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História dó pensamentó ecónómicó

Yasmin Altmann

1. Introdução do Curso e breve analise dos métodos objetivos de estudo de HPE

Caldwell

 Considerações
o Evolução ordenada do conhecimento cientifico. Crescimento linear e estável ao longo do tempo.
Matemática é novamente um símbolo muito claro disso. Discorda que a conhecimento econômico
cientifico seja igual
 Positivismo (Sec XIX)
o Tudo que eu posso fazer, eu devo fazer, pois a técnica é superior a moral
o Ciência determina as relações entre fenômenos e principalmente as relações causais (causa e
efeito). A tradução básica é a matemática
o attempted
to
lay
out
the
practices
and
procedures
that
all
“real
sciences”
followed. It

provided
models
of
what
constituted
legitimate
scientific
explanations,
it
offered
criteria
by

which
competing
theories
could
be
appraised,
it
provided
a
vision
of
how a
scientific
field

normally
progressed
 Critica ao HPE
o HPE foi banido, durante o SEC XX, dos cursos de economia, pois seguindo o raciocínio de que
estamos sempre melhorando, o atual modelo já engloba tudo
 Defesa ao HPE:
o construir teoria implica debates, argumentos e criticas  isso é ciência: olhar o IS-LM e avaliar em
qual contexto econômico ele é aplicável e quais as falhas
o terá a oportunidade impar de ler os clássicos da economia e dialogar com grandes economistas. Ler
os economistas no original te nutre das grandes questões e pensamentos dos economistas
o é necessário ter um pensamento critico: não é so ler, mas pensar como um cientista e duvidar. Isso
que torna os autores maiores ainda. Sera que os modelos microeconômicos são de fato acurados?
Reflexão sobre a nossa profissão. Você tem que fazer o seu ponto: da escrita e interpretação dos
textos.
o Alternativas ao mainstream: economia vai além do livro do Blanchard, a economia é maior do que
ensinado. Existe vida além do Guidorizzi
o Se vc não sabe HPE, vc esta reinventando a roda, refém do ultimo artigo.
o Old wine in new bottles: pegar ideias de economistas antigos (ex.: Keynes) e provar com métodos
quantitativos (ex.: econometria) e so alguém que sabe HPE consegue fazer isso.

Marcuzzo

 Áreas a serem exploradas


o Feminist economics
o Broadening of geographical áreas in which we may see interest and country-related research activity
blossom in HET
o Para economistas: maintaining in the economics departments keepers of ideas and concepts born in the
past, to preserve them from oblivion and the risks of being misused when uprooted from their context.
o Para historiadores: finding and digging into unexplored sources; treasure hunts in economic archives
o Para audiencia em geral: pluralism in economic analysis

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 Técnicas de HPE
o Exegese do texto:
 É a técnica básica de HPE
 É a leitura profundo do texto
 O verdadeiro significado do texto
 Significado é dado pela comunidade cientifica: o que é valido na nossa comunidade é
mutável ao longo do tempo (ex.: economia planejada e com intervenção)
 Contribuição para o estado da arte em economia: as pessoas vão lendo textos de grandes
economistas e destacando tópicos por vez
 encapsulates the demarcation criterion for deciding its scientific character, and which
consists of reviewing texts in the light of the interpreter’s contemporary economic
knowledge.
 the ability to reconstruct the general position of “the theoretical core of an author’s work
[...] in a manner compatible with contemporary economic theory”
 “the meaning of the text is determined not by the individual interpreter or even the original
author, but by the scientific community of economists”
o Reconstrução racional
 Old wine in new package: reconstroe um bom economista em termos mais contemporâneos
 Tradução do autor original em nova/contemporanea linguagem
 The ideas and insights were reconstructed in the light of either contemporary
problems or modern economic analysis
 reformulation of the arguments of past authors into a modern theoretical
framework
 Formalisation, model building, or other translations into more rigorous economic
language are called for.
o Reconstrucao histórica
 Analise de contexto
 Quais eram os autores, temas, lugar, circunstancias, época e debates da época.
 Para fazer senso o que esta sendo interpretado
 Qual o contexto intelectual ?
 Para isso, vc estuda: cartas, bibliografias, contexto histórico
 Context: set of questions and answers which framed theories and concepts, and ‘the
state of the art’ at the time of their conception.
 Objetivo eh conhecer a vida dos economistas para entender as motivacoes por tras
das escolhas particulares, suposicoes e ferramentas
 Permite andar na Estrada em vez de simplesmente visitar o destino final
 Narrativa histórica
 uma outra subforma de reconstrução histórica é estudar autores menores ou
inusitados para entender o seu principal.
 bringing in new perspectives and evidence from unexplored sources, crossing the
boundaries of a single discipline to leap into the broader realm of intellectual history
 Penetrating the less explored territories.

Screpanti – Cap “Introducao”

 Joseph Schumpeter,
o “o profeta da Inovacao”: bibliografia dele.
o O único economista que não tem uma escola especifica
o Austríaco
o Escreveu “teoria do desenvolvimento econômico”
o Escreveu um livro de HPE
 A HPE pode ser estruturada em períodos de ortodoxia/estabilidade e períodos de
instabilidade/debates
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 Evolução das ideias econômicas não avanca suavemente, mas em saltos por épocas de
revolução e consolidação; de confusão de linguagem e períodos clássicos.
 Pluralidade de pensamentos
o Incrementalistas
 Além da visão do Schumpeter, há os incrementalistas
 Considera que o progresso cientifico se da como uma bola de neve descendo uma montanha
de neve (Pantaleoni)
o Catastrophists/discontinuists
 Ligado a teoria de Kuhn
 Evolução do conhecimento ligado as passagens de revoluções, explicando a acumulação de
anomalias como um bom meio de solucionar os problemas que levantamos
o Lakatos methodology
 Um programa de pesquisa sera bem sucedido se se mostrar progressive, tanto teoricamente
(sendo capaz de prever novos fatos) quanto empiricamente (se essas previsões são
confirmadas).
 A pesquisa sera abandonada quando se tornar degenerating (precisando ser modificada)
o Relativista
 Estuda a historia das ideias econômicas em relacao com os contextos sócio econômicos os
quais prevaleciam
 Definido como relativista por Blaug
 Pantaleoni chamava de mesological
 Considerações
o A realidade estudada pelos economistas não é fixa como em ciências naturais. Fatos econômicos
mudam no tempo e espaço: problemas que parecem crucial em um certo periodo, podem ser
irrelevantes em outros; e aqueles que considerados importantes em um pais, podem ser
completamente ignorados em outros
o O background cultural e as visões dos cientistas tem um grande efeito nas atividades de pesquisa
deles; e mais ainda nas ideias comuns e valores aceitos pelas comunidades cientificas. A sociedade
como um todo que determina o clima cultural no qual as escolhas disponíveis para os cientistas
individuais e a sociedade cientista são determinadas e delimitadas.
o Problemas fundamentais podem continuar embaixo da terra por um longo periodo, mas as vezes são
resgatados e vem a tona quando ninguém espera
o Tradições tem um papel importante como guia da atividade cientifica.
o A posição que vão assumir nesse livro é entender o contexto onde as ideias foram formadas e
explicar como as ideias fundamentais deram origem a particulares sistemas teóricos.
 Sistema teórico:
o Objetivo:
 uma teoria geral aspirando dar uma resposta coerente e completa para todos os problemas
que surgirem em um determinado campo de investigação.
o Método
 Fazer o escopo da investigação
 Determinar os princípios fundamentais onde todos os conhecimentos existentes e potenciais
possam ser organizados
 Determinar as regras metodológicas que estabelecem o modo que a pesquisa é conduzida e
os resultados avaliados
 Determinar a linguistic canons que permitem a classificação, transmissão e comunicação do
conhecimento
 Evolução pode se dar:
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o Refinamento progressivo da teoria de um problema específico:
 aqui acontece apenas o progresso envolvendo componentes individuais do sistema. Se 2
orientacoes focados no mesmo problema derivam de premissas diferentes, não podem ser
comparados.
o Substituição de uma teoria especifica por outra:
 aqui acontece o progresso geral da organização
o Substituição interna de teorias parciais por teorias gerais
o Integração, no sistema, de teorias relativas a novos problemas
o No final, a evolução sempre vem com refinamento analítico e/ou generalização teórica.
 Conclusões
o Problemas econômicos estão ligados, fazendo com que uma nova teoria concentrando em apenas
um ou poucos problemas, é de alguma forma insustentável. Ou você faz reerencia para um sistema
teórico já existente e tenta se integrar a ele e possivelmente generalizar o sistema, ou, se propõem a
fazer a base organizacional de um novo sistema teórico.
 Em certos momentos da historia, a sociedade necessita de uma teoria geral. Esses
momentos que são de estabilidade, necessitam de teorias de ordem e equilibrio.
o Quando uma sociedade entra em um periodo de crise, enfraquece a necessidade de representar a
economia sendo orgânica e um corpo organizado. Desse modo, energias criativas são liberadas. Ao
mesmo tempo, cientistas são atraídos e moldados mais pelos problemas do mundo real do que por
teorias. Revoluções teóricas acontecem nesses períodos.

Neumark

 Normalmente so há 1 escolha, entre 2 possibilidades, para resolver problemas econômicos fundamentais


o Laissez-faire & state control
o Protecionismo e livre comercio
o Balanceamento do orçamento e déficit spending
o Natural and just
o Idealistic and materialista philosophies
o Industrialism and environmentalismo

Momentos de J.Schumpeter

 Instabilidade (1750 – 1776)


o Contexto histórico
 Economia moderna originou de uma primeira revolução teorética, onde tevês grandes
quebras de tradições. Comum a todos esses autores, era a revolta contra o mercantilismo, o
conhecimento que deveria uma grande revolução na estrutura econômica da sociedade, a fé
nas leis da natureza e na possibilidade de entender essas leis cientificamente e na crença do
livre comercio. “A Riqueza das Nacoes” foi a síntese de todo esse trabalho.
o Pensadores
 Cantillon, Petty, Quesnay, Hume: vão discutir valor, moeda, preços, atividade econômica,
metodologia (base de dados)
 Petty: “a economia é uma politica aritmética”
o Ortodoxia smithiana (1776 – 1810)
 Contexto histórico
 A partir da atividade econômica de 1750-1776, surge varias ideias de Smith.
 Pensadores

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 A partir de Smith, vem o Benthan e James Mill e criam utilitarismo e depois microeconomia.
Por isso, que o Riqueza das nações é tao importante, pois é a raiz de tudo, tanto
microeconomia quanto macroeconomia (que alguns acham que foi Keynes)
o Instabilidade (1810 – 1848)
 Pensadores
 Malthus: “cria um ataque contra Smith”
 Ricardo: “as mercadorias não devem flutuar segundo o meu salario, mas segundo outros
fatores”.
 Cournot: cria teoria dos jogos
 Dupuis: inventou a utilidade
 Malthus+Cournot+Dupuis+Caras de Adam Smith: criam o que hoje vemos como
microeconomia
 Cournot + dupuis + von thunnen: percursores do marginalismo
 Malthus + Ricardo: economia da politica clássica que vai dar lugar a J.S.Mill (1848)
 Marx
o Ortodoxia de Mill (1845-1871)
 Surge a partir dos economistas que dao os 3 blocos econômicos 1
o Revolução marginalista (1870 – 1890)
 Contexto
 Nesse periodo não havia uma ortodoxia predominante
 Periodo de ressureicao de teorias socialistas (marxismo, fabianismo, cristianismo, agrário)
 Inicia a o institucionalismo e a Young Historical School
 Pensadores
 Jevons: tira o “politica” da “teoria da economia politica”; fala que precisa de matemática
 Walras
 Menger (valor marginal)
 Alfred Marshall (1890): fecha revolução marginalista e determina microeconomia; marshall se baseia
no Jevorons; livro chama “Principles of microeconomics”
o Periodo de ortodoxia (1890 – 1929)
 Pensadores
 A partir do Marshall surge:
 UK: Edgeworth
 USA: Clark (W/P = pmg l); Acaba com mais valia
 USA: fisher  Taxa de juros, ciclo de negócios e inflacao e juros
 A partir do Walras surge:
 pareto (Bem estar)
 A partir do Menger surgem (vão fundar escola austríaca):
 Von Mises
 Bohm Bawenk
 Hayek
 Shumpeter
o Instabilidade (1929 – 1945)
 Contexto histórico
 Anos de “High Theory”
 Macroeconomia: surge em parte devido ao desemprego na Alemanha, crise 29 etc

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Microeconomia + economia politica clássica + marxismo formam os 3 grandes blocos econômicos atuais
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 Pensamentos
 Ciclo econômico
 Politica fiscal
 Politica monetária
 Taxa de cambio
 Pensadores
 Keynes (1939)
 Kalecki (1932): demanda agregada
 Schumpeter (1932)
o Periodo de ortodoxia (1945 – 1973) não entra no nosso curso
 Pensadores
 Keynes + microeconomia: síntese neoclássica (IS-LM)
 Hicks (1938): faz IS-LM; precisava inserir IS-LM na microeconomia  I=I-dn
 Keynes:
 I: expectativas irracionais; irracionais pois o futuro é desconhecido, por isso ele chama de
animal spirits
 Síntese neoclássica
 Paul Samuelson
 Solow-Doman
 Annow-Debneu

Economia politica clássica

 Pensadores (1776-1868)
o Adam Smith; D.Ricardo; T.Malthus; J.S.Mill
 Consideracoes
o Discutem basicamente macroeconomia com o metodo “microeconômico”.

Trajetoria do pensamento econômico

 Mercantilismo (1500-1776)
o Discussões
 Valor das coisas
 Balancas comerciais (X-M)>0
 Relacao Balanca comercial e economia, Preços e moeda domésticos
 Revolução dos preços (inflacao)
o Considerações
 Não havia um “pensamento econômico” oficial. Eram discussões informais
 Liberalismo (1650-1776)
o Discussões
 Valor das coisas
 Produção
 PIB e distribuição do PIB; a que velocidade acontecem as transações
 Distribuição entre as classes econômicas
 Nobres: renda pela terra
 Capitalistas: lucro
 Trabalhadores: salários
 Macroeconomia
 Moeda e Preços
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o Pensadores
 Thomas Hobbes
 Cantillon
 John Locke
 Willian Petty (1650)
 D. Hume (1750)
 Boisguillebert
 F. Quesnay (1750)
 Adam Smith (1776)
o Discussões
 Distribuição da renda
 PIB
 Sociedade autônoma em relacao ao Estado
 Valor
 David Ricardo (1816) + Thomas Malthus (1800)
 Discussões
 Valor
 Distribuição da renda
 Dinâmica do PIB
 Demanda efetiva X lei de Say
 Lei de Say: Y=C+G+I+(X-M); AO=DA; I=S
o Considerações
 Ricardo
 queria diminuição das tarifas alfandegarias (perdeu)
 Vantagens comparativas
 Malthus
 “nada garante que Y=C+G+I+(X-M) ou S=I. Pode haver uma insuficiência de demanda
efetiva “
 Queria protecionismo (ganhou)
 PA/PG
 John Stuart Mill (1848/1868)
o Discussões
 Lucro
 Mais valia (K.Marx) ? ou
 Remuneracao pela abstinência de converter o dinheiro em prazer (protestantismo)?
o Aumenta estoque de capital (K) e assim aumenta a poupança (S=Y-C=I)
o Quanto que adiciona-se à renda dado 1 K (r=δY/δK)
o Considerações
 Onde inicia a microeconomia
 Karl Marx (1867)
o Discussões
 Capital
 Valor
 Lucro
 Ciclo de negócios
o Considerações
 Critica escola clássica, mas ainda usando o método “microeconômico” deles.

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 Revolucao Marginalista (1871)
o Autores
 Walras: equilibrio geral. Seu tutor foi Pareto
 Jevons seguido de Marshall: microeconomia como conhecemos
o Ideias
 Utilidade (valor; individual)
 Marginal (diferencial; matemática)
o Considerações
 Critica bem sucedida a economia politica clássica (exceto Smith) e ao marxismo (marx diz
que famílias conflitam-se, mas os marginalistas diz que algumas famílias conflitam-se, mas
para marginalistas algumas famílias oferecem trabalho e outras capital, e assim, não há
conflito.
 Marshall (1890)
o Ideias
 Grafico de oferta e demanda
 Wicksell + Fisher + Marshall
o Discussões
 Ciclo econômico
 Moeda
 Deprecoes (1870-1890; 1929-1939)
 Keynes
o Discussões
 Demanda efetiva centralizando ciclos econômicos, expectativa, juros e moeda.

2. O surgimento da teoria econômica no Iluminismo

1. Economia como ciência

 Considerações
OIKONOMIA
Xenoforte Economia politica classica
Aristoteles Adam Smith (1776)
300aC.
o
o OIKOECONOMIA: arte/técnica de administrar o lar (microeconomia)
o Especulação  (via racionalização)  ciência
o Galileo (física)  Kepler  Francis Bacon  Newton  A.Smith

2. Transação mercantilismo  economia politica

 Teoria do valor
o Mercantilismo (1500 – 1776)
 Marx: o mundo antigo deixou ao mundo moderno 2 tipos de capital
 1º Kcomercial: P.C.mercado < P.V.mercado  L = PC – PV

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 Teoria: vende-se ativos, pois geram utilidade. Logo, troca é dada pelo valor de uso
(utilidade demanda), pois o lucro deles surgia do trading process
 Estado e economia
o Politica
 Quem vai dominar o mundo?
 Para o poder interncaional era necessário uma boa economia para gerar liderança perante
os outros.
o Macro
 Contexto
 Os novos estado nacionais precisavam de um conselheiro macro-economico
 Transição micro  macro
 Variáveis macro são todas subordinadas ao Estado
 O governo consegue receber apoio de grandes players, concedendo monopólios
 Assuntos
 Valor
 Produto
 Moeda
 Comercio exterior
 Nível de desemprego
 Cambio
 Monopólio

3. William Petty

 Definição : Empresário, medico, irlandês, empirista


 Contexto: pensamento mercantilista mas que caminha para A.Smith
 Ideias
o Método quantitativo: politica aritmética, sociedade  matemática, numero, medidas, pesos
o Teoria do valor: produto setorial (manufatura e agricultura)
 Produção  oferta agregada  L e T  valor do produto = dispêndio de L e uso de T
 Ligada aos custos/dispêndio dos fatores de produção (L e T)

4. Thomas Hobbes (1650)

 Ideias
o Uma vida sem estado:
 Você esta no estado da natureza, onde são todos iguais em:
 Direitos: todos tem direito a tudo
 Dotação: todos somos iguais em termos de forca e intelecto
 Escassez da meia vida:  antecipação  vida sórdida, embrutecida, solitária e pobre
 Não há propriedade
o Estado da natureza  (via contrato social)  civilização/Estado civil/Polis
 Contrato social se da pois ser humano é racional e com contrato social gera segurança e pois
tem paixão, a esperança de viver melhor e usufruir dos produtos do trabalho
 ao construir o estado civil:
 surge a forca de trabalho (amplifica resultados que a natureza pode nos dar; gera
prosperidade)
o a prosperidade depende de L (Y=f(L)). Ou seja, max Y = max L, gerando
poder do Estado
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 surge o direito civil e propriedade (Estado > Propriedade)
 Hobbes – falado por Fernando Ribeiro

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 Relacao Estado e economia. Direitos de propriedade são inferiores ao Estado

5. John Locke (1650)

 Contexto:
o Inglaterra (1640 – 1650): Guerra Civil  Rei VS Nobres (conflito por poder)
o Rei esta aumentando impostos e nobres não gostam
o Rei quer poder absoluto, mas nobres querem poder regulado para o rei
o Rei: católico; Nobres: anglicanos
o Revolução Gloriosa (1688)
 Nobres dizem: agora somos uma monarquia constitucional
 Guilherme D’Orange: quem chega e se depara com monarquia constitucional
 Ideias
o Indivíduos tem direitos naturais
 “Nascemos com o direito naturais (Deus), logo, esta a cima do estado (homens)”.
 Propriedade> estado
 Direitos do liberalismo
 Religião (para pacificar a Inglaterra)
 Liberdade de expressão
 Reunião
 Ir e vir
 Produto do trabalho (o que produzo, é minha propriedade)
 Liberty implied the right to control ones own labour. As land becomes productive and
acquires value only with application of labour, the private ownership of land would also be
justified.
 A natural right, independent of the institucional structure of society
 As, in nature, men are basically equal, then neither the ownership of wealth nor that of land,
should be unequally distributed
o Theoryof value: costs of production

6. North and Mandeville

 North and mandeville:


o direction of free trade
o harmony of interests is derived solely from the fact that nobody is able to look after the interests of
an individual better than the individual himself, so if the individuals are left free, they will prosper
o the best policy is no policy, no laws to regulate trade, none to regulate the interest rate, nor to
control the money supply
 north
o level for the rate of interest is that to which the forces of the supply and demand for money
naturally lead it
 Mandeville
o The fable of the bees and private vices, public benefits
o Public welfare is fostered by leaving the individual completely free to satisfy his own vices

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o Economic and social virtudes, such as savings, as socially less useful than their opposites: ostentation
spendind creates more jobs than parsimony

7. Richard Cantillon (1730)

 Definicao: nasceu na Irlanda, viveu em Paris e Lnondres e era banqueiro/empresario


 Ideias
o Distribuição do produto
 Reconstrução racional
 Primeira contribuição a teoria do Equilibrio geral
 Economia é um conjunto de mercados interligados por precoos
 Fluxo do produto = renda = despesa
o The increase in the imports of consumer goods caused by na increase in monetary incomes could
contribute to reduce trade surplus. Even if an increase in the quantity of money in a country with a
trade surplus causes, at least partially, an increase in the level of prices, this could cause a further
increase in trade surplus. An internal increase in prices would increase the value of exports, that
would reflect positively on the balance of payments.
 Modelo
o Esquema


o O sistema converge para o equilíbrio natural (Estado natural)
 t*tb + t*Tluxo = Pluxo * Tluxo
 w*Lb + w*Lluxo = Pb * Xb
 suposição: renda=despesa
o o sistema se equilibra ao redor de um vetor de preços naturais
 coeficientes técnicos
 a(Lb) = Lb/Xb (=quanto de trabalho qu preciso para fazer 1 unid do bem básico)
a(Lluxo) = Lluxo/Xluxo
a(tb) = Tb/Xb
a(Tluxo) = Tluxo/Xluxo
 quantidades necessárias para a economia rodar
 Lb = a(lb) * Xb (Xb é tal que não há escassez nem abundancia relativa de L,
para que a mao de obra fique estável)
Lluxo = a(Lluxo) * Xluxo
Tb = a(tb) * Xb
Tluxo = a(Tluxo) * Xluxo
 C* = Xb/L
 Quantidade de caloria preciso para 1 unid de trabalho
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 Montante necessário para manter um trabalhador
 Ccorrente < C*: L↓
 Ccorrente = C*: dL/dt = 0
o Estado natural
 Equilibrio nos fluxos de producao, renda e dispendio
 Basicos: Pb*Xb = w*Lb + t*tb
Luxo: P*luxo*X*luxo = w*Lluxo + t*Tluxo
Ou seja: produto = renda
 Em equilíbrio:
W*L = Pb*Xb, sendo W*L = w*Lb + t*Tb
Como L = Lluxo +Lb w(Lluxo + Lb) = w*Lb + t*Tb
 W*Lluxo = t*Tb: a remuneração do L alocado no setor luxo (w*Lluxo) é dispendida
na aquisição de bens básicos produzidos com Terra de Nobres
 Por outro lado,
P*luxo*Xluxo = w*LLuxo + t*Tluxo  Pluxo *Xluxo = t*T: toda a renda da terra é
gasta na aquisição da produção de luxo
o Precos naturais (valores intrinsecos)
 C = Xb/L
W*L = Pb*Xb  Xb=w*L*1/Pb
C = (1/L)* (w*L*(1/pb)) = W/Pb = salario real nesse setor
(Pb*Xb)/Xb = (w*Lb + t*Tb)/Xb
 Pb = w*(Lb/Xb) + t*(Tb/Xb)
 Pb = w| *a(lb) + t| * a(tb) = preço natural = valor de troca
 se Pb sobe, Lb e Tb sobem, subindo a(lb) e a(tb)
o Utilidades da demanda
 Alocacao dos fatores nos setores
 Flutuacoes dos precos naturais
o Trabalho: Apenas os trabalhadores geram valor (A.Smith)
o Terra: apenas a terra gera valor (Fisiocratas como Quesnay (1750, Franca))
 Falado por Screpanti
o State should encourage agriculture rather than protecting trade and industry. Because the real
wealth of a nation is made up of consumer goods, not of accumulated capital and gold.
o Took up pettys theory of value, which he reformulated by trying to base it on the reduction of the
cost of production to the inputs of labour and land;
o intrinsic value that depends on production
o market price wich depends on the forces of supply and demand; market price is fixed by the seller
and dynamically modified on the basis of his entimate of the demand
o value of money tends to adjust itself to the production cost of gold
o an increase in the money supply generates inflationary impulses that spread out gradually, through
induced demand, in the diverse sectors and income groups. An increase in liquidity would vary
according to the type of money inflow , known as the cantillon effect
o rent, being an income without being a cost of production, would constitute a source of expenditure
autonomous with respect to productive activity. So the output would be influenced by tastes of
aristocracy
o inherited boisquillebert “ tableau economique” and integrated 2 social classes ( landowners, tenant-
farmers and workers) and trois rentes (rent, profit, and farmers expenditures ) which allowed him to
formulate a theory of the circular flow

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 Falado por Alex Thomas
 Introducao
o analysis of the social surplus, theory of value and monetary issues, production, value,
income distribution, money and international trade, town-country interaction, population
mechanisms and inflation, banking and finance
o his account of profits and capital is not satisfactory with respect to the analysis of a fully
capitalistic economy. His price theory is also not entirely satisfactory,
 Cantillon´s theoretical system
o The view of the economy as a circular process2 between production and consumption
o Contrary to the marginalist (or neoclassical) world wherein surplus is not be found owing to
the social product being completely exhausted when ‘factors of production’ are paid what is
supposed as their necessary remunerations in accordance with their marginal products
o Hence the term ‘surplus’. In Cantillon’s system, ‘[t]he overplus [le surplus du produit] of the
Land is at the disposition of the Owner’ (Essai: 7) of which a fraction is paid to the State
o surplus among the various social classes depends on specific institutional arrangements.
Land relations – ownership as well as leasing, play the most important role in Cantillon’s
system, especially with respect to the distribution of the surplus.
o Cantillon classifies the inhabitants into those who are independent, since they own land and
those that are dependent on the owners of land (Essai: 43). The former group comprises
princes, nobles5 and landlords/proprietors of land. The dependent inhabitants are further
divided into those that receive fixed incomes and those whose incomes are
unfixed/uncertain (Essai: 55). Undertakers, or ‘entrepreneurs’, as it is in the original French
text,6 are identified with those who receive uncertain incomes. They could be farmers,
artisans, merchants or labourers.
 they can be divided into two classes, Entrepreneurs and Hired people
 all the Entrepreneurs are as it were on unfixed wages and the others on wages fixed
 he Beggars even and the Robbers are Entrepreneurs of this class.
 independent inhabitants, lease out land for which they receive rents from
entrepreneurs
 ‘[t]he subsistence and upkeep of Entrepreneurs must always be deducted before
arriving at their profit’
o Profit is simply seen as a reward for carrying out production in a risky environment
o concepts of ‘intrinsic value’ and market price.
 If profits are higher than the normal or usual amount in a particular sector, it would
attract new and existing entrepreneurs to enter: not in equilibrium with market
prices
 This process of competition, in Cantillon’s system, witnesses the regular entry and
exit of firms with the latter resulting in bankruptcies
 Entrepreneurs supply commodities if the demand coincides with the supply, market
prices of commodities coincide with their intrinsic values and profits will be at their
normal levels
 ‘the Price or intrinsic value of a thing is the measure of the quantity of Land and of
Labour entering into its production
 Intrinsic value is based on observable and measurable production conditions such as
the acres of land used in cultivation or the number of labourers employed. Market
prices, on the other hand, depend on actual market conditions
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 tendency of market prices to gravitate or to ‘ebb and flow’ towards intrinsic values
through the working of the process of competition.
 intrinsic value and market price is a considerable theoretical achievement, which
builds on Petty’s distinction between permanent and accidental causes
 Role of consumption
o Cantillon’s conception of demand is useful in the determination of sectoral activity levels.
o When there is an overall increase in the volume of consumption across sectors, it will, over
time, lead to an increase in labour employment, subject to land constraints.15 However, an
increase in labour supply is possible, in a closed system without technological progress such
as Cantillon’s, if and only if there is an increase in the land utilized
o Aggregate consumption and labour employment can increase, with landowners’
consumption demand playing a leading role, until a certain proportion is reached such that
no increase in luxury manufactures can take place without a reduction in corn cultivation.
o ‘change in tastes would increase [aggregate?] employment and expand the population’
o Cantillon recognises the crucial role consumption plays, especially at the sectoral level.
o What are the factors affecting demand?
 A change in the number of births and deaths clearly constitute a permanent effect
on. However, alterations in the extent of expenditure by consumers and changes in
consumption propensities cannot be classified as temporary or permanent a priori.
 For analytical purposes, aggregate demand is broken down into autonomous and
induced elements. Y = bY + AD0., bY is the induced component in aggregate demand
(AD) and AD0 is the autonomous element. By further disaggregation, aggregate
demand is the sum of consumption (C) and investment (I) expenditure, assuming
away the government. That is, AD = C + I.
o If land is not fully utilised, an increase in autonomous consumption of landowners will
positively impact activity levels and labour employment,
o More employment, given a certain level of subsistence wages, will undeniably lead to an
increase in overall consumption
o when a surplus is possible, some land can be cultivated for non-necessary/luxury purposes.
o Hence, over time, an increase in the autonomous consumption of landlords not only induces
an increase in consumption arising from increase in labour employment but also induces a
rise in consumption of entrepreneurs21 through the imitation effect.
o In other words, the sectoral activity levels are demand-determined, with the labour supplies
adjusting to the respective labour demands derived from commodity demands.
o While discussing factors affecting the increase in money circulation, Cantillon points out that
(some) entrepreneurs borrow in order to undertake production.
o Cantillon does not provide an account of the coordination of saving and investment in his
theoretical framework. The quantum of money available in the economy together with the
demand for money (for consumption and investment purposes) and the supply of money by
Goldsmiths and bankers (who accept the savings of landowners as deposits) determine the
cost of borrowing money – the rate of interest. And clearly, the interest rate is not seen as
equilibrating saving and investment, but as equilibrating the demand and supply of money
o the autonomous consumption of landowners determines sectoral activity levels and
employment. Furthermore, a rise in autonomous consumption induces an increase in
customary consumption (subsistence wages), in the aggregate, owing to an increase in
labour employment, if the land constraint is not binding
16
o And the inter-sectoral relations between the necessaries producing sector and the
surplus/luxury producing sector makes the causal link between autonomous consumption
and activity levels not so straightforward; there arises a critical proportion after which
increased consumption and production of luxury manufactures will lower aggregate
employment and output.

8. Willian Petty (1650)

 Consideracoes
o Fascinado pela ciencia experimental
o Appeal only to empirical facts
o Qualitative arguments should be replaced by ones relying on number, weight and measure
 Ideias
o Theory of value: prices would tend to adjust to natural value (costs of production) by means of small
oscillations
o Surplus: subtracting from the value of the product obtained from it without the application of labour
and the wages paid to the employers
o Public finance
o Free-trade theories

9. D. Hume (1750)

 Ideias
o Price-specie flow mechanism: Na increase in the Money circulation with a trade surplus would
increase prices. The consequent loss of competitiveness would rebalance the balance of payments
and halt the outflow of gold

10. Boisguillebert

 Falado por Screpanti


o State should encourage agriculture rather than protecting trade and industry. Because the real
wealth of a nation is made up of consumer goods, not of accumulated capital and gold.
o Price should conform to the natural law  laissez faire (simplification of the tax system and a
liberization of internal trade)  tendency of the economy towards equilibrium
o Consumption, especially of the landowners was the driving force of economic growth, as it created
the aggregate demand of the whole economy. Therefore it was necessary to abolish the taxes that
discourage consumpion and to impose an income tax
o If they are allowed to pursue they own interest, is a sufficient justification for laissez faire

 F. Quesnay (1750)

o Considerações
 Monopólios e protecionismo caem e liberalismo substitui-os

3. A contribuição econômica Adam Smith

Contexto

 Eruption of the enlightment


17
 1751-1776: laissez faire revolution

Todos que não Smith

 Contribuições Quesnay
o Nocoes da trabalho produtivo e improdutivo
o Verdadeira riqueza vem do produto liquido obtido em aplicar trabalho a terra
o Ideia de interdependência entre os setores produtivos e a ideia de um equilíbrio macroeconômico
o Representação das trocas econômicas como um fluxo circular de dinheiro e bens entre os diferentes
setores econômicos
o Interesse cientifico no acumulo de riqueza dentro do fluxo de produto liquido

o
 Natural ability of na economic system to reproduce itself, as long as it is not obstructed by
interventions of the political authorities
 Contribuicoes Hume
o Uma balanca de comercio superavitaria nao produz beneficios permanents, porque ela
automaticamente aciona um processo de re-equilibrio. O inflow de ouro gerado pelo superávit de
comercio faz com que os preços internos se elevem, e diminuindo os preços nos países competidores e
com déficits nas balancas comerciais. Devido a mudança nas condições de competição, as balancas se
ajustam gradualmente.
o Um aumento na oferta de moeda pode ter efeitos reais temporários. O aumento nos preços, devido ao
aumento na oferta de moeda sera transmitido gradualmente de um setor ao outro nesse processo de
transmissão, o incremento nos gastos pode também gerar, junto com a elevação dos preços, uma
expansão em produção e emprego.
o Rejeitou a ideia de que o volume internacional de comercio era fixo, e por isso um pais so podia
enriquecer as custas do outro. Ele sugeriu que o aumento na riqueza em um pais, iria, pelas
importações, aumentar o produto dos outros países.
o Ele rejeitou a ideia de que a taxa de juros era necessariamente inversamente proporcional a oferta de
moeda. Ele observou que o aumento na atividade econômica, que aumenta o estoque de capital real de
um pais, causaria uma diminuição na taxa de lucro, e, por consequência, uma queda na taxa de juros .

Falado Por Screpanti

 Contribuições
o Natural-law philosophy
 Natural order: pressupõe a livre expressão da atividade humana. Existem leis naturais que
explicam os fatores econômicos. Existe um sistema que somos paciveis de entender.
 Positive order: baseado em leis e convenções, cria o Estado, mas é so legitimado se não
houver um conflito com a natural order.
o Accumulation and the distribution of income
 Trabalho anual
 É um fluxo e constitui um fundo de bens e servicos, chamado de PIB annual
 Se a única fonte do PIB é trabalho, então não há lucro (um erro)
 PIB per capita define a riqueza das nações
 A riqueza das nações é uma função de
18
o Habilidade empenhada (divisão do trabalho)
o Pela razão de pessoas que desempenham trabalho útil/inútil
 Salario
 There is fixed capital and circulating capital
 Os salarios sao uma parte do capital circulante
 Em termos reais, é a parte dos bens produzidos em um ciclo produtivo que é usada
para pagar os trabalhadores no ciclo seguinte
 Salários são pagos antes do produto ser vendido, entao para os capitalistas, é capital
 Social classes:
 Os donos de terra não são donos de capital produtivo, entao não estão interessados
em guardar e acumular capital. eles não fazem nenhuma contribuição para o
crescimento da wealth of the nation
 Os trabalhadores possuem so sua mao de obra. Entretanto, a competitividade puxa
os salários para o nível de subsistência, fazendo com que a propensão para salvar
seja zero. Ou seja, eles não fazem contribuição para a wealth of the nation, mas
fazem para a produção
 Os capitalistas possuem o capital produtivo e tem interesse em aumenta-lo. Ou seja,
eles tem propensão em salvar. Assim, quanto maior a proporção do lucro, maior vai
ser o crescimento da wealth of the nations.
 Tipos de trabalho
 Productive labour: usada na produção de bens. Empregados por capitalistas
 Unproductive labour: usado para ofertar serviços pessoais. Empregados pela
“leisured class”.
 Uma economia em crescimento deve reduzir ao minimo a porcentagem de
trabalhadores envolvidos em trabalhos improdutivos.
o Value
 O trabalho é o real valor de troca
 O valor do bem é medido pela quantidade de trabalho que ele é passível de comandar.
 Quando capitalistas e donos de terra tomam parte na divisao do produto, o valor de troca
deve ser tal que permita o pagamento do lucro, do aluguel da terra e do salario. Ou seja, em
sociedades capitalistas, o trabalho não é mais um bom parametro de medicao
 ƛ = l + k*ƛ = l/(1-k)
 ƛ: trabalho usado diretamente e indiretamente para produzir X
 k: quantidade de insumos necessários para produzir X
 l: labour hours directly used to produce X
 p/w = l + (p/w) * k * (1+r) = 1/ (1 – k*(1 + r)  p = w + pk + pkr
 r: rate of profit
 p: monetary price of X
 w: monetary wage to produce X
 w/p: real wage
 p/w: labour commanded by it
 w*l: cost of labour
 p*k: cost of capital
 p*k*r: profit
 the labour commanded is greater than the embodied labour, because there is profit
 theory of profit based on the cost of production

19
 wages and profits would be determined by the forces of supply and demand in the
“factor”markets.
o Mao invisivel
 Enquanto todos estao livres para seguir seus proprios interesses, todos estao, na verdade,
controlados por uma forca impessoal, a mao invisível, que contribui para um fim econômico
que não faz parte de suas intecoes iniciais. Ele fala que, em condições de equilíbrio
competitivo:
 O sistema produtivo vai produzir o que é demandado
 Os métodos de produção escolhidos são os mais eficientes, ou seja, não disperdicam
nenhum recurso
 Os bens são vendidos ao menor preço possível, que é o custo de produção mais uma
margem de lucro normal.
 Demonstra que os indivíduos atendem ao interesse coletivo porque são guiados
pelo interesse individual.
 Vai dar base para os utilitaristas, como Bentham e James Mill: indivíduos são
hedonistas e melhores juízes de si próprio.
o smiths three souls: Macroeconomic, microeconomic & institucionalist
 macroeconomia
 teoria do lucro
 conceito das classes sociais e analise dde seus diferentes tipos de income e
expenditure
 distinção entre trabalho produtivo e improdutivo
 explicação do valor em termos de trabalho usado e passível de comandar
 teoria do lucro como um income residual
 microeconomia
 teoria do equilibrio competitivo
 mao invisivel
 ideia de uma economia capitalista competitiva como uma ordem economica natural
 explicação do lucro como remuneração do risco
 e teoria dos diferenciais de salario
 institucionalismo
o institucionalismo
 explica o Mercado como um conjunto de instituicoes: private ownerships, monopolistic
practices…
 outras 2 esferas das ações humanas tem papel fundamental em construir uma harmonia
social: moral rules and legal rules.
 Broadly speeking, there is selfish and altruistic sentiments
o Selfish sentiments: o desejo de melhorar sua vida, de auto estima social
(onde orgulho e honra estão relacionados), o desejo de ser admirado pelos
outros (vaidade), o desejo de acumular propriedade e riqueza ou avareza, o
desejo de poder e dominação, o desejo de ter uma vida mansa e evitar todo
esforço.
o Some of this sentiments give rise to Strong externalities and obstruct Market
mechanism
o Altruistic sentiments: benevolence, the desire of social approbation co-
operative behavior is stimulated

20
 Salarios minimos sao mais um fato do que um principio normative. Segundo ele, não há um
razão ética para fixar o salario mínimo, mas o valor “natural” tende a estabiliza-lo no valor
mínimo.
o Smithian Orthodoxy
 Bentham and utilitarismo
 Utilitarismo provided a new way of conceptualizing human motivation: economic
agentes are a self-interested and competitive being
 “ the greatest happiness for the greatest number”
 Self regarding interest is predominant
 Consequentialism: moral judgement of an action refers ro the consequences it
produces and not the intentions of those who promote it
 Principle of marginal utility
 The smithians economists and Say
 The value of goods depends on the forces of demand and costs of production
 Say
o “law markets” according to which supply always creates its own demand
o As incomes are purchasing power, it is also possible to say that the produced
goods always creates the purchasing power corresponding to their value
o Production of commodities always opens an outlet to other products
o The purchasing power generated from the production process is no longer
only potencial demand, it is also, and always, effective demand.

Falado por Amartya Sen

 The father of modern economics


 Guru of the Market economy: one idea man propaganding only the excellence and self-sufficiency on the
Market
 Why and how the dynamis of the market economy worked, they also brought out the support that the
markets need from other institutions for efficacy and viability
 Impossibility of thinking poverty without thinking of inequality
 Identifying the destructive influences of those whom he called prodigals and projectors
 Human beings are not invariably guided onl by self-gain or even prudence. There are good ethical and
pracival reasons for encouraging motives other than self-seeking
 Prudence is of all the virtues that which is most useful to the individual humanity, justicwe, generosity abd
public spirit are the qualiteies most useful to others
 Rational choice theory in which rationality is identified with intelligently pursuing self-interest
 Motivation for economic exchange in the market we do not have to invoke any objective other than pursuit
self-interest
 Our moral behavior tends to take the form of simply following established conventions
 Acting according to some well established practices in society
 Both individual reasoning and social convention can make a real difference to the kind of society in which we
live. We are not imprisioned in any inflexile box of unconditional priority of self-love.

A divisao do trabalho

 cada homem subsiste pela troca


o troca  divisao do trabalho aumenta o pib per capitaaumenta troca de excedentes moeda
 Principio geral: divisao do trabalho é uma propensão da natureza humana de fazer trocas

21
o Trocas econômicas é o principal
o Qual o motivo que leva pessoas a fazerem trocas econômicas?
 Piedade (teoria dos sentimentos morais)
 Amizade (teoria dos sentimentos morais)
 Egoísmo
o Qualificação do egoísmo
 O funcionamento do mercado requer o apoio de outras instituições (formais e informais)
 Formais: instituições jurídicas que estabelecem os procedimentos e normas de
trocas. Objetivo é gerar confiança
 Informais: hábitos, prudência, reconhecimento.
 Economia não se reduz a trocas, também a produção, distribuição e acumulação
 A divisao do trabalho permite:
o Ganho de produção
 E é essa grande multiplicação das produções que gera aquela riqueza universal que se
estende ate as camadas mais baixas do povo
o Gente burra (mao de obra barata)
 Vantagens da divisao do trabalho
o Aprimora in job
o Não perde tempo para locomoção/mudar de tarefa
o Facilita a criação de maquinas pois os trabalhos são repetitivos.
 O principio que da origem a divisao do trabalho
o Assim como a negociação, há a mesma tendencia de permutar que gera divisao do trabalho
(especialização do trabalho)
o A certeza de poder permutar toda a parte excedente da produção de seu próprio trabalho que
ultrapasse seu consumo pessoal estimula cada pessoa a dedicar-se a uma ocupação especifica
 A divisao do trabalho limitada pela extensão do mercado
o Quando o mercado é muito reduzido, ninguém pode sentir-se estimulado a dedicar-se inteiramento
a uma ocupação, porque não poderá permutar toda a parcela excedente de sua produção que
ultrapasse seu consumo pessoal pela parcela de produção do trabalho alheio
o O transporte fluvial ou marítimo, permite a redução de custos e assim , o aumento das trocas, pois
estende o mercado. Por isso, os primeiros aperfeiçoamentos das artes e da manufatura se operem lá
onde essa circunstancia abre o mercado do mundo inteiro para a produção de cada tipo de
profissão. Assim, o interior do pais pode durante muito tempo não ter nenhum outro mercado para
a maior parte de suas mercadorias.
o Nr de viagens  mercado  trocas  especialização  PIB per capita maior
 Industria VS manufatura
o A oferta agregada é composta pelos setores da economia (manufatura e indústria). Como na
manufatura (tempo mecânico) há mais possibilidade de divisão do trabalho do que na agricultura
(tempo da natureza), é de se esperar que se IND/ Y > MAN/Y  pais tem mais divisão do trabalho e
espera-se maior PIB per capita. Assim, há fluxo de pessoas para onde IND/Y é maior.

A origem e o uso do dinheiro

 Historia
o Uma vez estabelecida a divisao do trabalho, a grande maioria de suas necessidades, ele a satisfaz
permutando aquela parcela do produto de seu trabalho wur ultrapassa o seu próprio consumo, por
aquelas parcelas da produção alheia de que tiver necessidade. Todo homem subsiste por meio de

22
troca, tornando-se de certo modo comerciante, se transformando no que se denomina “sociedade
comercial”.
o In the early stages, era escambo, mas há a falta de coincidência de desejos. Isso cria a necessidade
de um conteúdo de significância social, algo universalmnente aceito como significado de valor
 Metais vao ser esses catalizadores
o Os metais apresentam a vantagem de poderem ser conservados, sem perder valor, podem ser
divididos e fundidos. Além disso, elimina a necessidade de match exatamente as necessidades, pois
vira um meio de troca altamente difundido.
o Entretanto, in the early stages, os metais apresentava dois inconvenientes: o da pesagem e o da
verificação da autencidade ou qualidade. Para facilitar as trocas e assim estimular todos os tipos de
indústria e comercio, considerou-se necessário uma gravação oficial.
 Diferenca entre valor nominal e real:
o A avareza e a injustiça dos príncipes e dos Estados soberanos, abusando da confiança de seus
súditos, foram diminuindo gradualmente a quantidade real de metal que originalmente continham
as moedas (senhoriagem).
o O valor das coisas varia de acordo com a oferta de moeda. Ou seja, é uma lisao confiar o valor das
coisas expressos em unidades monetárias.
o O processo inflacionário 1500 – 1776 gera contexto para ideia de que existe valor expresso em
moeda e chama valor nominal
 moeda
o valor relativo da moeda é flutuante devido a senhoriagem e oferta/demanda de metais

Valor

o valor
 de uso (h20) e de troca (diamante)
 não há relação entre ambos
 o modelo é centrado nas trocas e no trabalho como origem do valor
 objeto sera o valor de troca
 conteúdo e natureza do preço real (cap V)
o preço real VS preço nominal
 partes que compõem o preço das mercadorias (CAP VI)
o o que é lucro
 preço de mercado e preço natural (CAP VII)
o natureza do valor de troca
 manufatura de alfinetes (produto final é dado) como resultado de uma serie de operações que
adicionam valor
Elos de Consumo intermediário Valor Valor bruto da
produção da produção adicionado produção
1 0 10 10
2 10 20 30
3 30 50 80 = PIB
Σ 40 80 = PIB 120
 logo, o conteúdo do valor de troca de qq mercadoria é o trabalho. As mercadorias tem valor de troca por
serem produto do trabalho
 se a natureza do valor de troca é o trabalho, logo, a medida de qq mercadoria, na sociedade onde se
“subsiste pela troca” é a quantidade de trabalho que se pode comandar/adquirir com essas mercadorias
(com esse produto do trabalho).
o Qual o insumo produtivo universal?
23
 O valor de troca do produto do rabalho sera dado em termos de produtos do trabalho de outros
produtores, ou seja, em termos do trabalho que se pode adquirir
 Por isso o trabalho é a mesma língua entre todas as mercadorias
o qual o valor do trabalho?
 Preço nominal do trabalho = salario nominal (expresso em unidades monetárias)
 Preço real do trabalho = P: cesta de bens e serviços necessária para o funcionamento estavel do trabalho
 Se a proxy para o valor do trabalho é IPCA, entao o valor de troca do trabalho é a quantidade de cestas
que se pode adquirir
 Tem 2 significados
o Valor de uso: Utilidade de um determinado objeto
o Valor de troca: Poder de compra em relacao a outras mercadorias. O valor de troca sera sempre
igual a extensão desse poder de compra que a coisa traz para seu proprietário
 Medida real
o Do valor de troca: O valor de qualquer mercadoria, é igual a quantidade de trabalho que essa
mercadoria lhe da condições de comprar ou comandar. Preço real consiste na quantidade de bens
necessários e convenientes que se permuta em troca dele.
o Do preço: é o trabalho e o incomodo que custa a aquisição. O valor real de cada coisa é o trabalho e
o incomodo que a pessoa pode poupar a si mesma e pode impor a outros. Aqueles bens na realidade
nos poupam daquele trabalho. O trabalho é o preço real das mercadorias; o dinheiro é o preço
nominal.
 Considerações
o Deve-se levar em conta os graus diferentes de dificuldade e engenho empregados nos respectivos
trabalhos. Ao permutar entre si produtos diferentes de tipos diferentes de trabalho, costuma-se
considerar uma margem para os 2 fatores, que é ajustada pela pechincha ou regateio do mercado.
o É mais natural estimar seu valor de troca pela quantidade de alguma outra mercadoria, do que com
base no trabalho que ela pode comprar
o É caro aquilo que é difícil de se conseguir, ou aquilo que custa muito trabalho para adquirir

Cap IV: partes que compõem o preço das mercadorias

 O que diferencia as 2 sociedades: É uma diferença institucional.


o Sociedade primitiva: A propriedade do capital e da terra é do produtor, logo, o produto do trabalho
é integralmente de propriedade do produtor. o valor das coisas é dado pelo trabalho incorporado
o Na sociedade comercial: a propriedade do capital e da terra é de diferentes categorias do povo,
sendo necessária a escalonacao do produto, logo, o trabalho incorporado não pode determinar o
valor de troca, pois a diferentes composições de L/K nos setores, por isso, o trabalho comandado é a
forma correta para se medir o valor real
 Lucro (K pi)  capitalistas
 Renda da Terra (RT)  Nobres
 Salario (W)  trabalhado
 Renda nacional = w + Kpi + RT
 Como o PIB é calculado
o Somatório dos valores adicionados  ótica da produção
o VBfinais  ótica da despesa
o W + Kpi +RT  ótica da renda
 Como explicar a divisao funcional da renda (w+kpi+RT)
o A partir do valor incorporado
 Oque é Lucro ? 2 respostas

24
o Y – W*L = (1+r)*K
 Dedução
o Y = L*W/p + r*(1+k)
 Lucro agregado (r*(1+k)) é um resíduo do produto agregado
 Lucro com origem no risco. O risco deriva das flutuações da demanda. Flutuações da
demanda fazem o preço de mercado divergir do preço natural, gerando lucros
extraordinários (Pm>Pn) ou prejuízo
o Outras justificativas a parte do Smith
 Trabalho do capitalista
 Inovações (de processo e de produto)

O utilitarismo e o surgimento da economia inglesa: David Ricardo e Malthus

Thomas Malthus

 Sobre as importacoes
o Supported the landowners point of view about the cornlaws
 Sobre os lucros
o Workers and landowners spend almost all their incomes on buying consumer goods (vira demada
efetiva). Lucros sao quase que totalmente guardados e investidos. Se a porcao de lucros aumenta
em detrimento da porcao de salários, ao que é pago aos trabalhadores não é suficiente para gerar
uma demanda agregada que absorva tudo que é produzido por eles. Apenas a parte da renda da
terra poderis, se alta o suficiente, compensar essa falta de demanda
o Logo, as Corn Laws eram bem-vindas, pois serviam para redistribuir o dinheiro dos lucros para as
rendas da terra.
 Sobre o valor
o Malthus aceitava a ideia de Smith da teoria do valor como uma soma the incomes e somado a isso, a
medida de valor como trabalho comandado.
o Entretanto, mudou a ideia de preços naturais para preços de mercado (=preco necessário; to the
price necessary to stimulate a level of production equal to demand)

David Ricardo (1772 – 1823)

 Teoria do valor (medida invariável do valor)


o Para adam Smith
 Valor é de uso e de troca, e não há relação sistemática
o Para Ricardo
 Troca requer o valor de uso, porem, não determina o valor de troca, que é o que importa
 Tendo utilidade, as mercadorias derivam valor de
 Escassez: obras de arte e vinhos raros
o Mercadorias cuja quantidade não pode ser ampliada pelo trabalho
o Irrelevantes para economia politica
 Trabalho incorporado determina os preços relativos
 Rejeitou a medida de valo como trabalho comandado. Primeiro assumiu que era trabalho
incorporado e depois, trabalho incorporado + tempo requerido para trazer os bens ao
mercado, ou melhor, nas diferentes proporções as qeais os diferentes bens são produzidos
com labour e meios de produção.
 P1/p2 = (l1/l2)*(1+r)^t1-t2)

25
 O preco relativo depende do trabalho incorporado (l), e os tempos de investimento
(t)
 Distribuição funcional da renda
o Lei do cereal (1816): impor tarifas as importações de cereais teria o seguinte efeito:
 Economia prospera
  Pop ↑
  uso dos recursos naturais; exaustão ↑
 fronteira agrícola ↑
  preço do cereal ↑
 (Pmg Terra decrescente e ↑trabalho incorporado em cada cereal)
  RT↑
 (porque dW/p = 0)
  (1+r)*K/Y ↓
 Pois Y/Y = (L*W + (1+t)*RT + (1+r)*K)/Y
 Como (1+t)*RT/Y ↑, (1+r)*K/Y ↓, pois L*W é constante
  Investimento↓
  Yt+1 ↓
  Crescimento leva a Estado estacionário
 Dilema:
o Ou Abre o comercio internacional: preço se mantém, lucro ↑ (capitalistas)
o Ou deixa fechado: preço ↑, RT ↑ (nobres)
 Preços relativos
o Ricardo esta preocupado com preço relativo da mercadoria, como trigo/trabalho
 Problemas que surgem ao adotar trabalho incorporado como valor
o Diferentes qualidades do trabalho
o Diferentes composições de K/L nos setores
o Composição diferente entre capital (capital = trabalho em t-1) circulante e capital fixo entre os
setores
 Importação
o Give the limited amouto f lad suitale for cultivation, if com importsare impeded, is will force the
national economy to increase its production by intensifying investmets in agriculure, thus increasing
the ret share i the national income and diminishing te pofit sare. This slows capital accumulation, as
most of te savigs necessary to finace investmet come fro profits. In fact, the ladowners, who also
earn very high incomes, do not save because the accumulation of wealth is not among their
aspirations.
 Sobre a renda da terra
o Com o crescimento da população, terras de qualidade inferior são postas em cultivo.
o Quando as terras secundarias são postas em uso, surge imediatamente renda sobre as de primeira
qualidade.
o Toda a vez que a população cresce e recorre para mais terra, a renda de todas as outras terras
aumenta.  assim, o lucro de todas as terras tendem a ser igual
o Quando a terra de qualidade inferior começa a ser cultivada, o valor d troca dos produtos agriculas
aumenta, pois é detereminado pela quantidade total de trabalho necessário.
o O trigo na encarece por causa do pagamento da renda, justamente a renda é paga porque o trigo
torna-se mais caro.
o A redução nos preços relativos dos produtores agriculas conduziria a um aumento da acumulação,
pois os lucros cresceriam. Essa acumulação levaria a uma maior demanda por trabalho, a salários

26
mais elevados, a um aumento demográfico, a uma maior procura de produtos agriculas e a um
aumento no cultivo. Portante, somente após o aumenta da população a renda voltaria a ser tao
grande quanto antes
o A dificuldade de produção eleva o valor de troca do produto agricula, aumentando também a
proporção desse produto paga ao proprietário da terra como renda, e esse ultimo é duplamente
beneficiado pela dificuldade de produção: obtem uma parcela maior e a mercadoria com que ele é
pago tem maior valor
 Sobre os salários
o Definicao preço do trabalho
 O preço natural do trabalho é aquele necessário para permitir que os trabalhadores
subsistam e perpetuem sua descendência sem aumento ou diminuição. Ou seja, depende de
alimentos e bens de primeira necessidade.
o Preços dos salario mudam por 2 causas:
 A oferta/demanda de trabalhadores
 O trabalho é caro quando escasso e barato quando abundante. Por mais que o preço
de mercado do trabalho possa desviar-se do preço natural, ele tende a igualar-se.
 Com o desenvolvimento natural da sociedade, os salários do trabalho, sendo
regulados pela oferta e demanda, tendem a diminuir, pois a oferta de trabalhadores
continuara a crescer a mesma taxa, enquanto a demanda aumentara a uma taxa
menor
 O preço das mercadorias nas quais os salários são gastos
 A medida que a sociedade progride e que aumenta seu capital, os salários de
mercado do trabalho subirão, mas a permanência dessa elevação dependera de que
o preço natural do trabalho também aumente. Isso dependera de uma elevação do
preço natural dos bens de primeira necessidade em que são gastos os salários.
 Com o crescimento da população, o preço dos bens de primeira necessidade
aumentara constantemente, pois mais trabalho sera necessário para produzi-los.
 Se os salários monetários diminuíssem, enquanto aumentassem todas as
mercadorias, o trabalhador seria duplamente afetado. No entanto, em vez de
caírem, os salários monetários subirão, mas não o bastante para permitir que o
trabalhador tenha o mesmo conforte. Mesmo com a diminuição do conforto, ainda
assim, diminuiria os lucros do fabricante, pois seus produtos não seriam vendidos a
um preço maior.
o Redistribuição
 Se por lei, todo ser humano necessitado estivesse certo em obter ajuda, tais leis
transformariam a riqueza e i poder em miséria e em fraqueza.
 Sobre os lucros
o Considerações
 Renda do proprietário que é sempre regulada pelo preço do produto e sempre recai sobre
os consumidores.
 Os únicos reais ganhadores são os proprietários da terra: eles receberiam maiores rendas
pois o produto teria valor mais alto e porque receberiam uma parte maior da produção,
dado um aumento nos salários.
o Motivos das permanentes variações na taxa de lucro:
 Embora o preço do trigo aumente (devido a um aumento das dificuldades em produzi-lo)
quando mais trabalho for necessário para produzi-lo, os salários permanecem os mesmos, e
os lucros dos fabricantes também não mudarão. Entretanto, é quase certo que os salários
aumentarão, e os lucros necessariamente diminuirão.
27
 Tanto os lucros dos arrendatários como os dos industriais serão reduzidos por uma elevação
no preço dos preços do agriculas, se essa for seguida de um aumento nos salários.
 A tendencia natural dos lucros, portanto, é diminuir, pois, com o desenvolvimento da
sociedade e da riqueza, a quantidade adicional de alimentos requerida se obtem com o
sacrifício de mais e mais trabalho. A motivação para a acumulação diminuiria a cada redução
do lucro, e cessaria totalmente quando os lucros fossem tao baixos que já não
compensassem os esforços do arrendatário e do industrial, nem o risco que devessem
enfrentar. No entanto, não pode haver acumulação de capital enquanto este não
proporcionar algum lucro, se não proporcionar, além do aumento do produto, também um
aumento ddo valor
 Embora a taxa de lucros sobre o capital possa diminuir, por causa da acumulação do capital
aplicado a terra, e também devido ao aumento de salários, ainda assim, é possível que
aumente o volume de lucro.
 Um aumento no salario real ou uma redução na produtividade do traalho, diminui a taxa de
lucro.
o Importação
 Se suas terras forem de baixa fertilidade e a importação proibida, a menor acumulação de
capital sera acompanhada de grandes redução na taxa de lucro e de um rápido aumento na
renda.

James Mill

 Para propagar as ideias de Ricardo, Mill propôs sua própria versão das leis de mercado.

Say

 Os mercados
o É a produção que propicia mercados aos produtos, e não o dinheiro (ele é apenas viatura)
 Consequencias
 Quanto mais produtores, e produções multiplicadas, tanto mais os mercados são
fáceis.
o uma boa colheita não favorece apenas os cultivadores
o Certos produtos se encontram em grande abundancia porque outros vieram
a faltar, porque houve dificuldades no emprego de meios de produção ou
esses meios faltaram
 Cada um esta interessado na prosperidade de todos para aproveitar isso
 Importação dos produtos estrangeiros favorece a venda de produtos nativos
o Essas comprs fornecem idênticos mercados a indústria nacional
 O consumo puro e simples, o que tem por único objeto provocar novos produtos,
não contribui para riqueza do pais
o Sendo o numero de consumidores limitado pelos gêneros alimentícios, suas outras necessidades
podem se multiplicar indefinidamente, e os produtos capazes de satisfaze-lás podem multiplicar-se
da mesma maneira e se trocarem entre si. Podem multiplicar-se também para formar acumulações e
capitais.
o Permanece verdadeiro que os produtos se vendem tanto melhor quanto mais necessidades tem as
nações e quanto mais objetos podem oferecer em troca, isto é, são mais globalmente civilizadas.

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