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Knox Chamblim.

[Continuidade]

Na parte V, no capítulo 8, o autor começa expondo a lei de Moisés e a Lei de


Cristo. É levantado uma questão. Como a exposição da lei mosaica feita por Jesus e pelos
apóstolos afeta a aplicação da lei? Chamblim defende que a aliança abraâmica jamais
foi substituída pela lei sinaitica. Chamblim trata agora de Lei e graça, diz que a lei está
fundamentada na graça e que a lei expressa a graça de Deus e é “ uma dádiva de Deus
instituída para a alegria e a edificação do povo da aliança”(P.223) chamblim expondo
sobre Lei e Deus afirma que a lei foi o meio designado por Deus para fazer de Israel uma
nação Santa. Chamblim fala sobre a obediência a lei, Deus prove fortes incentivos para
a guarda da lei, diz ele. Chamblim ainda afirma que a obediência aos mandamentos de
Deus impõem a necessidade de se considerar as três dimensões das lei (moral,
cerimonial e civil) O autor ainda nos expõe sobre Lei e pecado, o nos informa que Paulo
vê a lei tanto como dádiva quanto como instrumento do pecado e nos diz que o objetivo
do pecado é afastar-nos do legislador da lei e dirigir-nos a morte. Chamblim fala sobre
Lei e perdão e observa que até o mais íntimo da lei pode chegar a pecar e este, encontra
na lei se Deus um sistema de sacrifício e oferta para trazer expiação de seu pecado.

A lei desde a vinda de cristo: agora o autor irá nos expõe a respeito da lei desde
a vinda de Cristo. Começa nos dizendo que Cristo é a finalidade do antigo testamento.
Chamblim cita o texto de Mateus 11 que diz que Jesus não veio abolir a lei ou os profetas,
mas sim cumprir. Deste modo o autor desenvolve o texto argumentando que Cristo é o
objetivo da lei, Cristo é a meta e a parte dele a lei não pode ser completamente
entendida, pois ele também é o modelo desta lei. Cristo além de ser o objetivo da lei,
também é o senhor da lei, e como tal, vence o pecado, fazendo isso, Cristo arrebata a
lei das mãos do pecado. “o que antes foi uma ferramenta de um senhor maligno, torna-
se agora um meio de graça nas mãos do senhor generoso” (p. 229). Cristo o senhor da
lei nos liberta da maldição da lei. [Rm 6.6, Cl 2.11, 12, 20]. Chamblim faz uma exposição
a respeito da observância da lei e nos diz que o crente que guarda a lei, não é escravo
da lei, mas sim de Cristo. Cristo também é o mestre da lei, ele não é somente um novo
Moisés, mas o Javé encarnado, ele é o melhor intérprete da lei. Cristo é o responsável
pela maturidade do povo da aliança, Moisés era o tutor deles quando eram “menores
de idade”, mas agora na maturidade, Jesus que é o mestre da lei é o tutor deles. A
inauguração do Reino inaugura o fim da era da lei, mas não o fim da própria lei. Nesta
parte o autor defende que Jesus não ensina uma nova lei, mas sim uma nova
administração dessa lei. O princípio é o mesmo da antiga lei. Para encerrar está parte o
autor expõe sobre a lei r graça, afirmando mais uma vez que a lei é manifestação da
graça de Deus, e que a resposta do justo a está graça deve ser obediência.

Aqui, o autor irá expor a respeito da tripla dimensão da lei, moral, cerimonial e
civil, começa expondo a continuidade da lei moral e a supremacia desta, ao decorrer da
exposição o autor nos apresenta mandamentos com aspectos morais e que podemos
vê-los nos ensinos de Jesus, ou seja, um aspecto de continuidade. Logo após, o autor
nos expõe a Lei cerimonial, e nos diz que essa dimensão da lei no novo testamento não
foi uma descerimonialização da lei, mas sim uma recerimonialização da lei, não é uma
nova lei cerimonial, mas sim uma nova administração dessa lei, ele nos dá exemplo do
batismo que é uma nova administração da circuncisão segundo Chamblim é também do
dízimo. Aqui o autor trata da terceira é última dimensão da lei, a lei civil e nos dá o
exemplo do caso do incesto, que na lei mosaica era causa de morte, mas em 1corintios
5 a pena é excomunhão, que é a pena máxima. O autor trata de temas Como: qual a
responsabilidade do cristão para com o estado? Entre esses, o autor aínda trata outros
temas. Encerrando a parte de Chamblim, ele fala sobre “uma nova hermenêutica” que
tenta responder como determinar como a lei do antigo testamento passa para o novo
testamento, está nova hermenêutica considera pelo menos três fatores, que são eles: o
fator relativo a épocas, o fator cultural e o fator pessoal. Depois o autor faz uma
conclusão respondendo qual o objetivo da lei, que para ele é: conhecer a Deus que é o
bem supremo do homem.

No capítulo nove que é escrito por Douglas J. Moo, o capítulo é intitulado de: A
lei de Moisés ou a lei de Cristo. O autor começa expondo que nesse breve exposição
será apresentada uma ênfase geralmente descontinua sobre a lei na historia da
redenção. Nesse capítulo o autor irá focar em três pontos específicos e centrais para a
descontinuidade da lei entre AT é NT: o que Jesus quis dizer ao alegar cumprir a lei e os
profetas em Mateus 5.17, a importância da afirmação de Paulo em romanos 10.4 de que
Cristo é o fim ou objetivo da lei e a importância da alegação de Paulo de que os cristãos
não estão debaixo da lei, mas debaixo da lei de Cristo. O autor diz: “Tomados em
conjunto, esses três pedaços do quebra-cabeça sugerem que uma nota clara de
descontinuidade deve soar como um tema básico nessa discussão” (P.248).

Na primeira parte desse capítulo o autor trata sobre a afirmação de Cristo que
diz: “Eu vim para cumprir a lei e os profetas”. O autor diz que o que é decisivo dessa
afirmação é o significado da palavra “cumprir”. O autor defende que as exigências de
Deus passam do externo ao interno no NT. O autor diz que a implicação da exegese do
texto de mateusb5.17-19 é que o código de conduta aplicável a vida no Reino deve ser
encontrado nos ensinamentos de Jesus. A lei do antigo Testamento não deve ser
abandonada, mas deve ser interpretada a luz de seu cumprimento por Cristo.

Na próxima parte, o autor irá tratar sobre a afirmação de Paulo de Cristo ser o
fim ou objetivo da lei. Trazendo a luz alguns debates sobre o significado da palavra
utilizada no texto original, e que ao afirmar que Cristo é o fim da lei, não está dando
ênfase a uma cessação, mas que o sentido de “fim” no texto, é que Jesus é o objetivo,
ou seja, no sentido de que a lei sempre previu é esperou ansiosamente por Cristo.

O autor agora trata sobre a lei de Cristo, ele nos fornece pelo menos três posições
a respeito do significado dessa lei. 1 – a lei de Cristo não difere da lei mosaica, é chamada
lei de Cristo somente porque Cristo interpretou ou cumpriu está lei. 2 – essa lei é sem
conteúdo, Cristo é o exemplo para os cristãos. 3 – um novo código de conduta para os
cristãos, assim como no AT teve a lei mosaica no NT tem a lei de Cristo. Depois o autor
trata sobre o amor e a lei, por que o amor é tão importante? Ele responde: “O
mandamento do amor (Objeto 19.18) cumpre toda a lei” (p. 254).

Em outra parte ainda nesse capítulo Douglas Moo, trata a respeito do termo “E
baixo da lei, nessa parte do capítulo O autor de propõe a tentar explicar qual o
significado dessa sentença. Por que O contraste entre lei e graça no texto de galatas
6.14? O autor nos diz que segundo a exegese reformada estar “Debaixo da graça” é
entendido como uma referência a libertação da pena do pecado. É se libertar da situação
que nos encontrávamos antes, que era debaixo da lei por meio da morte de Cristo.

Na conclusão do capítulo O autor nos diz que a ênfase paulina na


descontinuidade entre a lei de Moisés e a de Cristo não pode eliminar algum grau se
continuidade. O autor defende que é claro a descontinuidade nos ensinamentos éticos
do MT, como também em pronunciamentos teológicos. Mas não podemos eliminar a
continuidade, portanto devemos falar de uma “Continuidade dentro da
descontinuidade”.