Você está na página 1de 408

MANUAL DE EXAMES

Laboratório Hermes Pardini


- 2002 -

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 1


2 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
 
 

Desde agosto de 1959, há 42 anos trabalhamos para incorporar o que há de mais


moderno ao laboratório clínico sob a nossa direção. Não o fazemos apenas por
sofisticação. As novas metodologias precisam trazer um grande benefício aos clientes
com o menor acréscimo de custo possível.

EQUIPES ESPECIALIZADAS


Cada tipo de exame é executado e liberado por especialistas, com larga experiência,
formando grupos de estudo e que est o sempre prontos a dar informações sobre os
diferentes testes.

O MAIS IMPORTANTE


Aqueles que confiam em nosso trabalho têm como retorno nossa qualidade científica,
formando conosco uma corrente de colaboraç o mútua.

 
GLOBALIZAÇÃO


Quem o se atualiza com as últimas inovações das revistas médicas e de laboratório
fica rapidamente obsoleto. Nossa equipe est sempre atenta às inovações, adotando -
as quando ficam evidentes suas vantagens.

Sempre a disposiç o, 

Prof. Hermes Pardini

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 3


4 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
http://www.hermespardini.com.br
Consulte a nossa home page e mantenha-se atualizado.

O LABORATÓRIO HERMES PARDINI coloca a disposição de seus


conveniados os seguintes serviços ON LINE:

HELP DE EXAMES
Informações atualizadas relativas a todos os exames realizados pelo Laboratório
Hermes Pardini, com valores de referência, marcação, condição, impressos, etc.

ERRATA ON LINE
Atualização de todas as informações do Manual de Exames.

COMUNICADOS & NOVIDADES


Toda nova informação chegando on line para você.

TABELAS
Tabelas de laboratório e códigos da AMB.

IMPRESSOS
Todos impressos necessários para execução de nossos exames.

ARQUIVO DE RESULTADOS (LABORATÓRIOS)


Consulta de pacientes, de um determinado laboratório, indexado por datas.

CONSULTA ON LINE AO NOSSO BANCO DE DADOS (LABORATÓRIOS)


Pesquisa de resultados, motivos da não realização de exames, datas de resultados,
etc.

IMPORTANTE
Informamos que este livro contém novas informações e modificações de exames que
não constam em edições anteriores.
Favor NÃO UTILIZAR EDIÇÕES ANTERIORES para avaliação e envio dos exames.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 5


6 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
 "! #

Página

Apresentaç &$ % 3
Índice por exames 9
ISO
')(
31
Informaç s Gerais 33
Nossos Serviços 35
Unidades de Atendimento 37
Patologia Clínica
* +
Vari veis pr -analíticas 39
Biologia Molecular 41
Bioquímica
,&-/.
55
Drogas Tera ticas 97
Endocrinologia
+
109
Gen tica – DNA 147
Hematologia 157
HPLC 177
Imunologia 189
Líquido Seminal 253
Microbiologia 259
Ortomolecular
*
275
Parasitologia e Uran lise 279
Triagem neonatal - Teste do Pezinho 301
Toxicologia 315
Protocolo de Provas Funcionais
'
331
Urina, Instruç es de coleta 353
Urina 24 horas, conservantes 354
Anatomia Patológica 355
Citologia 361
Diagnóstico por Imagem – DDI 369
Medicina Nuclear “In Vivo”
')( /0 &1 +
379
Reaç s Intr rmicas 389
Vacinas 391

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 7


8 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
243576"89 :<B;>=?79A<@DCFE 9G

VISANDO ATENDER ÀS SOLITICAÇÕES DE EXAMES RAROS, QUE NÃO CONSTAM EM NOSSO


“MANUAL DE EXAMES”, MANTEMOS CONVÊNIO COM VÁRIOS LABORATÓRIO S DE
REFERÊNCIA NO EXTERIOR. CONSULTE-NOS !

Página
1,25 Dihidroxi Vitamina D3 vide Vitamina D3 188
11 Desoxicortisol 118
17 Alfa Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 130
17 Beta Estradiol vide Estradiol 119
17 Cetosteróides Neutros Totais

HKI HJI
17 Hidroxi Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos
17 Hidroxi Esteróides Cetog icos
55
56
56
17 Hidroxi Pregnenolona vide 17 OH Pregnenolona 129

H
17 Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona
17 KGS vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos
130
567
17 KS vide 17 Cetosteróides Neutros Totais
H
17 OH Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos
17 OH Pregnenolona
55
56
129
17 OH Progesterona 130
17 OH Progesterona neonatal

L H
17 OH vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos
2,5 Hexanodiona Urin ria
303
56
315
3 Alfa Androstanediol Glicuronide 112

M
3 Alfa Diol G vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide
5 HIAA (quantitativo) vide Ácido 5 Hidroxi Indolac tico
5 Hidroxi Triptamina vide Serotonina
112
177
186
5 Nucleotidase 56
ACA vide Centrômero, anticorpos anti 197
ACE vide Enzima Conversora de Angiotensina 74
Acetil Colinesterase vide Colinesterase 68
Acetilcolina, anticorpo anti-receptor 109
Acetona, dosagem 315, 316

NPO L M
Acidez Fecal vide pH Fecal
Acidificaç urin ria, teste
Ácido 5 Hidroxi Indolac tico
293
351
177
Ácido Ascórbico vide Vitamina C 187
Ácido Cítrico (esperma) 253
Ácido Cítrico, dosagem (urina) 57
Ácido Delta Amino Levulínico 316
Ácido Delta Amino Levulínico Desidratase 317
Ácido Fenilglioxílico 177

QKR
Ácido Fólico
Ácido Hi rico
Ácido Homogentísico
109, 110
178
279

ÁciSPOTPL IPSKM
Ácido Homovanílico
tico
178
57

L R
Ácido Ma lico 179
Ácido Metil Hip rico 179
Ácido Ox lico 58
Ácido Úrico, dosagem 58, 59
Ácido Úrico, pesquisa (urina) vide Cristais, pesquisa 283

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 9


UU cido Valpróico
cido Vanil Mand lico V 97
180
ACTH

W
Acondroplasia, estudo gen tico
Aç car nas Fezes vide Corpos Redutores
V 110
147
282
ADA vide Adenosina Deaminase 59
Addis, contagem 279
Adenosina Deaminase 59
Adenosina Monofosfato Cíclico vide AMP Cíclico 113
Adenovírus - pesquisa direta 189
Adrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 182, 183
AEO vide Antiestreptolisina O 190

XKY U Z
AGA vide Gliadina, anticorpos anti
Agregaç Plaquet ria
213
157
ALA-D vide cido Delta Amino Levulínico Desidratase

U [KYPZ
Alanina Amino Transferase vide Transaminase Pir vica
Alanina, Ami cido Quantitativo
W 317
93
303
ALA-U vide cido Delta Amino Levulínico 316

YP[KW U
Albumina, dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 91
Albumina, pesquisa vide Proteínas, pesquisa 90, 91
Alcapt ria vide cido Homogentísico 279
Aldolase 60
Aldosterona
Z
Aldosteronismo Prim rio, Testes confirmatórios
Alfa 1 Anti-Tripsina (sangue)
111
336
189

U X
Alfa 1 Anti-Tripsina (fezes) 279
Alfa 1 Antitripsina, Mutaç o (Diagnóstico) 154
Alfa 1 Glicoproteína cida 190
Alfa Fetoproteína
ALT vide Transaminase Pir vica
Alumínio
W 112, 113
93
317, 318
AMA vide Mitocôndria, anticorpos anti 230
Ameba histolytica vide Entamoeba Histolytica 283
Amebíase 190
Amilase 60

[K[KYKYKZZ
Amilase, Clearence
Ami cidos, Cromatografia Qualitativa
Ami cidos, Cromatografia Quantitativa
61
304
304, 305, 306
Amônia 61

ZZ
AMP Cíclico
An lise de Alimentos Trans nicos \P] 113
147

Z
An lise Mineral vide Mineralograma
An lise Seminal Computadorizada
ANCA vide Neutrófilos, anticorpos anti
275
253
232
Androstanediol Glicuronide, 3 Alfa vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 112
Androstenediona 114

U Anticoagulante L pico
Anti-Convulsivantes equivale
W
Anfetaminas – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 246
158

cido Valpróico pág. 97, Carbamazepina pág. 98, Difenilhidantoína pág. 100, Fenobarbital pág. 101,

Anticorpos Inibidor da Ligaç de TSH endógeno vide TRAb


Anticorpo Inibidor do Receptor de TSH vide TRAb
XKY
Gabapentina pág. 102, Lamotrigina pág. 102, Oxcarbazepina pág. 105, Primidona pág. 105, Vigabatrina pág. 107
144
144
Anticorpos Anti-EBV vide Epstein Barr 209
Anticorpos Anti-Nucleares vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 210
Anticorpos anti-Transglutaminase Tecidual IgA - tTG vide tTG 249

10 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Anticorpos Irregulares vide Coomb’s Indireto 203

V
Antidepressivos vide Tricíclicos
Anti-Epil ticos veja Anti-convulsivantes
Anti-Espermatozóides vide Imunobeads
106

255
Antiestreptolisina O
Anti-Fosfolípides equivale Anticoagulant ^4_KWK`
ico pág. 158, Cardiolipina IgG e IgM pág. 196
190

Antifungigrama
Antígeno Austr lia vide Hepatite B - HbsAG
Antígeno Carcinoembri rio
Z YK[KZ 259
216
191
Antígeno HLA B27, pesquisa 191
Antígeno HLA-B-27, PCR
Z
Antígeno Prost tico Específico vide PSA
Anti-La, anticorpos vide SSB, anti
41
134, 135
241
Anti-Microssomal, anticorpos vide TPO
Z
Anti-Mucosa G strica vide C lula Parietal, anti V
Anti-Nucleares, anticorpos (Hep 2) vide Fator Anti-Nuclear
143
197
210
Antioxidantes equivale Antioxidantes Totais, Glutation Peroxidase, Superoxido Dismutase 276
Antioxidantes Totais 276
Anti-Proteinase 3 vide Neutrófilos, anticorpos anti 232
Anti-Rh vide Coomb’s Indireto 203
Anti-RO, anticorpos vide SSA, anti 240
Anti-TPO, anticorpos 143
Antitrombina III 192
Anti-VCA vide Epstein Barr 209
ANTOX vide Antioxidantes Totais 276
Apolipoproteína “a” vide Lipoproteína (a) 229
Apolipoproteína A1 e B
Apolipoproteína E, estudo ge tico [V 61
147

]K[
ARA vide Reticulina, anticorpos anti
Ars ico
235
318
ASLO vide Antiestreptolisina O
ASMA vide M sculo Liso, anti W V
190
231

X
Aspartato Amino Transferase vide Transaminase Oxalac tica
Aspecto do Soro vide Inspeç o do Plasma Refrigerado
93
83
Aspergillus sp, anti
AST vide Transaminase Oxalac tica
Ataxia de Friedreich, Diagnóstico vide Ataxias, Painel
V 192
93
148
Ataxia de Machado Joseph, Diagnóstico vide Ataxias, Painel 148
Ataxia Espinocerebelar tipo 1, Diagnóstico vide Ataxias, Painel 148
Ataxia Espinocerebelar tipo 10, Diagnóstico vide Ataxias, Painel 148
Ataxia Espinocerebelar tipo 2, Diagnóstico vide Ataxias, Painel 148

XKXKYY
Ataxias, Painel
Avaliaç Hipofis ria Total vide Megateste Z 148
344

XKXKYY
Avaliaç Mineral Óssea
Avaliaç Risco de Síndrome de Down e M formaç
Avaliaç do Risco Fetal - Teste Integrado
Tubo Neural vide Z XKY4aKY 387

136
Baar - Bacterioscopia
Bacilo Dift rico V 259
260

VV
Baciloscopia ao Ziehl vide Baar – Bacterioscopia, pesquisa
Bact ria e Antibiograma Automatizado, Identificaç
Bact rias Anaeróbias, cultura
XJY 260
268
260
Bandas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) 208
Becker e Duchenne, Distrofia (Diagnóstico) 150
Bence Jones vide Proteína de Bence Jones 296

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 11


b b
Benzodiazepínicos equivale
b b b b b
Bromazepam p g. 97, Clobazam p g. 99, Clonazepam p g. 99, Diazepam p g.100, Nitrazepam p g. 104,
N-Desmetildiazepam p g. 103, Oxazepam p g. 104
Beta 2 Microglobulina 114
Beta Caroteno 180
Beta HCG vide HCG, Beta 123
Bicarbonato vide Reserva Alcalina 92
Big Prolactina 115
Bilirrubinas, dosagem (sangue) 62
Bilirrubinas, pesquisa (urina) 280
Biópsias 355
Biotinidase 307

V
Blastomicose Sul Americana
Borr lia vide Lyme
Bromazepam
193
230
97
Brucelose 193
C1q vide Complemento C1q 202
C1S Esterase Inibidor 195
C2 vide Complemento C2 202
C3 vide Complemento C3 202
C4 vide Complemento C4 203
CA 125 194
CA 15/3 194

ZZ
CA 19/9
C dmio
195
319

ZZ
C lcio
C lcio Iônico
Z
C lcio Livre vide C lcio Iônico
63
64
64
Calcitonina 115

ZZ ZZ
Calcitriol vide Vitamina D3
C lculo Biliar, An lise Físico e Química
188
280

ZZ
C lculo Renal, An lise Físico e Química 280
Calemia vide Pot ssio 89
Caliuria vide Pot ssio 89
Campylobacter, cultura 261
C-ANCA vide Neutrófilos, anticorpos anti 232
C-ANCA vide Neutrófi los, anticorpos anti 232

c^ X
Cancro Mole, pesquisa vide H. Ducreyi
Candidina, intradermoreaç s
267
389

Capacidade Total de Combinaç


Carbamazepina
XKY4aKY
Capacidade Livre de Combinaç o do Ferro
Ferro
64
64
98
Carbohidratos, Cromatografia 281
Carboxi Hemoglobina 319
Cardiolipina IgG/IgM, auto anticorpos anti 196
Cariótipo com Banda G 148

X
Cariótipo com Bandas de Vilo corial
Cariótipo de Alta Resoluç o
Cariótipo de Medula
149
148
149
Cariótipo de Sangue para Doenças hematológicas 150

Cariótipo para pesquisa de X -Fr il ZK\


Cariótipo para pesquisa de Cromossomo Philadelphia vide Cariótipo de Medula

Catecolaminas vide Epinefrina e Norepinefrina


149
149
182, 183
Caxumba IgG/IgM 196
CCP 197
CD2 e CD19 vide Tipagem de Linfócitos 243

12 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


CD3 vide Linfócitos T Ativado 228

CEA vide Antígeno Carcino Embri rio


C lula Parietal, Anti
KY K[ Z
CD4 e CD8 vide Subtipagem de Linfócitos

VV
242
191
197

VV XKY V Z V
C lulas de Downey, pesquisa
C lulas de Inclus Citomeg lica
159
261

VV `V
C lulas de Tzanck vide C lulas Herp ticas, pesquisa
C lulas Her ticas, pesquisa
261
261

V
C lulas LE, pesquisa
C lulas Orangiófilas, pesquisa
Centrômero, Anti
159
65
197
Ceruloplasmina 198

W
Cetonemia, pesquisa
Ceton ria, pesquisa
Cetosteróides Neutros Totais, 17
65
281
55
CH 100 vide Complemento CH 100 201
CH 50 vide Complemento CH 100 201
Chagas vide Trypanosoma cruzi 248, 249
Chlamydia pneumoniae IgG 198
Chlamydia trachomatis (Cultura)
]P[
Chlamydia trachomatis (Imunofluoresc cia direta)
Chlamydia trachomatis (PCR)
262
262
41
Chlamydia tracomatis (Giemsa - Pesquisa)
]
Chlamydia tracomatis IgG e IgM (Imunofluoresc ncia Indireta)
Chumbo
262
198
322
Cianocobalamina vide Vitamina B12 145
Ciclosporina 98
Cintilografias 379, 380, 381, 382, 383, 384
Cisternografia Cerebral 384
Cistatina C 199
Cisticercose 199
Cistina, pesquisa 281
Cistografia Radioisotópica Direta 384
Citobacteriologia vide Gram 267
Citologias 362, 363, 364
Citomegalovírus (ELFA) 201
Citomegalovírus (Elisa) 200
Citomegalovírus (PCR)
K[ Z U V X
Citomegalovírus uri rio vide C lulas de Inclus o Citomeg lica Z 42
261

U
Citometria e Citologia (Líquidos corporais) 160
Citrato (esperma) vide cido Cítrico 253
Citrato (urina) vide cido Cítrico 57
Citrulina, anti vide CCP 197
CKMB vide Creatinofosfoquinase MB Isoenzima 72
CL vide Cloretos 66, 67
Clamídia vide Chlamydia
Clearence Pulmonar de DTPA 384
Clements, Teste de 65
Clobazam 99
Clonazepam
X Z
Cloreto de Amônio, Teste de Sobrecarga vide Acidificaç o Urin ria, Teste
Cloreto de Sódio no Suor
99
351
66
Cloretos 66, 67
CO2 vide Reserva Alcalina

XPY b b b b
Coagulograma equivale Plaquetas p g.170, Tempo Atividade de Protrombina p g.175,
Tempo de Coagulaç p g.175, Tempo de Sangria p g.175, Tempo de Tromboplastina Parcial p g.176b
92

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 13


Cobre 320
Cocaína – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 246

KX Y
Colecalciferol vide Vitamina D3
Cólera Vibri , cultura vide Vibrio Cholerae, cultura
Colesterol
188
274
67
Colesterol HDL vide Colesterol 67
Colesterol LDL vide Colesterol 67
Colesterol TOTAL vide Colesterol 68
Colesterol VLDL vide Colesterol
c^ c^
Colesterol, Subfracionamento das Fraç s vide Subfracionamento das Fraç s do Colesterol
68
93

X
Colinesterase
Coloraç o Supra Vital
Complemento C1q
68
254
202
Complemento C2 202
Complemento C3 202
Complemento C4 203
Complemento CH 100
V
Complemento S rico Total vide Complemento CH 100
Composto S vide 11 Desoxicortisol
201
201
118
Coombs Direto 203
Coombs Indireto 203
Coprocultura 263
Coproporfirinas, dosagem 321
Coproporfirinas, pesquisa 282
Corpos de Heinz, pesquisa 161
Corpos Redutores Fecal
Z
Corpos Redutores urin rio vide Carbohidratos, Cromatografia
Cortisol
282
281
116
Cortisol Livre 116
Corynebacterium minutissimum, pesquisa 263
CPK vide Creatinofosfoquinase 71
Creatina 69
Creatinina 70
Creatinina, Clearence 71
Creatinofosfoquinase 71
Creatinofosfoquinase MB Isoenzima 72

]
Crioaglutininas, pesquisa
Criofibrinog nio, pesquisa
Crioglobulinas, pesquisa
204
204
204
Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (líquido sinovial) 72
Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (urina) 283
Cromatina Sexual 365
Cromo 321

ZK\
Cromossomo Philadelphia, Cariótipo (pesquisa) vide Cariótipo de Medula
Cromossomo X-Fr il, pesquisa vide Cariótipo para pesquisa Cromossomo X -Fr il ZK\ 149
149

V
Cromossomo Y para Síndrome de Turner, pesquisa
Cromossomo Y, Estudo Gen tico das Microdeleç s
Cross Laps vide N-Telopeptídeo
c^ 150
150
232
Cryptococcus Neoformans, microscopia
Cryptococcus Neoformans, aglutinaç direta
Cryptosporidium, pesquisa
KX Y 263
205
263
Cultura + Antibiograma Automatizado 264

Z
Curva de Tolerância a Glicose
X
Curva Plaquet ria vide Agregraç o Plaquet ria
Dacriocintilografia
Z 337
157
384
DDAVP vide Estímulo p/ ACTH com desmopressina 332

14 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Dehidroepiandrosterona 117

Dehidrogenase ctica
Delta 4 vide Androstenediona
K_ Z
Dehidroepiandrosterona, Sulfato 117
73
114
Delta 5 vide 17 OH Pregnenolona
Delta F508 vide Estudo gen tico da Fibrose Cística
Dengue IgG e IgM
V 129
152
205
Dengue, PCR Qualitativa e Tipagem 43

XKY4aKd U U
Densitometria Óssea 387
Deoxipiridinolina 181
Depuraç gua Livre 73

X
Descarboxilase do cido Glutâmico vide GAD, anticorpos anti
Detecç o Molecular da Mutaç o 202 (G A) da G6PD X e 122
153
DHEA vide Dehidroepiandrosterona
DHL vide Dehidrogenas
DHT vide Dihidrotestosterona
ctica ^_PZ 117
73
118
Diagnóstico de Diabetes Gestacional 339

Diagnóstico da Mutaç PX Y Pa d
Diagnóstico da Distrofia de Becker e Duchenne
Alfa 1 Antitripsina
Diagnóstico do H. Pylori pelo Teste Respiratório
150
154
385
Diagnóstico Molecular da Doença de Huntington 151
Diagnóstico Molecular para Síndrome de Willians
Diagnóstico Molecular para Surdez Cong ita
Dialdeído Malônico vide Malônico Dialdeído
]J[ 155
156
277
Diazepam 100
Difenilhidantoína 100

V
Digestibilidade Fezes vide Funcional de Fezes
Digital s rico vide Digoxina
Digoxina
285
101
101
Dihidrotestosterona 118
Dímero D 206
Direto a Fresco, pesquisa
Dismorfismo Eritrocit rio, pesquisa Z
Distrofia de Becker e Duchenne, Diagnóstico
264
283
150
DNA, anticorpos anti
DNA, Determinaç o de Paternidade
Dnase, anti vide Estreptozima
X 206
154
210

bb b b
Doença Celíaca equivale
Endomísio-anticorpos anti p g.209, Gliadina IgA/IgG-anticorpos anti p g.213, tTG-anticorpos anti p g.249,
Reticulina-anticorpos anti p g.235
Doença de Gaucher, diagnóstico 151
Doença de Huntington, diagnóstico molecular 151
Doenças sexualmente transmissíveis, PCR 42

dK`K`K]K]Kff
Donovanose 265
Dose Tera tica com Iodo-131
Dose Ter tica p/ tratamento da dor óssea com Sam rio -153
Drepanóticos, pesquisa vide Hemoglobina S, Teste de Solubilidade
Z 385
385
165
Drogas de Abuso, Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 246, 247
Duplex Scan 370
D-Xilose, Teste 349
E1 vide Estrona 121
E2 vide Estradiol 119
E3 vide Estriol 120
EBV vide Epstein Barr 209
ECA vide Enzima Conversora de Angiotensina 74
Ecocardiografia 370

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 15


Ecodoppler 370
Ectoparasitas, pesquisa 265
Eletrocardiograma 370
Eletroforese de Colesterol equivale Colesterol HDL, LDL, VLDL, Total 67, 68
Eletroforese de Hemoglobina 161

Eletroforese de Imunoglobulinas vide Imunofixaç


Eletroforese de Lipoproteínas
XKY
Eletroforese de Hemoglobina, neonatal vide Hemoglobinopatias, Triagem neonatal 308
224
207
Eletroforese de Proteínas
b Z b
Eletrólitos equivale Cloretos p g. 66, 67 Pot ssio p g. 89, Sódio p g. 92 b 207, 208

EMA vide Endomísio, anticorpos anti


b b
ENA equivale RNP-anti p g.235, SSA/RO-anti p g.240, SSB/LA-anti p g.241, SM-anti p g.240
Endomísio, anticorpos anti
b b 209

209
Entamoeba histolytica
Enterobius vide Oxi rus W
Enzima Conversora de Angiotensina
283
291
74
Eosinófilos 162
Epinefrina e Norepinefrina 182, 183
Epstein Barr 209
Eritrograma 162
Eritropoietina
X
Eritrossedimentaç o vide Hemossedimentaç o X Z 119

XKY b
167

[K[KYKYKZZ
Ami cidos - Cromatografia Quantitativa (soro) p g.305, bb
Erros Inatos do Metabolismo especificar se Amino cidos - Cromatografia Qualitativa (cart ) p g.304,

Ami cidos - Cromatografia Quantitativa (urina) p g.304, Carbohidratos - Cromatografia p g.281 b


Escabiose vide Ectoparasitas, pesquisa 265
Espectrofotometria 450 NM
Z
Espermograma vide An lise Seminal Computadorizada
74
253
Espondilite Anquilosante vide Antígeno HLA-B27
Esquistossomose (Imunofluoresc ncia Indireta) ]c ^ 41, 191
209
Esquistossomose, intradermoreaç s
Estímulo com CRH/CRF pós supress o com Dexametasona
Estímulo do Peptídeo C - Sustacal
X 390
333
340
Estímulo para ACTH com CRH/CRF 334
Estímulo para ACTH com Desmopressina – DDAVP 332
Estímulo com ACTH para: Androstenediona, Composto S, Cortisol, DHEA, Progesterona, 17 OH
Pregnenolona, 17 OH Progesterona
Estímulo para Calcitonina com infus C lcio XXKKYY44aaKK^^ Z 333
346
Estímulo para Calcitonina com infus
X Z
Pentagastrina
Estímulo para Calcitonina com infus o de C lcio e Pentagastrina - simultâneo
Estímulo para HGH
346
346
342, 343, 344
Estímulo para LH e FSH com LH-RH 345
Estímulo do Peptídeo C 340
Estímulo para Prolactina com TRH 344
Estímulo para Testosterona com HCG 351

Z
Estímulo para TSH com TRH
Estímulo r pido para Cortisol com ACTH – Cortrosina
337
332
Estradiol, 17 Beta
Estreptoquinase/Estreptodornase, intradermoreaç es
Estreptozima
c 119
389
210
Estriol
b
Estrógenos Fracionados equivale Estradiol p g.119, Estriol p g.120, Estrona p g.121 b b 120

Estrona
X Z
Estudo de Determinaç o de Paternidade vide Paternidade
121
154

^P[ V
Estudo de Viabilidade Mioc rdica
Estudo G tico da Hemocromatose
385
153

16 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


^^PP[[ VV
Estudo G tico da Síndrome de Gilbert
c^ b 155

^P[ V b
Estudo G tico das Microdeleç s no Crom ossomo Y
Estudo G tico das Trombofilias p g.152 equivale
b b
150

^^PP[[ VV
Fator V Leiden p g.152, Gene da Protrombina p g.153, Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.152
Estudo G tico de Fibrose Cística
Estudo G tico Fetal
152
151
Estudo de HLA PCR para Diabetes tipo 1 151
Etanol 323
Exame direto a Fresco, pesquisa 264
Exame Micológico Direto 270
Faixas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) 208
FAN vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 210
Fator Anti-Nuclear (Hep 2)
V
Fator Intríseco, anti vide C lula Parietal, anti
210
197
Fator Reumatóide
X
Fator Reumatóide (Hemoaglutinaç o) vide Waaler Rose
Fator Rh/DU vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU
211
251
214
Fator V de Leiden 152
Febre Amarela IgG e IgM
Fenilalanina - PKU, quantitativa (cart ) XPY [KYPZ
Fenilalanina, Cromatografia quantitativa vide Ami cidos, Cromatografia quantitativa
211
307
304, 305, 306
Fenilalanina, pesquisa (urina) 284
Fenilhidantoína vide Difenilhidantoína 100
Fenobarbital 101
Fenol 323
Ferritina 121
Ferro 74
Fezes Digestibilidade vide Funcional de Fezes 285

]
Fezes Parasitológico vide Parasitológico de Fezes
Fibrinog nio
291, 292
163
Fibrose Cística equivale

Z b b V b
Cloreto de Sódio no Suor p g.66, Tripsina neonatal p g.312 e Fibroce Cística , estudo gen tico p g.152
Fil ria, pesquisa 163
Filaria, Imunocromatografia 212
Filariose vide Filaria 163, 212
Fluoreto 324

UU U
Fluoxetina 102
Fluxo Sangüineo das Extremidades 385
Folato vide cido Fólico 109, 110
Fosfatase cida
Fosfatase cida Prost tica
Fosfatase Alcalina
Z 75
75
76

V
Fosfatase Alcalina Específica Óssea
Fosfatase Esquel tica vide Fosfatase Alcalina Específica Óssea
Fostatidil Glicerol
212
212
76
Fosfolípides 77
Fósforo
Fragilidade Osmótica das Hem cias
Frutosamina vide Proteína Glicosilada
Z 77, 78
163
89
Frutose (esperma)
Frutose (urin ria) Z
FSH vide Hormônio Folículo Estimulante
254
284
124
FT3 vide T3 Livre 138
FT4 vide T4 Livre 140
FTA abs vide Sífilis - Treponema IgG 238
Funcional de Fezes 285

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 17


Fungos, cultura 266
Fungos, pesquisa
X
Fungos, identificaç o
266
265

X g
G6PD vide Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase
G6PD, Mutaç o 202 (G A)
Gabapentina
213
153
102
GAD, anticorpos anti 122
Galactose (urina) 286
Galactose Total - Triagem neonatal 308
Gama Globulina vide Eletroforese de Proteínas 207, 208
Gama Glutamil Transferase 78
Gama GT vide Gama Glutamil Transferase 78
Gardnerella, cultura 266
Gasometria 78, 79
Gastrina 122
Gastrina, estímulo alimentar 352

X
Gastrina, estímulo após glucagon
Gene CCR-5, pesquisa da deleç o – PCR
Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase
352
43
152

Geraç XKY4a
Gene da Protrombina
e IGF-1
GGT vide Gama Glutamil Transferase
153
345
78

Z
GH vide Hormônio de Crescimento
Gi rdia
Gilbert, Síndrome
124
286
155
Gliadina IgA e IgG, anticorpos Anti 213
Glicemia vide Glicose
Glicohemoglobina 80
Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase
Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase, Mutaç
Glicose, dosagem
KX iY Kh j g
2 (G A)
213
153
81, 82
Glicose, pesquisa 286
Glicose, pós -prandial 82
Globulina (liquor) 82
Globulina (sangue) vide Proteínas Totais e Fracionadas 91
Globulina Ligadora de Hormônios sexuais vide SHBG 137
Globulina Ligadora de Tiroxina vide TBG 141
Glutation Peroxidase 276
Gonadotrofina Coriônica vide HCG, Beta 123
Gonococos vide Neisseria Gonorrhoeae 42, 271
Gordura Fecal 287
GPX vide Glutation Peroxidase 276
Gram Bacterioscopia 267
Gram Bacterioscopia (sangue) vide Hemocultura 267
Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU 214
GTT vide Tolerância a Glicose 337
H. Ducreyi 267
Haemophilus Ducreyi vide H. Ducreyi 267
Ham, teste 214
Haplotipagem de HLADR e DQ 153
Haptoglobina 214
HAV, anti vide Hepatite A 215
HbA1c vide Glicohemoglobina 80
HBc, anti vide Hepatite B 216
HBe, anti vide Hepatite B 217
HBeAg vide Hepatite B 217

18 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


HBs, anti vide Hepatite B 217
HbsAg vide Hepatite B 216
HBV, PCR Qualitativo 44
HBV, PCR Quantitativo
]K[
HBV, Teste de Resist cia aos antivirais
44
45
HCG, Beta
K[ Z
HCG, Beta - pesquisa uri ria vide Pregnosticon
HCV, anti vide Hepatite C
123
295
46, 47, 218
HCV, Genotipagem 45
HCV, PCR Qualitativo 46
HCV, PCR Quantitativo 47
HDL, Colesterol 67
HDV, anti vide Hepatite D
Helicobacter Pylori (Imunoensaio Enzim tico)
Helicobacter Pylori, Teste Respiratório
Z 218
215
385

ZZ
Helicobacter Pylori, Biópsia
Hem cias Fetais vide Kleihauer
Hem cias vide Hemograma
355
168
166

Z
Hematócrito vide Hemograma
Hematozo rios, pesquisa vide Plasmodium
Hemocromatose, PCR
166
170
153
Hemocultura Automatizada
V V
Hemocultura para Micobact rias vide Micobact rias, cultura automatizada
Hemoglobinas
267
269
164
Hemoglobina A2 164
Hemoglobina Fetal 164
Hemoglobina Glicada vide Glicohemoglobina 80

Z
Hemoglobina H, pesquisa
Hemoglobina Inst vel equivale
b b
Corpos Heinz (pesquisa) p g.161, Isopropanol, teste p g.167, Teste Desnaturaç ao calor p g.176 XKY
165

b
Hemoglobina S, neonatal vide Hemoglobinopatias, Triagem neonatal 308
Hemoglobina S, Teste de Solubilidade 165
Hemoglobinopatias, triagem neonatal 308
Hemograma
Hemossedimentaç o
Hemossiderina
X 166
167
167
Hep 2 vide Fator Anti-Nuclear 210
Hepatite A vide HAV IgG/IgM 215

b
Hepatite B equivale

K] [ b b b b b b
HbsAg p g.216, HBc IgG/IgM p g.216, HbeAg p g.217, Hbe-anti p g.217, HBs-anti p g.217, HBV PCR p g.44, b b
HBV - Teste de Resist cia aos Antivirais p g.45
Hepatite C equivale HCV-anti p g.218, HCV, PCR p g.46, 47 , HCV Genotipagem p g.45
Hepatite D
b 218
Hepatite Delta vide Hepatite D 218
Hepatite E 218
Herpes vírus Simples 1 e 2 (Elisa) 219
Herpes vírus Simples, PCR qualitativo e tipagem 47
Herpesvírus, cultura
Herpesvírus, pesquisa vide C lulas Herp ticas
HEV, anti vide Hepatite E
V V 268
261
218
HGH vide Hormônio de Crescimento 124
Hidantoína vide Difenilhidantoína 100
Hidratos de Carbono vide Carboidratos, Cromatografia 281

V \K] U
Hidroxi Corticosteróides, 17 56
Hidroxi Esteróides Ceto nicos, 17
Hidroxi Indolac tico vide cido 5 Hidroxi Indolac tico V 56
177

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 19


Hidroxi Pregnenolona, 17 129
Hidroxi Progesterona, 17 130

W
Hidroxiprolina Total
Hipercalci ria vide Teste de PAK
Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH
83
348
332
Hipoosmolaridade
[KYKZ
Histidina, Ami cido quantitativo
Histona, anticorpos Anti
255
309
219
Histoplasma Capsulatum, anti 219
Histoplasmose vide Histoplasma Capsulatum, anti 219
HIV equivale

] b b b b b b
HIV 1 e 2 pesquisa p g.220, HIV Wester Blot p g.221, HIV, PCR p g.48,49 , HIV-PCR Ultrasensível p g.48,
HIV, Resist ncia Genotípica aos antivirais p g.50, HIV NASBA p g.49, HIV 1 neonatal p g.309
b
HIV 1 e 2, pesquisa 220
HIV confirmatório vide HIV Western Blot 221
HIV Western Blot 221
HIV NASBA - Quantitativo 49
HIV PCR – Qualitativo 48
HIV PCR – Quantitativo 49
HIV PCR - Quantitativo Ultrasensível
]
HIV-1 Genotipagem vide HIV, Resist ncia Genotípica aos antivirais
48
50
HIV-1, neonatal
K] [
HIV-1, Resist cia Genotípica aos antivirais
HLA-B27, PCR vide Antígeno HLA-B27
309
50
41
HLA-B27, pesquisa vide Antígeno HLA-B27 191
Homocisteína 183
Homocisteína após estímulo com metionina 352
Homocistina 288
Hormônio Adrenocorticotrófico vide ACTH 110
Hormônio de Crescimento 124
Hormônio Folículo Estimulante 124
Hormônio Luteinizante 125
Hormônio Somatotrófico vide Hormônio de Crescimento 124
Hormônios Sexuais, Globulina Ligadora vide SHBG 137
HPV, Biópsia 355
HPV, Captura Híbrida 51
HPV, Citologia 363
HPV, PCR – Tipagem 52
HSV vide Herpesvírus Simples 1 e 2 47, 219, 261, 268
HTLV III vide HIV 48, 49, 50, 220, 221
HTLV-I e II, pesquisa 221
HTLV-I, PCR 53
Huntington, Doença 151
IA2, anti 125
IAA vide Insulina, anticorpos anti 128
ICA vide IA2, anti 125

XX
ICA512 vide IA2, anti
[KV YKZ YKZ
Identificaç o de Ami cidos, quantitativo vide Amin cidos, Cromatografia Quantitativa
125
304, 305, 306

X
Identificaç o de Bact ria e Antibiograma Automatizado
Identificaç o de Helmintos e Fragmentos
IgA Salivar vide Imunoglobulinas
268
288
225
IgA Tuberculosis vide Mycobacterium Tuberculosis IgA 231

W
IgE Específico
IgE M ltiplo
IgE Total
222
223
223
IGF 1 126

20 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


IGFBP-3 127
Ilhota, anti vide IA2, anti 125
Immunobeads Test 255

c ^ bc b c^ b b
Imunidade Celular, testes equivale

c^ b
Candidina, intradermoreaç es p g.389, Estreptoquinase/Estreptodornase, intradermoreaç s p g.389 ,
PPD intradermoreaç s p g.390 , Tricofitina, intradermoreaç s p g.390, Tipagem de Linfócitos T e B p g.243
Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG

X
Imunoeletroforese de Proteínas vide de Imunofixaç o
Imunofixaç o
X 224
224
224
Imunoglobulinas 225
Imunohistoquímica 355, 356
Indican, pesquisa
X
Índice de Saturaç o da Transferrina
Índice de Tixorina Livre vide ITL
288
83
128

W
Influenza vírus A e B – pesquisa direta
Inibidor L pico vide Anticoagulante pico
Inseticidas Organoclorados
P_ W 226
158
324

InspeçXKY4aKY
Inseticidas Organofosforados

Insulina
Plasma Refrigerado
325
83
128

c^
Insulina, anticorpos anti 128

b b Z Zb b b b
Intradermoreaç s 389
Ionograma equivale Cloreto p g.66,67 , Pot ssio p g.89, Sódio p g.92
Íons equivale Cloreto p g.66,67 , Pot ssio p g.89, Sódio p g.92
Iontoforese: estímulo para Pilocarpina vide Cloreto de Sódio no Suor 66
IRT vide Tripsina neonatal 312
Isoaglutininas
[KYKZ
Isoleucina, Cromatografia quantitativa vide Ami cidos, Cromatografia quantitativa
Isopropanol, Teste
226
304, 305, 306
167
Isospora Belli 289
ITL 128

Z
Jo 1, anticorpos Anti
K vide Pot ssio
226
89
Kappa (cadeia leve)
KGS, 17 vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos
Kitt
] 227
56
339
Kleihauer 168

U K_ Z
KS, 17 vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 55
LA vide SSB, anticorpos anti 241

]K[ XKY4aKY
Lactato vide cido tico
Lactesc cia vide Inspeç
Lactose, pesquisa
Plasma Refrigerado
57
83
289
Lactose, teste de tolerância 349
Lambda (cadeia leve) 227
Lamotrigina
LDH vide Dehidrogenas
LDL Oxidada, Anti
^_PZ
ctica
102
73
84
LDL Peroxidada 277
LDL, Colesterol 67
LDL-PX
c^ ]
Leishmaniose, intradermoreaç s vide Montenegro
Leishmaniose IgG e IgM, Imunofluoresc ncia
277
389
227
Leishmaniose, pesquisa 168
Leptina 129
Leptospirose, Cultura 269
Leptospirose, Elisa 228

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 21


Leptospirose, Pesquisa (Campo Escuro)
X
Leptospirose, Soro Aglutinaç o Microscópica
[KYPZ
Leucina, Cromatografia quantitativa vide Ami cidos, Cromatografia quantitativa
269
268
304, 305, 306
Leucócitos (esperma) 255
Leucócitos vide Piócitos 293, 294
Leucograma 169
LH vide Hormônio Luteinizante 125
Liddle I, II - Testes 335, 336
Linfócitos T Ativado 228
Linfócitos T e B vide Tipagem de Linfócitos 243
Linfócitos T Helper vide Subtipagem de Linfócitos 242
Linfócitos T Supressor vide Subtipagem de Linfócitos 242
Linfócitos, Subtipagem 242
Linfócitos, Tipagem
Linfogranuloma (sorologia) vide Chlamidia (Imunofluoresc ncia Indireta)
Lipase
] 243
198
84
Lípides Totais

Z b
Lípides Totais e Fracionado veja Lipidograma Cl ssico Z 84

Lipidograma Cl ssico equivale

V b b
Colesterol Total p g.68, Eletroforese de Lipoproteínas p g.207, Fosfolípides p g.77, Lípides totais p g.84, b b
Triglic rides p g.94
b b b
Lipidograma equivale Colesterol HDL p g. 67, LDL p g. 67, VLDL p g. 68, Total p g. 68, Triglic rides p g. 94
Lipóides Birrefringentes, pesquisa vide Cristais, pesquisa (líquido sinovial) p g.72 e (urina) p g.283 b b bV b
Lipoproteína ( a ) 229
Líquido Ascítico (Rotina) 85
Líquido Pleural (Rotina) 85
Líquido Sinovial (Rotina) 86
Líquor (Rotina) 86
Listeriose
[KZ b Z Z b
Litíase uri ria vide C lculo Renal, An lise Físico e Química p g.280 veja também Teste de PAK p g.348 e
Nefrolitíase p g.347
229
b
Lítio 103
LKM, anticorpos anti

b b
Lues (sorologia) equivale Treponema IgG (FTA abs) p g.238, Treponema (Hemoaglutinaç ) p g.239,
229
XKY b
VDRL p g.239

b ] b bb
Lupus Eritematoso Sist mico equivale DNA, anti p g.206, Fator Anti-Nuclear (Hep 2) p g.210,
RNP, anti p g.235, SM, anti p g.240, SSA/Ro, anti p g.240, SSB/La, anti p g.241 b b
Lyme IgG/IgM
Machado Guerreiro vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico)
Maconha – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso
Z 230
248
247

M dK\K[ V
Macro Prolactina vide Big Prolactina
sio
Malônico Dialdeído
115
87
277
Maltose, teste de tolerância 350
Mamografia
Mangan s ]
Mapeamento da Tireóide vide Cintilografia da Tireóide
372
325
383
Mar Test

b b b b b
Marcadores Tumorais equivale Alfa Fetoproteína p g.112,113 , CEA p g.191, CA 15/3 p g.194,
CA 19/9 p g.195,CA 125 p g.194, HCG p g.123, PSA p g.134 135
b 256
b
MDA vide Malônico Dialdeído 277

W
Megateste
Merc rio
Meta Hemoglobina
344
326
326
Metanefrina e Normetanefrina 184
Metanol 327
Metiletilcetona 327
22 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
[KYKZ
V dK\K[ V
Metionina, Cromatografia quantitativa vide Ami cidos, Cromatografia quantitativa 304, 305, 306
MG vide M sio 87

V
Micobact rias, Cultura Automatizada
X
Micobact rias, identificaç o em cultura, PCR
Micológico Direto
269
53
270

Microalbumi ria [PW W


Micoplasma vide Mycoplasma

Microprotein ria vide Microalbumi ria [KW 87


87
Microsporídeos, pesquisa 289
Microssomal, anticorpos anti vide TPO 143
Mielograma 169
MIF, Parasitológico de Fezes vide Parasitológico de Fezes – MIF 292
Mineralograma 275
Mioglobina, pesquisa 290
Mitocôndria, anticorpos anti
Mn vide Mangan s ] b b
230
325

Paul Bunnel Davidsohn p g.234 b


Mononucleose (sorologia) equivale Epstein Barr IgG/IgM p g.209, Monoteste p g.230,

Monorauto de Sódio vide Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (liquido sinovial) 72
Monoteste
Montenegro, intradermoreaç s
Mucopolissacaridoses, pesquisa
c^ 230
389
290
Mucoproteínas
Z V
Mucosa G strica vide C lula Parietal, anti
231
197
Mucoviscidose equivale

W KX YihKj k b b
Cloreto de Sódio no Suor p g.66, Tripsina neonatal p g.312 e Fibroce Cística , estudo gen tico p g.152
M sculo Liso, anticorpos anti 231
V b
Mutaç
MutaçKXKX Y4Y a
2 (G A) da G6PD
a Alfa 1 Antitripsina
153
154

Mutaç
Mutaç
KXKX Y4Y4[[KY
Mutaç Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase
o Gene da Protrombina
Gene da MCAD
152
153
154
Mycobacterium Tuberculosis, anticorpos IgA 231
Mycobacterium Tuberculosis, PCR 53
Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM 232
Mycoplasma pneumoniae, Cultura 270
Mycoplasma, cultura 270
Na vide Sódio 92
Natriemia vide Sódio (sangue) 92
Natriuria vide Sódio (urina) 92
NBT vide Nitro Blue Tetrazolium 170
N-Desmetildiazepam 103
Necropsia
b b Z
Nefrolitíase vide p g.347 veja também Teste de PAK p g.348 e C lculo Renal, A lise Físico/Química p g.280
Neisseria gonorrhoeae, cultura
[KZ355

271
b
Neutrófilos, anticorpos anti - ANCA 232
Neutrófilos, pesquisa 169
Níquel 328
Nitrazepam 104

]K[
Nitro Blue Tetrazolium
Nitrog io Amoniacal vide Amônia
Nonne-Appelt vide Globulina (liquor)
170
61
82
Noradrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 182, 183
Norepinefrina e Epinefrina vide Epinefrina e Norepinefrina
Normetanefrina vide Metanefrinas – Fraç s
N-Telopeptídeo
c^ 182, 183
184
232

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 23


NTX vide N-Telopeptídeo 232
OH Pregnenolona, 17 129
OH Progesterona neonatal, 17 303
OH Progesterona, 17 130
OKT3 vide Linfócitos T Ativado 228
Oograma
Z
Opi ceos – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso
290
247

U
Osmolaridade 88
Osteocalcina
Oxalato vide cido Ox lico
Oxazepam
Z 130
58
104

W
Oxcarbazepina
Oxi rus
P vide Fósforo
105
291
77, 78
Painel das Ataxias 148
Painel de Andrógenos especificar
b b b b
Predominantemente Gônadal : equivale Testosterona Livre p g.142, Testosterona Total p g.141, .

b b b b b
Predominantemente Adrenal: equivale 3 Alfa Androstanediol Glicuronide p g.112, Androstenediona p g.114,

l b
Dehidroepiandrosterona p g.117, Dehidroepiandrosterona,Sulfato p g.117, 11Desoxicortisol p g.118,
Dihidrotestosterona p g.118, 17 OH Pregnenolona p g.129, 17 OH Progesterona p g,130.
SHBG p g.137
U
P-ANCA vide Neutrófilos, anticorpos anti – ANCA
PAP vide Fosfatase cida Prost tica Z 232
75
Paracoccidioides Brasiliense vide Blastomicose 193
Parainfluenza vírus 1, 2 e 3 – pesquisa direta 233
Paraminofenol 184
Parasitológico de Fezes
Paratormônio Intacto (Mol cula Inteira) V 291, 292
131
Parvovírus B19 IgG e IgM, anticorpos anti
Paternidade, Estudo de Determinaç o
Paul Bunnel Davidsohn
X 233
154
234
Pb vide Chumbo 322
PCNA, anticorpos anti 234

W
PCR vide Proteína C Reativa, Quantitativa
Peça C ir rgica Radical Simples
Pentose
234
355
293
Peptídeo C
X Z
Peptídeos de Degradaç o do Col geno Ósseo vide N-Telopeptídeo
131
232

b b bb b b
Perfil Coprológico vide Funcional de Fezes 285

bb b
Perfil do FAN especificar DNA, anti p g.206, Fator anti Nuclear (Hep 2) p g.210, Histona, anti p g.219,
JO1, anti p g.226, RNP, anti p g.235, SCL 70, anti p g.240, SM, anti p g.240, SSA, anti p g.240,

^b K`KZ V
SSB, anti p g.241

b b b b
Perfil Eletrofor tico Gama Globulina equivale Eletroforese de Proteínas p g.207,208, Imunoglobulinas p g.225
b b
b b b ^4_KZ b
Perfil H tico especificar Bilirrubinas p g.62, Fosfatase Alcalina p g.76, Gama GT p g.78, TGO p g.93,
TGP p g.93, Colinesterase p g.68, Dehidrogenas ctica p g.73
b
b b Z b b
Perfil Imunógico especificar C3 p g.202, C4 p g.202, Eletroforese de Proteínas p g.207,208, Hemograma
p g.166, Estreptoquinase p g.389, Imunoglobulinas p g.225, PPD p g.390, Tipagem Linfócitos p g.243 b
b [PZ b b
Perfil Lipídico vide Lipidograma Cl ssico
Perfil Microbiológico especificar Campylobacter, cultura p g.186, Cultura + Antibiograma p g.264,
Fungos p g.266, Parasitológico de Fezes p g.291,292
b
Perfil Risco Coro rio

b b b
Fatores Infecciosos:Chlamydia Pneumoniae IgG p g.198, Citomegalovírus p g.200,

b b b
Helicobacter pylori p g.215

c^
Fator Inflamatório : Proteína C Reativa quantitativa p g.234

b
Fatores Metabólicos : Homocisteína p g.183, Subfracionamento das Fraç s do Colesterol p g.93 b
b
Fatores Trombofílicos: Fator V de Leiden p g.152, Gene Protrombina p g.153,
Gene Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.152
24 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
b b b b bb
Perfil Sorológico p/ Hepatite especificar HbsAg p g.216, HAV IgM p g.215, HBc IgM p g.216, HCV, anti p g.218
Perfil Vitamínico especificar Vitamina A p g.187, Vitamina C p g.187, Vitamina E p g.188
b
W
Peroxidase, anti vide TPO
Pesquisa de Aç cares nas fezes vide Corpos Redutores
143
282

V
Pesquisa de Cancro Mole vide H. Ducreyi, pesquisa

Z
Pesquisa de C lulas Falciformes vide Hemoglobina S, Teste de Solubilidade
Pesquisa de Cromossomo X-Fr gil vide Cariótipo para pesquisa de X -Fr gil Z
267
165
149

XKY4dKY Z b
Pesquisa de Cromossomo Y para Síndrome de Turner
b
Pesquisa de Hemoglobina Inst vel equivale Corpos de Heinz p g.161, Isopropanol p g.167,
Teste de desnaturaç calor p g.176
b 150

Ph (fezes) 293
Ph (urina) 88
Piócitos, pesquisa e contagem 293, 294
Piridinolina
Z
Pirofosfato de C lcio vide Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (liquido sinovial)
185
72
PKU vide Fenilalanina - pesquisa (urina)
PKU vide Fenilalanina - PKU, quantitativa (cart ) XKY 284
307
Plaquetas, contagem
Plasma Refrigerado vide Inspeç
Plasmodium, pesquisa
o Plasma Refrigerado XKY4a 170
83
170
Pneumocystis Carinii, pesquisa

b b b
Porfirias equivale Urina-pesquisa: Coproporfirinas p g.282, Porfirinas p g.294, Porfobili b b
io p g.294, [KYP\K]K[ b b
271

b
Protoporfirinas p g.296, Uroporfirinas p g.299. Urina-quantitativo: ALA-U p g.316, Coproporfirinas p g.321.
Sangue: Zinco Protoporfirina p g.330

Z PY K\ K] [
Porfirinas, pesquisa 294
Porfobilin io 294
Pot ssio 89
PPD 2 UT 390
Pregnandiol não é mais dosado sugere-se Progesterona 132
Pregnanetriol não é mais dosado sugere-se 17 OH Progesterona 130
Pregnenolona, 17 OH 130
Pregnosticon 295
Primidona 105
Progesterona 132
Progesterona neonatal, 17 OH 303
Progesterona, 17 OH 130
Pro-Insulina 132
Prolactina 133
Prolactina Pool vide Prolactina 133
Prolactina, Big vide Big Prolactina 115
Proteína C
Proteína C Ativada, Resist cia ]K[
Proteína C Reativa (quantitativa) ultrasensível
171
172
234
Proteína de Bence-Jones 296
Proteína Glicosilada 89
Proteína S 173
Proteínas Totais 90, 91
Proteínas Totais e Fracionadas 91
Proteínas, dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 91
Proteínas, pesquisa 295

YKZ
Protoporfirinas, pesquisa
Protoz rios, pesquisa
Protrombina vide Tempo Atividade Protrombina
296
296
175
Prova do Laço
Provas de Absorç XKY4aK^
Carboidratos
173
349

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 25


Z U b b
b b b b b
C3 p g.202, C4 p g.203, Fator Reumatóide p g.211, Hemossedimentaç o p g.167, X b
Provas de Atividade Reum tica especificar Alfa 1 Glicoproteína cida p g.190, Antiestreptolisina O p g.190,

Imunocomplexos Circulantes p g.224, Mucoproteínas p g.231, Proteína C Reativa (quantitativa) p g.234 b


Provas funcionais para diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide 346
Provas funcionais para Hipófise anterior 342, 343, 344, 345
Provas funcionais metabólicas da nefrolitíase 347
Provas funcionais da Supra Renal 332, 333, 334, 335, 336
Provas funcionais para Pâncreas Endócrino 337
Provas funcionais da Tireóide 337
PSA Livre e Total 135
PSA Total 134
Pseudocolinesterase vide Colinesterase
PTH vide Paratormônio Intacto (Mol cul a Inteira) V 68
131

XKY
PTT vide Tempo de Tromboplastina Parcial
Punç Biópsia
Quebras Cromossômicas, pesquisa
176
355
154
Radicais Livres 277
Raio X 377
Rast vide IgE específico 222
Rastreamento com Sestamibi 386

XKc Y4^ aK^ X


Rastreamento de Corpo Inteiro
Z
385

XKY ]P[
Reaç Fixaç o de Complemento para T. Cruzi vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) 248

XX XKY4_K^ Z
Reaç s para Tripanossomíase Americana vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia),
Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico), Trypanosoma cruzi (Hemoaglutinaç )
Relaç o LE vide Relaç citina/Esfingomielina
248, 249
91
Relaç o Lecitina/Esfingomielina 91
Renina 135
Reserva Alcalina
]K]K[[
Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose
Z
92
340

Ressonância Magn tica


Reticulina, anticorpos anti
V
Resist cia Globular vide Fragilidade Osmótica das Hem cias 163
375, 376
235
Reticulócitos 174

KX X Y4a Z
Retinol vide Vitamina A 187
Retraç o do Co gulo 174
Revis e Lâmina (citologia) 366

Ricketsiose vide Weil F lix


Risco Fetal – Teste Combinado
V
Rh (D) fraco vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 214
252
136
Risco Fetal – Teste Integrado 136
Risco Fetal – Teste Triplo 137
RNI vide Tempo Atividade Protombina 175
RNP, anticorpos Anti 235
RO vide SSA, anti 240

Ru lamm VV YY
Rotavírus, pesquisa

Ru la neonatal
271
235, 236
310
Sacarose, teste 237
Sacarose, teste de tolerância 350
Sangue Oculto 297
Sarampo IgG e IgM 237
Saturnismo vide Chumbo (sangue) 322
Schistossomose vide Esquistossomose
c
Schistossomose, intradermoreaç es vide Schistotest
Schistotest
209
390
390
SCL 70, anticorpos anti 240

26 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


SDHEA vide Dehidroepiandrosterona, Sulfato 117

VV
Sedimentoscopia

V
S rie Branca vide Leucograma
297
169

V
S rie Vermelha + S rie Branca vide Hemograma
S rie Vermelha vide Eritrograma
Seromucóide vide Mucoproteínas
166
162
231

K^ [ V
Serotonina
Sexo G tico
186
155
SHBG
b X b
Siderofilina equivale Transferrina p g.246, Capacidade Combinaç o de Ferro (Livre e Total) p g.64
Sífilis neonatal
137

310
Sífilis
Síndrome de Gilbert, diagnóstic Y\P^K[ V
tico
Síndrome de Turner, pesquisa vide Cromossomo Y, pesquisa para Síndrome de Turner
238, 239
155
150
Síndrome de Willians, diagnóstico molecular 155
SKSD vide Estreptoquinase/Estreptodornase 389
SM, anticorpos anti 240
SOD vide Superoxido Dismutase 276
Sódio 92
Somatomedina C vide IGF 1 126
SRY, Estudo por PCR 155
SSA (Ro), anticorpos Anti 240
SSB (La), anticorpos Anti
Streptococcus A (Imunoteste R ido) JZ ` 241
272

XKY4_ Z c
Subclasses de IgG 241
Subfracionamento das Fraç es do Colesterol 93
Subpopulaç infocit ria vide Subtipagem de Linfócitos 242
Substâncias Redutoras vide Corpos Redutores (fezes) 282
Subtipagem de Linfócitos 242
Sucrose, teste de tolerância vide Sacarose, teste de tolerância 350
Sucrose, teste vide Sacarose, teste 237
Sudan Black B 174
Sulfato de Dehidroepiandrosterona vide Dehidroepiandrosterona, Sulfato 117

XX
Superóxido Dismutase
Supress o com Dexametasona
276
335, 336

Supress XXKY4aKY
Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma
Captopril
334
334

XX
Supress o para HGH com Glicose (Dextrosol)
Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina
343
344

X YP[K\K]K[
Supress o para Prolactina após L -Dopa
Supress o Tireoidiana com Cynomel
Surdez C ita, diagnóstico molecula r
345
386
156
Sustacal, Teste de Estímulo do Peptídeo C 340
Swelling vide Hipoosmolaridade 255
Swim Up 256

X
T. Cruzi vide Trypanosoma cruzi
T3 Captaç o vide T3 Retenç o X 248, 249
138
T3 Livre
T3 Retenç o
T3 Reverso
X 138
138
139
T3 Total
T3 Uptake vide T3 Retenç o
T4 Livre
X 139
138
140
T4 neonatal 311
T4 Total 140
Talassemia vide Eletroforese de Hemoglobina 161

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 27


TAP vide Tempo Atividade Protrombina 175
TBG 141
Tempo Atividade Protrombina
Tempo de Coagulaç o
Tempo de Esvaziamento G strico
X Z 175
175
386
Tempo de Sangria 175, 176
Tempo de Tromboplastina Parcial 176
Teofilina
X Z X Z
Teste de Acidificaç o urin ria vide Acidificaç o urin ria, Teste
Teste de Afoiçamento vide Hemoglobina S, Teste de Solubilidade
106
351
165
Teste de DNA para Paternidade
Teste de PAK - Sobrecarga oral com C lcio Z 154
348
Teste de Paternidade
XKY
Teste de Penetraç "In Vitro"
154
257

X
Teste de Perclorato
Teste de Restriç o Hídrica
386
338
Teste de Simms Hühner
Teste de Sobrecarga oral com C lcio - PAK Z
Teste de Solubilidade para Hemoglobina S vide Hemoglobina S, Teste de Solubilidade
257
348
165
Teste de Suor vide Cloreto de Sódio no Suor 66
Teste de Tolerância a Lactose vide Lactose, teste de tolerância 349
Teste de Tolerância a Maltose vide Maltose, teste de tolerância 350

X
Teste de Tolerância a Sacarose vide Sacarose, teste de tolerância
Teste Desnaturaç o ao Calor
Teste Pós coital vide Teste de Simms Hühner
350
176
257
Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) 333

Testes confirmatórios para Aldosteronismo Prim rio


c Z
Teste Respiratório para Helicobacter pylori vide Helicobacter pylori, Teste Respiratório 385
336
Testes Cutâneos vide Intradermoreaç es
c
Testes de Imunidade Celular equivale Candidina intradermoreaç es , PPD intradermoreaç s
Testosterona
c^ 389
389, 390
141
Testosterona Livre 142

W V
TG vide Tireoglobulina 143
TGO vide Transaminase Oxalac tica 93
TGP vide Transaminase Pir vica 93
Tiocianato 328
Tipagem de Linfócitos 243
Tireoglobulina 143
Tireoglobulina, anticorpos anti 142
Tireograma
b Z
Tiroidianos, anticorpos anti equivale TPO p g.143 e Tireoglobulina-anticorpos anti p g.142
Tirosina, Cromatografia quantitativa vide Amino cidos, Cromatografia quantitativa
b 386

304, 305, 306


Tirosina, pesquisa 298
Tocoferol vide Vitamina E 188
Tolerância a Glicose 337
Tolerância a Glicose Endovenosa 341

KZ `
Tolerância a Glicose pós -prandial
Tolerância r ida a Insulina - KITT
82
339

b Z ]K[ b b
Tomografia Computadorizada 373, 374

mVY Z
TORCHS equivale Toxoplasmose (Imunofluoresc cia IgG/IgM) p g.244,245,
Ru la (Imunoensaio Enzim tico IgG/IgM) p g.235,236, Citomegalovírus IgG/IgM p g.200,
Herpesvírus Simples I e II (Imunoensaio Enzim tico) p g.219, VDRL p g.239 b b
Toxocara, anticorpos anti 243
Toxoplasmose 244, 245
Toxoplasmose neonatal 312
TPO 143

28 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


W V
TRAb 144
Transaminase Oxalac tica 93
Transaminase Pir vica 93
Transferrina 246
Transglutaminase Tecidual IgA, anticorpos anti vide tTG 249

Translocaç B CR-ABL
Treponema vide Sífilis
XKY
Trânsito Intestinal vide Funcional de Fezes 285
156
238, 239
Treponema neonatal vide Sífilis neonatal 310
Treponema, pesquisa (Campo Escuro)
Triagem de Drogas de Abuso (Anfetaminas - Cocaína - Maconha - Opi ceos)
Trichomonas, cultura
Z 272
246, 247
272
Trichomonas, pesquisa 272

c^ c
Tricíclicos, Anti-Depressivos 106
Triclorocompostos Totais e Fraç es 329

V
Tricofitina, intradermoreaç s
Triglic rides
Tripsina Fecal
390
94
298
Tripsina neonatal
Triptofano, Ami cido quantitativo
Trombofilias, Estudo Ge tico
[PYKZ [ V 312
313
152
Troponina I 247
Trypanosoma cruzi
Trypanosomíase vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia)
TSH neonatal
]K[ 248, 249
248
311
TSH Ultrasensível 144
tTG - Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA 249
TTG vide Tolerância a Gli cose 82, 337, 341

UZ Z
TTPa vide Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado 176
Tuberculost ticos, Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimioter picos 273
Ultra Sonografia 371, 372
Uratos vide cido Úrico 58, 59

VV
Ureaplasma, Cultura
Ur ia
273
94

U VU
Ur ia, Clearence 95
Uremia vide Ur ia 94

W
Uricemia vide cido Úrico (sangue)
Uricos ria vide cido Úrico (urina)
58
58, 59

Z [KYK\K]
Urina Rotina
Uroan lise vide Urina rotina
Urobili nio
298
298
299
Urocitograma 366
Uroporfirinas, pesquisa

b b b b
Uveite (rotina) equivale AEO p g.190, Hemograma p g.166, Parasitológico de Fezes p g.291,292 ,
PPD p g.390, Proteína C Reativa (quantitativa) p g.234, Toxoplasmose p g.244, 245, VDRL p g.239 b b b299

Vacina Autógena 274


Vacinas
U Z
Valina, Cromatografia quantitativa vide Amino cidos, Cromatografia quantitativa
Valproato de Sódio vide cido Valpróico
391
304, 305, 306
97
Varicella zoster IgG e IgM, anticorpos anti 250
VDRL (quantitativo) vide Sífilis 239
Vibrio cholerae, cultura 274
Vigabatrina 107
Viral Capsid Antigen vide Epstein Barr 209
Vírus Respiratórios – pesquisa direta 250
Vírus Sincicial – pesquisa direta 251

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 29


Vitamina A 187
Vitamina B12 145
Vitamina C 187
Vitamina D3 188

U
Vitamina E 188
VLDL, Colesterol
VMA vide cido Vanil M
Waaler Rose
dK[Ka V
lico
68
180
251
Weil Felix
Widal (reaç ) XnY
Willians, Síndrome
252
252
155
Yersinia Enterocolítica, cultura 274
Zinco 329, 330
Zinco Protoporfirina 330

30 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


oiprxq sutAtwvzy/{uttAt

VISÃO

“Ser reconhecido como um centro de referência em serviços auxiliares diagnósticos, oferecendo aos
nossos clientes as mais modernas técnicas em Patologia Clínica, Anatomia Patológica, Genética
Humana, e Imagem, garantindo a qualidade do processo e do Sistema através de acreditação
internacional específica para esse segmento. Desenvolver um ambiente propício à evolução
profissional dos nossos colaboradores e participação em projetos ambientais e sociais junto à
comunidade.”

MISSÃO

“Trazer para o Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini o que há de mais moderno tanto em
tecnologia quanto em procedimentos, tendo como principal objetivo atender e superar as
expectativas do cliente, com: qualidade no atendimento, confiabilidade dos laudos, capacitação
dos profissionais, promoção de um ambiente de bem estar, harmonia e valorização dos nossos
colaboradores.”

VALORES

ALTOS PADRÕES ÉTICOS


Conquistar e manter a confiança das pessoas e empresas através do comportamento íntegro e
respeito ao indivíduo.
CONFIABILIDADE DOS LAUDOS
Utilização, por profissionais qualificados, de metodologia de qualidade científica comprovada e
controlada.
INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
Absorver inovações tecnológicas relacionadas a reagentes e equipamentos para laboratório
clínico.
EDUCAÇÃO CONTINUADA
Profissionais qualificados/atualizados: disponibilização de literatura científica, treinamentos
internos, participação em congressos e cursos.
QUALIDADE NO ATENDIMENTO
Atendimento rápido, eficiente e cordial em ambiente limpo e confortável.
RESPEITO AO CLIENTE
Manter a privacidade da identidade do cliente; difundir para toda a empresa e fornecedores a
noção de valor superior do cliente externo.
MOTIVAÇÃO E RESPEITO PARA COM OS COLABORADORES
Condições de ergonomia e saúde do trabalhador, tecnologia de ponta no processo,
remuneração sem atraso, aprendizado e aperfeiçoamento contínuos, investimentos em
benefícios.

Dr. Carlos Olney Soares


R.D. ISO 9001/2000
Diretor

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 31


32 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
|} ~D€F)„|?‚ ƒ~|?…

C.O.M. † CONFORME ORIENTA ‡"ˆ O MÉDICA.

JO † JEJUM OBRIGATÓRIO.

IBMP †‰ Š
NDICE BIOLÓGICO M XIMO PERMITIDO.

JD † Š
JEJUM DESEJ VEL.

‹DŒŽ Œ  ‘F’

”” “
N O COLOCAMOS A TÉCNICA EM PRIMEIRO LUGAR. EXEMPLOS:

” •
CULTURA PARA CHLAM DIA veja CHLAM DIA.
PCR PARA HIV veja HIV, PCR.
•
IMUNOFLUORESCÊNCIA PARA TOXOPLASMOSE veja TOXOPLASMOSE.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 33


34 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
–7—˜˜xr—˜ ˜ ™š›œ"žD—Ÿ˜

CALL CENTER

 
A nova central de atendimento do Laboratório Hermes Pardini, foi criada para concen trar os

¡ ¢
serviços de comunicaç o telefônica internos e externos. Essa conta com mais de 100 linhas,

£
bidirecionais e digitais que permitem atender a todo tr fego de ligaç es recebidas ou executadas.

 
Contamos, tamb m com uma central PABX de alto nível tecnoló gico com linhas de transmiss o por  
 
fibra ótica que garantem a qualidade na comunicaç o. O Call Center do Laboratório Hermes Pardini
coloca à disposiç o os seguintes serviços:

MATRIZ
(0xx31) 3228.6200

UNIDADES
(0xx31) 3228.6464

LABORATÓRIOS - ATENDIMENTO AUTOM TICO


(0xx31) 3228.1800
¤
0300.7898990
Para atendimento à laboratórios conveniados.

DOMIC LIO ¥
0800.998686 - Para atendimento domiciliar (Belo Horizonte e regi o).  
HOME PAGE
www.hermespardini.com.br

RESULTADO DE EXAMES
Disponibilizamos os resultados via fax, correio, internet ou motoboy de acordo com o seu caso.

¦
CART O CLIENTE
  §  §©¨
localizaç  §«ª
Oferecemos o Cart Cliente que facilita o atendimento agilizando a identificaç
e exames an teriores.
facilitando a

ATENDIMENTO A DOMICÍLIO
Realizamos coleta de material ou entrega de resultado em domicílio em Belo Horizonte e regi .  §

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 35


36 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
¬Ÿ­¯®±°³²´°Dµu>¶ °Dµ ²?· µ­Ÿ°®±¸ µ­ ·rx¹

V
MATRIZ – FUNCIONÁRIOS
Rua Aimor s, 66
º
REGI O MÉDICA
Av. Bernardo Monteiro, 842
Belo Horizonte – MG Belo Horizonte – MG

XPY
UNIDADE CENTRO I
Rua S Paulo, 893 – 2o andar
Belo Horizonte – MG
Z»a
UNIDADE PADRE EUSTÁQUIO
Rua Par e Minas, 867
Belo Horizonte – MG

UNIDADE CENTRO II UNIDADE ELDORADO I


Rua Tupis, 343 – 3o andar Av. Gal. David Sarnoff, 57
Belo Horizonte – MG Contagem – MG

UNIDADE CENTRO III UNIDADE ELDORADO II


Rua Carijós, 127 Rua Norberto Mayer, 626 – loja 5
Belo Horizonte – MG Contagem – MG

UNIDADE CIDADE NOVA UNIDADE PAMPULHA


Av. Cristiano Machado, 597 Av. Antônio Carlos, 7781
Belo Horizonte – MG Belo Horizonte – MG

UNIDADE CIDADE JARDIM UNIDADE BARROCA


Av. Prudente de Morais, 31 Av. Amazonas, 2904 – 7 o andar
Belo Horizonte – MG Belo Horizonte – MG

UNIDADE BELVEDERE UNIDADE BARREIRO


Av. Luíz Paulo Franco, 629 Av. Sinfrônio Brochado, 115
Belo Horizonte – MG Belo Horizonte – MG

UNIDADE MANGABEIRAS UNIDADE LIFE CENTER


Av. Bandeirantes, 1808 Av. Contorno, 4747 2o e 3o andar
Belo Horizonte – MG Belo Horizonte – MG

UNIDADE VENDA NOVA EM BREVE:


Av. Vilarinho, 901 UNIDADE IPIRANGA
Rua Maçon Ribeiro, 45 UNIDADE PEDRO II
Belo Horizonte – MG

MATRIZ: (0xx31) 228.6200


UNIDADES: (0xx31) 3228.6464

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 37


38 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
¼½¿¾ÁÀÃÂÅÄÇÆ¿ÀÃȝÉʾ4Ë Ì Í¿ÎÇÍ¿Ï/ÐJÑÓÒÃÔÕÍ×ÖÙØ
Z V
O conhecimento de vari veis pr -analíticas fundamental na interpretaç
laboratoriais. Descremos sumariamente algumas vari veis:
V Z XKY dos resultados de exames

Ú c ^ XKYÛaK^ XKY Z
dK`P]KÞ X K Y 4 ^ Z X K Y
Hor rio da coleta: a concentraç analitos varia em funç do hor rio da coleta sangüínea, devendo -se

XKY4dXP^YÜaP^ XKYÝaK^
atentar para as orientaç s especificadas em cada exame. A meia -vida das drogas e o hor rio de sua
administraç vem ser considerados na determinaç níveis ter ticos. Da mesma forma, na

Z c ^ ÊY W
exposiç leme ntos tóxicos deve se considerar o tempo decorrido para sua absorç eliminaç .

cida, creatinina, c id ^ÕZ V


Atividade física: imediatamente após exercício extenuante ocorre elevaç s de lactato, amônia,
creatinoquinase, aldolase, ALT, AST, fósforo, fosfatas rico, haptoglobina,
transferrina, catecolaminas e contagem de leucócitos. Um decr scimo pode ser observado na dosagem de

^Ó[KXKY Z V aKY«W V Z ]KV [


albumina, ferro e sódio.
Dieta: quando o jejum específico para cada exam respeitado, pode haver interfer cia em muitos
analitos, especialmente com a bilirrubina, proteína total, ci rico, ur ia, pot ssio, triglic rides, fosfatase
alcalina e fósforo. A cafeína pode promover glicólise. A curto prazo, duas a quatro horas após o consumo, o
etanol provoca queda dos níveis de glicose e aumento do nível de lactato. O uso contínuo de etanol eleva

ZV V
HDL, triglicerídeos, GGT, ALT, AST.
Tabagismo: eleva os níveis de hemoglobina, leucócitos e hem cias no sangue perif rico, VCM, epinefrina,
aldosterona, cortisol e CEA. Reduz os níveis de colesterol-HDL s rico e da atividade da Enzima Conversora

dK[K\KÞP^ V XKY4^
Angiotensina (ECA).
Postura: quando o s
Z retirado na posiç reta, ocorre aumento dos seguintes analitos: proteína total,

Z
albumina, c lcio, hemoglobina e hematócrito, renina, catecolaminas , fosfatase alcalina, colesterol, ALT e ferro.

X
Garroteamento: o torniquete deve ser usado por no m ximo um minuto, mas mesmo dentro deste pequeno
tempo, a composiç o do sangue pode se alterar de forma discreta. Após 3 minutos de garroteamento:
Z
O ato de abrir e fechar a m
Z XKYÛ[KdàßPY
proteínas totais, ferro e colesterol aumentam em torno de 5%, havendo queda de 6% nos níveis de pot ssio.
ra da coleta deve ser evitado por causar aumento de pot ssio, fosfato, Z
V Z XKdâYáWKaK[ d ] X
lactato, amônia e c lcio ionizado.

X
Uso do tubo com anticoagulante correto: fundamental para preservaç

Z
amostra e a correta

XPY
determinaç o do analito, de acordo com o especificado em cada exame. V rios analitos t m concentraç es c
no plasma e no soro diferentes. Quando v rios tubos s usados durante um ica punç o, tubos sem
XKY
aditivos devem ser utilizados primeiro, para que se evite contaminaç . Os anticoagulantes s o diferenciados
pela cor da tampa do tubo:
X
Rolhas Anticoagulante
Roxa
Amarela
EDTA
Gel separador com ativador de c gulo
Vermelha Siliconizado sem anti-coagulante
YKZ
Verde Heparina sódica
Cinza Fluoreto de sódio + EDTA
Azul Citrato de Sódio

dK\P[ V Z Z
Hemólise: hemólise leve tem pouco efeito sobre a maioria dos exames. Hemólise significativa causa aumento

Z X
na atividade plasm tica da aldolase, TGO, fosfatase alcalina, dehidrogenase l ctica e nas dosagens de

ãPä ZÛdK[Kd VY
pot ssio, m sio e fosfato. A hemólise diminui a concentraç o de insulina dentre outros.
Preserva o da amostra biológica: a amostra deve ser preservada desde o momento da coleta at

YÁ[KXKYÁ`PYKaK^
momento em que ser lisada. Plasma ou soro devem ser separados das c lulas o mais r ido possível. V ZP`
Se o sor

X
devem ser centrifugadas tampadas para se reduzir evaporaç XPYÁ^ X
ser analisado no momento, ele deve ser mantido refrigerado ou congelado. As amostras
aerolizaç . Nas amostras uri rias, deve -
se dar especial atenç o àquelas que necessitam de acidificaç o e/ou refrigeraç , principalmente em
XKY XPY [PZ
Vd KX Y
amostras de 12 ou 24 horas. O tempo requerido para o transporte de amostras biológicas, a part ir do
momento da coleta at sua execuç , pode variar de minutos at dias, desde que estas estejam bem
conservadas, devendo-se consultar cada exame.
V
Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 39
40 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Antígeno HLA-B-27, pesquisa PCR
Ú
X KX ÁY `
Coment rios:
Os antígenos HLA s
X
rodutos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade, e alguns destes

Z
antígenos est o relacionados à presença de determinadas doenças. A associaç o mais freqüente a da
espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. O HLA-B27 est presente em mais de 90% dos
V
XKYÓaKdåaPYK^K[
indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. A pesquisa apresenta igualmente um interesse
para predizer os riscos de transmiss ça aos seus descendentes. Aumento na inci cia do aK]P[
Z
psori tica. Este antíg ^K[KY¿[KXKY V Þ
m marcador da doença, uma vez que est Z×`
antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter, uveíte anterior, artrite reativa e artrite
resente em
aproximadamente 10% dos indivíduos normais. O resultado deve ser analisado associado aos achados

XKY
clínicos e radiológicos sugestiv os destas doenças. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT)

XKY4YKm
incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reaç cruzada com o HLA -B7, HLA-B37 e HLA-
B39 e interpretaç jetiva ).

æX
Método:
PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase
Valor de Refer ncia:

ãKä
Negativo
Condi o:
Sangue total (ACD/EDTA).
Laboratórios:
V XKY
Viç ä
Colher em tubo est ril. N colher em heparina.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o a 25o C. N congelar. XKY
Chlamydia trachomatis, pesquisa PCR
Coment rios:Ú Xc ^ V Z Vc
formando inclus s citoplasm ticas. A C.tracomatisV Y«[KXKY Z
As clamídias s o bact rias intracelulares obrigatórias, desenvolvendo -se na c lula hospedeira e

c^
respons vel por infecç es sexualmente

V VW ÞPmKZ ZZ
transmissíveis (uretrites e cervicites), podendo evoluir, quand tratadas, para infecç s profundas
(epididimite, salpingite, peri-hepatite, esterilidade t ria), respons vel igualmente por conjuntivites e

dos homens. A PCR XKY ZK` c^


pneumonia no rec m-nascido. Pode apresentar-se de forma assintom tica em 70% das mulheres e 30%

] V
til na detecç r ida das infecç s (em diversos sítios) por Chlamydia

suas principais vantagens


uretral.
Vd
trachomatis. Tem sensibilidade e especificidade superiores à cultura e imunofluoresc ncia direta. Uma de
possibilidade de ser realizada em amostra de urina, ao inv s do raspado

æX
Método:
PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase
Valor de Refer ncia:

ãKä
Negativo
Condi o:

[KXKY4Þ [KXKY4Þ X
Urina 1 o Jato (homem/mulher), Raspado Uretral (homem/mulher), Endocervical (mulher).
- Amostras uretrais: rinar pelo menos 1 hora antes da coleta.
- Urina: rinar por pelo menos 2 horas antes da coleta.
- Endocervical: a mulher n o pode estar menstruada.
Laboratórios:
Para amostras de raspado uretral e endocervical V [K^ Z V
cess rio kit especial com swab apropriado e meio

äV
de transporte. Para amostra de Urina, colher em frasco est ril.
Conservaç o para envio:

éX VÁè
- Swab, at 10 dias da coleta em temperatura ambiente.
- Urina, at dias da coleta entre 2o e 8o C.
Limitaç es:
N o pode ser realizada na conjuntiva, reto ou esperma.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 41


Citomegalovírus (pesquisa do DNA) - PCR qualitativa
Ú dKÞKaKZ
ZV
Coment rios:

Vd
O Citomegalovírus (CMV) um vírus DNA, pertence à família dos herpesvírus. Em adultos s veis, o

XKY ] c ^ c
CMV em geral ssintim tico, e às vezes, pode apresentar quadro clínico semelhante à mononuc leose

X V XKYâaK^âê \PX
infecciosa. É encontrado na saliva, urina e outros fluidos corpóreos como o s men, secreç es vaginais. A
importância da infecç o pelo CMV maior quando ocorre a transmiss da gestante para o feto, dado ao

W
quando o CMV V Pd Ka Kë Þ c ^
seu poder de interferir na formaç r os e tecidos fetais. Manifestaç s graves podem ocorrer
irido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante, AIDS). A PCR V
til nas seguintes situaç s:
c^
- Meningoencefalite ou outras alteraç s neurológicas: a PCR pode ser re alizada no líquor com

YKÞì[KX V
sensibilidade que varia nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%.

X
- Diagnóstico pr -natal: quando a gestante apresenta um quadro de infecç
afastar
retende -se
o a possibilidade de infecç o intra -uterina. A PCR pode ser realizada no líquido
XKYâdK\KÞKaKd<^â`
amniótico.
- Infecç XKYíaPY V
rec m -nascido: a detecç
semanas de vida define a infecç o co X K[ XKK\ YîK] [ aKY
CMV na urina ou sangue de RN nas tr s primeiras
ita. A sensibilidade e especificidade s % e 100%, XPYàaK^ÛïK]ð
respectivamente.
XKY c ^ X \KXKY
- Infecç localizada em ór -alvo: a PCR-CMV pode ser feita em líquidos corporais ou material de

ñ XKYÓ^
M todo:
biópsia de les s ou órg os suspeitos.

XKY
Reaç
X ^ÇaPZÇ^ XKY
m Cadeia da Polimerase aninhada (Nested PCR) - S realizadas duas PCRs, sendo que a
segunda reaç o s m uma regi interna à primeira, aumentando a sensibilidade desse
procedimento.
Valor de Refer ncia: ò
óKô
Negativo
Condi o:

õKóKô V
Urina, sangue total, plasma, líquor, líquido amniótico, material de biópsia, outros fluidos orgânicos.

XKY Za XPYö^K[ XKY V XKY÷aK^ V


Limit o:
Por ser um m todo qualitativo n h istinç tre infecç aguda ou reativaç uma forma latente.

[KXK[KYÓaKd4^ [KXKZåY4d a
A presença de pequenas quantidades do DNA do CMV no sangue perif rico (após o período neonatal)
st ssociado à presença de doença. Para essa finalidade recomenda -se o m todo quantitativo,
ai

detecç
c ^ XKY4aKY
isponível em nosso laboratório.
Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de
teste ou na presença de inibidores da PCR na amostra.
ìZ d
Doenças sexualmente transmissíveis , PCR
Coment rios: ø
C. TRACHOMATIS – N. GONORRHOAE - U. UREALYTICUM – M. GENITALIUM – M. HOMINIS

V dùWP[ XKY V
c
A multiplex PCR capaz de detectar, em um ica reaç , a maioria das bact rias associadas às

aKY«V [KYKXKaPY YÁ[KXKY XKYÛ^K[


infecç es do trato genital: C. trachomatis, N. gonorrhoea, M. hominis, M. genitalium e U. urealyticum. É

causas de procura por serviços de s dPWKaK^


de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites. As DST est
(OMS -1990) e quan
tre as 5 principais
tratadas podem levar a doenças

[KXPY V Z
inflamatória s da pelve, infertilidade e gravidez ectópica. É um m t invasivo por utilizar amostra
V
ñ ZK`
de urina de 1 o jato, sendo necess rio a dolorosa coleta intra-uretral. É uma t cnica mais simples,
r ida e sensível que os m todos convencionais.
M todo:
Multiplex PCR
Valor de Refer ncia: ò
Condi o: óKô
Negativo

dP[KúKX
-N XKY4û
Urina 1 o Jato da m (20 a 50 mL).
rinar por pelo menos 4 horas antes da coleta.
Laboratórios:
V
V4ü ô
Colher em frasco est ril.
Conservaç o para envio:
At dias da coleta entre 2o e 8o C.

42 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Dengue – PCR qualitativa e tipagem
ø VVû X V XKYýY
Coment rios:
A Dengue, ma doença infecciosa aguda causada por um flavivírus. Esse vírus transmitido ao

KX YXPY
homem atrav s da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. Após a transmiss o existe um período de

proteç cruzada entre si. Os principais sintomas da doença s XKYÁaK^ Z


incubaç de dois a sete dias. Existem quatro sorotipos causadores de dengue, que n ferecem
febre, calafrios, mialgia, e cefal ia. V
X XPYZ aPYa c ^ XKYÁ`KYPaK^Áa X ZK\ ^ V Y
As crianças apresentam formas mais leves da doença, sendo assintom t icas em 80% dos casos. Em
determinadas situaç s, a evoluç irigir -se para a forma hemorr ica, que raramente ocorre na
infecç o prim ria. É mais comum na reinfecç o, geralmente quando o agent
A confirmaç V dengue 2 ou 3.
iagnóstico de den gue pode ser realizado atrav s de exames sorológicos (Elisa) ou da

V WV Y V a V
PCR (polymerase chain reaction). Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do

X P Y ù a XKY
quarto ao oitavo dia de doença, a PCR til durante o período de viremia, em geral de sde

genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue, atrav s da utilizaç V


imediatamente antes de surgirem os sintomas at s timo/ cimo dia da infecç . É possível realizar a
e iniciadores (“primers”)

ñ KX YÛ^
específicos.
M todo:
V
óKô X
Reaç m Cadeia da Poli merase aninhada (Nested PCR) e genotipagem (tipo 1, 2, 3 e 4), atrav s da
utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus.
Condi o:
1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).
Laboratórios:
Z V
Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou
convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20

V óKô
minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco
est ril. Congelar imediatamente.

AtVõKóK4ô þ ÿ  Y
Conserva o para envio:
ras entre 2o e 8o C.
Limit o:
c ^ XKY4aKY ìZ d
Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de
detecç teste, após 10 dias do início dos sintomas ou na presença de inibidores da PCR na amostra .

Gene CCR-5, pesquisa da del  o


Coment  rios:
X X Z
A presença de deleç o homozigota do gene CCR -5 leva a resist cia a infecç ]K[ XKYà`P^
lo HIV -1 por cepas
macro/monocitotrópicas. A deleç o heterozigota est relacionada com um melhor prognóstico no

ñ paciente infectado.
M todo:
X
ò
PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase

óKô K] [ X
Valor de Refer ncia:
Aus cia de deleç o no gene CCR -5
Condi o:
10 mL de Sangue total (EDTA).
Laboratórios:
V
V4þ ÿ ô  Y
Enviar em frasco est ril.
Conservaç o para envio:
At ras em temperatura ambiente.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 43


Hepatite B
HBV, PCR QUALITATIVO
Coment rios:
Vc
A hepatite B causada por um vírus envelopado de DNA circular, da família Hepadnaviridae. Cerca de

Z YV ^K`KKX Z ÛY Ka ^
10% das infecç es pelo HBV tornam -se crônicas, variando o quadro clínico desde o estado de portad or
assintom tico à hepatite crônica ativa, que pode evoluir para a cirrose h tica e câncer hepatocelular. A
XPY
pesquisa de DNA do HBV no sor

negativo) ou quando a sorologia


marcador mais sensível na avaliaç

V[
viral em pacientes portadores crônicos. Útil no diagnóstico de infecç XKYý`
infectividade e replicaç
or cepas mutantes (HbeAg
egativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia

ñ indeterminada apresentam PCR-HBV positivo).


M todo:
X
óKô
PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase
Condi o:
V
1,0 mL de Soro em tubo est ril (gel separador).

VV
Laboratórios:
O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10
minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no

V  ô
gelo.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

XKY4aKY Y  [ P X K Y 4 a K ^
Nota:
A presença de um resultado negativ scarta a possibilidade de inibidores na amostra ou viremia a
baixo do limite de detecç teste (sensibilidade: 200 cópias/ml d e soro).

HBV, PCR QUANTITATIVO


Coment rios:

Útil para avaliaç XKY4aKY4` `K]


rognóstico e acompanhamento da resposta tera tica dos pacientes portadores

ñ crônicos do HBV.

òX
M todo:
PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase
Valor de Refer ncia:

óKô Z V
O valor mínimo quantific vel de 400 cópias de DNA viral/mL.
Condi o:
1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).

VV
Laboratórios:
O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10
minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no

V  ô
gelo.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Continua...
44 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Continu õPóKô o...HEPATITE B

HBV, TESTE DE RESIST NCIA AOS ANTIVIRAIS


Coment rios:

X
Indicado para avaliaç o do paciente que [Kc XK^ Y ZdK`K]
est respondendo ao tratamento com a lamivudina e
c^
fanciclovir, ajudando a guiar possíveis decis s ter
]K[
ticas contra o HBV. O surgimento de mutaç s
no gene da DNA polimerase do HBV levam a resist cia à estes anti -virais, permitindo o reaparecimento

c ^ XKY _  ÿ ð K] [ XKY©aKY d [KYPZ X


do DNA do vírus no soro, principalmente em indivíduos submetidos a uma terapia prolongada. As
mutaç s associadas à resist cia ao tratamento anti -viral s o:
XKY ÿ
- Mutaç M: a substituiç
XPYàaK^Kð
mi cido leucina (L) pela metionina (M) na posiç
proteína da DNA polimerase leva a reduç
8 na
vezes da sensibilidade à lamivudina e de 3 vezes

- Mutaç XKY4X [Kd XKY


ao famciclovir.

X
regi YMDD da DNA polimerase (posiç o 552):
. Mutaç o M552V: a substituiç o da metionina (M) pela valina na posiç
X XKY  ÿ
, leva a uma reduç de XKY
X ]K[
. Mutaç o M552I: a substituiç XKY»aKd
150 a 300 vezes da sensibilidade à lamivudina.
metionina (M) pela isoleucina (I) na posiç
com uma resist cia à lamivudina bastante acentuada, com reduç XKYÓaK^ XKY ÿ ^ Z
st relacionada
cerca de 10.000 vezes da

ñ sensibilidade.

Kd [KZ X Z XKY4^
M todo:

KX Y ]
Amplificaç o do gene da DNA polimerase do HBV utilizando a reaç

[V
m cadeia da polimerase (PCR) e
lise com enzima de restriç (RFLP). É um teste r pido e sensível, capaz de estabelecer

óKô
precocemente o diagnóstico de resist n cia ge tica às drogas.
Condi o:
V
ôV 
2,0 mL de Soro em tubo est ril.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Z
Limitaç es do teste:
X
É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml).

Hepatite C
HCV, GENOTIPAGEM
Coment rios:

^KëP]K[
O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabili aPdKaK^ \K^K[ V
tica, o que leva à uma grande

V
heterogeneidade em suas s
Z
cias de nucleotídeos. Baseado em estudos de sequenciamento
gen tico, o HCV foi classificado em seis maiores genótipos e v rios subtipos designados como: 1a,1b,
1c, 2a, 2b, 2c, 3a, 3b, 4, 5 e 6. Portadores do vírus do genótipo 1, principalmente o 1b, apresentam

dK`K] XKY
doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. Sendo assim, a genotipagem do HCV
auxilia no prognóstico e conduta ter tica do paciente com infecç crônica. É necess rio carga viral Z
[KX Z
superior a 600 UI/ ml para que esre exame possa ser realizado. Amostras com quantidades inferiores à
sensibilidade do teste podem o apresentar partículas virais suficientes para a amplificaç o lise do X "^ Kd K[ Z
ñ gene do HCV e o resultado ser liberado como inconclusivo.

XKY X XKY»^ ^»dK[KZ XKY


M todo:
Transcriç Reversa, Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) lise dos fragmentos após digest

óKô
com Enzimas de Restriç o (RFLP)
Condi o:
2,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Congelar imediatamente.
Laboratórios:

V ZK`
Enviar no gelo o mais r ido possível. O sangue venoso deve ser colhido em tubo PPT-vacutainer ou

ô
por 10 minutos. Alíquotar 2,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril.
Conservaç o para envio:
V
seringa est ril. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m.,

Enviar em gelo seco, juntamente um resultado de PCR qualitativo ou quantitativo com menos de 30 dias.

Continua...
Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 45
Continu õKóKô o...HEPATITE C

HCV, PCR QUALITATIVO


Coment rios:

V X \ KaKd V
O HCV o principal agente das hepatites -A [KXKY K[ KX Y
-B. É um vírus RNA pertencente à família
Flaviviridade. A infecç o a frequentemente inaparente e cronifica -se em cerca de 50 a 60 % dos
^  ^K`KZ
X KX 4Y Ka Y XKY V
casos, podendo evoluir para hepatite crônica. Eventualmente, pode progredir para a cirros tica e
carcinoma hepatocelular. A realizaç PCR qualitativo indicada para:
- confirmar a presença da infecç o ativa (com replicaç viral) pelo HCV, após um resul tado sorológico

- fazer o diagnóstico da infecç XKY©`K^


indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV-MEIA) ver algorítmo;
lo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV, transplante) que
podem permanecer soronegativos; e

Y V Va
- detectar a presença do vírus precocemente, a partir da 1a a 2a semana após à exposiç o.
A sensibilidade do PCR HCV qualitativ e 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do
X
ñ HCV/mL). A diferença entre UI/ml e cópias/ml de aproximadamente 0,1 log.
M todo:
Transcriç Reversa e ReaçXKY ò XPY^
m Cadeia da Polimerase (PCR)
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
Negativo

1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).


Laboratórios:
Z V
Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou
convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20


minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco
est ril. Congelar imediatamente.

V 
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Elisa anti-HCV
POSITIVO

Realizar o PCR
qualitativo

POSITIVO NEGATIVO

Paciente tem Recuperaç     Elisa anti-HCV Considerar reaç  


infecç
lo HCV infecç 
lo HCV falso-positivo falso-negativa

Continua...
46 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Continu õPóKô o...HEPATITE C

HCV, PCR QUANTITATIVO


Coment rios:
^àW X
Exam til para determinar a carga viral para avaliaç o da resposta tera tica e acompanhamento do`K]
XKY XKY dKWKaP^
paciente infectado pelo HCV. Valores acima de 2.000.000 UI/ml apresentam pior prognóstico. Devido a
padronizaç da Organizaç Mundial de S (OMS), os laudos de PCR quantitativo para HCV
Kd 4Y K[ W
ñ KX Y4^ Z V
passaram a ser liberados em UI/mL, o que corresponde aproximadamente
do HCV/mL. O valor mínimo quantific vel de 600 UI/mL.
M todo:
mero de cópias do RN A

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase (PCR)

1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).

XKY4aKY
Obs.: Este exame pode apresentar resultado falso-positivo, principalmente quando os valores est o
próximos a o limite de detecç teste.
X
Laboratórios:
Z V
Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou
convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20


minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco
est ril. Congelar imediatamente.

At V4þ ÿ  Y
Conservaç o para envio:
ras entre 2 o e 8o C.

Herpes simples vírus (HSV) - PCR qualitativa e tipagem


Coment
rios:

c^ X X V
Herpes Simplex Virus (HSV) dos tipos 1 e 2 est o relacionados a uma grande variedade de
manifestaç s clínicas, variando desde uma estomatite leve at uma doença fatal. A encefalite e o

c
Les es mucocutâneas podem ser graves e de evoluç X P Y å ` XKYÓ`K^
herpes neonatal s o fatais em 70% dos casos, com seqüelas neurológicas na maioria dos sob reviventes.
rolongada no paciente imunocomprometido.
^Va
`V
extrema importância. O uso da PCR V [K^ Z
Como o tratamento anti-viral pode alterar o curso da infecç
cess rio nos c asos de:
lo HSV, o diagnóstico precoc e

especificidade de 99%. A PCR


diagnóstico.
Vd V X
- Encefalite her tica: apresenta sensibilidade em detectar o DNA do HSV no líquor de 98% e a
tualmente o m todo “padr o-ouro” recomendado para o seu

- Síndromes neurológicas em pacientes com AIDS (ape sar de incomum) ou nos pacientes com
meningites recorrentes.

ñ KX Y4^ c^
- Suspeita de herpes neonatal (líquor, aspirado nasofaríngeo).
- Presença de les s cutâneas de etiologia indefinida ou duraç o prolongada.
M todo:
X
Reaç
XKY
m Cadeia da Polimerase aninhada (Neste d PCR).
V X
Tipagem (discriminaç entre o HSV do tipo 1 e o do tipo 2, atrav s da utilizaç o de “primers” específicos

óKô
para cada vírus)
Condi o:
0,5 mL de Líquor – 250 mg de tecido Material de biópsia (congelar imediatamente após a coleta) - Swab
das vesículas

Condiç es de envio:
Líquor e Swab - refrigerar overnight.

ò
Tecidos - enviar em gelo seco.
Valor de Refer ncia:

õKóKô c ^
Negativo.
Limit o:
«Z d
detecç XKY4aKY
Reaç s falso -negativas podem ocorrer quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de
teste ou n a presença de inibidores da PCR na amostra.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 47


HIV
HIV PCR - QUALITATIVO
Coment rios:
O HIV-

 V V
um vírus RNA, que infecta c lulas que apresentam a mol cula CD4 expressa na sua V
]K[ c^
superfície (linfócitos T helper e monócitos). Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizada
por severa imunodefici cia associada a infecç s oportunistas, desenvolvimento de tumores,

]K[
especialmente sarcoma de Kaposi e envolvimento do sistema nervoso, que caracterizam a síndrome da

XPY V W X
Imunodefici cia Adquirida (AIDS).
A PCR qualitativa do HIV- 
til para: detectar o HIV-1 antes da soroconvers o (período de janela

XKYÝ^
imunológica, que tem duraç , em geral, de 3 a 8 semanas após o contato inicial); esclarecer um
Western blot indeterminado e avaliar a presença desta inf ecç m crianças nascidas de m es X
ñ KX Y4^
sabidamente infectadas pelo HIV-1.
M todo:
Reaç
ò m Cadeia da Polimerase - PCR
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
2 frascos com 5,0 mL de Sangue Total (EDTA) cada, colhidos assepticamente.
Laboratórios:

V
Enviar as amostras na temperatura ambiente. As amostras devem ser processadas, at m ximo 72 V [KY Z
ô
horas, após a coleta. Enviar em frasco est ril.
Conservaç o para envio:
Entre 2o e 25o C. N congelar. XKY
HIV PCR - QUANTITATIVO ULTRASENSÍVEL
Coment rios:

A realizaç XKYÝaK^ Z
ste exame est indicada para acompanhar a resposta tera tica após HIV -PCR `K]
quantitativo negativo ou quando a carga viral antingir valores abaixo de 75.000 cópias/ml. Apresenta
sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma. Pacientes com carga viral menor que 50

ñ KX Y4^
cópias/mL tem um prognóstico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 cópias/mL.
M todo:
Reaç
ò m Cadeia da Polimerase - PCR
Valor de Refer ncia:
Negativo
A sensibilidade do PCR HIV-1 Quantitativo Ultra-sensível varia de 50 a 75000 cópias do RNA do HIV -

óKô
1/mL.
Condi o:
1,5 de Plasma (EDTA).
Laboratórios:
O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril. Centrifugar a
1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,5 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar
V V
V4þ ÿ ô  Y
imediatamente e enviar no gelo.
Conservaç o para envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

Continua...
48 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
HIV PCR - QUANTITATIVO
Continu õKóPô o...HIV

Coment rios:

A quantificaç XKY4aKd
carga viral pode ser utilizada com o objetivo de:
XKYÓ`Kd
- Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progress
V
maior o nível do RNA do HIV, maior a destruiç o de c lulas CD4.
"!#
Tabela 1: Rel o entre a carga viral e progr $ &% % #
X Vo para AIDS:
ra AIDS). Sabe -se que quanto

Carga viral AIDS após 5 ' 


Tempo m io (em anos) de
(cópias de RNA/ml de plasma) anos de infecç  desenvolvimento da AIDS
> 36000 62% 3.5
13000 – 36000 49% 5.5
4000 – 13000 26% 7.7
4000 8% > 10

Z
- Determinar quando iniciar o tratamento. De acordo com CDC (Center of Disease Control/ USA/ 2000):
paciente sintom tico, contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral >30.000 (NASBA) ou > 55.000

XPXKYY  Zë Z ] Z
(PCR) cópias /ml.
- Avaliar a efic cia das drogas anti-retrovirais. Mudança de tratamento dever ser levado em conta se:
.N
Z
eda de pelo menos 05 a 0,75 log na carga viral, após um m s de tratamento.
. N cai para níveis indetect veis (menor que 50 cópias/ml) em 4 a 6 meses.
Z ]K[
XKY c[ PdaPY[PW
. Aumento da carga viral após manter níveis indetect veis sugerindo resist cia aos anti -retrovirais.
. Queda contí mero de linfócitos CD4 (>25%).
. Deterioraç clínica.
[ K X P Y X KcY ^
OBS: 1. Reduç es, aumentos ou oscilaç s entre dois resultados de exame de carga viral menores do

Z
que 0,5 log10 (~3 vezes)
PX c àY ^ Ka Y
s consideradas significativas do ponto vista clínico.

XKY4aKY
2. V rios fatores podem influenciar a variaç RNA do HIV no plasma. As mais comuns s
c^ XPY
ñ KX Y4^
M todo:
devido a ativaç sistema imune (infecç s intercorrentes ou imunizaç s).

Reaç
ò m Cadeia da Polimerase - PCR
Valor de Refer ncia:
Z V aK^
óKô
Negativo. O valor mínimo quantific vel
Condi o:
1,0 mL de Plasma (EDTA).
400 cópias de RNA viral/mL de plasma.

Laboratórios:
O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. V V
Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de Plasma em frasco est ril.
V
V4þ ÿ ô  Y
Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit.
Conservaç o para envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

HIV QUANTITATIVO - NASBA


Coment rios:
O NASBA

VY
teste aprovado pelo Minist rio da S V
utilizado na r lica para o dKWKaK^z^ ^KaK^Ç`PWKm
ñ detectar at
M todo:
V ð)(
acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Apresenta grande sensibilidade, sendo capaz de
cópias de RNA do HIV -1/mL.

ò
NASBA - Nucleic Acid Sequence Based Amplification
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
5,0 de Plasma (EDTA/ACD).
Laboratórios:

Z
O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA/ACD. V
Vô V
Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos, no m ximo de 4 horas após coleta. Aliquotar assepticamente
2,5 mL de Plasma em 2 frascos est reis. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco
est ril ou solicitar kit.

V
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.
Continua...
Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 49
ô
Continuaç o...HIV

HIV, RESIST NCIA GENOTÍPICA AOS ANTIVIRAIS


c ^Ó[KXKY K] [

Coment rios:

X
Detecta a presença de mutaç es no gene pol. do HIV -1, que levam à resist cia às drogas utilizadas no
tratamento da infecç o crônica, como os inibidores nucleosídeos nucleosídeos da transcriptase

Z
reversa, e aos inibidores da protease.
Este teste est indicado para:
]K[
- avaliar o padrXXPPYYaaPPY^ ]K[ Z XPY
- determinar a droga anti-retroviral de escolha quando o paciente apresenta fal cia ao tratamento atual.
vírus infectante na fase aguda da infecç pelo HIV.

W
- avaliar o padr resist cia na mulher gr vida.
XKYÁaKY c ^ ]P[ ]
ñ Z XKY X
Devido ao ac mulo de dados relacionados à interpretaç s testes de resist cia aos anti -retrovirais,
ser realizada uma atualizaç o semestral da tabela de mutaç s relacionadas à resist nci a.
M todo:

Y4\K^K[ V
Transcriç reversa do RNA do HIV -1, seguida de reaç XPY^
m cadeia da polimerase (PCR) da gene pol e

ò
seqüenciament tico.

óKX ô ]
Valor de Refer ncia:
N o foi detectada a presença de resist ncia
Condi o:

XKY4aKY ê V XPYåaK^
2,0 mL de Plasma (EDTA).
Enviar juntamente com a requisiç Genotipagem, um resultado de carga viral, com menos de 30
dias. A realizaç teste s possível em amostras com carga viral maior que 1000 cópias/mL.
Laboratórios:

Z V
O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. V
Xô Z
Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Separar em 2 frascos pl sticos est reis e congelar. Separar e
congelar no m ximo 4 horas após coleta. Anotar data da coleta e hora do congelamento nos frascos e na
requisiç o.

At V4 þ ÿ  Y
Conservaç o para envio:
ras à - 40C. Enviar em gelo seco.

Z
Limitaç es do teste:

XKYá`KY X X Z
É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). Tanto os testes
genotípicos quanto os fenotípicos s

X X XPYîaKVd
uco sensíveis a variantes minorit rias, presentes em um
percentual abaixo de 20% do total da populaç o viral. Como os m todos analisam os vírus que est se XKY
replicando ativamente no momento da amostragem, n o s o detectados vírus resistentes às drogas às
quais o paciente foi exposto no passado. A descontinuaç
selvagem que pode enganosamente sugerir susceptibilidade.
terapia leva a proliferaç tipo XPYîaKY

50 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


HPV, Captura Híbrida
Coment
rios:
Útil no diagnóstico e acompanhamento da infecç XKY«`P^ XKYâa c
lo HPV. Ident ifica 18 tipos do HPV divididos em

V
sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical. Permite a detecç e 1 pg/mL de DNA -HPV,
equivalente a 0,1 cópia de vírus por c lula. Considerado POSITIVO quando as relaç es RLU/PCA para
os vírus do grupo A (6, 11, 42, 43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16, 18, 31, 33, 35, 39,

ñ V45, 51, 52, 56, 58, 59 e 68) forem iguais ou maiores que 1.
M todo:
X
T cnica da hibridizaç o molecular associada a dos anticorpos monoclonais, tecnologia Digene

X VZ V Z
Coleta:

a solicitaç o m dica de CAPTURA H BRIDA com a descriç *


V XKYýa
O paciente poder ser encaminhado para colher o material no próprio laboratório. Para isso, necess ria
o local anatômico de onde deve ser
]
XPY
colhida a amostra. Para os casos de coleta c rvico-vaginal, solicita-se abstin ncia sexual de 3 dias e a
paciente n deve estar menstruada. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta,

X ñZ V
esta deve ser realizada em primeiro lugar. Amostras de swab cervical deve ser coletado antes da
aplicaç o do cido a c tico e iodo, no exame colposcópico.
Laboratórios e m dicos:
Solicitar kit especial para coleta do material.

X V Z
Instruç es:

[KXKY ^PWKaKY
N o recomend vel efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia pr via; evitar contaminar a V KX Y
XKY÷[KY
escova; a presença de sangu e (
qualquer alteraç
menstrual) ou cont

XPYÁ`K^
vaginal supostamente infectado n traz

`K]K[
resultado; efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi
(colo uterino, vagina, vulva, regi rineal e perianal,
se quer estudar
is, cavidade oral), preferentemente nas reas
XPYöë K^ Z
Z
consideradas suspeitas. Na coleta de material da pele, essa deve ser umedecida com soro fisiológico,
raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro do tubete com o uso da escova;
inserir a escova no tubete imediatamente após a coleta do material; quebrar a haste, fechar o tubete
X
fixando-o na caixa de transporte. Preencher corretamente a ficha de solicitaç o e coloc -la no interior da
caixa.
Z
Nota:
V
- A Captura Híbrida cont m sondas \K]P[
icas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos onco - \P]
nicos.
]K[
XKYÛaKY V
- Resultado NEGATIVO indica aus cia de DNA-HPV dos tipos pesquisados.
- Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar, a crit rio clínico, pesquisa do(s) tipo(s) específico (s).
- Em virtude da biologia viral, a comparaç resultado da Captura Híbrida com o da citologia e o da

V c^
anatomia patológica, só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias.

XKY
- Valores das relaç s RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50, indicam peque
X
mero de cópias [PY«[KW
V
virais por c lula, podendo significar infecç inicial ou em fase de remiss o espontânea. Nesses casos, a

]
crit rio clínico, sugere-se, antes de qualquer tratamento, confirmar a presença de infecç o ativa com X
Z
nova coleta após intervalo de tr s me ses.

`K ] ô
- Para aferir a efic cia do tratamento, indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da
tera tica.
] V
Conservaç o para envio:
c^
Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at XKY semanas em
temperatura ambiente. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2 o e
Vÿ
8o C por 1 noite, após entre - 5 a - 25o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 51


HPV, PCR - Tipagem
VX Z K\ XPY aP]K[
Coment
rios:
O HPV m vírus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos ór s genitais

de que o HPV desempenha um papel na carcino \K]K[K^


e na regi o anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica. H forte evi cia
Z
se da genit lia externa, das neoplasias
intraepiteliais vulvares, dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do col tero. Em «Y Pa «^ W
Z XPYù\P^ X K Y å a
mais de 90% dos casos de câncer cervical, existe a presença de DNA do Papiloma Vírus Humano (HPV).
Existem mais de 70 genótipos do HPV, e j foram identificados mais de 30 tipos infectando a genit lia Z
YP\K]K[
humana. Os tipos de HPV associadas à infecç nital s ivididos em categorias de alto e baixo

V c^ X X mV ^ V
risco, conforme seu potencial onc ico (ver tabela).
Esta t cnica apresenta alta sensibilidade para detecç o da infecç o pelo HPV capaz de definir
exatamente o tipo do HPV relacionado às les s clínicas. Identifica tam m a presença de infecç s
mistas (por mais de um tipo diferente).
c^
Risco
XKY
Associaç freqüente
Tipo do HPV
XKY
Associaç menos freqüente
31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 55, 56, 58, 59, 62, 66, 67, 68, 70,
Alto Risco 16, 18 MM4, MM7, MM9, CP6108, CP8061, CP8304 e CPLVL1
Baixo Risco 6, 11
Nota: Sensibilidade do teste Va ] 26, 34, 40, 42, 43, 44, 53, 54, 57; 73, e MM8

V ]
e 15 cópias do genoma do HPV. Para aferir a efic cia do tratamento, Z
ñ indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da terap tica.
M todo:
X XKY
óKô
PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase e Polimorfismo de Fragmentos por Enzima de Restriç (RFLP)

c ] ^PX `KW X
Condi o:
Raspado de les es ou raspado de regi o considerada suspeita: colo uterino, vagina, vulva, regi o
perianal, perianal, anal, p nis, glande, pr cio, bolsa escrotal, cavidade oral, biópsia de colo, uterino.
Cuidados
-N XKY V K^ P[ Ka Z K[ aKZ [K]
- É recom
recome vel efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia pr via.
vel fazer absti ncia sexual 3 dias antes da coleta. Se houver necessidade da coleta de
V
citologia na mesma consulta, esta deve ser realizada em primeiro lugar.
- Amostras de swab cervical deve ser coletada antes da aplicaç
colposcópico.
KX «Y Ka «Y Z
cido ac tico e iodo, no exame V
XKY
- Evitar contaminar a escova de coleta.
- N realizar a coleta durante o período menstrual.
Coleta
- Solicitar kit especial para coleta do material.
XKY
- Efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi que se quer estudar, preferencialmente nas reas Z
Z
consideradas suspeitas. Na coleta de material da pele, essa deve ser umedecida com soro fisiológico,
raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro de tubetes com uso da escova de
coleta.
- Inserir a escova de coleta no tubete imediatamente após a coleta do material, quebrar a haste, fechar o

Z
tubete fixando-o na caixa de transporte.

ô Z
- O material dever ser enviado o mais r pido possível.
Conservaç o para envio:
c^ XKY
Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at 2 semanas, em
temperatura ambiente.
V
Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2o e 8o C por 1 noite, após
entre - 5o a - 25o C.

52 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


HTLV-I, PCR
Coment
rios:
V ` P Z V
O HTLV-I um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de c lulas T do adulto (LLTA), com uma

HTLV-I (MAH). Sua transmiss


Z XKYýY V XKY«`P^ X K Y ý a X K Y
desordem neurológica denominada de “paraparesia es stica tropical” e com a mielopatia associada ao
corre atrav s de transfus e sangue, contato sexual e seringas
contaminadas (usu rios de drogas). A transmiss
V
anticorpos anti-HTLV-I, detectados atrav s do Elisa, V^ Z ëK]K[
rinatal ainda n foi comprovada. A presença de
ncontrado em alta fre cia em pessoas
V
V Z mV
apresentando as desordens mencionadas acima. Todo Elisa positivo dever ser confirmado atrav s da
t cnica Western blot ou do PCR. O PCR est indicado tam m, para pacientes com sorologia

ñ inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I.

òX
M todo:
PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
Negativo

10 mL de Sangue total (EDTA).


Laboratórios:

V
Enviar na temperatura ambiente (2o a 25 o). As amostras devem ser processadas em at , no m ximo 72 V Z
ô
horas após a coleta. Enviar em frasco est ril.
Conservaç o para envio:
Entre 2 o a 25o C. N congelar. XKY
Micobact + rias, identifi ,-  o em cultura
Coment
rios:
XKY Z Z `V
O exame se destina a identificaç r pida das v rias es cies de micobact rias isoladas a partir do meio V
c ^ dKXP`KY] aKY¿`Kd P^ [KXPY Z
de cultura, de qualquer material clínico (M. tuberculosis, M. avium, M. intracellulare, M. fortuitum, M.

ñ KX Y4^ Z
kansasii, M. gordonae, etc.). Útil na avaliaç ciente q est respondendo aos
tuberculost ticos, ajudando a guiar decis s ter ticas.
M todo:
Reaç
ò m Cadeia da Polimerase (PCR) e Enzima de Restriç (RFLP)
Valor de Refer ncia:
XPY
óKô
Negativo
Condi o:
Colônias isoladas em meio sólido (tubos de Lowestein -Jensen ou placas Middlebrook 7H10 ou 7H11) ou

V . ô
10 mL de Caldo de cultura (Caldo Middlebrook 7H9).
Conservaç o para envio:
At meses entre 2o a 8o C. N congelar. XKY
Mycobacterium Tuberculosis, PCR pesquisa
Coment
rios:

ZK` aPY V ^
A tuberculose permanece como um dos maiores problemas de s d dKW ^í`PWKm
lica em todo mundo. O
diagnóstico r i

ZK` V
ssencial para início do tratamento apropriado e controle dos contatos. Detecta
diretamente o DNA da micobact ria nas amostras clínicas. Trata-se de t cnica específica, sensível e
r ida, permitindo o diagnóstico e tratamento precoce, auxiliando no controle de disseminaç o da
V X
ñ KX Y4^
doença.
M todo:

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase (PCR)

dK[  X
X
5,0 mL de Escarro - Lavado brônquico alveolar - 1a urina da m
Secreç o orofaringe.
ZK`
(após assepsia) - Líquido Pleural -

- Refrigerar e enviar o mais r ido possível.


XKY XPYîaK^ X
ôV0/ ë K^ V V
Obs.: Este exame pode apresentar contaminaç (falso -positivo), ou inibiç replicaç o, (falso -
negativo), uma característica do m todo.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 53


54 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
17 Cetosteróides Neutros Totais 1 17 KS
X
Coment
rios:

[KX Z
S o derivados dos andrógenos, sendo os catabólitos urin rios do DHEA, SDHEA, androstenediona,
androstenediol, androsterona, mas o da testosterona. Cerca de 75% dos 17 KS prov m da adrenal, ]
X c XZ V V a
tendo o restante origem testicular no homem. Em mulheres, se originam principalmente na adrenal. Pode

XKYì^
ser realizado após supress o com dexametasona, à crit rio m ico. A importância clínica desse teste foi

]
superada pelas demais determinaç es da funç o adrenal. Valores elevados s

Z XKY4aK^
ncontrados na
hiperplasia adrenal cong nita, síndrome dos ov rios policísticos, tumores de testículo, tumores da supra-

ñ renal, doença de Cushing, tumores hipofis rios, administraç


M todo:
ACTH e corticóides.

Drekter
Valor de Refer ncia:
2 Homem
ò3
10 a 20 mg/24h
4 Mulher 3
5 a 15 mg/24h
4 Crianças - ambos os sexos (< 1 ano): 1,0 mg/m2 superfície corporal
- feminino (1 a 10 anos): 0,3 a 1,0 mg/24h por ano de idade

Condi o: óKô
Urina de 24h.
- masculino (1 a 13 anos): 0,3 a 1,0 mg/24h por ano de idade

X
- Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina.
- Ingest o normal de líquidos, sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo).
Laboratórios:
V
Enviar 30 mL de Urina e informar volume total.

V( 5 c^
VOLUME URIN RIO, deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de coleta corretamente:
- At 4 anos: questionar volume > 500 mL
- 05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL
- 10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL
- 15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL.

Instruç es de Coleta:
Z
V4þ ô
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 55


17 Hidroxi Esteróides Cetog 6 nicos 7 17 OH
Coment
rios:
X X K[ Z
Fornece uma estimativa do produç o do cortisol. A excreç o uri ria de 17 hidroxicorticóides reflete os
metabólitos do cortisol. Algumas drogas podem interferi r no resultado: espironolactona, clordiazepóxido,

XKY V Va [KZ ] K [
fenobarbital e fenitoína. É utilizado como teste de triagem de hipercorticolismo. Pode ser realizado após
supress com dexametasona, à crit rio m ico. Níveis uri rios elevados podem ser encontrados no  K^ K` Z
ñ c^ Z
hipertireoidismo. Hipotireoidismo, jejum prolongado, insufici cia renal e
concentraç s urin rias baixas.
M todo:
tica podem acarretar

Norymberski
Valor de Refer ncia:
8 Adultos
ò9
9 a 24 mg/24h
8 Crianças - ambos os sexos (< 1 ano): 1,0 mg/m2 superfície corporal
- feminino (1 a 10 anos): 0,5 a 2,0 mg/24 horas por ano de idade

Condi o: óKô
Urina 24h.
- masculino (1 a 13 anos): 0,5 a 2,0 mg/24 horas por ano de idade

X
- Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina.
- Ingest o normal de líquidos, sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo).
Laboratórios:
V
- Este teste n XK; Y V
Enviar 30 mL de Urina e informar volume total.
feito sozinho veja tamb m 17 KS. :
c^
V(
VOLUME URIN RIO, deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de colet a corretamente:
- At 4 anos: questionar volume > 500 mL
- 05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL
- 10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL
- 15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL,

Instruç es de Coleta:
Z
V4þ ô
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

5-Nucleotidase
Coment
rios:

XKY X Z
É uma enzima usada no diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares. Encontra -se elevada (4 a 6

Z
vezes) na obstruç o biliar, colestase intra -hep tica e cirrose biliar. Aumentos discretos ou níveis normais

X
s encontrados nas doenças parenquimatosas hep ticas. Níveis elevados podem ser observados

Z
durante o uso de anticonvulsivantes. Relaç o GGT/5 -nucleotidase menor que 1,9 tem sensibilidade de

ñ 40% e especificidade de 100% para colestase intra-hep tica.


M todo:
Enzim tico Z ò
óKV ô 
Valor de Refer ncia:
At U/L
Condi o:

V4þ ô
0,8 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

56 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


<
cido Cítrico, dosagem

Coment rios:
X Z Z X
A determinaç o do cido cítrico na urina tem um interesse na exploraç o do metabolismo fosfoc lcico, ZZ
W ZW W W W XKY
das tubulopatias e dos cidos do ciclo de krebs. O citrato tem importância marcante na calculose urin ria
recidivante. A hipocitrat ria pode ocorrer isolada ou associada a hipercalci ria, hiperuricos ria,

W aPYÁZ aKY»W PX ìY a [KZ


hiperoxal ria ou dist rbios intestinais. O citrato administrado via oral, leva a um aumento na reabsorç

Z XPYàaK^ X K Y X
tubular renal de c lcio, promovendo hipocalci ria. A elevaç o pH uri rio, que acompanha a

ñ
administraç citrato, aumenta a solubilizaç
Z Z
novos c lculos e o crescimento dos c lculos j existentes.
ci rico. O citrato reduz a taxa de formaç o de

M todo:
Enzim tico Z ò
Valor de Refer ncia:
=
Criança at 10 anos
= >
V >
> 0,96 mmoL/24h ou 200 mg/24h
Adultos > 1,53 mmoL/24h ou 320 mg/24h

óKô
Obs.: mmoL/24 X 208 = mg/24h
Condi o:
Urina 24h.
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (o uso do conservant
Laboratórios:
^ V YKm
rigatório).

Enviar 5 mL de Urina, informar volume total.



Instruç es de Coleta:
ZK\
V4þ ô
Veja Urina 24 h p . 353
Conservaç o de en vio:
At dias com conservante. Refrigerar (facultativo).

<
cido L ? tico
Coment
rios:
Z \PZ ]K[ V Z
^ P ` K Z XPY ] X
O cido l tico (lactato) m intermedi rio do metabolismo dos carboidratos, sendo o principal metabólito

]P[ W
do glico io em anaerobiose. Valores elevados s encontrados no pós -prandial, após exercícios
físicos, no choque, insufici cia renal, h tica, intoxicaç o por etanol, uso de medicamentos
Y aK^ýZ
ZZ ^ Z Z XKY X K Y
(biguanidas, salicilatos, barbit ricos), glicogenoses cong nitas, anomalias do metabolism
graxos e amino cidos. Níveis elevados d cido l tico no líquor est relacionados à meningite
cidos

ñbacteriana, ao contr rio da meningite viral, onde níveis normais s


M todo:
Enzim tico Z ò
sualmente encontrados.

Valor de Refer ncia - Plasma:


5,7 a 22,0 mg/dL
ò
Valor de Refer ncia - Líquor:

Condi o: óKô
10,8 a 18,9 mg/dL

0,8 mL Plasma (EDTA + Fluoreto, 2 gotas para cada 2,0 mL de Sangue).


Líquor.
Instruç es: 
XKYâ[Kd  Y ZK`
Cliente deve estar em repouso. Caso tenha feito algum exercício físico, repouso de 30 minutos. Evitar
movimentos de abrir e fechar a m ra da coleta do sangue. Garroteamento r ido. Dessorar
rapidamente.
Conservaç o de envio:ô V
V
Plasma: at 6 dias entre 2o e 8o C.
Liquor: at 24 horas entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 57


<
cido O @A lico

Coment rios:
A excreçB XKY [KZ Z
ri ria do oxalato
Z VW
m preditor de nefrolitíase. Hiperoxalat ri W Yùd aP^ùV aPZ ^ Z
tect vel em 30% dos

XKYÓZ `KdKY m X
pacientes com c lculos urin rios compostos por oxalato. A dieta e o us cido ascórbico podem
alterar os resultados. Hiperoxal ria pode decorrer de m
XKY
sorç o intestinal, doenças infla matórias

ñ Z Z
intestinais, pós -operatório de bypass intestinal, intoxicaç r etineloglicol e ingest insuficiente de
c lcio.
M todo:

C
òD
Enzim tico
Valor de Refer ncia:
Criança 13 a 38 mg/24h
CMulher D
4 a 31 mg/24h
C
óKô
Homem
Condi o:
D
7 a 44 mg/24h

Urina 24h.
XKY
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. N Refrigerar.
Laboratórios:
Enviar 15 mL de Urina e informar o volume total.
Dieta (sugerida ou C.O.M.):
Zå^
O paciente dever vitar qualquer alimento ou medicamento que contenha vitamina C, durante 48:00
horas.

X XPY Z
Evitar: lim , abacaxi, morango, gelatina, acerola, laranja, c lcio, espinafre, tomate.
N o colher durante o período de cólica renal.
c ^ `KZK\
V4þ ô
Após dieta, colher urina de 24h conforme instruç s . 353.
Conservaç o de envio:
At dias entre 18 a 25o C.
<
cido Úrico, dosagem

c YíZ VaKYíW XKYÁV ^P[ V íY ` Z


Coment
rios:

dKm V ]
Sangue: ci rico roduto final do metabolismo das purinas, estando elevado em v rias

]K[
situaç es clínicas al m da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia t m gota. Níveis
elevados tamb m s contrados na insufici cia renal, etilismo, cetoacidose di tica, psoríase, pr - V
X K Y Á a P Y V ^K[ V
eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós -quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol,

WPm
ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diur ticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas.
Diminuiç s níveis contrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos t los renais, porfiria, uso

intoxicaç XPY`PY aKYýZ aKYýW Y V ^


de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil,
r metais p esados e no aumento do clearence renal.
VW U
Z XKYâaKZYE [PZ XKYÁaKdPë K^
Urina: cerca de 70% ci
c lculos urin rios para identificaç
diminuiç
ric
XKY Z V
liminado pelos rins. Esta dosagem
les com excreç
til em pacientes com
rin ria de urato aumentada. lcool causa
ra to uri rio. Anti-inflamatórios, vitamina C, diur ticos e warfarim podem interferir no

ñ V Z W
resultado.
Líquido sinovial: pode ser til no diagnóstico diferencial de artropatias.
M todo:
Colorim trico Enzim tico

SANGUE
Valor de Refer ncia:
FMulheres
òG
2,4 a 6,0 mg/dL
F
Condi o: óKô G
Homens 3,4 a 7,0 mg/dL

1,0 mL de Soro.

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Continua...
58 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Continua... HJI IDO ÚRICO

URINA
ò
Valor de Refer ncia - 12h:
75 a 425 mg/12h
ò
Valor de Refer ncia - 24h:

óKô V
150 a 850 mg/24h
Condi o:
Jato m dio da 1 a Urina da m dK[  X
.
*Urina 12h.
*Urina 24h.

XKY
- Adultos, Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.
- *Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. N Refrigerar, manter em local fresco.
Laboratórios:
Z
*Enviar 5 mL de Urina, informar o volume total, hor rio inicial e final da coleta.

Instruç es de Coleta:
ZK\
Veja Urina 12 horas e Urina 24 horas p . 353

ñ
LÍQUIDO SINOVIAL - DOSAGEM
M todo:

Colorim trico Enzim tico Z
Valor de Refer ncia:

óKô
Semelhante ao Soro
Condi o:

V 4ô a
2,0 mL Líquido Sinovial.
Conservaç o de envio:
At ias entre 2o e 8o C.

Adenosina Deaminase K ADA


Coment
rios:
V XKY ^ XPY Z
ADA ma enzima que cataliza a convers
diferenciaç
XKY©aKd KX Y
adenosina à inosina, participando do processo de
proliferaç d e linfócitos. Níveis elevados de ADA s indicadores indiretos de
tuberculose meníngea, peric rdica e peritoneal. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para

Z
diagnóstico de tuberculose; no líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%; no líquido

X
peric rdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%; no líquido ascítico tem sensibilidade de

c XKY mV
95% e especificidade de 96%. A dosagem de ADA no soro n o tem valor diagnóstico. Resultados falso -
negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em

ñ infecç es bacterianas, criptocóccicas e neoplasias. N substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose.


M todo:

Colorim trico

V0L ( Z Viÿ (
Valor de Refer ncia:
Soro: at ,0 U/L

V Viÿ (
Líquor/Líq. peric rdico: at
Líq. Ascítico: at ,0 U/L
,0 U/L

óKô 0L (
Líq. Pleural: at
Condi o:
,0 U/L

0,5 mL de Soro.

ô V Z
Líquor - Líq. Pleural - Líq. Ascítico - Liq. peric rdico.
Conservaç o de envio:

V 4a
Líquidos: at 2 dias entre 2o e 8o C.
Soro: at ias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 59


Aldolase
Coment
rios:
Essa enzima V
utilizada na avaliaç XPYÙaKY
s quadros de fraqueza muscular. Níveis elevados s XKY
mV
Níveis elevados tam m podem ser encontrados em doenças
 ^K`PZ
encontrados nas fases iniciais as doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite.
ticas, pancreatite, infarto do mioc rdio Z
ñ e neoplasias. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias.
M todo:
Enzim tico Z ò
Valor de Refer ncia:
M
M
R. Nascido
10 a 24 meses
at N
,6 U/L
N
3,4 a 11,8 U/L
V Kï
M
> 2 a 16 anos N
1,2 a 8,8 U/L
M
óKô
Adulto
Condi o:
N
1,7 a 4,9 U/L

V4þ ô
0,8 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Amilase
Coment
rios:
dV
Sangue: enzim excretada pelo pâncreas, sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. Eleva -se 12h
KX Y
XKYö^ m V X
após início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias. Valores 3 a 5 vezes acima do nível normal s

Z W dö` V `
considerados significativos. Níveis elevados tam m s o encontrados em tumores periampulares,
caxumba, lcer tica perfurada, obstruç infarto intest inal, colecistopatias sem pancreatite, cirrose
hep tica, aneurisma de aorta, apendicite, traumas, queimaduras, uso de colin rgicos, meperidina e V
morfina. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos.
V
Urina: utilizada juntamente com a dosagem s rica no diagnóstico de pancreatite. Na macroamilasemia
V
Z
encontramos a amilase ligada a uma proteína maior, determinando níveis s ricos aumentados e níveis
urin rios normais, sem significado patológico.
X
Líquido ascítico/Líquido pleural: níveis elevados de amilase nas líquidos pleural e ascíticos est o
XKY÷^öY Z
Y V [PY X K Y
associados à pancreatite, ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Amilase no líquido
ascítico em valores 3 vezes maiores que no soro s indicativos de pancreatite. Em 10% dos casos de

ñ [V
pancreatite amilase no soro e líquido ascític
M todo:
rmal.

óKô
Ci tico CNP
Condi o:
0,8 mL de Soro.
Urina 24h - Urina 2h.

V ï)ò ( VOL )(


Líq. Ascítico - Líq. Pleural.
Valor de Refer ncia:
Soro: at U/L
Urina 24h: at
Urina 2h: at Viÿ ð)(
U/24 h.
U/2 h
Líq. Ascítico/Líq. Pleural: Igual ao soro.
Laboratórios:
Enviar 5 mL de urina e informar volume total.

Instruç es de Coleta:
ZK\
V4þ ô
Veja Urina 2 ou 24h p . 353
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

60 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Amilase, Clearence
Coment
rios:
É utiliz ado no diagnóstico da macroamilassemia, n XKY sendo, entretanto, marcador específico. Na

ñ [V
macroamilasemia encontra-se clearence baixo.
M todo:

óKô
Ci tico CNP
Condi o:

ò
0,8 mL de Soro + 5 mL Urina 24h.
Valor de Refer ncia:

V4þ ô
1,2 a 3,8%
Conservaç o de envio :
At dias entre 2o e 8o C.

Amônia
Coment
rios:
X ZV
Z ^KWPaK] Y d V  P^ `KZ
A amônia (NH 3) circulante origina-se da aç o de enzimas bacterianas nos amino cidos presentes no
cont

m V X X
do intestino delgado e grosso. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da ur ia. Excluindo as

Z
vari veis pr -analíticas, as principais causas de hiperamonemia s o erros inatos do metabolismo e a
insufici nci
XKY XKYå`Kd XKY Z
tica. Aumentos de amônia plasm tica tam m s o encontrados na: Síndrome de Reye,
tabagismo, terapia de hiperalimentaç , nutriç renteral total , infecç rin ria, neonatos normais

Z ] XKY4^K[ XKY4`KY V
(transitória), uso de valproato, sangramento gastro -intestinal, choque, hipovolemia, miopatias

ñ Reduç XKY4aKY
mitocondriais, asfixia perinatal, insufici ncia cardíaca congestiva e infecç
s ní veis de amônia plasm tica s
r bact ria urease -positiva.
contrados na Hiperornitinemia.

óKô Z
M todo:
Enzim tico UV
Condi o:

0 a 10 dias
ò
1,0 mL de Plasma heparizado.
Valor de Refer ncia:
P
100 a 200 µmoL/L
10 dias a 2 anos P
40 a 80 µmoL/L
> 2 anos P
10 a 47 µmoL/L

Z V
Nota: O resultado da Amônia deve ser interpretado tendo em vista a possibilidade de alteraç s c^
ô
decorrentes de vari veis pr -analíticas (coleta, transporte, tabagismo, hemólise).
Conservaç o de envio:
Enviar congelado.

Apolipoproteína A1 e B
Coment
rios:

XKY V V
A apolipoproteína A-1 (apo A-I) o principal componente prot ico da partícula HDL. É um fator de
V
proteç contra doenças coronarianas e o acidente vascular cerebral. A Apolipoproteína B (apo B -100)
o principal constituinte das seguintes partículas: VLDL, IDL, LDL e lipoproteína (a). Apo B- )((
fator de V
ñ risco para doença coronariana.
M todo:
Imunoturbidimetria
ò
Valor de Refer ncia - APO A1:
91,0 a 175,0 mg/dL
ò
Valor de Refer ncia - APO B:

óKô
63,0 a 133,0 mg/dL
Condi o:
1,0 mL de Soro.

Vô
- JO 12h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 61


Bilirrubinas, dosagem
Coment
rios:
A bilirrubi [Kd V ^VW
um produto da quebra da hemoglobina no sistema retículo endotelial, conjugada no fígado
para, a seguir, ser excretada na bile. Test
V V
til para diagnóstico d iferencial de doenças hepatobiliares e

Z ^K`KX Z Z

outras causas de icterícia. Ict ríca se torna clinicamente manifesta quando bilirrubina total maior 2,5

Johnson, Rotor), les XKYâaK^  ^K`


mg/dl. Causas de aumento de bilirrubina direta (conjugada): doenças
X
ticas heredit rias (Dubin -
atócitos (viral, tóxica, medicamentos, lcool) e obstruç o biliar (litíase,

Z X
neoplasias). Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais s o sugestivos de causa pós -

X
hep tica. Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas, hemólise autoimune,
Z
ñ V K^ K` Z
transfus o de sangue, reabsorç o de hematomas, eritropoiese ineficaz e doenças heredit rias (Gilbert,
Crigler-Najar). Uso de drogas que ativam o sistema microssomal h tico podem reduzir as bilirrubinas.
M todo:

Q
ò
Colorim trico
Valor de Refer ncia:
Direta R VV ((
at ,4 mg/dL
Q
Q
Indireta
Total
R
V V
at ,8 mg/dL
R
at ,2 mg/dL

Idade
Cord o X Pr -maturo
2,9 mg/dL
ñ
Bilirrubina Total (Rec m Nascidos):
Termo
2,5 mg/dL
< 24 horas 8,0 mg/dL 6,0 mg/dL
< 48 horas 12,0 mg/dL 10,0 mg/dL
3 a 5 dias 15,0 mg/dL 12,0 mg/dL

Condi o: óKô
7 dias

1,0 mL de Soro.
15,0 mg/dL 10,0 mg/dL

V0S ð ô  Y
- Proteger da luz.
Conservaç o de envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

62 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


C A lcio
Coment
rios:
Z Z
Sangue: o c lcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). Hipercalcemi encontrada dV X
K]X ÓY K^ [ ]
no hiperparatireoidismo, algumas neoplasias com ou sem met stases ósseas, mieloma, desidrataç o,

V ZÇdKm Z XKY
hipervitaminose D, síndrome de imobilidade, hipertireoidismo, hepatopatias, insufici ncia renal,

c ^Z
sarcoidose, linfoma, uso de diur ticos e estrógenos. Níveis baixos de c lcio total s contrados na
osteomal cia, pancreatite, hipomagnesemia, hipervolemia, m
c Z^
sorç , defici ncia vitamina D,

X
diminuiç s da albumina, e em situaç s que cursam com fó sforo elevado (insufici cia renal, ]K[
X
hipoparatireoidismo). Níveis críticos de C lcio total s o aqueles inferiores a 6 mg/dl e superiores a 14
mg/dl. Na interpretaç o dos valores normais deve -se levar em conta níveis de albumina. Hemólise pode

V W X P Y Á a K ^ Á [ K ^ XPY a
elevar seus resultados.
Urina: til na investigaç os efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorç ssea. Tam m XKYýê m V XKY
V` W V
utilizado na avaliaç frolitíase. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. Sua determinaç

X
referida na urina de 24h; urina recente pode ser utilizada realizando a raz c lcio:creatinina.
ZKX Y Z W
XPY W Z
Hipercalci ria encontrada nas hipercalcemias, hiperabsorç o intestinal de c lcio, dist rbios da

P[KaKZ ]
reabsorç tubular de c lcio, corticoterapia, osteoporose, acromegalia, hipertireoidismo, feocromocitoma,
Z
V
Cushing. Hipocalci ria pode ser sec
alcalose, uso de diur ticos e estrógenos.
ria à hipocalcemia, insufici ncia renal, osteomal cia, raquitismo,

ñ
SANGUE
M todo:
Colorim trico Vò
Valor de Refer ncia:

óKô
8,5 a 10,4 mg/dL
Condi o:

Viÿ õPóKô
0,8 mL de Soro.
Conserv o de envio:
At semanas entre 2 o e 8o C.

ñ
URINA
M todo:
Colorim trico Vò
Valor de Refer ncia:
T Com Dieta at U
mg/24h VViÿKðVðV((
T
óKô
Sem Dieta
Condi o:
at U
mg/24h

Urina 24h - Urina recente.


- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. N Refrigerar.
Laboratórios:
XKY
Enviar alíquota 5 mL e informar o volume total.

Dieta Pobre em C lcio (sugerida ou C.O.M.):


Z X
O paciente dever permanecer 4 dias sem ingerir os seguinte alimentos: leite e seus derivados
(manteiga, queijo, requeij o, creme de leite, etc.).
Coleta
W
W U
Do 3o para o 4o dia da dieta, colher urina de 24 horas, permanecendo sob dieta. U
W [KXKY
Clorídrico 6N (HCL 6N). O cido Clorídrico 6N ser fornecido pelo Laboratório. Z
Colocar no frasco, rigorosamente antes de começar a coleta, 20 mL por litro de urina de cido

W Deixar em temperatura ambiente, colocar em geladeira.


X
Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o, trazer ao Laboratório assim que terminar a
W coleta.
X
N o colher durante o período de cólica renal ou em uso de medicamentos, neste caso, esp erar 10 dias
(C.O.M.).

Instruç es de Coleta:
Z
Viÿ ô
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At semanas com uso de HCL 50% em temperatura ambiente.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 63


C A lcio Iônico
Z XKY Y V V d X
Coment
rios:
O c lcio iônic Z dK[  X V Z
fraç o biologicamente ativa do c lcio s rico total, re presentando 43% desse. Sua
concentraç mais baixa à noite e maior pela m

Z
. A dosagem do c lcio iônico independe da
albumina, entretanto varia com o ph (aumenta na acidose; diminui na alcalose). Vide alteraç s c^
ñ patológicas no c lcio total.
M todo:
XKY4d Z X
ò
Eletrodo Seletivo c/ correç
Valor de Refer ncia:
tom tica p/ variaç o do pH

X V Kð4dK[KY Y
X Adultos Y1,17 a 1,32 mmoL/L ou 4,70 a 5,28 mg/dL
at s 1,20 a 1,35 mmoL/L ou 4,80 a 5,40 mg/dL
X Y
R.Nascido: 0,7 mmol/L Hipocalcemia Severa

óKô X K Y Y
0,8 mmol/L Hipocalcemia Moderada
Y
Obs.: Fator de Convers : mmoL/L mg/dL x 0,25.
Condi o:
1 tubo de Soro (tubo gel).
Laboratórios:

XKY Z
Dessorar rapidamente e congelar imediatamente, em frasco de pl stico com tampa tipo Eppendorf, tubos

XPY Z
de soroteca ou vidro, de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível (menor volume de
]P[
X XKY
ar no interior do tubo). N enviar a amostra em pipetas de pl stico. Evitar a transfer cia da amostra de
um tubo para outro repetidas vezes, pois, quanto maior a manipulaç , ma ior o aumento do pH, que

V  ô
bloqueia a leitura do aparelho. Tubos tipo Eppendorf de soroteca s o fornecidos pelo laboratório.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Capacidade de Combin Z  o do Ferro


Coment
rios:

XKY«aPY
Os sítios agregados de ligaç XKY
ao ferro de toda a transferrina correspondem à capacidade de
combinaç

Z
ferropriva, uso de anticoncepcionais e gravidez. Valores normais ou baixos s XKX Yö^P[
ferro total. Útil no diagnóstico diferencial das anemias. Encontra -se elevado na anemia
contrados nas anemias

K[ d V XPY X
de doenças crônicas, siderobl sticas, hemolíticas, hemocromatose, desnutriç o e estados inflamatórios.
A ferriti mais sensível que a capacidade de combinaç do ferro para avaliaç o da falta ou excesso

óKô m V V
de ferro.
Veja tam m ITL, ferritina e ferro s rico.
Condi o:
1,5 mL de Soro.

V [ ô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ñ
LIVRE
M todo:
Schade
ò
Valor de Refer ncia:
140 a 280 µg/dL

ñ Z
TOTAL
M todo:

ò
C lculo baseado no Ferro e Capacidade Livre
Valor de Refer ncia:
250 a 410 µg/dL

64 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


C \ lulas Orangiófilas, pesquisa

XKY÷XKaKY4d _ V V
Coment
rios:

mV V V
No teste do azul do Nilo, realizado no líquido amniótico, o percentual de c lulas orangiófilas (c lulas
fetais e do v rnix que se coram de laranja) tilizado para determinaç maturidade tegumentar fetal.

ñ Veja tam m Fosfatidil Glicerol, Fosfolípides, Teste de clements, Relaç


M todo:
E.

Azul de Nilo
Valor de Refer ncia:
]Abaixo de 1%
ò ^
antes de 34 semanas
]entre 1 e 10% ^
entre 34 e 38 semanas
]entre 10 e 50% ^
entre 38 e 40 semanas
]
óKô
acima 50%
Condi o:
^
40 semanas em diante

Viÿ_ ô  Y
1,0 mL de Líquido Amniótico.
Conservaç o de envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

Cetonemia, pesquisa
Coment
rios:
XKYÙa Z
] V
Privaç e carboidratos e aumento do metabolismo de cidos graxos resulta em aumento da

V
cetonemia: diabetes melito descompensado, etilismo, estresse, vômitos, diarr ias e doenças
metabólicas. Falso -negativos e falso-positivos podem ocorrer, al m da interfer ncia de drogas, como a

ñ levodopa.
M todo:

Colorim trico - Tira Reativa
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
Negativo

1,0 mL de Soro.

V0_ ð ô  Y
- JO 10h.
Conservaç o de envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

Clements, Teste de
Coment
rios:

X V ^áaK^`Z ( ZK\ Kd X c^
Teste de Clements (teste das bolhas) deve-se à capacidade da lecitina de formar bolhas quando em
presença d lcool absoluto e

os tubos
. S o feitos 3 tubos com diluiç s crescentes, o que permite

Z Z
avaliaç o da maturidade fetal. O risco de membrana hialina para o resultado de bolhas est veis em todos
,5%, subindo para 15% se houverem bolhas est veis apenas no primeiro e segundo

Z4^ m V V
tubos. Se os 3 tubos forem negativos, ou apenas o primeiro for positivo, o índice de membrana hialina
ser m torno de 80% e 30%, respectivamente.
XKY4_
ñ XKY4aK^4mKY
Veja tam m C lulas Orangiófilas, Fosfatidil Glicerol, Fosfolípides, Rela ç
M todo:
E.

Formaç

K
X 4
Y òaK^4mKY Z
Valor de Refer ncia:
lhas devido a presença de Lecitina e Esfingomielina, ricas em lípides

óKô
Formaç
Condi o:
lhas est veis à partir do 3 o tubo.

Vô
6,0 mL Líq. Amniótico.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 65


Cloreto de Sódio no Suor
Coment
rios:
Teste do cloreto de sódio no suor VW
til na investigaç
] K [ XKY©aKd Z ^V
fibrose cística (mucoviscidose). É uma

V W X X
herança autossômica recessiva que determina defici cia da proteína respons vel pelo transporte de
cloro pelas c lulas epiteliais, acarretando dist rbio da secreç o exócrina. Sudores induzida no
antebraço por iontoforese, sendo o suor colhido para determinaç o do cloreto. Resultados falso -

c^
negativos podem ocorrer no edema, hipoproteinemia e na sudorese excessiva. Em mulheres adultas o
teste sofre variaç s com o ciclo menstrual. Valores elevados podem ser encontrados em outras
doenças: anorexia nervosa, dermatite atópica, disautonomia, colestase, defici ncia de G6PD, ] ]K[
XPY ]
hipogamaglobulinemia, Klinefelter, mucopolissacaridose tipo 1, diabetes insipidus nefrog ico, síndrome
nefrótica, desnutriç , insufici ncia adrenal e hipotireoidismo. O diagnóstico molecular (PCR para fibrose

ñ cística) encontra-se disponível.


M todo:
Iontoforese e Condutividade
Material:
Suor
Valor de Refer ncia: ò
a
a
a
Normal

Fibrose Cística
Z b
< 40 mEq/L de Cloreto
b
Faixa intermedi ria 40 a 60 mEq/L de Cloreto
b
> 60 mEq/L de Cloreto
a Adultos b
< 80 mEq/L de Cloreto

X V
Nota: Estamos realizando rotineiramente a t cnica de PCR para diagnóst ico de Fibrose Cística.
- É importante que o cliente n o esteja com febre ou desidratado.

V
Unidades que realizam este exame:
Aimor s, Eldorado I, S Paulo e Pampulha.XPY
Cloretos c CL

XKY V W XK]PYÛ[ Y XKY»aK^ W Z


Coment
rios:

pela manutenç XKYÛ^«aKd Z  Y Pm Z


Sangue: representa 66% dos ânions do plasma. Juntamente com o sódio s
meostase osmótica do plasma. Sua determinaç
XKYÛ^K[
s principais respons veis
til na avaliaç dist rbios
hidroeletrolíticos

^KXPZ Y XKY
cido- sicos. Níveis elevados s contrados na defici cia de mineralocorticóides,

X
acidose metabólica, infus salina excessiva, perdas gastro -intestinais, acidose tubular renal, fístula
pancr tica e hiperparatireoidismo. Níveis baixos ocorrem na hiperhidrataç o, insufici cia cardíaca, ]K[
X mV W V «^ Z mPZ
secreç inapropriada de ADH, vômitos, acidose respirat ória crônica, Doença de Addison, alcalose

W
metabólica, cetoacidose dia tica e no uso de diur ticos.
Urina: til para avaliaç o de dist rbios hidroeletrolíticos cido- sicos, em especial, no diagnóstico da
alcalose metabólica responsiva a sal.
V
Líquor: reflete os níveis sangüíneos de cloretos. Na meningite tuberculosa encontrado mais baixo (25%)

ñque os valores no soro.


M todo:

Vô
Eletrodo Seletivo
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

SANGUE / LÍQUOR
ò
Valor de Refer ncia - Soro:
96 a 109 mEq/L
ò
Valor de Refer ncia - Líquor:

Condi o: óKô
690 a 770 mg/dL

1,0 mL de Soro.
1,0 mL de Líquor.

Continua...
66 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Continua...CLORETOS

URINA
Valor de Refer ncia: ò
óKô
170 a 254 mEq/24h.
Condi o:

-N
Laboratórios :
XKY4`KYKa
*Urina de 24h - Urina recente C.O.M.
e usar conservante - Refrigerar.

*Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.



Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24h . 353 `KZK\
Colesterol

XKYÝV aK^ Y Z mV V
Coment
rios:
Sangue: o colesterol
utilizado na produç Z XKYíaPd
principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica. Tam m
hormônios esteróides, cidos biliares e na constituiç s membranas

V c X
celulares. Seu metabolismo se d no fígado, sendo transportado no sangue por lipoproteínas (70% por

c
LDL, 25% por HDL e 5% por VLDL). A avaliaç o do ris co cardiovascular engloba o colesterol total e suas
fraç es, triglic rides, subfraç es das lipoproteínas, apolipoproteínas A1 e B100, lipoproteína (a), proteína
C reativa ultra-sensível e homocisteína.
X
Líquido pleural: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç o colesterol do líquido pleural/s rico <
0,32 sugerem transudatos.
V
Líquido ascítico: colesterol > 50 mg/dl pode ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com

óKô
sensibilidade de 75% e especificidade de 78%.
Condi o:
1,0 mL de Soro.
- JO 12h ou C.O.M.

X
Interferentes:
N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame.

ñ
HDL
M todo:

Colorim trico Enzim tico Z
Valor de Refer ncia:
Faixa Et ria

Baixo mg/dL Desej


Vdfe l mg/dL
)d
Aceit el mg/dL
< 10 anos ≥ 40
10 a 19 anos ≥ 35

V0_ ð ô  Y
Adultos ≤ 40 ≥ 60 41 a 59
Conservaç o de envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

ñ
LDL
M todo:

Colorim trico Enzim tico Z
Valor de Refer ncia:
Faixa Et ria

Desej l mg/dL
)dfe
)d
Aceit el mg/dL Aumentado mg/dL
2 a 19 anos < 110 110 a 129 ≥ 130
Adultos
ô
Conservaç o de envio:
Entre 2 o e 8o C.
≤ 129 130 a 159 ≥ 160

Continua...
Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 67
Continua...COLESTEROL

ñ
VLDL
M todo:

Colorim trico Enzim tico Z
Valor de Refer ncia:

Vô
0 a 40 mg/dL
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ñ
TOTAL
M todo:

Colorim trico Enzim tico Z
Valor de Refer ncia - Soro:
Faixa Et ria

Desej l mg/dL
)dfeAceit el mg/dL
)d Aumentado mg/dL
2 a 19 anos < 170 170 a 199 ≥ 200

g
Adultos
ò < 200 200 a 239

VV
Valor de Refer ncia - Líq. Ascítico - Líq. Pleural:
h
≥ 240

gInferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso

óKô
Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme
Condi o:
1,0 mL de Soro.
h

V0_ ð ô  Y
Líq. Ascítico - Líq. Pleural.
Conservaç o de envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

Colinesterase
Coment
rios:

X V Z
Existem dois tipos de colinesterases no sangue: a colinesterase (acetilcolinesterase) das hem cias,

V Z
pulm o e c rebro, e a pseudocolinesterase (acilcolina acilhidrolase) encontrada no soro e produzida no
fígado. Inseticidas organofosforados deprimem os níves plasm ticos dessa glicoproteína. Níveis baixos

ñ Z ]P[
tamb m ocorrem nos pacientes em uso de estrógenos, contraceptivos orais, hepatopatas, desnutridos e
portadores de insufici cia cardíaca.
M todo:

ò
Enzim tico
Valor de Refer ncia:

óKô
5.000 a 14.000 U/L (37o)
Condi o:

Vô
0,8 mL Soro.
Conservaç o d e envio:
At semana entre 2 o e 8o C.

68 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Creatina

XKYÝ^K[ X K Y « a K ^
Coment
rios:
É uma proteína cuja concentraç pendente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase.
Níveis elevados s contrados nas dietas ricas em proteínas, gravidez, indivíduos com massa

ñ muscular elevada, necrose muscular, miopatias, corticoterapia e no hipotireoidismo.

ôV4þ V
M todo:
Colorim trico
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

SANGUE
ò
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
76 a 124 mmoL/L

3,0 mL de Soro.

URINA
òj V
Valor de Refer ncia:

óKô V j V )( ( dK[  X


i Homem at 500 µmoL/L
i Mulher at 0 µmoL/L
Condi o:
Jato m dio da 1 a Urina da m - Urina 24h.
- Refrigerar.
Laboratórios :
Enviar 5 mL de Urina.

Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24 K` KZ \
. 353

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 69


Creatinina
Coment
rios:

XPY V XKX Y
É o teste mais utilizado para se estimar a taxa de filtraç XKY«\ X Z aKYýW m XKV Y«aKd
lomerular. É o produto de degradaç

XKYýaK^ \
creatina, sendo sua concentraç s rica n o só dependente da taxa de filtraç o renal, mas tam m da
massa muscular, idade, sexo, alimentaç , concentraç licose, piruvato, ci rico, proteína,
bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas, salicilato, trimpetoprim, cimetidina, hidantoína,

m V XKY4aKd
anticoncepcionais e anti-inflamatórios). Níveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam
com diminuiç massa muscular.
Veja tam m Cistatina C.

ñ
M todo:
V
Colorim trico (Jaff mod.) V
SANGUE
Valor de Refer ncia: ò
Condi o: óKô
0,7 a 1,2 mg/dL

1,0 mL Soro ou Plasma (EDTA, Fluoreto).

V ô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At 5 dias entre 2o e 8o C.

URINA
kHomem
òl
Valor de Refer ncia – Urina 24h:
1,5 a 2,5 g/24h
k
Condi o: óKô V
Mulher l
0,8 a 1,5 g/24h

Jato m dio da 1 a Urina da m dK[  X U


- *Urina 12h ou 24h ou C.O.M.

V
- Adultos, Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina, cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar.
Laboratórios:
Z
*Enviar 5 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta.

Instruç es de Coleta:
K` Z
Vô
Veja Urina 12h ou 24h g. 353
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

70 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Creatinina, clearence
Coment
rios:

V X
Teste utilizado para avaliaç o da taxa de filtraç XKYÁ\ V [PZ X
lomerular, sendo mais sensível que a determinaç
s rica isolada. No Clearence de Creatinina valores s ricos e uri rios s o medidos e a depuraç XKY XKY V
X
calculada e corrigida tendo em vista a superfície corporal. Clearence elevado pode ser encontrado após
exercícios, na gravidez e no diabete melito. Variaç o intraindividual desse teste pode chegar a 15%.
XKYÁaKd
mV
creatinina, acarretando aumentos es rios. `KW
Armazenamento da urina por muito tempo, em altas temperaturas pode causar convers creatina à

ñ Veja tam m: Cistatina C.


M todo:
Vò V
Colorim trico (Jaff mod.)
Valor de Refer ncia:
mHomem n 90 a 130 mL de Plasma/minuto

óKô d K a K Y V
o
Mulher n 75 a 115 mL de Plasma/minuto
Obs.: O result corrigido para a superfície corpórea.
Condi o:
1,0 mL de Soro + 5 mL de Urina de 12 ou 24h.
U V
- Adultos, Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina, cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar.
Laboratórios:
Z
Vô
Enviar 5 mL de Urina, informar volume total, hor rio inicial, final da coleta, peso e altura do cliente.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24h . 353 `KZK\
Creatinofosfoquinase p CPK
Coment
rios:

KX Y Z XKYÛ^KV [ XPY
Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada, c rebro e coraç . É um marcador sensível,
mas inespecífico de les mioc rdica. Níveis elevados s contrados no infarto agudo do mioc rdio, Z
mV c^
miocardite, hipertermia maligna, distrofia muscular, exercício físico, dermatopolimiosite, rabdomilóise, em
traumas e injeç s musculares.

ñ Veja tam m troponina I.


M todo:
Enzim tico Z ò
n V KïV(
Valor de Refer ncia:

n V q 
o
Homem at U/L
o
Mulher
o
at U/L
Criança d e 2 a 12 meses at n
U/L V ViÿK ÿÿ 
o
óKô
Criança após 12 meses
Condi o:
at n
U/L

V4þ ô
0,8 mL Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 71


Creatinofosfoquinase MB Isoenzima r CKMB
Coment
rios:
W Z XKY Z
Dosagem nica de CK-MB tem sensibilidade de 50% à entrada do paciente no pronto socorro, sendo que
medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90%. É detect vel em 4 a 6h após les mioc rdica,

Z
ocorrendo pico em 12 a 24h e retorno a níveis normais em 2 a 3 dias. A CK-MB representa 20% do total

VV
da creatinoquinase presente no mioc rdio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esquel tica,

c^
podendo-se encontrar níveis elevados em pacientes com doenças e traumas da musculatura esquel tica.
A presença de macro -CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevaç s de CPK MB

ñ mV
acima dos valores da CPK Total, sem significado patológico.
Veja tam m troponina I.
M todo:
Enzim tico Z ò
óKViô ÿ 
Valor de Refer ncia:
At U/L
Condi o:

Viÿ _ ô  Y
0,8 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (Líquido Sinovial)


Coment
rios:
W V
A pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç XKYÁaKd»^
tiologia do quadro articular.

XKYì^P[ Z KX Y
Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. Os cristais
de monourato de sódio s contrados na artrite gotosa. Cristais de pirofosfato de c lcio s

ñ encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota.


M todo:
Luz Polarizada
Valor de Refer ncia: ò
óKô
Negativo
Condi o:

V4þ ô
1,0 mL Líq. Sinovial.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

72 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Dehidrogenase L As tica
Coment
rios:
V
Sangue: ma enzima que cataliza a convers XKYÁaK^
lactato a piruvato, sendo liberada na ocorr ncia de ]
Z c XK^ Y
dano celular. LDH elevada ocorre em neoplasias, hipóxia, cardiopatias, anemia hemolítica, anemia
megalobl stica, mononucleose, inflamaç s, hipotireoidismo, pneumopatias, hepatites, etilismo,
pancreatite, colagenoses, trauma e obstruç intestinal. Hemól ise pode levar a resultados falsamente
elevados.
V V X
Líquido pleural: m crit rio para diferenciaç o entre exudato e transudato. Relaç o LDH pleural/s rica
> 0,6 e LDH pleural > 200 U/l indicam exudato. Níveis de LDH acima de 1.000 U/l s o encontrados em
XX V
neoplasias e empiema.

K[KaKZ
Líquido ascítico: níveis de LDH s
e sec
XKY )( V XKY4_ ZÁ^
% dos valores s ricos. Est levada nas peritonites (espontâneas
rias), tuberculose peritoneal e carcinomatoses. Raz DH pleural/s rica maior que 0,6 indica V
exudato.
X
Líquor: níveis normais de LDH no líquor s o 10% da LDH no sangue. Níveis elevados s contrados XPYÁ^K[
ñ [V
no acidente vascular cerebral, tumores do sistema nervoso central e meningites.
M todo:

ò
Ci tico Optimizado Ultra Violeta
Valor de Refer ncia:

óKô
180,0 a 450,0 U/L (37o )
Condi o:
0,8 mL de Soro.

Viÿ_ ô  Y
Líq. Ascítico - Líq. Pleural - Líquor.
Conservaç o de envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

<
Depur t o da gua Livre

[KXKdÓY ^ådÓZK\ Kd X V XZ
Coment
rios:
Indicado para estimar a funç renal de reabsorç o tubular, atrav s da relaç o entre os componentes

W
osmoticamente ativos da uri
c ^^ V W
 livre, correlacionados ao fluxo urin rio. Trata-se de uma das
XKY4^K[ V
ltimas funç s renais a serem perdidas. Aumenta na Necrose Tubular Aguda (NTA) e na insufici cia ]P[
ñ renal crônica, til na diferenciaç tre a uremia pr -renal, renal e pós -renal.

ò XPY
M todo:
Determinaç da Osmolaridade por Crioscopia
Valor de Refer ncia:
- 20 a - 100 mL/hora.

Condi o: óKô
NTA: de - 10 a valores positivos.

0,5 mL de Soro + 1,0 mL de Urina 24h.



Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24h
Laboratórios:
. 353 `KZK\
Vô
Informar volume total.
Conservaç o de envio:
At semana entre 2 o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 73


Enzima Conversora da Angiotensina u ECA
Coment
rios:
c^
Elevaç s dessa enzima associadas ao quadro clínico, radiológico e à biópsia com granulomas
caseosos sugerem sarcoidose. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da
[KXKY
V `KZ
sarcoidose. Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticóides e inibidores da

Z
ECA. Níveis elevados tamb m podem ser encontrados na Doença de G aucher, diabete melito,
hanseníase, amiloidose, doença he tica alcoólica, cirrose biliar prim ria, mieloma, hipertireoidismo,

ñ asbestose, silicose e psoríase.


M todo:
Enzim tico Z ò
Valor de Refer ncia:

óKô
35 a 90 U/L
Condi o:

V4þ ô
0,8 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Espectrofotometria 450 NM
Coment
rios:
]K[ X
Na ocorr cia da eritroblastose fetal, valores elevados de bilirrubina s o encontrados no líquido

X
amniótico sendo seus níveis diretamente proporcionais ao grau da anemia do fet o. A espectrofotometria
estima os níveis de bilirrubina no líquido amniótico, permitindo comparaç o do achado com os dados de
Liley.
Valor de Refer ncia: ò
Condi o: óKô
Zona 3 de Liley

5,0 mL de Líq. Amniótico.



Informaç es nece rias: vv

Informar semanas de gestaç .


Laboratórios:
XKY
V  ô
Enviar em frasco âmbar (sensível à luz).
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Ferro
Coment
rios:
A determinaç KX íY Ka Y V V
ferro s rico
X
sada no diagnóstico diferencial de anemias, hemocromatose e

iniciais de remiss XKYîaKd


anemia perniciosa. Níveis aumentados s
XKY  ^ XZKY©^K[
hemossiderose. Níveis baixos ocorrem na anemia ferropriva, glomerulopatias, menstruaç o e fases
contrados na hemossiderose,

m V ^4Z
hemocromatose, talassemias, anemias hemolíticas, les p tica aguda, uso de estrógeno s,

ñ
anticoncepcionais lcool.
Veja tam m ITL, Ferritina e Capacidade de combinaç o.
M todo:
X
Ferene-S
Valor de Refer ncia:
wR. Nascido
ò x
90 a 240 µg/dL
wCriança x
35 a 90 µg/dL
wHomem x
60 a 160 µg/dL
w
óKô
Mulher
Condi o:
1,5 mL de Soro.
x
40 a 150 µg/dL

V y ô
Jejum: Criança x
JO 4h / Adulto JO 8h. x
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

74 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


<
Fosfatase cida
Coment
rios:
Z X Z c^
As fosfatases cidas est o presentes na próstata, óssos, hem cias, leucócitos, plaquetas, pulm s, rins,

Z
baço, fígado, pâncreas e vesícula seminal. Aumentos ocorrem nas leucemias, trombocitoses, infarto
agudo do mioc rdio, embolia pulmonar, anemias hemolíticas, Doença de Gaucher, tumores ósseos,

ñ mV ^4Z Z
hiperparatireoidismo, mieloma, adenomas e câncer da próstata.
Veja tam m Fosfatas cida prost tica.
M todo:
Enzim ticoZ ò
óKV ô ï
Valor de Refer ncia:
At ,0 U/L
Condi o:
0,8 mL de Soro.
Laboratórios:
ZK`
Viÿ ô
Separar e refrigerar o mais r ido possível.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

<
Fosfatase cida Prost A tica

Z X Z dV V V XPYåaKY aKdKaK^ V YöZ


Coment
rios:
A fraç o prost tic secretada unicamente pelo epit lio da próstata e a sua ativi inibida pel cido
t rtrico. Essa dosagem inferior ao PSA no diagnóstico e monitorizaç tratamento do câncer de

V c^ mV
próstata. Valores normais podem ser encontrados no câncer de próstata inicial e seu valor preditivo

ñ Z X XZ ]K[
positivo no diagnóstico dessa neoplasia inferior a 5%. Elevaç s tam m podem decorrer da
manipulaç o prost tica, interfer cias de outras fosfatases no ensaio, prostatite e outras neoplasi as.
M todo:

VóK ô  ò
Enzim tico (Inibiç o com Tartarato)
Valor de Refer ncia:
At ,0 U/L
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- Após Toque Retal, aguardar 2 dias.
- Ultra-Som Trans-Retal, aguardar 24 horas.
- Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas.
- Após Ma ssagem na próstata, aguardar 4 semanas.

V4þ ô
- Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 75


Fosfatase Alcalina
Coment
rios:
As fosfatases alcalinas est XKY«`
resentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: osso, fígado,
XPYàd
Z XKY
intestino, placenta, rins e leucócitos. Cerca de 90% da fosfatase alcalina circulante s s isoenzimas
hep ticas e ósseas. Em crianças a fraç óssea predomina. A fosfatase alcalina total encontra -se

Z
elevada na colestase, hepatites virais (mais discretamente), Doença de Paget, tumores ósseos,

V`
hiperparatireoidismo, osteomal cia e raquitismo. Medicamentos como anticoncepcionais orais,

ñ [V mV
hipolipemiantes, anticoagulantes e antiepil ticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total.
Veja tam m Fosfatase alcalina óssea específica.
M todo:

ò
Ci tico Optimizado
Valor de Refer ncia:
R m $"z: 6 meses a 10 a 11 12 a 13 14 a 15 16 a 18
Idade > 18 anos
nascidos 9 anos anos anos anos anos
Masculino 250 a 730 275 a 875 170 a 970 125 a 720
Ambos os sexos 150 a 600 250 a 950 50 a 250

óKô
Feminino
250 a 950 200 a 730 170 a 460 75 a 270
Condi o:

V0_ ð ô  Y
2,0 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At ras, entre 2o e 8o C.

Fosfatidil Glicerol

XKYÓaKY XKYÁaKd XKYÁ`


Coment
rios:
Auxiliar na avaliaç
na composiç
maturaç
] ]
lmonar fetal. Os fosfolípides sintetizados pelo pneumócito entram
surfactante pulmonar. A defici ncia ou aus ncia do surfactante causa a doença da

ñ
membrana hialina.
mV V
Veja tam m C lulas Orangiófilas, Fosfolípid es, Teste de clements, Relaç
M todo:
E. XPY_
ò
Cromatografia em Camada Fina
Valor de Refer ncia:

óKô ]
Presença de Fosfatidilglicerol: feto maduro
Aus ncia de Fosfatidilglicerol: feto imaturo
Condi o:

Vô
4,0 mL de Líquido Amniótico.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o a 8o C.

76 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Fosfolípedes

Z XKY Z Z Z
Coment
rios:
Sangue: os fosfolípides s indispens veis ao metabolismo intermedi rio das lipoproteínas
representando parte consider vel dessas. Aumento dos seus níveis ocorre nas dislipidemias tipo II e III

X
de Frederickson, hepatites colest ticas, hipotireoidismo e síndrome nefrótica. Valores baixos ocorrem na
desnutriç o e hipolipemias familiares.
XKY c^
X K Y 4 _ XKY4`
Líquido amniótico : os fosfolípides tensoativos s sintetizados pelos pneumócitos e comp m o

ñ mV V
surfactante pulmonar. Dosagens realizadas no líquido amniótico predizem a maturaç
Veja tam m C lulas Orangiófilas, Fosfatidil Glicerol, Teste de clements, Relaç E.
lmonar fetal.

M todo:
Colorim trico Vò
Valor de Refer ncia - sangue:

Condi o: óKô
125 a 250 mg/dL

1,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina).


Líq. Amniótico.
- JO 12h.

V Z
- Interromper 48 horas antes da coleta ou C.O.M.: Anti cidos, Vitamina D, Heparina, Tetraciclina,

Vô
Meticilina, Insulina e Éter anest sico.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Fósf oro
Coment
rios:
Sangue: menos de 1% do fósforo corporal se encontra no plasma. Causas de fósforo elevado:

] Z
c ^ `KW [KXKY
exercícios, hipovolemia, acromegalia, hipoparatireoidismo, met stases ósseas, hipervitaminose D,

X
sarcoidose, hepatopatias, embolismo pulmonar, insufici ncia renal e trombocitose. Amostras

Z
refrigeradas, n o dessoradas rapidamente e com hemólise podem causar elevaç s es rias.
V
X Z X ]K[
Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de anti cidos, diur ticos, corticóides, glicose endovenosa,
hiperalimentaç o, di lise, s epse, defici cia de vitamina D e desordens tubulares renais. Outras drogas
podem interferir na determinaç o do fósforo: acetazolamida, salbutamol, alendronato, azatioprina,

ZW XKXKY YâaKYâ^Kë Z ] XKYÕ^ Z [KZ V


isoniazida, lítio, prometazina e anticoncepcionais.
Urina: til na avaliaç uilíbrio entre c lcio e fósforo e no estudo dos c lculos uri rios. Níveis
urin rios elevados s encontrados no hiperparatireoidismo, defici ncia de vitamina D, uso de diur tico,
XPY
XKYÛaKY V Z Z XPY
acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. Níveis baixos s ncontrados na desnutriç ,
hipoparatireoidismo, pseudohipoparatireoidismo, uso de anti cidos e intoxicaç por vitamina D. Varias
drogas podem interferir na determinaç fósforo urin rio: acetazolamida, aspirina, diltiazen, sais de

ñ [V
alumínio, bicarbonato, calcitonina, corticóides e diur ticos.
M todo:

V4þ ô
Ci tico U.V.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

SANGUE
Valor de Refer ncia:
{Adulto
ò|
2,5 a 4,8 mg/dL
{
óKô
Criança
Condi o:
|
4,0 a 7,0 mg/dL

0,8 mL de Soro.
Laboratórios:
Dessorar rapidamente.

Continua...

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 77


Continu õKóKô o...FÓSFORO

URINA
ò
Valor de Refer ncia - Urina 24h:

Condi o:óKô
400 a 1300 mg/24h

Urina 24h - Urina recente C.O.M.


- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.
Laboratórios:
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.

Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24 . 353 K` KZ \
Gama Glutamil Transferase } Gama GT } GGT
Coment
rios:
É um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do us
XKYÁ^P[ Y4aK^4Z
lcool. Nos quadros de icterícia obstrutiva
]P[
X
níveis 5 a 50 vezes acima do normal s contrados. GGT duas vezes maior que o valor de refer cia
com raz o TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoólico. Nas neoplasias de fígado valores elevados podem
Z
contraceptivos. Diminuiç XPYåaKY
ocorrer. Níveis de GGT podem se elevar com fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, cido valpróico e
s valores podem ocorrer no uso de azatioprina, clofibrato, estrógenos e

ñ [V mV V
metronidazol.
Veja tam m 5-Nucleotidade e Fosfatase alcalina.
M todo:

~ Homem
ò
Ci tico Colorim trico
Valor de Refer ncia:
10 a 50 U/L (37o)
~
óKô 
Mulher
Condi o:
07 a 32 U/L (37o)

Vô
1,0 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Gasometria
Coment
rios:
Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas. Vari veis pr -analíticas podem Z V Z [KX
refrigeraç XKYÝa X
interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta, demora na an lise e o
as amostras. A interpretaç o dos gases sangüíneos requer avaliaç o da origem da
amostra (arterial ou venosa), conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxig io
X ]K[
suplementar.
X
Compensaç o das desordens respiratórias e metabólicas
Desordem
(exemplos)
Acidose respiratória
l
"!#
Alter o
Prim ria
Compensaç o # Resultado a curto prazo Resultado a longo
prazo

DPOC; ⇑ Pco2 ⇑ HCO3 1 mmol/l para cada alteraç &  3-5 mmol/l para cada 10
Paralisia muscular de 10 mmHg na Pco2. mmHg alterado na Pco2.
Respiratória
Alcalose respiratória
Ansiedade; ⇓ Pco2 ⇓ HCO3 Nenhuma. 3-5 mmol/l para cada 10
Hiperventilaç &  mmHg alterado na Pco2.
Acidose metabólica 1 a 1,3 mmHg para cada
Cetoacidose di tica  ‚€ ' ⇓ HCO3 ⇓ Pco2 1mmol/l de alteraç & „
 ‚ƒ 
O mesmo.
HCO3.
Alcalose metabólica 3 a 5 mmHg para cada
Vômitos; ⇑ HCO3 ⇑ Pco2 &†…‚‡
alteraç mmol/l de O mesmo.
Fístulas digestivas &ˆ
alteraç HCO3

Continua...
78 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
ô
Continuaç o...GASOMETRIA

ñ
M todo:
Eletrodo Seletivo

Informaç es nece rias:
Z vv

Informar: hor rio da coleta, foi feito repouso de 15 minutos antes da coleta? (se cliente tiver feito algum

»Z ë K Kd [ Z
tipo de esforço físico, por exemplo, ter andado muito, prolongar o repouso para 30 minutos) Faz uso de

to tempo? Faz uso de alguma medicaç


enfisema, pneumonia, outros)?
XKY‰
oxigenoterapia? H quanto tempo? Sente algum sintoma como fadiga, falta de ar, tonteira e/ou outros? É
fumante? H Qual? Algum problema respiratório (asma,

X V
Laboratórios:
N o deixar bolhas de ar na seringa durante a coleta. Colher sempre sangue da art ria radial,
que o m dico solicite uma coleta diferenciada.
V
o ser d»[KX
ARTERIAL
Valor de Refer ncia:
ŠpH
ò
7,35 a 7,45 ‹
ŠPCO2 35 a 45 mmHg ‹
ŠPO2 83 a 108 mmHg ‹
Š
HCO3 Atual 21 a 28 mmoL/L ‹
Š
CO2 Total 24 a 31 mmoL/L ‹
ŠB.E. - 3,0 a + 3,0 mmoL/L‹
Š
SO2 95 a 99% ‹
ŠR. Nascido: P02 60 a 70 mmHg ‹
Condi o: óKô HCO3 16 a 24 mmoL/L ‹

Conserva o de envio:óKô
5,0 mL de Sangue Total Heparinizado.

Vÿ Z
Enviar na própria seringa at horas após a coleta em gelo recicl vel p/ unidade matriz. Vedar a agulha
com rolha de borracha.

VENOSA
Valor de Refer ncia:
Œ
pH
ò
7,32 a 7,43 ‹
Œ
PCO2 38 a 50 mmHg ‹
Œ
PO2 35 a 40 mmHg ‹
ŒHCO3 Atual 22 a 29 mmoL/L ‹
Œ
CO2 Total 23 a 30 mmoL/L ‹
Œ
B.E - 2,0 a + 2,0 mmoL/L‹
Œ
SO2
Condi o: óKô 60 a 75% ‹

Conservaç o de envio: ô
5,0 mL de Sangue Total Heparinizado.

Vÿ
Z
Enviar na própria seringa, 10 minutos em temperatura ambiente ou at
recicl vel p/ unidade matriz. Vedar a agulha com rolha de borracha.
horas após a coleta em gelo

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 79


Glicohemoglobina  HbA1c  Hemoglobina Glicada
Coment
rios:
A medida da glicohemoglobi
[ K d V [Pd V Y VV XPY X
a mais importante ferramenta para a monitoraç o do paciente di tico. dKm V Z
A glicohemoglobi

ZZ K
Z m V
(Hba1c l il ou pr -Hba1c). Durante a circulaç
est vel (HbA1c). A taxa de produç o X V Ka ^ X P Y  a P Y  ^
formada em duas etapas. O primeiro pass a formaç de uma aldimina inst vel
ritrócito, essa convertida em uma forma cetoamina
pendente do nível de glicose sangüínea e da vida m dia das V
W
às ltimas 6 a 8 semanas. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrócitos s XKYö`PY
hem cias (tipicamente 120 dias). Dessa forma, reflete os valores integrados da glicose correspondentes

] XKY ssíveis interf erentes da


dosagem de glicohemoglobina. Defici ncia de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hem cias com Z
X [PXKYíaK^
conseqüente aumento da sua glicosilaç . Anemias hemolíticas podem diminuir a meia vida dos
eritrócitos com diminuiç o dos níveis de glicohemoglo bina. Os valores sugeridos pela ADA (American
Diabetes Association) vem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de

X V (
hemoglobina C ou S (Hb CC, Hb SS). A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC,
Hb AS) com níveis normais de hemoglobina n o diminuem a meia-vida das hem cias e os parâmetros Z [KXKY
] P [ Z
sugeridos pela ADA podem ser utilizados. Níveis de at

c
% da hemoglobina fetal (HF) interferem
com a acur cia do exame. Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de

ñ ocorr cia de complicaç es crônicas relacionadas ao diabetes mellitus.


M todo:

Ž Normal
ò
HPLC - Cromatografia Líquida de Alta Performance por troca iônica
Valor de Refer ncia:
4a6% 
ŽBom controle
Ž
Faixa Intermedi ria
Ž
Controle inadequado
Z
<7%
7a8%
>8%



American Diabetes Association. “Standards of Medical Care for Patients with Diabetes Mellitus”.
Diabetes Care 2002;25(Suppl):S33-S49.

óKô 
Controle de tratamento 2,8 a 5,2% (de acordo com DCCT).
Condi o:

Vô
4,0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina sódica/Citrato sódico).
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

80 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Glicose
Coment
rios:

XPY [ V
Soro: a presença de um dos crit rios abaixo (retirados da American Diabetes Association) e sua
confirmaç m dia subseqüente indica o diagnóstico de diabetes melito: 1) Sintomas de diabetes
melito com glicemia independente do jejum maior ou igual a 200 mg/dl. 2) Glicemia de jejum maior ou

ZP\ Kd X
igual a 126 mg/dl. 3) Glicemia maior que 200 mg/dl durante teste de tolerância a glicose com 75g de
glicose dissolvida em . Pacientes com glicemia de jejum entre 110 e 125 mg/dl s o classificados

`KW
como portadores de glicemia de jejum prejudicada. Leucocitose, hemólise e glicólise em amostras
submetidas ao calor podem determinar hipoglicemia es ria.

Z
Líquido ascítico: níveis baixos de glicose ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea, bacteriana
secund ria, tuberculosa e carcinomatose peritoneal.
V
Líquido pleural: níveis de glicose abaixo de 60 mg/dl ou 50% dos valores s ricos ocorrem no derrame
parapneumônico, empiema, colagenoses, tuberculose pleural e derrames malignos.

Z XKY4^K[
Líquido sinovial: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50%

XPY Z
dos valores plasm ticos s contrados.

Z
Líquor: níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasm tica. Hipoglicorraquia ocorre na
hipoglicemia plasm tica, meningites e hemorragia subaracnóidea. Raz glicose líquor/sangue abaixo de

X W W XKY4a
0,4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana.

dKm V XKY÷aKY Z Z
Secreç o nasal : pode ser til no suspeiç iagnóstica de fístulas liquóricas.

Observaç KX YÓ`Kd V W X P Y ö a
podem apresentar glicos ria por diminuiç K Y
ra todas as amostras : a separaç
X P Y
Urina: a glicos ria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes di ticos. Crianças e gr vidas

KX «Y Pa «d K` d dÁë K^»[KXKY  d
limiar renal. N serve para monitorizaç tratamento.
rte fluida dos elementos figurados (hem cias,

dVd
leucócitos e outras c lulas) deve ser feita de forma imediata, par
Outra forma de se evitar este problem X ja consumo deste analito.
coleta de uma fraç o do liquido em fluoreto.

ñ
SORO / LÍQUIDOS / SECRE‘ O NASAL
M todo:

Colorim trico Enzim tico Z
Valor de Refer ncia - Sangue:
60 a 109 mg/dL
- Glicose alterada de jejum: ≥ 110 a 125 mg/dL

ò
- Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL
Valor de Refer ncia - Líquor:

óKô
50 a 80 mg/dL
Condi o:
1,0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto).
Líquor - Líq. Ascítico - Líq. Pleural - Líq. Sinovial - Secreç nasal.
- JO 8h ou C.O.M.
XKY
ôV_ ð X  Y
Laboratório s:
Secreç o nasal, colher de forma espontânea. Refrigerar ou coletar em fluoreto.
Conservaç o de envio:
At ras entre 2 o e 8o C (quando coletada em fluoreto ou centrifugada e separada de elementos
celulares logo após a coleta).

Continua...

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 81


Continu õKóKô o...GLICOSE

ñ
URINA – DOSAGEM
M todo:

Colorim trico Enzim tico Z
Valor de Refer ncia:

óKô V a
Negativo
Condi o:
Jato m io da 1a Urina da m dK[  X
- *Urina 12h - *Urina 24h.

XKY
- Adultos, Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.
- N precisa conservante - Refrigerar.
Laboratórios:
Z
*Enviar 5 mL e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta.

ôV0_ ð  Y Y ÿ K` KZ \

 _ 
Instruç es de Coleta:
Veja Urina 12 . 353
Conservaç o de envio:
At ras entre 2 o e 8o C.

Glicose pós -prandial


Preparo:
X Va X Z
Conforme orientaç o m ica. Caso o contr rio, orientar o cliente a comparecer ao laboratório 2 horas

Z
(120 minutos) após a refeiç o para colher nova amostra (almoçar normalmente, mantendo jejum após o
almoço de 2 horas e chegar ao laboratório 10 mi nutos antes do hor rio da coleta).

Globulina (Líquor)
Coment
rios:

c V W XKY«aK^«\
O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com globulinas. Em

ñ XPY
infecç es crônicas como neurosífilis e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas to rna o teste de
Pandy positivo. Contaminaç do líquor com sangue pode acarretar falso-positivo.
M todo:
PANDY
Valor de Refer ncia: ò
óKô
Negativo
Condi o:

Vô
0,5 mL Líquor.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

82 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Hidroxiprolina Total

XKY XPYå^å[KZ aPd ^ V X [KYKZ Z


Coment
rios:
A Hidroxiprolin um ami cido essencial presente no col geno, sendo abundante na matriz óssea. A

X ]K[
excreç uri ria de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo, estando elevado na ocorr cia de ]K[
reabsorç
após fraturas e no hiperparatireoidismo. Por sofrer interfer cias do col ZK\P^K[KYö`
struiç o óssea. Níveis elev ados s o encontradas em crianças, na Doença de Paget,
roveniente da dieta e dos
demais tecidos, esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do N-

ñ
Telopeptídeo.
mV
Veja tam m Deoxipiridinolinas, Piridinolinas e N-telopeptídeo.
M todo:
Colorim trico Vò
Valor de Refer ncia:
1 a 5 anos ’
10 a 38 mg/24 horas
6 a 10 anos ’
12 a 58 mg/24 horas
11 a 14 anos ’
21 a 106 mg/24 horas
18 a 21 anos ’
10 a 32 mg/24 horas

óKô
> 21 anos
Condi o:
Urina de 24h.
’
5 a 25 mg/24 horas

- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. Refrigerar (facultativo).


Laboratórios:
Z
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta.

X
Dieta (sugerida ou C.O.M.):
N o fazer uso por 48 horas antes e durante a coleta dos seguintes alimentos: carnes, gelatina, salsichas,
sorvete e doces.

ô
- Após dieta, colher Urina 24 horas
Conservaç o de envio:
.353 `KZK\
Ate 1 semana entre 2 o e 8o C.

Índice de Satur “ o da Transferrina

XKYì[Ka d V d` c^
Coment
rios:

X XKYÝY
A transferri roteína que transporta o ferro no plasma. Em condiç s normais, 20 a 50% dos sítios
de ligaç o ferro na transferrina s cupados. Valores elevados ocorrem na hemocromatose,
X
talassemia, hepatites, gravidez, ingest o de ferro e uso de progesterona. Na reposiç o de ferro, valores

Xm V
superiores a 100% podem ser encontrados. Níveis baixos podem estar presentes na anemia ferropriva,
desnutriç o e na anemia das doenças crônicas.
XKY V
ñ ZVeja tam m Ferritina, Capacidade de combinaç e Ferro s rico.
M todo:
XKY
ò
C lculo baseado no Ferro e Capacidade Total de Ligaç
Valor de Refer ncia:

óKô
20 a 50%
Condi o:
1,5 mL de Soro.

V ” ô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Insp  o do Plasma Refrigerado


Coment
rios:

Valor de Refer ncia: ò V


Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglic rides exógenos após a refrigeraç XPYa o plasma.

óKô
Límpido.
Condi o:
1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).
- JO 12h.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 83


LDL Oxidada, Anti
Coment
rios:
LDL oxida aPd V
ma forma de LDL combinada com o oxi
XKY«aK^«aK^«d \K]K[ XKY
io que estimula a ater nese na parede KY K\ ] XPY«aKY«`
vascular. Estimula a formaç

X
uto -anticorpos, que s indicadores da progress

W
aterosclerótico. Fatores que aumentam a susceptibilidade da LDL à oxidaç s : diabete melito, XKY XKY
rocesso

ñ tabagismo, hipertens o, hiperlipidemia, septicemia, l pus eritematoso e hiperhomocisteinemia.


M todo:
Z
< 20 EU/mL
ò
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia:
negativo •
Entre 20 e 25 EU/mL Indeterminado •
óKô
> 25 EU/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.
Positivo •

V  ô]
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At m s entre - 14 o e - 20o C.

Lipase
Coment
rios:
A lipas ^V Z Z
ma enzima produzida principalmente no pâncreas. Seus níveis se encontram elevados na
pancreatite, cirrose biliar prim ria, hemodi lise, colecistite, no uso de meperidina, morfina e na

c^ Z X
hemorragia intracraniana. Pacientes sem pancreatite com outras doenças gastro -intestinais podem
apresentar amilase elevada com lipase normal. Elevaç s significativas s o aquelas 3 vezes maiores

ñ [V mV V
que o limite superior normal. A lipase permanece elevada por v rios dias.
Veja tam m Amilase.
M todo:

VóKiô ÿ (( ò
Ci tico Turbidim trico
Valor de Refer ncia:
At U/L
Condi o:

Vô
0,8 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Lípides Totais
Coment
rios:
] X
Os lípides totais prov m da absorç o intestinal das gorduras e da síntes
V ^  c ^K^ `KZ XKYÕ^K[
tica, e se encontram no
plasma sob a forma de complexos lipídicos e lipoprot icos. Elevaç s s

XKY
hipertrigliricidemias, hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias. Níveis baixos s
contradas nas
contrados na m XKY«^K[ Z
ñ absorç intestinal, a -betalipoproteinemia e Doença de Tangier.
M todo:
Colorim trico Vò
Valor de Refer ncia:

óKô
400 a 800 mg/dL
Condi o:

Jejum: at 1 ano V
1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).

> 1 a 5 anos
JO 3h
JO 6h
–
–

Vô
> 5 anos JO 12h. –
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

84 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Líquido Ascítico, Rotina
Equivale às seguintes an
lises:

Z
Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): apresenta-se opalescente na ascite quilosa, turvo nos
XPYaP^
Z X
quadros infecciosos e hemorr gico nas neoplasias, traumas e punç vasos.

mV ]
pancreatite. Tam m se elevam na perfuraç
V XKY«aK^
Amilase: níveis elevados de amilase em valores 3 vezes maiores que no soro s o indicativos de
vísceras e neoplasias de ov rio. Cerca de 10% dos
casos de pancreatite t m amilase s rica no líquido ascítico normal.
Citometria e citologia: polimorfonucleares acima de 250/mm3 sugerem peritonite bacteriana. Predomínio
de mononucleares surgere peritonite carcinomatosa ou malignidade. Citologia oncótic sitiv a em 50 d V `KY
Z
a 90% dos casos de carcinomatose peritoneal.
Desidrogenase l tica (LDH): níveis normais s
aKZ XKY)(
% menores que os do sangue. Est levada nas Zâ^ XKYÕ_
V
peritonites (espontâneas e secun rias), tuberculose peritoneal e carcinomatoses. Raz
pleural/s rica maior que 0,6 indica exudato.
Glicose: níveis baixos ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea, bacteriana sec
DH

ria, P[KaKZ
tuberculosa e carcinomatose peritoneal.
Bacterioscopia (Gram): na peritonite bacteriana espontânea isola -se, em geral, bact rias gram-negativas V
Z dV
(E.coli, Klebisiella) ou gram positivas (S. pneumoniae, Streptococcus viridans). A peritonite bacteriana
secund ri em geral polimicrobiana.
XPY ]P[
PX Y
Proteínas: valores abaixo de 2,5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose, insufici cia cardíaca).

V X V
Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (ex: carcinomatose, ascite quilosa, pantreatite). Uso
de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. O gradiente s rico-albumina (valor no soro

mV V
menos valor no líquido ascítico) acima de 1,1 g/dl sugere hipertens o porta.
Veja tam m ADA, Colesterol, Triglic rides, BAAR.

Líquido Pleural, Rotina


Equivale às seguintes an
lises:
Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): valores de ph inferiores a 7,2 podem ocorrer no empiema,

pleural e acidose sist mica.]


artrite reumató ide, derrame parapneumônico complicado, tuberculose, malignidade, fístula esofago -

XKYâd
Amilase: níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascíticos est
ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm
Z v rio.
Citometria e citologia: hem cias acima de 100.000 ocorrem no hemotórax, neoplasias e
XPY^4Y Z
ssociados à pancreatite,

] V
tromboembolismo. Linfocitose pode ocorrer na tuberculose, neoplasias e sarcoidose. Linfocitose e
aus ncia de c lulas mesoteliais sugerem tuberculose. PMN s encontrados nos processos infecciosos, XKY
c^ Z KW K[ \
inclusive na fase inicial da tuberculose pleural. Eosinofilia pode ser encontrada no hemotórax,

aKdKaP^[PXKY4^
pneumotórax, infarto pulmonar, infecç s parasit rias e f icas. Resultados citológicos negativos para
maligni xcluem a possibilidade de neoplasias.
XKY
Colesterol: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç colesterol líquido pleural/s rico < 0,32 V
sugerem transudatos.
Glicose: níveis abaixo de 60 mg/dl ou inferiores a 50% dos valores s ricos ocorrem em derrame V
[KX
Bacterioscopia (Gram): o afasta infecç
KX XKY Y4^ X
parapneumônico, empiema, colagenoses, tuberculose pleural e derrames malignos.
m caso de resultados negativos.
]K[
Proteínas: valores abaixo de 2,5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose, insufici cia cardíaca,

X
síndrome nefrótica). Valores acima de 3 g/dl s o considerados exudatos (ex: neoplasias, infecç s, c^
mV V
pancreatite, colagenoses, embolia, quilotórax). A raz o líquido pleural/soro acima de 0,5 indica exudato.
Veja tam m ADA, Triglic rides, BAAR.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 85


Líquido Sinovial, Rotina
Equivale às seguintes an
lises:

U aPYùW V`
Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): torna-se purulento na artrite s tica e turvo em processos
inflamatórios.
ci X
rico: valores menores que 8 mg/dl s o considerados normais, estando aumentados na artrite
gotosa.

V X
Citometria e citologia: contagens com menos de 2000 leucócitos sugerem processo n o inflamatório.

100.000 s XKY4^K[ X V`
Valores entre 2000 e 50000 leucócitos sugerem artrite inflamatória e s ptica. Valores entre 50.000 e

XKY÷^K[
contrados nas artrites s ticas, reumatóide e induzidas por cristais. Leucócitos abaixo de

V
50% sugerem quadro n o inflamatório. Leucócitos abaixo de 90% s contrados na artrite reumatóide.

W V XPYàaKdÛ^
Leucócitos acima de 80% ocorrem na artrite s ptica e induzida por cris tais.
Cristais: a pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro

XKY Z XKY
articular. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. Os
cristais de monourato de sódio s encontrados na artrite gotosa. Cristais de pirofosfato de c lcio s
encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota.

Z XKY4^KXP[ YY
Glicose: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose abaixo de 50% dos valores
plasm ticos s
Proteínas: elevaç
contrados.
corre nos processos inflamatórios articulares.

Líquor, Rotina

Equivale às seguintes an lises:


]K[
Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): perde sua transpar cia nos processos que aumentam
as proteína no líquor, nos sangramentos e na hiperbilirrubinemia.

c^ V V
Citometria e citologia: aumento da contagem de c lulas encontrado nas hemorragias, infecç s e
inflamaç s do sistema nervoso central. Predomínio de PMN ocorre nas meningites infecciosas.
c^
W
Predomínio de linfócitos ocorre na meningite por treponema e fungos, neurotoxoplasmose,
neurocisticercose, neoplasias, sarcoidose e esclerose m ltipla.

V
Cloretos: se encontram diminuídos na meningite tuberculosa.

c^ XKY4aKY Z W XPYÁaK^Á\
Globulina: O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com as
globulinas. Em infecç s crônicas como sífilis terci ria e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas
torna o teste de Pandy positivo. Contaminaç líquor com sangue pode acarretar falso-positivo.
Proteínas: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea, meningites, uremia e Síndrome de
Cushing. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral, hipertireoidismo e punç s lombares c^
1.000 hem cias). Z
repetidas. A presença de sangue no líquor acarreta no aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada

VDRL: resultados positivos no líquor s XKYÓ^K[


contrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis, com

anos para se negativarem. Linfocitose e aumento das proteínas s


Veja tam m cido l tico.
XKY4^ aK]K[
especificidade em torno de 99%. Após tratamento, títulos caem entre 3 e 6 meses, podendo demorar

mV Z Z vi cias de neurosífilis ativa.

86 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Magn \— io
Coment
rios:
V
Sangue: m dos principais
X KZY c^ Z
c tions, sendo co-fator de diversas reaç s enzim ticas. Sintomas clínicos
XKY
XKY>^ ]K[ V
surgem quando seus níveis s menores que 1,2 mg/dl ou maiores que 4,9 mg/dl. Níveis elevados s
encontrados na insufici cia renal, uso de medicamentos com m dP\K[ V
sio, Doença de Addison,
]XPY
desidrataç
hipomagnesemia concomitante. Níveis baixos s XKY×^K[
contrados na m Z×dKm X
cetoacidose diab tica. Cerca de 40% dos pacientes com hipocale mia t m
sorç o, suprimetaç
Z
V [Kd V XK Y4aKY V V XPYaPd W [PZ
insuficiente, hipervolemia, hiperaldosteronismo, hipertireoidismo, hipoparatireoidismo, uso de digit licos,

Kd P\ [ V
diur ticos e cisplatina. Hemólise pode elevar os res ultados de forma esp ria.
Urina: dosagem do m sio na uri tilizada para avaliaç sua perda uri ria e do seu balanço.

ñ Níveis baixos na urina precedem a reduç


M todo:
magn sio s rico.

Viÿ ô
Magon Sulfonado
Conservaç o de envio:
At semanas entre 2o e 8o C.

SANGUE
Valor de Refer ncia: ò
óKô
1,9 a 2,5 mg/dL
Condi o:
0,8 mL de Soro.

URINA
ò
Valor de Refer ncia – Urina 24h:

óKô
50 a 150 mg/24h
Condi o:
Urina de 24h – Urina recente C.O.M.
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina – Refrigerar (facultativo).
Laboratórios:
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total - Frasco pl stico. Z

Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24h p g. 353 Z
Microalbuminúria
Coment
rios:
É o nome dado à detecç XPYÁaK^Á`K^Pë K^ X dPm V
nas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que t m
importância no diagnóstico e na evoluç o da nefropatia di tica por indicar les tencialmente XKYî`KY ]
ñ c^
12 ou 24 horas. Variaç s intra -individuais de at
M todo:
V  (
reversível. Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletados em
% podem ocorrer.

Valor de Refer ncia: ò


Imunoturbidimetria

Urina recente: < 30 µ g/mg creatinina


Urina 24h: < 30 mg/24h

óKô
Urina 4, 6 ou 12 h: < 20 µg/min
Condi o:
Urina recente, Urina 24h ou C.O.M.

XKY
- Refrigerar.
- N fazer esforço físico durante a coleta. Evitar excesso de ingest
Laboratórios:
líquidos.XKY4aK^
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.

Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24h p g. 353 Z

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 87


Osmolaridade
Coment
rios:
Soro: a osmolarid
X Pd Ka ^ V ` Z mKZ
roporcional à quantidade de partícul as de uma soluç . Tem uso clínico na
XKYáXKY aKY
avaliaç o do equilíbrio hidroeletrolítico, cido- sicos, hepatopatias, avaliaç
XPY
ADH e no coma
hiperosmolar. Encontra-se elevada na hipernatremia, desidrataç , hipovolemia, hiperglicemia, uremia,
no uso de tiazídicos, corticóides, cimetidina, etanol e metanol. Osmolaridade diminuída ocorre na
hipervolemia, hiponatremia e SIADH.
Urina: usada na avaliaç XKYâaKd XKY W
capacidade de concentraç renal, dist rbios hidroeletrolíticos, SIADH,

ñ mV
diabetes insipidus e amiloidose.
Veja tam m Teste de restriç
M todo:
ídrica. XKY 
Crioscopia
Valor de Refer ncia:
˜ Adultos e Crianças: Soro
ò 280 a 300 mosmoL/Kg/H2O™

˜ V
Rec m Nascido: Soro
Urina 250 a 900 mosmoL/Kg/H2O
Relaç o Urina/Soro: 1 a 3
at mosmoL/Kg/H2O
X™ ™ Viÿfš š
Condi o: óKô
Urina
X
75 a 300 mosmoL/Kg/H2O
Relaç o Urina/Soro: 1 a 3
™

0,5 mL de Urina recente ou 24h e/ou 0,5 mL de Soro ou Plasma (Heparina).



Instruç es de Coleta:
Z
Vô
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At semana entre 2 o e 8o C.

pH urin A rio
Coment
rios:

W
A determinaç o do pH urin ri X Z Y V W XKY÷aKY V ^
til no manejo de litíases, na terapia de alcalinizaç
W XPYB Z
rin ria e nos
dist rbios hidroeletrolíticos. Diminuiç
acidose metabóli ca. Aumento ocorre na alcalose respiratória, infecç
XKY XKY4`KY V Z
pH ncontrado nas litíases ricas, xânticas e cistínicas, e na
r bact rias ure ticas (proteus),

ñ acidose tubular renal e terapias de alcalinizaç .


M todo:
XPY ò
Mediç direta em potenciômetro
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô V
5 a 6,5

Jato m dio da 1 a Urina da m - Urina 24 horas C.O.M.dK[  X


Laboratórios:

ô V
Enviar em frasco apropriado contendo vaselina líquida sem conservante.
Conservaç o de envio:
Urina recente: at 4 horas após a coleta.

88 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


PotA—— io
SANGUE

XKY Z Z XPY^ d V X V XPY


Coment rios:

É o principal c tion intracelular, com concentraç m torno de 150 mEq/L enquanto no nível s rico esta

VZ
concentraç est em torno de 4 mEq/L. Esta diferenç
el trico da membrana celular e na excitaç XKY«aKY X
importante na manutenç o do potencial

Z
tecido neuromuscular. Na urina ou soro sua aplica ç

ñ est relacionada aos níveis de aldosterona, na reabosrç o de sódio e no equilíbrio cido base.
M todo:
Eletrodo Seletivo
Valor de Refer ncia: ò
óKô
3,7 a 5,6 mEq/L
Condi o:

Vô
1,0 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

URINA
Coment rios:

XPY X
Principais causas da diminuiç : doenças de Addison, doença renal com diminuiç o do fluxo uri rio. [KZ
ñ Aumento: síndrome de Cushing, aldosteronismo, doença tubular renal.
M todo:

ò
Eletrodo Seletivo
Valor de Refer ncia Urina 24h:

ô
23 a 123 mEq/24h
Condiç o:
*Urina 24h - Urina recente C.O.M.
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.
Laboratórios:

V  ô
*Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C ou usar conservante.
Instruç es de Coleta:
veja Urina 24 . 353
 K` KZ \
Proteína Glicosilada

W KX «Y Ka «d \
Coment
rios:

]
É o resultado da ligaç

^ K [ P a K Y W XPYù^P[ XKY X K Y å a P ^
licose com a albumina ou outras proteínas. Reflete o controle dos níveis
glic micos nas ltimas 2 a 3 semanas. Níveis baixos s contrados na desnutriç . N ve ser

ñ XPY
utilizado para diagnóstico de diabete melito, s
monitorizaç do tratamento.
til nos pacientes com hemoglobinopatias para

M todo:

Colorim trico (Reduç do NBT)
Valor de Refer ncia:
XPY
Kd m V
1,9 a 2,8 mmoL/L
›
Di ticos: Controle Satisfatório
›
Controle Moderado
< 3,3 mmoL/L
3,3 a 3,8 mmoL/L
œ
œ
óKô
Condi o:
›
Controle Inadequado

1,0 mL de Soro.
> 3,8 mmoL/L œ

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 89


Proteínas Totais

XKY X X X
Coment
rios:

Z
Sangue: utilizado na avaliaç o do estado nutri cional e na investigaç o de edemas. Aumentos s o
encontrados na desidrataç , doença hep tica, neoplasias, mieloma, macroglobulinemia Waldenströn,
hanseníase, leishmaniose, doenças granulomatosas, colagenoses, uso de corticóides, digitais,

]X
furosemida e contraceptivos orais. Valores baixos na gravidez, cirrose, imobilizaç rolongada,
insufici ncia cardíaca, síndrome nefrótica, neoplasias, enteropatias perdedoras de proteínas,
XKYì`
`PW
desnutriç o, hiperteroidismo, queimaduras, doenças crônicas, e no uso de carvedil ol e laxativos.
Hemólise pode causar aumentos es rios.

PX Y XKY ]K[
Líquido ascítico: valores abaixo de 2,5 g/dl s considerados transudatos (cirrose, insufici cia cardíaca).

V X V
Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (carcinomatose, ascite quilosa, pancreatite). Uso de
diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos
valor no líquido ascítico) acima de 1,1 g/dl sugere hipertens o porta.

XPY XPY
Líquido pleural: valores abaixo de 2,5 g/dl s considerados transudatos (cirrose, insufici cia cardíaca,]K[ c^
X
síndrome nefrótica). Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (neoplasias, infecç s,
pancreatite, colagenoses, embolia e quilotórax). A raz o líquido pleural/soro acima de 0,5 indica exudato

Líquido sinovial: elevaç XPYaP^` roteínas podem ocorrer nos processos inflamatórios articulares.

Líquor: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea, meningites, uremia e Síndrome de


Cushing. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral, hipertireoidismo e punç s lombares c^
Z
repetidas. A presença de sangue no líquor acarreta aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada
1.000 hem cias).

ñ
SANGUE / LÍQ. ASCÍTICO / LÍQ. PLEURAL / LÍQ. SINOVIAL
M todo:
Biureto
ò
Valor de Refer ncia - Sangue:
6,4 a 8,3 g/dL
ò
Valor de Refer ncia - Líq. Sinovial:

Condi o: óKô
2,5 a 3,0 g/dL

1,0 mL de Soro.

Vô
Líq. Ascítico - Líq. Pleural - Líq. Sinovial.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ñ
LIQUOR
M todo:
Imunoturbidimetria
Valor de Refer ncia:

Lombar
ò ž
15 a 45 mg/dL

Cisternal ž
10 a 25 mg/dL

óKô
Ventricular
Condi o:
ž
5 a 15 mg/dL

V0_ ô
0,8 mL de Líquor.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Continua...

90 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Ÿ
Continua...PROTE NAS TOTAIS

ñ
URINA - DOSAGEM
M todo:

ò
Vermelho de Pirogalol
Valor de Refer ncia - Urina 24h:

Condi o: óKô
20 a 150 mg/24h

*Urina de 24h ou Urina recente C.O.M.


- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.
Laboratórios:
*Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total.

Instruç es de Coleta:
`PZK\
Vô
Veja Urina 24h . 353
Conservaç o de envio:
At semana entre 2 o e 8o C.

Proteínas Totais e Fracionadas


Coment
rios:
Albumina Vd XX Z dV
proteína mais abundante no plasma. Sintetizada pelas c lulas do par nquim
meia vida de 15 a 19 dias. Sua funç o prim r i XKY V
tico, tem
manter a press coloidosmótica do plasma. Níveis
] d  ^K`KZ
raz XKYâd
elevados podem ocorrer na desidrataç o aguda sem significado clínico. Normalmente espera-se uma

c^
lbumina/globulina maior ou igual a 1. Resultados baixos ocorrem na cirrose, glomerulopatias,

mV Z
mieloma, sarcoidose, doenças granulomatosas, colagenoses, infecç s agudas, caquexia, queimaduras
e doenças inflamatórias intestinais. Veja tam m coment rios nas proteínas totais e eletroforese de

ñ proteínas.
M todo:

 Albumina
ò
Biureto e Verde Bromocresol
Valor de Refer ncia:
¡
3,5 a 5,5 g/dL
 Globulina ¡
1,4 a 3,2 g/dL
 
óKô
Totais
Condi o:
¡
6,4 a 8,3 g/dL

Vô
1,0 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Rel ¢  o Lecitina/Esfingomielina £ Rel ¢  o LE


Coment
rios:
X
Teste realizado no líquido amniótico para avaliaç o da maturidade pulmonar fetal. A lecitin o principal dV
XKY Z
componente do surfactante pulmonar sendo que seu valor aumenta durante a gravidez, enquanto a

dKm V
concentraç da esfingomielina permanece est vel. Embora tenha bom valor pre ditivo positivo para

mV V ]
indicar resultados de maturidade pulmonar, mulheres di ticas podem ter resultados falso-positivos.
Resultados indicativos de imaturidade pulmonar t m valor preditivo positivo de apenas 50%.

ñ Veja tam m C lulas Orangiófilas, Fosfatid il Glicerol, Fosfolípides, Teste de clements.


M todo:

X 
Y
Valor de Refer ncia:ò_
Cromatografia em camada fina

P
óKô XPY_ XPY
 Relaç /E ≥ 2:1 (Compatível com a Maturidade Pulmonar)
 
Relaç /E < 2:1 (Pulm Imaturo)
Condi o:
5,0 mL de Líq. Amniótico.
Laboratório s:

Vô
Enviar em frasco âmbar. Centrifugar o líquido a 2000 ± 500 rpm por 6 minutos, identificar.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 91


Reserva Alcalina
Coment
rios:
Este test ^VW
til na avaliaç PX ýY Ka Y YýZ mPZ
equilíbri cido - sico. Valores aumentados: alcalose metabólica e

ñ acidose respiratória. Valores diminuídos: acidose metabólica e alcalose respiratória.


M todo:
Enzim tico Z ò
Valor de Refer ncia:

óKô
20 a 33 mmoL/L
Condi o:
0,8 mL de Soro.
Laboratórios:

XKY Z
Dessorar rapidamente e refrigerar imediatamente, em frasco de pl stico com tampa (Eppendorf ou tubos

]K[ XPY
de soroteca) ou vidro, de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível. Evitar a
transfer cia da amostra de um tubo para outro, repetidas vezes, pois quanto maior a manipulaç o, X
V  ô
maior a alteraç do pH da amostra, afetando diretamente o resultado.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Sódio
SANGUE
Coment rios:

Z
É o principal c tion extra celular. Os sais de sódio s XPYùY V
s principais determinantes da osmolalidade

ñ O test
M todo:
^VW
til na avaliaç XKY4aKY W
celular. Alguns fatores regulam a homeostasia do sódio, tais como aldosterona e hormônio anti -diur tico.
s dist rbios hidro -eletrolíticos.

Eletrodo Seletivo
Valor de Refer ncia: ò
óKô
135 a 145 mEq/L
Condi o:

V ¤&õKóKô
1,0 mL de Soro.
Conser o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

URINA
Coment rios:

XKY V XKY
Principais causas de aumento: uso de diur ticos, dieta rica em sal, secreç inadequada de ADH e
doença de Addison. Diminuiç : síndrome nefrótica, necrose tubular, dieta pobre em sódio e síndrome

ñ de Cushing.
M todo:
Eletrodo Seletivo
Valor de Refer ncia: ò
óKô
27 a 287 mEq/24h
Condi o:
*Urina de 24h ou Urina recente C.O.M.
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.
Laboratórios:
*Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total.

Instruç es de Coleta:  K` KZ \
Vô
Veja Urina 24 . 353
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C ou em temperatura ambiente com conservante.

92 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Subfracionamento das Fraç ¥ es do Colesterol
Coment
rios:
XKY ]
Permite avaliaç mais completa do risco ca rdíaco. HDL tem duas subclasses: partículas de HDL2,

] YP\K]
maiores e menos densas que t m maior efeito protetor; e partículas HDL3, menores e mais densas que

XKY
t m efeito ater nico. A Subclasse de LDL pequena e densa representa maior risco cardiovascular,
c^
Z
enquanto LDL3 (maior e menos densa) denota menor risco cardiovascular. S identificadas 3 subfraç s
de IDL (lipoproteína de densidade intermedi ria), sendo que todas essas se associam com aumento do

ñ risco cardiovascular.
M todo:

Condi o: óKô
Eletroforese em Gel de Poliacrilamida

1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).


- JO 12h ou C.O.M.

X ô
Interferentes:
N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame.

V
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Transaminase Oxala s\ tica ¦ TGO

W X K Y å d V V ] K [ c `KZ V mV
Coment
rios:
Utilizado juntamente com a TGP nas doenças he ticas e musculares. TGO (AST) tam m encontrada
no m sculo esquel tico, rins, c rebro, pulm es, pâncreas, baço e leucócitos. Valores elevados ocorrem
na ingest
Z ]K[
lcoólica, cirrose, defici cia de piridoxina, hepatites virais, hemocromatoses, colescistite,

W XKY V [KX
colestase, anemias hemolíticas, hipotireoidismo, infarto agudo do mioc rdio, insufici cia cardíaca,
doenças m sculoesquel ticas, nas esteatoses e hepatites o alcoólicas. Na hepatite alcoólica os
c^
ñ Z[ V W
valores de TGO s , em geral, inferiores a 250U/L, sendo, entretanto, superiores às elevaç s da TGP.
V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento esp rio da TGO.
M todo:

§ Adulto
ò¨
Ci tico Optimizado Ultra Violeta
Valor de Refer ncia:
12 a 46 U/L (37o)
§
óKô ¨
Criança
Condi o:
10 a 70 U/L (37o)

Vô
1,0 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Transaminase Pirúvica ¦ TGP


Coment
rios:

XKY [KXKYÝd W
detecç de inj ria do hepatócito. Valores elevados s XKYí^ V
A transaminase TGP se localiza principalmente no fígado. A TGP mais sensível que a TGO na
ncontrados no etilismo, hepatites virais,

]K[ Z Z ]K[ W V
hepatites lcoólicas, cirrose, colestase, hemocromatose, anemias hemolíticas, hipotireoidismo,

KX Y
infarto agudo do mioc rdio, insufici cia cardíaca, doenças m sculoesquel ticas, Doença de Wilson e na

`KW
defici cia de alfa-1-tripsina. Níveis de TGP s superiores à TGO nas hepatites e esteatoses [KXKY
ñ [V
alcoólicas. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento es rio da TGO.
M todo:

§ Adulto
ò¨
Ci tico Optimizado Ultra Violeta
Valor de Refer ncia:
03 a 50 U/L (37o)
§
óKô ¨
Criança
Condi o:
10 a 60 U/L (37o)

Vô
1,0 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 93


Trigli s\ rides
Coment
rios:
V X Z KX ÓY W XKY XPY«aKY
XYP\K]K[KYá^ V
Os triglic rides s o produzidos no fígado utilizando glicerol e outros cidos graxos. S transportados no
sangue por VLDL e LDL. Os triglic rides em conjunto com Colesterol s
cardíaco. Níveis elevados s
teis na avaliaç
ncontrados na Síndrome nefrótica, na ingest elevada XKY Ka î^ Z
risco
lcool,

ñ
induzido por drogas (estr
XPY KX Y XKY4^ 
ios, contraceptivos orais, prednisona, etc) no hipotireoidismo, diabetes e
gravidez. Os níveis baixos est relacionados a mal absorç , mal nutriç ipertireoidismo.
M todo:

Colorim trico Enzim tico
Valor de Refer ncia - Soro:
Z


)©fª
Faixa et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL Aumentado mg/dL

< 10 anos ≤ 100 > 100
10 a 19 anos ≤130 > 130
Adultos
ò < 150
Valor de Refer ncia - Líq. Ascítico/Líq. Pleural:
«
150 a 199

Inferior ao Soro com triglic rides elevados VV quiloso


≥ 200

¬
«
óKô
Superior ao Soro com triglic rides normal
Condi o:
1,0 mL de Soro.
quiliforme ¬

Líq. Ascítico - Líq. Pleural.


- JO 12h.

X ô
Interferente:
N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame.

V
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Ur\ ia
Coment
rios:
É a principal fonte de excreç o nitr XKYáa V PYd K\ K]V [ a
io. Produto do metabolismo hep tico das proteínas,
X K Y Z Z V
ñ
excretada nos rins. Desta forma a ur i
XKY XKY4^ X
iretamente relacionada à funç metabólica hep tica e
excretória renal. Sua concentraç pode variar com a dieta, hidrataç funç o renal.
M todo:

ôV  V
Colorim trico Enzim tico
Conservaç o de envio:
Z
At dias entre 2o e 8o C.

óKô ò
SANGUE
Valor de Refer ncia: 10 a 40 mg/dL
Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto).
- JO 8h.

URINA
ò
Valor de Refer ncia - Urina 12h:
5 a 17,5 g/12h
ò
Valor de Refer ncia - Urina 24h:

Condi o: óKô V
10 a 35 g/24h

Jato m dio da 1 a Urina da m dK[  X


- *Urina 12h - *Urina de 24h.

-N XKY4`
- Urina 24h, Adultos: questionar volume inferior a 500 mL.

Laboratórios:
recisa conservante. Refrigerar.

*Enviar 30 mL de Urina e informar volume total.



Instruç es de Coleta:
Veja Urina 12 Y ÿ P` KZ \
 _ 
. 353

94 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Ur\ ia, clearence

XKY4c\ ^ XPY XPY Z X V `KY V W


Coment
rios:

XPXY
Este teste, devido as variaç s de dieta, filtraç , reabsorç renal e síntese hep tica,
mediç da taxa de filtraç
X V
uco til na
lomerular, sendo mais usado na medida da taxa de produç o de ur ia e na

ñ avaliaç o dos compostos nitrogenados n o prot icos.


M todo:

Colorim trico Enzim tico Z
Valor de Refer ncia:
41 a 65 mL/minuto

óKô V
Obs.: O resultado corrigido para a superfície corpórea.
Condi o:
1,0 mL de Soro + 5 mL de Urina 12h ou 24h.
- Adultos, Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.

-N XKY4`
- JO 4h.
recisa conservante. Refrigerar.
Laboratórios:
Z
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta, peso e altura do cliente.

ôV  Y ÿ P` KZ \

 _ 
Instruç es de Coleta:
Veja Urina 12 . 353
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 95


96 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
<
cido Valpróico
Comen rios:

Z V V W m V XKY
O cido valpróico (Depakene  Epilenil) m anticonvulsivante tam m usado em dist rbios bipolares W dK`K]
e na profilaxia da enxaqueca. Sua dosagem
Z
til para monitorizaç dos níveis ter uticos e
toxicidade. Cerca de 90% da droga se liga à albumina, com pico plasm tico em 1 a 8 horas e meia vida

V XKY ]P[ c
de 6 a 16 horas. Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento. Alguns pacientes

V YÛ[KX
necessitam de níveis s ricos superiores aos valores de refer cia para controle das convuls es. A
principal causa de níveis baixos o uso da medicaç . Seu metabolism hep tico (95%), sendo YV Z
\Kd V  ^P`KZ
que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e primidona

c^
KX Y Z
reduzem seus níveis. O metabolismo da dro tico, dependente da idade, apresentando grandes
variaç s individuais. O cido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital. Valores acima
de 200 µg/ml s considerados tóxicos. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo

ñcom níveis normais.

ò ]K[ K` ]
M todo:
FPIA - Fluoresc cia Polarizada
Nível Terap utico:

óKô
50 a 100 µg/mL (Nível Tera tico)
Condi o:
0,5 mL de Soro.
K] [
- JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.
 vv

Informaç es nece rias:


Informar medicamentos em uso, dosagem, dia e hor d4aKd4W
ltima dose.

X ô
Laboratórios:
N o pode ser colhdio em tubo com gel separador.

V
Conservaç o de envio:
At 14 dias entre 2o e 8o C.

Bromazepam
Coment
rios:
O bromazepam (Lexotan, Somalium)
Z V XKY
m benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e

Z
miorelaxante. Seu pico plasm tico ocorre em 2 horas após absorç , estando 70% da droga ligada às

Z
proteínas plasm ticas. Apresenta meia vida de 20 horas e metabolismo hep tico, sendo sua depuraçZ XKY
ñinfluenciada por drogas que alteram o sistema microssomal hep tico.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
0,08 a 0,2 µg/mL
Condi o:
2,0 mL de Soro.
K] [
- JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç e s neces rias: v

W
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 97


Carbamazepina
Coment
rios:
V VW V XKY«aKY `P] Z
Z V
A carbamazepina (Tegretol) m anticonvulsivante tamb m usado para tratamento de neuralgias e
neuropatias diab ticas. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. O

X `KZ
meia vida de 12 a 40h e metabolismo he tico, podendo levar à induç s enzimas XKYýaKd
pico plasm tico ocorre em 6 horas, estando 75% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Apresenta
ticas e
 ^K`KZ
XKY V
KX Y ]K[ [ Z Z XKYÁaPd
conseqüente aumento da depuraç o de outras drogas, bem como dela própria. Essa auto -induç
respons vel pela diminuiç
s
meia vida da droga após 6 semanas de tratamento. Cerca de 3 a 7 dias
ecess rios para que ocorra o estado de equilíbrio. A principal causa de níveis baixos V ùd J[ KX Y
V
ader cia ao tratamento. Drogas como fenitoína, fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da
carbamazepina. Algumas drogas podem elevar os níveis s ricos da carbamazepina: cido valpróico, Z
ñ acima de 12 µg/ml. Sua dosagem n detecta a oxcarbazepina.XKY
cimetidina, eritromicina, isoniazida, fluoxetina, propoxifeno, verapamil. Toxicidade ocorre com níveis

M todo:

Nível terap utico: ò


FPIA - Polarizaç XKY4aK^
Fluoresc cia ]K[
óKô
4 a 10 µg/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.
K] [
- JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

Informar medicamentos em uso, dosagem, dia e hor d4aKd4W


ltima dose.

X ô
Laboratórios:
N o pode ser colhido em tubo com gel separador.

AtV _
Conservaç o de envio:
dias entre 2o e 8o C.

Ciclosporina
Coment
rios:

XPYÁaKY
A ciclosporina (Sandimmun) V V
tilizada como imunossupressor especialmente em transplantados. A
[V
monitorizaç s seus níveis sangüíneos imperativa tendo em vista sua farmacoci tica complexa. É
um polipeptídeo cíclico, derivado de um fungo, o Tolycapocladium inflatum. Atinge pico de concentraç
Z XPY
Z XPY V dVd
entre 2 e 6 horas após dose oral, com meia vida de 8 a 24h, sendo o tempo necess rio para atingir níveis

X Z
est veis entre 2 e 6 dias. Sua complicaç mais s ri toxicidade renal, que se inicia quando níveis

XPY
da droga est o acima de 400 ng/ml. A creatinina começa a se elevar 3 a 7 dias após aumento da
ciclosporina plasm tica, e cai 2 a 14 dias após sua reduç . Drogas que a umentam nível da ciclosporina:
corticóides, cimetidina, ranitidina, danazol, diltiazem, testosterona, anfotericina B, eritromicina,

Z
nicarpidina, cetoconazol, anti-concepcionais, furosemida, amiodarona, warfarin, metoclopramida, etanol.
Drogas que diminuem nível da ciclosporina: fenobarbital, carbamazepina, cido valpróico, fenitoína,

ñ primidona, rifampicina, isoniazida, sulfametoxazol, trimetoprim.


M todo:
Imunoensaio
Valor de Refer ncia: ò
óKô
150 a 400 ng/mL
Condi o:
5,0 mL de Sangue Total (EDTA).


Informaç es nece rias: vv

]
- Colher de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Z ô Z Y 4YW
Informar: esta tomando medicamento de nome Sandimun? Outros medicamentos? Qual a dosagem
di ria total? Qual hor rio tom ltimo comprimido?

V 
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

98 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Clobazam
Coment
rios:
O clobazam (Frisium, Urbanil)
V V
m benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e
aKd V
ñ V ^Z
miorelaxante. Tamb m utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. Sua meia vi
de 10 a 30h. Pode elevar o nível s rico da carbamazepina, fenitoína, fenobarbital cido valpróico.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
200 a 1200 ng/mL
Condi o:

]
2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).
- JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

W XKY
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose; quanto tempo usa a medicaç .
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o a - 10o C.

Clonazepam
Coment
rios:

mV
O clonazepam (Rivotril) V X
m benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e miorelaxante.

ZZ Y  ^K`KZ Z
Tam m utilizado como anticonvulsivante. Seu pico ocorre 2 horas após a absorç o, com meia vida de

`K] YK\KdÙdÝ[K[KXKX Y V Z
20 a 40h. Cerca de 85% da droga se liga às proteínas plasm ticas, sendo seu metabolism tico.
Essa dr
tera tic V
o tem efeito indutor enzim tico. Níveis est veis ocorrem em 5 a 10 dias. Efic cia
bem correlacionada com os níveis s ricos. Valores acima de 80 ng/ml s XKY
ñ considerados tóxicos.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
15 a 60 ng/mL
Condi o:

K] [
2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).
- JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

d4aKd4W XKY
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hor ltima dose; quanto tempo usa a medicaç .
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 99


Diazepam
Coment
rios:
O diazepam (Diempax, Valium, Diazepam)
mV Z V
m benzodiazepínico usado como hipnótico,

Z Y Z V  ^K`KZ X
ansiolítico e miorelaxante. Tam m utilizado no tratamento agudo de crises convulsivas. Cerca de 95%
da droga est ligada às proteínas plasm ticas. Seu pico ocorre 1 hora após dose oral, com meia vida

Z
plasm tica de 20 a 50 horas. Entretanto, a meia vida no sistema nervoso central mais curta. Seu
metabolism
V
tico, n o tendo efeito indutor enzim tico. O tabagismo, fenitoína, fenobarbital e

ñ Z
rifampicina diminuem a meia vida do diazepam. Anticoncepcionais orais, cimetidina e isoniazida
aumentam os níveis plasm ticos do diazepam.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
100 a 1.000 ng/mL
Condi o:

K] [
2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).
- JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.
Informaç es ne 
ñ
rias:­ ª v v

dÁW
Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose, quanto tempo usa a medicaç peso. XKY4^
Veja tamb m:
Z
Viÿ ( ô a
N-Desmetildiazepam p g. 103
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

Difenilhidantoína ® Fenitoína
Coment
rios:

W V V
Z XKYÁaKY Y V ]
A difenilhidantoína ou fenitoína (Epelin, Hidantal) tilizada como anticonvulsivante. Sua dosagem
til para monitorizaç
Y V Z V dà[KXPY
s níveis terap uticos e toxicidade. Cerca de 90% da fenitoína circula ligada às
proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 40h (10h em crianças). O metabolism hep tico, sendo

]K[
que o estado de equilíbri
ader cia ao tratamento. Absorç XKY«aKd«a Z
alcançado em 1 a 5 semanas. A principal causa de níveis baixos
roga pode ser mais baixa em menores de um ano de idade e

metabolism Y  ^K`PZ V Z V
quando do uso concomitante de anti cidos e fenobarbital. Crianças e alguns adultos podem ter

Z
tico mais r pido, o que acarreta em níveis s ricos mais baixos. Gravidez, doenças

XKY Z
virais, dieta por sonda ent rica, etilismo e algumas drogas (carbamazepina, cido fólico, oxacilina,
nitrofurantoína, cimetidina, warfarin, cido valpróico) podem diminuir níveis da fenitoína. Níveis elevados
podem decorrer de interaç com outras drogas: cimetidina, etanol, fenilbutazona, ibuprofen,

KX Y Z
amiodarona, imipramina, miconazol, metronidazol, nifedipina, isoniazida e trimetoprim. Níveis acima de
25 µg/ml s considerados tóxicos. Fenitoína pode diminuir níveis de v rias drogas: cido valpróico, Z
ñ carbamazepina, primidona, corticóides, clorafenicol, doxiciclina, lamo trigina, warfarin e ciclosporina.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
10 a 20 µg/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.
K] [
- JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

W
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

100 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Digoxina

W WZ ]
Coment
rios:
É um digit lico amplamente utilizado no tratamento da insufici ncia cardíaca sistólica e no controle de
dist rbios do ritmo cardíaco. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ltima dose do medicamento, W
Z
plasm ticas com meia vida de 20 a 60h, se funç renal normal. Estado de equilíbri
dias. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terap uticos quan
XKY
sendo til para se prevenir toxicidade. Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada às proteínas
lcançado em 5
hipocalemia, ] Z aPY Y V  d Z
hipomagnesemia, alcalose, hipercalcemia, hipóxia, e infarto agudo do mioc rdio. Alguns compostos

]K[
endógenos podem ter reatividade cruz ada com a digoxina, determinando níveis falsamente elevados.
Esses compostos podem ocorrer na insufici cia renal, insufici ci tica, gravidez e em crianças. ]V P[ d  ^K`PZ
absorç XKYîaKd X
Quinidina, verapamil e amiodarona podem elevar os níveis s ricos da digoxina. Níveis baixos podem ser
encontrados nas tireoidopatias e na diminuiç o do fluxo mesent rico. Algumas drogas diminuem a
digoxina: metoclopramida, colestiramina, anti cidos, laxativos e fenitoína. Drogas que Z V
ñ Ressalta-se que sua dosagem tecta a digitoxina. [KXKY4aK^
aumentam níveis de digoxina: indometacina, diltiazem, eritromicina, itraconazol, espironolactona.

ò K` ] ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
¯
Nível Tera tico de 0,8 a 2,0 ng/mL °
¯
Níveis Tóxicos: Adultos °
acima 2,5 ng/mL (3,2 nmol/L)
Crianças °
acima 3,0 ng/mL (3,8 nmol/L)
¯
Níveis de Pânico acima de 3,0 ng/mL °
]
Obs.: Esse Nível Terap utico deve ser considerado após 4 horas de administraç
_[PXKY
medicamento. Em XKYöaPY
Condi o: óKô
períodos mais curtos, valores superiores a 2,5 ng/m

0,5 mL de Soro.
significam necessariamente níveis tóxicos.

- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

d4aKd4W
V4þ ô
Informar medicamentos em uso, dosagem, dia e hor ltima dose.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Fenobarbital
Coment
rios:

dP`K] V VW
XKY XPYÜaPY Z
O fenobarbital (Edhanol, Gardenal) tilizado como anticonvulsivante. Sua dosagem til para
monitorizaç s níveis ter ticos e toxicidade. Pico plasm tico ocorre em 2 a 4 horas após

Z
50% da droga se encontra ligada às proteínas plasm ticas. Possui metabolism
X Z Z
absorç . Apresenta meia vida de 40 a 70 horas em crianças e de 50 a 120 horas em a dultos, sendo que
tico, sendo um Y V  ^K`KZ
A principal causa de níveis baixos o ades V dý[PX XKYýdKY
indutor enzim tico potente. Cerca de 8 a 25 dias s o necess rios para que níveis s ricos se estabilizem.
tratamento. Interaç es medicamentosas com c
Z Z
antipsicóticos, clorafenicol, acetazolamida, fenitoína, piridoxina podem reduzir os níveis do fenobarbital.
Crianças e alguns adultos podem ter metabolismo hep tico da droga acelerado. Níveis elevados podem

]
decorrer do uso concomitante de cido valpróico, fenitoína furosemida, nas hepatopatias, na

Z
insufici ncia renal. O fenobarbital pode reduzir os níveis de fenitoína, teofilina, ciclosporina, cimetidina,

ñ warfarin, anticoncepcional oral, cimetidina, vitamina D, cido valpróico, carbamazepina e oxcarbazepina.


M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

Condi o: óKô
15 a 40 µg/mL

]
U
0,5 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.
Interferentes:
cido valpróico, Salicilatos.

Informaç es nece rias: vv

W
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e -10o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 101


Fluoxetina
Coment
rios:

XKYî` V V VW
A fluoxetina (Daforin, Prozac) um antidepressiv YÁ[KXKY XKY aPY m V ]
tricíclico tam m utilizado no tratamento da
tens r -menstrual. Sua dosagem til para monitorizaç

XKY Z
s níveis terap ticos e toxicidade.
Possui meia vida de 2 a 3 dias, estando 95% ligada às proteínas plasm ticas. Estado de equilíbrio ocorre

ñ em 10 a 15 dias. Níveis acima de 2000 ng/ml s considerados críticos.


M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:

óKô
100 a 800 ng/mL
Condi o:
]
1,0 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

dÁW XKY
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

Gabapentina
Coment
rios:
V
Z XKZ Yâ[KXKY V
A gabapentina (Neurotin, Progresse) uma droga utilizada como anticonvulsivante complementar

XKY
no tratamento de crises convulsivas parciais que generalizam. Sua absorç influenciada pela
alimentaç , estando menos de 3% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Cerca de 90% da dr PY K\ d V
ñ XKY Z
excretada inalterada na urina, apresentando meia vida de 5 a 7 horas. Anti cidos podem diminuir sua
absorç . Gabapentina pode diminuir níveis plasm ticos de fenitoína.
M todo:

X ò XPY
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:
N o estabelecido. Pode considerar de forma orientativa, níveis de 3,0 a 4,0 mg/L a tr s horas após a ]
óKô
administraç de 300,0 a 400,0 mg.
Condi o:
]
1,0 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

W
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

Lamotrigina
Coment
rios:
A Lamotrigina (Lamictal, Neurium) V VX W X
m anticonvulsivante complementar no tratamento de crises

`K] V Z
convulsivas tônico -clônicas e parci ais complexas. Sua dosagem
U
til para monitorizaç o dos níveis

Z
tera ticos e toxicidade. Apresenta pico s rico 5 horas após absorç o, com meia vida de 23 a 72 horas
(menor em crianças). Cerca de 55% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. cido va lpróico inibe
o metabolismo desta droga podendo causar níveis elevados. Drogas que induzem sistema microssomal

ñ pode ocorrer independente do nível s rico.


M todo:
V
podem diminuir seus níveis (ex: carbamazepina, fenobarbital). Quadro de hipersensibilidade cutânea

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
2 a 4 µg/mL
Condi o:
]
1,0 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

W XKY
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora da ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

102 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Lítio
Coment rios:

W Z X VW X
Os sais de lítio (Carbolitium, Carbolim) s o largamente utilizados na psicose maníaco-depressiva e
dK`P]
c ^ W XKY4aKd XKY Z
outros dist rbios psiqui tricos. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis ter ticos e

XKY
toxicidade. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. Apresenta pico plasm tico em 2 horas após
absorç (4 horas em caso de preparaç s de liberaç lenta), com meia vida de 18 a 24 horas . Estado
X
de equilíbrio ocorre em 90 a 120 horas. Depuraç

V ]K[
droga aumenta na gravidez, reposiç o de sódio, e
no uso de acetazolamida, teofilina e cafeína. Níveis aumentam na insufici cia renal, desidrataç o,
[ PX XKY
XKY4aKY X
hiponatremia, uso de diur ticos, inibidores da ECA, haloperidol, clorpromazina e anti-inflamatórios
esteróides. Níveis acima de 1,5 mEq/l s o considerados tóxicos. Pode causar diminuiç T4 e XKYîaK^
ñ elevaç
M todo:
TSH transitória.

Eletrodo Seletivo
Nível Terap utico: ò
óKô
0,6 a 1,2 mEq/L
Condi o:
]P[
1,0 mL de Soro. JO 12h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias:

ô
vv

Informar medicamentos em uso, dia e hora da ltima dose.


Conservaç o de envio:
W
Enviar material congelado. Estabilidade 2 dias.

N-Desmetildiazepam
Coment
rios:
O n-desmetildiazepam VY
principal metabólito do diazepam (Diempax , Valium, Diazepam),

X VW
benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e miorelaxante. Esse metabólito tem meia vida mais
XKYÛaKYÛa
mV X
longa (50 a 100 horas) que o diazepam. Sua determinaç o til para identificaç iazepam como
causa de sedaç o prolongada.

ñ Veja tam m Diazepam.


M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
120 a 1.000 ng/mL
Condi o:
]P[
2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do
medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

dÁW XKY
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 103


Nitrazepam
Coment
rios:
O Nitrazepam (Nitrapan, Nitrazepol, Sonebon) V VW
m benzodiazepínico usado no tratamento da

monitorizaç XPY aKY ]


insônia, de crises convulsivas mioclônicas e em espasmos musculares. Sua dosagem

X
til para
s níveis terap uticos e to xicidade. Apresenta meia vida de 18 a 57 horas. Uso de

ñ anticoncepcional oral pode reduzir sua depuraç o.


M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
200 a 1000 ng/mL
Condi o:
]
2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do
medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

dÁW XKY
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o a - 10o C.

Oxazepam
Coment
rios:
O oxazepam V Z
metabólito ativo de v rios benzodiazepínicos que s
m V Z â a XKY±
sados como hipnóticos,

VW XKY X `P] Z
ansiolíticos e anticonvulsivantes. Em outros países tam m est isponível em fórmula isolada. Sua
dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade. Picos plasm ticos ocorrem em 2

ñ Z
a 4 horas após absorç . Possui meia vida de 4 a 12 horas, estando 95% da droga ligada às proteínas
plasm ticas.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
200 a 1.400 ng/mL
Condi o:
]P[
2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do
medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

W XKY
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose; quanto tempo usa a medicaç .
Conservaç o de e nvio:
At ias entre 0o a - 10o C.

104 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Oxcarbazepina
Coment
rios:
A Oxcarbazepina (Auran, Trileptal), um derivado da carbamazepina, m anticonvulsivante.V
VW XKY4aKY `K]
Apresenta meia vida de 2h, sendo que seu metabólito ativo 10 -monohidroximetabólit o tem meia vida de
9h. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. Concentraç s est veis
Z c^ Z
eliminaç XKY«`
ocorrem após 2 a 3 dias de uso, estando 40% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Apresenta
rincipalmente renal. A oxc arbazepina pode aumentar os níveis de fenobarbital, fenitoína e

ñZ
diminuir os níveis de anticoncepcionais orais e lamotrigina,. A carbamazepina, fenobarbital, fenitoína,
cido valpróico e o verapamil podem reduzir os níveis de oxcarbazepina e seus metabólito s.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
15 a 35 µg/mL
Condi o:
]
1,0 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

Informaç es nece rias: vv

Medicamentos em uso, dia e hor ltima dose. daPdW


Interferentes:
[PX V
Inibidores da MAO o recomendado o uso concomitante, antes da administraç o de oxcarbazepina, X
Viÿ ( ô a
os IMAOS devem ser descontinuados por no mínimo 2 semanas C.O.M.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

Primidona

VV  ^ Z
Coment
rios:
A primidona (Primidon)
parciais. Seu metabolismo
m anticonvulsivante utilizado nas crises convulsivas tônico -clônicas e

XKY
p tico, sendo seu principal metabólito ativo o fenobarbital, que tam m
Z mV
deve ser monitorado durante o uso da primidona. Após absorç , seu pico plasm tico ocorre em 3 a 6

XKY Z
horas. Apresenta meia vida de 4 a 12h, estando 20 a 30% da droga ligada às proteínas plasm ticas. A
primidona e seus metabólitos s indutores enzim ticos. Pacientes metabolizadores r idos apresen tam ZK` Z
]
primidona. A raz fenobarbital/primidona ótim
Z
meia vida mais curta. Primidona diminui níveis de anticoagulantes e anticoncepcional oral. Pacientes com

KX Y d V aK^
insufici ncia renal em uso de cido valpróico e clonazepam tendem a níveis mais elevados de
2 .5, podendo ser mais elevada se o paciente

ñ estiver usando outros anticonvulsivantes.


M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
5,0 a 15,0 µg/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.

U K
] [
- JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.
Interferentes:
Isoniazidas, cido Valpróico e Fenitoinas.

Informaç es nece rias: vv

W
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o a - 10o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 105


Teofilina
Coment
rios:
A teofili [Kd V
m broncodilator de utilidade controversa na doença broncopulmonar obstrutiva crônica e

X
teofilina) a preparaç o mais utilizada. A meia vida d a teofili
]K[ [Pd V Z
asma. É uma metilxantina com estrutura similar à cafeína, sendo a aminofilina (sal etilenediamina da
vari vel: 6 a 10 horas em adultos
^  ^K`KZ
normais; 2 a 9 horas em crianças; 18 a 24 horas na insufici cia cardíaca; 29 horas na cirros

horas após preparaç XKY÷aK^ c XKY XKY


Coleta deve ser realizada no pico (2 horas após uso de medicamentos de preparaç r pida e 4 a 6
liberaç lenta), ou imediatamente antes da 4ª dose (preparaç s r pidas), ou
tica.
KX Yc ^ Z Z
início ou alteraç XKYìaKd
antes da 3ª dose (preparaç es de liberaç lenta). Dosagens da teofilina podem ser feitas 2 dias após
terapia. Cimetidina, alopurinol, eritromicina, propranolol, vacina anti-gripal,

concentraç XKY»aKd
ciprofloxacin, amiodarona, anticonceptivos orais e clindamicina podem elevar os níveis da teofilina. A
teofilina pode ser diminuída por: tabagismo, fenobarbital, Cannabis sativa, rifampicina,

ñ carbamazepina e fenitoína.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
10 a 20 µg/mL

V Z ] V
Condi o:
0,5 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.

XPY
Obs.: A meia vida vari vel de 4 at mais de 16h. A coleta ideal deve ser realizada antes da
administraç da próxima dose do medicamento.
Interferentes:
Eritromicina, Fenobarbital, Fumo e Cimetidina.

Informaç es nece rias: vv

W
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o a - 10o C.

Tricíclicos, Anti-Depressivos
Coment
rios:

XX PYÁaKXKYYáZ a ] XK YîW
A amitriptilina (Tryptanol, Limbitrol), clomipramina (Anafranil), imipramina (Tofranil) e nortriptilina
(Pamelor) s
monitorizaç dP`K]
rogas amplamente usadas como antidepressivos. Suas dosagens s teis para
s níveis ter uticos e toxicidade, uma vez que apresentam janela terap tica estreita.
Z
XKY W
Níveis est o est veis após 2 a 3 semanas de uso das drogas. Pico plasm tico ocorre 4 a 8 horas após
absorç . Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. Amitriptilina possui meia vida de 20 a 40
V
V
horas. Imipramina possui meia vida de 5 a 24 horas. A desipramina m metabólito da imipramina cuja

XKY V
meia vida maior, 20 a 90 horas. A nortriptilina, principal metabólito da amitriptilina, possui meia vida de

c^
20 a 60 horas. Níveis dessas drogas maiores que 500 ng/ml s considerados tóxicos. Níveis elevados

Z W `K]
podem advir de interaç s medicamentosas: hidrocortisona, neurol pticos, cimetidina e anticoncepcional
oral. Níveis podem ser diminuídos pelo uso de barbit ricos e tabaco. Indivíduos negros tendem a ter
níveis mais elevados da droga. Níveis plasm ticos tera ticos podem se correlacionar com a [KXPY
ñ efetividade do tratamento.

ò XKY4aK^ ³ ]K[
M todo:
FPIA - Polarizaç Fluoresc cia
Níveis Terap uticos:
²Amitriptilina pura 120 a 250 ng/mL Desipramina ²
100 a 270 ng/mL ³
²Butriptilina pura 50 a 150 ng/mL ³ Imipramina ²
75 a 250 ng/mL ³
²
Condi o: óKô
Clormipramina 50 a 150 ng/mL ³ Nortriptilina pura

K] [
²
50 a 150 ng/mL

0,3 mL de Soro. JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.
³


Informaç es nece rias: vv

Informar: medicamentos em uso, dia e hor ltima dose. d4aKd4W


X ô
Laboratórios:
N o pode ser colhdio em tubo com gel separador.

Vÿ
Conservaç o de envio:
At 4 horas entre 2o e 8o C.

106 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Vigabatrina
Coment
rios:
V Z ÁY Z
A vigabatrina (Sabril) um anticonvulsivante an logo estrutural d cido gama-aminobutírico (GABA).

V c Z
cerca de 20% as concentraç es plasm ticas da fenitoína. Níveis ter dK`K] K[ X KX Y Km ^
Apresenta meia vida de 5 a 8 horas, sendo excretada principalmente pela urina. A vigabatrina reduz em
ticos o s m

ñ correlacionados com níveis s ricos.


M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Nível terap utico:

óKô
12 a 22 mg/L
Condi o:
1,0 mL de Soro.
]K[
- JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M.
 vv

Informaç es nece rias:


W
Viÿ ( ô a
Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 107


108 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Acetilcolina, anticorpo anti-receptor
Coment
rios:
Z
O anticorpo anti-receptor de acetilcolina est sendo utilizado para diagnóstico diferencial das patologias

ñ
que cursam com fraqueza muscular, das quais a miastenia gravis representa o maior exemplo.
M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia: ò
´
Normais
´ ]K[ µ
0 a 0,2 nmoL/L
Miast icos 0 a 1500 nmoL/L µ
´
óKô µ
Outras doenças auto -imunes 0 a 0,5 nmoL/L
Condi o:
0,2 mL de Soro.

V4V þš ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.
At meses entre - 5 o a - 25o C.
<
cido Fólico
Coment
rios:
Z
O cido fólico atua na maturaç
ZV XPYîaKd Z ë K]K[
s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e

]K[ YàZ
pirimidinas, componentes dos cidos nucleicos.
A defici cia d cido fóli co quase sempre conse
Z XKY Z4`
cia de ingest insuficiente e est resente em

W
cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas, na maioria dos alcoólatras crônicos, nas pessoas que
cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino

ñ
delgado.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
3 a 17 ng/mL

0,9 mL de Soro.

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Continua...

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 109


Continu õKóKô H
o... CIDO FÓLICO

HEM¶ CIAS
Coment rios:
Z
Z
O cido fólico atua na maturaçXPYîaKd Z s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e

]K[ dÓaKYåZ V ë Z ^Pë K]K[ dådåa V


pirimidinas, componentes dos cidos nucleicos.
A defici ci cido fólico XKY«^«^ Z«`
ase sempre cons ci ficit de ingest st resente em

W
cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas, na maioria dos alcoólatras crônicos, nas pessoas que
cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino

Z
delgado.
X ] K [
A determinaç o de níveis baixos aK^ÛZ V Z Z X ]P[
cido fóli co nas hem cias, indica ou uma defici cia verdadeira de

^ V XKYÁaK^ÁZ Z ZV
cido fólico, ou uma defici cia de vitamina B12, que necess ria para a penetraç o tissular do Folato.
A concentraç cido fólico nas hem cias considerada o indicador mais seguro do status do folato,

ñ V Z
pois el muito mais concentrado nas hem cias do que no soro.
Pode se encontrar valores elevados de folato s rico e hem tico no hipertireoidismo.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

óKô
175 a 700 ng/mL
Condi o:
5,0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina).
- Colher sangue preferencialmente na matriz às 7:00 horas.
Laboratórios:
É recom K^ K[ Pa Z Z V
vel que amostra esteja no setor no m ximo at 48 horas ou que o laboratório conveniado

V  ô
envie valor do Hematócrito.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ACTH
Coment
rios:
V aKY Z
Z Z c^
O ACTH sado principalmente para diagnóstico de desordens do eixo hipot lamo -hipófise -adrenal.

]K[ X P[KaKZ
Encontra-se elevado na Doença de Cushing (origem hipofis ria), Doença de Addison, em situaç s de
stress e Síndrome de Secreç o Ectópica do ACTH. Est diminuído nos casos de adenoma e carcinoma

ñ adrenais e insufici cia adrenal sec ria.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
12 a 70 pg/mL

0,7 mL de Plasma (EDTA).


- JD 4h.

Informaç es neces rias: v

Informar medicamentos em uso.


Laboratórios:

] Z
O material deve ser congelado imediatamente. A centrífuga deve ser refrigerada. A coleta e transporte
t m que ser em tubo de pl stico. Enviar no gelo de maneira que o material chegue congelado ao

V š ô
laboratório.
Conservaç o para envio:
At meses entre - 5 o a - 25o C.

110 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Aldosterona
Coment
rios:
A aldoster YK[Kd V c ^
secretada pela glândula adrenal. A sua produç
Z XKY V P[KaKZ
regulada pelo sistema renina -

] [K] ]
gravidez, Síndrome de Bartter. Reduç s s c ^ XKY YPm
angiotensina. Elevaç s ocorrem no hiperaldosteronismo prim rio e sec rio, dieta pobre em sódio,
servadas em alguns casos de hiperplasia adrenal
cong nita, defici ncia de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hipoaldosteronismo
hiporreni mico.

ñ
SANGUE
M todo:
Radioimunoensaio
·
Valor de Refer ncia: ò `V
·
· `V
Após 2h em (Normossódica)
2 horas em + Furosemida
¸
5,0 a 30,0 ng/dL

XKY ¸
13,0 a 50,0 ng/dL
¸ V
· Dieta rica em Sódio (Supress ) at 4,0 ng/dL
¸
· Dieta pobre em Sódio (Estímulo) 30,0 a 130,0 ng/dL
¸
· Dieta Normossódica 4,0 a 19,0 ng/dL
¸
· Deitado (Repouso) 3,0 a 10,0 ng/dL

Condi o: óKô
Crianças de 1 a 11 meses

1,0 mL Soro.
¸
6.5 a 90,0 ng/dL

JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

- Informar tipo de dieta: normossódica, hipo ssódica ou hiperssódica.

V4þ ô
- Dieta C.O.M.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ñ
URINA
M todo:
Radioimunoensaio
·
Valor de Refer ncia: ò ¸
4,0 a 20,0 µg/24h
· Dieta Normal
¸
10,0 a 40,0 µg/24h
· Dieta Hipossódica

Condi o: óKô
Dieta Hiperssódica ¸
0,5 a 4,0 µg/24h

Urina 24h.
- Dieta C.O.M. U V
- Usar 20 mL/L de cido Ac tico 8M - Refrigerar.

Informaç es nece rias: vv

- Informar tipo de dieta: normossódica, hipossódica ou hiperssódica.


- Informar medicamentos em uso.
Laboratórios:
Z
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta.

Instruç es de coleta:
`PZK\
V  ô
Urina 24h veja . 353
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C, após congelar por at meses. V¹

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 111


3 Alfa Androstanediol Glicuronide
Coment
rios:

Y K \ P ] K [ aK^KY V
YK`PZ ]K[ XKYÝ^ XKY
O 3-alfa-androstanediol glicuroní um metabólito da dihidrotestosterona produzido nos tecidos
responsivos aos andr
] VZ
ios (por exemplo: folículo piloso). É um marcador da formaç
androg nica perif rica. Encontra-se aumentado nas mulheres com hirsutismo idi tico e com a

Síndrome dos Ov rios Policísticos. Encontra-se reduzido no sexo masculino na defici cia da 5α-

ñ redutase.
M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
ºMulher adulta
ò
0,5 a 5,0 ng/mL »
º
Menopausa 0,1 a 6,0 ng/mL »
º
óKô
Homem
Condi o:
0,4 mL de Soro.
3,4 a 22,0 ng/mL »

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Alfa Fetoproteína
Coment
rios:

[PX Z V Zd
A alfa feto proteína ma importante proteína do plasma fetal. Níveis muito baixos s normais em XKY Y K [ P Z
adultos ( o gr vidas). Est  mentado no carcinoma hepatocelular, carcinoma
Z embri rio,
teratocarcinoma, coriocarcinoma e monitora a terapia antineopl sica. Alfa feto proteína elevada no soro

ñ materno, colhido entre 16º e 18º semanas detectam defeitos do tubo neural (ex: spina bífida).
M todo:
Imunofluorimetria

Z
Informaç es nece rias: vv

Se gr vida, informar tempo de gestaç . XKY


SANGUE
Valor de Refer ncia:
➧ Adultos e Crianças
ò
at ,1 ng/mL » V ÿ
➧ Gravidez veja tabela abaixo:
Semanas de Gest !‚# o ng/mL Semanas de Gest "!# o ng/mL
14 15,13 a 45,38 23 42,35 a 145,20
15 16,94 a 50,82 24 47,19 a 163,35
16 19,36 a 58,08 25 53,24 a 185,13
17 22,39 a 67,16 26 58,08 a 205,10
18 24,81 a 74,42 27 71,39 a 232,32
19 28,44 a 85,31 28 78,65 a 257,73
20 31,46 a 98,01 29 84,70 a 284,35
21 35,09 a 112,53 30 96,80 a 313,39

Condi o: óKô
22

0,5 mL de Soro.
38,72 a 128,87

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Continua...
112 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Continu õKóKô o...ALFA FETOPROTE NA Ÿ

L¼ QUIDOS
ò
Valor de Refer ncia - Líq. Amniótico:
Semanas de Gest "!# o ng/mL Semanas de Gest "!# o ng/mL
16 10648 a 17908 23 2299 a 4719
17 9559 a 13310 24 1936 a 4114
18 7865 a 11737 25 1331 a 3509
19 6050 a 9196 26 1089 a 2783
20 4179 a 7623 27 1089 a 2420
21 3388 a 6292 28 726 a 1936
22
ò 2662 a 5203
Valor de Refer ncia - Líquor - Líq. Ascítico - Líq. Pleural:
29/30 484 a 1815

óKô
< que 1,81 ng/mL
Condi o:

V  ô
0,5 mL Líquor - Líq. Amniótico - Líq. Ascítico - Líq. Pleural.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

AMP Cíclico

X Z ] X WPm
Coment
rios:
Aproximadamente 50% do AMP cíclico urin rio prov m da aç o do PTH nos t los. O AMPc funciona

VW XPYåa V Z
como o segundo mensageiro pós -ativaç o do receptor tubular de PTH. Sua dosagem isolada ou n o teste
de PAK til na confirmaç iagnóstica de hiperparatireoidismo prim rio. Resultados falso -positivos

Nos pseudo-hipoparatireoidismo, [KXPY  Z


podem ocorrer pela presença de mol culas circulantes que estimulam o receptor de PTH.
aver incremento dos níveis de AMPc, a despeito de níveis

ñ elevados de PTH.
M todo:

ò
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:

óKô K[ X
1,5 a 6,0 nmoL/mg creatinina
Obs.: No sangue o tem valor clínico.
Condi o:
Urina 24h ou C.O.M.
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina e Refrigerar.
Laboratórios:

óKô
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.
Instru o de coleta

V  ô
Urina veja ½&¾
.353
Conservaç o para envio:
V¹
At dias entre 2o e 8o C, após congelar por at meses.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 113


Androstenediona
Coment
rios:
A androstenedi
X YK[Kd V
m hormônio esteróide andr YK\K]
nico produzido pelo córtex adrenal e gônadas. Sua
[K\K]P[
Z Z
produç o encontra -se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing, Hiperplasia Adrenal Co
Síndrome dos Ov rios Policísticos, Hirsutismo Idiop tico. Sua concentraç
ita,
contra-se reduzida na XKYâ^K[
ñ Doença de Addison.
M todo:

V òÀ
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
¿Pr -Puberais ambos os sexos 0,2 a 0,5 ng/mL À
¿
Homem 0,4 a 2,0 ng/mL
¿Mulher
Condi o: óKô
0,5 mL de Soro.
0,4 a 3,0 ng/mL À

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Beta 2 Microglobulina
Coment
rios:

V
A Beta-2-Microglobuli [Kd V c ^ V ]
ma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as
W
características e performance clínica como marcador tumoral ai foram definidas. [PaKd4[KXKY
c lulas nucleadas. Elevaç s s ricas t m sido relatadas em pacientes com mieloma m ltiplo. Sua s

ñ
SANGUE
M todo:

V ò
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia:
¿at 60 anos < 2 µg/mL À
¿
óKô
> 60 anos
Condi o:
0,5 mL de Soro.
< 2,6 µg/mL À

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ñ
URINA – FLUIDOS CORPORAIS
M todo:
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia - Urina 24h:ò
V òò
30 a 330 µg/24 horas
Valor de Refer ncia - Urina amostra isolada:
at 275 µg/L

óKV ô
Valor de Refer ncia - Fluidos corporais:
at 275 µg/L
Condi o:
Urina 24h - Urina C.O.M.

-N XKY4`
Fluidos corporais.
recisa conservante. Refrigerar.
Laboratórios:
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Ajustar pH 7 com NaOH1m.

ôV  K` Z

Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24 g. 353
Conservaç o par a envio:
At dias entre 2o e 8o C, após congelar por at meses. V¹
114 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Big Prolactina
Coment
rios:
V XKY
O m todo de precipitaç com polietilenoglicol (PEG) V Z
tilizado como screening para a presença de
macropolactinemia associado a hiperprolactinemia assintom tica, que ocorre devido à presença de
outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular.
Monômero de prolactina: 23 -kDa.
Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina)

ñ
M todo:
150 a 170-kDa (Big-big Prolactina)

ò XKY
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia:
Á
Ã
K
X XKYY
Recuperaç < 30%
Recuperaç > 65%
Big Prolactina Â
 ]
aus ncia de Big Prolactina
Ã
óKô
Recuperaç entre 30 e 65%
Condi o:
1,0 mL de Soro.
Indeterminado Â


Informaç es nece rias: vv

V
Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado l l
isolado, informar somente se controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz XKY
V4þ ô
pela qual o exame foi solicitado.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Calcitonina
Coment
rios:
A calcitoni [Pd V Z V XKY֐ Z
m hormônio produzido pelas c lulas C parafoliculares na tireóide. Sua secreç XKY V
estimulada pelo c lcio. A calcitonina diminui a reabsorç ssea osteocl stica. A dosagem d e calcitonina

]K[
encontra-se elevada no carcinoma medular de tireóide, em alguns pacientes com câncer de pulm o, X
V `Kd m V XKYÁ^ V KX îY a Z
mama ou pâncreas, nas pancreatites, tireoidites, fal cia renal, Síndrome de Zollinger -Ellison, anemia
perniciosa, gestaç rec m -natos. Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana. Sua maior utilidade
ra o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide.
Veja tam m Teste de infus
Calcitonina.
o C lcio ou Teste de infus XKY aPd
Pentagastrina para estímulo da

ñ
M todo:

V )( `K\ò
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
Ãat /mL
ÃSuspeito de CMT Â
entre 50 e 100 pg/mL
ÃSugestivo de CMT > 100 pg/mLÂ
[KX Z X Z
- Resultados > 50 pg/mL, o concordantes com a clínica, dever ser colhida nova amostra.
- Valores entre 50 e 100 pg/mL devem ser encaminhados ao Teste infus o do C lcio e/ou Pentagastrina.
CMT: Carcinoma Medular da Tireóide.

óKô
- Valores acima 100 pg/mL tem que ser repetido e confirmado porque sofre diversas infl ncias.
Condi o:
K]
0,8 mL de Soro.
- JD 4h.
- Client ^4[KXKY4`KYPaK^
ter feito recentemente exames com Radioisótopos ou sofrido radiaç s (48 horas) ou c^
V š ô
estar em uso de anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At meses entre - 5 o a - 25o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 115


Cortisol
Coment
rios:
V c XKYâ^K[
O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em feedback com o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH).
É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. Sua concentraç contra -se elevada nos

hipopituitarismo (com produç XKYÕaK^


casos de Síndrome de Cushing e stress. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de

c Z
ficiente de ACTH). Dosagens basais e após supress
dexametasona possuem utilidade diagnóstica. As concentraç es plasm ticas de cortisol s
r XKYÇ`PXKY Y
ñ influenciadas pela CBG.

ò Å ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
Ä08:00 horas 5 a 25 µg/dL
Ä Å
16:00 horas queda > que 35% do valor das 8:00 h.
Ä
óKô Å
18:00 horas queda > que 50% do valor das 8:00 h.
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

dÓW
Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes), dia, hora d ltima dose e hor rio da Z
V4þ ô
coleta. Se mulher, informar uso de anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Cortisol Livre
Coment
rios:
O cortisol V
secretado pelo córtex da adrenal em resposta à estimulaç
c o hormônio
adrenocorticotrópico (ACTH). É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. Sua concentraç o
XPY>a X
XKY4`KY
Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç XKYÛaK^
encontra-se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. Apresenta-se reduzido na Doença de
ficient e de ACTH). Dosagens basais e após

ñ supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica.

ò ]K[ Å
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
Ä Criança 2 a 27 µg/24h
Ä Adolescente 5 a 55 µg/24h Å
Ä
Condi o: óKô
Adulto

5,0 mL de Urina 24h.


10 a 90 µg/24h Å


Informaç es nece rias: vv

X dKm V
- Informar medicamentos em uso.
- Ingest o normal de líquidos, sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). V
- Sendo di tico, controlar rigorosamente a dieta e medicamentos, para diminuir a ingest de líquidos. XKY
Laboratórios:
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.

Instruç es de Coleta:
Z
V  ô
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C, após congelar.

116 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Dehidroepiandrosterona Æ DHEA
Coment
rios:
O DHEA V` X XKY
roduzido pela supra-renal e gônadas. É muito utilizado quando se deseja avaliar a origem

convers XKYÁ`Pd c^
adrenal dos cetoesteróides. A excessiva produç o do DHEA leva ao hirsutismo e virilizaç via

c
ra testosterona. Elevaç s ocorrem em: tumores adrenais, doen ça de Cushing, hiperplasia

ñ adrenal e adrenarca precoce. Baixas concentraç es ocorrem em Doença de Addison.


M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
Ç
ò È
Adulto ambos os sexos 0,5 a 6,0 ng/mL
Ç Criança È
0,5 a 3,5 ng/mL
Ç
óKô
Gravidez
Condi o:
0,5 mL de Soro.
È
0,5 a 13,0 ng/mL

- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

V4þ ô
Informar medicamentos em uso.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Dehidroepiandrosterona, Sulfato Æ SDHEA


Coment
rios:
V [KZ \ P ] K [ XKY ^P[ X P Y
O SDHEA sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais. É o esteróide C19 mais abundante e a
maior fonte dos 17-cetosteróides uri rios. É um marcador da funç adrenal cortical. Encontra -se
aumentado nos casos de hiperplasia adrenal con ita, carcinoma adrenal, tumores virilizantes das
adrenais e na Síndrome de Cushing. Valores baixos s contrados na Doença de Addison e na

ñ Hipoplasia Adrenal.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
Idade
] VÉ_
1 m s at anos
5 a 9 anos
Homem
30 a 550 ng/mL
50 a 1400 ng/mL
Mulher
30 a 410 ng/mL
50 a 1400 ng/mL
10 a 11 anos 270 a 2300 ng/mL 150 a 2600 ng/mL
12 a 15 anos 200 a 5300 ng/mL 200 a 5300 ng/mL
16 a 20 anos 600 a 5000 ng/mL 600 a 5000 ng/mL
21 a 40 anos 1000 a 5500 ng/mL 800 a 5500 ng/mL
41 a 50 anos 850 a 3500 ng/mL 500 a 2600 ng/mL

Condi o: óKô
51 a 80 anos

0,5 mL de Soro.
500 a 3000 ng/mL 200 a 2600 ng/mL

- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

V4þ ô
Informar medicamentos em uso.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 117


11 Desoxicortisol Ê Composto S

] V YÓYK` [P\K] aKaY V  Zåm Z


Coment
rios:
O 11-desoxicortisol (composto S)
enzima 11-hidroxilase, por defici ncia c XPY
recursor imediato do cortisol. Eleva-se quan loqueio da
nita, pela aç da droga metapirona ou por ficit enzim tico

ñ tumoral.
M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
Ë
Normais: Basal
ò < 8,0 ng/mLÌ
30’e 60’ após ACTH Ì
aumento de 3 a 5 vezes.
] ]K[
Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Cong nita (defici cia de 11 Hidroxilase), principalmente
nas formas tardias do adulto, nas quais o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper

Condi o: óKô
resposta ao ACTH.

0,2 mL Soro.

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Dihidrotestosterona Ê DHT
Coment
rios:
É derivada principalment e da convers XKYý`P^ V XKY V X
rif rica tecidual atrav s da aç o da enzima 5 α-redutase

sua atividade andr YP\K]K[


sobre a testosterona. Pequenas quantidades de DHT s secretadas pelos testículos. A DHT exerce

Z Z
ica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo. É um androg nio
importante para o desenvolvimento da genit lia externa masculina e crescimento prost tico. É Z ]
assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da convers XKY4aKd XKY
relacionada como agente causal na hiperplasia prost tica e sua medida no sangue pode ser usada para
testosterona-DHT.

XKY»a V KY m
Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo, Síndrome de Anovulaç Crônica e alta
atividade da 5α-redutase. Sua concentraç iminuída servada no hipogonadismo e defici cia da ]K[
ñ 5α-redutase.
M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
Idade
ò Homem Mulher

V
R. Nascido
at 3 anos
04 a 10 anos
< que 0,60
< que 0,35
< que 0,65
< que 0,15 ng/mL
< que 0,20 ng/mL
< que 0,20 ng/mL
11 a 14 anos < que 0,70 < que 0,20 ng/mL

Condi o: óKô
Adulto

1,5 mL de Soro.
0,25 a 0,80 0,05 a 0,35 ng/mL

- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

V4þ ô
Informar medicamentos em uso.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

118 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Eritropoietina
Coment
rios:

W XKYàaP^à[ ]] PX Y
É um hormônio polipeptídico que regula a formaç dos glóbulos vermelhos do sangue. Sua dosagem V
til na monitoraç íveis terap uticos de EPO-recombinante administrada a pacientes com aplasia

XKYàaP^àXKdKY«[ ^K[ XKYàaPdàdK[P^


medular, anemias crônicas (insufici ncia renal, pós -quimioterapia, AIDS). Sua dosagem tilizada para a
]K[ V m V
investigaç
para diferenciaç
emias e avaliaç
Z
mia provocada pela insufici cia renal. É tam m utilizada
tre os quadros de policitemia prim ria e sec K[KaKZ
ria.. Encontra -se aumentada em

] \K]
estados tais como: doença cardíaca cianó tica, shunts veno/arteriais, algumas doenças pulmonares
hipox micas, em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande
avidez pelo oxi nio. Pode estar aumentada nos casos de Síndrome de Cushing, estenose de art ria V
renal, cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo, feocromocitoma, hepatoma,

V\K]K[
nefroblastoma, leiomiomas e adenocarcinoma renal). Os níveis de eritropoietina podem estar elevados
tamb m devido a flebotomias, uso de esteróide anabolizantes e algum as drogas. Transfus s e c^
ñ estro ios podem reduzir o nível da eritropoietina.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
2,6 a 34,0 mU/mL

0,5 mL de Soro.

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Estradiol, 17 Beta Í E2
Coment
rios:
O 17-Beta Estradiol estr V Y KY P\ K] [ Z XKY4aKY4aK K^ [KaKZ
io mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. Na mulher
V
VV V XKXKYY
encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo prim rio e sec rio. O estradiol medido para estudo

V X
dos casos de amenorr ia e como guia para a monitoraç senvolvimento folicular durante induç
da ovulaç o. Estradiol tamb m produzido pelas glândulas adrenais, testículos e pela convers

femininizantes adrenais, puberdade precoce feminina, doenç dV Yö ^^P`KZ ]


perif rica da testosterona. Pode-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos, tumores
tica e ginecomastia masculina. Em
mulheres menopausadas a estrona, mais do que o estradiol, strog nio circulante predominante. Em

WK[ Z K `
virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variaç tre diferentes laboratórios, KX âY K^ [
ñ
sugere-se seu controle em um ico laboratório.
Realizamos a dosagem de Estradiol (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro.
M todo:
XKY
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia:
Î
Fase Folicular
ò
20 a 215 pg/mL Ï Menopausa at Î /mL Ï ViVÿ  4`K\
Î
Fase Luteínica 20 a 230 pg/mL Ï
V0_ 4`K\
Homem Î
at 5 pg/mL Ï
Viÿ 4`K\
óKô V
Î
Fase Ovulatória 190 a 570 pg/mL Ï Criança at Î /mL Ï
Î
Pr -Menopausa at /mL Ï
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JD 4h.

X YP[KV Z ë K^ V XPY ^ X ] YâXK[KY XKY



Informaç es nece rias: vv

com Y V XKY4Y
Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas
sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com
venham,

Z X
medicaç
Z ZÁ\ Z Z»ë Kd
espontaneamente? Ho je usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual?
H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Dat ltima menstruaç o e data d4aKd4W
da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos - feminino: < 11 anos), responder: Atraso de

XKY‰
desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, ]
V4þ ô
aparecimento de menstruaç
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 119


Estriol Ð E3
Coment
rios:

Z c^ X
É o estrógeno mais importante da gravidez , representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres
gr vidas. É sintetizado na placenta. A concentraç o de estriol pode estar reduzida na hipertens
X K Y XPY
hipoplasia adrenal fetal e em casos de anencefalia. Valores isolados s
]K[
induzida pela gravidez, nas gestaç s de fetos pequenos para a idade gestacional, gestaç molar,

XPYàaK^Ûa
anormalidades fetais cromossômicas, perda fetal, defici cia de sulfatase placent ria, aplasia ou Z XPY
ifícil interpretaç , sendo

XKY W V
mais importante as medidas seriadas. Outras causas de níveis reduzidos de estriol incluem moradores
de altas altitudes, em penicilinoterapia, uso de corticoesteróides, diur ticos, estrógenos entre outros.

ñ Estriol pode aumentar no caso de gestaç m ltipla e uso de oxitocina.


M todo:
Radioimunoensaio

Z
Informaç es necess rias:

Se gr vida, informar tempo de gestaç . XKY


XKY Z ò Viÿ V V(
SANGUE
Valor de Refer ncia:
➧ N Gr vidas: at ,0 ng/mL
➧ Homens: at ,0 ng/mL
➧ Gravidez: Semanas de Gestaç
16 a 20 semanas
KX Y ng/mL
14 a 53
21 a 24 semanas 24 a 75
25 a 28 semanas 29 a 127
29 a 32 semanas 45 a 175
33 a 36 semanas 60 a 210

Condi o: óKô
0,5 mL de Soro.
37 a 40 semanas 90 a 325

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

URINA
Ñ
Valor de Refer ncia:
Homem e mulher
ò [KX Z V  KX Y
o gr vida: at ,0 mg/24h ou g creatinina
➧ Gravidez: Semanas de Gestaç mg/24h ou g creatinina
11 a 24 semanas 2a 8
25 a 30 semanas 7 a 29
31 a 35 semanas 10 a 36

Condi o: óKô
1a Urina da m . dP[  X
36 a 40 semanas 13 a 50

Urina 24h*.
XKY
- N precisa conservante.
- Refrigerar.
Laboratórios:

V   ô
*Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C, após congelar por at
Instruç es de Coleta:
V¹ meses.

Veja Urina 24 . 353 ‚ÒÓ

120 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Estrona Ô E1
Coment
rios:
A estr KY K[ d V V Z
mais potente que o estriol por m menos potente que o estradiol. É o principal estr io KY K\ K] [
A estro K[ d V
muito utilizada para avaliaç ipogonadism o, avaliaç XKY÷aKY 
circulante após a menopausa. A maior parte da E1 est conjugada sob a forma de sulfato.
XKYöaK^
puberdade precoce (completa
ou parcial), diagnóstico de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposiç o hormonal na X
ñ menopausa.
M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
Õ Fase Folicular
ò
15 a 100 pg/mL Ö
Õ Fase Ovulatória 100 a 200 pg/mL Ö
Õ Fase Luteínica 15 a 130 pg/mL Ö
Õ Menopausa 15 a 65 pg/mL Ö
Õ
óKô
Homem
Condi o:
0,5 mL de Soro.
30 a 55 pg/mL Ö

- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

V4þ ô
Informar medicamentos em uso.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o C e 8o C.

Ferritina
Coment
rios:
O teste da ferriti [Kd V
tilizado no diagnóstico e seguimento de anemias ferroprivas e hemocromatose. A

^K`KZ ]K[ ^K`KZ


dosagem de ferritina reflete o nível de estoque celular de ferro. Pode estar aumentada em etilistas ativos
e em indivíduos com outras doenças h ticas como hepatite autoimune e hepatite C. Na presença de

ferro, a defici cia do ferro K` PY Ka ^ P[ X


doença h tica, em estados inflamatórios como artrite reumatóide, doenças malignas ou terapia com

dV V
o ser refletida pela ferritina s rica. Encontra-se aumentada em

ñ desordens infecciosas e inflamatórias. A ferritin um reagente de fase aguda.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
Õ
Õ
Õ
R. Nascido
1m s
2 a 5 meses
] 25 a 200 ng/mL
200 a 600 ng/mL
50 a 200 ng/mL
Ö
Ö
Ö
Õ
Õ
Õ
6 m a 15 anos
Mulher - pr -menopausa V
10 a 140 ng/mL

Mulher - pós -menopausa Menopausa


Ö
10 a 100 ng/mL
10 a 280 ng/mL
Ö
Ö
Õ
óKô
Homem
Condi o:
0,5 mL de Soro.
29 a 300 ng/mL Ö

V  ô
- JO 8h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 121


GAD, anticorpos anti
V V XKY V ^KZ
Coment
rios:
O diabetes mellitus tipo 1

V dKm V V
autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. Anti-GAD s XKY»YKm
caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e
servados em 70 a

ñ 80% dos pr -di ticos e diab ticos tipo 1, incluindo 7 a 8% dos diab ticos com início na vida adulta.
M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia: ò
óKô
≤ 1,0 U/mL
Condi o:
0,2 mL de Soro.

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Gastrina
Coment
rios:
V [Kd V V
A Gastrina um hormônio produzido pelas c lulas G, distribuídas em todo o tubo digestivo.

V mV
A dosagem de gatri fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger -Ellison (Gastrinoma), onde
os níveis s ricos encontram-se acima de 1.000 pg/ml.

W V P\ Z c
lcera strica e duodenal, no carcinom
Por m, nestas situaç es os níveis de gastri
d [K\Kd4Z [KXKY4d ] XPY
Hipergastrinemia tam m pode ser encontrada na gastrite atrófica, anemia perniciosa, na dispepsia, na
strico, na insufici ncia renal crônica e após vagotomia.
tingem valores t elevados quanto na Síndrome de
Zollinger-Ellison.

K
] [ K
d K
`
A dosagem de gatrina pr
]
VW^ pós cirurgia, em pacientes com lcer W dâ` V ` V
tica, m bom indicador da

ñ efici cia da ter


M todo:
tica cir rgica.

ò
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
×
×
< que 90 pg/mL
Intermedi rio Z ØØ
de 90 a 200 pg/mL

Condi o:
×
óKô
Patológico

0,6 mL de Soro.
> de 200 pg/mL

- JO 10h.

Informaç es nece rias: vv

ZùdP\ Kd X
Informar medicamentos em uso. Se o cliente estiver em uso de Omeprazol, Lansoprazol, Gastrium,

ô XKY4aKY4^
Lozec, Peprazol, Victrix, dever rdar 7 dias após a suspens o do medicamento ou C.O.M. para
realizaç xame.

V4þ
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

122 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


HCG, Beta
Coment
rios:
V ] dV
X K Y XKY X
O HCG ma glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta). O beta-HCG dosado por

após 7 dias da implantaç X P Y å ^ c ^ XPY


quimioluminesc nci sensível o bastante para detectar uma gravidez normal às vezes t cedo quanto
mbora o mais seguro seja 15 dias após a implantaç . Deve -se ter em

XKYýa ]K[
mente, no entanto, que variaç s s observadas quanto ao prazo usual da implantaç o e que a

X Z XKYÕZâdaK Y XKY
detecç o beta -HCG pode sofrer interfer cias da metodologia utilizada e da presença rara, mas
possível dos anticorpos heterofílicos. Algumas das metodologias para detecç HCG s

V
mol culas degradadas ou homog ]K[K^Kd
direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez, tais ensaios n o necessariamente detectam

V
s encontradas nas doenças troflobl sticas. Est
Z
mentado na
gravidez, coriocarcinoma, mola hidatiforme, e neoplasias de c lulas germinativas do ov rios e testículos.
Pode estar pouco elevado na gravidez ectópica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis
podem cair progressivamente.

Informaç es nece rias: vv

 ô d4aKd4W
A falta das informaç es abaixo implica na rea lizaç o do exame como suspeita de gravidez.
Informar: Suspeita de gravidez? Ciclo de quantos dias? Dat ltima menstruaç . Controle de Mola? XKY
Suspeita de aborto? Quando?

Valor de Refer ncia: ò


QUIMIOLUMINESC NCIA – SANGUE
Diagnóstico de Gravidez: de 0 a 5 mUI/mLÙ Negativo Ú
Ù
de 5 a 50 mUI/mL Indeterminado Ú
Ù
acima de 50 mUI/mL Positivo Ú
X
Nota: Quando os resultados estiverem entre 5 e 100 mUI/mL, atenç o especial para sua evoluç . XKY
Ù
óKô
Homem: 0 a 5 mUI/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ò
QUIMIOLUMINESC NCIA – L ¼ QUOR
Valor de Refer ncia:

óKô
≤ 1,5 mUI/mL
Condi o:

V  ô
0,5 mL Líquor.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

IMUNO ENZIM¶ TICO – URINA


Coment rios:

V
VV ^âW W
O HCG ma Glicoproteína composta de 2 Sub-unidades (Alfa e Beta). É usado no diagnóstico de

ZP`
quimioter ico da neoplasia de c lulas germinativas. Est
Z Zöd
gravidez ectópica e extremament til no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cir rgico ou

ZÛa
mentado na gravidez, coriocarcinoma, mola
hidatiforme, e neoplasias de c lulas germinativas do ov rio e testículos. Est iminuído na gravidez de

ñ risco (risco de aborto) e gravidez ectópica.


M todo:
Z
Valor de Refer ncia: ò
Imunoensaio - Cromatogr fico

Z c^ XKY X X
ó K ô X dP[  X
Negativo (Obs.: O HCG Urin rio sofre as variaç s da diluiç ou concentraç o da urina. N o havendo
correlaç o clínica, sugere-se HCG no sangue (soro).
Condi o:

V 
ô
1a Urina da m
Conservaç o para envio:
- Urina após 4 horas sem urinar.

At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 123


Hormônio de Crescimento Û HGH

XKY PX ÁY Ka Y V ` Z Z X [KXPY XPYåW Z


Coment
rios:
A secreç
c^
HGH  ls til, ocorrendo cerca de oito picos di rios em jovens. Nos adultos, estes picos
s raros. Pode ocorrer liberaç o de HGH em condiç s fisiológicas após stress, exercício físico e sono.

[PX X K Y
Níveis baixos ou indetect veis s teis para o diagnóstico da baixa estatura, bem como valores
moderadamente elevados o confirmam o diagnóstico de acromegalia. Deve se recorrer aos testes

ñ funcionais para o estudo de sua secreç .


M todo:

ò
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia:

óKô
< 10 ng/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.

V4þ ô
- JO 8h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Hormônio Folículo Estimulante Û FSH


Coment
rios:

Z
O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatog se no homem. É secretado de
maneira puls til, menos evidente que o LH. O FSH encontra-se em nível relativamente elevado no
]P[K^
V ]K[
primeiro ano de vida, decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando -se na puberdade
at níveis de adulto. O FSH eleva-se nas defici cias ovarianas ou testiculares, nos quadros de tumores

Z
doenças hipofis rias ou hipotalâmicas e na produç XPYî^
secretores de gonadotropinas e menopausa. Encontra-se em valores inadequadamente baixos em

X Z
ctópica de hormônios esteróideos. Eleva -se
V
ñ X
precocemente na instalaç o da menopausa. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos valorizada sua
relaç o com o LH, na qual os valores de LH se eleva.
M todo:
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia: ò
Ü
Ü
Ü
Criança
Pr -Puberal V < que 3,0 U/L
< que 5,0 U/L
Adultos - Mulher - Fase Folicular
Ý
Ý
2,4 a 9,3 U/L Ý
- Fase Ovulatória 3,9 a 13,3 U/L Ý
- Fase Luteínica 0,3 a 8,0 U/L Ý
- Menopausa > do que 20,0 U/L Ý
Ü
Condi o: óKô
Adultos - Homem

0,5 mL de Soro.
0,2 a 10,5 U/L Ý

- JD 4h.
Informaç es nec  rias: ª v v

V K^ V `KYPY [KZ X ] Yâ[KXKY XKYÁY


- Informar medicamentos em uso ou recente.

YV
Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas
X venham,
X K Y
d4aKd4W Z X ZÁë KdK[
com seu ciclo? At q ca sua menstruaç o foi regular? A menstruaç vem com medicaç

parou de usar? Est r vida? H Z»\ Z Z4ë Pd


espontaneamente? Usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J sou? Qual? H
ntos meses? Informar dat
to tempo
ltima menstruaç o e data da coleta
deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos - feminino: < 11 anos), responder: Atraso de

XKY‰
desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, ]
V4þ ô
aparecimento de menstruaç
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

124 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Hormônio Luteinizante Þ LH
V V XKY Z Z
Coment
rios:
O LH o hormônio estimulador das c lulas intersticiais, nos ov rios e nos testículos. No sexo feminino,

XKY X
seu grande aumento no meio do ciclo induz à ovulaç . Se for dosado de maneira seriada, pode
determinar a data da ovulaç o. É secretado de maneira puls til, o que parece ser fundamental para a

Z
sua aç . Eleva -se nas patologias primariamente gonadais, mostrando-se em níveis baixos nos
hipogonadismos de origem hipofis ria e hipotalâmica. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos pode
encontrar-se em valores acima do normal, valorizando-se a relaç H/FSH maior que 2 como sugestiva XKYö_ Z
ñ ZK`
de diagnóstico. Eleva -se na menopausa mais tardiamente que o FSH.
Realizamos a dosagem de LH (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro.
M todo:
XKY
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia: ò
ß
ß
ß
Criança
V < que 0,20 U/L
Pr -Puberal 0,02 a 3,0 U/L
Adultos - Mulher - Fase Folicular
à
à
1,6 a 9,3 U/L à
- Fase Ovulatória 13,8 a 71,8 U/L à
- Fase Luteínica 0,2 a 12,8 U/L à
- Menopausa > do que 15,0 U/L à
ß
óKô
Adultos - Homem 0,2 a 10,0 U/L
Condi o:
0,5 mL de Soro.
à

- JD 4h.

X YP[KV Z ë K^ V XPY ^ X ] Yâ[KXPXKY Y



Informaç es nece rias: vv

Y V XKY4Y
Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham,

W Z
com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com

Z
medicaç
Z4\ Z Z֑ KdK[
espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual?
H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç XKY
e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos - feminino: < 11 anos), responder:

XKY‰
Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, ]
V4þ ô
genital, aparecimento de menstruaç
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

IA2, anti
V V XKY XKYöYPm ^KZ
Coment
rios:
O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e

ñ V mV
autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. Anticorpos anti IA-2 s servados
em 64% dos parentes pr -dia ticos e em pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1.
M todo:

Condi o: óKô
Radioimunoensaio

0,2 mL de Soro.
- JD 4h.
Valor de Refer ncia: ò
V4þ ô
< 0,50 U/mL
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 125


IGF 1 á Somatomedina C
Coment
rios:
O IGF-  V XKYâYKm
m peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento.
Valores baixos s
X XKY
servados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade),
hipopituitarismo, desnutriç o, diabetes mell itus, hipotireoidismo, síndrome de privaç materna, atraso

XKY m V ^ö[PXKY
puberal, cirrose, hepatoma, nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH
normal aos testes farmacológicos. Valores baixos s tam m encontrados nos tumores de hipófis

]K[ d K m V XKY
funcionantes, no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa. Valores altos ocorrem
na adolesc cia, puberdade precoce verdadeira, gestaç , obesidade, gigantismo e acromegalia,

ñ retinopatia di tica.
M todo:

ò
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
ò
Valor de Refer ncia ò
Valor de Refer ncia
Idade (anos) (ng/mL) (ng/mL)
Sexo Masculino Sexo Feminino
7a8 23,9 a 392,0 20,0 a 484,0
8a9 81,4 a 290,0 22,1 a 383,0
9 a 10 72,0 a 526,0 30,0 a 428,0
10 a 11 30,0 a 289,0 108,0 a 648,0
11 a 12 29,0 a 466,0 97,0 a 699,0
12 a 13 55,0 a 570,0 163,0 a 991,0
13 a 14 71,0 a 972,0 203,0 a 831,0
14 a 15 153,0 a 995,0 288,0 a 756,0
15 a 16 358,0 a 870,0 261,0 a 752,0
16 a 18 239,0 a 630,0 236,0 a 624,0
18 a 20 197,0 a 956,0 193,0 a 575,0
20 a 23 215,0 a 628,0 110,0 a 521,0
23 a 25 169,0 a 591,0 129,0 a 480,0
25 a 30 119,0 a 476,0 96,0 a 502,0
30 a 40 100,0 a 494,0 130,0 a 354,0

Ambos os sexos
ò
Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL)
0a1 3,7 a 100,0
1a2 6,1 a 131,0
2a3 24,3 a 152,0
3a4 44,0 a 117,0
4a5 30,0 a 150,0
5a6 33,0 a 276,0
6a7 43,0 a 373,0
30 a 40 100,0 a 494,0
40 a 50 101,0 a 303,0

óKô
Condi o:
50 a 70

0,5 mL de Soro.
78,0 a 258,0

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

126 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


IGFBP-3
Coment
rios:

c^ KY P\ ] XPY
Os fatores de crescimento insulin like (IGFs) constituem uma família de peptídeos com homologia
estrutural à insulina, com potentes aç s anabólicas e mit nicas. No plasma os IGFs est ligados a

×V d Kd«WP[ XKY XKYÛ^


uma família de proteínas ligadoras (IGFBPs), uma categoria composta agora por 10 membros. De todas
as IGFBPs, a IGFBP-  mais estudada, sendo a mais abundante na circulaç , e liga
aproximadamente 95% dos IGFs no sangue. Originalmente, acreditava-se que s ica funç ra o

XKY ] XKY V
transporte das IGFs, modulando sua biodisponibilidade para seus receptores. Recentemente, entretanto,

XKY4aK^4aK^
atividades da IGFBP-3 t m sido identificadas (em particular como agente apoptótico, inibindo a

ñ proliferaç celular). Sua determinaç


M todo:
tilizada na avaliaç sordens do eixo GH-IGF-1.

Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia: ò ò
Valor de Refer ncia ò
Valor de Refer ncia
Idade (ng/mL) (ng/mL)
(anos) Sexo Masculino Sexo Feminino
7a8 1,3 a 6,4 2,1 a 6,5
8a9 2,3 a 5,1 2,6 a 5,5
9 a 10 2,2 a 5,2 2,9 a 7,7
10 a 11 1,8 a 7,1 2,7 a 7,2
11 a 12 2,0 a 5,5 2,3 a 7,7
12 a 13 1,8 a 7,0 1,8 a 8,4
13 a 14 2,4 a 7,3 2,0 a 7,1
14 a 15 1,7 a 6,9 2,6 a 7,3
15 a 16 2,1 a 7,2 2,4 a 6,0
16 a 18 2,6 a 7,3 2,0 a 6,5
18 a 20 2,7 a 7,3 2,3 a 7,5
20 a 23 2,9 a 7,4 2,8 a 7,4
23 a 25 2,3 a 5,5 2,9 a 7,0
25 a 30 2,3 a 6,7 2,1 a 7,6
30 a 40 1,7 a 5,6 2,3 a 7,3

Ambos os sexos
ò
Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL)
0a1 1,0 a 3,1
1a2 1,1 a 3,6
2a3 1,2 a 4,0
3a4 1,4 a 4,3
4a5 1,6 a 3,2
5a6 2,0 a 4,2
6a7 2,0 a 4,2
30 a 40 1,7 a 7,3
40 a 50 2,1 a 4,3

óKô
Condi o:
50 a 70

0,3 mL de Soro.
2,0 a 4,0

- JD 4h.
Laboratórios:
Z
V4þ ô
Enviar em tubo pl stico.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 127


Insulina
V
Coment
rios:
X
aKd V ]
Al m de sua indicaç o no dia gnóstico de insulinoma, a dosagem de insulina pode ser utilizada para

]
estudos de outras causas de hipoglicemia. Diversas formas de resist ncia à insulina, por diferentes
mecanismos, v m sendo descritas. A causa mais conheci a que acompanha a obesidade, que

] XKY4aKd
apresenta níveis de insulina elevados, com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. Nesses

ñ mV
casos, ocorre elevaç insulinemia, frente a níveis normais ou elevados da glicemia.
Veja tam m Resist ncia à Insulina.
M todo:
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia: ò
VóKô X
2,5 a 20,0 µU/mL
Relaç o Insulina/Glicose:
at 0,30 (Esta relaç
Condi o:
XKY4[KXKY
tem valor nos testes Glicose/Insulina após estímulo com dextrosol)

0,5 mL de Soro.

V4þ ô
- JO 10h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Insulina, anticorpos anti


Coment
rios:

]K[
Essencialmente, todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos anti-
^V
X K Y « [ P Y XKY
insulina. Entretanto, resist cia insulínica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos rarament

XKY
observada (0,01%) nos pacientes tratados. A maioria dos anticorpos anti-insulina s IgG, mas poucos
s IgE. A presença de anticorpos anti -insulina pode ocasionar alteraç
para insulina.
s resultados dos ensaios

ñ Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1.
M todo:

0V _ ( [
ò
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
At
óKô
Condi o:
U/mL

0,5 mL de Soro.

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ITL â Indice de Tiroxina Livre


Coment rios:

X XPYàaK^
O índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captaç o de T3 por resina e T4 total; V
c
proporcional ao T4 livre. Apresenta estimativa satisfatória da concentraç
X
T4 livre nas gestantes e
em uma variedade de outras situaç es em que a concentraç o de TBG encontra-se alterada.

XKò Y
Recentemente, os ensaios de TSH tornaram-se reprodutíveis e o uso do ITL tem diminuído.
T3 Retenç X T4 Total ÷ 100 = ITL
Valor de Refer ncia:
1,40 a 3,80
Veja:
T3 Retenç XKY l
p g.138 e T4 Total p g.140 l

128 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Leptina
Coment
rios:
V VV
É uma proteína s rica de 16kDa relacionada à obesidade e descoberta em 1994. Em humanos V
c^
produzida no tecido adiposo. Parece ser uma mol cula semelhante a citoquina que produz seus efeitos

]K[ c^
interagindo com receptores no SNC e tecidos perif ricos. Mutaç s no gene da leptina, produzindo
defici cia de leptina, conduz a quadros raros de obesidade extrema. Concentraç s baixas podem ser

ñ encontradas em pacientes lipoatróficos.


M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
ãMulher N
ò ä XKYíYPmK^
sa: 2,0 a 17,0 ng/mL

ä XKY4YKmK^
ä
Obesa: 7,0 a 59,0 ng/mL
ãHomem N so: 1,0 a 11,0 ng/mL

Condi o: óKô
0,5 mL de Soro.
ä
Obeso: 4,0 a 35,0 ng/mL

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

17 OH Pregnenolona
Coment
rios:
17-alfa hidroxipregnenolona
^ V V
formada pela hidroxilaç XKY¿aKd¿`
regnenolona. A maior parte da

XKYía ] P [ V W mV W
pregnenolona circulant de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após
a administraç
] e ACTH. Este ensaio primariamente til no diagnóstico da hiperplasia adrenal

X
cong nita por defici cia da 3β-OH esteróide desidrogenase. É tam m til para sugerir a presença de
um tumor virilizante adrenal. Níveis moderadamente aumentados s o observados na Síndrome de

ñ Cushing ACTH dependente.

ò VX
M todo:
Hidrólise + Extraç o + Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
ãMulher - Pr -Puberal ä
20 a 140 ng/dL
- Fase Folicular ä
45 a 1185 ng/dL
- Fase Luteínica ä
42 a 450 ng/dL
- Menopausa 18 a 48 ng/dLä
ã
Homem: 41 a 183 ng/dL
ã
1 hora após ACTH: 500 a 1500 ng/dL
Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co [P\K]K[ ]K[
ita (defici cia de 3 β Hidroxi Dehidrogenase).
Nas formas tardias do adulto o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao

Condi o: óKô
ACTH > 1500 ng/dL.

2,5 mL de Soro.

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 129


17 OH Progesterona
Coment
rios:
V ]K[
A 17 OH Progesterona, um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra -renais, sendo precursor

comum de hiperplasia c YK[K\P]K[


da síntese do cortisol. É o principal marcador da defici cia da 21 -hidroxilase, causadora da forma mais
ita da supra-renal. Quando do nascimento, os valores se encontram

X
elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a
dosagem da 17 OH Progesterona na avaliaç o de certas formas de hirsutismo, causadas pela

ñ hiperplasia da supra-renal de início tardio.


M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
å
ò
Mulher: Fase Folicular æ
de 20 a 150 ng/dL
Fase Luteínica æ
de 50 a 300 ng/dL
Menopausa æ
de 10 a 100 ng/dL
å
Homem adulto
å
V
æ
V
de 50 a 300 ng/dL
Ambos os sexos - Pr -Puberal < que 200 ng/dL
å
Rec m nascidos æ
æ
os valores podem estar elevados at V` (
0 ng/dL, caindo rapidamente após a 1 a

Condi o: óKô
0,5 mL de Soro.
semana de vida, ficando menor que 200 ng/dL.

- JD 4h.
Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co [K\P]K[ ]K[
ita (defici cia de 21 Hidroxilase). Nas formas
tardias do adulto, o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH >

V»þ ô
1500 ng/dL.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2 o e 8o C.

Osteocalcina
Coment
rios:
mV V
A osteocalcina tam m conhecida como BGP (Bone Gla Protein) m marcador específico do turnover
XKY
KX Y V
ósseo sintetizado pelos os teoblastos. Os níveis circulantes de osteocalcina possuem boa correlaç com

X
os índices histológicos de formaç óssea. Seus níveis variam tamb m com a idade: maiores na infância

Z
e puberdade, com pico durante o estir o puberal; declínio na fase adulta, aumentando após a
menopausa. Níveis elevados ocorrem em: hiperparatireoidismo prim rio, osteossarcoma secund rio e Z
ñ Doença de Paget. Níveis diminuídos ocorrem no hipoparatireoidismo e síndrome de Cushing.
M todo:
]K[
ò
Quimioluminesc cia

V ææ 0V _ ( dK[PY
Valor de Refer ncia:
å
Pr -Puberal 10,0 a 80,0 ng/mL
å
Homem at s: 2,5 a 15,0 ng/mL

æ V )( dK[PY
æ > que 41 anos: 2,0 a 12,0 ng/mL
å
Mulher at s: 2,5 a 15,0 ng/mL

Condi o: óKô
0,5 mL de Soro.
æ
> que 51 anos: 3,0 a 22,0 ng/mL

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

130 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Paratormônio Intacto (Mol \s ula Inteira) ç PTH

Z Z c^ Z Z X
Coment
rios:

Z
O PTH responde prontamente às variaç s do c lcio plasm tico. A avaliaç o do PTH deve ser feita em
conjunto com a dosagem do c lcio, pois podemos diagnosticar o hiperparatireoidismo prim rio pelo
encontro de PTH elevado com c lcio discretamente elevado ou mesmo nos limites superiores da

c^ ]K[ Z Z V V Ka ^
normalidade. Outras causas de hipercalcemia exibem o PTH em níveis baixos. A hipocalcemia apresenta

Z]
PTH em concentraç s elevadas; este fato ocorre na defici cia da vitamina D, como tamb m na

c^
insufici ncia renal crônica. No hipoparatireoidismo encontramos níveis baixos do c lcio com PTH

X
indect vel ou em concentraç s baixas. Se o PTH estiver aumentado, o diagnóstico prov vel
pseudohipoparatireoidismo. Na avaliaç o de litíase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um

ñ hiperparatireoidismo.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

óKô
10 a 65 pg/mL
Condi o:
0,6 mL de Soro.
- JD 4h.
Laboratórios:
Z
Enviar amostra congelada em recipiente de pl stico com gelo em quantidade suficiente de maneira que o

V š ô
material chegue congelado ao laboratório.
Conservaç o para envio:
At meses entre - 5 o a - 25o C.

Peptídeo C
Coment
rios:
V c^
O Peptídeo C secretado juntamente com a insulina em proporç s equimolares. Sua dosagem o se [KX
dKm V V
altera na presença de anticorpos anti -insulina, refletindo nestes casos, melhor que a insulina, a
capacidade secretória das c lulas beta. O peptídeo C serve para avaliar a capacidade do paciente

Z^
di tico de responder apenas à dieta ou ao uso dos hipoglicemiantes orais.

XPYaP^ c^
O Peptídeo C est levado em insulinomas e diabetes tipo II. Baixas concentraç s acontecem em

ñ diabetes tipo I e na administraç


M todo:
insulina exógena.

ò
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia:

óKô
0,4 a 3,5 ng/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.

V4þ ô
- JO 10h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 131


Progesterona

] P [ YK[Kd V ` XKY W dV] ]


Coment
rios:
A progester
ocorr cia de ovulaç ) e de sua funcionalidade. Uma fraç mínim
[P\K]K[ XKY
roduzida pelo corpo l teo, sendo o marcador de sua exist ncia (por conseqü ncia da
secretada pelas adrenais,

XKY Z  a
elevando-se na hiperplasia adrenal co ita e em alguns carcinomas adrenais e ovarianos. Na

V
gestaç , eleva -se rapidamente nas primeiras semanas, refletindo o funcionamento do corpo l teo e da W
ñ placenta. Est iminuída na amenorr ia, agenesia gonadal e morte fetal.
M todo:

è
ò é
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia:
Fase Folicular 250 a 850 pg/mL
è
è
Fase Luteínica
Menopausa at /mL
é
é V ï _ ( `K\
3.000 a 20.000 pg/mL

è
óKô
Homens
Condi o:
0,5 mL de Soro.
200 a 800 pg/mLé

- JD 4h.

X YP[KV Z ë K^ V X X ] YâX[KXKY

Informaç es nece rias: vv

Y V XKY4Y
Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham,

W Z
com sua menstruaç o? At p oca sua menstruaç o era regular? A menstruaç o vem com

Z
medicaç
Z4\ Z Z֑ KdK[
espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual?
H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç XKY
e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos – feminino: < 11 anos), responder:

XKY‰
Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, ]
V4þ ô
genital, aparecimento de menstruaç
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Pro-Insulina

XPYùXKY [K[ d V V X V V
Coment
rios:
Pró -insuli produzida nas c lulas beta das ilhotas e clivada em insulina e peptídeo C anterior à sua
liberaç a circulaç o. Normalmente, uma pequena quantidade de pró -insulina (2 a 3%) escapa da

[K]
convers e secretada juntamente com insulina durante a estimulaç
Vê_ ( XKY aKd V
c lula beta. Entretanto,
pacientes gravemente hiperinsuli micos mostram at
X
% de insulina imunoreativa como sendo

V V]
material pró -insulina like. A pró -insulina tem uma aç o levemen te hipoglic mica. A desordem clínica que]
]
mais consistentemente resulta em níveis s ricos elevados o insulinoma. Níveis aumentados de pró-

W
insulina t m sido reportados em pacientes com insufici ncia renal crônica, hipertireoidismo e

ñ hiperinsulinemia familiar. Pode ser til no diagnóstico da hipoglicemia factícia.


M todo:

XKY4YKmK^ ò
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
èN é
sos 5,0 a 16,0 picomoL/L
è
óKô
Obesos
Condi o:
0,8 mL de Soro.
é
8,5 a 42,0 picomoL/L

V4þ ô
- JO 10h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

132 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Prolactina

Yà[PW XKYK[ d V
Coment
rios:
Prolacti m hormônio proteico secretado pela hipófise anterior e placenta. A prolactina pode modular

XK[KY«d aKV^«` [Pd XKV Y ^ XPYîaK^ KX ÛY Ka ^


mero de folículos em desenvolvimentos na fase folicular de cada ciclo menstrual. Durante e após a
gestaç , em associaç com outros hormônios, estimula desenvolvimento e produç leite. A

Z [KZ ] K [ X
secreç rolacti stimulada pelo sono, stress e o hormônio hipotalâmico TRH. A secreç
prolacti diminuída pela dopamina e seus a logos, tais como, bromocriptina. A hipersecreç o de

Z XKY©aKY c ^ XKYýXK^ Y
prolactina pode ser causada por tumores pituit rios, chamados de prolactinomas, doença hipotalâmica,
estimulaç tórax ou mama, hipotireoidismo, insufici cia renal, exercício, stress, alimentaç
v rias medicaç s (fenotiaziana e metoclopramida, por exemplo). A hiperprolactinemia inibe a secreç
de gonadotropinas e pode produzir hipogonadismo em homens e mulheres com níveis baixos ou

ñ inapropriadamente baixos de LH e FSH.


M todo:
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia:
ë Homem
òì
0,6 a 17,0 ng/mL
ë
ë
Mulher - Fase Folicular

Criança
- Fase Luteínica at
ì
30% mais que adulto
,0 ng/mL
ì
0,6 a 19,0 ng/mL
ì V  (
Prolactina sofre muitas infl cias. K]K[
Nota: Valores entre 20 e 40 na mulher e 17 e 40 nanog/mL no homem devem ser repetidos porque a

Gravidez (Schweizer, F.M., publicado no Am. J. Obstet. Gynecol. De 15 de junho de 1984):


ë
1 o Trimestre ì
30 ng/mL (10 a 80 ng/mL)
ë ì
2 o Trimestre 100 ng/mL (20 a 350 ng/mL)
ë ì
3 o Trimestre 200 ng/mL (40 a 600 ng/mL)

Condi o: óKô
Obs.: A descoberta de Hiperprolactinemias durante a gravidez, deve ser encarada com muito cuidado.

0,5 mL de Soro.
- JD 4h.
- Repouso de 30 minutos para quem fez exercício físico.

Informaç es nece rias: vv

^V l l
Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado
isolado, informar s controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz PX öY K` ^
la qual

V4þ ô
o exame foi solicitado.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 133


PSA í Antígeno Prost A tico Específico
Coment
rios:
Z Z Y VZ
O antígeno prost tico específic
c ^X
ma protease produzida quase que exclusivamente pelas c lulas
epiteliais do tecido prost tico. Est presente em altas concentraç s no líquido seminal. Níveis pr -
V V
Z VW XKYÁaK^ Z
operatórios correlacionam (ainda que imperfeitamente) com extens o da doença em pacientes com
câncer prost tico. PSA til na detecç tumor prost tico e no seguimento do seu tratamento. Pode

c^ Z ] P[ KX Y VXKY ^ PX Ym V Pa ^
apresentar-se elevado nos quadros de prostatite. Aproximadamente 25 a 46% dos homens com
hiperplasia prost tica benigna t m concentraç levada de PSA. Pacientes com prostatite tam m
exibem elevaç s do PSA. O nível de PSA

Z X c^ tilizado isoladamente para estagiamento e seleç

XPYùZ` V
candidatos para prostatectomia radical. Elevaç s podem ser encontradas após o exame retal digital,

XKY Z Z XKY
massagem prost tica, instrumentaç o uretral, ultrassom transretal, biópsia prost tica por agulha,
retenç rin ria, infarto ou isquemia prost ticas e relaç sexual. Sua utilizaç
XPY r -operatória n o X
XKYV XPYíaKY
define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invas capsular. No seguimento dos
pacientes muito importante manter a utilizaç mesmo ensaio. A velocidade do PSA ma V XKY
Z
express

c ^ Z X X
tilizada para indicar a taxa de mudança do PSA. Pode prover um índice capaz de detecç
precoce do adenocarcinoma prost tico com distinç o entre os normais e aqueles com hiperplasia

ñ prost tica benigna. Flutuaç s fisiológicas < 30% s o descritas.


M todo:
Imunofluorimetria

Informaç es necess rias:

- Após Ultra -Som Trans-Retal, aguardar 24 horas.

XPY
- Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas.
- Após Ejaculaç , aguardar 2 dias.
- Após Toque Retal, aguardar 2 dias.
- Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas.

V4þ ô
- Após Massagem na prósta ta, aguardar 4 semanas.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

TOTAL
Valor de Refer ncia:
Homem at ,5 ng/mLî
ò Vÿ
î
2,5 a ,4,0 ng/mL ï Moderadamente elevado
î
4,1 a 10,0 ng/mL ï Elevado
î
11,0 a 20,0 ng/mL ï Aumento Significativo
î
> 20,0 ng/mL ï Grande Aumento
Mulher î
< que 0,5 ng/mL ï normal
Babaian RJ, Johnston DA, Naccarato W, Ayla A, Bahadkamkar VA, Fritsche HA. The incidence of prostate cancer in
a screening population with a serum prostate specific antigen between 2,5 and 4,0 ng/mL.: relation to biopsy strategy.
J Urol 2001;165:757-60.
Nota:
]P[
Valores basais menores que 2,5 ng/mL apresentam alta preval cia de normalidade.
Valores basais de 2,5 a 4,0 ng/mL embora pouco acima dos limites normais, exigem controle clínico mais
rigoroso e Biópsia.

X V
Valores basais de 4,1 a 10,0 ng/mL, sugere-se al m de rigoroso controle clínico, a crit rio m ico, a V Va
XKY
relaç o PSA Livre/Total e Biópsia Valores acima de 20 nanog/mL Biópsia obrigatório
Mulheres, valores acima de 0,5 nanog/mL s sugestivos de Neoplasia de Mama.
XKY
Importante: Pacientes de 40 a 45 anos, 48 horas ou mais após a ejaculaç , os valores de PSA podem

óKô
aumentar de 1,3 a ± 0,8 ng/mL.
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JD 4h.

Continua...
134 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Continua...PSA

PSA LIVRE E TOTAL


Valor de Refer ncia:
ðPSA Livre
ò ñ
at ,720 ng/mL VVi(ÿ
ðPSA Total ñ
at ,50 ng/mL
ð % PSA Livre Probabilidade de CA
0 a 10% ñ
56%
10 a 15% ñ
28%
15 a 20% ñ
20%
20 a 25% ñ
16%
> 25%

V
ñ
8%
Para valores de PSA Total entre 2,5 e 15,0 ng/mL, porcentagem de PSA Livre/PSA Total, relaç o acima
de 27% sugestiva de benignidade; neste grupo, valores de 19 a 26%, est zona intermedi ria, XKY«[Kd X Z
devem ser estudadas com maior cuidado. Abaixo de 18% sugestivo de malignidade. Cuidado, se trata de
probabilidade.

intervalo de 2 anos, apresentam alta preval cia de benignidade. P] [


Nota: Valores basais menores que 2,0 ng/mL mesmo que atinjam valores ao redor de 5,0 ng/mL, num

Valores basais de 2,1 a 4,0 ng/mL que se elevam para 4,1 a 5,0 ng/mL, num prazo de 2 anos, precisam

óKô VÉ_
fazer controle mais rigoroso com o clínico.
X
Importante: At 8 horas após ejaculaç o, os valores de PSA podem aumentar de 1,3 ± 0,8 ng/mL.
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JD 4h.

Renina
Coment
rios:
V \K]K[ V V XKYâdKa
A renina secretada pelas c lulas justaglomerulares adjacentes às arteríolas renais aferentes e converte
o angiotensino io em angiotensina I. A angiotensina I , por sua vez, convertida em angiotensina II,
um peptídeo biologicamente ativo que estimula a secreç renocortical de aldosterona e tem uma
atividade vasopressora direta. O interesse clínico em medir a renina plasm tica concentra-se Z
Z K[KaPZ
principalmente nos pacientes com quadro de excesso de aldosterona. Existem duas formas de
Z YKYK[K[Kd d VV
]K[ Z
hiperaldosteronismo: prim rio e sec
rio. No hiperaldosteronismo prim rio o excesso de aldoster
produzido autonomamente por um adenoma ou hiperplasia adrenal, no secund rio a aldoster

XKXPY YåaKd [Kd V a X V


produzida como uma resposta fisiológica em algumas doenças, tais como, insufici cia cardíaca, cirrose,

XXKY KYîa X Z [KW VZ


hipertens renovascular, Síndrome de Bartter, medicaç o diur tica e quadros de vômitos protraídos.

V XPY
Interpretaç reni
XKYîKd aK[ ^  X
ifícil devido à n o especificidade dos ensaios indiretos, i meras vari veis
pr -analíticas afetam a produç e renina (ingest sódio, postura e medicam entos) al m da

ñ variaç circadiana na produç de renina (m xima na m , mínima no final da tarde).

ò [V
M todo:
Radioimunoensaio Ci tico
Valor de Refer ncia:
Dieta Normal de Sódio Restriç o de Sódio X
` VV ñ V
ð ñ
deitado 0,3 a 1,6 ng/mL/h deitado ð
1,9 a 4,3 ng/mL/h ñ
ð2h em P 1,5 a 3,5 ng/mL/h 2h em P ð
3,0 a 7,6 ng/mL/ ñ
ð2h em + Furosemida 1,5 a 8,5 ng/mL/h

óKô
ñ
Valores para Veia Renal direita e esquerda: diferença > 1,5 ng/mL/h s consideradas anormais.
Condi o:
XKY
2,0 mL de Plasma (EDTA).
- JD 4h.
- Para coleta basal, repouso de 30 minutos deitado, ar [PXKY4`KYKaK^4dK[Ka d4` V
ou C.O.M.
Medicamentos:
XKY XKY4`K^ V
Valores altos de Renina s vistos em pacientes em uso de diur ticos, anticoncepcionais (devido ao
estrógeno),drogas anti -hipertensivas.Retirar a medicaç lo menos 1 semana antes do exame C.O.M.
Laboratórios:

V š ô
Congelar imediatamente e enviar material congelado.
Conservaç o para envio:
At meses entre - 5 o a - 25o C.
Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 135
Risco Fetal
TESTE INTEGRADO
Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre - PAPP-A - Transluc ncia Nucal ò
Coment rios:

c^ X W Z V c^Va
Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com
dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median-MoM)
para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s do tubo neural - Taxa de detecç : XPY
YV Z XKY X
82% e Taxa de falso positivo: 1%.
Detecta Síndrome de Down e m formaç do tubo neural com maior taxa de detecç o e menor taxa de

Valor de Refer ncia:


Limite de Risco 1:200
ò
falsos-positivos, por iss considerado o teste ideal.

Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto

XKY4d X
apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativa n XKY
óKô
exclui a possibilidade de uma gestaç
Condi o:
0,5 mL de Soro.
fetada em funç o dos resultados falso -negativos.

- JD 4h.

XKY XKY
- Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç ) ideal 12 a semana e 2o trimestre (15a a 22a
semana de gestaç ) ideal 15 a a 18a semana.

Informaç es nece rias: vv

XKY
Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di dÁaKdÁW XKYâd
ltima menstruaç , diabete XKY
XX
tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gest aç nterior: síndrome de

data da realizaç o do ultra -som, comprimento cabeç


XKY då[KZKaP^K\Kd [ P W ]P[
Down, malformaç o de tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra -sonografista,
s (CCN), transluc cia nucal (tn), data,

V4þ ô
diâmetro biparietal, semana de gestaç ltra -som (semanas/dias), mero de fetos.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

TESTE COMBINADO
PAPP-A - Translu ncia Nucal ­ ò
Coment rios:

c^ X W V V a XPY
Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que ab astecido com
dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM)
para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo:

Valor de Refer ncia:


Limite de Risco 1:200
ò
5%. Detecta somente Síndrome de Down.

Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto

XKY X
apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ d÷[KXKY
óKô
exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos.
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JD 4h.
- Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç o) ideal 12 a semana. X

Informaç es nece rias: vv

XKY
Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di dÁXKaKY"dÁdKW [
ltima menstruaç , diabete XKY
XKY«XKaKYÁYBaK ^
tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down,
malformaç
realizaç
XKY
ltra -som, comprimento cabeça n ZKaK^K\Kd [ K W ]K[
tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da
s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro

V4þ ô
biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Continua...

136 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Continu õPóKô o...RISCO FETAL

TESTE TRIPLO
Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre
Coment rios:

c^ X W Z V c ^V a
Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com
dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM)

Z XPYaPY
para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s de tubo neural - Taxa de detecç : XPY
Valor de Refer ncia:
Limite de Risco 1:200
ò
69% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta Síndrome de Down e m formaç tubo neural.

Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto

XKY X
apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ d÷[KXKY
Condi o: óKô
exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos.

0,5 mL de Soro.
- JD 4h.
X
- Realizar no 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç o) ideal 15 a a 18a semana.

Informaç es nece rias: vv

XKY
Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di dÁXKaKY"dÁdKW [
ltima menstruaç , diabete XKY
XKY«XKaKYÁYBaK ^
tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down,
malformaç
realizaç ltra -som, comprimento cabeça n
XKY ZKaK^K\Kd [ K W ]K[
tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da
s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro

V4þ ô
biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

SHBG ò Globulina Ligadora de Hormônios Sexuais


Coment
rios:

Y K \ P ] K [ XKY m V XKY [ P X K Y
É uma proteína sintetizada no fígado que funciona como uma proteína de transporte para alguns
hormônios sexuais. A maioria dos hormônios gonadais circulante s ligados a proteína. Testosterona,
c^
c XK^ Y c^ X
dihidrotestosterona e estr ios s ligados à SHBG. Conseqüentemente, somente alteraç s na
secreç desses hormônios mas tam m alteraç s na concentraç o do SHBG podem conduzir a
variaç s nos níveis circulantes dos hormônios. Encontr a-se aumentada na estrogenioterapia, gestaç ,
XKY \K]P[ XPY
ñ XKY
alcoolismo, hipogonadismo masculino, hipertireoidismo, síndrome da feminizaç testicular. Encontra-se
diminuída no hirsutismo, virilizaç , obesidade extrema e terapia ou abuso de andro ios.

òô ]
M todo:
Quimioluminesc ncia
Valor de Refer ncia:
ó Homem 13 a 71 nmoL/L
ó
óKô
Mulher
Condi o:
0,5 mL de Soro.
18 a 114 nmoL/L ô

V4þ ô
- JD 4h.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 137


T3 Livre

ÛV V ^ V [KXKY
Coment
rios:
A maior parte do T3 circulant ligada às proteínas; somente 0,3% existe na forma livre, ligada. A

V
medida do T utilizada para diagnóstico e monitoramento do tratamento do hipertireoidismo. Quando

XKYÛaKY ]
um aumento na TBG suspeitado como a causa de um nível s rico total elevado de T3, o ensaio de T3
livre pode diferenciar esta condiç
V
verdadeiro hipertireoidismo. Encontra -se aumentado na Doença
de Graves, na tireotoxicose por T3, na resist ncia perif rica ao hormônio tireoidiano, adenoma produtor

ñ de T3. Diminuído na Síndrome do Eutireoidiano Doente e hipotireoidismo (1/3 dos casos).

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

óKô
0,30 a 0,51 ng/dL
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Z
Informar medicamentos em uso ou usou recentemente, inclusive fórmulas para e magrecer e, se mulher,

V4þ ô
informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

T3 Reten  o
Coment
rios:
É uma medida indireta dos sítios [PXKY
saturados da TBG. T3 retenç XKY4[KXKY ]K[ V
mede os níveis s ricos de T3.
O primeiro ensaio foi descrito utilizando eritrócitos. T3 marcado foi utilizado em prefer cia ao T4 devido

XKY V Z
a sua menor afinidade pela TBG. Os eritrócitos foram subseqüentemente substituídos por resinas. O T3
retenç tilizado conjuntamente com a do sagem do T4 total para c lculo do ITL (Indice de Tiroxina

ñ diminuiu a necessidade da T3 retenç . XKY


Livre). Recentemente, os ensaios de hormônios tireoidianos livres tornaram -se mais reprodutivos e

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

óKô
27 a 36%
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Z
Informar medicamentos em uso ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer e, se mulher,

V4þ ô
informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

138 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


T3 Reverso
Coment
rios:
V Z
3,3´5´-Triiodotironina (T3 reverso, rT3) , juntamente com o 3,5,3´-Triiodotironina (T3), um metabólito

rT âV
deiodinado da tiroxina (o maior produto secretório da glândula tireóide). Ao contr rio do T3, ent retanto, o

XKY
metabolicamente inerte. Encontra-se elevado na Síndrome do Eutireoidiano Doente, no rec m-
nato, na Síndrome do T3 baixo e no hipertireoidismo. Reduç nos seus níveis V YKm
servada no
V
ñ hipotireoidismo.
M todo:
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia: ò
Condi o: óKô
0,09 a 0,35 ng/mL

0,6 mL de Soro.

V4þ ô
- JD 4H.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

T3 Total
Coment
rios:
V [K\ K^ V `
A triiodotironina total normalmente produzida primariamente pela deiodinaç o do T4 (80%) X
tam m ^ V mV
Z
secretada diretamente pela glândula tireóide. T3 no sa redominantemente ligado a proteínas
plasm ticas. Apresenta-se elevado na Doença de Graves, T3 toxicose, nos casos de hipertireoidismo

ñ X c^
TSH dependente , aumento de TBG, gravidez. Valores baixos podem ser encontrados nos quadros de
doença n o tireoidiana, hipotireoidismo e reduç s da TBG.
M todo:
Quimioluminesc cia
ò ]K[
õ
õ
Cor
1 a 30 dias
aKXPY
Valor de Refer ncia:
ö
15 a 75 ng/dL
ö
32 a 216 ng/dL
õ 31 dias a 5 anos ö
80 a 270 ng/dL
õ 6 a 10 anos ö
90 a 249 ng/dL
õ
óKô
> 10 anos a Adulto
Condi o:
0,5 mL de Soro.
ö
75 a 220 ng/dL

- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Z
Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.

V4þ ô
Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 139


T4 Livre

V XKY Z X
Coment
rios:

Z
Hormônios tireoidianos s transportados no sangue ligado a v rias proteínas de li gaç o. Estas incluem

]Pc [
a TBG, globulina, pr -albumina e albumina. Somente 0,03% de T4 est livre. Hipertireoidismo e
hipotireodismo resultam de concentraç es anormais de T4 livre. Encontra -se aumentado no
hipertireoidismo e na Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireodiano. Sua concentraç XPYÁ^K[
contra -se
diminuída no hipotireoidismo. Os resultados podem estar inadequados na presença de autoanticorpos

XKY»d [K] V XKXKY YÛYKm [KXKY


anti-tiroxina, fator reumatóide ou tratamento com heparina. Pode estar aumentado na hipertiroxinemia

s c^
disalbumi mica familiar. Discrepâncias nos níveis de T4 entre os diversos m todos s servadas e
inda mais acentuadas na presença de alteraç s extremas das proteínas de ligaç , doenças

ñ tireoidianas, anticonvulsivantes e algumas outras drogas.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
0,75 a 1,80 ng/dL

0,5 mL de Soro.
- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Z
Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.

V4þ ô
Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

T4 Total
Coment
rios:
V XKYöV aKY
âZ [Kd ]
Tiroxina (T4, tetraiodotironina) o maior produto secretado pela glândula tireóide. No sangue T ligado _
est XKY
a uma de tr s classes de proteínas: TBG, transtiretina e albumina. Somente uma pequena fraç
forma livre (0,03%). A concentraç total de T4 geralmente reflete a atividade secretória da
T4T

dÛ[KXKY
da TBG, aumento da transtiretina (TBPA). Sua concentraç
quadro de doenç tireoidiana e na reduç XKYÛaKd XKY©^ Z©a
glândula tireóide. Encontra -se elevado nos casos de hipertireoidismo, disalbuminemia familiar, aumento
st iminuída no hipotireoidismo, no
TBG. Autoanticorpos anti -T4 podem interferir com o

ñ ensaio.

ò ]K[ ø
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
÷1 a 10 dias 11,8 a 23,2 µg/dL
÷10 dias a 1 ano ø
8,0 a 16,0 µg/dL
÷1 a 5 anos ø
7,3 a 15,0 µg/dL
÷6 a 10 anos ø
6,4 a 13,3 µg/dL
÷
óKô
> 10 anos a Adulto
Condi o:
0,5 mL de Soro.
ø
5,0 a 12,0 µg/dL

- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Z
Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.

V4þ ô
Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer.
Conservaç o para envi o:
At dias entre 2o e 8o C.

140 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


TBG ù Globulina Ligadora de Tiroxina
Coment
rios:

c
A Globulina Ligadora de Tiroxina (TBG) Vd V
principal proteína s rica carreadora de T4 e T3.

V XKYÛY Ûa X V
Alteraç es da TBG se refletem paralelamente na dosagem dos hormônios t ireoidianos.

K]K[
Existem quadros gen ticos de elevaç iminuiç o da TBG. Al m disso, a concentraç TBG se XKYÁaP^
V ]KX[ Z[K\P]K[ [PaK^ c V^ W Z XKYÛ^K[ ^Kë K] ]K[
altera por infl cia de diversas drogas (anticoncepcionais ou terapia com estrógenos), na gravidez e
tamb m por causas heredit rias, o til na diferenciaç tre hipotireoidismo cong ito (T4 Neo -
natal baixo) e defici cia co

K[ W XKY4a
ita de TBG.
Aumento ou diminuiç o das concentraç s de TBG ter como cons
X P Y ö Y ÷ ë K ^ K a K
ncia um aumento ou reduç
d ÷ a K d X K Y XKYöaPY
ñ
mero de sítios de ligaç
X K Y 4 a K Y Y
isponíveis para o T4, com consequente elevaç
deste hormônio, às custas de maior ou menor fixaç rmônio livre.
  fraç ligada

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
13,6 a 27,2 mg/L

0,5 mL Soro.
- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Z


V4þ ô
Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Testosterona
Coment
rios:
Testoster YK[Kd V V
o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. Testosterona tanto um V YK\P]K[
] XPYö^
hormônio quanto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr
(dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). A c onvers em DHT ocorre em tecidos
io
XPY
KX 4Y Ka d
contendo a 5 alfa-redutase, enquanto a convers
A secreç testoster KY K[ d V X X
m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase.
primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que, V
V Z Z
por sua vez, depende da estimulaç o da hipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina

XKYýa
(GnRH). A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. Testosterona tem
uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. A
V
]K[ YK\K]P[ Z
testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). Aproximadamente 1 a 4%

XKYÙK[ ` K\ K] [ Z
da testosterona no plasma est livre. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina),
resist cia andr ica, testotoxicose, hiperplasia adrenal co ita, Síndrome dos Ov rios Policísticos,

ñ ]K[
tumores ovarianos, tumores adrenais. Sua concentraç ode estar reduzida no atraso puberal
(masculino), defici cia de gonadotropina, defeitos testiculares e doenças sist micas.
M todo:
]
Imunofluorimetria
Valor de Refer ncia: ò
➧ Cor
➧ 0 a 3 meses
aKXKY Homem
200 a 500 pg/mL
200 a 1000 pg/mL
Mulher
230 a 370 pg/mL
50 a 160 pg/mL
➧ 4 a 12 meses 150 a 450 pg/mL 40 a 120 pg/mL
➧ 1 a 9 anos
➧ Pr PuberalV 40 a 300 pg/mL
200 a 2000 pg/mL
30 a 200 pg/mL
100 a 300 pg/mL

óKô
➧ Adulto
Condi o:
0,5 mL de Soro.
2500 a 9500 pg/mL 200 a 800 pg/mL

- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes), dia e hor ltima dose. Se mulher, d«aKd«W
V4þ ô
informar uso de anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 141


Testosterona Livre
Coment
rios:
Testoster YK[Kd V V
o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. Testosterona tanto um V YK\P]K[
(dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). A convers ] XPYö^
hormônio qua nto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr
m DHT ocorre em tecidos
io
KX ýY ^
KX 4Y Ka d KY K[ d V XKY4aKd 
contendo a 5 alfa-redutase, enquanto a convers
A secreç testoster X
m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase.
primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que, V
por sua vez, depende da estimulaç

XKYýa V Z Z
ipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina
(GnRH). A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. Testosterona tem
uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. A
V
]K[ YK\K]P[ Z
testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). Aproximadamente 1 a 4%

XKYÙ` ]K[ Z
da testosterona no plasma est livre. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina),
resist cia andr ica, testotoxicose, hiperplasia adrenal cong ita, Síndrome dos Ov rios Policísticos,

ñ ]K[
tumores ovarianos, tumores adrenais. Sua concentraç od e estar reduzida no atraso puberal
(masculino), defici cia de gonadotropina, defeitos testiculares e doenças sist micas.
M todo:
]
Radioimunoensaio
Valor de Refer ncia:
ú
ò
➧ Mulher Fase folicular: 0,4 a 3,6 pg/mL Homem û ú
6 a 10 anos: 0,2 a 5,5 pg/mL
ú
Fase luteínica: 0,5 a 3,8 pg/mL ú
11 a 14 anos: 0,3 a 25,0 pg/mL
ú
Uso de contraceptivo: 0,3 a 2,9 pg/mL 15 a 39 anos: 12 a 55 pg/mL ú
ú
Menopausa: 0,3 a 2,5 pg/mL 40 a 59 anos: 11 a 50 pg/mL ú
ô
Condiç o:
0,5 mL de Soro.
> 60 anos: 10 a 30 pg/mL ú

- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes), dia e hor ltima dose. Se mulher, d«aKd«W
V4þ ô
informar uso de anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Tireoglobulina, Anticorpos Anti


Coment
rios:

XKY X
Imunoglobulinas circulantes dirigidas contra a tireoglobulina est o presentes em pacientes com tireoidite
V
XKY
de Hashimoto e em uma menor extens , doença de Graves. Os novos m todos praticados em nosso

[PXKYÁaK^
laboratório s mais sensíveis. Anticorpos anti-Tg podem ser detectados em indivíduos sem doença
X
[Pd X V
tireodiana clinicamente significativa. Eles finem o status da funç o tireoidiana. Anticorpos anti -Tg
interferem com a mensuraç o da tireoglobulina com os imunoensaios. Conseq üentemente, o soro a ser

ñ estudado para tireoglobuli rastreado para a presença de anticorpos antitireoglobulina.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

óKô
< 40 IU/mL
Condi o:
0,6 mL de Soro.

Informaç es nece rias: vv

ZÁ\ Z
V4þ ô
Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se est r vida ou se usa anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

142 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Tireoglobulina ü TG
Coment
rios:
A Tireoglobuli [Pd V VV
uma glicoproteína produzida pelas c lulas tireoidianas sendo o maior componente do
colóide intrafolicular da glândula tireoide. Seus níveis s ricos variam com o estado funcional da tireóide,

X KX öY Pa ^  Y Z V
estando elevados nos processos inflamatórios tireoidianos (tireoidites), carcinomas da tireóide (papilífero,

V
folicular e misto), hipertireoidismo ou após palpaç o vigorosa da glândula. H tamb m um aumento dos
níveis s ricos com o estímulo do TRH ou TSH. A administraç

] ]K[
de tireoglobulina circulantes. Sua avaliaç KX Y V W rmônio tireoidiano diminui os níveis
til após cirurgia de cânc er da tireóide, como marcador da

ñ recorr ncia ou persist cia do mesmo após a tireoidectomia total.


M todo:
Imunofluorimetria

ò XKY
Teste realizado em duplicata para determinar recuperaç de auto anticorpos anti -tireoglobulina.
Valor de Refer ncia:
ý Normal 2 a 35 ng/mL þ
ý Suprimidos < 2 ng/mL
KX þ Y V V a Z XPY ZÁ^ ]
A determinaç s rica da Tireoglobulina j sinaliza possível interfer ncia dos auto -anticorpos anti-
V
X
tireoglobulina por interm io do teste de recuperaç , que j ra executado, por m os índices só eram
liberados quando a recuperaç o era inferior a 80%.
W
Nota: Outras patologias tireoidianas tais como: Graves, Dist rbio de síntese e Tireoidite, podem elevar os

Condi o: óKô
níveis de TG.

1,0 mL de Soro.
- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Z\ Z
V4þ ô
Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se est r vida ou se usa anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

TPO ü Microssomal, anticorpos anti


Coment
rios:

V X dK\KY
A peroxidase tireoidiana (TPO), uma enzima que cataliza as etapas de iodinaç c oplamento da XKYâ^ùd
biosíntese do hormônio tireoidiano,
principal uso deste exam ^Vd
ra conhecida como o principal antígeno microssomal. O

XKYÛa
confirmaç o do diagnóstico de tireoidite autoimune. O anticorpo anti -TPO
tem sido utilizado no lugar da determinaç o anticorpo antimicrossomal. Anticorpos anti-TPO podem
ser detectados em pessoas sem doença tireoidiana significativa. Eles [KXKYÓa
efinem o status funcional

ñ tireoidiano do paciente. Substitui com vantagens os anticorpos antimicrossomais.

ò ]
M todo:
Quimioluminesc ncia
Valor de Refer ncia:
< 15 IU/mL
XKY©[KY
óKô Z V
Obs.: Cerca de 10% da populaç rmal ou pacientes sem doenças tireoidianas e portadores de
doenças reum ticas e inflamatórias, podem apresentar anti -TPO positivo, por m em níveis limiares.
Condi o:
0,6 mL de Soro.
- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Zî\ Z
Informar medicamentos em uso. Se mulher, informar se est r vida ou se usa anticoncepcional.

V4þ ô
Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 143


TRAb ÿ Anticorpo Inibidor da Lig ¢  o de TSH Endógeno
Coment
rios:
V
O TRAB um anticorpo anti-receptor de TSH e a sua presença em concentrç s significativas no soro
W c^
X
indica doença auto -imune em atividade (doença de Gr aves). É til no diagnóstico de hipertireoidismo e

]
na avaliaç o de recidiva da doença de Graves, uma vez que seus níveis diminuem com o uso de drogas
P^ K[ Ka ]
V V
antitireoidianas. Assim, aus ncia de TRAB após tratamento diminui a t ncia de recidiva da doença.

]K[ Z XK^
Estes anticorpos podem estar presentes tamb m, em alguns casos de tireoidite de Hashimoto, tireoidite
subaguda, tireoidite silenciosa, e em rec m-nascidos de m s portadoras de doença de Graves, devido à

ñ transfer cia feto-placent ria destes anticorpos.


M todo:

XóKô PY ò V
Radioimunoensaio (Radioreceptor)
Valor de Refer ncia:
Inibiç > 10% considerado Positivo
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Z4\ Z
Informar medicamentos em uso ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer e, se mulhe r,

V4þ ô
informar se est r vida ou se usa anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

TSH ultra sensível

XKYÓa V V
Coment
rios:

secreç V
A medida s rica do TSH m dos mais importantes exames no diagnóstico de desordens tireoidianas. A
e TSH da glândula hipófise controlada pelo TRH hipotalâmico e o feedback negativo dos
Z dKaPY V
Z
 XKY c^ Z
hormônios tireoidianos livres circulantes. Assim, em pessoas com o eixo hipótalamo -hipofis rio intacto,
ma relaç inversa das concentraç s dos hormônios tireoidia nos livres e TSH. O TSH aument

]K[
observado nos casos de hipotireodismo prim rio, hipertireoidismo TSH-dependente e Síndrome de

Z K[KaPZ
Resist cia ao Hormônio Tireoidiano. Valores reduzidos podem ser observados nos casos de

ñ hipertireoidismo prim rio e hipotireoidismo sec rio.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
0,3 a 5,0 µUI/mL
Nota: Crianças com idade de at V )[K( aKd4[KXPY^ Z
meses e com T4 Livre normal, aceitam -se os valores de TSH at V  
Condi o: óKô
µUI/mL (o sistema de feedback ai

0,9 mL de Soro.
st totalmente amadurecido).

- JD 4h.
Obs.: at V ï)( a v  v

ias vide TSH neonatal p g. 311. l



Informaç es nece rias:
Z
V4þ ô
Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

144 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Vitamina B12
Coment
rios:
XPYå[K^ U
A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese, na funç

Z
Fólico e na síntese adequada de DNA. Apresenta -se diminuído, na produç XKYíaP^
ural, no metabolismo do cido
ficiente de fator

Z ]K[ XKY
síndromes de m -absorç (por ressecç XKYâa
intrínseco (determinada pela atrofia da mucosa g strica, resultando em anemia perniciosa), nas

X
o intestino delgado, doença celíaca e espru tropical), no

ñ X K Y 4 ^ 4 [ K d ]K[
alcoolismo, na defici cia de ferro e folato, no uso de medicamentos que podem levar a diminuiç o da
absorç s dietas vegetarianas estritas.
M todo:

ò
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:

óKô W
200 a 950 pg/mL
Faixa de D vida (Cinza)  120 a 200 pg/mL
Condi o:
0,8 mL de Soro.
- JD 4h.
 vv

Informaç es nece rias:


Informar medicamentos em uso.
Laboratórios:

V4þ ô
Enviar em frasco âmbar (sensível à luz).
Conservaç o para envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 145


146 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
O Dr. V ICTOR C. PARDINI  o respon vel pelo Departamento de Gen tica, com
mestrado e doutorado em Medicina pela Universidade Federal de S o Paulo/Escola
Paulista de Medicina, uma das mais renomadas universidades do país. O Dr. Victor
C. Pardini, endocrinologista com form   o em gen  tica, possui cursos no “Hôpital
Saint-Louis”, “Centre de Ètude de Polimorfism Humaine – CEPH” e em um dos
mais importantes laboratórios forenses dos Estados Unidos da Am rica, como o
Laboratório de Identificaç o pelo DNA da Universidade do Norte do Texas, em Fort
Worth, EUA, coordenado pelo Dr. Arthur Eisenberg.

Acondroplasia, Estudo Gen \ tico

dPaKY4dK[KX d V XKY V Z
Coment
rios:

ñ
A acondroplasi
cham
M todo:
c
a forma mais comum de displasia. Esta alteraç respons vel pelo fenótipo
o. Realizamos o estudo das duas mutaç es que causam a doe nça: G1138A e G1138C.

óKô
PCR
Condi o:

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o para envio:
Enviar em temperatura ambiente.

An A lise de Alimentos Transg 6 nicos


Coment
rios:
c ^ K^ [ V XKY Z
Usado para detectar modificaç s g ticas feitas em gr s, farelos e produtos prim rios de soja e

ñ milho.
M todo:

óKXô
PCR
Condi o:
Z
ô
Gr os, farelos e produtos prim rios.
Conservaç o para envio:
^K[ V
Entrar em contato com o setor de g tica.

Apolipoproteína E, Estudo Gen \ tico


Coment
rios:

^V
Este exam indicado para casos em q P^ Z
 suspeita
A apolipoproteína E possui um papel importante X
na regulaç o dos níveis lipídicos e no reparo neuronal.
clínica de Alzheimer e para pacientes com fator

ñ de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


M todo:

óKô
PCR
Condi o:

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o para envio:
Enviar em temperatura ambiente.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 147


Ataxias, Painel
Coment
rios:
]
As ataxias representam um grupo heterog neo de desordens neurogenerativas, caracterizadas
XKY V
principalmente por ataxia progressiva e disartria. Neste painel s

c^
estudadas as ataxias
espinocerebelares SCA1, SCA2, SCA3, SCA10 e a Ataxia de Friedreich atrav s da detecç o das X
ñ expans s de nucleotídeos.
M todo:

óKô
PCR
Condi o:

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o para envio:
Enviar em temperatura ambiente.

Cariótipo com Banda G


V V
Coment
rios:
Atrav s da t cnica de cariotipagem com bandamento G V V `KY
ssível identificar de forma precisa cada par

c^
Síndrome de Turner, Síndrome de Klinefelter, dentre outras. Est ^V
de cromossomo e detectar anomalias estruturais ou num ricas como, por exemplo, Síndrome de Down,
m exame constitucional, l YK\KYÛ[KXKY
ñ detecta alteraç s cromossômicas adquiridas.
M todo:

óKô
Bandamento G
Condi o:
1 tubo de Sangue Total em heparina sódica.
- Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0,1

^Ý[KV XKY KX Y Z d
mL de Liquemine (enviar a seringa). Adulto: 3 a 7 mL. Criança: 2 a 4 mL.
- O tubo deve ser est ril. O material n ser ceito em tubo tampa amarela.
V
- Fundamental: s
Z houverem as hipóteses diagnósticas do m dico, perguntar ao cliente ou
respons vel o motivo deste pedido.
- Informar dia, hora da coleta e idade do paciente.

ô V Z
- Obrigatório o preenchimento do question rio para exames citog ticos. ^K[ V
Conservaç o para envio:
XKY
Enviar em at 24 horas refrigerado. N congelar (prazo de saída do laboratório de origem).

FETAL
óKô
Condi o:
1 tubo de Sangue Fetal colhido do cor aKXKY X V Y4[Kd
mbilical em heparina sódica.
- Colher a partir da 20a semana de gestaç o at scimento.

Cariótipo de Alta Resolu  o


Coment
rios:
c^
É indicado quando se suspeita de microdeleç s cromossômicas associadas a Síndromes ge ticas
como, por exemplo, Síndrome de Algelman e Síndrome de Prader-Willi, Síndrome de Digeorge,
[V
ñ Síndrome de Beckwith-Wiedemann.
M todo:

óKô
Bandamento G
Condi o:
1 tubo de Sangue Total em heparina sódica.
- Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0,1 mL

^Á[KXKV Y
- O tubo deve ser est ril. O material
- Fundamental: s
[PXKY Zd
de Liquemine (enviar a seringa). Adulto: 3 a 7 mL. Criança: 2 a 4 mL .
ser ceito em tubo tampa amarela.
Va
tiver as hipóteses diagnósticas do m ico, perguntar ao cliente ou respons vel o Z
motivo deste pedido.
- Informar dia, hora da coleta e idade do paciente.

ô YK[KZ
- Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. V
Conservaç o para envio:
Vÿ
Após colher, enviar em at 4 horas refrigerado. N congelar. XKY
148 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Cariótipo com Bandas de Vilo Corial
ñ
M todo:

óKô
Bandamento G
Condi o:
Va
X
Vilosidade coriôni ca em meio de cultura (fornecido pelo laboratório), colhida pelo m ico, entre a 10 a e a
14a semanas de gestaç o.

V_ XKY [  XÓ^


Laboratórios:

material chegue at a feira pela ma Z


m nosso laboratório, caso contr rio poder Z d
Recebemos somente da regi metropolina de Belo Horizonte: planejar a data da coleta de modo que o
ver perda do
material.
ô
Conservaç o para envio:
Enviar em temperatura ambiente no meio de cultura.

Cariótipo de Medula
Coment
rios:
Z
O cariótipo de Medula Óssea est indicado para diagnóstico em cas os de suspeita de LCM
(Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias, bem como em outras desordens hematológicas

ñ malignas.
M todo:

óKô
Bandamento G
Condi o:

- O material tem que chegar at V [KY Z


Medula: 2,0 a 5,0 mL de aspirado de medula colhido com 0,1 a 3,0 mL de heparina sódica.
m ximo 06 horas após a coleta.
- Informar hipótese diagnóstica.
YK[KZ V
- Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos.
Laboratórios:

Conser © &õKóKô
Entrar em contato com o setor para envio do kit de coleta de Medula.
o para envio:
XKY
Enviar em temperatura ambiente. N resfriar. N congelar. XKY
Cariótipo p/ pesquisa de X -FrA gil
Coment
rios:

V ZK\ V
A pesquisa do Cromossomo X-Fr il um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do X -Fr il,
tamb m conhecida como Síndrome de Martin-Bell, uma das mais freqüentes causas de retardo mental
ZK\
ñ YK\K^K[ V
ligado ao Cromossomo X.
M todo:

óKô
Cit
Condi o:
tica

1 tubo de Sangue Total em heparina sódica.


- Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em sering a utilizando 0,1 mL

V [PXKY Zd
de Liquemine (enviar a seringa). Adulto 3 a 7 mL, criança 2 a 4 mL.
- O tubo deve ser est ril. O material ser ceito em tubo de tampa amarela.

XKY U
- Informar medicamentos em uso.
Interferentes:
Suspender medicaç com cido Fólic o por 2 semanas, se estiver em uso.
Laboratórios:

ô
Informar dia, hora da coleta e idade do paciente.
Conservaç o para envio:
Enviar o material resfriado ([KXPY VÉ_
congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 149


Cariótipo de Sangue para Doenças Hemat ológicas
Coment
rios:
XPY c^ V Z
Este exame visa a detecç de alteraç s cromossômicas adquiridas. É realizado no sangue de
XPYö[Kd
X dKV [PaKY [PX V `
pacientes que apresentam uma alta porcentagem de c lulas bl sticas em divis corrente circulatória.
Indicado principalmente qu o ossível coletar a medula óssea, nos casos de leucemias e

ñ linfomas com infiltraç o de c lulas tumorais no sangue.


M todo:

óKô
Bandamento G
Condi o:
1 tubo de Sangue Total em heparina sódica.

Informaç es nece rias:

ô V
vv

PY [KZ
Obrigatório o preenchimento do ques ti rio para exames citogen ticos. V
Conservaç o para envio:
Enviar em at 24 horas refrigerado. N congelar. XKY
Cromossomo Y, estudo gen \ tico das microdeleç ¥ es
Coment
rios:
c^
Estas microdeleç s, localizadas no braço longo do cromossomo Y, detectadas neste estudo, est o X
ñ KX Y4^
associadas aos casos de infertilidade masculina.
M todo:

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase - PCR

1 tubo de Sangue total (EDTA).

ô
1,0 mL de Esperma .
Conservaç o para envio:
Enviar material refrigerado. N o congelar. X
Cromossomo Y p/ Síndrome de Turner, pesquisa
Coment
rios:
Aproximadamente 6% dos pacientes com a Síndrome de Turner apresentam mosaicismo ond
presença do cromossomo Y ou parte dele. A presença deste cromossomo tem uma forte associaç o com
^X  Z
ñ 4^ KX [KY4X ^
o risco do desenvolvimento de gonadoblastoma, o que justifica a importância deste diagnóstico. Este
test o serve de diagnóstico para Síndrome de Turner.
M todo:

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase - PCR

2,0 mL de Sangue Total (EDTA).

ô
2,0 mL de Saliva (swab bucal).
Conservaç o para envio:
X
Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório.

Distrofia de Becker e Duchenne, Diagnóstico


Coment
rios:

c KX Y Z c^
As Distrofias de Becker/Duchenne s causadas por uma ou v rias deleç s no gene da distrofina. Este
exame detecta estas mutaç es em dez principais exons do gene da distrofina, sendo possível concluir o

ñ KX Y4^
diagnóstico em torno de 70 a 80% dos casos.
M todo:

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase - PCR

1 tubo de Sangue Total (EDTA)

ô
- Realizado somente em pacientes do sexo masculino.
Conservaç o de envio:
Enviar em temperatura ambiente.

150 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Doença de Gaucher, diagnóstico
Coment
rios:
A Doença de Gaucher (DG) Vd ] c
mais comum das alteraç es relacionadas ao armazenamento li pídico

ñ c
(esfingolipidose), causada por uma defici ncia de glicocerebrosidase lisosomal. Analisamos as mais
comuns mutaç es (N370S, L444P, R463C) que causam a doença de Gaucher.
M todo:

óKô
PCR
Condi o:

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o para en vio:
Enviar material refrigerado. N o congelar. X
Doença de Huntington, diagnóstico molecular
Coment
rios:

XKY
A doença de Huntingt YK[ V W XKY4\K]K[
m dist rbio neurodegenerativo de curso progressivo. Este estudo detecta a
ñ expans de trinucleotídeos na regi
M todo:
ica.

óKô
PCR-STR Fluorescente
Condi o:

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o para envio:
Enviar material refrigerado. N o congelar. X
Estudo Gen \ tico Fetal
Coment
rios:
Este est KaKY V V X
realizado atrav s da extraç o do DNA de material de aborto , permitindo identificar
aneuploidias dos cromossomos 21, 18, 16, 13, X e Y que consistem em causa de parte dos

ñ abortamentos espontâneos.
M todo:
V
óKô
PCR-STR – Microsat lites Fluorescentes
Condi o:
Material de aborto ou restos ovulares.
- Cariótipo Mole cular n substitui a citXKY KY K\ K^ [ V Z
tica cl ssica, principalmente em estudos de alteraç es c

estruturais.
X
- Al m do cromossomo 21, X e Y s o estudados marcadores para os cromossomos 13, 16 e 18.
Conservaç o de envio:
Z K \ XKY Zd
Enviar o material em ua destilada ou soro fisiológico em temperatura ambiente. Material enviado em
formol pode destruir o DNA, n ser ceito.

Estudo de HLA DR para Diabetes Tipo 1


Coment
rios:

ñ tipagem de HLA uma grande ajuda na determinaç


M todo:
redisposiç XKY4aK^4`
Aproximadamente 95% dos pacientes com Diabetes Tipo 1 possuem HLA DR3 e/ou DR4, o que torna a
surgimento da doença. XKY4dKY
óKô
PCR Alelo Específico
Condi o:

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o de envio:
Enviar em temperatura ambiente ou resfriado.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 151


Estudo Gen \ tico das Trombofilias
Coment
rios:

Z X
O Fator V Leiden e a mutaç KX ÁY P[ ÁY K\ K^ K[ »^ Ka d
Protrombina est associados ao risco de Trombose venosa,
j a mutaç o no gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase est ssociada ao aumento do risco de
XKY Zýd
doença coronariana e ao aumento dos níveis de homocisteína.
Equivale
FATOR V LEIDEN
GENE DA METILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE
GENE DA PROTROMBINA

Fator V de Leiden
ñ
M todo:
XKY4`KYP[
Condi o: óKô
PCR-RFLP para mutaç

2,0 mL de Sangue (EDTA).


tual R506Q do gene Fator V

ô
2,0 mL de Saliva (swab bucal).
Conservaç o de envio:
Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório. X
Veja
^P[ V
Estudo G tico das Trombofilias.

Fibrose Cística
Coment
rios:

XXKKXKYY44Y4aaKKaK^^44Y4``KKa YY c^
Estudo indicado para:
- Confirmaç iagnóstico em pessoas com manifestaç s clínicas de FC.
- Identificaç rtadores de defeito no gene da FC em pessoas com história familiar para FC.
- Identificaç
V
rtadores de defeito no gene da FC.
- Diagnóstico pr -natal.

ñ - Doadores de esperma e óv ulos.


M todo:
PCR Alelo - Específico Fluorescente
c^
- Estudo das 4 mutaç s mais comuns relacionadas a FC por amplificaç o (PCR) direta. O est X PX Y KaKY V
c^ XPY
realizado na forma de multiplex com sondas alelo-específicas para a regi normal e mutante. As
mutaç s estudadas s : Delta F508 - R553X - G542X - N1303K
c ^ [KXKY4^
Condi o: óKô
- Resultado negativo para as 4 mutaç s

2,0 mL de Sangue (EDTA).


xclui o diagnóstico de Fibrose Cística.

ô
2,0 mL de Saliva (swab bucal).
Conservaç o de envio:
Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç conservante fornecida pelo laboratório. XKY
Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase
ñ
M todo:
XKY4`KYP[
Condi o: óKô
PCR-RFLP para mutaç

2,0 mL de Sangue (EDTA)


tual C677T do gene da MTHFR

ô
Saliva (swab bucal).
Conservaç o para envio:
Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório. X
Veja
^P[ V
Estudo G tico das Trombofilias.

152 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Gene da Protrombina
ñ
M todo:
XKY4`KYP[
Condi o: óKô
PCR-RFLP para mutaç

2,0 mL de Sangue (EDTA).


tual G20210A do gene da Protrombina (Fator F2)

ô
2,0 mL de Saliva (swab bucal).
Conservaç o para envio:
X
Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório.
Veja
Estudo G ^P[ V tico das Trombofilias.

Haplotipagem de HLA DR e DQ
Z
Coment
rios:
X
V rias doenças autoimunes est o associados a algum tipo de HLA DR e/ou DQ como diabetes, artrite

ñ reumatóide, etc.
M todo:

óKô
PCR Alelo Específico
Condi o:

ô
1 tubo Sangue Total (EDTA).
Conservaç o para envio:
Manter em temperatura ambiente ou resfriado.

Hemocromatose, PCR

X K Y XKYÛaKYÛa Z V
Coment
rios:

X XPY XKYâaK^
Este estudo deve ser solicitado para a confirmaç iagnóstico clínico de hemocromatose, suspeita
após avaliaç clínica, pacientes com elevaç inexplic vel da ferritina ou saturaç transfe rrina,

ñ avaliaç o de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pr -natal.


M todo:
c^
Condi o: óKô
PCR-RFLP para mutaç s pontuais C282Y e H63D.

2,0 mL de Sangue Total (EDTA).

ô
2,0 mL de Saliva (swab bucal).
Conservaç o para envio:
X
Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório.

Mut ¢   o 202 (G A) da G6PD


Coment
rios:
XPYÁaKdÁ` XPY
ñ XKY4]K[^
Este estudo consiste na detecç rincipal mutaç , dentre os indivíduos com a variante A, que leva
à defici cia da Glicose 6 Fo sfato Desidrogenase.
M todo:

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP)

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o para envio:
Enviar em temperatura ambiente.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 153


Mut ¢   o da Alfa 1 Antitripsina
Coment
rios:
]K[
Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam à defici cia da alfa -1 antitripsina, um dos

ñ KX Y4^
principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares.
M todo:

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP)

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o pa ra envio:
Enviar em temperatura ambiente.

Mut ¢   o do Gene da MCAD


Coment
rios:
KX Y X V V Z
Analisamos a mutaç A985G da enzima MCAD atrav s da t cnica de PCR. Esta mutaç ra uma
KX YÛXPY«d \K^
ñ KX Y4^ WKm
desordem potencialmente fatal na beta oxidaç o mitocondrial de cidos graxos. Al teraç
Síndrome da Morte S ita Infantil.
M todo:
ssociada a

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP)

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o para envio:
Enviar em temperatura ambiente.

Paternidade, Estudo de Determin ¢  o


ñ
TRIO: Suposto Pai, M XK^4^
Filho DUO: Suposto Pai e Filho ou M XK^4^
Filho
M todo:

óKô V
PCR-STR Fluorescente (Estudo de marcadores polimórficos atrav s de tipagem).
Condi o:
2 tubos de Sangue (EDTA) p/ cada indivíduo.
2 tubos de Saliva (swab bucal) p/ cada indivíduo.
Laboratórios:

ô XKY
Fichas de identificaç /autorizaç XKY4` X
/ a coleta dever o ser preenchidas (kit fornecido pelo laboratório).
Conservaç o para envio:
X
Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante forn ecida pelo laboratório.

Quebras Cromossômicas, pesquisa

Z V YK`KZ ^XKY4[PdaK^WP[ KX 4Y Ka ^
Coment
rios:
Esta pesquisa consist
apl stica idi tica. A realizaç V K[ X
ica forma de diagnóstico da Anemia de Fanconi, discriminando -a da anemia
sta pesquisa laboratorial importante o só p ara diagnóstico, como

ñ YK\K^K[ V
tamb m para a detecç
M todo:
heterozigotos.

óKô
Cit
Condi o:
tica

1 tubo de Sangue Total em heparina sódica.

V
- Informar medicamentos em uso.
- O tubo deve ser est ril.

Conser © &õKóKô
- Informar dia, hora da coleta e idade do paciente.
o para envio:
Enviar o material resfriado ( [KXPY
congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.VÉ_
154 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Sexo Gen \ tico

VV V
Coment
rios:
Atrav s do estudo de marcadores moleculares para o cromossomo X e Y possível definir o sexo

^4[KXKY ^V
gen tico de um indivíduo. O sexo feminino apresenta dois cromossomos X e o sexo masculino um
cromossomo X e um Y. Este test mais seguro que o exame de Cromatina Sexual.

ñ Este test
M todo:
serve de diagnóstico para Síndrome de Turner.

óKô
PCR-STR Fluorescente
Condi o:
2,0 mL de Sangue (EDTA).

ô
2,0 mL de Saliva (swab bucal).
Conservaç o para envio:
X
Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório.

Síndrome de Gilbert, diagnóstico gen \ tico


Coment
rios:
Este est KaKY V
indicado para afastar hipótese de doenças ^K`KZ
 ticas, visto ser a Síndrome de Gilbert
]K[
ñ Z
caracterizada por um aumento de bilirrubina indireta mesmo na aus cia de hemólise ou doença
hep tica.
M todo:

óKô
PCR-STR Fluorescente
Condi o:

ô V4þ a
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o para envio:
Enviar at ias em temperatura ambiente. N congelar. XKY
Síndrome de Willians, diagnóstico molecular
Coment
rios:
O diagnóstic YV VZ
feito atrav s da pesquisa de uma deleç regi XKYî[Kd XKYîa
o gene da elastina, o que
caracteriza as anomalias dent rias e faciais, retardo mental, estenose aórtica supravalvar e estenose

ñ KX Y4^
pulmonar.
M todo:

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase - PCR

1 tubo de Sangue total (EDTA)

c XK^
Swab bucal.
- Exame realizado em m , pai e filho.

ô
- Enviar informaç es clínicas.
Conservaç o para envio:
Enviar em temperatura ambiente.

SRY, Estudo por PCR


Coment
rios:

V [KX XKYÓaK^ X ZP`


Este estudo tem como objetivo a definiç o de forma r ida e segura do sex Yà\P^K[ V
tico de um indivíduo

4
^
atrav s da utilizaç

ñ XKY4^
test
M todo:
ste marcador d o cromossomo Y (SRY) e marcadores do cromossomo X. Este
o serve para diagnóstico da Síndrome de Turner.

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da Polimerase - PCR

2,0 mL de Sangue Total (EDTA).

ô
2,0 mL de Saliva (swab bucal).
Conservaç o para e nvio:
X
Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 155


Surdez Cong 6 nita, diagnóstico molecular

PX Y [Kd ÿ Pa «^ V Y«` KX 4Y K[ 4Y K\ K^ K[ 4^ Ka d X
Coment
rios:
O gene da conexi fš rincipal gene envolvido na perda neurosensorial da audiç o. Este e studo

ñ detecta a mutaç  
M todo:
l G (ou 30 del G) que consiste na principal mutaç conexina.

óKô
PCR-STR Fluorescente
Condi o:

ô
1 tubo de Sangue total (EDTA).
Conservaç o para envio:
Enviar em temperatura ambiente.

Translo s ¢  o BCR-ABL


V V
Coment
rios:
V
Atrav s da t cnica de PCR possível detectar de forma muito sensível a translocaç tre os
cromossomos 9 e 22 (cromossomo Philadelphia), caracterizando geneticamente a Leucemia Mielóide
XKYí^P[
ñ KX Y4^
Crônica (LMC).
M todo:

óKô
Reaç
Condi o:
m Cadeia da P olimerase Reversa (RT-PCR)

ô
3,0 mL de Sangue de medula óssea (EDTA) e/ou Sangue total (EDTA).
Conservaç o para envio:
X
Enviar material refrigerado. N o congelar.

156 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Agreg ¢  o Plaquet A ria

Z Z KX Y
Coment
rios:

c ^ Z YKZK[K\ \K]K[ m V XKY


O teste est indicado em todas as patologias onde podemos encontrar anormalidades da funç
plaquet ria, principalmente nas desordens c itas. Tam m usado na investigaç laboratorial de
pacientes com manifestaç s clínicas hemorr icas ou trombóticas e no acompanham ento de indivíduos

XPY` c ^ Z XKY Z W ]
em uso de antiagregantes plaquet rios.
As alteraç s evidenciadas nos testes s vari veis para cada dist rbio cong nito ou adquirido de

ñ funç
M todo:
laquet ria e para cada medicamento.

X [V V
Valor de Refer ncia: ò
Born que registra o fenômeno da agregaç o de f orma ci tica, atrav s do agregômetro de plaquetas.


Adrenalina 40 a 80%

ADP 60 a 80%


Col ZK\K^K[KXKY Y4^

Ristocetina 70 a 90%
60 a 80%

óKô
Condi o:

Agregaç spontânea ausente

Sangue Total (4 tubos de citrato + 1 tubo EDTA).


- JO 8h.
Laboratórios:

V vv
ZKmKd
Recebemos ate às 09:00 horas na unidade matriz (exceto s dos) - material colhido e enviado no
mesmo dia at 2 horas após a coleta.

Informaç es nece rias:
- Informar medicamentos em uso.

XKY4[Kd V ë
- Fazer levantamento histórico de sangramento, aparecimento de manchas roxas, pet ias, medica -

Viÿ ô
mentos em uso, doenças de coagulaç família.
Conservaç o de envio:
At horas em temperatura ambiente.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 157


Anticoagulante Lúpico
Coment
rios:

] ]
Anticoagulantes circulantes ou inibidores adquiridos dos fatores da coagulaç s imunoglobulinas que
aparecem em indivíduos que possuem uma defici ncia cong nita (como resultado da administraç
XKY XKY KX ÁY Ka Y
WK`
fator deficiente) ou em pacientes hemostaticamente normais que desenvolvem um processo auto-imune,

XKY
sendo o mais comum deles o anticoagulante l ico. Sua presença pode causar tromboembolismo

ñ venoso recorrente, acidente vascular cerebral, abortos de repetiç .

ò X
M todo:
Teste de Inibiç o da Tromboplastina Tissular
Valor de Refer ncia:
< 1,15 negativo
1,15 a 1,20 duvidoso

ñ
M todo:
> 1,20 positivo

X
ò
Veneno de Víbora de Russel - Triagem com confirmaç o
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
2,0 mL de Plasma em citrato.
- JD 4h.

ô 4Z Y 4 ^ Z

Informaç es nece r ias: vv

Informar se est steve em uso recentemente de anticoagulantes e qual a dosagem.

^4[KXKY V
Laboratórios (regi o BH):

ô Viÿ c
Enviar para matriz no m ximo 2h após a coleta e at às 20 h do mesmo dia.
O exame sofre alteraç es importantes s
Conservaç o de envio:
for executado dent ro de at Viÿ  dK`Kê
s a coleta.

Enviar at horas em temperatura ambiente.

Z 
Laboratórios (outras regi es):
Neste caso, ser realizado apenas a metodologia Veneno de Víbora de Russel.

Z
- Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo.
- O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. S ^ö[PXKY  Y
ver solicitaç
colher tubo sem anticoagulante, desprezar e depois colher o tubo com citrato.
tro exame, XKYöaK^÷Y
- Centrifugar imediatamente após a coleta (300 0 rpm por 15 minutos).

d4[KXKY Z
X V
- Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. Cuidado
par tocar a ponteira na camada de c lulas, pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas.
- Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante p/ outro tubo com os
mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.000 plaquetas por mm3
de plasma.
- Contar Y4[KW
mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.000/mm3 repetir o processo.

]
- Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.

V  _ ôa
- Enviar material congelado, em gelo seco de prefer ncia.
Conservaç o de envio:
At
Z
ias congelar em temperatura inferior a 0o C.
Só poder ser rec ebida amostra que chegue ao laboratório congelada.

158 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


C \ lulas de Downey, pesquisa
Coment
rios:
Os linfócitos atípicos ( [PXKYý[K^KY Z
pl sicos) s XKYý^K[ ]K[ V
contrados na Mononucleose Infecciosa, em infecç s c^

viróticas e outras. Variam bastante em tamanho e apa r cia, sendo o tipo de c lulas maiores conhecido
como c lula de Downey.
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
1,5 mL de Sangue Total em EDTA e/ou 2 esfregaços sangüíneos secos em temperatura ambiente (sem
corar).
Veja tamb m: ñ dí`KZK\
©&õKóKô
Leucogram .169
Conser
Sangue: At V Vÿ þ ÿ Y  Y
o de envio:

Esfregaço: At
ras em temperatura ambiente.
ras em temperatura ambiente ( K[ KX Y
corados).

C \ lulas LE, pesquisa


V V Pa d
Coment
rios:

]K[
A c lula LE pode ser um neutrófilo, monócito e raramente um eosinófilo que fago citou a massa LE. O
V VZ
resultado

X Z V V P[ KX Y V
do como positivo ou negativo conforme a presença ou aus cia de c lulas LE. Por m, a
presença de somente uma c lula LE
]
suficiente para dar um resultado positivo, sendo necess rio

d V YKm
pesquis
c c ^c
para isso a observaç o de v rias c lu las LE típicas. No Lupus Eritematoso Sist mico a positividade da
servada em 70 a 80% dos casos. Podem ocorrer reaç es falso -negativas nas leucopenias,
uso de corticóides, etc e reaç es falso positivas em reaç s a drogas, artrite reumatóide,

ñ mV
glomerulonefrites, etc.
Veja tam m FAN.
M todo:

ò
Hargraves
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
7,0 mL de Sangue Total sem anticoagulante.
3,0 mL Liquor - Liq. Sinovial - Liq. Pleural - Líq. Ascítico - Lavado bronco alveolar.
Laboratórios:
] Z Z V
Sangue: mant -lo a 37o C por 2 horas após a coleta e envi -lo no m ximo at  s 16:00 horas (2a a 6a
feira) do mesmo dia da coleta. Líquidos: enviar líquidos corporais imediatamente após a coleta. N XKY
ô V
congelar. Refrigerar.
Conservaç o de envio:
V
Sangue: at 2 horas em temperatura ambiente. At 4 horas a 37o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 159


Citometria e Citologia (Líquidos corporais)
Coment
rios:
O estudo dos líquidos corporais V Z ZK\
ferramenta indispens vel para o diagnóstico, monitoraç o e
Z ] X
cavidades. É utilizado para diferenciaç
KW K[ \ XKY«a
prognóstico de processos infecciosos, infla matórios, hemorr icos e mesmo neopl sicos dessas
os processos em agudos ou crônicos, locais ou sist micos,

Z
bacterianos, viróticos ou f icos. O aumento de celularidade e suas particularidades, com predomínio
das formas polimorfonucleares ou linfomonocit rias, aliadas às determinaç s bioquímicas, exames
bacteriológicos e imunológicos define a presença e resposta ao tratamento de meningites, pneumonias,
c^
ñ artrites e peritonites.
M todo Citometria:

ñ Contagem manual
M todo Citologia:
XKY
ò
Microscopia - Coloraç - May Grunwald Giemsa
Valor de Refer ncia:
Líquor
Cor  incolor (xantocrômico at 30 dias de vida) V ZK\ Kd4aK^
Aspecto
V V V
 límpido, cristalino, transparente,
Leucometria  at c lulas/mm3
rocha

V
V
 Rec m nascido: ate 15 c lulas/mm3
Citologia diferencial de c lulas:  Adultos: 95% de linfócitos e at % de monócitos
 Crianças: 90% de linfócitos e at % de monócitos
V V  V (
Líq. Sinovial
Cor  amarelo palha
Aspecto  transparente, límpido

ZK\
Viscosidade  elevada
Co lo de mucina  grumo firme em líquido claro
Leucometria  0 a 200/mm 3
Neutrófilos  0 a 25%
Líq. Pleural

XPY Z
A presença de líquido detect vel no espaço pleural sempre patológica,
sim correlaç clínica e patológica.
V xistem valores normais e [KXKYÁ^
Líq. Ascítico
A presença de mais de 50 mL de Líquido ascítico na cavidade abdominal j
Lavado broncoalveolar
tológico. Z V `Kd
Cor  incolor
Aspecto  claro, límpido
Celularidade  200 a 1000 c lulas/mm3
Citologia  Macrófagos alve olares: 80 a 89 %
V
 Linfócitos: 8 a 18%
 Neutrófilos: < 3%

óKô V
 Eosinófilos: < 1%
 Outras c lulas: 0 %
Condi o:
1,0 mL Líq.Ascítico - Líq.Pleural - Líquor (EDTA) - Líq.Sinovial (puncionado de qualquer articulaç ).
5,0 mL Lavado broncoalveolar.
XKY
Laboratórios:
XKY X
V š ô
Enviar sob refrigeraç imediatamente após a coleta. N o congelar.
Conservaç o de envio:
At horas entre 2o e 8o C.

160 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Corpos de Heinz, pesquisa
Coment
rios:
X Z Z
Os corpos de Heinz s o observados em anemias hemolíticas de v rias etiologias, na defici ncia de
G6PD, nas hemoglobinopatias por hemoglobinas inst veis, na talassemia maior, nas intoxicaç s por
]c ^
drogas, esplenectomizados e outros. A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada para qualquer

ñ anemia de etilogia obscura.


M todo:
Azul de Crezil brilhante
Valor de Refer ncia: ò
óKô
Negativo
Condi o:

ViV4ÿþ _ÿ ô  YY
1,0 mL de Sangue Total (EDTA).
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.
At ras entre 2 O e 8O C.

Eletroforese de Hemoglobina
AN¶ LISE DE HEMOGLOBINA POR HPLC
Pd K[ Z
Coment
rios:
A V
lise das hemoglobinas constitui importante m todo diagnóstico para estudo das anemias

V XPYÁaKXK^ Y V
hemolíticas e talassemias determinadas congenitamente. As hemoglobinas anômalas mais comumente

c
encontradas s : S, C, D, E, O, I , J, Lepore e H. Atrav s da eletroforese em pH alcalino e do HPLC
tamb m s terminados os padr es normais (HbAA) e de patologias como persist cia heredit ria de]K[ Z
Z aKY V XKYâY âa XKYâaK^âd
Hb Fetal, β-Talassemia, α-Talassemia e outras entidades clínicas diversas. A metodologia de
eletroforese de Hb em pH ci sada para confirmaç iferenciaç lgumas fraç es de c
ViV4ÿþ _ ÿ ô   Y Y
hemoglobinas encontradas em eletroforese de pH alcalino.
Conservaç o de envio:
At
At
ras em temperatura ambiente.
Z V
ras entre 2o e 8o C para pH cido e at 7 dias entre 2o e 8o C para HPLC.

ñ
pH ¶ IDO
M todo:
Agar Citrato pH 6,2
Valor de Refer ncia: ò
óKô
Hemoglobina A
Condi o:
1,0 mL de Sangue Total (EDTA).

ñ
pH ALCALINO (HPLC)
M todo:

Valor de Refer ncia: ò


Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

 Hemoglobina A1  94,3 a 96,5%


 Hemoglobina A2 

óKô
 Hemoglobina Fetal  at ,0 %
Condi o:
Vÿ
2,5 a 3,7%

1,0 mL de Sangue Total (EDTA).

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 161


Eosinófilos

XKY«aK^«[KXK^ YÝXKYîa dPm


Coment
rios:
A pesquisa de eosinófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica d e numerosas

X XPYì[Kd
patologias. O achado de eosinófilos na urina ajuda na confirmaç frite intersticial. No escarro e

V Z dÝ[KXPY
lavado brônquico s o característicos da asma brônquica. Nas fezes, s ndantes na disenteria
amebiana, na secreç sal e conjuntival su gerem processos al rgicos. No líquor, embor
patognomônico, constitui dado importantíssimo no diagnóstico de certos processos parasit rios do

ñ sistema nervoso (cisticercose, equinococose).


M todo:
XKY ò
Coloraç May -Grunwald - Giemsa
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
Negativo

XKY
Fezes - Urina - Escarro - Secreç Nasal - Lavado Brônquico - Líquor - Secreç conjuntival (lâminas XKY
ôZ
confeccionadas ou material biológico).
Conservaç o de envio:
Lâminas j confeccionadas : At V4þ ÿ V  Y
ras em temperatura ambiente, sem corar, mantidas secas, longe
de calor e umidade. Após corar, at 15 dias em temperatura ambiente.

V0_
Líquor e Lavado brônquico : enviar imediatamente após a coleta.
Urina - Fezes - Escarro: at horas após colhida.

U
Eritrograma
HEM CIAS – HEMATÓCRITO – HEMOGLOBINA – VCM – HCM - CHCM
Coment rios:

X
Rotineiramente indicado na avaliaç o de anemias e policitemias.
M todo:
Citometria de Fluxo
Valor de Refer ncia: ò ZP\
Condi o: óKô
veja Hemograma p . 166

1,0 mL de Sangue Total (EDTA).


- JD 4H.
Laboratórios:
V
Enviar, al m do Sangue total, 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem
anticoagulante. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais, sendo

V ð ô Y
conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.
Conservaç o de envio:
At V
ras em temperatura ambiente. At 6 horas, entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço
sangüíneo, sem corar e junto com o sangue).

162 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Fibrinog 6 nio
Coment
rios:
Os níveis de fibri [PYK\K]K[ XKYýd a ^K`KZ
io est
disseminada, fibrinólise e doenç XKYÛ^ Z X
iminuídos em afibrinogenemia heredit ria, coagulaç o intravascular
tica. Est levados em estados inflamatórios agudos, gravidez,

ñ uso de contraceptivos orais, estrógenos e andrógenos.


M todo:
Coagulom trico Vò
Valor de Refer ncia:
 Adultos  200 a 450 mg/dL

óKô
 Crianças  150 a 300 mg/dL
Condi o:
1,0 mL de Plasma (Citrato).
- JD 4h.
Laboratórios:

V0V4_þ ô
Separar o plasma imediatamente após a coleta e congelar.
Conservaç o de envio:
At horas em temperatura ambiente.
At dias congelado (m ximo - 4 o C) Z
Fil A ria, pesquisa
Coment
rios:
V YV Z
A pesquisa em sangue perif ric indicada para o diagnóstico de filaríase linf tica causada pelo agente

ñ mV
Wuchereria bancrofti.
Veja tam m Filariose.
M todo:

ò
Esfregaço em Lâmina - Coloraç
Valor de Refer ncia:
Giemsa XKY4aK^
óKô
Negativo
Condi o:

Z
1,0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 esfregaços sangüíneos.
- Pesquisa de microfil rias: colher entre 22:00 e 04:00 horas.

X ô
Laboratórios:
N o Refrigerar. Enviar o mais r ido possível. ZK`
ViV ÿ_  Y
Conservaç o de envio:
Lâminas, at 48 horas em temperatura ambiente (sem corar).
Sangue, at ras em temperatura ambiente.

Fragilidade Osmótica das Hem As ias


Coment
rios:

[KaKY Z W
O aumento da fragilidade osmótica ocorre na esferocitose heredit ria. A diminuiç Z Z XKYîaKd
fragilidade

ñ ]
osmótica ocorre nas hipocromias, qua ` m n mero significante de hem cias em alvo (Síndromes
Talass micas), nas hemoglobinopatias e nas anemias ferroprivas.
M todo:
Dacie
Valor de Refer ncia:
Hemólise Curva Imediata
ò Curva após 24h a 37 o C
Inicial 0,50% de NaCL 0,70% de NaCL
50% 0,40 a 0,45% de NaCL 0,45% a 0,59% de NaCL

óKô
Final
Condi o:
0,30% de NaCL

5,0 mL de Sangue Total Heparinizado.


0,20% de NaCL

- JO 8h.
XKY
- N realizamos aos s ZKmKdPaKY V
s e v spera de feriados.
Laboratórios:
Enviar at Viÿ  Y
ras após a cole ta em temperatura ambiente.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 163


Hemoglobinas
HEMOGLOBINA

Coment rios:
Indicada na avaliaç
M todo:
XKY4aK^
anemias e policitemias.

ò `KZP\
Espectrofotometria com reagente livre de cianeto
Valor de Refer ncia:

óKô
veja Hemograma
Condi o:
.166

1,0 mL de Sangue Total (EDTA).

V V ðš ô  Y
- JD 4H.
Conservaç o de envio:
At horas em temperatura ambiente.
At ras entre 2 o e 8o C.

HEMOGLOBINA A2

Coment rios:

c^
Indicada na pesquisa das Beta-Talassemias. A Beta Talassemi d V aPYK^K[
ça heredit ria, freqüente comZ
ñ apresentaç s clínicas variadas, que mostram níveis elevados da HbA2.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:

óKô
2,5 a 3,7%
Condi o:

ViV4ÿþ _ ô  Y
1,0 mL de Sangue Total (EDTA).
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.
At dias entre 2o e 8o C.

HEMOGLOBINA FETAL

Coment rios:

V Z
Indicada no diagnóstico das Beta -Talassemias (menor, intermedi ria e maior) quando ser contrados
valores aumentados de HbF. Tamb m se presta para o diagnóstico de Persist cia Heredit ria de ]K[ XPYö^K[ Z
ñ Z
Hemoglobina Fetal. Taxas altas de Hb Fetal podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose
heredit ria, anemia falciforme, leucemias agudas e crônicas, etc.
M todo:

ò V 
Singer / Betke / Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:

ViiV ÿ ÿ ]K[
 Singer  at ,0%
 Betke  at ,0%
 HPLC  at ,0 %
Obs.: O valor de refer cia para Hemoglobina Fetal para crianças no primeiro m s de vi ] Ka d V Ka ^ _ ( d
óK] ô
90%. Este valor decresce gradativamente atingindo o valor normal de adulto aproximadamente no 5o
m s.
Condi o:

ViV4ÿþ _ÿ ô  YY
5,0 mL de Sangue Total (EDTA).
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.
At ras entre 2 o e 8o C.

Continua...
164 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Continu õKóKô o...HEMOGLOBINAS

HEMOGLOBINA H - PESQUISA

Coment rios:

V X ] Z
Na doença de Hemoglobina H os agregados de HbH s o facilmente demonstr veis em grande n mero W
nas c lulas vermelhas. Nos portadores de Traços alfa -Talass micos pode ser difícil pois os agregados se

ñ apresentam em menor quantidade ou raros.


M todo:

]óKô ò
Azul de Crezil brilhante
Valor de Refer ncia:
Aus ncia de Hemoglobina H.
Condi o:

ViV4ÿþ _ÿ ô  YY
1,0 mL de Sangue Total em EDTA.
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.
At ras entre 2 o e 8o C.

HEMOGLOBINA S, TESTE DE SOLUBILIDADE


Coment rios:
O teste positivo indica presença da hemoglobina anômala S em heterozigose ou homozigose. Testes

ñ Z
falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras. Testes falso-
negativos podem ocorrer por quantidades indetect veis de hemoglobina S.
M todo:
Ditionito de Sódio
Valor de Refer ncia: ò
óKô
Negativo
Condi o:

ViV4ÿþ _ÿ ô  YY
1,5 mL de Sangue Total (EDTA, Heparina ou Citrato).
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.
At ras entre 2 o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 165


Hemograma
Coment
rios:

V X
Constitui importante exame de auxílio diagnóstico n o somente para doenças hematológicas como
XKYîa
c ^ KX ÛY Ka Û^ a W
tamb m muitas outras de variadas etiologias. Rotineiramente indicado para avaliaç

Z
e anemias,
neoplasias hematológicas, reaç s infeccios as e inflamatórias agudas e crônicas, acompanhamento de
XKYÛaKd
terapias medicamentosas e avaliaç
c ^ dK`K]
ist rbios plaquet rios. Fornece dados para classificaç
Z
XKYÕ^KV [ c
anemias de acordo com alteraç s na forma, tamanho, cor e estrutura das hem cias e conseqüente
s

direcionamento diagnóstico e ter


cXK^Y c
tico. Orienta na diferenciaç tre infecç es viróticas e

XKY©ë Kd
[P\K]K[ V
bacterianas, parasitoses, inflamaç s, intoxicaç es e neoplasias atrav s das contagens global e
diferencial dos leucócitos e avaliaç morfológica dos mesmos. Atrav s de avaliaç ntitativa e

ñ morfológica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias co


M todo:
itas e adquiridas.

XKYD^ V XKY
ò ]
Sistema automatizado: Citometria de fluxo, laser, absorç spectrofom trica, dispers
óptica/fluoresc ncia e impedância.
Valor de Refer ncia:
RBC HGB HCT VCM HCM CHCM
Faixa Et ria
x106/mm 3 g% % fl pg %
RN (cord  ) 3,9 a 5,5 13,5 a 19,5 42,0 a 60,0 98,0 a 118,0 31,0 a 37,0 30,0 a 36,0
1 a 3 dias 4,0 a 6,6 14,5 a 22,5 45,0 a 67,0 95,0 a 121,0 31,0 a 37,0 29,0 a 36,0
1 semana 3,9 a 6,3 13,5 a 21,5 42,0 a 66,0 88,0 a 126,0 28,0 a 40,0 28,0 a 36,0
2 semanas 3,6 a 6,2 12,5 a 20,5 39,0 a 62,0 86,0 a 124,0 28,0 a 40,0 28,0 a 36,0
1 m s 3,0 a 5,4 10,0 a 18,0 31.0 a 55,0 85,0 a 123,0 28,0 a 40,0 29,0 a 36,0
2 meses 2,7 a 4,9 9,0 a 14,0 28,0 a 42,0 77,0 a 115,0 26,0 a 34,0 29,0 a 36,0
3 a 6 meses 3,1 a 4,5 9,5 a 13,5 29,0 a 41,0 74,0 a 108,0 25,0 a 35,0 30,0 a 36,0
6 meses a 2 anos 3,7 a 5,3 10,5 a 13,5 33,0 a 39,0 70,0 a 86,0 23,0 a 31,0 30,0 a 36,0
2 a 6 anos 3,9 a 5,3 11,5 a 13,5 34,0 a 40,0 75,0 a 87,0 24,0 a 30,0 31,0 a 36,0
6 a 12 anos 4,0 a 5,2 11,5 a 15,5 35,0 a 45,0 77,0 a 95,0 25,0 a 33,0 31,0 a 36,0
12 a 18 anos - mulher 4,1 a 5,1 12,0 a 16,0 36,0 a 46,0 78,0 a 102,0 25,0 a 35,0 31,0 a 36,0
homem 4,5 a 5,3 13,0 a 16,0 37,0 a 49,0 78,0 a 98,0 25,0 a 35,0 31,0 a 36,0
Adulto - mulher 4,0 a 5,2 12,0 a 16,0 35,0 a 46,0 80,0 a 100,0 26,0 a 34,0 31,0 a 36,0
homem 4,5 a 5,9 13,5 a 17,5 41,0 a 53,0 80,0 a 100,0 26,0 a 34,0 31,0 a 36,0
Neutrófilo Neutrófilos
WBC Eosinófilos Basófilos Linfócitos
Faixa Et ria segmentado bastonetes
x103/mm 3 /mm 3 /mm3 x103/mm3
x103/mm 3 x103/mm3
Ao nascimento 9,0 a 34,0 6,0 a 26,0 at  ,23 20 a 850 at&%$ 0 2,0 a 11,0
1 a 7 dias 9,4 a 34,0 1,5 a 10,0 at  ,01 20 a 850 at&%$ 0 2,0 a 17,0
8 a 14 dias 5,0 a 21,0 1,0 a 9,5 at ! ,20 20 a 850 at&%$ 0 2,0 a 17,0
15 a 30 dias 5,0 a 20,0 1,0 a 9,0 at#" ,90 20 a 850 at&%$ 0 2,5 a 16,5
2 a 5 meses 5,0 a 15,0 1,0 a 8,5 at 1,34 20 a 850 at&%$ 0 4,0 a 13,5
6 a 11 meses 6,0 a 11,0 1,5 a 8,5 at $ ,91 50 a 700 at&!$ 0 4,0 a 10,5
1 a 2 anos 6,0 a 11,0 1,5 a 8,5 at $ ,89 at&%' 0 at&!$ 0 1,5 a 7,0
3 a 5 anos 4,0 a 12,0 1,5 a 8,5 at $ ,96 at&%' 0 at&!$ 0 1,5 a7,0
6 a 11 anos 3,5 a 10,0 1,5 a 8,5 at $ ,86 at&'$ 0 at&!$ 0 1,5 a 6,5
12 a 15 anos 3,5 a 10,0 1,8 a 8,0 at $ ,73 at&'$ 0 at&!$ 0 1,2 a 5,2
> 16 anos 3,5 a 10,0 1,7 a 8,0 at $ ,84 50 a 500 at(")$ 0 0,9 a 2,9
Faixa et ria Monócitos /mm 3 Plaquetas x103/mm3 RDW %
Ao nascimento 400 a 1800 150 a 450 11,5 a 15,0
1 a 7 dias 400 a 1800 150 a 450 11,5 a 15,0
8 a 14 dias 400 a 1800 150 a 450 11,5 a 15,0
15 a 30 dias 50 a 1100 150 a 450 11,5 a 15,0
2 a 5 meses 50 a 1100 150 a 450 11,5 a 15,0
6 a 11 meses 50 a 1100 150 a 450 11,5 a 15,0
1 a 2 anos at *+$ 0 150 a 450 11,5 a 15,0
3 a 5 anos at *+$ 0 150 a 450 11,5 a 15,0
6 a 11 anos at *+$ 0 150 a 450 11,5 a 15,0
at *+$ 0

óKô
12 a 15 anos 150 a 450 11,5 a 15,0
> 16 anos 300 a 900 150 a 450 11,5 a 15,0
Condi o:
1,0 mL de Sangue Total (EDTA). JD 4H.
Laboratórios:
V
Enviar al m do Sangue total, 2 esfregaços sanguíneos preferencial mente confecionados sem
anticoagulante. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais, sendo

V ðô
conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.
Conservaç o de envio:
At V
horas em temperatura ambiente. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço
sangüíneo, sem corar, junto com o sangue).
166 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Hemossediment ¢  o

X V XKY4aKd4aKYP^K[ X aKd V ^àW


Coment
rios:
A VHS m fenômeno n o específico e sua medi
V
clinicament til em desordens associadas com

VW
produç o aumentada de proteínas de fase aguda. Em artrite reumatóide ou tuberculose m índice de
progress

K[ dîW mV W Z
ça e na arterite temporal til ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados.
VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do mioc rdio e Linfomas (maior especificidade

ñ V V
ltima). É tam m til como teste de screening em exames de rotina. Nem sempre uma VHS
aumentada indica presença de doença, pois tamb m influenciada pela idade, ciclo menstrual e drogas.
M todo:

Valor de Refer ncia: ò


Westergreen automatizado

, Homem - 0 a 15 mm na 1a hora
, Mulher - 0 a 20 mm na 1a hora

óKô
, Criança - 0 a 20 mm na 1a hora
Condi o:
1,0 tubo de Sangue Total (Vacutec ou EDTA).

V ÿôY
- JD 8h.
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.

Hemossiderina
Coment
rios:
É um t este sensível para a avaliaç XPYùaPd
reserva medular de ferro e como auxílio à interpretaç XKYÓa
o

Z
mielograma. Os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica e podem ser utilizados
parâmetros subjetivos e semi -quantitativos, variando de 1 a 4 + em total m ximo de 4+:
. 1+/4+: ferro medular diminuído
. 2+/4+ e 3+/4+: ferro medular normal

W mV Z
. 4+/4+:ferro medular aumentado

]
É til tam m para pesquisar sideroblastos em anel que ocorrem em casos de anemia refrat ria, Z
ñ XKY4`K^
anemias siderobl sticas cong nitas e adquiridas, alcoolismo, leucemia mielóide aguda e outros.
M todo:
W
óKô
Coloraç
Condi o:
lo Azul da Pr ssia

Enviar 2 esfregaços de lâminas de Aspirado Medular (sem corar) + cópia do Hemograma e dados
clínicos disponíveis.

ñ ZK\
- Para coleta, agendar antecipadamente no laboratório.
Veja tamb m:

V  ( ô a
Mielograma p .169
Conservaç o de envio:
At ias em temperatura ambiente (mantidas secas, longe de calor e umidade).

Isopropanol, Teste
Coment
rios:
KX Y X Z
Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglob inas inst veis. Resultados falso-positivos podem ocorrer

ñ quando houver um aumento da concentraç o de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas.


M todo:
Tris/Isopropanol
Valor de Refer ncia: ò
óKô
Negativo
Condi o:

V4þ ÿ ô  Y
3,0 mL de Sangue Total (EDTA ou Heparina).
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 167


Kleihauer

] X Z X K Y  YK\K]
^ádKZ [KZ
Coment
rios:
Útil na distinç o entre algumas formas de Talassemias (distribuiç
X YK\P]K[ V
eter nea nas hem cias) e

X V
Persist ncia Heredit ria da Hemoglobina Fetal (distribuiç o hom ea). Em casos d lise de

XK^ m V X XPY
sangue fetal (coleta intra-uterina) sado para confirmar se o sangue realmente fetal ou materno.
Tam m usado na determinaç o e quantificaç o aproximada de transfus materno -fetal em casos de

ñ m Rh negativo e feto Rh positivo.


M todo:
Coloraç XKY4ò`K^
la Eosina

ZZ
Valor de Refer ncia:

1 Sangue de cor
Condi o:
aKXKY
/ Adultos e > 2 anos de idade 0 < 0,05% de hem cias fracamente coradas pela hemoglobina fetal.

óKô 0 próximo de 100% de hem cias fortemente coradas pela hemoglobina fetal.

V V4šþ ÿ ô  Y
2,0 mL de Sangue Total (EDTA).
Conservaç o para envio:
At horas em temperatura ambiente.
At ras entre 2 o e 8o C.

Leishmaniose, pesquisa
Coment
rios:

c^
Usada para diagnóstico de leishmaniose tegumentar. De modo geral, as formas amastigot as s mais XKY
ñ abundantes na fase inicial da doença, tornando -se rara em les s antigas (resultados falso- negativos).
M todo:
Coloraç XKY4ò`K^
lo May -Grunwald/Giemsa
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
2 esfregaços de Raspado de Úlceras.
Laboratórios:

X X XKY V dë XK KY ^4[KXKY


X XPYÁaKYÁdå` W
Lavar abundantemente a les o com soluç fisiológica est ril. Essa limpeza deve ser feita par
haja contaminaç o do esfregaço por cocos que, normalmente, recobrem lcera. Secar a les com

X P[KaKYÁaKd»W
gaze esterilizada e raspar com alça bacteriológica as bor das da les o tentando, delicadamente, alcançar
a regi o do f lcera, logo abaixo da borda. Esperar a exsudaç lasma e colh -lo com alça ]
V
bacteriológica. Fazer no mínimo 4 esfregaços em locais diferentes, usando lâminas limpas e

XKY XKY
desengorduradas. Deixar os esfregaços secarem ao ar. Outro m todo simples consiste em comprimir a
lâmina contra a superfície cruenta da les , após remover crostas ou escarificar as les s c ^ [KV XKYˆ Z
lceradas,

c XKY4mKd
forçando a saída do exsudato onde poder ser encontrados os parasitos. Esse m todo d bons
Z
V4þ ÿ ô  Y
resultados em les es iniciais sem infecç cteriana associada. Enviar o mais r pido possível.
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente, sem corar.

168 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Leucograma
BASÓFILOS - BLASTOS - EOSINÓFILOS - LINFÓCITOS - METAMIELÓCITOS - MIELÓCITOS - MONÓCITOS -
NEUTRÓFILOS BASTONETES - NEUTRÓFILOS SEGMENTADOS - PROMIELÓCITOS
Coment rios:

Rotineiramente indicado na avaliaç XPYÊaP^ c c


infecç es, inflamaç es, acompanhamento de terapias

ñ mV
medicamentosas, neoplasias hematológicas, entre outras.
Veja tam m Hemograma.
M todo:

Condi o:óKô
Citometria de Fluxo

1,0 mL de Sangue Total (EDTA).


- JD 4H.
Laboratórios:
V
Enviar al m do sangue total, 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem
anticoagulante. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais, sendo

V ðô
que o primeiro nome seja escrito por extenso.
Conservaç o de envio:
At V
horas em temperatura ambiente. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço
sangüíneo sem corar junto com o sangue).

Mielograma
Coment
rios:

[KXKY
O mielogram dV
sado para auxílio diagnóstico em casos de citopenias onde outros exames laboratoriais

c^ Z
foram conclusivos e para diagnóstico diferencial das leucocitoses, trombocitoses, desordens

V W XKY4V a
imunoglobulínicas, neoplasias e patologias hematológicas, met stases infiltrativas de M.O e outras
doenças menos comuns. É til tamb m em casos de infecç s e parasitoses que podem acometer a

Condi o:óKô
medula óssea atrav s da visualizaç ireta dos patógenos e parasita s extra e intra-celulares.

02 esfregaços de Medula Óssea obtida por punç spirativa. XKY4d


Laboratórios:
Enviar esfregaços sem corar, cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis.

V  ( ô a
- Para coletar, agendar antecipadamente no laboratório.
Conservaç o de envio:
At ias em temperatura ambiente, protegidos de luz, calor e umidade.

Neutrófilos, pesquisa
Coment
rios:
A pesquisa de neutrófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç XKYÝa [KZ
iagnóstica de numerosas
patologias. Sugere na maioria das vezes processos infecciosos ou inflamatórios de vias uri rias,

ñ pulmonares, intestinais, oculares e outros de acordo com o material examinado.


M todo:
Coloraç XKY4ò`K^
lo May -Grunwald/Giemsa
Valor de Refer ncia:

Condi o:óKô
Negativo

XKY X
ô Z
Fezes, Urina, Escarro, Secreç Nasal, Lavado Brônquico, Secreç o conjuntival.
Conservaç o de envio:

VV
Esfregaços j confeccionados :
Sem corar, at 72 horas em temperatura ambiente, mantidas secas, longe de calor e umidade.
Após corar, at 15 dias em temperatura ambien te.

V0_
Material biológico :
At horas após colhido.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 169


Nitro Blue Tetrazolium 2 NBT
Coment
rios:
V YâW mV X
O teste do NBT muit til na triagem de Doença Granulomatosa Crônica em que s XPYå^K[
contrados
resultados muito diminuídos. Tam m est o diminuídos no uso de antibióticos, corticóides, salicilatos.

[KXKY«aK^ c^ c
Resultados aumentados podem ser encontrados no uso de indometacina e contraceptivos orais. O teste
ve ser usado para diferenciar infecç s bacterianas de outras infecç es, produzindo numerosos

ñ resultados falso- positivos e falso– negativos.


M todo:
Reduç XKY4aKòY
NBT
Valor de Refer ncia:

Condi o:óKô
2 a 10% de Neutrófilos Positivos pelo NBT

2,5 mL de Sangue total heparinizado.


Laboratórios:

Vô
Enviar imediatamente após a coleta.
Conservaç o de envio:
At hora em temperatura ambiente.

Plaquetas (contagem)

] XKY©aK^ c^
Coment
rios:
Rotineiramente indicado na avaliaç trombocitose, plaquetopenias e alteraç s morfológicas de

ñ Veja tam m Hemograma.


M todo:
mV
plaquetas em patologias cong nitas ou adquiridas.

Fluxometria e impedância
Valor de Refer ncia: ò
150.000 a 450.000/mm 3

óKô X
Nota: Contagens anormais s o repetidas e confirmadas ao microscópio óptico e/ou contraste de fase.
Condi o:
1,0 mL de Sangue Total (EDTA).
- JD 4h.
Laboratórios:
V
Enviar al m do Sangue total, 2 esfregaços sangüíneos preferencialmente confeccionados sem
anticoagulante. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais, sendo

VV ðš ô  Y
conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.
Conservaç o de envio:
At horas em temperatura ambiente.
At ras entre 2 o e 8o C.

Plasmodium, pesquisa

XKYöaPdö^ ` V ^ V V V YVZ X `V `V
Coment
rios:

diferenciaç s ci muito importante, j Zöë K^÷Y


A pesquisa em sangue perif rico indicada no diagnóstico de mal ria. A demonstraç o do parasito e a
tratament diferente para cada es cie. Es cies

ñ XKY4`K^
encontradas: P.vivax, P.falciparum, P.malariae.
M todo:

óKô
Coloraç
Condi o:
lo May -Grunwald/Giemsa

ô V
1,0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 lâminas com gota espessa + esfregaços sanguíneos.
Conservaç o de envio:

VÁþ
Sangue - At 2 horas em temperatura ambiente.
- At 2 horas entre 2o e 8o C.
Esfregaço sanguíneo e/ou gota espessa - sem corar, 7 dias em temperatura ambiente.
- corado, em temperatura ambiente por tempo indeterminado.

170 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Proteína C
Coment
rios:
X Z ]
A proteína C regula o processo de coagulaç o sendo anticoagulante natural. Defici ncias adquiridas s
XKXKYY
intravascular disseminada. Defici cias co ] K [ [K\K]K[ XKY
encontradas em casos de desordens hep ticas, terapia com anticoagulante oral, coagulaç
itas s caracterizadas por tromboses venosas

ñ recorrentes e podem ser funcionais e/ou quantitativas.


M todo:

Cromog nico (Funcional)
Valor de Refer ncia:
78 a 134%

dKm V ] ]K[
Nota: Proteína extremamente termo sensível. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com

d  ^K`PZ ]K[
a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici ncia adquirida: defici cia de Vitamina
K, uso de anticoagulantes, doenç
Wtica, nefropatia di tica, insufici cia renal crônica, fibrinólise,

V
presença de anticoagulante l pico e anticorpos anti-fosfolipideos.

]P[
Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o

óKô
nível normal na infância ou adolesc cia.
Condi o:
3,0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3,8% proporç XKYîaP^
9 partes de sangue p ara 1 de
anticoagulante).
- Atenç o, X [KXKvY v

confundir com Proteína C Reativa.



Informaç es nece rias:
Informar uso de medicamentos e dados clínicos disponíveis. É desej vel que o pacient Z o esteja ^ý[KX
diminuiç XKX YýaKd V a
Proteína C. A suspens
Z XKYýaK^
qualquer medicaç
autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente.
XKYâaK^ Z
usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. Tal fato leva a uma
ver ser feita sob a supervis XKYâ^
Laboratórios
Z
- Enviar amostra separada para Proteína C (dever ser exclusiva para este exame).

Z
- Colher em tubo siliconizado, sem garrotear ou com garroteamento mínimo.
- O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. S ^ö[PXKY  Y
ver solicitaç
colher tubo sem anticoagulante, desprezar e depois colher o tubo com citrato.
XKYöaK^÷Y
tro exame,

- Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos).

d4[KXKY Z
X V
- Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. Cuidado
par tocar a ponteira na camada de c lulas, pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas.
- Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os
mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.000 plaquetas por mm3
de plasma.
- Contar Yâ[KW
mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.000/mm3, repetir o processo. Se
possível informar no pedido a contagem encontrada.

]K[
- Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.

V ô
- Enviar material congelado, em gelo seco de prefer cia.
Conservaç o de envio:

Z
- At 4 dias congelado em temperatura inferior a - 4 o C.
- Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 171


Proteína C Ativada, Resist 6 ncia
Coment
rios:
]
A resist ncia à proteína C ativ Pd Ka d V Z
um defeito heredit rio que, aparentemente, desempenha um papel

K]P[ V ]K[ V
importante na trombofilia. Aproximadamente 40% dos pacientes trombóticos apresentam esse defeito. A

freq cia da RPCa dez vezes maior do que defici cias de Proteína C, Proteína S e Antitrombina III
XKY©a
combinadas. O teste positivo pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç

mV
Leyden, que quando presente, caracteriza a alteraç XPY  ^ Z o Fator V de
redit ria da RPCa, embora outras mutaç s c^
ñ mais raras tam m tenham sido descritas.
M todo:
Coagulom trico Vò
Valor de Refer ncia:
≥ 0,86

- Este teste K[ KX ©Y Ka ^
- Teste extremamente sensível em temperatura, presença de plaquetas e uso de anticoagulantes.
ve ser interpretado isoladamente, pois defici cias c nitas ou adquiridas de ]K[ XKYKY [K\K]
X P_ KW `
Proteína C, Proteína S, Antitrombina III, Fibrinólise, Fatores de coagulaç , uso de anticoagulantes,
Anticoagulante ico, Anticorpos anti fosfolipídeos, devem ser consideradas, para sua correta

XKV Y
avaliaç o.

XK]KY [ a
- O teste positivo, desde que afastadas as causas acima, pode ser confirmado atrav s da pesquisa da
mutaç
c^
o Fator V de Leyden, que quando presente, caracteriza a alteraç heredit ria da Z
óKô
Condi o:
Resist cia a Proteína C Ativada, embora outras mutaç s mais raras tenham sido descritas.

3,0 mL Plasma em citrato (citrato de sódio 3,8% proporç XPYÜaP^


9 partes de sangue para 1 de
anticoagulante).
- JD 4h.
Z
- É desej vel que o paciente n XKY©^ XKY
steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e
XPYýaK^ Z XKY
X vv
V a
heparina por 48 horas. A suspens de qualquer medicaç
autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente.

Informaç es nece rias:
Z ver ser feita sob a supervis e

Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis.


Laboratórios:

^ì[KXKY  Y XKY aP^


Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. O tubo de citrato dever ser o
segundo na ordem da coleta. S ver solicitaç outro exame, colher um tubo sem
Z
anticoagulante, desprezar e depois colher o tubo com citrato. Centrifugar imediatamente após a coleta

Z X
(3000 rpm por 15 minutos). Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para um tubo siliconizado

X
ou tubo pl stico. Cuidado para n o tocar a ponteira na camada de c lulas, pois isto pode contaminar o
plasma com plaquetas. Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante
V
plaquetas por mm3 de plasma. Contar Yì[KW
para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.000
mero de plaquetas residual e caso tenha mais de
10.000/mm3 repetir o processo. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. Separar o

]K[ ]K[ Z
plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. Enviar o material
congelado em gelo seco de prefer cia. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório
congelada. A amostra separada para Resist cia da Proteína C Ativada dever ser exclusiva para este Z
V  ( ô a
exame.
Conservaç o de envio:
At ias congelar a amostra em temperatura inferior a - 20 o C.

172 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Proteína S
Coment
rios:
A diminuiç XK] YýaPd ] ýZ d YK[P\K]
prote ína S est ssociada com o aumento da incid ncia de tromboembolismo. S ] mV XKY
ñ `PZ
descritos tr s tipos de defici ncias c nitas e níveis de proteína S podem tam m estar diminuídos em
doenças he ticas, inflamatórias e durante tratamento anticoagulante.
M todo:
Coagulom trico
Valor de Refer ncia:

70 a 123%
- Proteína extremamente termo sensível. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a

W
P rpura Trombocit YK`K]P[ XKY«^ YP`KZ \K]K[
dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici cia adquirida: Defici cia de Vitamina K,
ica Idi tica, uso de anticoagulantes orais, doença hep tica, crises inflamatórias
]P[ ZdPm V ]K[ ]K[
agudas, gravidez, reposiç stro ica, Síndrome Nefrótica, Nefropatia Di tica, Insufici cia Renal
Crônica e Fibrinólise.

V
anti-fosfolipidicos (Anticoagulante L ico e anti-Cardiolipínico). WK`
- Níveis elevados de atividade podem estar relacionados ao uso de heparina ou presença de anticorpos

- Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos, que devem atingir

Condi o: óKô
o nível normal em 90 a 180 dias.

3,0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3,8% proporç 9 partes de sangue para 1 de XKYîaP^
anticoagulante.
- JO 8h.
Z ^ý[KXKYý^
XKXKY4Y aKY V XPY
- É desej vel que o pacient steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e


XKY4aK^ vv
Z
ver ser feita sob a supervis
Informaç es nece rias:
autorizaç XKY4^
heparina por 48 horas. Tal fato leva a uma diminuiç da Proteína S. A suspens de qualquer
medicaç m dico respons vel pelo paciente. Z
Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis.
Laboratórios:
A amostra separada para Proteína S dever ser exclusiva para este exame. Z Z
segundo na ordem da coleta. S ver solicitaç ^ì[KXKY  Y
Colher em tubo siliconizado, sem garrotear ou com garroteamento mínimo. O tubo de citrato dever ser o
outro exame, colher um tubo sem
anticoagulante, desprezar e depois colher o tubo com citrato. Centrifugar imediatamente após a coleta
XKYìaK^
Z dÛ[KXKY
(3000 rpm por 15 minutos). Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para um tubo siliconizado
ou tubo pl stico. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas, pois isto pode contaminar o
plasma com plaquetas. Repetir o processo de centrifugaç transferindo novamente o sobrenadante XKY V
plaquetas por mm3 de plasma. Contar Yì[KW
para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.000
mero de plaquetas residual e caso tenha mais de
10.000/mm3, repetir o processo. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. Separar o

]
plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. Enviar o material
Z
congelado, em gelo seco de prefer ncia. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório

V  ( ô a
congelada.
Conservaç o de envio:
At ias congelar a amostra em temperatura inferior a - 4 o C.

Prova do Laço
Coment
rios:

c X
Este teste permite uma avaliaç o da fragilidade capilar. Um teste positivo pode ocorrer em
Z c^
plaquet rias.
Valor de Refer ncia:

trombocitopenias, reaç es vasculares tóxicas para anormalidades vasculares heredit rias, disfunç s

Condi o: óKô
Negativo a (+).

Cliente deve estar presente na unidade de atendimento.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 173


Reticulócitos
Coment
rios:
VW
A contagem de reticulócitos til para avaliar atividade eritropoi tica: V
- valores aumentados: hiperatividade da medula óssea (reticulocitose). E xemplo: anemias hemolíticas.
- valores diminuídos: hipoatividade da medula óssea (reticulocitopenia). Exemplo: Aplasia medular.

ñ É importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamento.


M todo:

Valor de Refer ncia: ò


Azul de Cresil brilhante

3 Percentual 4 0,5 a 1,5 %

óKô
3 Quantitativo 4 de 25.000 a 75.000/mm3
Condi o:

V0_ ð ô  Y
1,0 mL de Sangue Total em EDTA.
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.

Retr ¢   o do Co A gulo
Coment
rios:
Sua principal indicaç XKY V
como auxílio diagnóstico da Trombastenia de Glanzmann em que a retraç XKY V
ñ praticamente nula.
M todo:

ióKV ô ÿ_ ò
Aggler-Lucia
Valor de Refer ncia:
At %
Condi o:
5,0 mL de Sangue Total (sem anticoagulante) em tubo de centrífuga graduado + 1,0 mL de Sangue Total

ôV  V
(EDTA).
- Coleta at 5 s 18:00 horas.
Conservaç o de envio:
At hora em temperatura ambiente.

Sudan Black B
Coment
rios:

ñ Útil na classificaç XKYöaPd


s leucemias agudas, auxiliando na diferenciaç XKYöaKd
s linhagens linfóide e mielóide.
M todo:

Coloraç o Citoquímica de Sudan Black B
Valor de Refer ncia:
Presença de 3% de Blastos positivos em casos de leucos ^dP\ KaKd V
compatível com Leucemia Mielóide

óKô
Aguda.
Condi o:
2 esfregaços.
Laboratórios:
V
Enviar esfregaços sem conservante, mantidos secos, longe d e calor e umidade. Conserva-se at 30 dias
em temperatura ambiente. Enviar cópia do hemograma e dados clínicos disponíveis.
- Para coletar, agendar antecipadamente no laboratório.

174 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Tempo Atividade Protrombina 6 RNI 6 TAP
Coment
rios:

]K[ c
As utilizaç es mais comuns s XKYÁ`Kd X K Y
ra monitoramento de terapia anticoagulante oral, doenças h ticas,
]K[ ^P`KZ
ñ c^
defici cia de vitamina K, coagulaç intravascular disseminada, defici cia de fatores VII, V, X ou
protrombina, situaç s nas quais o Tempo de Protrombina/RNI pode enc ontrar-se prolongado.
M todo:
Coagulom trico
Valor de Refer ncia:

óKô
≥ 70 %
Condi o:
1,0 mL de Plasma (citrato).
- JD 4h.

Informaç es nece rias: vv

Z
Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane, Heparina, Hirudoid,

XKYö[Pd
Liquemine, Marcoumar, Marevan e etc.) e qual a dosagem. Informar história de sangramentos
importantes anteriores, doenças de coagulaç família e testes de coagulaç o alterados previamente. X
P V šõ óKô Z iV ÿ  Kd K` ê
Laboratórios:
Enviar no m ximo at s a coleta.
Conserv o de envio:
At horas em temperatura ambiente.

Tempo de Coagul ¢  o

]K[ XKYza X ZÙd


Coment
rios:
Avaliaç a via intrínseca da coagulaç o. Teste de pouca sensibilidade. Est mentado nas
XKY
defici cias severas de qualquer um dos fatores da coagulaç (exceto os fa tores XIII e VII), nos casos

ñ de afibrinogenia e no uso de heparina em doses elevadas.


M todo:
Lee-White
Valor de Refer ncia: ò
óKô
5 a 12 minutos
Condi o:
2 tubos (2,0 mL cada) com Sangue Total sem anticoagulante.
- Cliente deve comparecer em uma das unidades.

Informaç es nece rias: vv

Informar medicamentos em uso.

Tempo de Sangria
Coment
rios:
V c^
É um m todo utilizado para avaliar as alteraç s vasculares e principalmente as alteraç s quantitativas
cc^ c^
Z Z aKZ [KW
e qualitativas das plaquetas. Tempo de Sangria prolongado ocorre em situaç es de alteraç s
vasculares, plaquetopenias prim rias ou secun rias com mero de plaquetas inferior a 50.000/mm3,

Z
defeitos qualitativos heredit rios e adquiridos das plaquetas e pelo uso de inibidores da funç
plaquet ria.
XKY
ñ
DUKE
M todo:
Duke
Valor de Refer ncia:
1 a 3 minutos
ò

Informaç es nece rias: vv

Informar medicamentos em uso.


- Cliente deve comparecer em uma das unidades.

Continua...
Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 175
Continu õKóKô o...TEMPO DE SANGRIA

ñ
IVY
M todo:
IVY
Valor de Refer ncia: ò
7 Crianças 8 2 a 7 minutos
7 Adultos 8 3 a 9 minutos

Informaç es nece rias: vv

- Informar medicamentos em uso.


- Cliente deve comparecer em uma das unidades.

Tempo de Tromboplastina Parcial


Coment
rios:
V dP`K]
O PTT indicado nos casos on aP^ Z [KaK]K[
 te cia à hemorragia, antes de intervenç es cir rgicas e no c W X
XKY
controle de ter  tica anticoagulante pela heparina.
coagulaç intravascular disseminada, doenç
 d ^P`KZ ]
As causas mais comuns de PTT prolongado s o:
tica, anticoagulantes circulantes, terapia heparínica,

ñ hemofilias A e B, uso de anticoagulantes orais, defici ncia de vitamina K e hipofibrinogenemia.


M todo:
Coagulom trico Vò
óKV ô )(
Valor de Refer ncia:
At segundos acima do Plasma controle.
Condi o:
1,0 mL de Plasma em citrato.
- JD 4h.
Laboratórios:
Enviar no m ximo at Z vv
iV ÿ 
após a coleta do material.

Informaç es nece rias:
Z
Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane, Heparina, Hirudoid,

X XPYd
Liquemine, Marcoumar, Marevan e etc.) e qual a dosagem. Informar história de sangramentos

V0_ ô
importantes anteriores, doenças de coagulaç o na família e testes de coagulaç lterados previamente.
Conservaç o de envio:
At horas em temperatura ambiente.

Teste Desnatur¢  o ao Calor


Coment
rios:

X K Á
Y K
[ K
X »
Y Y KX Y Z Z
Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglobinas inst v eis. Em sangue com hemoglobinas normais a
XKY
ñ V ^ XKY4aK^
precipitaç corre ou ocorre em grau discreto. Em casos de hemoglobinas inst veis a precipitaç
m grande quantidade.
M todo:
Exposiç
ò
Hemoglobina a 50/60 o C
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:

V4þ ÿ ô  Y
3,0 mL de Sangue Total em EDTA ou Heparina.
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.

176 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


<
cido Fenilglioxílico

Coment rios:
V
O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç XKY÷aK`P^öZ `KY Z
límeros pl sticos, borrachas e resinas,
Z
XKYV Z Z dK[Pa V Z Z
sendo neurotóxico e hepatotóxico. Seu metabolismo e he tico, tendo como metabólitos urin rios
principais o cido m
excreç
lico (85%) e fenilglioxílico (10%). O lcool inibe o metabolismo do estireno. A

Y V KX 4Y Z Kd K[ a Z V Z
rin ria desses metabólitos ocorre em duas etapa s: 6 a 7 horas após a exposiç o e 16 horas
após o t rmino da mesma. O cido fenilglioxílic um composto inst vel e pode apresentar perdas se a
X
ñ X
amostra for mantida em temperatura ambiente. A relaç cido m
c^
lico/ cido fenilglioxílico varia com
a concentraç o ambiental do estireno, sendo maior em concentraç s mais elevadas deste.
M todo:

X òZ
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:
N o detect vel

óKô
9 IBMP para Estireno : 240 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)
Condi o:

X
Urina final de jornada de trabalho - Urina recente - *Urina 24 h.
- N o deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.
Laboratórios:
Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL de urina e informar volume total.

Instruç es de Coleta:
Z
V )( ô a
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At ias entre 2o e 8o C.
<
cido 5 Hidroxi Indola s\ tico ; 5 HIAA (quantitativo)

Coment rios:
O 5-HIAA V
m metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores
neuroendócrinos que se originam principa lmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). Alimentos

Z V Z V
ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. Medicamentos usados podem interferir
no resultado do exame: levodopa, imipramina, cido dihidrofenilac tico, metildopa, antidepressivo IMAO,
morfina, acetominofen, cido ac tico, salicilatos, formaldeído, isoniazida, fenotiazinas, xaropes com

ñglicerilguacolato e naproxifeno.
M todo:

Valor de Refer ncia:


< < 10 mg/24h
ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

Condi o: óKô
< Limiares = de 11 a 20 mg/24h

Urina 24h.

Z
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar.
- Após dieta, colher Urina 24h p g. 353
Laboratórios:
Enviar 10 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta.

Informaç es nece rias: vv

Z
Informar peso, medicamentos em uso, dose e tempo de uso.
Dieta
O paciente dever Z `P^
rmanecer 24 horas sem usar qualquer tipo de medicamento e sem ingerir os
alimentos relacionados, pois estes interferem no resultado: abacate, ameixa, banana, beringela, picles,

Vô]
nozes e tomate.
Conservaç o de envio:
At m s acidificada e entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 177


<
cido Hipúrico
U Z W `PW Y V Y V Yå`

Coment rios:
O cido hi ric [KZ mV
rincipal metabólito uri rio do tolueno (solvente para óleos, borrachas e t intas).

Z `K] XKY Ù^ `PXK^ V


cido hip ric um metabólito normal do organismo humano, podendo tam m advir de dietas ricas em
cido benzóico: frutas (ameixa, ssegos), gr s verdes de caf , alimentos conservados com benzoatos,

XKY c ^ Z X Z Z `KW
ketchup, mostarda, refrigerantes e alguns tipos d s. Antidepressivos IMAO, femprobamato,
dietilpropriona e cocaína podem aumentar a excreç o urin ria do cido hi rico. Acetominofen
XKY
ñ Z
(paracetamol), etanol, tabagismo e exposiç concomitante ao benzeno inibem a biotransformaç
hep tica do tolueno, acarretando em concentraç s urin rias baixas.
M todo:

V ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:
> at ,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)

óKô
> IBMP ? 2,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)
Condi o:

W
Urina de início ou **final de jornada de trabalho - *Urina 24h.
**Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho.
Laboratórios:
Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL e informar volume total.

Instruç es de Coleta:
Z
V )( ô a
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de e nvio:
At ias entre 2o e 8o C.

<
cido Homovanílico

Coment rios:
Z V [K4^ Z Z Kd K[ a V XZ m V
O cido homovalínico (HVA) o principal metabólito uri rio da dopamina. Cerca de 75% dos pacientes

s XKY©^
com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA cido vamilm

c^
lico. Níveis elevados tam m

]K[
ncontrados no feocromocitoma, ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day. Excreç o do
HVA pode ser intermitente. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos, tabaco, lcool

ñetílico e drogas.
M todo:

Valor de Refer ncia: ò


Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

> 03 a 06 anos ? 1,4 a 4,3 mg/24h


> 06 a 10 anos ? 2,1 a 4,7 mg/24h
> 10 a 16 anos ? 2,4 a 8,7 mg/24h

Condi o: óKô
> Adultos

Urina 24h.
? 1,4 a 8,8 mg/24h

- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança).


Laboratórios:


Informaç es nece rias: vv

Z
Enviar 10 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta.

Informar medicamentos em uso, dose e tempo de uso.


Dieta
O paciente dever Z`P^ Zý` Z
rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool, fumo, refrigerantes com coca.
Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C.O.M.:
medicamentos aparentados às catecolaminas (descongestionantes nasais, broncodilatadores),
metildopa, tetraciclina, cloropromazina, quinidina, aspirina, disulfiran, reserpina, pridoxina e Levodopa.

Instruç es de coleta:
Z
Vô]
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At m s acifidificada e entre 2o e 8o C.

178 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


<
cido Mand \ lico
V Y XK Y^K`KZ Z Z

Coment rios:
O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç de polímeros pl sticos, borrachas e resinas,

YíZ V
sendo neurotóxico e hepatotóxico. Tem metabolism tico, tendo como metabólitos urin rios Z
principais

XKYÁ^ š  X Y
metabolismo do estireno. A excreç XPYBV [PZ
cido mand lico (85%) e fenilglioxílico (10%). O lcool tem a capacidade de inibir o

Z aV X Z
ri ria desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas
após a exposiç
Z
ras após o t rmino da mesma. O cido man lico se correlaciona melhor com

X
os níveis de exposiç o ambiental que o cido fenilglioxílico. A relaç o cido man lico/ cido
fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno, sendo maior em concentraç es mais
a Vc Z
ñelevadas deste.
M todo:

X òZ
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:
N o detect vel
@ IBMP para Estireno A 0,8 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)

óKô
@ IBMP para Etil-Benzeno A 1,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)
Condi o:

- N
Laboratórios:
XPYaP^
Urina final de jornada de trabalho - Urina recente - *Urina 24h.
ve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.

Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL e informar volume total.



Instruç es de Coleta:
Z
V )( ô a
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At ias entre 2o e 8o C.

<
cido Metil Hipúrico
Z XPY ` K W
Coment
rios:
XPY
O cido metilhi rico representa mais de 95% da fraç metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). Os
V
XKY XKXY4KYîaKY4aK^îZ Z W
xilenos s tilizados como thinner para tintas e lacas, agentes de limpeza al m de outros usos
industriais. A primeira fase da excreç
X
cido metilhip rico ocorre nas pri meiras 10h e a segunda em

ñ XKY4aK^
torno de 48h após exposiç . Ingest lcool inibe a biotransformaç o do xileno, diminuindo a
excreç seu metabólito na urina.
M todo:

X òZ
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:
N o detect vel

Z óKô [KXKYÓ`Kd W YÓZ W ÓY K[ KX Y XPY


@ IBMP A 1,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)
Por presentar valor basal, cido metil hip ric sofre tanta variaç interindividual como o
cido hi rico.
Condi o:

W
Urina de início ou **final de jornada de trabalho - *Urina 24h.
** Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho.

Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24h p g. 353
Laboratórios:
Z
V )( ô a
Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL e informar volume total.
Conservaç o de envio:
At ias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 179


<
cido Vanil Mand \ lico B VMA

Coment rios:
Z
O cido vanil m lico (VMA) Pd K[ c a ^ V VY XKY©aK^
principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. Encontra -se
elevado em situaç s onde ocorrem elevada produç catecolaminas como no feocromocitoma,

Z
ganglioneuroblastoma, neuroblastoma e ganglioneuroma. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de
metanefrinas. V rios medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinaç . É detectado em XKY
ñ70% dos casos de neuroblastoma.
M todo:

Valor de Refer ncia:


C Adulto
ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

D 10 a 35 µmoL/24 horas
C 02 a 18 anos D < 25 µmoL/24 horas

óKô
C < 02 anos
Condi o:
Urina de 24h.
D < 10 µmoL/24 horas

- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) - 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar.
Laboratórios:
ZÓ^ U V
Antes de enviar, verificar pH da amostra que dever star entre 2 e 4. Adicionar cido Clorídrico at


Informaç es nece rias: vv

Z
alcançar o pH desejado. Enviar 10 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta.

Informar peso, medicamentos em uso, dose e tempo de uso.



Instruç es de Coleta:
Veja Urina 24h p g. 353 Z
V Z Z Z
Dieta
O paciente dever permanecer 12 horas sem ingerir: lcool, fumo, refrigerantes com coca, ch ,

Zù`
chocolate, caf , qualquer frutas (especialmente banana), conservas.
Medicamentos - O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C.O.M.:
medicamentos similares às catecolaminas (descongestionantes nasais, broncodilatadores), metildopa,
tetraciclina, cloropromazina, quinidina, levodopa, cardidopa, piridoxina, aspirina, amoxicilina,

Vô]
antidepressivo IMAO, propanolol.
Conservaç o de envio:
At m s acidificada e entre 2o e 8o C.

Beta Caroteno

^K[KY V d«` X
Coment
rios:
Os carotenóides s o sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol. O beta-
V
XKY XKY
carot rovitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides s ricos. Níveis baixos de
beta-caroteno associados a diminuiç da Vitamina A sugerem hipovitaminose A. Níveis elevados podem
ser encontrados na alimentaç

XKY XKY÷^K[
rica em carotenóides ( cenoura, espinafre), no hipotireoidismo,
hiperlipidemia, gravidez e diabetes melito. Níveis baixos s contrados na car cia de suprimento, m ]K[ Z
ñabsorç , tabagismo, etilismo, cirrose e gastrectomia.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
10 a 85 µg/dL

2,0 mL de Soro.
- JO 8h.
Laboratórios:


Informaç es nece rias: vv

ZK`
Material deve ser enviado o mais r ido possível. Usar frasco âmbar (sensível à luz).

Informar medicamentos em uso.


Interferentes:

Viÿ ( ô a
Diminuindo - contraceptivos orais, metiformim, óleos minerais, neomicina e kanamicina.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e -10o C.

180 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Deoxipiridinolina
c [KZ XKY«ê [Kd V ZK\K^K[KY
Coment
rios:
A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura he licoidal do col

Z [KXPY c X ^ V ÿ (
tipo I. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç ssea (atividade

XKYâaK^
osteocl stica) sendo excretadas na raz o 3 deoxipiridinolina/1 piridinolina. A deoxipiridinoli mais

V
sensível que a piridinolina, sendo influenciada pela dieta. Considerando que a excreç sses

ZK` X dK`K] XPYöXKaKY ^


marcadores maior à noite, e que variaç s de at % podem ocorrer durante o dia, deve -se preferir a

c
coleta de 24 horas. Para monitorizaç o da resposta ter utica esses marcadores permitem detecç

Z
alteraç es de forma mais r ida que a densitometria óssea (2 a 10 semanas). Níveis elevados s
encontrados na osteoporose, Doença de Paget, met stases ósseas, hiperparatireoidismo e

ñ mV
hipertireoidismo. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados.
Veja tam m Piridinolina.
M todo:

Valor de Refer ncia:


E 02 a 10 anos
ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

F 31 a 110 nmoL/mmoL de creat.


E 11 a 14 anos F 17 a 100 nmoL/mmoL de creat.
E 15 a 17 anos F ≤ 59 nmoL/mmoL de creat.
E Adulto - Homem F 4 a 19 nmoL/mmoL de creat.

óKô
Condi o:
E Adulto - Mulher F 4 a 21 nmoL/mmoL de creat.

Urina 2h - *Urina 12h - *Urina 24h.


- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de urina (criança). Refrigerar.
- Proteger da luz (frasco âmbar).
Laboratórios:
Especificar tipo de urina, *enviar 10 mL de Urina e informar volume total.

Instruç es de Coleta:
Z
Vô]
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At m s acidificada e entre 2o a 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 181


Epinefrina e Norepinefrina G Catecolaminas
Coment
rios:

V K` Z
A epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina) e a dopamina s o catecolaminas sintetizadas X YV
na medula adrenal, c rebro e sistema nervoso sim tico. Seu maior uso clínic

XKY
feocromocitoma, que se origina em 90% dos casos na supra-renal. Esses tumores s causa de
no diagnósti co do

X PXKY Y
Z XKY V X K Y Û ^ K [
hipertens severa de difícil controle, sendo em 10% deles malignos. Catecolaminas s compostos
l beis, sendo sua determinaç influenciada por uma s rie de v aríaveis pr -analíticas como dieta e
drogas. Catecolaminas elevadas tamb m s
V
contradas no trauma, pós -operatórios, frio, ansiedade,
V
]
retirada de clonidina e doenças graves intercorrentes. Valores de epinefrina > 200 pg/ml e de
norepinefrina > 2000 pg/ml t m sensibilidade de 85% e especificidade de 95% para o diagnóstico do
feocromocitoma.
c^
Drogas que aumentam concentraç s das catecolaminas : prazosin, fentolamina, amitriptilina,
desipramina, imipramina, nortriptilina, difenilhidramina, clorfeniramina, prometazina, clorpromazina,
clozapina, atenolol, labetamol, metoprolol, nadolol, propranolol, timolol, felodipina, nicardipina, verapamil,
metildopa, dopamina, hidroclorotiazida, furosemida, cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina, salbutamol,
anfetaminas, efedrina, isoproterenol, pseudoefedrina, terbutalina, hidralazina, minoxidil, nitrogliceirna,

c^
nitratos, cocaína, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona e TRH.
Drogas que diminuem concentraç s das catecolaminas : captopril, clonidina, reserpipna, haloperidol,

ñ bromoergocriptina, disulfiram e octeotrídeo.


M todo:
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

Informaç es nece rias: vv

Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose. dÁW


Dieta
Zå`
O paciente dever ermanecer 12 horas sem ingerir: lcool, fumo, refrigerantes com coca, caf , c , Z V Z
chocolate, fruta (especialmente banana).
Medicamentos: O paciente dever Z`P^
rmanecer 7 dias sem ingerir medicamentos que interferem C.O.M..

SANGUE
ValorH de Refer ncia:
Epinefrina I
ò < que 140 pg/mL
(Adrenalina) I entre 140 a 200 pg/mL I suspeitos
H I > que 200 pg/mL I muito sugestivo
Norepinefrina I < que 1400 pg/mL
(Noradrenalina) I entre 1400 a 2000 pg/mL I suspeitos
I > que 2000 pg/mL I muito sugestivo

óKô
H
Dopamina I < 30 pg/mL
Condi o:
2,5 mL Plasma (heparina) c/ glutationa reduzida.
- JO 8h, sem fumar.
Laboratórios:

c
Enviar em tubo pl stico congelado. Z V
Instruç es : Deixar cat ter na veia (heparinizado), acalmar o cliente. É necess rio que a amostra de Z
sangue seja colhida depois que o cliente permaneceu em repouso (deitado) no mínimo por 30 minutos,
em ambiente calmo. Após isto, descartar os primeiros 0,5 mL de sangue para lavar a heparina do cat ter. V
XPY XKY V
Coleta-se em heparina de 5 a 10 mL de sangue, homogeniza-se cuidadosamente e, imediatamente,
transfere-se para um tubo teste de vidro pr -congelado contendo 120 µL de soluç o EGTA/GSH.
^V X
Obs.: Os tubos ser fornecidos pelo laboratório. O tubo test invertido lentamente por alguns minutos,
com o auxílio das m s, para uma mistura adequada do sangue com a soluç reagente, mas sob XKY dV
Z
nenhuma circunstância deve -se agitar vigorosamente a amostra. Centrifugar rapidamente. O plasm

Viÿ ( ô a
transferido imediatamente para um tubo pl stico e congelado.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

Continua...
182 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Continu õPóKô o...EPINEFRINA E NOREPINEFRINA

URINA

Idades
ò
Valor de Refer ncia - µg/24h:
Epinefrina Norepinefrina Dopamina
< de 1 ano 0,0 a 2,5 0,0 a 10,0 0 a 85
1 ano 0,0 a 3,5 1,0 a 17,0 0 a 140
2 a 3 anos 0,0 a 6,0 4,0 a 29,0 40 a 260
4 a 9 anos 0,2 a 10,0 8,0 a 65,0 65 a 400
10 a 15 anos 0,5 a 20,0 15,0 a 80,0 65 a 400
adulto < de 60 < de 200 65 a 400
61 a 80 J suspeito 201 a 260 J suspeito
> 80 J sugestivo > 260 J sugestivo
Nota: Em cerca de 5% dos casos pode haver Falso-Positivos e 5% Falso-Negativos, por m em valores
limiares, na maioria dos casos.
V
Condi o: óKô
Obs.: Epinefrina com 15% ou mais do valor total das catecolaminas sugere processo intra-adrenal.

Urina de 24h.

c ^ `KZ
- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança) e Refrigerar.
K Após dieta, colher Urina 24h conforme instruç s g. 353
Laboratórios:

Z Zå^ Z
Antes de enviar, verificar pH da amostra que dever star cido (pH at ). Enviar alíquota 10 mL e Vš
Vô]
informar volume de total, hor rio inicial e final da coleta.
Conservaç o de envio:
At m s acidificada e entre 2o e 8o C.

Homocisteína
Coment
rios:
A homocisteí m ami [Kd V [KYKZ a P Y  Z
cido formado no metabolismo da metionina. Sua remetilaç  metioni XKY V [Pd V
dependente da cobalamina, cido fólico e da riboflavina. Homocisteína em níveis elevados um fator
V
Z ] K [ Zåd
de risco independente e forte de aterosclerose (doença coronariana, carotídea, vascular perif rica) e

Z
trombose. Valores elevados podem ser indicativos de defici cias de vitaminas B6, B12 (cobalamina),

V
cido fólico e riboflavina. Hiperomocisteinemia em gr vidas est ssociada a defeitos do tubo neural.

W ]K[
Valores elevados tamb m podem ser encontrados no uso de ciclosporina, corticóides, fenitoína,
metotrexato, trimetoprim, na insufici cia renal crônica, hipotireoidismo e em erros inatos do metabolismo

ñ (homocistin ria).
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC
Valor de Refer ncia:
J Homens: 4 a 14 µmoL/L

J ElevaçKXXKY4Y a
J Mulheres: 4 a12 µmoL/L
iscreta: 15 a 25 µmoL/L

óKô XKY4d
J Elevaç moderada: 25 a 50 µmoL/L
J Elevaç centuada: 50 a 500 µmoL/L
Condi o:
1,5 mL de Plasma (EDTA).
Laboratórios:

KXXKYY V
- Separar imediatamente at 10 minutos após a coleta.
- N colher amostra com o paciente deitado.

Viÿ ( ô a
-N sar o garote por muito tempo.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o a - 10o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 183


Metanefrinas - Fraç ¥ es
Coment
rios:
XKY
A metanefrina e a normetanefrina s metabólitos da epinefrina e normetanefrina respectivamente. T m ]
X ]K[ P[ Z XPY
importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma, paragangliomas e neuroblastomas, sendo a
determinaç o uri ria das metanefrinas e sua raz com a creatinina muito sensíveis. Concentraç s
sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas, devendo a coleta ser realizada com o mínimo de
c^
estresse emocional e físico. Os tumores podem excretar catecolaminas de forma intermitente ou dentro

ñ
da faixa normal.
M todo:

Idades
ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:
Normetanefrina Metanefrina
< de 2 anos < que 1,30 < que 0,53 mg/g de creatinina
2 a 10 anos < que 0,73 < que 0,41 mg/g de creatinina
10 a 15 anos < que 0,43 < que 0,31 mg/g de creatinina

Condi o: óKô
> que 15 anos

Urina de 24h.
< que 0,41 < que 0,30 mg/g de creatinina

- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança). Refrigerar.
Laboratórios:
Z
Enviar 10 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta.

Informaç es nece rias: vv

Informar peso, medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose. W


Dieta
O paciente dever Zå`K^ Z V Z
rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool, fumo, refrigerantes com coca, caf , c ,
chocolate, fruta (especialmente banana).
Zý`
Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C.O.M.:
medicamentos similares às catecola minas (descongestionantes nasais, broncodilatadores), metildopa,
anti-depressivos tricíclicos, benzodiapínicos, levodopa, tetraciclina, cloropromazina), quinidina,
buspiroma, labetamol, sotalol, acetominofen, oxitetraciclina, bromoergocriptina, fenotiazidas e
propranolol.

Instruç es de Coleta:
Z
Vô]
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At m s acidificada e entre 2o e 8o C.

Paraminofenol
Coment
rios:
V Z XKY V Z
X K Y XKY Z
O paraminofenol m metabólito excretado na urina nas primeiras 24 horas após exposiç à anili na

[KXKñ Y c^
(utilizada em tintas, medicamentos, borrachas e pl sticos). A excreç ` rin ria do paraminofenol vari vel
sendo indicador absoluto avaliaç s individuais de exposiç .
M todo:

K[ XKY4aK^ ò Z
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:
L tect vel

Condi o: óKô
L IBMP: 50 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br)

Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - *Urina 24h.


Laboratórios:
Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL de urina e informar volume total.

Instruç es de Coleta:
Z
V )( ô a
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At ias entre 2o e 8o C.

184 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Piridinolina
Coment
rios:
c K[ Z X Z
A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura helicoidal do col geno

Z KX Y  XKYÛaK[K^ d V [KXKY
tipo I. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç o óssea (atividade
osteocl stica) sendo excretadas na raz :1. A deoxipiridinoli
V
mais sensível que a piridinolina,

c ^ XPYýaKd V
sendo influenciada pela dieta. Considerando que a excreç

`K]
sses ma rcadores maior à noite e que

XKYâaK^âd XPYí^Kc [
variaç s de at 20% podem ocorrer durante o dia, deve -se preferir a coleta de 24 horas. Para

Z
monitorizaç resposta tera tica esses marcadores permitem detecç

Z
mais r pida que a densitometria óss ea (2 a 10 semanas). Níveis elevados s
lteraç es de forma

osteoporose, Doença de Paget, met stases ósseas, hiperparatireoidismo e hipertireoidismo.


contrados na

ñ mV
Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados.
Veja tam m Deoxipiridinolina.
M todo:

Valor de Refer ncia:


M 02 a 10 anos
ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

N 160 a 440 nmoL/mmoL de creat.


M 11 a 14 anos N 105 a 400 nmoL/mmoL de creat.
M 15 a 17 anos N 42 a 200 nmoL/mmoL de creat.
M Adulto - Homem N 20 a 61 nmoL/mmoL de creat.

óKô
Condi o:
M Adulto - Mulher N 22 a 89 nmoL/mmoL de creat.

Urina 2h - *Urina 12h - *Urina 24h.


- Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança). Refrigerar.
- Proteger da luz (frasco âmbar).
Laboratórios:
Especificar tipo de urina, *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Enviar em frasco âmbar
(sensível à luz).

Instruç es de Coleta:
Z
Vô]
Veja Urina 24h p g. 353
Conservaç o de envio:
At m s acidificada e entre 2o a 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 185


Serotonina O 5 Hidroxi Triptamina
Coment
rios:
V V
Zc^
A serotonina sintetizada a partir do triptofano nas c lulas cromafins intestinais ou em neurônios. Sua

]KV [ V Y
dosagem pode complementar o diagnóstico de tumores carcinóides. Concentraç s sofrem
interfer cias de alguns alimentos e drogas. A dosagem do metabólito da serotonina ( cido 5 hidroxi

ñ indolac tico)
M todo:
marcador mais sensível de tumores carcinóides.

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:
P 50 a 200 ng/mL
P Intermedi rio Z Q 200 a 400 ng/mL

Condi o: óKô
P Tumor Carcinóide Q > 400 ng/mL

Z U
Z
Colher 10 mL de Sangue Total (em seringa pl stica contendo EDTA), dividir 5 mL deste sangue para

[KX X c^
cada tubo pl stico contendo 10 mg de EDTA e 75 mg de cido Ascórbico (fornecido pelo laboratório).

[KXKY
Homogeinizar imediatamente “ o esperar”, por invers o num total de 6 invers s, “sem agitar”, porque
pode haver hemólise. Centrifugar o sangue dos tubos a 1200 r.p.m. por 20 minutos. Separar o
plasma, congelar.
- JO 8h.
Laboratórios:
Z
Enviar o material congelado em tubo pl stico. O laboratório fornecer tubos p/coleta.

Informaç es nece rias: vv

Z
Informar peso, medicamentos em uso, dose e tempo de uso.
Dieta
Zù`
O paciente dever ermanecer 24 horas sem ingerir os alimentos relacionados, pois estes alimentos
interferem no resultado: abacate, banana, beringela, nozes, pickles, tomate.

Va Va
Medicamentos Os medicamentos usados pelo paciente podem interferir como resultado do exame. O
seu m ico deve estar ciente da necessidade do uso e somente o m ico pode sus `P^K[KaK]
-lo, evitar 7
dias, C.O.M: acetominofen, guafenesin, imipramina, antidepressivos IMAO, lítio, metildopa, morfina,

Viÿ ( ô a
naproxeno e reserpina.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o e - 10o C.

186 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Vitamina A
Coment
rios:
X Vc ^ W ] X
A express o vitamina A se refere aos retinóides que t m atividade biológica do retinol. A Vitamina A
encontrada em produtos de origem animal lipossol vel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a

sXKYâ^K[ ] V c ] Z ZÓdKm XKY


3-dehidro-retinol (Vitamina A2). Concentraç s em crianças s o menores q ue em adultos. Níveis baixos
contrados na defici ncia diet tica da vitamina, insufici ncia pancre tica exócrina, m sorç

ñ na hipervitaminose A, etilismo, uso de estr


M todo:
YK\K]K[
intestinal, parasitoses, síndrome nefrótica, infecç es e etilismo. Níveis elevados podem ser encontrados
ios e anticoncepcionais.

Valor de Refer ncia:


R 1 a 6 anos
ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

S 20 a 43 µg/dL
R 7 a 12 anos S 26 a 49 µg/dL
R 13 a 19 anos S 26 a 72 µg/dL

ôR Adulto
Condiç o:
1,5 mL de Soro.
S 30 a 80 µg/dL

- JO 8h.

Informaç es nece rias: vv

Informar medicamentos em uso.


Laboratórios:
ZK`
Viÿ ( ô a
O material deve ser enviado o mais r ido possível. Usar frasco âmbar (sensível à luz). Refrigerar.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o a -10o C.

Vitamina C
Coment
rios:
Z V [Kd«`P^ V ]P[
A vitamina C ( cido ascórbico) um antioxidante essencial que apresenta meia vida de 16 dias. Seu uso
clínico principal
após privaç XKY»aK^ X K Y â a K ^ Z
squisa da defici cia de vitamina C (escorbuto) que se manifesta 60 a 90 dias

KX ÓY K` Y VY V
s se oligoelemento. Por outro lado hipervitaminose C pode gerar aumento dos níveis de
oxalato com formaç
V X c lculos renais. A determinaç r HPLC m todo de escolha. Níveis
baixos tamb m s o encontrados em pacientes com sepses, pós -operatórios, SIDA , na síndrome do

W
desconforto respiratório, tabagismo, Doença de Adison, cirrose, grandes queimados, pancreatite, uso de
contraceptivos orais, aspirina, barbit ricos, estrógenos, contato com metais pesados, nitrosaminas e

ñ paraldeído.
M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:

óKô
0,4 a 1,5 mg/dL
Condi o:
1,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).
- JO 8h.
Laboratórios:
Z Z
O material dever ser enviado o mais r pido possível. Usar frasco âmbar (sensível à luz). Enviar
congelado.

Informaç es nec ª vv

rias:
Informar medicamentos em uso.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 187


Vitamina D3 T 1,25 Dihidroxi
Coment
rios:
O termo “vitamina D” engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina
D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol). O metabólito 1,25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) V
Z ZW ]K[ d X V Z X
a forma ativa da vitamina D apresentando meia vida de 4 a 6 horas. Juntamente com calcitonina e PTH
regulam o metabolismo do c lcio. A sua car ci
]K[
respons vel por atraso na mineralizaç o ó ssea
(raquitismo e osteomal cia). Dist rbios da hidroxilaç o à nível renal levam a defici cia de calcitriol com

hidroxicolecalciferol s XKY«^K[ ]P[


valores de outro metabólito, o calcidiol (25 -hidroxicolecalciferol) normais. Valores baixos de 1,25-

XKY
contrados na insufici cia renal e hipoparatireoidismo. Valores elevados de

ñ 1,25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez, sarcoidose e na intoxicaç vitamínica.


M todo:

ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC
Valor de Refer ncia:

óKô
20 a 76 pg/mL
Condi o:
1,8 mL de Soro.
- JO 8h.
Laboratórios:
ZK`
Enviar o mais r ido possível congelado.

Vitamina E

d WV Y
Coment
rios:

XPY V W XKY ]K[


É uma vitamina lipossol vel antioxidante que previne danos nas membranas celulares por radicais livres.
A sua forma mais ativ

XKY
alfa-tocoferol. Sua dosagem til na investigaç da sua defici cia (quadro

c
neurodegenerativo, anemia hemolítica e alteraç visual). Níveis baixos podem ser determinados por m
absorç (pancreatite, fibrose cística, atresia de vias biliares, ressecç es intestinais), prematuridade,
Z
ñ etilismo, cirrose, uso de anticonvulsivante, colestiramina, óleos minerais e contraceptivos orais.
M todo:

Valor de Refer ncia:


U Prematuro
ò
Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC

V 0,25 a 0,37 mg/dL


U 1 a 12 anos V 0,3 a 0,9 mg/dL
U 13 a 19 anos V 0,6 a 1,0 mg/dL

óKô
Condi o:
U Adulto

1,5 mL de Soro.
V 0,5 a 1,8 mg/dL

- JO 8h.
Laboratórios:


Informaç es nec ess rias:

ZK`
O material deve ser enviado o mais r ido possível. Usar frasco âmbar (sensível à luz).

Viÿ ( ô a
Informar medicamentos em uso.
Conservaç o de envio:
At ias entre 0o a -10o C.

188 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Adenovírus – Pesquisa direta
Comen
rios:

Z V ZK`
Útil para estabelecer o adenovírus como agente etiológico de pneumonia, tonsilite, gastroenterite, cistite

Y4ë K^ V
hemorr gica e ceratoconjuntivite. Tem como vantagem fornecer resultados mais r idos que a cultura

ñ viral. Resultados falso-negativos podem ocorrer, ma característica do m todo.

ò ]P[
M todo:
Imunofluoresc cia direta
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
Aspirado de nasofaringe.
Lavado de nasofaringe.
Swab de nasofaringe.
Laboratórios:

XKY«^
Swab de nasofaringe, insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das VV
narinas, colha toda secreç
V K[ PX îY K` Y
xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas.
Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril.

Z
Lavado de nasofaringe, nos casos em que o material
V
de ser aspirado, incline a cabeça do
paciente cerca de 70o para tr s, instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril, reaspire. Enviar

ô
imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini.
Conservaç o de envio:
Refrigerar e enviar imediatamente.

Alfa 1 Anti-Tripsina
V
Coment
rios:

Z
AAT ma proteína de fase aguda, sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. AAT VY
c ]P[ [ V
principal componente da alfa-1-globulina, aumentando de forma r pida mas inespecífica em processos

Z
inflamatórios. Elevada em infecç es, artrites, vasculites, gravidez, terapia com estrógeno ou corticóide,

ñ `KZ ^P`KZ
neoplasias e pós -operatórios. Defici cia ge tica de AAT pode est associada com enfisema pulmonar,
doença he tica crônica, cirrose h tica e carcinoma hepatocelular.
M todo:


Imunoturbidimetria
Valor de Refer ncia:
W 0a1m s X 124 a 348 mg/dL
W 2 a 6 meses X 111 a 297 mg/dL
W 7 meses a 2 anos X 95 a 251 mg/dL
W 3 a 19 anos X 110 a 279 mg/dL

óKô
Condi o:
W Adulto

0,5 mL de Soro.
X 78 a 220 mg/dL

- JO 8h.
ô
Conservaç o de envio:
Ate 5 dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 189


<
Alfa 1 Glicoproteína cida
Coment
rios:
V [PXKY«^ W
AAGP ma glicoproteína sintetizada nos hepatócitos com meia vida de 3 a 5 dias. É uma proteína de
fase aguda, specífica, aparecendo em 12h após a inj ria e permanecendo por 3 a 5 dias. Níveis
elevados ocorrem em processos inflamatórios, gravidez, neoplasias e terapia com corticóides. Níveis
diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica, terapia com estrógeno e enteropatia perdedora de proteínas.
É o principal constituinte da mucoproteína de Winzler. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a

ñ dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade.


M todo:
Imunoturbidimetria
Valor de Refer ncia: ò
óKô
41,0 a 121,0 mg/dL
Condi o:
0,5 mL de Soro.

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Amebíase
Coment
rios:
A Infecç XKYî` Z
or Entamoeba histolytica pode ser assintom tica, causar doença invasiva intestinal ou
doença extra -intestinal. A sorologia possui maior sensibilidade para formas extra-intestinais (90%),

Z aP] ^VW XKY4a ^K`PZ KY P\ K] [


sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e ba ixa sensibilidade para formas
assintom ticas. O Test til na distinç e abscessos h ticos amebianos de pi icos, entretanto,

Z
a alta inci ncia de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste. Falso -positivos
podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. Títulos de anticorpos podem ser detect veis por mais

ñ de 6 meses após tratamento eficaz.


M todo:
Z
ò
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JO 8h.
ô
Conservaç o de envio:
Enviar amostra refrigerada entre 2o a 8o C.

Antiestreptolisina O Y AEO
Coment
rios:
AEO elevada indica infecç XKY<`KY Z
r streptococos beta -hemolíticos, mas de forma isol dKaKd [KXPY
c c ^ V a K ^ XPY Wc
permitemdiagnóstico de febre reum tica ou glomerulonefrite difusa aguda. Níveis de AEO pod em

X
apresentar variaç s com valores normais diferentes em populaç es distintas. Títulos se elevando em
determinaç es seriadas s mais significativos que uma nica determinaç o. Nas infecç s c^
estreptocócicas, AEO
Z tectado em 85% das faringites, 30% das piodermites e 50% das GNDA. Na
Febre Reum tica, 80% apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro, 75% em 2 meses, 35%
em 6 meses e 20% em 12 meses. Falso– positivos podem ocorrer: tuberculose, hepatites,

ñ mV
esquistossomose.
Veja tam m Estreptozima.
M todo:
Imunoturbidimetria
Valor de Refer ncia: ò
óKô
Inferior a 250 UI/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.
190 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Antígeno Carcinoembrion A rio Z CEA
Coment
rios:
V
CEA uma glicoproteína q ór K^î[KXPXKY Y V V \PXKYî^
specíf ica. Níveis elevados s o encontrados em v rios X Z
XPY
tumores, mas sua maior aplicaç no câncer coloretal. Utilizado para auxiliar no estadiamento e

XKYì^P[
monitorizaç , sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastro -
Z
Z
intestinais. Níves mais elevados s
Z contrados no câncer coloretal com met stases ósseas e

aP]K[ Z
hep ticas. Est presente em níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal, ao

m V XKY Z
diagnóstico. Seu aumento pode preceder evi cias de met stases em exames de imagem. Outra s

W
neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama, pulm , ov rio, estômago,

c^ c^ W `V
pâncreas, tero, tireóide e tumores de cabeça e pescoço. Níveis elevados tam m podem ocorrer em

Z Z
fumantes, inflamaç s, infecç s, lceras pticas, pancreatite , doença inflamatória intestinal, cirrose

XKY Z
hep tica, enfisema pulmonar, polipose retal e doença mam ria benigna. Resultados negativos podem
ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metast tico. Cirurgia,

ñ XKY4aK^
comparaç ve -se usar mesmo m todo. V
quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios de CEA na circulaç . Para fins de

M todo:

ò ]K[
Quimioluminesc cia

X
Valor de Refer ncia:
N o fumante
Fumantes
[ < 4,0 nanog/mL
[ < 5,0 nanog/mL
Suspeito [ 5 a 10 nanog/mL

óKô
Maior probabilidade [ > 10 nanog/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JO 8h.

4Z  ^ ô
Informaç es nece rias: vv

Z
Est m uso de medicamentos?J fez este exame anteriormente?

V4þ
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Antígeno HLA B27, pesquisa


Coment
rios:

ZÓ` XKY«[KY
Os genes do complexo maior de histocompatibilidade (HLA) codificam a produç o de proteínas
(antígenos). O antígeno HLA B27 est resente em 10% da populaç rmal. Tem forte associaç
X XKY
m Vc Xc
com espondilite anquilosante (90% dos acometidos) ajudando no diagnóstico de indivíduos com
alteraç es radiológicas compatíveis. N o deve ser utilizado para triagem de espondilite anquilosante.
Z
Tam m associado com outras condiç es: Síndrome de Reyter, Artrite Psori tica, Artrite Reumatóide
Juvenil, Artrites Infeciosas, Hiperplasia Adrenal, Doença Inflamatória Intestinal e Defici cia de ]K[
ñ
Complemento.
mV
Veja tam m PCR para Tipagem do HLA B27.
M todo:

óKô
Citometria de Fluxo
Condi o:

ò V
10,0 mL de Sangue Total (Heparina) ou Sangue Total em anticoagulante ACD/tubo especial (para
realizar em at 48 horas).
Valor de Refer ncia:

VX 0_ ð ô  Y
Negativo
Conservaç o de envio:
At ras em temperatura ambiente.
N o enviar em banho de gelo.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 191


Antitrombina III
Coment
rios:
V
A Antitrombina III ma proteína anticoagulante natural, estando sua defici ] ]P[
ncia associada a estado de
Z
XKY ] XPYý] a XKY»a
hipercoagulabilidade, com o aumento do risco de trombose venosa. A defici cia de antitrobina III est

XKY ^
presente em 1,7% da populaç . As defici ncias cong nitas s
XPY
ivididas em tipo I e tipo II. No tipo I a

XXKY PYåaKd ^  ^K`KZ V mKd ] XKY


concentraç a atividade da antitrombina III est iminuídas. No tipo II, apesar da concentraç
normal da antitrobina III, a sua atividade funcional ixa. Defici ncias adquiridas s mais comuns e
podem decorrer de reduç síntes
Z
tica (cirrose, etilismo, hepatite), de aumento do consumo
(tromboses, coagulaç intravascular disseminada, infarto agudo do mioc rdio), perda (síndrome
nefrótica, enteropatias, traumas) e de outras causas (uso de heparina, uso de estrógenos, gravidez).

nascimento, níveis de antitrombina s XKYÁ^ V a


Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios, uso de anabolizantes e penicilina. Ao
m m ia 63% dos níveis do adulto, aumentando a estes níveis

ñ com seis meses de idade.


M todo:
Nefelometria
Valor de Refer ncia: ò
28 a 38 mg/dL
V
Nota: Rec m nascidos a termo ou prematuros sadios, podem apresentar níveis diminuídos, que devem

óKô
atingir o nível normal em 90 a 180 dias.
Condi o:
0,5 mL de Plasma (EDTA).
- JO 8h.

Informaç es nece rias: vv

V4þ ÿ ô  Y
Informar uso de anticoagulantes e qual a dosagem.
Conservaç o de envio:
At ras refrigerar entre 2 o e 8o C.

Aspergillus sp, anti


Coment
rios:

(pulmonar, meníngea). Teste negativ Y4[KX dV


Sorologia para o Aspergillus tem sido utilizada para auxiliar no diagnóstico de aspergilose invasiva

V
o exclui aspergilose. Sorologi positiva em 90% dos pacientes
com aspergilomas e 70% dos pacientes com aspergilose broncopulmonar al rgica. Pacientes

Z c^
imunocomprometidos, em uso de corticóides e antibióticos tendem a ter títulos mais baixos ou

XKY
indetect veis. Reaç s cruzadas com histoplasmose, blastomicose, e paracocidioidomicose podem

ñ ocorrer. Diagnóstico definitivo de aspergilose requer visualizaç ou isolamento do aspergillus.

ò XPY
M todo:
Imunodifus Radial Dupla
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:

V4þ ô
0,3 mL Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

192 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Blastomicose Sul Americana
Coment
rios:

c
A Blastomicose Sul-Americana, paracoccidiodomicos ^V
uma doença granulomatosa que acomete
YK[KaK^«[PXKY
YVd X
pulm es, mucosas, pele e linfonodos. A sorologia pode ajudar no diagnóstico dos casos
V
visualizou ou isolou o fungo. A sensibilidade da imunodifus o radial de 80%. A melhora clínica após
se

tratament
V
companhada da queda dos títulos, entretanto, 70% dos pacientes tratados permanecem
com sorologia positiva at m ano após o tratamento. Títulos de 1:4 mantidos, por período superior a 6

ñ XKY
meses, devem ser considerados cicatriz sorológica. O diagnóstico de certeza da paracoccidioidomicose
requer visualizaç do P. brasiliensis no exame microscópico, complementado pela cultura.

ò XPY
M todo:
Imunodifus Radial Dupla
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:

V4þ ô
0,3 mL de Soro.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Brucelose
Coment
rios:
^V X XKY
Brucelos uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares.

XKY c ^ V X
Soro Aglutinaç o : a elevaç de pelo menos 4 vezes nos títulos em amostras pareadas, na fase aguda e

XKY X
convalescença (após 14 dias), num mesmo laboratório, indicativo de infecç o recente. Títulos de 1:160
s sugestivos de infecç recente, sendo que 90% dos pacientes com títulos superiores a 1:320 t m a ]
infecç o comprovada. Reaç s cruzadas podem ocorrer com Proteus, Yersinia enterocolitica, F.
tularensis, Vibrio colerae. Diagnóstico de certeza de brucelose requ er isolamento em culturas, o que V
possível em apenas 20% dos casos.
Z
Imunoensaio enzim tico: permite detecç XPY«a
e anticorpos IgM e IgG, na brucelose, podendo ser usado

X Z X KX Y
para diagnóstico e seguimento do paciente. Apresenta sensibilidade e reprodutibilidade su perior a
aglutinaç o. IgG persiste por anos após a infecç . Aumento dos títulos de IgG, em amostras pareadas,
em pacientes sintom ticos sugere infecç o recente. IgM pode ser encontrado em 30% dos pacientes
crônicos.

ñ KX Y4aK^
SORO AGLUTI\^]^_` O
M todo:
XKY
Reaç
ò A glutinaç com antígenos obtidos da Brucella abortus
Valor de Refer ncia:

óKô
< 1:40
Condi o:
0,3 mL de Soro.

V4þ ô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO


ñ
IgG e IgM
M todo:
Z
ò
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:

ô
0,5 mL de Soro p/ cada.
Conservaç o de envio:
Refrigerar.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 193


CA 125

ZZ XKYâ^KV [ XKY Z c ^ W XKY


Coment
rios:
Níveis elevados s contrados no câncer de ov rio, sendo usado como marcador tumoral. N se

X V
de Ov rio: (1) Avaliaç XKY ` V
pode utiliz -lo como m todo isolado de triagem ou de diagnóstico desta neoplasia. Indicaç s no Câncer

ZPc ` ^ prognóstica; (2) Monitorizaç da resposta ao tratamento cir rgico e

V Z
quimioter ico; (3) Diferenciaç o pr -operatória de massas lvicas. Aumento do CA 125 pode preceder

c^
as alteraç s clínicas em 11 meses no câncer de ov rio. Cerca de 20% dos cânceres de ov ri Z Yå[KXXPY
`V Z V X P Y
produzem CA 125. CA 125 tamb m pode ser detectado em outras condiç s: endometriose, gestaç o,

X
pacientes saud veis, câncer de endom trio, menstruaç , teratomas beni ngos, doença inflamatória
Z
X K Y V
lvica, abscesso tubo-ovariano, peritonites, câncer de mama, linfoma n o -Hodgkin, cirrose hep tica,

V XKY
neoplasias de fígado, pâncreas, cólon, pulm , uroepiteliais, endoc rvix e trompas. Deve ser realizado

ñ pela mesma t cnica e laboratório para fins de comparaç futura.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
a < que 35 U/mL b Negativo
a 35 a 65 U/mL b Elevado
a > que 65 U/mL b Positivo
Nota: Este exam ^â[KXPYùa V
eve ser utilizado para diagnóstico, pois eleva -se tamb m em outros tipos de

óKô
neoplasias, doenças benignas e pacientes normais.
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JO 8h.

4Z  ^ ô
Informaç es nece rias:vv

Z
Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente?

V4þ
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

CA 15/3
Coment
rios:
V V X
É uma glicoproteína produzida pelas c lulas epiteliais glandulares. A sua produç o excessiva nos

X [PXKYÁaK^ Z V XPYýa
carcinomas e adenocarcinomas resulta em níveis s ricos elevados. É utilizado em pacientes com câncer
de mama para detecç o de recidiva, met st ases e monitorizaç e tratamento. Possui baixo valor

XZ
preditivo positivo e negativo, vendo ser usado como m todo de triagem ou diagnóstico. Cerca de

ñ X
1,3% da populaç o tem CA 15/3 elevado. Níveis elevados podem ocorrer no câncer de pâncreas,
pulm o, fígado, ov rio, colo uterino, doenças benignas de mama e hepatopatias.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
a < que 30 U/mL b negativo
a 30 a 50 U/mL b elevado

óKô
a > 50 U/mL
Condi o:
0,5 mL de Soro.
b positivo

- JO 8h.

4Z  ^ ô
Informaç es necess rias:

Z
Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente?

V4þ
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

194 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


CA 19/9
Coment
rios:

Y«^  ^K`KZ V XKYâ[KX


É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de int estino
gross ^P[ V X J Y V
tico. É sintetizado nas c lulas epiteliais, havendo diferenças g ticas na quantidade de
CA 19/9 produzido (6 a 22% da populaç o secretam esse marcador). N recomendado para

X ]K[  K^ K` Z XKY
cc ^ m V
triagem de forma isolada. Útil para monitorar a respos ta ao tratamento e prognóstico. S consideradas
alteraç es significativas, para fins de comparaç o, aquelas superiores a 50% do valor anterior.
Elevaç s tam m podem ser encontradas na insufici cia
]K[ P^ K` Z
tica, endometriose, Síndrome de
Sjögren, fibrose pulmonar, cistos espl ico, cistadenoma ducto h tico, pancreatite crônica, hepatite

ñ auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa.

ò ]K[
M todo:
Quimioluminesc cia
Valor de Refer ncia:
c < que 37 U/mL d Negativo
c 37 a 120 U/mL d Elevado
c > que 120 U/mL d Positivo
Nota: Este exam â^ K[ PX ùY Pa ^
ve ser utilizado para diagnóstico, pois eleva -se tamb m em outros tipos de V
óKô
neoplasias, doenças benignas e pacientes normais.
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JO 8h.

4Z  ^ ô
Informaç es nece rias: vv

Z
Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente?

V4þ
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

C1S Esterase Inibidor


Coment
rios:

Tem papel regulador nas enzimas do complemento, coagulaç


] X P Y Á a K ^ XPYà^
É uma proteína de fase aguda, inibidor de protease, presente no soro e plasma de indivíduos normais.
fibrinólise. A sua defici cia leva ao
] ]K[
forma co [K\K]K[ ]K[
edema angioneurótico. Duas formas dessa defici ncia s
Z V
scritas: a forma cong nita e a adquirida. A
ita, o angioedema heredit rio, caracterizada por episódios recorre ntes de edemas,

Z V
havendo defici cia quantitativa da C1 esterase inibidor. Nas formas adquiridas, muitas vezes
]
associadas a v rias doenças, inclusive linfomas, comum ocorrer a defici ncia funcional, podendo ser

ñ encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor.


M todo:
Imunoturbidimetria
Valor de Refer ncia: ò
c Homens d 29 a 42 mg/dL

óKô
c Mulheres d 26 a 39 mg/dL
Condi o:
0,5 mL de Soro.
Laboratórios:

ô
Dessorar e resfriar imediatamente após a coleta. O material deve ser congelado e t ransportado no gelo.
Conservaç o de envio:
Enviar em gelo o mais r ido possível. KZ `

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 195


Cardiolipina IgG/IgM, auto anticorpos anti
Coment
rios:

XKY XKYÁ`
Anticorpos anti-cardiolipina IgG est resentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e
s mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. Entretanto alguns casos apresentam anticorpos
apenas IgM ou, mais raramente, IgA. Podem estar presentes em outras doenças como: Artrite

XKY c
Reumatóide (7,7 a 33% dos pacientes), doenças infecciosas (síf ilis, tuberculose, hanseníase,

[KXKY
endocardite infecciosa, infecç pelo HIV e infecç es virais agudas) e em indivíduos utilizando
clorpromazina. Nesses casos encontra-se, em geral títulos baixos e do isotipo IgM, se observando

ñ fenômenos trombóticos.
M todo:
Z
ò
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia:
e
IgG f ≤ a 10 GPL

óKô
e
IgM f ≤ a 10 MPL
Condi o:
0,2 mL de Soro, cada.

V4þ ô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o a 8o C.

Caxumba IgG/IgM
Coment
rios:

V mK^KmK] X K ^ X
IgG - Os anticorpos da classe IgG anti-caxumba surgem logo após os da classe IgM e mantem -se em
níveis protetores de forma duradoura. Os s de m s imunizadas, naturalmente ou por vacinaç o,

^åW
apresentam níveis protetores de IgG at cerca de 6 meses de idade.
IgM - Test til no diagnóstico da Caxumba. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecç XKY
]K[ XKY4d Km P^ Km ] X
recente, podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. Em quadros
crônicos, pós -vacinais ou de transfer cia de imunidade ( s de m es imunes ou uso de

ñ gamaglobulina hiperimune), estes anticorpos est


M todo:
Z
sentes.

ò
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia:
e
e ≤ 0,90 f negativo
0,91 a 1,09 f indeterminado

óKô
e
≥ 1,10 f positivo
Condi o:
0,5 mL de Soro.
- JO 8h.
ô
Conservaç o de envio:
Entre 0 o e - 10o C.

196 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


CCP g Citrulina, anti
Coment rios:

X
Útil no diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR). A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) m ami cido
resultante de modificaç o da arginina. Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti -CCP) s contrados
V XPY^P[ [KYKZ
V
reumatóide; independente do fator reumatóide, se [PaKYâW
em pacientes com AR. Características do ensaio: apresenta especificidade para a AR maior que o fator

^V X
til no diagnóstico dos pacientes com artrite

X
reumatóide e FR negativo; nos paciente s com artrite de início recent importante ferramenta para
diagnóstico precoce; prediz evoluç o mais agressiva da AR. A determinaç o conjunta com o fator
W
reumatóide determina especificidade próxima a 100% para AR, sendo til ao diagnóstico diferencial de

ñ outras colagenoses.
M todo:
Z
ò
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo: ≤ 50 U
Condi o:
0,5 mL de Soro.
ô
Conservaç o de envio:
Refrigerar.

C \ lula Parietal, Anti

\PZ V X K Y « a K d
Coment
rios:

XKY«aKY XKYÁaKV Y
Útil para diagnóstico de gastrite atrófica e anemia pernici osa. Absorç
depende da produç
vitamina B12 (cobalamina)
fator intrínseco pelas c lulas parietais stricas que tam m secretam cido mV Z
]P[
clorídrico. Gastrite autoimune leva a diminuiç s produtos das c lulas parietais e conseqüentemente
à gastrite atrófica e defici cia de B12 (anemia perniciosa). Anticorpos anti -c lula parietal s V mV KX Y
Z ] W \PZ Z Z
encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa. Valores elevados tam m podem ser
encontrados em lceras stricas, câncer g strico e Síndrome de Sjögren. Cerca de 7% dos adultos

ñ saud veis t m esses anticorpos detect veis.

ò ]P[
M todo:
Imunofluoresc cia Indireta
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
0,2 mL de Soro.

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Centrômero, Anti h ACA


Coment
rios:
Anticorpos anti-centrômero s XKYÁd X
toanticorpos dirigidos contra o cinetocore. É visto em 70 a 80 % dos
casos de síndrome de CREST (calcinose, Raynaud, disfunç o esofagiana, esclerodactilia e

ñ telangiectasia).

ò ]P[
M todo:
Imunofluoresc cia Indireta
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
0,2 mL de Soro.

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 197


Ceruloplasmina
Coment
rios:

Z V
A ceruloplasmina uma proteína (alfa-2-globulina), produzida no fígado, que carrega 70 a 90% do cobre
plasm tico. Apresenta-se diminuída na Doença de Wilson (70% dos pacientes) e defici cias ]P[
[KXKYÁ^
nutricionais. Por ser uma proteína de fase aguda elevando-se em processos inflamatórios, um resultado

XPYa X K Y
normal xclui o diagnóstico da Doença de Wilson. Menores de 6 mes es de idade podem apresentar

ñ Z
necess rio biópsi
M todo:
d  ^K`KZ
níveis mais baixos. Níveis menores que 10 mg/dl s sugestivos de Doença de Wilson, sendo ainda
tica para confirmaç iagnóstica.

Imunoturbidimetria
Valor de Refer ncia: ò
óKô
21,0 a 53,0 mg/dL
Condi o:
0,5 mL Soro.

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Chlamydia pneumoniae IgG


Coment
rios:

XKYádKa ]
A Chlamydia pneumoniae pode causar faringite, bronquite, sinusite e pneumonia. Cerca de 50% da
populaç  lta apresenta resultados positivos. Entretanto, t m sido observada a associaç XKYíaPZ ^
] ]
doenças infecciosas de baixa resposta inflamatória e doenças cardiovasculares oclusivas: pacientes j
infartados e com títulos elevados de anticorpos anti-Chlamydia pneumoniae IgG t m aumento do risco de

ñ 2,76 vezes, enquanto o tratamento reduz de 3 a 4 vezes a incid ncia de novo evento coronariano.

ò ]P[
M todo:
Imunofluoresc cia Indireta
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
0,2 mL de Soro

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias, entre 2 o e 8o C.

Chlamydia tracomatis
Coment
rios:
X X V dàaPYK^K[ Z c ^ Ùd ` V
A infecç o por Chlamydia tracomatis ça sexualmente transmissível mais prevalente. A maioria

c ^ XKYâaK^ V
das mulheres apresentam infecç o assintom tica, podendo levar à doença inflamatóri
XKY lvica,
infertilidade e gravidez ectópica. Pneumonia e conjuntivite no rec m -nascido s implicaç s associadas

ñ V
com infecç s n tectadas em gestantes. Os testes sorológicos ou indiretos detectam anticorpos
s ricos IgG persistentes e IgM presentes apenas na fase aguda.

ò ]P[
M todo:
Imunofluoresc cia Indireta IgG e IgM
Valor de Refer ncia:
IgG i Homem j < que 1:16
i Mulher j < que 1:64

óKô
IgM i < que 1:8
Condi o:
0,2 mL de Soro.

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

198 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Cistatina C
Coment
rios:
XKY VV KW m XKY«\ V
XKXKY Y
Útil como ma rcador da funç renal. A cistatina C uma proteína filtrada livremente pelo glom rulo renal,

V
s rica depender ZÓë Kd
sendo, a seguir, reabsorvida e catabolizada pelas c lulas do t lo proximal. Assim, sua concentraç
se que exclusivamente da capacidade de filtraç
XKY X Z
lomerular. Sua concentraç

cV ^
independe da massa muscular, do sexo ou da alimentaç . V rios estudos clínicos atestam a maior

X c X X XPY
sensibilidade e especificidade da cistatina C em comparaç o à creatinina s rica, sendo capaz de
detectar alteraç es discr etas da funç o glomerular. É importante citar que elevaç s da cistatina C, sem

ñ W ^ ^K`KZ [KW
m ltiplo, tumores malignos, cirros

correlaç o com diminuiç o da taxa de filtraç glomerular, foram descritas em pacientes com o mieloma
tica, e alguns hipertensos com protei ria.
M todo:

ò
Imunoturbidimetria
Valor de Refer ncia:
1 a 50 anos k 0,63 a 1,33 mg/L

óKô
> 50 anos
Condi o:
0,7 mL de Soro.
k 0,74 a 1,55 mg/L

ô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
Refrigerar.

Cisticercose
Coment
rios:
KX 4Y K` Y XPY
Z c^
A infestaç r ovos de Taeni a solium leva a formaç de cisticercos na musculatura estriada e sistema

XKY X WK[ ]
nervoso central. Sorologia pode complementar o diagnóstico, entretanto, reaç s cruzadas com
equinococos podem ocorrer. Falso-negativos s o observados se a carga parasit ria for baixa, sendo que
apenas 28% dos pacientes com les cerebral ica t m sorologia positiva.

ñ
IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO
M todo:
Z
ò
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
Negativo

0,5 mL de Soro.
0,5 mL de Líquor.
- JO 8h

ô XKY XPY
- O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de
contaminaç do material durante a punç .
Conservaç o de envio:
Congelar em temperatura inferior a - 4o C.

ñ
IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA

ò ]P[
M todo:
Imunofluoresc cia Indireta
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
Negativo

0,5 mL de Soro.
0,5 mL de Líquor.
- JO 8h

ô XKY XPY
- O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de
contaminaç do material durante a punç .
Conservaç o de envio:
Congelar em temperatura inferior a - 4o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 199


Citomegalovírus
V XKY4XKdKY a YKd [K\PV ]
Coment
rios:
O citomegalovírus (CMV) considerado a maior causa de infecç c nita, podendo ainda causar
quadros graves em imunodeprimidos. Cerca de 85% da populaç ult soropositiva.

ZX
Anti-CMV IgM: deve-se lembrar que IgM pode demorar 2 semanas para ser detectado. Assim, caso

VZ  ÿ V
colhido precocemente, deve-se repetí-lo após 15 dias, para afastarmos infecç o pelo CMV. Geralmente

títulos baixos por at meses,


X [KXKY÷aK^
permanecem detect veis por 3 meses, entretanto, por m todos imunoenzim ticos podem ser detectados
vendo, pois, ser avaliado como um indicador absoluto de infecç XKY
V Z c^ V
recente. A utilizaç o de IgM captura evita resultados falso -positivos pelo fator reumatóide. Falso -positivos
tamb m podem ocorrer em infecç s por Epstein Baar vírus e herpes vírus. Por
XPY YK[K\K]
ltrapassar a [KXKY
barreira placent ria seu achado no rec m-nascido sugere infecç c
Anti-CMV IgG: seu achado pode indicar infecç XKYÁ`Kd nita.
ssada ou recente. Recoleta na convalescença (após

X Z XPYdPY
15 dias) pode evidenciar viragem sorológica (primeira amostra negativa e segunda positiva) ou aumento
de 4 vezes ou mais no soro da convalescença em relaç soro colhido na fase aguda.
Anti-CMV IgG avidez: no início da infecç o prim ria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como

c^ c
característica baixa avidez pelo antígeno. Essa avidez aumenta progressivamente em semanas, sendo

c^ X Z Z
que em infecç s antigas e reinfecç es encontramos alta avidez. Assim, essa determinaç muit til
W XJY V Y4W
c cV
para se diferenciar pacientes que apresentaram infecç s prim rias pelo CMV nos ltimos 3 meses, de
infecç es passadas e reinfecç es, sendo de grande aplicaç o em gr vidas com IgM e IgG positivos. Tem

XKY
grande poder de predizer rec m-nascidos infectados, quando utilizado antes de 18 semanas de
gestaç .

Informaç es nece rias: vv

ZÁ\ Z
Informar, se est r vida e se fez este exame anteriormente.

ELISA IgG e IgM


ñ
IgG
M todo:
Z
ò
Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas - MEIA
Valor de Refer ncia - IgG:

óKô
Negativo
Condi o IgG:
0,5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina).

V4þ ô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ñ
IgM
M todo:
Z
Imunoensaio Enzim tico
Valorl de Refer ncia - IgM:
*
ò
m negativo
l ndice < 0,80
* ndice 0,80 a 0,99 m indeterminado

ô
l
* ndice > 0,99 m positivo
Condiç o IgM:
0,5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina).
- JO 8h.
Líquor.

ôV4þ XPY XKY


- O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de
contaminaç do material durante a punç .
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Continua...
200 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Ÿ
Continuaçao...CITOMEGALOV RUS

ñ
ELFA - ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY - IgG e IgM
M todo: ELFA
ò
Valor de Refer ncia - IgG :
n Negativo o < 4,00 UA/mL
n Indeterminado o ≥ 4,00 e < 6,00 UA/mL
n Positivo
ò
Valor de Refer ncia - IgM:
n Negativo
o ≥ 6,00 UA/mL

o < que 0,70


n Indeterminado o ≥ 0,70 a < 0,90

óKô
Condi o:
n Positivo

0,5 mL Soro p/ cada.


o ≥ que 0,90

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

ñ
TESTE DE AVIDEZ IgG
M todo:
ELFA
Valor de Refer ncia:ò X P Y  Y a K d  Z4`K^
n Baixa avidez: inferior a 30% o
n Inconclusivo: entre 30 e 60% o [KXKY4`K^
sugere infecç corri

XPY
lo menos 3 meses
rmite definir o período da infecç XKZ Y
ô
n Alta avidez: superior a 60% o
Condiç o:
sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses

0,5 mL Soro.
ô
Conservaç o de envio:
Refrigerar.

Complemento
CH 100
Coment rios:

V Z
Teste que quantifica a atividade total do complemento s rico (via cl ssica). As proteínas do complemento
KX Y
]K[ ] Z XKY
aumentam em resposta a processos inflamatórios ou infeccios os (resposta aguda) e diminuem ou est
ausentes no hipercatabolismo, defici cia heredit ria ou consumo por formaç de imunocomplexos

ñ (glomerulonefrites, lupus eritematoso sist mico, artrite reumatóide).


M todo:
Z
ò
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia:

óKô
≥ 60 U/CAE
Condi o:
0,3 mL de Soro.
Laboratórios:
Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por
10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado

ô
para o laboratório congelado.
Conservaç o de envio:
KZ `
Enviar em gelo o mais r ido possível.

Continua...

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 201


Continu õKóPô o...COMPLEMENTO

C1q

PX YÁKë a V V
Coment rios:

OC
est
ma das subunidades do primeiro componente do complemento C1. Níveis s ricos de C1q

]K[ Z XKY ]
iminuidos na doença de imunocomplexos, lupus eritematoso sist mico (LES) e meningites. É til W
ñ no diagnóstico de defici cias heredit rias e monitoraç de tratamento do LES.

ò XPY
M todo:
Imunodifus Radial
Valor de Refer ncia:

óKô
Superior a 125 µg/L
Condi o:
0,3 mL de Soro.
Laboratórios:
Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por
10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado

ô
para o laboratór io congelado.
Conservaç o de envio:
Enviar em gelo o mais r ido possível. KZ `
C2
Coment rios:

ÿÓV c ] V
O C o segundo componente do complemento. Níveis s ricos de C2 diminuídos est relacionados a XPY
ñ susceptibilidade a infecç es, lupus eritematoso sist mico (LES), artralgia e nefrite.

ò XPY
M todo:
Imunodifus Radial
Valor de Refer ncia:

óKô
4 a 24 µg/mL
Condi o:
0,3 mL de Soro.
- JO 8h.
Laboratórios:
Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por
10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado

ô
para o laboratório congelado.
Conservaç o de envio:
Enviar em gelo o mais r ido possível. KZ `
C3
Coment rios:

A quantificaç XKYÛaK^ V
C3 tilizada para avaliaç KX ÛY Ka ^  Z
indivídu os com defici ncia c ] YK[P\K]
nita deste fator ou
portadores de doenças por imunocomplexos, onde consumo de complemento: LES, glomerulonefrites
e outras. Seus níveis encontram-se elevados em numerosos estados inflamatórios na resposta de fase

ñ aguda.
M todo:
Imunoturbidimetria
Valor de Refer ncia: ò
óKô
70,0 a 176,0 mg/dL
Condi o:
0,5 mL Soro.
- JO 8h.
Laboratórios:
Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por
10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado

ô
para o laboratório congelado.
Conservaç o de envio:
Enviar em gelo o mais r ido possível. KZ ` Continua...
202 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
Continu õKóPô o...COMPLEMENTO

C4
Coment rios:

A quantificaç XKYÛaK^ Z V
C4 tilizada para avaliaç KX Y
de indivíduos com defici ncia c
XKYÁaKd ] Z YP[K\K]
nita deste fator ou

ñ _KWK` ]
de patologias onde h consumo de complemento e ativaç via imune ou cl ssica do complemento:
us Eritematoso Sist mico, doença do soro, glomerulonefrite, etc.
M todo:
Imunoturbidimetria
Valor de Refer ncia: ò
óKô
12,0 a 36,0 mg/dL
Condi o:
0,5 mL Soro.
- JO 8h.
Laboratórios:
Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por
10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado

ô
para o laboratório congelado.
Conservaç o de envio:
Enviar em gelo o mais r ido possível. KZ `
Coombs
DIRETO
V cX
Coment rios:

XKY
O teste de Coombs direto utilizado na investigaç o das anemias hemolíticas auto -imunes, por
isoimunizaç materno -fetal ou pós transfusional. Reaç es falso -positivas podem ocorrer com o uso de

ñ penicilinas, cefalosporinas, sulfonamidas, tetraciclina, alfa metildopa e insulina.


M todo:
Aglutinaç o Xò
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
0,5 mL Sangue Total em EDTA.
Laboratórios:

ô
Enviar material o mais r ido possível. ZK`
Conservaç o de envio:
X
Amostra fresca e n o refrigerada at 30 horas após coleta. V
INDIRETO
Coment rios:

Z c
V c^
A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fraç es do
complemento ligadas às hem cias, o que pode ocorrer em situaç s patológicas levando principalmente

ñ anemias hemolíticas e provas pr -transfusionais.


M todo:
V
à hemólise. Este teste faz parte da rotina de exames no pr -natal de gestantes Rh negativo, triagem de

ò
Teste em Gel (Micro Typing System)
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
0,5 mL de Soro.

Informaç es nece rias: vv

Z4\ Z ] X
V4þ ô
Informar se a cliente est r vida, m s de gestaç o e n o filhos (1o, 2o, etc).
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C ou congelar - 4o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 203


Crioaglutininas, pesquisa
Coment
rios:
A presença de crioaglutininas em título superior a 1:  ÿV
indicativa de infecç por Mycoplasma XKY
XKc Y^ c^
pneumoniae. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atípica apresentam crioaglutininas no período
de 8 a 30 dias após o início da infecç . Pode haver reaç s positivas na mononucleose ou na doença
da crioglobulina (IgM-kappa). Reaç s falso -negativas podem ocorrer em amostras previamente

ñ refrigeradas ou uso de antibióticos.


M todo:
Aglutinaç o Xò
Valor de Refer ncia:

óKô
< 1:32
Condi o:
0,5 mL Soro* + 1,0 mL de Sangue Total em EDTA.
- JO 8h.
Laboratórios :

ZK` X
*A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. O sangue deve ser deixado à 37 o C

temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Essa amostr dÛ[KXKYÛaK^
durante o processo de coagulaç o. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.m. Transportar o soro na
ve, em hipótese

ô
nenhuma, ser colocada na geladeira.
Conservaç o de envio:
O soro deve ser separado rapidamente após a coleta e n XPY`PYKaK^
ser armazenado com o c ulo. YKZK\
Criofibrinog 6 nio, pesquisa
Coment
rios:
Criofibrino io P\ ]K[ V
ma proteína que tem
XKY
a propriedade de formar um precipitado em baixas

ñ inflamatórios, incluindo infecç XKY4[K^PY


temperaturas, estando associada com desordens na coagulaç , doenças malignas, processos
natal, uso de contraceptivos orais e esclerodermia.
M todo:
Precipitaç
Valor de Refer ncia:
XKò Y
óKô
Negativo
Condi o:
3,0 mL de Plasma (Citrato de sódio).
- JO 8h.

Informaç es neces rias:
4Z v
^
Informar se est m uso de anticoagulante.
Laboratórios:

K[ X ZK`
A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. Centrifugar o sangue por 10 minutos
a 2000 r.p.m. Transportar o plasma na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório.
Essa amostra o deve, em hipótese nenhuma, ser colocada na geladeira.

Crioglobulinas, pesquisa
Coment
rios:
É uma proteína que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas, estando

ñ W W
associada a uma gama de patologias como doenças linfoproliferativas, doenças infecciosas agudas ou
crônicas, doenças auto -imunes como l pus, mieloma m ltiplo, macroglobulinemia de Waldenstron.
M todo:
Precipitaç
Valor de Refer ncia:
XKò Y
óKô
Negativo
Condi o:
3,0 mL de Soro. JO 8h.
Laborató rios:

ZK` X K Y
A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. O sangue deve ser deixado à 37 o C

temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Essa amostr


nenhuma, ser colocada na geladeira.
dà[PXKYàaP^
durante o processo de coagulaç . Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.m. Transportar o Soro na
ve, em hipótese

204 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Cryptococcus Neoformans
Coment
rios:
^4W X XKY
Test til no diagnóstico e prognóstico da infecç o criptocóccica. Altos títulos de antígeno geralmente se

c^
correlacionam com gravidade e, da mesma maneira, diminuiç do título de antígeno corresponde a bom
prognóstico. Reaç s falso -positivas podem ocorrer, relacionadas com fatores reumatóides, doenças

ñ causadas por Trichosporon beigelii e bacilos Gram-negativos.


M todo:

Aglutinaç o - Pesquisa Direta
Valor de Refer ncia:

Condi o: óKô
Negativo

0,5 ml de Soro - Líquor - Lavado Brônquico Alveolar - Urina.


- JO 8h
ô
Conservaç o de envio:
Refrigerar entre 2o a 8o C.

Dengue, pesquisa
X
Coment
rios:
K^ V
V V ] V aP^
Y V
S o conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue: Den 1, Den 2, Den 3 e Den 4. O vírus da deng
da família flavivírus que cont m 70 esp cies, entre elas o vírus da febre amarela. Esse dad

c^
importância diagnóstica, pois todos os flavivírus t m epítopos em comum no envelope prot ico, o que
possibilita reaç s cruzadas em testes sorológicos.

X XKY Z Z d Ó [ K X K Y ] X K Y Á a K ^ Z a K Z XPY Z
IgM ELISA: detectado em 80% dos pacientes com 5 dias de doença; 93% dos pacientes com 6 a 10 dias

doença. IgM V aK^


de doença e 99% entre 10 e 20 dias. Alguns pacientes podem n senvolver IgM com 7 ou 8 dias de
tectado na infecç o prim ria (títulos mais altos) e secun ria. Uma pequena

X dV Z
porcentagem de pacientes com infecç secund ri
títulos s o mais baixos. Em alguns casos de infecç XKYÛ` Z
t m IgM detect vel. Na infecç terci ria os

YV
rim ria IgM po de persistir por mais de 90 dias,
Z
mas na maiori
X
indetect vel após 60 dias. Causa comum de falso -negativ
]K[
a coleta prematura. H
possibilidade de reaç o cruzada com outros flavivírus e interfer cia de auto-anticorpos.

V XPmY V Z
IgG ELISA: menos específico e mostra reatividade cruzada entre flaviviroses, o que acarreta em altas

X ]K[
taxas de falso-positivos. Anticorpos s detect veis por 60 dias. Tem valor diagnóstico quando realizado
em sorologias pareadas. Podem tam m decorrer de transfer cia de IgG materna a crianças, e da
aplicaç o de vacina para febre amarela.

ñ
IgG e IgM
M todo:
Z
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia: ò
Condi o: óKô
Negativo

0,5 mL de Soro p/cada.

ôV4þ Z X
- JO 8h. 
- Aconsel vel realizar 07 dias após a apariç o dos sintomas.
Conservaç o de env io:
At dias entre 0o e - 10 o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 205


Dímero D
Coment
rios:
O Dímero-D (DD) V
m produto da degradaç XKYÓa XKY V W
a fibrina pela plasmina. Sua determinaç til no

V a XKYÛaKY V Ka ^ ] XKYÛaKY
diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). Nestes
pacientes a fibrinólise endógena leva à formaç DD, que tectado uma hora após formaç

X
trombo, e permanece elevado em m ia 7 dias. Níveis elevados de DD t m sensibilidade superior a 90%

m V XKY«V ^K[ c
na identificaç o de TEP, confirmada à cintilografia ou angiografia . Entretanto, devemos ressaltar sua

Z
baixa especificidade. Níveis elevados tam m s

]K[ X P Y
contrados nas seguintes situaç es: infarto agudo

V
do mioc rdio, sepses, neoplasias, pós -operatório (at semana), coagulaç intravascular disseminada,

ñ Z
anemia falciforme, insufici cia cardíaca e pneumonias. Ressalta-se que as dosagens do DD s rico
realizados por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de l tex.
M todo:

ò
ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay)
Valor de Refer ncia:

óKô
68 a 494 nanog/mL
Condi o:
0,5 mL de Plasma citratado.
- J 4h.
Laboratórios:
XKY
Centrifugar imediatamente após a coleta, em alta rotaç (aproximadamente 3000 rpm) por 15 minutos.
Z
Z
Congelar o plasma imediatamente após a centrifugaç XKYÛd Z
Retirar o plasma cuidadosamente deixando pequena quantidade no fundo e transferir para tubo pl stico.
- 20o C em tubo pl stico contendo aprotinina

Viÿ ô
(anti-plasmina) e envi -lo congelado.
Conservaç o de envio:
At dias em temperatura inferior a - 20o C.

DNA, anticorpos Anti


Coment
rios:

V c^
Anticorpos anti-dsDNA s KX ÷Y K^ [ KW ` Z
contrados em cerca de 75 a 90% dos pacientes l icos com doença ativa e

Z
marcador de acometimento renal. Pode ocorrer em baixos títulos em doenças reum ticas, auto -imunes

V
e infecç s como a esquistossomose e a mal ria. Níveis cr escentes de anticorpos anti-DNA associados

ñ XPY
a baixos níveis de complemento significam doença em atividade, por m os títulos de anti-dsDNA podem
permanecer elevados, mesmo com a remiss clínica da doença.

ò ]P[
M todo:
Imunofluoresc cia Indireta utilizando Antígeno Crithidia luciliae
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
0,2 mL de Soro.

V ô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

206 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Eletroforese de Lipoproteínas
Coment
rios:

V Z Z
Utilizado no diagnóstico de dislipidemias prim rias e s ecund rias. As lipoproteínas podem ser separadas
atrav s de eletroforese, recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfalipoproteína) migram
com as alfa-1-globulinas; LDL (betalipoproteínas) migram com as beta-globulinas; VLDL (pr - V
Z
betalipoproteínas) migram com as alfa-2-globulinas. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de

XKY
densidade intermedi rias (IDL) formam banda larga entre regi es pr -beta e beta. Níveis baixos podem c V
ñ ser encontrados na desnutriç .
M todo:
Eletroforese em Gel Agarose
Valor de Refer ncia: ò Adulto
Criança Fem. Masc.
Alfa
V 30 a 36%
Pr -Beta 09 a 15%
27 a 37% 19 a 27%
04 a 12% 08 a 16%

óKô
Beta
Condi o:
50 a 60% 54 a 66% 57 a 73%

0,5 mL de Plasma (EDTA) ou Soro (at horas após coleta). V š


- JO 12h.
Laboratór ios:
ZK`
V  ô
Enviar material o mais r ido possível.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Eletroforese de Proteínas
SORO
Coment rios:

V
K[ KX Y XKY ] c
É usada como triagem de anormalidades nas proteínas s ricas. Em um soro normal, usualmente, 5

Z
bandas (albumina, alfa1, alfa2, beta e gama) s visíveis. Bandas intensamente coradas das regi es alfa

W
à gama em reas que normalmente
]K[
cont m proteínas sugerem imunoglobulinas monoclonais.

V
gen ticas. Aumento na banda alfa1 (Alfa-1-glicoproteí
XKYàaP^ [KdÝZ
Bandas m ltiplas, aus cia de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes
cida e Alfa-1-antitripsina) e banda alfa2
(Haptoglobina) sugerem uma reaç

Z X
fase aguda. Um aumento apenas dos componentes alfa1 pode
ocorrer nos casos de hepatite crônica e na r eaç o de fase aguda acompanhada de hemólise, bem como
Z
]
em gr vidas e na terapia com estrógeno. Em doenças auto -imunes h aumento predominante da banda

XKYàaPd
alfa2. Aumento da banda beta sugere defici ncia de ferro (aumento de Transferrina) ou níveis elevados
de estrógeno. Fus s bandas beta e gama sugerem um aumento na IgA como na cirrose, infecç s c^
c^
respiratórias e de pele e artrite reumatóide. Aumento difuso na banda gama sugere um aumento

X
policlonal de gama-globulina por reaç s imunes, doença inflamatória cr ônica, doenç tica e d ^K`PZ


]Kc [ \K]P[ c ^ ]K[ X


neoplasias. Bandas oligoclonais est o presentes ocasionalmente em hepatite aguda fulminante,
infecç es virais crônicas e infecç s bacterianas. Aus cia ou diminuiç o das bandas gama sugerem

ñ defici cia imune, con ita ou adquirida.


M todo:
Eletroforese em Gel de Agarose
Valor de Refer ncia:
Albumina
ò
52,0 a 65,0% 3,2 a 5,6 g/dL
Alfa 1 2,0 a 5,0% 0,1 a 0,4 g/dL
Alfa 2 7,5 a 13,0% 0,5 a 1,2 g/dL
Beta 8,0 a 14,0% 0,5 a 1,1 g/dL
Gama
Relaç o A/G X
12,0 a 22,0%
1,4 a 2,6
0,5 a 1,6 g/dL

óKô
Proteínas Totais
Condi o:
6,4 a 8,3 g/dL

V»þ ô
0,5 mL de Soro. JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2 o e 8o C. Continua...

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 207


Continu õKóKô o...ELETROFORESE DE PROTE NAS Ÿ
CONCENTp]^_^` O NO L¼ QUOR
Coment rios:

W
O teste contribui para o diagnóstico de doença inflamatória autoimune do Sistema Nervoso Central.
Particularmente na esclerose m ltipla, na panencefalite esclerosante subaguda e em outras doenças

ñ degenerativas.
M todo:
XPY^
V ò
Eletroforese de Alta Resoluç m Gel de Agarose
Valor de Refer ncia:
Pr -Albumina 2 a 7%
Albumina 56 a 76%
Alfa 1 2 a 7%
Alfa 2 4 a 12%
Beta 8 a 18%
Gama 3 a 12%
Banda/Faixas Oligoclonais Ausente

óKô
Proteínas Totais
Condi o:
15 a 45 mg/dL

V  ô
5,0 mL de Líquor.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

CONCENTp]^_^` O NA URINA

X W Z
Coment rios:

ñ XKY
Pode ser til quando se suspeita de proteína anormal na urina, como paraproteínas. Nestes casos
indicaç o de se proceder à sua caracteri zaç imunoquímica.
M todo:

ò
Eletroforese de Alta Resoluç
Valor de Refer ncia:
XPY^
m gel de agarose

Albumina 50 a 60% 75 a 90 mg/24h


Alfa 1 4 a 7% 6 a 11 mg/24h
Alfa 2 7,4 a 11% 11 a 17 mg/24h
Beta 11 a 14% 17 a 21 mg/24h
Gama

óKô
15 a 22%
Proteínas Totais at 150 mg/24h
Condi o:
V 23 a 33 mg/24h

-N XKY
Urina 24h.
sar conservante.
- Refrigerar.
Laboratórios:

V   ô
Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.
Instruç es de Coleta
Veja Urina 24 horas `KZP\
. 353

208 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI


Endomísio, anticorpos anti
^îW
Coment
rios:
X
WV
Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite

X
Na DC, a ingest o de gl ten leva a produç XXKYÓaK^åd
herpetiforme. Endomísio ma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa.
nticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos anti-
endomísio. Os anticorpos anti-endomísio s o mais específicos e sensíveis que a anti- gliadina, sendo

restriç XKYàaP^à\ W V d
detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais. Após início de terapia de
l ten, títulos de anti -endomísio começam a decair em 6 a 12 meses. O padr ro para XKY»Y
ñ diagnóstico de DC biópsia intestinal.

ò ]P[
M todo:
Imunofluoresc cia Indireta
Valor de Refer ncia:

óKô
Negativo
Condi o:
0,6 mL de Soro.

Vô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Epstein Barr IgG e IgM, anticorpos anti q EBV


Coment
rios:

K\ K] [ V c XK^ Y V
A pesquisa de anticorpos anti-VCA importante pois em criança s freqüente a aus cia de anticorpos
heterófilos na vi cia de quadro clínico, mas com reaç s positivas para VCA tanto para anticorpos de
]K[
X
classe IgG e IgM, como só IgM, que caracterizam infecç recente. Presença apenas de anticorpos IgG

]K[ X
traduz infecç o antiga. É importante que os clínicos tomem conhecimento que pode ocorrer um resultado

dî[KXKY Z V Ka ö^ ë P ö^ d
negativo nos testes, no início da doença, na vig cia de quadro clínico altamente sugestivo e grande
atipia linfocit ria. Se repetido após alguns dias, a reaç o se torn a positiva. Outra possibilidade

ñ
doenç
XKY
seja mononucleose, e sim, toxoplasmose ou citomegalovirose cujos quadros clínicos e
hematológicos s freqüentemente superponíveis.
M todo:

ò
Imunoensaio Enzim tico
Valor de Refer ncia:
Z
óKô
Negativo
Condi o:
0,5 mL de Soro p/ cada.

V4þ ô
- JO 8h.
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C. Ciclos de congelamento/descongelament Y4[KXKY XKY
s recomendados.

Esquistossomose IgG

Z X Z X
Coment
rios:
Detecç o de anticorpos para esquistossomose utilizando substrato de cerc ria apresenta sensibilidade

c^ c ^ XKY
m xima de 90% em pacientes com formas agudas da doença. Entretanto, podem n o ser detectados em
indivíduos com infecç s leves ou moderadas. Reaç s falso -positivas podem ocorrer com outros
XKY X
ñ V ]P[
parasitas intestinais (ancilostoma, ascaris). Sorologia positiva n distingue infecç aguda de exposiç o
pr via. A pesquisa de ovos pode se positivar antes da sorologia.
M todo:

ò
Imunofluoresc cia Indireta - Substrato Cerc ria
Valor de Refer ncia:
Z
óKô
< 1:40
Condi o:
0,2 mL de Soro - Líquor.
- JO 8h.

ôV  X XPY
- A pesquisa de anticorpos no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade
de contaminaç o do material durante a punç .
Conservaç o de envio:
At dias entre 2o e 8o C.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 209


Estreptozima
Coment
rios:
O teste de estreptozima (STZ) V XKY ZK`
ma reaç r ida de hemoaglutinaç o que detecta a presença de
XX
anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos, n o apenas contra a estreptolisina

c^
O. Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas de infecç o estreptocócicas. X
Determinaç s repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada. Pode -se encontrar

V
resultados de AEO positiva acompanhados de STZ negativa. Títulos se elevam 1 semana após infecç XKY
ñ aguda e podem permanecer por at 2 meses.
M todo:
Aglutinaç o Xò
Valor de Refer ncia:
< 100 U Stz
Obs.: Pesquisa de anticorpos para antígenos ext