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Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco

Colegiado de Engenharia Elétrica


Prof. Pedro Macário de Moura
Pedro.mmoura@univasf.edu.br
Geometria Analítica

VETORES
Definições:
O estudo de vetores será fundamentado no conjunto de todos os pontos do espaço
tridimensional ou Euclidiano, que será indicado por R³. Os pontos de R³ serão denotados por
letras latinas maiúsculas as retas, por letras latinas minúsculas os
planos, por letras gregas minúsculas e números reais, ou escalares por letras
minúsculas latinas ou gregas.
Grandezas Escalares e Vetoriais
As grandezas físicas se subdividem em escalares e vetoriais. As grandezas escalares se
caracterizam por sua intensidade ou tamanho (um número e sua unidade correspondente),
como por exemplo: o tempo, a massa, a temperatura, comprimento, etc. As grandezas
vetoriais se caracterizam por três componentes, ou sejam, intensidade, direção e sentido,
como por exemplo: a força, o momento linear, o deslocamento, e por ai vai.
Segmento Orientado
Um segmento orientado é determinado por um par ordenado de pontos sendo o
primeiro chamado de origem e o segundo de extremidade. Sua representação geométrica é
feita por uma seta indo do ponto A para o ponto B, conforme na figura abaixo.

A direção de um segmento orientado é dada pela sua reta suporte, isto é, pela reta que
contém os pontos que o define ou por qualquer reta paralela a ela.
O sentido de um segmento orientado é definido pela orientação do ponto origem para
o ponto extremidade ou pela seta na sua representação geométrica.
O comprimento de um segmento orientado é a medida do segmento geométrico que
vai desde o ponto origem até o ponto extremidade. Veja o exemplo seguinte

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compreensão da existência entram diretamente em ação. Gadamer
Segmentos orientados nulos são aqueles cuja origem e cuja extremidade é o mesmo
ponto. Exemplos: e por ai vai.
Segmentos opostos são dois segmentos com mesma direção, mesmo comprimento e
sentidos opostos. Por exemplo, se , então os segmentos e são segmentos
opostos.
Dois segmentos orientados, e são equipolentes quando têm a mesma
direção, o mesmo sentido e o mesmo comprimento ou quando ambos forem nulos. A notação
para segmentos equipolentes é a seguinte:  Veja na figura abaixo
representações de segmentos orientados equipolentes.

A relação de equipolência de segmentos orientados tem as seguintes propriedades:


a) Reflexiva:
b) Simétrica: Se ( então
c) Transitiva: Se e se então
Portanto, a relação de equipolência é uma relação de equivalência. Denomina-se classe
de equipolência do segmento orientado ao conjunto de todos os segmentos orientados
equipolentes a

Vetor
Definição: Vetor é uma classe de equipolência de segmentos orientados do Espaço
Euclidiano O conjunto de todos os vetores é indicado por
Notação:
I. Se é um segmento orientado, o vetor correspondente é denotado por AB.
II. Usam-se também letras latinas minúsculas para indicar vetores. Por exemplo e por
ai vai.
III. Vetor nulo – é aquele cujo representante é um segmento orientado nulo e é representado
por

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IV. Vetores iguais – Dois vetores e são iguais se, e somente se , ou
seja,

Vetores opostos – Dado um vetor , o vetor é o oposto de e se indica por


ou por .
Norma (intensidade ou módulo) de um vetor é o comprimento de qualquer um de seus
representantes. Por exemplo, seja u um vetor qualquer, a norma de u é |u|.
Vetor unitário - é o vetor cuja norma é igual à unidade, ou seja, u é unitário, | u |  1.
Versor - de um vetor não nulo é o vetor unitário com mesma direção e mesmo sentido que

v, ou seja:

Adição de vetores
Para todos os vetores e de , a operação de adição de e faz corresponder um
vetor chamado soma, indicado por .
Regra do Paralelogramo para a Adição de Vetores –
Sejam os vetores u e v dados por seus representantes
e respectivamente, então a soma é
dada pelo representante como pode ser visto na
figura ao lado.
Propriedades da adição de vetores
Sejam os vetores e quaisquer e 0 o vetor nulo, então as seguintes propriedades
são válidas para a adição de vetores:
I. Propriedade Associativa.
II. Propriedade Comutativa.
III. Elemento Neutro.
IV. Elemento Oposto. –
PS. Subtração de vetores –  u, v  V³.

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Multiplicação de escalar (número real) por vetor
Seja v um vetor qualquer de V3 e seja um número real qualquer. A multiplicação do
escalar pelo vetor v é a operação “externa” em V3 que a cada escalar e a cada vetor v
associa um vetor v tal que:
I. Se =0 ou v  0, então v  0 (por definição).
II. Se 0e0 v, então v é caracterizado por:
III. v é paralelo a v.
IV. v e v tem mesmo sentido se  0 e sentidos contrários de  0.
V.  isto é, a norma de v é igual ao produto do módulo de pela norma de v.
Propriedades da multiplicação de escalar por vetores
Sejam os vetores u e v quaisquer e os escalares e quaisquer, então as seguintes
propriedades são válidas para a multiplicação de escalar por vetor:
I.
II.
III. Elemento Neutro
IV 

Soma de ponto com vetor Definição: Sejam  um ponto qualquer do Espaço


Euclidiano  um vetor qualquer do Espaço Vetorial Tridimensional. Chama-se
operação de soma de um ponto com um vetor a operação que associa um único ponto
de R³ a , ou seja:

PS. é a soma de P com o inverso de v. Também, como consequência dessa operação,


um vetor pode ser definido como diferença de dois pontos, ou seja,
Propriedades dessa Operação:
I.  
II. Se P + u = P + v  u  v
III. (P +u) + v = P + (u + v)
IV. Se  

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Dependência e Independência Linear
Combinação linear: Se um vetor x pode ser escrito da forma
então dizemos que é uma combinação linear de v1 , v2 , ... e vn.
Definição informal de independência linear: Um grupo de vetores é dito linearmente
independente se não for possível escrever qualquer deles como combinação linear
dos outros. A dependência e a independência linear de vetores são conceitos
fundamentais no estudo de espaços vetoriais. Por isso, sua conceituação será feita
sob dois enfoques: o geométrico e o algébrico. Porém, para isso necessita-se do
conceito de paralelismo entre vetor e reta e entre vetor e plano.
Diz-se que um vetor v é paralelo a uma reta r se algum representante de v
tiver a reta r como reta suporte. Dois vetores são paralelos quando suas retas
suportes forem paralelas.
Diz-se que um vetor v é paralelo a um plano  se algum representante de v
tiver como reta suporte uma das retas do plano .

Conceituação geométrica da dependência linear de vetores


A definição geométrica da dependência linear de vetores é feita por etapas,
dependendo das quantidades de vetores envolvidos.
Definição 1
a) Um único vetor v  V³ é Linearmente Dependente (LD) se v  0. Se v 0 então v
é Linearmente Independente (LI);
b) Dois vetores u, v  V³ são linearmente dependentes se, e somente se, forem
colineares ou paralelos. Caso contrário, são linearmente independentes;
c) Três vetores u, v, w  V³ são linearmente dependentes se, e somente se, forem
paralelos a um mesmo plano . Caso contrário, são linearmente independentes;
d) Quatro ou mais vetores de V³ são sempre linearmente dependentes.

Caracterização algébrica da dependência linear de vetores


Definição 2 Sejam v1, v2,..., vn (n   vetores de V³ e sejam 1, 2 ... n números
reais. Chama-se COMBINAÇÃO LINEAR dos vetores v1, v2, ... vn ao vetor u
definido por .
PS. Diz-se também que u é gerado pelos vetores v1, v2,... vn .

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Definição 3 Sejam v1,v2,...,vn  V³. Dizemos que o conjunto {v1,v2,....,vn} é
linearmente independente (LI), ou que os vetores v são LI, se a equação
, implicar em que a única solução seja 1= 2=...= n=0. No
caso em que exista algum i 0 diz-se que {v1, v2,..., vn} é linearmente dependente
(LD), ou que os vetores v1, v2,..., v n são LD.
Teorema 1 {v1, v2,..., vn} é LD se, e somente se um destes vetores for combinação
linear dos outros, isto é, se existe pelo menos um valor 1 0 tal que

Corolário 1 Os vetores u, vV³ são linearmente dependentes se, e somente se,


existir um número real tal que u  v ou se existir um número real tal que v = u.
Corolário 2 Se os vetores u, v V³ são linearmente independentes e se os vetores u,
v, w V 3 são linearmente dependentes, então w é combinação linear de u e v, isto é,
existem escalares e tais que w= u + v.
Corolário 3 Se os vetores u, v, wV³ são linearmente independentes, então todo
vetor x V³ é gerado pelos vetores u, v e w, isto é, para todo o vetor x V³, existem
números reais , e y, tais que:

Base
Base do espaço vetorial V³
Definição Chama-se base de V³ a qualquer tripla ordenada, E = (e1, e2, e3), de
vetores linearmente independentes de V³.
PS. A base “E” gera todos os vetores de V³, isto é, qualquer vetor de V³ é uma
combinação linear de e1, e2 e e3, ou seja, existem escalares a1, a2, a3, tais que
v = a1e1 + a2e2 + a3v3 para qualquer vetor v.
Coordenadas do Vetor
Escolhida uma base “E” de V³, fica associado univocamente a cada vetor v um terno
ordenado de escalares (a1, a2, a3). Esse terno é denominado “coordenado do vetor
v” em relação à base “E”.
Notação: A ordem dos escalares é importante, pois se trata de um terno ordenado.

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Adição de vetores em função das coordenadas
Sejam os vetores

Então se define adição de u e v por

Multiplicação de escalar por vetor em função das coordenadas


Seja um vetor qualquer u= ( a1, a2, a3 )E = a1 e1 a2 e2  a3 e3 e seja um escalar
qualquer . Então, define-se produto do escalar  pelo vetor u por

Dependência linear de vetores em função das coordenadas


Teorema 4 Os vetores u  (a1, a2, a3)E e v  (b1, b2, b3)E são LINEARMENTE
DEPENDENTES se, e somente se, são proporcionais a , isto é,
constante.

Teorema 5 Os vetores u  (a1, a2, a3)E e v  (b1, b2, b3)E w  (c1, c2, c3)E são
LINEARMENTE INDEPENDENTES se, e somente se:

Ortogonalidade de vetor com Reta e Plano


Diferenciação entre retas perpendiculares e ortogonais
Definição:
I. O vetor u 0 é ortogonal à reta r (ao plano ) se existir um representante (A,B) de
u tal que AB é ortogonal a r (a ). O vetor nulo é considerado ortogonal a toda reta r
e a todo plano .
II. Os vetores u e v são ortogonais se um deles é nulo ou, caso contrário, admitirem
representantes perpendiculares (símbolo de ortogonalidade  ).
Teorema 6 Os vetores u e v são ortogonais se, e somente se

Base ortonormal
Definição Uma base E = (e1, e2, e3) é ortonormal (ou canônica) se e1 ,e2 e e3 são
unitários e ortogonais dois a dois.
Teorema 6 Se E = (e1, e2, e3) é uma base ortonormal, e se
u = xe1 + ye2 + ze3  (x, y, z)E , então a norma de u é dada por

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Cossenos Diretores
Ângulos diretores e cossenos diretores de um vetor
Seja uma base ortonormal (i, j, k) e seja o vetor v 0. Chamam-se cossenos
diretores de v, relativamente à base (i, j, k), aos números reais cos , cos ,
cos onde, , e são as medidas dos ângulos que v forma com i, j, k
respectivamente.

Os cossenos diretores do vetor v são dados pelas seguintes expressões:

Paralelismo Entre Dois Vetores


Dois vetores u  (x1, y1, z1) e v  (x2, y2, z2) são paralelos (ou colineares) se forem
LD, isto é, se existir um número real tal que . Ou ainda, se .

PRODUTO DE VETORES
Ângulo entre dois vetores
Definição Sejam os vetores não nulos u e v e sejam os pontos A, B e C tais que
u  AB e v  AC (veja a figura abaixo). Seja  a medida em radianos (graus) do
“ângulo BÂC” satisfazendo a restrição 0  (0  180).
Então, o número  é chamado medido em radianos (graus) do ângulo entre u e v.
Produto escalar
Definição Chama-se produto escalar dos vetores u e v ao número real dado
por sendo  a medida do ângulo entre u e v .
Corolário Se as coordenadas dos vetores u  (x1, y1, z1) e v  (x2, y2, z2) se referem a
uma base ortonormal, então o produto escalar, , pode ser dado por
.

Corolário Se |u| 0 e |v| 0, então da Definição anterior vem: e

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Propriedades do produto escalar
Teorema – Para quaisquer u v w  V³ e para qualquer número real  , tem-se:
1. u v+ w)= u  v + u w
2. u ( v)= ( u) v=  (uv)
3. uv = v u
4. u u  0; u u 0  u  0
Norma de vetor como função do Produto Escalar
Definição – Seja um vetor qualquer u= (x y z) com as coordenadas referindo-se a
uma base ortonormal. Então, da definição de produto escalar, temos:
u.u = |u|² cos 0, e:

Condição de ortogonalidade de dois vetores


Teorema 2.2: Sejam dois vetores quaisquer u e v de V³. O vetor u é ortogonal a v
(uv ) se, e somente se, uv  0.
Projeção do vetor u na direção do vetor v
Sejam os vetores u e v, sendo u 0ev 0, e  o ângulo entre eles. A projeção do
vetor u sobre o vetor v, representada por proj u, é o vetor definido por:

I Miscelânea Introdutória

01. Dados os pontos e encontre


os seguintes vetores.

02. Sejam e Determine o vetor tal


que. a) b) c)
d) e) – f)

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   
03. Dados os vetores a =(1,–1,0), b =(3,–1,1), c =(2,2,1) e d =(4,–3,1). Determinar o
     
vetor v =(x,y,z), tal que : ( v + a )  b e ( v + c )  d . RESP: v =( –10,4,–3)

04. Determinar a medida, em radianos, do ângulo entre os vetores e

05. Determinar se os pontos A = (0; 1; 0), B = (1; 1; 1) e C = (2; 1; 2) são colineares


ou não.

06. Sejam , E verifiquemos


que: a) e são LD b) e são LI
       
07. Sejam a  i  2 j  3k e b  2 i  j - 2k . Determine um versor dos vetores abaixo:
     
a) a + b ; b) 2 a –3; b c) 5 a +4 b .
 
Respostas. a) u  1 (3, 3, –5); b) u  1 ( 4,1,0) c) u  1
(13, 14, –23)
43 17 894

08. Num paralelogramo ABCD sabe-se que A (1, 3,–2) e que as diagonais são
 
AC =(4,2,–3) e B D =(–2,0,1).Calcule as coordenadas dos outros três vértices.
Respostas. C(5, 5,–5) ,B( 4,4,–4) e D( 2,4,–3)
   
09. Dados os vetores u =(3,2), v =(2,4) e w =(1,3), exprimir w como a combinação
 
linear de u e v . Resposta.

10. Demonstre a Desigualdade de Cauchy-Schwarz e a Desigualdade triangular.


 
11. Sendo u = ( 2,3,1) e v = ( 1,4, 5) . Calcular:
           
a) u  v b) u – v c)( u + v )2 d) (3 u – 2 v )2 e) (2 u -3 v )( u +2 v ).
Resposta a) 19 b)18 c)94 d)66 e) –205

 
12. Sejam os vetores a – – b – ec –
    
Determinar m para que a  b =( a + b ) c . Resposta

13. Determinar a, de modo que o ângulo  do triângulo ABC, seja 60 0. Dados:


A(1,0,2), B(3,1,3) e C(a+1,–2,3). Resposta: –1 ou

      
14. Dados a =(2,1,–3) e b =(1,–2,1), determinar o vetor v  a , v  b e  v =5.

Resposta v   5 3 1, 1, 1
3
15. Os vértices de um triângulo
 são M(1,1,2) ,N(5,1,3) e Q(–3,9,3). Calcule as
coordenadas
 do vetor M H , onde H é o pé da altura relativa ao lado NQ. Resposta
M H =(2,2,1)

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16. Seja o cubo de aresta a representado na figura abaixo. Determinar:

a)OA  OC d) OB e OG

b)OA  OD e)EG  CG
c )OE  OB f) ED  AB OG
g)o ângulo agudo entre a diagonal do cubo e uma aresta;
h)o ângulo agudo formado por duas diagonais do cubo.

Respostas. a) 0 b) 0 c) 0 d) a 2 e a 3 e) a2
3 1
f) a 3 , a 3 , a 3 g) arc cos  54 0 44 h) arc cos  700 31
3 3

17. Determinar o que se pede em cada caso:


a) Mostrar que o quadrilátero cujos vértices são os pontos A(1,-2,3), B( 4,3,-1),
C( 5,7,-3) e D(2,2,1) é um paralelogramo e calcule a sua área;
b) Achar um vetor de mesma direção e sentido do vetor e módulo

18. Em que ponto a reta que passa por A(2,3,4) e B( 1,0,-2) Intercepta o plano x0z

19. Se , , , , calcule:

20. O vetor é ortogonal aos vetores e ) e forma um ângulo


agudo com o eixo dos determine , sabendo que
       
21. Sejam a  i  2 j  3k e b  2 i  j - 2k . Determine um versor dos vetores abaixo:
     
a) a + b b) 2 a –3 b c) 5 a +4 b
 1  1  1
Resp. a) u  (3, 3, –5) b) u  ( 4,1,0) c) u  (13, 14, –23)
43 17 894

22. Sabendo que A (1,1), B(5,1) e C(6,4) são vértices de um


paralelogramo,determinar o quarto vértices de cada um dos três
paralelogramos possíveis de serem formados.Resposta. (2,2), (0,−4), e (10,6).

23. Que características de um vetor precisamos conhecer para que ele fique
determinado?

24. O que são vetores iguais? E vetores opostos? Dê exemplo de cada um deles.

25 Observe a figura:Qual o módulo,


direção e sentido do vetor , em cada caso:
a) = +
b) = +
c) = +
d) = + e) = + + f) = + +

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26. A soma de dois vetores de um módulo diferente pode ser nula? Tente explicar.

27. Quais as condições para que o módulo do vetor resultante de dois vetores, não
nulos, seja igual a zero?

28. Dados os vetores , , , e ,


Ao lado representado, obtenha
graficamente os vetores e .
a) = + +
b) = 2 - +

II Miscelânea Introdutória

1) A figura abaixo é constituída de nove quadrados congruentes (de mesmo


tamanho). Decidir se é verdadeira ou falsa cada uma das seguintes afirmações:

f )AO  MG k )AB  EG p) | AC || FP |


a)AB  OF
b)AM  PH g)KN  FI l)AM  BL q) IF  MF

c )BC  OP h)AC // HI m)PE  EC r ) | AJ || AC |


d)BL  MC i)JO // LD n)PN  NB s) AO  2 NP
e)DE  ED j)AJ // FG o)PN  AM
t ) | AM || BL |
Respostas. a)V b)V c)F d)V e)V f)V g)F h)V i)F
j)V k)V l)V m)F n)V o)V p)V q)V r)F s)V t)V

2) A figura a baixo representa um paralelepípedo retângulo. Decidir se é verdadeira


ou falsa cada uma das afirmações abaixo:
a)DH  BF e) AC  HF
b)AB  HG f ) | AG || DF |
c )AB  CG g)BG // ED
d)AF  BC h)AB,BC e CG são coplanares
i)AB,FG e EG são coplanares
j)EG, CB e HF são coplanares k )AC,DB e FG são coplanares
l)AB,BG e CF são coplanares m)AB,DC e CF são coplanares
n)AE é ortogonal ao plano ABC o)AB é ortogonal ao plano BCG
p)DC é paralelo ao plano HEF.
Respostas. a)V b)F c) V d)V e)V f)V g)F h)F i)V
j)V k)V l)F m)V n)V o)V p)V

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3) A figura abaixo representa um losango EFGH inscrito no retângulo ABCD, sendo
O, o ponto de interseção das diagonais desse losango. Decidir se é verdadeira ou
falsa cada uma das afirmações:

f )H  E  O  C
a)EO  OG k )AO // OC
g) AC  BD
b)AF  CH l)AB  OH
1
c )DO  HG h) OA  DB m)EO  CB
2
d) C  O  O  B n)AO  HF
i)AF // CD
e) H  O  H  D o)OB  FE
j)GF // HG
Respostas. a)V b)F c)V d)V e)F f)F g)V h)V
i)V j)F k)V l)V m)V n)F o)V

4) Com base na figura do exercício1, determinar os vetores abaixo, expressando-os


com origem no ponto A:
a)AC  CN e)AC  EO i)MO  NP
b)AB  BD f )AM  BL j)BC  CB
c )AC  DC g)AK  AN k )LP  PN  NF
d)AC  AK h)AO  OE l)BL  BN  PB
Respostas. a) AN b) AD c) AB d) AO e) AM f) AK
g) AH h) AI i) AC j) AC k) AE l) 0

5) Com base na figura do exercício 2, determinar os vetores abaixo, expressando-os


com origem no ponto A:
a)AB  CG d)EG  BC
g)AB  AD  AE
b)BC  DE e)CG  EH
h)EG  DA  FH
c )BF  EH f )EF  FB
Respostas. a )AF b )AE c )AH d)AB e)AH f )AF g)AG h)AD

6) Com base na figura do exercício 3, determinar os vetores abaixo, expressando-os


com origem no ponto A:

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a)OC  CH d)EH  EF 1
g) BC  EH
b)EH  FG e)EO  BG 2
c )2AE  2AF f )2OE  2OC h)FE  FG

i)OG  HO
j)AF  FO  AO
Resposta a)AE b)AC c) AC d)AB e)AO f )AD g)AH h)AD i)AO j)AC

7) Determine as somas que se pedem:

a)AD  CD  DH  GC  HB  AG
b)ED  DB  BF
c )BF  BG  BC
d)HE  EF  FG  BG  BH
e)AE  EF  FG  GC

Resposta. a)AC b)EF c)2BG d)2BG e)AC .

8) A figura abaixo representa um paralelepípedo retângulo de arestas paralelas aos


eixos coordenados e de medidas 2,1 e 3. Determinar as coordenadas dos vértices
deste sólido, sabendo que A (2, –1,2).

Resp B(2, –3,2), C(3, –3,2) , D(3, –1,2), E(3, –1,5), F(2, –1,5), G(2, –3,5) e H(3, –3,5)
 
9) Determine x para que se tenha AB  CD , sendo A (x,1), B(4,x+3), C(x,x+2) e
D(2x,x+6).RESP: x=2

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10) Escreva o vetor (7,–1), como a soma de dois vetores, um paralelo ao vetor (1,–1)
e outro paralelo ao vetor (1,1). Resposta x = 3 e y = 4

1  2 
11) Dados A(–1,–1) e B(3,5), determinar C, tal que a) AC  AB b) AC  AB
2 3
5
Resposta a) x = 1 e y = 2 b) x 
e y =3
3 
 
12) Dados os vetores a =( 2,–1 ) e b =( 1,3) , determinar um vetor x , tal que:
 

3 2

2  1    ax
a) x  2( x  a)  b 
2
   1 xa
b) 4a  2x  b 
3 2
  3 12    52 33 
Resposta a) x =   ,  b) x   , 
 7 7  9 9 

  
13) Dados os vetores a =(–1,1,2) e b =( 2,0,4), determine o vetor v , tal que:
     
a)
2v
3
    av
 2 v a b 
2
 2

   b v a
b) v  2 v  a  b  
3 4
2
  27 6   24 12 
Resposta a)v   ,3,  b)v   ,3, 
 5 5  5 5 

14) Sendo A(1, –1,3) e B(3,1,5), até que ponto se deve prolongar o segmento AB, no
sentido de A para B, para que seu comprimento quadruplique de valor? Res. (9,7,11)

15) Sendo A(–2,1,3) e B(6, –7,1) extremidades de um segmento, determinar:


a) os pontos C , D e E, nesta ordem, que dividem o segmento AB em quatro partes
de mesmo comprimento;
b) os pontos F e G, nesta ordem que dividem o segmento AB em três partes de
mesmo comprimento.
 5  3 2 5 7  10 13 5 
Resposta a)C 0,1,  , D 2,3,2 e E 4,5,  ; b) F , ,  e G , ,  .
 2  2 3 3 3  3 3 3

16) Dadas as coordenadas, x=4, y=–12, de um vetor v do 3, calcular sua terceira

coordenada z, de maneira que  v = 13 Resposta z= 3

17) Sejam os pontos M(1,2,2) e P(0,1,2), determine um vetor v colinear à PM e
 1 1 4 
tal que v  3. Resposta v    , , 
 6 6 6

18) Achar um vetor x de módulo igual a 4 e de mesmo sentido que o vetor
      24 8 12 
v =6 i –2 j –3 k . Resposta x   , , 
 7 7 7

19) No triângulo ABC, os vértices A (1,2), B(–2,3) e C(0,5):


a) determinar a natureza do triângulo;
b) calcular o comprimento da mediana AM. Sendo M o ponto médio do lado BC.

Respostas a) isósceles b)  AM = 2 2

As artes e as ciências históricas são modos de experimentação nos quais nossa própria
15
compreensão da existência entram diretamente em ação. Gadamer
       
20) Sejam a  i  2 j  3k e b  2 i  j - 2k . Determine um versor dos vetores abaixo:
     
a) a + b b) 2 a –3 b c) 5 a +4 b
 1  1  1
Respostas: a) u  (3,3,–5) b) u  ( 4,1,0) c) u  (13,14,–23)
43 17 894

   
21) Determine um vetor da mesma direção de v = 2 i – j +2 k e que:
a) tenha norma (módulo) igual a 9;

b) seja o versor de v ;

c) tenha módulo igual a metade de v .
  1  1
Respostas: a) w =(6,–3,6) b) u  (2,–1,2) c) p  (2,-1,2)
3 2
  
22) Dados os vetores a =(3,–2,1), b =(–1,1,–2) e c =(2,1,–3), determinar as
 
   
 
 
coordenadas do vetor v =(11,–6,5) na base  a, b, c . Resposta v  2a  3b  c
    
23) Escreva o vetor v =(4,1,0) , na base  v 1, v 2 , v 3  ,sendo v 1 =(1,0,0) ,
   16  1 1 
v 2 =(3,2,1) e v 3 =(1,1,1). Resposta v  v 1  v 2  3v 3
3 3 3
 
24) Dois vetores a =(2,–3,6) e b =(–1,2,–2), tem uma mesma origem. Calcular as
  
coordenadas do vetor c sobre a bissetriz do ângulo formado pelos vetores a e b
 
sabendo que  c = 3 42 . Resposta c =(  3, 15,  12)

Produto Escalar
 
25) Sendo u = ( 2,3,1) e v = ( 1,4, 5) . Calcular:
           
a) u  v b) ( u – v ) c)( u + v )2 d) (3 u – 2 v )2 e) (2 u -3 v )( u +2 v )
Resposta a) 19 b)18 c)94 d)66 e) –205 f)–28
   
26) Sendo a =(2,–1,1), b =(1,–2,–2) e c =(1,1,–1). Calcular um vetor v =(x,y,z), tal
      
que v  a = 4, v  b = –9 e v  c = 5. Resposta v =(3,4,2)
  
27) Sejam os vetores a =(1,–m,–3), b =(m+3,4–m,1)e c =(m,–2,7).Determinar m para
    
que a  b =( a + b ) c . Resposta m=2

28) Determinar a, de modo que o ângulo  do triângulo ABC, seja 600. Dados:
13
A(1,0,2), B(3,1,3) e C(a+1,–2,3). Resposta –1 ou
5

29) Dados os pontos A (4,0,1), B(5,1,3) C(3,2,5) e D(2,1,3). Determine:


a) se eles foram alguma figura. Em caso afirmativo, qual?
b) O ângulo entre as retas paralelas aos vetores BD e AC .
21
Resposta a) Paralelogramo b)  arccos  1020 3644,22 .
21

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16
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  
30) Os vetores u e v formam um ângulo de 600. Sabe-se que  u =8 e

 v =5, calcule:
       
a) u + v  b)  u – v  c)  2 u +3 v  d) 4 u – 5 v 
Resposta a) 129 b)7 c) 721 d) 849
  
31) Os vetores a e b formam um ângulo de 1500, sabe-se que  a = 3 e que

 b = 2 , Calcule:
       
a)  a + b  b)  a – b  c) 3 a +2 b  d) 5 a – 4 b 
Resposta a) 5  3 2 b) 5  3 2 c) 35  18 2 d) 107  60 2
       
32) Determinar o valor de x para que os vetores v 1 = x i –2 j +3 k e v 2 =2 i – j +2 k ,
sejam ortogonais. Resposta x = –4
 
33) Determine um vetor unitário ortogonal aos vetores a =(2,6,–1) e b =(0,–2,1).
  2 1 2
Resposta c    , , 
 3 3 3
      
34) Dados a =(2,1,–3) e b =(1,–2,1), determinar o vetor v  a , v  b e  v = 5.
 5 3
Resposta v   1, 1, 1
3
  
35) Dados dois vetores a =(3,–1,5) e b =(1,2,–3), achar um vetor x , sabendo-se que
  
ele é perpendicular ao eixo OZ , e que verifica as seguintes relações: x  a =9, e x 
 
b =–4. Resposta x =(2,–3,0)

36) Calcule o ângulo formado pelas medianas traçadas pelos vértices dos ângulos
4
agudos de um triângulo retângulo isósceles. Resposta: =arc cos , 360 52'11,6''
 5
37) Um vetor v forma ângulos agudos congruentes com os semi-eixos coordenados
 
positivos. Calcule suas coordenadas sabendo que  v = 3. Resposta v  3 1,1,1 .

38)Um vetor unitário v forma com o eixo coordenado OX um ângulo de 60 0 e com

os outros dois eixos OY e OZ ângulos congruentes. Calcule as coordenadas de v .
 1 6 6  
Resposta v   , ,  ou  1 , 6 , 6 
2 4 4  2 4 4 
  

39) O vetor v   1,1,2 forma um ângulo de 600 com o vetor AB , onde A (0,3,4) e
B(m, 1,2). Calcular o valor de m. Resposta m=–34 ou m=2

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  
40)Os vetores a e b formam um ângulo = , calcular o ângulo entre os vetores
6
       
p =a +b e q= a – b , sabendo que  a = 3 e  b = 1.
2 7
Resposta cos= ,40053'36,2''
7
    
41) Dados u =(2,–3,–6) e v =3 i –4 j –4 k , determine:
   
a) a projeção algébrica de v sobre u ( norma do vetor projeção de v sobre u );
  6
b) 0 vetor projeção de v sobre u . Resposta a)6 b) 2,3,6
7
     
42) Decomponha o vetor v =(–1,2,–3) em dois vetores a e b , tais que a  w e b 
    1 1   3 5
w com w =(2,1,–1). Resposta: a  1 , ,  e b    2 , , 
 2 2  2 2
  
43) São dados os vetores v 1 = (1,1,1), v 2 =(–1,2,3) e v 3 =(26,6,8). Decompor o
   
vetor v 3 em dois vetores x e y ortogonais entre si, sendo x simultaneamente
   
ortogonal a v 1 e a v 2 . Resposta x =(1,–4,3) e y =(25,10,5)
  
44) São dados v 1 =(3,2,2) e v 2 =(18,–22,–5), determine um vetor v , que seja
 
ortogonal à v 1 e a v 2 , tal que forme com o eixo OY um ângulo obtuso e que
 
 v =28. Resposta v =(–8,–12,24)

IV Miscelânea Introdutória Tratamento Algébrico

        
1) Dados os vetores u  2 i  3 j , v  i  j e w  2 i  j , determinar:
    
1    1 1
a) 2 u  v b) v  u  2 w c) u  2 v  w d) 3 u  v  w
2 2 2
  
2) Dados os vetores u  3, 1 e v   1, 2 , determinar o vetor x tal que:
      
1  
a) 4(u  v )  x  2 u  x b) 3 x  (2 v  u )  2(4 x  3 u )
3

3) Dados os pontos A(-1, 3), B(2, 5), C(3, -1) e O(0, 0), calcular:
     
a) OA AB b) OC  BC c) 3 BA 4 CB

  
4) Dados os vetores u  (2,4), v  (5,1)e w  (12,6) , determinar a1ea2 , e escreva as
   
novas coordenadas do vetor resultante w , tais que w  a1 u  a2 v .


5) Dados os pontos A(3, -4) e B(-1, 1) e o vetor v  (2,3) , calcular:
  
a) (B - A) + 2 v b) (A - B) - v c) B + 2(B - A) d) 3 v -2(A - B)
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6) Sejam os pontos A(-5, 1) e B(1, 3). Determinar o vetor v = (a, b) tal que:
 
a) B = A + 2 v b) A = B + 3 v c) Construir o gráfico correspondente a cada
situação.


7) Representar no gráfico o vetor AB e o correspondente vetor posição, nos casos:
a) A(-1, 3) e B(3, 5) b) A(-1, 4) e B(4, 1) c) A(4, 0) e B(0, -2) d) A(3, 1) e B(3, 4)


8) Qual o ponto inicial do segmento orientado que representa o vetor v = (-1, 3),
sabendo que a sua extremidade está em (3, 1)? Representar graficamente este
segmento.

a) Sejam os pontos P(2, 3), Q(4, 2) e R(3, 5). Representar em um mesmo gráfico os
     
vetores posição u, v e w de modo que Q = P + u , R = Q + v e P = R + w .
  
b) Determinar u  v  w .

  
9) Dados os vetores u = (1, -1), v = (-3, 4) e w  (8,6) , calcular:
 
        
v u
a) u b) v c) w d) u  v e) 2 u  w f) w 3 u g) 
h) 
v u

10) Calcular os valores de a para que o vetor u = (a, -2) tenha módulo 4.

  1
11) Calcular os valores de a para que o vetor u =  a,  seja unitário.
 2

12) Provar que os pontos A(-2, -1), B(2, 2), C(-1, 6) e D(-5, 3), nessa ordem, são
vértices de um quadrado.

13) Encontrar um ponto P de eixo 0x de modo que a sua distância ao ponto A(2, -3)
seja igual a 5.

14) Dados os pontos A(-4, 3) e B(2, 1), encontrar o ponto P nos casos:
a) P pertence ao eixo 0y e é equidistante de A e B;
b) P é equidistante de A e B e sua ordenada é o dobro abscissa;
c) P pertence à mediatriz do segmento de extremos A e B.


15) Encontrar o vetor unitário que tenha (I) o mesmo sentido de v e (II) sentido

contrário a v , nos casos:
       
a) v   i  j b) v  3 i  j c) v  1, 3 d) v  0, 4

 
16) Dado o vetor v =(1, -3), determinar o vetor paralelo a v que tenha:
As artes e as ciências históricas são modos de experimentação nos quais nossa própria
19
compreensão da existência entram diretamente em ação. Gadamer
 
a) Sentido contrário ao de v e duas vezes o módulo de v ;

b) O mesmo sentido de v e módulo 2:

c) Sentido contrário ao de v e módulo 4.

17) Dados os pontos A(-3, 2) e B(5, -2), determinar os pontos M e N pertencentes ao


 1   2 
segmento AB tais que AM  AB e AN  AB . Construir o gráfico, marcando os
2 3
 3 
pontos A, B, M, N e P, devendo P ser tal que AP  AB .
2

18) Sendo A(-2, 3) e B(6, -3) extremidades de um segmento, determinar:


a) Os pontos C, D e E que dividem o segmento AB em quatro partes de mesmo
comprimento;
b) Os pontos F e G que dividem o segmento AB em três partes de mesmo
comprimento.


19) Dados os pontos A(2, -2, 3) e B(1, 1, 5) e o vetor v =(1, 3, -4), calcular:
  
a) A + 3 v b) (A - B) - v c) B + 2(B - A) d) 2 v - 3(B - A)


20) Verificar se são unitários os seguintes vetores: u =(1, 1, 1) e
  1 2 1 
v   , , 
 6 6 6
  1 3 
21) Determinar o valor de n para que o vetor v   n, ,  seja unitário.
 2 4

22) Determine o valor de a para que u  a,  2a, 2a seja um versor.

23) Dados os pontos A(1, 0, -1), B(4, 2, 1) e C(1, 2, 0), determinar o valor de m para
   
que v  7 , sendo v  m AC  BC .

24) Determinar o valor de y para que seja equilátero o triângulo de vértices


A(4, y, 4), B(10, y, -2) e C(2, 0, -4).

25) Resolva os sistemas abaixo:


          

 x  ( 2 i  3 j  k)  0 
v  (  i  2 j  k )  8 i  8k v  (3,1,2)  2
a)      b)    c )    

x  ( 4 i  2 j  k )  2 
v  (2 i  k )  2 v  ( 2,3,0 )  3 i  2 j  3k
Resposta a)(4,6,-2) b)(2,4,–2) c)(1,3,–1)
 
26) Dados os vetores u =(2,1,1) e v =(1,1, ), calcular o valor de para que a
 
área do paralelogramo determinado por u e v seja igual a 62 u.a

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 
27) Dados os vetores u =(1,1,1) e v =(2,3,4), calcular:
 
a) A área do paralelogramo de determinado por u e v ; a)A= 6u.a.

b)a altura do paralelogramo relativa à base definida pelo vetor u . b) h  2u.c.

28) Os vértices de um triângulo ABC são os pontos A (0,1,1), B(2,0,1) e C(1,2,0).


3 35
Determine a altura relativa ao lado BC. Resposta h  u.c.
7
29) Determine a área do triângulo ABD, obtido pela projeção do vetor BA sobre o
128 2
vetor BC , onde A (5,1,3), B(3,9,3) e C(1,1,2). Resposta A  ua
9
30) Escreva o vetor unitário na direção de: a) (3, 4) b) (-8, 6)
c) (1, 2, 3) d) (-3, 12, -4).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BOULO, Paulo; CAMARGO, Ivan de. Geometria Analítica um Tratamento Vetorial.
3ª ed. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
2. REIS, Genésio Lima dos; SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria Analítica, 2ª ed.,
[Reimpr.]. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
3. STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica, 2ª ed. São Paulo:
Pearson Makron Books, 1987.
4. WINTERLE, Paulo. Vetores e Geometria Analítica, 2ª ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. ANTON, Howard, BIVENS, Irl, DAVIS, Stephen. Cálculo Vol. 2, 10ª ed. Porto Alegre:
Bookman, 2014.
2. ESPINOSA, Isabel C. de O. Navarro; BARBIERI FILHO, Plínio. Geometria Analítica
para computação. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
3. Santos, Fabiano José dos, FERREIRA, Silvimar Fábio. Geometria Analítica. Porto
Alegre: Bookman, 2009.
SANTOS, Nathan Moreira dos. Vetores e Matrizes: Uma introdução à Álgebra Linear, 4ª
ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.

As artes e as ciências históricas são modos de experimentação nos quais nossa própria
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