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mfhneto@hotmail.com UFPR-2012 Estruturas de Madeira CAP.0 pg. 1/16


Miguel Frederico Hilgenberg Neto
Universidade Federal do Paraná
Departamento de Construção Civil
TC-057 Estruturas de Madeira
(41) 9951-9090
mfhneto@gmail.com

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SUMÁRIO
CAPÍTULOS ..................................................................................................... cap. 0 pag. 3
LISTA DE FIGURAS........................................................................................ cap. 0 pag. 3
LISTA DE TABELAS ........................................................................................ cap. 0 pag. 6
REFERÊNCIAS NORMATIVAS ....................................................................... cap. 0 pag. 7
NOTAÇÃO ........................................................................................................ cap. 0 pag. 7
BIBLIOGRAFIA ……………………………………………………………………... cap. 0 pag. 15
SITES DE MADEIRAS ..................................................................................... cap. 0 pag. 16

CAPÍTULOS
Capítulo 1 – O material de construção madeira ............................................... cap. 1
Capítulo 2 – Ações e segurança nas estruturas de madeira ........................... cap. 2
Capítulo 3 – Propriedades mecânicas da madeira .......................................... cap. 3
Capítulo 4 – Solicitações nas barras das estruturas de madeira ..................... cap. 4
Capítulo 5 – Elementos compostos de peças múltiplas ................................... cap. 5
Capítulo 6 – Ligações nas peças estruturais de madeira ................................ cap. 6
Capítulo 7 – Desenho de estruturas de madeira .............................................. cap. 7
Capítulo 8 – Estruturas de madeira para coberturas ....................................... cap. 8
Capítulo 9 – Contraventamento de estruturas de madeira .............................. cap. 9
Capítulo 10 – Formas e escoramentos de madeira para estruturas ................ cap. 10

LISTA DE FIGURAS
Figura 1 Direções características das fibras de uma peça de madeira cap. 1 pag. 3
Figura 2 Composição de uma amostra de madeira cap. 1 pag. 4
Figura 3 Direção a considerar para a determinação da resistência cap. 1 pag. 6
Figura 4 Cisalhamento vertical cap. 1 pag. 7
Figura 5 Cisalhamento horizontal cap. 1 pag. 7
Figura 6 Cisalhamento perpendicular cap. 1 pag. 7
Figura 7 Peça sujeita à flexão simples cap. 1 pag. 7
Figura 8 Tronco de madeira bruta cap. 1 pag. 8
Figura 9 Peça maciça de madeira serrada cap. 1 pag. 8
Figura 10 Chapa de madeira compensada cap. 1 pag. 8
Figura 11 Peça de madeira laminada e colada cap. 1 pag. 9
Figura 12 Chapa de madeira recomposta cap. 1 pag. 9
Figura 13 Treliças e tesouras tipo “PRATT” e “HOWE” cap. 1 pag. 10
Figura 14 Tesouras tipo “BELGA” e “BOWSTRING” cap. 1 pag. 10
Figura 15 Vigamento comum de madeira cap. 1 pag. 11
Figura 16 Arco de madeira cap. 1 pag. 11
Figura 17 Pórtico de madeira cap. 1 pag. 11
Figura 18 Seção transversal de ponte de madeira cap. 1 pag. 11
Figura 19 Escoramento de estrutura de concreto cap. 1 pag. 12
Figura 20 Forma para vigas e lajes de concreto cap. 1 pag. 12

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Figura 21 Casa de madeira cap. 1 pag. 12
Figura 22 Compressão localizada cap. 4 pag. 5
Figura 23 Compressão inclinada em relação às fibras cap. 4 pag. 6
Figura 24 Tensões de flexão na seção retangular cap. 4 pag. 7
Figura 25 Entalhes em peças com h1 > 0,75 cap. 4 pag. 9
Figura 26 Entalhes em peças com h1  0,75 cap. 4 pag. 9
Figura 27 Contra-flechas em vigas de madeira cap. 4 pag. 10
Figura 28 Flexão oblíqua cap. 4 pag. 11
Elementos compostos por peças justapostas, solidarizadas
Figura 29 cap. 5 pag. 1
continuamente
Elementos compostos por peças solidarizadas
Figura 30 cap. 5 pag. 1
descontinuamente
Figura 31 Elementos compostos por espaçadores interpostos cap. 5 pag. 3
Figura 32 Elementos compostos por chapas laterais cap. 5 pag. 3
Propriedades geométricas nos arranjos “a” e “b” de elemntos
Figura 33 cap. 5 pag. 4
compostos por peças solidarizadas descontinuamente
Esforço gerado nas ligações de elementos compostos por
Figura 34 cap. 5 pag. 6
peças solidarizadas descontinuamente
Esforço gerado nas ligações de elementos compostos por
Figura 35 peças solidarizadas descontinuamente (novo modelo da NBR- cap. 5 pag. 6
7190)
Flambagem local de peças isoladas em elementos compostos
Figura 36 cap. 5 pag. 7
por peças solidarizadas descontinuamente
disposições construtivas adicionais, nos elementos
Figura 37 cap. 5 pag. 7
solidarizados descontinuamente
Figura 38 Elemento com alma de tábuas cruzadas cap. 5 pag. 7
Elemento com alma de chapa compensada ou de madeira
Figura 39 cap. 5 pag. 8
recomposta
Figura 40 Elemento composto por lâminas coladas cap. 5 pag. 9
Figura 41 Encaixes cap. 6 pag. 1
Figura 42 Pinos cap. 6 pag. 1
Figura 43 Conectores cap. 6 pag. 1
Figura 44 Viga colada cap. 6 pag. 1
Figura 45 Estribos e grampos cap. 6 pag. 2
Figura 46 Mecanismo de apoio do pino sobre a madeira cap. 6 pag. 3
Figura 47 Seções de corte em ligações cap. 6 pag. 4
Figura 48 Distribuição do esforço entre os pinos nas ligações cap. 6 pag. 4
Figura 49 Ruptura por esmagamento cap. 6 pag. 5
Figura 50 Ruptura por cisalhamento cap. 6 pag. 5
Figura 51 Ruptura por flexão do pino cap. 6 pag. 5
Figura 52 Pinos em corte simples cap. 6 pag. 6
Figura 53 Pinos em corte duplo cap. 6 pag. 6
Figura 54 Corte simples em peças multiplas cap. 6 pag. 6
Figura 55 Ligações em peças múltiplas cap. 6 pag. 7
Figura 56 Espaçamento entre pinos consecutivos cap. 6 pag. 8
Figura 57 Bordos carregado e descarregado nas ligações cap. 6 pag. 8
Figura 58 Espaçamento dos pinos aos bordos cap. 6 pag. 9
Figura 59 Espaçamento dos pinos na direção normal à carga cap. 6 pag. 9
Figura 60 Alternância da cravação dos pinos cap. 6 pag. 9
Figura 61 Ligações com conectores cap. 6 pag. 12
Figura 62 Símbolos para peças de madeira cap. 7 pag. 3
Figura 63 Direção das fibras em uma peça de madeira cap. 7 pag. 3
Figura 64 Indicação da direção das fibras em uma peça específica cap. 7 pag. 3
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Figura 65 Representação de ligações com pregos cap. 7 pag. 4
Figura 66 Representação de ligações com parafusos cap. 7 pag. 4
Figura 67 Exemplo de desenho de projeto estrutural cap. 7 pag. 6
Figura 68 O sistema “frame” cap. 8 pag. 1
Figura 69 Soluções de cobertura em arco cap. 8 pag. 2
Figura 70 Ginásio de Esportes em Lajes-SC – fonte : Battistella cap. 8 pag. 2
Figura 71 Composição de seção de arcos planos cap. 8 pag. 3
Figura 72 Coberturas em treliças cap. 8 pag. 3
Figura 73 Treliça espacial para cobertura em madeira cap. 8 pag. 4
Figura 74 Pórtico de madeira cap. 8 pag. 4
Figura 75 Solução convencional de galpões cap. 8 pag. 5
Figura 76 Determinação das ações nos nós de estruturas cap. 8 pag. 6
Figura 77 Determinação das ações nas terças cap. 8 pag. 6
Figura 78 Flexão oblíqua em ripas, caibros e terças cap. 8 pag. 7
Figura 79 Ligações de um nó de estrutura metálica cap. 8 pag. 8
Figura 80 Ligações de um nó de estrutura de madeira cap. 8 pag. 8
Figura 81 Nó de extremidade de tesoura cap. 8 pag. 9
Figura 82 Configuração dos nós e suas cargas cap. 8 pag. 9
Figura 83 Planta de cobertura de uma residência cap. 8 pag. 10
Figura 84 Estrutura de cobertura do telhado de uma residência cap. 8 pag. 10
Figura 85 Estruturação com pontaletes cap. 8 pag. 11
Figura 86 Detalhe do apoio das telhas cap. 8 pag. 11
Figura 87 Instabilidade lateral cap. 9 pag. 1
Figura 88 Força convencional de instabilidade cap. 9 pag. 2
Figura 89 Contraventamento de peças comprimidas cap. 9 pag. 3
Figura 90 Contraventamento por tração cap. 9 pag. 4
Figura 91 Contraventamento de vigas cap. 9 pag. 4
Figura 92 Estabilidade global de estruturas cap. 9 pag. 5
Figura 93 Dimensionamento de contraventamentos cap. 9 pag. 5
Figura 94 Formas para pilar de seção retangular cap. 10 pag. 2
Figura 95 Formas para seções circulares e variáveis cap. 10 pag. 3
Figura 96 Formas para vigas cap. 10 pag. 3
Figura 97 Formas para vigas isoladas cap. 10 pag. 4
Figura 98 Escoramento para lajes pré-moldadas cap. 10 pag. 4
Figura 99 Formas para escadas cap. 10 pag. 5
Figura 100 Empuxo horizontal nas formas cap. 10 pag. 6
Figura 101 Carregamento dos painéis de lajes cap. 10 pag. 6
Figura 102 Carregamento de gravatas de pilares e de vigas cap. 10 pag. 7
Figura 103 Escoras solicitadas à compressão cap. 10 pag. 7
Figura 104 Travamento e contraventamento de escoras cap. 10 pag. 8

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LISTA DE TABELAS
Tabela 1 Dimensões comerciais da madeira em Curitiba-PR cap. 1 pag. 10
Tabela 2 Classes de carregamento cap. 2 pag. 4
Tabela 3 Coeficientes de ponderação para ações permanentes indiretas cap. 2 pag. 11
Coeficientes de ponderação para ações permanentes de
Tabela 4 cap. 2 pag. 11
grande variabilidade
Tabela 5 Coeficientes de ponderação para ações permanentes indiretas cap. 2 pag. 12
Tabela 6 Coeficientes de ponderação para ações variáveis cap. 2 pag. 12
Tabela 7 Fatores de minoração cap. 2 pag. 13
Tabela 8 Classes de umidade cap. 3 pag. 2
Tabela 9 Relações entre as propriedades mecânicas cap. 3 pag. 4
Tabela 10 Classes de resistência das CONÍFERAS cap. 3 pag. 5
Tabela 11 Classes de resistência das DICOTILEDÔNEAS cap. 3 pag. 5
Valores médios de madeiras dicotiledôneas nativas e de
Tabela 12 cap. 3 pag. 6
florestamento
Valores médios de madeiras dicotiledôneas nativas e de
Tabela 13 cap. 3 pag. 7
florestamento
Valores médios de madeiras coníferas nativas e de
Tabela 14 cap. 3 pag. 7
florestamento
Valores médios de madeiras dicotiledôneas nativas e de
Tabela 15 cap. 3 pag. 8
florestamento
Tabela 16 Valores de kmod,1 cap. 3 pag. 10
Tabela 17 Valores de kmod,2 cap. 3 pag. 10
Tabela 18 Coeficientes de fluência  cap. 4 pag. 4
Tabela 19 Valores de  n cap. 4 pag. 5
Inércias efetivas de elementos compostos por peças
Tabela 20 cap. 5 pag. 2
solidarizadas continuamente
Tabela 21 Valores de E cap. 6 pag. 3
Tabela 22 Diâmetros de parafusos lisos cap. 6 pag. 10
Tabela 23 Bitolas comerciais de pregos cap. 6 pag. 10
Tabela 24 Valores de m cap. 9 pag. 3

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REFERÊNCIAS NORMATIVAS

NBR 5984 - Norma geral de desenho técnico

NBR 6118/03 - Projeto e execução de obras de concreto armado

NBR 7808/82 - Símbolos gráficos para projeto de estruturas

NBR 8681/84 - Ações e segurança nas estruturas

NBR 6120/80 - Cargas para o cálculo de estruturas de edificações

NBR 6123/87 - Forças devidas ao vento em edificações

NBR 6627/81 - Pregos comuns de aço para madeira

NBR 7187/86 - Projeto e execução de pontes de concreto armado e protendido

NBR 7188/84 - Cargas móveis em pontes rodoviárias e passarelas de pedestres

NBR 7189/85 - Cargas móveis para projeto estrutural de obras ferroviárias

NBR 8800/86 - Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios - método dos estados
limites

Eurocode no 5 - Design of Timber Structures – 1991

NOTAÇÃO

Letras romanas maiúsculas

A - área

Aw - área da seção transversal bruta da peça de madeira

Awc - área da parte comprimida de Aw

Awt - área da parte tracionada de Aw

Ao - área da parte carregada de um bloco de apoio

As - área da seção transversal de uma peça metálica

Asv - área da seção transversal de peças metálicas submetidas a corte

Asv1 - área da seção transversal de um pino metálico submetido a corte (pino, prego,

parafuso)

Asn - área da seção transversal de uma peça metálica submetida a tensões normais

(tirantes, montantes)

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C - momento de inércia à torção

E - módulo de elasticidade, módulo de deformação longitudinal

Es - módulo de deformação longitudinal do aço

Ew - módulo de deformação longitudinal da madeira

Ewn ou Ewo - módulo de deformação longitudinal paralela às fibras da madeira

Ewn ou Ew90 - módulo de deformação longitudinal normal às fibras da madeira

F - ações (em geral), forças (em geral)

Fd - valor de cálculo das ações

Fk - valor característico das ações

G - ação permanente, módulo de deformação transversal

Gd - valor de cálculo da ação permanente

Gk - valor característico da ação permanente

Gw - módulo de deformação transversal da madeira

I - momento de inércia

It - momento de inércia à torção

K - coeficiente de rigidez (N/m)

L - vão, comprimento (em substituição a l para evitar confusão com o número 1)

M - momento (em geral, momento fletor)

Mr - momento resistente

Ms - momento solicitante

Md - valor de cálculo do momento (Md , Mrd , Msd)

Mk - valor característico do momento (Mk , Mrk , Msk)

Mu - valor último do momento

Meng - momento fletor de engastamento perfeito

N - força normal (Nd , Nk , Nu)

Q - ação acidental (variável) (Qd , Qk , Qu)

R - reação de apoio, resultante de tensões, resistência


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Rc - resultante de tensões de compressão

Rt - resultante das tensões de tração

S - Solicitação, momento estático de área

T - momento de torção

U - umidade

V - força cortante (Vu , Vd , Vk), volume

W - carga do vento, módulo de resistência à flexão

Letras romanas minúsculas

a - distância, flecha

b - largura

bf - largura da mesa das vigas de seção T

bw - largura da alma das vigas

c - espaçamento

d - diâmetro

e - excentricidade

f - resistência de um material

fd - valor de cálculo da resistência

fk - valor característico da resistência

fm - valor médio da resistência

fw - resistência da madeira

fwo - resistência da madeira paralelamente às fibras

fwco - resistência à compressão paralela às fibras

fwc90 - resistência à compressão normal às fibras

fwto - resistência à tração paralela às fibras

fwt90 - resistência à tração normal às fibras

fwvo - resistência ao cisalhamento na presença de tensões tangenciais paralelas às

fibras

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fwv90 - resistência ao cisalhamento na presença exclusiva de tensões tangenciais
normais às fibras

fweo - resistência de embutimento paralelo às fibras

fwe90 - resistência de embutimento normal às fibras

fwtM - resistência à tração na flexão

g - carga distribuída permanente (peso específico para evitar confusão com 


coeficiente de segurança

h - altura, espessura

i - raio de giração

k - coeficiente (em geral)

kmod - coeficiente de modificação

 - vão,comprimento(pode ser substituído por L para evitar confusão com o número1)

m - momento fletor por unidade de comprimento ou largura, massa, valor médio de


uma amostra

n - força normal por unidade de comprimento ou largura, número de elementos

q - carga acidental distribuída

r - raio, índice de rigidez = I/L

s - espaçamento, desvio padrão de uma amostra

t - tempo em geral, espessura de elementos delgados

u - perímetro, componente de deslocamento de um ponto

v - força cortante por unidade de comprimento ou largura, velocidade, componente


de deslocamento de um ponto

w - carga de vento distribuída, componente de deslocamento de um ponto

x - coordenada

y - coordenada

z - coordenada, braço de alavanca

Letras gregas minúsculas

 (alfa) - ângulo, coeficiente

 (beta) - ângulo, coeficiente, razão


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 (gama)- coeficiente de segurança, peso específico (pode ser substituído por g),
deformação tangencial específica

f - coeficiente de ponderação das ações

m - coeficiente de ponderação das resistências dos materiais

s - coeficiente de minoração da resistência do aço

w - coeficiente de minoração da resistência da madeira

 (delta) - coeficiente de variação

 (épsilon)- deformação normal específica

w - deformação específica da madeira

wc - deformação específica da madeira comprimida

wcc - deformação específica por fluência da madeira comprimida

wt - deformação específica da madeira tracionada

wtc - deformação específica por fluência da madeira tracionada

wn (w90)- deformação específica normal às fibras

 wp (wo) - deformação específica paralela às fibras

ws - deformação específica de retração por secagem da madeira

 (zeta) - coordenada adimensional (z/L)

 (eta) - razão, coeficiente, coordenada adimensional (y/L)

 (theta) - rotação, ângulo

 (lambda)- índice de esbeltez = Lo/i

 (mü) - coeficiente de atrito, momento fletor relativo adimensional, média de uma


população

 (nü) - coeficiente de Poisson, força normal relativa adimensional

 (csi) - coordenada relativa (x/L)

 (ómicron)- deve ser evitada

 (pi) - emprego matemático apenas

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 (ro) - massa específica (densidade)

bas - densidade básica

 (sigma) - tensão normal (d , k , u), desvio padrão de uma população

 (tau) - tensão tangencial (d , k , u)

w - tensão tangencial na alma da viga

 (üpsilon)- deve ser evitada

 (psi) - coeficiente

 (omega)- coeficiente, velocidade angular

Índices gerais

b - aderência

c - concreto, compressão, fluência

d - de cálculo

ef - efetivo

f - mesa da viga de seção T

i - inicial, núcleo

j - número

k - característico

m - material, média

p - pino, prego ou parafuso

s - aço, retração

t - tração, torção, transversal

u - último

v - cisalhamento

w - madeira, vento, alma das vigas

y - escoamento dos aços

Índices formados por abreviações

adm - admissível

amb - ambiente
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anel - anel

cav - cavilha

cal - calculado

cri - crítico

eng - engastamento

eq - equilíbrio (para umidade)

esp - especificado

est - estimado

exc - excepcional

ext - externo

inf - inferior

int - interno

lat - lateral

lim - limite

max - máximo

min - mínimo

sup - superior

tot - total

var - variável

vig - viga

Índices especiais

br - contraventamento (bracing)

ef - valores efetivos; valores existentes

eq - equilíbrio

t - tempo

C - classe de utilização

G - valores decorrentes de ações permanentes

M - valores na flexão

Q - valores decorrentes de ações variáveis


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R - valores resistentes (pode ser substituído por r)

S - valores solicitantes (pode ser substituído por s)

T - temperatura

Simplificação

Quando não houver motivo para dúvidas, os símbolos devem ser empregados com o menor
número possível de índices.

Assim, o índice w para madeira, frequentemente pode ser eliminado.

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BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica:

CALIL JR., C.; BARALDI, L. T.; STAMOTO, G. C.; FERREIRA, N. S. S. SET 406 - Estruturas
de madeira (notas de aula), USP - São Carlos, Departamento de Estruturas
(http://www.eesc.sc.usp.br/servgraf ) , 1998.
PFEIL, W; M. PFEIL. Estruturas de madeira , Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 6a
edição, ISBN 85-216-1385-7, 2003.
CALIL JR., C.; LAHR, F. A. R.; DIAS, A. A. Dimensionamento de elementos estruturais de
madeira , Editora Manole Ltda, 1a edição, ISBN 85-204-1515-6, 2003

Bibliografia suplementar:
GESUALDO, F. A. R. Estruturas de Madeira, URL:
http://www.feciv.ufu.br/docentes/francisco/franscisco.htm, 2003
MOLITERNO, A. Caderno de projeto de telhados em estruturas de madeira, Editora
Edgard Blücher, ISBN 85-212-0116-8, 2a edição ampliada, 1997.
ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TËCNICAS. Projeto de estruturas de
madeira, NBR 7190/97 (http://www.abnt.org.br ), Agosto, 1997.
CALIL JR., C.; OKIMOTO, F.; STAMOTO, G. C.; PFISTER, G. SET 613 -Formas de madeira
para concreto armado, USP- São Carlos, Departamento. de Estruturas
(http://www.eesc.sc.usp.br/servgraf) , 1998.
MONTEIRO, J. C. R. Tesouras de Telhado, Editora Interciência Ltda, ISBN 85-7193-006-6, 4a
Reimpressão, 1998.
MILBRADT, K. , P. Timber Structures, In: Structural Engineering Handbook, 4th Edition, Edited
by E. H. Gaylord et alli, McGraw-Hill, Section 16, pp. 16-1,16-42, 1997.
MAINIERI, C. E CHIMELO, J. P. Madeiras Brasileiras - Fichas das características, IPT,
1989.
BUCHER, L. M. RICHTER, H. G. Anatomia da Madeira, Livraria Nobel S. A., ISBN 85-213-
0669-5, 1991.

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SITES DE MADEIRAS

Site informativo sobre madeiras:


http://www.madeiratotal.com.br

Empresa de projeto e execução de estruturas especiais de madeira:


http://www.emadel.com.br
http://www.vetorestruturas.com.br

Eucaliptos tratados com CCA(cromo, cobre arsênio) através de autoclave:


http://www.postesmariani.com.br

Madeiras laminadas coladas:


http://www.esmara.com.br
http://www.stella.com.br

Sistemas construtivos de casas pré-fabricadas:


http://www.canteiro.com.br
http://www.casema.com.br
http://www.diamondhouse.com.br
http://www.boavistacasasdemadeira.com.br

Placas de compensado:
http://www.triangulo.com.br
http://www.leomadeiras.com.br

Painéis de madeira OSB:


http://www.apawood.org
http://www.sba-osb.com

Painéis MDF:
http://www.tafisa.com.br

Tratamento de madeiras em Autoclave:


http://www.stella.com.br
http://www.postesmariani.com.br

Treliças construídas com ligações metálicas do tipo gang-nail:


http://www.gangnail.com.au
http://www.gangnail.com.br

FPL – Forest Products Laboratory


http://www.fpl.fs.fed.us

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