruch, A., Winterle, P., Geometria Analítica, McGraw-Hill, 1987.

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Unidade Curricular FÍSICA


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
1º Semestre 6 comum CB

T T/P PL TC S OT O
Horas de contacto: 80 Horas totais de trabalho: 162
30 30 15 5

[1]. Conhecimentos e compreensão dos princípios e leis da Física.


[2]. Capacidade em relacionar conceitos físicos.
[3]. Capacidade em descrever exemplos práticos de aplicação.
Resultados de
aprendizagem [4]. Capacidade em resolver problemas envolvendo princípios físicos.
[5]. Capacidade em criar modelos reais demonstrativos dos princípios.
[6]. Capacidade em usar um espírito crítico na análise dos resultados obtidos numericamente ou
experimentalmente.
1- Mecânica Clássica: Grandezas físicas, leis de Newton; Equilíbrio estático; Cinemática linear e
angular; Cinética linear e angular; Trabalho e potência; Energia mecânica; Rotação de um corpo
simétrico rígido, Centro de massa, Momentos de inércia.
2- Movimentos periódicos: movimento vibratório simples; movimento ondulatório; Interferência; Ondas
Conteúdo estacionárias.
programático
3- Som: Qualidades do som; Propagação do som; Reflexão, refracção, interferência; Batimentos;
Efeito de Doppler. Ultrasom.
4- Propriedades da matéria: Sólidos, densidade, tensões internas, deformação, elasticidade; Fluidos,
pressão e força de impulsão; força dinâmica dos fluidos, Princípio de Bernoulli.
Ensino teórico – Apresentação dos conceitos e princípios da Física; Exemplificação e aplicação a
problemas reais. (RA [1],[2],[3]).
Ensino teórico-prático – Acompanhamento de grupos de alunos na resolução de problemas,
elaboração de relatórios e recolha de informação complementar. (RA [2],[3],[4],[6]).
Metodologia Ensino prático e laboratorial – Realização de experiências de ilustração dos princípios; Construção de
material didáctico de ciência viva. (RA [5],[6]).
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula, para
conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do aluno e
esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem [1], [2], [3] e [4] são avaliados individualmente através de prova
Avaliação
escrita individual realizada no final do semestre.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Laboratório de Mecânica e Ciência Viva: utilização dos equipamentos existentes para a realização de
diversas experiências e construção de modelo de aplicação dos conteúdos programáticos.
Bibliografia base:
Protocolos de trabalhos experimentais.
Artigos científicos.
Recursos
Bibliografia complementar:
Paul G. Hewitt, Física Conceitual, Bookman, 9ª ed., 2002.
Alonso, M. & Finn E., Física, Addison-Wesley, 1999.
Beer & Johnston, Mecânica Vectorial para Engenheiros - Estática, McGraw-Hill, 5ª ed., 1991.
Beer & Johnston, Mecânica Vectorial para Engenheiros - Cinemática e Dinâmica, McGraw-Hill, 5ª ed.,
1991.

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Unidade Curricular DESENHO TÉCNICO


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
1º Semestre 5 comum CE

T T/P PL TC S OT O
Horas de contacto: 65 Horas totais de trabalho: 135
60 5

Capacidade de visualização tridimensional de peças desenhadas.


Aquisição de conceitos básicos de geometria descritiva e desenho técnico necessários à transmissão
Resultados de
de informação na área de Engenharia Civil.
aprendizagem
Capacidade de representar em desenho peças produzidas no âmbito da concepção de projectos de
Engenharia Civil.
1 – INTRODUÇÃO. NORMALIZAÇÃO: Introdução ao Desenho Técnico; Normalização; Formatos;
Legendas; Letras e algarismos; Linhas, traços e sua utilização; Escalas
2 – REVISÕES GERAIS DE GEOMETRIA DESCRITIVA
3 – PROJECÇÕES ORTOGONAIS: Representação de sólidos e volumes pelas suas projecções
Conteúdo ortogonais; Representação de projecções pelo método europeu e método americano − Cubo
programático envolvente.
4 – PERSPECTIVAS: Projecções centrais ou cónicas; Projecções paralelas ou cilíndricas; Desenho
de circunferências numa perspectiva qualquer
5 – COTAGEM
6 – PLANTAS CORTES E ALÇADOS: Plantas; Cortes; Alçados; Pormenores construtivos
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos, com aplicação dos
conceitos e metodologias a casos práticos. Análise de peças desenhadas de diferentes projectos de
Engenharia Civil e confronto com a realidade construída.
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula, para
conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do aluno e
esclarecer dúvidas
Os resultados de aprendizagem são avaliados individualmente através de prova escrita e de um
Avaliação
trabalho prático individual
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Salas de Desenho equipadas com estiradores e máquinas de Desenho.
Bibliografia base:
Desenho Técnico Moderno, Silva, A., Ribeiro, C., Dias, J., Sousa, L., 5ª Edição, Lidel, 2005.
Recursos
Bibliografia Complementar:
Desenho Técnico, Cunha, L. V., Fundação Calouste Gulbenkian, 13ª Edição, 2004.
Geometria Descritiva, Ricca, G., Fundação Calouste Gulbenkian, 1992.
Technical Drawing, Giesecke et al , 11th Edition, Prentice Hall, 2000.

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Unidade Curricular TOPOGRAFIA


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
1º Semestre 6 comum CE

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 81 162
30 45 6 trabalho:

Compreender conceitos fundamentais sobre: geodesia, projecções cartográficas, representação


cartográfica do terreno, técnicas de aquisição da informação geográfica.
Conhecer e aplicar os métodos de posicionamento topográfico, posicionamento espacial (GPS)
Resultados de e métodos de nivelamento.
aprendizagem
Desenvolver um espírito crítico que permita entender, interpretar e avaliar a informação
topográfica.
Interpretar e conceber plantas topográficas.
CAP I -GENERALIDADES. REPRESENTAÇÃO DO TERRENO
1.1 Objectivo da Topografia
1.2 A forma da terra, introdução do conceito de Geoide, Elipsoide de referência, Data
Geodésica, Sistemas de Projecção Cartográfica.
1.3 Sistemas de Coordenadas
1.4 Representação do terreno
CAP II – LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS
2.1 Infra estruturas cartográficas
2.2 O Estudo do Teodolito e das Grandezas Observáveis
2.3 Métodos para determinação de coordenadas do esqueleto de apoio Topográfico
Conteúdo
2.4 Medições de distâncias
programático
2.5 Nivelamento
CAP III – OUTROS PROCESSOS DE RECOLHA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA
3.1Fotogrametria
3.2 Sistema de Posicionamento Global (Global Positioning System – GPS)
CAP IV – REPRESENTAÇÃO DO RELEVO
4.1 Pontos cotados
4.2 Curvas de nível
4.3 Modelos digitais de Terreno
CAP V – CARTOMETRIA
5.1 Medição de áreas
Ensino teórico-prático – Apresentação dos conceitos e metodologias fundamentais da
Topografia. Aplicação dos conceitos e metodologias a casos práticos em que serão utilizados
equipamentos de Topografia.
Ensino prático e laboratorial – Execução de Levantamentos Topográficos para recolha de
informação topográfica do terreno e a sua representação. Acompanhar os grupos de alunos no
Metodologia
levantamento da informação topográfica, análise dos dados, na elaboração dos relatórios dos
trabalhos práticos e no desenvolvimento de capacidade crítica.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de prova escrita individual, e de um
Avaliação
trabalho prático de grupo com apresentação de relatório e discussão oral.
Laboratório de Geotecnia e Vias de Comunicação: utilização de aparelhos de Topografia:
Estações Totais, Teodolitos Electrónicos, Níveis, GPS, Computadores, Impressoras, Software
de desenho.
Software específico.
Bibliografia base:
Recursos Casaca, J., Matos, Baio, J., Topografia Geral, Lidel, 2000.
Bibliografia complementar:
Anderson, J.M., Mikhail, E.M., Surveying Theory and Practice, 7ª edição, McGraw-Hill.
Wolf, P.R., Ghilani, C.D., Elementary Surveying, 2002.
Schofield, W., Engineering Surveying, Butterworth-Heinemann, 6ª edição, 2007.

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Unidade Curricular INGLÊS


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
1º Semestre 2 comum CC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 34 54
30 4 trabalho:

Capacidade para compreender conversas e extractos de negociação verbalizados por falantes


nativos de Língua Inglesa.
Capacidade para compreender o conteúdo essencial de assuntos concretos ou abstractos em
texto complexo.
Resultados de
Capacidade para Interagir com um grau de fluência e espontaneidade que permita a
aprendizagem
comunicação entre falantes provenientes de diferentes contextos linguísticos.
Capacidade para tomar parte activa em encontros informais e reuniões e situações de trabalho.
Capacidade para expressar de forma escrita sobre uma vasta gama de assuntos em contextos
formais e informais.
1. Inglês como língua franca
Atitudes em relação ao Inglês; expressões para veicular necessidades linguísticas e de
aprendizagem.
2. Conversa informal
Envolvimento em conversas; descrição de experiências; identificação de diferenças
culturais.
Conteúdo 3. Contactos
programático Descrição e caracterização de pessoas; conversação e manutenção de tópicos adequados
ao contexto profissional, através de diferentes canais.
4. Reuniões
Expressões para tomadas de decisão, resolução de problemas, apresentação de sugestões
e condução de reuniões.
5. Negociação das relações
Expressões de formalidade e informalidade.
Ensino teórico-prático – Apresentação e desenvolvimento dos 4 skills: Reading; Writing;
Listening e Speaking.
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Avaliação Periódica – Reading/Writing (50%); Listening (25%); Speaking (25%).
Avaliação
Avaliação Final (4 skills: reading, writing, listening, speaking).
Manual adoptado pelo IPLeiria/ESTG de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência
(QECR).
Recursos Elementos de apoio fornecidos pelo docente.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Material audiovisual.

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Unidade Curricular ESTATÍSTICA


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
2º Semestre 3 comum CB

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 50 81
45 5 trabalho:

[1] Conhecer as principais distribuições e suas aplicações.


[2] Estimar características desconhecidas de uma população.
Resultados de [3] Inferir resultados, a partir da informação contida numa amostra, que sejam válidos para
aprendizagem toda a população.
[4] Interpretar e desenvolver um espírito crítico sobre os resultados obtidos na análise
estatística.
Conteúdo Variáveis aleatórias discretas e contínuas; distribuições de probabilidade. Inferência estatística:
programático estimação pontual e intervalar; testes de hipóteses.
Ensino teórico-prático - Apresentação e explicação dos conteúdos programáticos. Resolução de
exercícios de aplicação (RA [1] a [4]).
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem [1] a [4] são avaliados individualmente através de provas
Avaliação
escritas.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Bibliografia recomendada:
Casella, G., Berger, R., Statistical Inference, Duxbury Press, 1990.
Recursos
Murteira, B.; Ribeiro, C. S.; Silva, J. A.; Pimenta C., Introdução à Estatística, McGraw-Hill, 2002.
Pestana, D. ; Velosa, S., Introdução à Probabilidade e à Estatística, Vol. I, Fundação Calouste
Gulbenkian, 2002.

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Unidade Curricular MATEMÁTICA APLICADA


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
2º Semestre 6 comum CB

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 80 162
75 5 trabalho:

[1] Conhecimento de funções periódicas generalizadas.


[2] Capacidade para modelar e resolver problemas envolvendo equações diferenciais.
[3] Capacidade para resolver e interpretar problemas de movimentos ondulatórios.
Resultados de
aprendizagem [4] Capacidade para aplicar os métodos numéricos estudados a problemas específicos.
[5] Capacidade para modelar e resolver problemas de programação linear e problemas de
transportes.
[6] Capacidade para interpretar e discutir os resultados obtidos.
Séries de Fourier: funções periódicas; fórmulas de Euler; funções pares e ímpares.
Equações diferenciais lineares de ordem n com coeficientes constantes: sistema fundamental
de soluções; equações homogéneas e completas; aplicação às vibrações; resolução de
Conteúdo equações diferenciais usando métodos numéricos.
programático
Equações às derivadas parciais: método de separação de variáveis; equação das ondas e
equação do calor.
Programação Linear: Método Simplex; problema de transportes.
Ensino teórico-prático – Apresentação dos conceitos e princípios da Análise Matemática,
exemplificação e aplicação a problemas reais. (RA [1]-[6]). Acompanhamento de grupos de
alunos na resolução de exercícios e problemas, elaboração de relatórios e recolha de
Metodologia informação complementar. (RA [1]-[6]).
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem [1]-[6] são avaliados através de provas escritas individuais.
Avaliação Os resultados de aprendizagem de [1]-[6] são avaliados através do desempenho (individual ou
em grupo) dos alunos em trabalhos/projectos/desafios de pesquisa, envolvendo a elaboração
de relatório e/ou apresentação oral.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Laboratório de Matemática.
Fichas de exercícios e problemas de apoio à unidade curricular.
Bibliografia recomendada:
Recursos Bazaraa, M. S., Jarvis, J.J. e Sherali, H.D., Linear Programming and Network Flows, John Wiley
& Sons, 1990.
Burden, Richard L. e Faires, Douglas J., Numerical Analysis, Brooks/Cole, 7th edition, 2001.
Kreyszig, E., Advanced Engineering Mathematics, John Wiley & Sons, 1999.
Ramalhete, Manuel, Guerreiro, L. e Magalhães, A., Programação Linear, Vol. I e II, McGraw-
Hill, 1984.

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Unidade Curricular ESTÁTICA APLICADA


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
2º Semestre 5 comum CB

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
54 6 5 trabalho:

[1]. Capacidade de compreender e modelar uma estrutura de Engenharia Civil.


[2]. Capacidade em analisar estruturas reticuladas lineares isostáticas, através da utilização de
Resultados de modelos matemáticos, permitindo a obtenção de reacções de apoio e diagramas de esforços.
aprendizagem [3]. Capacidade em justificar teoricamente os métodos de análise utilizados no cálculo.
[4]. Capacidade de utilização de espírito crítico na apreciação dos resultados obtidos
numericamente.
1. Sistemas estruturais típicos de Engenharia Civil, apoios e conexões, tipos de carregamentos,
acções e combinação de acções, modelos de análise de estruturas.
Conteúdo
2. Cálculo de reacções de apoio e de esforços em estruturas reticuladas lineares isostáticas,
programático
diagramas de esforços.
3. Princípio da sobreposição de efeitos. Princípios básicos da dualidade estática-cinemática.
Ensino teórico-prático – Apresentação dos conceitos e princípios da Estática. Aplicação à
modelação e análise linear de estruturas reticuladas; exemplificação. Acompanhamento de
grupos de alunos na resolução de problemas e recolha de informação complementar.
Ensino prático laboratorial –Verificação em laboratório de esforços em estruturas didácticas e
Metodologia
comprovação dos resultados obtidos analiticamente.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de provas escritas individuais realizadas
Avaliação
ao longo do semestre e da apresentação de trabalhos práticos realizados pelos alunos.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle)
Laboratório de Estruturas e Betões: equipamento didáctico específico.
Excertos da bibliografia recomendada e outra de revistas de Ciência e Tecnologia.
Fichas de exercícios e problemas seleccionados da bibliografia recomendada.
Bibliografia recomendada:
Recursos
. CIDÁLIA MACEDO, Sebenta, 2001.
. BEER & JOHNSTON, Mecânica para Engenheiros, Estática, Mac−GrawHill, 1999.
. Rossow, E.C., Analysis and Behavior of Structures, Prentice Hall, 1996.
. SUSSENKIND, Curso de análise estrutural, 1 Estruturas Isostáticas, Editora Globo, 11ª
edição, 1991.

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Unidade Curricular DESENHO E COMPUTAÇÃO GRÁFICA


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
2º Semestre 5 comum CE

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
15 45 5 trabalho:

[1] Conhecer as metodologias fundamentais do domínio da computação gráfica.


[2] Capacidade de utilização de um sistema CAD em todas as fases de um projecto e sua
Resultados de
apresentação na área do desenho técnico, segundo a perspectiva e interesse do Engenheiro
aprendizagem
Civil.
[3] Sequenciar operações de modelação em sistema CAD.
1. Técnicas de Trabalho em CAD
Conteúdo 2. Introdução ao Desenho de Estruturas
programático 3. Representação de Intervenções no Terreno em Engenharia Civil
4. Técnicas de Modelação 3D
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos, com aplicação dos
conceitos e metodologias a casos práticos. Aprendizagem de um sistema gráfico computacional
através de exercícios práticos de crescente complexidade que permitirá a realização de
desenhos de construção civil.
Ensino prático e laboratorial – Acompanhar os grupos de alunos na execução dos exercícios
Metodologia
que lhe são propostos para a sua simulação em computador e na elaboração dos relatórios dos
trabalhos práticos e no desenvolvimento de capacidade crítica.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de prova escrita individual, de uma prova
Avaliação prática realizada em computador e de um trabalho prático de grupo com apresentação de
relatório e discussão oral.
Salas de Projecto de Eng. Civil: Computadores, Impressoras, Software específico.
Bibliografia recomendada:
Recursos
Arlindo Silva e outros, Desenho Técnico Moderno, 5ª Edição, Lidel, 2005.
Azevedo, E, e Conci, A., Computação Gráfica, Elsevier, 2003.

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Unidade Curricular PROGRAMAÇÃO


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
2º Semestre 6 comum CC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 80 162
30 45 5 trabalho:

[1] Capacidade de formulação de algoritmos para resolução de problemas


[2] Capacidade de estruturar um programa que resolva um determinado problema
[3] Capacidade de manipular os elementos básicos da programação que suportem a solução
Resultados de
para um problema
aprendizagem
[4] Capacidade de entender a estrutura e o funcionamento de estruturas de dados genéricas.
[5] Capacidade de utilizar as estruturas de dados mais adequadas na resolução de um
problema.
1. Algoritmos
2. Linguagem C (introdução)
3. Estruturas de Controlo
Decisão
Conteúdo Repetição
programático 4. Funções
5. Vectores e matrizes
6. Ponteiros
7. Estruturas
8. Ficheiros
Ensino teórico-prático – Apresentação e discussão dos conteúdos programáticos. Elaboração
de exercícios.
Ensino prático e laboratorial – Estudo acompanhado e apoio ao trabalho prático.
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
Os resultados de aprendizagem são avaliados através do método de avaliação final: Exame
Avaliação
escrito e individual e trabalho prático de implementação em grupos de alunos.
Laboratórios de Informática;
Plataforma Moodle;
Bibliografia recomendada:
Linguagem C, Luís Damas, FCA.
C Completo e Total - 3ª edição, Herbert Schildt, Makron Books, Mc Graw-Hill.
Programando em C, Byron Gottfried, Makron Books, Mc Graw-Hill.
Recursos
Introductory C: pointers, functions and files, Richard Petersen, Academic Press.
Linguagem C, Luís Damas, FCA editores.
Fundamentos de Programação usando C, Joaquim P. Marques de Sá, FCA editores.
Teach Yourself C, Herbert Schildt, Osborne/Mc Graw-Hill.
The C Programming Language, Kernighan & Ritchie, Prentice-Hall.
Software Engineering in C, Peter A. Darnell, Philip Margolis, Springer-Verlag.

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Unidade Curricular GEOLOGIA DE ENGENHARIA


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
2º Semestre 5 comum CB

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
15 36 9 5 trabalho:

Resultados de [1] Associar aos conhecimentos científicos sobre a crusta terrestre as técnicas de engenharia.
aprendizagem [2] Estudar as condições e circunstâncias que permitam a estabilidade das obras a construir.
Geologia - objectos e métodos. Introdução à Geologia de Engenharia.
A Terra: origem, estrutura e constituição.
Geodinâmica interna.
Processos superficiais.
Conteúdo Noções de Mineralogia e Petrologia. Rochas ígneas, sedimentares e metamórficas.
programático Mapas geológicos.
Alguns princípios da Mecânica das Rochas. Estruturas geológicas.
Prospecção in situ.
Hidrogeologia e captação de água.

Ensino teórico – apresentação e discussão dos assuntos referidos no conteúdo programático.


Ensino teórico-prático – Análise e interpretação de cartas topográficas e geológicas a diferentes
escalas. Acompanhamento dos alunos na elaboração de perfis topográficos e cortes geológicos
com identificação das estruturas e da sucessão dos acontecimentos geológicos.
Metodologia Ensino laboratorial – Observação macroscópica de rochas e identificação de minerais com base
nas propriedades físicas. Ensaios de caracterização mineralógica.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem [1] e [2] são avaliados individualmente através de prova escrita
Avaliação individual e/ou através do desempenho (individual ou em grupo) dos alunos em trabalhos de
pesquisa, envolvendo a elaboração de relatório.
Laboratório de Geotecnia e Vias de Comunicação.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Software específico.
Sites com informação relevante na Internet.
Bibliografia recomendada:
Recursos Dercourt, J. Paquet, J., Geologia - Objectos e métodos, Almedina, Coimbra, 1986.
I. G. Gass. Dercour, P. J. Smith & R. C. L. Wilson, Vamos compreender a Terra, Almedina,
Coimbra, 1984.
R Johnson & Jerome Graff, Principles of Engineering Geology, Wiley, 1988.
G. H. Blyth & M. H. de Freitas, A Geology for Engineers, 1974.
Luis I. González de Vallejo, Ingeniería Geológica, 2004.

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Unidade Curricular MECÂNICA DE SOLOS I


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
3º Semestre 6 comum CE

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 80 162
30 30 15 5 trabalho:

Resultados de Conhecimento dos princípios e teorias fundamentais que permitem compreender o


aprendizagem comportamento mecânico e hidráulico dos solos.
Grandezas básicas. Granulometria e limites de Atterberg. Classificação dos solos. Princípio da
tensão efectiva. Estado de tensão em repouso. A água no solo. Lei de Darcy. Coeficiente de
Conteúdo permeabilidade. Escoamentos unidimensionais e bi-dimensionais em meios porosos.
programático Consolidação secundária. Drenos. Compressibilidade de estratos de argila. Teoria de
consolidação de Terzaghi. Critérios de rotura de Mohr-Coulomb e de Tresca. Ensaio triaxial.
Resistência ao corte dos solos. Carregamentos drenados e não drenados.
Ensino teórico – apresentação e discussão conceitos teóricos fundamentais referidos no
conteúdo programático.
Ensino teórico-prático – Resolução de exercícios teórico-práticos e exercícios propostos aos
alunos para resolução.
Metodologia
Ensino laboratorial – realização de ensaios de controlo da compactação.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Ensino teórico – avaliação através de prova escrita individual.
Ensino teórico-prático – avaliação através da discussão oral individual em duas fases do
Avaliação
semestre.
Ensino laboratorial – avaliação pelos trabalhos realizados em laboratório.
Laboratório de Geotecnia e Vias de Comunicação.
Bibliografia recomendada:
Recursos
M. Matos Fernandes, 'Mecânica dos Solos - I Volume', editorial da AEFEUP, 1994.
Lambe, T. W. & Whitman, R. V., 'Soil Mechanics - SI Version', John Wiley & Sons, 1979.

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Unidade Curricular RESISTÊNCIA DE MATERIAIS I


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
3º Semestre 5 comum CE

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
15 42 3 5 trabalho:

[1]. Conhecimento dos conceitos e princípios teóricos que servem de fundamento aos métodos
de análise e dimensionamento de estruturas.
[2]. Conhecimento do comportamento de diversos tipos de materiais em função das suas
propriedades físicas e mecânicas.
Resultados de [3]. Capacidade de relacionar o comportamento das estruturas com o as leis constitutivas dos
aprendizagem materiais constituintes.
[4]. Capacidade de aplicar técnicas de cálculo de deslocamentos em estruturas e de as justificar
teoricamente.
[5]. Capacidade de aplicar critérios de dimensionamento de secções de estruturas e de os
justificar teoricamente.
1. Definição de tensão; Tensão numa faceta arbitrária; Componentes do tensor das tensões;
Tensões normais e tangenciais.
2. Deformações e movimentos de corpo rígido; Componentes do tensor das deformações.
3. Comportamento dos materiais: Relações constitutivas; Elasticidade e plasticidade; Materiais
dúcteis e frágeis; Comportamento linear elástico; Lei de Hooke Generalizada; Endurecimento
de aços a frio; Resiliência e Tenacidade; Fadiga.
Conteúdo 4. Princípio da sobreposição de efeitos. Princípio de Saint−Venant.
programático 5. Esforço axial em peças lineares: Hipóteses, formulação do problema; Sistemas estruturais
estáticos e hiperstáticos; Energia de deformação; Cálculo de esforços, Cálculo de
deslocamentos pelo Princípio dos Trabalhos Virtuais; Peças constituídas por mais do que um
material; Dimensionamento em relação ao esforço axial;
6. Esforço de flexão: Hipóteses, formulação do problema; Flexão circular e desviada; Flexão
composta; Centro de pressões e núcleo central; Dimensionamento à flexão composta; Cálculo
de esforços; Cálculo de deslocamentos pelo Princípio dos Trabalhos Virtuais; Equação da linha
elástica; Deformadas de peças flectidas.
Ensino teórico – Apresentação dos conceitos e princípios da Resistência dos Materiais.
Aplicação à análise e dimensionamento de estruturas, considerando o comportamento dos
materiais e a geometria da estrutura.
Ensino teórico – Acompanhamento de grupos de alunos na resolução de problemas e recolha
de informação complementar.
Metodologia Ensino laboratorial – Análise laboratorial do comportamento de estruturas sujeitas a
carregamentos seleccionados e das propriedades físicas e mecânicas dos materiais
constituintes.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de provas escritas individuais realizadas
Avaliação
ao longo do semestre e da apresentação de trabalhos práticos realizados pelos alunos.
Laboratório de Estruturas e Betões: equipamento didáctico diverso.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Excertos de revistas de Ciência e Tecnologia.
Bibliografia recomendada:
Recursos
- Mecânica e Resistência dos Materiais, Dias da Silva, ZUARI, 2ª edição, 1999.
- Mecânica dos Materiais, Ferdinand Beer, E. Johnston, McGRAW−HILL, 1998.
- Eurocódigo 3 (EC3).
- Tabelas Técnicas.

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Unidade Curricular HIDRÁULICA GERAL


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
3º Semestre 6 comum EC-PHA

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 80 162
30 39 6 5 trabalho:

[1] Conhecimentos base em hidráulica e mecânica dos fluidos.


Resultados de
aprendizagem [2] Capacitar os alunos de conhecimentos base no dimensionamento de infra-estruturas de
abastecimento de água e drenagem de águas residuais e pluviais.
1. Propriedades de Fluidos: Forças Exteriores. Massa volúmica, peso volúmico e densidade.
Compressibilidade. Viscosidade. Tensão Superficial e capilaridade. Tensão de saturação de
vapor de um líquido. Solubilidade de gases em líquidos
2. Hidrostática: Lei hidrostática de pressões. Pressões absolutas e pressões relativas.
Manómetros. Impulsão hidrostática. Impulsão hidrostática sobre corpos imersos e flutuantes.
Impulsão hidrostática sobre superfícies planas.
3. Hidrocinemática: Trajectórias e linhas de corrente. Tipos de escoamentos. Caudal, tubo de
fluxo e velocidade média. Equação da continuidade. Escoamentos laminares e turbulentos.
4. Conceitos e Princípios Fundamentais da Hidrodinâmica: Teorema de Bernoulli. Líquidos
perfeitos. Linha piezométrica e linha de energia. Piezómetro e tubo de Pitot. Aplicação a
líquidos reais do teorema de bernoulli para líquidos perfeitos. Teorema de Bernoulli. Líquidos
reais. Jactos líquidos na atmosfera. Variação da cota piezométrica segundo a normal às linhas
de corrente.
5. Estudo Global dos Escoamentos Líquidos: Condições gerais. Teorema de Bernoulli
generalizado para tubos de fluxo. Potência hidráulica. Bombas e turbinas. Teorema de Euler ou
da quantidade de movimento.
6. Leis de Resistência de Escoamentos Uniformes: Conceitos Fundamentais. Tensão
tangencial na fronteira sólida. Escoamentos laminares e turbulentos. Experiência de Reynolds.
Conteúdo
Escoamentos laminares uniformes. Escoamentos turbulentos uniformes em tubos circulares de
programático
rugosidade uniforme. Escoamentos turbulentos uniformes em tubos comerciais. Leis empíricas
para o regime turbulento
7. Escoamentos Permanentes sob Pressão: Tipos de Escoamentos permanentes. Perdas de
carga contínuas. Perdas de carga singulares. Saída de condutas para a atmosfera. Cálculo de
instalações. Influência do traçado das condutas. Redes de condutas. Cavitação
8. Escoamentos Variáveis sob Pressão: Tipos de Escoamentos. Problemas em causa. Golpe
de aríete. Análise qualitativa. Protecção de condutas elevatórias contra o golpe de ariete.
Escoamentos quase-permanentes
9. Escoamentos em superfície livre: Noções gerais e âmbito do estudo. Escoamentos
Uniformes. Regolfo com caudal constante. Ressalto
10. Escoamentos por Orifícios e Descarregadores. Medições Hidráulicas: Orifícios.
Descarregadores. Medição de nível. Medição de pressão. Medição da velocidade. Medição do
caudal
11. Turbomáquinas Hidráulicas: Introdução. Tipos de turbinas e bombas. Descrição geral e
condições de instalação de turbinas. Teoria elementar das turbomáquinas. Descrição geral e
condições de instalação de bombas. Número específico de rotações de bombas. Diagrama de
funcionamento das bombas. Estudo do funcionamento permanente a partir das curvas
características. Altura de aspiração das bombas. Escolha de bombas
Ensino teórico – Análise e discussão dos conteúdos programáticos.
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; resolução de
exercícios.
Metodologia Ensino laboratorial – Realização de ensaios: Verificação da Equação de Bernoulli em
Escoamentos Uniformes, Experiência de Reynolds, Medição de Impulsão, Escoamentos em
superfície livre, Leis de escoamento em descarregadores.
Orientação tutorial – apoio e acompanhamento científico-pedagógico em pequenos grupos
incluindo esclarecimento de dúvidas em horário de atendimento.
Ensino teórico e teórico-prático – avaliação escrita individual.
Avaliação
Ensino laboratorial – avaliação de relatórios dos ensaios efectuados.
Laboratório de Hidráulica e Ambiente: material e equipamento diverso.
1. HIDRÁULICA, António de Carvalho Quintela, Fundação Calouste Gulbenkian.
2. HIDRÁULICA GERAL, Armando Lencastre.
Recursos 3. MECÂNICA DOS FLUIDOS E HIDRÁULICA GERAL, J. Novais Barbosa, Porto Editora, Porto
1986.
4. HIDRÁULICA GERAL ( Vol. 1 e 2 ), Alberto Abecassis Manzanares.
5. HIDRAULICS AND FLUID MECHANICS, Giles, R, V. , Schaum Publishing Co., 1965.

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Unidade Curricular MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
3º Semestre 5 comum CE

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
50 10 5 trabalho:

1. Conhecer os diversos materiais utilizados no sector da Construção Civil e Obras Públicas e


Resultados de as respectivas propriedades.
aprendizagem 2. Capacidade para especificar materiais de construção.
3. Capacidade para efectuar o controlo da qualidade dos materiais em obra.
1. INTRODUÇÃO AO CURSO E À CIÊNCIA DOS MATERIAIS: Classificação e caracterização
dos materiais de construção; Estrutura interna; Teorização do comportamento dos materiais; A
especificação de materiais e o controlo da qualidade. 2. PEDRAS NATURAIS: Classificação e
extracção das pedras; Características das Pedras Naturais; Ensaios das pedras em laboratório;
Utilização das pedras; Deterioração das pedras naturais em edifícios. 3. LIGANTES: Ligantes
Aéreos; Ligantes Hidráulicos. 4. ARGAMASSAS: Propriedades; Composição de argamassas;
Tipos de argamassas e suas aplicações; Cimentos-cola. 5. BETÕES: Componentes Principais:
Inertes; Cimento; Água e Adjuvantes; Análises granulométricas; Estudo da composição do
betão; Fabrico; Propriedades: Calor de Hidratação; Resistência às tensões; Deformação sob
cargas de curta duração; Ensaios Destrutivos; Controle e Recepção. 6. MADEIRA:
Generalidades (Tipos de árvores, Constituição, Classificação); Propriedades (físicas e
mecânicas); Defeitos da madeira; Durabilidade; Produtos derivados; Cortiça. 7. METAIS: Aço
Conteúdo (Conceitos básicos, Matérias primas e processos de fabrico, Diagrama Ferro-Carbono,
programático Tratamentos térmicos e mecânicos, Propriedades mecânicas dos aços); Alumínio (Fabrico,
Tratamento, Aplicações na construção civil, Principais ensaios); Outros metais usados na
construção civil – propriedades e aplicações. 8. MATERIAIS CERÂMICOS: Fabrico dos
materiais cerâmicos; Materiais cerâmicos mais correntes. Características e ensaios. 9.
VIDROS: Definição; Composição; Classificação; Processos de produção do vidro plano;
Propriedades; Utilização do vidro em edifícios. 10. POLÍMEROS: Estrutura; Classificação;
Propriedades físicas e mecânicas; Processos de fabrico e moldagem; Aplicações na
Construção Civil; Ensaios gerais de caracterização. 11. LIGANTES HIDROCARBONADOS:
Terminologia; Definições; Produção do betume; Constituição, estrutura e reologia do betume;
Caracterização de betumes; Aplicações dos betumes. 12. TINTAS: Composição; Fabrico;
Classificação; Processo de secagem; Pintura; Inspecção e controlo. 13. COMPÓSITOS:
Constituição e comportamento dos compósitos; Matérias-primas; Fabrico; Propriedades
Aplicações.
Ensino Teórico-Prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; resolução de
exercícios
Ensino Prático e Laboratorial – Realização de ensaios em materiais de construção: Fabrico de
betão e ensaios de controlo; Ensaios de produtos aglomerados; Ensaios de materiais
Metodologia
cerâmicos; Classificação visual de madeiras.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Ensino teórico e teórico-prático – avaliação escrita individual.
Avaliação
Ensino laboratorial – avaliação de relatórios dos ensaios efectuados.
Laboratório de Matérias de Construção: material e equipamento diverso.
Laboratório de Estruturas e Betão: material e equipamento diverso.
Bibliografia recomendada:
Fortes, M. Amaral; Ferreira, P.J. MATERIAIS 2000, IST Press, Lisboa, 2003.
Gonzalez, Gerard Mayor; trad. Celso Paciornick, Teoria e problemas de materiais de
construção, McGraw_Hill do Brasil, São Paulo, 1978.
Mascarenhas, Jorge, Sistemas de construção III: paredes (2ª parte) e materiais básicos,
Recursos Livros/Horizonte, 2004.
Mascarenhas, Jorge, Sistemas de construção IV: Coberturas planas, juntas; materiais básicos
(2.ª parte).
Materiais ferrosos e alumínio, Livros Horizonte, 2004/Petrucci, Eladio G. R., Materiais de
construção, Editora Globo, São Paulo, 1993.
COUTINHO, A. Sousa, Fabrico e propriedades do betão. Vol. I - Propriedades das matérias-
primas; Vol. II -Fabrico», LNEC, Lisboa, 1988. (2.ª edição revista e aumentada)/NP EN 206
Betão - Especificação, desempenho, produção e conformidade, 2005.
J.M.Illston, Construction materials: their nature and behaviour, E & F N SPON, 1996.

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Unidade Curricular PROCESSOS GERAIS DE CONSTRUÇÃO


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
3º Semestre 4 comum EC-EC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 108
56 4 5 trabalho:

Resultados de
Conhecer as diferentes técnicas dos processos de construção.
aprendizagem
1. Movimentação geral de terras – Métodos e equipamentos: Contenção Periférica de terras na
escavação de Caves; Escavação total seguida de construção de muros de suporte; Escavação
e construção de muros faseada e alternada; Entivação com estacas prancha; Paredes
moldadas; Entivação de Berlim; Melhoria de solos; Ancoragens; Pregagens.
2. Implantação de obras – Ferramentas e métodos tradicionais.
Conteúdo 3. Fundações e métodos de escavação: Fundações superficiais; Fundações Profundas.
programático 4. Estruturas de betão armado: Cofragens (tipos e métodos de cálculo); Betão armado; Betão à
vista.
5. Paredes de alvenaria: disposições construtivas e técnicas de execução.
6. Drenagens e impermeabilizações em edifícios.
7. Revestimentos em edifícios: Revestimentos em paredes, tectos e pavimentos.
8. Demolições: Métodos tradicionais; Métodos não tradicionais.
Ensino Teórico-Prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; resolução de
exercícios de química com aplicação na área alimentar.
Trabalho de Campo – Visitas de estudo a obras de interesse relevante.
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Ensino teórico e teórico-prático – avaliação escrita individual.
Avaliação
Trabalho de campo – avaliação de relatórios.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Bibliografia recomendada:
COUTINHO, A. Sousa «Fabrico e propriedades do betão. Vol. II - Fabrico», LNEC, Lisboa,
1988. 646 p. (2.ª edição revista e aumentada).
I. N. C. M.“Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-esforçado”, D.L. 349-c/83 de 30
Julho.
Instituto Português da Qualidade “NP EN 206: Betão - Comportamento, produção, colocação e
critérios de conformidade», Lisboa.
LNEC, “Curso de especialização sobre revestimentos de paredes”, Lisboa, 1990.
HENRIQUES, Fernando «Humidade em paredes», LNEC, Lisboa, 1994. 182 p.
Coelho, Silvério “Tecnologia de Fundações”, Edições EPGE, 1996.
Mascarenhas, Jorge, “Sistemas de construção I: contenções, drenagens, implantações,
Recursos fundações, ancoragens, túneis, consolidação de terrenos”, Livros Horizonte, 2004.
Mascarenhas, Jorge, “Sistemas de construção II: paredes exteriores (1ª parte)”, Livros
Horizonte, 2004.
Mascarenhas, Jorge, “Sistemas de construção III: paredes (2ª parte) e materiais básicos”,
Livros Horizonte, 2004.
R. Barry, “The construction of buildings: foundations and oversite concrete-walls-floors-roofs”,
Blackwell Science, 1999.
R. Barry, “The construction of buildings: windows-doors-stairs-fires, stoves and chimneys-
internal finishes and external rendering”, Blackwell Science, 1999.
R. Barry, “The construction of buildings: single-storey frames, shells and lightweight coverings”,
Blackwell Science, 1999.
R. Barry, “The construction of buildings: building services: water, electricity and gas supplies foul
water discharge, refuse storage”, Blackwell Science, 1999.

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Instituto Politécnico de Leiria – ESTG

Unidade Curricular PLANEAMENTO REGIONAL E URBANO


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
3º Semestre 4 comum EC-PHA

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 50 108
15 30 5 trabalho:

[1] O aluno irá ser introduzido ao tema do planeamento do território e ao urbanismo.


[2] O aluno irá entender a evolução histórica da ocupação do território e será introduzido às
principais teorias e correntes urbanísticas.
Resultados de
aprendizagem [3] O aluno ganha competências no âmbito das técnicas operacionais de análise estatística e
de dados geográficos e económicos.
[4] O aluno ganha competências no âmbito do planeamento de equipamentos e gestão de
redes de infra-estruturas.
1. Conceitos e princípios fundamentais do planeamento regional e urbano
2. Sistemas de planeamento
Conteúdo
3. Planeamento de equipamentos
programático
4. Introdução histórica do planeamento regional e urbano
5. Técnicas operacionais em planeamento regional e urbano
Ensino teórico – apresentação e discussão dos assuntos referidos no conteúdo programático.
Ensino teórico-prático – Aplicação dos conceitos e metodologias a casos práticos e a estudos
de caso.
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem [RA 1 a 4] são avaliados individualmente através de prova
Avaliação
escrita individual e da avaliação contínua na componente teórico/prática.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Bibliografia recomendada:
Gillie, F. B. An Approach to Town Planning, Institut of the Social Studies, The Hague,
Netherlands, 1971.
Hall, P. , Urban and Regional Plannning, Routledge, London, 1992.
Recursos Lobo, M. et al. Normas Urbanísticas. Princípios e Conceitos Fundamentais, DGOTDU/UTL, 2ª
ed., Lisboa, 1995.
Noguera, J. E., Elementos de Ordenación Urbana, Edicions de la Universitat Politecnica de
Catalunya, Barcelona, 1998.
Ratcliffe, J. e Stubbs, M., Urban Planning and Real Estate Development, UCL Press, London,
1998.
Colectânea de artigos científicos de referência nos vários temas.

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Unidade Curricular MECÂNICA DE SOLOS II


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
4º Semestre 6 comum CE

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 80 162
30 37 8 5 trabalho:

Ensino de teorias e métodos para o projecto de estruturas condicionadas pelo comportamento


Resultados de
do solo: estruturas de suporte, fundações superficiais e profundas Conhecimento dos métodos,
aprendizagem
análise e interpretação dos resultados obtidos na prospecção geotécnica.
Compactação. Conceitos base, ensaios e equipamentos. Impulsos de terras: Estado activo e
passivo: Teoria de Rankine, tabelas de Caquot Kérisel, teoria de Coulomb e teoria de
Conteúdo Mononobe-Okabe. Dimensionamento de estruturas de suporte: rígidas e flexíveis. Introdução
programático ao Eurocódigo 7. Coeficientes parciais de segurança. Estabilidade de Taludes e aterros.
Fundações superficiais. Teoria da Capacidade de carga. Escavações em vala. Prospecção
geotécnica: ensaios in-situ e amostragem.
[1] Ensino teórico – apresentação e discussão dos assuntos referidos no conteúdo
programático.
[2] Ensino teórico-prático – Resolução de exercícios de aplicação de conhecimentos.
Metodologia [3] Ensino laboratorial – realização de ensaios de controlo da compactação.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
A metodologia [1] é avaliada individualmente através de prova escrita individual.
A metodologia [2] é avaliada através da discussão individual com o docente responsável pela
Avaliação turma em duas fases do semestre.
A metodologia [3] é avaliada pelos trabalhos realizados em laboratório.
Os pesos dos resultados da avaliação são os seguintes: [1] 0,5; [2] 0,4; [3] 0,1
Laboratório de Geotecnia e Vias de Comunicação.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Bibliografia recomendada:
Recursos M. Matos Fernandes, 'Mecânica dos Solos - I Volume', editorial da AEFEUP, 1994.
Lambe, T. W. & Whitman, R. V., 'Soil Mechanics - SI Version', John Wiley & Sons, 1979.
CEN: EN 1997-1, Geotechnical design-Part 1: General rules, 2003.
CEN: EN 1997-2, Geotechnical Design - Part 2: Ground investigation and testing, 2005.

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Unidade Curricular RESISTÊNCIA DE MATERIAIS II


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
4º Semestre 5 comum CE

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
15 42 3 5 trabalho:

1. Capacidade de relacionar o comportamento das estruturas com o as leis constitutivas dos


materiais constituintes.
2. Capacidade de aplicar técnicas de cálculo de deslocamentos em estruturas e de as justificar
teoricamente.
Resultados de 3. Capacidade de aplicar critérios de dimensionamento de secções de estruturas e de os
aprendizagem justificar teoricamente.
4. Conhecimento e compreensão dos critérios de resistência normalmente utilizados na
Mecânica dos Materiais.
5. Capacidade de desenvolver análises de 2ª ordem de colunas inseridas em estruturas
reticuladas.
1. Esforço transverso: Teoria elementar do corte, Tensões tangenciais em secções correntes;
Centro de corte; Deformação por esforço transverso; Cálculo dos deslocamentos devidos a
esforço transverso pelo Princípio dos Trabalhos Virtuais; Dimensionamento ao Esforço
Transverso.
2. Momento Torçor: Torção de Saint−Venant. Tensões tangenciais devidas ao momento torçor;
Cálculo dos deslocamentos devidos a esforço transverso pelo Princípio dos Trabalhos Virtuais;
Conteúdo Dimensionamento ao esforço Torçor.
programático 3. Análise elasto-plástica de estruturas em flexão: Relação constitutiva típica; momento de
plastificação; rótula plástica; Teoremas de análise limite; Análise plástica de secções.
4. Critérios de Resistência: Critérios de resistência para materiais dúcteis; Critérios de Tresca e
de Von Mises; Critérios de resistência de materiais frágeis.
5. Estabilidade de colunas: Carga crítica de colunas, teoria de Euler; Influência de imperfeições;
Comprimento de encurvadura; Análise de segunda ordem de colunas inseridas em pórticos;
Dimensionamento de colunas à compressão; Contraventamentos.
Ensino teórico – Apresentação dos conceitos e princípios da Resistência dos Materiais.
Aplicação à análise e dimensionamento de estruturas, considerando o comportamento dos
materiais e a geometria da estrutura.
Ensino teórico-prático – Acompanhamento de grupos de alunos na resolução de problemas e
recolha de informação complementar.
Metodologia Ensino prático e laboratorial – Demonstração em laboratório do comportamento de diversas
estruturas sujeitas a carregamentos seleccionados e das propriedades físicas e mecânicas dos
materiais constituintes.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de provas escritas individuais realizadas
Avaliação
ao longo do semestre e da apresentação de trabalhos práticos realizados pelos alunos.
Laboratório de Estruturas e Betões: utilização dos equipamentos existentes para a realização
de ensaios representativos do comportamento de estruturas seleccionadas e dos materiais
constituintes.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Excertos da bibliografia recomendada e outra de revistas de Ciência e Tecnologia.
Recursos Fichas de exercícios e problemas seleccionados da bibliografia recomendada.
Bibliografia recomendada:
- Mecânica e Resistência dos Materiais, Dias da Silva, ZUARI, 2ª edição, 1999.
- Mecânica dos Materiais, Ferdinand Beer, E. Johnston, McGRAW−HILL, 1999.
- Eurocódigo 3 (EC3).
- Tabelas Técnicas.

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Unidade Curricular HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
4º Semestre 5 comum EC-PHA

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
15 45 5 trabalho:

1 - Fornecer aos alunos elementos que possibilitem a determinação de caudais para o


Resultados de
dimensionamento de obras através do conhecimento de processos de escoamento e de
aprendizagem
medição de variáveis hidrológicas.
1. Recursos Hídricos
Quantidade. Disponibilidade. Regularidade. Gestão e Planeamento dos Recursos Hídricos
2. O Ciclo Hidrológico
Considerações gerais. Componentes do ciclo hidrológico
3. Bacia Hidrográfica
Generalidades. Características geométricas. Características do relevo. Características do
sistema de drenagem. Geologia e solos
4. Precipitação
Generalidades. Classificação das precipitações. Altura e intensidade de precipitação. Medição
da precipitação. Rede udométrica. Análise dos dados obtidos num posto udométrico.
Distribuição espacial da precipitação. Precipitação ponderada sobre uma região. Distribuição
temporal da precipitação. Análise estatística das séries de precipitação. Análise de
precipitações intensas de curta duração
Conteúdo 5. Intercepção
programático 6. Evaporação e evapotranspiração
7. Escoamento subterrâneo
Elementos de geologia. Classificação de aquíferos. A produtividade dos aquíferos. Parâmetros
característicos dos aquíferos. A lei de Darcy. Aplicação da lei de Darcy aos aquíferos
8. Escoamento de superfície
Conceitos gerais. Componentes do escoamento superficial. Medição do escoamento de
superfície. Estações hidrométricas. Rede hidrométrica. Estimativa do escoamento de superfície
na ausência de medições hidrométricas
9.Estudo das cheias
Conceitos gerais. Métodos de pré−determinação da ponta de cheia. Fórmulas empíricas.
Fórmulas cinemáticas. Métodos estatísticos. Métodos de pré−determinação do hidrograma de
cheia
10. Redes de águas pluviais
Dimensionamento de canais e colectores.
Ensino teórico – Análise e discussão dos conteúdos programáticos.
Ensino teórico-prático – Resolução de exercícios e trabalhos práticos.
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Teórica – avaliação escrita.
Avaliação
Prática – avaliação escrita e relatórios dos ensaios de laboratório efectuados.
Laboratório de Hidráulica e Ambiente: material e equipamento diverso.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Bibliografia recomendada:
1. HIDRÁULICA, António de Carvalho Quintela, Fundação Calouste Gulbenkian.
Recursos
2. Lições de Hidrologia, A. Lencastre, F.M. Branco, Universidade Nova de Lisboa, 1984.
3. REGULAMENTO GERAL DOS SISTEMAS PÚBLICOS E PREDIAIS DE DISTRIBUIÇÃO DE
ÁGUA E DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS.
4. MANUAL DE SANEAMENTO BÁSICO, Direcção Geral dos Recursos Naturais.

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Unidade Curricular TEORIA DE ESTRUTURAS


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
4º Semestre 5 comum EC-EC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
15 45 5 trabalho:

1. Capacidade de aplicação dos métodos básicos de análise linear de estruturas reticuladas


hiperestáticas, sujeitas a diversos carregamentos.
2. Capacidade de determinação de linhas de influência de esforços e deslocamento relativas a
Resultados de estruturas isostáticas e hiperestáticas.
aprendizagem
3. Capacidade em justificar teoricamente os métodos de análise utilizados no cálculo.
4. Capacidade de utilização de espírito crítico na apreciação dos resultados obtidos
numericamente.
1. Método das Forças: Grau de indeterminação estática de uma estrutura, Aplicação do
Princípio dos Trabalhos Virtuais ao cálculo de deslocamentos e descontinuidades em
estruturas, Fundamentação do método; aplicação do método à analise de estruturas lineares
hiperestáticas considerando diversos tipos de carregamento (acções vectoriais, acção variação
de temperatura; efeito de assentamento de apoios e defeitos de fabrico)
2. Método dos Deslocamentos: Grau de indeterminação cinemática de uma estrutura;
Fundamentação do método dos deslocamentos; Aplicação do método dos deslocamentos à
Conteúdo determinação de diagramas de esforços em estrutura lineares hiperestáticas considerando
programático diversos tipos de carregamento (acções vectoriais, acção variação de temperatura; efeito de
assentamento de apoios e defeitos de fabrico).
4. Linhas de Influência de esforços e de deslocamentos: Método baseado na definição; Método
baseado na dualidade estática-cinemática; Aplicação do método dos deslocamentos ao cálculo
de linhas de influência.
5. Cálculo de deslocamentos em estruturas hiperestáticas através da aplicação do Princípio dos
Trabalhos Virtuais.
Ensino teórico – Apresentação dos conceitos e princípios da Teoria de Estruturas. Dedução e
aplicação de métodos de análise linear de estruturas hiperestáticas, considerando diversos
tipos de estruturas reticuladas e diversos carregamentos. Desenvolvimento e aplicação de
métodos de traçado de Linhas de Influência de deslocamentos e de esforços.
Metodologia Ensino teórico-prático – Acompanhamento de grupos de alunos na resolução de problemas e
recolha de informação complementar.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de prova escrita individual realizada no
Avaliação
final do semestre e da apresentação de trabalhos práticos realizados pelos alunos.
Plataforma de gestão e disponibilização de conteúdos pedagógicos (Moodle).
Excertos da bibliografia recomendada e outra de revistas de Ciência e Tecnologia.
Fichas de exercícios e problemas seleccionados da bibliografia recomendada.
Bibliografia recomendada:
Recursos - Ghali Neville, Structural Analysis.
- Sussekind J. C., Curso de Análise Estrutural, Edições Globo P.A., Brasil, 1980.
- West , H.H., Fundamentals of structural Analysis, Wiley, 1993.
- Hsieh,Y.Y., Elementary Theory of Structures, 3th edition, Prentice Hall, 1988.
- Belluzi, Ciência de la Construcion.

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Unidade Curricular INSTALAÇÕES EM EDIFÍCIOS


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
4º Semestre 4 comum EC-EC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 108
60 5 trabalho:

Resultados de Capacidade para dimensionar e realizar o projecto de redes prediais de águas, esgotos e gás.
aprendizagem
1. Sistemas prediais de distribuição de água: legislação; traçado de redes de águas; materiais e
dimensionamento.
Conteúdo 2. Redes prediais de drenagem de águas: legislação; traçado de redes de águas; materiais e
programático dimensionamento.
3. Redes prediais de abastecimento de gás: legislação; traçado de redes de águas; materiais e
dimensionamento.
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; Resolução de
exercícios.
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Teórica – avaliação escrita.
Avaliação
Prática – avaliação escrita e trabalho prático.
Bibliografia recomendada:
PEDROSO, Vitor M. R. «Manual dos sistemas prediais de distribuição e drenagem de águas»,
LNEC, Lisboa, 2000. 434 p.
Recursos
Imprensa Nacional Casa da Moeda «Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de
Distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais» Decreto Regulamentar 23/95 de 23
de Agosto, Diário da República – I Série – B, n.º 194 – 23.08.1995, p. 5284-5319.

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Unidade Curricular VIAS DE COMUNICAÇÃO I


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
4º Semestre 5 comum EC-PHA

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
15 42 3 5 trabalho:

Com esta disciplina os alunos deverão ter capacidade para interpretar e conceber projectos de
Resultados de
vias de comunicação terrestres sob o ponto de vista da sua concepção geométrica bem como
aprendizagem
das condicionantes ao traçado.
1. Generalidades sobre o projecto rodoviário
2. Concepção do projecto rodoviário
Conteúdo 3. Análise e previsão do tráfego rodoviário
programático 4. Condicionantes de traçado e definição geométrica
5. Traçado em Planta
6. Traçado em Ramo
Ensino teórico – Análise e discussão dos conteúdos programáticos.
Ensino teórico-prático – Aplicação dos conceitos e metodologias a casos práticos e a estudos
de caso.
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de prova escrita individual, e de um
Avaliação
trabalho prático de grupo com apresentação de relatório e discussão oral.
Recursos utilizados nas aulas teóricas e nas aulas práticas.
Computadores, Software de desenho assistido por computador.
Bibliografia Base:
Santos, L.P., Vias de Comunicação I FCTUC, 2004.
Recursos
Norma de Traçado da JAE, 1995.
AASHTO, – A Policy on Geometric Design of Highways and Streets, fourth edition, American
Association of State Highway and Transportation Officials (AASHTO), Washington, D.C., 2001.
Figueira, F.M.M. Estudo e Concepção de Estradas, Almedina, Coimbra, 1984.

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Unidade Curricular BETÃO ARMADO I


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
5º Semestre 6 comum EC-EC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 81 162
30 41 4 6 trabalho:

Domínio dos conceitos fundamentais do Betão Armado.


Resultados de Domínio das características dos Materiais e Estruturas.
aprendizagem Compreensão do comportamento do Materiais e Estruturas.
Capacidade de conceber e dimensionar Estruturas em betão armado.
1. Introdução. Príncipios Básicos de Verificação da Segurança
1.1 Introdução
1.2 Principíos Básicos de Verificação de Segurança Estados Limites. Acções. Combinação de
Acções
1.3 Propriedades Mecânicas do Betão e do Aço. Idealização das suas propriedades
2. Estados Limites Últimos
2.1 Estado limite último de flexão: Comportamento de secções de betão armado e pré-
esforçado em flexão; relações momentos curvaturas; critérios de rotura de secções em flexão;
equações fundamentais
de cálculo em flexão; construção de tabelas; optimização de armaduras em secções
rectangulares; métodos simplificados de cálculo.
Conteúdo 2.2 Estado limite último de esforço transverso: Comportamento de peças sujeitas a esforço
programático transverso; secções fendilhadas e não fendilhadas; peças com e sem armadura transversais;
modelo de treliça; interacção com momentos flectores; elementos de altura variável; influência
do banzo de compressão e das bielas da alma na resistência ao esforço transverso.
2.3 Estado limite último de Torção: Comportamento de peças sujeitas à torção em fase
fendilhada. Mecanismo de terliça tridimensional. Mecanismo de resistência e dimensionamento
ao estado limite último. Disposições regulamentares. Acção conjunta Torção-Flexão-Esforço
Transverso.
2.4 Disposições Construtivas: Disposições construtivas de carácter geral. Disposições de
projecto. Disposições construtivas relativas a vigas. Estruturas de ductilidade melhorada.
3. Estados Limites Utilização
3.1 Estado Limite de Fendilhação: Introdução, cálculo da largura de fendas
3.2 Estado Limite de Deformação: Introdução; cálculo de curvaturas; cálculo de deslocamentos
Ensino teórico – dotar o aluno de conhecimentos científicos e técnicos do material e das
estruturas em betão armado.
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; Resolução de
problemas e aplicação a novas situações.
Metodologia Prática laboratorial – ensaiar e analisar um elemento estrutural (viga) em betão armado no
laboratório e interpretar os resultados obtidos.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Avaliação Prova escrita e relatório dos ensaios.
Laboratório de Estruturas e Betões
Bibliografia:
[1]Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, Decreto-Lei nº 349-C/83 de
30 de Julho, Imprensa Nacional Casa da Moeda, Lisboa, 1996.
[2]Regulamento de Segurança e Acções para Estruturas de Edifícios e Pontes, Decreto-Lei nº
235/83, de 31 de maio, Decreto-Lei n.º 357/85, de 2 de Setembro, Imprensa Nacional Casa da
Moeda, Lisboa, 1996.
[3]NP EN 206-1:2005 - Betão - Parte 1: Especificação, desempenho, produção e conformidade,
Recursos Instituto Português da Qualidade, Lisboa, 2005.
[4]Lima, J. D.Arga; Monteiro, Vitor; Mun, Mary - Betão Armado: Esforços Normais e de Flexão.
Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 4ª Edição,1999.
[5]Lima, J. D.Arga; Monteiro, Vitor; Mun, Mary - Betão Armado: Esforços Transverso, de Torção
e Punçoamento. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 1989.
[6]Lima, J. D.Arga; Monteiro, Vitor; Mun, Mary - Betão Armado: Armaduras (vol.1 ). Lisboa,
Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 1988.
[7]EN 1992-1-1: Eurocode 2: Design of concrete structures - Part 1-1: General rules and rules
for buildings. European Committee for Standardization (CEN), 2005.

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Unidade Curricular SANEAMENTO BÁSICO


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
5º Semestre 5 comum EC-PHA

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
60 5 trabalho:

1. Conhecimentos necessários no domínio das infra-estruturas de abastecimento de água e


drenagem de águas residuais e pluviais, de forma a se desenvolverem os respectivos projectos.
Resultados de 2. Conhecer os diversos materiais utilizados em infra-estruturas de abastecimento e drenagem
aprendizagem de águas residuais e pluviais e as respectivas propriedades.
3. Capacidade para especificar os materiais de construção em infra-estruturas.
4. Capacidade para efectuar o controlo da qualidade dos materiais em obra.
CAP. I – INTRODUÇÃO
1. Importância do abastecimento de água. 2. Legislação aplicável. 3. Bases quantitativas de
projectos de abastecimento de água: horizonte de projecto, evolução da população de projecto,
caudais de projecto, variações de consumo, factor de ponta, coeficiente de afluência e
coeficiente de infiltração.
CAP. II − SISTEMAS DE CAPTAÇÃO E ADUÇÃO
1. Introdução. 2. Captação: captação de água subterrânea e captação de água superficial. 3.
Adução: conceitos fundamentais dos escoamentos sob pressão, regras gerais sobre traçado
em planta e Ramo e etapas no estudo de um sistema de adução. 4. Dimensionamento de um
sistema adutor. 5. Tipo e características de tubos e juntas. 6. Órgãos de manobra e segurança.
CAP. III − RESERVATÓRIOS
1. Classificação e finalidade dos reservatórios segundo a sua função no sistema. 2.
Reservatórios de compensação e de extremidade. 3. Torres de pressão. 4. Localização dos
reservatórios de origem. 5. Cálculo da capacidade dos reservatórios. 6. Aspectos funcionais e
Conteúdo construtivos.
programático CAP. IV − SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA
1. Generalidade. 2. Traçado e tipo de redes de distribuição. 3. Condições prévias ao
dimensionamento de redes. 4. Caudal de cálculo de uma conduta com distribuição de percurso.
5. Modelos matemáticos para análise e dimensionamento de redes de distribuição: método de
Newton−Raphson, método de Hardy−Cross e método da teoria linear. 6. Acessórios e
elementos especiais. 7. Largura de valas. 8. Assentamento das tubagens.
CAP. V − SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS
1. Generalidades. Regulamentos e legislação aplicável. 2. Evolução e classificação dos
sistemas de drenagem. 3. Implantação de colectores: traçado em planta e Ramo. 4.
Constituição dos sistemas de drenagem: rede de colectores e órgãos acessórios gerais e
especiais.
5. Concepção e dimensionamento: 5.1 Redes de águas residuais: horizontes de projecto,
previsão de caudais e capitações, coeficientes de afluência e caudais de infiltração. 5.2
Dimensionamento de colectores. 5.3 Pormenores construtivos das redes de drenagem de
águas residuais.
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; Resolução de
exercícios; Dimensionamento de um sistema de abastecimento de água e de drenagem de
águas residuais e pluviais.
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
Teórica – avaliação escrita
Avaliação
Prática – avaliação escrita e relatórios dos ensaios de laboratório efectuados
Laboratório de Hidráulica, Recursos Hídricos e Ambiente: material e equipamento diverso
Bibliografia recomendada:
1. HIDRÁULICA, António de Carvalho Quintela, Fundação Calouste Gulbenkian
Recursos
2. REGULAMENTO GERAL DOS SISTEMAS PÚBLICOS E PREDIAIS DE DISTRIBUIÇÃO DE
ÁGUA E DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS, Rei dos Livros
3. MANUAL DE SANEAMENTO BÁSICO, Direcção Geral dos Recursos Naturais

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ESTG – Instituto Politécnico de Leiria

Unidade Curricular VIAS DE COMUNICAÇÃO II


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
5º Semestre 6 comum EC-PHA

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 80 162
15 55 5 5 trabalho:

1. Os alunos terão capacidade para projectar e acompanhar a execução de trabalhos de


Terraplenagem.
Resultados de 2. Conhecer os materiais de pavimentação bem como as suas características essências.
aprendizagem Conhecer os princípios de dimensionamento de pavimentos rodoviários e efectuar o seu
dimensionamento recorrendo a catálogos de pavimentos.
3. Capacidade para conceber e dimensionar sistemas de drenagem de estradas.
1. Terraplenagens. Noções de Geotécnia Rodoviária
1.1. Execução de Terraplenagens
1.2. A Fundação dos Pavimentos
2 Pavimentação
2.1. Noções Gerais sobre Pavimentação de Estradas e Ruas
2.2. Materiais para Pavimentação
2.3. Camadas de Pavimento
2.4. Orientação Geral para o Dimensionamento de Pavimentos
Conteúdo 2.5. Solicitações
programático 2.6. Características dos Materiais
2.7. Análise Estrutural
2.8. Dimensionamento
3 Drenagem
3.1. Drenagem Superficial
3.2. Drenagem Subterrânea
3.3. Dimensionamento de Órgãos de Drenagem
3.4. Cálculo da Secção de Vazão de Aquedutos
3.5. Dimensionamento de Valetas e Valas
Ensino teórico – Análise e discussão dos conteúdos programáticos.
Ensino teórico-prático – Aplicação dos conceitos e metodologias a casos práticos e a estudos
de caso.
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de prova escrita individual, e de um
Avaliação
trabalho prático de grupo com apresentação de relatório e discussão oral.
Recursos utilizados nas aulas teóricas e nas aulas práticas.
Computadores, Software de desenho assistido por computador.
Bibliografia Base:
Recursos Branco, F.; Pereira, P.; Santos, L.P.; - Pavimentos Rodoviários., Livraria Almedina, 2005.
Norma de Pavimentação da Junta Autónoma de Estradas (actual EP), 1995.
Asphalt Institute, - Asphalt Pavement Thickness Design, Lexington, Kentucky USA, 1990.
Washington State Departement of Transportation, Pavement Guide, 1999.

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Instituto Politécnico de Leiria – ESTG

Unidade Curricular PLANEAMENTO DE OBRAS E SEGURANÇA


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
5º Semestre 6 comum EC-EC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 80 162
30 45 5 trabalho:

1. Capacidade para medir, orçamentar, programar e administrar obras.


Resultados de 2. Conhecer a legislação existente no âmbito da Segurança no Trabalho na Construção Civil,
aprendizagem bem como procedimentos, normas e regras de Segurança com vista a garantir a integridade
física dos Trabalhadores e de Terceiros e a evitar perdas e danos devidos a acidentes materiais
e a incêndios.
1. Medições de projectos
1.1. Noções gerais
1.2. Regras de medição
2. Orçamentação
2.1. Recursos de actividades
2.2. Custos unitários de recursos
2.3. Rendimentos de actividades
2.4. Custos directos
2.5. Custos de estaleiro
2.6. Custos indirectos
2.7. Custos de posse
2.8. Preço de venda.
3. Introdução à programação
3.1. Noções gerais
Conteúdo 3.2. O método de Gantt
programático 4. Legislação sobre obras públicas
5. Controlo de custos
5.1. Métodos de controlo de custos na perspectiva da empresa
5.2. Erros e omissões e, trabalhos a mais
5.3. Facturação e revisão de preços
6. Organização de estaleiros
6.1. Equipamento de estaleiro
6.2. Organização e instalação do estaleiro
7. Segurança e saúde na construção
7.1. Legislação
7.2. Acidentes de trabalho
7.3. Principais índices estatísticos de sinistralidade
7.4. Ruído
7.5. Protecção contra incêndios
7.6. Plano de segurança e saúde na construção.
Ensino teórico – Análise e discussão dos conteúdos programáticos (RA 1-2).
Ensino teórico-prático – Resolução de exercícios (RA 1).
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas (RA 1).
Teórica – avaliação escrita periódica.
Avaliação
Prática – avaliação escrita e trabalho prático.
Bibliografia recomendada:
Regras de Medição (ed. LNEC).
Fichas de Rendimentos (LNEC).
Estudo da Implantação e Organização de Estaleiros – Tradução 459 (Ed. LNEC).
Recursos
Rendimentos de Mão-de-Obra na Construção de Edifícios (J. Paz Branco).
Miguel, Alberto Sérgio - Manual de Higiene e Segurança - Porto Editora.
Cabral, Fernando A. e Roxo, Manuel M. - Segurança e Saúde no Trabalho - Legislação
Anotada – Almedina.

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Unidade Curricular INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
5º Semestre 2 comum CC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 34 54
30 4 trabalho:

[1] Entender os factores que promovem e limitam o empreendedorismo, quer os associados às


características dos empreendedores quer os relacionados com as dimensões do ambiente
externo da indústria, nacional e internacional.
[2] Compreender os aspectos teóricos e práticos de iniciar e gerir uma pequena empresa.
[3] Entender a importância da I&D: oportunidades e ideias de base tecnológica e inovações.
[4] Compreender os vários aspectos funcionais de um pequeno negócio
Resultados de [5] Capacidade para entender as fases envolvidas na criação de uma empresa desde a
aprendizagem vontade ou necessidade de ser empreendedor, identificação da ideia até à implementação
no mercado.
[6] Compreender os aspectos essenciais da liderança numa nova empresa de natureza
empreendedora.
[7] Capacidade de identificar e seleccionar os recursos fundamentais à criação da própria
empresa, observando as necessidades nas diversas áreas, desde o marketing e vendas,
finanças e aspectos da gestão de recursos humanos.
Introdução ao empreendedorismo e a situação em Portugal e no mundo; Aspectos culturais
portugueses que facilitam e/ou impedem uma actuação empreendedora mais dinâmica; Os
desafios e os mitos do empreendedorismo; Das ideias à acção; A inovação e a invenção - a
Conteúdo
I&D; Processos de geração de inovações; O plano de negócio; O marketing e a estratégia das
programático
novas empresas; A função financeira; as decisões e possibilidades de financiamento; A
selecção e recrutamento de novos colaboradores; A selecção da localização; A implementação:
da ideia inicial à comercialização bem sucedida
Ensino teórico-prático – conhecimento e compreensão dos conteúdos programáticos, mas com
a componente prática de aplicação dos conceitos e conhecimentos teóricos à análise e
resolução de casos. Procura-se que o aluno compreenda as linhas gerais de actuação e os
instrumentos disponíveis para auxiliar a encontrar soluções. Desenvolvimento de capacidade
de análise crítica de resultados de estratégias empresariais e de marketing com a capacidade
Metodologia de discutir percursos alternativos de actuação no quadro da criação de pequenas empresas ou
gestão de pequenos negócios já existentes.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados da aprendizagem [1]-[7] são avaliados mediante a realização de uma prova
escrita individual no final do semestre e pela participação e desempenho dos alunos nas aulas,
Avaliação em particular na discussão dos casos práticos definidos. Os alunos poderão facultativamente
realizar um, ou vários pequenos trabalhos de investigação e de análise de casos práticos,
individuais ou em grupo, sobre aspectos previamente determinados com o docente.
Laboratório de computadores: utilização dos equipamentos informáticos e das bases de dados
disponibilizadas para consulta existentes para a preparação de casos práticos.
Bibliografia:
. Barringer, Bruce R. e R. Duane Ireland. Entrepreneurship, Pearson Prentice-Hall, 2006.
. Hisrich, Robert e Peters, Michael. Entrepreneurship. 5th edition, McGraw-Hill Irwin.
Recursos . Christiansen, J.: Competitive Innovation Management, St. Martin’s Press, New York, 2000.
. Sahlman, William A. How to write a great business plan, Harvard Business Review, July-
August, pp. 98-108, 1997.
. Gumpert, David E. e James McNeill Stancill. How much money does your new venture need?,
Harvard Business Review (May/June 1986, Vol. 64 Issue 3): p. 122.
. Five Myths about Entrepreneurs: Understanding how businesses start and grow, National
Commission on Entrepreneurship, 2001.

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Unidade Curricular FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
6º Semestre 3 comum EC-EC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 81
30 24 6 5 trabalho:

1. Conhecer as exigências humanas e funcionais dos edifícios.


2. Conhecer os princípios que regem o comportamento térmico e acústico das construções.
Resultados de 3. Conhecer e saber aplicar a legislação portuguesa no âmbito da térmica e acústica dos
aprendizagem edifícios.
4. Controlo do comportamento físico das construções face às exigências de utilização, à
intempérie e ao risco de incêndio.
1. EXIGÊNCIAS HUMANAS E FUNCIONAIS DOS EDIFÍCIOS: Noção de exigência humana e
de exigência funcional e suas articulações; Listas de exigências humanas e funcionais para os
edifícios e o modo das suas satisfações; Regras de qualidade na construção para satisfação
dessas exigências; O Regulamento Geral das Edificações Urbanas e as condições mínimas de
habitabilidade.
2. HIGROTÉRMICA DOS EDIFÍCIOS: Noções gerais sobre transmissão térmica;
Características dos materiais e parâmetros de caracterização térmica de elementos de
construção; Regulamento do Comportamento das Características Térmicas dos Edifícios
Conteúdo (RCCTE); Projecto de isolamento térmico de edifícios; Humidade nos edifícios. Humidade de
programático condensação; Balanço térmico; Exigências de conforto higrotérmico.
3. ACÚSTICA DOS EDIFÍCIOS: Noções gerais de acústica: absorção sonora e isolamento
acústico; Correcção acústica de locais: Soluções construtivas; Regulamento Geral sobre o
Ruído; Exigências de conforto acústico.
4. SEGURANÇA CONTRA RISCOS DE INCÊNDIO: Critérios gerais de segurança;
Comportamento de materiais e elementos de construção sob a acção do fogo; Exigências de
segurança contra riscos de incêndio em edifícios de médio e grande porte; Regulamento de
Segurança Contra Incêndios em Edifícios de Habitação.
Ensino teórico – Análise e discussão dos conteúdos programáticos.
Ensino teórico-prático – Resolução de exercícios .
Metodologia Ensino prático e laboratorial – Medição dos parâmetros acústicos em edifícios.
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Teórica – avaliação escrita periódica.
Avaliação
Prática – avaliação escrita e trabalho prático.
Laboratório de Matérias de Construção: material e equipamento diverso.
Bibliografia recomendada:
Regulamento Geral de Edificações Urbanas;
Recursos Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios;
Regulamento Geral sobre o Ruído;
Regulamento de Segurança Contra o Incêndio em Edifícios de Habitação;
Farinha, B., Tabelas Técnicas, Lisboa.

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Unidade Curricular BETÃO ARMADO II


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
6º Semestre 6 comum EC-EC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 80 162
30 45 5 trabalho:

Domínio dos conceitos fundamentais do Betão Armado.


Resultados de Domínio das características dos Materiais e Estruturas.
aprendizagem Compreensão do comportamento do Materiais e Estruturas.
Capacidade de conceber e dimensionar estruturas em betão armado.
1. Elementos Lineares - Pilares
Verificação da Segurança ao Estado Limite Último de Encurvadura
Introdução: Noções elementares de estabilidade. Modelos de análise estrutural. Tipos de
estruturas. Esbelteza. Método de Excentricidades Adicionais. Cálculo de pilares de acordo com
o REBAP; fórmulas de pré-dimensionamento em compressão simples.
2. Elementos Laminares
Introdução: Tipos e Classificações. Princípios gerais de dimensionamento. Modelo Elástico
Linear das lajes finas. Teoria da plasticidade em lajes. Dimensionamento de lajes vigadas:
armadas numa direcção e armadas em duas direcções. Verificação da Segurança aos Estados
Conteúdo Limites Últimos: flexão. Estados Limites de Utilização: fendilhação e deformação.
programático Dimensionamento de lajes fungiformes: estado limite último de punçoamento de acordo com o
REBAP e Eurocódigo 2. Critérios gerais de Segurança. Dimensionamento ao Estado Limite
Último de flexão de lajes. Dimensionamento de paredes a flexão simples e composta.
3. Elementos de Fundação -Sapatas e Muros de Suporte
Introdução. Critérios Gerais de Segurança. Dimensionamento de Sapatas e Muros de Suporte.
Tipos de fundações e disposições adequadas às fundações de estruturas de betão armado.
4. Disposições Construtivas
Disposições construtivas de carácter geral. Disposições de projecto. Disposições construtivas
relativas a lajes, paredes, pilares, sapatas e muros de suporte
Ensino teórico – dotar o aluno de conhecimentos científicos e técnicos do material e das
estruturas em betão armado
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; Resolução de
Metodologia problemas e aplicação a novas situações
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
Avaliação Prova escrita e trabalho prático de aplicação a novas situações.
Laboratório de Estruturas e Betões.
Bibliografia:
[1]Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, Decreto-Lei nº 349-C/83 de
30 de Julho, Imprensa Nacional Casa da Moeda, Lisboa, 1996.
[2]Regulamento de Segurança e Acções para Estruturas de Edifícios e Pontes, Decreto-Lei nº
235/83, de 31 de maio, Decreto-Lei n.º 357/85, de 2 de Setembro, Imprensa Nacional Casa da
Moeda, Lisboa, 1996.
[3]NP EN 206-1:2005 - Betão - Parte 1: Especificação, desempenho, produção e conformidade,
Recursos Instituto Português da Qualidade, Lisboa, 2005.
[4]Lima, J. D.Arga; Monteiro, Vitor; Mun, Mary - Betão Armado: Esforços Normais e de Flexão.
Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 4ª Edição,1999.
[5]Lima, J. D.Arga; Monteiro, Vitor; Mun, Mary - Betão Armado: Esforços Transverso, de Torção
e Punçoamento. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 1989.
[6]Lima, J. D.Arga; Monteiro, Vitor; Mun, Mary - Betão Armado: Armaduras (vol.1). Lisboa,
Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 1988.
[7]EN 1992-1-1: Eurocode 2: Design of concrete structures - Part 1-1: General rules and rules
for buildings. European Committee for Standardization (CEN), 2005.

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Unidade Curricular PROJECTO DE ENGENHARIA CIVIL


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
6º Semestre 8 EC-E ou EC-C ou EC-HA ou EC-PT

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 75 216
60 15 trabalho:

A unidade curricular de projecto permitirá desenvolver um conjunto de competências gerais:


1. Recolher, seleccionar e interpretar a informação relevante de modo a justificar resultados e
fundamentar conclusões;
2. Sintetizar, optimizar e propor soluções implementáveis para problemas de Engenharia Civil;
3. Implementar soluções na área da Engenharia Civil;
4. Integrar os conhecimentos adquiridos de modo a abordar de forma inter-disciplinar
problemas de engenharia civil, enquadrando-os nos respectivos contexto técnico-científico,
sócio-económico e ambiental, e avaliar o impacto das soluções propostas;
Resultados de
aprendizagem 5. Identificar as necessidades inerentes à concretização de uma determinada tarefa, planear
actividades no espaço e no tempo e verificar a execução dos trabalhos;
6. Apresentar e justificar claramente as suas opções;
7. Aprender de modo autónomo, reconhecendo a necessidade de aprendizagem ao longo da
vida e conceber um plano de formação contínuo;
8. Pesquisar, seleccionar e interpretar literatura e fontes de informação relevantes para a sua
área de trabalho e, simultaneamente, sintetizar e transmitir essa informação.
As competências específicas dependem da área da especialidade (ramo) afecta ao trabalho
desenvolvido.
Conteúdo Promove-se o desenvolvimento do perfil profissional do Engenheiro Civil pela integração e
programático aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso numa situação real.
Ensino prático e laboratorial – Integração e aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo
do curso numa situação real, incluindo realização de ensaios laboratoriais para apoio às
decisões de projecto (RA 1-8).
Metodologia
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas (RA 1-8).
O resultado de aprendizagem é avaliado através do desempenho do aluno, ao longo do
semestre e pela apreciação e defesa do projecto final elaborado (RA 1-8). A unidade curricular
Avaliação
tem regulamento próprio que define, entre outros aspectos, o processo de candidatura aos
trabalhos propostos, a seriação dos alunos candidatos e o processo de avaliação.
Laboratório de Estruturas e Betões.
Laboratório de Materiais de Construção.
Laboratório de Geotecnia e Vias de Comunicação.
Recursos
Laboratório de Sistemas de Informação e Transportes.
Laboratório de Hidráulica, Recursos Hídricos e Ambiente.
Salas de Projecto de Civil: computadores, impressoras, software específico e comum.

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Unidade Curricular SEMINÁRIO


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
6º Semestre 3 comum CC

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 30 81
30 trabalho:

Conhecimento e capacidade específica dos seminários frequentados.


Resultados de
aprendizagem Familiarização com a auto-aprendizagem ao longo da vida a partir de acções de formação
discretas.
Diverso: de acordo com os seminários realizados ao longo do curso.
Foco principal:
- Ética e deontologia profissional;
Conteúdo
- Qualidade;
programático
- Higiene e Segurança no Trabalho;
- Sustentabilidade Ambiental;
- Novas tecnologias e soluções.
Seminário – apresentação e discussão de vários temas por oradores especialistas convidados
Metodologia
para o efeito.
Avaliação Diversos: de acordo com os seminários realizados ao longo do curso.
Recursos Diversos: de acordo com os seminários realizados ao longo do curso.

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Unidade Curricular ESTRUTURAS METÁLICAS E MISTAS (opcional)


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
5º Semestre 5 EC-E

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
60 5 trabalho:

Domínio dos conceitos fundamentais de Estruturas Metálicas.


Resultados de Domínio das características do Material e Estruturas.
aprendizagem Compreensão do comportamento do Material e Estruturas.
Capacidade de conceber e dimensionar Estruturas Metálicas (EC3).
1. Princípios básicos de projecto. Materiais
2. Estados limites: estados limite últimos e de utilização.
3. Encurvadura local.
Conteúdo
4. Classes de secções.
programático
5. Coluna, vigas e pórticos metálicos.
6. Ligações em estruturas de aço.
7. Lajes mistas de aço−betão.
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; Resolução de
problemas e aplicação a novas situações
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
Avaliação por prova escrita (conceitos) e por trabalho de aplicação de conhecimentos
Avaliação
(projecto).
Recursos da sala de projecto de civil, incluindo computadores, impressoras e software
específico (Robot).
Bibliografia:
1. ENV 1993−1−1, EC3−Cálculo de Estruturas em Aço, Parte 1−1: Regras Gerais e Regras
para Edifícios, IPQ, 1992.
2. ENV 1994−1−1, EC4− Projecto de Estruturas Mistas Aço−betão, Parte 1−1: Regras Gerais e
Regras para Edifícios, IPQ, 1994.
4. António Reis &Dinar Camotim, Estabilidade Estrutural, McGraw−Hill, 2001.
5. Estructuras de Acero Cálculo, Norma Básica y Eurocódigo, R.A. Alvarez, R.A. Bustillo, F. A.
Martitegui, J.R. A. Reales, Editiones Tecnicas y Cientificas, 1ª Edition 1999.
2. ENV 1993−1−1, EC3−Cálculo de Estruturas em Aço, Parte 1−1: Regras Gerais e Regras
para Edifícios, IPQ, 1992.
Recursos
3. ENV 1994−1−1, EC4− Projecto de Estruturas Mistas Aço−betão, Parte 1−1: Regras Gerais e
Regras para Edifícios, IPQ, 1994.
4. Construction Métallique: Notions Fundamentales et Méthodes de Dimensionament, Traté de
Génie Civil,Vol. 10, M. A. Hirt, R. Bez, Presses Polytechiques et Universitaires Romandes.
5. Construction Métallique: Exemples Numériques Adaptés aux Eurocodes. Complément ao
Traté de Génie Civil, Jacques Brozzeti, M. A. Hirt, R. Bez, Presses Polytechiques et
Universitaires Romandes.
6. António Reis &Dinar Camotim, Estabilidade Estrutural, McGraw−Hill, 2001.
7. International Structural Steel Sections. Design Tables According to Eurocode 3,B. Androic, I.
Dzeba e D. Dujmovic, Ernst &Sohn, 2000.
8. Estructuras de Acero Cálculo, Norma Básica y Eurocódigo, R.A. Alvarez, R.A. Bustillo, F. A.
Martitegui, J.R. A. Reales, Editiones Tecnicas y Cientificas, 1ª Edition 1999.

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Unidade Curricular GESTÃO DE EMPREENDIMENTOS (opcional)


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
5º Semestre 5 - EC-C

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
60 5 trabalho:

1. Conhecer as áreas de planeamento e gestão de obras, nas perspectivas das empresas de


Resultados de construção e dos donos-de-obra.
aprendizagem 2. Conhecer a organização de empresas de construção civil.
3. Capacidade para proceder à avaliação de imóveis.
1. Programação
1.1. Métodos de programação (Harmonogramas, PERT / CPM)
1.2. Planeamento de recursos: Calculo de cargas (mão-de-obra, materiais, equipamentos),
Plano de Pagamentos e Cronogramas Financeiros/Mão-de-Obra/Equipamento.
1.3. Optimização de programas
1.4. Controlo de prazos: Actualização de programas, Perspectivação de prazos,
Reprogramação - calculo de reforço de meios
1.5. Utilização de software informático na programação
1.6. Programação na perspectiva do dono da obra: Fixação de prazos de execução de
obras, Enquadramento legal, Multas e prémios, Prorrogações legais e graciosas
2. Contratação
2.1. Organização e revisão de projecto
2.2. Organização do concurso, selecção e contrato
3. Fiscalização de obras
3.1. Noções gerais
Conteúdo 3.2. Controlo da conformidade
programático 3.3. Informação/Projecto
3.4. Licenciamento/Contrato
3.5. Segurança
3.6. Qualidade
4. Organização de empresas de construção civil
4.1. Funções e órgãos
4.2. Organização da empresa
4.3. Sistema de qualificação para o exercício da actividade de construção
5. Avaliação imobiliária
5.1. Enquadramento legal, normalização e certificação
5.2. Avaliação de bens imobiliários: conceitos de prédios rústicos e urbanos, critérios de
valorização, processo de avaliação
5.3. Métodos de avaliação imobiliária: método comparativo, método do custo, método do
rendimento, variantes do método comparativo, capacidade construtiva de terrenos e
sua avaliação
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; Resolução de
exercícios (RA 1-3).
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas (RA 1).
Teórica – avaliação escrita periódica.
Avaliação
Prática – avaliação por trabalho prático.
Recursos Apontamentos da disciplina.

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Unidade Curricular CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS (opcional)


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
6º Semestre 5 - EC-C

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
50 10 5 trabalho:

Dotar os alunos de conhecimentos e competências ao nível de:


[1] procedimentos necessários para realizar o diagnóstico e reabilitação dos elementos
não-estruturais dos edifícios;
Resultados de [2] meios de análise e de cálculo da capacidade resistente de estruturas de betão armado,
aprendizagem através de ensaios in situ não destrutivos;
[3] métodos de cálculo e pormenores construtivos de diferentes técnicas de reforço de
estruturas;
[4] técnicas de reparação e reabilitação de estruturas degradadas e de monumentos.
1. Vida útil da construção
2. Metodologia de inspecção
3. Inspecção, patologia e reabilitação de elementos não-estruturais de edifícios
Conteúdo
4. Inspecção de estruturas.
programático
5. Técnicas de reforço de estruturas de betão armado:
6. Reparação e reabilitação de estruturas degradadas:
7. Reparação e reabilitação de monumentos
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos; Resolução de
problemas e aplicação a novas situações.
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Avaliação Prova escrita e relatório dos ensaios.
Laboratório de Estruturas e Betões.
Bibliografia:
Diversas teses de mestrado e doutoramento, artigos científicos e regulamentação sobre
conservação e reforço de edifícios.
João Appleton, “Edifícios antigos - Contribuição para o estudo do seu comportamento e das
Recursos
acções de reabilitação a empreender”, LNEC, Lisboa, 1991.
Aguiar, J.; Reis Cabrita, A. M.; Appleton, J., “Guião de apoio à reabilitação de edifícios
habitacionais”, DGOT/LNEC, Lisboa, 1997.
Henriques, F. “Humidades em paredes”, Colecção Edifícios, Vol. 1, LNEC, Lisboa 2000.
“Manual de Alvenaria de tijolo”, Instituto da Construção / Centro Tecnológico da Cerâmica e do
Vidro, APICC, Coimbra, 2000.

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Unidade Curricular FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS ESPECIAIS (opcional)


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
6º Semestre 5 - EC-E

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
60 5 trabalho:

Introdução ao projecto de estruturas especiais. Interacção solo estrutura. Introdução ao projecto


Resultados de de estruturas de suporte de terras. Análise e dimensionamento de fundações indirectas,
aprendizagem enquadrada pela nova regulamentação dos Eurocódigos (EC1, EC2 e, mais especificamente,
EC7 part 1 e 2). Técnicas de reforço de solos e fundações.
Reservatórios.
Estruturas de suporte de terras e estruturas enterradas.
Paredes moldadas e cortinas ancoradas.
Conteúdo Fundações especiais - estacas e poços de betão armado. Estacas metálicas. Estacas sob
programático acções horizontais.
Melhoramento de terrenos. O recurso a soluções do tipo: substituição de solos; geodrenos;
estacas de areia, cal ou brita; pré-cargas; jet-grouting; pregagens; geotêxteis; terra armada
Reforço de fundações
Ensino teórico-prático – Apresentação dos conceitos e princípios fundamentais aplicáveis ao
dimensionamento de Fundações e reservatórios.
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
A avaliação é constituída por um exame final e por um trabalho de grupo com classificação
individual. A classificação no trabalho é definida com base na discussão do trabalho
Avaliação apresentado. A classificação final é obtida através da ponderação de 70% da classificação do
exame e 30% da classificação do trabalho. O exame e o trabalho têm uma nota mínima de 8,0
valores.
Excertos da bibliografia recomendada e outra de revistas de Ciência e Tecnologia.
Fichas de exercícios e problemas seleccionados da bibliografia recomendada.
Bibliografia recomendada:
- Eurocódigo 7: Projecto Geotécnico, Parte 1; Regras Gerais, Pré-Norma Europeia, ENV
1997 - 1: 1994.
Recursos
- Eurocódigo 7: Projecto Geotécnico, Parte 2; Parte 2: Projecto assistido por ensaios
laboratoriais, ENV 1997 - 2: 2006.
- Reservatórios de betão Armado - Análise e Dimensionamento Pedro A. M. Mendes 2000
- BOWLES, J. E. Foundations analysis and design. McGraw Hill International Editions. 5th
Edition. 1996

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Unidade Curricular ENGENHARIA DE TRÁFEGO (opcional)


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
Planeamento, Hidráulica
5º Semestre 5 EC-PHA
e Ambiente

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
30 30 5 trabalho:

Com base no conteúdo programático desta disciplina os alunos deverão ter capacidades que
lhes permitam compreender o enquadramento associado às várias vertentes da mobilidade
Resultados de urbana. Deverão ter capacidade para planear e dimensionar as situações mais correntes
aprendizagem referentes a hierarquização viária, acalmia de tráfego, transportes púbicos, estacionamento,
redes pedonais e ciclistas. Poderão, igualmente, participar em equipas pluridisciplinares em
projectos de maior complexidade ou dimensão.
1. Princípios base do planeamento e gestão de redes rodoviárias
2. Hierarquização viária
4. Acalmia de tráfego
Conteúdo
5. Transportes Públicos
programático
6. Estacionamento
7. Rede pedonal
8. Rede Ciclista
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos. Aplicação dos
conceitos e metodologias a casos práticos.
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de prova escrita individual, e de um
Avaliação
trabalho prático de grupo com apresentação de relatório e discussão oral.
Recursos utilizados nas aulas teóricas e nas aulas práticas.
Computadores, Software de desenho assistido por computador, software de dimensionamento
de intersecções.

Bibliografia Base:
Seco, A.J.M., 1995 – Apontamentos da Cadeira de Gestão de Tráfego – Departamento de
Engenharia Civil, Universidade de Coimbra – Portugal.
Recursos AustRoads, 1993 – Guide to Traffic Engineering Practice; Part 7 – Traffic Signals Sydney
Austrália.
AustRoads, 1995 – Guide to Traffic Engineering Practice; Part 13 – Pedestrians Sydney
Austrália.
HMSO, 1997 – Roads and Traffic in Urban Areas, London.
Institute of Transportation Engineers, 1992 – Traffic Engineering Handbook, Fourth Edition –
Prentice Hall.
Ewing, Reid H., 1999 – Traffic Calming State of the Practice, Slide Seminar – Institute of
Transportation Engineers, Washington DC.

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ESTG – Instituto Politécnico de Leiria

Unidade Curricular TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO E ÁGUAS


RESIDUAIS (opcional)
Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
Planeamento, Hidráulica
5º Semestre 5 EC-PHA
e Ambiente

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
60 5 trabalho:

1. Conhecer os princípios de qualidade da água e as normas de descarga de águas residuais


no meio hídrico;
2. Conhecer a tecnologia físico-química de tratamento de água de abastecimento e de efluentes
líquidos;
3. Conhecer a tecnologia de tratamento biológico de efluentes líquidos;
4. Capacidade para seleccionar diferentes órgãos de ETA’S e ETAR’S;
Resultados de 5. Capacidade para definir e implementar soluções que garantam a qualidade da água em
aprendizagem função da sua utilização;
6. Capacidade para seleccionar e implementar a tecnologia mais adequada em função das
características do efluente e dos objectivos de tratamento a atingir;
7. Capacidade para definir e implementar soluções que previnam situações de poluição hídrica
e de risco para a saúde pública;
8. Conhecer as técnicas disponíveis para tratamento de lamas;
9. Capacidade de analisar, sintetizar e interpretar dados.
1. Características das águas naturais e águas residuais
2. Gradagem
3. Tamização e Microatomização
4. Flutuação
5. Trituração
6. Egualização
Conteúdo
7. Coagulação e floculação 8. Sedimentação
programático
9. Filtração
10. Desinfecção
11. Tratamento por lamas activadas
12. Tratamento por leitos percoladores
13. Tratamento de lagunagem
14. Tratamento e destino final de lamas
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos. (RA 1 - 8) Aplicação
dos conhecimentos adquiridos a situações reais de tratamento de águas e efluentes líquidos,
resolução de exercícios, desenvolvimento de raciocínio lógico e espírito crítico. (RA 1 – 9).
Demonstração de alguns processos de tratamento. (RA 2, 3). Visitas de estudo para contacto
directo, por parte dos alunos, com as técnicas de tratamento abordados nas aulas. (RA 2, 3, 8).
Metodologia Execução de um trabalho de dimensionamento de uma estação de tratamento de águas
residuais e acompanhamento dos alunos na análise de dados, na recolha de informação
relevante e no desenvolvimento de capacidade crítica. (RA 1 – 9)
Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas
Os resultados de aprendizagem 1-9 serão avaliados através de: uma prova escrita individual;
Avaliação um trabalho prático de grupo, apresentação de um relatório escrito, apresentação oral e
discussão.
1. Fichas de exercícios.
2. Secção de Tratamento de Águas do Laboratório de Hidráulica.
3. Bibliografia recomendada:
o Wastewater Engineering – Treatment, disposal, reuse. Metcalf&Eddy. McGraw Hill.
Decreto Regulamentar 23/95, de 23 de Agosto.
Recursos
o
o Tratamento de Águas de Abastecimento. Célia Alves. Publindústria.
o Industrial Water Pollution Control. Eckenfelder. McGraw Hill.
o Kiely, G. 1996. Environmental Engineering. McGraw-Hill. London.
o Davis, M., Cornwell, D. 1998. Introduction to Environmental Engineering. 3ª ed. McGraw-
Hill. Bóston.

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Instituto Politécnico de Leiria – ESTG

Unidade Curricular SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (opcional)


Enquadramento ECTS Ramo Área Científica
Planeamento, Hidráulica
6º Semestre 5 EC-PHA
e Ambiente

T T/P PL TC S OT O Horas totais de


Horas de contacto: 65 135
30 30 5 trabalho:

Conhecimento dos Principais Tipos de Sistemas de Informação para Planeamento.


Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica.
Aprendizagem de Conceitos Fundamentais sobre:
Resultados de
Modelo Relacional de Base de Dados;
aprendizagem
Modelo Geográfico Vectorial;
Modelo Geográfico Raster;
Funções de Análise Espacial.
1. A Informação no Contexto do Planeamento
2. Sistemas de Informação para Planeamento
3. Informação Cartográfica, Coordenadas, Sistemas de Referência
4. Técnicas de Aquisição da Informação
5. Modelo Relacional de Base de Dados
Conteúdo
6. Modelo Vectorial
programático
7. Modelo Matricial
8. Modelos Digitais de Terreno
9. SIG Raster
10. SIG Vectorial
11. Anális 11. Análise Espacial
Ensino teórico-prático – Análise e discussão dos conteúdos programáticos. Aplicação dos
conceitos e metodologias a casos práticos e a estudos de caso.
Metodologia Orientação tutorial – Sessões de orientação pessoal, em pequenos grupos ou em sala de aula,
para conduzir o processo de aprendizagem, nomeadamente orientar o trabalho individual do
aluno e esclarecer dúvidas.
Os resultados de aprendizagem são avaliados através de prova escrita individual, e de um
Avaliação
trabalho prático de grupo com apresentação de relatório e discussão oral.
Recursos utilizados nas aulas teóricas e nas aulas práticas.
Computadores, Software de Informação geográfica.
Bibliografia Base
Michael N. DeMers − Fundamentals of Geographic Information Systems, 1997.
Recursos
Tor Bernhardsen − Geographic Information Systems an Introduction,John Wiley &Sons, 1999.
Ana Azevedo et al – Bases de Dados com Microsoft Access XP, CentroAtlântico.pt, 2002.
José Luís Pereira − Tecnologia de Bases de Dados, FCA, 1998.
João Luís de Matos − Fundamentos de Informação Geográfica, Lidel, 2001.

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