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O desenvolvimento saudável da criança na primeira infância 0 - 3 anos
O desenvolvimento saudável
da criança na primeira infância
0
- 3 anos
Se cada criança que chega ao mundo renova o seu entorno, se os adultos assim

Se cada criança que chega ao mundo renova o seu entorno, se os adultos assim permitirem, quanta renovação chega ao mundo, a cada dia, com cada nascimento?

renova o seu entorno, se os adultos assim permitirem, quanta renovação chega ao mundo, a cada
COMO TEMOS ACOLHIDO AS CRIANÇAS NO MUNDO? Trago aqui reflexões sobre a forma como podemos

COMO

COMO TEMOS ACOLHIDO AS CRIANÇAS NO MUNDO? Trago aqui reflexões sobre a forma como podemos –
COMO TEMOS ACOLHIDO AS CRIANÇAS NO MUNDO? Trago aqui reflexões sobre a forma como podemos –

TEMOS ACOLHIDO

COMO TEMOS ACOLHIDO AS CRIANÇAS NO MUNDO? Trago aqui reflexões sobre a forma como podemos –
COMO TEMOS ACOLHIDO AS CRIANÇAS NO MUNDO? Trago aqui reflexões sobre a forma como podemos –
COMO TEMOS ACOLHIDO AS CRIANÇAS NO MUNDO? Trago aqui reflexões sobre a forma como podemos –
COMO TEMOS ACOLHIDO AS CRIANÇAS NO MUNDO? Trago aqui reflexões sobre a forma como podemos –
COMO TEMOS ACOLHIDO AS CRIANÇAS NO MUNDO? Trago aqui reflexões sobre a forma como podemos –

AS CRIANÇAS NO MUNDO?

Trago aqui reflexões sobre a forma como podemos

– no mundo e nossa

responsabilidade enquanto adultos.

Observemos a semente na terra, o pássaro no ovo,

o feto no

go e da segurança de dentro para poder crescer.

-

receber o novo

da segurança de dentro para poder crescer. - receber o novo – as crianças útero todo
da segurança de dentro para poder crescer. - receber o novo – as crianças útero todo

– as crianças

dentro para poder crescer. - receber o novo – as crianças útero todo ser vivo precisa
dentro para poder crescer. - receber o novo – as crianças útero todo ser vivo precisa

útero todo ser vivo precisa do aconche

– as crianças útero todo ser vivo precisa do aconche Após o nascimento, o núcleo familiar
– as crianças útero todo ser vivo precisa do aconche Após o nascimento, o núcleo familiar
– as crianças útero todo ser vivo precisa do aconche Após o nascimento, o núcleo familiar
– as crianças útero todo ser vivo precisa do aconche Após o nascimento, o núcleo familiar

Após o nascimento, o núcleo familiar precisa for

necer esse caráter de cuidado, vínculo e afeto para

que a criança se desenvolva em sua potência, de

forma saudável, plena e feliz.

-

de cuidado, vínculo e afeto para que a criança se desenvolva em sua potência, de forma
de cuidado, vínculo e afeto para que a criança se desenvolva em sua potência, de forma
de cuidado, vínculo e afeto para que a criança se desenvolva em sua potência, de forma
de cuidado, vínculo e afeto para que a criança se desenvolva em sua potência, de forma

Qual o papel dos adultos (pai, mãe, avós, tios,

padrinhos, educadores

criança no mundo? Estamos preparados para sermos

a criança -

que nos chega?

no cuidado e acolhida da

)

atravessados e transformados pelo novo -

e acolhida da ) atravessados e transformados pelo novo - Qual a nossa responsabilidade, enquanto adultos
e acolhida da ) atravessados e transformados pelo novo - Qual a nossa responsabilidade, enquanto adultos
e acolhida da ) atravessados e transformados pelo novo - Qual a nossa responsabilidade, enquanto adultos

Qual a nossa responsabilidade, enquanto adultos que acolhemos essa criança, em permitir que ela imprima no mundo toda a sua potência, seu caráter de novi-

de

dade?

apresentar-lhe o mundo? Como apresentamos o mundo às crianças?

Estamos

preparados

papel

para

o

O VÍNCULO

Apresentamos o mundo às crianças, desde o útero, na forma como nos vinculamos a elas. Quando uma criança nasce, tudo é muito novo para ela:

as luzes, os sons, o ar, a temperatura, as cores, as texturas Como podemos auxiliar na transição do útero ao mundo, de forma amorosa, segura e tranquila?

do útero ao mundo, de forma amorosa, segura e tranquila? Emmi Pikler, médica húngara, nos ensina

Emmi Pikler, médica húngara, nos ensina que pelo olhar nos vinculamos ao bebê. Mesmo com os recém nascidos, antes de tocá-los, podemos buscar olhar em seus olhos. Ao falar com o bebê, a voz do adulto cria um banho de palavras que, deli- cadamente, toca a pele do bebê. As mãos do adulto, ao tocar o corpo da criança, podem ser delicadas, amorosas e respeitosas. A forma como nos conectamos com a criança impacta na sua relação consigo mesma, com o outro e com o mundo ao longo de toda a sua vida.

O vínculo que o adulto estabelece com o bebê estrutura a base de aprendizado para a vida inteira da criança.

"A maneira como a educadora

"A maneira como a educadora
"A maneira como a educadora

trata a criança transmite para

trata a criança transmite para

ela

muitas

informações.

Os

movimentos ternos e delica

movimentos ternos e delica

-

dos

expressam

atenção

e

interesse, ao passo que os

gestos bruscos

e

rápidos

são sinais de indiferença, desatenção ou impaciência"

(Ana Tardos, 2016)

OS SENTIDOS

A

criança, na primeira infância, não percebe a separação entre ela

e

o mundo. É através da pele que começamos a compreender o

nosso limite, na relação com o mundo, na relação com o outro. De acordo com Rudolf Steiner, na primeira infância a criança desenvolve os quatro sentidos: sentido vital, tato, movimento e equilíbrio.

sentidos: sentido vital, tato, movimento e equilíbrio. O sentido vital Este sentido tem relação com o
sentidos: sentido vital, tato, movimento e equilíbrio. O sentido vital Este sentido tem relação com o
sentidos: sentido vital, tato, movimento e equilíbrio. O sentido vital Este sentido tem relação com o
O sentido vital Este sentido tem relação com o bem estar da criança. Relações amorosas,

O sentido vital

Este sentido tem relação com o bem estar da criança. Relações amorosas, respeitosas e vínculo com os cuidadores são funda- mentais à sua vitalidade. O ambi- ente precisa ser seguro, tranquilo, limpo e oferecer os estímulos adequados a sua fase de desen- volvimento. O sentido vital traz aconchego e harmonia à criança.

O sentido do tato Começamos a compreender a ideia de limites na medida em que
O sentido do tato Começamos a compreender a ideia de limites na medida em que
O sentido do tato Começamos a compreender a ideia de limites na medida em que
O sentido do tato Começamos a compreender a ideia de limites na medida em que

O sentido do tato

Começamos a compreender a ideia de limites na medida em que somos tocados, ainda bebês, no começo da vida. A pele é o nosso maior órgão e é também o órgão de contato com o mundo, o órgão que nos limita. Com a pele tocamos o mundo e por ele somos tocados. Por meio do tato, a criança registra segurança e confiança existencial.

A base para o desenvolvimento do tato é o vínculo: o olhar, a voz, o toque. Na medida em que cresce, o bebê despertará o desejo que tocar e pegar obje- tos. De acordo com a Aborda- gem Pikler, é importante que ele conquiste, por si mesmo, a ca- pacidade de pegar os objetos.

Assim começa o exercício da autonomia e o fortalecimento da vontade. É importante que os objetos sejam ricos em tex- turas, cores e formas. Que se adaptem à fase de desenvolvi- mento da criança.

que os objetos sejam ricos em tex- turas, cores e formas. Que se adaptem à fase
O sentido do movimento A criança apreende o mundo pelo seu corpo. Portanto, a motricidade

O sentido do movimento

O sentido do movimento A criança apreende o mundo pelo seu corpo. Portanto, a motricidade é
O sentido do movimento A criança apreende o mundo pelo seu corpo. Portanto, a motricidade é

A criança apreende o mundo pelo

seu corpo. Portanto, a motricidade é

fundamental para o seu desenvolvi- mento. É importante que os espaços

e a atitude dos adultos permitam que

a criança se desloque e se movi-

mente livremente. A motricidade livre é um dos pilares da Abordagem Pikler. Pois o vínculo e a motricidade moldam a arquitetura cerebral da cri- ança. O sentido do movimento traz a experiência de liberdade e autodomínio.

movimento traz a experiência de liberdade e autodomínio. O sentido do equilíbrio Está diretamente ligado ao

O sentido do equilíbrio

Está diretamente ligado ao sentido do movimento. Quando um bebê vive a motricidade

livre, conquistando por si cada nova posição (virar de bruços, rastejar, sentar, engatinhar,

ele está desenvol-

vendo plenamente o equilíbrio. Pois a cada nova conquista motora, o sentido do equilíbrio se reorganiza. Traz à criança a noção de centro, de centramen- to. O exercício do equilíbrio gera

autoconfiança.

andar, etc

)

Traz à criança a noção de centro, de centramen- to. O exercício do equilíbrio gera autoconfiança.
O PRIMEIRO ANO DE VIDA: O ANDAR
O PRIMEIRO ANO DE VIDA: O ANDAR
O PRIMEIRO ANO DE VIDA: O ANDAR "Precisamos ensinar as crianças a andar? Ou elas são

"Precisamos ensinar as crianças a andar? Ou elas

são capazes de aprenderem por si mesmas?" Perguntou-se Emmi Pikler. Em suas investigações, ela percebeu que não é preciso ensinar uma criança a andar. O que precisamos fazer é oferecer estímulos adequados para que ela, por si, experien- cie cada fase do desenvolvimento motor até adquirir a capacidade de caminhar.

motor até adquirir a capacidade de caminhar. Quando colocamos o bebê em uma posição que ele
motor até adquirir a capacidade de caminhar. Quando colocamos o bebê em uma posição que ele
motor até adquirir a capacidade de caminhar. Quando colocamos o bebê em uma posição que ele
motor até adquirir a capacidade de caminhar. Quando colocamos o bebê em uma posição que ele

Quando colocamos o bebê em uma posição que ele ainda não adquiriu por si, seu corpo se torna tenso. Um corpo tenso não apren- de. Logo, segundo a Abordagem Pikler, não devemos colocar o bebê de bruços ou sentado, se ele ainda não conquistou tal postura. O tempo de maturação em cada fase do desenvolvimento motor vai variar de criança para criança.

desenvolvimento motor vai variar de criança para criança. Quanto mais o bebê explorar cada fase, mais

Quanto mais o bebê explorar cada fase, mais sinapses estará criando e fortalecendo em seu cérebro. Ao con- quistar por si a postura ereta e a ca- pacidade de andar por seus próprios pés, o bebê estará fortalecendo a sua vontade no mundo.

si a postura ereta e a ca- pacidade de andar por seus próprios pés, o bebê
O SEGUNDO ANO DE VIDA: O FALAR
O SEGUNDO ANO DE VIDA: O FALAR

Nós nascemos com os neurônios. Mas as sinapses são estabelecidas a partir do desenvolvimento motor, que acontece no primeiro ano de vida. Essas sinapses que foram criadas

 

através da motricidade da criança são

a

estrutura que o cérebro precisa

para

a aprendizagem da linguagem e

do desenvolvimento da fala, que acontece no segundo ano de vida.

 

Por volta do primeiro ano, a criança adquire o seu lugar no mundo, conquistando o andar. É mais ou menos o mesmo período em que ela começa a expressar as primeiras pala- vras. Portanto, o desenvolvimento adequado do caminhar será a estrutu- ra que garantirá o bom desenvolvi- mento da linguagem.

Como a criança aprende por imitação,

é

importante que conversemos com

ela, como já citado no capítulo sobre

o

vínculo. A criança precisa perceber,

presencialmente, a boca e o corpo que se comunicam com ela por inteiro.

O SEGUNDO ANO DE VIDA: O FALAR
O SEGUNDO ANO DE VIDA: O FALAR

Ao aprender a falar, a criança adquire uma língua- mãe e passa a fazer parte de uma comunidade, uma nação. Se ao aprender a andar ela desenvol- veu a vontade, ao aprender a falar, desenvolverá o sentir. A criança passa a criar relações com o mundo e com a nação à qual pertence sua língua-mãe.

desenvolverá o sentir. A criança passa a criar relações com o mundo e com a nação
desenvolverá o sentir. A criança passa a criar relações com o mundo e com a nação
O TERCEIRO ANO DE VIDA: O PENSAR
O TERCEIRO ANO DE VIDA: O PENSAR

O andar e o falar são estruturantes para o desen- volvimento do pensamento. Podemos perceber com muita clareza que uma criança começou a andar, porque vemos a criança andando. Também conseguimos perce- ber que a criança começou a falar, porque escutamos a cri- ança falando. Mas como a gente percebe que a criança está começando a estruturar os próprios pensamentos?

Já que todo o aprendizado da cri- ança se faz por imitação, ela começará a pensar imitando os pensamentos dos adultos. Perce- beremos que ela começa a pensar por si, quando estabelece relações entre fatos por conta própria. O pensar vai amadurecer e se estruturar ao longo de toda infância e juventude. Mas é nos três primeiros anos de vida que adquirimos as estruturas funda- mentais para todo o aprendizado ao longo da vida.

é nos três primeiros anos de vida que adquirimos as estruturas funda- mentais para todo o

A IMAGINAÇÃO

Nós percebemos que a criança começa a imaginar, quando ela começa a brincar de faz de conta, quando transforma uma coisa em outra, quando

brinca de imitar: de ser papai, de ser mamãe, ser

Ela

professora, ser cachorro, gatinho, passarinho

brinca de imitar as ações dos adultos com quem ela convive e do mundo ao seu entorno.

dos adultos com quem ela convive e do mundo ao seu entorno. O exercício da imaginação
dos adultos com quem ela convive e do mundo ao seu entorno. O exercício da imaginação
dos adultos com quem ela convive e do mundo ao seu entorno. O exercício da imaginação

O exercício da imaginação requer envolvimento. Esse envolvimento é a força que move a criança a querer ir de encontro ao mundo.

Podemos então refletir que um ambiente que propicie o exercício da imaginação estabelece laços profundos entre a criança e o mundo.

A NATUREZA DO BRINCAR A criança apreende o mundo brincando. Portanto, quanto mais liberdade ela
A NATUREZA DO BRINCAR
A criança apreende o mundo brincando. Portanto, quanto
mais liberdade ela tiver para se vincular, se relacionar e desco
-
brir os elementos do mundo, melhor será o seu aprendizado.
Os brinquedos mais adequados ao desenvolvimento da
imaginação e da criação, fundamentais para a estruturação de
todo ser humano, são os
mais simples. Quanto menos
estruturados forem os brinquedos, melhor.
É importante que, ao brincar, a

criança seja capaz de se vincular

à natureza: brincar ao ar livre,

botar o pé no chão, se sujar,

tocar nas plantas, sentir o

cheiro, contemplar as flores, as

cores, as frutas, subir em árvore e pegar a fruta do pé Pois os sentidos se

desenvolvem na sua relação com o mundo.

as cores, as frutas, subir em árvore e pegar a fruta do pé Pois os sentidos
as cores, as frutas, subir em árvore e pegar a fruta do pé Pois os sentidos
as cores, as frutas, subir em árvore e pegar a fruta do pé Pois os sentidos
as cores, as frutas, subir em árvore e pegar a fruta do pé Pois os sentidos
as cores, as frutas, subir em árvore e pegar a fruta do pé Pois os sentidos
as cores, as frutas, subir em árvore e pegar a fruta do pé Pois os sentidos
as cores, as frutas, subir em árvore e pegar a fruta do pé Pois os sentidos

O PAPEL DO ADULTO

O nosso papel, enquanto adultos, é permitir o tempo e o espaço para a criança relacionar-se consigo mesma, com o outro e com o mundo. Estar presente. Silenciar e observar. Ser uma presença de fato! Não uma presença que está no celular!

A criança necessita de liberdade para descobrir-se a si e ao mundo brincando. São elas que nos convocam e nos chamam para brincar e redescobrir o mundo.

PARA UM MUNDO MELHOR
PARA UM MUNDO MELHOR
PARA UM MUNDO MELHOR
PARA UM MUNDO MELHOR
PARA UM MUNDO MELHOR
PARA UM MUNDO MELHOR

PARA UM MUNDO MELHOR

É muito importante que compreendamos a importânPARA UM MUNDO MELHOR cia de cuidar e acolher as crianças de forma saudável no mundo.

cia de cuidar e acolher as crianças de forma saudável no mundo. Assim estaremos construindo bases

-

saudável no mundo. Assim estaremos construindo bases - seguras para adultos saudáveis. As mudanças que desejamos
saudável no mundo. Assim estaremos construindo bases - seguras para adultos saudáveis. As mudanças que desejamos

seguras para adultos saudáveis. As mudanças que desejamos ver no mundo começam nos cuidados

com a acolhida das crianças no mundo nos primeiros 3 anos de vida.

que desejamos ver no mundo começam nos cuidados com a acolhida das crianças no mundo nos
que desejamos ver no mundo começam nos cuidados com a acolhida das crianças no mundo nos
que desejamos ver no mundo começam nos cuidados com a acolhida das crianças no mundo nos
que desejamos ver no mundo começam nos cuidados com a acolhida das crianças no mundo nos
que desejamos ver no mundo começam nos cuidados com a acolhida das crianças no mundo nos
que desejamos ver no mundo começam nos cuidados com a acolhida das crianças no mundo nos
Mariene Perobelli é mãe, professora, pesquisadora no campo das Artes e Educação, doutora com pesquisa

Mariene Perobelli é mãe, professora, pesquisadora no campo das Artes e Educação, doutora com pesquisa sobre a infância e ancestralidade.

mãe, professora, pesquisadora no campo das Artes e Educação, doutora com pesquisa sobre a infância e
mãe, professora, pesquisadora no campo das Artes e Educação, doutora com pesquisa sobre a infância e
mãe, professora, pesquisadora no campo das Artes e Educação, doutora com pesquisa sobre a infância e
de processos consciência. Estamos a coletar e a reunir algumas pérolas que nascem dos processos
de processos consciência. Estamos a coletar e a reunir algumas pérolas que nascem dos processos
de processos consciência. Estamos a coletar e a reunir algumas pérolas que nascem dos processos

de

processos

consciência. Estamos a coletar e a reunir algumas

pérolas que nascem dos processos de reflexão na

busca essencial do ser, começando por temas

relacionados a maternidade e paternidade.

O Instituto

facilitam

compartilhamento

de transformação e de expansão da

Aripe

é

de

plataforma digital

que

uma

conteúdos

aripe.com.br

@institutoaripede expansão da Aripe é de plataforma digital que uma conteúdos aripe.com.br facebook.com/institutoaripe (34) 9918-8934

facebook.com/institutoaripee de expansão da Aripe é de plataforma digital que uma conteúdos aripe.com.br @institutoaripe (34) 9918-8934

(34) 9918-8934de expansão da Aripe é de plataforma digital que uma conteúdos aripe.com.br @institutoaripe facebook.com/institutoaripe

Referências bibliográficas:

ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 2000.

FALK, Judit. Abordagem Pikler, educação infantil. São Paulo: Omnisciência, 2016.

SOARES, Suzana. Vínculo, movimento e autono- mia: educação até 3 anos. São Paulo:

Omnisciência, 2017.

educação até 3 anos. São Paulo: Omnisciência, 2017. STEINER, Rudolf. Os primeiros anos da infância: material
educação até 3 anos. São Paulo: Omnisciência, 2017. STEINER, Rudolf. Os primeiros anos da infância: material

STEINER, Rudolf. Os primeiros anos da infância:

material de estudo dos jardins de infância Waldorf. São Paulo: Antroposófica, 2013.