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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DESEMBARGADOR

PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE


MINAS GERAIS

Ref. Autor do processo nº: 0016934-74.2012.8.13.0713

REINALDO APARECIDO MENDES, brasileiro, casado, servidor público do


Município de Viçosa, matricula nº 0085 junto ao Sistema de Matrícula de
Servidores, inscrito no CPF sob o nº. 571.754.564-00, portador do RG n.
M – 3.902.173 SSPMG, residente e domiciliado na Rua João Batista, nº
353, Bairro São José do Triunfo, Viçosa – MG, PAULO ANTONIO DE MELO
SOARES, brasileiro, casado, servidor público do Município de Viçosa,
matricula nº 0051 junto ao Sistema de Matrícula de Servidores, inscrito
no CPF sob o nº. 488.109.916-72, portador do RG n. MG – 3.393.414
SSPMG, residente e domiciliado na Rua José Mairinque, nº 90, Bairro
Maria Eugênia, Viçosa – MG, ITAMAR EUDES MARTINS, brasileiro, casado,
servidor público do Município de Viçosa, matrícula nº. 0027 junto ao
Sistema de Matrícula de Servidores, inscrito no CPF sob o nº.
641.132.996-68, portador do RG nº M – 3.715.741 SSP –MG, residente e
domiciliado na Rua Rico Marangon, nº 241, Bairro Vale do Sol, Viçosa –
MG e JOSÉ GERALDO FRANÇA, brasileiro, casado, servidor público do
Município de Viçosa, matrícula nº 0065 junto ao Sistema de Matrícula de
Servidores, inscrito no CPF sob o nº 381.583.106-72, portador do RG nº
M – 2.224.962, residente e domiciliado na Rua Santo André, nº 295,
Bairro Amoras, Viçosa – MG, vêm, mui respeitosamente, à presença de
Vossa Excelência, por meio de seus procuradores in fine assinados, com
escritório profissional na Avenida Santa Rita, nº 537 – Centro –
Viçosa/MG, conforme exige o artigo 106, inciso I do CPC, vêm, mui
respeitosamente, perante Vossa Excelência, interpor o presente recurso
de:

AGRAVO DE INSTRUMENTO

em face da r. decisão interlocutória proferida pela MM. Juíza de Direito da


2ª Vara Cível da Comarca de Viçosa-MG (Doc. 02), que, concessa venia,
indeferiu o pedido de assistência judiciária gratuita pleiteado na ação
em epígrafe, com supedâneo no artigo 101 c/c inciso V do artigo
1.015, da Lei 13.105 de 16 de março de 2015, na forma das razões
que passa a expor, pelos fatos e fundamentos jurídicos doravante
aduzidos.
Assim, sendo próprio e tempestivo o presente Recurso de Agravo
de Instrumento, requer seja o mesmo recebido e processado.

Nestes termos,
Pede e espera deferimento.

Viçosa, xx de fevereiro de 2017.

Raphael D. Serafim Vieira Anderson Brandão


Milagres
OAB/RJ 175.832 OAB/MG
99.803

Edson de Carvalho Araújo Aléxia Penna


Barbosa Diniz
OAB/MG 167.798 Estagiária de Direito
DAS RAZÕES DO RECORRENTE

EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COLENDA CÂMARA

ÍNCLITOS DESEMBARGADORES

Trata-se, em síntese, de agravo de instrumento, com pedido


de efeito ativo, que visa a reforma da r. decisão interlocutória (cf. 120)
com o fulcro de assegurar a assistência judiciária em favor dos
recorrentes e, com efeito, viabilizar o regular processamento da ação
ordinária.

Foi pleiteado benefício da justiça gratuita na exordial. O


julgador a quo proferiu despacho determinando que as partes
comprovassem alegação de pobreza. Ocorre que, posteriormente, o
julgador a quo indeferiu o pedido de gratuidade de Paulo Antônio de
Melo Soares, Itamar Eudes Martins, José Geraldo França e Reinaldo
Mendes, sob argumento de não haver necessidade real no caso, o que
prejudicaria aqueles que realmente necessitam do benefício. in verbis:

“Intimados para comprovarem a alegação de pobreza, os


autores Itamar Eudes Martins, José Geraldo França e
Reinaldo Mendes trouxeram aos autos documentos que
permitem concluir, à luz dos rendimentos líquidos e
despesas correntes comprovados, que o custeio das
despesas processuais não é capaz de comprometer o
seu sustento, como alegado, notadamente em virtude de
que tratando-se de litisconsórcio ativo, haverá rateio entre
todos.

(...) Paulo Atônio de Melo Soares, a seu turno, sequer


apresentou qualquer justificativa nos autos, infirmando,
assim, a declaração de hipossuficiência.

(...)Havendo indícios a infirmar a declaração de pobreza fica


INDEFERIDO o pedido de gratuidade de justiça dos autores
Paulo Antônio de Melo Soares, Itamar Eudes Martins, José
Geraldo França e Reinaldo Mendes, nos termos do art. 5º,
caput da Lei n. 1.060/50. (...)”
(Destaques acrescidos)

Ante a análise da decisão impugnada, utiliza-se da presente


via recursal com o intuito de requerer a sua reforma com concessão
do efeito ativo. Diante do exposto, é o presente agravo de instrumento
para impugnar parcialmente a decisão interlocutória por error in
iudicando, a qual consubstanciou grave equívoco nos seguintes termos:

I – DA NECESSIDADE DE CONCESSÃO DO EFEITO ATIVO AO


PRESENTE AGRAVO DE INSTRUMENTO

Preliminarmente, faz-se mister a concessão do efeito ativo


ao presente agravo, determinando-se, liminarmente, a concessão do
benefício da justiça gratuita aos Agravantes no bojo do processo
de Ação de Repetição em Dobro C/C Obrigação de Não-fazer com
pedido de tutela antecipada, que tramita perante a 2ª Vara Cível da
Comarca de Viçosa.

O Código de Processo Civil dispõe acerca dos requisitos


necessários para concessão de tutelas de urgência no art. 330, in verbis;

Art. 300. A tutela de urgência será concedida quando


houver elementos que evidenciem a probabilidade do
direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil
do processo.
(...)
§ 2o A tutela de urgência pode ser concedida liminarmente
(...).

Estão presentes os pressupostos para a concessão de


antecipação dos efeitos da tutela, quais sejam: a prova capaz de
demonstrar a verossimilhança das alegações, evidenciando a
probabilidade da existência do direito (fumus boni iuris) e o receio de
que a demora na decisão cause um dano ou risco ao resultado útil do
processo (periculum in mora).

Quanto à prova capaz de demonstrar a verossimilhança das


alegações, será demonstrando posteriormente que basta a declaração
de pobreza deduzida pela para a concessão do benefício da justiça
gratuita. Quanto ao segundo requisito, a confirmação do indeferimento
do benefício da justiça gratuita aos Agravantes dispõe de aptidão
imediata para gerar dano patrimonial incomensurável aos Recorrentes
tendo em vista sua situação de hipossuficiência financeira.
II – DO CABIMENTO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO

O presente Agravo de Instrumento é interposto com


fundamento nos artigos 101 e 1.015, inciso V, ambos do Código de
Processo Civil. Assim se reportam os dispositivos processuais:

Art. 101. Contra a decisão que indeferir a gratuidade ou a


que acolher pedido de sua revogação caberá agravo de
instrumento, exceto quando a questão for resolvida na
sentença, contra a qual caberá apelação.
§ 1o O recorrente estará dispensado do recolhimento de
custas até decisão do relator sobre a questão,
preliminarmente ao julgamento do recurso.
§ 2o Confirmada a denegação ou a revogação da gratuidade,
o relator ou o órgão colegiado determinará ao recorrente o
recolhimento das custas processuais, no prazo de 5 (cinco)
dias, sob pena de não conhecimento do recurso.

Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões


interlocutórias que versarem sobre:
(...)
V - rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou
acolhimento do pedido de sua revogação;

Mediante isto, a decisão interlocutória proferida em primeira


instância que indeferiu o benefício da justiça gratuita pleiteado,
conforme ocorre no caso sub examine, é impugnável por meio de agravo
de instrumento. Sobre o assunto, manifesta-se a jurisprudência pátria:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. JUSTIÇA GRATUITA.


MISERABILIDADE. DECLARAÇÃO DO INTERESSADO.
PRESUNÇÃO DE VERACIDADE. ADVOGADO. PATROCÍNIO.
DEFERIMENTO. (TJMG; AG 1.0105.07.231118-3/0011, REL.
DESIG. DES. JOSÉ AMANCIO; data pub.: 29/02/2008)

AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO QUE INDEFERE


PEDIDO DE ASSISTENCIA JUDICIÁRIA. (....) (TJPR, proc.,
AI 6940101 PR 0694010-1, relator Jorge de Oliveira Vargas,
data julgamneto:16/09/2010)
Ainda, conforme consta no dispositivo supramencionado, os
recorrentes estarão dispensados do recolhimento de custas até decisão
do relator sobre a questão, preliminarmente ao julgamento do recurso.

III – DO DIREITO

O procedimento para concessão dos benefícios da gratuidade


de justiça é regulado pela Lei 1.060/50, com as devidas alterações
introduzidas pelas Leis 7.510/86 e 13.105/2015.

Consoante o prescrito pelo art. 99 do Código de Processo Civil


(Lei 7.510/86), presume-se verdadeira a afirmação da parte de que não
possui condições de arcar com custas e honorários, sem prejuízo do
próprio sustento e de sua família, na própria petição inicial ou em seu
pedido, a qualquer momento do processo. Vejamos:

Art. 99. O pedido de gratuidade da justiça pode ser


formulado na petição inicial, na contestação, na petição
para ingresso de terceiro no processo ou em recurso.
(...)
§ 2o O juiz somente poderá indeferir o pedido se
houver nos autos elementos que evidenciem a falta
dos pressupostos legais para a concessão de
gratuidade, devendo, antes de indeferir o pedido,
determinar à parte a comprovação do preenchimento
dos referidos pressupostos.
§ 3o Presume-se verdadeira a alegação de
insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa
natural.
§ 4o A assistência do requerente por advogado particular
não impede a concessão de gratuidade da justiça.
(...) (Destaques acrescidos)

Diante do dispositivo legal supramencionado, resta evidente


que se presume verdadeira a alegação de insuficiência deduzida pelos
ora Agravantes.

A gratuidade da justiça se apresenta como forma de


efetivação dos princípios constitucionais de acesso ao Judiciário e devido
processo legal garantindo aos hipossuficientes a igualdade material que
viabiliza o contraditório e a ampla defesa.

Nesta linha de pensamento, o posicionamento do conspícuo


Tribunal de Justiça de Minas Gerais:
EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO
CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL. JUSTIÇA GRATUITA.
DECLARAÇÃO DE HIPOSSUFICIÊNCIA FINANCEIRA.
PRESUNÇÃO RELATIVA DE VERDADE. CRITÉRIO PARA
INDEFERIMENTO. RECURSO PROVIDO.
- A Constituição Federal ao adotar a teoria dos
direitos fundamentais que exige interpretação e
efetiva aplicação prestigia o direito de amplo acesso
à jurisdição (art. 5º, XXXV, CR). Com esteio na
garantia fundamental e para dar efetividade ao
contido no artigo 4º da Lei nº 1.060/50 deve
prevalecer a presunção de veracidade contida na
declaração de pobreza para fins de justiça gratuita.
- Não havendo elementos de prova nos autos que
afastem a presunção relativa de veracidade da
declaração de pobreza do requerente, deve ser
deferida a justiça gratuita, cabendo à parte
contrária, se quiser, impugnar oportunamente o
benefício concedido. (TJMG - Agravo de Instrumento-Cv
1.0024.13.412305-8/001, Relator(a): Des.(a) José Flávio de
Almeida , 12ª CÂMARA CÍVEL, julgamento em 26/11/2014,
publicação da súmula em 28/11/2014)

AGRAVO DE INSTRUMENTO - ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA


- PESSOA FÍSICA - SIMPLES AFIRMAÇÃO DA PARTE -
ART. 5º, LXXIV DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL - VOTO
VENCIDO. Para a parte obter o benefício da
assistência judiciária, basta a simples afirmação de
carência, nos termos do art. 4.º da Lei n. 1060/50. A
alegação de necessidade goza de presunção de
veracidade. Agravo provido. V.V. (TJMG, proc.,
1.0024.08.096914-0/001(1), relator Cabral da Silva, data
pub.: 10/10/2008)

Desta feita, coloca-se como requisito fundamental para o


indeferimento do beneplácito, a apresentação de provas robustas
capazes de demonstrar a notória capacidade financeira dos ora
Agravantes como meio de elidir a presunção de necessidade. A juíza a
quo, contudo, apenas afirmou genericamente que existem indícios da
capacidade financeira dos Agravantes, não apresentando o referida
arsenal probatório.

Ademais, o entendimento jurisprudencial pátrio orienta


que não é exigível que a parte beneficiada figure num estado de
extrema miserabilidade para que em seu favor seja deferida a
assistência judiciária. Assim, para concessão do benefício não se
exige a pobreza extrema, o estado de penúria, sob pena de
inconcebível restrição ao acesso à justiça.

Em consonância, este egrégio Tribunal de Justiça consagrou:

EMENTA: APELAÇÃO - ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA - PESSOA


FÍSICA - DECLARAÇÃO DE POBREZA - REVOGAÇÃO -
IMPOSSIBILIDADE.
- A presunção de não poder arcar com as custas e
demais despesas processuais não exige a
miserabilidade da parte requerente, e para ser
elidida exige prova clara de que a mesma possui
plenas condições de custear tais despesas.
- Não se encontrando nos autos fundadas razões para
a revogação da justiça gratuita, essa medida somente
poderá acontecer quando provocada pelo interessado via do
incidente de impugnação, conforme previsto no art.7º da lei
1.060/50. (TJMG - Apelação Cível 1.0570.14.001944-1/001,
Relator(a): Des.(a) Domingos Coelho , 12ª CÂMARA CÍVEL,
julgamento em 27/04/2016, publicação da súmula em
04/05/2016) (Destaques acrescidos)

IMPUGNAÇÃO AO PEDIDO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA - LEI


1.060/50 - AUSÊNCIA DE IMPEDIMENTO PARA A CONCESSÃO
DO BENEFÍCIO - INEXIGÊNCIA DE ESTADO DE PENÚRIA OU
MISÉRIA ABSOLUTA DO REQUERENTE PARA O DEFERIMENTO
DO PLEITO. Para o deferimento da assistência
judiciária gratuita não se exige o estado de penúria
ou miséria absoluta do requerente. Ademais disto, a
declaração de pobreza firmada pelo requerente da
assistência judiciária goza de presunção juris tantum
de veracidade, sendo da parte contrária o ônus da
prova para sua desconstituição, não bastando para
tanto meras alegações, despidas de lastro
probatório. (TJMG, proc., 1.0079.07.368292-8/001(1),
relatora Selma Marques, data pub.: 04/09/2008) (Destaques
acrescidos)

Apesar da ausência de lastro probatório suficiente para o


indeferimento do benefício da justiça gratuita e do entendimento
jurisprudencial e previsão legal contida no artigo 99, §3º do CPC no
sentido de que se presume verdadeira a alegação de pobreza deduzida
pelas partes, objetivando sobrelevar a necessidade da concessão do
referido benefício, os ora Agravantes pleiteiam pela juntada de
comprovantes de gastos e de contra-cheques (Doc. 05) a fim de que não
restem dúvidas quanto à hipossuficiência financeira.

IV – DOS PEDIDOS
Diante do manifesto error in iudicando do juízo a quo, pleiteia os
Agravantes:

I- A intimação/citação do patrono dos agravados, para, querendo,


responder aos termos do presente Agravo no prazo de 15 (quinze) dias
(art. 1.019, II, do CPC);

II - O conhecimento deste agravo de instrumento, porquanto presentes


todos os requisitos de admissibilidade;

III - - Seja concedido efeito ativo ao presente recurso, com supedâneo


no art. 300, §2º, do Código de Processo Civil , para que seja,
liminarmente, conferido o benefício da justiça gratuita;

IV – A dispensa do dever de recolher custas processuais, visto que o


objeto da pretensão recursal é justamente o indeferimento da
assistência judiciária e a necessidade de recolhimento de custas
constituiria óbice ao acesso à justiça, conforme art. 101, §1º, do CPC;

V - Ao final, requer-se seja dado provimento ao recurso com a


consequente reforma da decisão impugnada e, por conseguinte, com a
confirmação do efeito ativo quanto à concessão dos benefícios da
assistência judiciária aos Agravantes, nos termos do art. 5°, inciso
LXXIV, da Carta Magna e do art. 99, do Código de Processo Civil.

VI - A juntada das cópias da decisão agravada, da certidão de intimação


e da procuração outorgada ao patrono dos Agravantes.

Nestes termos, pede e espera deferimento.


Viçosa, xx de fevereiro de 2017.

Raphael D. Serafim Vieira Anderson Brandão


Milagres
OAB/RJ 175.832 OAB/MG
99.803
Edson de Carvalho Araújo Aléxia Penna
Barbosa Diniz
OAB/MG 167.798 Estagiária de
Direito
DOCUMENTOS ANEXOS

1- Procuração

2- Cópia da Decisão Interlocutória impugnada

3- Cópia da petição inicial, cujo pedido de assistência


judiciária foi indeferido.

4- Certidão de Secretaria do Juízo a quo em que consta a data


de publicação da decisão recorrida.

5- Cópias de contra-cheques dos comprovantes de gastos dos


Agravantes

Observações:

 Salienta-se, também, que todos os documentos que instruem


a presente via recursal já se encontravam acostados nos
autos originais.

 A procuração do advogado do Agravado não foi juntada visto


que até o momento não se procedeu à citação deste. Logo,
também não foi juntada a contestação (tendo em vista a
inexistência desta).

DECLARAÇÃO DE AUTENTICIDADE DAS FOTOCÓPIAS

Declaro que as fotocópias constantes do anexo deste Agravo


de Instrumento constituem cópias autênticas dos autos
processuais de onde foram extraídas, sob pena de minha
responsabilidade pessoal, nos termos da lei.

REQUISITO DE ADMISSIBILIDADE,
(art. 1.016, IV, do CPC)
- Regularidade Formal -

Em obediência à norma contida no art. 1.016, IV do CPC, o


Agravante informa a este Excelso Pretório, os nomes e endereços dos
patronos dos Agravantes.

Procuradores da Agravante:
Nome: Anderson Brandão Milagres, Bruno de Souza Ferreira Ramos,
Carla Regina Pimenta Teixeira, Edmar Chiapeti de Souza e Taynara
Cristine Louzada de Souza, brasileiros, advogados, inscritos na OAB/MG
sob o nº 99.803, 158.692, 153.338, 110.216 e 158.111.
Endereço: Avenida Santa Rita, nº. 537, Bairro Centro. Viçosa-MG. Cep:
36.570-000

Procuradores do Agravado:
Conforme já mencionado, a citação ainda não ocorreu. Diante disso,
ainda não há nos autos advogados do Agravado.