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2º Teste de Ciências Naturais 2018/2019

 Explicar em que consiste a Teoria da Deriva Continental.

 - a semelhança de encaixe entre as costas de diversos continentes, em


Morfológicos

particular entre a América do Sul e a África;



 - a ocorrência de fósseis idênticos em zonas continentais hoje
Paleontológicos

separadas por oceanos;



 - a ocorrência de rochas idênticas em continentes hoje distantes. Wegener
Litológicos

provou que as rochas das costas atlânticas da América do Sul e da africana


tinham a mesma origem;

 - a existência de marcas de depósitos glaciários em zonas onde
Paleoclimáticos

actualmente existem climas tropicais, como em África.





 A Teoria da Deriva dos Continentes foi muito controversa pelo facto de Wegener não conseguir
explicar qual a força que fazia mover os continentes o que fez com que aquela
fosse temporariamente esquecida. Só cerca de 50 anos mais tarde, com o
aparecimento das técnicas de estudo e exploração dos fundos oceânicos, é que
se retomou aquela teoria. O estudo dos fundos marinhos, nomeadamente no
oceano Atlântico, forneceu novos dados: as rochas mais jovens encontram-se
junto ao eixo central do oceano e as mais antigas perto dos continentes.
Verificou-se que os fundos oceânicos estão a ser criados naqueles eixos centrais
e que estão constantemente a ser destruídos junto às fossas oceânicas.
 pub li cad o por Ana Fe rreira à s 15:46

 Apresentar argumentos que apoiaram e fragilizaram a Teoria da Deriva Continental.

 Esquematizar a morfologia dos fundos oceânicos.

 Caracterizar a morfologia dos fundos oceânicos, relacionando a idade e o paleomagnetismo


das rochas que os constituem com a distância ao eixo da dorsal médio oceânica.

 Deriva dos continentes e tectónica de placas


 Relacionar a expansão e a destruição dos fundos oceânicos com a Teoria da Tectónica de
Placas (limites entre placas) e com a constância do volume e da massa da Terra.

 Distinguir comportamento frágil de comportamento dúctil, em materiais diversos.

 Explicar a formação de dobras e de falhas.

 Relacionar a movimentação observada numa falha com o tipo de forças aplicadas que lhe
deram origem.

 Identificar, em esquema e imagem, as deformações observadas nas rochas existentes nas


paisagens.

 Relacionar a deformação das rochas com a formação de cadeias montanhosas.

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