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­ CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS p/ PM CE ­

­Lei CE nº 13.729/2006 O ESTATUTO E O 
­ Estatuto dos Militares do Ceará 
­ Professor: Marcos Girão ­
MILITAR DO CEARÁ

O ESTATUTO E O POLICIAL MILITAR ESTATUTO DOS MILITARES DO CEARÁ – CONCEITOS INICIAIS

SERVIDORES PÚBLICOS  LEI ESTADUAL Nº 9.826/74  Art. 1.º Esta Lei é o Estatuto dos Militares


CIVIS DO CEARÁ (Estatuto dos Servidores) Estaduais do Ceará e regula a situação,
direitos, prerrogativas, deveres e obrigações
POLICIAIS MILITARES DO  LEI ESTADUAL Nº 13.729/06 dos militares ESTADUAIS.
ESTADO DO CEARÁ (Estatuto dos Militares CE)
ESTATUTO DOS MILITARES DO CEARÁ – CONCEITOS INICIAIS ESTATUTO DOS MILITARES DO CEARÁ – CONCEITOS INICIAIS

 SEGURANÇA PÚBLICA Art. 144. A SEGURANÇA PÚBLICA, dever do Estado, direito e responsabilidade de


todos, é exercida para a PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA E DA INCOLUMIDADE
DAS PESSOAS E DO PATRIMÔNIO, através dos seguintes órgãos:
A SEGURANÇA PÚBLICA é uma atividade complexa, relacionada à
I ­ POLÍCIA FEDERAL;
prevenção e ao controle das manifestações da criminalidade e da
II ­ POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL;
violência, com o objetivo de garantir o exercício pleno da cidadania
e a observância da lei. III ­ POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL;
IV ­ POLÍCIAS CIVIS;
V ­ POLÍCIAS MILITARES E CORPOS DE BOMBEIROS MILITARES 

ESTATUTO DOS MILITARES DO CEARÁ – CONCEITOS INICIAIS MISSÃO DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ

 São militares estaduais do Ceará os membros das Corporações


Militares do Estado:
 instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina;
 forças auxiliares e reserva do Exército;
 subordinadas ao Governador do Estado; e
 vinculadas operacionalmente à Secretaria da Segurança Pública
e Defesa Social, tendo as seguintes missões fundamentais:
MISSÃO DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ MISSÃO DO CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO CEARÁ

 exercer a polícia ostensiva;


 preservar a ordem pública;
 proteger a incolumidade da pessoa e do patrimônio e garantir os
Poderes constituídos no regular desempenho de suas competências,
cumprindo as requisições emanadas de qualquer destes; e
 exercer a atividade de polícia judiciária militar estadual, relativa aos
CRIMES MILITARES DEFINIDOS EM LEI, inerentes a seus integrantes.

MISSÃO DO CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO CEARÁ

SITUAÇÕES DOS 
 A proteção da pessoa e do patrimônio, visando à incolumidade em
situações de risco, infortúnio ou de calamidade; MILITARES
 a execução de atividades de defesa civil, devendo cumprimento às
requisições emanadas dos Poderes estaduais;
 exercer a atividade de polícia judiciária militar estadual, relativa aos
CRIMES MILITARES DEFINIDOS EM LEI, inerentes a seus integrantes.
SITUAÇÕES DO POLICIAL MILITAR SITUAÇÕES DO POLICIAL MILITAR

 Os militares estaduais somente poderão estar em uma das seguintes


situações:
 São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”,
“em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”,
na ATIVA
“em atividade” ou “em atividade militar”.
Militares 
Estaduais  Situação conferida aos MILITARES ESTADUAIS no desempenho de cargo,
comissão, encargo, incumbência ou missão militar, serviço ou atividade
Na  militar ou considerada de natureza ou interesse militar, nas respectivas
INATIVIDADE
Corporações Militares estaduais, bem como em outros órgãos do Estado, da
União ou dos Municípios, quando previsto em lei ou regulamento.

SITUAÇÕES DO POLICIAL MILITAR
Pessoal 
da 
Ativa
Pessoal 
Inativo
 os militares estaduais DE CARREIRA;

 os CADETES e ALUNOS­SOLDADOS de órgãos de formação de militares 


estaduais;

 os ALUNOS DOS CURSOS ESPECÍFICOS DE SAÚDE, CAPELANIA e


Pessoal da Reserva 
Remunerada Pessoal Reformado
COMPLEMENTAR*, na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar,
conforme dispuser esta Lei e regulamento específico;

 os componentes da RESERVA REMUNERADA, quando convocados;


SITUAÇÕES DO POLICIAL MILITAR SITUAÇÕES DO POLICIAL MILITAR

Pessoal  Pessoal da Reserva 
Inativo  Os militares estaduais da RESERVA REMUNERADA poderão ser convocados
Remunerada
para o serviço ativo e poderão também ser para este designados, EM CARÁTER
TRANSITÓRIO E MEDIANTE ACEITAÇÃO VOLUNTÁRIA,, quando:
 se fizer necessário o aproveitamento dos conhecimentos técnicos e
 Os componentes da reserva remunerada, pertencentes à especializados do militar estadual;

RESERVA da respectiva Corporação, da qual percebam  não houver, no momento, no serviço ativo, militar estadual habilitado a
exercer a função vaga existente na Corporação Militar estadual.
remuneração, sujeitos, ainda, à prestação de serviço na
ativa, mediante convocação;
por ato do GOVERNADOR DO ESTADO

SITUAÇÕES DO POLICIAL MILITAR SITUAÇÕES DO POLICIAL MILITAR

CONVOCADOS PARA O 
SERVIÇO ATIVO*

quando se fizer necessário o 
MILITARES DA RESERVA  aproveitamento dos 
REMUNERADA conhecimentos técnicos e 
especializados do militar 
estadual
DESIGNADOS EM 
CARÁTER TRANSITÓRIO E 
MEDIANTE ACEITAÇÃO 
VOLUNTÁRIA*
Quando não houver, no 
momento, no serviço ativo, 
militar estadual habilitado a 
exercer a função vaga existente 
na Corporação Militar estadual
*por ato do GOVERNADOR DO ESTADO
SITUAÇÕES DO POLICIAL MILITAR

SITUAÇÕES DO POLICIAL MILITAR

Pessoal 
Pessoal Reformado
Inativo

Os reformados quando, tendo passado por uma das


situações anteriores, estejam dispensados,
DEFINITIVAMENTE, da prestação de serviço na ativa,
mas continuem a perceber remuneração pela respectiva
Corporação.

A CARREIRA MILITAR ESTADUAL
A CARREIRA MILITAR ESTADUAL

 A carreira militar estadual é caracterizada por atividade


continuada e inteiramente devotada às finalidades e
missões fundamentais das Corporações Militares  A condição jurídica dos militares estaduais é definida:
estaduais, denominada ATIVIDADE MILITAR ESTADUAL.  pelos dispositivos constitucionais que lhes forem
aplicáveis;
 por este Estatuto; e
A carreira militar estadual é privativa do pessoal DA ATIVA das
Corporações Militares do Estado, iniciando­se com o ingresso e  pela legislação estadual que lhes outorguem direitos
obedecendo­se à sequencia de graus hierárquicos. e prerrogativas e lhes imponham deveres e obrigações.
O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE

O INGRESSO NAS CORPORAÇÕES 
MILITARES
 O ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar do
Ceará dar­se­á para preenchimento de CARGOS VAGOS, mediante
prévia aprovação em CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS ou DE
PROVAS E TÍTULOS, promovido pela Secretaria da Segurança Publica
e Defesa Social em conjunto com a Secretaria do Planejamento e
Gestão, na forma que dispuser o Edital do concurso, atendidos os
seguintes requisitos cumulativos, alem dos previstos no Edital:

O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE

 e, na data de inscrição do CONCURSO * :


 ser brasileiro;
 Idade inferior a 30 anos para as carreiras:
 ter, na data de inscrição no Curso de Formação* para o qual  de Praça PM e CBM; e
convocado:  de Oficial do Quadro de Oficiais Policiais Militares – QOPM ou do
Quadro de Oficiais Bombeiros Militares ­ QOBM;
 Idade igual ou superior a 18 anos;
 Idade inferior a 35 anos* para as carreiras:
 de oficial do Quadro de Oficiais de Saúde da Polícia Militar – QOSPM ;
Quadro Complementar Bombeiro Militar – QOCPM/BM e Quadro de
Oficiais Capelães – QOCplPM/BM.
* Lei Estadual nº 16.010/16 * Lei Estadual nº 16.010/16
O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE

 Possuir honorabilidade compatível com a situação de futuro  Ter concluído, na data da POSSE*, o ensino médio para ingresso
militar estadual, tendo, para tanto, boa reputação social e não na Carreira de Praças e curso de nível superior para ingresso na
estando respondendo a processo criminal, nem indiciado em inquérito Carreira de Oficiais, ambos reconhecidos pelo Ministério da Educação;
policial ;  Não ter sido licenciado de Corporação Militar ou das Forças
 Não ser, nem ter sido, condenado judicialmente por prática Armadas no comportamento inferior ao “bom”;
criminosa;  Não ter sido demitido, excluído ou licenciado ex officio “a bem
 Estar em situação regular com as obrigações eleitorais e militares; da disciplina”, “a bem do serviço público” ou por decisão judicial de
qualquer órgão público, da administração direta ou indireta, de
 Não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade Corporação Militar ou das Forças Armadas;
definitiva;

* Lei Estadual nº 16.010/16

O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE

 Ter obtido aprovação no respectivo concurso público, que constará de 03


 Ter, NO MÍNIMO: etapas:

• exames intelectuais (provas), de caráter 
1 ª Etapa classificatório e eliminatório, e títulos, 
esse último de caráter classificatório;

• de exames médico­odontológico, 
2ª Etapa biométrico e toxicológico, de caráter 
eliminatório;

• do CURSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL de 
caráter classificatório e eliminatório, durante o 
1,62m para homens 1,57m para mulheres 3º Etapa qual serão realizadas a avaliação psicológica, 
de capacidade física e a investigação social, 
todos de caráter eliminatório.
O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE
O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE

 Se do sexo feminino, NÃO ESTAR GRÁVIDA por ocasião da realização do


 O Edital do concurso público estabelecerá: CURSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL, devido à incompatibilidade desse estado
com os exercícios exigidos;
 os assuntos a serem abordados;
 Ter conhecimento da LEGISLAÇÃO MILITAR*, conforme dispuser o edital do
 as notas e as condições mínimas a serem atingidas para concurso;
obtenção de aprovação nas diferentes etapas do concurso; e  ser portador da carteira nacional de habilitação classificada, no mínimo,
 quando for o caso, disciplinara os títulos a serem na categoria B*, na data da matrícula no Curso de Formação
considerados, os quais terão apenas caráter classificatório. Profissional;
 Atender a outras condições previstas no Estatuto, que tratam de ingresso
específico, conforme cada Quadro ou Qualificação.

* Lei Estadual nº 16.010/16

O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE

O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE
 O ingresso nas Corporações Militares, dar­se­á, EXCLUSIVAMENTE:

a carreira de  • como Aluno­Soldado do Curso 


PRAÇA de Formação de Soldados.

a carreira de   É VEDADA a mudança de quadro, SALVO


• como Cadete do Curso de 
OFICIAL 
COMBATENTE Formação de Oficiais. no caso de aprovação em novo concurso
as carreiras de Oficial  publico.
(QOSPM), Oficial 
(QOCplPM/BM) e  • como aluno.
Oficial (QOCPM/BM)
O INGRESSO NO QOSPM

O INGRESSO NO QUADRO DE 
OFICIAIS DE SAÚDE 
 A seleção, para ingresso no Quadro de Oficiais de
DA  Saúde, ocorre por meio de concurso público DE
POLÍCIA MILITAR PROVAS, de caráter eliminatório, E TÍTULOS, de caráter
classificatório, que visa à seleção e à classificação dos
(QOSPM) candidatos de acordo com o número de vagas
previamente fixado.

O INGRESSO NO QOSPM
O INGRESSO NO QOSPM
 O concurso público para os cargos de Oficiais do Quadro de SAÚDE, dar­se­á na
seguinte sequência:
 Os candidatos devem satisfazer as seguintes condições, alem das já aqui estudadas:
 Ser diplomado por faculdade reconhecida pelo Ministério da Educação na área de saúde
específica, conforme dispuser o Edital do concurso; Concurso p/ 
 Para os MÉDICOS, ter concluído o curso de especialização, residência ou pós­graduação QOSPM
até a data de inscrição do concurso, conforme dispuser o Edital do concurso;
 Para os FARMACÊUTICOS, ter concluído o curso de Farmácia, com o apostilamento do 1º Exame  que constará de provas ESCRITAS geral e
diploma em Farmácia­Bioquímica ou Farmácia­Industrial até a data de inscrição do Intelectual específica.
concurso, conforme dispuser o Edital do concurso;
 Para os DENTISTAS, ter concluído o curso de especialização ou residência até a data de realizada por UMA JUNTA DE INSPEÇÃO DE SAÚDE
inscrição no concurso, conforme dispuser o Edital do concurso. 2º Inspeção  ESPECIAL, com a convocação respectiva acontecendo de
de Saúde acordo com a aprovação e classificação no Exame
Intelectual, dentro do limite de vagas oferecidas.
O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE O INGRESSO NAS ORGANIZAÇÕES MILITARES DO CE

 Os candidatos APROVADOS no CONCURSO, dentro do limite de vagas  O Oficial do Quadro de SAÚDE, quando afastado ou
estipuladas, participarão de CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS, num período impedido definitivamente ou licenciado do exercício
de 06 MESES, durante o qual serão equiparados a Cadete do 3º ano do da MEDICINA, da FARMÁCIA ou da ODONTOLOGIA, por ato
Curso de Formação de Oficiais, fazendo jus a remuneração
correspondente. do Conselho competente, será demitido da Corporação,
por incompatibilidade para com a função de seu cargo,
 Após o CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS, ou CURSO DE FORMAÇÃO
sendo­lhe ASSEGURADO O CONTRADITÓRIO E A AMPLA
PROFISSIONAL, se considerado APROVADO, o candidato será nomeado 2º
Tenente, por ato do GOVERNADOR DO ESTADO. DEFESA.

O INGRESSO NO QOCplPM/BM

O INGRESSO NO 
QUADRO DE OFICIAIS  O Quadro de Oficiais CAPELÃES do Serviço Religioso Militar do Estado
serve para PRESTAR APOIO ESPIRITUAL AOS MILITARES ESTADUAIS,
CAPELÃES  dentro das respectivas religiões que professem.
 O ingresso nesse Quadro ocorre por meio de concurso público de
(QOCplPM/BM) PROVAS ou de PROVAS E TÍTULOS.
 Além dos requisitos já estudados, o candidato a compor o Quadro de
Oficiais CAPELÃES deve também atender aos seguintes:
O INGRESSO NO QOCplPM/BM O INGRESSO NO QOCplPM/BM

 Ser SACERDOTE, MINISTRO RELIGIOSO ou PASTOR, pertencente a  Possuir pelo menos 2 anos de atividade pastoral como sacerdote,
qualquer religião que não atente contra a hierarquia, a disciplina, a ministro religioso ou pastor, comprovada por documento expedido pela
moral e as leis em vigor; autoridade eclesiástica da respectiva religião;
 Possuir o CURSO DE FORMAÇÃO TEOLÓGICA REGULAR, de nível  Ter sua conduta abonada pela autoridade eclesiástica de sua religião;
universitário, reconhecido pela autoridade eclesiástica de sua  Ter o consentimento expresso da autoridade eclesiástica competente
religião; da respectiva religião;
 Ter sido ordenado ou consagrado sacerdote, ministro religioso ou  Ser aprovado e classificado em prova ESCRITA geral de Português e
pastor; específica de Teologia.

O INGRESSO NO QOCplPM/BM O INGRESSO NO QOCplPM

 Os candidatos APROVADOS no CONCURSO, dentro do limite de vagas


 O Serviço Religioso Militar do Estado será proporcionado pela estipuladas, participarão de CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS, num período
Corporação, ministrado por Oficial CAPELÃO, na condição de sacerdote, de 06 MESES, durante o qual serão equiparados a Cadete do 3º ano do
ministro religioso ou pastor de QUALQUER RELIGIÃO, desde que haja, Curso de Formação de Oficiais, fazendo jus a remuneração
pelo menos, 1/3 de militares estaduais da ativa que professem o correspondente.
credo E cuja pratica não atente contra a Constituição e as leis do Pais, e  Após o CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS, ou CURSO DE FORMAÇÃO
será exercido na forma estabelecida pelo Estatuto. PROFISSIONAL, se considerado APROVADO, o candidato será nomeado 2º
Tenente, por ato do GOVERNADOR DO ESTADO.
O INGRESSO NO QOCplPM/BM

O INGRESSO NO QUADRO DE 
 O Oficial do Quadro de CAPELÃES, quando afastado ou
impedido definitivamente ou licenciado do exercício
OFICIAIS de 
Do ministério ECLESIÁSTICO, por ato da autoridade ADMINISTRAÇÃO
eclesiástica competente de sua religião, será demitido da
Corporação, por incompatibilidade para com a função de (QOA)
seu cargo, sendo­lhe ASSEGURADO O CONTRADITÓRIO E A
AMPLA DEFESA.

O INGRESSO NO QOA
O INGRESSO NO QOA

2º Tenentes 1º Tenentes

QOA
Capitães Majores

Eles, em regra, têm os MESMOS DIREITOS, REGALIAS, PRERROGATIVAS, VENCIMENTOS e


VANTAGENS atribuídas a outros Oficiais que ocupem o MESMO POSTO.
O INGRESSO NO QOA O INGRESSO NO QOA

 Os integrantes dos respectivos Quadros prestam apoio


às atividades da Corporação, mediante o desempenho
 Fica AUTORIZADA a designação de
de FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS E OPERACIONAIS, Oficial integrante do QOA para as
com cada Oficial exercendo as funções privativas de seu funções de Comando e Comando
cargo, nos termos estabelecidos nas normas dos Quadros
de Organização de cada Corporação. Adjunto de subunidades.

INGRESSO NO CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS

O INGRESSO   O ingresso no Quadro de Oficiais de Administração –


QOA (PM/CBM), e no Quadro de Oficiais Especialistas
NO  – QOE (CBM), dar­se­á mediante APROVAÇÃO E
CURSO DE HABILITAÇÃO DE  CLASSIFICAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO, e após
conclusão com aproveitamento no respectivo
OFICIAIS curso, obedecido estritamente o numero de vagas
existente nos respectivos Quadro.
INGRESSO NO CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS
INGRESSO NO CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS

 Para a seleção e ingresso no CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS,


 Quadro de Oficiais de  deverão ser observados, necessária e cumulativamente, até a data de
Administração – QOA encerramento das inscrições, os seguintes requisitos:
 Ser Subtenente do serviço ativo da respectiva Corporação, e:
 Possuir o Curso de Formação de Sargentos – CFS, ou o Curso de
 Quadro de Oficiais  Habilitação a Sargento CHS;

Especialistas – QOE (CBM)  Possuir o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos – CAS, ou Curso


de Habilitação a Subtenente CHST;

INGRESSO NO CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS INGRESSO NO CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS

 Ter, no mínimo, 15 (quinze) anos de efetivo serviço na Corporação


Militar do Estado do Ceará, computados até a data de
 NÃO ESTAR ENQUADRADO em nenhuma das situações
encerramento das inscrições do concurso; abaixo:
 Ser considerado apto, para efeito de curso, pela Junta de Saúde  submetido a Processo Regular (Conselho de
de sua Corporação; Disciplina) ou indiciado em inquérito policial militar;
 ser considerado apto em exame físico;  condenado à pena de suspensão do exercício de cargo
 estar classificado, no mínimo, no “ótimo” comportamento; ou função, durante o prazo que persistir a suspensão;
 possuir diploma de curso superior de graduação, reconhecido  cumprindo sentença, inclusive o tempo de sursis;
pelo Ministério da Educação.
INGRESSO NO CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS
INGRESSO NO CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS

 gozando Licença para Tratar de Interesse Particular LTIP;


 no exercício de cargo ou função temporária, estranha à  Para o ingresso no QOE, o candidato devera ser
atividade policial ou bombeiro militar ou à Segurança
aprovado, também, em Exame de Suficiência
Pública;
Técnica da Especialidade, conforme disposto no
 estiver respondendo a processo­crime, salvo quando
decorrente do cumprimento de missão policial militar ou disciplinamento do processo Seletivo.
bombeiro militar;
 ter sido punido com transgressão disciplinar de
natureza grave nos últimos 24 meses.

INGRESSO NO CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS

 O candidato APROVADO e CLASSIFICADO no


A PROMOÇÃO 
processo seletivo e que, em consequência, tenha NOS 
sido matriculado e haja concluído o CURSO DE
HABILITAÇÃO DE OFICIAIS com aproveitamento, QUADROS QOA E QOE
fica habilitado à promoção ao posto de Segundo­
Tenente do QOA.
DAS PROMOÇÕES NOS QUADROS

 O preenchimento das vagas ao posto de Segundo­Tenente


obedecerá rigorosamente à ordem de classificação final obtida
O INGRESSO NO QUADRO DE 
no CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS, dentro do número de OFICIAIS COMPLEMENTAR 
vagas disponíveis.
BOMBEIRO MILITAR
As promoções no QOA obedecerão aos mesmos requisitos
e critérios estabelecidos neste Estatuto para a promoção de (QOCBM)
oficiais da Corporação, até o posto de Capitão.

O INGRESSO NO QOCBM
O INGRESSO NO QOCBM

 O Quadro de Oficiais Complementar Bombeiro Militar


– QOCBM, é destinado a atividades bombeirísticas  O Comandante­Geral do Corpo de Bombeiros Militar solicitará ao
integrado por oficiais possuidores de curso de nível Governador do Estado, por intermédio da Secretaria da Segurança Publica e
Defesa Social, e ouvida a Secretaria de Planejamento e Gestão, a abertura de
superior de graduação, reconhecido pelo Ministério da concurso publico para o preenchimento de posto de 2º Tenente de Oficiais
Educação, em áreas de interesse da Corporação que, do Quadro Complementar, com profissionais de nível SUPERIOR.
independente do posto, desenvolverão atividades nas
áreas meio e fim da Corporação dentro de suas
 Aplica­se, no que for cabível, em face da peculiaridade dos Quadros,
especialidades. aos integrantes do QOCBM, o disposto nesta Lei para os Quadros de Oficiais de
Saúde e de Capelães da POLICIA MILITAR.
HIERARQUIA E DISCIPLINA 

 A HIERARQUIA e a DISCIPLINA são a base


HIERARQUIA  institucional das Corporações Militares do Estado,
nas quais a autoridade e a responsabilidade crescem
E  com o grau hierárquico do militar estadual.

DISCIPLINA 

HIERARQUIA E DISCIPLINA

HIERARQUIA E DISCIPLINA

POSTO: É o grau hierárquico do OFICIAL, conferido pelo GOVERNADOR 
DO ESTADO, correspondendo cada posto a um cargo.

GRADUAÇÃO: É o grau hierárquico da PRAÇA, conferido pelo


COMANDANTE­GERAL, correspondendo cada graduação a um cargo.
HIERARQUIA E DISCIPLINA

HIERARQUIA
 A DISCIPLINA e o respeito à HIERARQUIA
devem ser mantidos em TODAS as
circunstâncias entre os militares.

HIERARQUIA E DISCIPLINA

 O respeito à hierarquia é consubstanciado no ESPÍRITO


DE ACATAMENTO à sequencia crescente de autoridade.

 A SUBORDINAÇÃO NÃO AFETA, de modo algum, a


DIGNIDADE MILITAR ESTADUAL e decorre, exclusivamente, da
estrutura hierarquizada da Polícia Militar.
DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA

PRECEDÊNCIA
 A PRECEDÊNCIA entre militares estaduais da ATIVA,
do mesmo grau hierárquico, é assegurada pela PELA
ANTIGUIDADE no posto ou na graduação, salvo nos
casos de PRECEDÊNCIA FUNCIONAL estabelecida neste ANTIGUIDADE
artigo, em lei ou regulamento.

DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA

 ANTIGUIDADE ­ REGRAS ADICIONAIS

 A ANTIGUIDADE entre os militares do Estado, em igualdade de


posto ou graduação, será definida, sucessivamente, pelas seguintes  Nos casos de promoção a Segundo­Tenente ou admissão de
condições: Cadetes ou Alunos­Soldados prevalecerá, para efeito de antiguidade,
 data da última promoção; a ordem de classificação obtida nos respectivos cursos ou
 prevalência sucessiva dos graus hierárquicos anteriores; concursos;
 classificação no curso de formação ou habilitação;  No caso dos alunos de um mesmo órgão de formação, a
 data de nomeação ou admissão; antiguidade será estabelecida de acordo com o regulamento do
respectivo órgão.
 maior idade.
PRECEDÊNCIA ENTRE 
OUTRAS REGRAS DE 
OS DA ATIVA E OS DA 
PRECEDÊNCIA
INATIVIDADE

REGRAS PRECEDÊNCIA FUNCIONAL

 REGRAS DE PRECEDÊNCIA

PRECEDÊNCIA ENTRE 
 Quando ocuparem o mesmo posto ou QUADROS DE MESMO 
graduação, os militares DA ATIVA têm
precedência sobre os da INATIVIDADE. POSTO
PRECEDÊNCIA ENTRE QUADROS PRECEDÊNCIA ENTRE QUADROS

 Em igualdade de POSTO, as precedências entre os Quadros se estabelecerão na  Em igualdade de POSTO, as precedências entre os Quadros se estabelecerão na
seguinte ordem: seguinte ordem:

Quadro de Oficiais Policiais 
Quadro de Oficiais Bombeiros 
Militares QOPM 
Militares QOBM
Quadro de Oficiais de Saúde 
QOSPM Quadro de Oficiais 
Complementar Bombeiro 
Quadro de Oficiais Capelães  Militar QOCBM
QOCplPM
Quadro de Oficiais de 
Quadro de Oficiais de 
Administração QOABM.
Administração QOAPM

OUTRAS REGRAS DE PRECEDÊNCIA
PRECEDÊNCIA FUNCIONAL

 REGRAS DE PRECEDÊNCIA

PRECEDÊNCIA ENTRE 
PRAÇAS E ENTRE   Em igualdade de GRADUAÇÃO, as praças combatentes
têm precedência sobre as praças especialistas.
CORPORAÇÕES  Em IGUALDADE de postos ou graduações, os
integrantes da PM terão precedência sobre os do CBM.
PRECEDÊNCIA ENTRE PRAÇAS ESPECIAIS
PRECEDÊNCIA FUNCIONAL

 PRECEDÊNCIA ENTRE PRAÇAS ESPECIAIS

PRECEDÊNCIA ENTRE   Os Aspirantes­a­Oficial* são hierarquicamente


superiores às demais praças;
PRAÇAS ESPECIAIS Os Cadetes são hierarquicamente superiores aos
Subtenentes, Primeiros­Sargentos, Cabos, Soldados e Alunos­
Soldados.

* Apesar de o cargo de Aspirante­a­Oficial ter sido extinto nas Corporações Militares do Ceará, ele ainda
é citado em duas regras do Estatuto. Esse é uma delas e não háa impedimento para a cobrá­la!

PRECEDÊNCIA FUNCIONAL

PRECEDÊNCIA   Ocorre quando, em IGUALDADE de posto ou


graduação, o oficial ou praça ocupar cargo ou
FUNCIONAL função que lhe atribua superioridade funcional
sobre os integrantes do órgão ou serviço que
dirige, comanda ou chefia.
DO CARGO,  O CARGO
DA FUNÇÃO  DE
E  MILITAR
DO COMANDO (Efetivo)

OS CARGOS MILITARES OS CARGOS MILITARES

Os cargos de provimento efetivo dos militares estaduais


são os POSTOS e GRADUAÇÕES previstos na Lei de Fixação de
Provimento 
Efetivo de cada Corporação Militar, compondo as carreiras dos • realizado por ato 
de cargo de  GOVERNAMENTAL
militares estaduais dentro de seus Quadros e Qualificações, OFICIAL
somente podendo ser ocupados por militar em serviço
ativo.
Provimento 
• por ato administrativo 
de cargo de  do COMANDANTE­
PRAÇA GERAL
A cada cargo militar corresponde um conjunto de atribuições,
deveres e responsabilidades que se constituem em OBRIGAÇÕES do
respectivo titular.
OS CARGOS MILITARES

O CARGO
DE  Os cargos de provimento EM COMISSÃO, inerentes a
comando, direção, chefia e coordenação de militares
MILITAR estaduais, previstos na Lei de Militar, são de LIVRE
NOMEAÇÃO E EXONERAÇÃO pelo CHEFE DO PODER
(em Comissão) EXECUTIVO, somente podendo ser providos por MILITARES
do serviço ATIVO da Corporação.

OS CARGOS MILITARES OS CARGOS MILITARES

 As atribuições e obrigações inerentes a cargo militar estadual


devem ser, preferencialmente, COMPATÍVEIS COM O
 O COMANDANTE­GERAL poderá, provisoriamente, por NECESSIDADE CORRESPONDENTE GRAU HIERÁRQUICO, e no caso do MILITAR
INSTITUCIONAL URGENTE DEVIDAMENTE MOTIVADA, DESIGNAR O OFICIAL
ESTADUAL DO SEXO FEMININO, preferencialmente, levando­se em
PARA O CARGO EM COMISSÃO OU DISPENSÁ­LO, devendo regularizar a
conta as diferenciações físicas próprias, tudo definido em legislação
situação no prazo de 15 dias a contar do ato na conformidade da regra
ou regulamentação especificas.
geral (pois é o Governador quem tem essa prerrogativa!), SOB PENA DE
RESTABELECER­SE A SITUAÇÃO ANTERIOR.

 A designação ou a dispensa acima mencionadas TÊM NATUREZA


MERAMENTE ACAUTELATÓRIA, não constituindo sanção
disciplinar.
VACÂNCIA DE CARGO

 O cargo militar estadual é considerado VAGO:


VACÂNCIA  a partir de sua criação e até que um militar estadual dele tome
posse;
DE  desde o momento em que o militar estadual for EXONERADO,
DEMITIDO ou EXPULSO;

CARGO
 Consideram­se também VAGOS os cargos militares estaduais cujos ocupantes:
 tenham FALECIDO;
 tenham sido considerados EXTRAVIADOS;
 tenham sido considerados DESERTORES.

FUNÇÃO MILITAR

A cada cargo militar corresponde um conjunto de atribuições, deveres e


responsabilidades que se constituem em OBRIGAÇÕES do respectivo
titular.

FUNÇÃO
MILITAR  Função militar estadual é o exercício
das OBRIGAÇÕES inerentes a cargo militar
estadual.
COMANDO

 COMANDO é a soma de AUTORIDADE, DEVERES e


RESPONSABILIDADES de que o MILITAR ESTADUAL é investido
legalmente quando:
COMANDO  CONDUZ SUBORDINADOS; ou
DIRIGE UMA ORGANIZAÇÃO MILITAR ESTADUAL.

 O COMANDO é vinculado AO GRAU


HIERÁRQUICO e constitui uma PRERROGATIVA
IMPESSOAL, em cujo exercício o policial militar se
define e se caracteriza como CHEFE.

COMANDO COMANDO

 SUBTENENTES E SARGENTOS PM
 OFICIAL PM
AUXILIAM e COMPLEMENTAM as atividades dos OFICIAIS, na
É preparado, ao longo da carreira, para o capacitação de pessoal e no emprego de meios, na instrução,
exercício do COMANDO, da CHEFIA e da na administração e no comando de frações da tropa, mesmo
DIREÇÃO das Organizações Militares Estaduais. agindo isoladamente nas diversas atividades inerentes a cada
Corporação.
COMANDO
COMANDO

 SUBTENENTES E SARGENTOS PM

 No EXERCÍCIO DESSAS ATIVIDADES e no COMANDO DE ELEMENTOS


SUBORDINADOS, os SUBTENENTES e os SARGENTOS deverão impor­se pela
lealdade, pelo exemplo e pela capacidade profissional e técnica, incumbindo­lhes  CABOS E SOLDADOS
assegurar:
 a OBSERVÂNCIA MINUCIOSA E ININTERRUPTA das ordens, das regras do São essencialmente os elementos de
serviço e das normas operativas pelas PRAÇAS que lhes estiverem diretamente
subordinadas; e EXECUÇÃO.
 a MANUTENÇÃO da coesão e do moral das mesmas praças em todas as
circunstancias.

COMANDO, 
DIREÇÃO E 
CHEFIA

AUXILIAM E 
COMPLEMENTAM AS 
ATIVIDADES DOS OFICIAIS
COMANDO

 Cabe ao policial militar a responsabilidade


INTEGRAL:
 pelas decisões que tomar;
 pelas ordens que emitir; e

ELEMENTOS 
 pelos atos que praticar.
DE
EXECUÇÃO

O COMPROMISSO,
O COMPORTAMENTO ÉTICO  O COMPROMISSO
E A POLICIAL MILITAR
RESPONSABILIDADE 
DISCIPLINAR E PENAL MILITAR
COMPROMISSO POLICIAL MILITAR
COMPROMISSO POLICIAL MILITAR

 O CIDADÃO que ingressar na Corporação Militar de PRAÇA do 


Estadual PRESTARÁ COMPROMISSO DE HONRA, no CBMCE
qual:
 afirmará aceitação consciente das obrigações e dos Compromisso  de PRAÇA da 
deveres policiais militares; E do Militar PMCE
manifestará a sua firme disposição de bem cumpri­
los. do OFICIAL (1º 
Posto)

COMPROMISSO POLICIAL MILITAR
COMPROMISSO POLICIAL MILITAR

 COMPROMISSO DE PRAÇA  COMPROMISSO DE PRAÇA

“Ao ingressar no Corpo de Bombeiros Militar do Ceará,


“Ao ingressar na Polícia Militar do Ceará, prometo regular prometo regular minha conduta pelos preceitos da moral,
minha conduta pelos preceitos da moral, cumprir cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver
rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar­me inteiramente ao serviço de bombeiro
subordinado e dedicar­me inteiramente ao serviço policial militar e à proteção de pessoa, visando à sua incolumidade em
militar, à preservação da ordem pública e à segurança da situação de risco, infortúnio ou de calamidade, MESMO COM O
comunidade, MESMO COM O RISCO DA PRÓPRIA VIDA”. RISCO DA PRÓPRIA VIDA”.
COMPROMISSO POLICIAL MILITAR

 COMPROMISSO QUANDO FOR PROMOVIDO AO PRIMEIRO POSTO
O COMPORTAMENTO ÉTICO 
E A
RESPONSABILIDADE 
“Perante a Bandeira do Brasil e pela minha
honra, prometo cumprir os deveres de Oficial da DISCIPLINAR E PENAL MILITAR
Polícia Militar/Corpo de Bombeiros Militar do
Ceará e dedicar­me inteiramente ao seu serviço’’.

COMPORTAMENTO ÉTICO E DA RESPONSABILIDADE DISCIPLINAR E PENAL MILITAR
COMPORTAMENTO ÉTICO E DA RESPONSABILIDADE DISCIPLINAR E PENAL MILITAR

 Os MILITARES ESTADUAIS, nos crimes militares definidos em lei, serão


 O Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do Corpo de processados e julgados perante a JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO:
Bombeiros Militar do Ceará dispõe sobre o comportamento ético­
disciplinar dos militares estaduais, estabelecendo os procedimentos
para apuração da responsabilidade administrativo­disciplinar, dentre 1ª  • pelos JUÍZES DE DIREITO
e CONSELHOS DE
outras providências. Instância JUSTIÇA

 Ao CADETE e ao ALUNO­SOLDADO aplicam­se, • TRIBUNAL DE JUSTIÇA 


cumulativamente ao Código Disciplinar, as disposições 2ª  DO ESTADO, enquanto 
não for criado o Tribunal 
normativas disciplinares previstas NO ESTABELECIMENTO DE Instância de Justiça Militar do 
Estado
ENSINO ONDE ESTIVER MATRICULADO.
COMPORTAMENTO ÉTICO E DA RESPONSABILIDADE DISCIPLINAR E PENAL MILITAR

JUIZ DE DIREITO  Juízes de Direito do Juízo Militar 

X  Compete aos juízes de direito do juízo militar


processar e julgar, singularmente:
CONSELHO DE JUSTIÇA  os crimes militares cometidos contra civis; e
 as ações judiciais contra atos disciplinares militares.

COMPORTAMENTO ÉTICO E DA RESPONSABILIDADE DISCIPLINAR E PENAL MILITAR

 Conselho de Justiça
DIREITOS E PRERROGATIVAS
DOS
 PROCESSAR e JULGAR os demais crimes
militares. MILITARES ESTADUAIS
(Título III)
O Juiz de Direito é quem PRESIDE o Conselho 
DIREITOS
DOS PATENTE
MILITARES ESTADUAIS

DIRETOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 São DIREITOS dos militares estaduais:

 A GARANTIA DA PATENTE QUANDO OFICIAL e da ESTABILIDADE


GRADUAÇÃO QUANDO PRAÇA em TODA a sua plenitude,
com as vantagens, prerrogativas e deveres a elas inerentes;

 PATENTE é o nome dado ao título ostentado por


cada um dos oficiais.
DIRETOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 São DIREITOS dos militares estaduais:

 estabilidade: PORTE DE ARMA
 para o OFICIAL, desde a investidura; e
p/ OFICIAL
 para a PRAÇA, quando completar mais
de 03 anos de efetivo serviço;

DIRETOS DOS MILITARES ESTADUAIS DIRETOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 São DIREITOS dos militares estaduais:  São DIREITOS dos militares estaduais:

 o PORTE DE ARMA, quando  por medida administrativa acautelatória de interesse


social, aplicada pelo Controlador Geral de Disciplina dos
OFICIAL em serviço ativo ou na Órgãos de Segurança Publica e Sistema Penitenciário;
 por inativação proveniente de alienação mental;
inatividade, SALVO
 por condenação que desaconselhe o porte; ou
 por processo regular, observada a legislação aplicável.
DIRETOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 São DIREITOS dos militares estaduais:

PORTE DE ARMA  o PORTE DE ARMA, pelas PRAÇAS, observadas:


 as mesmas restrições impostas aos OFICIAIS;
p/ PRAÇA  a regulamentação a ser baixada pelo
Comandante­ Geral; e
 a legislação aplicável;

DIRETOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 São DIREITOS dos militares estaduais:

ASSISTÊNCIA   a assistência médico­hospitalar, através do


Hospital da Polícia Militar;
MÉDICO­HOSPITALAR
Aqui não estamos falando de planos de 
saúde privados, ok!? A Polícia Militar 
conta com seu próprio hospital.
DIRETOS DOS POLICIAIS MILITARES

 São DIREITOS dos policiais militares:

 afastar­se por até 2 horas diárias, por prorrogação do


início ou antecipação do término do expediente ou de escala EDUCAÇÃO
de serviço, para acompanhar filho ou dependente legal,
que sofra de moléstia ou doença grave IRREVERSÍVEL,
em TRATAMENTO ESPECÍFICO, a fim de garantir o devido
cuidado, comprovada a necessidade por Junta Médica de
Saúde da Corporação;

DIRETOS DOS POLICIAIS MILITARES

 São DIREITOS dos policiais militares:

 TRATAMENTO ESPECIAL, quanto à educação de seus dependentes,


para os militares estaduais do SERVIÇO ATIVO, através dos Colégios da FARDAMENTO
Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros;
DIRETOS DOS POLICIAIS MILITARES DIRETOS DOS POLICIAIS MILITARES

 São DIREITOS dos policiais militares:  São DIREITOS dos militares estaduais:

 FARDAMENTO ou valor correspondente,


constituindo­se no conjunto de uniformes fornecidos,
 fica assegurado ao Militar Estadual da ATIVA, QUANDO
pelo menos 01 vez ao ano, ao Cabo e Soldado na
FARDADO e MEDIANTE A APRESENTAÇÃO DE SUA
ATIVA, bem como aos Cadetes e Alunos­Soldados, e, IDENTIDADE MILITAR, acesso gratuito aos transportes
em casos ESPECIAIS, aos demais militares estaduais; rodoviários coletivos INTERMUNICIPAIS, ficando
estabelecida a cota MÁXIMA de 02 militares por veículo;

DIRETOS DOS POLICIAIS MILITARES

 São DIREITOS dos militares estaduais:

 o TRANSPORTE ou valor correspondente, assim entendido como os


TRANSPORTE meios fornecidos militar estadual, para seus deslocamentos por
interesse do serviço.

 Quando o deslocamento implicar em mudança de sede


ou de moradia, compreende também as passagens para seus
dependentes e a translação das respectivas bagagens, de
residência a residência;
DIRETOS DOS POLICIAIS MILITARES

 São DIREITOS dos policiais militares:

SALÁRIO­FAMÍLIA  salário­família, pago em razão do número de


dependentes, nas mesmas condições e no mesmo
valor dos segurados do Regime Geral de Previdência
Social, na proporção do número de filhos ou
equiparados de QUALQUER CONDIÇÃO de até 14
anos ou inválidos;

DIREITOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 São DIREITOS dos militares estaduais:

 a percepção de DIÁRIAS quando se deslocar, A


DIÁRIAS SERVIÇO, da localidade onde tem exercício para outro
ponto do território estadual, nacional ou estrangeiro,
como forma de indenização das despesas de
alimentação e hospedagem, na forma de Decreto
do Chefe do Poder Executivo.
DIREITOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 São DIREITOS dos militares estaduais:

 o uso das designações hierárquicas;


OUTROS DIREITOS
 a ocupação de cargo correspondente ao posto
ou à graduação;
 a percepção de remuneração;
 o 13º salário;

DIREITOS DOS MILITARES ESTADUAIS DIREITOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 São DIREITOS dos militares estaduais:  São DIREITOS dos militares estaduais:

 a constituição de pensão de acordo com a legislação vigente;  assistência jurídica gratuita e oficial do Estado,
 a promoção; quando o ato for praticado no legítimo exercício da missão;
 transferência para a reserva remunerada, a pedido, ou  livre acesso, quando em serviço ou em razão deste, aos
reforma; locais sujeitos à fiscalização policial militar ou bombeiro
 as férias, os afastamentos temporários do serviço e as militar;
licenças; seguro de vida e invalidez em razão da atividade de risco
 exoneração A PEDIDO; que desempenha;
DIREITOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 São DIREITOS dos militares estaduais:

DIREITOS ELEITORAIS
 recompensas ou prêmios, instituídos por lei;
 auxílio funeral, conforme previsto em lei; DOS
 alimentação conforme estabelecido em Decreto do Chefe do Poder
Executivo; MILITARES ESTADUAIS
 isenção de pagamento da taxa de inscrição em QUALQUER concurso
público para ingresso na Administração Pública ESTADUAL, Direta,
Indireta e Fundacional;

DIREITOS DOS MILITARES ESTADUAIS

 Os militar estadual ALISTÁVEL é ELEGÍVEL, atendidas as


seguintes condições:
 Se contar 10 ou mais anos de serviço, será AGREGADO por ato do
COMANDANTE­GERAL, SEM PERDA da percepção da remuneração.
Se contar menos de 10 anos de serviço, deverá  SE ELEITO, passará automaticamente, no ato da diplomação, para a reserva
AFASTAR­SE DEFINITIVAMENTE DA ATIVIDADE a partir do remunerada, com PROVENTOS PROPORCIONAIS ao tempo de contribuição;
REGISTRO de sua candidatura, com prejuízo automático,  Se suplente, AO ASSUMIR O CARGO ELETIVO será inativado passa a
imediato e definitivo do provimento do cargo, de reserva remunerada, com PROVENTOS PROPORCIONAIS ao tempo de
promoção e da percepção da remuneração; contribuição)
DA REMUNERAÇÃO

A REMUNERAÇÃO dos militares estaduais compreende


vencimentos ou subsídio fixado em parcela única, na
REMUNERAÇÃO forma do art. 39, §4°. da Constituição Federal, e proventos,
indenizações e outros direitos, sendo devida em bases
estabelecidas em lei específica e, em NENHUMA HIPÓTESE,
poderão exceder o TETO REMUNERATÓRIO
constitucionalmente previsto.

DA REMUNERAÇÃO

REMUNERAÇÃO
O subsídio ou os vencimentos dos militares
irredutíveis e NÃO ESTÃO SUJEITOS à penhora,
estaduais são
sequestro ou
NA
arresto, exceto nos casos previstos em Lei.
 O valor do subsidio ou dos vencimentos É IGUAL para o militar
INATIVIDADE
estadual da ativa, da reserva ou reformado, de um mesmo grau
hierárquico, exceto nos casos previstos em Lei.
DA REMUNERAÇÃO DA REMUNERAÇÃO

 OS PROVENTOS DA INATIVIDADE serão REVISTOS sempre  Por ocasião de sua passagem PARA A INATIVIDADE, o
que se modificar o subsídio ou os vencimentos dos militares militar estadual terá direito a proventos proporcionais aos
estaduais em serviço ativo, na mesma data e proporção, anos de serviço, computáveis para a inatividade, até o
observado o teto remuneratório constitucional. máximo de 30 anos.

 Computa­se, para efeito da contagem naquela


ocasião, o resíduo do tempo igual ou superior a 180
dias como se fosse mais 1 ano.
 Respeitado o direito adquirido, os PROVENTOS DA INATIVIDADE não
poderão exceder a remuneração percebida pelo militar estadual da
ativa no posto ou graduação correspondente.
Tempo >= 180 dias = 1ANO

DA REMUNERAÇÃO

GRATIFICAÇÃO POR   Ao militar estadual conceder­se­á gratificação:


PARTICIPAÇÃO EM   pela participação em comissão examinadora de
concurso; e
COMISSÃO OU   pela elaboração ou execução de trabalho
TRABALHO RELEVANTE relevante, técnico ou Científico de interesse da
corporação militar estadual .
DA REMUNERAÇÃO

 O Secretario da Segurança Publica e Defesa Social, o Chefe


da Casa Militar ou os Comandantes­Gerais poderão: FÉRIAS 
 autorizar o militar estadual, ocupante de cargo efetivo E OUTROS  
ou em comissão, a participar de comissões, grupos de
trabalho ou projetos, sem prejuízo dos vencimentos; AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS 
 conceder ao militar nomeado, a citada gratificação. DO SERVIÇO
 O valor dessa gratificações será regulado por DECRETO do CHEFE DO
PODER EXECUTIVO.

DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO

As FÉRIAS traduzem o afastamento total do serviço, concedidas


anualmente, de acordo com portaria do Comandante­Geral, de
gozo obrigatório após a concessão, remuneradas com 1/3 a mais
FÉRIAS da remuneração normal, sendo atribuídas ao militar estadual para
descanso, a partir do último mês do ano a que se referem OU
durante o ano seguinte, devendo o gozo ocorrer nesse período.

 As férias poderão ser divididas em 02 períodos


iguais.
DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO

A concessão e o gozo de férias não 


sofrerão nenhuma restrição, salvo:
por necessidade do serviço,   O direito às férias estende­se aos militares que estão nos
para cumprimento  identificada por ato do 
de punição  Comandante­Geral, conforme  cursos de formação para ingresso na Corporação.
conveniência e oportunidade 
disciplinar de  da Administração, garantida   NÃO FARÁ JUS AS FERIAS regulamentares o militar estadual
natureza grave ou  ao militar estadual nova data  que esteja aguardando solução de processo de INATIVIDADE.
prisão provisória; de reinício do gozo das férias 
interrompidas.

DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO

OUTROS    Os militares estaduais têm direito, aos


AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS  seguintes períodos de afastamento total
DO SERVIÇO do serviço, obedecidas as disposições legais
e regulamentares, por motivo de:
DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO

NÚPCIAS •8 dias • será concedido se solicitado 


 por motivo de falecimento de NÚPCIAS por antecipação à data do 
LUTO •8 dias PAIS, IRMÃO, CÔNJUGE,
COMPANHEIRO(A), FILHOS e evento
SOGROS.

• Tão logo a autoridade a que estiver 
INSTALAÇÃO •Até 10 dias
LUTO subordinado o militar estadual tome 
conhecimento, de acordo com portaria 
do Comandante­Geral
TRÂNSITO •Até 30 dias 

DAS LICENÇAS

 Licença é a autorização para afastamento


LICENÇAS total do serviço, em caráter temporário,
concedida ao bombeiro­militar, obedecidas as
disposições legais e regulamentares.
DAS LICENÇAS

LICENÇAS 
LICENÇA
CONCEDIDAS AO 
MILITAR ESTADUAL
À
à gestante à adotante à paternidade
para tratar de 
interesse 
particular
para tratar da 
saúde de 
dependente
para tratar da 
própria saúde GESTANTE

LICENÇA À GESTANTE
LICENÇA À GESTANTE

 Será concedida, mediante 120  60  Licença­


dias dias* Gestante
inspeção médica, a partir do 8º
mês de gestação, salvo prescrição
em contrário.  Essa prorrogação da licença será assegurada à militar estadual,
mediante requerimento efetivado até o final do terceiro mês após o
parto, e concedida imediatamente após a fruição da licença­
maternidade. (LC Nº 159/16)
LICENÇA À GESTANTE LICENÇA À GESTANTE

 Durante o período de prorrogação da licença­maternidade,


a militar estadual terá direito à sua remuneração, vedado o
exercício de qualquer atividade remunerada pela
beneficiária, não podendo também a criança ser mantida em  Em caso de aborto não criminoso,
creches ou organização similar, sob pena da PERDA DO DIREITO comprovado mediante atestado médico, a
do benefício e consequente APURAÇÃO DA RESPONSABILIDADE militar terá direito à licença remunerada
FUNCIONAL.*
correspondente a 02 semanas.*

*(LC Nº 159/16) (LC Nº 159/16)

LICENÇA À ADOTANTE

LICENÇA 120 dias • se a criança tiver até 01 


ano de idade;
À • se a criança tiver entre 01 
60 dias
ADOTANTE e 04 anos de idade;

• se a criança tiver de 04 a 8 
30 dias anos de idade.
LICENÇA À ADOTANTE

LICENÇA
A licença­maternidade só será
PATERNIDADE
concedida a adotante ou guardiã mediante
apresentação do respectivo termo judicial.

LICENÇA PATERNIDADE

LICENÇA  LICENÇA
PATERNIDADE
PARA TRATAR DE 
10 dias INTERESSE PARTICULAR
(LTIP)
Será iniciada na
data do nascimento
do filho.
LICENÇA P/ TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR

LICENÇA PARA TRATAR DE 
LICENÇA
INTERESSE PARTICULAR PARA TRATAR DE SAÚDE 
É a autorização para 
afastamento total do 
Será sempre 
DE DEPENDENTE
concedida com  Poderá ser 
serviço, concedida ao 
policial militar que 
contar mais de 10 
prejuízo da 
remuneração e da 
concedida por até 
2 anos, 
(LTSD)
contagem do 
anos de efetivo  tempo de efetivo  contínuos ou não;
serviço; serviço

LICENÇA P/ TRATAR DE SAÚDE DE DEPENDENTE
LICENÇA P/ TRATAR DE SAÚDE DE DEPENDENTE

 O militar poderá ser licenciado por motivo de doença nas pessoas dos seguintes
dependentes:

pais filhos  EM QUALQUER CASO, desde que prove ser indispensável a sua
assistência pessoal E esta não possa ser prestada
LICENÇA PARA  simultaneamente com o exercício funcional, o prazo
TRATAR DA SAÚDE DE 
DEPENDENTE máximo dessa licença será de 02 anos, dos quais os 06
cônjuge do qual não  primeiros meses sem prejuízo de sua remuneração.
esteja separado
companheiro
LICENÇA P/ TRATAR DE SAÚDE DE DEPENDENTE

No período que exceder os 06 meses até o limite de


LICENÇA PARA TRATAR DE 
02 anos, serão observadas as regras para concessão
INTERRRUPÇÃO
INTERESSE PARTICULAR
de licença para tratar de interesse particular. DE
concedida ao policial 
sempre concedida 
LICENÇAS
com prejuízo da 
militar que contar  concedida por até 
mais de 10 anos  remuneração e da 
contagem do  2 anos, 
de efetivo  contínuos ou não;
tempo de efetivo 
serviço;
serviço

INTERRUPÇÃO DE LICENÇAS INTERRUPÇÃO DE LICENÇAS

As licenças poderão ser interrompidas A PEDIDO ou nas  para cumprimento de punição disciplinar, conforme
condições:
determinado pelo Comandante­ Geral;
 em caso de mobilização, estado de guerra, estado de
 em caso de prisão em flagrante ou de decretação de
defesa ou estado de sítio;
prisão por autoridade judiciária, a juízo desta;
 em caso de decretação de estado ou situação de
 em caso de indiciação em inquérito policial militar,
emergência ou calamidade pública;
recebimento de denúncia OU pronúncia criminal, a juízo
 para cumprimento de sentença que importe em da autoridade competente.
restrição da liberdade individual;
DAS LICENÇAS – REGRAS ADICIONAIS

A interrupção de licença para tratamento de AS 


saúde de dependente, para cumprimento de
punição disciplinar que importe em restrição
DISPENSAS
da liberdade individual, será regulada em lei
específica.

AS DISPENSAS
AS DISPENSAS

 As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos


militares estaduais para afastamento total do serviço, em caráter
 No tocante à concessão de LICENÇAS e DISPENSAS de serviços, o
temporário.
militar que não se apresentar no primeiro dia útil após o
prazo previsto de encerramento da citada autorização, incorrerá
concedidas com a REMUNERAÇÃO INTEGRAL e 
computadas como tempo de efetivo serviço e/ou 
nas situações de ausência e deserção conforme disposto na
contribuição militar, em 02 situações: legislação aplicável.

Para desconto em férias já  CPM
publicadas e não gozadas no  Em decorrência de prescrição  Art. 187. “Ausentar­se o militar, sem licença, da unidade em que serve, ou do lugar em que
todo ou em parte, ou seja,  médica.  deve permanecer, por mais de oito dias.
para compensar férias; Pena – detenção, de seis meses a dois anos; se oficial, a pena é agravada”.
DAS RECOMPENSAS

AS 
RECOMPENSAS AS RECOMPENSAS constituem reconhecimento
dos bons serviços prestados pelos militares
estaduais e serão concedidas de acordo com as
normas regulamentares da Corporação.

DAS RECOMPENSAS

 São recompensas militares estaduais, além das previstas em


outras leis:
PRERROGATIVAS
Prêmios de honra ao 
mérito
Condecorações por 
serviços prestados DOS
Recompensas
MILITARES ESTADUAIS
Dispensas do 
Elogios serviço, conforme 
dispuser a legislação
PRERROGATIVAS

CONSTITUIÇÃO (o que são) 
E  As prerrogativas dos militares estaduais
ENUMERAÇÃO (quais são) são constituídas pelas honras, dignidades e
distinções devidas aos graus hierárquicos e
cargos que lhes estão afetos.

PRERROGATIVAS PRERROGATIVAS

São prerrogativas dos militares estaduais:


São prerrogativas dos militares estaduais:
 cumprimento de pena de prisão ou detenção, mesmo
 a uso de títulos, uniformes, distintivos, insígnias,
divisas, emblemas, agildas e peças complementares após o trânsito em julgado da sentença, somente em
Organização Militar da Corporação a que pertence, e cujo
das respectivas Corporações, correspondentes ao posto ou à
comandante, chefe ou diretor tenha precedência
graduação;
hierárquica sobre o militar.
 honras, tratamentos e sinais de respeito que
 julgamento por crimes militares, em foro especial, na
lhes sejam assegurados em leis e regulamentos;
conformidade das normas constitucionais e legais
PRERROGATIVAS

 Somente em casos de flagrante delito, o militar estadual


PRISÃO  poderá ser preso por autoridade policial, ficando retido na Delegacia
durante o tempo necessário à lavratura do flagrante, comunicando­se
DO imediatamente ao JUIZ COMPETENTE e ao comando da respectiva
Corporação militar após o que deverá ser encaminhado preso a
MILITAR ESTADUAL autoridade militar de patente superior mais próxima da
Organização Militar da Corporação a que pertencer, ficando
esta obrigada, sob pena de responsabilidade funcional e penal, a
manter a prisão até que deliberação judicial decida em
contrario.

PRERROGATIVAS PRERROGATIVAS

 Cabe aoSecretário de Segurança Pública e de Defesa


Social e ao Comandante­Geral da Corporação a iniciativa de
responsabilizar ou provocar a responsabilização da autoridade  Se, durante o processo e julgamento no foro civil,
policial ou da autoridade militar que não cumprir o disposto no houver perigo de vida para qualquer militar estadual
slide anterior e que maltratar ou consentir que seja maltratado preso, o Comandante­Geral da respectiva Corporação
qualquer militar estadual, preso sob custódia, ou, sem razão plausível, providenciará os entendimentos com o juiz de Direito do
que não lhe der o tratamento devido ao seu posto ou graduação. feito, visando à guarda da ordem nas cercanias do foro ou do
Tribunal pela Policial Militar.
PRERROGATIVAS

DISPENSA DO SERVIÇO
DO O militar estadual DA ATIVA, no exercício de
MILITAR ESTADUAL função militar, de natureza militar ou de interesse
militar, é dispensado do serviço na instituição
do Júri e do serviço na Justiça Eleitoral.

USO DOS UNIFORMES

 Os UNIFORMES das Corporações Militares com seus


distintivos, insígnias, divisas, emblemas, agildas e peças
O USO  complementares, são privativos dos militares estaduais e
representam o símbolo da autoridade militar, com as
DOS  prerrogativas a ela inerentes.

UNIFORMES
USO DOS UNIFORMES USO DOS UNIFORMES

 O militar estadual fardado tem as obrigações  O militar é proibido de usar uniformes nas seguintes condições:
correspondentes ao uniforme que use e aos distintivos,
insígnias, divisas, emblemas, agildas e peças
complementares que ostente.
PROIBIÇÕES
na inatividade, salvo para 
comparecer a solenidades 
no estrangeiro, quando em 
militares ESTADUAIS; 
atividade NÃO RELACIONADA  cerimônias cívico­
Em manifestação de  COM A MISSÃO POLICIAL  comemorativas das grandes 
MILITAR ou BOMBEIRO 
caráter político­partidário; MILITAR, salvo quando 
datas nacionais ou estaduais 
expressamente determinado  ou a atos sociais solenes, 
ou autorizado;  quando devidamente 
autorizado pelo Comandate­
AGILDA Geral.

USO DOS UNIFORMES
USO DOS UNIFORMES

É vedado a qualquer organização civil ou organizações civis o uso de


uniformes ou a ostentação de distintivos, insígnias, agildas ou emblemas,
iguais ou semelhantes, que possam ser confundidos com os
adotados para os militares estaduais.
 Constituem crimes previstos na legislação específica:
 o desrespeito aos distintivos, insígnias, divisas,
emblemas, agildas e peças complementares dos militares  São responsáveis pela infração acima, além dos indivíduos que a tenham
estaduais; cometido, os Diretores ou Chefes de repartições, organizações de qualquer
natureza, firma ou empregadores, empresas, institutos ou departamentos
 bem assim seu uso por parte de quem a eles não tiver que tenham adotado ou consentido sejam usados uniformes ou ostentados
direito. distintivos, insígnias, agildas ou emblemas IGUAIS ou que possam ser
confundidos com os adotados no Corpo de Bombeiros.
SITUAÇÕES ESPECIAIS
(Título V) AGREGAÇÃO

AGREGAÇÃO  ­ CONCEITO

É o militar que é, mas que não é, e que continua sendo!!! (rsrs)

CONCEITO
 A agregação é a situação na qual o militar estadual em
SERVIÇO ATIVO deixa de ocupar vaga na escala hierárquica do
seu Quadro, nela permanecendo sem número.
AGREGAÇÃO  ­ CONCEITO

 A agregação se faz por ato do Comandante­Geral,


devendo ser publicada em Boletim Interno da CASOS 
Corporação até 10 dias, contados do conhecimento
oficial do fato que a motivou.
DE
AGREGAÇÃO
 A partir de então o AGREGADO receberá a abreviatura “AG”.

AGREGAÇÃO
AGREGAÇÃO

 For afastado temporariamente do serviço ativo por motivo de:


 O militar estadual deve ser agregado quando:  ter sido julgado incapaz temporariamente, após 01 ano contínuo de
 estiver aguardando transferência para a inatividade, tratamento de saúde;

decisão acerca de demissão ou exclusão, por ter sido  ter ultrapassado 01 ano contínuo de licença para tratamento de saúde
própria;
enquadrado em qualquer dos requisitos que as motivam,
ter ultrapassado 6 meses contínuos de licença para tratar de interesse particular
após transcorridos mais de 90 dias de tramitação ou de saúde de dependente;
administrativa regular do processo, ficando afastado de
TODA e QUALQUER atividade a partir da agregação.
 contada a partir do 1º dia após os respectivos prazos
e enquanto durar o afastamento.
AGREGAÇÃO
AGREGAÇÃO

 ter sido JULGADO, por junta médica da Corporação, definitivamente incapaz para o serviço ativo
militar, enquanto tramita o processo de reforma, ficando, a partir da agregação, recolhendo para o
SUPSEC como se estivesse aposentado;
 ter sido considerado oficialmente extraviado;
 tomar posse em cargo, emprego ou função pública
 houver transcorrido o prazo de graça e caracterizado o crime de deserção; civil temporária, não eletiva inclusive da
deserção, quando Oficial ou Praça com estabilidade assegurada, mesmo tendo se apresentado administração indireta;
voluntariamente, até sentença transitada em julgado do crime de deserção ;

ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a 6 meses e enquanto durar a
execução, excluído o período de suspensão condicional da pena;
ter sido condenado à pena de suspensão do exercício do cargo ou função.  a partir da data da posse no novo cargo, emprego ou função
ate o retorno a Corporação ou transferência ex officio para a
reserva remunerada.
 contada a partir da data indicada no ato que torna
publico o respectivo afastamento.

AGREGAÇÃO

A agregação do militar estadual que tenha 10 ou mais 
AGREGAÇÃO anos de serviço, candidato a cargo eletivo, é contada a 
partir da data do registro da candidatura na Justiça 
Eleitoral até: 
POR  48 horas após a 
o regresso 
antecipado à 
divulgação do 
MOTIVOS ELEITORAIS resultado do 
pleito, se não 
a data da 
diplomação; 
Corporação 
Militar Estadual, 
com a perda da 
houver sido 
qualidade de 
eleito; 
candidato.
AGREGAÇÃO

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar manterão


atualizada a relação nominal de todos os seus militares, agregados
ou não, no exercício de cargo ou função em órgão não pertencente à REVERSÃO
estrutura da Corporação.

 A relação nominal será semestralmente publicada no Diário Oficial


do Estado e no Boletim Interno da Corporação e deverá especificar a
data de apresentação do serviço e a natureza da função ou cargo
exercido.

REVERSÃO
REVERSÃO

 Reversão é o ato pelo qual o militar estadual agregado,


ou inativado, retorna ao respectivo Quadro ou serviço
Cessado o  Retorna ao 
ativo, quando cessado o motivo que deu causa à Militar 
AGREGADO
motivo da  respectivo 
agregação Quadro
agregação ou quando reconduzido da inatividade para
o serviço temporário, na forma do Estatuto. REVERSÃO

Quando 
reconduzido da  Retorna ao 
Militar INATIVO
 Compete ao Comandante­Geral efetivar o ato de reversão, devendo inatividade para o  serviço ATIVO
serviço temporário
ser publicado no Boletim Interno da Corporação até 10 dias,
contados do conhecimento oficial do fato que a motivou.
REVERSÃO REVERSÃO

A reversão em geral é ato de competência o  A QUALQUER TEMPO, cessadas as razões,


Comandante­Geral, mas a reversão da inatividade para poderá ser determinada a reversão do militar
o serviço ativo temporário é ato de competência do estadual agregado, EXCETO nos seguintes
Governador do Estado ou de autoridade por ele
casos:
designada.

REVERSÃO

houver transcorrido o prazo de graça e caracterizado o crime de deserção;


deserção, quando Oficial ou Praça com estabilidade assegurada, mesmo
tendo se apresentado voluntariamente, até sentença transitada em
julgado do crime de deserção;
O EXCEDENTE
ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a 6 meses
e enquanto durar a execução, excluído o período de suspensão condicional
da pena;
ter sido condenado à pena de suspensão do exercício do cargo ou função.
O EXCEDENTE
O EXCEDENTE

sendo o mais moderno na escala hierárquica do seu Quadro ou Qualificação,


ultrapasse o efetivo fixado em Lei, quando:
 Excedente é a situação transitória na  tiver cessado o motivo que determinou a sua agregação ou a de outro
militar estadual mais antigo do mesmo posto ou graduação;
qual, automaticamente, ingressa o militar
 em virtude de promoção sua ou de outro militar estadual em
estadual que: ressarcimento de preterição;
 tendo cessado o motivo que determinou sua reforma por incapacidade
definitiva, retorne à atividade.
 é promovido por erro em ato administrativo.

O AUSENTE

É considerado AUSENTE o militar estadual 
que por MAIS DE 24 HORAS CONSECUTIVAS:
O AUSENTE deixar de comparecer 
ausentar­se, sem 
a sua Organização 
licença, da Organização 
Militar Estadual, sem 
Militar Estadual onde 
comunicar qualquer 
serve ou local onde 
motivo de 
deve permanecer
impedimento;
DESLIGAMENTO DO SERVIÇO ATIVO 

DESLIGAMENTO DO   O desligamento do serviço ativo de


Corporação Militar Estadual é feito em
SERVIÇO ATIVO consequência de:

DESLIGAMENTO DO SERVIÇO ATIVO  DO DESLIGAMENTO DO SERVIÇO ATIVO 

transferência 
exoneração, a 
para a reserva  reforma
pedido demissão
remunerada

 O desligamento do serviço ativo será


perda de posto e 
patente do oficial 
e da graduação expulsão deserção falecimento
da praça
processado após a expedição de ato do
Governador do Estado.
desaparecimento extravio
TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

A passagem do militar estadual à situação da


TRANSFERÊNCIA PARA  INATIVIDADE, mediante transferência para a RESERVA
A RESERVA  REMUNERADA, se efetua:
 a pedido
REMUNERADA
 “ex officio”

DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

A PEDIDO
Reserva  TRANSFERÊNCIA
Remunerada
INATIVIDADE “EX OFFICIO” (A PEDIDO)
Reforma
A TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

 A transferência para a reserva remunerada a pedido será concedida ao militar


que tenha
 Se o militar estadual estiver realizando ou haver concluído
qualquer CURSO ou ESTÁGIO de duração superior a 6
IDADE TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO
meses, por conta do Estado, NÃO PODERÁ PEDIR
TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA sem que
RESERVA 
53 ANOS 30 ANOS REMUNERADA  se tenham decorrido 03 anos de seu término, A NÃO SER
A PEDIDO
MEDIANTE PRÉVIA INDENIZAÇÃO de todas as despesas
correspondentes à realização do referido curso ou estágio,
 pelo menos 25 devem ter sido de
inclusive as diferenças de vencimentos.
contribuição militar estadual ao
SUSPEC.

DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

 Se o CURSO ou ESTÁGIO for de duração igual ou  O militar estadual da ATIVA aguardando


superior a 18 meses, a transferência para a reserva transferência para a reserva remunerada continuará,
remunerada só será concedida depois de decorridos pelo prazo de 90 dias, no exercício de suas funções
5 anos de sua conclusão, SALVO MEDIANTE até ser desligado da Corporação Militar Estadual em
INDENIZAÇÃO. que serve.
DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

 Militar estadual da ATIVA aguardando transferência para


a reserva remunerada:
 NÃO SERÁ CONCEDIDA transferência para a reserva remunerada, a
• continuará no  pedido, ao militar estadual que estiver:
até 90 dias exercício de suas   respondendo:
funções   a processo na instância penal ou penal militar;
 a Conselho de Justificação ou Conselho de Disciplina; ou
+ de 90 dias   a processo regular;
(processo não  • AGREGADO
 cumprindo pena de qualquer natureza.
finalizado)

DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

A transferência ex officio para a reserva


TRANSFERÊNCIA
remunerada verificar­se­á sempre que o
(EX OFFICIO) militar estadual incidir em um dos seguintes
casos:
DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

 por IDADE  por AGREGAÇÃO

ultrapassar 02 anos de afastamento, contínuo ou não,


atingir a idade limite de 60 anos;
agregado em virtude de ter sido empossado em cargo,
emprego ou função pública civil temporária não eletiva;
 por TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO

 por CARGO ELETIVO
 Atingir ou vier ultrapassar 35 anos de contribuição,
com no mínimo 25 anos de contribuição militar estadual  se eleito, for diplomado em cargo eletivo, ou se, na
ao SUSPEC; condição de suplente, vier a ser EMPOSSADO.

DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

 por ser CORONEL

 Enquanto permanecer no EXERCÍCIO DE CARGO CIVIL


TEMPORÁRIO, não eletivo, o militar estadual:
 o Coronel Comandante­Geral que for
 tem assegurado A OPÇÃO entre os vencimentos do cargo substituído na CHEFIA da Corporação por
civil e os do posto ou da graduação; Coronel promovido pelo Governador do Estado;
 somente poderá ser promovido POR ANTIGUIDADE;
 terá seu tempo de serviço computado APENAS PARA A
PROMOÇÃO (por antiguidade) e para a INATIVIDADE.
DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

 por ser CORONEL  Outros Casos

 o CORONEL que possuir 30 anos de efetiva contribuição +


03 anos no posto respectivo, excetuando­se aquele que
 oficial abrangido pela quota compulsória.
ocupar os cargos de provimento em comissão:  Major QOA que possuir 30 anos de efetiva
 de Comandante­Geral Adjunto e Secretário Executivo das contribuição + 03 anos no posto respectivo.
Corporações Militares Estaduais; e
 Chefe, Subchefe e Secretário Executivo da Casa Militar;

A RESERVA 
REMUNERADA 
REVERSÃO EX OFFICIO

A REVERSÃO
REVERSÃO DA RESERVA REMUNERADA

REVERSÃO
 O militar estadual na reserva remunerada poderá ser
revertido ao serviço ativo, ex officio, quando da vigência:
POR
de Estado de Guerra, Estado de Sítio, Estado de Defesa; ACEITAÇÃO VOLUNTÁRIA
 em caso de Mobilização; ou
em caso de interesse da Segurança Pública.

DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA

 O militar estadual designado voluntariamente para o


serviço ativo terá os direitos e deveres dos da ativa de igual
 Por ACEITAÇÃO VOLUNTÁRIA, o militar estadual da reserva remunerada
PODERÁ ser designado para o serviço ATIVO, em caráter transitório, por ato situação hierárquica, MAS NÃO CONCORRERÁ À
do GOVERNADOR DO ESTADO, desde que aprovado nos exames laboratoriais e PROMOÇÃO.
em inspeção médica de saúde aos quais será previamente submetido:
 quando se fizer necessário o aproveitamento de
Essa designação terá a duração necessária ao
conhecimentos técnicos e especializados do militar estadual. cumprimento da atividade que a motivou, SENDO
 para prestar serviço de segurança patrimonial de próprios do COMPUTADO ESSE TEMPO DE SERVIÇO DO MILITAR.
Estado, conforme dispuser a lei especifica.
REFORMA

A passagem do militar estadual à situação de


REFORMA inatividade, mediante reforma, se efetua ex
officio.

 A reforma será aplicada ao militar estadual que:

REFORMA REFORMA

 por IDADE  por QUESTÕES DISCIPLINARES

atingir a idade limite de 65 anos;


 for condenado à pena de reforma, prevista no Código Penal
Militar, por sentença passada em julgado (sentença definitiva);
Exceção: o militar estadual QUE TENHA SIDO REVERTIDO DA
 sendo OFICIAL, tiver determinado o órgão de Segunda Instância
INATIVIDADE para o desempenho de serviço ativo temporário.
da Justiça Militar Estadual, em julgamento, efetuado em
consequência do Conselho de Justificação a que foi submetido;
 Nesse caso a reforma só será aplicada quando o militar:  sendo PRAÇA COM ESTABILIDADE ASSEGURADA, for para tal
 for novamente conduzido à inatividade; ou indicado ao Comandante­Geral, em julgamento de Conselho de
 ao atingir a idade­limite de 70 anos;
Disciplina.
REFORMA REFORMA

 por INCAPACIDADE FÍSICA 

 A incapacidade definitiva pode sobrevir em consequência


 for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo. de:
 ferimento recebido na preservação da ordem pública ou
no legítimo exercício da atuação militar estadual, mesmo não
 Nesse caso fica o militar inativo obrigado a realizar avaliação por estando em serviço, visando à proteção do patrimônio ou à
segurança pessoal ou de terceiros em situação de risco,
junta medica da Corporação a cada 02 anos, para atestar que sua
invalidez permanece irreversível, respeitados os limites de idade de infortúnio ou de calamidade, bem como em razão de
60 anos (o mesmo da reserva remunerada) enfermidade contraída nessa situação ou que nela tenha
sua causa eficiente;

REFORMAc REFORMAc

 A incapacidade definitiva pode sobrevir em consequência de:  A incapacidade definitiva pode sobrevir em consequência
de:
 acidente em objeto de serviço;
 doença, moléstia ou enfermidade adquirida, com
relação de causa e efeito inerente às condições de serviço;
 Considera­se acidente em objeto de serviço aquele ocorrido:
 no exercício de atividades profissionais inerentes ao serviço  acidente ou doença, moléstia ou enfermidade, sem
policial militar ou bombeiro militar; ou
relação de causa e efeito com o serviço;
no trajeto casa­trabalho­casa.
REFORMA

 A incapacidade definitiva pode sobrevir em consequência


de:
REFORMA
 tuberculose ativa, alienação mental, neoplasia maligna,
cegueira, lepra, paralisia irreversível e incapacitante,
POR
cardiopatia grave, mal de Parkinson, mal de Alzeheimer, ALIENAÇÃO MENTAL
pênfigo, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave,
síndrome da imunodeficiência adquirida deficiência (AIDS) e
outras moléstias que a lei indicar com base nas conclusões da
medicina especializada;

REFORMA POR ALIENAÇÃO MENTAL REFORMA POR ALIENAÇÃO MENTAL

 Considera­se alienação mental todo caso de DISTÚRBIO MENTAL ou NEURO­


MENTAL GRAVE PERSISTENTE, no qual, esgotados os meios habituais de tratamento,
permaneça alteração completa ou considerável na personalidade, destruindo a auto
determinação do pragmatismo e tornando o individuo total e permanentemente  A interdição judicial do militar estadual, reformado por
impossibilitado para o serviço ativo militar. alienação mental, deverá ser providenciada, POR INICIATIVA
DE BENEFICIÁRIOS, PARENTES ou RESPONSÁVEIS, até 90 dias
a contar da data do ato da reforma.

O Estatuto EXCLUI da previsão de alienação mental Professor, e se o militar não tiver qualquer parente ou responsável?!


as epilepsias psíquicas e neurológicas.
REFORMA POR ALIENAÇÃO MENTAL

A interdição judicial do militar estadual e seu internamento em 
instituição apropriada deverão ser providenciados PELA 
RESPECTIVA CORPORAÇÃO quando:
REFORMA
não for atendido o prazo 
NÃO HOUVER 
beneficiários, parentes ou 
responsáveis;
não forem satisfeitas as  de 90 dias para os 
condições de tratamento  beneficiários, parentes ou 
exigidas neste artigo;
E
responsáveis assim o 
fazerem.
REMUNERAÇÃO
Os PROCESSOS e os ATOS DE REGISTROS de interdição do militar estadual
terão andamento sumário e serão instruídos com laudo proferido por Junta
de Saúde, COM ISENÇÃO DE CUSTAS.

REFORMA E REMUNERAÇÃO REFORMA E REMUNERAÇÃO

 REGRA GERAL (ou REGRA DE OURO)
Professor, ei macho, e esse militar vai
reformado com remuneração integral é?

 O militar estadual da ativa, julgado Homi, depende!!!!


definitivamente incapaz será reformado com
QUALQUER TEMPO de contribuição. Prestenção!
REFORMA E REMUNERAÇÃO REFORMA E REMUNERAÇÃO

 SITUAÇÃO 1 – Ferimento em Serviço  SITUAÇÃO 2 – Demais Casos

 O militar estadual da ativa julgado incapaz


 O militar estadual da ativa, julgado incapaz
definitivamente por ferimento em serviço fará jus à
definitivamente pelos demais motivos será
REMUNERAÇÃO INTEGRAL do seu POSTO ou
GRADUAÇÃO.
reformado:

REFORMA E REMUNERAÇÃO
REFORMA E REMUNERAÇÃO

 SITUAÇÃO 2 – Demais Casos
 SITUAÇÃO ESPECIAL  – Alienação Mental

com remuneração 
PROPORCIONAL  • desde que possa prover­se por   O militar estadual reformado por alienação mental,
meios de subsistência fora 
ao tempo de  da Corporação;
contribuição enquanto não ocorrer a designação judicial do curador,
terá sua remuneração paga aos BENEFICIÁRIOS,
com remuneração 
legalmente reconhecidos, DESDE QUE o tenham sob
• desde que, com qualquer tempo de 
INTEGRAL do  contribuição, seja considerado  responsabilidade e lhe dispensem tratamento humano
posto ou da  invalido, isto é, impossibilitado
graduação
total e permanentemente para 
qualquer trabalho.
e condigno.
REFORMA E RETORNO AO SERVIÇO ATIVO

REFORMA
E  O militar estadual reformado por incapacidade definitiva que
for julgado APTO EM INSPEÇÃO DE SAÚDE POR JUNTA SUPERIOR,
RETORNO AO SERVIÇO  em grau de recurso ou revisão, PODERÁ retomar ao serviço ativo
por ato do Governador do Estado.
ATIVO
 Esse retorno ao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na
situação de reformado NÃO ULTRAPASSAR 2 ANOS.

REFORMA E RETORNO AO SERVIÇO ATIVO

OUTRAS REGRAS  Para os fins do que dispõem os incisos II e III do art. 191


do Estatuto (quando julgado incapaz em definitivo e quando
IMPORTANTES condenado à pena de reforma), antes de se decidir pela
aplicação da reforma, deverá ser julgada a possibilidade de
APROVEITAMENTO ou READAPTAÇÃO do militar estadual em
outra atividade ou incumbência do serviço ativo compatível
com a redução de sua capacidade.
DA REFORMA

REFORMA 
O militar estadual da reserva ADMINISTRATIVO­DISCIPLINAR
remunerada, ao passar a condição de
reformado, manterá TODOS os direitos e
garantias asseguradas na condição anterior.

DA REFORMA ADMINISTRATIVO­DISCIPLINAR

DEMISSÃO, 
A reforma administrativo­disciplinar tem caráter de pena
disciplinar, e poderá aplicada ao militar estadual, sempre
EXONERAÇÃO 
mediante processo regular. E 
As regras acerca da aplicação dessa penalidade estão no
Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do Corpo de EXPULSÃO
Bombeiros Militar do Ceará.
DEMISSÃO

A DEMISSÃO ocorre EX OFFICIO, ou seja, 
independentemente da vontade do militar, 
nas seguintes situações:
DEMISSÃO Quando o militar 
estadual TOMAR 
Por MOTIVO 
Quando o militar 
DISCIPLINAR, 
POSSE EM CARGO OU  PERDER A 
seguindo­se a 
EMPREGO PÚBLICO  NACIONALIDADE 
regulamentação do 
CIVIL PERMANENTE,  BRASILEIRA será 
Código Disciplinar 
sendo o militar neste  submetido a 
caso TRANSFERIDO  da Polícia Militar do  processo judicial ou 
PARA A RESERVA, sem  Ceará e do Corpo de 
regular para fins de 
qualquer remuneração  Bombeiros Militar  demissão de ofício.
ou indenização; do Ceará;

EXONERAÇÃO A PEDIDO

 A exoneração a pedido será


EXONERAÇÃO 
concedida mediante requerimento
A PEDIDO do interessado:
EXONERAÇÃO A PEDIDO
EXONERAÇÃO A PEDIDO

 SEM INDENIZAÇÃO AOS COFRES PÚBLICOS

+ DE 5 ANOS 
DE 
• QOPMCE Professor, por que   No caso de o militar estadual estar realizando ou ter concluído
OFICIALATO* • QOBMCE
esses asteriscos (*)? CURSO ou ESTÁGIO de duração superior a 6 meses e inferior ou
• QOSPM igual a 18 meses POR CONTA DO ESTADO E não tendo decorrido mais
+ 3 ANOS DE 
OFICIALATO*
• QOCplPM (QOCplPM/BM) de 3 anos do seu término, a exoneração somente será concedida
• QOCPM, QOCBM
Porque PODERÁ HAVER  mediante indenização de todas as despesas correspondentes ao
INDENIZAÇÃO SIM!! referido curso ou estágio.
+ 3 ANOS DE 
GRADUADO*
• Praça (próximo slide)

EXONERAÇÃO A PEDIDO

 COM INDENIZAÇÃO AOS COFRES PÚBLICOS
EXONERAÇÃO 
 quando contar com: A PEDIDO
 menos de 5 anos de oficialato; OU (REGRINHAS 
 menos de 3 anos de graduado.
BOAS DE PROVA!)
 Indenização das despesas relativas à sua
PREPARAÇÃO e FORMAÇÃO.
EXONERAÇÃO A PEDIDO EXONERAÇÃO A PEDIDO

 NÃO será concedida a exoneração a pedido ao militar estadual


 O militar estadual exonerado, A PEDIDO, não que estiver:
terá direito a QUALQUER remuneração, sendo a  respondendo a Conselho de Justificação, Conselho de Disciplina
sua situação militar definida pela Lei do Serviço ou Processo Administrativo­Disciplinar; e
 cumprindo pena de qualquer natureza.
Militar.

EXONERAÇÃO A PEDIDO
EXONERAÇÃO A PEDIDO

 O militar estadual exonerado, a pedido, somente


 O direito a exoneração, a pedido, PODE SER SUSPENSO poderá novamente ingressar na Polícia Militar ou no
na vigência: Corpo de Bombeiros Militar, mediante a aprovação
 de Estado de Guerra, Estado de Sitio, Estado de Defesa; em novo concurso público e desde que, na data da
 calamidade publica; inscrição, preencha todos os requisitos constantes desta
 perturbação da ordem interna; ou
Lei, de sua regulamentação e do edital respectivo.
 em caso de mobilização.
EXPULSÃO

 A DEMISSÃO e a EXPULSÃO do militar estadual, EX OFFICIO, por


EXPULSÃO motivo disciplinar, é regulada pelo Código Disciplinar da Policia Militar
do Ceara e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceara.
 O militar estadual que houver perdido o posto e a patente ou a
graduação, nessas condições, NÃO TERÁ DIREITO A QUALQUER
REMUNERAÇÃO OU INDENIZAÇÃO, e terá a sua situação militar
definida pela Lei do Serviço Militar.

DO AUSENTE E DO DESERTOR

 Crime de DESERÇÃO (CPM)

Código Penal Militar


DESERÇÃO Art. 187. “Ausentar­se o militar, sem licença, da unidade em
que serve, ou do lugar em que deve permanecer, por mais
de 8 dias.
Pena – detenção, de seis meses a dois anos; se oficial, a
pena é agravada”.
DESERÇÃO
DESERÇÃO

 A deserção do militar estadual acarreta


 Compete à Justiça Militar Estadual processar interrupção do serviço com a consequente perda
e julgar o militar estadual desertor, cabendo ao da remuneração.
tribunal competente decidir sobre a perda do
posto e da patente dos oficiais e da graduação das
Praças.
 O Oficial ou a Praça, na condição de DESERTOR, será agregado ao seu Quadro ou
Qualificação, até a decisão transitada em julgado e NÃO TERÁ DIREITO A
REMUNERAÇÃO REFERENTE A TEMPO NÃO TRABALHADO.

DESERÇÃO

 Se o desertor for capturado OU


FALECIMENTO, 
apresentar­se voluntariamente, será DESAPARECIMENTO 
submetido à inspeção de saúde e E 
aguardará a solução do processo. EXTRAVIO
O FALECIMENTO DO MILITAR

 O falecimento do militar estadual da ativa acarreta


o desligamento ou exclusão do serviço ativo, a partir da
FALECIMENTO data da ocorrência do óbito.

DESAPARECIMENTO E  EXTRAVIO

 É considerado DESAPARECIDO o militar estadual da ATIVA que, no

DESAPARECIMENTO  desempenho de qualquer serviço, em viagem, em operações policiais


militares ou bombeiros militares ou em caso de calamidade pública, tiver
E  paradeiro ignorado por mais de 8 dias.

EXTRAVIO
 A situação de desaparecido só será considerada
quando não houver indicio de deserção.
DESAPARECIMENTO E  EXTRAVIO
DESAPARECIMENTO E EXTRAVIO

 O extravio do militar estadual da ativa acarreta interrupção


do serviço militar estadual com o consequente afastamento
temporário do serviço ativo, a partir da data em que o mesmo
 O militar estadual que permanecer for oficialmente considerado extraviado.
desaparecido por mais de 30 dias, será  O desligamento do serviço ativo será feito 6 meses após a
agregação por motivo de extravio.
considerado oficialmente extraviado.

DESAPARECIMENTO E  EXTRAVIO
DESAPARECIMENTO E  EXTRAVIO

 Em caso de naufrágio, sinistro aéreo, catástrofe, calamidade


Desligamento 
Paradeiro  + de 8  + de 30  Extraviado  + de 6  do serviço  pública ou outros acidentes oficialmente reconhecidos, o EXTRAVIO
Desaparecido dias
desconhecido dias (agregado) meses ativo
ou o DESAPARECIMENTO do militar estadual da ativa será considerado
como falecimento assim que forem esgotados os prazos máximos de
possível sobrevivência OU quando forem encerradas as providências de
salvamento.
DESAPARECIMENTO E  EXTRAVIO

 O reaparecimento do militar estadual extraviado ou


Professor, ei macho, e se o doido  desaparecido, já desligado do serviço ativo, resulta em sua
reinclusão e nova agregação, enquanto se apura as causas que
do militar REAPARECER?? deram origem ao seu afastamento.
 O militar estadual reaparecido será submetido a Conselho
de Justificação (se Oficial), a Conselho de Disciplina (se Praça)
ou a Processo Administrativo­Disciplinar.

TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO

TEMPO DE SERVIÇO 
 Os militares estaduais começam a contar
E/OU  tempo de serviço na Polícia Militar e no Corpo
CONTRIBUIÇÃO de Bombeiros Militar do Ceará a partir da data
da sua inclusão no POSTO ou na GRADUAÇÃO.
TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO

Considera­se como data da  Para benefícios previdenciários: tempo de SERVIÇO ou de CONTRIBUIÇÃO?


INCLUSÃO:
a data do ato em 
a data de  a data da 
que o militar 
MATRÍCULA EM  APRESENTAÇÃO 
estadual é 
ÓRGÃO DE  PRONTO PARA O  Tempo de  Tempo de 
considerado  15/12/1998
FORMAÇÃO de  SERVIÇO, no  SERVIÇO CONTRIBUIÇÃO
INCLUÍDO em 
militares  caso de 
Organização 
estaduais; nomeação.
Militar Estadual;

DO TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO

 Será computado como tempo de contribuição MILITAR

 Na apuração do tempo de contribuição do militar  todo o período que contribuiu como militar, podendo
estadual será feita à distinção entre: ser contínuo ou intercalado;
 o período de serviço ativo das Forças Armadas;
tempo de contribuição militar estadual;
 o tempo de contribuição relativo à outra Corporação
tempo de contribuição não militar. Militar;
DO TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO

 Será computado como tempo de contribuição MILITAR  Será computado como tempo de contribuição NÃO MILITAR

o tempo passado pelo militar estadual na reserva remunerada,


que for convocado para o exercício de funções militares na forma  o tempo de contribuição para o Regime Geral de
do Art. 185 do Estatuto; Previdência Social – RGPS;
Art.185. Por aceitação voluntaria, o militar estadual da reserva remunerada
poderá ser designado para o serviço ativo, em caráter transitório, por ato do  o tempo de contribuição para os Regimes Próprios de
Governador do Estado, (...) quando se fizer necessário o aproveitamento de
conhecimentos técnicos e especializados do militar estadual. Previdência Social, desde que não seja na qualidade de
 licença especial e férias não usufruídas contadas em dobro, até militar.
15 de dezembro de 1998.

DO TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO DO TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO

 A proporcionalidade dos proventos, com base no tempo de contribuição,


é a fração, cujo numerador corresponde ao total de dias de contribuição e o
denominador, o tempo de dias necessário à respectiva inatividade com
proventos integrais, ou seja, 30 anos que corresponde a 10.950 dias.
 O tempo de contribuição, será apurado em ANOS, MESES e
DIAS, sendo o ANO igual a 365 dias e o MÊS 30 dias. total de dias de 
 Para o cálculo de qualquer benefício previdenciário, depois de contribuição PROPORCIONALIDADE
apurado o tempo de contribuição, este será convertido em
tempo de dias 
= DOS
DIAS, VEDADA qualquer forma de arredondamento. necessário à respectiva 
PROVENTOS
inatividade com 
proventos integrais
TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO
TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO

 Não é computável para efeito algum o tempo:


 O tempo de SERVIÇO considerado até 15 de  passado em licença para trato de interesse particular;
dezembro de 1998 para efeito de inatividade,  passado como desertor;
será contado como tempo de CONTRIBUIÇÃO.  decorrido em cumprimento de pena e suspensão de
exercício do posto, graduação, cargo ou função, por
sentença passada em julgado.

DO TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO
TEMPO DE SERVIÇO E/OU CONTRIBUIÇÃO

 O tempo que o militar estadual vier a passar afastado do exercício de


suas funções, EM CONSEQuência de ferimentos recebidos em Na contagem do tempo de contribuição,
acidente quando em serviço, ou mesmo quando de folga, em
razão da preservação de ordem pública, de proteção do patrimônio e
não poderá ser computada qualquer
da pessoa, visando à sua incolumidade em situações de risco, superposição dos tempos de qualquer
infortúnio ou de calamidade, bem como em razão de moléstia
adquirida no exercício de qualquer função militar estadual, será natureza.
computado como se o tivesse no exercício efetivo daquelas
funções.
DISPOSIÇÕES FINAIS  PROIBIÇÕES 
E  AOS 
TRANSITÓRIAS (Título VI) MILITARES
(AS BOAS DE PROVA!)

DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

 Ao militar estadual são proibidas a sindicalização e a greve.


 O militar estadual poderá fazer parte de associações, SEM
PARTICIPAÇÃO EM 
QUALQUER NATUREZA SINDICAL OU POLÍTICO­PARTIDÁRIA, desde que
não haja prejuízo para o exercício do respectivo cargo ou função militar ASSOCIAÇÕES DE 
que ocupe na ativa.
O militar estadual, enquanto em serviço ATIVO, não pode
MILITARES
estar filiado a partido político.
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

 O militar estadual da ativa quando investido em cargo ou REGIME


função singular de DIRIGENTE MÁXIMO de associação que
congregue o maior número de oficiais, de subtenentes e DE
sargentos ou de cabos e soldados, distintamente considerados
e pré­definidos por eleições internas, poderá ficar dispensado TRABALHO
de suas funções para dedicar­se à direção da entidade.

DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Em períodos de normalidade da vida social, em que não haja necessidade específica
de atuação dos militares em missões de mais demorada duração e de mais denso
emprego, os militares estaduais observarão a escala normal de serviço, alternada com
Os militares estaduais são submetidos a regime de tempo períodos de folga, estabelecida pelo Comando­Geral.
integral de serviço, inerente à natureza da atividade militar No interesse da otimização da segurança pública e defesa social do Estado, em
períodos de normalidade, conforme definido no parágrafo anterior, lei específica
estadual, inteiramente devotada às finalidades e missões poderá estabelecer critérios, limites e condições para a utilização, a titulo de reforço
fundamentais das Corporações Militares estaduais, sendo para o serviço operacional, dos efetivos disponíveis nas Corporações Militares,
compensados através de sua remuneração normal. mediante a adesão voluntária do militar estadual que faça a opção de participar de
escala de serviço, durante parte do período de sua folga.
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

catástrofe, grande acidente, 
Ao militar estadual que fizer tal opção e que efetivamente participe do estado de defesa ou estado 
de sítio;
incêndio, inundação, seca, 
calamidade ou sua 
rebelião, fuga e invasão;

serviço para o qual foi escalado, a lei deverá assegurar, como retribuição, iminência;

vantagem pecuniária, eventual, compensatória e específica, não


incorporável à remuneração normal. greve, mobilização, protesto 
evento social, festivo, 
e agitação que causem grave 
 Em NENHUMA HIPÓTESE aplicar­se­á o disposto nessas regras, quando o sequestro e crise de alta 
complexidade;
perturbação da ordem 
artístico ou esportivo que 
cause grande aglomeração 
pública ou ensejem ameaça 
efetivo da Corporação Militar estiver, no todo ou em parte, mobilizado disso;
de pessoas;

pelo Comando­Geral para emprego em regime de tempo integral de


quaisquer outros eventos ou 
serviço, especialmente por ocasião de: ocorrências que o Comando­
Geral identifique como de 
ameaça à preservação da 
ordem pública e da 
incolumidade das pessoas e 
do patrimônio.

DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Sob pena de responsabilidade penal, administrativa e civil, os integrantes


de Junta de Saúde e de Junta Superior de Saúde da Corporação Militar
deverão investigar a fundo a efetiva procedência da doença informada ou
OUTRAS  alegada pelo militar interessado, mesmo que apoiado em atestado ou
laudo médico particular, sempre que a natureza da enfermidade permitir
DISPOSIÇÕES fraude que possibilite o afastamento gracioso do serviço ativo militar.
O militar interessado flagrado na prática de fraude nas condições
previstas no parágrafo anterior terá sua responsabilidade penal,
administrativa e civil devidamente apurada.
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Todos os repousos médicos por período superior a 3 (três) dias deverão É vedado o uso, por parte de sociedade simples ou empresária ou de
ser avaliados criteriosamente pelas Junta de Saúde ou Junta Superior de organização civil, de designação que possa sugerir sua vinculação às
Saúde da Corporação Militar, mesmo quando apoiados em atestado ou Corporações Militares estaduais.
laudo médico particular.
Excetua­se das prescrições deste artigo, as associações, clubes e círculos
O militar estadual que, embora efetivo e classificado no Quadro de que congregam membros das Corporações Militares e que se destinem,
Organização e Distribuição de uma Organização Policial Militar ou exclusivamente, a promover intercâmbio social, recreativo e assistencial
Bombeiro Militar, venha a exercer atividade funcional em outra entre militares estaduais e seus familiares e entre esses e a sociedade, e os
Organização Militar, ficará na situação de adido. conveniados com o Comando­Geral da Corporação.

DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Obrigado e que o Senhor Jesus te 
 No que tange aos deveres e obrigações, além dos já
estabelecidos nesta Lei, aplica­se ao militar estadual o disposto abençoe ricamente em sua prova, 
no Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do futuro Policial Militar do meu Ceará!!
Corpo de Bombeiros Militar do Ceará.
 Aplica­se à matéria não regulada nesta Lei, subsidiariamente
Grande abraço e grande sucesso na nova missão!
e no que couber, a legislação em vigor para o Exército
Brasileiro.
­ Professor: Marcos Girão ­
Obrigado
Grande abraço e bons estudos!

­ Professor: Marcos Girão ­